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José Guilherme Ribeiro Pinto de Abreu

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Inventário, Historia e Perspectivas de Interpretação

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Dissertação

Mestrado em História da Arte em Portugal

Faculdade de Letras da Universidade do Porto Orientação: Prof. Doutor António Cardoso
VOLUME II

1996

José Guilherme Ribeiro Pinto de Abreu

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Dissertação

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Mestrado em História da Arte em Portusal

Faculdade de Letras da Universidade do Porto Orientação: Prof. Doutor António Cardoso
VOLUME I I

1996

Anexos

Base de Dados

Obras Construídas

Lugares de Memória Nível 1 .

Baixo Relevo: Azas Eternas/Junho de M C M X X I I . com que o artista julgue a propósito ornamentar o pedestal do seu projecto. Fachada Poente Topo: (1 41 8-1 4 3 3 ) . junto à base. Homenagem à cidade do Porto da Academia Portuguesa de História no dia do Infante 4 / 3 / 1 9 8 8 . figura uma alegoria à Navegação Portuguesa composta por uma Glória que sustenta na mão direita a bandeira de Portugal e na esquerda uma folha de palma. sendo o pedestal de mármore portuguez. puxada por dois cavalos marinhos. soprepujando um torreão em forma de tronco de pirâmide de base quadrada. A Cidade do Porto/Fachada Nascente . Na frente. a commissão promotora do monumento julgar conveniente que elle seja modificado. para o projecto duma estatua pedestre. 2 5 / 8 / 1 9 6 5 . cujas plantas podem ser vistas e examinadas na Camará municipal do Porto.Topo: (1 41 5-1 4 3 1 ) .Henrique. Henrique Iniciador Dos Descobrimentos Portuguezes O Porto Sua Pátria Dedica. Lápide: 3 o Encontro Nacional de Graduados/Presente 1 9 5 9 Descrição Estátua pedestre do Infante D.] Se para a adopção de um projecto. Lápide: Homenagem dos Bombeiros de Portugal aos Marinheiros Mortos na Defesa das Províncias Ultramarinas no 9 0 ° Aniversário dos Bombeiros Voluntários do Porto. figura uma alegoria à Fé. em bronze. representada por uma virgem alada que empunha um crucifixo Programa: De hoje até às 3 horas da tarde do dia 31 de Dezembro do corrente anno de 1 8 9 3 . Henrique no 5 5 0 ° Aniversário do seu Nascimento. sendo o da esquerda guiado por um tritão e o da direita por uma nereide. Quando haja algum quadro de relevo.Lápides . Fachada Norte . Inscrição: Assim Fomos Abrindo Aquelles Mares/Que Geração Alguma Não Abriu/ As Novas Ilhas Vendo E Os Novos Ares/Que O Generoso Henrique Descobriu/Luís de Camões-Canto . [. indicando-lhe o sentido delia..Armada Portuguesa Homenagem à Cidade do Porto. Abril de 1 9 7 7 .1 4 6 0 . Inscrição: A o Infante D. e o todo de grandeza proporcionada ás dimensões da praça do Infante D.. entre artistas portuguezes. será o projecto definitivamente Lugar de Memória Fin-de-siècle 3 Nível 1 . deverá preferir a alegoria. e feito isto por modo que satisfaça. Henrique. Academia Portuguesa de História.Topo: 1 3 9 4 . Homenagem ao Infante no V I centenário do seu nascimento. colocado atrás à sua esquerda. Encontro do Porto do IV Congresso da Academia de Ciências lbero-Americanas/10/11/1 9 9 4 . Base: A o Infante D.Topo: (1 41 9-1 4 3 2 ) . com o braço direito apontando na direcção do oceano e o esquerdo caído sobre um globo terrestre. fica aberto concurso perante a commissão directora da celebração do 5 o centenário do Infante D. convidará o auctor a fazer a modificação.Nome: Infante D. representando o Infante D. Henrique vestido de cavaleiro e sem o chapeirão habitual. Henrique 1893 nauguraçao: 1900 Criação: I 0 Data Escultor: Tomás Costa Arquitecto: Colaboração U Assinatura Arqt° César Janz (Segundo AntónioTeixeira Lopes) I Localização: Praça do Infante Freguesia Tipologia: Dimensão !5. também junto à base. Base . Nicolau Monumento Monumental I I Materiais: Bronze e Mármore Fundição: L e Blanc Barbedienne Iniciativa: F undações e Associações Culturais Adjudica çãc) Assunto: Concurso Histórico B& Memória Descritiva Modo de Implantação: Central Outras Implantações: KJ Estudos/Esboços Espaços Implantação: Praça Inscrições/Lápides Fachada Sul . Na parte de trás. triunfalmente assente sobre a proa de uma embarcação que avança sobre um mar agitado. Henrique.

António Vieira de Castro. António José da Silva. Eduardo Sequeira.] Porto e Paços do Concelho. O Século de 2 2 / 1 / 1 8 9 4 . dr. Macedo. Ayres de Gouveia. da Academia Portuense de Belas Artes. 1° lugar: Tomás Costa. Antonio de Oliveira Monteiro.:(1 9 8 4 ) Dr. n° 2 5 5 . [. Exec. Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia. Exec. da Camará Municipal do Porto (reunião de Câmara de 1 0 de Janeiro de 1 8 9 4 ) . Exec: (1 8 8 5 ) Dr. Firmino. Henrique Kendall. Adolpho Pimentel. eng° José Macedo Júnior. Francisco José Patricio.preferido. Amélia. 2 o Fortunato de Almeida). Correia Barros e Henry Murat. eng° João Carlos dAlmeida Machado.(1 8 8 9 ) Dr. de 1/2/1 8 9 4 . 1 8 9 4 . Paulo Marcelino. O Occidente. da Camará Municipal do Porto e arq° Joel da Silva Pereira. 2 o lugar: Ventura Terra. Lopes. XXIII volume. Malheiro Dias. Pr. A . Henrique Carlos de Meirelles Kendall. Eduard Von Hafe. XVII volume. Primeiro de Janeiro de 1 1/1/1 8 9 4 e dias seguintes Livros: Pereira. Júlio Moreira. Joaquim Antonio Gonçalves. 4 a C.. Fernando Maia. Março de 1 9 4 7 . Frutuoso Gouveia. de Castro Monteiro. 6 a C. Henrique Carlos de Meirelles Kendall. Marques de Oliveira. (1 8 8 7 ) dr. da Câmara Municipal. Inauguração com a presença do rei D. 2 a C. em 1 9 de Outubro de 1 9 0 0 Documentação Bibliografia Decreto de 2 6 de Julho de 1 8 8 2 (fornecimento do bronze). conde de Silva Monteiro. Bento de Souza Carqueja. Simas Machado. da Academia Politécnica. F. 3 a C. Antonio Soares dos Reis. Notas de Arte no Ocidente. (1 8 9 3 ) Conselheiro António Ribeiro da Costa e Almeida. prof. Concurso para o monumento aberto em Maio de 1 8 9 3 (sete concorrentes). da Associação Comercial. Augusto Luzo da Silva. 3 0 / 1 0 / 1 9 0 0 .. Eduardo de Sequeira. dr. José Augusto Correia de Barros e Henry Murat. Diogo de. n° 7 7 8 . O Occidente. Conde de Samodães. Carlos e da rainha D. Eduardo Sequeira e Isaac Newton. António Ribeiro de Costa e Almeida 1 a Comissão Executiva (Março de 1 8 8 2 ) : Joaquim de Vasconcelos. Porto. O Centenário do Infante. O presidente. Augusto Luso da Silva. II Volume. Diário do Governo. Pr. Tito de Noronha. Eduardo von Hafe. Exec. 1 9 6 8 Lugar de Memória Fin-de-siècle Nível 1 . Fernando Maia e Francisco José Patricio Observações: Maio de 1 8 9 3 foi aberto concurso para a melhor monografia sobre o Infante ( 1 ° prémio Alfredo Alves. Victorino Laranjeira.- Periódicos: A Voz Pública de 3/1/1 9 8 4 . Júri: conde de Samodães. Dr. Exec. Frutuoso Gouveia. visconde de Barreiros. 2 4 d'agosto de 1 8 9 3 . dr. António Teixeira. de 10/1 1/1893. 5a C. José Vitorino Ribeiro. A o Correr da Pena Memórias de uma Vida. Antonio Nicolau dAlmeida.

