Resumo:
CONTRIBUIÇÕES AO GERENCIAMENTO DE CANTEIRO DE OBRAS, Trata da importância da análise do confronto de fatores gerenciais e produtivos observados nos Canteiros de obras, que ainda empregam métodos de trabalhos da construção civil tradicionais em Detrimento de outros, em que os métodos de trabalhos e de organização gerencial e produtiva têm Incorporado as mais modernas técnicas, enfocando a rapidez, a economia, a qualidade e a Segurança, juntamente com a empregabilidade do 5s (organização). Colaboradores para o feito a organização no canteiro de obra. Engenheiros Mestres de obra Encarregados Operários setoriais Onde vário profissional tem acesso para trabalhar, desempenhando sua função. Segurança do trabalho esta ligada diretamente com a organização do canteiro de obra, onde cada material seja ele de uso diário ou estocagem sejam devidamente colocados em um devido local de fácil acesso. Trata da importância da análise do confronto de fatores gerenciais e produtivos observados nos canteiros de obras, que ainda empregam métodos de trabalhos da construção civil tradicionais em detrimento de outros, em que os métodos de trabalhos e de organização gerencial e produtiva têm incorporado as Mais modernas técnicas, enfocando a rapidez, a economia, a qualidade e a segurança. INTRODUÇÃO O setor de Construção Civil, tradicionalmente, tem praticado a sua tecnologia baseado no emprego intenso de mão-de-obra não qualificada. Tanto a fase de elaboração, que envolve confecção de projetos e de orçamentos, como a fase de produção física, vem desenvolvendo-se com ênfase no baixo custo, decorrente da referida mão-de-obra desqualificada. Esse procedimento vem sendo justificado pelo argumento da geração de empregos, supondo que a modernização reduziria o seu nível. Entretanto, essa Baixa qualificação promove a informatização do trabalho na forma de subempregos, como também degrada os níveis salariais. Esse tipo de mão-de-obra despreparada dificulta a introdução de tecnologias avançadas, em que se possa ter qualidade, produtividade e menores custos de desperdício e retrabalho. Por outro lado, a premissa atual do mercado, impondo qualidade, obras com diversos executantes especializados, na forma de parcerias ou consórcios, estabelece outras propostas de trabalho que exigem pessoal de maior qualificação técnica, capaz de conduzir trabalhos em equipe, impor lideranças, entender amplitude de procedimentos etc. Os padrões tradicionais, baseados em baixos níveis tecnológicos, evidenciam que esta tecnologia antiga não é mais adequada e que proporciona operários sem qualificação, além de arquitetos e engenheiros com um saber aquém das exigências atuais. O tão discutido desperdício de materiais e de mão-de-obra, e objeto de tantos estudos apresentados por Agopyan (1998), pode representar perdas de 25 a 30% do custo da obra. Desde a década de 90 as construtoras buscam um modelo de indústria seriado em seus canteiros de obras (CARDOSO, 1997). A questão é que esse acesso a novas tecnologias é restrito para poucas, pois o investimento é alto e exige elevados níveis de produção. Comumente, percebe-se que os programas de qualidade, projetos e cadernos de encargos das empresas em geral só contemplam o produto acabado, e não o processo executivo dentro do canteiro. Em última análise, podem-se identificar como principais problemas: falta de planejamento de médio e curto prazo; carência de equipamentos; falta de definições de espaços adequados à armazenagem de diferentes

insumos e. áreas de estocagem. no caso de materiais e equipamentos importados. falta de parcerias com os fornecedores. finalmente. depósitos. conforme o ritmo alcançado. item fundamental nos dias de hoje. por parte da empresa. um movimento. 1. Princípios básicos para a organização do canteiro de obras Segundo Souza (1993). e que deverá ser permanente é. que após a construção do barracão ou instalação inicia a preparação do terreno para receber a locação de paredes. variando Conforme o tamanho do empreendimento a ser construído. sua deficiência com o transporte e. De constante planejamento. que podem variar conforme a natureza do empreendimento. como primeira providência. Um canteiro de obras bem projetado tem impacto significativo sobre os custos e a duração da obra. mão-de-obra e equipamentos. pátios de manutenção e. alguns princípios básicos devem ser observados. almoxarifado. consequentemente. finalmente. (imprescindíveis para a primeira locação física do canteiro de obras). o fechamento da obra ou todo o perímetro do terreno (além de exigência da prefeitura. em um canteiro de obras o objetivo principal é alcançar uma melhor disposição para o material. a coleta de esgoto. Mediante o exposto. A organização de um canteiro de obras é uma das partes mais importantes do planejamento. pode-se concluir que o produto final deverá ser o bom andamento da obra e o impacto significativo no custo. resultando em projetos detalhados das locações e das áreas destinadas a instalações temporárias. A modernização de técnicas operacionais. o barracão de guarda ou contêineres para a guarda de materiais e abrigo dos operários residentes. da equipe técnica e operacional. trata-se ainda de serviço que visa melhorar a segurança da obra). centrais de concreto. Para a organização de um canteiro de obras. É imprescindível que haja. A construção do canteiro de obras é um procedimento que antecede a execução da obra.bem como as inovações que a informática vem proporcionando. a maior profissionalização e consciência dos trabalhadores. oficinas. . têm impulsionado essas modificações. o canteiro de serviço. Os componentes típicos de um canteiro são: escritórios. estacionamento. Sensíveis modificações vêm ocorrendo nos canteiros de obras. a performance de máquinas e equipamentos. As tarefas preliminares para a construção do canteiro incluem o acesso à água para consumo.

