EXAME efG / 2

EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA
10º / 11º ANOS DE ESCOLARIDADE COMPONENTE DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA AGRUPAMENTOS 3 E 4

Duração da prova: 90 minutos

2ª Fase 2002

EXAME DE GEOGRAFIA

NOTA PRÉVIA • Leia rápida e atentamente todo o enunciado e as cotações da prova antes de começar a responder, de forma a ficar com uma ideia global da prova, o que irá permitir uma melhor organização das respostas e da distribuição do tempo. • • Identifique claramente todas as respostas. Organize as suas respostas de forma clara e objectiva, depois de analisar, com atenção, os textos e as figuras das questões (quando for caso disso). • Todas as questões são de resposta obrigatória.

V.S.F.F.
Escola EB 2,3/S Oliveira de Frades Eef –g 1

Interprete essa evolução. mas fundamentando devidamente a sua posição. em 1940 e 1995 1. Escola EB 2. – Explique a percentagem relativamente elevada. 2. Faça um ligeiro comentário ao texto. o sector secundário tem tendência a estabilizar ou mesmo a diminuir. como na generalidade dos países industrializados. da população activa no sector primário. – “A estrutura profissional da população activa e as suas transformações ao longo do tempo constituem um dos melhores indicadores do dinamismo económico e social de um país ou região”. no nosso país.3/S Oliveira de Frades Eef –g 2 . Figura 1 – Distribuição da população activa por sectores.Grupo 1 Observe os gráficos da figura 1. em Portugal. – Em Portugal. em relação aos outros países europeus. 3. aceitando ou refutando a afirmação feita.

junto à fronteira com Espanha. a principal vantagem da construção de barragens no rio Zêzere relativamente à construção no rio Tejo.F Escola EB 2. - Refira.Grupo 2 A figura 2 representa a secção portuguesa da bacia hidrográfica do rio Tejo. 2. onde estão assinaladas as principais barragens da referida secção.S.3/S Oliveira de Frades Eef –g 3 . - Apresente duas razões justificativas da preocupação de Portugal relativamente à qualidade da água do rio Tejo.F. Figura 2 – Secção portuguesa da bacia hidrográfica do rio Tejo. Fonte: Instituto da Água. V. em termos de gestão dos recursos hídricos. 1994 1.

e supõe um rejuvenescimento do empresariado agrícola individual e familiar.. mas a integração na PAC criou-lhe também alguns condicionalismos..» Fonte: Expresso.Grupo 3 1. classificados de “zonas frágeis”. - Apresente três argumentos que justifiquem a recente importação. - Explique em que medida os dois problemas referidos no texto constituem entraves à modernização da agricultura portuguesa. por parte de Portugal. A iniciativa prevê a alteração do estatuto do uso e posse da terra em 73 concelhos do interior do país.).3/S Oliveira de Frades Eef –g 4 . Escola EB 2.. Fundamente a afirmação sublinhada.). Grupo 4 Leia o texto 1 Texto 1 «A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural (SEDR) está a desenvolver um conjunto de medidas que pretendem dar origem a uma pequena Reforma Agrária. 26 de Junho de 1998. 2. (.. Este programa do governo pretende acabar com os dois mais graves entraves à modernização da agricultura portuguesa (. - Os apoios comunitários têm contribuído para a modernização da agricultura portuguesa. de gás natural. 1.

Refira as consequências decorrentes dessa característica.1 10.9 17. em percentagem do total de deslocações. - Justifique a diferença de comportamento das deslocações nas duas áreas metropolitanas evidenciadas no quadro 1.4 11. - Apesar de todas as tentativas de descentralização e desconcentração do espaço urbano e das actividades económicas. 1. O empreendimento deverá criar no concelho da Moita uma verdadeira nova cidade com capacidade para onze mil habitantes.0 71. tendo em conta a sua localização na Área Metropolitana de Lisboa. um projecto que prevê a construção de 3500 fogos.F.7 para a cidade concelhos da Lisboa AM Porto 24.3/S Oliveira de Frades Eef –g 5 . Escola EB 2. conferindo à rede urbana portuguesa uma característica bimacrocéfala. V. 3.S.F. o território português encontra-se fortemente polarizado pelas Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto. 2. - Justifique a construção da “mega-urbanização” referida no texto 2. Adaptado de Público 12 Janeiro 1999 para outros AM excluindo a cidade sede Deslocações dentro do concelho de residência 64.9 Mobilidade casa-emprego/escola nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto.Grupo 5 Leia atentamente o texto 2 e observe o quadro 1 Texto 2 Quadro 1 Deslocações Deslocações sede da AM AM A Câmara da Moita deverá discutir brevemente a mega-urbanização da Quinta da Fonte da Prata.

- Relacione o aumento do IDEP (Investimento Directo Estrangeiro em Portugal) com a adesão do nosso país à Comunidade Europeia. o destaque vai para o Brasil e os PALOP. FIM Escola EB 2. Explique a importância do PDM no âmbito do ordenamento do território do território. Fora da Europa. o investimento directo de Portugal no exterior é preferencialmente destinado à União Europeia. mas foi a adesão à Comunidade Europeia que provocou uma nítida aceleração nas entradas de capital estrangeiro no nosso País. - Os planos directores municipais desempenham um papel relevante no actual sistema de planeamento de gestão do território. 1.Grupo 6 Leia o texto 3 Texto 3 O investimento directo estrangeiro em Portugal começou a ter algum peso a partir de finais dos anos 70. 2. - Mencione três factores que expliquem os destinos preferenciais do investimento directo de Portugal fora da Europa. Grupo 7 1. Geograficamente.3/S Oliveira de Frades Eef –g 6 .

3 Grupo 2 1 2 Grupo 3 1 Grupo 4 1 2 Grupo 5 1 2 3 Grupo 6 1 2 Grupo 7 1 25 25 Total = 200 pontos 10 15 25 10 10 15 35 18 17 35 20 20 15 10 25 10 10 15 35 Escola EB 2.2 1.1 1.COTAÇÕES po nt o s to ta l Grupo 1 1.3/S Oliveira de Frades Eef –g 7 .

Interesses relacionados