CASO BANCOOP - 26/08/2011

TRABALHO ILUSTRATIVO SOBRE ESTRAGO SOCIAL

Apontamentos e revelações sobre as obras não concluídas da Cooperativa Habitacional dos Bancários, embora as unidades tenham sido vendidas como se extrai dos FOLDERS de propaganda, exatamente igual a qualquer incorporadora, a Bancoop recebeu as parcelas durante os anos e não fez as obras.

Hoje a confissão de que a CONSTRUTORA OAS irá finalizar as obras por um novo custo, é o MAIOR TESTEMUNHO de que o falso cooperativismo da Bancoop gerou centenas de vitimas. Lembramos que 18 outros lançamentos foram descontinuados, e terrenos vendidos ou devolvidos pelos dirigentes da Bancoop.

Lembro ainda aos leitores que: sentenças Judiciais atestam e acabam imputando a CULPA exclusivamente a Bancoop, VEJA O IMPORTANTISSIMO TRABALHO DA PROCURADORA DE JUSTIÇA DO MPSP DRA. DORA BUSSAB ACESSE http://pt.scribd.com/doc/51071712/Dora-Bussab-solar-santana-bancoop

Gostaria de destacar inicialmente como a Bancoop se apresenta em Juízo, segue um parecer jurídico:
Fórum Central Cível João Mendes Júnior – Processo nº 241346/2006

Valendo-se a ré de seu ilimitado acesso a toda a classe dos bancários, com o respaldo do Sindicato da categoria, da qual originada, conferindo-lhe confiabilidade, propôs-se especificamente ao desiderato de ‘projetar, construir e incorporar unidades habitacionais e imobiliárias’, para com isso atingir seu suposto objetivo maior, ‘proporcionar aos seus associados, a construção e aquisição de unidade habitacional, imobiliária e a sua integração comunitária’ vem aqui à ré (Bancoop) para descaradamente refutar sua condição de incorporadora do empreendimento, para tanto se valendo dos mais falaciosos argumentos, à evidência, absolutamente imprestáveis, e que apenas desnudam o inexorável desvio de finalidade, seu verdadeiro intuito escuso, qual seja, o de promover autêntica comercialização de imóveis, na condição de incorporadora que efetivamente o é, furtandose, nada obstante, aos deveres e responsabilidades inerentes a tal condição jurídica. Pior que a injustificável renitência da ré (Bancoop) em assumir sua real condição e responsabilidades a tanto inerentes, com isso frustrando as legítimas expectativas depositadas pelos autores na relação jurídica em disputa, atentando contra o princípio da confiança, só mesmo a consideração de que os ilícitos perpetrados pela mesma a tanto não se limitaram. Assim é que, sem qualquer compromisso para com a necessária transparência da relação entabulada com os autores, pretende a ré (Bancoop) impor-lhes, quando já em tese integralmente cumpridas suas obrigações, mediante o pagamento da totalidade das prestações originariamente ajustadas, o rateio de inexplicável, tanto quanto significativo ‘saldo residual’ cuja origem, nem mesmo em juízo se deu ao trabalho de buscar justificar. Salta aos olhos a vulnerabilidade dos autores perante a autoritária postura assumida pela ré, à evidência de todo injustificável, daí porque inexorável à declaração de inexigibilidade do saldo residual aludido, com o conseqüente reconhecimento da quitação das obrigações contraídas pelos autores perante aquela. Não fosse suficiente o quanto até aqui exposto, pendem ainda sobre a ré significativas irregularidades ‘periféricas’, pormenorizadamente constatadas pelo D. Representante do Ministério Público...