num terreno relvado. A o Correr da Pena. colocada sobre um aglomerado de pedras de granito rodeado de vegetação. Na mão direita. com as diagonais do lado esquerdo criadas pelo movimento da perna e do braço levemente erguidos. 1 9 6 8 . António Teixeira. Câmara de VNGaia. Memórias de uma Vida. representado em baixo relevo. n° 9 2 4 .Espaços Implantação: Jardim Público Inscrições/Lápides Descrição Flora. Bento Carqueja. a camponesa segura uma ramagem com flores. Junto à legenda que lhe dedica o monumento. contrastando a verticalidade da parte direita do corpo. José Duarte d'Oliveira. No mesmo maciço. Sobre o maciço de pedras. também de bronze. Livros: Lopes. XXVII. Eduardo Sequeira e outros amigos de Marques Loureiro Observações: J M L faleceu em 1 8 9 8 . que introduzem uma contida tensão na composição. 3 7 9 . existem clichés de Aurélio da Paz dos Reis Documentação Bibliografia Instantâneo da inauguração de Aurélio da Paz dos Reis Periódicos: O Occidente. figura o busto de José Marques Loureiro. A José Marques Loureiro Estátua em bronze de uma camponesa com um lenço na cabeça junto a um tronco ressequido de uma árvore sem vida. 3 0 de Agosto de 1 9 0 4 . pp. orientado na direcção da Quinta das Virtudes. a legenda Flora exprime a natureza alegórica da representação.3 8 0 Lugar de Memória Fin-de-siècle Nível 1 . Tratamento naturalista da figura aliado a um certo amaneiramento da forma Programa: Comissão: |Srs.

em 1 8 7 5 Programa: Comissão: ^ t o r a T ^ o T d ^ t o T E Í ^ ^ Guedes Coelho Observações: ■ Passos. Na parte posteior. também de bronze.31 de Dezembro de 1 8 8 5 . 1 4/4/1914. 31 de Outubro de 1 9 0 2 . 1 9/8/1 9 3 8 Livros: Maria Clementina Q u a r e s m a ^ U e r r t á r i c ^ ^ ^ .. com o auxílio da Câmara municipal do Porto. Bibliografia ^ d ^ s T ^ N e T l c ^ c ^ ^ Commercio do Porto. R c ^ a ^ o ^ o l T E ^ i c ^ Actas da Comissão de Estética Documentação ( 2 1 / 5 / 1 91 3 a 8/1 2/1 91 6 ) . Campeonato do Mundo conferido aos Bombeiros Portuenses no torneio de Vincennes. 3 0 . fundada por Guilherme Gomes F ernandes em 25 de Agosto de 1 8 7 5 . Lançamento da 1 ° pedra em 2 9 de Março de 1 91 4 .Nome: Criação: Escultor: Guilherme Gomes F ernandes Arquitecto: Colaboração: Localização: Praça de Guilherme Gomes F ernandes Freguesia Tipologia: Monumento-busto Dimensão Adjudicação Assunto: Encomenda Estudos/Esboços Modo de Implantação: [Central Espaços Implantação: Praça Inscrições/Lápides Lado Sul.pp. alusiva à criação da Associação dos Bombeiros V o l u n t á i i o 1 d o j o r t o ^ o L G A e r m e Gomes F ernandes. pp. Lado Norte: 5 de Agosto de 1 8 9 4 1 Prermo no torneio de Lyon. 19 de Agosto de 1 9 0 0 . 3 8 .3 9 . trajando com a farda de inspector geral e capacete de g a k assente sobre elevado plinto de granito que contém datas e inscrições alusivas aos prémios internacionais conquistados por Guilherme Gomes F ernandes e pelos Bombeiros Voluntários Portuenses. Alberto da Silva 3 Monumento erigido por subscrição pública entre corporações de bombeiros de todo o país. Lado Nascente: 1 1 de Junho de 1 8 9 3 . Nomeado Inspector Geral. Lado Poente. Classificados I o bombeiros no Congresso Internacional de Londres Descrição O busto de Guilherme Gomes F ernandes. Actas da Comissão de Estética ( 2 1 / 5 / 1 91 3 a 8/1 2/1 V I b). F aleceu em Lisboa. Cártula: Associação dos Bombeiros Voluntários do Porto. Ml h 91 4 . figura uma cártula de bronze com palma.

Macedo. O Commercio do Porto. F c ^ e m ^ â o r T ^ e p c ^ d e ^ m T p l a c a [palma] de b r o r ^ n o tumulo de c l m i l l o ^ m ^ a T a ^ C o r t e j o ' i L ^ ^ o ^ m ^ n A o a r t i n d o da Praça do Inf. João O 1 0 de Março de 1 9 2 5 . . n° 2 5 . Junto a base. 3. Sessão de Arte no Teatro de S. 1 9 2 4 / 1 9 2 5 1925) Observações: [Modificado em 1 9 3 4 .A Águia n° 2 1 . Junho de 1 9 4 2 . 26 e 27 e Março 1 9 2 5 . circunda o plinto. Julho. também em baixo relevo. em contraponto com a gola que estaticamente repousa sobre o ombro direito. A Águia. Notas de Arte no Ocidente. Lugar de Memória Proto-modernismo/Neo-academismo Nível 1 . com a construção do pedestal definitivo Documentação Dr. O Commercio do Porto. 0 Commercio do Porto. O Commercio do Porto. O Commercio do Porto" Esculptura de Teixeira Lopes"..2 a Comissão: Commercio do Porto. 26 de Março de 1 9 2 6 . Agosto e Setembro de 1 9 2 4 . 11 de Janeiro de 1 9 2 5 . 1 5. 3 0 de Janeiro de 1 9 2 5 . . Na frente. ma. consagra-lhe a memória .Coroação do busto de Camillo em uma das praças da o d a d e _ 1 a Comissão: Jornal de Notícias. O retrato. Voll. Commercio do Porto. um friso em baixo relevo de ornatos vegetalistas. Diogo de. sustenta o busto enquanto no transversal repousa uma coroa de louros que posteriormente envolve a base do busto. 1 4 . 28 de Janeiro de 1 9 2 5 . O Commercio do Porto. Comissão Municipal de Arte e Arqueologia Pareceres ( 1 9 6 8 . 3 de Março de 1 9 2 5 .Fundição: Casa Sá Lemos Iniciativa: Adjudicação Assunto t ] Estudos/Esboços Modo de Implantação: |de Topo Encomenda Espaços Implantação: Eixo Urbano Inscrições/Lápides Descrição A Camilo Castelo Branco Busto assente sobre elevado plinto de lióz branco formado por dois pilares que se encaixam ortogonalmente.2 2 . O Commercio do Porto. de contornos pouco vincados. 7 de Março de 1 9 2 5 . uma inscrição. Comissão: 3 1 9 2 4 . compensando as diferenças de altura. "Camillo . 1 2 . D. Henrique. — civico de Programa. de caracteres estilizados." Homenagem a Camillo de iniciativa de O Commercio do Porto". Hernâni Barbosa ( C M P .No seu Centenário". representa o escritor envergando uma capa de estudante lançada vigorosamente para trás sobre o ombro esquerdo." Exposição de Homenagem a Camillo". MarçoAbril 1 9 2 4 . O Commercio do Porto." Monumento em Famalicão". formando assim uma composição assimétrica que introduz uma certa dinâmica na representação.1 9 7 2 ) Parecer n° 8 7 / 7 1 .0 Commercio do Porto. O Commercio do Porto. 1 7 de Março de 1 9 2 5 .s alto. 1 923. O frontal. U Commercio do Porto. 5 de Março de 1 9 2 5 . 2 6 e 2 7 . 23 de Abril de 1 9 2 5 .

