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atualização 01
julho/2011

lei 12.403/11 – Prisão e Medidas Cautelares lei 12.433/11 – Execução Penal

407/11. a requerimento do Ministério Público ou do querelante. C: também por força da Lei 12. é INCORRETO afirmar que. a revogação se opera na hipótese do art. é obrigatória no caso de réu citado por edital e que não constituiu defensor. não admite revogação por excesso de prazo para o término da instrução.960/89. E: ainda que se trate de acusado primário e de bons antecedentes. Prisão temporária. (Magistratura/MG – 2009 – EJEF) Marque a alternativa CORRETA. medida cabível apenas para o relaxamento de flagrante. 303 do CPP. (A) (B) (C) (D) Gabarito "E" A: art. que antes podia determiná-la de ofício também na fase de inquérito. em seu desfavor pode ser decretada a custódia preventiva. Prisão em flagrante viciado. Direito Processual Penal – Atualização nº 1 Eduardo Dompieri 4. C: a prisão preventiva também pode ser relaxada por excesso de prazo para o término da instrução. Doravante. É dizer. decretada pelo juiz. D: o art. conforme dispõe o Código de Processo Penal. (Magistratura/AL – 2007 – FCC) (A) (Magistratura/DF – 2007) admissível: (A) (B) (C) (D) A prisão temporária não é (B) (Magistratura/GO – 2009 – FCC) A prisão (A) (B) (C) (C) (D) (D) (E) (E) pode ser decretada como garantia da ordem pública. 323 do CPP não mais existem. A liberdade provisória pode ser concedida no caso de: Prisão em flagrante. B. a partir de agora. a fiança terá lugar em qualquer crime (exceção àqueles em relação aos quais a CF/88 veda a fiança e o próprio art.403/11 é que a autoridade policial. que previa a apresentação espontânea do acusado. no crime de terrorismo. mas não da econômica.403/11. 323 tratou de listar). Medidas Cautelares e Liberdade Provisória Em matéria de prisão. Pela redação anterior do art. Prisão. no curso da ação penal. desde que preenchidos os requisitos a que alude o art. E: art. o panorama da fiança mudou sobremaneira no Código de Processo Penal. que somente será determinada se presentes os requisitos dos arts. e o valor será estabelecido de forma proporcional à gravidade do crime e também à situação econômica do indiciado/réu. entende-se o agente em flagrante delito enquanto não cessar a permanência. 316 do CPP. Art. somente mediante representação da autoridade policial ou a requerimento do Ministério Público. pode arbitrar fiança em qualquer infração penal cuja pena máxima cominada não seja superior a quatro anos (reclusão ou detenção). B: com o advento da Lei 12. 312 e 313 do CPP. foi revogado pela Lei 12. nenhuma das alternativas acima (A.403/11. nos crimes contra o sistema financeiro. agora. A mera ausência do réu ao interrogatório não é motivo bastante a justificar a decretação de sua custódia preventiva. C) é correta. B: não há que se falar em prisão preventiva obrigatória. em qualquer fase do inquérito policial ou da instrução criminal. A prisão preventiva continua a ser decretada em qualquer fase da investigação policial ou do processo penal. ou mediante representação da autoridade policial. a redação do art. não é cabível se houver apresentação espontânea do acusado à autoridade. Prisão preventiva. 317 do CPP. D: outra novidade trazida pela Lei 12. o delegado somente estava credenciado a arbitrar fiança nas contravenções e nos crimes apenados com detenção. Gabarito "B" A: art. As vedações que antes havia no art. para que a custódia preventiva seja decretada no curso da investigação. 312 do CPP. 316 do CPP. mas o juiz. 311 do CPP foi modificada.12. 1º. no crime de epidemia com resultado de morte. se sobrevierem razões que a justifiquem. caberá a prisão preventiva. nos termos do art. somente poderá fazê-lo. Somente será decretada se necessária ao processo. da Lei 7.4. 322 do CPP. não será concedida fiança nos crimes punidos com reclusão em que a pena aplicada for igual ou inferior a 2 (dois) anos. bem como de novo decretá-la. 312 do CPP. a autoridade policial somente poderá conceder fiança nos casos de infração punida com detenção ou prisão simples. III. de ofício. Gabarito "D" nas infrações permanentes. pode recair sobre acusado primário e de bons antecedentes. automática. 366 do Código de Processo Penal. preventiva 3 . o juiz poderá revogar a prisão preventiva se verificar a falta de motivos para que subsista.

decorrente de sentença (ou acórdão) condenatória recorrível e decorrente de pronúncia. não é apto a justificar a prisão preventiva. validamente. como antes ocorria.960/89. impõe ao magistrado. 95 do CP.2006) Quanto à prisão. a autoridade policial pode retardar a realização da prisão em flagrante de seus membros. decorrente de pronúncia e decorrente de sentença (ou acórdão) condenatória recorrível. “em flagrante”. A prisão em flagrante deixou de constituir modalidade de prisão cautelar (processual ou provisória). § 3º. o dever de manifestar-se fundamentadamente acerca da prisão que lhe é comunicada. à garantia da inviolabilidade domiciliar quando se tratar de: prisão preventiva ordenada por autoridade competente e efetivada durante o dia. 312 do Código de Processo Penal como um dos requisitos para a decretação da prisão preventiva? (A) (B) (C) (D) (E) afirmar que: (A) (Magistratura/MG . instaurou-se uma nova realidade. a prisão em flagrante.403/11. com a redação alterada pela Lei 12. prisão decorrente de sentença de pronúncia efetivada durante o dia. C: art.403/11. que constitui um sucedâneo seu. quando do recebimento do auto de prisão em flagrante. decorrente de sentença (ou acórdão) condenatória recorrível. anunciando que tem em mãos um mandado de prisão emitido pela autoridade competente. revogar a reabilitação. da CF. o juiz conceder a liberdade provisória. 311 do CPP. 312 do CPP. preventiva. 147 do CPP. Gabarito "D" . já que agora somente há duas modalidades de prisão processual: preventiva e temporária. converter a prisão em flagrante em preventiva. administrativa. D: art. 295. da Lei 7. mesmo depois de ter sido excluído da lista de jurados. por si só. decorrente de pronúncia. No processo penal. B: art. prisão temporária ordenada por autoridade competente e efetivada durante o período noturno. Daí podemos afirmar que. salvo se a exclusão se deu por incapacidade moral ou intelectual para o exercício da função. além de não estar inserto no art. com o advento da Lei 12. poderá. preventiva e decorrente de sentença (ou acórdão) condenatória recorrível e decorrente de pronúncia. tendo em vista o postulado da proporcionalidade. Quando necessária para assegurar a aplicação da lei penal. prisão decorrente de sentença condenatória que transitou em julgado. Ressalte-se que. se a prisão estiver em ordem. já que não mais poderá perdurar até o final do processo como modalidade de prisão cautelar. abrem-se para o juiz as seguintes opções: se se tratar de prisão ilegal. A prisão em flagrante deixa de ter natureza processual. X. 312 do CPP. com ou sem fiança. preventiva e decorrente de pronúncia. Flagrante. a saber: prisão preventiva e prisão temporária. 86.689/08 e 11. D: art. 299 do CPP (com redação modificada pela Lei 12. o Juiz. É o chamado flagrante retardado ou diferido. temporária. Só para lembrar: a prisão decorrente de pronúncia e a prisão decorrente de sentença recorrível deixaram de integrar o rol das prisões processuais com a entrada em vigor das Leis 11. 283 do CPP e art. a custódia preventiva somente terá lugar se as medidas cautelares diversas da prisão revelarem-se inadequadas. assim. a prisão em flagrante poderá ser substituída pela liberdade provisória. desde que entenda necessário ao processo. ou mesmo pela prisão preventiva. o Presidente da República não estará sujeito à prisão.403/11). enquanto não sobrevier sentença condenatória. Gabarito "A" O art. caput. Gabarito "B" decretar a prisão preventiva. Art. Quando conveniente para a instrução criminal. (Magistratura/MG . decretar a prisão temporária. 2º da Lei 9. Quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria. não pode a autoridade policial telefonar à outra. proceder à verificação da falsidade. somente podendo fazê-lo no decorrer da ação penal. O acusado NÃO poderá recorrer. temporária. desde que mantidos sob observação e acompanhamento para que a medida legal se concretize no momento mais eficaz do ponto de vista da formação de provas e fornecimento de informações.EDuArDo DoMPiEri (C) (Magistratura/MG . C: art. neste novo panorama. independentemente do horário de sua efetivação. substituindo. depois de colhido o consentimento do morador. de diferente circunscrição. 5º. Pela novel redação do dispositivo. da CF. Flagrante. 310 do CPP.2006) ofício. B: art. temporária. do CPP. administrativa. Deixa de constituir modalidade de prisão cautelar. preventiva. a partir de então. não mais pode o juiz decretar a prisão preventiva de ofício no curso da investigação policial. nas infrações penais comuns. (Magistratura/MS – 2008 – FGV) Qual dos elementos abaixo não está previsto no art.2007) Marque a alternativa INCORRETA. Preventiva. é INCORRETO (B) Gabarito "C" ainda que o crime seja inafiançável. solicitando a prisão de alguém. deverá o juiz. O clamor público.034/95. Quando necessária para garantir a ordem econômica. 2º. por fim. NÃO pode: (A) (B) (C) (D) A: dada a modificação implementada no art. A: art. deverá o juiz relaxá-la e determinar a soltura imediata do preso. sempre levando-se em conta os requisitos do art. Temporária. XI. Passamos a contar. Quando imprescindível para apaziguar o clamor público. quando se tratar de uma organização criminosa.719/08. de Gabarito "C" (Magistratura/MS – 2008 – FGV) Quais os tipos de prisões cautelares que existem no ordenamento processual penal brasileiro? (A) (B) (A) (B) (C) 4 (C) (D) (D) (E) Temporária. dado que o infrator não poderá permanecer preso provisoriamente. com duas modalidades de prisão cautelar. Disso inferimos que a prisão em flagrante perdeu sua autonomia. independentemente do consentimento do morador. Gabarito "A" (D) o cidadão que efetivamente tenha exercido a função de jurado tem direito à prisão especial antes da condenação definitiva.

pela autoridade. Assim. Manoela não foi presa no momento em que cometia ou quando acabava de cometer o crime a ela atribuído. será encaminhado ao juiz competente o auto de prisão em flagrante acompanhado de todas as oitivas colhidas e. a Procuradoria Geral da União. § 1º. 302. previsto no art. assinale a alternativa correta. II: inexiste. IV). 317 do CPP foi revogado pela Lei 12. ou do querelante. (Magistratura/PA – 2008 – FGV) Preso em flagrante. I. Além disso. IV: o art. de ofício. imperfeito ou quase-flagrante. não é o caso do chamado flagrante impróprio. Apenas as assertivas III e IV estão corretas. caput. 302. Jota tem vinte e três anos de idade. Juntando prova da primariedade do acusado. trata-se de modalidade de prisão provisória destinada a viabilizar as investigações acerca de crimes durante a fase de inquérito policial. A decisão judicial está devidamente fundamentada na garantia da ordem pública e deve ser mantida. da CF. Se assim fosse. não poderá ser autuado em flagrante em Araucária. em que o agente. pela I: arts. caberá a prisão temporária decretada pelo juiz. 5 (A) (B) (C) (D) Gabarito "A" A decisão judicial viola o princípio da presunção de inocência e não se caracteriza. real ou perfeito.403/11) (E) homogeneidade que constitui elemento das medidas cautelares privativas de liberdade. e. logo após. LVII e LXVI. IV). I. Manoela. Sendo apresentado imediatamente à autoridade local. Perseguido. Jota é acusado da prática de crime de furto tentado. para onde deve ser encaminhado nos termos do Código de Processo Penal e pela teoria do resultado. III). também. A apresentação espontânea do acusado à autoridade não impedirá a decretação da prisão preventiva nos casos em que a lei a autoriza. (A) Gabarito "C" IV. A decisão judicial viola a regra que determina que em semelhante hipótese não se dispensa a prévia decretação da prisão temporária do acusado. previsto no art. pois não está presente nenhuma das situações autorizadoras da prisão em flagrante. Trata-se de flagrante impróprio. Diante dessa matéria. Em qualquer fase do inquérito policial ou da instrução criminal. praticara outro furto. Também não se está diante do denominado flagrante ficto ou presumido (art.960/89. perseguição. II. logo após. do CPP. do CPP. armas. o agente. A decisão judicial viola a regra que não admite prisão em flagrante em infração penal de menor potencial ofensivo. cópia integral para a Defensoria Pública. em situação que faça presumir ser autor da infração. Considera-se em flagrante presumido quem é perseguido. no flagrante presumido (art. do Código de Processo Penal. é encontrado depois do crime na posse de instrumentos. a Procuradoria Geral do Estado. 302. quando estava em sua casa assistindo à televisão. ausente qualquer das situações autorizadoras da prisão em flagrante. quando era adolescente. A esse respeito. a requerimento do Ministério Público. 302. desta lei. A perseguição se dá no flagrante impróprio (art. fora preso em flagrante delito. 302. objetos ou papéis em circunstâncias que revelem ser ele o autor da infração penal. 1º. I e II. armas. assim como de residência e bons antecedentes. em que o sujeito é perseguido. III: a custódia temporária não pode ser decretada de ofício pelo juiz. III. A decisão judicial está correta porque se trata de crime equiparado a hediondo. 302. que é negada ao argumento de que Jota. do Código de Processo Penal. estaríamos diante do chamado flagrante próprio. (Magistratura/PR – 2010 – PUC/PR) Sabemos que o instituto da prisão e da liberdade provisória tem sido objeto de muito debate e aprofundamento do tema no mundo jurídico. presente no art. 302. a Defesa requer a liberdade provisória do réu. não estava na posse de nenhum instrumento que a ligasse ao crime que a ela foi imputado. neste. Apenas as assertivas I e II estão corretas. e não a do local do delito. analise as questões e marque a alternativa CORRETA. João Tergino roubou uma agência do Banco do Brasil no centro de Curitiba. Os responsáveis pela prisão foram dois policiais civis que realizavam diligências no local a partir de uma denúncia anônima. ao ser presa em sua residência. do Código de Processo Penal. A prisão é ilegal. 302. I. do CPP (dispositivo com redação modificada pela Lei 12. Apenas as assertivas II e III estão corretas. . Trata-se de flagrante presumido. é surpreendido com instrumentos. 306. logo depois de praticar o crime. a detenção de Manuela é ilegal. Ao realizar a prisão os policiais identificaram Manoela a partir da descrição fornecida pela denúncia anônima. previsto no art. da Lei 7. nesta cidade. previsto no art. 302. III. Gabarito "A" (B) (C) (A) (B) (C) (D) (E) (D) Art. o Ministério Público. assinale a alternativa correta. em situação que faça presumir ser o autor da infração (art. objetos ou papéis que revelem ser ele o autor da infração. Terá atribuição para a lavratura do auto de prisão em flagrante a autoridade policial da circunscrição onde foi efetuada a prisão. 290 e 304. do Código de Processo Penal. caso o autuado não informe o nome de seu advogado. § 1º. a Ordem dos Advogados do Brasil. pelo qual cumprira medida socioeducativa. IV. Trata-se de flagrante próprio. pelo ofendido ou por qualquer pessoa. pois o crime ocorreu em Curitiba. ou mediante representação da autoridade policial. 2º. porque supostamente teria jogado um bebê recém nascido no rio. Da mesma forma.403/11. sem ter sido perseguido. A esse respeito. Gabarito "A" em flagrante. Manoela sequer foi perseguida.CoMo PASSAr EM CoNCurSoS JurÍDiCo – 2ª EDiÇÃo! (Magistratura/MT – 2009 – VUNESP) Dentro 4. DirEito ProCESSuAL PENAL – AtuALizAÇÃo Nº 1 de 24h (vinte e quatro horas) depois da prisão. conforme preleciona o art. passou para o município de Araucária. II. (D) (E) Trata-se de flagrante próprio. III). que deverá determiná-la diante da representação formulada pela autoridade policial ou de requerimento do Ministério Público – art. 5º. (A) (B) (C) (Magistratura/PA – 2009 – FGV) Manoela de Jesus foi presa Art. Apenas a assertiva IV está correta.