AIRTON PINHEIRO DE CASTRO Juiz de Direito

SECCIONAIS INACABADAS DA BANCOOP

Primeiramente temos que ter a REAL certeza do que significa a frase da Bancoop:

Resposta: Para a Bancoop isso quer dizer problema (da cooperativa) resolvido, após passarem
todas as obrigações (obras não executadas e já pagas, dividas trabalhistas, dividas fiscais com prefeitura) para outros, criando nesse momento um custo TOTALMENTE diferente dos termos inicialmente acordados com as vitimas. Os Empreendimentos da Bancoop que não foram finalizados por ela, tornando-a inadimplente, ficaram inacabados logo após a morte de 3 dirigentes da entidade em 2004, lembramos que desde o fatídico acidente, os prédios ficaram inacabados. (são 7 anos) Vale lembrar que : estes acordos SEPULTAM o cooperativismo da Bancoop, temos que nos ater que os CONTRATOS feitos com as vitimas, foram dentro de um regime cooperativista a preço de custo, com relação a isso, foram feitos cronogramas físico financeiros, já que anos atrás se financiava os pagamentos pela CEF, e as vitimas podiam usar o FGTS, então havia um cronograma financeiro aprovado, com custo de obra avaliado e projetado, mas isso não ocorreu na pratica, as vitimas pagaram e não receberam. O rateio de parcelas na época do lançamento foi feito baseado nos custos oriundos dos cronogramas, então não há o que se falar em preço mal estimado, há que se falar em má gestão. Vale lembrar também, que nesta nova fase, querem recalcular TUDO, para quem mora e quem não mora nas seccionais inacabadas, usando-se o valor ATUAL de mercado, uma verdadeira AFRONTA. LEMBRETE: AS VITIMAS JÁ PAGARAM O VALOR ACORDADO EM CONTRATO, QUEREM EXTRAS!

Sobre isso um magistrado diz:
Processo nº: 583.06.2007.115161-0

Fórum RegionaI - Penha de França

Evidentemente, os autores (cooperados) não são responsáveis pela inépcia gerencial da diretoria da BANCOOP, que é quem deve ser responsabilizada por eventuais "empreendimentos deficitários". Afinal, não consta que os autores tenham tomado qualquer decisão sobre os rumos da cooperativa, ou participado da elaboração dos estudos de viabilidade do empreendimento. Os autores simplesmente assinaram um contrato de promessa de compra e venda de imóvel, o qual previu, de forma expressa, o preço a ser pago pelo imóvel. O fato de serem
cooperados não torna os autores servos da cooperativa (ou melhor, da diretoria da cooperativa), que não tem o poder de cobrar o quanto quiser, quando bem entender, dos adquirentes de suas obras. Gustavo Coube de Carvalho Juiz de Direito 3ª. Vara Cível

Todas unidades citadas abaixo foram vendidas pela Bancoop por um preço, mas o contrato não foi respeitado, as vitimas foram usurpadas no seu direito, já que analisaram a proposta em família, aceitaram, pagaram, e hoje muitos não tem a unidade adquirida da Bancoop, e praticamente as 3110 famílias que moram em empreendimentos INACABADOS terão prejuízos incalculáveis, alguns já foram submetidos a alteração contratual, pois tiveram que aceitar assinar com a NOVA construtora, sob pena de ter que desocupar o imóvel existente em empreendimento parcialmente feito.

Segue Comentários: sobre os INACABADOS DA BANCOOP

SAINT PAUL NÃO CONCLUIDO PELA BANCOOP

Lançado em:

Situação

2003, pelo custo de 116 mil, muitos compraram por este preço e hoje após contrato não ter sido cumprido, buscam financiamento.

Transferido para a TARJAB, não foi feito pelo preço de lançamento no regime acordado, hoje existe vitima procurando financiamento de 300 mil na CEF.

O regime particular de cooperativismo da Bancoop NÃO CONSTRUIU O SAINT PAUL

Assembléia para desligar esta seccional da Bancoop foi feita numa segunda feira as 7 da manha

LANÇAMENTO DO SAINT PAUL – 2003

MAISON PIAGET NÃO CONCLUIDO PELA BANCOOP

Lançado em 2002

Situação

2002 São 9 anos de obras não concluídas. Lançado por 93 mil.

Transferido para construtora MSM, Gerando novos custos para as vitimas, em media extra de 160 mil para cada um. Direitos violados

