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“CONHECIMENTO DA VERDADE”

Quem diz a verdade, os homens ou a Bíblia ? (João 7:38 ; 5:39,47 ; Mt 22:29 ; Lc 24:25). O que Jesus disse sobre os
ensinos dos homens ? (Mt 15:7-9 com Is 29:13 ; Tt 1:14). Como saber quem está dizendo a verdade ? (At 17:11 com II
Tim 3:16). Existe um livreto entitulado: “Resposta da Bíblia às acusações dos crentes contra a igreja católica”, e por meio
desta vamos desmenti-lo.
Os católicos romanos dizem que não são idólatras, citando passagens como Nm 21:8-9, onde Deus manda Moisés
fazer a serpente de bronze. Primeiramente, a serpente de bronze simbolizava a vinda de Cristo (João 3:14-15 com
Hb10:1 e Col 2:17); a qual não era para ser adorada (Mt 4:10 ; I Sm 7:3), nem se prostar (Sl 29:30 ; Lv 26:1), nem
ajoelhar (Is 42:8 ; Fp 2:10-11 ; Is 45:23) ...
Não é errado Ter imagens de Jesus, mas é abominável para Deus ver uma imagem (escultura, pintura, retrato ...) feita
por mãos humanas , mesmo sendo a Dele, e muito menos a de outrem receber a adoração que lhe é devida. Por isso
em II Rs 18:3-4, quando começaram a cultuar (adorar, beijar, ajoelhar-se para, prostar-se para, louvar ...) a serpente de
bronze, como em Ex 32:8, ela foi despedaçada, para que ninguém mais deixa-se de adorar a Deus em Espírito (João
4:24), para adorar a obra de mãos humanas (Is 42:8 ; Sl 115 ; 135:15 ; Mq 5:13 ; Hc 2:18-19 e inclusive o livro de Baruc,
o qual, por incrível que pareça, é considerado apócrifo ). E em Ex 33:13,20-23 Deus recusa-se mostrar sua face para
Moisés, para que não fosse feita uma imagem Dele, e esta recebesse adoração em seu lugar (Dt 4:15-19).
O Sl 115:2-8 mostra a reação de um idólatra (católico, budista, espírita, ...), quando entram num templo cristão, e
estranham a ausência de imagens; e perguntam aonde está a estátua ? Aonde está vosso deus ? (II Cor 4:18 ; Hb 11:1 ;
II Cor 5:7).
Se não se deve adorar nem uma estátua de Deus, muito menos a dos santos; pois em Atos 10:25-26, Pedro
repreendeu Cornélio por Ter se prostado a seus pés, e disse para somente (unicamente, exclusivamente) adorar a Deus
(Jr 17:5). E em At 14:11-15 Paulo e Barnabé repreenderam, proibiram e impediram que a multidão lhes prestassem culto
(Mt 4:10). O que dizer então de imagem de quem nem é santo ? Hoje em dia porém, aquele que se diz o “sucessor de
Pedro”, constantemente tem pessoas prostradas diante de si; ainda fica sentado num trono (“trono de Pedro”), sendo
que Pedro nunca teve nenhum trono.
Em Ap 22:8-9, João é repreendido pelo anjo que ia adorar, o qual lhe disse para adorar somente a Deus (Ap 19:9-10).
Dizem que veneram, e não adoram. Diante das explicações já expostas, além de idólatras, são ignorantes (pois
desconhecem o significado do vernáculo “adorar”), e mintirosos. E idólatras e nem mentirosos entrarão no reino dos céus
(Ap 22:15); pois o diabo é o pai da mentira (João 8:43-44), e todo aquele que profere mentira se faz filho do maligno.
Dizem que Deus proibiu adorar as estátuas de outros deuses, mas a Bíblia não diz assim (Dt 4:15-16).
Os católicos romanos dizem que o batismo é por aspersão, como mostram antigas estampas. Só um ignorante, ou
melhor, um estúpido para aceitar tal justificativa; pois tais estampas foram pintadas pelos antigos católicos romanos.
Apenas estão perseverando no erro de seus ancestrais. Antes do Concílio de Nicéia, até os primitivos católicos
batizavam por imersão, e no nome do Senhor Jesus (At 19:1-6 ; 2:38 ; 8:12 ; 10:43,48 ; 22:16). Para melhor
compreensão leia “Quem é Deus ?”
Jesus foi batizado por imersão, pois o Cordeiro tinha que ser lavado antes de ser sacrificado (Ex 29:17 ; Lv 1:9,13 ...),
e os sacerdotes antes de ministrarem a expiação pelo pecado se banhavam em água (Lv 8:6 ; Ex 30:21 ; Lv 16:24); além
de outras passagens sobre sacrifícios voluntários e purificação (Lv 14:8-9 ; 15:13 ; Dt 23:11 ; II Rs 5:10), as quais são
sombras do que havia de vir (Hb 10:1 com Col 2:17 e I Cor 13:9-10,12 ). Veja também Lv 15:13 ; 22:6 ; Hb 10:22 com At
22:16 e Tg 2:7 com At 2:38.
Por isso Lv 22:8 diz: “...não comerá das coisas sagradas, senão depois de banhar o seu corpo em água.” ; pois
ninguém pode participar da ceia do Senhor, sem ser batizado. João 13:10 –“Disse Jesus: Aquele que já se banhou ...”
Não diz aquele que já foi aspergido, mas sim, que já se banhou; ou seja, que foi batizado por imersão (Is 1:16 ; 4:4).
Atos 22:16 –“... batiza-te e lava os teus pecados, invocando o seu nome.” Diz para se “lavar” e não aspergir; invocar o
nome (Jesus), e não os títulos. I Cor 6:11 –“... fostes lavados ... em nome do Senhor Jesus ...” O batismo simboliza a
morte para o pecado (Rm 6:2-4), e o sepultamento do velho homem (Col 2:12); porventura se enterra alguém só com um
punhado de terra ? (Rm 6:4).
Citam I Cor 10:2 onde diz que Moisés e os judeus (israelenses) atravessando o Mar Vermelho simbolizava o batismo;
alegando que isso prova que o batismo é por aspersão. Absurdo, pois apenas simbolizava, e não representava, sendo
apenas uma sombra da realidade que havia de vir (Hb 10:1 com Col 2:17); e não era em si o batismo, como a serpente
de bronze não era Cristo, mas apenas simbolizava a morte do Cordeiro na cruz. Dizem que foram os egípcios que
tiveram o batismo por aspersão e morreram. Primeiramente, o batismo não salva ninguém, pois é necessário antes se
arrepender e crer na Palavra de Deus (Mc 1:1,15 ; Lc 13:3 ), para depois ser batizado (Mc 16:16); por causa disso não
se pode batizar bebes, pois eles não tem consciência ou noção do que significa aquele ato, e muito menos se
arrependeram e creram.
