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DIREITO TRIBUTÁRIO

(106-19). União Federal lança Imposto de Renda contra alguém que cedeu em comodato um imóvel
de que é proprietária a pessoa que não é seu dependente. A base de cálculo do imposto
correspondeu ao valor estimado do aluguel. Esse imposto
a) é devido, porque ocorreu disponibilidade jurídica da renda, embora não recebida efetivamente.
b) é devido, porque a União Federal pode estimar a renda virtual do imóvel cedido em comodato,
tributando-a.
c) é indevido, porque o fato gerador é a disponibilidade econômica ou jurídica da renda.
d) é devido, porque o comodatário não é dependente do comodante.

(106-20). Determinado município institui taxa de cadastro e inscrição, a ser cobrada dos
proprietários de imóveis em sua área geográfica, a qual tem por suporte os serviços de criação de
um cadastro imobiliário e da inscrição dos contribuintes nesse mesmo cadastro, tendo este a
finalidade de facilitar a tributação pelo Imposto Predial e Territorial Urbano. Tal taxa é
a) legal, por representar efetivo exercício do poder de polícia, considerando-se que os municípios têm a
faculdade de estabelecer um controle dos imóveis sob sua circunscrição administrativa.
b) legal, por corresponder a serviço efetivamente prestado ao contribuinte.
c) ilegal, por não corresponder ao efetivo exercício do poder de polícia.
d) ilegal, por não corresponder a serviço específico e divisível relativamente ao contribuinte.

(106-21). Determinado Município baixa decreto, editando nova Planta Genérica de Valores, que
correspondem à realidade econômica, e que servirão de base de cálculo do Imposto Predial e
Territorial Urbano em relação aos imóveis situados em sua área impositiva, valores esses que
somente serão utilizados nos lançamentos a serem efetuados no exercício seguinte. Os
lançamentos praticados com base em tais valores serão
a) legais.
b) ilegais, porque a base de cálculo deve ser fixada por lei.
c) ilegais, por violação da competência municipal.
d) legais, por estarem economicamente corretos.

(106-22). O Estado de São Paulo resolve tributar os prêmios das corridas de cavalos, lançando
contribuição social incidente sobre os mesmos e destinada ao custeio dos hospitais estaduais que
atendem a crianças carentes. Essa tributação
a) é legal, pois trata-se de contribuição com caráter nitidamente social, em face da sua destinação.
b) é legal, pois os Estados podem instituir contribuições sociais para atender às necessidades relativas à
área social.
c) é ilegal, pois viola a discriminação constitucional vigente.
d) é ilegal em face da destinação específica dessa contribuição.

(106-23). Uma construtora com sede no Município de Cubatão constrói um edifício sob regime de
empreitada na cidade de Santos, onde não possui estabelecimento. A competência para a imposição
do Imposto Municipal Sobre Serviços (ISS) caberá à municipalidade de
a) Cubatão, porque é o município onde a construtora tem a sua sede social.
b) Santos, porque é o local onde foi construído o edifício.
c) Cubatão, porque construção civil não é prestação de serviços.
d) Cubatão, porque a construtora não tem estabelecimento em Santos.

(106-24). Em um processo de execução fiscal promovido contra uma sociedade regularmente


constituída, o oficial de justiça, na falta de bens próprios da empresa, penhora bem de sócio-
gerente, sem citá-lo, intimando-o da penhora e tornando-o depositário. O procedimento judicial
cabível para a desconstituição do título executivo, suspendendo a execução, será
a) ação anulatória do lançamento tributário gerador do título executivo.
b) embargos de devedor, interpostos pela sociedade.
c) embargos de terceiro, interpostos pelo sócio que teve o bem penhorado sem citação.
d) embargos de devedor, interpostos pelo sócio que teve o bem penhorado, visto ser ele sócio da
devedora e responsável tributário.

(106-25). A lei federal que criou o Adicional de Indenização ao Trabalhador Portuário (AITP) enunciou
como sujeito passivo desse tributo, de modo genérico, o operador portuário. A União Federal, por
meio de decreto do Presidente da República, equiparou a operador portuário os importadores,
exportadores e consignatários de mercadorias importadas do exterior. Tal equiparação é
a) legal, pois ocorreu apenas adequação a um conceito previamente definido em lei.
b) legal, de vez caber aos decretos a especificação dos conceitos definidos em lei.
c) ilegal, porquanto a definição de sujeitos passivos é privativa de lei.
d) ilegal, em razão de não competir ao Presidente da República, mas ao Ministro dos Transportes, a
definição de "operador portuário".

(106-26). Determinado contribuinte, devedor de tributo, obtém o seu parcelamento e vem efetuando
o pagamento conforme deferido. Apesar disso, sofre processo de execução fiscal para a cobrança
do referido tributo. Nos embargos de devedor, o contribuinte poderá alegar
a) a carência da execução fiscal, em face da novação da dívida, que teria perdido a sua natureza tributária
pelo seu parcelamento.
b) a improcedência da execução fiscal, por iliquidez do título exeqüendo, pelo fato de que parte da dívida
já foi paga.
c) o reconhecimento do direito apenas parcial à execução fiscal, por parte do Fisco, em face da existência
de saldo devedor do parcelamento.
d) a carência da execução fiscal em face da suspensão do crédito tributário.

(106-27). A União Federal institui contribuição social cujos fato gerador e base de cálculo são os
mesmos de um imposto de sua competência. Considera-se essa contribuição
a) constitucional, por não haver vedações constitucionais quanto à utilização de mesmos fato gerador e
base de cálculo, em se tratando de contribuições sociais e impostos.
b) inconstitucional, por incidir sobre o mesmo fato gerador de um imposto.
c) inconstitucional, por ser calculada sobre a mesma base imponível de um imposto.
d) inconstitucional, por representar bitributação.

(106-28). Determinada pessoa, havendo arrematado imóvel em leilão judicial ocorrido em processo
de execução fiscal para a cobrança de Imposto Predial Urbano, vem a sofrer a exigência pelo saldo
devedor da execução não coberto pelo preço da arrematação. Essa exigência é
a) legal, pois o arrematante é sucessor do executado em relação ao imóvel e em sua pessoa fiscal sub-
rogados os créditos dos tributos incidentes sobre o mesmo imóvel.
b) ilegal, pois o crédito do exeqüente se sub-roga sobre o preço da arrematação, exonerando o
arrematante quanto ao saldo devedor.
c) legal, pois o valor pago pelo arrematante não foi suficiente para a cobertura da execução.
d) legal, pois a arrematação não pode causar prejuízo ao Fisco.

(108-21). O proprietário de um terreno urbano, sem muros ou outra forma de proteção, utilizado
como depósito de lixo por terceiros, tem o Imposto Territorial Urbano cobrado com o acréscimo de
100% sobre o valor do tributo em face da ausência de proteção do terreno. Essa cobrança é
a) legal, pois o Município tem o direito de punir o proprietário por sua negligência, permitindo que o terreno
seja utilizado como depósito de lixo.
b) legal, pois a Constituição permite que os imóveis urbanos sejam tributados segundo a sua utilização
social.
c) ilegal, pois tributo não pode corresponder a sanção de ato ilícito.
d) ilegal, pois não é o proprietário do terreno quem joga o lixo no mesmo.

(108-22). A União Federal elevou a alíquota do Imposto de Importação em determinado momento, e


exigiu essa nova alíquota quando do desembaraço aduaneiro de produtos que já se encontravam
viajando em navios que navegavam em águas brasileiras, alguns deles com bandeira brasileira, e,
inclusive, havia Declarações de Importação processadas, relacionadas com os mesmos produtos,
embora não estivessem eles ainda embarcados. Esse procedimento é
a) legal, pois o fato gerador do Imposto de Importação é o desembaraço aduaneiro dos produtos
importados.
b) ilegal apenas quanto aos produtos que viajavam em navios que se encontravam em águas brasileiras.
c) ilegal em relação às mercadorias embarcadas em navios de quaisquer bandeiras e também em relação
àquelas objeto de Declarações de Importação.
d) legal apenas em relação aos navios com bandeiras estrangeiras e em relação àqueles objeto de
Declarações de Importação.

(108-23). Quando da dissolução de uma sociedade limitada, os sócios receberam em retorno os


bens que àquela haviam conferido, quando da subscrição do capital. Os sócios sofreram a
tributação pelo Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e Direitos a eles relativos por parte do
Estado em que a sociedade tinha a sua sede. Essa exigência é legal?
a) Sim, de vez que ocorreu uma nova transmissão, o que constitui um novo fato gerador.
b) Sim, pois a alienação dos imóveis na sua passagem da sociedade para os sócios configura fato típico.
c) Não, porque não ocorreu a transferência de bens imóveis.
d) Não, porquanto esse tributo não foi atribuído à competência dos Estados.

(108-24). Tendo transferido mercadorias de um estabelecimento no Estado de São Paulo para outro
no Estado do Rio de Janeiro, que posteriormente foram vendidas neste último Estado, um
contribuinte do Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre
Prestações de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) veio
a ser autuado por ambos os Estados, que exigiram o referido imposto pela alíquota total. A medida
judicial que deverá tomar o contribuinte para suspender a exigibilidade dos créditos tributários e
evitar o pagamento do mesmo imposto e pelo seu valor total a dois Estados diferentes, ou a
execução fiscal por ambos contra ele, será a propositura de
a) mandado de segurança contra ambos os Estados.
b) ação de consignação em pagamento contra os dois Estados.
c) ação declaratória contra o Estado de São Paulo.
d) medida cautelar de depósito contra o Estado do Rio de Janeiro.

(108-25). O prazo para a constituição de créditos tributários relativos a tributos sujeitos ao regime de
lançamento de ofício
a) é de cinco anos, a contar da homologação, expressa ou tácita, do lançamento.
b) é de dez anos, a contar da ocorrência do fato gerador.
c) é de cinco anos, a contar do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que ocorreu o fato gerador.
d) é de dez anos, a contar do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que ocorreu o fato gerador.

(108-26). A compensação com débitos vencidos, como modalidade de extinção dos créditos
tributários vincendos,
a) pode ser realizada espontaneamente pelo sujeito passivo, por sua conta e risco, independentemente de
previsão legal específica ou de autorização administrativa.
b) depende sempre de autorização administrativa, mesmo que haja previsão legal a respeito.
c) pode ser realizada espontaneamente pelo sujeito passivo sempre que houver previsão legal específica,
independentemente de prévia autorização administrativa.
d) nunca é admitida, pois a compensação pressupõe o encontro de créditos e débitos vencidos.
(108-27). Proposta ação anulatória de débito fiscal inscrito, o contribuinte deixou de efetuar o
depósito preparatório do respectivo valor, mesmo após ser regularmente intimado a fazê-lo. Tendo
em vista a ausência do depósito, o juiz extinguiu o feito sem julgamento do mérito. A sentença está
a) correta, pois a realização do depósito é um dos pressupostos de desenvolvimento regular do processo.
b) correta, pois o depósito representa a garantia do Fisco de que o tributo será pago no caso de
improcedência da ação.
c) errada, pois o processo deveria ser extinto com julgamento do mérito, já que não será mais possível a
discussão judicial do débito.
d) errada, pois a realização do depósito apenas suspende a exigibilidade do débito inscrito, não impedindo
a sua discussão judicial.

(108-28). No exercício de 1995, um contribuinte deixou de recolher determinado tributo. Na ocasião,


a lei impunha a multa moratória de 30% do valor do débito. Em 1997, houve alteração legislativa que
reduziu a multa moratória para 20%. O contribuinte recebeu, em 1998, notificação para pagamento
do débito, acrescido da multa moratória de 30%. A exigência está
a) correta, pois aplica-se a lei vigente à época de ocorrência do fato gerador.
b) errada, pois aplica-se retroativamente a lei que defina penalidade menos severa ao contribuinte.
c) correta, pois o princípio da irretroatividade veda a aplicação retroagente da lei tributária.
d) errada, pois a aplicação retroativa da lei é regra geral no direito tributário.

(108-29). Assinale a alternativa correta.


a) Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir imposto sobre doação de bens imóveis.
b) Compete à União Federal instituir Imposto Sobre Operações de Circulação de Mercadorias e Serviços,
dividindo a respectiva receita com os Estados e com o Distrito Federal.
c) Os Estados e o Distrito Federal poderão instituir, mediante lei complementar, impostos não cumulativos
e que não tenham fato gerador ou base de cálculo própria daqueles discriminados na Constituição.
d) Compete aos Municípios instituir imposto sobre transmissão causa mortis.

(108-30). Deve, necessariamente, observar o princípio da anterioridade, previsto pelo art. 150, III, b,
da Constituição Federal, o imposto
a) sobre importação de produtos estrangeiros (II).
b) sobre serviços de qualquer natureza (ISS).
c) sobre produtos industrializados (IPI).
d) extraordinário que vier a ser instituído conforme o art. 154, II, da Constituição Federal.

(109-18). Herdeiros de um contribuinte que deixou patrimônio, tendo sido autuado pela prática de
sonegação fiscal, sofrem processo de execução fiscal compreendendo o valor do tributo, acrescido
da correção monetária, da multa e dos juros. Essa cobrança é
a) ilegal quanto ao tributo e todos os seus acréscimos.
b) legal quanto ao tributo e todos os seus acréscimos.
c) legal quanto ao tributo e à multa e ilegal quanto aos juros e à correção monetária.
d) ilegal apenas quanto à multa.

(109-19). Determinado Estado da União exige, para a entrada, em seu território, de mercadorias
advindas de outros Estados, o pagamento prévio do ICMS, convencionando pautas fiscais de valor
para a cobrança do imposto e permitindo a sua repetição na hipótese da não-venda de tais
mercadorias. Essa exigência é
a) legal, pois os Estados têm o direito de precaver-se contra a hipótese de sonegação do ICMS devido
quando da venda posterior das mercado- rias.
b) legal, pois apenas está antecipando a cobrança de um imposto devido.
c) ilegal, pois a antecipação de tributo é proibida.
d) ilegal, pois com isso está impedindo a livre circulação de mercadorias, discriminando-as em face da sua
procedência.
(109-20). Em 1998, a União Federal, com a finalidade de regular o comércio exterior, criou lei
isentando alguns produtos do imposto de importação, do imposto sobre produtos industrializados e
do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestação de serviços de
transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. Tal procedimento
a) é legal, pois cabe à União Federal legislar sobre comércio exterior.
b) é legal, pois a União Federal, desde que isente dos seus impostos as importações no interesse da
regulação do comércio exterior, pode também isentar do ICMS.
c) é inconstitucional, pois estaria ferida a autonomia tributária dos Estados.
d) é ilegal, pois a União Federal não pode isentar impostos estaduais.

(109-21). Determinada prefeitura, tendo aprovado um projeto de loteamento de áreas de lazer (sítios
de recreação) sitas na zona rural de seu município, sobre as mesmas lançou o imposto predial e
territorial urbano. Esse procedimento é
a) ilegal, pois as prefeituras não têm competência para tributar imóveis na zona rural, ainda que dos seus
municípios.
b) ilegal, pois a competência para tributar imóveis fora da zona urbana dos municípios é dos Estados
Federados.
c) legal, pois a aprovação, pela prefeitura, de projeto de loteamento de sítios de recreação, ainda que na
zona rural do município por ela gerido, coloca tais áreas sob sua competência tributária.
d) legal, pois as prefeituras têm competência para tributar imóveis na zona rural dos seus municípios.

(109-22). Em direito tributário, a expressão "denúncia espontânea da infração" significa


a) oferecimento, pelo Ministério Público, de denúncia por crime de sonegação fiscal, crime este de
iniciativa pública incondicionada.
b) a cientificação da administração tributária, pelo contribuinte, de que este cometeu infração à legislação
tributária, independentemente de qualquer procedimento fiscal anterior.
c) lançamento de tributo por meio da lavratura de auto de infração pela administração tributária, mediante
atuação estritamente vinculada.
d) direito de qualquer cidadão poder dirigir-se aos órgãos da administração fiscal, para informar a
existência de infrações fiscais de que tenha conhecimento.

(109-23). NÃO pode ser cobrado no mesmo exercício financeiro da publicação da Lei que o instituiu,
a) imposto sobre produtos industrializados (I.P.I.).
b) imposto sobre importação de produtos estrangeiros (I.I.).
c) imposto sobre operações de crédito, câmbio e seguro, ou relativas a títulos ou valores mobiliários
(I.O.C.).
d) imposto sobre renda e proventos de qualquer natureza (I.R.).

(109-24). Lei Federal que fixa alíquotas aplicáveis ao imposto sobre produtos industrializados (I.P.I.)
estabeleceu que a alíquota referente a navios produzidos no Estado do Rio de Janeiro é de 1%, e a
dos produzidos no resto do País, 8%. Tal disposição vulnera o princípio constitucional da
a) não discriminação entre procedência e destino do produto.
b) uniformidade geográfica da tributação.
c) liberdade de trânsito.
d) seletividade do imposto sobre produtos industrializados.

(109-25). A norma jurídica encarregada de dispor sobre conflitos de competência em matéria


tributária entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios é
a) a lei ordinária.
b) o decreto regulamentar.
c) a Constituição Federal.
d) a lei complementar.
(109-26). "Situação definida em lei como necessária e suficiente para a sua ocorrência" é definição
do(a)
a) fato gerador da obrigação acessória.
b) fato gerador da obrigação principal.
c) obrigação tributária.
d) crédito tributário.

(109-27). A pessoa física tem capacidade tributária passiva


a) somente a partir de 16 anos de idade.
b) independentemente de idade, se civilmente capaz.
c) independentemente de idade e de capacidade.
d) somente quando maior de 18 anos e civilmente casado.

(110-1). Determinada indústria consome parte dos produtos por ela industrializados. Neste caso, há
incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados?
a) Não, pois o seu fato gerador é a saída dos produtos industrializados do estabelecimento industrial.
b) Não, pois não houve alienação dos produtos industrializados a terceiros.
c) Sim, pois ocorreu o consumo dos produtos industrializados.
d) Sim, porque houve circulação econômica dos produtos industrializados.

(110-2). A Constituição Federal proíbe que seja estabelecida limitação ao tráfego de pessoas ou
mercadorias por meio de tributos interestaduais ou intermunicipais. Aplica-se essa vedação
a) aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios.
b) à União, aos Estados e aos Municípios.
c) à União, aos Estados e ao Distrito Federal.
d) à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios.