Trata-se de delito de menor potencial ofensivo. Pode o Juiz decretar a prisão? (A) (Magistratura/SE – 2008 – CESPE) No que se refere à liberdade provisória. será admitida a decretação da prisão preventiva. 129. o mandado de prisão poderá ser cumprido em domicílio durante a noite. Se o crime envolver violência doméstica e familiar contra a mulher. que terá o prazo de 24 horas. Havendo consentimento do morador. cuja sanção porventura imposta não acarretará a pena de prisão. resta-lhe impetrar habeas corpus. não. (A) (B) (C) (D) (E) (B) (C) (D) (E) sim. D: art. caput. a prisão especial somente poderá ser concedida durante o processo ou inquérito policial. idoso. porque o querelado era uma pessoa agressiva e difamadora. Todas as alternativas estão incorretas. (Magistratura/SC – 2008) Conforme a Lei Maria da Penha: (A) 6 (Magistratura/SE – 2008 – CESPE) (A) (B) Assinale a opção incorreta acerca da prisão no processo penal. foi revogado. Gabarito "C" Art. tendo sido. Em geral. neste caso. pode arbitrar fiança em qualquer infração penal cuja pena máxima cominada não seja superior a quatro anos (reclusão ou detenção). A: com a modificação a que foi submetido o art. Note que. temendo um desate mais grave. porque o querelado era pessoa conhecida e trabalhava na comunidade. Os roubadores são perseguidos por policiais Gabarito "B" Se o crime envolver violência doméstica e familiar contra a mulher. requerendo. 581. Da decisão que concede ou nega o pedido de liberdade provisória cabe o recurso de agravo. a fim de garantir a execução das medidas protetivas de urgência. . mantêm vários reféns no interior do estabelecimento. 313. enfermo ou pessoa com deficiência. se o réu tem negado o seu pedido de liberdade provisória. a fim de garantir a execução das medidas protetivas de urgência. considerando que os crimes são punidos com pena de detenção. Gabarito "C" (B) (C) (C) (D) (D) (E) (E) O art. A recaptura do réu evadido não depende de prévia ordem judicial e poderá ser efetuada por qualquer pessoa. A prisão temporária não pode ser decretada de ofício pelo juiz. cessando o benefício após o trânsito em julgado. porque a soma das penas máximas dos 6 (seis) delitos. é possível que a prisão preventiva seja decretada diante da prática de crime de lesão corporal leve contra a mulher. 323 do CPP. no Estado de Minas Gerais.492/86 (Sistema Financeiro). e ele já estava condenado. a fim de garantir a execução das medidas protetivas de urgência. condenado por um deles. empresário conhecido na cidade. 7º da Lei 9. o delegado somente estava credenciado a arbitrar fiança nas contravenções e nos crimes apenados com detenção. a conveniência da instrução criminal e o clamor público. IV.EDuArDo DoMPiEri (Magistratura/RS – 2003) Por ter Antônio difamado-o. nos termos da lei específica. (Magistratura/SP – 2006) Considere a situação a seguir. sim. Manoel ingressou com ação penal privada por crime de difamação . apenas será admitida a decretação da preventiva se o caso versar sobre crime de homicídio. III.403/11 é que a autoridade policial. somente será admitida a decretação da prisão preventiva se houver a aproximação do agente em relação àquela. o que ocorre. independentemente de o réu ser ou não reincidente. porque o querelado já responde a 6(seis) processos por crime doloso. o crime em relação ao qual será decretada a medida extrema poderá não obedecer às hipóteses de admissibilidade contempladas nos incisos I e II do mesmo dispositivo. nos termos da lei específica. nos termos da lei específica. art. sua prisão preventiva. adolescente. sim. B: art. tais como o art. 31 da Lei 7. somente são inafiançáveis os crimes ali listados e também aqueles contidos em leis especiais.403/11 alterou a redação do art. V. 342 do CPP. não é cabível a decretação da prisão preventiva. para decidir fundamentadamente. desde que para assegurar a execução das medidas protetivas de urgência. Mévio e Tício roubam banco na cidade de Três Corações. A autoridade policial somente pode conceder fiança nos casos de infração penal punida com prisão simples. Se o crime envolver violência doméstica e familiar contra a mulher. 312 do CPP. já responde a outros 6(seis) processos pela prática dos crimes dos arts. C: da decisão que conceder liberdade provisória cabe recurso em sentido estrito (art. Pela redação anterior do art. Se o crime envolver violência doméstica e familiar contra a mulher. 313. ameaçando matá-los caso não lhes seja entregue um carro forte para fuga. na hipótese de o crime envolver violência doméstica e familiar contra a mulher. porque se tratava de ação penal privada. do CPP. Gabarito "D" É inafiançável o crime doloso punido com pena privativa de liberdade. do CPP e estabeleceu que. a polícia cede e entrega o carro forte com o compromisso da liberação imediata dos reféns. 322 do CPP. Imputados era igual a 6(seis) anos. 333 do CPP. agora. assinale a opção correta. Entre as hipóteses legais de decretação da prisão preventiva estão a garantia da ordem pública. A situação se prolonga e. A Lei 12. criança. Quando se vêem cercados pela polícia.403/11. E: outra alteração implementada pela Lei 12. no dia anterior ao pedido. do CPP). operada pela Lei 12. não.034/05 (Crime Organizado). agora. A liberdade provisória com fiança pode ser concedida independentemente de oitiva do Ministério Público. além da condenação. nos termos da lei específica. Antônio. Dessa forma. que disciplinava a matéria. a partir do recebimento do requerimento das partes. do Código Penal (três) e 139 do Código Penal (três). O réu que quebrar a fiança no processo não poderá mais ser solto. será admitida a decretação da prisão preventiva.

(C) (C) (D) A prisão temporária poderá ser executada antes da expedição do mandado de prisão. do CPP. Quando se tratar de infração inafiançável. a situação não é de flagrância. caput e § 1º. § 2º. 293 do CPP. Mesmo em face da proibição legal de concessão liberdade provisória vinculada ao autor de crime hediondo. 287 do CPP. 304. guardando todas as saídas. é CORRETO afirmar: Lavrado o auto de prisão em flagrante e constatando-se que o agente praticou o fato em situação evidente de legítima defesa. exigência dispensável em se tratando de hipótese de pedido de liberdade provisória com fiança. em perseguição ininterrupta. necessariamente. que não ensejará a nulidade do ato. é de flagrância. 7 O homicídio culposo não está incluído no rol do art. não podendo a autoridade policial. Após dois dias de perseguição. na cidade de Serra Negra/SP. prendendo o morador em flagrante. por volta das 21:00 horas. do CPP. Gabarito "D" (C) (D) (Ministério Público/MG – 2006) (A) Sobre o tema “prisão e liberdade provisória”. deverá ser consignada no auto pela autoridade policial. informa ao morador da existência do mandado de prisão e solicita autorização para ingresso na casa. Nesses casos. a nulidade do ato. o envenenamento de água potável ou substância alimentícia ou medicinal qualificado pela morte. tal circunstância. o interrogatório do conduzido ser inviável porque este encontra-se hospitalizado. Nos processos por crime de competência do Júri. da Lei. em razão de terem decorrido dois dias após a prática do delito. C: art. A Liberdade Provisória assenta-se em fundamento inserto na Constituição Federal. Trata-se do chamado flagrante impróprio ou imperfeito. o homicídio culposo. § 5º. e o auto de prisão em flagrante será lavrado na cidade de Serra Negra/SP. Indique a providência que a autoridade policial deve tomar. ela poderá ser concedida em decorrência do excesso de prazo na formação da culpa. assinale a alternativa correta. O prazo para recebimento da nota de culpa pelo indiciado é de até 24 horas após a lavratura do auto de prisão em flagrante. § 2º. (A) a distância. e às 06:00 horas. que recebem contínuas informações fidedignas sobre o trajeto percorrido na estrada pelos roubadores. quando da detenção dos roubadores. Gabarito "A" (B) (C) (D) Arts. deverá o Delegado de Polícia conceder ao conduzido o direito de livrar-se solto. O Ministério Público deverá ser ouvido nos autos antes da concessão da liberdade provisória vinculada. A: art. Dirigindo-se a essa residência.que consagra garantia deferida ao cidadão. o que lhe é negado pelo citado morador. a situação. Ao chegar ao local. por exemplo. A nomeação de curador não advogado ao preso maior de 18 (dezoito) e menor de 21 (vinte e um) anos no auto de flagrante constitui causa de nulidade absoluta do ato. arromba as portas e efetua a prisão. C: desnecessário nomeação de curador ao indicado menor de 21 anos (art. Dirige-se ao Juiz de plantão para obter outro mandado de busca domiciliar. deverá ser relaxada logo depois de concluída a instrução criminal. o crime de quadrilha. a fim de cumprir a ordem judicial. A omissão de interrogatório do conduzido no auto de prisão em flagrante não acarreta. ao perceber a presença de policiais. mas pode ser decretada a prisão temporária dos infratores. Torna a casa incomunicável. 306. dirige-se ao endereço nele constante para efetuar prisão. 2º. (A) (B) Ingressa na residência à força e cumpre a ordem de prisão. e o auto de prisão em flagrante deve ser lavrado na cidade de Três Corações/MG. que tem como base a Lei 7. determinar a soltura do preso. a fim de cumprir a ordem de prisão. do CPP. quando da prisão dos roubadores. 304. III. D: art. Pode-se dizer que (A) (B) (C) (D) a situação. D: art. da CF. só poderá ser executada depois da expedição do mandado judicial respectivo. Os deputados e senadores podem ser presos em flagrante por crimes afiançáveis e inafiançáveis. Gabarito "B" . dependendo do motivo da abstenção. culminando com a detenção dos infratores. o carro forte ingressa no Estado de São Paulo.960/89. 290 e 302. na mesma rua. ingressa em residência de terceiros. do CPP. onde uma barreira policial logra pará-lo. por favorecimento pessoal. é de flagrância. a situação não é de flagrância. DirEito ProCESSuAL PENAL – AtuALizAÇÃo Nº 1 (Magistratura/SP – 2006) Analise a situação apresentada. em nenhum caso. a falta de exibição do mandado não obstará a prisão. Art. 53. 5º do Código Civil). A apresentação do conduzido obriga à lavratura da prisão em flagrante. B: é comum. segundo a qual toda prisão ilegal deverá ser relaxada pela autoridade competente.CoMo PASSAr EM CoNCurSoS JurÍDiCo – 2ª EDiÇÃo! 4. Delegado de Polícia. III. B: art. desde que o preso seja imediatamente apresentado ao Juiz que expediu a ordem de prisão. (Magistratura/SP – 2008) Quanto à prisão em flagrante.960/89. a prisão preventiva. conforme reza o art. na posse de mandado de prisão preventiva. verifica que o acusado. por vezes. § 2º. da Lei 7. 1º. após originário contato visual. (D) A: a custódia temporária. Convoca duas testemunhas e ingressa à força na casa para efetuar a prisão. expedida com fundamento na conveniência da instrução criminal. Gabarito "D" (E) Gabarito "B" A falta de testemunha da infração impede a lavratura do auto de prisão em flagrante. (Magistratura/SP – 2006) Assinale (A) (B) (B) a alternativa correta. (Magistratura/TO – 2007 – CESPE) Os (A) (B) (C) (D) crimes para os quais está prevista prisão temporária não incluem os crimes contra o sistema financeiro.

do CPP (dispositivo modificado pela Lei 12. A prisão temporária.2002) Prova do crime. poderá. em se tratando de crime hediondo ou a ele equiparado. Admite-se a decretação da prisão preventiva nos casos de contravenção penal e crime culposo se o réu é vadio. Findo este. devendo o juiz. Cabe recurso em sentido estrito da decisão que nega a fiança e da que indefere pedido de revogação da prisão preventiva. que. portanto. 313. no caso de comprovada e extrema necessidade. III. é ilegal.EDuArDo DoMPiEri (Ministério Público/RS . indícios de autoria. o Promotor de Justiça requereu a segregação do denunciado por 15 (quinze) dias para aprofundamento da investigação acerca da autoria e da materialidade. verificar se é cabível a imposição de outras medidas cautelares. A denúncia foi apresentada com a mesma capitulação (estupro). 316. 5º. No pé da inicial. preventiva. E: a assertiva não está em conformidade com a nova redação do art. é correto afirmar que se trata de prisão (Ministério Público/RS – 2009) (E) A: art. Hermenegildo. CPP). O quebramento da fiança importará a perda de metade do seu valor e a obrigação do acusado de se recolher à prisão. da Lei 8. mas que não obedeceu aos pressupostos do art. conceder-lhe liberdade provisória. a apresentação espontânea do acusado à autoridade policial não impede a decretação da prisão preventiva. da Lei 9. B: art. desde que a pena mínima cominada seja igual ou superior a dois anos. Ocorre que esta modalidade de prisão provisória presta-se a viabilizar as investigações do inquérito policial. garantia da ordem pública e aplicação da lei penal são pressupostos de: (A) (B) (C) (D) (E) (Ministério Público/SP – 2010) Assinale (A) (B) a afirmativa incorreta. que obedeceu aos pressupostos do art. 310. 8 (Ministério Público/SP – 2008) correta. deverá ser ela revogada porque não mais interessa ao processo. Gabarito "E" A: flagrante presumido ou ficto (art. C: em vista da nova redação conferida ao art. fala-se em relaxamento da prisão. I. (A) (B) (C) (A) (B) (C) (D) (E) temporária. único. em relação à prisão preventiva: a prisão preventiva não é admitida nas contravenções penais e nos delitos culposos. administrativa. 312. do CPP. ser decretada pelo prazo de 30 dias. portanto. Art. 312 do CPP. punidos com reclusão. portanto. conveniência da instrução criminal. é ilegal. Assinale a alternativa . que constitui medida excepcional. em caso afirmativo. Por conveniência da instrução criminal. Não se admite a prisão em flagrante nas infrações de menor potencial ofensivo. 213. Não há por que manter-se a prisão (art. temporária. do Gabarito "E" Leia o relato abaixo. Prisão em flagrante. p. 302. 69. a prisão preventiva pode ser decretada. da CF. Como garantia da ordem tributária. portanto. portanto. 333 do CPP. IV.403/11). D: concluída a fase de coleta de provas e não havendo mais necessidade em se manter a custódia do réu. mas que só tem previsão durante o inquérito policial. 313 do CPP. dessa forma. C: o art. Gabarito "E" (C) (D) Art. funcionário público estadual. Custódia domiciliar. cuja disciplina está na Lei 7. 343 do CPP pela Lei 12. se perdurar. admite-se a prisão preventiva nos crimes que envolvem violência doméstica e familiar contra a mulher.072/90 (Crimes Hediondos). é encontrado na posse de instrumentos. 312 do CPP. admite-se nos crimes dolosos. 313. objetos ou papéis em circunstâncias que revelem ser ele o autor da infração penal. do CPP. incumbência do magistrado verificar se o conduzido praticou a conduta a ele imputada sob o manto protetor de alguma das excludentes de ilicitude. a prisão preventiva poderá ser decretada: (Ministério Público/PR – 2008) (A) (B) (C) (D) (E) Como garantia da ordem pública. parte final. preventiva. foi indiciado em inquérito policial na comarca de São Sebastião do Caí. nos termos no art. B: art. à luz do disposto no art. logo depois do crime.099/95. C: o fundamento da liberdade provisória encontra-se no art. 312 do CPP. 2º. Gabarito "B" Prisão temporária. 282. (D) (E) A caracterização do flagrante presumido não prescinde da perseguição ao agente logo depois da infração. quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria. Assinale a alternativa INCORRETA: Quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria.403/11. sem ter sido perseguido. A postulação foi deferida nos termos do pleito. Prisão preventiva. Súmula 697 do STF: “A proibição de liberdade provisória nos processos por crimes hediondos não veda o relaxamento da prisão processual por excesso de prazo”. antes de decretar a prisão preventiva. 317 do CPP foi revogado pela Lei 12. não há mais que se falar em prisão temporária.403/11. parágrafo único. 312 do CPP. § 4º. E: aqui. o quebramento injustificado da fiança implicará a perda de metade do seu valor. Constitui. do CPP. § 6º. É o teor do art. é legal. para. do Código Penal. do CPP) é aquele em que o agente. que pode ser decretada a qualquer tempo no nosso sistema processual. ante indícios da existência de provas ainda ocultas. neste caso. LXVI. Medida de segurança. D: art. Considerando-se os dados apresentados. B: art. é legal.960/89. prorrogável por igual período. dada a sua condição de servidor público. Como garantia da ordem econômica. desde que a infração penal seja dolosa e para garantir a execução das medidas urgentes para a proteção da mulher. armas. pela prática do delito do art. passa a ser ilegal. Para assegurar a aplicação da lei penal. Gabarito "D" A: cabe à autoridade policial realizar tão somente um juízo de tipicidade.

