PROJETO HIDRO-SANITÁRIO

 MEMORIAL DESCRITIVO  MEMORIAL DE CALCULO  MEMORIAL DE EXECUÇÃO  MEMORIAL DE ÁGUA FRIA  MEMORIAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO

CONDOMÍNIO RESIDENCIAL

Porto uniao – SC

MARÇO – 2011

 MEMORIAL DESCRITIVO
1

Área total construída do bloco: m² Salão de Festas Área total construída do salão de festa: m² 2 . Haverá caixas de inspeção em alvenaria nas mudanças de direção dos ramais secundários. Os projetos foram elaborados segundo a Legislação Sanitária vigente e as normas técnicas que regem cada caso conforme seguem: . com ponta e bolsa. o presente manual tem por finalidade estabelecer os procedimentos de manutenção.NBR 7229/93 e NBR 13969/97: Tanques sépticos – Filtro anaeróbio. 6 apartamentos de 2 dormitórios – Total = 12 Dormitórios = x 2 (duas pessoas por dormitório) = 24 pessoas Salão de Festas – 1 pessoa por cada 10 metros quadrados – Total = 22. • Registros e metais: Os registros de gaveta serão de latão fundido ou bronze. volante de acordo com acabamento. instalados com anel de borracha e fluido lubrificante para os diâmetros acima de 50 mm. As presentes especificações tem por finalidade a definição dos elementos constituintes das instalações de esgoto sanitário. a ser construída no endereço acima. C e D”  6 apartamentos de 2 dormitórios.NÚMERO DE CONTRIBUINTES: Adotou-se 2 pessoas para cada dormitório. Filtro Anaeróbio e Sumidouro) tendo um total de Contribuintes por bloco de 27 pessoas. constituído por 4 blocos. tipo esgoto.NBR 8160/99 : Instalação predial de esgoto sanitário. • Caixas sifonada e ralos: 2 . de 4 pavimentos sendo o 1º Pavto. 4 . assim será atendido por 54 pessoas nos blocos A e B e 54 pessoas nos blocos C e D. sendo que para esta obra foi projetada tanque séptico. Os materiais a serem utilizados serão de PVC rígido.ESPECIFICAÇÕES DOS MATERIAIS: • Tubos e conexões para esgoto: Serão de PVC rígido. Por este motivo. limpeza e disposição final do lodo e escuma gerado no processo de tratamento de esgoto desta edificação. Sumidouro e Valas de Infiltração. de acordo com a NBR 7229/93.8 kgf/cm². .Ao: Serviço de Atividades Técnicas Descrição da obra: Proprietário: Logradouro: Cidade:– Santa Catarina. será para apartamentos e o ático abrigara 1 salão de festa por bloco: Bloco “A.00/10 = 3 pessoas Número de Contribuintes: 27 pessoas por bloco. Para o bom funcionamento do sistema de tratamento de esgoto na edificação além do cuidado na execução e observando os projetos e memoriais específicos.Obra: Conjunto habitacional multi-familiar. pressão de serviço de 8. Os demais materiais a serem utilizados seguem as instruções de execução segundo a norma especificada para cada elemento.. não serão permitidas bolsas “a fogo”. Todas as emendas de tubulação serão executadas com conexões próprias.00 m² = 22. B. As tampas das caixas de inspeção (CI) serão fabricadas em concreto armado ou metálicas. serão necessários cuidados quanto à limpeza e manutenção dos componentes deste sistema. filtro anaeróbio e valas de infiltração. Os vasos sanitários serão do tipo com caixa acoplada. 1 . Área Total: m² Responsável Técnico: O presente memorial de Esgoto Sanitário tem por objetivo especificar adequadamente o processo de limpeza e manutenção de esgoto sanitário da edificação.. rosca fêmea. constituído por pilotis (térreo e subsolo) e será usado para garagens e os demais pavtos. mas por fator de calculo será adotada um total de 2 blocos por sistema. de propriedade de UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU. 3 – GENERALIDADES: O sistema de esgoto sanitário tem por função básica coletar e conduzir os despejos provenientes do uso adequado dos aparelhos sanitários a um destino apropriado. Toda a Edificação será atendida com sistema de esgoto Sanitário Misto (Tanque Séptico.