4 . Maio de 1 9 7 7 (pp.2 4 e pp. n° 1 4. 3 6 . 3 3 . n° 2 9 .Bibliografia JAmigos de Gaia. Amigos de Gaia. n° 2. Junho de 1 9 9 0 (pp.3 8 ) .5 3 ) . Maio de 1 9 8 3 ( p p . 2 1 .6 ) . Lugar de Memória Proto-modernismo/Neo-academismo . Amigos de Gaia.

p . 1 . Actas da Comissão de Estética ( 1 9 2 7 . 25/1 0/1 9 2 4 .1 9 3 1 ). 1 . p .3 1 v. ff 1 6-1 7v. Commercio do Porto 2 4 / 9 / 1 9 2 7 . Nos flancos e atrás. p . O Commercio do Porto. Agosto e Setembro de 1 9 2 4 .2. p . 1 2 / 1 1 / 1 9 2 4 . coroa um baixo relevo onde figura o escudo com as armas nacionais. p. Commercio do Porto. p . Commercio do Porto. 1 . p . arranjos florais fundidos em bronze prestam homenagem às principais batalhas travadas pelo Corpo Expedicionário Português na Grande Guerra. Commercio do Porto. 1 . Documentação Fontes Manuscritas: Actas da Comissão de Estética (1 9 2 7 . p. A Cidade do Porto. figuram obuses iguais aos utilizados na guerra. O Commercio do Porto 2 2 / 1 1 / 1 9 2 4 . fundida em bronze. Commercio do Porto. ff 1 9v-20. n° 2 5 . rodeado por grinaldas de flores. Commercio do Porto. figuram uma coroa de flores e uma lápide fundidas em bronze Programa: Comissão: Observações: Antes da inauguração deste monumento. Esculpidos na base. 1 . que demolido por decisão camarária. Commercio do Porto.3. Periódicos: A Águia. 1 . 2 3 / 1 / 1 9 2 5 . "afim de se evitar que elle continue a despertar o riso nas pessoas que para tal fim o vão visitar". de guarda.1 9 3 1 ) . 4 . 1 2 / 1 1 / 1 9 2 7 . pp. 1 . existiu no mesmo local um outro também destinado a homenagear os Mortos da Grande Guerra.3. p . Commercio do Porto. Na parte superior do padrão. Julho. Paris. p. 1 6 / 1 / 1 9 2 5 . Commercio do Porto. 1 6 / 4 / 1 9 2 5 . 1 9 1 4 . 1 2 / 1 / 1 9 2 6 . erguido em 11 -11 -1 9 2 4 por iniciativa da Junta Patriótica do Norte e de autoria de José de Oliveira H Ferreira. p . representado um Soldado trajando o capote rasgado pelos joelhos que era usado na Flandres para evitar a lama das trincheiras. p . Commercio do Porto 8 / 4 / 1 9 2 8 . 1 . 1 / 9 / 1 9 2 7 . uma cruz de guerra. no Museu Militar do Porto. ff 11 v-1 2.1 9 3 1 ). Commercio do Lugar de Memória Proto-modernismo/Neo-academismo Nível 1 . 2 6 e 2 7 . p. 9 2 . Commercio do Porto. Junto ao pavimento. 2 7 / 1 / 1 9 2 8 . 1 . aos mortos da Grande Guerra.. agora. 1918 Padrão de cerca de 7 metros de altura. no seu posto de Sentinela. Actas da Comissão de Estética ( 1 9 2 7 . Actas da Comissão de Estética (1 9 2 7 1 9 3 1 ) .Actas da Comissão de Estética (1 9 2 7 1 9 3 1 ). ff 26v-27v.9 5 . 1 0 / 4 / 1 9 2 8 . Estruturalmente idêntico ao M M G G de Maisons-Alfort. Maqueta e gesso da Sentinela do monumento actual. em 1 5-1 -1 9 2 5 . assente sobre uma base saliente em forma de cruz que na parte anterior serve de peanha a uma estátua de bronze. O Commercio do Porto. 9 / 4 / 1 9 2 7 .Nome: Criação: Aos Mortos da Grande Guerra 1927 Inauguração: 1928 D Data Escultor: Henrique Moreira Arquitecto: Manuel Marques Colaboração Industrial Marmorista Assinatura ! ! Localização: Praça de Carlos Alberto Freguesia Tipologia: Dimensão Vitória Monumento Grande I I I I Materiais: 3ronze e Mármore Fundição: C asa Sá Lemos Iniciativa: C amara Municipal do Porto Adjudica çãc Assunto: 1 Concurso Histórico D Memória Descritiva Modo de Implantação: de Fundo Outras Implantações: —I Estudos/Esboços Espaços Implantação: Praça Inscrições/Lápides Descrição Aos Mortos da Grande Guerra. ff 3 1 .

5 3 ) . 2 1 . P. 1 7 / 4 / 1 9 2 8 .1 . Amigos de Gaia. 16. Lisboa.2 4 e pp. n 2. Junhc dÏ 1 9 9 0 (pp. Amigos de Gaia. 4-6). Maio de 1 9 7 7 (pp. p.2. o - ■ ' j-v: Lugar de Memória Proto-modernismo/Neo-academismo Nível 1 . Maio de 1 9 8 3 ( p p .Porto. Commercio do Porto. 1 7 2 . 1 9 3 6 . n° 14. Homenagem de militares e de civis aos Mortos da Pátria. 6 / 1 / 1 9 3 1 p. Am gos de Gaia. 3 6 . n° 2 9 . 3338). Bibliografia Livros: Comissão dos Padrões da Grande Guerra (1 9 2 1 -1 9 3 6 ) . Relatório Geral.

Ofíc 2 7 8 / 7 0 do Conservador do Palácio de Cristal. Maria Gabriela Gomes de . 1 9 3 4 .Pareceres (1 9 6 8 a 1 9 7 2 ) . Inventário Artístico de Portugal. VNGaia. Parecer n° 8 2 / 7 0 . Oliveira. Henrique. Joaquim Saial. Lisboa. Sob o manto que se abre na frente a perna direita avança. 28/1 2 / 6 7 . Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . João III em 1 9 7 0 Documentação Comercio do Porto. XIII. Programa: Comi! Observações: ZJ Figurou na Exposição Colonial de Paris de 1931 e posteriormente na Exposição Colonial do Porto de 1 9 3 4 . 1 .333/7O/RU Bibliografia Galvão. Porto. Outubro de 1 9 4 0 . transitando para o Largo de D. Acciaiuoli. Diabo n° 4 . Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . Litografia Nacional. exibindo uma possante musculatura expressionisticamente desenhada e tratada.Nome: Criação: Afonso de Albuquerque J Estudos/Esboços Modo de implantação: Lateral Outras Implantações: Espaços Implantação: Praça Inscrições/Lápides Descrição Estátua pedestre representando o vice-rei trajando longa capa sobre os ombros. p . 8 . 1 3 3 . 1 9 9 8 . Album Comemorativo da I Exposição Colonial Portuguesa. Livros Horizonte. Litografia Nacional. p. Informação n° 1. Maria Clementina Quaresma. Estatuária Portuguesa dos Anos 3 0 . como todo o mais na estátua. Exposições do Estado Novo 1 9 3 4 . Biblioteca Pública de Gaia. Margarida. Subsídos para uma Biografia crítica.Diogo de Macedo. A N B A . p.1 9 4 0 . 21 de Julho de 1 9 3 4 . n° 3 0 . Vol. Lugar de Memória Resgate Nível 1 . 1 9 9 5 . Lisboa. Porto. 1 9 3 4 . coifa na cabeça e exibindo na mão direita um castelo enquanto com a esquerda segura contra o corpo uma espada. República. Ocidente.Pareceres (1 9 6 8 a 1 9 7 2 ) Parecer n° 7 / 6 8 . 101 Clichés Fotográficos de Alvão. 1 9 7 4 . 2 5 / 5 / 1 9 3 1 . 1 9 9 1 .