Citam At 8:36-38 sobre o batismo do eunuco etíope, no caminho entre Jerusalém e Gaza, onde (segundo eles) não
existe nenhum rio ou lago, para poder Ter sido batizado por imersão. Quem pode provar que naqueles dias não existia ?
Se hoje em dia, em pouco tempo, um rio devido ao assoriamento se transforma num pequeno corrego, não poderia Ter
ocorrido algo semelhante ? Não poderiam Ter uma cisterna, a qual era cheia com água de chuva (Jr 2:13) ? Não
poderiam Ter algum vasilhame suficientemente grande, para encher dágua ? Não poderia Ter algum poço próximo ?
Mesmo que não houvesse água suficiente para o batismo por imersão, isso não impediria de se encher um vasilhame
como um tanque. Em At 8:38 diz que ambos desceram a água. Ora, simplesmente está dizendo que entraram na água;
ou seja, batismo por imersão. Para se fazer um batismo por aspersão não se requer entrar na água, apenas chega-se
perto o suficiente para apanhar um punhado com a mão; já por imersão não se tem como fazer da margem, é necessário
entrar na água. Seria praticamente idiotice, ilógico, irracional, ... entrar na água para realizar um batismo por aspersão,
uma vez que se necessita de apenas de um punhado dágua. Porventura nas igrejas católicas existem piscinas, para o
padre entrar dentro dela com os bebes, que serão batizados por aspersão ?
Tal doutrina e explicação dos católicos contradizem as narrações bíblicas. Se fosse por aspersão não se entraria na
água (At 8:38), e consequentemente não precisaria sair dágua (At 8:39 ; Mt 3:16 ; Mc 1:10). Porventura Jesus foi
batizado onde não se poderia ser realizado o batismo por imersão ? (Mt 3:5-6 ; Mc 1:4-5).
O mesmo dizem de At 9:18-19 afirmando que não havia piscina. Como podem Ter certeza de tal coisa ? Porventura
não poderia existir um tanque, tambor, cisterna, ... ?
Citam At 16:33 sobre o batismo do carcereiro dizendo que nos cárceres romanos não existiam piscinas. A primeira
vista, para um leigo e sem senso crítico, aparenta tal justificativa por fim a discussão. Mas só um ignorante das Sagradas
Escrituras, poderia pensar tal coisa. Basta ler o versículo anterior, e verá que não mais se encontravam no cárcere, mas
sim na casa do carcereiro. E mesmo que assim não dissesse o versículo anterior, como poderia Ter sido batizada toda a
família do carcereiro, juntamente com ele ? Ou será que o carcereiro e família moravam no cárcere ? Ou a família do
carcereiro estava presa também ? Ou ainda, os “bebes” dele, e sua esposa eram carcereiros também ?
O versículo 32 (do cap. 16 de At) mostra que não mais estavam no cárcere; o 33 trata do batismo fora da casa, e o 34
é a ceia na casa.
Como podem afirmar que existiam bebes na família? Se existissem não seriam batizados, pois é preciso crer, para só
depois ser batizado (Mc 16:16); ou seja, estar arrependido de Ter pecado (Mc 1:5), e os bebes não possuem noção de
tais coisas, nem se arrependeram, e muito menos creram. Não existe nenhum relato bíblico de batismo de bebes; e
mesmo que existisse seria uma prática apóstata (Gl 1:8).
Não é errado batizar adolescentes, desde que arrependidos do pecado e crentes na Palavra de Deus.
Os documentos citados pelos católicos romanos, como prova de seus atos serem corretos, é pura farsa; pois foram
feitos, forjados ... por eles mesmos. Escritos dos homens não podem prevalecer sobre as Escrituras Sagradas. O que
prevalece é a Palavra de Deus, e não a dos homens (II Tim 3:16 ; Rm 3:4 ; Jr 17:5 ... ).
Citam a circuncisão do Antigo Testamento, como justificativa de seus atos; isso não passa de maná apodrecido, o que
vale é a nova aliança, onde é exigido o ritual do batismo depois de Ter crido (Mc 16:16). Não existe na Bíblia batismo de
bebes, e nem relato de algum batismo recitando os títulos “Pai, Filho, e Espírito Santo”, ao invés do nome do Senhor
Jesus Cristo (At 2:38 ; 8:12,16-17 ; 10:48 ; 19:5 ; 22:16 ; Rm 6:3 ; I Cor 6:11 ; Gl 3:27). Quem está certo, os apóstolos ou
os pregadores de hoje em dia ? Veja Gl 1:8.
Os católicos justificam a confissão aos “padres” citando João 20:21-23, onde Jesus diz aos apóstolos que os pecados
que eles perdoarem serão perdoados. Ora, Jesus disse isso, pois os apóstolos sob a liderança do Espírito Santo não
iriam guardar rancor, inveja, ódio, raiva, desejo de vingança, ressentimentos ... (Mt 6:12,14-15 ; 18:21), e saberiam quem
não merecia perdão (At 13:10-12). Não diz nada de confessar a eles para receber o perdão dos pecados, apenas disse
que os pecados daqueles que eles perdoarem seriam perdoados. Rm 14:11 –“... toda língua confessará a Deus.” (Ed
10:11 ; Sl 32:5 ; Dn 4:4). I Jo 1:9 –“Se confessarmos os nossos pecados, Ele é Fiel e Justo para nos perdoar os pecados,
e nos purificar de toda injustiça.” Como pode um “padre” tomar o lugar de Jesus ? Só Jesus pode dar o perdão àqueles
que pecaram contra Deus (Is 53:5,12 com Hb 9:22,28 e Ef 1:7 ; Rm 5:9 ; Col 1:20 ; I Jo 1:7 ; Ap 1:5 ...). Pois Jesus
Cristo é o único Mediador entre Deus e os homens (I Tim 2:5).Os homens só podem perdoar aqueles que lhes
ofenderam. Se não fosse assim Cristo nunca precisaria Ter morrido na cruz para nos salvar.
Rom 10:9 –“Se com a tua boca confessares a Jesus ...” (não diz para confessar à um apóstolo, e muito menos à um
“padre”). E Tg 5:16 diz para “confessar uns aos outros”, ou seja, reconciliar com seu irmão (Mt 5:23-24 ; 18:15-17), se
arrepender do que fez com os outros, admitir que errou ..... Em outras palavras, que pecou contra o próximo, e não
contra (=diretamente) a Deus. Não diz nada de somente e exclusivamente confessar aos apóstolos, bispos, “padres” ...;
mas sim “uns aos outros.” Além do que o perdão dos pecados não é conseguido mediante penitências (Rm 11:6 ; Ef
2:5,8-9).