2005) 4.2005) A (A) (B) (C) (D) (E) prisão temporária (Lei n. dada a modificação ocorrida por força da Lei 12. tendo em conta as mudanças implementada pela Lei 12. 324. III. com eficácia imediata. C: art. nos demais casos. sendo considerada. representar ao Juiz de Direito para designação de outro Promotor de Justiça. como garantia da ordem pública. IV. a nova redação do art. (Defensoria/MA – 2009 – FCC) O Defensor Público que por atribuição institucional agir no interesse da vítima poderá. medida necessária. do CP. não cabe a concessão da liberdade provisória. como medida excepcional. concebê-la como um instrumento do processo. se a prisão cautelar decorrer de automatismo legal. no seu tempo de cumprimento. genocídio. seqüestro ou cárcere privado. que instituiu as medidas cautelares alternativas à prisão provisória. (Defensoria/MA – 2009 – FCC) A decretação da prisão preventiva apenas poderá ter fundamento nas seguintes hipóteses: (A) (Ministério Público/SP . civis ou militares. quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria. 333 do CPP. Gabarito "C" A: art. V. a ser utilizado em situações excepcionais. O dispositivo afasta a possibilidade de se decretar a prisão preventiva quando se tratar de crime culposo ou contravenção penal.072/90) e os a eles equiparados. (Ministério Público/SP . ou para assegurar a aplicação da lei penal. Não será concedida fiança quando presentes os motivos que autorizam a prisão preventiva. D: termos aqui outra alteração promovida pela Lei 12. por conveniência da instrução criminal. como garantia da ordem pública. como garantia da ordem pública. da Lei 7. ou para assegurar a aplicação da lei penal. 1º. aqueles cometidos por grupos armados. A autoridade policial somente poderá conceder fiança nos casos de infração punida com detenção ou prisão simples. da ordem econômica. Não será concedida fiança nos crimes punidos com reclusão em que a pena mínima cominada for superior a dois anos. do CPP. dessa forma. requerer a revogação da prisão preventiva. conceder fiança nas infrações cuja pena privativa de liberdade não seja superior a quatro anos. A natureza jurídica da necessidade do decreto de uma prisão cautelar. Gabarito "E" (B) (C) Art. ou para assegurar a aplicação da lei penal. por conveniência da instrução criminal. da ordem econômica. E: a fiança pode ser prestada desde a prisão em flagrante até o trânsito em julgado da sentença condenatória. com inevitável violação ao princípio da presunção de inocência. 29 do CPP e 100. devemos. ainda que não esteja previsto o requisito do periculum in mora.403/11. LVII.960/89. E: da decisão que nega a fiança cabe recurso em sentido estrito (art. 313 do CPP prescreve que somente são inafiançáveis os crimes de racismo.º 7. após o representante do Ministério Público receber o auto de prisão em flagrante devidamente relatado e concluído e não oferecer a denúncia no prazo legal. como garantia da ordem pública. 313 do CPP. 9 Pode-se afirmar que a prisão . Hodiernamente. Dessa forma. Gabarito "A" Art. visto que. instrumentalidade do processo penal justo. por conveniência da instrução criminal. D: art. os delitos definidos como hediondos (Lei 8. esta somente terá (C) Deverá ser relaxada se ausentes os motivos que a autorizam. medida excepcional. a prisão. e da que indefere pedido de revogação da prisão preventiva cabe habeas corpus. do CPP). ou para assegurar a aplicação da lei penal. sob este viés. somente o juiz. epidemia com resultado morte. contra a ordem constitucional e o Estado Democrático e também os previstos em leis especiais. DirEito ProCESSuAL PENAL – AtuALizAÇÃo Nº 1 lugar diante da impossibilidade de recorrer-se às medidas cautelares. deve também ser vista como instrumento subsidiário. A fiança só poderá ser prestada até o oferecimento da denúncia. (A) (B) A prisão provisória ou cautelar somente se justifica dentro do ordenamento jurídico quando necessária ao processo. 312 do CPP. intentar ação penal privada subsidiária. poderá o defensor. 5º. expedido o decreto preventivo. medida necessária. De outro lado. (D) (Defensoria/MA – 2009 – FCC) A Constituição Federal estipula várias disposições pertinentes ao processo penal. em razão dela. por conveniência da instrução criminal. está incorreta. Desde que fique caracterizada a desídia do membro do Ministério Público. nos crimes de ação penal pública. quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria. (Defensoria/MG – 2006) preventiva. 581. E a liberdade provisória é institutos de tal forma antagônica que.403/11. ainda que não esteja previsto o requisito do fumus boni juris. (A) (B) (C) (D) (E) Gabarito "B" incorreta. sem que haja qualquer demonstração de necessidade na decretação da custódia. da ordem econômica. quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria. supletivo.CoMo PASSAr EM CoNCurSoS JurÍDiCo – 2ª EDiÇÃo! CPP. (E) (A) (B) (C) (D) (E) como garantia da ordem pública. ou para assegurar a aplicação da lei penal.960/89) não poderá ser decretada no crime de tráfico de drogas. perigo de desastre ferroviário. é o de pena antecipada. agora. estaremos antecipando o cumprimento da pena antes do trânsito em julgado. B: esta alternativa. nos termos dos arts.403/11. Não pode ser determinada nos crimes punidos com detenção. ainda que cessados os fundamentos da prisão preventiva. (A) (B) Assinale a alternativa (C) (D) (E) A fiança será concedida sem a prévia audiência do Ministério Público. requerer a liberdade provisória. A autoridade policial poderá. em caso de condenação. postulado esse de índole constitucional – art. § 3º. intentar ação penal privada subsidiária. Gabarito "E" Gabarito "C" requerer o relaxamento da prisão em flagrante.

a liberdade vinculada do autor do fato. Após atenta leitura. do CPP. sem fiança. para conveniência da instrução criminal. 316 do CPP. conceder-lhe liberdade provisória. I. utilizado em situações excepcionais. 316 do CPP. nas contravenções. (Defensoria/MT – 2007) Chang-Lang. na fase pré-processual. quando imprescindível para as investigações do inquérito policial. dentro de um isopor exposto para a venda. se envolverem violência doméstica ou familiar contra a mulher. não é admitida. da CF. antes da sentença definitiva. do CPP. sem. C: art. c. 2C Gabarito "C" Pode ter como fundamento a garantia da ordem pública. IX. já que trancam a relação processual sem julgar o mérito da causa. estaríamos antecipando o cumprimento da pena antes do trânsito. é possível ser impetrado habeas corpus em seu favor para (A) (B) (C) (D) (E) Gabarito "B" (Defensoria/SP – 2007 – FCC) conceder-lhe fiança. ou seja. interlocutória simples. despacho de mero expediente. O relaxamento de prisão tem como causa uma prisão em flagrante ilegal. relaxar-lhe a prisão. D: basta. Art. A revelia não gera por si só presunção de que o acusado pretenda se furtar à aplicação da lei penal. O Defensor Público deverá ser notificado da decretação da prisão preventiva em até 24 horas. definitiva. do CP). 313. genéricos contidos no art. os requisitos do art. 312 do CPP. diante da ausência de qualquer das hipóteses autorizadoras da prisão preventiva. 1: a prisão provisória ou cautelar se justifica dentro do ordenamento jurídico quando necessária ao processo. I. nos crimes punidos com detenção. 155. a eficácia da decisão judicial. anular o despacho de prisão preventiva. no plantão judiciário. conforme a nova redação do art. onde cumpriu pena por furto. constata que o autuado. por ser primário e de bons antecedentes. Nesse caso. Qual a medida a ser requerida ao juiz de plantão? A liberdade provisória do autuado. o art. executando a pena privativa de liberdade antes do trânsito em julgado. Gabarito "B" . para justificar o decreto de prisão preventiva. o Defensor Público poderá utilizar a seguinte argumentação para rechaçá-la: Há uma súmula do Supremo Tribunal Federal editada sobre o tema. as interlocutórias mistas. 155. com residência e emprego fixo. aí sim. desde que consubstanciada na concomitante existência de grande clamor público causado pela conduta criminosa e a extrema gravidade do delito.EDuArDo DoMPiEri (D) A: art. se concebermos a prisão provisória como um instrumento do processo. 14. B: art. cuja pena máxima cominada é de quatro anos (art. sem que haja qualquer demonstração de necessidade na decretação da custódia. genericamente. quando for necessária para garantia da ordem pública. em se tratando de furto simples. primário e de bons antecedentes. ingressar no mérito da causa. É o que impõe o art. uma vez que se trata de privação de liberdade destinada a assegurar. invocando o juiz. se a prisão cautelar decorrer de automatismo legal. ante a revelia do acusado citado por edital. A revelia somente poderá ser decretada após a intimação do Defensor Público. pelo Ministério Público. foi detido pelo segurança de um supermercado quando inseria. os seguintes itens. (A) (B) (C) (D) (E) Interlocutórias simples são as decisões que servem para solucionar questão atinente à marcha processual. II. a custódia preventiva. 313. da CF. por ter emprego e residência fixos. se o juiz verificar pelas provas constantes dos autos ter o agente praticado o fato em legítima defesa. 5º. foi preso preventivamente pela prática do crime de furto simples. não estaremos. Constitui constrangimento ilegal o decreto de custódia preventiva quando o magistrado se limita a reproduzir os termos (B) Gabarito "C" A prisão preventiva não deve ser decretada de forma automática. O juiz somente deverá fazê-lo em face da presença dos requisitos do art. (A) Toda decisão judicial deve ser fundamentada. recém egresso do sistema prisional. LXV e LXVI. por se tratar de crime com pena mínima inferior a dois anos de reclusão. (Defensoria/MT – 2009 – FCC) (Defensoria/SE – 2006 – CESPE) Julgue (1) ser decretada (A) (B) (C) (D) A prisão preventiva poderá (2) (E) nos crimes culposos. têm força de definitiva. por seu turno. de outro lado. Há um tratado internacional do qual o Estado brasileiro é signatário que prevê expressamente a impossibilidade de prisão preventiva. interlocutória mista não terminativa. 2: art. dessa forma. por falta de fundamentação. tampouco que se trate de delito de extrema gravidade. o defensor público recebe a cópia de um auto de prisão em flagrante de furto tentado (art. do CPP. Gabarito 1E. 312 do Código de Processo Penal como fundamento da medida constritiva da liberdade. como conseqüência. contudo. CP). relaxar-lhe a prisão. III. O arbitramento de fiança. Gabarito "C" A prisão provisória ou cautelar antecipa a análise da culpabilidade do réu.c. enquanto a liberdade provisória tem como causa uma prisão em flagrante legal e. 313. Ademais. 93. (A) (B) (C) (D) (E) Decretada a prisão preventiva com fundamento na revelia do acusado citado por edital. (Defensoria/SP – 2009 – FCC) (Defensoria/MT – 2009 – FCC) 10 A decisão que decreta a prisão preventiva do acusado classifica-se doutrinariamente como interlocutória mista terminativa. a garantia da ordem pública. nos crimes punidos com reclusão. na modalidade continuada (por seis vezes). Assim tem se posicionado a jurisprudência. 312 do CPP. não sendo necessário que o delito imputado ao investigado/acusado tenha adquirido grande destaque na mídia. em desconformidade com o que determina o CPP. Na véspera do Natal. sete “DVD’s”.

que depende. de ofício. 11 espontânea . ser decretada a requerimento do Ministério Público. não impede a lavratura da prisão em flagrante. § 1º. conforme entende o Supremo Tribunal Federal. Em até 24 horas após a prisão em flagrante. a prisão em flagrante será restabelecida. por motivo de pobreza. o clamor público é. 312 do CPP. possível decretar-se a prisão preventiva nos delitos punidos com detenção nas circunstâncias do art. à proibição de alteração da residência sem prévia comunicação e a proibição da ausência de mais de oito dias da residência sem comunicação à autoridade. Gabarito "C" (D) A prisão temporária será decretada de ofício pelo juiz. exceto nas hipóteses de delitos hediondos. LXV. ao comparecimento a todos os atos a que for convocado. além de não estar inserto no art. I. sob o fundamento da insignificância do valor da res furtiva. no máximo. mas é necessária a assinatura de duas pessoas que tenham testemunhado a apresentação do preso. cópia integral para a Defensoria Pública. Uma vez revogada a prisão preventiva no curso do processo. do CPP. é vedado ao juiz decretá-la novamente antes do trânsito em julgado da sentença penal condenatória. a custódia cautelar preventiva não pode ser imposta a autor de prática de infração contravencional. não impede a lavratura da prisão em flagrante. É inadmissível a decretação de prisão preventiva em crimes culposos e em infrações punidas. para ordená-la. (A) (D) (E) (B) Art. somente proibição de freqüentar determinados lugares e comunicação prévia à autoridade da alteração de residência. § 1º. não tiverem condições de prestá-la. não impede a lavratura da prisão em flagrante. do CPP (redação alterada pela Lei 12. (Delegado/PI – 2009 – UESPI) A apresentação a autoridade policial deve comunicar a prisão em flagrante ao juiz que. não é apto a justificar a prisão preventiva. (A) (B) (C) (Delegado/PA – 2009 – MOVENS) A respeito das prisões em flagrante. devendo o condutor prestar o compromisso legal para o ato. da Lei 7. II e III. 2º. a prisão temporária poderá ser decretada pelo juiz somente mediante representação da autoridade policial. devendo a autoridade policial instaurar inquérito. C: é de fato inadmissível sua decretação nos crimes culposos. assinale a opção correta. deve o magistrado. A liberdade provisória. 155 do Código Penal. somente. 350 do CPP (com redação alterada pela Lei 12. será encaminhado ao juiz competente o auto de prisão acompanhado de todas as oitivas colhidas e. caput. relaxá-la incontinenti. necessariamente. em vista do que dispõe o art.403/11). do CPP. Quanto ao delegado. B: art. C: o clamor público. e terá o prazo de cinco dias. não há a menor possibilidade de ser decretada nas contravenções penais . sob compromisso. 313 do CPP. de requerimento do Ministério Público ou de representação do delegado de polícia. 304.403/11). preventiva e temporária. deveria ter procedido na forma do art. quando a decretação será admitida mais de uma vez. antes de decidir. sendo. (Delegado/GO – 2009 – UEG) RETO afirmar: (A) Sobre as prisões. efetuada por segurança do estabelecimento comercial. em razão da ilegalidade de sua prisão. independente de compromisso a ser prestado pelo agente. impondo-se o seu relaxamento. por ser medida cautelar própria da fase investigativa. Art. 313. D: art. conforme prescreve o art. (B) (C) A conduta do segurança e da autoridade policial que presidiu o flagrante foi equivocada. tendo em vista a sua ilegalidade. conceder a liberdade provisória do acusado: (A) não impede que a autoridade policial represente pela decretação de sua prisão preventiva. (Defensoria/SP – 2006 – FCC) A liberdade provisória poderá (D) ser concedida sem o pagamento da fiança àqueles que. já que o comportamento do conduzido não se amolda ao tipo prefigurado no art.CoMo PASSAr EM CoNCurSoS JurÍDiCo – 2ª EDiÇÃo! (C) 4. Obriga-se o beneficiário ao comparecimento a todos os atos a que for convocado e proibição de alteração da residência sem prévia comunicação. O relaxamento do flagrante. por si só. 304. 5º. é COR- A: a prisão temporária não pode ser decretada de ofício pelo juiz. caso não cumprido o compromisso. caso o autuado não informe o nome de seu advogado.art. caso seja ilegal ou nula. (Defensoria/SP – 2006 – FCC) Gabarito "E" infração penal (A) (B) (C) A falta de testemunhas da (C) (D) (E) impede a lavratura da prisão em flagrante. para a decretação da prisão preventiva sob a alegação de violação à ordem pública. o magistrado deve. proibição de freqüentar determinados lugares e proibição da ausência de mais de oito dias da residência sem comunicação à autoridade. da CF. D: a custódia temporária pode. 316 do CPP. ao comparecimento pessoal e obrigatório a juízo. ouvir o Ministério Público. Gabarito "B" Gabarito "B" Gabarito "C" A: diante de uma prisão em flagrante ilegal. mensalmente. por si só. B: de fato. § 2º. ou em face da representação da autoridade policial ou de requerimento do Ministério Público. deve. também.960/89. prorrogável por igual período em caso de extrema e comprovada necessidade. fundamento válido. 306. impede a lavratura da prisão em flagrante. diante do não desenvolvimento dos atos executórios da infração penal. do CPP. ouvindo o acusado e os condutores. com pena de detenção. todavia. ao comparecimento a todos os atos a que for convocado. DirEito ProCESSuAL PENAL – AtuALizAÇÃo Nº 1 (D) (E) O relaxamento do flagrante. para informar e justificar suas atividades. mas. relaxando a prisão em flagrante.