quando da concessão do HABITE-SE SANITÁRIO. As CI terão dimensões de 0. nas dimensões 150x150/50 mm. Ver implantação. 6 – TIPO DE ABASTECIMENTO: O abastecimento será de forma direta pela Concessionária local CASAN. A tubulação de ligação entre as caixas de inspeção será de pvc rígido marca que achar mais conveniente com diâmetro de Ø100mm. O fundo terá um enchimento com declividade no sentido da tubulação efluente e acabamento liso.DIMENSIONAMENTO DOS RAMAIS DE DESCARGA APARELHO SANITÁRIO NÚMERO DE UNIDADES HUNTER DE CONTRIBUIÇÃO UHC Bacia Sanitária Chuveiro Lavatório Pia de Cozinha Tanque de Lavar Roupas Máquina de Lavar Roupas 4 4 4 4 4 4 DIÂMETRO NOMINAL MÍNIMO mm 100 50 40 50 40 40 7. com fundo e tampa em concreto armado (ver figura C). • Caixa de Inspeção (CI): Consiste na execução das Caixas de Inspeção nas redes domiciliares de esgoto nas ligações dos ramais aos coletores de esgoto (ver figura A). Internamente serão chapiscadas e rebocadas com argamassa. será constituído por uma camada de concreto simples com 10 cm de espessura e inclinação de 1 %. O dimensionamento dos ramais de esgoto e ramais de descarga foi calculado de acordo com os critérios das Unidades Hunter de Contribuição (UHC).DIMENSIONAMENTO DE TUBOS DE QUEDA TUBO DE QUEDA SANITÁRIO Bacia Sanitária (6UHC) + Chuveiro (2 UHC) + Lavatório (1 UHC) = 9 UHC x 4 pavimentos = 36 UHC 3 . 5 . Nas áreas de serviço serão utilizados caixas sifonada com grelha.  MEMORIAL DE CÁLCULO 7 . As paredes da caixa serão em alvenaria de tijolo cerâmico maciço de 1 / 2 vezes assentados com argamassa. O fundo que corresponde a fundo da caixa. Haverá caixas de inspeção em alvenaria nas mudanças de direção dos ramais secundários.DIMENSIONAMENTO DAS INSTALAÇÕES DE ESGOTO SANITÁRIO DIMENSIONAMENTO DO ESGOTO SANITÁRIO PELO MÉTODO UHC 7. ralos secos 100x40 mm. dentro do que preconiza a norma e demais posturas exigidas pela Secretaria Municipal de Saúde e Departamento de Vigilância Sanitária.60 x 0. rebocadas internamente. nas dimensões 150x150/50 mm. Todas as caixas serão em alvenaria de tijolos maciços. caixas sifonada com grelha. • Tubulação: Serão utilizados tubos e conexões em pvc rígido.60 m. IMPORTANTE: O Sistema de tratamento de esgoto deverá estar aberto para vistoria pelos técnicos da Vigilância Sanitária. podendo ser metálica.60 x 0.Nos banheiros.20 m.ESGOTO: A execução destes serviços obedecerá integralmente o projeto. Nas sacadas. com entrada e saída com tubo de pvc100 mm. com diâmetro que seguem: Esgoto primário: Ø 100 mm Esgoto secundário: Ø 40/50 mm Tubos de ventilação: Ø 75 mm Tubo de queda: Ø 100 mm Tubo de queda pluvial: Ø 75/100 mm • Caixa de Gordura (CG): Será colocada uma (CG) coletiva ao lado externo da edificação logo na descida do tubo de queda. atribuídos aos aparelhos sanitários contribuintes.1 .60 x 0. onde terá um hidrômetro geral no acesso principal próximo a guarita onde seguirá para os hidrômetros de casa bloco.2 .será de alvenaria nas dimensões circulares de 0.

em litros.50 m Volume: 9.00 m 4 . BLOCO E SALÃO DE FESTAS Vu = 1.  Volume: O cálculo do volume útil do filtro anaeróbio é dado pela seguinte expressão: Vu = 1.DIÂMETRO MÍNIMO DO TUBO DE QUEDA = 75mm TUBO DE QUEDA DE GORDURA Tanque de Lavar Roupas ( 3 UHC) + Máquina de Lavar Roupas ( 3 UHC) + Pia de Cozinha (3 UHC) = 9 UHC x 4 pavimentos = 36 UHC DIÂMETRO MÍNIMO DO TUBO DE QUEDA = 75mm 8 . .72 m³ 8.213.40 litros V = 9. N = número de contribuintes: 54 pessoas C = contribuição de despejos. em litros.Intervalo entre limpezas.80 m Profundidade: 1. 5 íten 5.67 + 65 x 1) V = 1000 + 54 (152.Volumes de lodo digerido e em digestão. onde: Vu = volume útil do filtro. em litros/Hab.6 (NC) T.32 m³ Geometria do Filtro Anaeróbio:  Comprimento: 4..83 Vu = 9.Número de Contribuintes C .Taxa de Acumulação de Lodo Digerido Lf . em litros N . dispersos tanto no espaço vazio do reator.9 letra ‘d’ Os tanques sépticos de forma prismática retangular deverão obedecer às seguintes condições: Relação comprimento/largura (para tanques prismáticos retangulares) : mínimo 2:1 e máximo 4:1. Geometria dos Tanques Sépticos:  Conforme NBR 7229/93 pag.60 m Largura: 1.x dia: 130 para prédio de padrão médio e 50 para edifícios públicos ou comerciais. quanto nas superfícies do meio filtrante.00 m Largura: 2. T = tempo de detenção hidráulico. Comprimento: 3. sendo este utilizado mais para retenção de sólidos.Tempo de detenção K .Lodo Fresco Vtotal = 1000 + N (C x T + K x Lf) V = 1000 + 54 (130 x 0.Média da temperatura ambiente do mês mais frio.DIMENSIONAMENTO DAS INSTALAÇÕES DE ESGOTO SANITÁRIO: 8.2 .6 x 54 x 130 x 0.1 .6 NCT Vu = 1.213. em º C.40 V = 9.Contribuição Diária T . onde o esgoto é depurado por meio de microorganismos anaeróbios.Tanque Séptico:  Volume: O cálculo do volume útil do tanque séptico é dado pela seguinte expressão: BLOCO E SALÃO DE FESTAS Onde: V .Filtro Anaeróbio: O filtro anaeróbio consiste em um reator biológico.21 m³  Taxa de Acumulação total de Lodo: É obtida em função de: .Volume útil. em dias variando de acordo com a contribuição diária. . produzidos por cada contribuinte.10) V = 1000 + 8.