O regime particular de cooperativismo da Bancoop NÃO CONSTRUIU O MAISON PIAGET

LANÇAMENTO MAISON PIAGET - 93 MIL EM 2003

BUTANTÃ NÃO CONCLUIDO PELA BANCOOP

Lançado em: 2002

Situação

ATE HOJE NÃO FOI FEITO Lançado por 37 mil em 2002

Transferido para a OAS, aonde os proprietários foram considerados inadimplentes em sua maioria, e apenas 23 pessoas decidiram os contratos de mais de 300 vitimas

O regime particular de cooperativismo da Bancoop NÃO CONSTRUIU BUTANTÃ

Custo extra acima de 100 mil

Veja propaganda de venda do Butantã em 2002

SEGUE A PROVA QUE A BANCOOP NÃO CUMPRIU COM SEUS OBJETIVOS SOCIAIS, NÃO CONCLUINDO O BUTANTÃ. E ONERANDO VITIMAS EM 145 MIL VENDEU POR 37 MIL REAIS A UNIDADE EM 2002 MAS VITIMAS TIVERAM QUE ACEITAR A ENTRADA DA OAS PAGANDO MAIS 145 MIL VEJA

JUIZES JÁ CONTESTAM ESTA FORMA DE RESOLVER OS CONTRATOS VITIMAS DO BUTANTÃ ENTRARAM NA JUSTIÇA CONTRA ESTES NOVOS CUSTOS, LIMINARES JÁ CONDENAM ESTA FORMA DE TRANSFERÊNCIA
Fórum Central Cível João Mendes Júnior - Processo nº: 583.00.2010.155128-8 Requerido COOPERATIVA HABITACIONAL DOS BANCÁRIOS DE SÃO PAULO – BANCOOP Requerido OAS EMPREENDIMENTOS S/A Requerente ELIAS MIGUEL ELIAS FILHO

Juiz diz:

Não há, em princípio, qualquer irregularidade em a BANCOOP, na qualidade de responsável pelo empreendimento Altos do Butantã, transferir a responsabilidade por sua conclusão a terceiros Ocorre, contudo, que as partes – OAS e BANCOOP - , ao negociarem as condições de transferência da responsabilidade pela realização do empreendimento acima referido, passaram a disciplinar a forma como seriam tratados os cooperados desta última, em relação à primeira. E, é justamente nessa parte que o autor alega que houve violação de seus direitos. Há risco, portanto, de o autor poder perder seus direitos assegurados em contrato de compra e venda. Em face do acima exposto, DEFIRO pedido de antecipação dos efeitos da tutela para determinar às rés (Bancoop e OAS) que respeitem imediatamente os termos do Termo de Adesão e Compromisso de Participação, firmado entre o autor e a BANCOOP, relativo ao apartamento nº 41 da Torre B do empreendimento Conjunto dos Bancários Alto do Butantã, não negociando com qualquer terceiro à unidade imobiliária compromissada ao autor, sob pena de multa de R$ 145.000,00 (cento e quarenta e cinco mil reais).

Outras decisões no Butantã:
Fórum Central Cível João Mendes Júnior Processo Nº 583.00.2010.208543-1 Fórum Central Civel João Mendes Júnior - Processo nº: 583.00.2008.231831-0 Fórum Central Civel João Mendes Júnior - Processo nº: 583.00.2008.186376-8 Foro Regional XI – Pinheiros Processo nº 011.08.116405-0

Juiz não mandou a vitima pagar novos custos para a OAS, mandou a Bancoop dar a escritura para quem já mora e BANCOOP cumprir o contrato. Este é um exemplo do que as vitimas da Bancoop passam, invariavelmente UM juiz tem que mandar a Bancoop trabalhar na linha, e até hoje esta vitima esta sem escritura.