) Assinale a alternativa correta que completa a frase acima. portanto. 306. do CPP. configurando. Gabarito "B" (A) (B) (C) (D) Art. sem utilização de agente provocador. a prisão em flagrante do traficante é lícita e não se dá pela compra e venda simulada. uma vez que foi demonstrado o intuito colaborativo do acusado. 317 do CPP foi revogado pela Lei 12. crime impossível. desde que estejam preenchidos os mesmos requisitos para a decretação da prisão preventiva. 53. a prisão em flagrante do traficante é ilegal. espontaneamente. Quando o traficante retirou a droga e a entregou para o policial. (3) flagrante ficto. é: (A) (B) (C) (D) 4-3-2-1-5 2-4-1-5-3 5-1-3-2-4 3-4-2-5-1 (1) flagrante próprio ou perfeito: art. o nome do condutor e os das testemunhas. para efetivar a prisão. B: art. ( ) Ocorre quando alguém provoca o agente à prática de um crime. fora das hipóteses de flagrante e sem ordem escrita do juiz competente. trazer consigo droga. valendo-se de investigação anterior.343/06. do CPP. 283 do CPP (redação dada pela Lei 11. ( ) Ocorre quando a ação policial aguarda o momento da prática delituosa. constando o motivo da prisão. pelo prazo de 24 horas. O termo inicial do prazo é a prisão do conduzido. enseja o trancamento do inquérito por falta de justa causa. 86. presumido ou assimilado: art. da CF. (5) flagrante preparado ou provocado: é hipótese de crime impossível (art. do CPP. mas o policial civil “Tício” deverá também responder por crime de tóxico. durante o seu mandato. C: art. . pois a negociação (venda) configura delito putativo por obra do agente provocador. logo depois de cometer a infração. Constitui hipótese viável de flagrante. Nesse caso. conforme Súmula 145 do STF. “Caio” e “Linus”. é correto afirmar que: (A) (B) (C) Gabarito "D" a correta. com a finalidade de investigação. Em qualquer fase da persecução criminal relativa ao crime de tráfico de drogas será permitido. 303 do CPP. (4) flagrante esperado: a polícia aguarda o momento de agir. 302. 1ª parte. pois adquiriu ilicitamente substância entorpecente. ( ) Ocorre quando o agente é surpreendido cometendo uma infração penal ou quando acaba de cometê-la. e art. A seqüência correta. mas sim pelo fato de o traficante. no instante do cometimento da primeira infração. o “flagrante protelado”. A “prisão para averiguação” consiste na privação momentânea à liberdade de alguém. ( ) Ocorre quando o agente é perseguido. 302. do CPP. 17 do CP). (Delegado/SC – 2008) O policial civil “Tício”. 301. A prisão em flagrante é efetuada pela autoridade policial ou por seus agentes. Segundo a lei processual penal brasileira. III. (Delegado/SC – 2008) Correlacione a segunda coluna de acordo com a primeira. I e II. Analise as alternativas e assinale Gabarito "A" O art. é causa de revogação imediata de prisão preventiva anteriormente decretada. A prisão em flagrante é efetuada por qualquer do povo. a autoridade policial pode determiná-la diretamente. impede o indiciamento e garante ao acusado o direito de não ser recolhido à prisão durante o curso do inquérito e da instrução criminal. ao mesmo tempo em que toma providências para que o mesmo não se consume. Gabarito "D" 12 Art. (2) flagrante impróprio ou imperfeito: art.. (Delegado/SC – 2008) (A) (B) (C) (D) o Presidente da República.403/11). considerando as modalidades de flagrante com os seus respectivos conceitos. objetos ou papéis que façam presumir ser ele o autor da infração. de cima para baixo. II. § 2º. D: art.403/11. não está sujeito a nenhuma modalidade de prisão provisória. conhecido traficante da Capital. na medida em que não há induzimento ou instigação. enquanto não cessar a permanência. que é uma modalidade permanente do crime em questão. A prisão em flagrante se dá por crime a que a lei comina pena de detenção. da Lei 11.. nas infrações penais comuns. efetuaram a prisão de “Mévio” em flagrante delito. visando à prisão de “Mévio”. Gabarito "A" (C) é o único meio de impedir que a apelação interposta contra sentença absolutória tenha efeito suspensivo. Dentro de vinte e quatro horas depois da lavratura do auto de prisão em flagrante será dada ao preso nota de culpa assinada pela autoridade policial competente. do CPP. armas. depois de cessada a permanência. mediante autorização judicial. a prisão em flagrante do traficante é lícita. com instrumentos. 302.EDuArDo DoMPiEri (B) (D) (E) (Delegado/SC – 2008) Ocorre o chamado “flagrante facul- tativo” quando (. da CF. logo após cometer o delito. pelo ofendido ou por qualquer pessoa. 5º. (Delegado/SC – 2008) (A) (B) (C) (D) Nos crimes permanentes o agente poderá ser preso em flagrante delito: já nas fases de cogitação e preparação do crime. A: art. LXI. outros dois policiais civis. A prisão em flagrante se dá no momento em que alguém está no cometimento da infração penal. (1) Flagrante próprio (2) Flagrante impróprio (3) Flagrante ficto ou assimilado ( 4 ) Flagrante esperado (5) Flagrante preparado ( ) Ocorre quando o agente é preso. em situação que faça presumir ser autor da infração. § 3º. IV. provocando a negociação (venda da droga). se passou por consumidor e dele comprou 10 papelotes de cocaína.

10. quando descumpre medida cautelar imposta cumulativamente com a fiança. (A) (B) (C) (D) (E) o beneficiário não cumpre as condições que lhe foram impostas para gozar da liberdade provisória mediante fiança. de 7. ou seja. quando deliberadamente pratica ato de obstrução ao andamento do processo. Testemunha fedatária ou instrumentária é a que atesta a regularidade. devendo os policiais civis “Tício”.722-RS. não há mais que se falar em automatismo legal. Gabarito 1C a materialidade delitiva e o indicio de autoria. §§ 2º e 3º. mas com maus antecedentes. e quando pratica nova infração penal dolosa (conforme nova redação dada ao art. Euclides não deverá ser preso. Gabarito "A" Gabarito "B" Euclides deverá ser preso em flagrante delito.10. fala-se em (A) (B) (C) (D) (E) (Delegado/SP – 2008) Quando quebramento da fiança. pois os agentes induziram a prática criminosa. 302 do CPP (flagrante presumido ou ficto). (Delegado/SP – 2008) Dentre os requisitos legais para decretação da prisão preventiva do indiciado não se encontram (A) (B) (C) (D) (E) 1: julgados recentes do STJ firmaram o posicionamento segundo o qual o advogado comprovadamente inscrito nos quadros da OAB tem direito a permanecer provisoriamente preso em sala de Estado-maior. assinale a opção correta. os poli- a seguinte situação hipotética. a prisão cautelar somente será decretada quando absolutamente indispensável a uma eficiente prestação jurisdicional. a polícia abordou uma pessoa em atitude suspeita e. HC 9. aquela que acompanhou a leitura do auto de prisão em flagrante na presença do acusado.. 304.09. pois não há que se falar em flagrante no caso mencionado. da Lei 8. A expressão logo depois. ou de qualquer outro preso especial.906/94). (Magistratura Federal – 5ª Região – 2007 – CESPE) Considere (Analista Judiciário/TJRJ – 2008 – CESPE) Em uma ronda de rotina. A jurisprudência tem entendido inaplicável. a legalidade de um ato (art. primário. Gabarito "E" 1: por este princípio. via rádio. deve circunscrever-se à garantia de recolhimento em local distinto da prisão comum. independentemente da natureza do crime. não se podendo. à sua falta. 341 do CPP). não pode constituir motivo bastante para decretação da prisão preventiva. a Súmula 145 do STF. rel. cassação da fiança. V. pelas características. reforço da fiança. A expressão não comporta um interregno superior a algumas horas. j. inserta no inciso IV do art. no qual foram subtraídos vários relógios e jóias. portando várias jóias e relógios. nem mesmo quando se trata de crimes hediondos. poderá o preso ser recolhido a cela distinta da prisão comum. Julgue o 13 Julgue o . rel. Consultando o sistema de comunicação da viatura policial. além de um aparelho celular de cor rosa. A esse respeito: STJ. na modalidade flagrante presumido. inidoneidade da fiança. (1) aquela que prestou informes fidedignos no processo. Não havendo estabelecimento específico. a conveniência da instrução penal e a garantia de ordem econômica. na modalidade flagrante retardado. devidamente intimado. 7º. Gabarito "E" Fala-se em quebramento sempre que o réu. DirEito ProCESSuAL PENAL – AtuALizAÇÃo Nº 1 a prisão em flagrante do traficante é ilícita. não mais existe na legislação brasileira prisão preventiva pela natureza da infração penal. aquela que foi referida por outra testemunha.1999. a ela conferir elasticidade temporal em demasia. portanto.689-SP. a garantia de aplicação da lei penal e a conveniência da instrução penal. aquela que se encontra protegida por lei. Estranhando tais fatos. “Caio” e “Linus” responder por crime de abuso de autoridade. quando resiste injustificadamente a ordem judicial. Min. 312 do CPP. Euclides deverá ser preso em flagrante delito. (1) Segundo o princípio da necessidade. (Magistratura Federal – 5ª Região – 2007 – CESPE) item seguinte. ciais foram informados de que havia uma ocorrência policial de furto no interior de uma residência na semana anterior. na modalidade flagrante próprio. por si só. 5ª T. o direito do advogado. Min. ou. Efetuando diligências rotineiras na rodoviária de determinada cidade às 14 h. deixa de comparecer sem motivo justo. Euclides deverá ser preso em flagrante delito. Com relação a essa situação hipotética. em prisão domiciliar (art. a polícia efetuou ligações telefônicas para alguns números Gabarito 1C Art. observadas as condições mínimas de salubridade e dignidade da pessoa humana. Gilson Dipp. do CPP). da mesma forma. nesses casos. revistando-a. Nesse sentido: HC 129. tem a conotação de imediatidade. Gabarito "C" De acordo com a orientação do STJ. Compete a ele cercar-se dos cuidados necessários para proteger-se. indicavam serem os mesmos encontrados em poder de Euclides. Euclides deverá ser preso em flagrante delito. não autoriza seu encarceramento. policiais militares avistaram Euclides. na modalidade flagrante impróprio. (Magistratura Federal – 5ª Região – 2005 – CESPE) (Delegado/SP – 2008) Denomina-se testemunha fedataria (A) (B) (C) (D) (E) item seguinte.CoMo PASSAr EM CoNCurSoS JurÍDiCo – 2ª EDiÇÃo! (D) 4. O cometimento de crime hediondo ou assemelhado. com instalação e comodidades dignas. a garantia de ordem pública e a conveniência da instrução penal. Og Fernandes. a perpetração de crime hediondo e a proteção estatal do réu. A proteção ao réu. aquela que funcionou como informante sem prestar compromisso de dizer a verdade. perdimento da fiança. 20. que. localizou em seu poder grande quantia em dinheiro.