além das dificuldades naturais de comunicação devido à diferença de idiomas. identificar folgas. principalmente os de planejamento de obras. Esse cuidado agiliza a obra. devido à existência de diferenças entre o processo de produção. 3. suprimentos e produção. devido ao distanciamento natural da realidade do canteiro e a descrença em sistemas. em que profissionais já formados buscam complementar a sua formação para atender à realidade do mercado de trabalho. principalmente as pequenas e médias. por parte das empresas do setor. a procura por novos procedimentos gerenciais. A comprovação para este fato é a grande procura por cursos de especialização na área de Gerenciamento na Construção Civil. caminhos críticos e entender as seqüenciam propostas nos cronogramas e. e as dificuldades que universidades e centros de pesquisas têm para desenvolver processos e sistemas de planejamento que efetivamente venham ao encontro das necessidades das empresas. tais como a falta de tradição e cultura do setor de construção civil no tratamento do tema gerenciamento/planejamento e a formação deficiente dos engenheiros civis e arquitetos no assunto. inclusive os de orçamento e . capacitação da equipe técnica da empresa em conceitos. danos ou extravio de materiais. bem como diminuir os investimentos ou o aporte de recursos financeiros mediante estratégias de obra que não antecipem ou “estoquem serviços”. em que a competitividade é grande. Nos dias atuais. dentre os quais podem ser destacados o empreendimento. o principal agente da mudança é a percepção. Com a finalidade de obtenção de sucesso.Ao se iniciar uma obra. Alguns fatores contribuem para esse fato. de que o planejamento da produção é fator importante para aumentar sua influência na produção. evitar a implantação de “pacotes fechados integrados” que se propõem a resolver todos os problemas de programação de controle da produção. projetos. A solução seria não importar sistemas e processos de planejamento de países mais desenvolvidos. Os caminhos e agentes facilitadores para mudança nas empresas construtoras Conforme apresentado por Limmer (1997). deve-se sempre pensar na organização do canteiro de obras de Forma a compor uma melhor maneira para os produtos. também. instrumentos e técnicas de planejamento. utiliza procedimentos precários para planejamento de sua produção. bem como administrar melhor seus recursos. até mesmo. 2. A situação das empresas e as dificuldades na implementação de sistemas de planejamento em canteiro de obras Conforme a situação das empresas e as dificuldades na implementação de sistemas de planejamento em canteiro de obras são comuns em praticamente todo o território nacional. poderão reduzir os custos da empresa a partir de um melhor aproveitamento dos recursos disponíveis para a produção. e ao mesmo tempo evita perdas. sendo bastante acentuado nas que operam com construção leve. ser incentivado a operar os sistemas. Esse quadro é menos grave nas empresas que atuam com construção pesada e obras industriais. Recomendam-se. tais como: entender que o planejamento de um canteiro de obras é parte de um processo que tem interfaces com outros processos e sistemas internos da empresa. deve-se observar ou mesmo seguir algumas recomendações. como as obras de edificações. observando a ótica do mercado atual. e é sabido que a maioria das empresas do setor. evitando a mobilização de recursos financeiros na obra antes do necessário. via programa de treinamento para que os profissionais de nível superior da obra saibam analisar relatórios.