MAR CANTABRICO NÃO CONCLUIDO PELA BANCOOP

Lançado em:

Situação

2003 Lançado por 96 mil. Transferido para a OAS Com novo custo extra , acima de 80 mil

O regime particular de cooperativismo da Bancoop NÃO CONSTRUIU o MAR CANTABRICO

ILHAS DE ITALIA NÃO CONCLUIDO PELA BANCOOP

Lançado em:

Situação

2002 Lançado por 77 mil

TRANSFERIDO PARA A OAS COM NOVOS CUSTOS superior a 100 mil reais para cada, e menos uma vaga de garagem, já que terreno das vagas foi vendido

Terreno foi repartido recentemente e vendido a OAS, que lançou outro empreendimento e anulou a 2º vaga de garagem de todo mundo

LIBERTY NÃO CONCLUIDO PELA BANCOOP

Lançado em:

Situação

2002 ATE HOJE NÃO FINALIZADO Vendido por 42 mil

QUEREM COLOCAR A OAS POR UM CUSTO extra DE 120 MIL PARA CADA VITIMA

BELA CINTRA NÃO CONCLUIDO PELA BANCOOP

Lançado em 2001

Situação

2001 ATE HOJE INACABADO Recebeu visita de integrantes da CPI BANCOOP Vendido por 59 mil

Proprietário do terreno tem quase 80 unidades Querem coloca OAS por mais custo extra de 160 mil

CASA VERDE NÃO CONCLUIDO PELA BANCOOP

Lançado em 2001

Situação

Vitimas falaram na audiência publica de Vendido em 2001 23/08/11 por 54 mil que : querem colocar INACABADO - TERRENO construtora por um custo EM NOME DE TERCEIROS extra de 160 mil para cada

COLINA PARK NÃO CONCLUIDO PELA BANCOOP

Lançado em:

Situação

2002 Parado a 8 anos Vendido por 70 mil (media)

QUEREM COLOCAR A OAS para finalizar as obras , por um custo extra de 200 mil São 145 vitimas

Veja que na propaganda da Bancoop, recentemente se falava em elevar o custo em 26 mil, agora todos são pegos de surpresa com a proposta de entrada da OAS por 200 mil.

Anália NÃO CONCLUIDO PELA BANCOOP

Lançado em 2001

Situação

ate agora inacabado Querem colocar a OAS foi vendido por em 2010 , por custo 90 mil (media) Vitimas extra médio tem ação coletiva de de 160 mil INEXIGIBILIDADE DE DEBITOS

Comarca/Fórum Fórum Central Civel João Mendes Júnior Processo Nº 583.00.2006.158529-2 JULGO PARCIALMENTE PROCEDENTES os pedidos apresentados na presente ação civil pública ajuizada pela ASSOCIAÇÃO DOS ADQUIRENTES DE APARTAMENTOS DO CONDOMÍNIO RESIDENCIAL JARDIM ANÁLIA FRANCO em face da COOPERATIVA HABITACIONAL DOS BANCÁRIOS DE SÃO PAULO – BANCOOP para: a) DECLARAR a existência da relação de consumo entre os adquirentes das unidades do Condomínio Residencial Jardim Anália Franco e a ré; b) DECLARAR a abusividade da cláusula 16ª do contrato de adesão que trata da “apuração final”; c) DECLARAR a abusividade da cláusula 4ª do contrato de adesão no que toca à incidência da TABELA PRICE no cálculo dos juros após a entrega das chaves, com a condenação da ré a devolver os valores cobrados a maior; d) CONDENAR a ré ao cumprimento de obrigação de fazer consistente na averbação da incorporação imobiliária, nos termos do artigo 44 da Lei n. 4.591/64, no prazo de 30 dias do trânsito em julgado desta sentença; e) CONDENAR a ré ao pagamento da multa prevista no artigo 35 da Lei n. 4.591/64, caso decorrido o prazo previsto na letra “f”; g) CONDENAR a ré ao cumprimento de obrigação de fazer consistente na lavratura das escrituras públicas para todos os consumidores que já tenham adimplido os valores previstos no contrato de adesão, afastada a incidência da cláusula 16ª do instrumento e da TABELA PRICE; . São Paulo, 16 de julho de 2009. GILSON DELGADO MIRANDA Juiz de Direito

TORRES DA MOOCA NÃO CONCLUIDO PELA BANCOOP

Lançado em:

Situação

2000 11 ANOS APÓS o lançamento, ele ESTA INACABADO

Segundo o cronograma físico financeiro da obra, o único que tivemos acesso, o valor pago por vitimas deveria ter feito as 3 torres. Falta 1 torre.