(110-3). O ICMS
a) é não-cumulativo, significando que, em qualquer hipótese, deverá ser assegurado o crédito para
compensação com o montante devido nas operações ou prestações seguintes.
b) incide sobre prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, assim
como sobre o valor total da operação, quando as mercadorias forem fornecidas com serviços não
compreendidos na competência impositiva municipal.
c) sendo de competência tributária do Estado-Membro, somente a legislação estadual pode excluir da
incidência do imposto, nas exportações para o exterior, serviços e produtos determinados.
d) tem as suas alíquotas estabelecidas pelo Senado Federal, aplicáveis às operações e prestações
internas, interestaduais e de exportação.

(110-4). Assinale a alternativa correta sobre responsabilidade tributária.


a) Apresentada a certidão negativa de tributos municipais, por ocasião da aquisição de prédio urbano, pelo
comprador, salvo hipótese de dolo deste, não pode ser-lhe imputada qualquer responsabilidade pelos
débitos anteriores à aquisição, quer porque ao documento público não se pode negar fé, quer porque o
Estado deve responder por atos de seus agentes, assegurado o direito de regresso contra o responsável
no caso de dolo ou culpa.
b) Mediante expressa previsão legal, a responsabilidade tributária, relativamente à obrigação principal ou
acessória, pode ser atribuída à terceira pessoa vinculada ao fato gerador da obrigação tributária.
c) O espólio é responsável pelos tributos devidos pelo de cujus até a data da partilha ou adjudicação, ao
passo que a pessoa jurídica de direito privado que resultar de incorporação é responsável pelos tributos
devidos até a data do ato pela pessoa jurídica de direito privado incorporada.
d) Ao teor do art. 135 do CTN, os gerentes, diretores ou representantes de pessoas jurídicas de direito
privado são pessoalmente responsáveis pelo crédito tributário referente ao ICMS devidamente escriturado
nos livros fiscais e não recolhido no prazo estipulado na legislação tributária sempre que impossibilitada,
por qualquer razão, a sua cobrança do contribuinte.

(110-5). O custeio dos sistemas de previdência social mantidos pelos Estados e pelos Municípios
a) não poderá ser realizado por meio de contribuições, cuja competência impositiva é exclusiva da União
Federal.
b) poderá ser realizado por meio de contribuições de intervenção no domínio econômico, instituídas pelos
Estados e Municípios respectivos.
c) poderá ser realizado por meio de contribuições instituídas pelos Estados e Municípios respectivos,
cobradas de seus servidores.
d) deverá necessariamente ser feito mediante repasses efetuados pela União Federal, por meio dos
Fundos de Participação de Estados e Municípios.

(110-6). A empresa Alfa S.A. impetrou mandado de segurança para discussão de certo tributo federal,
tendo obtido liminar para suspensão do crédito respectivo, sem a necessidade de realização de
depósito judicial. A segurança foi negada por decisão definitiva transitada em julgado. Dez dias após
a publicação da decisão desfavorável, a Receita Federal lavrou auto de infração contra Alfa S.A., por
falta de recolhimento do tributo discutido, monetariamente corrigido, aplicando-lhe ainda multa pelo
não recolhimento. O auto de infração
a) não procede, pois a falta de recolhimento estava amparada por decisão judicial.
b) procede em parte, porque a Alfa S.A. teria o prazo de 30 (trinta) dias para recolher o tributo, sem a
imposição de penalidade.
c) procede em parte, porque não flui correção monetária enquanto o crédito tributário está suspenso.
d) procede totalmente, porque Alfa S.A. realmente infringiu a legislação tributária.

(110-7). São normas complementares de direito tributário


a) os convênios celebrados entre os entes federativos.
b) as leis complementares.
c) as leis ordinárias e os seus respectivos regulamentos.
d) os tratados internacionais em matéria tributária.

(110-8). Se determinada operação, praticada entre contribuintes do IPI e do ICMS, constitui,


simultaneamente, fato gerador de ambos os impostos,
a) somente é cobrado o IPI.
b) os valores relativos ao ICMS não se incluem na base de cálculo do IPI.
c) o IPI e o ICMS são cobrados cumulativamente.
d) somente é cobrado o ICMS.

(110-9). O Imposto sobre Transmissão inter vivos de Bens Imóveis (ITBI) não incide sobre
a) vendas de imóveis realizadas por sociedades de economia mista que exercem atividade econômica.
b) vendas de imóveis realizadas por sociedade imobiliária.
c) integralização, com imóveis, de capital de sociedade cujo objeto não seja a atividade imobiliária.
d) constituição de usufruto sobre imóvel.

(110-10). Não pode ser cobrado no mesmo exercício financeiro da publicação da lei que o instituiu, o
imposto
a) sobre produtos industrializados (IPI).
b) sobre importação de produtos estrangeiros (I.I.).
c) sobre operações de crédito, câmbio e seguro, ou relativas a títulos ou valores mobiliários (IOF).
d) sobre a renda de proventos de qualquer natureza (IR).

(111-1) Em relação às taxas, é correto afirmar que a sua instituição é matéria


reservada à lei complementar.
a) não constituem espécies de tributos.
podem ser cobradas independentemente da existência de lei
00000000a)que defina todos os elementos de seu fato gerador.
d) não podem ter base de cálculo própria de impostos.

(111- 2). Os Municípios têm competência para instituir imposto sobre serviços de
qualquer natureza, exceto de
a) transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.
b) b agenciamento ou corretagem de bens móveis.
c) assistência médica e planos de saúde.
d) ensino, instrução ou treinamento.

(111-3.) Está sujeita à disciplina específica por meio de lei complementar,


a) a concessão de isenção de pagamento dos impostos de competência da União Federal.
b) instituição, pela União Federal, de impostos não discriminados na Constituição Federal.
c) majoração de alíquota das contribuições para o financiamento da seguridade social
previstas no art. 195 da Constituição Federal.
d) instituição de taxas baseadas no poder de polícia.

(111-4). Dentre os fatos geradores que podem, em tese, ensejar a cobrança de


taxas, não se encontra a
a) fiscalização de mercadorias importadas pela autoridade aduaneira.
b) prestação de serviço público de gás canalizado.
c) prestação de serviço de segurança pública.
d) fiscalização de atividades potencialmente poluidoras pela autoridade ambiental.

(111-5). A imunidade estabelecida pelo art. 150, VI, a, da Constituição Federal, que
veda a tributação recíproca entre União, Estados e Municípios abrange
a) apenas os respectivos órgãos da Administração Direta.
b) apenas os respectivos órgãos da Administração Direta e as autarquias.
c) apenas os respectivos órgãos da Administração Direta, as autarquias e as fundações
públicas.
d) toda a Administração Direta e Indireta de cada ente federativo.

(111-6).Pode ser aplicada retroativamente a lei tributária que


a) institua ou aumente tributo.
b) extinga tributo.
c) deixe de definir determinado ato como infração, ainda que já definitivamente julgado.
d) seja expressamente interpretativa.

(111-7). A contagem do prazo de prescrição da ação para cobrança do crédito


tributário inicia-se
a) na data da constituição definitiva do crédito tributário.
b) na data da ocorrência do fato gerador.
c) na data do protesto inicial.
d) no primeiro dia do exercício seguinte àquele em que ocorre o lançamento.

(111-8). O imposto sobre a renda tem como fato gerador a disponibilidade


econômica ou jurídica de renda,
a) assim entendido o produto do capital, bem como os proventos de qualquer natureza, assim
entendidos os acréscimos patrimoniais não compreendidos no conceito de renda.
b) pode ter as atuais alíquotas substituídas por uma alíquota única, mediante alteração por lei
ordinária, que assegure a arrecadação do mesmo montante propiciado pela legislação vigente.
c) juntamente com o imposto territorial rural, constitui os dois únicos impostos federais,
disciplinados por lei ordinária, que se submetem ao princípio da anterioridade, previsto no art.
150, III, b, da CF.
d) imposto recebido na fonte pelo IPREM, autarquia municipal, em razão de rendimentos
pagos, a qualquer título, fica pertencendo àquela autarquia municipal.

(111-9). Aponte a alternativa certa quanto ao imposto sobre a propriedade predial e


territorial urbana.
a) O art. 34 do CTN prescreve que o contribuinte desse imposto é proprietário do imóvel, o
titular de seu domínio útil, ou seu possuidor a qualquer título. A expressão final - possuidor a
qualquer título - permite lançar o imposto sobre o locatário de prédio, sempre que o contrato
de locação prescrever a obrigação dele, locatário, de pagar os impostos incidentes sobre o
imóvel locado.
b) Para efeito de lançamento desse imposto ou do imposto territorial rural, pode a lei ordinária
competente definir o imóvel como urbano ou rural, segundo a destinação que lhe for dada.
c) A Constituição Federal vigente contempla duas espécies de progressividade desse imposto:
a progressividade fiscal, para favorecer proprietário de prédio residencial, e a progressividade
extrafiscal, fundada no poder de polícia, para regular qualquer matéria de competência
municipal.
d) Esse imposto é de incidência anual, porque seu fato gerador ocorre a todo dia 1º de janeiro
de cada ano.

(111-10). A imunidade constitucional das instituições educacionais sem fins


lucrativos refere-se a
a) impostos e taxas.
b) apenas impostos.
c) impostos, taxas e contribuições.
d) impostos e contribuições.

(112-1). A execução do crédito fiscal, ajuizada após a decretação da falência do contribuinte, é


realizada mediante
a) habilitação de crédito nos autos da falência.
b) penhora no rosto dos autos da falência.
c) penhora em bens individualizados.
d) venda antecipada dos bens da massa falida.

(112-2). Não constitui hipótese de suspensão de exigibilidade do crédito tributário


a) a moratória concedida por despacho da autoridade administrativa.
b) o depósito judicial da importância questionada.
c) a medida liminar concedida em sede de mandado de segurança.
d) o decurso do prazo de 5 (cinco) anos, sem homologação expressa do autolançamento efetuado pelo
contribuinte.

(112-3). Um dos elementos que diferenciam as taxas das contribuições de melhoria é o fato de que
as taxas
a) remuneram serviços públicos, ao passo que as contribuições de melhoria têm como contrapartida a
realização de obras públicas.
b) não dizem respeito a nenhuma atividade estatal específica, ao passo que as contribuições de melhoria
apresentam o atributo da referibilidade.
c) remuneram serviços públicos específicos e indivisíveis, ao passo que as contribuições de melhoria
remuneram serviços públicos específicos e divisíveis.
d) são cobradas pela prestação de serviços públicos, ainda que apenas postos à disposição do usuário, ao
passo que o pagamento das contribuições de melhoria é facultativo.
(112-4). A Lei nº 9.960, de 28.01.2000, instituiu a Taxa de Fiscalização Ambiental – TFA, que passaria
a incidir imediatamente, tendo como fato gerador a atividade desenvolvida pelo Instituto Brasileiro
do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA, com vistas ao controle de pessoas
físicas ou jurídicas potencialmente poluidoras. É possível sustentar a ilegitimidade dessa exação e
obter a restituição do valor porventura já pago no exercício de 2000, a partir, dentre outros, do
seguinte fundamento:
a) a lei ordinária não é veículo idôneo para a instituição de taxas.
b) é inadmissível a instituição de taxas, cujo fato gerador seja a fiscalização da atividade particular.
c) é inadmissível a cobrança de taxas, no mesmo exercício financeiro da lei que a instituiu.
d) é vedada a cobrança de taxas, para financiamento de atividades desenvolvidas por órgãos da
administração indireta.

(112-5). Não é cabível a propositura de ação de consignação em pagamento do montante do crédito


tributário exigido, na hipótese de
a) recusa do recebimento pelo sujeito ativo.
b) subordinação do pagamento do tributo ao cumprimento de obrigação acessória.
c) exigência, a maior, do tributo devido.
d) exigência de tributo incidente sobre o mesmo fato gerador por mais de um ente tributante.

(112-6). O princípio da não-cumulatividade, em relação ao Imposto Sobre Circulação de Mercadorias


e Serviços (ICMS), significa que o
a) Ocontribuinte poderá descontar, do valor devido em cada operação de circulação de mercado-rias, o
montante do tributo cobrado em operações anteriores.
b) Fisco não poderá exigir, cumulativamente com o ICMS, qualquer outro tributo em tese incidente sobre a
mesma operação.
c) O contribuinte tem o direito à redução progressiva da alíquota do ICMS, conforme o número de
operações realizadas em determinado espaço de tempo.
d) Fisco deverá excluir o IPI e o ISS da base de cálculo do ICMS, sempre que qualquer daqueles dois
tributos for exigido concomitantemente com este.

(112-7). Assinale a alternativa incorreta.


a) O contribuinte ou responsável elege seu domicílio tributário.
b) Na falta de eleição, considera-se domicílio tributário a sua residência habitual.
c) Se a residência habitual das pessoas naturais for incerta ou desconhecida, considera-se como domicílio
tributário o centro habitual de sua atividade.
d) A autoridade administrativa pode recusar a residência eleita, quando impossibilite ou dificulte a
arrecadação ou a fiscalização do tributo.

(112-8). Salvo disposição em contrário, a responsabilidade por infração à legislação tributária


considera relevantes apenas as ações ou omissões praticadas com boa fé.
a) só é pessoal quando capitulada como contravenção.
b) é definida pelos princípios gerais de direito penal.
c) independe da intenção do agente.
d) O princípio da imunidade recíproca

(112-9). existe para preservar o princípio federativo, prevenindo atritos entre as entidades políticas,
decorrentes de relações jurídicas de natureza tributária.
a) aplica-se apenas a impostos, dispensando a entidade imune das obrigações acessórias.
b) aplica-se aos tributos das entidades políticas componentes da Federação Brasileira, bem como em
relação à renda, ao patrimônio ou serviços das autarquias e das fundações mantidas pelo Poder Público.
c) impede a tributação, através de impostos, de rendas, patrimônios ou serviços das entidades políticas,
bem como de suas autarquias e fundações, sendo que, em relação a estas últimas, desde que direta e
exclusivamente vinculados às suas finalidades essenciais.
d) Na ausência de disposição expressa, a autoridade competente aplica a lei tributária utilizando-se

(112-10). dos princípios gerais do direito tributário; da lei interpretativa; da retroatividade benigna;
da von-tade das partes.
a) da interpretação genérica do direito público; da analogia; dos efeitos econômicos dos atos, e não da
sua forma jurídica;
b) de todos os métodos desde que atinjam as finalidades da lei.
c) da analogia; dos princípios gerais do direito tributário; dos princípios gerais do direito público; da
eqüidade.
d) dos princípios gerais do direito público; do pensamento da lei; da eqüidade; dos atos normativos.

(113-1). Nas atividades econômicas que envolvam fornecimento de mercadorias e prestação de


serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios, o imposto sobre operações
relativas à circulação de mercadorias (ICMS)
a) não incide.
b) incide apenas sobre o valor das mercadorias.
c) incide sobre o valor total da operação.
d) incide apenas nas operações interestaduais ou intermunicipais.

(113-2). A União Federal poderá efetuar a cobrança, sem necessidade de observar o princípio da
anterioridade, dos impostos sobre
a) importação de produtos estrangeiros (II) e pro-priedade territorial rural (ITR).
b) produtos industrializados (IPI) e renda e proventos de qualquer natureza (IR).
c) importação de produtos estrangeiros (II) e produtos industrializados (IPI).
d) renda e proventos de qualquer natureza (IR) e propriedade territorial rural (ITR).

(113-3). O lançamento dos tributos que, por determinação legal, devem ser recolhidos
antecipadamente pelo contribuinte, sem prévio exame da autoridade administrativa, denomina-se
a) por homologação.
b) direto.
c) oficial.
d) misto.

(113-4). Na cisão de uma sociedade, com versão de todo o patrimônio para outras duas pessoas
jurídicas preexistentes, a responsabilidade pelos débitos tributários da sociedade cindida, relativos
a fatos geradores anteriores à data da operação, é imputável
a) apenas à pessoa jurídica para a qual for atribuído semelhante encargo no protocolo de cisão.
b) a cada uma das pessoas jurídicas que absorveu o patrimônio da sociedade cindida, em caráter
solidário.
c) apenas aos sócios da sociedade cindida, em caráter solidário.
d) a cada uma das pessoas jurídicas incorporadoras, na proporção do patrimônio recebido, sem
solidariedade entre si.

(113-5). É matéria excluída do princípio da reserva legal


a) a definição do fato gerador do tributo.
b) a fixação da alíquota e da base de cálculo do tributo.
c) a concessão de isenções e anistias.
d) a definição da data de pagamento do tributo.

(113-6). A revogação de isenção tributária concedida por prazo indeterminado


a) pode ser decretada por ato do órgão do poder executivo responsável pela arrecadação.
b) depende de lei específica.
c) depende de decisão judicial passada em julgado em favor do ente tributante.
d) depende de Emenda Constitucional.

(113-7). São causas de suspensão da exigibilidade do crédito tributário a


a) anistia e a moratória.
b) imunidade e a anistia.
c) liminar em mandado de segurança e a imunidade.
d) moratória e a liminar em mandado de segurança.

(113-8). Em 1992, a alíquota do IPI de um certo bem industrializado era 8%. No dia 15 de julho do
mesmo ano, o Poder Executivo baixou um decreto, elevando-a para 10%. No ano seguinte, houve
novo aumento da alíquota, passando para 14%, e a partir de 1994, a alíquota foi reduzida para zero.
Em março de 1995, um fiscal da Receita Federal autuou o estabelecimento industrial Bonsucesso
Ltda., pelo não recolhimento do IPI incidente sobre este bem, relativo a uma operação ocorrida em
novembro de 1992. Além da multa e juros de mora, o fiscal deverá lançar o imposto aplicando a
alíquota de
a) 14%.
b) 10%.
c) 8%.
d) 0%.

(113-9). As convenções particulares relativas à responsabilidade pelo pagamento de tributos


a) não podem, salvo disposições de lei em contrário, ser opostas à Fazenda Pública.
b) podem ser sempre opostas à Fazenda Pública.
c) nunca podem ser opostas à Fazenda Pública.
d) podem, a critério da autoridade fazendária, ser opostas à Fazenda Pública.

(113-10). Caio, contribuinte do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), é proprietário de um


imóvel sobre o qual foi edificada uma construção clandestina. Em 1997, a Prefeitura Municipal
descobriu a nova edificação e realizou a revisão do lançamento, do imposto pago no exercício de
1996, lançando, então, a diferença de imposto apurada. Esse lançamento complementar
a) não é possível, porque o lançamento do IPTU não pode ser revisto sob alegação de erro de fato.
b) não é possível, porque não cabe revisão do lançamento de ofício.
c) é possível, porque o contribuinte tinha o dever de comunicar à Prefeitura a edificação realizada.
d) é possível, porque em regra os tributos podem ser cobrados retroativamente.