Durante vários anos manteve-se nos Jardins do Palácio de Cristal. Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . p . conferem ao monumento uma arrojada feição modernista Programa: Comissão: Organizadora da Exposição Colonial: António Calem.. Comercio do Porto 3 0 / 9 / 1 9 3 4 .Ricardo Spratley. o médico.1 3 .Pareceres (1 951 a 1 9 6 7 ) . Comercio do Porto. 1 2/6/1 9 3 4 . a mulher. a serpente e o galo. Tenente Coronel Júlio Garcês de Lencastre. até que por iniciativa do Presidente da Câmara Paulo Valada foi recuperado em 1 9 8 4 e implantado na Praça do Império Documentação Decreto N ° 2 2 . um certo efeito circular reforçado pelo plinto que se larga nos flancos até ao solo em volumetrias cúbicas. 1 6 / 1 0 / 1 9 3 4 . que personificam a colonização portuguesa. o caduceu.Espaços Implantação: Praça Inscrições/Lápides A o Esforço Colonial Português/Em Comemoração da 1 a Exposição Colonial Portuguesa no Porto de 1 6 de junho a 3 0 de Setembro de 1 9 3 4 Descrição Padrão com as armas de Portugal esculpidas no topo.José da Fonseca Menéres. Depuração e ornamental e formal. 9 8 7 de 28 de Agosto de 1 9 3 3 . ff 2 8 . formado por um esguio pilar sustido com dois altos contrafortes logo reforçados por outros dois mais estreitos que conferem ao monumento. Presidente. 1 9/8/1 9 4 5 . ff 1 2-1 3. Gens. escalonadas em degraus. em sugestiva alusão ao faseio. Em cada uma delas um atributo as distingue: o guerreiro. Comercio do Porto. a espiga. Após o encerramento da Exposição. 1 . João Mimoso Moreira. foi assinado um contrato para a sua transposição para granito de S. Em torno do padrão.. Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia (1 6/1 2/1 9 4 1 a 31 -1 2-1 9 5 0 ) . António F. Domingues de freitas. obra levada a cabo pelo escultor Sousa Caldas.1 9 5 0 ) . 1 / 3 / 1 9 4 3 . Boletim da Câmara Municipal do Lugar de Memória Resgate Nível 1 . 5/3/1 9 4 3 . Capitão Henrique Galvão. a cruz/ o comerciante. p.. Eng° Francisco Xavier Esteves. agarrando-se firmemente com as mãos a uma corrente que circunda o conjunto.Manuel Caetano de Oliveira e Jorge Viterbo Ferreira Observações: Figurou na Exposição Colonial do Porto de 1 9 3 4 .o agricultor.. Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia ( 1 6 / 1 2 / 1 9 4 1 a 3 1 .1 9 5 0 ) . 1 . Raul de Souza Ferreira. proeminentes seios. o missionário.1 . Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia (1 6/1 2/1 9 4 1 a 31 -1 2 . construído em materiais perecíveis (estafe). ff 1 2 . e com três metros de altura. Parecer n° 2 0 / 5 4 .2 9 v . p. figuram seis personagens alegóricas de feições mussolinianas.1 2 . a espada. e depois da remodelação deste foi desmantelado.

..6 6 7 . 1 9 9 8 . Bibliografia ' ■ ' ' ■ ■ Lugar de Memória Resgate Nível 1 . 61 0-61 1 .Pareceres ( 1 9 5 1 a 1 9 6 7 ) . Margarida. Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . Joaquim Saial. 1 2 9 . Henrique. N ° 1 0 4 4 . Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . Exposições do Estado Novo 1 9 3 4 .. Actas da Comissão Administrativa Sessão de 1 8 / 1 / 1 9 7 2 . Lisboa. Sessão de 1 7/1 1/1 9 5 9 . Litografia Nacional. Parecer n° 1 1/56. Estatuária Portuguesa dos Anos 3 0 .N ° 1 2 3 7 . Comissão Municipal de Arte e Arqueologia .1 9 4 0 . Livros Horizonte. 1 9 3 4 . Lisboa.Porto. 1 9 3 4 . 6 6 6 .1 3 0 . 2 6 de Dezemb de 1 959.Pareceres ( 1 9 5 1 a 1 9 6 7 ) . Inventário Artístico de Portugal. Boletim da Câmara Municipal do Porto. Galvão. Boletim da Câmara Municipal do Porto.6 0 6 . 101 Clichés F otográficos de Alvão. 1 991 . Parecer n° 20/63.Actas da Comissão Administrativa. pp. 6 5 6 6 5 7 . Acciaiuoli. Parecer n° 4 9 / 6 9 . Porto. 1 9 9 5 . pp. 6 0 5 . Litografia Nacional. Sessão de 2 0 / 3 / 1 9 5 6 . 1 4 de Abril de 1 9 5 6 .Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . Actas da Comissão Administrativa.Pareceres ( 1 9 5 1 a 1 9 6 7 ) . pp. XIII. 1 5 de Julho de 1 9 7 2 .Pareceres (1 968 a 1 9 7 2 ) . A N B A . Vol. Porto. N ° 1 8 9 2 . Album Comemorativo da I Exposição Colonial Portuguesa. Parecer n° 4 7 / 5 9 . Maria Clementina Quaresma.

sobrepujado por um grupo escultórico de bronze composto por um leão e uma águia. as figuras. e a figura de uma mãe chorosa prestes a ser tragada pelas águas. Champallimaud. onde. e do tenente Adelino Augusto da Fonseca . em 1 8 0 9 . vêem-se. dos generais Silveira. a data de MDCCCVIII e na parte posterior a de M D C C C I X . Diário do Governo n° 1 85 de 2 0 de Agosto de 1 9 0 8 / Decreto de 1 9 de Agosto de 1 9 0 8 . referem-se exclusivamente à 1 a e 2 a invasões. n° 1 4 6 de 5/7/1 9 0 9 [.. o monumento commemorativo a que aquella cidade tem [. tenente coronel Christovam Aires de Magalhães Sepúlveda. Silveira. Lugar de Memória Fin-de-siècle Nível 1 . heróis do exército português que dominam. Diário do Governo n° 105 de 11 de Maio de 1 9 0 8 / Decreto de 2 de Maio de 1 9 0 8 . Vereações. sobre o fuste. Champallimaud e Ebben.. Comissão: Oficial Executiva: Presidente General João Carlos Rodrigues da Costa. em impressiva composição.. se mesclam. na capital do norte.] e as ordens do dia de Programa: Diário do Governo. N o lado Nascente e Poente. ! de 1 3 de maio de 1 8 1 3 .] direito. Ebben. Idem. Bernardim Freire.. a Observações: Obra iniciada em 1 9 0 9 (lançamento da 1 Pedra dia 0 5 / 0 7 / 1 9 0 9 . exaltando [. dominada por aquele. [. coronéis Alfredo Pereira Taveira de Magalhães e Maximiliano Eugénio de Azevedo. na profusão do bronze. acentuando o carácter local e regional do monumento. os alicerces sobre os quaes a posteridade teria de levantar. em representação respectivamente dos exércitos peninsular e napoleónico. em simbólica oposição.. figuras alegóricas e acontecimentos reais. envolvendo forças militares e populares. Na frente da coluna. em baixo relevo.. majores João Severo da Cunha e Guilherme Luis dos Santos Ferreira. designadas pelas suas armas.} A carta regia . Manuel II) e inaugurada em 2 7 / 0 5 / 1 9 5 2 . destacam-se a figura de uma Vitória que incita à rebelião.. capitães José Justino Teixeira Botelho e Amílcar de Castro Abreu e Mota.] os heróicos trabalhos de Bernardim Freire. Beresford. (com a presença do PR). Junto da base. A H M P . a luta feroz que se desenvolve nos flancos do pedestal. eram. sem nela directamente participar. apresentando pronunciada entase. Victoria e tantos outros. ha um século. numa alusão à tragédia da ponte das barcas. com a presença de D. em representação do heroísmo. empunhando a bandeira da Pátria e a espada da insurreição. em representação do sacrifício. Ajardinamento da Praça da Boavista: 1 9 0 7 Documentação Legislação Portuguesa.Nome: Criação |Heróis da Guerra Peninsular Espaços Implantação: Praça I nscrições/Lápides Descrição Coluna de granito com capitel dórico..