Aonde diz na Bíblia, que é preciso recitar tantas e tantas vezes a oração do Pai Nosso? Não existe tal instrução nas
Escrituras. Jesus quando perdoou pecados nunca mandou “rezar terço ou rosário” (Mt 9:2; Mc 2:5; Lc 5:20; 7:48), e
muito menos Ele fez tal coisa. Antes, pelo contrário, condenou tais coisas (Mt 6:7). Nenhum dos apóstolos ensinou tal
coisa de “terço ou rosário”. Tais coisas não são ordenanças bíblicas, mas sim humanas (doutrinas inventadas pelos
homens).
Os católicos dizem que os “protestantes” (cristãos, crentes, evangélicos ...) se desligaram da sucessão apostólica. Não
existe tal coisa nas Escrituras. É Deus quem escolhe seus ungidos, e não os homens (I Sm 16:1,6-13 ; At 1:16,20-26).
Não existe tal coisa de “sucessão”, no modo católico de ver; se assim fosse João Batista sucedeu qual profeta ? Que
outro profeta o instruiu, ou consentiu que fosse seu sucessor ? (Mt 3:1). Antes de João Batista, foram os denominados
“400 anos de silêncio”, onde não houve profetas de Deus. Dessa forma, pelo entendimento católico João Batista não
estaria ligado à sucessão profética, e portanto não deveria ser ouvido ...; assim Jesus Cristo seria mentira, pois foi
pregado por João Batista, e apontado por ele. Quem autorizou João batista a pregar ? Quem reconheceu que João
Batista era apto para pregar ? Ou melhor, que denominação religiosa autorizou Jesus a pregar ? (Mt 21:23 ; Mc 11:28 ;
Lc 20:2). Em que escola de Teologia era formado João Batista ? Jesus tinha diploma de Teologia ?
Por causa disso João Batista, e muito menos Jesus, não pertenciam a qualquer denominação religiosa. Quem autoriza
a pregar é Deus, e não os homens (Mc 5:18-20).
Na ceia, Jesus mandou todos comerem o pão e, beberem o vinho (Mt 26:26-27 ; Mc 14:22-23); e não um “padre” se
embriagar com vinho misturado, e fazerem a tal “hóstia.” Os pães devem ser asmos ou sem fermento (Mc 14:1 ; I Cor
14:1 ; 5:8), e o vinho sem mistura.
A ceia simbolismo da comunhão com Deus (I Cor 10:16), é encontrada em Gn 14:18, onde é feita com pão asmo e
vinho sem mistura (não é “hóstia” e suco de uva) – Sl 104:15 ; II Rs 18:32 ; Is 36:17 ; Ec 9:7. I Cor 11:21 mostra que a
ceia é pão e vinho para todos. Caso contrário, como poderia então, alguns se embriagarem por beberem demais ? Ou
como poderiam passar fome pelo fato dos outros comerem demais ? Porventura uma “hóstia” mata a fome de alguém ?
Alguns goles de suco de uva embriagam ?
Citam Pv 4:17 dizendo ser errado a ceia com pão e vinho para todos. Somente quem não conhece as Escrituras, se
deixa levar por tal entendimento errôneo de um único versículo isolado dos demais; ao invés de harmonizá-lo com toda a
Bíblia.
Os 9:1-4 mostra que é apenas a recusa de Deus, em algo feito de “boca para fora”, feito apenas por costume, hábito,
tradição ... sem a devoção, dedicação, respeito, louvor, sinceridade, fidelidade ... devidas ; ou seja, quando é realizado
apenas externamente, e não internamente (com o coração). Em suma, é a demonstração do desprezo de Deus para
com os sepulcros caiados ou hipócritas (Mt 23:27-28).
Mas hoje em dia, quem participa da ceia do Senhor, descrita nas Escrituras e realizada pelos apóstolos e primitivos
cristãos ? (Lc 14:16-24).
Utilizam Nm 6:3 dizendo que é pecado beber vinho. Absurdo, pois se tratava de voto pessoal (Nm 6:1), e não uma
proibição coletiva (imposta a todos); é opcional e voluntária, não é obrigatória (Ecl 5:4-6). Já que alegam que é pecado
beber vinho, por que o “padre” bebe então ?
A proibição é no beber vinho demasiadamente (Pv 23:20-21 ; I Cor 5:11 ; 11:21 ; Ef 5:18), ou misturado (Mt 27:34 ; Pv
23:29-30 ; 31:4-7). Tais pessoas são possuídas pelo mesmo espírito, daquelas que chamavam Jesus de beberrão por
beber vinho, e João Batista de endemoninhado, por não beber (Lc 7:33-34). Se beber vinho fosse pecado, por que então
Jesus transformou água em vinho, quando lhe pediram por tal ? (João 2:7-9). Ou porventura Deus concede as petições
que contrariam Sua Palavra ? Seria Deus contraditório ?
Pelo entendimento católico, I Tim 5:23 e Tt 2:3 estariam errados, e seriam meras palavras de homens para satisfazer
suas concupiscências (II Tim 3:16). Se fosse pecado beber vinho, Jesus teria pecado, pois além de transformar água em
vinho, também bebeu; mas as Escrituras afirmam que Jesus nunca pecou (Is 53:9 ; I Pe 2:21-22).
Citam I Cor 7:10-11 dizendo ser indissolúvel o casamento, mas os versículos 12 e 13, possuem a condição “se
consente em habitar com ele(a)”; portanto se não consentir ... E o versículo 15 diz claramente e expressamente isso. Em
Mt 19:9 Jesus disse que só pode repudiar a mulher por causa de adultério. Mas os católicos dizem que a tradução está
errada, mas as traduções antigas foram feitas por eles mesmos e revisadas pelo “papa”; onde está, então, a tal
“infalibilidade papal”, se todas as Bíblias católicas possuem um visto do “papa” antes de serem submetidas à
impressão ? Não é estranho um homem ser perfeito ? Se tal coisa de “infalibilidade papal” é verdade, como se explica a
Inquisição, a omissão quanto à morte dos judeus, a união ao nazismo contra o comunismo, a perseguição a Galileu
Galilei por dizer que a Terra gira em torno do sol ... ?
Pior é o fato de dizerem que podem anular os casamentos, a tal ponto como se nunca tivesse ocorrido ou existido.
Porventura são os homens que unem as pessoas no matrimônio ? (Mc 10:9).