(114-81). A União Federal institui Imposto de Importação com alíquotas menores para as
mercadorias importadas por uns Estados, em relação a outros, sob a alegação de que
aqueles Estados são mais pobres e os demais, ricos. Essa diferenciação é
a) legítima, pois a União Federal tem poder para instituir tributos diferenciados em relação aos
Estados.
b) legítima, pois compete à União Federal a política de desenvolvimento dos Estados mais
pobres.
c) ilegítima, pois a União Federal não pode instituir tributos que não sejam uniformes em todo
o território nacional.
d) ilegítima, pois a diferença de riqueza não está prevista como suporte para essa diferença de
tributos em relação aos Estados.

(114-82). Para efeito de cobrança do Imposto Predial e Territorial Urbano - IPTU, é


considerado imóvel urbano todo aquele que estiver localizado
a) em zona urbana, conforme definida em lei municipal.
b) dentro do território do município.
c) em zona urbana, conforme definida em lei estadual.
d) em zona urbana, conforme definida em lei municipal, desde que seja beneficiário de certos
melhoramentos urbanos.

(114-83). Extingue-se, após 5 anos, o direito da Fazenda Pública constituir o crédito


tributário
a) a partir da data do fato gerador.
b) a partir da data do lançamento efetuado, desde que não tenha havido incorreção do
lançamento.
c) a partir do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido
efetuado.
d) a partir da data do lançamento efetuado mesmo com incorreção, ou a partir do primeiro dia
após o lançamento, caso seja lançado corretamente.
(114-84). Outros impostos que não sejam cumulativos e que não tenham base de cálculo e
fato gerador próprios dos previstos na CF,
a) podem ser instituídos pelos Estados.
b) podem ser instituídos pela União.
c) não podem ser instituídos pela União.
d) não podem ser instituídos pela União ou Estados.

(114-85). A revisão do lançamento só é admissível


a) enquanto não extinto o direito da Fazenda Pública.
b) quando se deve apreciar fato não conhecido à época do lançamento anterior, em qualquer
caso.
c) enquanto o contribuinte não tenha pago o tributo.
d) enquanto não homologado o lançamento anterior.

(114-86). A imunidade relativa ao Imposto Territorial Rural abrange


a) todas as glebas, quando o proprietário só tem um imóvel.
b) algumas glebas improdutivas.
c) todas as glebas em que o proprietário trabalhe com a família.
d) pequenas glebas que o proprietário explore só ou com sua família e não tenha outro imóvel.

(114-87). Exclui-se da competência impositiva do Distrito Federal o Imposto sobre


a) Propriedade Predial e Territorial Urbano (IPTU).
b) Transmissão Causa Mortis de quaisquer bens ou direitos.
c) Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
d) Produtos Industrializados (IPI).

(114-88). Em 1999, Caio vendeu a Tício imóvel em relação ao qual pesava débito de Imposto
Predial e Territorial Urbano - IPTU, referente ao exercício de 1998. Em seguida, Tício recebeu
a notificação de cobrança do tributo e recusou-se a pagá-lo, argumentando que na data de
ocorrência do fato gerador o proprietário do imóvel era Caio. Além disso, Caio assumiu
contratualmente, perante Tício, a obrigação de pagar o IPTU vencido. O procedimento fiscal
está
a) errado, pois o tributo só pode ser exigido de Caio, proprietário do imóvel no exercício de
1998.
b) errado, pois Caio ainda consta como proprietário no cadastro imobiliário da Prefeitura
Municipal.
c) correto, pois o débito tributário relativo ao IPTU sub-roga-se na pessoa do adquirente do
imóvel, isto é, Tício.
d) errado, pois de acordo com o contrato celebrado entre Tício e Caio, o IPTU deve ser pago
por este.

(114-89). Para que o adquirente de estabelecimento industrial ou comercial responda


integralmente pelos débitos tributários relativos ao fundo de comércio adquirido, é
necessário que o
a) alienante cesse de imediato a exploração das mesmas atividades desenvolvidas no
estabelecimento.
b) contrato de trespasse preveja expressamente tal responsabilidade.
c) alienante não detenha patrimônio suficiente para saldar as pendências.
d) fisco tenha manifestado oposição à transferência do estabelecimento, nos 30 (trinta) dias
seguintes à data da operação.

(114-90). Caso determinado contribuinte tenha contra si débito inscrito na dívida


ativa,
a) não poderá obter certidão negativa, nem certidão positiva com efeito de negativa.
b) somente poderá obter certidão negativa se o débito estiver garantido por penhora ou
depósito administrativo.
c) poderá obter certidão positiva com efeito de negativa, se o débito estiver com sua
exigibilidade suspensa.
d) poderá sempre obter certidão positiva com efeito de negativa.

(115-01). Na interpretação e na integração da legislação tributária,


a) interpretam-se literalmente as leis que outorgam isenções.
b) admite-se que os conceitos de direito privado sejam alterados pelas leis tributárias.
c) admite-se a analogia para ampliar a definição legal de sujeito passivo do tributo.
d) interpretam-se extensivamente as leis que dispõem sobre a suspensão do crédito tributário.

(115-02). O princípio da anterioridade, segundo o qual é vedado o aumento da carga tributária no


mesmo exercício financeiro em que tenha sido publicada a lei majorativa, aplica-se
a) a todos os tributos, inclusive contribuições sociais.
b) às taxas e impostos, ressalvadas apenas as exceções constitucionalmente previstas.
c) apenas às taxas.
d) apenas aos impostos.

(115-03). Determinada pessoa jurídica aliena bem imóvel pertencente a seu ativo fixo, por um preço
substancialmente menor do que o seu valor de aquisição. Posteriormente, é autuada pelo Fisco
porque não ofereceu a receita da venda desse bem à tributação pelo Imposto de Renda. A atitude do
Fisco é
a) correta, pois o recebimento do preço significou um ingresso de caixa e o lucro tributável é a diferença
entre as entradas e as saídas.
b) correta, pois a venda de bem do ativo fixo consiste em receita operacional da empresa.
c) errada, pois a venda de bem do ativo nunca é tributada pelo imposto de renda.
d) errada, pois o lucro tributável deve refletir o acréscimo patrimonial da empresa.

(115-04). Antes da promulgação da Lei Complementar no 104/01, a compensação entre créditos e


débitos de tributos da mesma espécie, sujeitos ao lançamento por homologação,
a) podia ser realizada por conta própria pelo contribuinte.
b) dependia de prévia autorização da autoridade administrativa.
c) sujeitava-se à prévia autorização judicial.
d) não podia ser realizada.
(115-05). Não é hipótese de instituição de empréstimos compulsórios,
a) o atendimento a despesas extraordinárias decorrentes de calamidade pública.
b) o investimento público de caráter urgente e relevante.
c) a obtenção de superávit primário nas contas governamentais.
d) o atendimento a despesas decorrentes de guerra externa.

(115-06). A isenção concedida por prazo certo e sujeita a determinadas condições


a) pode ser modificada por lei, mas não revogada.
b) não pode ser revogada nem modificada.
c) pode ser modificada ou revogada por decisão administrativa, a qualquer tempo.
d) pode ser modificada ou revogada por lei, a qualquer tempo.

(115-07). Na solidariedade, pode ser enumerado o seguinte efeito:


a) a isenção ou remissão de crédito exonera a todos os obrigados, indistintamente.
b) a interrupção da prescrição, em favor ou contra os coobrigados, prejudica aos demais.
c) o pagamento efetuado por um dos obrigados aproveita aos demais.
d) a remissão concedida a um dos obrigados aproveita aos demais.

(115-08). O princípio da estrita legalidade tributária traz consigo


a) a necessidade de uma tipificação rigorosa, excluindo-se qualquer dúvida sobre o perfeito
enquadramento do conceito do fato ao conceito da norma.
b) a exigência de que a norma jurídica tributária deva sempre ser interpretada de maneira mais favorável
ao contribuinte.
c) a permissibilidade da criação de alguns tributos por decreto, uma vez que a própria Constituição Federal
assim previu.
d) a vedação de criação de tributos por Lei Complementar, porque tal princípio, segundo a Constituição
Federal os prevê, são instituídos somente por Lei Ordinária.

(115-09). A natureza jurídica específica do tributo é determinada


a) pela destinação legal do produto de sua arrecadação.
b) pelas obrigações acessórias.
c) pelo fato gerador.
d) pela denominação e demais características legais adotadas pela lei.

(115-10). A lei complementar é exigida para


a) majoração de tributo.
b) criação de contribuição de intervenção no domínio econômico.
c) revogação de isenção.
d) instituição de empréstimos compulsórios.

(116-81). Sujeitam-se ao princípio da anterioridade mitigada ou nonagesimal as seguintes


contribuições:
a) contribuições de melhoria e contribuição social sobre o lucro.
b) contribuições de intervenção no domínio econômico e contribuição social sobre a folha de salários.
c) contribuição social sobre o lucro e contribuição social sobre a folha de salário.
d) contribuições de interesse das categorias profissionais e contribuição ao salário-educação.

(116-82). A partir da promulgação da Emenda Constitucional no 32/01, as Medidas Provisórias


a) não podem instituir ou majorar tributos, em nenhuma hipótese.
b) podem instituir impostos ou aumentar as alíquotas previstas em lei, desde que a respectiva cobrança só
tenha lugar no exercício seguinte ao da sua conversão em lei.
c) podem instituir ou majorar impostos, desde que a respectiva cobrança tenha lugar apenas no exercício
seguinte ao da sua edição e que sejam convertidas em lei no prazo máximo de 60 (sessenta) dias.
d) podem aumentar a alíquota de quaisquer impostos ou contribuições, para serem cobrados
imediatamente, excluindo-se apenas os impostos de competência dos Estados.

(116-83). O aspecto material da hipótese de incidência é


a) o elemento que determina o sujeito ativo e passivo da obrigação tributária.
b) a situação descrita em lei como necessária e suficiente para fazer surgir a obrigação tributária.
c) o elemento valorativo do fato gerador.
d) o elemento que possibilita a determinação da base de cálculo e da alíquota aplicável.

(116-84). A pessoa física tem capacidade tributária passiva


a) somente a partir de 16 anos de idade.
b) independente de idade, se civilmente capaz.
c) independentemente de idade e de capacidade.
d) somente quando maior de 21 anos e civilmente capaz.

(116-85). A natureza jurídica específica de um tributo, segundo o CTN, é determinada


a) em função de sua denominação jurídico-formal.
b) pelas características da relação jurídico-tributária dela decorrente.
c) em razão das peculiaridades dos sujeitos ativo e passivo da obrigação.
d) pelo fato gerador da respectiva obrigação tributária.

(116-86). A anistia, a conversão de depósito em renda e as reclamações que observem os termos das
leis reguladoras do processo tributário administrativo acarretam, relativamente ao crédito tributário,
respectivamente, sua
a) exclusão, suspensão, extinção.
b) extinção, suspensão, exclusão.
c) extinção, exclusão, suspensão.
d) exclusão, extinção, suspensão.

(116-87). Não se presume fraudulenta a alienação de bens, por sujeito passivo em débito para com a
Fazenda,
a) por crédito tributário regularmente inscrito como Dívida Ativa em fase de execução.
b) no caso de terem sido reservados bens ou rendas, pelo sujeito passivo, suficiente ao total pagamento
da dívida em fase de execução.
c) no caso de não terem sido reservados bens ou rendas para o pagamento da dívida em fase de
execução.
d) se o sujeito passivo apresentar prova inequívoca de que não houve, de sua parte, dolo na alienação, já
que, por transferência, assume o adquirente a responsabilidade quanto ao crédito tributário a descoberto.

(116-88). O prazo para a oposição de embargos à execução fiscal é de


a) 10 (dez) dias, contados da intimação da penhora.
b) 10 (dez) dias, contados da juntada aos autos do mandado de intimação da penhora.
c) 30 (trinta) dias, contados da intimação da penhora.
d) 30 (trinta) dias, contados da juntada aos autos do mandado de intimação da penhora.

(116-89). Em regra, a responsabilidade por infrações à legislação tributária


a) independe da intenção do agente.
b) independe de previsão legal.
c) configura-se apenas se delas resultar tributo devido.
d) não pode ser imputada a pessoa jurídica.
(116-90). A responsabilidade por infrações à legislação tributária será excluída pela denúncia
espontânea da infração, acompanhada do pagamento do tributo devido e dos juros de mora.
Considera-se espontânea a denúncia
a) quando apresentada até 48 (quarenta e oito) horas após a ocorrência do fato gerador.
b) a qualquer tempo.
c) quando apresentada antes do início de qualquer procedimento administrativo ou medida de fisca-
lização, relacionados com a infração.
d) durante o processo administrativo, mas antes da decisão administrativa irreformável.

(117-81). A instituição e cobrança das contribuições de melhoria


(A) é de competência exclusiva da União Federal.
(B) está sujeita ao princípio da anterioridade managesimal.
(C) não depende de lei complementar.
(D) tem fundamento na efetiva utilização, pelo contribuinte, de serviço público colocado a sua disposição
pelo ente tributante.

(117-82). Pessoa natural adquire de outra um estabelecimento comercial e continua a explorá-lo,


cessando toda atividade empresarial do vendedor. Quanto aos tributos relativos ao estabelecimento,
devidos até a data da aquisição, a pessoa natural adquirente
(A) não responde por eles.
(B) responde somente pela metade dos tributos.
(C) responde somente pelas contribuições sociais.
(D) responde integralmente por todos os tributos.
(117-83). Pessoa física, em determinado exercício, deixou de apresentar à Secretaria da Receita
Federal sua declaração de Imposto de Renda. Porém, no ano-calendário a que a declaração se
referia, este mesmo contribuinte não auferiu renda superior ao limite de isenção, de modo que não
há imposto devido. Nessa hipótese, a autoridade administrativa
(A) pode cobrar multa pela não entrega da celebração, porque a obrigação acessória independe da
obrigação principal.
(B) pode cobrar multa pela não entrega da declaração, independentemente de lei que a preveja.
(C) não pode cobrar multa pela não entrega da declaração, porque a obrigação acessória não subsiste se
não há obrigação principal.
(D) não pode cobrar multa pela não entrega da declaração, porque não é possível cobrar penalidade pelo
descumprimento de obrigação acessória.

(117-84). O imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ICMS incidente sobre mercadorias
importadas do exterior é devido
(A) ao Estado onde for realizado o desembaraço aduaneiro.
(B) ao Estado onde se localizar o estabelecimento destinatário da mercadoria.
(C) ao Distrito Federal.
(D) à União Federal.

(117-85). A definição do perímetro urbano municipal, para efeito da cobrança do Imposto Predial e
Territorial Urbano IPTU, depende de lei
(A) municipal, exclusivamente.
(B) ordinária federal, exclusivamente.
(C) municipal, observados os parâmetros do Código Tributário Nacional.
(D) ordinária federal, observados os parâmetros do Código Tributário Nacional.

(117-86). É da competência dos Estados a instituição de imposto sobre


(A) operações relativas à circulação de mercadorias, serviços de qualquer natureza e transmissão causa
mortis de quaisquer bens.
(B) operações relativas à circulação de mercadorias, transmissão onerosa inter vivos de bens imóveis e
propriedade de veículos automotores.
(C) operações relativas à circulação de mercadorias, propriedade territorial urbana e prestação de serviços
de transporte interestadual e intermunicipal.
(D) prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal, doação de quaisquer bens ou
direitos e propriedade de veículos automotores.
(117-87). Lei estadual provendo a incidência de imposto sobre operações de circulação de livros e
jornais
(A) é valida porque a instituição de imposto sobre circulação de mercadorias insere-se na competência do
Estado.
(B) é inconstitucional por violar norma de imunidade tributária.
(C) viola o dispositivo constitucional que prevê isenção de impostos sobre livros e jornais.
(D) é inconstitucional porque o tributo referido deve ser seletivo, em função da essencialidade das
mercadorias.

(117-88). Das seguintes afirmativas:

I. os atos normativos expedidos pelas autoridades administrativas, versando sobre tributos, integram a
legislação tributária;
II. a extinção de tributos, a fixação da alíquota do tributo e as hipóteses de dispensa ou redução de
penalidades somente poderão ser estabelecidas por lei;
III. em matéria tributária, a lei nova jamais pode ser aplicada a fatos pretéritos.

(A) apenas I e II estão corretas.


(B) apenas I e III estão corretas.
(C) apenas II e III estão corretas.
(D) todas as afirmativas estão corretas.
(117-89). Em relação ao lançamento, pode-se afirmar que

I. após notificado o sujeito passivo, não pode ser revisto de ofício;


II. no lançamento por homologação incumbe ao sujeito passivo antecipar o pagamento sem prévio exame
da autoridade administrativa;
III. reporta-se à data da ocorrência do fato gerador e rege-se pela lei então vigente.
Estão corretas
(A) apenas as afirmativas I e II.
(B) apenas as afirmativas I e III.
(C) apenas as afirmativas II e III.
(D) todas as afirmativas.

(117-90). As alíquotas do IPI


(A) são seletivas, em função da essencialidade dos produtos, e por outro lado, somente poderão ser
alteradas por lei editada pela União.
(B) são seletivas, em função da procedência do produto, e, por outro lado, poderão ser alteradas pelo
Poder Executivo, atendidas as condições e os limites estabelecidos em lei.
(C) são seletivas, em função da procedência do produto, e, por outro lado, não poderão ser alteradas pelo
Poder Executivo.
(D) são seletivas, em função da essencialidade do produto, e, por outro lado, somente poderão ser criadas
por lei editada pelo Poder Legislativo da União.

(118-61). Assinale a alternativa inverídica.


(A) O conceito de “poder de polícia” encontra-se no CTN.
(B) Na iminência ou no caso de guerra externa, a União pode instituir, temporariamente, impostos
extraordinários.
(C) Não constitui majoração de tributo a atualização do valor monetário da respectiva base de cálculo.
(D) Existe método próprio para a interpretação das normas tributárias.

(118-62). Suspende(m) a exigibilidade do crédito tributário:

I. a moratória;
II. o depósito do seu montante integral;
III. as reclamações e recursos administrativos;
IV. a concessão de Medida Liminar.

Pode-se afirmar que


(A) todos os itens estão corretos.
(B) apenas os itens I e II estão corretos.
(C) todos os itens estão incorretos.
(D) apenas os itens II, III e IV estão corretos.

(118-63). Marque a disjuntiva exata.