4 – Caixa de Gordura (CI): CG – Caixa de Gordura destinada a retenção de gordura nas instalações domiciliares. o o o 8.3 NBR 8160/99. deve ser considerada sua altura útil.5. retangular ou redonda.1 da NBR 13969/97). Ver implantação. acrescida da superfície do fundo.Profundidade: 1. será de geometria circular de concreto pré-moldado.60 m Profundidade molhada: 0. com entrada e saída conforme projeto Hidros-Sanitário.75 m Profundidade: 5.3. (conforme íten 5. verticalizada em relação à sumidouro.3. com fundo e tampa em concreto armado (ver projeto detalhado em anexo). em litros.5 .3 letra ‘d’ NBR 8160/99. Área de Infiltração : A área de infiltração necessária em m² para ao sumidouro é calculada pela seguinte expressão : (conforme íten 5.Dimensionamento de Reservatório de Coleta Pluvial: 5 .60. podendo ser metálica.50 m Largura: 3.1 da NBR 13969/97). No entanto.1.5. A instalação será no lado externo ou local interno na Garagem da edificação.63 m² 8.20 m Volume: 56 litros. Os dimensionamentos das CG seguem item 5. cada coluna de cozinhas haverá uma caixa de gordura.40 m² Ci 50 Área Total de Infiltração: 140. V é o volume.60 m³ 8. V = 2N + 20 V = 2 x 15 + 20 V = 50 litros Geometria Circular da CG: Diâmetro: 0. Para o cálculo da área de absorção. rebocadas internamente.1. adota-se o mesmo critério da vala de infiltração. O volume da câmara de retenção de gordura obtido pela fórmula: V = 2N + 20 onde.20 m Volume: 9. e a área vertical interna abaixo da geratriz inferior da tubulação de lançamento do efluente. As caixas de inspeção devem ter: o Profundidade máxima de 1.3 . (número total de 15 pessoas). Será colocada uma (CG) coletiva logo na descida do tubo de queda. permitindo perfeita vedação. O dimensionamento das CI segue o descrito no item 5.Sumidouro: O sumidouro é um tipo de unidade de depuração e disposição final do efluente de tanque séptico. Todas as caixas serão em alvenaria de tijolos maciços. 8. Segundo o parecer Técnico íten 16 Vazão de Contribuição é dada pela seguinte expressão: Onde: A – Área de Infiltração N – Número de Contribuintes C – Contribuição Diária Ci – Coeficiente de Infiltração do Solo ( utilizado o valor médio de 50l/m²/dia) A = N x C = 54 x 130 = 140.1. sendo o sumidouro uma unidade verticalizada. de base quadrada.1. Tampa facilmente removível. de lado interno mínimo de 0.Consiste na execução das Caixas de Inspeção nas redes domiciliares de esgoto nas ligações dos ramais aos coletores de esgoto.4 – Caixa de Inspeção (CI): CI .00 m Área de Infiltração: 140. Fundo construído de modo a assegurar rápido escoamento e evitar formação de depósito.40 m² Adotou-se um sumidouro com as seguintes dimensões: Comprimento: 7. N é o número de pessoas servidas pela cozinha que contribuem para a caixa de gordura no turno em que existe maior afluxo.00m Forma prismática.