M . A . 1 9 9 2 .A ... Bibliografii PERIÓDICOS: Primeiro de Janeiro de 2 2 de Maio de 1 9 0 7 . Vereações. Vereações. . Joaquim . Paris. Lisboa. . Papelaria Fernandes. Lisboa. Ilustração Portuguesa. A t e . Livro 1 4 9 . António Cardoso Pinheiro de 0 Arquitecto José Marques da Silva e a Arquitectura do Norte de Portugal na 1 a Metade do Século XX. M . texto policopiado. Carta do Pintor Abel Cardoso a Marques da Silva de 1 6 de Janeiro de 1 9 4 7 . 10 de Março de 1 9 0 9 . Primeiro de Janeiro de 5 de Dezembro de 1 9 4 6 . de 5 de Dezembro de 1 9 4 6 . Comissão Oficial Executiva. S .Estatuária Portuguesa dos Anos 3 0 . n° 1 1 2 3 . ( 1 9 1 3 . Decreto n° 1 6 . Seara Nova. França. M . O Comércio do Porto. Il Vol. 21 de Junho de 1 9 0 9 . Maria Clementina de Carvalho. 1 9 2 3 . Carta de Alves de Sousa a Da Júlia Lopes Martins.A M S . Cidade do Porto. Livro 1 5 0 . Volume XXXII.Quaresma. O Comércio do Porto de 1 1 de Fevereiro de 1 9 4 1 .. ff 29-29v. Livro 1 5 7 . M . JoséAugusto . Carta de Alves de Sousa a Da Júlia Lopes Martins. 1 993. S . 7 de Março de 1 91 0 . Inventário Artístico de Portugal. O Occidente. A H M P . O Primeiro de Janeiro de 1 1 de Fevereiro de 1 9 4 1 . Diário de Notícias de 29 de Outubro de 1 9 3 3 . Livro 1 5 0 .idem. Imprensa Nacional de Lisboa. 21 1 . A H M P . . Bertrand.. Diário de Notícias de 1 1 de Maio de 1 9 3 9 . S . ff 1 3 8 . Vereações. A M S .Livro 47 ff 3 4 . idem. Diário de Notícias de 28 de Outubro de 1 9 3 3 . Actas Contas e Bibliografia. n° 6 2 . 1 9 9 5 Lugar de Memória Fin-de-siècle Nível 1 . de 23 de Fevereiro de 1 9 1 0. Diário de Notícias de 3 de Novembro de 1 9 3 3 . Porto. Primeiro de Janeiro de 1 de Outubro de 1 9 0 8 . . 1 91 3. Diário de Notícias de 1 3 de Novembro de 1 9 3 3 . Paris. Fevereiro de 1 91 0. (1 9 0 8 . de 10 de Março de 1 91 0.1 9 3 3 ) .4 6 . 5 4 5 . Tese de Doutoramento. Jornal de Notícias. . . 1 de Abril de 1 9 0 9 . Paris. de 2 0 de Julho de 1 9 0 9 . 1 9 3 3 . Bertrand. Actas Contas e Bibliografia. de 5 de Julho de 1 9 0 9 . Diário do Governo n° 1 4 6 . ff.. Lisboa. Paris. O Occidente. LIVROS: Comissão Oficial Executiva. Carvalho.Carta de Alves de Sousa a D" Júlia Lopes Martins. 1 9v. ff 107.. Carta de Aves de Sousa a Marques da Silva.A Arte em Portugal no Século XIX. Comércio do Porto de 0 6 de Setembro de 1 9 3 5 . A Palavra de 23 de Fevereiro de 1 9 1 0 . Saial. Carta do General João Leite de Castro da Comissão Oficial Executiva do Centenário da Guerra Peninsular. A H M P . 1 2 de Fevereiro de 1 909. A . A . de 28 de Fevereiro de 1 9 2 9 . Lisboa. S . Diário de Notícias de 9 de Janeiro de 1 9 3 3 . ff 4 5 v .1 91 2 ) . Porto. n° 1 1 0 0 . Volume XXXIII. 1 9 6 6 .

a declamar os seus versos. 3 7 2 .Boletim da Câmara Municipal do Porto. Actas da Comissão Administrativa.2 4 1 . 3 3 9 . 2 1 / 1 1 / 1 9 5 3 Despachos da Presidência . 9 de Junho de 1 9 5 1 . imprime movimento à composição. na composição.8 2 . 2 3 / 1 / 1 9 5 4 . N ° 9 3 6 . pp. 7/11/1 9 5 3 . pp. pp. O braço esquerdo. 9 8 . Boletim da Câmara Municipal do Porto. Sessão de 1 7/1/1 9 5 0 . são representadas de forma angulosa e facetada. 2 3 1 . pp.3 7 3 . Boletim da Câmara Municipal do Porto. Sessão de 1 0 / 4 / 1 9 5 1 . O braço direito. Boletim da Câmara Municipal do Porto. 2 0 de Março de 1 9 5 4 . Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia (1 6/1 2/1 9 4 1 a 31-1 21 9 5 0 ) . Boletim da Câmara Municipal do Porto. N ° 9 2 8 . 2 0 / 3 / 1 9 5 0 .4 6 . 2 4 8 . 8 1 .2 7 6 . n° 791 . Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . 3 1 3 . Actas da Comissão Administrativa. n° 7 2 2 . ff 4 5 . sentado. 1 4 de Fevereiro de 1 9 5 0 . 315. Boletim da Câmara Municipal do Porto. introduzindo um contraponto mundano. n° 6 5 8 . em arrebatado êxtase emocional. Parecer n° 1 9 / 5 3 .N ° 9 2 8 ... Actas da Comissão Administrativa. As pernas afastadas. Despachos da Presidência. Ordens de Serviço. Presidência/Ordens de Serviço. Sessão de 1 3/1 0/1 9 5 3 . pp. pp. N ° 9 1 1 . O rosto. A figura globalmente é concebida como um bloco Programa: Comissão: Observações: Documentação Boletim da Câmara Municipal do Porto. 2 7 2 . representando o poeta. Boletim da Câmara Municipal do Porto. pousa sobre o joelho. 2 3 8 . pp. erguido em gesto declamatório. pp. enquanto a mão segura um par de luvas. Actas da Comissão Administrativa Lugar de Memória Compromisso/Contestação Nível 1 . 7 / 1 1 / 1 9 5 3 . exprimindo a demanda transcendental e a natureza nefável do poema. n° 6 8 5 . Boletim da Câmara Municipal do Porto.2 4 9 . Boletim da Câmara Municipal do Porto. 2 1 9 . Adjudicações. pp. Boletim da Câmara Municipal do Porto. N ° 91 9. N ° 91 7. visando o alto. pp.Nome: Criação Almeida Garrett Espaços Implantação: Praça Inscrições/Lápides Descriçi Figura assente sobre elevado plinto prismático de granito. 2 3 / 1 / 1 9 5 4 . irrompe sobre a massa complexa do tronco envolto numa capa que se decompõe em formas e planos geométricos que sugerem leituras de alguma abstracção e grande tensão dramática.Pareceres (1 951 a 1 9 6 7 ) .

Reunião Ordinária de 2 4 / 8 / 1 9 7 9 . Comissão Municipal de A t e e Arqueolosia . N ° 2 2 6 2 . Laborde.. Lugar de Memória Compromisso/Contestação Nível 1 . 3 8 0 . Rafael.Pareceres (1 951 a 1 9 6 7 ) . 1 7 / 5 / 1 9 3 3 .Primeiro de Janeiro. Parecer n° 1 3 / 5 4 . Parecer n° 7 / 6 2 . 1 9 8 1 . A Estatuária do Porto. 6 4 5 . Paes.Pareceres (1 951 a 1 9 6 7 ) . pp. N ° 2 2 5 7 . A A t e em Portusal no Século XX. Comissão Municipal de Arte e Arqueolosia . Parecer n° 1 5 / 5 7 . 2 0 de Julho de 1 9 7 9 . pp. Porto. Manuel.3 8 1 . 1 9 6 5 . Exposição Retrospectiva. 1 9 8 7 . Parecer n° 1 9 / 5 9 . 1 . ESBAP. Reunião Ordinária de 2 0 / 7 / 1 9 7 9 . Boletim da Câmara Municipal do Porto. in Colóquio. Salles.Pareceres ( 1 9 5 1 a 1 9 6 7 ) . p . Mestre Barata Feyo. José Aususto. 1 9 9 1 . p. 1 1 0 2 . Comissão Municipal de Arte e Arqueolosia . Empresa Nacional de Publicidade. 24 de Asosto de 1 9 7 9 .Sessão de 9 / 2 / 1 9 5 4 .5. 1 9 6 6 . Boletim da Câmara Municipal do Porto. n° 3 4 . França. Barata Feyo. Comissão Municipal de Arte e Arqueóloga . _ _ ^ Mendes. 1 2 / 1 1 / 5 4 .Pareceres (1 9 5 1 a 1 9 6 7 ) . Bibliografia Periódicos: Comercio do Porto. pp.