Neste caso. . ainda que por um só agente (art. 121. pois. I. 1º. a prisão temporária é uma modalidade de prisão provisória destinada a viabilizar as investigações acerca de crimes graves durante a fase de inquérito policial. O homicídio simples (art. logrando descobrir que a dona do celular havia sido vítima de crime de roubo no mesmo dia. que constitui modalidade de crime impossível (art. prorrogável por igual período. Art. 17. Considere a seguinte situação hipotética. Nessa situação. em induzimento. toma providência para que tal crime não se consume. feito isso. Lei 8. por volta das 9 h. o prende em flagrante. § 4º. 14 Gabarito 1E Trata-se do chamado flagrante preparado ou provocado (delito de ensaio). pois a pessoa foi encontrada com objetos que fizeram presumir ser ela o autor da infração. e. haja vista tratar-se de crime hediondo. (Defensoria Pública da União – 2007 – CESPE) Ocorre o flagrante esperado quando alguém provoca o agente à prática do crime e. da Lei 8. viciando a sua vontade. a prisão em flagrante de tal pessoa é legal. A decretação da prisão preventiva pode ocorrer tanto na ação penal pública quanto na ação penal privada. o agente provocador leva o autor à prática do crime. A conduta é atípica. Gabarito 1C 1: art. 311 do CPP. da Lei 7.072/90). no caso. o item seguinte. é cabível a decretação da prisão temporária de Evandro. quando a preparação do flagrante pela polícia torna impossível sua consumação”.072/90 só incidirá nos crimes previstos nessa legislação. recebida a denúncia pelo juiz competente. Gabarito "C" (Delegado Federal – 2004 – CESPE) Julgue (1) o item seguinte. IV.EDuArDo DoMPiEri de telefone que constavam na agenda do aparelho. entende o STF que há crime impossível. Ademais disso. Diferentemente. Há. (Delegado Federal – 2004 – CESPE) Julgue (1) Em face de crime de ação penal privada. Nesse caso. CP). 2º. ao mesmo tempo. 1º. 302. Não há que se falar. CP) só será considerado hediondo quando praticado em atividade típica de grupo de extermínio. flagrante presumido. caput.960/89. com prazo de 30 dias. do CPP. segundo posição do STF esposada na Súmula 145: “Não há crime. Evandro é acusado de prática de homicídio doloso simples contra a própria esposa. no flagrante esperado. I. é cabível a decretação de prisão preventiva. Nessa situação. o prazo de trinta dias de prisão temporária a que alude o art. Gabarito "E" 1: conforme preleciona o art. a polícia ou o terceiro aguarda o cometimento do crime.

desde que em regime aberto. Sujeita-se ao regime disciplinar diferenciado o condenado sobre o qual recaiam fundadas suspeitas de envolvimento ou participação. da LEP (modificado pela Lei 12. caput. A: o princípio da legalidade aplica-se. § 3º. em organizações criminosas. livramento condicional. independentemente do regime prisional.2007) Segundo as disposições da Lei de Execução Penal (LEP. a qualquer título. Art. O preso provisório não se submete ao regime disciplinar diferenciado. ao beneficiário de regime aberto que se encontra nas condições especiais contidas nos incisos do dispositivo legal. É mister que a conduta de cada preso seja individualizada. da LEP. sem vigilância direta. cumprindo pena na penitenciária do Distrito Federal. (Magistratura/AL – 2008 – CESPE) (A) (B) (C) (D) (Magistratura/MG . B: arts. Cícero pode interpor: o recurso de agravo. sim. É a chamada prisão albergue domiciliar. condenada com filho menor ou deficiente físico ou mental. o diretor do estabelecimento poderá aplicar sanção disciplinar coletiva. requer. desde que em regime semi-aberto.2007) Na condição de órgão da execução penal. 112 da LEP. E: art. B: art. é permitida a saída do estabelecimento a condenados que cumprem pena em regime fechado. que contempla. Gabarito "D" cabe remição da pena em um dia a cada cinco dias trabalhados. a depender de ato do diretor do presídio. II. é possível a saída temporária aos que cumprem pena em regime semi-aberto. da LEP. a revisão criminal executória. o recolhimento em residência particular será admitido. 15 Gabarito "C" . caput e § 1º. na Vara de Execuções Criminais. da LEP. que é aplicável somente ao condenado definitivamente a pena privativa de liberdade. de forma que é possível haver falta disciplinar que não esteja prevista expressamente em lei ou regulamento. (A) (B) Gabarito "D" O princípio da legalidade não se aplica ao regime disciplinar previsto na LEP. 45. A inclusão no regime disciplinar diferenciado pode ser aplicada por ato motivado do diretor do estabelecimento prisional. Inconformado. condenado acometido de doença grave. quadrilha ou bando. ratificado pelo juiz competente. 122 da LEP. condenado maior de 70 (setenta) anos. (Magistratura/MG . indefere o pedido. quando se tratar de: (A) (B) (C) (D) condenada gestante. 197 da LEP. incumbe ao Conselho Penitenciário. conforme preleciona o art. 126. o recurso em sentido estrito. O juiz. mediante escolta. § 2º. mas não aos presos provisórios. será possível a progressão de regime se o preso tiver cumprido um quarto da pena no regime anterior e ostentar bom comportamento carcerário. o recurso de apelação. 52. da LEP. deveres e disciplina do preso e (ou) condenado. C: art. Gabarito "A" (A) (B) (C) (D) A: art. D: art. C: art. 52 da LEP. ao final.4. artigo 117). 52. ao regime disciplinar previsto na LEP. a regime disciplinar diferenciado. § 1º. EXCETO emitir parecer sobre comutação de pena. 60. Execução Penal (Magistratura/AL – 2007 – FCC) Na execução de uma pena (E) privativa de liberdade. 117 da LEP. é possível sujeitar o condenado. semi-aberto. 120 e 121 da LEP. um rol taxativo de faltas disciplinares. com posterior homologação pelo juiz da execução. E: art. ainda que em regime fechado. (A) (B) (C) (D) (E) (Magistratura/DF – 2007) Cícero. Somente será permitida. por conta disso. D: art. mas não o preso provisório. Não sendo possível identificar o preso que deu início a motim em um corredor do presídio.20.433/11). supervisionar os patronatos. assinale a opção correta. Direito Processual Penal – Atualização nº 1 Eduardo Dompieri 4. Com base na Lei de Execução Penal (LEP) e acerca dos direitos.

51 da LEP. não superior a dois anos. recurso em sentido estrito. 54 da LEP. D: nos termos do art. entre eles a gestante. efeito suspensivo. 49. Gabarito "C" Gabarito "D" Art. a pedido do Ministério Público. a inclusão do preso no regime disciplinar diferenciado dependerá de provocação do diretor do presídio. 93. da LEP. em regra. III: o agravo em execução. o magistrado. condenado maior de 60 (sessenta) anos. de manifestação do MP e. Aludindo ao fato de que. desde que cumpridos os requisitos legais. declarar extinta a punibilidade. Que providência deve ser adotada pelo Juiz da Execução. (Magistratura/MT – 2009 – VUNESP) Consoante à Lei de Exe- 16 (Magistratura/SC – 2009) (A) (B) (C) (D) (E) servidor judicial condenado por crime culposo. 197 da LEP. CF). (Magistratura/MG – 2008) A sentença que decide sobre a progressão do regime de cumprimento da pena é recorrível por: agravo. 70 da LEP. Este recurso obedece ao rito estabelecido para o recurso em sentido estrito (arts. O regime disciplinar diferenciado. cabe recurso em sentido estrito. 49 da Lei de Execução Penal. ainda que por ato motivado. as faltas disciplinares médias e leves deverão ser instituídas por lei local. errada. II: a conversão poderá ser realizada desde que atendidos os requisitos listados no art. condenada gestante. (Magistratura/MG – 2008) No curso da execução da pena. recolhê-lo a uma prisão albergue. o trânsito em julgado somente ocorreu após o término do citado livramento.210/84. em relação ao réu: (A) (B) (C) (D) Quais são corretas? (A) (B) (C) (D) (E) colocá-lo em liberdade. O juízo da execução penal poderá realizar a conversão da pena privativa de liberdade. 183 da LEP – Lei 7. correição parcial. RETA: (A) Assinale a alternativa INCOR- (B) É a chamada prisão albergue domiciliar. isso porque o apenado foi preso durante o período de prova e terminou condenado pela prática de novo crime. nos termos do disposto no art. Comete falta grave o condenado a pena restritiva de direitos que provocar acidente de trabalho. C: só incorrerá na falta grave prevista no art. condenação por fato definido como crime culposo. cabe carta testemunhável. (Magistratura/PA – 2008 – FGV) O Ministério Público requer (C) (D) ao juiz a suspensão e posterior revogação de livramento condicional. que será recebido nos efeitos devolutivo e suspensivo. não estão sujeitos às sanções disciplinares os internados submetidos a medida de segurança. portanto. A: art. Gabarito "A" II. ao Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária. Nos termos do parágrafo único do art. 197 da LEP. relatório dos trabalhos efetuados no exercício anterior. interná-lo em estabelecimento adequado. E: as medidas de segurança não foram inseridas no dispositivo. 50. (A) (B) (C) (D) (E) Gabarito "C" Art. 180 da LEP. único do art. Art. (E) De acordo com o art. caput. embora a condenação pelo novo crime tenha sido proferida durante o período de prova do livramento. que somente terá lugar. Gabarito "C" .210/84. previsto no art. a decisão a respeito da necessidade da medida deverá ser fundamentada (art. IX. (A) (B) (C) (D) III. o condenado submetido a pena restritiva de direitos cometerá falta grave se praticar qualquer das condutas previstas no art. ao final. cabe apelação. 44 da Lei de Execução Penal. II e II I. não comporta. 183 da LEP. não pode ser aplicado pelo diretor do estabelecimento penal. no primeiro trimestre de cada ano. poderá determinar a substituição da pena por medida de segurança. 197 da LEP. segunda parte. 49 da Lei de Execução Penal – Lei 7. pune-se a tentativa com a sanção correspondente à falta consumada. que equipara a falta consumada à tentada no que toca à punição. somente se admitirá o recolhimento do beneficiário de regime aberto em residência particular quando se tratar de I: art. 582 a 592 do CPP). B: é o teor do p. Gabarito "D" cução Penal. quando se tratar de beneficiário de regime aberto que se encontrar nas condições especiais contidas nos incisos do dispositivo legal.EDuArDo DoMPiEri (C) (D) emitir parecer sobre indulto com base no estado de saúde do preso. o juiz indeferiu o requerimento do Ministério Público. Dessa decisão: não cabe recurso. IV. Quando no curso da execução da pena privativa de liberdade sobrevier doença mental. Art. Apenas I Apenas II Apenas III Apenas I e II I. da LEP (provocar acidente de trabalho) o condenado à pena privativa de liberdade. O recurso adequado para atacar a decisão do magistrado que indeferiu a progressão do regime fechado ao semiaberto é o agravo em execução. condenado que se comprometer a não se ausentar da cidade. Proposição. cabe agravo. sobreveio a insanidade mental do réu. Gabarito "C" (Magistratura/RS – 2009) Considere as assertivas abaixo sobre execução penal. apurada em regular perícia médica. apresentar. em restritiva de direitos. 117 da LEP. apelação. Em se tratando de falta disciplinar.

no caso de cometimento de falta grave. é correto afirmar: (A) (B) 4. O condenado que cumpre pena em regime fechado não poderá remir. observada. consolida-se o entendimento segundo o qual o tempo remido deve ser computado como pena cumprida.433/11.433/11 consiste na remição pelo Arts.433/11. em regime fechado. os Estados. O condenado que cometer falta grave durante o cumprimento da pena perde os dias remidos na proporção do restante da pena a cumprir. único. revogar no máximo 1/3 do tempo remido. LEP. uma proporção máxima em relação à qual poderá se dar a perda dos dias remidos. Gabarito "A" O Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico destina-se exclusivamente aos inimputáveis. C: assertiva em conformidade com o disposto no art. O condenado que cometer falta grave durante o cumprimento da pena perde os dias remidos. Obter ocupação lícita em tempo razoável é condição obrigatória imposta ao beneficiário do livramento condicional. destina-se. Gabarito "C" (E) O condenado que cometer falta grave durante o cumprimento da pena não perde os dias remidos em face do princípio do direito adquirido. que inseriu tal possibilidade no art. a determinação do regime de cumprimento será feita pelo resultado da soma ou unificação das penas. E: art. para visita à família. da LEP. ainda que devidamente isolados. quando for o caso. assinale a alternativa correta: (A) (Magistratura/SC – 2008) (B) (C) (D) (E) Quando houver condenação por mais de um crime. Postula. nos termos do disposto no art. da LEP. pelo trabalho. poderá o juiz. O juiz não poderá. com vigilância direta. D: trata-se do estabelecimento destinado a acolher presos provisórios – art. B: a proposição está em desconformidade com o art. 128 da LEP pela Lei 12. desde que devidamente isolados. I. da LEP. da LEP – dispensa a vigilância direta. para todos os efeitos. 120 a 125 da LEP. E: é o estabelecimento destinado a abrigar aquele que se encontra no cumprimento da pena em regime aberto. o réu foi transferido para presídio situado em comarca distinta da originária. Agora. A saída temporária a que alude o art. Sem óbice no princípio da coisa julgada. da Lei de Execução Penal. caput. Quando houver condenação por mais de um crime. 82. RETA: (A) (B) (C) (D) (E) Segundo a Lei de Execução Penal. parte do tempo de execução da pena. Assim. A decisão transitou em julgado. no mesmo processo ou em processos distintos. bem como os que devem cumprir a pena restritiva de direito consistente em limitação de fim de semana – art. 126 da LEP. Cremos que uma das grandes inovações trazidas pela Lei 12. Gabarito "A" A: art. A cadeia pública destina-se ao condenado. caput. 122. a despeito de estar reconhecido na Súmula 341 do STJ. 122 da LEP destina-se aos presos que cumprem pena em regime semiaberto. 126. O mesmo conjunto arquitetônico não poderá abrigar estabelecimentos penais de destinação diversa. a determinação do regime de cumprimento será feita pelo resultado da soma ou unificação das penas. A União Federal. modificar as condições estabelecidas para concessão de regime aberto. o juiz pode alterar. em vista da nova redação do art. exclusivamente. em regime semiaberto. local adequado àqueles submetidos à medida de segurança de internação. motivadamente. de (C) acordo com a orientação majoritária da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal: (A) (D) (B) (E) (C) (D) (Magistratura/SC – 2009) De acordo com a Lei n. a detração ou remição. E ela veio com a Lei 12.258/10. (Magistratura/SP – 2007) Antônio veio a ser condenado por crime de tráfico de entorpecentes. O condenado que cometer falta grave durante o cumprimento da pena não perde os dias remidos em face do princípio da coisa julgada. sujeitos ao regime disciplinar diferenciado. 99. o condenado que cumpre pena em regime fechado poderá obter saída temporária de 7 (sete) dias para visitar a família. devendo a contagem recomeçar a partir da data da infração disciplinar. Vide Lei 12. da LEP. DirEito ProCESSuAL PENAL – AtuALizAÇÃo Nº 1 estudo. C: será beneficiado pela remição por meio do trabalho o condenado que cumpre pena em regime fechado ou semiaberto – art. na fase de execução da sentença. aos inimputáveis e também aos semi-imputáveis.CoMo PASSAr EM CoNCurSoS JurÍDiCo! – 2ª EDiÇÃo (Magistratura/SC – 2009) Acerca da Lei de Execuções Penais. a forma de cumprimento da pena de limitação de fim de semana. (Magistratura/SC – 2008) Assinale a alternativa correta. reclamava uma legislação que lhe desse parâmetros para viabilizar sua aplicação. Os reeducandos que cumprem pena em regime semiaberto poderão obter autorização para saída temporária do estabelecimento. A Casa do Albergado destina-se. 87. LEP. com sentença transitada em julgado. p. não houve nenhuma mudança legislativa. D: a saída temporária do condenado que cumpre pena em regime semiaberto para visitar a família – art. O condenado com mais de 70 (setenta) anos. que prevê a possibilidade de o mesmo conjunto arquitetônico (complexo de prédios) reunir estabelecimentos de destinação diversa. Em vista das alterações implementadas na LEP pela Lei 12. 127 da LEP. 116 da LEP. O tempo remido não será computado para a concessão de livramento condicional e indulto.º 7. que disciplinou os casos de vigilância indireta.210/84. Neste ponto. ao cumprimento de pena privativa de liberdade. preferencialmente. de ofício. caput. O condenado que cometer falta grave durante o cumprimento da pena perde metade dos dias remidos. beneficiário do regime aberto. Gabarito "C" A: o hospital de custódia e tratamento.433/11. 93. então. tema que. 102. 17 Assinale a alternativa INCOR- . diante da prática de falta grave. poderá cumprir a pena em residência particular. o Distrito Federal e os Territórios poderão construir penitenciárias destinadas. § 2º. estabeleceu-se. 111. B: com a nova redação dada ao art. a pena de reclusão. aos presos provisórios e condenados que estejam em regime fechado.