algum tempo pode ser necessário para a devida fixação. desta forma. como fatores ambientais (clima. o conjunto de "áreas destinadas à execução e apoio dos trabalhos da indústria da construção. desenvolvido por meio de aplicativos de uso corrente do meio técnico (planilhas eletrônicas.). sempre que possível. lembrando que o setor está criando cultura sobre o assunto e. atendendo suas condições e objetivando sua otimização. gerenciadores de projetos e outros). em que as atividades se repetem de pavimento para pavimento ou de trecho para trecho. porém objetivando um mesmo propósito. estruturar o sistema de planejamento como em sistema aberto. A execução de uma obra é feita segundo um “sistema de produção”. Finalmente. NB-1367 (NBR 12284) . ecologia etc. materiais e equipamentos) é que se deslocam em torno do produto. ser classificado como uma fábrica móvel.CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DO TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO (Ministério do Trabalho). Segundo Ferreira (1998). Caso se opte pela implantação dos pacotes fechados. enquanto que os insumos (mão-de-obra. Além desse componente. combinatória discreta. de modo que os sistemas e procedimentos sejam assimilados sem percalços pela organização. constituindo o que se poderia denominar de componente local Do sistema. respeitando suas origens. em obras de edifícios. Esse arranjo é delimitado ao problema de um conjunto predeterminado de elementos de produção.ÁREAS DE VIVÊNCIA EM CANTEIROS DE OBRAS (ABNT). Para programação física da obra é de boa prática a utilização de técnicas de rede de precedência (CPM) e. o qual condiciona a disposição dos diferentes componentes no respectivo canteiro de obras. o canteiro de obras pode se comparado com a produção industrial fabril. buscar a otimização das suas características. que são pouco flexíveis no trato da informação. bem como as de origem da natureza. Essa característica. A "área de trabalho fixa e temporária. se explorada adequadamente.. circunscrito a um conjunto de áreas igualmente predeterminadas. Outra formulação quanto ao arranjo de um canteiro de obra é tratá-lo como um problema de otimização. Este arranjo resulta em desenhos detalhados das locações e das áreas reservadas às instalações temporárias. . Outro aspecto recomendável é. e não o inverso. há o componente de processo. onde se desenvolvem operações de apoio e execução de uma obra" (NR-18). o de fornecer suporte às atividades de construção. como os que elaboram orçamento de obras recomendam-se optar por aqueles que sejam flexíveis no trato da informação. 4. No caso da construção civil. dentro de uma mesma seqüência de serviços. de forma que o sistema possa ser desenvolvido e adaptado à cultura da empresa. facilita a geração de modelos em rede. dividindo-se em áreas operacionais e áreas de vivência (NB-1367). que é função do processo escolhido para realizar a obra. exigindo que a empresa mude sua forma de ser para se ajustar a ele. recomenda-se ainda que o início da implantação ocorra de forma gradativa.controle de custos. o arranjo de um canteiro de obras inclui-se como uma das partes mais importantes do planejamento da obra. Diretrizes para um local bem organizado NR-18 . diferindo da fábrica tradicional no sentido que o produto resultante do processo de produção é único e estacionário. ou seja. que permitam importar e exportar dados de um para outros aplicativos ou sistemas. Influem na definição do “sistema de produção” da obra as condições do local onde será instalado o canteiro.

3) Em quais obras é necessária a elaboração do PCMAT? A Portaria 3214/78 do Ministério do Trabalho e Emprego. e sim. O entulho e quaisquer sobras de materiais devem ser regularmente coletados e removidos. etc. A falta deste implicará nas penalidades previstas na legislação que poderão variar de multa até a paralisação das atividades do estabelecimento em questão. funcionários terceirizados. são tomadas providências para eliminar ou minimizar e controlar estes riscos. fornecedores. O proprietário do estabelecimento e seus contratados são responsáveis pela implementação do PCMAT. 7) Quem pode elaborar um PCMAT? De acordo com a NR-18. através de medidas de proteção coletivas ou individuais. que contempla a Norma Regulamentadora nº 18 (NR-18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção). avaliação e controle dos riscos encontrados nesta atividade laboral. É importante que o PCMAT tenha sólida ligação com o PCMSO (Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional). O PCMAT deve ser elaborado e executado por profissional legalmente habilitado. especifica a obrigação da elaboração e implantação do PCMAT em estabelecimentos (incluindo frente de obra) com 20 trabalhadores (empregados e terceirizados) ou mais. sendo proibida a queima de lixo ou qualquer outro material no interior do canteiro de obras. aquele que menos se suja.1) O que é PCMAT? O Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção . 2) Quais são os objetivos do PCMAT? Garantir. Estabelecer um Sistema de Gestão em Segurança do Trabalho nos serviços relacionados à construção. 6) A partir deste levantamento. visitantes. somente poderá elaborar um PCMAT profissional legalmente habilitado em Segurança do Trabalho. A regra básica é que lugar limpo não é aquele que mais se limpa.PCMAT. O PCMAT (Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção) é um plano que estabelece condições e diretrizes de Segurança do Trabalho para obras e atividades relativas à construção civil. a integridade física e a saúde do trabalhador da construção. uma vez que este depende do PCMAT para sua melhor aplicação.. 5) A elaboração do programa se dá pela antecipação dos riscos inerentes à atividade da construção civil. contratantes. O PCMAT deve contemplar as exigências contidas na NR-9 Programa de Prevenção de Riscos Industriais é aplicado métodos e técnicas que têm por objetivo o reconhecimento. é regulamentado pela Norma Regulamentadora 18 (NR 18). através da definição de atribuições e responsabilidades à equipe que irá administrar a obra. Organização e limpeza Organização e Limpeza são as primeiras medidas de segurança do trabalho para evitar acidentes. . por ações preventivas.