A própria igreja católica reconhece que a exigência do celibato dos “padres”, não é Lei divina (exigência das
Escrituras), mas lei feita pelos homens (ou seja, eles – O “Papa” Gregório VII, em 1074 proibiu o casamento dos
“padres”, instituindo o celibato). Então por que seguí-la ? (At 5:29 ; Dt 4:2 ; Pv 30:5-6). Além do que Pedro era casado
(Mt 8:14 ; Mc 1:30 ; Lc 4:38 ; I Cor 9:5). Em I Tim 4:1-3 claramente se vê, uma advertência ao fato de que a igreja
católica iria e proibe o casamento dos sacerdotes, e ordena a abstinência de carne nas “sextas-feiras santas.”
Por que os “mestres” católicos usam e incentivam o uso de imagens e estátuas ? Isso está em At 19:24-27, onde
aqueles que se enriqueciam com o fabrico e venda de uma deusa estavam irados com o fato de Paulo condenar o culto
a estátuas (idolatria).
Quem não tem entendimento diz que é falta de respeito, de consideração, de educação ... “falar mal” da religião do
outro. Mas o que Paulo fez e ensinou? O que toda Bíblia ensina ? São Paulo mandou queimar os livros dos feiticeiros,
bruxos, magos, macumbeiros, videntes, astrólogos, cartomantes, ... (At 19:18-19). E o que dizer de Dt 7:5 ? Os homens
dizem que é falta de educação, de ética, ... falar tais coisas, mas deve-se “antes obedecer a Deus do que aos homens”
(At 5:29), e Paulo falou que qualquer outra pregação contrária, a que ele e os outros apóstolos fizeram, seja anátema,
excomungada, desprezada, rejeitada, abominada, ignorada, ... (Gl 1:8).
Os católicos romanos citam Mt 16:18 dizendo que a Igreja foi edificada sobre Pedro. Absurdo, se Deus fosse edificar
sua Igreja sobre algum homem, seria sobre seu Filho; pois é o único que nunca pecou. Mas nem sobre seu Filho foi
edificada a Igreja.
Se ler Mt 16:13-18, verá que Jesus perguntou a seus discípulos o que os homens (teólogos, mestres, doutores da Lei,
filósofos, escribas, rabinos, pastores, “padres”, PHDs, professores, reis, monarcas, léxicos, ...) diziam ser Ele; e os
discípulos responderam cada um uma coisa diferente do outro, e nenhum estava certo, pois falaram o que tinham ouvido
dos fariseus, saduceus, herodianos, ... (doutrina dos homens). Nenhuma das doutrinas ensinadas pelos homens estava
certa, é a mesma confusão denominacional que vivemos hoje em dia.
Posteriormente Jesus perguntou o que eles (discípulos) achavam que Ele é. A maioria se manteve calada (não sabia o
que dizer, pois seu entendimento era simplesmente aquilo que ouviram das denominações religiosas); ou seja, suas
mentes estavam contaminadas (cauterizadas) pela interpretação, entendimento, doutrina, dogma, ... dos mestres
teólogos denominacionais religiosos, famosos e respeitados, que não tinham senso crítico, não pensavam, meditavam,
refletiam ... nas Escrituras por si mesmos.
Mas, Pedro foi o único que soube falar a verdade (responder a pergunta), a qual não coincidia com as palavras dos
demais. Em Mt 16:17 Jesus disse que não foi a carne e nem o sangue (nenhum homem, “mestre”, “papa”, “padre”,
teólogo, pastor, professor de escola dominical, catequista, escola, faculdade, ... – João 3:1,10 com Mt 11:25), quem
revelou isso a Pedro, mas o Pai (Espírito Santo). Por isso é dito que ninguém pode dizer que Jesus Cristo é o Senhor,
senão pelo Espírito Santo (I Cor 12:3).
E o versículo 18 (do cap. 16 de Mt) diz: “Tu és Pedro (és apenas um homem sujeito a falhas, que vivia em erro, que
não dava conta de viver a Palavra de Deus, que desconhecia a Verdade, que constantemente pecava, és fraco, és
vulnerável, és frágil, ...), e sobre esta pedra (não é Pedro, nem alguma pedra que Jesus pegou no chão, nem mesmo o
Filho de Deus), ou seja, é a revelação dada pelo Espírito Santo (v. 17).
Pois a revelação Divina foi e é o único meio de se conhecer a Verdade das Escrituras. Cada um dizia uma coisa, e
ninguém dizia a verdade, todos estavam errados; e somente Pedro soube a verdade, a qual foi revelada pelo Espírito
Santo, e não por nenhuma escola de Teologia. Como poderia uma faculdade de teologia ensinar a verdade, se nos dias
de Jesus existia e nenhum dos teólogos reconheceu Jesus ? Como poderia Deus edificar sua Igreja sobre um homem,
se Jesus disse que não foi a carne e nem o sangue que revelou a Verdade a Pedro ? Se Jesus mostrou que a Verdade
não é revelada pelos homens, como poderia edificar sua Igreja sobre um homem ? Só um idiota para edificar alguma
coisa sobre algo imperfeito, fraco, frágil, ... (Mt 7:24-27). Como poderia nunca prevalecer as portas do inferno sobre um
homem, o qual negou a Cristo três vezes ?
Entretanto, sobre a revelação Divina nunca as portas do inferno prevaleceram. Exemplo é a revelação Divina dada a
Noé, de que haveria o dilúvio, e apesar do Maligno usar de todos os meios para fazer todos descrerem nisso (inclusive
Noé), não prevaleceu, pois os eleitos de Deus reconhecem a Verdade.
Ora, sempre no passado a revelação dada pelo Espírito Santo foi a única verdade, e não poderia ser diferente agora
(Hb13:8 ; Ml 3:6 ; Sl 102:27 ; Hb 1:12). Ou porventura Noé soube do dilúvio por meio de alguma faculdade teológica ?
Hb 11:4 diz que “pela fé Abel ofereceu a Deus mais excelente sacrifício que Caim ...” Ora fé em que ? Fé no que o
Espírito Santo lhe havia revelado (como deveria ser a adoração), ou seja, por revelação Divina Abel ofereceu mais
excelente sacrifício que Caim. Ou você acha que foia confiança em si mesmo, que conseguiu agradar a Deus ?
Porventura achas que Caim não pensava assim ? Achas que Caim foi oferecer sacrifício sabendo que não seria aceito
(que seria recusado, desprezado, repudiado ...) ? Claro que não. Caim não sabia (não tinha revelação) o que fazer para
agradar a Deus, então com sua mente carnal resolveu usar frutas; pois achava que Deus não poderia recusar aquelas
belas frutas, mas recusou (II Cor 4:18 ; 5:7 ; I Cor 3:19).