da LEP. Gabarito "A" (D) (E) (A) (B) (C) (D) A: esta possibilidade está prevista no art. 49. até que surja vaga em estabelecimento adequado. A legitimidade para requerer a concessão de indulto individual foi atribuída por lei apenas ao sentenciado e ao MP. a tentativa é punida com sanção mais branda do que a correspondente à falta consumada. o juiz poderá revogar até 1/3 do tempo remido. em vista do disposto no art. e de acordo com a Jurisprudência atual do Supremo Tribunal Federal. aplicandose analogicamente o disposto no art.2007. Celso de Mello. da LEP e Súmula 611 do STF. Gabarito "D" (B) (C) Art. sem oitiva e anuência prévias do MP. D: proposição em conformidade com o art. quando inexiste prazo mínimo de internação. 183 da LEP. Não é cabível porque a sentença transitou em julgado. sendo competente o Tribunal de Justiça em sede de revisão criminal. § 2º. III. Revisão criminal perante o Tribunal de Justiça.. agravo no prazo de 10 dias. da LEP. I. (E) (Ministério Público/ES – 2010 – CESPE) A (A) respeito dos incidentes de execução penal. razão pela qual é necessária a identificação dos participantes e individualização das condutas. O tratamento ambulatorial pode ser convertido em internação se o agente revelar incompatibilidade com a medida. agravo no prazo de 5 dias. deverá o juiz. sem efeito suspensivo. assinale a opção correta. Não há previsão legal para a conversão de pena de limitação de fim de semana em privativa de liberdade. É cabível. não mais podendo ser revista. 60. É a consagração do princípio da responsabilidade pessoal. assinale a opção correta. Requerimento ao Superior Tribunal de Justiça. com efeito suspensivo. sobrevier doença mental ou perturbação da saúde mental do sentenciado. da LEP. É cabível. § 1º. um deles processado em Delegacia de Polícia distinta. É nula a decisão judicial que transfere o sentenciado do regime fechado para o regime semiaberto. a inexistência de vaga em colônia agrícola ou em colônia penal industrial ou em estabelecimento similar. único. o tempo de isolamento ou inclusão preventiva no regime não será computado no período de cumprimento da sanção disciplinar. Waleska deve permanecer em liberdade. a.3.EDuArDo DoMPiEri seja em seu favor aplicado o princípio da novatio legis in mellius. 197 da LEP. apropriou-se indevidamente de certas quantias de uma agência bancária. 112. à pena de 5 anos e 4 meses a ser cumprida em regime semiaberto. com efeito suspensivo. sendo necessariamente deduzida na vara de origem. Indaga-se se a postulação é cabível e. das decisões proferidas pelo Juiz das Execuções caberá: (A) (B) (C) (D) (E) penal. (Magistratura/TO – 2007 – CESPE) Considere que Waleska tenha sido condenada pela prática de crime de roubo. 66. Gabarito "E" (Magistratura/SP – 2007) Maria. não se podendo identificar ao certo quem deu início a ela. Correram três inquéritos e. caso afirmativo. 181. determinar a substituição da pena por medida de segurança. A: neste caso. Gabarito "C" (C) (D) Art. o juiz. 45. B: art. Em razão do primeiro e segundo inquéritos. da LEP. por malícia do banco. 127 da LEP pela Lei 12. sobreveio sentença condenatória que reconheceu a continuidade delitiva. Quando. sem efeito suspensivo. (Ministério Público/ES – 2005) De acordo com a lei 7. (A) (B) (C) (D) (B) É cabível. 188.433/11. é cabível a punição de todos os condenados desse pavilhão. da LEP. 2ª T. Art. B: além do sentenciado e do MP. 66. de ofício. LEP). HC 87. têm legitimidade para requerer o indulto individual o Conselho Penitenciário e a autoridade administrativa (art. no curso da execução da pena privativa de liberdade. Segundo a Lei de Execução Penal. para limitar a perda a trinta dias. (A) (Ministério Público/AM – 2008 – CESPE) Acerca da execução Gabarito "B" Entende o STF que. C: art. único. p. agravo no prazo de 10 dias. Considere. ratificados ambos os decisórios em segundo grau. E: neste caso. sendo competente a vara pela qual tramita a execução penal. ante a mudança implementada no art. vide o julgado: STF. 58 da Lei de Execução Penal. com sentença transitada em julgado. por ocorrer trânsito em julgado que confirmou a condenação. Min. sem efeito suspensivo. Em caso de regime disciplinar diferenciado. 184.985-SP. Nesse caso. ser submetida a prisão domiciliar. apensados. qual medida poderá ser diligenciada em seu prol? Havendo rebelião em um pavilhão do presídio. se por outro motivo não se encontrar presa. a quem deve ser dirigida. 197 da LEP. em caso de cometimento de falta grave pelo preso durante o cumprimento da pena. durante certo tempo. cumprir pena em colônia agrícola ou colônia penal industrial ou em estabelecimento similar na comarca mais próxima. rel. único. § 3º. D: art. Gabarito "D" . de que era funcionária. deverá decretar a extinção da punibilidade. (A) (B) 18 (C) (D) Nenhuma. C: art. Em tais circunstâncias. com efeito suspensivo. haverá a perda dos dias remidos. da LEP. 20. da LEP. agravo no prazo de 5 dias. O terceiro também rendeu ensejo a outra ação criminal de que resultou nova condenação de Maria. no prazo de cinco dias. Unificação de penas. p.210/84 A esse respeito. ainda. Contra as decisões proferidas pelo juiz das execuções cabe recurso de agravo. apelação no prazo de 15 dias. aguardar em regime fechado o surgimento de vaga em estabelecimento adequado à execução do regime semi-aberto. dentro do mesmo estado. por encontrar-se esgotada a jurisdição estadual. E: art. p.

210/1984). 126 da LEP. pela prática do crime de estupro. C: art. III. II: art. comutação de pena. O pedido foi deferido pelo juiz. detração penal. único. O condenado a quem sobrevier doença mental será internado em Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico. 49. atestado comprovando seu bom comportamento carcerário. sua conduta pode ser enquadrada como falta grave. aplica-se ao preso provisório ou condenado que pratica crime doloso e provoca subversão da ordem ou disciplina interna. 52. O tempo remido não será computado para a concessão do livramento condicional e indulto. sujeita o preso provisório. mas a inclusão do preso no regime disciplinar diferenciado. p. com duração de 02 horas as assertivas I. 183 da LEP. II e III estão corretas as assertivas II.433/11). aplica-se ao preso provisório ou condenado sobre o qual recaiam fundadas suspeitas de Gabarito 1C. julgue os próximos itens. caput. Gabarito "B" (Ministério Público/SP – 2010) Assinale a afirmativa incorreta. o juiz agiu incorretamente. DirEito ProCESSuAL PENAL – AtuALizAÇÃo Nº 1 (Ministério Público/PR – 2008) O regime disciplinar diferenciado foi introduzido no Brasil pela Lei nº 10. Considere a seguinte situação hipotética.1) Assinale a alternativa CORRETA. a título de perda decorrente do cometimento de falta grave. sem prejuízo da sanção por nova falta grave da mesma espécie. regressão no regime prisional. Nessa situação. até o limite de 1/6 da pena aplicada A autoridade administrativa (diretor do presídio ou cadeia) poderá decretar o isolamento preventivo do faltoso pelo prazo de 10 dias. 128 da LEP (o tempo remido será computado como pena cumprida para todos os efeitos – redação conferida pela Lei 12. O regime disciplinar diferenciado poderá ser imposto aos presos provisórios e aos condenados. (A) (B) (C) (D) (2) I: art. D: art. 102 da LEP. para o preso provisório.2) Segundo o que dispõe a Lei de Execução Penal (Lei n. Iran foi condenado à pena privativa de liberdade de seis anos. em face das peculiaridades do caso concreto. analise as assertivas: A prática de fato definido como contravenção penal constitui falta grave e. I. da LEP. que o direito à assistência material estende-se ao egresso. 50. D: art. com violência real. Nesse sentido. I. de 1º de dezembro de 2003. (Ministério Público/MG – 2010. e 127 da LEP. em regime fechado. o limite de 1/3 dos dias remidos. ou condenado. cuja nova redação impõe ao magistrado. 61. III e IV estão corretas as assertivas II e III estão corretas todas as assertivas estão corretas Gabarito "C" INCORRETA: (A) (B) Assinale a alternativa I. B: art. e 11. no interesse da disciplina e da averiguação do fato. O condenado que cumpre pena em regime fechado ou semi-aberto poderá remir. que o Patronato é Órgão da Execução Penal. em relação ao regime disciplinar diferenciado: (A) (B) Art. 3E (Ministério Público/MG – 2010. compete ao Conselho Penitenciário emitir parecer sobre os pedidos de Gabarito "A" A: de fato. que a tentativa de falta disciplinar é punida com a sanção da falta consumada. Se um interno de um presídio tiver sido surpreendido quando fazia uso de telefone celular. Tendo cumprido dois anos da pena aplicada. tratando-se de delito praticado com violência contra a pessoa. a jurisprudência firmou o entendimento no sentido de que o Juízo da Execução. Em relação às regras estabelecidas para o referido regime. tendo em vista que. 2: art. da LEP. caput. o trabalho para o preso provisório é facultativo. 10. sem prejuízo da sanção penal. 52. A: art. quando ocasione subversão da ordem ou disciplina internas. A Cadeia Pública destina-se ao recolhimento de presos provisórios. pode determinar a sua realização. da LEP. B: arts. o trabalho interno é obrigatório. Gabarito "D" 19 . Nos termos do que dispõe a Lei de Execução Penal (Lei nº 7. Haverá excesso ou desvio de execução sempre que algum ato for praticado além dos limites fixados na sentença. dependerá de despacho prévio e fundamentado do juiz da execução penal no prazo máximo de 15 dias No regime disciplinar diferenciado o preso terá direito de receber visitas semanais somente de 02 pessoas. da LEP. I. 7. da LEP. VI. 2C. 3: a nova redação conferida ao art. Entretanto. nessa situação. III.792. parte do tempo de execução da pena. da LEP. 52. da LEP. pelo diretor do presídio. C: art. 185 da LEP. a Súmula 471 do STJ. (Ministério Público/RR – 2008 – CESPE) (1) Com relação à execução da pena. E: art. 112 da LEP deixou de exigir o exame criminológico. em normas legais ou regulamentares. nos exatos termos do art. anistia. único. é INCORRETO afirmar (A) (B) (C) (D) (3) que. p. 1: arts. se entender necessário. da LEP. § 1º. ao regime disciplinar diferenciado A duração máxima do regime disciplinar diferenciado é de 360 dias. 60. requereu a progressão de regime. (C) (D) (E) II. tendo como conseqüência a perda dos dias remidos. 52. (A) (B) (C) (D) (E) saídas temporárias. da LEP. IV. p. 31. VII. único.210/1984). III: art. pelo trabalho. tendo sido expedido.CoMo PASSAr EM CoNCurSoS JurÍDiCo! – 2ª EDiÇÃo (Ministério Público/GO – 2005) 4. torna-se imprescindível a realização de exame criminológico. IV: art. sendo cabível quando houver risco para a ordem e a segurança do estabelecimento penal ou da sociedade. 70. da LEP.

II. embora não seja inconstitucional. Gabarito "A" Gabarito "C" A assertiva se refere à Súmula Vinculante nº 9. por ser a remição instituto de extinção da pena. em organizações criminosas.210/84. da LEP. 58 da LEP. Gabarito "E" não especifica as faltas disciplinares leves e médias. § 1º. quando a execução hoje está desprovida de tratamento coativo e. Os dois praticaram. (C) (D) Excesso ou desvio de execução ocorre quando. suspensão de direitos. (B) (A) (B) Gabarito "D" Há súmula do STF reconhecendo que o art. não podem ser declarados perdidos os dias remidos antes da prática da falta. o preso não se sujeita à (ao) (A) (B) (C) (D) (E) advertência. isolamento celular. com duração máxima de trezentos dias. doravante. portanto. ocasionar subversão da ordem ou disciplina internas. mas. (Defensoria/SP – 2009 – FCC) Serafim. 127 da Lei de Execução Penal é considerado pela jurisprudência majoritária evidentemente inconstitucional. Há súmula do STF reconhecendo que o art. B: assertiva em consonância com o teor do art. 52. 20 (C) (D) (Delegado/SC – 2008) Acerca das execuções penais. D: art. que. não se tratando. I. algum ato for praticado além dos limites fixados na sentença. assinale a alternativa correta. consequentemente. pode ser aplicado a estrangeiros que apresentem alto risco para a ordem e a segurança do estabelecimento penal ou da sociedade. (D) (E) Penais (A) (B) (Defensoria/RN – 2006) A Lei 7. determinado pelo art. com isso. da LEP. só podem ser declarados perdidos. tem como característica o recolhimento em cela individual. visto que em consonância com o que dispõe o art. falta disciplinar de natureza grave apurada em sindicância. em virtude de prática de falta grave. devem ser declarados perdidos apenas os dias remidos em razão do período trabalhado durante o ano em que a falta foi praticada. trinta dias de remição. durante a execução da pena. portanto. O art. teve declarados remidos trinta dias de pena. D: esta característica sua está presente no art. a qualquer título. em razão da nova redação dada ao art. quadrilha ou bando. e também quando sobre o preso recair fundada suspeita de envolvimento em organização criminosa. através do qual o condenado faz com que o trabalho se substitua à privação de liberdade. Art. 127 da Lei de Execução Penal é inconstitucional. na mesma data. 52. Como se nota. Art. pois. de benefício. quando recolhidos a estabelecimentos sujeitos à administração estadual. 49 da LEP. com o advento da Lei 12. pretende fazer do trabalho penal e da remição um instrumento de adestramento forçado. 185 da LEP. de contraprestação. em virtude de quatro anos de trabalho em presídio. Manuel. quando o preso oferecer alto risco para a ordem e para a segurança do estabelecimento penal ou da sociedade. em momento algum o legislador limitou a aplicação do regime disciplinar diferenciado ao preso provisório ou condenado por crime hediondo ou a ele assemelhado. 53 da LEP. 52. da LEP. caput. da LEP. da LEP. quadrilha ou bando. E: art. Há súmula do STF reconhecendo que o art. a proporção dos dias perdidos por conta do cometimento de falta grave não poderá superar 1/3 dos dias remidos. 52. A pena unificada para atender ao limite de trinta anos de cumprimento. portanto. 75 do Código Penal. da LEP. repreensão. as quais competem à norma local. como livramento condicional ou regime mais favorável de execução. Compete à Justiça Federal a execução das penas impostas a sentenciados pela própria Justiça Federal. . reconhecidas em juízo a legalidade do procedimento administrativo e a tipicidade do fato. A jurisprudência majoritária é no sentido de que o art. determina que os presos provisórios não podem ser submetidos ao regime disciplinar diferenciado. (C) A: assertiva correta. § 1º. 52.433/11. perdeu sua razão de ser. C: art. fruto de opção político-criminal pelo exercício do direito social do trabalho pelo preso. é desproporcional e. 127 da Lei de Execução Penal. já que fere os princípios da segu- (Delegado/SP – 2008) Dentre as sanções disciplinares da Lei de Execução Penal. somente o preso provisório ou condenado por crime hediondo ou assemelhado pode ser submetido ao regime disciplinar ou diferenciado. Considerando que o art. 127 da LEP. é considerada para a concessão de outros benefícios ao preso. C: são basicamente três as hipóteses em que é possível a inclusão do preso condenado ou provisório no regime disciplinar diferenciado: quando o preso praticar fato previsto como crime doloso e. Não se admite a progressão de regime de cumprimento de pena ou a aplicação imediata de regime menos severo nela determinada antes do trânsito em julgado da sentença condenatória. todos os dias de pena remidos pelos dois presos devem ser declarados perdidos. 52. em normas legais ou regulamentes. 127 da Lei de Execução Penal não é inconstitucional e. 127 da Lei de Execução Penal é inconstitucional porque é fruto de ultrapassado ideal de ressocialização disciplinadora e correicionalista.EDuArDo DoMPiEri (C) (D) (E) envolvimento ou participação. estabelece o regime disciplinar diferenciado que implica recolhimento em cela individual. já que. sim. B: art. 127 da Lei de Execução Penal afirma que o condenado que for punido por falta grave perderá o direito ao tempo remido. assinale a alternativa correta. estabelece que o preso poderá ser levado ao isolamento preventivo por até trinta dias. teve declarados remidos novecentos dias de pena. Gabarito "A" em virtude de dois meses de trabalho em presídio. § 2º. proibição de remição da pena. (A) A: art. Lei de Execuções rança jurídica e da proporcionalidade e.