com o objetivo de atualizar e aprimorar sistematicamente o PCMAT. Central de fôrmas. Almoxarifado de ferramentas. Estabelecimento de métodos para servir como indicadores de desempenho.Qual o roteiro para elaborar um PCMAT? A elaboração do PCMAT é realizada em 5 etapas: 1. 3. Análise de projetos É a verificação dos projetos que serão utilizados para a construção. silo de argamassa pré-misturada a . Surge. É o momento onde todo o levantamento anterior é descrito e são especificadas as fases do processo de produção. Aplicação de auditorias em escritório e em campo. 2. almoxarifado de empreiteiros. Elaboração do documento base É a elaboração do PCMAT propriamente dito. de modo a verificar a eficiência do gerenciamento do sistema de Segurança do Trabalho e se esta sendo aplicado 5s. 4. • Especificação de equipamentos de proteção individual. Elementos do canteiro. então. central de pré-montagem de instalações. estoque de areia. com o intuito de conhecer quais serão os métodos construtivos. Ligados à produção central de argamassa. estoque de esquadrias. central de pré-moldados. estoque de tintas. • Adoção de programas de treinamento de pessoal envolvido na obra. Vistoria do local A vistoria no local da futura construção serve para complementar a análise de projetos. Implantação do programa Avaliação constante dos riscos. estoque relativo ao elevador. a avaliação qualitativa e quantitativa dos riscos. estoque de argamassa intermediária. Reconhecimento e avaliação dos riscos Nesta etapa são feito o diagnóstico das condições de trabalho encontradas no local da obra. central de esquadrias. estoque de conexões. para melhor adoção das medidas de controle. instalações e equipamentos que farão parte da execução da obra. 5. De apoio à produção. Esta visita fornecerá informações sobre as condições de trabalho que efetivamente serão encontradas na execução da obra. Implantação do programa • O processo de implantação do programa deve contemplar: • Desenvolvimento/aprimoramento de projetos e implementação de medidas de controle. 5.

cozinha. Apoio técnico administrativo. torre ascensional. alojamento. torre giratória. portão de materiais.estoque de metais. de concreto. "bob-cat”. estoque de compensado para estoque de argamassa industrializada fôrmas. De complementação externas à obra Diretrizes quanto aos elementos ligados à produção cuidado com interferências com outros fluxos de material. é . concretagem. Sistema de transporte com decomposição de movimento na horizontal: porta-palete. portão de pessoal. guindastes sobre rodas ou esteiras. estoque de passarela para estoque de tubos. e se o estoque de materiais de acabamento não será afetado pelo tráfego de pessoas e materiais. talha. Áreas de vivência escritório do engenheiro e estagiário. prevendo os trajetos feitos pelos carrinhos de mão e giricas (espécie de carrinho que carrega mais material). instalações sanitárias. chapeira de ponto. “stand" de vendas. em sacos. guincho de coluna. Sistema de transporte sem decomposição de movimento gruas: torre fixa. "dumper". lavanderia. número de betoneiras é função da demanda da obra por argamassas (mesmo que a obra só demande uma. recepção/guarita. sala de reuniões. na vertical: sarilho. estoque de cal em sacos. Outros elementos entrada de luz. escritório administrativo. quais os serviços que poderão causar conflitos quando excuta dos simultaneamente. sala de treinamento/alfabetização. estoque de louças. escritório do mestre e técnico. estoque de barras de aço. bombas: de argamassa. Elementos do canteiro entrada de água. refeitório. elevador de obras. vestiário. coleta de esgotos. ambulatório. seco. TRANSPORTE INTERNO É preciso pensar no fluxo de materiais pela obra. estoque de cimento em sacos. torre móvel sobre trilhos.

área da ordem de 20 m². cobertura seria o ideal. Local coberto. mas é obrigatória apenas sobre eventual poli corte. área da ordem de 20 m². área da ordem de 50 m². Diretrizes quanto aos elementos de apoio à produção Estoque de areia. Central de Armação localizar o processamento do aço (corte/dobramento/pré-montagem) nas proximidades do estoque de aço e facilmente acessível quanto ao transporte vertical. Central de fôrmas. Próximo à betoneira de produção de argamassa. Central de pré montagem de instalações local coberto. próximo ao . prever tablado para estoque dos sacos de aglomerante necessários para o dia de trabalho.conveniente ter uma menor para caso de emergências).

não estocar sobre laje (sobrecarga). criar "prateleiras" para organização do estoque. Isolar os sacos do contato com o piso (estrados) e afastar das paredes do ambiente. evitar carreamento pela chuva e contaminação com terra. prover delimitação quanto às laterais. Altura máxima do estoque sobre o terreno da ordem de 1. isento de umidade.equipamento para transporte vertical. local não necessariamente fechado almoxarifado. próximo ao acesso de materiais (viabilizar Descarregamento sob responsabilidade do fornecedor).5 m. Pilhas com no máximo 10 sacos de altura. área é função da demanda (ordem de grandeza = 20 m²). área com ordem de grandeza de (2 x 7) m². Local fechado. Estoques de conexões . Estoques de tubos local coberto. evitar contato direto com terreno. entulho e Outros materiais. próximo ao portão de materiais (se possível acessível diretamente pelo basculamento do caminhão). Estoque de argamassa intermediária. Procurar induzir política de "primeiro a chegar = primeiro a usar".