a distância entre duas caixas de inspeção (CI) não dever ser superior a 25.  Não haja poluição do solo capaz de afetar.00m.  Não sejam utilizadas as redes de galerias de águas pluviais 10 . Os desvios. de maneira que sejam atendidas as seguintes determinações:  Nenhum manancial destinado ao abastecimento domiciliar corra perigo de poluição.6 .Dimensionamento da Área de Infiltração: Área do terreno: 975.00m.00 m² Parágrafo único da referida lei é obrigatório uma área igual a 30% da diferença entre a área do terreno e área resultante da taxa de ocupação para infiltração das águas pluviais. presença de insetos e outros inconvenientes.60 m² 975. Os comprimentos dos trechos dos ramais de descarga até a caixa de inspeção não deve ser superior a 10. 4º da lei complementar nº 387 de 15 de dezembro de 2009.35 m² Área total = 125. 0. C > 0.  Não sejam prejudicadas as condições próprias à vida nas águas receptoras.00m de distância dos tubos de queda que contribuem para elas.42 < 0. Cada apartamento terá uma caixa de gordura a qual será instalada na Área de Serviço.  Não sejam prejudicadas as condições de balneabilidade das praias ou outros locais de recreio e esporte. 11 . 8. sendo que para esta obra foi projetada para uma rede existente de coleta de esgoto publica. 30% de 390.42 Como 0. as mudanças de declividade e a junção de tubulação enterrada devem ser feitos mediante o emprego de caixa de inspeção (CI).00 m² Área de Infiltração – 1 = 53. Haverá Caixa de Inspeção (CI) em alvenaria para as mudanças de direção dos ramais secundários.De acordo com o art.CAIXA DE INSPEÇÃO (CI): Consiste na execução das Caixas de Inspeção nas redes domiciliares de esgoto nas ligações dos ramais aos coletores de esgoto. C < 0.80 m² Área de Infiltração – 3 = 47. 6 . direta ou indiretamente.75 m²  MEMORIAL DE EXECUÇÃO 9 – GENERALIDADES: O sistema de esgoto sanitário tem por função básica coletar e conduzir os despejos provenientes do uso adequado dos aparelhos sanitários a um destino apropriado.00 m² = 117. pessoas e animais. sacadas e terraços) serão encaminhadas à rede de coleta pública.5 < c < 0.7 reservação de 5000 litros.INSTALAÇÕES DE ESGOTO: Os caimento mínimos serão de 2% para diâmetros inferiores a 100mm e 1. 12 .7 reservação de 2000 litros.00 m² C = 0.00 m² . Todas as caixas serão em concreto pré-moldado. As caixas de inspeção (CI) não devem ser instaladas a menos 2. Os despejos devem ser tratados e afastados.5 adotou-se uma caixa de água de 500 litros Conforme implantação será adotado um reservatório para água pluvial com capacidade total de 1000 litros.60 m² Área de Infiltração – 2 = 24. C = área do telhado área do terreno C = 408.  Seja evitada ou agravada a poluição de águas localizadas ou que atravessem núcleos de população e que sejam usadas pelas mesmas.  Não venham a ser observados odores desagradáveis.CAIXA DE GORDURA (CG): Será colocada uma (CG) individual e será de PVC.  Seja evitada a poluição das águas subterrâneas.5 reservação de 500 litros. A tampa será em concreto armado ou metálica para garantir a acessibilidade aos elementos do sistema. A distância entre a ligação do coletor predial e a Caixa de Inspeção mais próxima não deve ser superior a 15.5% para diâmetro acima. As águas pluviais coletadas na edificação (telhado.00m.60% Área resultante = área do terreno – a taxa de ocupação = 390.00 m² Taxa de Ocupação: 585.

c) todas as tubulações de transporte de esgoto do sistema devem ser protegidas contra cargas rodantes. em dimensões suficientes para garantir a estabilidade em face de: a) cargas rodantes (veículos) e reaterro. que respeite. inclusive. d) carga hidráulica devida à sobrelevação de lençol freático. ou oriundos de outras atividades realizadas em canteiro. b) a conformidade com a Norma 13969/1997. com fundo e tampa em concreto armado. d) as tubulações de distribuição na vala devem ser instaladas de modo a não causar represamento do esgoto no interior da vala. as exigências que são estabelecidas com relação à segurança do trabalho. o interior das tubulações. livre de resíduos originados das operações de execução da instalação propriamente dita.13 . Desta forma. na ocasião de reaterro da vala. Os tanques devem conter uma placa de identificação com as seguintes informações. O fundo terá um enchimento com declividade no sentido da tubulação efluente e acabamento liso. em zonas suscetíveis a esse tipo de ocorrência. mesmo que não diretamente na via carroçável. O fundo que corresponde a fundação da caixa será constituído por uma camada de concreto armado simples com 10 cm de espessura e inclinação de 1 %. d) condições de utilização: tabela associando números de usuários e intervalos de limpeza permissíveis. devese optar por distribuição por conduto forçado para favorecer a distribuição uniforme e impedir a obstrução precoce do solo. devendo ser observados os seguintes aspectos: a) o fundo. c) o volume útil total e o número de contribuintes admissíveis. os detalhes construtivos exercem influência fundamental na sua durabilidade e funcionamento. com fundo e tampa em concreto armado. assim como as paredes laterais da vala de infiltração. b) as superfícies de percolação. de modo a não permitir a infiltração da água externa e vice-versa. As tampas das caixas de inspeção (CI) serão fabricadas em concreto armado ou metálicas. As paredes da caixa internamente serão chapiscadas e rebocadas com argamassa. No desenvolvimento das atividades de execução da instalação predial de água fria. As paredes da caixa internamente serão chapiscadas e rebocadas com argamassa internamente. reservatórios e demais partes deve ser mantido sempre limpo. de modo a evitar a erosão do reaterro com a chuva. g) nos locais onde o terreno tem inclinação acentuada. Para a execução da instalação predial de água fria. 15 . no caso de os tanques estarem localizados em área pública. Os demais materiais a serem utilizados seguem as instruções de execução segundo a norma especificada para cada elemento. rebocadas internamente. devem ser escarificadas até uma profundidade de 0. c) temperatura de referência: 10 a 20°C. com material de desempenho equivalente à camada de argamassa de cimento e areia no traço 1:3 e espessura de 1. ou por outro meio distinto. c)pressões horizontais de terra.ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAIS DE ESGOTO: Os materiais a serem utilizados serão de PVC rígido. Eventuais alterações que se mostrem necessárias durante a execução devem ser aprovadas pelo projetista e devidamente registradas em documento competente para tal fim.5 cm. O filtro anaeróbio fabricado conforme esta Norma deve ser identificado através de placa afixada em lugar facilmente visível. visando desenvolver as atividades dentro de critérios de higiene compatíveis com a finalidade da instalação. 7 . O fundo que corresponde a fundação da caixa será constituído por uma camada de concreto armado simples com 10 cm de espessura e inclinação de 1 %.EXECUÇÃO DA VALA DE INFILTRAÇÃO/SUMIDOURO: No sistema de disposição final do efluente no subsolo. deve ser observado um procedimento. de modo a não permitir a erosão da vala ou ingresso das águas nela. O fundo terá um enchimento com declividade no sentido da tubulação efluente e acabamento liso.10 m a 0. o campo de infiltração deve possuir um sistema de drenagem das águas pluviais. 14 . b) sobrecargas aplicadas no dimensionamento das respectivas edificações. e) quando as condições locais forem propícias. b) tanque dimensionado conforme a NBR 7229. A execução da instalação predial de água fria deve ser feita por instalador legalmente habilitado e qualificado. Será em alvenaria de tijolos maciços ou blocos de concreto. visando oferecer condições adequadas ao trabalho. não devem sofrer qualquer compactação durante a sua construção. f) deve-se prever uma sobrelevação do solo. 17 . A tampa será em concreto armado para garantir o transito de veículos. contendo: a) data de fabricação e nome de fabricante. gravadas de forma indelével. de modo a manter a declividade das tubulações.EXECUÇÃO DO FILTRO ANAERÓBIO: O filtro anaeróbio será em alvenaria de tijolos maciços ou blocos de concreto. 16 . para não causar extravasamento ou obstrução do sistema. quando houver compactação voluntária ou involuntária. em lugar visível: a) identificação: nome do fabricante ou construtor e data de fabricação. h) no caso da alínea g). deve ser estabelecido um procedimento. no caso de os tanques estarem localizados internamente aos lotes. rebocadas internamente. de modo a não permitir a infiltração da água externa à zona reatora do filtro e vice-versa. as valas devem ser instaladas acompanhando as curvas de nível.EXECUÇÃO DAS INSTALAÇÕES DE ÁGUA FRIA: A execução da instalação predial de água fria deve ser levada a efeito em conformidade com o respectivo projeto. como nas encostas do morro.EXECUÇÃO DO TANQUE SÉPTICO: Os tanques sépticos e respectivos tampões devem ser resistentes a solicitações de cargas horizontais e verticais.20 m antes da colocação do material de suporte do tubo de distribuição de esgoto.