Citam Mt 16:19 dizendo que Pedro manda chuva sobre a Terra (Veja I Sm 12:17-18 ; Jr 14:22), que recebeu autoridade
sobre a Igreja (primeiro “papa” dizem) ... pura idiotice carnal. Se Pedro recebeu a revelação Divina, de que Jesus Cristo
é o Filho do Deus vivo (Espírito Santo), aqueles que creram nessas palavras que Pedro disse são ligados no céu (pois
creram na Palavra de Deus), e aqueles que não creram não são ligados, mas sim já estão condenados, pois não creram
(João 11:25-27 ; Mc 16:16 ; Mt 1:5 ; João 8:24).
Ora, as chaves do reino dos céus é a revelação Divina, pois sem ela ninguém consegue entrar. Ou porventura ninguém
antes desse dia, em que Jesus disse isso a Pedro, entra no reino dos céus ? Ou será que Noé se salvou do dilúvio,
porque Deus lhe deu a chave da porta da arca ? No tempo do dilúvio, Noé tinha a chave do reino dos céus, que era a
revelação Divina de seus dias, de seu tempo. Ou porventura existia outra chave, outro meio, outr4a maneira ... de se
salvar do dilúvio, senão crendo na mensagem (revelação Divina) dada a Noé ?
Pedro recebeu a revelação de que Jesus é Deus encarnado, e por isso se devia crer em suas palavras, pois estava
dizendo a Palavra de Deus. As chaves são as revelações Divinas dadas pelo Espírito Santo (submissão ao que o
Espírito Santo diz, e não no que os homens dizem); pois depois que o Filho de Deus os deixou, eles obedeciam ao
Espírito Santo, e não aos homens (At 10:13-15 ; 20:28 ; I Sm 16:1-13).
Não há eleição, votação, sucessão ... feita pelos homens em relação aos ungidos de Deus, é Deus quem escolhe
quem Ele vai usar, ungir, manifestar sua Palavra, dar a revelação Divina ..., como e onde, e não os homens por eleição
humana, como na política (I Sm 16:1-13 ; At 26:15-18).
Apesar de Pedro Ter recebido a revelação (chave) dada pelo Espírito Santo, não pode ser considerado que a Igreja de
Deus foi estabelecida sobre ele; pois ele não foi o único a Ter revelações Divinas nos primórdios (início) da Igreja. Paulo
teve muito mais revelações do que Pedro (Gl 2:2,11,14 ; II Pe 3:15-16).
A Igreja primitiva tinha a liderança do Espírito Santo, e não uma liderança humana (Sl 48:18 ; João 16:13 ; Rm 8:14 ; Mt
15:14); por isso a “pedra” não é Pedro, e nenhum outro homem, mas a revelação Divina (a Palavra do Espírito Santo).
Não existe portanto tal coisa de sucessão do “trono de Pedro”. Pedro nunca reinou ou teve trono na Igreja (Sl 45:6 ; Hb
1:8), e nunca foi considerado autoridade máxima na Igreja (Gl 2:2,11,14 ; II Pe 3:15-16), como também Davi não foi (II
Sm 12:1-14); ambos e todos, eram submissos à Palavra de Deus é principalmente na forma de revelação Divina.
Quando Israel quis um rei (um homem), para governar sobre eles (como as nações (pagãos) ao redor deles tinham – I
Sm 8:5,19-20), eles estavam desprezando a liderança do Espírito Santo sobre eles (I Sm 8:7 ; 12:12 ; Is 33:22), além de
desobedecerem Lv 20:23.
Apesar disso Deus consentiu (vontade permissiva e não vontade original) que tivessem um rei humano sobre eles, o
qual era apenas um peso a mais em seus fardos (I Sm 12:13-20), mas todos (inclusive o rei humano) eram submissos à
liderança do Espírito Santo (II Sm 12:1-14); e na Igreja primitiva nào houve nenhum líder humano, senão o Filho de Deus
(corpo formado no ventre de Maria) Ungido pelo Espírito Santo, ou seja, o Pai (Espírito Santo) que habita dentro Dele
(Col 2:9 ; 1:15-19 ; Jr 10:10 ; João 12:15 ; Ap 17:14 ), o qual continua sendo o único líder na Igreja (At 26:14-18 ; 16:6-7 ;
João 5:19).
Por causa disso Jesus disse em João 5:43 que como Ele veio no nome de seu Pai, ou seja, Jesus (João 17:11), os
ímpios (filhos do Diabo, os que não são eleitos de Deus, os que não reconhecem a Luz e nem a voz de Deus ... ) não o
aceitaram; mas aceitariam (e aceitaram) outro que viesse (e veio) em seu próprio nome (um homem usurpando o lugar
de Deus), e não no nome de Deus. Uma vez que o Cristo não possue um próprio nome, mas o de seu Pai; um homem
vindo, em seu próprio nome, exigindo reverência a si, estaria colocando-se no lugar de Cristo.
Sendo o nome de Jesus, o único nome sublime, digno de louvor e adoração, a reverência a outro nome constitui um
ato de idolatria. Porventura não são invocados outros nomes em oração ? Porventura outros que “moldam” as Escrituras
aos tempos de hoje, como se tivessem autoridade para alterá-la, não estão se colocando no lugar do Autor das
Escrituras ? Jesus tinha trono durante seu ministério aqui na Terra ? Existia o “Jesus-móvel” para Cristo se locomover
por entre a multidão ? Por acaso Deus permitiu que se fizesse uma imagem Dele, por mãos humanas, e fosse esta
adorada, como se fosse Ele próprio ?
E a cada dia aceitam mais, e mais homens que vêem em seus próprios nomes, fundando igrejas, e reinando sobre
elas (líderes humanos denominacionais); ao invés, de se submeterem a única liderança que a Igreja de Deus tem, que é
o Espírito Santo (o próprio Deus e Pai, que se chama Jesus, e seu Filho (corpo, expressão visível, ...), tem seu nome;
pois o corpo (Filho), e o Espírito Santo (Pai) são um só, a mesma e única pessoa (João 10:30)).
Se entitulam de guardiões das tradições dos apóstolos. Ridículo, nem batizam como os apóstolos (At 2:38 com Gl 1:8),
e ainda dizem tais absurdos. Mt 15:1-9 demonstra suas atitudes de bancarem guardiões de tradições, mas não passam
de doutrinas inventadas pelos homens, as quais além de não constarem nas Escrituras, ainda a contradizem.
João 12:3-6 mostra suas verdadeiras intenções quando bancam caridosos. Não passam de sepulcros caiados, pois
dizem e dão uma de homens de Deus, e não o são (Mt 23:27-28). Exemplo superficial é o testemunho de Abelardo
Nogueira Júnior, em “A Falsa Mãe – A Indústria Da Solidariedade.”