Estoques de metais local fechado (almoxarifado).TUBOS RETANGULARES DE FERRO ARMAZENAMENTO DE CONEÇÃO DE PVC LOCAL FECHADO E AREJADO (ALMOXARIFADO). Estoques de louças local fechado. área da ordem de 20 m². tintas e esquadrias local fechado. área da ordem e 20 m². Estoque relativo ao elevador. .

delimitar "baias" para diferentes diâmetros. evitar contato com solo (britas + caibros transversais).40 m. evitar estocagem sobre lajes (sobrecarga). pilhas com no máximo 75 chapas. compatibilização com projeto definitivo. local próximo ao portão de materiais (no caso da não existência de grua ou guindaste para transporte horizontal). PORTÃO DE PESSOAL localizar de maneira a ter-se controle sobre o acesso de . energia e esgoto tentar utilizar as já existentes. observar localização do acesso definitivo ao subsolo do edifício. Portões de madeira largura não menor que 4. Estoques de compensados para formas próximo ao portão de materiais. se possível criar mais de um para melhor acessar diferentes partes do canteiro. procurar posição que não conflite com serviços futuros da obra. cobrir com lona).Estoques de barras de aço Pode ser ao ar livre. nas proximidades do processamento (corte/dobra/prémontagem) das barras. evitar contato com solo e umidade (isolar do chão com caibros. próximo ao local de confecção das fôrmas. área da ordem de 20 Diretrizes quanto a outros elementos Ligações água. ordem de grandeza de área: (3 x 13) m².

50 m. com dimensões mínimas de 0.pessoal e de maneira a se ter menor risco de acidentes. • Não estar situado em subsolo ou porões das edificações. Canteiro de obras Diretrizes quanto às áreas de vivências NR 18 Alojamento Exigência → O alojamento do Canteiro de Obras deve: • Ter área mínima de 4.10m. . boa aparência ("cartão de visitas" da obra).00m2 por módulo (cama-beliche. • Ter armários duplos. • Ter portas com fechaduras para garantir a privacidade de seus usuários. Refeitório/ cozinha NR -18 e NB 1367 somente se houver preparo de refeições na obra. individuais. e cobertor. • Ter lençol. TAPUME Altura da ordem de 2.70m x 2. • Ter no máximo duas camas na vertical (beliche). circulação). em condições adequadas de higiene. quando as condições climáticas o exigirem. base em alvenaria para evitar degeneração da madeira por contato com a umidade. armário. fronha e travesseiro por cama.

18 . sem comunicação direta (mas próximo) da mesma. instalações sanitárias para funcionários da cozinha. não ter comunicação direta com as instalações sanitárias. não localizar em subsolo ou porão. lavatório (interior ou nas proximidades).existência de pia.18 pode-se usar o refeitório. Vestiário NR . local para aquecimento (não confecção) de refeições. 1 vaso. Instalações Sanitárias NR . Área de lazer NR . local do vaso: área mínima de 1 m². local do chuveiro: área mínima de 0. equipamento de refrigeração. Capacidade para todos os trabalhadores.18 1 lavatório. 1 chuveiro para cada 10 operários. para cada 20 operários. 1 mictório. Ambulatório NR 18 e NB 1367 necessário se se tiver 50 operários ou mais.80 m².

Com a mudança do mercado. Os sistemas de qualidade hoje também balizam negociação de contratos e disciplinam as relações com clientes e fornecedores. a experiência da empresa e sua dinâmica de atuação. a pressão pela redução de custos trabalhistas faz com que a construtora pressione o empreiteiro. CANTEIRO DE OBRAS: TERCEIRIZAÇÃO X RECICLAGEM X CUSTOS 1. Esta conceituação. Lavanderia NR -18 Exigência → A lavanderia do Canteiro de Obras deve: Possuir tanques individuais ou coletivos em número adequado para lavagem de roupas. seguida de autofagia. pode também reduzir os encargos trabalhistas da construtora. a terceirização é mestra na produtividade. bem como a certificação que também cumpre um papel importante na modernização do cotidiano das construtoras. Uma boa parte dos custos fixos de uma construtora é transferida para a terceirização. conforme defende Picchi (1993). Entendendo que a terceirização obtém ganhos de produção. caracteriza indícios de mudanças que levam as empresas construtoras a exigirem qualidade das subcontratadas. porém. compatível com a técnica e a forma gerencial da empresa contratante. ou passa a selecionar uma mão-de-obra desqualificada. do . pois o construtor não pode apenas pensar em reduzir custos na hora de terceirizar ou subcontratar. tais como: valorização do profissional diminuída. este faz o mesmo com sua mão-de-obra. apresenta aspectos que devem ser analisados. garantindo assim a concretização de prazos e flexibilização na produção. terceirizar em um canteiro de obras significa delegar um serviço para uma empresa especializada. 5. Terceirização Atualmente. mas ainda existem dificuldades de encontrar prestadoras de serviços com mão-de-obra especializada. tem-se a tendência de encontrar subcontratadas que. devendo levar em consideração. A terceirização caracteriza-se por uma prática comum. bancos (largura mínima de 30 cm). com a implementação do PBQP-H e a disseminação das normas ISO 9001. trazendo conseqüências indesejáveis. a menores custos do que se poderia ter com uma equipe própria.armários individuais com cadeado. também. não pagando devidamente os custos trabalhistas. No canteiro de obras. Resultados na obra Os resultados trazidos pela implantação de sistemas de qualidade na obra podem ser Observados em algumas construtoras e representam movimento que ganha adeptos a Cada dia. Quando bem conduzida. juntamente com a nova postura das construtoras. resistentes com revestimento liso. com a finalidade de encontrar um meio de elevar a produtividade e qualidade da produção. desqualificação profissional e o Desperdício de material. A busca pela qualidade. impermeável e de fácil higienização Possuir áreas de secagem cobertas e ao ar livre. em que a forma de armazenar e referenciar documentos anteriores de obras executadas traz ações e procedimentos que possam estabelecer referências comparativas. criando uma identidade empresarial relacionada com a criação de um arquivo próprio da empresa.