(A) A União pode instituir isenções de tributos estaduais e municipais, desde que o faça para promover o
equilíbrio socioeconômico das diferentes regiões do País.
(B) Aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios é permitido estabelecer diferença tributária entre
bens e serviços, de qualquer natureza, em razão de sua procedência ou destino.
(C) No regime de substituição tributária, é assegurada a imediata e preferencial restituição da quantia paga
a título de imposto ou contribuição, caso, posteriormente, não se realize o fato gerador presumido.
(D) A instituição, pela União, de tributo não uniforme em todo o território nacional, somente é permitida a
título de incentivo fiscal.

(118-64). Indique a asserção correta.


(A) A enumeração dos impostos da União pela Constituição Federal é exaustiva, vedada a sua ampliação.
(B) A Constituição Federal enumera os impostos de competência da União, que pode instituir, mediante lei
complementar, outros além dos previstos, desde que respeitadas restrições constantes da Carta Maior
quanto à natureza, ao fato gerador e à base de cálculo.
(C) A Constituição Federal enumera os impostos de competência da União, que somente por Emenda
Constitucional poderá instituir novos impostos além dos já previstos, para compor a sua receita tributária.
(D) A enumeração dos impostos da União pela Constituição Federal é exaustiva, podendo lei complementar
ampliá-los somente se se tratar de impostos extraordinários na iminência ou no caso de guerra externa.

(118-65). Aponte a variante inexata.


(A) O pagamento total de um crédito tributário gera presunção de pagamento de outros créditos tributários
anteriores referentes aos mesmos sujeito passivo e tributo, cabendo ao credor ilidir a presunção mediante
prova inequívoca.
(B) O crédito tributário tem preferência sobre qualquer outro, seja qual for sua natureza ou o tempo de sua
constituição, ressalvados os créditos decorrentes da legislação do trabalho.
(C) A isenção, salvo disposição legal em contrário, não é extensiva aos tributos instituídos posteriormente à
sua concessão.
(D) A consignação judicial da importância do crédito tributário pode ser feita pelo sujeito passivo, entre
outros, nos casos de exigência, por mais de uma pessoa jurídica de direito público, de tributo idêntico sobre
um mesmo fato gerador.

(118-66). Em relação à ação anulatória de dívida fiscal inscrita, pode-se afirmar que
(A) para a sua propositura, é indispensável o depósito do valor integral da dívida.
(B) poderá ser proposta com o depósito do valor integral da dívida, hipótese em que suspenderá a
exigibilidade do débito.
(C) não poderá ser proposta após ajuizamento da execução fiscal.
(D) tem âmbito restrito à discussão sobre a validade formal do ato de inscrição da dívida.

(118-67). Numa venda para empresa com a qual a vendedora mantenha relação de interdependência,
a base de cálculo legal do IPI consiste
(A) no preço de venda constante da respectiva nota fiscal, diminuído do valor do ICMS.
(B) no custo total de fabricação, acrescido de 30%.
(C) em valor correspondente ao preço corrente do produto no mercado atacadista da praça do remetente.
(D) no preço constante da tabela de vendas em vigor.

(118-68). Entidade beneficente de assistência social, sem fins lucrativos e que preencha os
requisitos para fruição de imunidade tributária, está sujeita, em princípio,
(A) às taxas, à contribuição de melhoria e à contribuição de seguridade social.
(B) aos impostos sobre o patrimônio, às taxas e à contribuição de seguridade social.
(C) às taxas e à contribuição de melhoria.
(D) às taxas e à contribuição de seguridade social.

(118-69). Com relação aos impostos discriminados na Constituição Federal, precisam ser
necessariamente disciplinados por lei complementar
(A) o fato gerador, a base de cálculo e o prazo de recolhimento do tributo.
(B) o fato gerador, a definição de contribuinte e o prazo de recolhimento do tributo.
(C) a definição de contribuinte, o fato gerador e a base de cálculo do tributo.
(D) o aumento de alíquota, o prazo de recolhimento e a base de cálculo do tributo.

(118-70). O lançamento de ofício pode ser revisto


(A) sempre que a autoridade administrativa assim o desejar, a qualquer tempo.
(B) apenas nas hipóteses previstas em lei, a qualquer tempo.
(C) sempre que a autoridade administrativa assim o desejar, enquanto não extinto o direito da Fazenda
Pública.
(D) apenas nas hipóteses previstas em lei, enquanto não extinto o direito da Fazenda Pública.

(119-81). A competência para a instituição de taxas é comum à União, aos Estados,


ao Distrito Federal e aos Municípios, não podendo estes, entretanto,
(A) cobrá-las uns aos outros.
(B) lançá-las contra pessoas jurídicas.
(C) cobrá-las com base de cálculo idêntica à que corresponda aos impostos.
(D) cobrá-las em função dos fatores constantes das letras A e C.

(119-82). Lei Complementar da União instituiu empréstimo compulsório para


absorver temporariamente poder aquisitivo da população, em face da tendência à
hiperinflação causada pelo atual Governo. Esse empréstimo compulsório
(A) é constitucional, pois trata-se de matéria urgente e de relevante interesse nacional.
(B) deveria ter sido criado por lei ordinária federal.
(C) é inconstitucional, pois escapa às hipóteses permissivas de sua instituição e cobrança.
(D) é inconstitucional, por ter sido instituído por Lei Complementar.

(119-83). A destinação do produto da arrecadação, à luz da Carta Magna de 1988, é


(A) irrelevante.
(B) relevante, em se tratando de taxas de poder de polícia.
(C) relevante, em se tratando de empréstimo compulsório.
(D) relevante, em se tratando de contribuição de melhoria.

(119-84). Quanto aos templos de qualquer culto, é correto afirmar que


(A) estão isentos de qualquer tributação.
(B) poderão ser tributados em relação às taxas e contribuição de melhoria.
(C) poderão ser tributados em relação ao IPTU.
(D) poderão ser tributados apenas em relação aos impostos federais.

(119-85). São princípios normativos de direito tributário aplicáveis a situações


gerais ou específicas relativas aos tributos:
(A) cumulatividade, legalidade, anualidade, anterioridade da lei, uniformidade e igualdade.
(B) legalidade, anterioridade da lei, uniformidade, não-limitação ao tráfego de pessoas ou
mercadorias, não-cumulatividade e seletividade do IPI e do ICMS.
(C) não seletividade do IPI, legalidade, anualidade, uniformidade e isonomia.
(D) exclusividade, legalidade, uniformidade, não-cumulatividade, anualidade e igualdade.

(119-86). Construtora com sede no Município de São Paulo constrói edifício sob
regime de empreitada na cidade de Santos, onde não possui estabelecimento. A
competência para a imposição do Imposto Municipal Sobre Serviços (ISS) é da
Prefeitura de
(A) São Paulo, porque é o município onde a construtora tem a sua sede social.
(B) São Paulo, porque a construtora não tem estabelecimento em Santos.
(C) São Paulo, porque construção civil não é prestação de serviços.
(D) Santos, porque é o local onde foi construído o edifício.

(119-87). Determinada pessoa exerce posse clandestina "invasora" de terra sobre


área urbana destinada à preservação de mananciais, onde são proibidas a ocupação
do solo e a edificação. Todavia, ali constrói casa destinada à residência sua e de sua
família. Eventual exigência de IPTU do possuidor é
(A) lícita, pois o sujeito passivo do IPTU é sempre o possuidor de imóvel urbano.
(B) lícita, pois considera-se ocorrido o fato gerador do tributo, independentemente da validade
jurídica da natureza de seu objeto.
(C) ilícita, pois o IPTU apenas pode ser exigido do proprietário de imóvel urbano.
(D) ilícita, pois o Município não poderia tolerar a ocupação e edificação irregular das áreas.

(119-88). Determinado contribuinte praticou infração à legislação tributária, tendo-


lhe sido cominada multa equivalente a 75% do valor do tributo envolvido. Essa
multa foi quitada, sem que o contribuinte a tivesse impugnado na esfera
administrativa. Posteriormente, sobreveio nova legislação que reduziu a multa
exigível nessa mesma hipótese para 50%. O contribuinte
(A) não tem direito à restituição da diferença, uma vez que a nova lei é posterior ao pagamento
daquele débito.
(B) não tem direito à restituição da diferença, por aplicação do princípio da irretroatividade da
lei tributária.
(C) tem direito à restituição da diferença, porque a lei tributária retroage para beneficiar o
contribuinte.
(D) tem direito à restituição da diferença, porque se aplica retroativamente a lei que comine
penalidade menos severa.

(119-89). O lançamento é efetivado e revisto de ofício pela autoridade


administrativa quando
I. a lei assim o determine;
II. a pessoa legalmente obrigada atenda pedido de esclarecimento formulado pela
autoridade administrativa, sobre declaração prestada no prazo e na forma da
legislação tributária;
III. se comprove omissão ou inexatidão, por parte da pessoa legalmente obrigada no
exercício do lançamento por homologação;
IV. deva ser apreciado o fato conhecido ou provado por ocasião do lançamento
anterior.
Aponte as hipóteses verdadeiras.
(A) I e III, apenas.
(B) II e IV, apenas.
(C) I, II e III, apenas.
(D) I, II, III e IV.

(119-90). Tratando-se de imunidade tributária, é correto afirmar que


(A) não se aplica às taxas e contribuições sociais.
(B) pode ser instituída por intermédio de lei complementar.
(C) é norma constitucional que colabora no desenho das competências impositivas.
(D) é extensiva aos partidos políticos, no que se refere ao patrimônio, à renda e aos serviços
vinculados ou não a suas finalidades essenciais.

(120-81). Assinale o tributo cuja receita não se submete a repartição de natureza


constitucional.
(A) Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores
Mobiliários, incidente em caráter exclusivo, sobre ouro definido em lei como ativo financeiro ou
instrumento cambial.
(B) Imposto sobre a Importação de Produtos Estrangeiros.
(C) Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural.
(D) Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de
Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal.

(120-82). Lei nova que extinga determinada infração tributária


(A) poderá retroagir, quando os atos não tenham sido definitivamente julgados.
(B) produzirá efeitos apenas para o futuro.
(C) em hipótese alguma retroagirá.
(D) retroagirá a todos os casos ocorridos na vigência da lei revogada.

(120-83). A solidariedade com relação aos obrigados tem, em regra, os efeitos


abaixo, exceto
(A) o pagamento por um aproveita aos demais.
(B) benefício de ordem.
(C) a prescrição, quando interrompida por um, favorece aos demais.
(D) a remissão do crédito exonera todos, quando não outorgada pessoalmente a um deles.

(120-84). Imóvel de propriedade de sócio da empresa ABC Corretora e


Administradora de Imóveis Ltda, que se dedica à atividade de compra, venda e
locação de imóveis, é incorporado ao patrimônio desta para integralização do capital
social.
Nessa hipótese,
(A) incidirá imposto de transmissão causa mortis e doações (ITCMD), por tratar-se de
transmissão não onerosa a propriedade.
(B) não haverá incidência de qualquer imposto de trans-missão, por tratar-se de imunidade
constitucional.
(C) incidirá imposto de transmissão inter vivos (ITBI), de competência do Município da situação
do imóvel.
(D) incidirá imposto sobre circulação de mercadorias e serviços (ICMS), por tratar-se de
operação normalmente exercida pela sociedade, como atividade empresarial.

(120-85). Medida Provisória editada em 10.04.2003 aumentou as alíquotas do


Imposto de Renda, mantendo inalteradas as faixas de rendimento sobre as quais se
dá a incidência do imposto. A majoração de alíquotas promovida pela Medida
Provisória
(A) produzirá efeitos em 90 dias a contar de sua publicação, em obediência ao princípio da
anterioridade mitigada.
(B) é inconstitucional, por tratar-se de matéria reservada a lei complementar.
(C) é inconstitucional, por ser a matéria tributária vedada às Medidas Provisórias.
(D) produzirá efeitos a partir de 2004 se for convertida em lei até o término de 2003.

(120-86). Considere estas afirmações:


I. É vedado à União conceder isenções de tributos de competência dos Estados e dos
Municípios.
II. É vedado aos Estados e ao Distrito Federal estabelecer diferença tributária entre
bens e serviços, em razão de sua procedência ou destino.
III. A instituição de imunidades tributárias é matéria reservada à lei complementar.
Diante das limitações constitucionais ao poder de tributar, são corretas as
afirmações
(A) I e II, apenas.
(B) I e III, apenas.
(C) II e III, apenas.
(D) I, II e III.

(120-87). João decide adquirir automóvel importado e, para isso, promove em nome
próprio a importação. João não é empresário, nem contribuinte habitual do Imposto
sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Nessa hipótese, incide sobre a
operação imposto
(A) de Importação e Imposto sobre Produtos Industrializados.
(B) de Importação e Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços.
(C) sobre Produtos Industrializados e Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços.
(D) de Importação, Imposto sobre Produtos Industrializados e Imposto sobre Circulação de
Mercadorias e Serviços.

(120-88). Município instituiu contribuição de melhoria para custear obra pública de


ampliação de via expressa de ligação entre bairros. A previsão do custo total da
obra é de R$ 1.000.000,00 e a previsão de arrecadação da contribuição é de R$
1.500.000,00. O valor da contribuição, para cada imóvel, foi calculado com base na
efetiva valorização imobiliária e em plano de rateio previamente publicado. A
irregularidade no procedimento descrito consiste em não poder
(A) o total de arrecadação ser superior ao custo da obra.
(B) a contribuição de melhoria destinar-se ao custeio de obra viária.
(C) a contribuição de cada imóvel ser calculada com base na sua valorização imobiliária.
(D) o plano de rateio ser publicado previamente.

(120-89). A modalidade de lançamento em que o sujeito passivo deve fornecer à


autoridade fiscal informações sobre matéria de fato indispensável a sua efetivação,
sem contudo adiantar o respectivo pagamento, é denominada
(A) por declaração.
(B) de ofício.
(C) por homologação.
(D) autolançamento.

(120-90). Não é modalidade de extinção do crédito tributário


(A) o pagamento.
(B) a moratória.
(C) a remissão.
(D) a transação.

(121-81). Não é matéria reservada à lei complementar a


(A) instituição de empréstimos compulsórios.
(B) definição de fato gerador e base de cálculo de impostos discriminados na Constituição.
(C) criação de impostos não previstos na Constituição.
(D) instituição de contribuição de melhoria.

(121-82). Não é hipótese de suspensão do crédito tributário


(A) a moratória.
(B) o depósito de seu montante integral.
(C) o parcelamento.
(D) a compensação.

(121-83). Como regra geral, é correto afirmar que a responsabilidade tributária


(A) admite gradação conforme a intenção do agente.
(B) não pode ser elidida pela denúncia espontânea da in-fração.
(C) pode ser estendida ao representante legal de pessoa jurídica, no caso de ato praticado com excesso
de poderes.
(D) não é matéria expressamente reservada à lei complementar.

(121-84). É equiparado ao contribuinte do Imposto de Importação


(A) aquele que recebe a mercadoria sob o regime especial de admissão temporária, ou seja, a que deve
retornar ao exterior sem qualquer modificação que altere a sua individualidade.
(B) o viajante que traz em sua bagagem bens desclassificados como tal.
(C) o industrial que transforma matéria-prima estrangeira em produto acabado.
(D) aquele que recebe mercadoria sob o regime especial de drawback, ou seja, a que retorna ao exterior
após sofrer alteração que modifique a sua individualidade.

(121-85). A lei tributária é aplicada a fato anterior à sua vigência quando


(A) extingue tributo.
(B) reduz a alíquota de tributo.
(C) deixa de definir como infração ato não definitivamente julgado.
(D) institui substituição tributária.

(121-86). A solidariedade, com relação aos obrigados, tem, de regra, os efeitos abaixo, exceto
(A) o benefício de ordem.
(B) a prescrição interrompida por um favorece ou prejudica aos demais.
(C) a remissão do crédito exonera todos, quando não outorgada pessoalmente a um deles.
(D) o pagamento de um aproveita os demais.

(121-87). Como exemplo de impostos sujeitos normalmente a lançamento de ofício e por


homologação, respectivamente, pode-se citar
(A) o imposto territorial urbano e o IPI.
(B) o imposto de renda e o imposto territorial rural.
(C) o ICMS e o imposto de renda.
(D) o imposto de importação e o IOF.

(121-88). Esgotado o prazo legal para lançamento de tributo sem que a Fazenda Pública o tenha
efetuado, ocorre a situação de
(A) exclusão.
(B) suspensão.
(C) decadência.
(D) prescrição.

(121-89). A restituição de tributo que comporte, por sua natureza, transferência do respectivo
encargo financeiro, será deferida
(A) ao contribuinte de fato, sem exceção, desde que comprove o desembolso do tributo devido.
(B) ao contribuinte de direito, sem exceção.
(C) ao responsável pela obrigação tributária, indiscriminadamente.
(D) a quem prove haver assumido o referido encargo, ou no caso de tê-lo transferido a terceiro, estar
autorizado a recebê-la.

(121-90). Empresa sujeita a imunidade tributária está desobrigada de adimplir ou cumprir


(A) as obrigações acessórias, nos termos do inciso III, art. 14, do CTN.
(B) as obrigações principais, nos termos da Constituição Federal.
(C) tanto as obrigações principais quanto as acessórias, nos termos da Constituição Federal.
(D) a imunidade não desobriga o contribuinte nem das obrigações principais e nem das obrigações
acessórias.

(122-81). Imunidade:
(A) abrange o patrimônio, renda ou serviços das organizações das sociedades civis de interesse Público
(OSCIP).
(B) abrange as empresas públicas exploradoras de atividade econômica nos termos do § 1º, do artigo 173
da Magna Carta.
(C) pode ser alterada por lei complementar.
(D) impede a incidência de impostos sobre o patrimônio, a renda ou serviços das instituições de assistência
social, atendidos os requisitos da lei.

(122-82). O Lanifício Bahia Ltda. foi incorporado pelo Lanifício Santana S/A, em 16.04.2001.
Posteriormente, o Fisco Federal levantou crédito tributário da responsabilidade do Lanifício Bahia
Ltda., anterior à data da incorporação. Esse crédito tributário
(A) deve ser cobrado do Lanifício Santana S/A.
(B) não mais pode ser cobrado.
(C) deve ser cobrado somente dos antigos sócios do Lanifício Bahia Ltda.
(D) deve ser cobrado, sem que haja, entretanto, imposição de qualquer penalidade.

(122-83). A Receita Federal verificou que Tício deixara de apresentar declaração de rendimentos
referente ao ano-base 1997, até o dia 30 de abril do ano seguinte (data prevista em lei) e, em
conseqüência, não pagou o imposto devido. Pergunta-se: em dezembro corrente, o Fisco pode
proceder ao lançamento de ofício do respectivo crédito?
(A) Sim.
(B) Não, pois já teriam ocorrido a decadência e a prescrição.
(C) Não, de vez que já verificada a decadência.
(D) Não, porquanto já consumada a prescrição.