Vila Clementino NÃO CONCLUIDO PELA BANCOOP

Lançado em:

Situação

Lançado em 1998 Ate hoje INACABADO

Tentaram colocar construtora OAS, por 130 mil.

Fórum Central Cível João Mendes Júnior - Processo nº: 583.00.2006.221572-1

Requerente ASSOCIAÇÃO DOS ADQUIRENTES DE APARTAMENTOS DO RESIDENCIAL VILA CLEMENTINO Requerido COOPERATIVA HABITACIONAL DOS BANCÁRIOS DO ESTADO DE SÃO PAULO LTDA – BANCOOP

Contudo, passados 70 meses somente os dois primeiros blocos foram entregues, ainda assim sem a conclusão das obras das áreas comuns. Relativamente ao Bloco C há apenas um esqueleto, que representa somente 30% do total. A alegação de falta de dinheiro não convence, pois o balanço divulgado pela cooperativa da conta de saldo positivo em caixa. Lançou mão dos recursos poupados pelos adquirentes do Residencial Vila Clementino de forma ilegal. A Cooperativa requerida age como verdadeira incorporado, contrata empresas pertencentes a seus diretores, age ilegalmente na gestão do dinheiro dos cooperados. As imposições para o prosseguimento da obra contratada não podem prevalecer, ante os desvios descritos.

VILA INGLESA NÃO CONCLUIDO PELA BANCOOP

Lançado em 1999

Situação

Lançado em 1999 Ate hoje inacabado Após 12 anos inacabado

Falta 1 torre. São 187 vitimas Nem IPTU do terreno de 8 anos atrás foi pago pela Bancoop

VILAS DA PENHA NÃO CONCLUIDO PELA BANCOOP

Lançado em:

Situação Bancoop destituída Por medida judicial em 2ª instancia, a Bancoop foi destituída da gerência da obra
AGRAVO DE INSTRUMENTO n° 571.768-4/9-00

Lançado em 2002 são 9 anos abandonado São 250 vitimas

Comentários:

Caro leitor, parece que não é necessário mais nada pra exemplificar a péssima gestão da entidade durante os anos, soma-se a isso a ação promovida pelo MPSP/criminal, para apurar supostos desvios. Como a Bancoop NUNCA funcionou como cooperativa de verdade, e ilustra bem isso a Dra. Dora Bussab, em manifestação em 2º instancia, quando diz:

APELAÇÃO CÍVEL Nº 990.10.116474-4- Tribunal de Justiça de São Paulo

4. Cooperativa Habitacional de fachada, com o exercício de atividade de incorporação imobiliária Após análise de todos os elementos constantes destes autos, chega-se à conclusão de que a BANCOOP não se trata de verdadeira cooperativa habitacional, mas sim de uma empresa criada sob o manto de “cooperativa habitacional”, mas efetivamente conduzida por um grupo de empresários. (Dora Bussab)
Temos hoje (2011) 6282 vitimas que são distribuídas assim: 3110 que moram em empreendimentos INACABADOS, outras 3182 famílias que moram em seccionais ACABADAS, e tiveram problemas

e ainda tem com documentos, destes últimos 3182 citados, destacamos que são 1981 unidades que NÃO tem escritura, chegamos ao total de 6292 famílias vitimadas nos empreendimentos acabados e inacabados, temos 1903 famílias em unidades NÃO feitas/construídas pela Bancoop, e um total de 5091 famílias vitimadas pela falta de escritura, estas famílias não podem ser penalizadas por um grupo de empresários, que desde a fundação da Bancoop dirigem a entidade e IMPEDEM as vitimas de participar das assembléias. Julgamos que o MPSP não esta AGINDO DURAMENTE contra uma cooperativa verdadeira , mas contra um grupo EMPRESARIAL que lesou centenas de famílias com cobranças INEXIGIVEIS, que são atestadas por mais de 600 sentenças e 200 apelações negada da (empresa) Bancoop em 2º instancia, soma-se a isso outras 180 sentenças (apenas no fórum SANTANA) que decretam a INEXIGIBILIDADE na tentativa de captação financeira da (empresa) Bancoop em cima de suas vitimas. Um juiz foi preciso ao falar sobre o motivo da falta de unidade, lembro apenas que na (antiga) gestão citada na decisão abaixo, figurava os atuais gestores.
Fórum Regional - Penha de França - Processo nº: 583.06.2007.115161-0

