Você está na página 1de 3

O Que é um Templo Holográfico?

Um Templo Holográfico é um vórtice de energia universal que tem a capacidade de


transmutar a atmosfera astral da zona na qual se instala.

Este vórtice é criado pela seqüência holográfica de pirâmides entrelaças, gerada pelo
símbolo de seis raios. Clarividentemente aparece como uma seqüência de cristais
etéricos multicolorida que se eleva até o céu e que emite um pulsar especial que pode ser
captada por qualquer pessoa como uma fina vibração em todo o corpo.
Este templo pode ser visualizado como um eixo central que nasce do ponto central da
figura de seis raios perpendicularmente ao piso, como um pilar de luz, ao redor da qual se
tece toda uma rede piramidal complexa que canaliza o fluxo universal e o faz contra-rotar
gerando arco-íris astrais.
Este símbolo gigante funciona como um ventilador de energia que recicla toda a energia
astral e mental densa, gerada por milhões de pensamentos e ações inconscientes
Pouco a pouco, e de forma imperceptível, atua elevando a vibração circundante
suavemente e por oitavas. Seu efeito se vê e sente à medida que passam os dias e
meses desde sua instalação, gerando uma atmosfera de paz, onde as pessoas se sentem
mais felizes.
Portanto é indispensável que cada cidade neste planeta tenha pelo menos um Templo
Holográfico cumprindo essa função. Fabricá-lo é muito fácil e divertido e pode ser
realizado de diferentes maneiras criativas.
Como se desenha esta figura?
Primeiro, devemos aprender como se desenha esta figura. Podemos fazê-la com papel,
lápis e um compasso. Depois, podemos aprender a desenhá-la em tamanho maior com
estacas e um barbante preparado com pó colorido, técnica que é usada na construção
para definir as linhas de um muro, por exemplo.

Desenhamos um círculo com o compasso, marcamos o ponto médio exato desta


circunferência e traçamos o diâmetro. Isto vai nos mostrar os pontos de contato deste
diâmetro com a linha do círculo.
A partir destes pontos, com o mesmo raio, traçamos a semi-circunferência para encontrar
os pontos eqüidistantes e poder desenhar os triângulos eqüiláteros que dão origem a uma
estrela de seis pontas.

Desde cada vértice desta estrela de seis pontas, podemos desenhar a projeção de duas
linhas que vão nos servir apenas para desenhar as linhas correspondentes a cada trio de
raios.

Devemos notar que o raio obtido tem um ângulo específico que devemos variar
ligeiramente, estendendo as linhas paralelas.

O raio obtido tem o ângulo mais agudo, mas o paralelismo das linhas maiores se mantém.
Este detalhe é importante quando se faz o desenho gigante no piso, pois de pé ao lado de
uma figura gigante, perde-se a perspectiva e deve-se saber o que se está buscando fazer,
praticando isto várias vezes no papel antes de fazer este desenho simples, obtido
exatamente de forma complexa.
Então, repetimos esta operação em ordem até obter o resultado final do desenho de seis
raios, com três para um lado e três para o outro, de modo que formem esta figura que é
capaz de gerar uma seqüência de Merkabas Holográficas. Para não nos confundirmos, é
bom desenhar os três raios correspondentes ao selo ativador primeiro e depois os outros
três opostos que são desenhados a partir dos vértices do outro triângulo eqüilátero.

Esta operação é o segredo para que a figura gigante não só gere uma Merkaba
concentrada, ma que ao variar o ângulo, a energia se projeta para fora, e obtemos uma
seqüência fractal sucessiva de Merkabas cada vez maiores. Podemos visualizar isto
como um cone de luz que se projeta para cima no céu.

Esta complicação geométrica é necessária se queremos pintar esta figura no asfalto de


um pátio ou se queremos fazer um Templo Holográfico gigante com linhas de cimento,
mas se queremos fazer esta figura com pedaços de madeira pintados ou bambu, basta
cortar 12 pedaços de um tamanho grande e seis de um tamanho menor, quase como
menos da metade das peças maiores. Acoplamos os pedaços de madeira para que façam
esta figura e o resultado será o mesmo, pois o que tem o poder de transmutar é a figura
complexa de seis raios de ângulos agudos. Vale a pena fazermos esse experimento por
nós mesmos e comprovar se conseguimos sentir essa vibração sutil. Entretanto, mesmo
para esse método simples, é necessário pelo menos desenhar a estrela de seis pontas
para saber onde está o centro exato e onde começa e termina cada raio