Sessão de 2 8 / 6 / 1 9 3 6 . Arte em Portugal no séc XX. ff 4 5 . O braço esquerdo. ora desenvolvem formas que se autonomizam. Presidente Dr.m da . as sandálias acentuam o pendor classrco da representação reforçado também pe-la configuração da base. repousa numa almofada que serve de apoio. Contrato celebrado a 27/1/50 rosa Documentação Boletim da Câmara Municipal do Porto. p. junto a um espelho de água. Sob a presidência do dr Luís de Pina resolveu-se erguer um monumento a Rosália de Castro poetisa galega. A mão direita segura um livro. Na cabeça F ressaltam sulcos estilizados representando as ondulações do cabelo. n° 6 6 9 . ligeiramente erguido fita o alto.. em forma de triclinium estilizado Programa: Comissão: Observações: "Grafismo decorativo ideal" (JAF . cobre-* com uma veste sóbria que se confunde com o pró-prio corpo. O rosto.n° 7 2 2 .4 6 . N ° 4 6 5 . ff Escultura encomendada a Barata F eyo ainda em tempo de Luís de Pina. Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia (1 6/1 2/1 9 4 1 a 31 -1 2-1 9 5 0 ) . Actas da Comissão Municipal de Arte e Aqueologia (1 6/1 2/1 9 4 1 a 31 -1 2-1 9 5 0 ) . 2 7 0 ) Em sessão de 2 8 / 0 6 / 3 6 . n° ■ Actas da Comissão Administrativa. Alfredo Magalhães que a Câmara desse o nome de Galiza a uma praça em construção situada entre as ruas do Campo Alegre e de Júlio Dinis. Bolet. a Comissão Administrativa de C M P deliberou sob proposta do Dr. Boletim da Câmara Municipal do Porto. dobrado pelo cotovelo.Nome: Criação: Rosalia de Castro 1951 Inauguração: 1954 u Data Escultor: Salvador Barata F eyo Arquitect _: Colaboração: António F erreira (base) u Assinatura I Localização: Praça da Galiza Freguesia Tipologia: Dimensão /*/lassarelos Estátua Média Materiais: <jranito Rosa Fundição: Iniciativa: Ctâmara Municipal do Porto Adjudicaçãc> Assunto: Encomenda Literário I L JMemória Descritiva Estudos/Esboços] Modo de Implantação: Lateral Espaços Implantação: Praça Inscrições/Lápides Descrição Rosália [ igura reclinadas atitude contemplativa. segundo um esquema de composição de pendor de-co-rativo. So-bre as pernas cruzadas. repousam finos panejamentos que ora se adaptam ao corpo e ao seu apoio. 8 0 5 . Nos pés. o direito. O tronco. Gala de Murgia de Castro. repousam finos panejamentos que ora se adaptam ao corpo e ao seu apoio. torcido sobre o plano da base. José Albino Machado Vaz. filha da poetisa. as sandálias acentuam o pendor clássico da representação reforçado também pela configuração da base. Material: gramto Lugar de Memória Compromisso/Contestação Nível 1 . em forma de triclinium estilizado. Nos pés. Inauguração 3 de Agosto de 1 9 5 4 com a presença de D». pp 1 4 4 . repousa sobre o regaço. 231 . Sobre as pernas cruzadas.2 9 . segundo um esquema de composição de pendor decorativo. pp. Boletim da Câmara Municipal do Porto. pp. ora desenvolvem formas que se autonomizam. acompanhando o tronco.um livro.. Câmara Municipal do Porto.

1 9 6 6 . n° 5/51 . 1981.Laborde. Manuel. 2 a Série. ESBAP.2. Ocidente. Salles. 1 9 6 5 . Exposição Retrospectiva. Barata F eyo.N ° 7 8 8 . 1-2. Boletim da Câmara Municipal do Porto. N ° 9 4 3 . N° 9 4 2 . XLIX.46v. n° 3 4 . Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . 4 7 . pp. pp. Rafael. 1 9 8 7 . Vol.Pareceres ( 1 9 5 1 a 1 9 6 7 ) . 6 4 . José Augusto. 1 37139. Paes. Mestre Barata F eyo. 3 / 8 / 1 9 3 4 . Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . p. Mendes. N ° 9 5 7 .. Lisboa. ■ ■ ' ' Lugar de Memória Compromisso/Contestação Nível 1 . Álvaro Pinto. Boletim da Câmara Municipal do Porto nc 9 6 4 . 1 9 9 1 .. Boletim da Câmara Municipal do Porto. 6 8 4 . pp. F rança. pp.Pareceres ( 1 9 5 1 a 1 9 6 7 ) . Boletim da Câmara Municipal do Porto. n° 1 6 / 5 2 . Empresa Nacional de Publicidade. in Colóquio. pp. A Estatuária do Porto. Porto. A Arte em Portugal no Século XX. 1 9 5 5 . Boletim da Câmara Municipal do Porto. Bibliografia Periódicos: Comercio do Porto.

Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . n° 8 / 5 3 .Pareceres (1 9 5 1 a 1 9 6 7 ) P n° 5 5 / 6 3 . Lisboa. Bibliografia I A A W . Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . 1 0 de Abril de 1 9 5 4 . B o l e a d a Câmara Municipal do Porto. Boletim da Câmara Municipal do Porto. 5 9 9 . pp. Reunião de 1 0 / 8 / 5 4 . 1 5 3 .Pareceres (1 9 5 1 a 1 9 6 7 ) P. em atitude desabrida frente ao edifício da Cadeia da Relação. como metáfora da sua postura irreverente de venado da vida. Leopoldo de Almeida. bengala e chapéu na mão e de pernas afastadas. Museu da Cidade. ^ Programa: Comissão: Observações: Documentação Comissão Municipal de Arte e Arqueologia .Nome: Criação: Escultor: |Ramalho Ortigão Arquitecto: Colaboração: Serafim da Silva Lopes (plinto) Localização: Jardim de João Chagas Freguesia Espaços Implantação Inscrições/Lápides Descrição Ramalho Ortigão Estátua pedestre representando o escritor trajando à época com a cabeça destapada.N ° 9 3 9 . n° 9 6 4 . pp. 1 9 9 8 D Lugar de Memória Compromisso/Contestação Nível 1 .Pareceres (1 951 a 1 9 6 7 ) P n° 1 4 / 6 6 .

desbasta a madeira para as embarcações.unto um subtil recorte intemporal. do Centro de Estudos Humanísticos do Instituto de Alta Cultura. e Pr. e António Cruz.Espaços Implantação: |jardim Público Inscrições/Lápides Descrição [Frota do Infante/Ceuta 1 41 5 / À Grei que lhe deu navios e provisões e nela embarcou/Porto 1 9 6 0 Composição integrando três figuras. Pinto Ferreira e Prof. uma de pé e duas curvadas a trabalhar junto a uma embarcação estilizada sugerida pela Lha de proa que se eleva até formar uma vela.. uma outra figura.Vogais: Prof. A r q ° Rogério de Azevedo da Câmara Municipal do Porto Desenho do Jardim e espaço envolvente dos Arq° Luís Carvalho Cunha e Vasco Macieira Mendes. A primeira figura (um capitão da frota do Infante?) observa. 1 9 5 9 .Prof. e Drs Artur de Magalhães Basto. Luís de Pina. a Irnha do horizonte em atitude atenta e expectante. h. e introduzindo uma nota de enigmática modernidade Programa: Comissão: Presidente. Na parte posterior. O facto das figuras não exibirem traje confere ao con. Doutores Fernando Magano. alusiva aos carpinteiros navais. Inaugurado em 27/08/1960 Documentação Bibliografia [Catálogo da VIII Exposição Magna da ESBAP. a terceira figura talha as carnes de um boi já despojado das suas vísceras aludindo a oferta de provisões das populações do Porto para a expedição a Ceuta. Reitor da Universidade do Porto. Doutor Amândio Joaquim Tavares. A seu lado.rto. . não o conotando com nenhuma época histórica específica. Observações: Lugar de Memória Renovação Nível 1 .

emergindo de uma imponente gola tomada do retrato póstumo de Fernão Telles de Meneses. Maria da Glória. de 1 5 8 1 . Irene Vilar. 1 9 9 1 Lugar de Memória (internacionalização/Individualização Nível 1 . recortado pela altura do cabelo e com o olho direito vazado. Porto. Programa: Comissão: Observações: Documentação Bibliografia [Padrão.Tipologia: Dimensão Materiais: Iniciativa: Câmara Municipal do Porto Adjudicação Assunto Encomenda Literário Estudos/Esboços! Modo de Implantação Espaços Implantação: Placa Ajardinada Inscrições/Lápides Descrição Máscara representando em alongada silhueta o rosto do Poeta.