mas também para conceber. é imprescindível encontrar soluções para o problema do entulho. parte significativa dos materiais que entram numa obra sai. . proporcionando melhorias do ponto de vista ambiental. O entulho gerado pela indústria da construção civil. em que se nota um aumento da competição entre empresas e maiores exigências dos consumidores de obras de edifício. não se faz movimentos com entulhos recicláveis gerados. podem trazer grandes transtornos aos empreendedores. argamassa. As estatísticas vêem que a construção civil se constitui em uma das atividades econômicas que mais produzem entulho e que. madeira. valas públicas. o canteiro de obras pode se utilizar de entulho gerado por esta obra. De fato. Reciclagem – União do útil ao agradável Observando-se a problemática do entulho de obra e a possibilidade de reciclagem agregando valor ao próprio empreendimento. desenvolver e atuar. A reutilização do entulho de construção na própria obra vem possibilitando também resultados significativos de economia e de gerenciamento. sabe-se que os materiais presentes no entulho estão relacionados com o desperdício e são passíveis de reaproveitamento com técnicas de reciclagem. obtendo-se materiais de construção mais baratos e de boa qualidade. aterros sanitários. Proporcionalmente ocupa menos espaço físico do que o que eventualmente ocuparia no térreo em operação antecedente ao “bota-fora”. É importante desenvolver uma cadeia de subcontratados desde o projeto até a obra. Essa meta torna-se uma necessidade no mercado da construção civil. na forma de lixo. assim como entulhos. como: rios. é composto de duas porções bem distintas. Mas. que são preliminarmente deixados no próprio compartimento. Souza (1999) analisa o ciclo de vida de um empreendimento. 2. cit. não só para construir. Por isso.ponto de vista da qualidade. Desperdícios não computados. que são os entulhos não recicláveis e os entulhos recicláveis. em que é impossível formalizar um critério padrão para definição de uma metodologia universal no uso do entulho gerado por uma obra. na própria construção civil. O surgimento da parcela entulho ocorre nas fases de execução e utilização de um empreendimento. nunca na fase de concepção. presente em todas as fases. mas ainda nova no Brasil. É importante elucidar que a construção civil é fonte geradora de entulho em quantidades e variedades múltiplas. exigindo uma abordagem Just in time e integração das competências que são necessárias. durante a execução da obra. vias públicas e. Além disso. um elemento estranho à obra.). atendem melhor e dão garantia de seus serviços dentro da realidade esperada. O mesmo é sempre somado com a perda por material incorporado. tais como: mistura de cacos cerâmicos. já consolidado em outros países. especificamente o canteiro de obras. possui particularidades inerentes a condições específicas de cada obra. Diminuir o desperdício implica consequentemente em reduzir a quantidade de entulho gerado. contribui para amenizar o problema urbano dos depósitos clandestinos destes materiais. papel. ou seja. Os custos da terceirização e da reciclagem de entulho Faz parte da cultura administrativa de um canteiro de obras o fato de que. O entulho gerado. o estudo de soluções práticas que apontem para a reutilização do entulho. o entulho gerado a partir de um determinado instante passa a ser um estorvo. ou em usinas montadas para esta finalidade. para o uso do entulho como material de construção na obra. A reciclagem desses resíduos pode ser um negócio lucrativo. como material de construção na própria obra. preço e produtividade. e introduz no mercado um novo material com grande potencialidade de uso. ao mesmo tempo. em que se procura eliminar a nociva deposição do entulho no canteiro de obras em locais comuns. concreto. ao final. ainda segundo Souza (op. analisado sob a ótica da reciclagem como material de construção na própria obra. terra etc. 3. Segundo afirma Zordan (1990). em formas práticas de reciclagem na própria obra. correlacionando-o com as perdas. por esse motivo.