O atraso nas obras é manifesto e de resto foi confessado pela ré (Bancoop) em sua contestação, na qual surpreendentemente informou que sua anterior gestão praticou o que denomina de “empréstimo solidário” entre empreendimentos, desviando os recursos aportados pelos cooperados de um empreendimento para outro, a fim de viabilizar as obras mais adiantadas. Cuida-se de verdadeira confissão de ilicitude e de total desprezo pelos direitos e interesses dos cooperados, revelando, por parte da cooperativa ré, prática intensamente abusiva.
ALEXANDRE AUGUSTO P. M. MARCONDES Juiz de Direito 12ª. Vara Cível

PORQUE A BANCOOP TEM QUE SOFRER INTERVENÇÃO?
(troca de diretoria) O problema da má gestão Bancoop não se restringe apenas a INACABADOS. A Bancoop se desviou da finalidade e não respeita a lei que rege o cooperativismo, é formada por empresários que lesaram a vida de centenas de pessoas da sociedade, e nunca trataram seus associados como cooperados, mas sim, como meros clientes que devem pagar o que eles apontaram e nem pergunte os motivos dos valores apontados.
Como lesaram? Vitimaram centenas de pessoas com promessas de unidade que não apareceram, venderam por um preço e anos depois cobram outros valores INEXIGIVEIS, ate de quem já tem escritura, penalizaram pessoas deixando de emitir a quitação para que possam lavrar sua escritura, a não emissão da quitação se da porque apontam valores que devem ser pagos , mas não dizem porque devem ser pagos. Temos 3 grupos de vitimas: 1) QUEM NÃO MORA E JÁ PAGOU TUDO Estas pessoas estão numa situação complicada, o FOLDER que prometia um apartamento por um valor especificado e hoje já quitado pelas vitimas , terão que se desdobrar para quem sabe conseguir um financiamento, isso se a seccional e grupos de pessoas que já pagaram e hoje tem sentença de INEXIGIBILIDADE s e moverem e decidirem pagar mais. 2) QUEM MORA EM SECCIONAL INACABADA – feita parcialmente – São 3110 familias Aqui reside um problema grave: São 14 empreendimentos inacabados, que estão incompletos, Bela Cintra, Casa Verde, Colina Park, Anália Franco, Liberty, Vila Clementino, Penha (Bancoop destituída), Vila Inglesa,Butantã (OAS),Maison Piaget (MSM),Ilhas de Itália (OAS),Mar Cantrabrico (OAS),Torres da MOOCA, Saint Paul (TARJAB). Nesse caso a construtora que entrou, esta RECALCULANDO tudo novamente, e imputando há quem já mora NOVOS VALORES, como alem de vitimas fossem os responsáveis pela má gestão dos recursos. Sim, ao invés de avaliar o custo para finalizar a obra (torre) eles recalculam o m2 até das UNIDADES PRONTAS, é isso mesmo, quem já mora, teve contrato parcialmente cumprido, passa a ser penalizado pelo RECALCULO, aonde sua unidade é reavaliada como se tivesse comprando hoje, o TERMO DE ADESAO AO EMPREENDIMENTO ASSINADO ANTERIORMETE PASSA A NÃO VALER MAIS NADA. (desta maneira penso que chegamos ao cumulo do absurdo) Não contentes em recalcular os valores transformando TUDO (m2) a preço de mercado atual, as vitimas ainda tem que pagar a MULTA de desligamento da Bancoop, como se estivessem saindo de uma entidade séria e que cumprisse com os objetivos.