Porto. a figura de um jovem parece suportar.Nome: Criação: Escultor | A Ferreira de Castro Fundição: Iniciativa: Internacional Adjudicação Assunto: Literário Modo de Implantação: |Lateral Estudos/Esboços Espaços Implantação: Placa Ajardinada Inscrições/Lápides A Ferreira de Castro/Sonho de uma humanidade/Homenagem da Associação Internacional dos Amigos de Ferreira de Castro e dos Artistas Luso-Brasileiros/1 8 9 8 1 91 1 1 9 3 0 1 9 7 4 M C M L X X X V I I I No Alto Cume da Consciência do Mundo a Flor da Paz Descrição ^d^ipedTdeTro^elon^eis^rosle^^ graus Ajoelhado junto à base do paralelipípedo.al da obra do escritor. Nas laces do bloco.ótco intencional. saliente. em parte. Programa: | Comissão: Cwia^kThrtemadonal dos Arnigoslele^reira de C a s W ^ e " t e j u ^ c o A n d ^ a d e A l v e s ^ Observações: Documentação Bibliografia Periódicos: Jornal de Notícias. A utilização simultânea de todos estes elementos parece indicar a presença de um exercíao sem. grafitti. 2 3 / 6 / 1 9 8 7 Livros: José Rodrigues. donde sobressaem três figuras Uma representa o homem libertado. 1 9 9 0 . desenhos e formas relevadas. figuram múltiplas inscrições. cruzadas. Lugar de Memória Internacionalização/Individualização Nível 1 . passível de se converter em discurso(s). o bloco pnnapal.. que contrariam a inclinação da peça. Prémio Soctip.ecçao mund. Os dois elementos que penetram no paralelipípedo simbolizam a pro. outra uma figura de mulher e criança que evocam a tragédia humana e a última.Jornal de Notícias. . 30/7/1985. que e trespassado por duas barras longitudinais de secção cilíndrica. . é a de um homem desbravando a natureza e dominando-a.

com uma fresta vertical apontada ao centro que divide o semi-círculo em sectores circulares iguais. Construção semicircular monumental revestido por placas de Sranito polido negro.Nome: . formam entre si um ângulo lige. ligeiramente flectidos. 1 7 de Novembro de 1 9 8 9 Descrição . Polimento da pedra cria um efeito de espelhamento que reflecte as imagens que circundam o vasto espaço em que está implantada a obra.ramente superior a 1 8 0 graus.nação: Escultor: Zulmira de Carvalho Arquitecto: Colaboração: Localização: Cemitério do Prado do Repouso Fre9uesia Tipologia: Dimensão Materiais Fundição: Iniciativa: Câmara Municipal do Porto Adjudicação Assunto Estudos/Esboços Modo de Implantação Encomenda Monumento Espaços Implantação: Cemitério Inscrições/Lápides A Câmara Municipal do Porto honra a Memória dos portuenses ilustres e humildes que desde há 1 5 0 aqui são inumados. Minimalismo Programa: Comissão: Observações: [Monumento comemorativo dos 1 5 0 anos do Cemitério do Prado do Repouso^ Documentação [Serigrafia (datada de 1 9 9 0 ) Bibliografia z\ Lugar de Memória Internacionalização/Individualização Nível 1 . Sobriedade de linhas e pureza de forma.. cujos planos.

Até hoje. Documentação Bibliografia Lugar de Memória Internacionalização/Individualização Nível 1 . unidas.Nome: Criação A Willy Brandt Espaços Implantação: Inscrições/Lápides Eixo Urbano A Willy Brandt (1 91 3-1 9 9 2 ) / Resistente do Nazismo/Chanceler da RFA/Presidente da Internacional Socialista/Lutador pela Liberdade/Amiso de Portugal Descrição F o ^ ã o ^ r n l c ^ T d T p i r â r n i d e truncada.ecto de actos de vandalismo que chegaram a obrigar o destacamento de um agente da PSP para o guardar. em expressiva simbiose. -—- Programa: Comissão: Observações: Desde o início indesejado dos moradores da zona. naquele local devena hgurar. um maciço relvado ampara e prolonga a parte construída. Na parte posterior. projectando-se à maneira de uma sombra. este monumento tem sido sistematicamente ob. não o monumento a Willy Brandt «o amigo do Mário Soares» mas sim ao Marechal Gomes da Costa. enquanto fotografávamos um desses grafittis. em alusiva simbolização da divisão da Alemanha e da contribuição do homenageado para a sua reunificação. . De acordo com um depoimento de um dos moradores da zona. as vandalizaçoes nao 3 têm passado de derramamentos de tinta no busto e inscrição de grafittis nos plintos. e que servem de pano de fundo a um busto implantado à altura dos ombros sobre duas placas de ferro maciço separadas entre si por uma distância equivalente à largura da cabeça. no passeio. cuja lace (rontal se d i v i d 7 e n T e s ^ s l o 7 a l c o s que formam outras^antas flore. colhido por nós.ras delimitadas por placas de granito. no local. Flores e relva contrastam fortemente com a expressão grave da figura humana e com a rudeza e aspereza do metal. que lhe servem de plinto e que se prolongam.

Lugares de Memória Nível 2 .

Câmara de VNGaia. Memórias de uma Vida. António Teixeira. A o Correr da Pena.Nome: Criação: Escultor: Anjo nauguraçao: João Charters de Almeida Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Cemitério de Agramonte Freguesia: Ciclo Cedofeita Assunto: Religioso Lugar de Memória magem Renovação Nível 2 Intenção: Rememorativa Tratamento: Bibliografia: Nome: Criação: Escultor: Soares dos Reis 1901 António Teixeira Lopes Inauguração: 1901 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Jardim da Faculdade de Belas Artes do Porto Freguesia: Ciclo: Fin-de-siècle Nível 2 Intenção: Rememorativa Assunto: Artístico Lugar de Memória Busto Tratamento: Bibliografia: Lopes. 1 9 6 8 .

Biblioteca Pública de Gaia. Abel Salazar Freguesia: Ciclo: Miragaia Assunto: Literáric Fin-de-siècle Intenção: <ememorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: . VNGaia 1 9 7 4 Nome: Criação: Escultor: Júlio Di 1925 João da Silva Inauguração: 1926 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Cooperativa dos Pedreiros Lugar de Memória Monumento íronze e Granito Localização: Largo do Prof. Maria Gabriela Gomes de .Diogo de Macedo.Nome: Criação: Escultor: Sampaio bruno 1917 Diogo de Macedo Inauguração: 1917 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Biblioteca Municipal do Porto Freguesia: Ciclo: Bonfir Assunto: Literáric Lugar de Memória iusto Fin-de-siècle Intenção: Rememorativa Tratamento: Nível 2 Bibl ograna: Oliveira. Subsídos para uma Biografia cri ica.

Notas de Arte em O Ocidente. de 1 9 3 9 .Nome: Criação: Escultor: António Nobre 1892 Costa Correia da Silva Inauguração: 1927 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Henrique Moreira (motivos decorativos) Lugar de Memória Monumento-busto Bronze e Mármore Localização: Jardim de João Chagas Freguesia: Ciclo: Vitória Assunto: Literário Fin-de-siècle Intenção: Rememora tiva Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Macedo. Lázaro Freguesia: Ciclo: Fin-de-siècle Intenção: cememorativa Assunto: Artístico Tratamento: Nível 2 Bibliografia : . 2 4 3 . Out. I. Dez. Diogo. Vol. 257 Nome: Criação: Escultor: A Marques de Oliveira nauguraçao: Antonio Soares dos Reis Marques da Silva 1929 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Memória Monumento-busto Sronze e Mán Mármore Localização: Jardim de S. p. 1 9 3 9 . idem. p.

Nome: Criação: A o Dr. Alfredo de Magalhães Nome: Criação: Escultor: A Universidade Inauguração: João da Silva 1948 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Memória Estátua Pedestre Granito Localização: Átrio da Faculdade de Ciências Freguesia : Ciclo Vitória Assunto: Alegórico Fin-de-siècle Intenção: Rememora tiva Tratamento: Bibliografia: .

Museu da Cidade. Exposição Retrospectiva. Barata Feyo. Salles.Nome: Criação: Escultor: Silva Porto Inau. Empresa Nacional de Publicidade. 1998 . ESBAP. 1981 Nome: Criação: Escultor: Guilhermina Suggia 1952 Leopoldo de Almeida Inauguração: 1953 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Memór susto Bronze e Granito Localização: Jardim do Conservatório de Música Freguesic Ciclo: Cedofeita Compromisso/Contestação Nível 2 Intenção: Rememorativa Assunto: Artístico Tratamento: Bibliografia: A A W . iguraçao: Salvador Barata Feyo 1950 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Bronze e Granito Lugar de Memór Localização: Jardim de S. Leopoldo de Almeida. 1 9 6 6 . Lisboa. Porto. Lázaro Freguesia : Ciclo: Bonfin Assunto: Artistic Compromisso/Contestação Tratamento: Bibliografia: Nível 2 Intenção: Rememorativa Paes. Mestre Barata Feyo.