Mt 23:29-31 mostra a dedicação deles para com o sepulcro dos santos (reconhecimento dos santos quando já estão
mortos, e o desprezo enquanto estavam vivos).
Dizem que Maria ascendeu aos céus como Jesus. Mas João 3:13 diz que é mentira. Mt 12:46-50 mostra que ninguém
tem autoridade sobre Jesus, que Maria não era (e não é) “Santíssima”, “Imaculada”, “Medianeira”, ...; era (e é) submissa
a Jesus, e não Deus submisso a Maria (Lc 1:46-47).
Citam a transformação da água em vinho, dizendo que Maria é “Mediadora.” Ridículo, em João 2:4 Jesus responde ao
pedido de sua mãe dizendo: “o que Eu tenho contigo ?”
Citam passagens onde diz que Maria é bem-aventurada, insinuando que Jesus é submisso a ela, porque ela é sua
mãe. Totalmente carnal, demoníaco e ridículo. Maria é apenas a mãe do corpo (Filho), e não de Deus; pois isso a
tornaria maior que Deus (Col 1:15-17 diz que tudo foi criado por Jesus, e tudo subsiste por Ele, e Ele é antes de todas as
coisas, portanto Deus (Espírito Santo) não tem mãe).
Em Lc 11:27-28 uma mulher diz a multidão que Maria é bem-aventurada, e Jesus diz que “antes” (muito mais ...),
aqueles que ouvem a Palavra de Deus e a guardam. Maria não é mediadora ou medianeira coisa nenhuma, pois não foi
ela quem morrer crucificado na cruz (I Cor 1:13), mas sim Jesus Cristo (Hb 9:13-15 ; 12:24 ; I Tim 2:5). Pois só pelo
derramamento de sangue inocente, é que se pode fazer intercessão mediadora; ou seja, o Redentor é chamado de
Cordeiro de Deus, porque derramou seu sangue na cruz do Calvário, como era feito nos rituais de expiação pelo pecado
através de cordeiros. E Maria (ou qualquer outro) não era inocente ou sem pecado (pois era pecadora (Lc 1:46-47),
como todos são), e nem foi ela que derramou-se em sangue na cruz (Hb 9:22,11-12,14 ; 2:9 ; 7:26 ; Is 53).
Mt 4:10 diz para adorar a Deus, e somente a Ele prestar culto. Mas os católicos fazem culto a “Aparecida”, a São ..., a
Santa ..., ao Santo .... Dizem que a “Aparecida” lhes apareceu dando ordens, mas Gl 1:8 diz para não dar crédito aquilo
que for contrário as Escrituras, mesmo que fosse dito por um dos apóstalos (ou por Maria ...); pois o Diabo persiste em
transformar-se em anjo de luz para enganar (II Cor 11:14 ; Col 2:18-23). E Dt 4:15-17 diz para tomar cuidado com “volátil
que voa pelos céus” (v. 17), o qual é algo que muda de forma constantemente; no caso é o Maligno que assume várias
formas (belas, maravilhosas, atraentes, “admiráveis”, chamativas, atrativas, impressionantes, ...) para enganar, inclusive
se parecer com os santos, e anjos celestiais. Além do que é concedido ao Diabo sinais e prodígios para enganar (Mt
24:24 ; Ap 13:14).
Além do mais as Escrituras proibem que as mulheres ensinem ou preguem a Palavra de Deus (I Cor 14:34-35,37 ; I
Tim 2:11-12), como então dar crédito a visões, onde uma “mulher” ensina e/ou prega dizendo ser a Palavra de Deus, se
Deus condena tal ato ? Como podem aceitar tal doutrina, de que essa tal de “Aparecida” tem autoridade sobre Jesus, se
as Escrituras dizem que a mulher é submissa ao homem, e não exerça autoridade sobre ele (I Tim 2:12) ? Como podem
crer que essa “Aparecida” tem autoridade sobre Jesus ? (Ef 1:20-23 ; Mt 28:18 ; I Pe 4:17 ; 2:8).
Dizem os católicos romanos que essa “Aparecida”, é a “Rainha dos céus” e Senhora deles (Veja Dt 6:4), isso a torna
mulher de Jesus; pois Ele é o Rei (Jr 10:10 ; Ap 17:14), o Lv 18:7-8 e Dt 27:20, proibem e condenam o filho “descobrir a
nudez de sua mãe” (ou seja, Ter relações sexuais com ela ou vir a ser seu marido). Ora, se o Corpo (Filho) formado em
Maria, é esposo dessa “Aparecida” (que eles dizem ser Maria), isso é abominável aos olhos de Deus, e pelas Escrituras.
Enquanto os católicos dizem: “Santa Maria vem”, as Escrituras, e os cristãos dizem: ”Ora, vem Senhor Jesus” (Ap
22:20).
At 19:23-28 mostra a verdadeira intenção dos católicos em relação à devoção as estátuas.
As Escrituras são contra as doutrinas dos católicos romanos, porque eles nào têem parte com Deus. Bem diz 45:20 –
“Congregai-vos, e vinde: chegai-vos juntos, os que escapastes das nações. Nada sabem os que conduzem em procissão
as suas imagens de escultura, feitas de madeira, e rogam a um deus que não pode salvar” (Veja o Sl 115).
Hoje em dia poucos seguem o exemplo dos primitivos cristãos, que examinavam as Escrituras para verificarem a
veracidade das pregações (At 17:11); pois se não crêem nas Escrituras, como poderão crer nas pregações, e
consequentemente terem fé (João 5:47 com Rm 10:17).
Mesmo os católicos romanos ignoram o conselho dado por Maria, que é fazer tudo conforme Jesus disse (João 2:5), e
não conforme dizem os homens (At 5:29 ; Mt 15:8-9); no entanto, todos chamam Jesus de Senhor, só que não fazem o
que Ele ordenou (Lc 6:46). Veja I Pe 4:17 ; 2:8.
O absurdo mais comum dos católicos, é dizer quando ouvem um trovão que é São Pedro; mas não é Pedro, mas sim
Deus. II Sm 22:14 –“O Senhor trovejou desde os céus e o Altíssimo fez soar a sua voz” (Jó 37:2-13,15 ; 40:9 ; Sl 18:13 ;
29:3 ; 68:33 ; João 12:28-29).

Doutrina da meretriz
Na Bíblia não consta a palavra “purgatório.” Tal doutrina deprecia a Doutrina bíblica da Salvação pela Graça Divina,
pois nega a eficácia da obra expiatória de Cristo, consumada na Cruz do Calvário (João 19:30 ; I João 1:17 ; Hb 9:12 ;
10:12).