2: não mais. a 1/3 dos dias remidos. no máximo. (2) (Procuradoria Federal – 2007 – CESPE) seguinte. da LEP e Súmula 611 do STF. 2C Ainda que a sentença condenatória tenha transitado em julgado. 61 da LEP. são hipóteses taxativas e serão autorizadas pelo diretor do estabelecimento. I. DirEito ProCESSuAL PENAL – AtuALizAÇÃo Nº 1 (Defensoria Pública da União – 2007 – CESPE) seguinte. os dias perdidos corresponderão. 1: art. reguladas pela Lei de Execução Penal. o Juízo da Execução. o Patronato. De acordo com a Lei de Execução Penal e a jurisprudência do STJ e STF. não constitui órgão da execução penal (A) (B) (C) (D) (E) 4. Em razão da modificação operada no art. 66. somente aos presos definitivos em regime fechado. (1) Julgue o item Gabarito 1E 1: art.CoMo PASSAr EM CoNCurSoS JurÍDiCo! – 2ª EDiÇÃo (Delegado/SP – 2008) Nos termos da lei de Execução Penal. Gabarito "E" As hipóteses de saídas. Delegacia de Policia. 127 da LEP. 120 da LEP. 21 . o Conselho da Comunidade. (1) Julgue o item o Ministério Público. Art. o condenado punido por falta grave sofre a perda da integralidade dos dias remidos. Gabarito 1E. cabe ao juízo criminal prolator da sentença a aplicação de lei mais benigna posteriormente editada.

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I. põem termo a uma etapa do procedimento. dada sua pena. o inquérito deverá ser ultimado no prazo de 30 dias. ou condenado por crime de que se livre solto. Ao proferir a sentença condenatória. se o indiciado estiver preso. temas Combinados e outros temas (Magistratura/AL – 2008 – CESPE) Quanto ao acusado e seu defensor. Apenas as assertivas I e II estão corretas.807/99. Quando verificar que o réu se oculta para não ser citado. contudo. é. Todas as assertivas estão incorretas. Excepcionalmente.898/65. que entendem que os crimes de abuso de autoridade não comportam o procedimento estabelecido na Lei 9. A decisões interlocutórias mistas não se equiparam as decisões interlocutórias simples. III .a localização da vítima com a sua integridade física preservada.a recuperação total ou parcial do produto do crime. 51 da Lei 11. Com o recebimento da denúncia. na forma prevista no CPC. (A) III. trancar a relação processual.099/95). o oficial de justiça deverá certificar a ocorrência e proceder à citação com hora certa. sendo primário. 13 da Lei 9. o que seria incompatível com o procedimento da lei do Juizado Especial. No crime de tráfico de drogas. assim reconhecido na sentença condenatória. (B) (C) (D) (E) A falta de comparecimento do defensor.a identificação dos demais co-autores ou partícipes da ação criminosa. salvo se for primário e de bons antecedentes.099/95. com o fim da vedação do procedimento especial (art. à citação e à sentença condenatória. II: a assertiva não está em consonância com o art. o processo penal terá completada a sua formação.296/96. então. (A) (B) (C) (D) 23 Art. com a consequente extinção da punibilidade. ou prestar fiança. ainda que motivada. assinale a alternativa correta: As decisões interlocutórias simples são aquelas que encerram a relação processual sem julgamento de mérito ou. Lei 9. e em 90 dias.4. Direito Processual Penal – Atualização nº 1 Eduardo Dompieri 4. (A) (B) Gabarito "A" (Magistratura/PR – 2010 – PUC/PR) Analise os temas abaixo e assinale a alternativa CORRETA: I: no crime de tráfico de drogas. pois as primeiras servem para solucionar questões controvertidas e que digam respeito ao modus procedendi. que. o juiz poderá admitir que o pedido de interceptação telefônica seja formulado verbalmente. Enquanto as decisões interlocutórias simples trancam a relação processual sem julgar o meritum causae.22. dada a incidência de efeitos no âmbito administrativo. e de 30 (trinta) dias. III: art. 362 do CPP. São exemplos desse tipo de decisão a que recebe a denúncia ou queixa e decreta ou rejeita pedido de prisão preventiva. no caso de o indiciado encontrar-se solto. O abuso de autoridade sujeitará o seu autor à sanção penal. caso em que a concessão será condicionada à sua redução a termo. IV: a incidência do rito sumaríssimo aos crimes previstos na Lei 4. no entanto. poderá o juiz. Sobre a norma para a organização e a manutenção de programas especiais de proteção a vítimas e a testemunhas ameaçadas. 61. Gabarito "C" IV. neste caso. 4º da Lei 9. ainda que provisoriamente ou apenas para o efeito do ato. de ofício ou a requerimento das partes. viável. em princípio. quando solto. desde que dessa colaboração tenha resultado: I . Há autores. sem. Apenas as assertivas II e IV estão corretas. se preso estiver o indiciado. conceder diminuição de pena de _ até _ ao acusado que. (Magistratura/PR – 2008) Quanto aos atos jurisdicionais penais. que prevê. devendo o juiz nomear substituto. Apenas as assertivas III e IV estão corretas. tenha colaborado efetiva e voluntariamente com a investigação e com o processo criminal. . a concessão do perdão judicial ao acusado. O réu não poderá apelar sem se recolher à prisão. II. II . É o teor do art. não determinará o adiamento de ato algum do processo. o inquérito policial será concluído no prazo de 10 (dez) dias. desde que estejam presentes os pressupostos que autorizem a interceptação. o processo será de competência dos juizados especiais criminais.343/06. o juiz fixará também o valor máximo para a reparação dos danos causados pela infração. assinale a opção correta.

o magistrado que deferiu a produção de prova pré-processual está impedido de processar e julgar eventual ação penal dela decorrente. ao contrário. A: o perdão é ato bilateral. 397 do CPP lista as hipóteses em que o acusado. sem reduzir as penas do co-réu. (Magistratura/RS – 2009) (Magistratura/SC – 2009) Conforme o Código de Processo Penal. as quais também comportam impugnação por vários remédios jurídicos. 49 do CPP e art. as interlocutórias mistas. Apenas I Apenas II Apenas III Apenas I e II I. após. Frise-se que o anteprojeto de lei do CPP prevê o chamado “Juiz de Garantias”. considere as assertivas abaixo. do CPP. cederia espaço para outro. 581. na esfera criminal. caput. (C) (D) O sequestro é medida assecuratória que pode recair sobre os bens imóveis adquiridos pelo indiciado com os proventos da infração. 358 do CPP. C: art. No primeiro grau a carta testemunhável será requerida ao escrivão. à unanimidade. por não ter recorrido. Elas trancam a relação processual sem julgar o meritum causae. 24 III. (E) Depende da aceitação do querelado a extinção da punibilidade pelo perdão do ofendido. IV. do CPP. não podendo fundamentar sua decisão exclusivamente nos elementos informativos colhidos na investigação. na medida em que só gera a extinção da punibilidade se for aceito pelo querelado – art. do CPP. poderá ser absolvido sumariamente. reduziu as penas do recorrente pela metade. portanto. as decisões de pronúncia e de impronúncia são impugnáveis. As alegações finais são peças obrigatórias e sua falta causa nulidade por ausência de defesa. já a defesa prévia é peça facultativa da defesa e sua falta não gera nulidade. D: em obediência ao que dispõe o art. caput. deverá o juiz nomear-lhe defensor para que o faça. 125 do CPP. por esse motivo. contrariando parecer do Ministério Público. 580 do CPP. A: art. As decisões interlocutórias simples servem para solucionar questão controvertida e que diz respeito ao modus procedendi. a renúncia. sem. salvo se tenham sido transferidos a terceiros de boa-fé. a citação do militar será feita por meio do chefe do respectivo serviço. II: art. trancar a relação processual. 209. em regra. e 416 do CPP. contudo. Assinale a alternativa INCOR- Gabarito "A" Os magistrados. O militar será citado por mandado a ser cumprido pelo oficial de justiça. que presidiria a instrução. respectivamente. 323 do CPP e passou a admitir a fiança em todos os crimes. por isso não pode ser considerada decisão interlocutória mista. têm força de definitiva. 640 do CPP. orais . Não pode ser incluído na lista geral de jurados aquele que tiver integrado o Conselho de Sentença nos últimos 12 meses antecedentes à publicação daquela. § 2º. reconheceu a modalidade tentada do delito praticado pelos dois réus e. 51 do CPP e 105 do CP. Nos crimes dolosos contra a vida. 396-A. proferem diversas decisões. B: art. por sua vez. II e II Gabarito "C" (D) (E) O juiz não depende necessariamente da instrução do processo para absolver o acusado. A este respeito. ingressar no mérito da causa. D: as alegações finais serão. O juiz poderá absolver sumariamente o réu somente nos processos de competência do Tribunal do Júri. que independe. com diversos conteúdos e provimentos em diferentes momentos processuais. No sistema acusatório pátrio vigente. § 4º. condenado por roubo consumado na pena privativa de liberdade de seis anos de reclusão e multa. 155 do CPP. 416 do CPP. as interlocutórias mistas. III: arts. sem. O juiz poderá ouvir outras testemunhas além daquelas arroladas pelas partes. Ao dar provimento à apelação de um dos réus. Nos processos de competência do Tribunal do Júri. em que um magistrado atuaria na fase investigativa e. Interlocutórias simples são as decisões que servem para solucionar questão atinente à marcha processual. por seu turno. assinale a alternativa INCORRETA: (A) (B) (C) I. constitui ato unilateral. contudo. E: art. não ofereça sua defesa escrita. já que trancam a relação processual sem julgar o mérito da causa. citado pessoalmente. mediante recurso em sentido estrito e apelação. o Tribunal de Justiça. Gabarito "D" Quais são corretas? A: o art. não repetíveis e antecipadas. 616 do CPP. contra a sentença de impronúncia e absolvição sumária caberá apelação. D: art. respectivamente. depois de oferecida a resposta escrita e antes da audiência de instrução. 42 do CPP. B: a Lei 12. No julgamento das apelações o Tribunal poderá proceder a novo interrogatório do acusado.403/11 deu nova redação ao art. 426. 397 do CPP. (A) (B) (C) (D) (E) (Magistratura/SC – 2009) RETA: (A) (B) (C) (D) I: art. ressalvadas as provas cautelares.art. menos naqueles relacionados neste dispositivo e em leis especiais. 104 do CP. apresentam um plus em relação àquelas. Caso o réu. onde há previsão legal expressa. pois fica comprometida a imparcialidade do julgador. B: não há essa previsão na atual legislação processual penal. (Magistratura/SC – 2009) Assinale (A) a alternativa correta: (B) Gabarito "C" O princípio da persuasão racional é aquele pelo qual o juiz formará sua convicção pela livre apreciação da prova produzida em contraditório judicial. concedendo-lhe vista dos autos pelo interregno de 10 dias – art. E: cuida-se de faculdade que lhe confere o art. Nos crimes punidos com reclusão a concessão de fiança depende da pena mínima cominada. da manifestação de vontade do ofensor – art. II. Gabarito "D" . C: art.EDuArDo DoMPiEri (C) (D) A decisão que não recebe a denúncia é terminativa de mérito. O Ministério Público poderá desistir da ação penal. 403. do CPP. C: é defeso ao Ministério Público desistir da ação penal já proposta – art.

pelo querelante ou mesmo pelo acusado – art. que consiste no pagamento em dinheiro ao Estado.CoMo PASSAr EM CoNCurSoS JurÍDiCo! – 2ª EDiÇÃo (Magistratura/SP – 2006) Assinale (A) 4. 24.038/90. mediante representação do juiz presidente. (B) (C) (D) Pelo princípio da especialidade. a quebra de sigilo bancário e de sigilo telefônico. Ao Promotor de Justiça se estendem. 20. ainda que tenha de aplicar pena mais grave. A denúncia será dirigida a autoridade judiciária e o réu se defenderá do fato criminoso nela contido. § 2º. a quebra de sigilo telefônico e determinar interceptação telefônica. C: art. D: art. (A) Assinale a alternativa Gabarito "C" A fiança é uma garantia real. em caráter subsidiário o da lei especial. § 3º. 17 do CPP. C: art. ainda que não desejem prestar declarações. do promotor. 362 do CPP. sendo aplicável somente nos casos de prisão preventiva ou temporária. caput. da Lei 7. direto ou indireto. (A) (B) (B) (C) (D) Em razão do princípio da indisponibilidade do inquérito policial. É através de requisição do juiz. por ser aquele o procedimento geral. consubstanciada no pagamento em dinheiro ou na entrega de valores ao Estado. (A) (Ministério Público/MA – 2009) INCORRETA. DirEito ProCESSuAL PENAL – AtuALizAÇÃo Nº 1 (B) a alternativa incorreta. a prova testemunhal poderá suprir-lhe a falta. pelo assistente. 158 do CPP. Na Lei do Crime Organizado – Lei n. 383 do CPP. haverá sigilo quando houver necessidade para elucidação do fato. caput. B: art. fiscal e telefônico. poderá o Juiz. a liberdade provisória constitui um sucedâneo da prisão em flagrante e uma medida alternativa à decretação da prisão preventiva. 358 do CPP. segundo o regramento processual penal. e não de sua capitulação legal atribuída pelo titular da ação.343/06. que se realiza a sua citação. 427. (Ministério Público/AM – 2005) Comprovado que o acusado se oculta é possível determinar a sua citação por hora certa. Gabarito "C" O STF firmou entendimento no sentido de que as Comissões Parlamentares de Inquérito – art. conforme orientação do Supremo Tribunal Federal. as prescrições relativas à suspeição e aos impedimentos dos Juízes de Direito. ao superior militar do réu. ainda que não desejem prestar declarações. da CF . do CPP. C: art. (Ministério Público/CE – 2009 – FCC) correta. ou seja. no que lhe for aplicável.º 9. 2º. A: art. O prazo para o Ministério Público ofertar denúncia ou pedir arquivamento é de 15 (quinze) dias. A prisão temporária pode ser decretada de ofício pelo Juiz. No inquérito policial. consiste de fato em uma garantia real.estão credenciadas a determinar a quebra do sigilo bancário. ou atendendo a requerimento formulado pelo MP. observados os procedimentos do Código de Processo Penal. do CPP. (Ministério Público/AM – 2005) A: a fiança. 258 do CPP. B: art. representação do ofendido etc. B: art. com o objetivo de assegurar ao agente o direito de permanecer solto durante o processo. têm poderes para a quebra de sigilo bancário e ouvir testemunhas sobre fatos passíveis de incriminá-las. Gabarito "C" Notitia criminis direta se dá quando a autoridade policial toma conhecimento da ocorrência de uma infração penal de forma direta. D: art. caput. 58. a quebra de sigilo telefônico e ouvir testemunhas sobre fatos passíveis de incriminá-las. na sentença. o Estado ou o Município é pública condicionada a representação.034/95 – não pode o juiz participar da atividade da colheita do material probatório antes de receber a denúncia. notitia criminis indireta é o conhecimento que tem a autoridade policial de uma infração penal por meio de um ato formal: requisição do juiz. Gabarito "B" 25 Assinale a alternativa . Gabarito "B" (C) (D) A liberdade provisória tem cabimento restrito. A citação por rogatória é realizada quando o réu se encontra em outro país. 167 do CPP. D: art. C: o desaforamento é determinado pelo Tribunal. E: art. A notitia criminis é classificada como direta e indireta. são julgados pela justiça comum. nos crimes de ação penal pública de competência originária nos Tribunais.º 5. Não sendo possível o exame de corpo de delito em razão do desaparecimento dos vestígios. A: art. a quebra de sigilo bancário e determinar interceptação ambiental ou telemática. portanto. delineando a acusação. desde que o ato seja fundamentado e revele a necessidade objetiva da medida extraordinária. Havendo dúvida sobre a imparcialidade do júri ou a segurança pessoal do acusado o Juiz Presidente poderá determinar o desaforamento do julgamento para outra comarca da mesma região. Desde que descrito o fato na denúncia. 368 do CPP. visando assegurar ao agente o direito de permanecer solto. dar classificação diversa ao ilícito capitulado na vestibular acusatória. não pode este ser arquivado pela autoridade policial. 44 da Lei 11. será imprescindível o exame de corpo de delito. Os crimes de imprensa previstos na Lei n. (B) (C) (D) Quando a infração deixar vestígio. o réu defende-se dos fatos articulados na inicial. Por previsão legal é vedada a concessão de liberdade provisória ao acusado por crime de tráfico de entorpecente. (A) Assinale a alternativa As Comissões Parlamentares de Inquérito. incorreta. (A) (B) (C) (D) (E) (Ministério Público/AM – 2005) Assinale a alternativa incorreta. D: com efeito. devemos entender que se aplica o procedimento do CPP e.250/67. por ofício. 1º da Lei 8. A ação penal quando for vítima a União. 321 e seguintes do CPP. do CPP.403/11. durante o trâmite do processo criminal. por meio de suas atividades de rotina. não podendo supri-lo a confissão do acusado. porquanto contam com poderes próprios de autoridades judiciais.960/89. Gabarito "C" (C) (D) (E) A: art. B: dada a nova sistemática implementada pela Lei 12. prevista nos arts.