OBRA: Conjunto habitacional multi-familiar. rosca fêmea. Área total construída do bloco: m² Salão de Festas Área total construída do salão de festa: m² 22 . registros. ao mesmo tempo. sendo destinado à rede publica pluvial. . sacadas e terraços) parte será encaminhada à rede de coleta pública através de tubulação de PVC rígido com diâmetro de 75mm. B. será para apartamentos e o ático abrigara 1 salão de festa por bloco: Bloco “A. As presentes especificações tem por finalidade a definição dos elementos constituintes das instalações hidráulicas.000 litros cada bloco.8 kgf/cm².00 m² = 22. 6 apartamentos de 2 dormitórios – Total = 12 Dormitórios = x 2 (duas pessoas por dormitório) = 24 pessoas Salão de Festas – 1 pessoa por cada 10 metros quadrados – Total = 22. Onde houver necessidade de emendas de tubulação deverão ser utilizadas as conexões adequadas não se admitindo bolsa “a fogo”. 18 . todo o consumo será previsto em reservatório superior.. O barrilete será executado no vão entre a laje de cobertura e a de apoio do reservatório.NBR 5626/98 : Instalação predial de água fria. 150 litros x 27 pessoas = 4050 litros.000 litros está destinado a prevenção de incêndio e 5. pressão de serviço de 8. Não serão aceitos massas ou outros materiais vedantes. Os adaptadores tipos flange deverão ter vedação com anel de borracha. execução e manutenção da instalação predial de água fria. O sistema deverá ser executada conforme ABNT NBR 15527 (2007) . Todas as conexões rosqueáveis serão do tipo com bucha de latão (cor azul).Água de chuva -Aproveitamento de coberturas em áreas urbanas para fins não potáveis. com diâmetros de tubulações. de 4 pavimentos sendo o Térreo e Subsolo constituído por pilotis e será usado para garagens e os demais pavtos.EXECUÇÃO DE ÁGUA FRIA: Toda a rede da instalação hidráulica deverá ser executada em estrita observância ao projeto. nesta será instalado extravasor de PVC100mm. j) não permitir plantio de árvores próximo às valas.000 litros pra consumo. s projetos foram elaborados segundo a Legislação Sanitária vigente e as normas técnicas que regem cada caso conforme seguem: . nos diâmetros do projeto. antes do reaterro com solo.DIMENSIONAMENTO DO RESERVATÓRIO POR BLOCO: Adotou-se 2 pessoas para cada dormitório. Reservatório Inferior.  MEMORIAL DE ÁGUA FRIA 20 – GENERALIDADES: Estabelece exigências e recomendações relativas ao projeto.EXECUÇÃO DE ÁGUAS PLUVIAIS: As águas pluviais coletadas na edificação (telhado.i) a camada de brita ou pedra deve ser coberta de material permeável. etc) deverão ser instaladas obedecendo a gabaritos dos fabricantes de modo a garantir um perfeito acabamento junto à parede. 100 mm e 150 mm e outra parte será encaminhada a cisterna pluvial.  MEMORIAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO 23 – MANUTENÇÃO DOS RESERVATÓRIOS: 8 . para não danificar as valas devido às raízes das árvores.00/10 = 3 pessoas Número de Contribuintes: 27 pessoas Consumo Diário/pessoa = 150 litros. Reservatório Superior 1 caixa de 10. válvulas. As exigências e recomendações aqui estabelecidas emenam fundamentalmente do respeito aos princípios do bom desempenho da instalação e da garantia de potabilidade da água na instalação de água potável. sendo que 5. .Registros e metais: Os registros de gaveta serão de latão fundido ou bronze. Todas as peças (torneiras. volante de acordo com acabamento. eliminando folgas ou apertos excessivos. para não haver a mistura deste com a pedra e. 21 . Os registros serão do tipo esfera em PVC. soldável. tal como tela fina. C e D”  6 apartamentos de 2 dormitórios. não será adotada. Os vasos sanitários serão do tipo com caixa acoplada 19 .Tubos e conexões para água fria: Serão de PVC rígido. constituído por 4 blocos. permitir a evaporação da umidade. k) os detalhes de uma vala de infiltração/sumidouro típica estão representados no projeto. expressos no projeto.