A divisão que a Igreja Romana faz dos pecados, em mortais e veniais, é anti-bíblica. Ao pecador convicto pelo Espírito
Santo, e assim, sinceramente arrependido, Deus perdoa de todo pecado (Sl 103:3 ; Is 55:7 ; 1:18 ; I João 1:9 ; Rm 8:1).
Citam passagens como Mt 5:25-26 justificando o “purgatório”. Tal interpretação errônea, só é obtida por pessoas leigas
(incultas) nas Escrituras; pois não se deve interpretar um único versículo isoladamente, mas sim colocá-lo em harmonia
com toda a Palavra (II Tim 3:16 com II Pe 1:20-21).
Passagens como Mt 24:51 e 25:30 se referem a grande tribulação (Ap 7:14), que terá início quando a Besta assumir o
poder (Ap 13:5-7); que será depois do arrebatamento da Noiva (II Ts 2:7-8), pois a Noiva de Cristo é seu Corpo (Rm 12:5
com I Cor 10:17 com 12:13 com 6:15 com 12:27 com Gn 2:23 com Ef 5:28-30). Após o Cordeiro buscar a sua Noiva para
as bodas (Ap 19:7,9 ; Mt 22:2), se dá início a tribulação para os que ficaram de fora (Mt 25:10-11 com Lc 13:25-30 ; Mt
8:11-12).
Daí ocorre que, como o ouro é purificado pelo fogo, assim serão purificados pela tribulação (fogo da perseguição), (Hb
9:22 com Rm 12:1 com João 12:25 com 13:37-38 com At 15:26 com Ap 12:11). E logo após a tribulação, será o
Julgamento (Mt 25:31-46).
Não existe o chamado tormento eterno. Existe sim o fogo que nunca se apaga, o qual é o magma (rocha derretida)
existente embaixo da crosta terrestre (Jó 28:5 com Nm 16:30-35).
Mc 9:48 diz que é onde não lhes morre o verme, nem o fogo se apaga; comparando com Is 66:24, percebe-se que o
que não morre são só os vermes, mas as pessoas morrem (seus corpos, almas, espíritos, consciências ... são
destruídos de uma vez por todas para sempre, e deles nem há lembrança), pois “cadáver” é o corpo de uma pessoa
morta. Veja Is 10:23 ; 13:9 ; 1:28 ; Sl 9:5 ; II Ts 1:9.
A palavra “verme” está se referindo a Gn 3:19 e Sl 104:29; ou seja, a matéria da qual foi feito o homem, a substância
que forma o corpo humano. Todo animal, mineral e vegetal procedem do pó da terra, a qual não morre (Sf 1:17). Em
outras palavras, a correta tradução é “germe”; pois germe é o princípio, a origem, ou a causa de qualquer coisa viva; ou
seja, seu estado rudimentar ou inicial. Assim se cumpre Ec 3:14-15 com Sl 104:30 e Zc 13:8-9.
Se fosse verdade o tormento eterno, seriam vãs as palavras de Jesus, proferidas em João 3:15-16; pois se o tormento
é eterno, pressupõe que essas pessoas tenham vida eterna. Tal entendimento contraria I João 3:15 ; 2:17 e Ez 48:19.
Por isso II Ts 1:9 diz eterna destruição (Sf 1:18), e não tormento eterno; pois só Deus é imortal (I Tim 6:16), e para algo
ser imortal (eterno), tem que ser parte de Deus (Rm 13:14 c/ Gl 3:27 c/ I Cor 15:53-54).
Assim está escrito em Ml 4, que serão como palha (Sf 2:1) na fornalha, que nem restará raiz e nem ramo; ora, para um
tormento eterno tem-se que existir corpos eternos. E é dito que os justos pisarão as cinzas (germe – Sf 1:17) dos ímpios;
ou seja, os ímpios são destruídos no fogo da Geena, e restam apenas as cinzas (germes) que se tornarão o pó da terra
(Is 26:5-6 ; Ez 28:18 ; II Sm 22:43 ; Is 10:6 ; Mq 7:10 ; Zc 10:5 ).
Dn 12:2 diz que uns ressuscitarão para a vida eterna, e outros para a vergonha e horror eternos; ou seja, serão
ressuscitados uns para Terem a vida eterna (Ap 20:4-6 ; I Cor 15:51-52 ; I Ts 4:13-17), e outros após serem julgados e
condenados serão reduzidos a cinzas (Ap 20:11-15 ; Is 29:4-6 ; 5:24 ; 30:14).
Judas 6 não quer dizer tormento ou prisão eterna, apenas significa a duração de séculos preso, até o Juízo do Grande
Dia. Ap 20:7 diz que completados mil anos, Satanás será solto; se é solto significa que a prisão não é eterna. Veja Is
10:16-19 que diz ser destruídos o corpo e a alma (Is 1:28 ; 27:1 ; Mt 10:28).
Ap 20:10, apesar das aparências, não quer dizer que Satanás será atormentado eternamente. No versículo anterior (v.
9), diz “consumiu” (destruiu, extinguiu, exterminou, aniquilou, apagou, ... ) (Is 26:14 ; 29:20).
Ap 14:10 diz que será atormentado com fogo diante dos santos anjos, e na presença do Cordeiro. Não diz nada de ser
atormentado eternamente, do contrário teriam que ficar eternamente olhando ele ser atormentado; haja paciência ! E
isso contraria Is 65:17. O que quer dizer, é que verão ele ser destruído no fogo, reduzido a germe (cinzas), que se
tornará parte do próprio lago de fogo (Geena ou magma), que nunca se apaga. Por isso o germe de dia e de noite, pelos
séculos dos séculos será atormentado no fogo.
Em suma, o lago de fogo (Geena ou magna) é eterno, é o germe que não é destruído; e não o corpo (a pessoa, a
alma, a consciência, o espírito, ... ), o qual se torna parte do pó da terra, ou da própria Geena. A terra será transformada
numa bola de fogo (Is 9:19 ; 13:9); ou seja, será purificada pelo fogo, e depois de esfriada se tornará no Paraíso (Ap
21:10 ; 2:7 ; 3:12 c/ I Cro 28:8 ; Sl 37:9,22,29,34 ; Is 34:17 ; Dn 7:18 ; Ez 36:1-14,35 ; Ex 23:30 ; 32:13 ; 33:1 ; Nm 14:24 ;
Dt 1:8 ; 12:1 ; 26:1-3 ; Sl 25:13), o qual será o segundo, já que o primeiro Adão e Eva perderam.
Fazem orações pelos mortos citando II Macabeus 12:43, que é um livro apócrifo. Uma prova clara de que tal prática é
inócua, errônea e anti-bíblica, está em II Sm 12:14-24; onde Davi jejuou e orou pelo seu filho que estava doente, e
quando ele morreu parou de pedir por ele, pois sabia que não adiantava mais. Já os católicos invertem tudo, não pedem
quando a pessoa está viva, mas só quando ela já está morta, onde a oração não tem nenhuma validade.