3) QUEM JÁ MORA EM SECCIONAIS FINALIZADAS – 3182 famílias Estas pessoas hoje estão livres de problemas e descansam em PAZ? A resposta é não, das 20 seccionais finalizadas, envolvendo 3182 famílias, 1790 não tem escritura, devido a cobrança inexigível da Bancoop, já decretada em centenas de opiniões de juízes. Quem tem a escritura após 2005, só obteve após pagar saldo residual, e pagar por algo inexigível. Veja casos:
a) HORTO, não tem área de lazer, faltam 60 vagas de garagem obtiveram sentença com 91 paginas Impossível escriturar. b) MORADA INGLESA: Bancoop cobra 43 mil de cada, judiciário condenou a cobrança. c) MANDAQUI: vitimas são cobradas, em media 10 mil, se não pagar não tem quitação. d) CACHOEIRA: vitimas são cobradas, em media 10 mil, se não pagar não tem quitação. e) SAINT FELIPE: vitimas são cobradas, em media 40 mil, se não pagar não tem quitação. f) SOLAR SANTANA: terreno em nome de terceiros, impossível escriturar. g) VILAGE PALMAS: impossível escrituras, não tem planta aprovada, cobrança de 216 mil de cada. h) PIRITUBA: vitimas são cobradas, em media 8 mil, se não pagar não tem quitação, Bancoop cobra quem já tem escritura. i) PRAIA GRANDE: impossível escriturar, terreno em nome terceiros (matricula). j) UBATUBA: comissão assumiu pagamento de débitos da Bancoop (prejuízo), ainda não da para escriturar. k) SWISS GARDEM: entregue, vitimas sofreram 4 aportes, e não tem escritura. l) VILA MARIANA: cobrança de 40 mil, recente decisão confirmou sentença de inexigibilidade. m) JABAQUARA: aporte foi pequeno, 5 mil, mas existem unidades indo a penhora. n) ORQUIDEAS: sofreram aporte, negado por decisão judicial, 30 mil. o) TATUAPE: sofreram aporte, tem sentença de inexigibilidade. p) VILA AUGUSTA: sofreram 3 aportes. q) PESSEGO: sofreram aporte, recentemente condenado r) VILA FORMOSA e VILA MAZZEI: sofreram aporte, caso esta na justiça

O ESTRAGO SOCIAL PRODUZIDO PELA DIREÇÃO DA BANCOOP

Por fim, destaco o grande trabalho da Dra Dora Bussab, que as palavras finais deste relatório sejam dela.
APELAÇÃO CÍVEL Nº 990.10.116474-4- Tribunal de Justiça de São Paulo

Ademais, o empreendimento Solar de Santana abrange 3 prédios, contendo um total de 204 unidades habitacionais , sendo quatro apartamentos por andar, de 54m2 ou 66m2 (fls.320), o que indica um grande número de consumidores, de classe média baixa, que podem vir a se beneficiar com esta ação, além de todos os seus familiares, havendo, assim, interesse social decorrente, também, da quantidade e baixa condição sócio-econômica das vítimas envolvidas ..... Além do mais, o caso “BANCOOP”, pelo prejuízo generalizado que tem causado na sociedade, está a demandar da Justiça uma resposta a altura, sendo inquestionável o interesse social decorrente da necessidade de restabelecimento da ordem social e da credibilidade na Justiça. Quer se considere a BANCOOP uma cooperativa verdadeira, quer não, o que analisaremos mais abaixo, não há nenhuma dúvida de que causou um enorme estrago social, deixando inúmeros consumidores em situação de extrema dificuldade, havendo fortíssimos indícios de fraude e desvio de dinheiro dos consumidores, seja para o benefício de seus dirigentes...

Marcos S . Migliaccio (teve a unidade penhorada 2 vezes para pagamento de débitos da Bancoop) Ed . Cachoeira - Av. Guaca 291/ Lauzane

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful