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ORDENS DE SERVIÇO

PREFÁCIO
As Ordens de Serviço ou manual geral de segurança e medicina do trabalho, são
procedimentos de segurança e ordens elaborados pela empresa através do Departamento de
Segurança do Trabalho, que devem ser cumpridas.
As Ordens de Serviços e as normas contidas neste manual têm o intuito de:
a) Estabelecer procedimentos de segurança para todos os setores e todas as funções que
envolvam riscos aos colaboradores;
b) Evitar acidentes de trabalho através de um conjunto de normas e procedimentos de
segurança.
c) Estabelecer quais as pessoas que estão autorizadas a executarem determinadas
tarefas;
d) Orientar os peritos que vêm fazer perícias na empresa e que sempre precisam de
dados sobre as funções dos colaboradores, riscos que estavam envolvidos,
procedimentos adotados pela empresa na execução das tarefas, etc.;
e) Determinar quais EPIs devem ser usados pelos colaboradores para protegerem-se dos
riscos para assim prevenir acidentes;
f) Informar os líderes e colaboradores quais os riscos que eles estão envolvidos;
g) Divulgar aos líderes e colaboradores as obrigações e proibições que devem conhecer
e cumprir;
h) Dar conhecimento aos colaboradores que serão passíveis de punição se
descumprirem as Ordens de Serviço expedidas pelo Departamento de Segurança do
Trabalho;
i) Determinar os procedimentos que serão adotados em caso de acidentes do trabalho e
doenças ocupacionais e mal estar.

Obs. As ordens de serviço estarão sujeitas à mudanças conforme as necessidades da


empresa.
NORMAS GERAIS PARA TODOS OS
SETORES
1- NORMAS GERAIS PARA TODOS OS SETORES

1.1 RUÍDO
1.1.1 A empresa e os colaboradores devem seguir os procedimentos e
normas contidas no P.C.A. (Programa de Conservação Auditiva);

1.1.2 A empresa prestadora de serviços na área de segurança e


medicina do trabalho deverá fornecer à empresa periodicamente
uma lista de todos os colaboradores que têm alteração
auditiva, devendo a empresa dar especial atenção a estes
funcionários e cuidar para que estes funcionários usem
continuamente o protetor auditivo.

1.2 PREVENÇÃO DE INCÊNDIOS

1.2.1 Brigada de incêndio.

a) Todos os líderes de setor, mecânicos, eletricistas e porteiros


devem fazer parte da brigada de incêndio e participar de todos os
treinamentos ou qualquer convocação que a empresa fizer através do
departamento de segurança do trabalho.

b) Todos os integrantes da brigada de incêndio devem estar


familiarizados com os equipamentos de combate e prevenção de
incêndios(mangueiras de hidrantes e extintores), bem como com os
métodos de extinção do fogo.

c) A brigada de incêndio deverá receber treinamento teórico e/ou


prático a cada seis meses, ministrado pelo técnico de segurança do
trabalho. Nos treinamentos práticos deverá usar os extintores
vencidos;

d) Todos os equipamentos de prevenção e combate a incêndio devem


estar sinalizados e em local visível e de fácil ascesso, nunca
devem estar obstruídos e/ou escondidos.

e) Quando um setor usar as mangueiras de hidrantes, as mesmas ser


postas para secar e posteriormente devem ser enroladas de forma
adequada e colocadas nas caixas de hidrantes, não devem ser
deixadas de qualquer jeito em qualquer lugar, o setor que as usou
deve guardá-las. Especial atenção deve ser dada às extremidades
das mangueiras não deixando estas partes baterem no chão para não
deformarem;
1.2.2 PROCEDIMENTOS PARA PRINCÍPIOS DE INCÊNDIO
A pessoa que observar o fogo deverá:

Se o fogo for um princípio de incêndio.


a) Apagá-lo imediatamente usando o extintor correto mais próximo;

b) Após o uso, deitar o extintor usado no local de onde foi


retirado, para providenciar posterior recarga. (não deve pendurar
o extintor após o uso);
c) Comunicar a chefia imediata.

1.2.5.2 Se o fogo for grande

A pessoa que notar o fogo deve:

a) Comunicar a brigada de incêndio, informando-a o local do fogo e


pedir ajuda.

b) Apagar o fogo usando os extintores corretos e mais próximos, ou


se o fogo não for em painéis elétricos ou tubulações de gás,
deve-se apagar o fogo usando as mangueiras da rede de hidrantes.
Após o uso, deitar os extintores usados num só local , para
providenciar posterior recarga. (não deve dependurar os
extintores após o uso), se usar as mangueiras da rede de
hidrante, deve colocá-las esticadas no sol para secá-las, não
deve guardá-las molhadas.

1.2.5.3.Em caso de princípios de incêndio em horários


noturnos, domingos e feriados, após ter extinto o fogo o líder do
setor deverá:

a) Chamar a manutenção elétrica e mecânica para esta ver se não


houve danos nos equipamentos e/ou fiações elétricas;

b) Avisar por escrito a segurança do trabalho e passar todas as


informações sobre o ocorrido para que sejam tomadas as devidas
providências se necessário;

c) Relatar o ocorrido no livro ata, informando o local, o


equipamento, a causa do fogo, extintor que foi usado, providências
tomadas para apagar o fogo, etc.

1.2.5.4 Se o fogo for um incêndio grande:


Não é prudente uma ou mais pessoas tentar apagá-lo, neste caso
as providências a serem tomadas são as seguintes:
a) O líder do setor deve comunicar imediatamente:

1) A portaria para esta ligar para o corpo de bombeiros;

2) A manutenção mecânica para desligar a rede de tubulação de gás


(se for necessário);

3) A manutenção elétrica para desenergizar toda a área, para


evitar propagação do fogo através da rede elétrica.

b) O líder do setor deverá também:

1) Evacuar totalmente a área;


2) Retirar da área produtos, materiais, equipamentos, etc, isto
se for;

1.3 Empilhadeiras

1.3.1 A empilhadeira só será dirigida por pessoa habilitada que


recebeu treinamento específico, e esta pessoa deve portar um
crachá com foto em local visível indicando que está apta para
operar a empilhadeira;
1.3.2 Todos os operadores de empilhadeira devem fazer inspeções e
lista de verificação para ver se a empilhadeira está em boas
condições de uso;
1.3.3 Se o operador de empilhadeira notar qualquer defeito
(mecânico, elétrico e/ou hidráulico) durante a lista de
verificação ou ao dirigí-la, não deve mexer na empilhadeira,
deve sim avisar seu superior imediato para este avisar o
setor de manutenção que corrigirá o problema ou chamará um
técnico especializado;
1.3.4 A fim de manter a empilhadeira em bom estado de limpeza e
conservação, esta deverá ser lavada periodicamente pelos
operadores da mesma, o motor não é aconselhável ser lavado,
apenas deve ser passado um pano úmido.
1.3.5 As chefias dos setores de expedição e manutenção deverão
fazer escalas dos operadores de empilhadeira que lavarão a
mesma, devendo a limpeza ocorrer uma vez por semana;
1.3.6 Todos os operadores de empilhadeira devem obedecer às normas
de segurança ao dirigir e/ou manobrar a mesma ficando sempre
atentos ao que ocorre ao redor, num ângulo de 360°, inclusive
coisas e objetos que estão acima como: Fiações, tubulações,
porta, etc. Especial atenção deve ser dada às pessoas ao
redor, devendo sempre dar preferência aos pedestres por mais
que o mesmo esteja errado;
1.3.7 Ficam os operadores de empilhadeira proibidos de adentrarem
no barracão do recheado, isso ao transportar pallets ou
alguma peça de máquina, a carga deve ser deixada na porta e
depois levá-la para dentro do barracão com um carrinho, com
exceção se for carga de açúcar invertido ou alguma peça muito
pesada;

1.3.8 Nas esquinas, curvas e cruzamentos dos corredores o operador


de empilhadeira deve usar a buzina e ser cortês ao cruzar com
pedestres;
1.3.9 O operador de empilhadeira deve trafegar a uma velocidade
máxima de 20Km/h, principalmente ao fazer manobras, especial
atenção deve ser dada nas manobras de ré;
1.3.10 Deve o operador de empilhadeira empilhar produtos e pallets
de forma segura.

1.3.11 As normas gerais para operação de empilhadeiras são as


seguintes:

1- AO INIClAR A JORNADA DE TRABALHO

a) Entenda seu equipamento e conheça as possibilidades do mesmo.


Verifique a placa de especificações da empilhadeira, quanto a
limitações de carga;

b) Faça uma verificação de Segurança/Manutenção Preventiva a cada


início de jornada de trabalho;

c) Faça uma checagem dos itens da Ficha de Verificação da


Empilhadeira (anexo A), como segue:

1) Verificar nível de água do radiador [anotar adições efetuadas (use


luvas e óculos)].

2) Verificar nível de óleo [anotar adições efetuadas (use luvas e


óculos)].

3) Verificar nível de água da bateria [anotar adições efetuadas (use


luvas e óculos)].
4) Verificar sistema hidráulico quanto a vazamentos, testar em
operação suaves. Verificar nível de fluido hidráulico [anotar adições
efetuadas (use luvas e óculos)].

5) Limpar radiador com ar;

6) Testar freios de mão e de serviço;

7) Verificar instrumentos;

8) Leitura do medidor;

9) Verificar danos e vazamentos em geral;

10) Verificar faróis e sinaleiros;

11) Verificar condições dos pneus;

12) Verificar suprimento de combustíveis/carga das baterias (anotar


adições e recargas efetuadas);

13) Verificar a buzina;

14) Verificar o volante;

15) Verificar limpeza do veículo;

16)Rubricar a ficha e devolvê-la ao Superior imediato.

2- APANHANDO CARGAS
a) Certifique-se que a sua empilhadeira tem capacidade para suportar
a carga;

b) Nunca permita que pessoas fiquem entre a empilhadeira e a carga;

c) Aproxime a empilhadeira em alinhamento com a carga;

d) Posicione a empilhadeira de frente para a carga, antes de elevar


os garfos;

e) Ajuste o afastamento entre m garfos, mantendo-os nivelados.

f) Insira os garfos devagar e suavemente, até atingir seu encosto.

g) Eleve a carga 15-20cm acima da pilha e incline-a levemente para


trás.
h) A carga não deve ser mais alta que o encosto dos garfos.

i) Certifique-se que a carga não vai roçar em nada, a medida que


esteja sendo retirada.

j) Desça a carga até 15-20cm do piso e dê maior inclinação.

3- DESLOCANDO-SE
a) Faça toda as manobras com suavidade e precisão.

b) Esteja atento para obstáculos situados à meia altura.

c) Eleve os garfos só o suficiente para evitar irregularidade do


piso.

d) Incline a carga para trás, só o suficiente para garantir sua


estabilidade.

e) Faça todas as curvas em baixa velocidade e evite pisar nos freios,


especialmente nas curvas.

f) Nunca dirija com visibilidade obstruída, dirija de ré se


necessário.

g) Dê tempo para que seus olhos se adaptem, quando transitar entre


áreas claras e escuras.

h) Nas rampas, mantenha a carga voltada para a parte superior. Nunca


opere pela diagonal das rampas.

i) Cruze irregularidade do piso em baixa velocidade, soltando os


freios quando sobre as mesmas.

j) Remova obstáculos que estiverem á frente.

k) Obedeça sempre as regras de trânsito.

l) Nos cruzamentos, esteja atento. Seja cortês, pedestres sempre têm


a preferência no trânsito.

4- DEPOSITANDO CARGAS
a) Mantenha a carga na posição de transporte até que você tenha
manobrado adequadamente.
b) Aproxime a carga de forma alinhada com as pilhas existentes; eleve
a carga 15-20cm acima do vão destinado ao empilhamento, centralize a
carga, nivele os garfos, baixe a carga alinhada com a pilha, antes de
recuar assegure-se que os garfos estão soltos e o caminho está livre,
após recuar, baixar os garfos até 15-20cm do piso. Nunca faça o
carregamento e descarregamento de forma apressada.

c) Evite empilhar materiais muito alto, de forma que se tornem


inseguros ou danificados.

d) Não obstrua painéis elétricos, interruptores, equipamentos de


combate a incêndio ou saídas de emergência.

e) Sempre para completamente, antes de inverter sua direção de


tráfego.

5- OBSERVAÇÕES FINAIS
a) Familiarize-se com todos os acessórios da sua empilhadeira.

b) Mantenha seu corpo sempre dentro dos limites da empilhadeira.

c) Sempre que tiver que se afastar da empilhadeira.


• Baixe os garfos até encostarem no piso.
• Deixe o veículo em ponto neutro.
• Aplique o freio de mão.
• Desligue o motor.
• Evite estacionar em locais inclinados.

d) Na troca dos cilindros de combustível:


• Faça-a em local arejado.
• Feche a válvula de alimentação de combustível.

• Deixe o motor rodar até consumir o restante do combustível.


• Use luvas e óculos.
• Desacople as conexões.
• Solte as braçadeiras que prendem os cilindros.
• Remova o cilindro vazio e instale o cheio.
• Aperte as braçadeiras.
• Acople as conexões.
• Abra a válvula de alimentação de combustível.
• Verifique possíveis vazamentos.
• Devolva o cilindro vazio para o depósito.
• Nunca transporte cilindros cheios ou vazios nos garfos da
empilhadeira, preferencialmente, transporte a empilhadeira até o
cilindro e não o contrário.

NÃO FUME DURANTE A TROCA DE CILINDROS DE COMBUSTÍVEL.

OBS. Quando o operador de empilhadeira estiver trabalhando em uma área


congestionada ou onde haja outros colaboradores a pé, deve dirigir e manobrar DEVAGAR,
pois o bem estar deles é responsabilidade do operador.

6- CONCLUSÃO
A operação segura e eficiente de uma empilhadeira requer:
 Atitudes profissionais.
 Habilitação altamente desenvolvida.
 Conhecimento especializado.

Estas normas fornece parte do conhecimento especializado que o


operador precisa, o restante depende basicamente do mesmo.

1.4 ACIDENTES E MAL ESTAR EM GERAL

1.4.1 DA PREVENÇÃO
a) A gerência, líderes de setor e chefias em geral devem ensinar por
preceito e por exemplo as normas de segurança a seus subordinados,
informando-os sobre os riscos decorrentes na execução de suas
atividades, principalmente aos colaboradores iniciantes na empresa ou
quando a tarefa for algo diferente da rotina de trabalho;

b) Os pallets vazios devem sempre ser empilhados em no máximo dez


unidades e postos empilhados em local seguro, não devem ficar
esparramados e jogados em qualquer lugar, procedimento este que deve
ser adotado tanto pela produção como pela expedição e suprimentos;

b) Quando um colaborador notar qualquer risco ou irregularidade que


pode causar acidentes, deve avisar seu superior imediato, a CIPA
ou o técnico de segurança do trabalho e sugerir soluções para
eliminar ou proteger o risco.

c) Quando um colaborador notar qualquer procedimento errado ou


inseguro na execução de qualquer tarefa que pode causar acidente de
trabalho, deve avisar seu superior imediato, a CIPA ou o técnico de
segurança do trabalho e sugerir soluções para executar a tarefa de
maneira correta e segura;
1.4.2 DOS ACIDENTES
a) Todo líder de setor que notar que um subordinado seu está com
vestígios de que se acidentou no trabalho, em casa ou no trajeto,
deve investigar o caso e após isto encaminhá-lo ao setor de
segurança do trabalho para analisar o caso;

b) È proibido ao líder de setor permitir que subordinados seus


trabalhem acidentados, ou com algum ferimento exposto, antes
deverá encaminhá-lo para a segurança do trabalho que fará um
curativo ou se for necessário encaminhará o colaborador para
atendimento médico;

c) Quando um colaborador se acidentar no trajeto de casa para o


trabalho ou deste para casa, ou no trabalho deve comunicar no
mesmo dia e imediatamente o seu superior que o encaminhará para o
setor de segurança do trabalho para tomar as devidas providências,
se o colaborador não seguir estes procedimentos comunicando o
acidente no mesmo dia e imediatamente, o acidente será
descaracterizado;

d) Quando um colaborador se acidentar em casa descaracterizando assim


acidente do trabalho, mesmo assim deve comunicar a empresa e esta
emitirá através do setor de segurança do trabalho um documento
chamado C.A.D (Comunicação de Acidentes Doméstico), que será
preenchida pelo técnico de segurança devendo ser assinada pelo
acidentado, pelo seu superior, pelo técnico de segurança do
trabalho e se for necessário pela portaria;
e) Quando houver um acidente de trabalho ou de trajeto, deverá a
empresa emitir a CAT (Comunicação de Acidente de trabalho) em 06 vias
que serão encaminhadas para os seguintes órgãos:

1ª Via INSS;
2ª Via SUS (local do atendimento);
3ª Via Sindicato da Classe do trabalhador;
4ª Via empresa;
5ª Via acidentado;
6ª Via DRT/Ministério do trabalho.

f) As CATs emitidas pela empresa deverão ser guardadas por um período


não inferior a 20 anos.

1.4.2.1 Quando um colaborador sofrer acidente de trabalho:

a) Se o acidente e a lesão for leve:


1- Deverá o colaborador ser conduzido ao Setor de Segurança do
Trabalho, para ser avaliado e cuidar do ferimento se houver.

b) Se o acidente e a lesão for grave:


1- Deverá o líder de setor imediatamente avisar o setor de segurança
do trabalho para este providenciar para locomoção do acidentado,
devendo o técnico de segurança do trabalho acompanhar o acidentado
até o hospital e tomar todas as providências necessárias para
agilizar o atendimento médico e se a vítima não ficar internada, o
técnico de segurança do trabalho deve aguardar a alta do
acidentado e transportá-lo para casa;

c) Se for um acidente gravíssimo:


1- O SIATE deve ser chamado imediatamente para socorrer a vítima,
enquanto isso o técnico de segurança do trabalho deve prestar os 1°
socorros, não permitir aglomerações de curiosos e acalmar e confortar
a vítima.

OBS. Quando um colaborador sofrer um acidente de trabalho e não for possível saber se a
lesão é leve ou grave. Exemplo: Uma queda. Deve o líder do setor encaminhá-lo para o
serviço de medicina do trabalho que o encaminhará para atendimento médico, isto mesmo
contra a vontade do colaborador.

1.4.3 Quando um colaborador estiver com algum mal estar ou


sentindo alguma dor:

a) Se os sintomas forem leves:

1- Deverá o líder de setor retirar a pessoa do ambiente de trabalho


levando-a para fora para descansar e tomar ar puro, deixando uma
outra pessoa para observar a vítima, em seguida o técnico de
segurança do trabalho deve ser avisado, se a vítima não melhorar
deverá ser levada até a sala de medicina do trabalho, onde será
medida a pressão e a temperatura, não desaparecendo os sintomas o
colaborador deverá ser removido para atendimento médico, devendo se
necessário o Técnico de Segurança do Trabalho acompanhar o acidentado
até o hospital e tomar todas as providências necessárias para
agilizar o atendimento médico,

b) Se os sintomas forem graves:


1- Imediatamente o líder do setor deverá retirar a pessoa do
ambiente de trabalho levando-a para fora e providenciar um motorista
para remoção da vítima e em seguida o técnico de segurança do
trabalho deve ser avisado e prestar os 1° socorros se necessário e
acompanhar o acidentado até o hospital e tomar todas as providências
necessárias para agilizar o atendimento médico e se a vítima não
ficar internada, o técnico de segurança do trabalho deve aguardar a
alta da mesma e transportá-la para casa;;

1.4.4 DOENÇAS OCUPACIONAIS


a) Quando um colaborador se queixar de algum sintoma de doença
relacionada ao trabalho [Varizes, Lesões por Esforço Repetitivo
(LERs), Tendinite, Bursite, Alteração auditiva, etc., o líder de
setor deverá:

1)Encaminhar o colaborador para o Recursos Humanos que o encaminhará


até a empresa prestadora de serviços de medicina ocupacional, onde
um médico do trabalho o examinará e se for preciso o encaminhará
para um especialista, tendo assim a empresa um diagnóstico médico
informando qual o problema ( se houver) e as devidas recomendações.
Se a doença for diagnosticada, o médico da empresa encaminhará o
colaborador para o INSS que avaliará o paciente e informará se
existe ou não a incapacidade para o trabalho.

1) Se o INSS informar que existe incapacidade para o trabalho:

• A empresa afastará o funcionário para este fazer tratamento.

2) Se o INSS informar que não existe incapacidade para o trabalho e o


médico da empresa informar que existe:

• A empresa mudará o funcionário de função e fará o tratamento se


for necessário.

b) Se a doença ocupacional for diagnosticada pelo médico do trabalho


e/ou especialista, deverá a empresa prestadora de serviços de
medicina ocupacional fornecer à empresa (COTAM)
todas as informações necessárias sobre o problema para a COTAM
tomar as devidas providências para sanar o problema ou evitar o
avanço da doença, inclusive mudar o colaborador de função e se
necessário for afastá-lo para este fazer o tratamento para assim
tentar resolver o problema;

c) Quando o colaborador for afastado por doença ocupacional deverá o


setor de segurança do trabalho emitir a CAT;

d) A empresa prestadora de serviços de medicina ocupacional, deverá


fornecer periodicamente à empresa relação de funcionários que possuam
patologias ou restrições que afetam ou podem afetar o colaborador no
desenvolvimento de suas atividades laborais (HAS, Hipotensão,
alteração auditiva, hérnias, dores localizadas, etc), de posse desta
relação, deverá a empresa acompanhar o estado de saúde destes
funcionários, através dos exames periódicos, e ver se não existe
risco de acidentes nas funções que tais colaboradores exercem em
relação à patologia que possuem;

e) No caso de doenças ocupacionais (LERs/DORT) o melhor é trabalhar


na prevenção analisando a raíz do problema ou seja as causas e as
fontes dos agentes causadores que podem ser: Movimentos e esforços
repetitivos, exigência de posições inadequadas, posturas incorretas,
etc., causas estas que podem ser amenizadas com: Ginástica laboral,
rodízios de funções e treinamento sobre posturas adequadas e
treinamento sobre levantamento e transporte manual de peso.

1.5 A CIPA
1.5.1 A CIPA TERÁ AS SEGUINTES ATRIBUIÇÕES:

a) Identificar os riscos do processo de trabalho;

b) Elaborar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva na


solução de problemas de segurança e saúde no trabalho;

c) Participar da implementação e do controle da qualidade das medidas


de prevenção necessárias, de ação nos locais de trabalho;

d) Realizar, periodicamente, verificações nos ambientes de trabalho e


condições de trabalho visando a identificação de situações que venham
a trazer riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores;

e) Realizar, a cada reunião, avaliação do cumprimento das metas


fixadas em seu plano de trabalho e discutir as situações de risco que
foram identificadas;
f) Divulgar aos trabalhadores informações relativas segurança e saúde
no trabalho;

g) Divulgar e promover o cumprimento das Normas Regulamentadoras,


normas internas de segurança e higiene do trabalho elaboradas pela
empresa;

h) Participar, em conjunto com o SESMT, da análise das causas das


doenças e acidentes de trabalho e propor medidas de solução dos
problemas identificados;

i) Promover, anualmente, em conjunto com o SESMT, a Semana Interna de


Prevenção de Acidentes do Trabalho – SIPAT e Campanhas de Prevenção
da AIDS.

1.5.2 Cabe ao presidente da CIPA


a) Convocar os membros para as reuniões da CIPA;

b) Coordenar as reuniões da CIPA encaminhando ao empregador e ao


SESMT as decisões da comissão;

c) Manter o empregador informado sobre os trabalhos da CIPA;

d) coordenar e supervisionar as atividades do secretário da CIPA;

e) Delegar atribuições ao Vice-Presidente;

1.5.3 Cabe ao Vice-Presidente:


a) Executar atribuições que lhe forem designadas;

1.5.4 Cabe ao presidente da CIPA e o vice-presidente, em


conjunto as seguintes atribuições:
a) Coordenar e supervisionar as atividades da CIPA, zelando para que
os objetivos propostos sejam alcançados;

b) Cuidar para que a CIPA disponha de condições necessárias para o


desenvolvimento de seus trabalhos.

c) Delegar atribuições aos membros da CIPA;

d) Constituir e fazer parte da comissão eleitoral.

1.5.5 Cabe ao secretário da CIPA:


a) Acompanhar as reuniões da CIPA, e redigir as atas apresentando-as
para aprovação e assinaturas dos membros presentes;

b) Realizar serviços que lhe forem designados pela CIPA;

1.5.6 Cabe ao empregador:


a) Proporcionar aos membros da CIPA os meios necessários ao
desempenho de suas atribuições, garantindo tempo suficiente para a
realização das tarefas constantes do plano de trabalho.

1.5.7 Cabe a todos os empregados:


a) Colaborar com a CIPA em seus planos de trabalho;

b) Indicar à CIPA, ao SESMT e ao empregador situações de riscos e


apresentar sugestões para melhoria das condições de trabalho;

c) Observar e aplicar no ambiente de trabalho as recomendações quanto


a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho.

1.5.8 O membro titular perderá seu mandato quando faltar a mais de


quatro reuniões ordinárias sem justificativa e será automaticamente
substituído por suplente;

1.5.9 No caso de impedimento do presidente da CIPA participar da(s)


reunião(ões) da CIPA, o mesmo indicará o substituto preferencialmente
entre os membros da CIPA.

1.6 EPIs
1.6.1 O EPI destina-se exclusivamente a proteger o colaborador dos
riscos de acidentes ou doenças ocupacionais, qualquer desvio de seu
objetivo é ato imprudente do funcionário e é passível de sanções
disciplinares;

1.6.2 O setor de segurança do trabalho determinará os tipos de EPIs,


as marcas e a qualidade dos mesmos;

1.6.3 O setor de segurança do trabalho é quem fará a entrega dos


EPIs. Na ausência do técnico de segurança do trabalho o Recursos
Humanos fará a entrega;

1.6.4 Quando o colaborador pegar qualquer EPI ou uniforme, deve ser


anotado em sua ficha de EPI individual e assinada pelo mesmo;
1.6.5 Toda vez que o colaborador for trocar o EPI deverá levar o EPI
usado;

1.6.6 O colaborador deve cuidar bem do EPI que a empresa lhe fornece
gratuitamente guardando-o bem, conservando-o sempre limpo, nunca
deixar seu EPI em qualquer lugar para evitar roubo ou extravio, isto
de acordo com a Norma Regulamentadora NR 06, que diz no item 6.7
alínea b:

O empregado é responsável pela guarda, limpeza e conservação dos


EPIs a ele fornecidos.

1.6.7 Nunca o colaborador deve emprestar seu EPI a alguém, ou fazer


trocas, o EPI é individual, devoluções e trocas devem ser feitas no
Departamento de Segurança do Trabalho.

1.6.8 Os horários para aquisição e trocas de EPIs são os seguintes:

1° TURNO DAS 13:00 hs ÀS 13:30 hs;


2° TURNO DAS 14:30 hs ÀS 15:00 hs;
3° TURNO DAS 20:35 hs ÀS 21:00 hs.

Obs. Estes horários devem ser respeitados, exceção só em caso de emergência.

1.6.9 Quando o colaborador for desligado da empresa, deverá passar na


sala de segurança do trabalho e devolver todos os EPIs a ele
fornecidos, bem como os uniformes, caso contrário será descontado
tais valores na rescisão do contrato de trabalho, se for temporário a
Agência fará tal desconto e repassará para a empresa.

1.7 UNIFORMES

1.7.1 É proibido:
a) Trabalhar com uniforme aberto, rasgado, ou sujo, o uniforme deverá
estar sempre que possível limpo e totalmente abotoado;

b) Trabalhar de chinelos, tamancos, sandálias e sapatos de salto


alto;

c) Rasgar, cortar ou fazer qualquer alteração no uniforme;

d) Usar cabelos longos e soltos, os cabelos longos devem estar bem


presos e protegidos por touca ou boné;

e) Usar anéis, pulseiras, correntes, brincos ou qualquer objeto que


possa prender nas correias, engrenagens ou partes móveis das
máquinas e assim causar acidentes;

f) Sair das dependências da empresa vestindo guardapó no horário de


almoço e saída dos turnos;

g) Entrar nas dependências da empresa vestindo guardapó, o lugar de


trocar de roupa é nos vestiários.

1.8 AR COMPRIMIDO
1.8.1 O ar comprimido destina-se exclusivamente à limpeza de
máquinas e peças, sendo proibido o uso do mesmo para limpeza
pessoal, para limpar a roupa do corpo, cabelo ou pele, pois o ar
comprimido pode causar: Embolias, Dermatites, Conjuntivites,
Lesões no globo ocular, etc.

1.9 SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA


1.9.1 Todos os colaboradores devem obedecer a sinalização de
segurança existente na empresa.

1.9.2Nos locais das máquinas onde haja maior risco de acidentes,


devem ser sinalizados.

1.10 NORMAS DE SEGURANÇA

1.10.1 Todos os colaboradores devem obedecer as normas de segurança,


procedimentos e ordens de serviço elaborados por lei e elaborados
pelo setor de segurança do trabalho.

1.11 OPERAÇÃO DE MÁQUINAS


a) Sempre os ajustes e limpeza das máquinas deverá ser feita com a
máquina desligada, nunca pôr a mão em partes móveis da máquina;

b) É proibido ao líder de setor pôr pessoas não treinadas para operar


a máquina, ainda que por período curto;

c) O auxiliar de produção que estiver aprendendo o ofício de operador


de máquinas, só fará a operação da mesma, após ter sido bem treinado,
e as primeiras operações regulagens, ajustes e limpeza da máquina só
deverão ser feitas sob vigilância do operador que está ensinando o
ofício;
d) O operador de máquinas deve ter os cabelos bem presos, não deve
usar guarda-pó ou blusas de manga comprida, e jamais usar anéis,
pulseiras, correntes, brincos ou qualquer objeto que possa prender
nas correias, engrenagens ou partes móveis das máquinas e assim
causar acidentes.

e) A manutenção das máquinas só será feita pelos profissionais do


setor de manutenção, e sempre com a máquina desligada;

f) Quando o operador da máquina estiver fazendo


regulagens, ajustes e limpeza na máquina, ou quando a manutenção
estiver fazendo qualquer manutenção, não deve permitir a aproximação
de outros funcionários;

g) Quando o operador de máquina notar qualquer defeito na máquina,


deve imediatamente comunicar o líder do setor e a manutenção para
resolverem o problema;

h) Somente uma pessoa de cada vez deve operar a máquina, a prática de


02 ou mais pessoas operar a mesma máquina ao mesmo
tempo, é proibido pois já houve acidentes devido a esta prática
incorreta, perigosa e insegura;

1.12 VESTIÁRIOS
1.12.1 Os armários devem ser mantidos em boas condições de higiene.

1.12.2 Os armários devem ser identificados com o nome do usuário e


qualquer troca de armário deve ser comunicado ao técnico de
segurança do trabalho.

1.13 LIMPEZA GERAL DA FÁBRICA


a) Ao realizar a limpeza geral da fábrica os colaboradores que
executam a limpeza deve usar os seguintes EPIs:

• Botas de PVC;
• Luvas de limpeza;
• Máscaras

b) A soda cáustica é corrosiva portanto os operadores de forno de


wafer que realizam a limpeza dos fornos devem usar a luva de PVC
forrada punho longo, óculos de segurança, máscara P01 e protetor
facial para evitar queimaduras e contaminações;

c) Se houver algum colaborador que tem alergia a algum produto


químico que é usado na limpeza, tal pessoa não pode participar da
limpeza da fábrica.
PORTARIA
2. PORTARIA

2.1 Os porteiros e vigilantes devem:

a) Proibir a entrada de crianças e menores de idade, mesmo que


acompanhados pelos pais;

b) Proibir motoristas, entregadores, visitantes e funcionários


adentrarem nas dependências da empresa trajando bermudas/calção
e/ou camisetas regatas;

c) Proibir a entrada de funcionários que chegam atrasados;

d) Proibir a entrada de funcionários com barba pra fazer;

e) Proibir a entrada e saída de funcionários trajando uniforme;

f) Usar guarda-chuva e capa de chuva em dias de chuva e jaqueta em


dias de frio, isto quando se locomoverem pelo pátio da empresa;

g) Orientar os motoristas que adentrarem na empresa para respeitarem


os limites de velocidade que é de 20 Km por hora e demais normas
internas;

h) Orientar os motoristas que estacionarem os carros no


estacionamento para fazê-lo de maneira adequada, para não
bloquearem a entrada e a saída de veículos;

i) Fazer o papel de motoristas para atenderem emergências, isto na


falta de um motorista

j) Controlar a entrada e saída de visitantes bem como de


funcionários fora do horário de trabalho;

2.2 Os porteiros e vigilantes estão proibidos de se aproximarem ou


adentrarem nas casas de força de alta tensão.

2.3 Todos porteiros devem fazer parte da brigada de incêndio.


21

ADMINISTRAÇÃO
21
3 ADMINISTRAÇÃO
3.1 É proibido:

• A prática de fumar dentro das salas, dentro dos vestiários, dentro


da expedição e nas portas de entrada dos barracões da área fabril,
devido ao risco de incêndio que existe na prática de jogar bitucas
de cigarros nos cestos de lixo. Os fumantes deverão fumar no pátio
e jogar as bitucas nos cestos de lixo que contém areia.

• Consumir alimentos nas salas fora dos horários de refeição;

22

SUPRIMENTOS
22
4. SUPRIMENTOS

4.1 CÂMARA FRIA


4.1.1 Todo colaborador que adentrar na câmara fria deve usar jaqueta
térmica, mesmo em dias de calor, sendo passível de advertência os
colaboradores que desobedecerem esta norma.

4.2 ELEVADOR
4.2.1 É expressamente proibido entrar no elevador este estiver
suspenso no ar mesmo que seja para arrumar a carga, sendo este um
procedimento errado, a carga deve ser arrumada antes de carregá-la no
elevador;

4.2.2 A carga máxima a ser transportada no elevador é de 500 kg,


conforme placa de sinalização que está na porta do elevador;

4.2.3 Deve ser feita manutenção periódica (elétrica e mecânica)


em toda a estrutura do elevador, especial atenção deve ser dada à
máquina, cabo de aço e presilhas que prendem o mesmo;

4.2.4 Sempre que um colaborador notar qualquer defeito elétrico


e/ou mecânico no elevador, deverá imediatamente avisar seu superior
para este chamar a manutenção para que seja resolvido o problema;

4.2.5 Se o elevador estiver com problemas e a manutenção não


conseguir resolvê-lo, deverá ser interditado pela manutenção até a
resolução do problema, jamais deve-se operar o elevador quando este
apresentar problemas de manutenção;

4.2.6 O operador de elevador nunca deve entrar no elevado quando


este estiver suspenso no ar,

4.2.7 As cargas deverão ser arrumadas antes de carregá-las no


elevador isto para evitar queda de produtos durante o transporte de
mercadoria;

4.2.8 Somente um colaborador de cada vez deve operar o elevador;

4.2.9 É expressamente proibido passar por baixo do elevador


quando este estiver suspenso no ar, mesmo que vazio;
24
4.2.10 Sempre que for lavar o piso do setor de suprimentos, o líder
deste setor deve orientar o pessoal da higiene para levantar o
elevador enquanto se lava o piso, isto para evitar que se molhe o
fundo do mesmo, evitando assim corrosão no fundo do elevador, o
procedimento correto é o seguinte:

1° Antes de jogar água o elevador deve ser suspenso, em seguida lava-


se o piso, enxuga o espaço que o elevador ocupa quando fica no chão e
depois desce-o.

Obs. O pessoal da limpeza não deve ficar debaixo do elevador(quando este estiver
suspenso) limpando o local onde fica o mesmo, ao enxugar deve apenas passar um pano
seco usando para isso um rodo.

4.3 EMPILHAMENTO E ARMAZENAMENTO


4.3.1 O Departamento de compras deve trabalhar junto com o setor
de suprimentos para que não se compre e/ou receba grande quantidade
de mercadorias, isto para que se evite fazer pilhas de mercadorias
muito altas e inseguras com risco de cair produtos e causar acidentes
e/ou perdas materiais;

4.3.2 O líder do setor de suprimentos não deve fazer pilhas de


mercadorias muito altas e inseguras com a intenção de economizar
espaço, deve sim seguir as indicações de empilhamento máximo contidas
nas embalagens dos produtos;

4.3.3 No trabalho de descarregamento de caixas de embalagens das


pilhas o líder do setor de suprimentos deve orientar seus
colaboradores para terem atenção para não jogarem fardos de
embalagens nas pessoas que estão embaixo, o que causaria grave
acidente. Quanto ao colaborador que estiver em cima da pilha de
embalagem deve ser orientado para não pisar nas extremidades das
pilhas e com isso correr o risco de cair e sofrer um acidente de
trabalho, tal tarefa deve ser acompanhada de perto pelo líder do
setor de suprimentos.

4.4 DESCARREGAMENTO
4.4.1 Ao descarregar açúcar para o moinho do setor recheados deverá a
descarga ser efetuada pelos fundos do barracão onde há cobertura, se
o setor de expedição estiver carregando algum caminhão no momento,
então o carregamento deverá ser suspenso durante a descarga de
açúcar;

4.4.2 Na carga e descarga de sacas de 50 KG, os colaboradores


devem tomar cuidado para não escorregarem e caírem enquanto carregam
os sacos, especial atenção deve ser dada ao piso, e ao suspender as
sacas fazê-lo da maneira correta para evitar lesões nas costas e e/ou
acidentes de trabalho;

25

REFINADOR
25
5- REFINADOR
5.1 O líder de refinador deve fiscalizar a descarga de açúcar e ver
que o empilhamento das sacas seja feito de maneira correta, segura e
no lugar certo;

5.2 Quando na moagem de açúcar deve o operador do moinho de açúcar


usar máscaras(se houver muito pó) e usar luvas de elanka para
prevenir lesões nas mãos;

5.3 A operação, ajuste e limpeza dos cilindros devem ser feitas de


forma segura e com a mais alta atenção, não deve o operador de
cilindros em hipótese nenhuma pôr as mãos entre os cilindros ou
qualquer objeto, deve-se tomar cuidado também com as roupas ou
qualquer objeto que o cilindro possa engolir e assim causar um
acidente de trabalho;
5.4 Quando na operação do equipamento de quebrar e derreter manteiga
de cacau quando este equipamento estiver ligado o operador não deve
por a mão dentro do mesmo em hipótese nenhuma;

5.5 Ao jogar a receita dentro do misturador, deverá fazê-lo com o


mesmo desligado.

5.6 Nunca colocar a mão em qualquer parte da esteira que leva


produtos que saem dos cilindros para as conchas de fazer chocolate;

5.7 Nunca colocar a mão dentro das conchas com as mesmas ligadas;

5.8 Neste setor, todos os colaboradores que trabalham no mesmo devem


usar o protetor auditivo continuamente.
26

LOOK
26
6. LOOK
6.1 Na operação das máquinas EWBs os operadores devem tomar os
seguintes cuidados:

6.1.1 Cuidar com as partes móveis da máquina sendo proibido o uso de


anéis, pulseiras, correntes, relógios brincos, ou qualquer objeto que
possa prender-se nas partes móveis da máquina;

6.1.2 Proibido também o uso de roupas largas e/ou mangas compridas


durante a operação das máquinas;

6.1.3 Deve o operador ter a máxima atenção com as partes móveis da


máquina ao limpar a mesma.