Bem claro é Mc 16:16 (Lc 8:12) ao dizer que quem não crer será condenado. E João 8:24 ? Ou melhor Jd 5. Se tal
coisa como intercessão pelos mortos fosse verdade, Lc 16:19-31 estaria errado. Se depois de morto pode-se vir a se
arrepender, crer e ser perdoado e salvo, então Lc 16:23-25 estaria errado; pois após a morte vem o juízo (Hb 9:27), não
tendo mais misericórdia (Tg 2:13). Assim se enquanto vivo não aceitou a Palavra de Deus, depois de morto não poderá
mais; pois já não é mais concedida a misericórdia Divina (Jn 2:8 ; Rm 1:18-32 – principalmente o v. 31).
Acendem velas para adorar a “Deus,” mas Is 50:11 mostra o que acontecerá com as pessoas que praticam tais rituais;
pois os apóstolos, e muito menos Jesus, nunca ensinaram acender velas para adorar a Deus.
Ensinam um jejum inescriturístico, onde se pode beber água ..., sendo que nas Escrituras o jejum é sem comer e beber
absolutamente nada (Ex 24:28 ; Mt 4:2).
Ficam a imaginar crianças e velhos no céu. Ridículo, pois no Reino dos céus não haverá nem crianças, e nem velhos
(Is 65:20). O mesmo em relação aos anjos (Lc 24:4 c/ João 20:12 ; Mc 16:5 ; At 1:10 ; 10:31), pois em nenhum lugar das
Escrituras se descreve um anjo como sendo criança ou velho; mas sempre (sem exceções) como varão (jovem), e
homem (Is 65:20 c/ Mc 12:25).
E Satanás não é medonho como pintam, ele não é vermelho com dois chifres, rabinho com um triângulo na ponta, e
um tridente na mão (apesar que a “Doutrina da Santíssima Trindade” é de sua autoria – I Tim 4:1-3 e II Tim 4:3-4); veja
Ez 28:17.
Ensinam os homens que se pode dirigir a Deus com a cabeça coberta (I Cor 11:4,7), ou cabeludos (I Cor 11:14,16), o
que é duplamente errado (I Cor 11:15 c/ 11:4,7).
As mulheres não podem se dirigirem a Deus com o cabelo curto (acima dos ombros),pois a cabeleira foi lhe dada
como véu (mantilha) (I Cor 11:15); e ela não pode se dirigir a Deus sem o véu, ou seja, a cabeleira ( I Cor 11:5). Dessa
forma a mulher de cabelo curto é tida como se estivesse sem véu (cabeça descoberta); e o homem de cabelo cumprido
é tido como se estivesse de cabeça coberta.
Se a mulher estiver de cabelo curto ( que não atinja os ombros, pois a mantilha é usada para cobrir a cabeça até os
ombros), ou raspa a cabeça (Dt 21:10-13) e espera (deixa) o cabelo crescer, ou usa véu até que o cabelo cresça (I Cor
11:6 ; Ez 16:7).
Fazem a chamada festa junina (e julina), onde na quadrilha homens se vestem de mulher, e mulheres se vestem de
homem, num ato de desobediência a Deus (Dt 22:5); pois Jesus não aboliu o Velho Testamento, mas veio lhe dar pleno
cumprimento (Mt 5:17 ; Jó 9:13 ; Gl 3:15). Veja I Tim 2:9-10 ; I Pe 3:3 ; Mt 4:4 ; 3:15. E quanto ao tal “casamento
caipira” ?
Homens e mulheres ficam semi-nus em piscinas e praias (e pior as tais praias de nudismo), como se isso fosse
correto; assim pensaram Adão e Eva (Gn 3:7), mas descobriram que aquilo não escondia a nudez (Gn 3:8-10), e Deus
fez com que se vestissem adequadamente (Gn 3:21 ; Ez 16:8 ; Ap 3:18). Hoje em dia as pessoas nas piscinas e praias,
ficam reparando no corpo das outras, debochando daquelas que consideram Ter um corpo irregular, como fez Cão (Gn
9:22), e por isso foram amaldiçoados (Gn 9:24-25). Enquanto que Sem e Jafé foram abençoados (Gn 9:26-27) por terem
coberto a nudez de seu pai (Gn 9:23). Claramente as Sagradas Escrituras proíbem alguém mostrar sua nudez (Lv 18:6-
18 ; 20:11,17,19-21 ; II Cr 28:15 ; Is 58:7 ; Mt 25:36,38,43,44 ; II Cor 5:3 ; Ap 16:15 ; Ez 18:7,16 ; Ap 3:18).
Ez 16:36-37 diz “descobriu tua nudez”, e depois diz “descobrirei tua nudez ... para que vejam toda a tua nudez.” Ou
seja, não estava antes inteiramente nua (estava seminua), assim não estava devidamente vestida. Usam a desculpa de
que é a moda; mas Deus diz para não nos unirmos a moda (Rm 12:2).
Muita gente aposta em loterias, sena, loto, corridas, jogos, rifas, concursos, tele-sena, papa-tudo, carnê do baú, tele-
sorte, .... Mas a Palavra de Deus diz que o sustento vem do trabalho (Gn 3:17,19).
Utilizam-se de horóscopo, necromantes, magos, pais de santo, benzedeiras, taro, guia de sonhos, búzios, simpatias,
feiticeiros, macumba, bruxaria, médiuns, gurus, adivinhos, ... ; mas tais coisas são abomináveis para Deus (Dt 18:10-14 ;
Zc 10:2 ; Is 8:19 ; 2:6 ; Dn 2:27-28 ; Mq 5:12 ; II Rs 17:17 ; 21:6 ; Is 47:9 ; Ml 3:5 ; At 13:6-11 ; Ap 18:23 ; 21:8 ; Lv 19:31 ;
20:6 ; I Sm 15:23 ; II Rs 5:22 ; 23:24 ; Gl 5:19-21 ; Dt 4:19 ; Jó 31:27-28 ; Dt 17:2-5 ; Ez 8:16-17).
Confiam em amuletos (Sl 115:4 ; 135:15 ; 44:6 ; Mc 10:24 ; Fp 3:3 ; Jó 15:31 ; 31:24 ; Is 31:1 ; 42:17 ; 59:4 ; Jr 49:4 ;
Hc 2:18), em vez de confiar em Deus (Sl 20:7 ; 27:5 ; 31:5 ; Is 26:4 ; II Cor 1:9); e os que tais coisas fazem negam a
Deus (Jó 31:27-28).