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http://www.patosdeminas.mg.gov.br ANEXO I

CONTEÚDO PROGRÁMATICO E BIBLIOGRAFIA SUGERIDA OBSERVAÇÃO: A bibliografia sugerida não limita nem esgota o programa. Serve apenas como orientação para a banca elaboradora de provas e para os candidatos.

LÍNGUA PORTUGUESA – CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR Interpretação e Compreensão de textos; Semântica: construção de sentido e efeitos de sentido, sinonímia, antonímia, homonímia, paronímia; polissemia e figuras de linguagem; Enunciação;Conhecimento prévio; Intertextualidade; linguagem verbal e não verbal; tipos de discurso; aspectos de textualidade: coesão e coerência.Gêneros textuais; Tipologia textual; Variabilidade lingüística; Pontuação e efeitos de sentido; denotação e conotação; relações lexicais; Bibliografia Sugerida: CARLOS Alberto Faraco. Cristovão Tezza. ( 2010 ). Prática para estudantes Universitários. Petrópolis- Vozes. 18ª edição. CUNHA, Celso e CINTRA, Luís F. Lindley. ( 2009 ) Nova Gramática do Português Contemporâneo ( de acordo com a nova ortografia ). 5ª edição. Editora Lexikon Editorial. FIORIN, J. L. e SAVIOLI, F. P. (2006). Lições de Texto: leitura e redação. São Paulo: Ática. FIORIN, J. L. e SAVIOLI, F. P. (2002). Lições de Texto: leitura e redação. São Paulo: Ática. FIORIN, J. L. e SAVIOLI, F. P. (2000). Para Entender o Texto: Leitura e Redação. São Paulo: Ática KOCH, Ingedore Villaça, ELIAS, Vanda Maria. ( 2006 )Ler e compreender os sentidos do texto. São Paulo: Contexto. MARCUSCHI, Luiz Antônio. ( 2008 ) Produção Textual análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial. SACCONI, Luís Antônio (2005). Nossa Gramática Contemporânea: teoria e prática. São Paulo: Atual. SUARES, Abreu Antônio (2004). Curso de redação. São Paulo: Ática LÍNGUA PORTUGUESA – CARGOS DE NÍVEL MÉDIO ( 2º grau Completo) Leitura, compreensão e interpretação de textos.Conhecimentos lingüísticos gerais e específicos relativos à leitura e produção de textos.Conhecimento gramatical de acordo com o padrão culto da língua. Estrutura fonética: encontros vocálicos e consonantais, dígrafo, divisão silábica, ortografia, acentuação tônica e gráfica. Teoria geral da frase e sua análise: orações, períodos e funções sintáticas. Sintaxe de concordância: concordância nominal e verbal (casos gerais e particulares). Crase. Colocação de pronomes: próclise, mesóclise e ênclise. Pontuação: emprego dos sinais de pontuação. Classes de palavras: classificação, flexões nominais e verbais, emprego. Ortografia. Bibliografia Sugerida: BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. 37. ed. Rio de Janeiro: Lucerna, 2001. FIORIN, J. L. e SAVIOLI, F. P. (2006). Lições de Texto: leitura e redação. São Paulo: Ática. FIORIN, J. L. e SAVIOLI, F. P. (2002). Lições de Texto: leitura e redação. São Paulo: Ática. FIORIN, J. L. e SAVIOLI, F. P. (2000). Para Entender o Texto: Leitura e Redação. São Paulo: Ática KOCH, Ingedore Villaça, ELIAS, Vanda Maria. ( 2006 )Ler e compreender os sentidos do texto. São Paulo: Contexto.

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http://www.patosdeminas.mg.gov.br LÍNGUA PORTUGUESA – CARGOS DE NÍVEL FUNDAMENTAL (1º grau completo) Compreensão e interpretação de textos; Ortografia:Problemas gerais da língua culta: forma e grafia de algumas palavras e expressões; Fonema e letra; Dígrafos, encontros vocálicos, encontros consonantais; Divisão silábica: separação das sílabas; Classificação das palavras quanto ao número de sílabas; Acentuação gráfica: princípios básicos (regras); Classificação das palavras quanto à sílaba tônica; Classes de palavras ( classes gramaticais): substantivo, numeral, artigo, pronome, adjetivo, advérbio, verbo, preposição, conjunção, interjeição; Flexões: gênero, número e grau do substantivo e adjetivo; Tempos e modos dos verbos; Frase e oração: termos principais da oração; Tipos de sujeitos; Significação das palavras: sinônimos e antônimos; Pontuação; Conhecimentos básicos de concordância nominal e verbal. Bibliografia Sugerida: BECHARA, E. Gramática escolar da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna. BUENO, S. Minidicionário da língua portuguesa . São Paulo: FTD. CEGALLA, D. P. Novíssima gramática da língua portuguesa. São Paulo: Nacional. CEREJA, Willian Roberto, MAGALHÃES, Thereza C. Português Linguagens- 6º ao 9º ano. São Paulo: Atual Editora.

LÍNGUA PORTUGUESA – CARGOS DE NÍVEL ALFABETIZADO (4ª série primária) Alfabeto: ordem alfabética, vogais e consoantes; maiúsculas e minúsculas; Separação silábica: número de sílabas; A flexão dos nomes: masculino e feminino, singular e plural; Acentuação gráfica: agudo e circunflexo; Sinais de pontuação; Tipos de frases: afirmativas, negativas, interrogativas e exclamativas; Sinônimos e antônimos; Compreensão e interpretação de texto: informações explicitas e implícitas; Vocabulário; Ortografia. Bibliografia Sugerida: CARPANEDA, Isabella, BRAGANÇA, Angiolina Domanico. Porta Aberta – Língua Portuguesa. (Vols. I e II). São Paulo: FTD. CEREJA, Willian Roberto, MAGALHÃES, Thereza C. Português Linguagens-2º ao 5º ano. São Paulo: Atual Editora. BEATIN, Terezinha, BORGATO, Ana T.,MARCHEZI, Vera. Tudo é Linguagem- 2º ano 5º ano. São Paulo: Ática. GIACOMOZZI, Gilio, VALÉRIO, Gildete, SBRUZZI, Geonice. Descobrindo a gramática. (Vols. I e II). São Paulo: FTD. MARSICO, Maria T., Novo Marcha criança: português- São Paulo: Scipione,. VASCONCELOS, Adson. Aprender Juntos do 2º ao 5º ano. São Paulo.

RACIOCÍNIO LÓGICO PARA OS CARGOS DE NÍVEL ALFABETIZADO Conjunto: universo, complementar, relação de pertinência, igualdade, desigualdade, inclusão, operações de conjuntos (união, interseção e diferença). Números naturais: sistema de numeração decimal, operações fundamentais, sentença matemática, múltiplos, divisores, máximo divisor comum, mínimo múltiplo comum, potenciação, critérios de divisibilidade. Os. Números racionais: frações e decimais, operações, comparação, ordenação, simplificação. Grandezas e Medidas: comprimento, perímetro, capacidade, massa, superfície, volume, tempo e valor. Sistema métrico decimal: unidades de comprimento, capacidade, massa, superfície e volume.