permitindo detectar casos de consumo excessivo de água. ou de outros componentes ou de dispositivos que cumpram a mesma função. i) Os reservatórios devem ser tampados assim que a limpeza seja concluída. O efeito desejado é função da concentração de cloro livre e do tempo de contato dele com os microorganismos. A instalação deve ser. realizar lavagens adicionais com água potável. tomando o cuidado de abrir as peças de utilização. Recomenda-se inspeções a intervalos não superiores a seis meses. Com uma brocha. aproveitando-se a água existente no reservatório. O escoamento dessa água pode ser aproveitado para lavagens de pisos e aparelhos sanitários. a instalação de água fria deve ser protegida contra a entrada de água quente. h) Passado o período de contato. pela dissolução de hipoclorito de sódio na água a ser desinfetada. A partir deste momento. c) Na instalação dotada de hidrômetro. ratos e outros animais. Essa solução na deve ser consumida sob qualquer hipótese. Normalmente ela se constitui em inspeções sis-temáticas por toda a instalação que. Obs. Não usar sabões. limpos de materiais estranhos e livres de insetos. pás plásticas ou panos. A atividade de desinfecção exige o pleno conhecimento e participação das pessoas que ocupam o edifício. As tampas móveis do reservatório devem ser lavadas antes destes serem tampados. Os procedimentos da para sua execução deve obedecer ao descrito para o reservatório. por exemplo.MANUTENÇÃO DOS ESPAÇOS PARA TUBULAÇÕES: Estes espaços devem ser mantidos acessíveis. a data da limpeza e desinfecção. 9 . Recomenda-se que esta inspeção seja feita pelo menos uma vez por ano. com um mínimo de 200 l de água para um reservatório de 1 000 L. no lado de fora do reservatório. obtido. de preferência em um dia de menor consumo. Para possibilitar a manutenção de qualquer parte da rede predial de distribuição. deve haver constante e cuidadosa atenção para os casos de desperdício ou uso indevido de água. No caso de aumento significativo de consumo de água. detergentes ou outros produtos. o reservatório pode ser cheio e a água disponível nos pontos de utilização já pode ser usada normalmente. caso isso tenha ocorrido. uma investigação deve ser feita para diagnosticar a ocorrência. adicionando 2 L de água sanitária de uso doméstico (com concentração mínima 2 % de cloro livre ativo). deixando o reservatório bem limpo. ou sinais de deterioração provocada por vazamentos. para que toda a sujeira saia com a água. e) Ainda com as saídas da rede predial de distribuição e de limpezas tampadas. No caso de contaminação por microorganismos utilizam-se substâncias ativas como o cloro livre. até que o período de 2 horas tenha se completado. calçados e equipamentos de proteção individual. dentro de um nível de conforto previamente estabelecido e considerados os custos de implantação e operação da instalação predial de água fria. Usar luvas de borracha durante o processo de umedecimento das paredes e outros equipamentos de segurança apropriados. inspecionada pelo menos uma vez por ano. abrir o registro de entrada até que seja acumulado um volume equivalente a 1/5 do volume total do reservatório. b) Nas inspeções ou durante os trabalhos de manutenção. esvaziar o reservatório. No caso de ser constatada uma eventual contaminação da água.Os reservatórios devem ser inspecionados periodicamente. através de leituras periódicas. se houver é conveniente remove-lo antes de descarregar a água para evitar entupimento da tubulação de limpeza. Havendo necessidade. abrindo a saída de água predial. de tal forma que seja acrescentado de 1 L de água sanitária para cada 100 L de água acumulada. evitando que se prendam fiapos nas paredes. molhar por inteiro as paredes internas com essa solução. um balde ou caneca plástica ou outro equipamento. dão origem a ações específicas de manutenção. o registro da fonte de abastecimento pode ser aberto. deve ser feito um controle sistemático do volume de água consumida. d) Durante o esvaziamento do reservatório esfregar as paredes e o fundo com escovas de fibra vegetal ou de fios plásticos macios. o que inclui treinamento apropriado e conhecimento das exigências regulamentadas concernentes às instalações prediais de água fria. que restaure sua segurança a quanto a um padrão de potabilidade da água. b) Remover a tampa do reservatório e verificar se há muito lodo no fundo. Abrir todos os pontos de utilização de tal modo que toda a tubulação seja desinfetada nessa operação. recomenda-se o emprego de registros de fechamento: Quando a instalação predial prevê a utilização de água fria e água quente. O reservatório com vazamento deve ser reparado ou substituído. Na falta de saída de limpeza retirar a água de lavagem e a sujeira que restou no fundo da caixa utilizando baldes. Particularmente.MANUTENÇÃO GERAL DA INSTALAÇÃO PREDIAL DE ÁGUA FRIA: a) A manutenção geral deve observar se o funciona-mento da instalação em todas as suas partes está adequado. abrindo o seu registro de fechamento. Utilizar ainda pano limpo para secar apenas o fundo do reservatório. 25 . após essa entrada deve ser fechada novamente. c) Não havendo lodo em excesso ou tendo sido o lodo removido. para determinar possíveis medidas de desinfestação. sendo fechadas assim que a água efluente exalar odor de cloro. f) Preparar uma solução desinfetante. com o seguinte procedimento: a) Fechar o registro que controla a entrada de água proveniente do da fonte de abastecimento (hidrômetro). devem ser tomadas as medidas cabíveis. deixando-se essa mistura na rede durante um período de 2 horas. esvaziar o reservatório através da tubulação de limpeza. tais como vestimentas. recomenda-se que seja realizada a desinfecção da rede predial de distribuição. Os serviços de manutenção e reparo devem ser executados por pessoas capacitadas.: Anotar. fazer uma nova aplicação dessa mistura. deve ser prevista a instalação de registros de fechamento. este deve ser de material que comprovadamente não contamine a água. para se assegurar que as tubulações de aviso e de extravasão estão desobstruídas. verificar se as paredes internas do reservatório secaram. As causas da contaminação devem ser devidamente eliminadas e a instalação predial de água fria deve ser submetida a um procedimento adequado. em princípio. que as tampas estão posicionadas nos locais corretos e fixadas adequadamente e que não há ocorrência de vazamentos. g) A mistura desinfetante deve ser mantida em contato por 2 horas. Antes de iniciar a remoção do lodo devem ser tampadas as saídas da tubulação de limpeza e da rede predial de distribuição. Após a limpeza e desinfecção do reservatório. quando a operação de desinfecção estiver sendo realizada em reservatórios de grande capacidade e que tenham ventilação adequada. A cada 30 minutos. Se o vazamento for reparado com revestimento interno. 24 . eventualmente.

cacos de cerâmica ou outros materiais de revestimento pode ser executado sobre as tampas. figuras B. No caso de tanques sépticos para atendimento a comunidades isoladas. e) A qualidade da água dos reservatórios deve ser controlada. saúde e saneamento básico devem ser consultados sobre o que fazer para os lodos coletados dos tanques sépticos poderem ser tratados. em estações de tratamento de esgotos ou em pontos determinados da rede coletora de esgotos. No caso de tanques utilizados para o tratamento de esgotos não exclusivamente domésticos. No caso de reservatórios de maior porte (capacidade superiora 2. Por este motivo. é obrigatória a remoção por equipamento mecânico de sucção e caminhão-tanque. O eventual revestimento de piso executado na área dos tanques sépticos não pode impedir a abertura das tampas. Nos reservatórios de água potável.1 – Objetivo O presente memorial de Esgoto Sanitário tem por objetivo especificar adequadamente o processo de limpeza e manutenção de esgoto sanitário da edificação. só quando ele não é voltado ao cultivo de hortaliças. deve ser lançada água sobre a superfície do leito filtrante. conforme representado no anexo B. O recobrimento com azulejos. as tampas devem ser mantidas abertas por tempo suficiente à remoção de gases tóxicos ou explosivos (mínimo: 5 min). para garantir o não-contato direto entre pessoas e lodo.5 Disposição de despejos resultantes da limpeza de filtro anaeróbio Os despejos resultantes da limpeza do filtro anaeróbio em nenhuma hipótese devem ser lançados em cursos de água ou nas galerias de águas pluviais. o presente manual tem por finalidade estabelecer os procedimentos de manutenção. c) Disposição de lodo e escuma O lodo e a escuma removidos dos tanques sépticos em nenhuma hipótese podem ser lançados em corpos de água ou galerias de águas pluviais. A freqüência em que tal análise é levada a efeito depende principalmente do procedimento de manutenção a que a instalação está sujeita como um todo. Estes devem estar localizados em cota adequada à disposição final ou ao retorno dos efluentes líquidos para os tanques. observando-se os dispostos a seguir: a) para a limpeza do filtro deve ser utilizada uma bomba de recalque. Para o bom funcionamento do sistema de tratamento de esgoto na edificação além do cuidado na execução e observando os projetos e memoriais específicos. o controle tem por objetivo manter o padrão de potabilidade. Em caso de remoção manual. deve ser prevista a implantação de leitos de secagem. 26 – MANUTENÇÃO DOS SISTEMAS DE ESGOTO 26. neste último. 26. é obrigatório o uso de máscara adequada de proteção. o despejo resultante da limpeza do filtro anaeróbio deve ser 10 . serão necessários cuidados quanto à limpeza e manutenção dos componentes deste sistema. 4. desde que sejam preservadas as juntas entre estas e o restante do piso.2 – Tanque Séptico a) Procedimento de limpeza dos tanques O lodo e a escuma acumulados nos tanques devem ser removidos a intervalos equivalentes ao período de limpeza de um ano.3 – Filtro Anaeróbio O filtro anaeróbio deve ser limpo quando for observada a obstrução do leito filtrante. Quando da remoção do lodo digerido.1. É obrigatório o uso de botas e luvas de borracha. recomenda-se análise físico-química bacteriológica periódica de amostras da água distribuída pela instalação.2 e B. como em estabelecimentos de saúde e hotéis. c) nos filtros com tubos perfurados sobre o fundo inclinado. Quando a comunidade não dispuser de rede coletora de esgoto. b) Acesso à limpeza dos tanques Os tampões de fechamento dos tanques devem ser diretamente acessíveis para manutenção.d) As recomendações ou instruções dos fabricantes de hidrômetros. usina de compostagem ou campo agrícola. de propriedade de GCK Construtora e Comércio de Materiais de Construção Ltda. A remoção periódica de lodo e escuma deve ser feita por profissionais especializados que disponham de equipamentos adequados. Seu recebimento em Estações de Tratamento de Esgotos é sujeito à prévia aprovação e regulamentação por parte do órgão responsável pelo sistema sanitário local. introduzindo-se o mangote de sucção pelo tubo-guia. Anteriormente a qualquer operação que venha a ser realizada no interior dos tanques. limpeza e disposição final do lodo e escuma gerado no processo de tratamento de esgoto desta edificação. desidratados e dispostos sem prejuízos à saúde e ao meio ambiente. bem como do grau de atendimento das exigências e recomendações estabelecidas nesta Norma para o projeto e execução da instalação. O lodo seco pode ser disposto em aterro sanitário. a ser construída no endereço acima. projetados de acordo com a normalização específica. Não deve ser feita a “lavagem” completa do filtro. os órgãos responsáveis pelo meio ambiente. 26. é sujeito à aprovação e regulamentação por parte do órgão responsável pelo esgotamento sanitário na área considerada. drenando-a novamente. No caso de o sistema já possuir um leito de secagem. bombas hidráulicas e outros equipamentos quanto à manutenção preventiva destes devem ser corretamente seguidas e incorporadas aos procedimentos de manutenção da instalação. sempre que se verificarem alterações nas vazões efetivas de trabalho com relação às estimadas.000 L). O intervalo pode ser encurtado ou alongado quanto aos parâmetros de projeto. O lançamento do lodo digerido. sendo que.3. frutas rasteiras e legumes consumidos crus. quando o filtro dispuser daquele. de acordo com a NBR 7229/93. deve-se seguir a instrução da alínea b). aproximadamente 10% de seu volume devem ser deixados no interior do tanque. b) se constatado que a operação acima é insuficiente para retirada do lodo. a drenagem deve ser feita colocando-se mangote de sucção no poço de sucção existente na caixa de entrada. pois retarda a partida da operação após a limpeza. Se constatada a insuficiência de remoção de lodo.