6.1.4 Muito cuidado deve ser tomado com o corte da máquina (parte da
máquina onde o produto é cortado através de sensor), nunca pôr a mão
nesta parte da máquina, pois isso ativará o sensor e a faca cortará a
mão do colaborador;

6.1.5 O uso de avental é obrigatório para os operadores de EWBs.

6.2 Na operação da máquina contipack o operador deve tomar os


seguintes cuidados:

6.2.1 Não colocar a mão na mordaça;

6.2.2 Na encartuchadeira ter cuidado com o “dobrador” para não ferir


a mão ao desenroscar os cartuchos (embalagens) o mesmo cuidado deve
ser tomado ao regular esta parte da máquina;

6.3 Neste setor, todos os colaboradores que trabalham no mesmo devem


usar o protetor auditivo continuamente.
28

RECHEADO
29
7. RECHEADO

7.1 OPERAÇÃO DE MÁQUINAS:

7.1.1 OPERAÇÃO DOS MOINHOS DE AÇÚCAR


a) É obrigatório o uso de máscara na operação dos moinhos quando a
concentração de poeira estiver alta;

b) É obrigatório o uso de avental na operação dos moinhos.

c) Cuidados devem ser tomados quando na limpeza da rosca que alimenta


o funil do moinho, nunca fazer tal tarefa com a rosca em movimento.

7.1.2 OPERAÇÃO DE MISTURADOR (MÁQUINA TONELLI)

a) Sempre que os operadores notarem que os sensores das portas não


funcionam avisar imediatamente seu superior e este avisar a
manutenção elétrica e a segurança do trabalho;

b) Nunca deve o operador colocar as mãos nos garfos/roscas com os


mesmos em movimento;

c) Quando o tacho estiver sendo suspenso e o elevador estiver


emitindo um som, nunca passar debaixo do tacho e não permitir que
outros façam o mesmo.

7.1.3 OPERAÇÃO DO FORNO DO RECHEADO


a) Na limpeza do piso sob a fita do forno, o operador deve tomar
cuidado para não se encostar-se na fita do forno e se queimar;

b) Quando operador notar qualquer vazamento de gás na tubulação e/ou


no forno deve avisar imediatamente seu superior e este acionar a
manutenção e se for necessário deverá cortar o fornecimento de gás,
desligando a válvula;

c) Em hipótese nenhuma o operador deve pôr a mão sob a esteira do


forno ou tocar em qualquer parte móvel do forno.
OBS. O líder do setor não deve permitir que coloquem objetos (vassouras, rodos, aventais, papelão,
etc) em cima do forno de recheados, devido ao risco de incêndio.

7.1.9 OPERAÇÃO DE RECHEADORA


a) Nunca deixar as proteções da máquina levantas expondo assim as
partes móveis da máquina;

b) Ao desenroscar biscoitos que enroscam ao cair da calha, deve-se


ter cuidado para não prender os dedos nos pinos da esteira;

30
c) Ao mexer nos parafusos dos puxadores da máquina ou qualquer outra
parte da máquina, nunca esquecer os parafusos frouxos;

d) Ao desenroscar biscoitos que saem da multiplicadora para cair na


esteira, deve-se ter muito cuidado para não ferir os dedos nas garras
ou no vão que fica entre a esteira e a multiplicadora.

7.10 OPERAÇÃO DE OTTOS


a) Na operação das máquinas OTTOS, quando na regulagem das mesmas, é
imprescindível acionar a chave de emergência apertando-a para baixo e
deixando-a nesta posição até concluir totalmente a tarefa;

b) É proibido ao operador das ottos acionar o acrílico manualmente


para parar a máquina e assim efetuar regulagem na máquina;

c) Os operadores de ottos devem seguir as normas de segurança na


operação de máquinas contidas no manual geral de segurança do
trabalho.
31

WAFER
32
8. WAFER

8.1 OPERAÇÃO DE MÁQUINAS

8.1.1 OPERAÇÃO DE MOINHO DE AÇÚCAR


a) Idem aos procedimentos da operação de moinho de açúcar do setor
recheado.

8.1.2 MASSEIROS
a) todos os masseiros devem usar avental.

b) Em hipótese nenhuma colocar a mão na hélice do batedor de massa


quando o mesmo estiver ligado.

c) Nunca deixar no meio do corredor os carrinhos que transportam


baldes de trigo.

8.1.3 OPERAÇÃO DE FORNOS


a) Os forneiros devem ter o cuidado para não pôr os dedos nas polias
das correias ao retirar placas de wafer defeituosas.

b) Também devem ter cuidados ao retirar placas de wafer que grudam


nas formas do forno, para realizar tal tarefa devem utilizar a
ferramenta (uma vareta) e nunca as mãos.

c) Ao passar cera nas formas do forno, fazer isto com o forno em


velocidade lenta e usar a ferramenta (vareta) e nunca as mãos.

8.1.4 OPERAÇÃO DE TCM


a) Nunca o operador deve abrir a tampa da TCM com a mesma
pressurizada, deve sim 1° despressurizá-la esvaziando todo o ar
(conferir no manômetro para ver se saiu todo o ar) quando o manômetro
indicar pressão zero então a tampa poderá ser aberta;
b) Nunca pôr a mão dentro da TCM com a mesma ligada;

c) Ao fechar a tampa verificar se a borracha que veda a mesma está


bem encaixada;

d) Nunca abrir as garras e subir a tampa manualmente, deve sim


acionar o botão.

8.1.5 OPERAÇÃO DE CREMADEIRAS


a) Na troca de sabores nunca limpar o rolo cremador com a máquina
ligada;

33
b) Ao tocar as placas próximo dos aspirais, deve pôr a mão na parte
central da placa para não tocar os dedos nos aspirais que estão sob
as extremidades da placa;

c) Ao desenroscar placas que enroscam sob o rolo compressor, deve o


operador desligar a cremadeira, levantar o rolo, desenroscar a placa
e ligar a máquina novamente;

8.1.6 OPERAÇÃO DE MÁQUINAS EMBALADORAS (OTTOS)


a) Seguir os mesmos procedimentos de operação das máquinas ottos do
setor recheado.

33
EXPEDIÇÃO
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9. EXPEDIÇÃO
9.1 Os auxiliares de carga e descarga devem:

9.1.1 Ter atenção para não colocar os dedos nas roldanas das dalas de
carregamento enquanto carregam os caminhões;

9.1.2 Trabalhar em postura adequada enquanto carregam ou descarregam


os caminhões, para evitar dores lombares;

9.1.3 Quando for montar caixas de mistos em grande quantidade os


auxiliares de carga e descarga devem usar luvas de elanka para evitar
cortes e inflamações nos dedos;

9.1.4 Usar a plataforma de apoio para os pés quando estiver no final


do carregamento da carga.

Obs. O uso da plataforma é obrigatório e não opcional, não é permitido aos auxiliares
de carga e descarga ficar se equilibrando em cima do caminhão enquanto carregam o final
da carga.

9.1.5 Usar o protetor auditivo quando estiverem carregando caminhões


na entrada da porta do setor de recheados.
36

CONTROLE DE QUALIDADE
36
10. CONTROLE DE QUALIDADE
10.1 Todos os dosemetristas devem usar os seguintes EPIs:
a) Luvas de pvc ao realizar limpeza e lidar com produtos químicos,
devendo evitar o máximo o contato de produtos químicos com a
pele;
b) Máscaras;
c) Protetor auditivo quando expostos em áreas ruidosas;
d) Avental de pvc para protegerem-se da umidade.