(122-84). Quando o fato gerador for situação jurídica de natureza condicional, a respectiva obrigação
tributária surgirá a partir do momento
(A) do implemento da condição resolutiva, ou da celebração do negócio jurídico, se suspensiva a condição.
(B) da prática do ato jurídico, se suspensiva a condição.
(C) do implemento da condição suspensiva.
(D) da publicação da lei que defina como fato gerador essa situação jurídica.

(122-85). Lei tributária que, simultaneamente, (i) disponha sobre suspensão do crédito tributário, (ii)
sobre dispensa do cumprimento de obrigações acessórias (iii) e que defina infrações, interpreta-se,
respectivamente:
(A) literalmente, extensivamente e de maneira mais favorável ao acusado.
(B) literalmente, literalmente e de maneira mais favorável ao acusado.
(C) analogicamente, extensivamente e de maneira mais favorável ao acusado.
(D) extensivamente, literalmente e analogicamente.

(122-86). O aumento, por Medida Provisória, de alíquota de contribuição social,


(A) é inconstitucional porque a matéria é reservada a lei complementar.
(B) produz efeitos imediatamente.
(C) produz efeitos no exercício seguinte, independentemente da sua conversão em lei.
(D) está sujeito à anterioridade nonagesimal.

(122-87). No curso de processo de inventário, em que há litígio entre herdeiros, dois deles
transacionam e um resolve transferir a outro a quota-parte ideal dos imóveis que lhe foram
aquinhoados, em troca de valores mobiliários pertencentes ao espólio. Este evento
(A) constitui fato gerador do imposto de transmissão de competência municipal.
(B) constitui fato gerador do imposto de transmissão de competência estadual.
(C) constitui fato gerador do imposto de transmissão de competência estadual e municipal,
cumulativamente.
(D) não é passível de tributação.

(122-88). A inscrição de determinado crédito tributário na dívida ativa


(A) é o ato administrativo que aperfeiçoa definitivamente a sua constituição.
(B) é ato discricionário, não sujeito a controle judicial.
(C) torna-o líquido e certo, ainda que não exigível.
(D) é requisito para sua exigência judicial.

(122-89). O princípio segundo o qual a entidade competente para tributar é também competente para
unilateralmente legislar sobre suas alíquotas sofre restrição no caso de imposto sobre
(A) ITCMD.
(B) operação de crédito, câmbio e seguro ou relativas a títulos e valores mobiliários.
(C) operações relativas à circulação de mercadorias.
(D) importação de produtos estrangeiros.

(122-90). O prazo prescricional para cobrança de tributos lançados de ofício esgota-se


(A) em 5 anos, a partir da ocorrência do fato gerador.
(B) no primeiro dia útil do quinto exercício seguinte em que o tributo deveria ter sido lançado.
(C) em 5 anos, a partir do lançamento.
(D) em 5 anos, a partir da declaração de ocorrência do fato gerador.
(123-81). As taxas
(A) somente são espécie de receita originária do Estado como remuneração dos serviços prestados ao
Estado.
(B) somente são cobradas em razão do exercício de poder de polícia efetivo ou posto à disposição da
comunidade.
(C) somente podem ser instituídas pela União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, em razão do
exercício do poder de polícia ou pela utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos específicos e
divisíveis, prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição.
(D) terão caráter pessoal e serão graduadas segundo a capacidade econômica do contribuinte.

(123-82). As microempresas e as empresas de pequeno porte


(A) poderão ter regimes diferenciados de tributação na União, no Estado e no Município, mas não será
possível a unificação de todos os tributos num regime único de arrecadação, em virtude do regime
federativo.
(B) podem optar por um regime único de arrecadação dos impostos e contribuições da União, dos Estados,
do Distrito Federal e dos Municípios, na forma que dispuser a lei complementar.
(C) sendo seu faturamento enquadrado nas hipóteses em que cabe a tributação pelo lucro presumido, não
podem optar por calcular seu imposto de renda com base no lucro real.
(D) seu regime tributário diferenciado está condicionado a que sejam organizadas na forma de
cooperativas empresariais.

(123-83). Os empréstimos compulsórios


(A) são tributos instituídos pela União, pelos Estados, pelo Distrito Federal ou pelos Municípios, criados por
lei complementar.
(B) podem ser criados por lei complementar com a finalidade de enxugamento da moeda em circulação na
economia, desde que sejam restituídos no prazo de 2 anos.
(C) instituem-se por lei complementar, observado o princípio da anterioridade.
(D) em casos de despesas extraordinárias, decorrentes de calamidade pública, podem ser cobrados no
mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os houver instituído.

(123-84). É vedado
(A) à União, cobrar o Imposto sobre Produtos Industrializados antes de decorridos 90 dias da data em que
haja sido publicada a lei que o instituiu ou aumentou. (B) aos Estados, cobrar o Imposto sobre a
Propriedade de Veículos Automotores antes de decorridos 90 dias da data em que haja sido publicada a lei
que modificar sua base de cálculo.
(C) à União, cobrar o Imposto sobre a Renda e Proventos de qualquer natureza antes de decorridos 90
dias da data em que haja sido publicada a lei que o instituiu ou aumentou.
(D) aos Municípios, cobrar o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial ou Urbana antes de
decorridos 90 dias da data em que haja sido publicada a lei que modificar sua base de cálculo.

(123-85). O Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI


(A) é não cumulativo e progressivo.
(B) é não-cumulativo e seletivo em função da essencialidade do produto.
(C) é progressivo e informado pelos critérios da generalidade e universalidade.
(D) é não cumulativo e seletivo em função da procedência do produto.

(123-86). A obrigação tributária principal


(A) é um vínculo jurídico que nasce com a ocorrência do fato gerador e somente tem por objeto o
pagamento, pelo contribuinte, de uma prestação, o tributo, ao Estado.
(B) compreende, além do tributo, a penalidade pecuniária.
(C) é um vínculo jurídico que nasce com o lançamento válido.
(D) pode ser afetada por circunstâncias que modificam o crédito tributário, sua extensão ou seus efeitos, ou
as garantias ou os privilégios a ele atribuídos, ou que excluem sua exigibilidade.

(123-87). Indique a assertiva verdadeira sobre a extinção da obrigação tributária.


(A) A penalidade pecuniária é uma alternativa legal, à disposição do fisco, ao pagamento do tributo.
(B) Quando a lei que instituir o tributo não dispuser a respeito, o vencimento do crédito ocorre 30 dias
depois da data em que se considera o sujeito passivo notificado do lançamento, vedada a fixação de prazo
diverso por decreto.
(C) Por determinação do Chefe do Poder Executivo, é possível que sujeito passivo e sujeito ativo celebrem
transação, a fim de encerrar o litígio em matéria tributária.
(D) A lei pode autorizar a autoridade administrativa a conceder, por despacho fundamentado, remissão total
ou parcial do crédito tributário atendendo, dentre outras circunstâncias, ao erro ou ignorância escusáveis
do sujeito passivo quanto a matéria de fato.

(123-88). A propósito da legislação tributária, pode-se dizer que


(A) é expressão empregada no Código Tributário Nacional como sinônimo de lei tributária.
(B) sua observância exclui a imposição de penalidades, mas não a cobrança de juros.
(C) inclui as normas complementares das leis, dos tratados e das convenções internacionais e dos
decretos, tais como as práticas reiteradamente observadas pelas autoridades administrativas.
(D) salvo disposição em contrário, entra em vigor 45 dias contados de sua publicação.

(123-89). Assinale a alternativa correta quanto à interpretação e integração em matéria tributária.


(A) A lei tributária que define infrações interpreta-se de maneira mais favorável ao acusado, em caso de
dúvida, quanto à capitulação legal do fato.
(B) Na ausência de disposição expressa, a autoridade competente para aplicar a legislação tributária não
pode empregar a analogia.
(C) A definição, o conteúdo e o alcance de institutos, os conceitos e formas de direito privado empregados
pela lei tributária devem ser buscados no próprio direito privado, vedado ao legislador tributário empregar
definições próprias para os efeitos tributários.
(D) A lei que dispuser acerca de uma isenção deve ser interpretada de modo amplo, buscando atingir sua
finalidade, ainda que para tanto se vá além do texto literal.

(123-90). Suspendem a exigibilidade do crédito tributário, dentre outras hipóteses:


(A) as reclamações e os recursos, nos termos das leis reguladoras do processo tributário administrativo e a
concessão de medida liminar em mandado de segurança.
(B) a moratória, o pagamento antecipado e a homologação do lançamento.
(C) a consignação em pagamento e o parcelamento.
(D) a concessão de medida liminar ou de tutela antecipada, a compensação ou o depósito do montante
integral.

(124-81). Sobre as espécies tributárias, pode-se afirmar que


(A) as taxas são cobradas em razão da utilização de bens e serviços públicos.
(B) as contribuições se distinguem dos impostos em função do seu fato gerador.
(C) as contribuições de melhoria são tributos que podem ser instituídos pela União, pelos Estados, pelo
Distrito Federal e pelos Municípios.
(D) as contribuições não podem ter base de cálculo própria de impostos.

(124-82). Cabe à lei complementar em matéria tributária:


(A) instituir os tributos de competência da União.
(B) instituir os tributos de competência concorrente da União e dos Estados.
(C) instituir os tributos de competência concorrente entre dois Estados ou entre dois Municípios.
(D) instituir empréstimos compulsórios.

(124-83). As contribuições
(A) são de competência exclusiva da União.
(B) sociais e de intervenção no domínio econômico podem ter alíquotas ad valorem ou específicas.
(C) são tributos plurifásicos e não-cumulativos.
(D) não incidem sobre os livros, jornais e periódicos, bem como sobre o papel destinado a sua impressão.

(124-84). Acerca do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre


prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação (ICMS), pode-
se afirmar que
(A) suas alíquotas mínimas, em operações internas, podem ser estabelecidas pelo Senado Federal, não
podendo, salvo deliberação em contrário dos Estados e do Distrito Federal, ser inferiores às previstas para
as operações interestaduais.
(B) se aplicam as alíquotas internas em relação às operações e prestações que destinem bens e serviços a
consumidor final, contribuinte do imposto, localizado em outro Estado.
(C) incide sobre o valor total da operação, quando as mercadorias forem fornecidas com serviços sujeitos
ao imposto sobre serviços de qualquer natureza (ISS), facultado ao contribuinte descontar o valor deste da
base de cálculo do primeiro.
(D) não incide sobre o gás natural e seus derivados.

(124-85). Compete exclusivamente à lei tributária:


(A) a instituição dos tributos, ali compreendida a definição de seu fato gerador e das condições espaciais e
temporais para o cumprimento da obrigação tributária.
(B) explicitar os casos em que a imunidade tributária poderá ser limitada.
(C) autorizar a autoridade administrativa a conceder moratória, quando em caráter individual, podendo
circunscrever expressamente a sua aplicabilidade a determinada região do território da pessoa jurídica de
direito público que a expedir, ou a determinada classe ou categoria de sujeitos passivos.
(D) enumerar os casos em que o depósito do montante integral do crédito tributário suspende sua
exigibilidade.

(124-86). O sujeito passivo da obrigação tributária principal


(A) denomina-se contribuinte, quando vinculado a seu fato gerador, ou responsável, quando a lei, de modo
expresso, atribuir a responsabilidade pelo crédito a terceira pessoa, desvinculada do fato gerador.
(B) poderá eleger seu domicílio tributário, na forma da legislação aplicável, facultado à autoridade
administrativa recusar o domicílio eleito, quando impossibilite ou dificulte a arrecadação ou a fiscalização.
(C) tem, necessariamente, sua responsabilidade surgida no momento do fato gerador da obrigação
tributária.
(D) será aquele indicado nas convenções particulares, relativas à responsabilidade tributária, nos casos em
que a lei apontar mais de uma pessoa solidariamente responsável pelo pagamento do tributo.

(124-87). Sobre a vigência da legislação tributária, é correto afirmar que


(A) a lei aplica-se a ato ou fato pretérito quando deixe de definir um ato, não definitivamente julgado, como
infração.
(B) os atos administrativos expedidos pelas autoridades administrativas entram em vigor no prazo de 45
dias
de sua publicação.
(C) as decisões dos órgãos singulares ou coletivos de jurisdição administrativa, a que a lei atribua eficácia
normativa, entram em vigor na data de sua publicação.
(D) a lei tributária apenas pode prever, em sua hipótese de incidência, circunstâncias que se limitem ao
território da pessoa jurídica de direito público que instituir o tributo.

(124-88). É vedado à União


(A) bem como aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios cobrar tributos uns dos outros.
(B) celebrar tratados em matéria tributária.
(C) instituir impostos extraordinários, fora de sua competência tributária, em caso de iminência de guerra
externa.
(D) instituir incidência plurifásica, cumulativa ou não, do imposto sobre operações de crédito, câmbio e
seguro, ou relativas a títulos ou valores mobiliários, sobre o ouro, definido em lei como ativo financeiro.

(124-89). O Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) não incide sobre
(A) os serviços prestados a não residentes, cujo pagamento se dê em moeda conversível.
(B) serviços provenientes do exterior, ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior.
(C) o valor intermediado no mercado de títulos e valores mobiliários, o valor dos depósitos bancários, o
principal, juros e acréscimos moratórios relativos a operações de crédito realizadas por instituições
financeiras.
(D) serviços prestados mediante a utilização de bens e serviços públicos explorados economicamente
mediante autorização, permissão ou concessão, com pagamento de tarifa, preço ou pedágio pelo usuário
final do serviço.

(124-90). A Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) é um tributo cuja


incidência
(A) sempre será plurifásica e não cumulativa.
(B) poderá ser plurifásica e não cumulativa; plurifásica e cumulativa ou monofásica.
(C) sempre será plurifásica e cumulativa.
(D) não ocorre nos casos de importação de bens e serviços.

(125-81)- Mediante lei ordinária, a União pode instituir


a) imposto sobre operações relativas à circulação de ouro, definido em lei como ativo financeiro ou
instrumento cambial, na operação de origem, desde que sua alíquota não ultrapasse um por cento.
b) impostos extraordinários , compreendidos na competência tributária dos Estados ou dos Municípios, na
iminência de guerra externa.
c) empréstimos compulsórios para atender a despesas extraordinárias decorrentes de calamidade pública,
de guerra externa ou sua iminência.
d) imposto sobre doações de bens móveis, quando o doador e donatário tiverem domicílio no exterior.

(125-82)- As contribuições destinadas ao financiamento da seguridade social:


a) somente podem ser cobradas do importador de bens ou serviços que for empregador, empresa ou
entidade a ela equiparada.
b) não podem ser cobradas das entidades de educação, sem fins lucrativos;
c) somente poderão ser exigidas após decorridos 90 dias da data em que haja sido publicada a lei que as
instituiu ou aumentou, vedada sua cobrança no mesmo exercício financeiro em que tenha sido publicada
aquela lei.
d) não incidirão sobre as receitas decorrentes de exportação de petróleo e seus derivados.

(125-83)- As taxas:
a) são tributos compreendidos na competência residual;
b) não poderão ter base no cálculo própria de impostos
c) são cobradas em decorrência da valorização do imóvel em razão de obras públicas;
d) são tributos cobrados dos presidiários, em razão da atuação da polícia.

(125-84)- O Imposto Sobre Produtos Industrializados:


a) submete-se à tributação segundo o regime de origem, sendo exigido pelo Estado-Membro de onde
provem o produto industrializado;
b) submete-se à tributação segundo o regime de destino, sendo exigido pelo Estado-Membro onde é
consumido o produto industrializado;
c) é exigido na saída do produto do estabelecimento importador, mesmo que ali não se tenha dado
qualquer industrialização;
d) é exigido apenas na hipótese de industrialização do produto pelo estabelecimento que o remeter.

(125-85)- O Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços


de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação
a) pode incidir sobre a entrada de bem ou mercadoria impostadas do exterior, mesmo que o importador
seja pessoa física;
b) incidirá com a alíquota interestadual quando o destinatário não for contribuinte do imposto;
c) não incide sobre operações relativas à energia elétrica;
d) terá alíquotas idênticas em todo o País, fixadas por resolução do Senado Federal.

(125-86)- Para todos os tributos, é correto afirma que:


a) sua alíquota deve ser fixada por lei;
b) não podem ser cobradas em relação a fatos geradores de ocorridos antes do início da vigência da lei
que os houver instituído ou aumentado;
c) não podem incidir sobre templos de qualquer culto;
d) não podem ser cobradas no mesmo exercício em que tenha sido publicada a lei que os tenha instituído
ou aumentado.

(125-87)- Sobre a solidariedade, em matéria tributária, é correto afirmar que:


a) a isenção ou remissão de crédito exonera todos os obrigados, salvo se outorgada pessoalmente a um
deles, subsistindo, nesse caso, a solidariedade quanto aos demais pelo saldo.
b) submete-se, quando ao benefício de ordem, às regras próprias do direito privado;
c) a interrupção da prescrição, em favor de um dos obrigados, não favorece os demais obrigados;
d) a interrupção da prescrição, contra um dos obrigados, prejudica os demais.
(125-88)- A remissão, em matéria tributária:
a) pode ser concedida, independentemente de lei que a preveja, no caso de erro ou ignorância escusáveis
do sujeito passivo, quanto a matéria de fato;
b) é concedida pela União em caráter geral, vedada a consideração quanto a condições peculiares de
determinada região do seu território;
c) sempre depende de previsão em lei;
d) uma vez prevista em lei, independe de qualquer ato por parte da autoridade administrativa.

(125-89)- A isenção:
a) uma vez concedida, dispensa o cumprimento das obrigações assessórias, dependentes da obrigação
principal cujo crédito seja excluído ou dela conseqüente;
b) sobre os livros, jornais, periódicos e o papel, é matéria que deve constar da lei que instituía um imposto
de competência da União;
c) em relação a tributos estaduais e municipais, pode ser concedida ela União, desde que a lei federal que
assim disponha assegure, simultaneamente, a isenção de tributos federais;
d) ser concedida por prazo certo e em função de determinadas condições, não pode ser negada ao
contribuinte que tenha iniciado sua fruição, mesmo que tenha sido revogada a lei que a institui.

(125-90)- Sobre a responsabilidade por infrações à lei tributária, é correto afirmar:


a) o pagamento do tributo elide a imposição da multa punitiva, desde que efetuado antes do início da
execução fiscal;
b) salvo disposição de lei em contrário, independe da intenção do agente ou do responsável e da
efetividade, natureza e extensão dos efeitos do ato.
c) o inventariante responde pelas multas punitivas devidas pelo espólio;
d) os diretores, gerentes ou representantes de pessoas jurídicas de direito privado respondem,
pessoalmente, quanto às infrações, ainda que não decorram de atos para o quais tenham ocorrido.