77 do CPP (continência). detentoras de diploma de curso superior preferencialmente na área específica. CORRETA. C: art. 645 do CPP. o não-comparecimento do réu ao interrogatório judicial enseja a suspensão do processo e do prazo prescricional. do CPP. a prisão preventiva. A ação penal pública condicionada somente poderá ser iniciada se houver representação do ofendido ou do seu representante legal.1) CORRETA. da data da intimação. (Ministério Público/PR – 2009) Tendo A: sentença absolutória imprópria é a que impõe medida de segurança. colhe-se a autorização da vítima ou de seu representante legal. determina o § 1º do art. (A) (B) (C) (D) (E) Súmula 710 do STF. quando da formalização do ato. O princípio da identidade física do juiz. doravante será também aplicável ao processo penal. caput. citado pessoalmente. 647 e seguintes do CPP) constitui. ocorrendo citação por edital. em conta as asserti- Gabarito "D" . as assertivas II. é aquela colhida sem observância às regras de direito processual. Por se tratar de procedimento de natureza inquisitorial. No processo penal. instrumento idôneo para trancar o inquérito policial. em sentido estrito. A Justiça Militar estadual é competente para processar e julgar os militares do Estado. o acusado que. Gabarito "E" V. e não da juntada aos autos do mandado ou da carta precatória ou de ordem. com a nova redação do dispositivo dada pela Lei 11. IV. V: a Lei 11. manifestamente indevida. todas as assertivas são incorretas. nada obsta que seja decretada a prisão preventiva em desfavor do agente preso por força de custódia temporária. Atualmente. após o que o condenado é recolhido a estabelecimento comum. (Ministério Público/MG – 2007) CORRETA. A suspensão condicional do processo é admitida em processo por crime continuado. III: reputam-se ilícitas as provas que violam normas de direito material.se a pena mínima de cada infração for inferior a um ano. (A) (B) Assinale a alternativa (C) (D) (E) Gabarito "E" Admite-se a prisão em flagrante delito nos crimes em que a ação penal é de iniciativa privada. de modo geral. IV: desde que presentes os requisitos do art. dentre aquelas que tiverem habilitação técnica relacionada com a natureza do exame. Os prazos contam-se. mas reconhece a extinção da punibilidade pela prescrição. E: art. 295 do CPP) perdurará até o trânsito em julgado da sentença condenatória. A prisão especial somente poderá ser concedida depois de instaurado o processo criminal. ao disciplinar que a sentença é de responsabilidade do juiz que presidiu a instrução. quando a lei determinar. I: art. responda: I. C: a ação penal pública será iniciada por denúncia do MP.EDuArDo DoMPiEri (Ministério Público/MG – 2010. no processo penal. 159 que o exame seja feito por duas pessoas idôneas. 240. II. é vedado o trancamento de inquérito policial por meio de habeas corpus. O interrogatório do acusado é um ato privativo do juiz no processo penal comum. da CPP. A: procede-se à prisão em flagrante e. desde que a investigação se revele. o prazo para a defesa será contado do comparecimento pessoal do acusado ou do defensor constituído. (A) Assinale a alternativa III. com diploma de curso superior preferencialmente na área específica. mas não para as ações judiciais cíveis contra atos disciplinares militares. prova ilícita. ou de requisição do ministro da Justiça (art. B: os prazos. No rito ordinário.719/08 introduziu no art. E: o habeas corpus (art. conferindo-lhe a seguinte redação: “O juiz que presidiu a instrução deverá proferir a sentença”. dentre as que tiverem habilitação técnica relacionada com a natureza do exame. 26 (B) (C) (D) (E) A “súmula vinculante” não se aplica ao direito penal e ao direito processual penal. não comparecer tampouco constituir advogado. na falta destes. Nesse caso. 366 do CPP somente terá incidência na hipótese de o acusado. 312 do CPP. (Ministério Público/MG – 2006) a medida de busca e apreensão não pode ser determinada para prender criminosos. único. 396. 367 do CPP que o processo seguirá sem a sua presença. pois tratam de direitos indisponíveis. 399 do CPP o § 2º. pode ser decretada ainda que o acusado esteja preso em virtude de prisão temporária. as assertivas I. preleciona o art. a competência será fixada pela conexão. deixar de comparecer sem motivo justificado. ficarão suspensos o processo e o curso do prazo prescricional. mas dependerá. e ilegítimas as obtidas com desrespeito a norma de direito processual. À falta deste. são contados da data da intimação – Súmula nº 710 do STF. do CPP). p. 24. por algum motivo. Quando um só fato contiver vários crimes.690/08. por duas pessoas idôneas. Gabarito "A" A doutrina denomina decisão absolutória imprópria aquela que condena o réu. as assertivas IV e V são corretas. IV e V são corretas. § 1º. desde que presentes os seus pressupostos e requisitos. antes exclusivo do processo civil. Agora. II. o Código de Processo Penal adotou o princípio da identidade física do juiz. a. de representação do ofendido ou de quem tiver qualidade para representá-lo. II: a redação anterior do art. IV e V são corretas. D: a prisão especial (art. B: o art. sim. O processo da Carta Testemunhável na instância superior seguirá o rito do Recurso em Sentido Estrito. (A) Assinale a alternativa (B) (C) (D) (E) vas abaixo. deve a perícia ser levada a efeito por um perito oficial portador de diploma de curso superior. contam-se os prazos da data de juntada aos autos do mandado de intimação da parte. D: art. todas as assertivas são corretas. Depois de regularmente citado por mandado. citado por edital. nos crimes militares definidos em lei. 159 do CPP estabelecia que a perícia fosse realizada por dois profissionais. o Código de Processo Penal dispõe que a perícia deve ser elaborada por dois peritos oficiais ou.

(Delegado/PA – 2009 – MOVENS) I: art. o ofendido. B: art. com fulcro no art. contam-se da data da intimação. (B) (C) (D) A: o juiz presidente pode. V. E: não há que se falar em violação aos princípios em questão. e não ao concurso material de crimes. na devida ordem. (A) Gabarito "A" Gabarito "C" Não se admite a suspensão condicional do processo no concurso material de crimes. F. por estar submetida ao princípio da inércia. IV. caput e § 1º. Nessa situação. a prisão é ilegal. V. Após assaltarem uma farmácia no centro de Belém-PA. D: art. (B) 4. A: nada impede que o juiz. 302. bem como a homologação de sentença estrangeira. C: art.CoMo PASSAr EM CoNCurSoS JurÍDiCo! – 2ª EDiÇÃo (Ministério Público/PR – 2008) Avalie as afirmações abaixo e marque a opção que corresponda. não podendo funcionar como juiz o sogro. II: art. assinale a afirmativa correta. D: é o entendimento consagrado na Súmula 695 do STF. V. contam-se os prazos da data da juntada aos autos do mandado ou da carta precatória ou de ordem. O impedimento ou suspeição decorrente de parentesco por afinidade não cessa pela dissolução do casamento que lhe tiver dado causa. do CPP. deverão ser realizadas “por perito oficial”. 290 do CPP. V. A representação do ofendido ou seu representante legal nos crimes de ação penal pública condicionada será retratável até o recebimento da denúncia. Na hipótese de co-réus. diligências com o objetivo de se atingir a verdade real. IV. (Defensoria/MT – 2007) Em matéria de Súmulas vigentes do Supremo Tribunal Federal. I. F. na falta deste. de fato. (Procurador do Estado/SC – 2009) correta. segundo entendimento firmado na Súmula 704 do STF. tendo relação com o fato. o genro ou enteado de quem for parte no processo. B: art. se a soma da pena mínima da infração mais grave com o aumento mínimo de um sexto for superior a um ano. os prazos. IV: art. II. (A) (B) (C) (D) (E) A: a Súmula 723 do STF faz referência ao crime continuado. F. ou seu representante legal. por indução. assinale a opção correta. da CF. V. do CPP. Na hipótese de crime de ação penal privada. decairá do direito de queixa ou de representação. 239 do CPP. 255 do CPP. em estrito cumprimento do dever legal ou no exercício regular de direito. 427. dois homens fugiram em direção a Cuiabá-MT. E: art. Não será permitida a apreensão de documento em poder do defensor do acusado. concluir-se a existência de outra ou outras circunstâncias. ao acerto ou erro de cada uma (V ou F. nos termos do art. 105. i. 51 do CPP. 38 do CPP. 314 do CPP. ainda que não tenham sobrevindo descendentes. não terá iniciativa probatória. será feita por duas pessoas idôneas – art. armas. B: Súmula 721 do STF: “A competência constitucional do Tribunal do Júri prevalece sobre o foro por prerrogativa de função estabelecido exclusivamente pela Constituição estadual”. 25 do CPP. em legítima defesa. caput. Compete ao Supremo Tribunal Federal a concessão de exequatur às cartas rogatórias. DirEito ProCESSuAL PENAL – AtuALizAÇÃo Nº 1 (C) II. De outro lado. do CPP. as perícias deverão ser realizadas por dois peritos oficiais. F. V. do CPP. C: art. § 2º. 156. Considera-se em flagrante delito quem é encontrado. com instrumentos. V. F. objetos ou papéis que façam presumir ser ele autor da infração. III: art. salvo quando constituir elemento do corpo de delito. (A) (B) Assinale a alternativa Em relação às prisões e à prova. com o propósito de esclarecer dúvida acerca de ponto relevante. o cunhado. depois. 303 do CPP. uma vez que os referidos policiais deveriam ter acionado as autoridades policiais locais. Policiais civis do Estado do Pará que passavam próximo ao local saíram em perseguição. No processo penal. entende-se o agente em flagrante delito enquanto não cessar a permanência. respectivamente): I. pois não têm autorização legal para atuar em outra unidade da Federação. mas só efetuaram a prisão dos assaltantes na capital de Mato Grosso. as perícias. No processo penal. no processo penal. F. 243. F. logo. Viola as garantias do juiz natural. F. Em nenhum caso a prisão preventiva será decretada se o juiz verificar. em caráter supletivo. C: de acordo com entendimento esposado na Súmula 710 do STF. contado do dia da ocorrência do delito. V. determine. D: é de competência do Superior Tribunal de Justiça. Não cabe habeas corpus quando já extinta a pena privativa de liberdade. na área processual penal. V. F. Gabarito "B" (D) (E) A competência constitucional do Tribunal do Júri prevalece sobre o foro por prerrogativa de função estabelecido na Constituição Federal. se não o exercer dentro do prazo de seis meses. representar pelo desaforamento – art. Gabarito "D" 27 . F. 159. o perdão concedido a um dos querelados aproveitará a todos automaticamente. que o agente praticou o fato em estado de necessidade. autorize. (A) (C) (D) (E) O juiz presidente pode representar o desaforamento do julgamento pelo Tribunal do Júri. Nas infrações permanentes. e não da juntada aos autos do mandado ou da carta precatória ou de ordem. Considera-se indício a circunstância conhecida e provada. da ampla defesa e do devido processo legal a atração por continência ou conexão do processo do co-réu ao foro por prerrogativa de função de um dos denunciados. no processo penal. que. A autoridade judicial. pelas provas constantes dos autos. o padrasto. III. do CPP. V.

do CPP. 18 e 28 do CPP. impor prisão preventiva quando da prolação da sentença penal condenatória. p. caso o réu tenha respondido ao processo solto. (Procurador Federal – 2010 – CESPE) No que concerne a citação. do CPP. aplicada em transação ocorrida no Juizado Especial Criminal. o critério para definição de crime afiançável. do CPP. Descumprido o termo de transação o mesmo torna-se insubsistente. 394. Nessa situação. sendo permitido trazê-lo por escrito. em pena privativa da liberdade. A condenação proferida em instância única pelo Tribunal (ação penal originária) implica a conseqüente execução provisória do julgado que aplicou pena privativa de liberdade. porque os recursos cabíveis são desprovidos de efeito suspensivo. é vedado ao delegado de polícia determinar o arquivamento dos autos de inquérito policial. para que se complete a citação com hora certa. (A) (D) (B) (C) (D) A: ao contrário. sendo vedado tal ato ao juiz. do CPP. O juiz não pode aplicar. dando-lhe ciência de tudo. § 1º. O depoimento da testemunha será prestado oralmente. 3E Compete ao Superior Tribunal de Justiça dirimir conflito de competência entre Tribunal de Justiça ou Tribunal Regional Federal e Turma Recursal do Juizado Especial Criminal. ainda que provisoriamente. Ademais disso. desde que o oficial de justiça verifique e certifique que o réu se oculta para não ser citado. tratando-se de prerrogativa benéfica. C: art.403/11. a notificação a que alude o art. § 1º. sentença e aplicação provisória de interdições de direitos e medidas de segurança. 394. discrepa da garantia constitucional do devido processo legal. Será observado o procedimento comum ordinário quando tiver por objeto crime cuja sanção máxima cominada for igual ou superior a quatro anos de pena privativa de liberdade. assinale a opção correta. A transformação automática da pena restritiva de direitos. I. 204 do CPP. que se trate de crime praticado por funcionário público. 323. medida de segurança no curso do inquérito policial. mudou com o advento da Lei 12. até então extraído do art. É cabível a citação por hora certa no processo penal. 387. O procedimento comum sumário será adotado quando tiver por objeto crime cuja sanção máxima cominada for inferior a 6 anos de pena privativa de liberdade. Gabarito "B" Apenas o delegado de polícia poderá mandar arquivar os autos de inquérito policial. I. O juiz não pode. julgue os seguintes itens. 2C. 17. para fazer surgir o direito de resposta prévia previsto no artigo 514 do Código de Processo Penal. às testemunhas e ao arquivamento de inquérito policial. A propósito. (1) incorreta: (A) (Magistratura Federal – 3ª Região – XIII) Assinale a alternativa (B) 28 (C) Gabarito 1C. somente podendo fazê-lo o juiz de direito a pedido do Ministério Público – arts. o escrivão deve enviar ao réu carta. B: art. cabendo ao Ministério Público requerer a instauração de inquérito policial ou oferecer a denúncia. Basta. Gabarito "D" . II. (2) (3) 1: a aplicação de medida de segurança pressupõe o devido processo legal. 514 do CPP não se estende ao particular. telegrama ou radiograma. único. essa norma estende-se em favor de quaisquer partícipes.EDuArDo DoMPiEri (Delegado/PA – 2009 – MOVENS) Quanto ao processo comum. Tão somente os crimes afiançáveis praticados por funcionário público poderão ser objeto do procedimento especial a que faz referência o Capítulo II do Título II do CPP. 3: art. 362 do CPP. D: art. 2: art.

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