10.2 O exaustor que existe na dosemetria é para diminuir a


concentração de cheiro de produtos químicos que existe no interior da
dosemetria, portanto deve permanecer ligado sempre que houver pessoas
manipulando produtos na dosemetria;

10.3 Quando for diagnosticado que algum dosemetrista tem alergia a


algum produto químico, deve então evitar que tal funcionário entre em
contato com tal produto, se isto não for possível, deve-se então
mudar o funcionário para uma outra função;

10.4 Todos os dosemetristas devem estar familiarizados com as fichas


técnicas de todos os produtos químicos aos quais manipulam para que
no caso de contato com os olhos, inalação ou ingestão acidental dele
mesmo ou de um outro colega, poder seguir as orientações constantes
no rótulos dos produtos.
38

MANUTENÇÃO MECÂNICA
38
11. MANUTENÇÃO MECÂNICA
11.1 Quando a manutenção retirar qualquer proteção das máquinas
(Engrenagens, polias, correntes, partes móveis das máquinas, etc.)
deverá colocar a proteção novamente após a execução do serviço;

11.2 Toda ferramenta deve ter seu lugar e se possível todas num só
lugar;

11.3 Quando os mecânicos realizarem manutenção nas máquinas e/ou


equipamentos, deve após o término da tarefa guardar todas as
ferramentas e guardar também as peças trocadas, não deve deixar peças
sobre as máquinas ou equipamentos ou no chão, se a peça for sucata
deve jogá-la na sucata, se a peça for ainda utilizável deve então ser
guardada e nunca largada em qualquer lugar;

11.4 Quando na realização de serviços em altura deve se analisar as


condições de segurança do andaime, das escadas, dos cintos de
segurança, a base e a estrutura do andaime, o lugar onde vai pisar
e/ou se apoiar, ou seja ver se tudo o que envolve a tarefa está em
condições de segurança, se qualquer coisa não oferecer segurança na
realização da tarefa, seja por qualquer motivo, deve o executor
avisar seu superior e este acionar a segurança do trabalho e
manutenção se necessário.

OBS. Na realização de serviços em altura ao usar o cinto de segurança deve-se


prendê-lo em local firme e sustentável e de forma firme e segura.

11.5 Quando na tarefa a ser realizada houver risco eminente, o


mecânico só realizará a tarefa mediante ordem de serviço devidamente
preenchida e assinada por seu superior.

10.6 Quando os mecânicos notar que qualquer máquina ou equipamento


oferece riscos de acidentes aos colaboradores, deve então avisar seu
superior e/ou o setor de segurança de segurança do trabalho. e dar
sugestões para eliminar o risco.

11.7 Somente os mecânicos que têm curso de operadores de empilhadeira


estão autorizados a operar a mesma.

11.8 Sempre que possível a manutenção nas máquinas e/ou equipamentos


deverá ser feita com os mesmos desligados;

11.9 Todos os mecânicos devem usar os seguintes EPIs:

a) Protetor auditivo quando estiver exposto a ruído acima de 85 dB,


seja na área fabril ou na manutenção;

b) Botina de segurança com biqueira de aço;

c) Óculos de segurança quando executar serviços de torneamento de


peças, lixamento, esmerilhamento, etc.

39
d) Cinto de segurança quando realizar serviços em altura;

e) Capa de chuva quando executar serviços a céu aberto em dias de


chuva;

f) Capacete quando na tarefa houver riscos de queda de objetos na


cabeça.

g) Luva de raspa quando na tarefa houver risco de escoriações nas


mãos

h) Creme de proteção para as mãos ao lidar com óleos, graxas ou


pintura;

i) Ao executar serviços de solda deve-se usar os seguintes EPIs:


• Avental de raspa;
• Mangote de raspa;
• Luvas de raspa;
• Perneira de raspa;
• Óculos de segurança com lente escura.
• Máscara para proteção contra o fumo proveniente da solda

11.10 Todos mecânicos devem fazer parte da brigada de incêndio.

11.11 Não é permitido aos mecânicos fazer qualquer tipo de “


gambiarras” na realização dos serviços.

11.12 Os mecânicos que participam das tarefas nos geradores de


energia junto com os eletricistas, devem seguir todas as normas de
segurança referentes aos geradores contidas neste manual no setor
manutenção elétrica ítem 12.17.

40
MANUTENÇÃO ELÉTRICA
41
12.MANUTENÇÃO ELÉTRICA
12.1 Todos os eletricistas devem usar os seguintes EPIs:

a) Protetor auditivo quando estiver exposto a ruído acima de 85 dB,


seja na área fabril ou na manutenção;

b) Botina de segurança sem biqueira ou palmilha de aço com solado de


poliuretano;

c) Cinto de segurança quando realizar serviços em altura;

d) Capa de chuva quando executar serviços a céu aberto em dias de


chuva;

e) Capacete quando na tarefa houver riscos de queda de objetos na


cabeça.

f) Máscara quando nos serviços de soldas com estanhos.

12.2 O setor de manutenção elétrica deve sinalizar todas as tomadas


indicando com uma placa as voltagens das mesmas;

12.3 As chaves que dão ascesso às casas de força (alta tensão) devem
ficar somente em poder do encarregado do setor de elétrica (técnico
eletroeletrônico), isto para evitar que pessoas leigas tenham ascesso
às casas de alta tensão;

12.4 Todas as caixas subterrâneas localizadas no pátio da empresa que


protegem ou escondem os fios de alta tensão devem ser sinalizadas com
avisos de advertência, isto para que ninguém se aproxime e/ou abram-
nas;

12.5 Todas as chaves dos painéis devem ficar somente em poder dos
eletricistas, nunca os painéis devem ser deixados abertos livre ao
ascesso de leigos. As chaves dos painéis também não podem ficar
próximas dos painéis em local visível;

12.6 Deve-se evitar fazer manutenção em painéis e/ou equipamentos


molhados ou com o piso molhado;

12.7 Somente o encarregado do setor de elétrica (técnico


eletroeletrônico), está autorizado pela empresa a entrar nas cabines
de alta tensão, ou seja nenhum eletricista de manutenção industrial
está autorizado a entrar nas casas de forças de alta tensão. E quando
o encarregado do setor de elétrica (técnico eletroeletrônico) for
fazer qualquer manutenção na casa de alta tensão, deve-se usar os
seguintes EPIs:

a) Luva de borracha para alta tensão (13.800 volts);


b) Bastão especial para alta tensão;
c) Bota de borracha especial para alta tensão;
d) Jumper (link) de segurança especial para manutenção em cabine de
alta tensão.

42
12.8 Para o encarregado do setor de elétrica (técnico
eletroeletrônico) entrar e/ou realizar manutenção nas cabines de alta
tensão, deve ter uma ordem de serviço autorizada por escrito pelo
gerente da unidade, contendo hora da entrada, serviço realizado e
duração do serviço e visto do executor da tarefa, conforme modelo de
ordem de serviço em anexo.

12.9 Quando na realização de serviços em altura deve se analisar as


condições de segurança do andaime, das escadas, dos cintos de
segurança, a base e a estrutura do andaime, o lugar onde vai pisar
e/ou se apoiar, ou seja ver se tudo o que envolve a tarefa está em
condições de segurança, se qualquer coisa não oferecer segurança na
realização da tarefa, seja por qualquer motivo, deve o executor
avisar seu superior e este acionar a segurança do trabalho e
manutenção se necessário.

OBS. Na realização de serviços em altura ao usar o cinto de segurança deve-se


prendê-lo em local firme e sustentável e de forma firme e segura.

12.10 Todos eletricistas devem fazer parte da brigada de incêndio e


receber curso de 1° socorros, com ênfase em choque elétrico;

12.11 Quando se executar manutenção elétrica em equipamentos


energizados, os eletricistas devem usar luvas de borracha com
isolação para energia elétrica e ferramentas adequadas e isoladas;

12.12 Os eletricistas não devem usar botina de segurança com biqueira


de aço e nem com palmilha de aço, as botinas devem ser simples, sem
biqueira de aço e sem palmilha de aço;

12.13 Quando na tarefa a ser realizada houver risco eminente, o


eletricista só realizará a tarefa mediante ordem de serviço
devidamente preenchida e assinada por seu superior;

12.14 As ferramentas utilizadas pelos eletricistas devem ser


ferramentas especiais, com isolação para uso em rede energizada;

12.15 Sempre que possível deve-se fazer manutenção elétrica em


máquinas e equipamentos desenergizados;

12.16Fica proibido o uso de “T” (pinos três saídas), deve sim


instalar novas tomadas para evitar sobrecargas nas tomadas
existentes.
12.17NORMAS DE SEGURANÇA NA OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE
GERADORES DE ENERGIA.
12.17.1 VERIFICAÇÕES ANTES DA PARTIDA – 17:40 hs

 O nível de água do radiador;

Obs. Nunca remova a tampa de pressão do radiador de um motor quente.