possibilitando a entrega do imóvel mais cedo do que o esperado. Estas novas atitudes trazem um prazo de execução mais curto. no sistema drywall. possui particularidades inerentes a condições específicas de cada obra. A diminuição de custos em canteiro de obras depende da associação de diferentes sistemas construtivos. Compatibilização do custo dentro de uma nova forma de organização de trabalho – Uma nova ótica de gerenciar práticas de reciclagem na própria obra. pois de alguma forma. luminárias. 3. fabricadas no sistema drywall. pois vêm do fornecedor com piso. antigas formas de execuções de obras passaram a fazer parte do passado. Ela atua antes. Essas inovações são hoje empregadas no canteiro de obras brasileiro (RJ e SP. o canteiro de obras pode se utilizar de entulho gerado por esta obra. por esse motivo. O uso do entulho como material de construção em canteiro de obras é de forma preponderante. passando-se a empregar materiais industrializados e elementos arquitetônicos pré-fabricados. divisões internas. deixando-se de lado o barro e o tijolo. As novas tecnologias e suas implantações. basta cortar o painel. paredes internas. fôrmas. as novas tecnologias estão incorporadas à realidade corrente. no sistema convencional. armações. chuveiro e sistemas elétricohidráulico. são fabricados. muito esforço há de ser feito no sentido da conscientização de nossos construtores para o f ato de que todos ganham com a reciclagem do entulho de obra. na própria construção civil. o que desestimula a inovação e a redução de prazos. A fim de dar uma idéia da produtividade. enquanto que. é composto de duas porções bem distintas. 1. Banheiros e cozinhas chegam prontos nos canteiros.O entulho que uma obra produz pode ser utilizado e consumido de forma reciclável.). estes serviços demandam meses. louças. escadas. As estatísticas vêem que a construção civil se constitui em uma das atividades econômicas que mais produzem entulho e que. consertar e fechar o corte. montadas e soldadas em apoios de concreto instalados nas lajes. e até banheiros. em apenas um dia. especificamente o canteiro de obras. Podem-se citar como exemplo. O novo é uma realidade Segundo Cardoso (op. inevitável e inadiável. ou em usinas montadas para esta finalidade. boxes. O entulho gerado. proporcionando melhorias do ponto de vista ambiental. azulejos. que são os entulhos não recicláveis e os entulhos recicláveis. cit. saboneteiras. Outras novidades são fachadas e varandas pré-moldadas. 2. As paredes internas. em que estruturas. Estas novidades fazem com que os custos sejam reduzidos em até 20% e os prazos de obra em até 30%. acantonadas com gesso e colocadas em barracas metálicas. e introduz no mercado um novo material com grande potencialidade de uso. portas. analisado sob a ótica da reciclagem como material de construção na própria obra. Uma nova ótica no canteiro . há uma exigência que 50% do valor do imóvel sejam pagos pelo proprietário até a entrega. A reutilização do entulho de construção na própria obra vem possibilitando também resultados ignificativos de economia e de gerenciamento. Mas. por exemplo). na indústria. torneiras. pelo mercado. contribui para amenizar o problema urbano dos depósitos clandestinos destes materiais. Segundo afirma Zordan (1990). fachadas de prédios. notando-se ainda que. são montadas com facilidade e são de manutenção fácil: no caso de problemas com as instalações embutidas. Dentro da própria obra. As construtoras começam a adotar um novo processo tecnológico construtivo. principalmente a natureza. o estudo de soluções práticas que apontem para a reutilização do entulho. como material de construção na própria obra. Para que isso aconteça é necessário e imprescindível que o projeto seja bem elaborado. fazendo que a construção não se inicie no canteiro de obra. vinte banheiros ficam prontos. desta maneira. O entulho gerado pela indústria da construção civil.

menor impacto ambiental. O desafio é adaptar conceitos e princípios da produção enxuta na aplicação na indústria da Construção. É notório que a elevada competitividade. como define Hirota (2000). inovações tecnológicas. A eliminação de desperdícios. menos desperdícios. com diversos sistemas e produtos industrializados. é a denominação de uma nova concepção dos sistemas de produção. maior segurança no trabalho. esses pontos constituem o objetivo que deve ser perseguido por todos os agentes do processo construtivo. todas essas ações vão levar a uma produção enxuta. Conclusão A reestruturação organizacional do canteiro de obras é parte da nova realidade da . o foco no cliente e as transformações nas relações de mercado entre as empresas são feitos em um contexto em que estão busca de uma melhor organização. que. a rapidez executiva. menores preços dos produtos construídos e menores custos de operação ao longo da vida útil. buscando desta forma melhor desempenho em seu processo de produção. a redução de consideráveis custos e um quadro de operário mais reduzido e enxuto se faz pertinente para o processo de produção. Neste aspecto.O canteiro de obras do futuro é uma linha de montagem. melhor gestão. maior motivação dos trabalhadores. pois a construção civil é uma grande fonte de dados e informações que geram grandes novidades e inovações tecnológicas. melhor emprego dos recursos. unindo-se planejamento e projetos completos. ou seja. a busca pela excelência.