(126-8 1). Sobr e as contribuições, pode-se afirmar que


(A) tod as as contribuições sociais subm et em-se ao princípio d a a nt erioridade
n ona gesim al (art. 195, § 6o da CF), mas a elas n ão se aplic a a ant erioridad e relativ a a o
ex ercício social (art. 1 50, III, “b” d a CF).
(B) as contribuições sociais, de int ervenç ão no domínio ec o nômico e d e int er es se das
c at eg orias pr of ission ais o u econ ômicas, não po dem s er exigidas das em pr es as
exc lusivam ent e export ador as.
(C) é veda da a incidê ncia mono f ásica d as c ontribuiç ões.
(D) é p ossível a instit uição d e contribuiç ão d e int erv enç ão no domínio ec on ômic o s obr e a
import ação de pr odut os estr ang eir os.
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(126-8 2). O imposto est adual sobre tr ansmissão de bens causa mortis e doaç ão de
quaisquer bens ou dir eitos
(A) ter á suas alíquot as máximas f ixa das pelo S en ado Feder al.
(B) com pet e a o Est ad o o nd e est iver sit uada a sed e d a c ompa nhia, relativ am ent e a aç ões
d e c ompa nhias a bert as.
(C) deverá ter alíquot as di f er ent es de ac ordo c om a loc aliz aç ão e o us o do im óv el.
(D) não incide sobr e a tr ansmissão de bens o u direit os inc or porad os a o p atrimônio de
p es s oa jurídica em realização d e capit al, n em s obr e a tr ansmiss ão d ec orrent e d e f us ão,
inc or poração, cisão o u ext inção de pess oa jurídic a, s alv o se, ness es cas os , a ativida de
pr epo nd erant e do adq uir ent e f or a com pra e v enda des s es be ns ou dir eit os, loc aç ão de
b ens im óveis o u arren dam ent o mercant il.
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(126-8 3). O Imposto sobr e oper ações relativas à circulação de mer cadorias e sobr e a
pr estação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação
(A) nã o incide sobr e o per ações e pr est aç ões qu e s e iniciem no ext erior.
(B) nã o incide sobr e o per ações q ue dest inem mercad orias par a o ext erior, nem s obre
s erviços pr est ados a d estinat ários no ext erior, as s egur ada, p or mand am ent o
c ons tit ucional, a manut e nçã o e o a pr ov eit ament o do mont ant e c obr ado nas op er aç ões e
pr est ações a nt erior es.
(C) tem alíqu ot as unif orm es em tod o o territ ório nacional, res salv ada a conc es s ão de
inc entivos f iscais destina dos a pr om ov er o e quilíbrio d o d es e nv olvim ent o socioec o nômico
e ntr e as di f erent es regiões do País.
(D) é n ão-cum ulativo, asseg ur ada a compe ns aç ão do qu e f or devido a c ada op eraç ão
relativa à circulação de mercad orias ou pr es taç ão de serviç os, com o mont ant e cobrad o
n as a quisições d e matérias primas, pr odut os int ermediários e b ens de cons um o
d o est ab elecim ent o, bem como com os v alor es rec olhidos a tít ulo d e Impost o s obr e
S erviços.
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(126-8 4). É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Feder al e aos Municípios:
(A) instit uir impost o sobr e a rend a d as entidad es sindic ais de tr abalha dor es e
em pr esariais qu e at en dam os requisit os d a lei com plem ent ar.
(B) instit uir impost os no mesmo exercício f i nanc eir o em qu e h aja sido pu blic ada a lei qu e
os instituiu ou aument ou, ressalvada a incidência d os impost os adu an eir os, do IPI, d o
IOF e PIS/CO FINS-import ação.
(C) cobr ar tribut os em relação a f at os ger ador es oc orridos ant es d o início d a vigênc ia da
lei qu e os ho uver instituído o u a um ent a do.
(D) instit uir tribut os sobr e tem plos de qu alqu er c ult o.
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(126-8 5). É vedado à União:
(A) instit uir isenções de tribut os da com pet ência d os Es t ados, do Distrito Feder al o u d os
Municípios, resgu arda da a p ossibilida de de Lei Com plem ent ar pr ev er isenç ões d e c arát er
n ac ional, desde qu e atinjam simultan eam ent e a pr ópria União.
(B) tribut ar a renda das o brigações d a dívida pública dos Es t ados , b em com o a
remun eração e os pr ovent os de seus a gent es pú blic os , em nív eis s uperior es aos qu e f ixar
p ara suas obrigações e par a seus a ge nt es.
(C) est abelecer di f er ença entre b ens e serviç os, de qualqu er n at ur ez a, em raz ão d e s ua
pr oc edência ou destino.
(D) ut ilizar tribut o com e f eit o de con f is co, ress alv ados os cas os d e relev ant e int eress e
n ac ional.
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(126-8 6). Cabe à lei complem ent ar :
(A) disciplinar o regime d e compe nsaç ão de tribut os e contribuiç ões mono f ásic os, qu and o
n ão cum ulativos.
(B) f ixar, p ara e f eit o da cobr ança d o ICMS e d e f iniç ão d o es t abelec im ent o res pons áv el, o
loc al d as oper ações relativas à circulaç ão de merc adorias e das pr est aç ões d e s erviç os .
(C) de f inir o f at o ger ad or, a base d e c álc ulo e os contribuint es dos impost os q ue rec aír em
n o c ampo da compet ência concorr ent e.
(D) est abelecer os casos em qu e empr és tim os c ompuls órios p oder ão ser instit uídos pelos
Est ad os e p elo Distrit o Feder al.
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(126-8 7). Sobr e a aplicação da legislação tribut ária, é corr eto afirmar que a lei se
aplica a ato ou fato pr et érito:
(A) qu and o d eixe de de f ini-lo com o in fr aç ão, des de que s e tr at e d e at o n ão
d e f initivament e julga do.
(B) mesmo f r au dulent o, d esd e q ue nã o d e f initiv ament e julga do, qu an do deix e d e tratá-lo
c omo contrário a q ualquer exigência de aç ã o o u omiss ão.
(C) qua nd o lhe comine pe nalidad e m ais s ev era q ue a pr evist a a o t empo da s ua pr átic a,
exigid a a revisão do lançam ent o, se f or o cas o, p ara cominar a maior p enalida de, exc et o
s e tiv er sido e f et ua do o p agament o.
(D) qua nd o lhe comine pe nalidad e m enos s ev er a qu e a pr ev ist a ao t empo da sua pr át ic a,
f ac ult ad a a revis ão do julgam ent o, mesm o que de f init iv o, par a c ominar a menor
p enalida de.
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(126-8 8). Sobr e a interpr et ação e a integr aç ão da legislação tributári a, é cor reto
afirmar que
(A) o empr ego da eq üida de é p ermitido em m at éria tribut ária, des de que nã o result e n a
dis pe nsa do pa gam ent o d e tribut o devido.
(B) o empr ego da an alogia é vedad o em matéria tribut ária.
(C) a lei tribut ária int er pr et a-se d e maneira mais f av or áv el ao c ontribuint e, ress alv ad os os
c as os de dolo o u f r au de do contribuint e.
(D) os princípios g er ais de dir eito priv ado ut iliz am-s e par a p es q uis a da de f iniç ão, do
c ont e úd o e do alcance de seus instit ut os, c onc eit os e f orm as , b em com o par a a de f iniç ão
d os respectivos e f eit os tribut ários.
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(126-8 9). Sobr e a responsabilidade dos sucessor es, pode-se afirmar que a pessoa
natur al ou jur ídica que adquirir de outra, em alienação judi cial em processo de
r ecuper a ção judicial, fundo de comércio ou estabelecimento com er cial, industrial ou
profissional, e continuar a r espectiva e xplor ação, sob a mesma raz ão soci al,
(A) respon de, int egr alment e, pelos tribut os relativ os a o f u nd o ou es t abelec im ent o
a dquirido.
(B) respon de, subsidiariam ent e com o alien ant e, pelos tribut os relativ os a o f u nd o ou
est ab elecim ent o adq uirido, d esd e q ue o últ im o pr os siga na ex plor aç ão ou inicie, d entro
d e 6 meses a cont ar da dat a d a alien aç ã o, n ov a ativida de no mesmo o u em outr o ram o de
c omércio, indústria ou pro f issão.
(C) respond e, solidariam ent e com o alienant e, pelos tribut os relativ os a o f u nd o ou
est ab elecim ent o adq uirido, d esd e q ue o últ im o pr os siga na ex plor aç ão ou inicie, d entro
d e 6 meses a cont ar da dat a d a alien aç ã o, n ov a ativida de no mesmo o u em outr o ram o de
c omércio, indústria ou pro f issão.
(D) não respon de pelos tribut os relativ os a o f u nd o de com ércio ou es t abelec iment o
a dquirido, excet u ad as as hipót eses em qu e o ad quir ent e s eja s óc io da socieda de em
rec up eração judicial, o u sociedad e controlad a p elo dev ed or em rec uper aç ão judicial, o u
s eu p ar ent e, ou, em qu alq uer hipót ese, identi fic ado c omo s eu age nt e, c om o objet iv o de
f r au dar a sucess ão tribut ária.
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(126-9 0). Sobr e as hipóteses de suspensão da exigibilidade do cr édito tribut ário,
pode-se afirmar que
(A) a remissão é f orm a de suspensão da exigibilidad e d o crédit o tribut ário.
(B) o d ep ósit o do mont ant e int egr al do cr édito tribut ário sus pen de sua exigibilidad e.
(C) o p arcelam ent o é f orma d e suspe ns ã o d a e xigibilida de do cr édit o tribut ário que, s alvo
dis posição de lei em contrário, exclui a incidência d e juros e multas.
(D) os recursos judiciais são f ormas d e s us pens ão da exigibilida de do cr édito tribut ário.

(127-8 1). Sobr e as formas de extinção do cr édito tributário, é corr eto afirmar :
(A) as f ormas de ext inção do crédit o tribut ário mencionad as pelo artigo 156 do CT N
oc orr em sempr e ap ós o lançam ent o.
(B) a m or at ória concedida por prazo superior a 5 (cinc o) an os e xt ingue o cr édit o
tribut ário.
(C) a a nistia, assim com o a remissão, ext ingu e o cr édito tribut ário dec orr ent e da f alt a de
rec olhiment o d o tribut o.
(D) as causas q ue modi ficam o crédit o tribut ário nã o at ing em a o brigaç ão qu e lhe d eu
origem.

(127-8 2). A legislação designa como contribuint e do Imposto sobr e a Pr opriedade de


Veí culos Automotor es (IPVA)
(A) o pr opriet ário d o veículo aut om ot or em 1 de janeir o de cad a a no, s em c ons ideraç ão à
d at a de aq uisição d o veículo.
(B) o a dq uir ent e de veículo a ut om ot or us ado, c ons ider ando- se tam bém ser f at o g erad or
d es t e tribut o a sua tr ans f er ência.
(C) o transmitent e d o veículo aut om ot or, cons ider an do-s e s er f at o ger ador des t e tribut o a
s ua transf er ência.
(D) o f a bricant e o u import ador, no cas o d e v eículos n ov os mantidos em est oq ue.

(127-8 3). Assinale a alt ernativa corr eta.


(A) Som ent e a União pod e instit uir, mediant e lei or dinária, im pos tos extraor dinários c ujos
f at os g erad or es e bases d e cálculo sejam div ersos daq ueles já pr ev ist os n a Cons tit uiç ão
Feder al.
(B) Som ent e a União pod e instit uir, mediant e lei or dinária, outras f o nt es dest ina das a
g arant ir a manut e nçã o d a segurida de social, d es d e q ue os respec tiv os f at os g erad or es e
b as es de cálculo sejam diversos d aqu eles já previs tos na Cons tit uição Feder al.
(C) Som ent e a União p od e instit uir, mediant e lei c omplement ar, impost os extr aor dinários
c ujos f at os ger ador es e bases de cálc ulo sejam div ers os da qu eles já pr evist os na
Constit uição Feder al.
(D) A União, os Est ados, o Distrit o Feder al e os Municípios p odem, c onc orr ent em ent e,
ins tit uir, ap enas mediant e lei com plem ent ar, im pos t os extraor dinários cujos f at os
g erad or es e bases d e cálculo sejam div ersos daq ueles já pr ev ist os n a Cons tit uiç ão
Feder al.

(127-8 4). Consider ando o disposto no artigo 15 3, § 4o, III, da Constituição Feder al,
a cer ca do Imposto sobr e a propriedade Te rritorial Rur al I TR, NÃO é corr eto afirmar
que
(A) há tr ans f erência da com pet ê ncia tribut ária d a União par a os Municípios.
(B) aos Municípios é veda do edit ar lei ac erc a da instit uiç ão d o ITR.
(C) é p ossível a tr ans f er ência d e capac ida de tribut ária ativ a, da União p ara os
Municípios.
(D) os Municípios p oder ão, na f orm a da lei, e f et u ar o lanç am ent o do impost o em relaç ão
às pr opriedad es rur ais qu e se encontr em loc alizad as em s eu territ ório.

(127-8 5). Contribuint e questiona a cobr ança de um tributo e obt ém liminar par a não
r ecolhê-lo. Dur ant e a vigência da liminar,
(A) o contribuint e não po der á ser aut ua do sob pe na de o f u ncion ário da administraç ão s er
res po nsa bilizado por crim e de desobe diê nc ia.
(B) o contribuint e pod er á ser aut uad o c om c obr anç a de jur os e im pos iç ão d e multa.
(C) o f at o de t er ingr essado com medida judicial implic a renúncia a o pr oc es so
a dministr ativo, de tal f orma q ue não s e justi fic a a aut uaç ão f is c al.
(D) o contribuint e p od erá ser a ut u ad o p ara que s e ev it e ev ent ual per ecim ent o do dir eito,
mas s em imposição de mult a.

(127-8 6). Os empréstimos compulsórios, instituídos pela União par a cust eio dos
investimentos públicos,
(A) est ão subm etidos ao princípio d a a nt erioridade no na gesimal.
(B) dever ão respeit ar o princípio da ant erioridad e.
(C) deverão ser instit uídos p or lei or dinária, c omo oc orre c om os demais tribut os.
(D) são um a f orm a de ingr esso de rec urs os de f init iv os nos c of r es p úblic os.

(127-8 7). Com r el ação ao Imposto de Import ação (II) e ao Imposto de Export ação (IE),
é corr eto afirmar :
(A) seg uem estritam ent e o princípio da legalida de e tipicida de cerrada.
(B) ap enas o II, por f or ça de um d ese quilíbrio d a b ala nç a com ercial, po der á t er suas
alíquot as alt eradas p or at o d o Pr esident e d a Repú blic a.
(C) as alt er ações d e suas alíqu ot as e bas e d e c álculo s oment e p od erão oc orr er por meio
d e lei or dinária edit ad a p elo Con gr esso Nacional.
(D) em ambos os casos (II e IE) h á uma mitigaç ão do princípio da leg alida de, de t al f orm a
q ue est es tribut os p oder ão ter a sua alíquot a alt erada por at o d o Pr esident e d a
Repú blica.

(127-8 8). O lançamento é ef etuado e revisto de ofício nas seguint es hipót eses,
E XCE TO :
(A) qu and o a declar ação nã o f or prest ad a, p or q uem de dir eito, no pr az o e na f orm a da
legislação tribut ária.
(B) qu and o a lei det erminar.
(C) em q ualquer hipót ese que ho uver f alsidade, erro o u omiss ão, m esm o qu e s eja
re f er ent e a elem ent o q ue, pela legislaç ão tribut ária, n ão pr ecisa ser o brigat oriam ent e
d ec larado.
(D) qua nd o se c ompr ove q ue o sujeit o p as siv o a giu com dolo, f r au de ou sim ulaç ão.

(127-8 9). O Imposto de Import ação deve ser recolhido na importação de


(A) be ns t angíveis ut ilizados na int egr alizaç ão de capit al s ocial de socieda de no Br asil.
(B) be ns int an gíveis, excet o se utilizad o n a int egr aliz aç ão de capit al social de s ocied ade
n o Br asil.
(C) serviços.
(D) bens segu ndo o regime d e dr a w b ac k.

(127-9 0). O Código Tribut ário Nacional pr evê que a lei poder á autoriz ar a autoridade
administr ativa a conceder remissão ou anistia do cr édito tribut ário mediante
despacho devidament e fundam ent ado, que dever á levar em conta os seguintes
aspectos, E XCE TO
(A) a sit uação eco nômica do sujeit o p as siv o.
(B) a e xtr af iscalida de, visand o a privilegiar um det erminado s egm ent o do set or pr odut iv o.
(C) a condição eco nômica de um a det erminad a região do t erritório da entida de tribut ant e.
(D) o valor diminut o do cr édit o tribut ário.

(128-8 1). A Lei no 8. 2 12/ 91, ao instituir o plano de cust eio da S eguridade Social,
pr evê, em seus artigos 4 5 e 46, o que segue: “Art. 4 5. O direito de a S eguridade
Soci al apur ar e constituir seus cr éditos extingue-se após 1 0 (dez) anos cont ados:
I - do primeiro dia do e xer cí cio seguint e àquele em que o cr édito poderia ter sido
constituído;
II - da data em que se tornar definitiva a decisão que houver anul ado, por vício
formal, a constituição de cr édito ant eriormente ef etuada. (...)”“Art. 46. O dir eito de
cobr ar os cr éditos da Seguridade Soci al, constituídos na forma do artigo ant erior,
pr escr eve em 1 0 (dez) anos.”
É corr eto afirmar que
(A) o ar tigo 45 da Lei no 8. 212/ 91 é const it ucion al, m as o artigo 46 dess a m esm a lei
p adec e de inconstit ucionalidad e, já qu e o crédit o da Faz end a Nacional é imprescritível.
(B) os artigos 4 5 e 46 da Lei no 8. 212/ 91 s ão am bos inc onstitucionais , p or quant o lei
or dinária n ão po deria est ab elecer pr az os dec ad enciais e pr escricionais , m at éria est a que
s oment e pod e ser regulada por lei com plem ent ar.
(C) os ar tigos 4 5 e 46 da Lei no 8. 2 12/ 91 são am bos cons tit uc ion ais, na medida em que a
ins tit uição e a cobrança de contribuições pr ev ide nc iárias não s e submet em a o Capít ulo
d o Sistem a Tribut ário Nacion al pr evist o n a Constituiç ão.
(D) o artigo 46 da Lei no 8. 2 12/ 91 é c onstitucional, mas o artigo 4 5 d es s a mesm a lei
p adec e de inconstit ucionalidad e, uma vez que a Seg uridade Soc ial dev e, s ob pen a d e
res po nsa bilida de pessoal do ag ent e, const it uir o crédit o d a pr evidência s oc ial.