Espere a temperatura abaixar para menos de 50 °C antes removê-la, a
não obediência a esta regra pode causar acidentes devido ao vapor que
sai do radiador.

 O nível do óleo lubrificante;

Obs. Nunca opere o motor com o nível de óleo abaixo da marca L ou


acima da marca H.

 O nível do tanque de combustível;

 O nível de água da bateria;

 Checar as mangueiras de díesel;

 Verificar existência de vazamentos;

 A tensão das correias do ventilador;

 O aperto dos cabos das baterias;

 Deixar os motores aquecendo até a temperatura de 60°C;

 Anotar hora da partida

 Leitura do horímetro;

 Anotar a temperatura do motor de hora em hora.

12.17.2 VERIFICAÇÕES NA PARADA DOS MOTORES – 21:10 hs

 Anotar hora da parada;

 Desligar a chave geral;

 Deixar o motor funcionando + - 3 min. para resfriamento;

 Desligar a chave de partida;

Obs. Desligar o motor só se a temperatura estiver abaixo de 70° C.


 Verificar a existência de vazamentos;

 Verificar o nível do óleo lubrificante;

Obs. espere pelo menos 05 min. após desligar motor para verificar o
nível do óleo, tempo necessário para que o óleo drene para o cárter.

NOTA
Quando a parada do motor for ocasionada por uma falha, não deve ser
tentada uma nova partida, sem que a causa da parada tenha sido
solucionada.

12.17.3 PESQUISA DE DEFEITOS E CAUSAS PROVÁVEIS DOS PROBLEMAS

a) Diagnóstico de falhas

É o estudo organizado do problema e o método planejado de


investigação e correção de falhas.

b) Pensar antes de agir

Estudar o problema a fundo e formular as seguintes perguntas:

 Quais foram os sinais de avisos antes da ocorrência da falha?

 Que espécie de manutenção preventiva e corretiva foi feita antes?

 O motor já sofreu falha similar anteriormente?

 Se o motor continua operando, será seguro deixá-lo funcionando por


mais algum tempo para permitir verificações adicionais?

c) Primeiro fazer as coisas mais simples

A maioria das falhas é de simples solução e pode ser facilmente


corrigida, como por exemplo:

 Consumo excessivo de óleo lubrificante, o qual pode ser provocado


por pequenos vazamentos, até então ignorados, porém suficientes
para transformar o consumo normal em consumo excessivo. Sempre
verificar as causas mais fáceis e óbvias em primeiro lugar. A
obediência a esta regra simples contribuirá para poupar tempo e
evitar aborrecimentos.

 Falta de potência, uma causa comum é o filtro de combustível sujo


ou obstruído.
d) Verificar antes de começar a desmontar o motor ou componentes

Ex. O consumo excessivo de combustível pode não ser devido à má


regulagem da bomba de combustível, mas sim devido a um entupimento
parcial do filtro de ar, ou uma obstrução no sistema de escapamento,
causando contrapressão excessiva.
Inúmeras vezes um motor é totalmente desmontado na procura da causa
de uma determinada falha, sendo que com um pouco mais de atenção
evitaremos estes transtornos.

12.17.4 INSTRUÇÕES GERAIS DE SEGURANÇA.

 Devido ao ruído, o colaborador que adentrar na sala do gerador deve


usar 02 protetores auditivos (01 plug + concha), permanecer na sala
somente o tempo necessário e ao sair manter a porta sempre fechada;

 Práticas inadequadas ou falta de cuidado, atos inseguros, podem


causar acidentes;

 Não use roupas folgadas, manga comprida, bolso descoturados, retire


sempre anéis, alianças, correntes, pulseiras e demais adornos;

 Inibidores de corrosão contém alcalinos, nunca ingire-os, não


permita que estas substâncias entrem em contato com seus olhos, em
caso de contato lave-os com água abundante por 15 min. Evite
contato com a pele, em caso de contato, lave-a com água e sabão. E
se for preciso procurar atendimento médico.

 Para evitar queimaduras nunca encoste em componentes quentes dos


motores, mangueiras tubos, etc.

a) Medidas de prevenção e combate a incêndio.

Em caso de fogo nos motores e/ou parte elétrica, seguir os seguintes


procedimentos:

 Desligar o motor;

 Desligar a energia na chave geral dentro da cabine de força;

 Desligar o registro da tubulação de óleo combustível (atrás dos


tanques de combustível.);

 Combater o fogo usando os extintores que estão próximos da porta,


tanque de combustível e cabine de força.

 Em caso de não conseguir combater o fogo com os extintores,


utilizar a carreta de extintor CO2 25Kg que fica ao lado do forno
wafer III, ou as mangueiras de hidrantes que ficam nas paredes
laterais do barracão;

 Se não conseguir combater o fogo chame imediatamente a brigada de


incêndio (manutenção, porteiros, forneiros e operadores de EWBs)
48

PERMISSÃO PARA ENTRADA NAS CABINES DE ALTA TENSÃO

DATA____/____/____ENTRADA: ____:____ SAÍDA:____:___

MOTIVO:________________________________________
________________________________________
SERVIÇO EXECUTADO:________________

_____________________________________________
_______________________________________
__________________________ __________________________
ASS. EXECUTOR DA TAREFA ASS. GERENTE DA UNIDADE

48

HIGIENIZAÇÃO/JARDINAGEM
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13. HIGIENIZAÇÃO/JARDINAGEM

13.1 Todos os Auxiliares de Serviços Gerais devem usar os seguintes


EPIs:

a) Luvas de pvc ao realizar limpeza e lidar com produtos químicos,


devendo evitar o máximo o contato de produtos químicos com a pele;
e) Máscaras;
f) Protetor auditivo quando expostos em áreas ruidosas;
g) Avental de pvc para protegerem-se da umidade.

13.2 Quando for diagnosticado que algum Auxiliar de Serviços Gerais


tem alergia a algum produto químico, deve então evitar que tal
funcionário entre em contato tal produto, se isto não for possível,
deve-se então mudar o funcionário para uma outra função;

13.3 Todos os Auxiliares de Serviços Gerais devem estar


familiarizados com as fichas técnicas de todos os produtos químicos
aos quais manipulam para que no caso de contato do produto com os
olhos, inalação ou ingestão acidental dele próprio ou de um outro
colega, seguir as orientações constantes no rótulos dos produtos;

13.4 É proibido aos jardineiros utilizar máquinas de cortar grama


próximo aos tanques de GLP ou qualquer produto inflamável devido às
faíscas que saem ao ligar a máquina e faíscas que podem vir a sair do
motor, e o risco aumenta no caso de acontecer um curto circuito com o
motor ou com a fiação da máquina;

13.5 Os jardineiros e Auxiliares de Serviços Gerais devem usar botas


de pvc ou sapato de segurança e luvas de raspa quando realizar
tarefas em que haja risco de contato com animais venenosos e insetos
peçonhentos(cobras, ratos, aranhas, escorpiões, etc.);

13.6 Os jardineiros e Auxiliares de Serviços Gerais devem usar bota


de pvc e capa de chuva quando a tarefa for realizada na chuva ou se
houver muita umidade;

13.7 Os jardineiros e Auxiliares de Serviços Gerais devem usar cintos


de segurança e seguir as normas de segurança ao realizar serviços em
altura e o Técnico de Segurança do Trabalho deve estar presente;

13.8 Os jardineiros e Auxiliares de Serviços Gerais devem respeitar


as placas de sinalização existente no pátio, ou seja não devem cavar,
limpar, abrir ou entrar em contato com as tampas que protegem a
fiação de alta tensão, telefone e água;
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13.9 Os jardineiros e Auxiliares de Serviços Gerais quando notarem


fiações expostas e/ou fios caídos ou qualquer problema de manutenção,
deve avisar seu superior e este solicitar à manutenção que resolva o
problema.

12.10 Quando a tarefa a ser executada pelo jardineiro for de natureza


perigosa (ex. corte de uma árvore grande), é aconselhável contratar
mão de obra terceirizada;

12.11Quando no corte de grama com a máquina de cortar grama ou


exposto a áreas ruidosas, deve o jardineiro usar o protetor
auditivo.