o máximo de eficiência. Por esta razão. devem ter abertura suficiente para permitir a desobstrução com a utilização de equipamentos mecânicos de limpeza e devem ter tampa removível. recomenda-se a exposição ao ar livre das paredes internas do sumidouro substituído. As caixas de inspeção podem ser usadas para receber efluentes fecais.Vala de Infiltração/Sumidouro O sumidouro é a unidade de depuração e de disposição final do efluente de tanque séptico verticalizado em relação à vala de infiltração. 26.4 . será responsável pelas perfeitas condições de uso de todos os sistemas de Prevenção Contra Incêndio. a obstrução das superfícies internas do sumidouro é mais precoce. ao longo do tempo de uso. Devido a esta característica. tomando-se o cuidado de não ocorrer acidentes. Na ocasião da substituição por outro poço.6 Caixa de Gordura (CG): A caixa de gordura será mantida através da limpeza. 11 . 26. o máximo de eficiência. ao longo do tempo de uso. 26.50 m (exceto areia) entre o seu fundo e o nível aqüífero máximo.lançado naquele. seu uso é favorável somente nas áreas onde o aqüífero é profundo. durante pelo menos seis meses. a partir da observância dos resíduos nela contido deve ser feita limpeza periódica mantendo limpa a caixa de gordura e desobstruído a tubulação de forma a garantir. Os critérios e as considerações principais seguem aquelas relativas às da vala de infiltração.5 Caixa de Inspeção (CI): A caixa de inspeção deverá ser feita observância periódica mantendo a tubulação desobstruído de forma a garantir. 27 – CONSIDERAÇÕES FINAIS: O proprietário ou possuidor de qualquer titulo. uma vez que se torna difícil manter aquela condição no interior do poço. onde possa garantir a distância mínima de 1. para permitir a recuperação da capacidade infiltrativa. exceto no que tange ao processo aeróbio.

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