(128-8 2). Consider ando que a export ação de mercadoria não é alcançada pel a
incidência do Imposto sobre O per ações Rel ativas à Circul ação de Mer cadori as e
sobre Pr estações de Servi ços de Tr ansport e Inter est adual e Intermunicipal e de
Comunicação – ICMS, nos termos em que dispõe a Constituição Feder al, pode-se
dizer que o serviço de tr ansport e inter est adual, que antecede a r eferida export ação,
(A) f ica sujeit o ao impost o, em bor a n ão seja possível a utilizaç ão do cr édit o
c orr espon dent e.
(B) f ica sujeit o ao impost o, send o p os sív el a ut iliz aç ão do crédit o correspo nd ent e.
(C) é isent o, n os t ermos da legislação in fr ac ons tit ucional, em bor a nã o ex pr es sam ent e
d es o ner ado pela Constit uição Feder al.
(D) goza igualm ent e d a imunidade pr ev ist a no artigo 155, § 2o, incis o X, “a”, da
Constit uição Feder al.

(128-8 3). Nos termos da competênci a tribut ária est abel ecida pel a Constituição
Feder al, admite-se que a União possa
(A) instit uir isenções de tribut os da com pet ência d os Es t ados, do Distrito Feder al o u d os
Municípios.
(B) tribut ar a renda das o brigações d a dívida pública dos Es t ados , d o Dis trit o Fed er al e
d os Municípios.
(C) instit uir tribut o nã o u ni f orm e em tod o o t erritório nacion al, aind a q ue não s e tr at e d e
inc entivo regional.
(D) instit uir, mediant e lei com plem ent ar, outros tribut os além da queles expr ess ament e
menciona dos pela Constit uição Feder al, no artigo 1 53, des de qu e est es tribut os sejam
n ão cum ulativos e nã o t enh am f at o g er ador ou bas e d e c álculo pr óprios dos
dis criminados n a Constit uição Feder al.

(128-8 4). O Código Tribut ário Nacional contempla a figura do suj eito passivo indir eto
(responsável), assim ent endido como
(A) o sujeit o p assivo d os cham ados tribut os indir et os.
(B) pessoa qu e, em bora não se con f un da c om o contribuint e, f oi alç ad o p ela lei à
c ondição de deved or d a o brigação tribut ária.
(C) aqu ele qu e em bor a n ão ten ha qualqu er relaç ão c om o f at o ger ador, f oi des ign ad o
p ela lei como responsável pelo p agament o do tribut o.
(D) o respo nsável p elo cum priment o das obrigaç ões ac es s órias.

(128-8 5). Com r el ação à tr ansação na esfera tributária, pr evista pelo artigo 1 56 do
Código Tribut ário Nacional, pode-se afirmar que
(A) a transaçã o n a esf er a tribut ária é a dmitida a pe nas na f unç ã o t erminat iv a de litígios .
(B) a transaçã o, embor a pr evist a n o Código Tribut ário Nacional, nã o t em a plic aç ão pr ática
n a esf er a tribut ária, um a vez qu e, por repr es ent ar em os tribut os dir eitos indis po níveis,
n ão pod em ser o bjet o d e transaçã o.
(C) som ent e é admitida em relação aos tribut os f ed er ais.
(D) não t em cabim ent o ap ós iniciad o o pr oc ediment o de f is c aliz aç ão do contribuint e.

(128-8 6). Em mat éria de crimes contr a a ordem tributári a, tem-se sust ent ado na
doutrina ent endimento rec ent em ent e alber gado por decisão do Supr emo Tribunal
Feder al, segundo o qual,
(A) na hip ót ese d e a ut u açã o d o contribuint e, ten do sido c ons t at ad o indício de crime
c ontr a or dem tribut ária, nos t erm os da Lei 8. 1 37/ 90, o Minist ério P úblic o, as sim que
n ot if icad o p ela aut oridade administrativ a, d ev er á o f er ec er imediat am ent e de núnc ia contra
os responsáveis, dan do- se início à ação pen al q ue dev er á seg uir p ar alelam ent e a o
pr oc esso administr at ivo.
(B) a ação pe nal nã o d ever á t er seguim ent o at é q ue se conclua o pr oc es s o
a dministr ativo, um a vez qu e soment e nest e é qu e s e d ev er á a pur ar a res pons abilidad e
s ubjetiva (dolo) do ag ent e n o com etim ent o de ev e nt u al d elit o f isc al.
(C) deve-se ag uar dar o encerram ent o do proc es s o administrativ o, p ois som ent e na
hipót ese de decisão de f init iva na es f er a administrativ a, m ediant e c ons t at aç ão cab al d e
ilícit os pr aticados pelo contribuint e e q ue ir á s ervir d e f u nd am ent o à aç ã o p en al, é qu e
est a (ação p enal) dever á t er seg uim ent o.
(D) não há relação de pr ejudicialidade entr e o pr oc es so administr at iv o e o pe nal.

(128-8 7). A lei delegada, pr evista na Constituição Feder al e elabor ada pelo Pr esident e
da República, mediant e solicitação ao Congresso Nacional, não poder á criar ou
aum ent ar os impostos de compet ência residual da União, pois
(A) a criação o u a um ent o de im post os c ompet e à lei ordinária.
(B) o Pr esident e d a Repú blica dever á, h av e ndo ur gência e relev ânc ia, criar ou aum ent ar
impost o d e compet ência residual da União p or meio d e Medida Pr ov is ória.
(C) não há qu e se f alar em criação d e impost os de com pet ê nc ia residual um a v ez q ue a
Constit uição Feder al, de maneir a exa us tiv a, dis criminou a c om pet ê nc ia da União, Distrit o
Feder al, Est ados e Municípios.
(D) a Constit uição Feder al veda a dele gaç ão em mat éria reserv ada à lei c omplement ar.

(128-8 8). Nos termos do Código Tributário Nacional, são c ausas de suspensão da
e xigibilidade do cr édito tributário as hipóteses abai xo mencionadas, E XCE TO
(A) arr olam ent o de be ns d o contribuint e.
(B) de pósit o d e seu mont ant e int egr al.
(C) parcelam ent o.
(D) mor at ória.

(128-8 9). Rec ent em ent e, a Lei Complementar 118/ 200 5 inseriu o artigo 185- A no
Código Tribut ário Nacional, introduzindo assim no Dir eito Tributário, novo r egime
par a penhora de bens. A grande inovação dest e dispositivo consiste
(A) na possibilidad e d e p enh or a do es t abelec iment o e do f at ur ament o das em presas .
(B) na dispensa d e p en hor a se o p ot e nc ial de positário apr es ent ar plano de administraç ão
e es q uem a d e p ag am ent o do dé bit o exigido.
(C) na im ediat a pe nhor a d e b ens e dir eit os d o c ontribuint e exec ut a do, mas ag or a por
mera com unicação eletrônica.
(D) não ser mais necessário que o contribuint e exec ut ado o f er eç a bens a pe nhor a.

(128-9 0). Sobr e o Imposto sobre Heranças e Doações é corr eto afirmar :
(A) est e tribut o t erá suas alíqu ot as máxim as f ix adas p elo Sen ad o Feder al.
(B) incide sobr e transmissões a título on eros o, q ua ndo o bem se situar no ext erior.
(C) não incide sobr e a do açã o d e b ens im óv eis.
(D) o contribuint e d ever á ser n ecessariament e o d onat ário.

(129-8 1). Em r el ação à edição de medidas pr ovisórias sobr e matéri a tribut ária, é
cor r eto afirmar que
(A) o a um ent o da alíquot a d o impost o s obr e a rend a p or meio d e m edida pr ovis ória
pr oduz e f eit os no próprio e xercício em qu e f or edit ada a medida provis ória.
(B) medida pr ovisória qu e impliqu e ins tit uição ou major aç ão de im pos tos só prod uz
e f eit os, em qualqu er hipót ese, no exercício f in anc eir o seg uint e s e h ouv er sido c onv ertida
em lei at é o últ im o dia da quele em q ue f oi edit ad a.
(C) em caso de relevância e ur gência, o Pr esident e d a Repú blic a po de adot ar medida
pr ovis ória p ar a instit uir o u a um ent ar impost os .
(D) é veda do tr at ar de mat éria tribut ária por meio d e medida pr ovis ória.

(129-8 2). No que se r ef er e ao Imposto Sobr e S er viços de Qualquer Natur ez a – ISS, é


cor r eto afirmar que
(A) nã o incide na im portação de serviç os d o e xt erior.
(B) açã o com plem ent ar est abelece u uma alíqu ot a máxima d e 5% .
(C) incide n as e xpor tações de serviços par a o ext erior.
(D) é um tribut o nã o-cumulativo, com pens an do- se o qu e f or devido em c ada op er aç ão
c om o mont ant e cobr ado nas a nt erior es.

(129-8 3). Das alt ernativas apr esent adas, assinale aquel a que cuida de hipót ese de
isenção tributári a e não de imunidade.
(A) Não tribut ação, por impost os, d o p atrimônio, renda ou s erviços das ent ida des
sindicais d os trabalha dor es.
(B) Não tribut ação pelo IPI d os prod ut os industrializ ados des tinados a o ext erior.
(C) Não tribut ação pelo Impost o sobr e transmiss ão int erviv os, a q ualq uer tít ulo, p or at o
o ner oso, de be ns imóveis e de dir eit os reais sobr e imóveis – IT BI, na transmiss ão de
b ens ou dir eit os incorpor ados ao patrimônio de pess oa jurídic a em realizaç ão de capit al,
n em sobr e a tr ansmissão d e b ens ou dir eitos dec orr ent e de f us ão, inc or poraç ão, cis ão o u
ext inção de pess oa jurídica.
(D) Não tribut ação pelo IPI d os a ut omóv eis d e p as s ageiros de f abric aç ão nacion al
a dquiridos por pessoas p ort ador as d e d e f ic iênc ia físic a, vis ual, ment al, sev era ou
pr o f u nd a, ou autistas

(129-8 4). No que se r ef er e aos princípios ger ais de tribut ação e às chamadas
limitações do poder de tributar pr evistas na Constituição Feder al, é corr eto afirmar
que
(A) a União, d entro d e sua com pet ê nc ia tribut ária residual, p ode instituir im pos tos nã o
pr evist os n a Constituição Fed eral e utilizá-los c om e f eit o d e c on f isc o.
(B) o princípio d a irretroativida de ved a à União, aos Est ad os , ao Distrit o Feder al e aos
Municípios cobrar tribut os em relação a f at os ger ad ores oc orridos ant es do início da
vigência d a lei qu e os h ouver instit uído o u a um ent a do, mas t al ved aç ã o n ão se aplic a a o
em pr éstim o com pulsório par a at end er a des pes as extraor dinárias, dec orr ent es de
c alamidad e p ública, d e g uerra ext er na o u s ua iminê nc ia; impost o de import aç ão; impost o
d e export ação; im posto sobr e pr odut os ind us trializad os – IPI; im pos to sobr e o per aç ões d e
crédit o, câmbio e seg uro, ou relativas a títulos ou valores mobiliários – IOF; e im pos t o
extr aordinário na iminê ncia ou no cas o d e g uerr a ext er na.
(C) pelo princípio da cap acidad e contribut iv a é ved ad a a ad oç ã o d e alíquot as
pr ogr essivas n os impost os de com pet ência d a União.
(D) o cham ado princípio da igualda de ou da ison omia ved a à União, aos Est ad os , ao
Distrito Fed eral e a os Municípios instit uir tr at am ent o desigu al e ntr e contribuint es q ue se
e nc o ntr em em sit uaçã o e quivalent e, pr oibida qu alq uer distinç ão em raz ão d e oc up aç ã o
pr o f ission al o u f u nção por eles exercida, inde pe nde nt ement e da den ominaç ã o jurídic a
d os rendiment os , tít ulos o u direit os.

(129-8 5). Assinale a alt ernativa corr eta.


(A) Com pet e, e xclusivam ent e, à União legislar s obr e dir eit o tribut ário.
(B) É veda do à União instituir isenção de tribut os de sua c ompet ência.
(C) Com pet e aos Municípios instituir e arrec adar os tribut os d e s ua com pet ê nc ia.
(D) É d e compet ência da União a instit uiç ão d e impost o s obr e pr opriedad e d e v eículos
a ut om ot ores.

(129-8 6). O Código Tribut ário Nacional – CTN pr evê que


(A) a com pet ê ncia tribut ária, t ambém c ham ada de cap ac idad e tribut ária at iv a, po de ser
d eleg ad a n as hipót eses pr evist as em lei.
(B) im post o é o tribut o cuja obrigação tem por f at o ger ador um a sit uaç ã o q ue de pen de de
um a at ividade est at al especí fica relativa ao contribuint e.
(C) as t axas t êm como f at o g erad or o ex ercício regular do pod er d e p olícia, ou a
utilização, e f et iv a o u p ot e ncial, de serviço público es p ecíf ic o e divisível, prest ad o a o
c ontribuint e o u p ost o à sua disposição.
(D) a contribuição d e m elhoria é instituída p ara f az er f ac e a o c us t o de obr as p úblic as de
q ue decorr a valorização imobiliária, sen do que, n as hipót es es pr evist as em lei, s eu limit e
t ot al pod e super ar o mont ant e da despes a realiz ada.

(129-8 7). Na ausência de disposição e xpr essa, o Código Tribut ário Nacional – C TN
estabelece que a autoridade competent e par a aplicar a legislação tributária utilizar á,
sucessivament e, na ordem indicada:
(A) a a nalogia; as decisões d os órgã os sing ular es o u c oletiv os d e jurisdiç ão
a dministr ativa e as súm ulas do Su prem o Tribunal Feder al – ST F.
(B) a e qüidad e, os princípios g er ais de dir eito tribut ário e os princípios g erais de dir eit o
p úblic o.
(C) as d ecisões dos ór gãos singular es ou coletivos de juris dição administrativ a; as
pr áticas reit er adam ent e o bservad as p elas aut oridad es a dministr ativas e a eq üid ade.
(D) a a nalo gia; os princípios ger ais d e direit o tribut ário; os princípios g erais de dir eit o
p úblic o e a e qüidad e.

(129-8 8). Assinale a alt ernativa incorr eta r el ativa às contribuições de intervenção no
domínio e conômico.
(A) Não incidem sobr e as receit as d ec orrent es d e e xpor taç ão.
(B) Po dem incidir sobre a import ação de pr odut os es tr ang eir os ou serviç os.
(C) Ter ão alíquot as máxim as f ixad as p elo Po der Judiciário.
(D) Pod em ter incidê ncia única, con f orm e de f inid o em lei.

(129-8 9). O imposto sobr e oper ações relativas à circulação de mer cadorias e sobr e
pr estações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de
comunicação – ICMS
(A) nã o incide sobr e o per ações d e q ualquer nat ur ez a de que dec orra a tr ans f er ência d e
pr oprieda de de est abelecim ent o indus trial, c om ercial o u d e o utr a es pécie.
(B) incide sobr e op er ações relat ivas à circ ulaç ão de mercad orias, exc et o o f or neciment o
d e aliment açã o e be bid as em b ares, rest aur ant es e est ab eleciment os similar es , q ue f ic a
s ujeit o ao Impos t o So bre Serviços de Qualqu er Nat ur ez a – ISS.
(C) é um impost o cumulativo, sen do ved ad a a com pens aç ão do ICMS dev ido em cad a
o per ação com o mont ant e cobr ado nas ant eriores.
(D) é d evido com b ase na alíquot a int er est ad ual em relaç ão às o per aç ões e pr es taç ões
q ue destinem be ns e serviços a consumidor f inal loc aliz ado em o utr o Est ad o, q ua ndo o
d es tinat ário n ão f or contribuint e d ele.

(129-9 0). Das taxas relacionadas, não se enquadra nas disposições do artigo 7 8 do
Código Tribut ário Nacional – CTN:
(A) taxa d e contr ole e f iscalização d e pr odut os químicos.
(B) taxa judiciária.
(C) taxa de f iscalização d e a núncios pu blicit ários.
(D) taxa de licença de f uncionam ent o.

(130-8 1). Sobr e a Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico - CIDE, devida


pel as pessoas jurídicas signat árias de contratos que tenham por obj eto servi ços
técnicos e de assistência administrativa e semelhant es a serem prestados por
r esident es ou domiciliados no e xterior, bem assim pel as pessoas jurídicas que
pagar em, cr editarem, entr egar em, empr egar em ou remeter em royalties, a qualquer
título, a beneficiários residentes ou domiciliados no ext erior (CIDE - Royalties),
assinal e a alter nativa corr et a.
(A) O contribuint e da CIDE - Ro yalt ies é o be ne f iciário d o rendiment o reside nt e ou
d omiciliado no ext erior, sen do a f o nt e p ag ador a n o Br asil res pons áv el pelo rec olhiment o
d es s a contribuição a os co fr es p úblicos.
(B) A alíquot a d a CIDE - Royalties é de 10% .
(C) Com pet e às secret arias d a f az end a es t aduais a administraç ão e a f is c alizaç ão da
CIDE - Royalties.
(D) Nas hipót eses em q ue houver a incidê nc ia da CIDE - Ro yalties nã o s er á exigido o
Impost o de Renda Retido na Font e - IRRF.

(130-8 2). Sobr e a imunidade r ecí pr oca pr evist a no artigo 15 0, VI, a, da Constituição
Feder al, é incorr eto afirmar que
(A) consist e na vedação à União, aos Est ad os , ao Distrit o Feder al e aos Municípios de
ins tit uir im post os sobre o p atrimônio, renda ou serviç os, uns dos o utr os .
(B) é e xt e nsiva às aut ar quias e às f u nd aç ões instit uídas e mant idas p elo Pod er P úblic o,
n o q ue se re f er e a o p atrimônio, à renda e a os s erviç os , vinc ulados a suas f i nalidad es
ess enciais ou às delas d ecorrent es.
(C) não se aplica a o p atrimônio, à renda e a os s erviç os , relaciona dos com explor aç ão de
ativida des econômicas regidas pelas normas a plic áv eis a empr een dim ent os priv ados ,
o u em qu e h aja contr aprest ação o u p agament o de preç os o u t arif as p elo us u ário, nem
ex on era o pr omit ent e compr ador da obrigaç ã o d e p ag ar impost o relativ ament e ao bem
imóvel.
(D) est abelece qu e as em pr esas p úblic as não dev em pa gar im pos to de rend a s obr e os
lucros que ap ur arem, mas que t al dispos iç ão não s e aplic a às s oc ied ad es d e ec on omia
mista.