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http://www.patosdeminas.mg.gov.br Bibliografia Sugerida: • • • • • • Livros didáticos de 1ª a 4ª séries – sugestões: SOARES, Eduardo Sarquis. Matemática com o Sarquis. 1ª a 4ª séries do ensino fundamental. Ed. Saraiva. SANCHES, Lucília Bechara, LIBERMAN, Marlúcia, WEY, Regina Lúcia Motta. Fazendo e compreendendo a Matemática. 1ª a 4ª séries do ensino fundamental. Ed. Saraiva. 4SANTOS, Ieda Medeiros C.E, DARIN Áurea Joana S. Matemática. 1ª a 4ª séries do ensino fundamental.Ed. IBEP. SOUZA, Maria Helena Soares de. Matemática - série Brasil. 1ª a 4ª séries do ensino fundamental. Ed. Ática.

RACIOCÍNIO LÓGICO PARA OS CARGOS DE NÍVEL FUNDAMENTAL Conjuntos numéricos (naturais, inteiros, racionais e irracionais). Operações fundamentais.Múltiplos e divisores. Sistemas de medidas (comprimento, capacidade, massa, tempo). Números primos. Números decimais.Frações.Proporcionalidade. Áreas e volumes. Perímetro. Estatística.Gráficos e tabelas.Números negativos e positivos.Potenciação e radiciação. Possibilidades.Sistema de equações (1º e 2º graus). Noções de probabilidade. Porcentagem. Cálculo algébrico. Ângulos, paralelas e polígonos. Vistas de um sólido geométrico.Simetria. Matemática financeira (juros simples e compostos).Geometria plana e espacial.Fatoração. Círculo e circunferência. Sistema monetário.Resolução de problemas. Bibliografia Sugerida: BIGODE, Antônio José Lopes. Matemática hoje é feita assim – São Paulo : Editora: FTD. DANTE, Luiz Roberto. Tudo é matemática: ensino fundamental – São Paulo : Editora : Atica. FRANÇA, Elizabeth ... [et al.]. Matemática na vida e na escola - São Paulo : Editora do Brasil. Outros autores: Ana Lúcia Bordeaux, Cléa Rubinstein, Elizabeth Ogliari, Gilda Portela. IMENES, Luiz Márcio / Marcelo Lellis. Matemática – São Paulo : Editora : Scipione,. IMENES, Luiz Márcio / Marcelo Lellis. Matemática para todos – São Paulo : Editora : Scipione.

LEGISLAÇÃO PARA TODOS OS CARGOS DA ÁREA DE SAÚDE Lei 8.080/1990 – Lei orgânica do SUS Lei 8.142/1990 – Participação popular e conselhos de saúde Portaria 648/GM/2006 – Atenção básica Portaria 399/GM/2006 – Pacto pela saúde

LEGISLAÇÃO / NOÇÕES DE PROCEDIMENTOS E NORMAS DO SAMU para os cargos de TECNICO DE ENFERMAGEM DO SAMU – CONDUTOR DE VEÍCULOS DE URGÊNCIA DO SAMU – TECNICO DE ENFERMAGEM PARA MOTOLÂNCIA DO SAMU – MÉDICO REGULADOR INTERVENCIONISTA DO SAMU E ENFERMEIRO ASSISTENCIAL DO SAMU Portaria Ministerial 2048/02 Portaria Ministerial 1863/03 Portaria Ministerial 1864/03 Técnica de Imobilização de coluna cervical http://neu.saude.sc.gov.br/arquivos/tecnicadeimobilizacaodecolunacervical.pdf Técnica de retirada emergencial de veículos http://neu.saude.sc.gov.br/arquivos/tecnicaderetiradaemergencialdeveiculos.pdf Técnica de colocação de colete de imobilização dorso-lombar http://neu.saude.sc.gov.br/arquivos/colocacaodecoletedeimobilizacaoked.pdf

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Rio de Janeiro/RJ: Edição 2009.AGENTE DE OPERAÇÃO E FISCALIZAÇÃO DE TRÂNSITO E TRANSPORTE Legislação de Transito.doc Resolução COFEN 274/02 . Liderança. Legislação: Constituição da República Federativa do Brasil: dos Princípios Fundamentais.br Técnica de realização e interpretação de ECG no pré-hospitalar Resolução COFEN 225/00 . Gestão de Pessoas.gov.br/arquivos/resolucaocofen27002. Administração Estratégica de Serviços.O Sistema Nacional de Trânsito (SNB).http://neu. CHIAVENATO. São Paulo: Cengage. Lei 10. Relações humanas: trabalho em equipe.saude.009/09. Comunicação. N. Lei 12. MARQUES NETO.http://neu. João F.saude. importância. Lei 11.. Etiqueta no trabalho. Geraldo R. Peter.910/09. Mary & CORR. 02. CHIAVENATO.705/08. John.doc Manual de Regulação Médica http://neu.058/09. Lei 11.gov. Rotinas administrativas: técnicas de arquivo e protocolo.patosdeminas.517/02.602/98. Introdução à Teoria Geral da Administração. BENNETT. São Paulo: Manole.275/06. São Paulo: Cengage. atendimento ao público.http://neu.saude.217/10. Carole. Habilidades fundamentais para um agente de trânsito PoderX Autoridade. Anexo II – Conjunto de Sinais de Regulamentação e Conjunto de Sinais de Advertência. Delegação de poderes.gov. Editora Guanabara Koogan.br/arquivos/resolucaocofen27402.sc. Anexos I – dos conceitos e definições.br/arquivos/manualderegulacaomedicadeurgencia. DRUCKER. comunicação interpessoal. Racionalização do trabalho. 4 .pdf MOREIRA. Operações para a Satisfação do Cliente. Desafios Gerenciais para o Século XXI. Redação oficial e técnica. Antonio Carlos.mg.gov. Ética Profissional.AGENTE DE ADMINISTRAÇÃO I Fundamentos básicos de administração: conceitos..Comunicação. Lei 12.gov.saude. Lei 10. centralização e descentralização. C. Lei 11. Técnicas administrativas e organizacionais.830/03. condições do trabalho. Idalberto. GIL. Higiene e segurança do trabalho: conceito.503/97.sc.pdf Avaliação e procedimentos iniciais nos Casos Traumáticos. características e finalidade. dos Servidores Públicos). PINHEIRO. Reumatologia Essencial.\ A Política Nacional de Trânsito (PNT).º 9. Ética. Lei 10.Qualidade no Atendimento. Qualidade no atendimento.Prefeitura Municipal de Patos de Minas http://www.saude. Lei 12. Lei 12.pdf Reanimação Cárdio-respiratória http://neu.sc. Bibliografia Sugerida: BENNETT. da Administração Pública (Disposições Gerais. Idalberto. Rio de Janeiro: Campus. CORRÊA. Motivação. Qualidade de vida no trabalho. Irineu G. CÓD. Páginas 162-175 de http://neu. organização. São Paulo: Atlas. São Paulo: Campus. controle e direção. Estrutura organizacional. Tudo sobre Etiqueta nos Negócios. Funções administrativas: planejamento. ética.gov.006/09.sc.sc. 01 . São Paulo: Pioneira – Thomson Learning.ao Paulo: Atlas . Gestão de Pessoas.249/10). Lei 9.Relações Humanas.br/arquivos/reanimacao cardio respiratoria no adulto.350/01.br/arquivos/apostiladosamusantacatarina.sc.saude.br/arquivos/resolucao cofen 225 00. Enfoque nos Papéis Profissionais S. Henrique Luiz.792/99. 1ª Edição. MITCHELL. Étiqueta nos Negócios.º 9. Cidadania Bibliografia Sugerida: Lei n.doc Resolução COFEN 270/02 . CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CÓD.Código de Trânsito Brasileiro e suas alterações (Lei n. Carole.gov. GIANESI. Lei 12. Caio. Comportamento organizacional. dos Direitos e Garantias Fundamentais (dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos). Lei 11.334/06.