os processos necessários para o seu desenvolvimento e gestão são. mesmo diante de um histórico brasileiro de insustentabilidade econômica. digno da dimensão da perenidade das grandes obras de engenharia que produzem e da responsabilidade pelas vidas que abrigam. convergindo para um aumento real da produtividade. Sobretudo em uma conjuntura econômica na qual as técnicas de produção até então tradicionais dão lugar a novas metodologias que convergem com gestões mais condizentes com a realidade. serviço e gasto trazem para a consolidação de um desenvolvimento econômico saudável da Empresa. os planos cuidadosamente elaborados. Evidencia-se que nesse processo de renovação há a predominância da produção nas estratégias das empresas e a busca da eficiência na integração da empresa. Fontes de pessoas que contribuirão com este trabalho . a execução deve ocorrer em níveis adequados de eficiência operacional e as avaliações de desempenhos e resultados precisam apontar para a contribuição efetiva que cada produto. Esta visão do novo cenário de negócios é válida para empresas de todos os portes (micro. princípio clássico da qualidade. médias e grandes). os objetivos claramente estabelecidos. isto é. A integração tem como premissa uma organização empresarial em que o saber técnico responde de modo ágil às solicitações. na prática. no que tange à qualidade das metodologias empregadas. Apesar dos empreendimentos imobiliários serem únicos. As empresas da construção civil precisam agregar os valores já tão elogiados do setor de projetos de obras. buscando acompanhar os avanços tecnológicos para execuções competitivas e rentáveis. fator fundamental para sua própria sobrevivência. pequenas. O importante é que a empresa defina o seu método de gestão baseado em sua cultura técnica. basicamente os mesmos. em que o tripé homemequipamento-material deve ser gerido cada qual com suas habilidades específicas. Em outras palavras. principalmente aquelas cujo lucro de forma perene é seu maior objetivo social. estágio de organização e recursos disponíveis. ou seja.Indústria da construção civil. para que estas possam despontar como um setor realmente produtivo. em que esta meta se torna um desafio constante. é fundamental que haja eficácia nos procedimentos empregados. Esta é a conclusão final deste artigo. na esperança de que o binômio certo-eficaz faça parte do cotidiano das empresas de construção civil (setor de edificações). em que a redução das perdas de material e o treinamento eficaz da mão-de-obra permitem melhorar a competitividade das empresas. vise sempre adequar as possibilidades da empresa à realidade da obra. saber escolher com responsabilidade o caminho certo para alcançar os melhores resultados e implantá-los com sucesso. A gestão deve ser cada vez mais profissional e profissionalizada. e não mais no posto de trabalho. pois a eficácia empresarial é requisito básico para a sobrevivência e crescimento das entidades econômicas. O desafio maior do setor da construção civil é fazer certo logo na primeira vez.

A. A.11. PhD me Business School pela University of North Carolina. In: ENTAC 98 Qualidade no Processo Construtivo. I.htm. Universidade de São Paulo. In: Simpósio Nacional . 1994. Florianópolis.2005 LERIPIO. Anais. "A Utilização do Entulho como Agregado para o Concreto". Anais. ZORDAN. 1998 (Tese de doutorado). In: Simpósio Brasileiro de Tecnologia das Argamassas.2000. Estados Unidos. A.C. . professor e Coordenador do curso de Engenharia Civil da UNISUAM. Desenvolvimento Sustentável e a Reciclagem na Construção Civil. SOUZA. professor dos cursos de Engenharia Civil da UNISUAM e FTESM.A. pesquisado em 06.Engenheiro Civil. ANTAC. S. 1997. In: 2o Sem. São Paulo: 1998. pesquisado em 05. E. MARÇO DE 2011. IBRACON. p. São Paulo. S. 225-236. Florianópolis. 1997. A.. 3 .. Professor do curso de Pós-graduação Stricto Sensu da UFF. SELMO.S. F. – Relatórios de volumes 01 a 05.1 . CARDOSO. PAULON. U . orçamento e controle de projetos e obras. L . 462p. CTE/SEBRAE-SP/SINDUSCON-SP. Desperdício de materiais nos canteiros de obras: A quebra do mito. E. Sistemas de Qualidade: uso em empresas de construção de edifícios. 247p. v.M. PICCHI. R. p. Gerenciamento de Resíduos Pesquisado em 08. 48p. L. 1998.923-932 noticias/0509/0050927norma. São Paulo. 2 .2005 AGEU CAMARGO CENTRO UNIVERSITÁRIO IPEP CURSO DE EDIFICAÇÕES EM EDIFICIO 5º SEMESTRE DISCIPLINA: GERENCIAMENTO EM CANTEIRO DE OBRA PROFESSOR: ANDRE CAMPINAS. 1998.N.56-67.F.R. H.. LTC. SOUZA. Brasília. MIRANDA. O Processo de Aprendizagem na Transferência dos Conceitos e Princípios da Produção Enxuta para a Construção. download.Rio. Importância dos Estudos de preparação e da logística na Organização dos sistemas de produção de edifícios: Alguns aprendizados a partir da Experiência francesa. e MEKBEKAIN. Cidade Versus Entulho.11. por Procedimentos Racionais de Dosagem".Rio. Bibliografia BRITO FILHO. Metodologia para elaboração do projeto do canteiro de obras de Edifícios. Rio de Janeiro.Escola Politécnica. Doutor em Ciências pela COPPE/UFRJ. In: 1º SEMINÁRIO INTERNACIONAL LEAN CONSTRUCTION. São Paulo. 1993. Alternativas para a redução do desperdício de materiais no canteiro de Obras.. 1999. LIMMER.11. – Papers – UEL – Campus Universitário – Londrina – Paraná . F.V. pesquisado em 06. Referências Bibliográficas AGOPYAN. V. 1999. FERREIRA.PCC (USP). 2001.2005. 225p. E . Brasília.Engenheiros Civis. Planejamento. V. p. M. "Avaliação do Efeito de Entulhos Reciclados em Propriedades de Argamassas de Assentamento e Revestimento.novembro. São Paulo: EPUSP.. São Paulo. Tese (Doutorado) . Sistema de Gestão da Qualidade para empresas construtoras. J. F. C. Mestre em Engenharia de Produção pela PUC .2005. G.U. Mestre em Ciências pela PUC . HIROTA.Engenheiros Industrial Mecânico. Mestrando em Engenharia Civil pela UFF.E. 2001.

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