(130-8 3). Assinale a alt ernativa incorr eta a cer ca do Imposto sobr e Produtos
Industrializados - IPI.
(A) É um tribut o seletivo, em f u nção da es s enc ialida de do prod ut o.
(B) Não incide sobr e pr odut os ind ustrializad os destina dos ao ext erior.
(C) O a um ent o de sua alíquot a soment e pod e s er c obr ado a p artir d o e xercício f i na nc eiro
s eguint e ao da pu blicação da lei pr evend o t al aument o, em at e nç ã o a o princípio da
a nt erioridade.
(D) É um tribut o nã o-cumulativo, com pens an do- se o qu e f or devido em c ada op er aç ão
c om o mont ant e cobr ado nas a nt erior es.

(130-8 4). Compete aos Municípios instituir impostos sobr e


(A) pr opried ad e pr edial e territ orial ur ba na; tr ansmiss ão int er viv os , a qu alqu er título, por
at o o ner oso, de be ns im óveis, p or n at ur ez a ou ac es s ão f ís ic a, e de dir eit os reais sobr e
imóveis, excet o os de gar antia, b em com o c es são de dir eitos a s ua aquis iç ão; s erviç os d e
q ualq uer nat ur eza, não compr eendidos na c ompet ência d os Es t ados e do Distrit o Feder al,
d e f inidos em lei com plem ent ar.
(B) op erações de cr édito, câm bio e segur o, o u relativ as a tít ulos o u v alor es mobiliários;
transmissão causa mortis e doação, d e q uais quer be ns ou dir eit os; serviç os d e q ualquer
n at ur eza, nã o com preen did os n a com pet ê nc ia dos Est ad os e do Distrito Feder al,
d e f inidos em lei com plem ent ar.
(C) propried ade pr edial e t errit orial ur ban a; tr ansmiss ão c aus a mortis e do aç ã o, de
q uaisquer be ns ou dir eit os; serviços d e q ualquer nat ur ez a, nã o c ompr een didos n a
c ompet ência dos Est ados e do Distrit o Feder al, d e f inid os em lei com plem ent ar.
(D) propried ade de veículos aut om ot or es ; transmiss ão int er viv os, a q ualquer tít ulo, p or
at o o ner oso, de be ns im óveis, p or n at ur ez a ou ac es s ão f ís ic a, e de dir eit os reais sobr e
imóveis, excet o os de gar antia, b em com o c es são de dir eitos a s ua aquis iç ão; pr est aç ões
d e s erviços de transport e int erest adu al e int ermunicipal e de com unic aç ão.

(130-8 5). A legislação estabelece que os r endimentos da pr est ação de serviços


pagos, cr edit ados, entr egues, empregados ou r em etidos, por fonte situada no Br asil,
a pessoa física ou jurídi ca residente no ext erior, est ão suj eitos à incidênci a do
Imposto de Renda Retido na Fonte - IRRF. Sobr e essa pr evisão legal, assinal e a
alternativa cor ret a.
(A) O IRRF incide na alíqu ot a de 25% , inde pen de nt em ent e d a n at ur ez a dos s erviç os
pr est ados.
(B) O recolhim ent o do IRRF g era um crédit o tribut ário p ar a a f o nt e pag ad ora situa da no
Br asil com pensar com o Imposto sobr e a Ren da das Pes s oas J urídic as - IRPJ.
(C) Com pet e à f ont e pa gad or a ret er o IRRF, q ue ser á des c ont a do da rem uner aç ão, mas a
legislação permite à f o nt e p ag ador a as s umir o ônus d o impost o d ev ido p elo ben e f ic iário,
hipót ese em que dever á haver o reajust am ent o do res pectivo rendiment o brut o s obr e o
q ual recairá o im post o.
(D) O pr odut o da arr ecadação do IRRF cab e, int egr alm ent e, a o Município em que est á
est ab elecida a f o nt e pag ad ora do rendiment o.

(130-8 6). Assinale a alt ernativa que não apr esent a uma das c ar a ct er ísticas da
definição de tributo pr evista no Código Tribut ário Nacional - C TN.
(A) Tribut o n ão constit ui sançã o d e at o ilícit o.
(B) Tribut o p od e ser instituído p or d ecr et o.
(C) Tribut o é cobr ad o mediant e at ividad e a dministr ativa plen am ent e vinc ulada.
(D) Tribut o é um a pr est ação pecuniária com puls ória, em m oed a, ou cujo valor nela s e
p os s a exprimir.

(130-8 7). Sobr e a responsabilidade dos sucessor es, o Código Tributário Nacional -
C TN - estabelece que a pessoa natur al ou jurídi ca de direito privado que adquirir de
outra, por qualquer título, fundo de comércio ou estabelecimento com er cial,
industrial ou profissional, e continuar a respectiva exploraç ão, sob a mesma ou outr a
r az ão social ou sob firma ou nome individual, responde pelos tributos, relativos ao
fundo ou est abelecimento adquirido, devidos at é à dat a do ato,
(A) int egr alment e, em q ualquer hipót es e, pois f ic a c ar act eriz ada a s uc es são tribut ária.
(B) int egr alment e, se o aliena nt e cess ar a ex plor aç ão do c omércio, indústria o u at ividade.
(C) subsidiariam ent e com o alien ant e, em q ualq uer hip ót es e, cab end o a o Fis co exigir,
primeir ament e, o a dim plem ent o dos dé bit os tribut ários do contribuint e original.
(D) subsidiariam ent e com o alien ant e, s e as par tes tiv erem f irm ado instr ument o partic ular
est ab elecen do expr essament e que a res pons abilidad e p elo pag am ent o dos tribut os
d ev idos at é à d at a da aq uisição d o f u nd o de com ércio ou es t abelec iment o c omercial,
industrial o u pr o f issional é d o aliena nt e.

(130-8 8). Assinale a alt ernativa incorr eta.


(A) As t axas soment e p od em ser cobr adas pela utilizaç ão e f et iv a de um serviç o p úblic o
es pecífico e divisível e não por sua utilizaç ão pot encial.
(B) A compet ência tribut ária é indele gáv el, salv o atribuiç ão das f unç õ es de arr ec adar ou
f is c alizar tribut os.
(C) A im unida de de im postos sobr e o patrimônio, a rend a o u s erviç os dos p artidos
p olíticos, inclusive suas f un dações, d as entidad es sindic ais dos tr abalh ador es, das
ins tit uições de ed ucação e de assist ência s ocial, s em f i ns lucr ativ os, es t á s ubor dina da à
o bs ervância d os seg uint es requisitos por es s as e nt idad es (i) não distribuírem q ualq uer
p arc ela d e seu p atrimônio ou de suas rend as , a q ualq uer tít ulo; (ii) a plic arem
int egr alm ent e, no País, os seus recurs os n a m anut enç ão dos s eus objet iv os
ins tit ucion ais;
(iii) m ant erem escritur ação de suas rec eit as e des pes as em livros revestidos de
f orm alida des cap azes d e asseg ur ar sua ex at idão.
(D) A contribuição de melhoria cobrad a p ela União, pelos Est ad os , pelo Distrito Fed eral
o u p elos Municípios, no âm bito de suas res pectivas atribuiç ões , é ins tit uída par a f az er
f ac e ao custo de obr as p úblicas d e q ue dec orr a valorizaç ão im obiliária, ten do com o limit e
t ot al a d esp esa realizad a, e, como limite individual, o acr és cim o de v alor q ue da obr a
res ult ar par a cada imóvel b en e f iciad o.

(130-8 9). São hipóteses de suspensão da exigibilidade do cr édito tribut ário:


(A) a m or at ória e a tr ansação.
(B) o d ep ósit o do seu mont ant e int egr al e a remiss ão.
(C) as reclam ações e os recursos, nos t erm os das leis regulad or as do pr oc ess o tribut ário
a dministr ativo, e o pa gam ent o.
(D) a concessão d e medida liminar em mand ado de s egur anç a e o p arc elam ent o.

(130-9 0). Assinale a alt ernativa incorr eta.


(A) Tem os mesm os e f eit os d a certidão neg at iv a, a c ertidã o d e q ue const e a exis t ênc ia de
crédit os n ão vencidos, em curso d e cobr anç a ex ec utiva, em que t enha sido e f etivad a
a pe nhor a, ou cuja exigibilidade est eja sus pens a.
(B) A responsabilida de por in fr ações é excluída pela d en úncia es po nt â nea da inf raç ão,
ac om pan had a, se f or o caso, do pa gam ent o d o tribut o dev ido e dos jur os de mora, o u d o
d epós it o da im portância arbitrada pela a ut orida de administr at iv a, qu an do o mont ant e do
tribut o de pe nda de ap ur ação.
(C) Com pet e privativament e à a ut oridad e a dministr ativa: cons tit uir o cr édit o tribut ário
p elo lançam ent o, assim e nt e ndid o o pr oc ediment o administr at iv o ten de nt e a v erif ic ar a
oc orr ência do f at o ger ador da obrigaç ão corres po nde nt e; d et erminar a m at éria tribut áv el;
c alcular o mont ant e d o tribut o d evido; identi fic ar o sujeito passivo e, s end o o c as o,
pr opor a aplicação d a p enalida de cabív el.
(D) O Códig o Tribut ário Nacion al - CTN - permite, em algum as hipót es es , a c ompe ns aç ão
mediant e o a pr oveit ament o de tribut o, objet o de cont es t aç ã o judicial pelo s ujeit o pas siv o,
a nt es do trânsit o em julgado da respectiva decis ão judicial.

(131-8 1). A Constituição Feder al est abelece que


(A) com pet e exclusivam ent e à União legislar sobr e direit o tribut ário.
(B) os Est ados po dem legislar sobr e direit o tribut ário, d es d e q ue aut oriz ados pelo S ena do
Feder al.
(C) com pet e à União, a os Est ados e ao Distrit o Feder al legislar conc orr ent em ent e s obr e
direit o tribut ário.
(D) os Municípios n ão têm com pet ê ncia par a legislar s obre dir eit o tribut ário.

(131-8 2). O cham ado princípio da c apa cidade contributiva, pr evisto na Constituição
Feder al, estabelece que
(A) som ent e a pessoa capaz de dir eit os e d ev er es n a or dem civil pod e revestir-se da
c ondição de contribuint e.
(B) os tribut os só p od em ser cobr ados sobr e f at os lícit os, pois os f at os ilícitos não
rev elam a cap acidade contribut iva do s ujeit o pass iv o da obrigaç ão tribut ária.
(C) tod os os br asileiros m aior es d e 1 8 (dez oit o) a nos dev em apr es ent ar declar aç ão de
impost o d e renda.
(D) sem pre q ue possível, os im postos ser ão gr ad uad os seg und o a c apacidad e ec on ômic a
d o c ontribuint e.

(131-8 3). No que se r efer e aos empr éstimos compulsórios, é CORRE TO afirmar que
(A) em caso de relevância e ur gência, o Pr esident e d a Repú blic a po de instit uí-los
Mediant e m edidas provisórias.
(B) a União, mediant e lei com plem ent ar, po der á instituí-los (i) p ara at e nder a des pes as
extr aordinárias, decorrent es d e calamidad e p úblic a, d e g uerra ext er na o u s ua iminê nc ia;
o u (ii) n o caso de investim ent o pú blico de c arát er ur gent e e de relev ant e int er es se
n ac ional.
(C) a União, mediant e lei or dinária, pod er á instit uí-los (i) par a at en der a d es p es as d e
g uerr a ext er na o u sua iminência; ou (ii) no c as o d e inv estim ent o público de car át er
ur gent e e d e relevant e int eresse n acional.
(D) em relação a os em préstimos com puls órios, no cas o de inv estiment o p úblic o d e
c arát er ur gent e e de relevant e int eress e nac ion al, é dis pe ns a da a o bs erv ância a o
princípio
d a a nt erioridade, segun do o q ual é veda do à União c obrar tribut os no mesmo ex ercício
f i na nc eiro em qu e h aja sido pu blicada a lei qu e os ins tit uiu o u a um ent o u.

(131-8 4). Sobr e as limitações do poder de tribut ar, assinale a alt ernativa INCORRE TA.
(A) O princípio d a legalidad e est ab elec e q ue é v eda do à União, a os Es t ados, ao Distrito
Feder al e aos Municípios exigir ou aument ar tribut o s em lei qu e o est ab eleç a.
(B) A União, os Est ados, o Distrit o Feder al e os Municípios n ão po dem cobr ar tribut os em
relaç ão a f at os ger ador es ocorridos ant es do início da vigê nc ia da lei q ue os houv er
ins tit uído o u a um ent a do.
(C) O princípio da iguald ade est ab elec e q ue é v eda do à União, aos Est ad os , ao Distrit o
Feder al e aos Municípios instit uir trat ament o d es igual entre c ontribuint es qu e s e
e nc o ntr em em sit uaçã o e quivalent e, pr oibida qu alq uer distinç ão em raz ão d e oc up aç ã o
pr o f ission al o u f u nção por eles exercida, inde pe nde nt ement e da den ominaç ã o jurídic a
d os rendiment os , tít ulos o u direit os.
(D) A União, os Est ados, o Distrit o Feder al e os Municípios n ão pod em instit uir impost os
s obr e patrim ônio, rend a o u serviços, u ns dos outros, sen do cert o q ue tal imunidad e n ão
s e est en de às a ut ar quias e às f un daç õ es ins tit uídas e m antidas pelo P oder Pú blic o.

(131-8 5). Sobr e a competênci a tribut ária da União, assinal e a alter nativa CORRE TA.
(A) Com pet em à União, em Território Feder al, os impost os est ad uais e, se o Territ ório não
f or dividido em Municípios, cumulat ivament e, os impost os municipais .
(B) Com pet e à União instit uir impost os s obr e im portaç ão de prod ut os estr angeiros;
ex port ação, par a o ext erior, d e pr od ut os nac ion ais ou nacionalizad os ; renda e pr ov ent os
d e q ualq uer nat ur eza; prod ut os industrializ ados; e tr ansmiss ão caus a m ortis e d oaç ão, de
q uaisquer be ns ou dir eit os.
(C) Com pet e primeir ament e a os Est ados e, subsidiariam ent e, à União, ins tit uir
c ontribuições sociais, d e int ervenção no domínio ec on ômic o e de int eress e d as cat egorias
pr o f ission ais ou eco nômicas, com o ins tr ument o d e s ua at uaç ão nas res pect iv as ár eas .
(D) Com pet e à União instit uir im post os s obre im portaç ão d e pr od ut os estran geir os ;
ex port ação, par a o ext erior, d e pr od ut os nac ion ais ou nacionalizad os ; renda e pr ov ent os
d e q ualq uer nat ur eza; propried ade de v eíc ulos aut om ot or es ; e s erviços de qu alqu er
n at ur eza.

(131-8 6). O Código Tribut ário Nacional – C TN – est abelece que a naturez a jur ídica
específica do tributo é det erminada
(A) pela d estinaçã o legal do pr odut o d a s ua arrec adaç ão.
(B) pela d enominação e dem ais car act erístic as f ormais a dot ad as p ela lei.
(C) pelo f at o ger ador da respectiva obrigaç ã o.
(D) pelo ór gão f iscalizador.

(131-8 7). No que se r efer e ao Imposto sobre a Renda, assinal e a alternativa


INCORRE TA.
(A) A Constit uição Feder al d et ermina qu e o Impos to sobr e a Ren da ser á inf ormado pelos
crit érios da ge ner alida de, da universalida de e d a pr ogr es sividad e, n a f orma d a lei.
(B) A incidência do Impost o sobr e a Ren da inde pe nde da de nominaç ão da rec eita ou do
rendiment o, d a localização, condição jurídic a o u n ac ionalidad e d a f o nt e, da origem
e da f orm a de percepção.
(C) Contribuint e do Imposto sobr e a Ren da é o tit ular d a dis po nibilidad e ec on ômic a o u
jurídica de rend a o u d e pr ovent os d e q ualq uer nat ur ez a.
(D) A lei n ão po de atribuir à f ont e pa ga dor a da renda ou dos pr ov ent os tribut áv eis a
c ondição de responsável pelo Impost o d e Rend a c uja retenç ão e rec olhim ent o lhe
c aibam .

(131-8 8). Sobr e os tributos pr evistos no Código Tributário Nacional – C TN – assinale


a alternativa corr et a.
(A) Imposto é o tribut o cuja obrigação tem por f at o g er ador um a sit uaç ã o q ue dep en de de
um a at ividade est at al especí fica relativa ao contribuint e.
(B) As t axas t êm como f at o g erad or o ex ercício regular do pod er d e p olícia, ou a
utilização, e f et iv a o u p ot e ncial, de serviço público es p ecíf ic o e divisível, e s oment e
p odem
s er c obrad as pela União.
(C) Em razão do princípio da leg alida de, é ved ado ao Po der Exec utiv o alt er ar as
alíquot as ou as b ases d e cálculo do impost o s obre a import aç ão.
(D) As t axas nã o p odem t er base de cálc ulo o u f at o g erad or idênticos aos qu e
c orr espon dam a impost o.

(131-8 9). Nos termos do Código Tribut ário Nacional – CTN – interpret a-se liter alment e
a legislação tribut ária que disponha sobre
(A) suspensão ou exclusão d o crédit o tribut ário, out orga de is enç ã o e dis pens a d o
c umpriment o d e o brigações tribut árias ac ess órias .
(B) an alogia, dis pensa d o cumpriment o d e o brigaç ões tribut árias ac ess órias e princípios
g erais de dir eit o tribut ário.
(C) suspensão ou exclusão d o crédit o tribut ário, o ut or ga de isenç ão e eqüida de.
(D) out orga de isençã o, dispe nsa do c umpriment o de obrigaç ões tribut árias ac ess órias e
princípios g erais de dir eit o p úblico.

(131-9 0). S ão modalidades de e xtinção do cr édito tribut ário:


(A) o p ag am ent o, a tr ansação e a mor at ória.
(B) a com pensaçã o, a remissão, a pr es criç ão e a d ec a dê nc ia.
(C) o p agament o, a conversão d e d epós it o em rend a e o parc elam ent o.
(D) a pr escrição e a decad ência, a dec is ão judicial pass ad a em julgad o e a conc es s ão de
medida liminar em mand ado de segur anç a.