Ministério da Saúde. 3. A. 2 ed. Portaria nº 648. DF. que dispõe sobre o exercício da enfermagem e dá outras providências. Lílian S. Hipertensão Arterial Sistêmica e Diabetes Mellitus: Protocolo.BRASIL . Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. e COSTA Neto. 839 . Suddarth. Secretaria de Atenção à Saúde. 03 .Prefeitura Municipal de Patos de Minas http://www. PINHEIRO.gov. setembro/2003. idoso e saúde mental. ed. M. M. Guia para o Controle da Hanseníase. Ministério da Saúde. Decreto Lei 94. de 25 de Junho de 1986. Programa nacional de imunização. 4. Portaria nº 2. BRASIL.br.mg. Brasília.498. Legislação e Normas. Abordagem do idoso em programas de Saúde da Família. 19(3). BRASIL.AUXILIAR DE ENFERMAGEM I Ética e Legislação Profissional. Brasília. 2001. BRASIL. Manual de Normas de Vacinação. 9 ed. Cuidados de Enfermagem em tratamentos de feridas e prevenção de lesões cutâneas. ed. sexualmente transmissíveis e de doenças crônicas não transmissíveis. Diagnóstico. Cadernos de Atenção Básica. Assistência de Enfermagem na prevenção e controle de doenças infecto contagiosas (Programa Nacional de controle à Hanseníase e Programa Nacional de Controle à Tuberculose). Epidemiologia e vigilância em saúde. Brasília. J. BRASIL. Princípios da administração de medicamentos e cuidados de Enfermagem relacionados à terapêutica medicamentosa. Guanabara Koogan. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. OLIVEIRA AC. BRASIL. Políticas de Humanização da Assistência. mulher. 316p.529 de 19 de outubro de 2006. C. Manual de Procedimentos para Vacinação. 5.5 de novembro de 2002 (site: http://portal.. BRASIL. que dispõe sobre a internação domiciliar no Âmbito do SUS. Disponível: www. Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) . Brasília. SAE -Sistematização da Assistência de Enfermagem: um guia prático.Epidemiologia.br). Brasília.406/87. Doris S.gov. BRASIL. Ano 9. Manual Técnico para o Controle da Tuberculose. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. de 08 de Junho de 1987. Secretaria de Atenção à Saúde. 2002.Portaria 2048/GM ..nº1. Secretaria Executiva. M.Sistemas de Classificação da Prática Profissional do Enfermeiro.Brasília: Ministério da Saúde. Regulamenta a Lei 7. COREN .patosdeminas. Código de Ética e De ontologia de Enfermagem. 5 . Cadernos de Atenção Básica nº 7. Programas de Atenção à saúde da criança.conrenmg. DF. BRUNNER.br CÓD.saude. Departamento de Atenção Básica. Tratado de Enfermagem. BRASIL. 10. Humaniza SUS: acolhimento com avaliação e classificação de risco: um paradigma ético-estético no fazer em saúde. n. . Cadernos de atenção Básica. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. Infecções Hospitalares . n. Bibliografia Sugerida: TANNURE.Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem.MG. CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE MINAS GERAIS. Prevenção e Controle . Brasília. Fundação Nacional de Saúde.84. adulto. Biossegurança/Prevenção e controle da população microbiana.Jun. adolescente. 2. Noções de assistência de Enfermagem nas alterações clínicas em principais situações de urgência e emergência (préhospitalar e hospitalar). CONSELHO Federal de Enfermagem Resolução do COFEN nº 272/2002 "Dispõe sobre asistematização da Assistência de Enfermagem". Rio de Janeiro. planejamento e prescrição das ações de enfermagem. Brasília. Política Nacional de Atenção Básica. BRASIL. SILVESTRE.org. Departamento de Atenção Básica Política nacional de atenção básica / Ministério da Saúde. CONSELHO Federal de Enfermagem . Saúde da Família e estratégia de organização da Atenção Básica. Atenção Primária. BRASIL.Editora Medsi. In: Cadernos de Saúde Pública. Brasília.. 2002. Ministério da Saúde.M..A. Mai . Ministério da Saúde.

gov.pdf> Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito – Sinalização Vertical de Regulamentação. obedecer aos protocolos de serviço.503. DENATRAN. estabelecer contato com hospitais e serviços de saúde de referência a fim de colher dados e trocar informações. 2000. CONTRAN. O comportamento do pedestre nas vias de circulação. CÓD. Disponível em: <http://www.denatran. Tipos de habilitação. O homem: seu preparo técnico.patosdeminas.denatran.br/publicacoes/download/AreasEscolares. 2005. de 24/09/97 e legislação complementar até dezembro de 2008. 2007.br CÓD. CONTRAN. Disponível em: <http://www. O comportamento do condutor na direção veicular. por apitos.br/noticias/DIRECAO_DEFENSIVA. 04 . Sinalização horizontal.CONDUTOR DE VEÍCULOS DE URGÊNCIA DO SAMU Legislação de trânsito no seu todo conforme preceitua o Código Nacional de Trânsito Lei 9.br/arquivosdownload/denatran/ NOCOES_1_SOCORROS. Bibliografia Sugerida: 6 . O uso dos equipamentos obrigatórios e os acessórios de segurança.CONTROLADOR DE FROTA DO SAMU Atender a solicitações telefônicas da população. sua importância para a segurança do trânsito.serpro.gov. anotar dados e preencher planilhas e formulários específicos do serviço.pdf> Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito – Sinalização Horizontal. DETRAN. 2007.pdf> Direção Defensiva – Trânsito seguro é um direito de todos. A Via: sua importância para a circulação veicular. 3ª ed. Bibliografia Sugerida: Legislação de Trânsito: Código Nacional de Trânsito – DENATRAN – Lei 9503 de 23/09/97 Direção Defensiva Uso correto do veiculo Manutenção e conservação do veiculo Elementos do motor Sistema elétrico do veiculo.pdf> WALDOW. anotar informações colhidas do solicitante.br/publicacoes/download/ MANUAL_HORIZONTAL_RESOLUCAO_236.denatran. vertical. psicológico e educacional como usuário da via.gov.gov.detran. Código de Trânsito Brasileiro.br/publicacoes/download/ CTB_E_LEGISLACAO_COMPLEMENTAR. O comportamento específico do condutor no transporte de passageiros de cargas pesadas perigosas e socorros urgentes. Disponível em: <http://www.gov.gov. prestar informações gerais ao solicitante. atender às determinações do Médico Regulador. V.denatran. DENATRAN.pdf> Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito – Sinalização de Áreas Escolares. estabelecer contato radiofônico com ambulâncias e/ou veículos de atendimento pré-hospitalar. 2005. Diário Oficial da União nº184. Disponível em: <http://www.br/publicacoes/download/ MANUAL_ SINALIZACAO_VOL_II. seu uso e manutenção. seu uso pelo condutor e seu uso pelo pedestre.br/publicacoes/download/MANUAL_VOL_I.denatran. Disponível em: <http://www. R.pdf> Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito – Sinalização Vertical de Advertência.Prefeitura Municipal de Patos de Minas http://www. Porto Alegre: Sagra Luzzatto.503/97. O Veículo: seu conhecimento como meio de comunicação e de transporte.CONTRAN.pdf> Noções de Primeiros Socorros no Trânsito. A direção defensiva. 2007.gov. 05 .ba. Lei Nº 9. Cuidado Humano e resgate necessário. gestos e semáforos.mg. Disponível em: <http://www. segundo questionário próprio. de 23 de Setembro de 1997. Disponível em: <http://www.gov.

Amir Mattar. jogo e sonho. J. Petrópolis: Vozes. 07 . Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento: um processo sóciohistórico.ENFERMEIRO ASSISTENCIAL DO SAMU Princípios da administração de medicamentos e cuidados de Enfermagem relacionados à terapêutica medicamentosa. Brasília: MEC/SEF. César. José Cláudio de Almeida Abreu. FERREIRA. PIAGET. 5 ed. Referências Curriculares Nacionais da Educação Infantil. Martha Kohl de. G. idoso e saúde mental. Editora Cengage Learning VALENTE. imagem e representação. LURIA. planejamento e prescrição das ações de enfermagem. LEBOULCH. O Grande Portal dos Mineiros – http://www. CÓD. Jogos em grupo na educação infantil: implicações da teoria de Piaget. C. Porto Alegre. mulher. O construtivismo na sala de aula. NOVAES.EDUCADOR INFANTIL A função da educação infantil no mundo contemporâneo. Brincar na pré-escola. Jean. 4 ed. Bibliografia Sugerida: BRASIL. Biossegurança / Prevenção e controle da população microbiana. São Paulo: Scipione. Políticas de Humanização da Assistência. Mary.Sistemas de Classificação da Prática Profissional do Enfermeiro. São Paulo: Ática. R. São Paulo: Cortez. Assistência de Enfermagem na prevenção e controle de 7 . Secretaria da Educação Fundamental. adulto. São Paulo: UNESP. Problemas da educação sob o olhar da psicologia. Amir Mattar ET all . Epidemiologia e vigilância em saúde.br. Linguagens e desenvolvimento intelectual na criança. ANDRADE. KATO. A concepção da escrita pela criança. WAJSKOP. PASSAGLIA Eunice e VIEIRA. OLIVEIRA.uai. COLL. Campinas: São Paulo: Pontes. Adriana Flávia Santos de Oliveira.Prefeitura Municipal de Patos de Minas http://www. Ética e Legislação Profissional.br VALENTE. São Paulo: Trajetória Cultural. LIMA. A paixão de conhecer o mundo: relatos de uma professora.gov. Antonio Galvão. São Paulo: Cortez. Rio de Janeiro: Zahar. A. MEC. O processo de desenvolvimento e aprendizagem nos primeiros anos de vida: formação pessoal e social. conhecimento do mundo. e YODOVICH. adolescente.patosdeminas. Diagnóstico. Sônia (org) Com a pré-escola nas mãos. CHAKUR. Cilene Ribeiro de Sá Leite. Ministério da Educação e do Desporto. Rio de Janeiro: Paz e Terra. Heitor GERENCIAMENTO DE TRANSPORTES E FROTAS . São Paulo: Cortez. O desenvolvimento psicomotor do nascimento até 6 anos. PARÂMETROS CURRICULARES EDUCAÇÃO INFANTIL. Cyrce M.com. Saúde da Família e estratégia de organização da Atenção Básica. FREIRE. A importância do brincar Organização do trabalho na educação infantil Leitura e escrita no universo infantil A Psicomotricidade como desenvolvimento na aprendizagem da criança. (org) Os fazeres da educação infantil. 1998. Pré-escola e alfabetização: uma proposta baseada em Paulo Freire e Jean Piaget. Trad. I. Aspectos cognitivos na evolução educativa na criança.mg. BRASIL. KAMII. KRAMER. F. C.QUALIDADE E PRODUTIVIDADE NOS TRANSPORTES Editora Cengage Learning. 06 .R Junqueira de.2ª EDIÇÃO REVISTA. Zilma de. Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) . Educação infantil: muitos olhares. CÓD. Programa nacional de imunização. OLIVEIRA. Programas de Atenção à saúde da criança. A formação do símbolo na criança: imitação. Madalena. São Paulo: Ática. Porto Alegre: Artes Médicas.

Tradução Geraldo Costa Filho e Renato Lamoounier Barbieri. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área de Enfermagem.802. 2003. Cálculo de Dosagem de Medicamentos. Jeame L. 1993. A. 3ª ed. C.conceitos. _____________. e PRADO. Brasília: Ministério da Saúde. E. Cadernos do Aluno: Saúde do Adulto. Brasília: Ministério da Saúde. FIGUEREDO.Lei n° 10. Brasília . O Enfermeiro e a Arte de Comunicar. Cadernos do Aluno: Fundamentos de Enfermagem. F. M. ÁLVARES. Infecções Hospitalares: prevenção econtrole. Porto Alegre: Artes Médicas. 2003. Ministério da Saúde. R. Administração de Medicamentos: revisando uma prática de enfermagem. Rio de Janeiro: FIOCRUZ. O cuidado do emocional em enfermagem. Evolução Histórica da M. BRASIL. NANDA. J. NURSING. Lei do Exercício Profissional de Enfermagem. (org). Goiânia: UCG. Rio de Janeiro: FIOCRUZ. Ministério da Saúde. MATÃO. _____________________. da Criança e do Adolescente. de 18 de janeiro de 1995.mg. Cuidados de Enfermagem em tratamentos de feridas e prevenção de lesões cutâneas. L. O Enfermeiro e o Exame Clínico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2ª ed. Ministério da Saúde. 2003. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área de Enfermagem. M. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área de Enfermagem. PORTO. COFEN. Legislação Federal . CARPENITTO. Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem. LALANDA. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Propedêutica Médica. Rio de Janeiro: FIOCRUZ. G. _____________.Lei n° 11. São Paulo: Difusão. A. Fundamentos de Enfermagem.DF. Legislação Estadual . C. Exame Clínico. Goiânia: UCG. et al. Rio de Janeiro: FIOCRUZ. Trad. Noções de assistência de Enfermagem nas alterações clínicas em principais situações de urgência e emergência (pré-hospitalar e hospitalar). Cadernos do Aluno: Saúde Mental. N. C. BRASIL. Cadernos do Aluno: Saúde da Mulher. M. 2001-2002. P. A. Diagnósticos de Enfermagem Aplicação à Prática Clínica.br doenças infecto contagiosas (Programa Nacional de controle à Hanseníase e Programa Nacional de Controle à Tuberculose). 7ª ed. Planos de Cuidados de Enfermagem e Documentação. _____________. Cadernos do Aluno: Saúde Coletiva. M. et al. sexualmente transmissíveis e de doenças crônicas não transmissíveis. São Paulo: Robe Editorial.E.A. Brasília: Ministério da Saúde. Bibliografia Sugerida: ABEN – Classificação Internacional das Práticas de Enfermagem doConselho Internacional de Enfermagem: Versão Alpha. Rio de Janeiro: FIOCRUZ.Prefeitura Municipal de Patos de Minas http://www. 2003. J. de 6 de abril de 2001. Definições e classificações. CAMPEDELLI. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área de Enfermagem. DF.Ver e atual. 2003. M L de. Goiânia:Editora UCG. C. BRASIL. Porto Alegre: Artes Médicas Sul. B. Uma abordagem biantropológica. ________________. São Paulo: Difusão GELCKE. C. SCHULL. Brasília: Ministério da Saúde. COFEN. Revista Técnica de Enfermagem: A ação prescrita do cuidado sob a Ótica da Análise do Discurso. Ministério da Saúde. São Paulo: Sarvier. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Enfermagem Básica: teoria & prática/direção do projetoclínico. Processo de Enfermagem na Prática. 216. 2ª ed. Maio. E. Goiânia: UCG BATES. Teorias de Enfermagem. BRASIL.patosdeminas. SÁ. situações e exercícios. São Paulo: Ática. Diagnóstico de Enfermagem NANDA. WALDOW.gov. _____________. RODRIGUES. de. P. GEORGE.O Exame Clínico em Enfermagem. 1993. V. Porto Alegre: Artmed. L. MICHEL. Cuidado Humano e resgate necessário. V. L et al. São Paulo: Rideel. Práticas de Enfermagem: fundamentos. NURSING. BRASIL. 7ª ed. D. Processamento de artigos e superfícies em estabelecimentos de 8 .Florianopólis: Cidade Futura. Revista Técnica de Enfermagem: a interação enfermeiro-doente. B. Goiânia: UCG. Porto Alegre: Sagra Luzzatto. Porto Alegre: Artmed. Ministério da Saúde. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área de Enfermagem. Brasília: Ministério da Saúde.

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alimentação no período neonatal. SWANWICK. escala (maior. vômito. semitom cromático diatônico.Patologias Neurológicas. Moderna.Avaliação do crescimento. 1987. divisão proporcional de valores. Elenice. anomalias congênitas cirúrgicas e não cirúrgicas. erros inatos do metabolismo.Exantemas na infância. na infância e na puberdade. Imunização.Problemas mais comuns na infância e na adolescência 11 .Prevenção da raiva humana.Analgesia e sedação. arritmias. desenvolvimento. São Paulo: Irmãos Vitale. Partituras. Distúrbios metabólicos e endócrinos. 12 . ferimentos.CÓD. Síndrome nefrótica.Princípios gerais da terapêutica e da prescrição. constipação intestinal. síndrome plurimetabólica. refluxo gastroesofágico e dor abdominal. aguda e persistente. Brasília: Musimed. idade óssea e distúrbio neuropsicomotor da criança e do adolescente.Meningoencefalites.diagnóstico e legislação.. Técnicas para transposição melódica e harmônica.. Constipação intestinal. Procedimentos invasivosde diagnóstico e tratamento. Keith. ligadura. Criança com suspeita de imunodeficiência. formação. queimaduras e grandes traumas.Direitos da criança e do adolescente.. saúde bucal. afecções cirúrgicas de superfície. Doenças infectocontagiosas. esquistossomose mansoni. Diabetes mellitus insulinodependente. diarréia persistente. Hepatopatias crônicas. Leitura musical: notação musical.Instabilidade hemodinâmica. corpos estranhos.Acidentes mais comuns na infância. hipertensão arterial. 13 . tuberculose. intervalos. da audição da fala e da linguagem. violência contra criança e adolescentes e dificuldades escolares. Exames complementares invasivos e não-invasivos de uso corriqueiro na prática clínica. Distúrbios: convulsivos. Anemias: diagnóstico. tonais. reidratação. Ensinando Música Musicalmente.escorbuto e raquitismo. alterações. Febre e febre reumática. acidentes com animais peçonhentos. Aleitamento materno. Renato de. REVISTA BACKSTAGE. Insuficiência cardíaca. menos.Atendimento e avaliação do adolescente (idade de 10 a 19 anos). 211 levadas rítmicas: para violão e outros instrumentos de acompanhamento.. cardiopatias congênitas.CÓD.MÉDICO ESPECIALISTA PEDIATRA/ PLANTONISTA Abordagem psicológica da criança e adolescente: Choques na infância. 2002. SÁ.Medicação antiretroviral: efeitos colaterais e interações medicamentosas.Cuidados com o recém-nascido. Glomerulonefrite aguda. Bibliografia Sugerida: MARANESI.Política Nacional de atenção as urgências.Colestase neonatal. aguda e crônica.gov. Hematúria. hidroeletrolitico e acidobásico e metabólico no período perinatal.patosdeminas. asma.Atendimento a parada cardiorrespiratória. Afecções respiratórias agudas e crônicas recorrentes. recém-nascido prematuro e a criança com malformações.Prefeitura Municipal de Patos de Minas http://www. de coagulação. carência nutricional.Distúrbio cardíaco e com má-formações. da diferenciação e maturação sexual.Morte encefálica . Sheldon. desnutrição. graus modais. Toxoplasmose. quiálteras (por aumento e diminuição). CÓD. Desidratação. Rio de Janeiro: H. compasso simples e composto. MENEZES. acento métrico. síncope (regular e irregular). sobrepeso e obesidade. Insuficiência renal aguda e insuficiência renal crônica. Infecção do trato urinário. Diarréia crônica.Diagnóstico diferencial das adenomegalias e hepatoesplenomegalias. Doenças hematológicas mais prevalentes. Tablaturas. Flo.. tosse. Acústica musical em palavras e sons. escalas relativas. desidratação e reidratação. ponto de aumento. hemorrágico. Instrumentos Musicais.Parasitoses intestinais. 11 . São Paulo: Athelie Editorial.Cetociadose Diabética. Nutrição enteral e parenteral. Enterocolite necrosante. leishmaniose visceral. Dengue.CÓD. Intoxicações e intoxicações exógenas. unidade de tempo de compasso. manipulação e observação de pacientes críticos... 15 . A Improvisação na Música Popular. Emergências clínicas e cirúrgicas.br CÓD. vitaminas e minerais.. Febre.mg. Hepatite viral aguda. 14 INSTRUTOR MUSICAL: BAIXO ELÉTRICO/ BATERIA / FLAUTA DOCE / GUITARRA Cifras. harmônicas e melódicas).. 2004. tratamento e prevenção.

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Demonstração de resultados. o esitilo dos receptores. a retrasmisssão de mensagens. cartas.mg. Demonstrações Financeiras Básicas: Balanço patrimonial. Método de fluxo de caixa líquido. Envolvimento da gerencia e da equipe.br Fauci/Braunwald. mensagem. sistemas de sugestões e críticas. Ministerio da Saude. Present Value ou Capital.Modelo aristotélico. Juros Compostos. Alavancagem e Estrutura de Capital: Alavancagem operacional. Custo mãode-obra direta. avaliação e classificação de cargos. Descontos. Gestão de Ativos e Passivos de Curto Prazo: Caixa e títulos negociáveis. Recrutamento e Seleção. Análise Financeira. Benefícios e limitações do processo estruturado de planejamento e controle. Taxas. Higiene e segurança do trabalho. serviços e tecnologia. Demonstrações de resultado de exercício. Terceirização. princípios. Balanced Scorecard.. Análise e Controle: Balanço Patrimonial.TÉCNICO NÍVEL SUPERIOR I . Planejamento de lucro. Projeções. Juros Simples. Remuneração do trabalho.gov. planejamento e objetivos do treinamento. Relações e direitos do trabalho. Controle de orçamento. Planejamento e Controle:Conceitos gerais. 24 . Recibo de depósito bancário (RDB). Ed. Atenção Primaria entre necessidades de saude. Finanças e economia. Alavancagem financeira. Sistemas de remuneração. Capital circulante líquido e empréstimos a curto prazo. circulares.memorandos. Análise das Demonstrações Financeiras: Índices de liquidez. Séries Uniformes de Pagamentos. Cargo e função. grau de atenção. o ambiente. salários e benefícios. Valor presente líquido (NPV). Future Value ou montante. Valor da prestação de leasing. Métodos em seleção de pessoal. nível intelectual. Custo de produção. Edital nas 18 . Comunicação Organizacional: O que é comunicação–o que é processo. mal emprego das palavras. Políticas e práticas de recursos humanos. Orçamento de Custos: Custo de material direto. Fluxo Descendente (de baixo para cima): entrevistas reuniões. Modelos do Processo Comunicacional: A Teoria Matemática da Informação. Orçamento de Despesas: Mão-de-obra direta e indireta. Análise de orçamento. Nc Graw Hill. Certificado de depósito bancário (CDB). Sistemas de amortização. Planejamento Financeiro: Planejamento de caixa. Planejamento Estratégico. objetivos e funções da gestão de pessoas. Falhas na Comunicação: o comportamento humano. Modelo de Laswell . Evolução da organização e das relações do trabalho. frases. Treinamento e Desenvolvimento. o nível cultural. A comunicação nas Empresas: Conceitos . código. Cenários de Atuação da Gestão de Pessoas. Demonstração das origens e aplicações de resultados. feedback. deficiências pessoais. Qualidade de vida. Prazo. Orçamento de Caixa: Planejamento e controle das disponibilidades. Depreciações e amortizações departamentais. Relações de trabalho e Gestão de Pessoas: O Indivíduo e a Organização. relatórios. Carreira e perfil do gestor de pessoas. Elementos da Comunicação e Funções da Linguagem. Gestão Financeira: Fundamentos de Administração Financeira: Áreas e oportunidades de carreira em finanças. Benefícios.Licitações e Contratos: Conceito. A trajetória da administração de RH no mundo e no Brasil. Despesas gerais departamentais. Barbara. Finanças e contabilidade. Responsabilidade pela preparação do orçamento de vendas. Índices de lucratividade. Demonstrações das mutações patrimoniais. Ciclo do processo de planejamento. O ambiente operacional da empresa. Custos indiretos de fabricação. Consultoria interna e externa.Integração dos novos funcionários à cultura organizacional. Visão geral do planejamento e controle. Análise dos resultados. manuais. Duplicatas a receber e estoques. Fórmula de Laswell: Quem? Diz o que? A Quem? Através de que meio? Com que Objetivo?. saúde e ergonomia no trabalho. Consumo de materiais indiretos. Cargos. Métodos de preparação do orçamento. Fluxos Comunicacionais nas Empresas . Brasilia UNESCO. estado de espírito. Humanização e espiritualidade no trabalho. Preço de compra dos materiais. Alavancagem total.Starfield. Necessidades. house organs. Análise de investimento para tomada de decisão no orçamento de capital.patosdeminas.Modelo simplificado: Fonte.ADMINISTRADOR DE EMPRESAS Matemática Financeira: Conceitos básicos Diagrama de fluxo de caixa. Orçamento de Capital: Planejamento do orçamento de capital. receptor. Gestão Orçamentária e de custos: Orçamento de Vendas: Importância do orçamento de vendas. Análise.Fluxo Ascendente (de cima pra baixo): ordens. Políticas de orçamento de capital. Taxa interna de retorno (IRR). Modalidade de licitação. Métodos de recebimentos e desembolsos. suscetibilidades. Juro exato e juro comercial. Demonstrações de origens e aplicações de recursos. comunicação digital. canal. Modelos. Índices de endividamento. Índices de atividade. Regime de capitalização. Universidade corporativa e treinamento à distância. o vocabulário. Métodos de preparação do orçamento de vendas. CÓD.Prefeitura Municipal de Patos de Minas http://www.

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Current Obstetrícia e Ginecologia – Diagnóstico Ginecologia & Obstetrícia – Diagnóstico e tratamento. AnemiasDoenças mieloproliferativas. 2005.br/bvs/publicacoes/comites_mortalidade_materna_3ed. MELLO V. 2009. A. Hematopoiese. Distúrbios da coagulação e trombose. REIS.saude. 2008. São Paulo: 2004. Berek & Novak’s . Secretaria de Vigilância em Saúde. DIU. fibrinolítica e antiplaquetária.TÉCNICO NÍVEL SUPERIOR I – MÉDICO HEMATOLOGISTA Avaliação do paciente hematológico. Belo Horizonte: Editora COOPMED. Distúrbios das plaquetas e paredes dos vasos. Cirurgia para câncer de mama. Noções Práticas de Obstetrícia. L. São Paulo: 2004. Brasília/DF: 2007. CHERNEY. 4a Edição. 13ª edição.patosdeminas. Recomendações para Profilaxia da Transmissão Vertical do HIV e Terapia Anti-Retroviral em Gestantes. JONES III H. Disponível em: <http://bvsms. 1a Edição. Série A. Jonathan Sir. Ética em Ginecologia e Obstetrícia. Secretaria de Atenção à Saúde. Ginecologia . Belo Horizonte: Editora Coopm. AGUIAR Ralp. ROCK. Tratamento cirúrgico da incontinênciaurinária. CORREA JUNIOR M. Alan. Disponível em: <http://www. 22ª edição.Anticoncepção cirúrgica. CÓD.mg. W. Leucemia mielóide. Infecções do trato urinário. (coord. F. Programa Nacional de DST e AIDS. V. S. al. FRITZ M.gov. Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais – SOGIMIG. Ministério da Saúde. 2004. Tratamento clínico da incontinência urinária. Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo. Disponível em: <http://bvsms. J. 7ª edição.Diagnóstico e Tratamento. Manual dos Comitês de Mortalidade Materna. e reversão.). São Paulo: Editora Manole.G. Tratamento sistêmicopara câncer de mama.técnicas. CARNEIRO. PIATO. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. MELO. V. Ginecologia e Obstetrícia: Manual para Concursos .sggo. Indução da ovulação. H. 2008. Philadelphia: Editora Lippincott Williams & Wilkins. acesso em 02/08/11. Terapia anticoagulante. M. Eficiência dos métodos anticoncepcionais. tumor filóide. Biologia e terapia transfusional. F. Ginecologia Ambulatorial Baseada em Evidências Científicas. Cadernos Cremesp. SPEROFF. Antônio C. at. 2008. CORREA M.com. acesso em 02/08/11. Clinical Gynecologic Endocrinology & Infertility.Uroginecologia: Métodos para investigações das disfunções do trato urinário inferior. CUNNINGHAM F. A. H. CABRAL. Bibliografia Sugerida: BEREK. NATHAN. D. 2005. Williams Obstetrics. 47 . de barreira. D.A. indicações. Editora Atheneu. 2007.pdf >. Processos malignos de células linfóidesDistúrbios plasmocitários..TEGO. Abortamento derepetição. Te Linde’s Operative Ginecology. Tumores sólidos benignos: fibroadenoma.Tratado de Ginecologia. CAMARGOS. Normas e Manuais Técnicos. Fundamentos e Prática em Obstetrícia. acesso em 02/08/11.pdf>.implicações legais.br/uploads/fgo/File/Etica%20em%20ginecologia%20e%20obstetricia. papilomas. 2004.gov. CREMESP . Cistite crônica intersticial. Incontinência urinária de esforço genuína. Brasília/DF: 2006. 9ª edição. Ministério da Saúde.gov.Prefeitura Municipal de Patos de Minas http://www. New York: Editora McGraw Hill. 2ª edição. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan. 3ª edição. M. Principais síndromes hematológicas. BRASIL.br masculinos. BRASIL. Métodos anticoncepcionais não hormonais: comportamentais. 9ª edição. ROSAS. Transplante de medula óssea. Editora McGraw-Hill.Instabilidade do detrusor.pdf>. Philadelphia: Editora Lippincott Williams & Wilkins. 3ª edição. Lauren.saude. 14ª edição. Cristião F. M. 2007. MINAS GERAIS.Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo.br/bvs/publicacoes/07ConsensoGestante2004. Editora Guanabara Koogan. Cistos da mama. 48.

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CÓD. 49- TÉCNICO NÍVEL SUPERIOR I – MÉDICO INFECTOLOGISTA Aids - Síndrome da Imunodeficiência Adquirida: Infecções oportunistas (diagnóstico, prevenção e tratamento), terapia anti-retroviral (indicações, contra-indicações, efeitos colaterais, esquemas utilizados), prevenção da infecção pelo HIV, diagnóstico do HIV; Antimicrobianos:

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http://www.patosdeminas.mg.gov.br indicações clínicas de antimicrobianos, uso racional de antimicrobianos, principais classe de antimicrobianos (espectro de ação, indicações, contra-indicações, efeitos colaterais); Dengue: Epidemiologia; Prevenção; Diagnóstico e Manejo Clínico; Diarréias infecciosas: epidemiologia, principais agentes etiológicos, prevenção, manejo clínico; Doença de Chagas: Epidemiologia; Prevenção; Diagnóstico e Manejo Clínico; Doenças exantemáticas: principais agentes etiológicos (sarampo, rubéola, varicela, herpes zoster), prevenção, diagnóstico e manejo clínico; Doenças sexualmente transmissíveis: abordagem diagnóstica e terapêutica sindrômicas e específicas; Endocardite infecciosa: agentes etiológicos, diagnóstico, manejo clínico; Esquistossomose mansônica: epidemiologia, prevenção, diagnóstico, formas clínicas e manejo clínico; Febre amarela: Epidemiologia; Prevenção; Diagnóstico e Manejo Clínico; Febre de origem indeterminada: principais causas e investigaçao clínica; Hepatites virais: principais agentes etiológicos, formas de transmissão, diagnóstico e tratamento; Imunizações: calendário do Programa Nacional de Imunizações, contra-indicações;Infecção por herpes simples: Epidemiologia; Prevenção; Diagnóstico e Manejo Clínico; Influenza: Epidemiologia; Prevenção; Diagnóstico e Manejo Clínico;Legislação Brasileira em Controle de Infecção Hospitalar Prevenção da Transmissão da Infecção no Ambiente Hospitalar;Leishmaniose visceral e leishmaniose cutâneo-mucosa: Epidemiologia; Prevenção; Diagnóstico e Manejo Clínico;Leptospirose: Epidemiologia; Prevenção; Diagnóstico e Manejo Clínico; Meningites virais e bacterianas: Principais Agentes Etiológicos, Epidemiologia; Prevenção; Diagnóstico e Manejo Clínico;Métodos de vigilância epidemiológica – Indicadores epidemiológicos e controle de surtos; Micoses sistêmicas (paracoccidioidomicose, aspergilose, criptococose, histoplasmose, candidemia) epidemiologia, diagnóstico e manejoclínico;Mononucleose infecciosa: diagnóstico e manejo clínico;Parasitoses intestinais (amebíase, ancilostomose e necatorose, ascaridíase, entrongiloidíase, teníase, cisticercose, enterobiose etricocefalose);Pneumonias comunitárias: principais agentes etiológicos, diagnóstico e tratamento;Raiva: Epidemiologia; Prevenção; Diagnóstico e Manejo Clínico;Riquetsiose: Epidemiologia; Prevenção; Diagnóstico e Manejo Clínico;Sepse: Fisiopatologia, Diagnóstico e Manejo Clínico;Tétano: Epidemiologia; Prevenção; Diagnóstico e Manejo Clínico;Toxoplasmose: Epidemiologia; Prevenção; Diagnóstico e Manejo Clínico;. Tuberculose: Epidemiologia, Prevenção, Diagnóstico, Tratamento e Investigação de Contatos. Bibliografia Sugerida: BRASIL. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Manual de Normas de Vacinação. 3ª edição, Brasília/DF: Ministério da Saúde, Fundação Nacional de Saúde, 2001. Disponível em: <http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/manu_normas_vac.pdf>, acesso em 25/07/11. BRASIL. Ministério da saúde. Programa Nacional de DST e AIDS. Guia de Tratamento Clínico da Infecção pelo HIV em Crianças. Editora do Ministério da saúde. Brasília/DF: 2004. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/05consenso2.pdf>, acesso em 02/08/11. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Vigilância em Saúde: Dengue, Esquistossomose, Hanseníase, Malária, Tracoma e Tuberculose. 2ª edição, Revisada, Brasília/DF: Editora do Ministério da Saúde, 2008. 197 p.: il., Série A. Normas e Manuais Técnicos, Cadernos de Atenção Básica, nº 21. Ministério da Saúde. Disponível em: <http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/abcad21.pdf>, acesso em 24/07/11. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Coordenação Nacional de DST e Aids. Programa Nacional de DST e AIDS. Manual de Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis - DST. Manual de Bolso. 2ª edição, Ministério da Saúde. Brasília/DF: 2006. 140p. Série: Manuais, nº 68. Disponível em: <http://www.sistemas.aids.gov.br/feminizacao/index.php?q=system/files/dst.pdf>, acesso em 24/07/11. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Doenças Infecciosas e Parasitárias. Guia de bolso. Série B. Textos Básicos de Saúde. 7ª edição, Revista. Ministério da Saúde. Brasília/DF: 2008. Disponível em:

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Imagem da recepcionista: linguagem. anotações e bilhetes. Topografia Básica. Reinaldo. Rio de Janeiro: Senac Nacional.Fundamentos de geoprocessamento. Nobel. atenção concentrada e o sigilo das comunicações. .C. 63 . São Paulo.Tutorial . I e II. PIEDADE. CAMOASTRI.br/twiki/bin/view/Acao/PublicacoesDoGeo . O telefone: sistemas telefônicos.. Gilberto J. C.. Formas de atendimento: atendimento diferenciado. J. circuitos. São Paulo-SP. Planejamento e registro de entrevistas. vigência e periodicidade.G. Percepção interpessoal. atendimento em lugares específicos. Santa Catarina-SC MARCHETTI. Técnicas de recepção.com. Ed. J.. GARCIA. troncos e tráfego. Márcia Borges. GARCIA. CORDINI.. D. Maria Ferraz. GARCIA. Da UFV. calma. Lenira Alcure.A.br/br/informacao/download. G. Topografia aplicada às ciências agrárias. publicado pelo IBGE . Antônio José e outro. GARCIA. J. Listas telefônicas: tipos.br ABNT. Sensoriamento Remoto: Princípios e Interpretação de Imagens. COMASTRI. FEALQ.mg. Ignácio Valentim. Ed. http://www.asp Roteiro para estacionar equipamentos topográficos . telefones úteis. Topografia – Altimetria. TEIXEIRA. 320p.A. e outros. Relacionamento interpessoal: colegas e superiores. Princípios de fotogrametria e fotointerpretação.J. interesse. Fraseologia usual para a telefonista.BORGES. compreensão mútua.Prefeitura Municipal de Patos de Minas http://www. A. Blücher Ltda. Comunicação escrita: recados.J. Geomorfologia – Uma atualização de bases e conceitos. Topografia.inpe.. A voz e as suas funções.J.C. canal. assiduidade e pontualidade. Topografia Aplicada-Medição. MOREIRA. Ligações e operações telefônicas. Capacidade de empatia. iniciativa. Vol. Estrutura e origem das paisagens tropicais e subtropicais. Da UFSC. Fundamentos do Sensoriamento Remoto: e metodologias de aplicação. barreiras à comunicação. 65 -TELEFONISTA AUXILIAR DE REGULAÇÃO MÉDICA-TARM DO SAMU Comunicação verbal e comunicação não-verbal. A telefonista. A telefonista e o controle de qualidade: dicção. TULER. Como consultar a lista telefônica . G. C. apresentação pessoal e comportamento profissional.patosdeminas.Novembro de Legislação cartográfica e Normas técnicas da cartografia nacional – INPE (Instituto Nacional de Pesquisas espaciais) Noções básicas de geoprocessamento e modelagem de dados em SIG – Divisão de processamento de imagens – Maio de 2002 – INPE http://www. Normas Técnicas: NBR 13133 – Execução de Levantamentos Topográficos..gov. Bibliografia Sugerida: . Norma técnica para georreferenciamento de imóveis rurais . comunicação interpessoal. BIGARELLA e outros. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. Atlas NEIS. Topografia aplicada às ciências agrárias. Livraria Nobel. a informática e a automação de escritórios. Maura Cristina Barata.. agilidade. DN. decisão. Recepção e encaminhamento de pessoas. raciocínio lógico. Porto Alegre: I. áreas de abrangência. Telefonista & recepcionista – manual teórico e prático. Rosane Carneiro. cortesia. Topografia Contemporânea: Planimetria. LOCH. Comunicação verbal e nãoverbal. M. Elementos da comunicação. Procedimentos profissionais e padrões de atendimento. A.B. J.topografia. CÓD.Glossário de cartografia. divisão e demarcação. C. JÚNIOR. GODOY. V.A. J. Neis. SENAC.Leis de Regulamentação da Profissão dos Técnicos. São Paulo. Rio de Janeiro: Senac.

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