3 3 .. n° 2.2 4 e pp. Maio de 1 9 7 7 (pp.3 8 ) .5 3 ) . 3 6 . Ricardo Jorge Inauguração: Eduardo Tavares 1958 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Jardim do Hospital de S. Antonio de Castro Meireles nauguraçao: Henrique M o 1955 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Rua da Prelada Freguesia: Ciclo: Ramalde Assunto: Eclesiástico Lugar de Memória Estátua Proto-modernismo/Neo-academismo Intenção: Rememora tiva Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Amigos de Gaia. Porto. Maio de 1 9 8 3 ( p p . João Freguesia: Ciclo: Paranho Assunto: Científi Lugar de Memória Estátua Pedestre Compromisso/Contestação Intenção: Rememora tiva Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Eduardo Tavares (1 91 8-1 991 ). 1 9 9 5 . 2 1 . Junho de 1 9 9 0 (pp. n° 2 9 . 4-6). Nome: Criação: Escultor: Dr. FBAP.Nome: Criação Escultor: D. n° 1 4.Amigos de Gaia. Amigos de Gaia.

Nome: Criação: Escultor: p o ã o Pedro Ribeiro Inauguração: 1961 $ f í \ Gustavo Bastos Rodrigues Lima JBÊ Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Freguesia: Ciclo: 1 : . Nome: Criação: Escultor: João das Regras 1960 nauguraçao: 1961 José F ernandes de Sousa Caldas Rodrigues Lima Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Freguesia: Ciclo: Lugar de Memória Estátua Pedestre Granito Palácio da Justiça Miragaia Resgate Nível 2 Intenção: Rememorativa Assunto: Histórico Tratamento: Bibliografia: . : ' -.'-■■. 1959. A^^K^ .>^| """--.■ ■. . . .-■. • . . : ' ■ Lugar de Memória Estátua Pedestre Granito Palácio da Justiça Miragaia Compromisso/Contestação Nível 2 Assunto: Histórico MÊÊ i Tratamento: Intenção: Rememorativa Bibliografia: Catálogo da V I I I Exposição Magna da E S B A P .■[ 1 • ■ V ■■ ■ ■:. :.

Amigos de G a i a . Junho de 1 9 9 0 ( p p .Nome: Criação: Escultor: Padre A m é r i c o 1959 Henrique Moreira nauguraçao: 1961 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Memória G r u p o Escultórico Br. . Amigos d e G a i a . 3 6 . n° 2 . Nome: Criação: Escultor: Ferreira Borges 1960 A n t ó n i o Lagoa Henriques Rodrigues Lima Inauguração: 1961 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Memória Estátua Granito Localização: Palácio da Justiça Freguesia: Ciclo: Miragaia Assunto: Histórico Renovação Nível 2 Intenção: Rememorativa Tratamento: Bibliografia: Catálogo da IX Exposição Magna da E S B A P .3 8 ) .6 ) . n° 1 4 . n° 2 9 . Localização: Jardim de Teófilo Braga Freguesia: Ciclo: Santo Ildefonso Assunto: Filantrópico Proto-modernismo/Neo-academismo Nível 2 Intenção: ememorativa Tratamento: Bibliografia: Amigos de G a i a .2 4 e p p . M a i o de 1 9 7 7 ( p p . 4 . M a i o d e 1 9 8 3 ( p p .5 3 ) . 1 9 6 0 . 3 3 . 2 1 .

A A r t e em Portugal no Século XX. 1 9 6 6 . José A u g u s t o . Barata Feyo.3 8 ) . .Nome: Criação: Escultor: D. Porto.2 4 e p p . M a i o de 1 9 8 3 ( p p . A m i g o s d e G a i a . Laborde. M a n u e l . 2 1 . Nome: Criação: Escultor: Raul Brandão nauguraçao: Henrique Moreira 1967 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiaií Lugar de Memória G r u p o Escultórico Bronze e Granito Localização: Jardim d o Passeio Alegre Freguesia: Ciclo: Foz d o Douro Assunto: Literáric Proto-modernismo/Neo-academismo Tratamento: Nível 2 Intenção: Rememorativa Bibliografia: Amigos de Gaia. 3 6 . A Estatuária d o Porto. 1 9 9 1 . 4 . 3 3 . n° 1 4 . França. 1 9 8 7 . Salles. J o ã o V I 1965 Salvador Barata Feyo Carlos Chambers Ramos Carlos Ramos (Pedestal) Lugar d e Memória Estátua Equestre Bronze e Granito nauguraçao: 1966 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Praça de J o ã o Gonçalves Zarco Freguesia: Ciclo: Nevogilde Assunto: Historie Compromisso/Contestação Nível 2 Intenção: Rememorativa Tratamento: Bibliografia: M e n d e s . M a i o d e 1 9 7 7 ( p p . 1 9 8 1 . Mestre Barata Feyo. Exposição Retrospectiva. Paes. Empresa Nacional de Publicidade. Junho d e 1 9 9 0 ( p p . n° 2 9 . E S B A P . Amigos d e G a i a . n° 2 . 1 9 6 5 . In C o l ó q u i o .6 ) . n° 3 4 . Rafael.5 3 ) .

Mestre Barata Feyo. Maria da Glória. ESBAP. Exposição Retrospectiva. ocahzaçao: Largo de Tomé Pires Freguesia: Ciclo: Nevogilde Assunto: Historie Renovação Nível 2 Intençã Rememorativa Tratamento: Bibliografia: Padrão. 1 9 8 7 . Nome: Criação: Escultor: Garcia de Orta 0 rene Vil Vilar I nauguraçao: 1971 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Memória Estátua Má L. Rafael. Barata Feyo. 1 9 8 1 . . A Estatuária do Porto. Salles. Porto. Irene Vilar.Nome: Criação: Escultor: Vímara Peres nauguraçao: Salvador Barata Feyo 1968 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Memória Estátua Equestre Bronze e Granito Localização: Calçada de Vandoma Freguesia: Ciclo: Sé Compromisso/Contestação Nível 2 Intenção: Rememora tiva Assunto: Histórico Tratamento: Bibliografia: Paes. 1991 . Porto. Laborde. Empresa Nacional de Publicidade. 1 9 6 6 .

in Amigos de Gaia. Maurício Esteves Pereira Pinto 1976 nauguraçao: 1977 Manuel Ventura Teixeira Lopes Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Memória susto Bronze e Granito Localização: Praça da Corujeira Freguesia: Ciclo: Campanhã Assunto: Só ocioeconomico Proto-modernismo/Neo-academismo Intenção: Rememorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: David Pedrosa. Museu da Cidade. A Arte de Fundir em Bronze. n° 10. Maio de 1 9 8 1 . 1998 Nome: Criação Escultor: Dr.Nome: Criação: Escultor: Guerra Junqueiro 1970 Leopoldo de Almeida nauguraçao: 1973 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Casa-Museu de Guerra Junqueiro Freguesi Ciclo: Lugar de Memória Estátu Sé Compromisso/Contestação Intenção: Assunto: Literári Tratamento: Nível 2 Bibliografia: cememorativa A A . Lisboa. V V . Leopoldo de Almeida.

p. Nome: Criação: Escultor: Arqt° Carlos Ramos 1955 Salvador Barata Feyo Al-varo biza Inauguração: 1985 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Memória Cabeça Localização: Faculdade de Arquitectura Freguesia: Ciclo: Ma ele Assunto: Artistic Compromisso/Contestação lntençã> Rememorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Catálogo da IV Exposição Magna da Escola de Belas Artes do Porto. Outubro de 1 9 5 5 . 1981 . 2 5 . Mestre Barata Feyo.Nome: Criação: Escultor: Eng° Antonio de Almeida nauguraçao: Salvador Barata Feyo 1979 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Jardins da Fundação Eng° António de Almeida Freguesia Ciclo: Ramalde Compromisso/Contestação Intenção: Rememorativa Assunto: Sóciocultural Lugar de Memória Estátua Pedestre Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Fundação Eng António de Almeida Dez Anos de Actividades (1 9 6 9 . ESBAP. ESBAP. Exposição Retrospectiva.1 9 7 9 ) . Porto. 1 9 8 1 . Porto. Mestre Barata Feyo. Exposição Retrospectiva.

1991 . Porto. Livros: Fund ição Eng° António de Almeida . Vol XXVIII.Nome: Criação: Escultor: Jacinto de Magalhães 1987 nauguraçao: 1987 Laureano Guedes (Riba Tua) Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Memória Estátua Pedestre Bronze e Granito Localização: Largo de Pedro Nunes Freguesia: Ciclo: Cedofeita Assunto: Internacionalização/Individualização Intenção: Rememorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Nome: Criação: Escultor: A G uilhermina auggia 1989 Irene Vilar Inauguração: 1989 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Rua de Tenente Valadim Freguesia: Ciclo: Ramalde Assunto: Artístico Lugar de Memória Estátu Internacionalização/Individualização Intenção: Rememorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Periódicos: Boletim Cultural da Câmara Municipal do Porto. 1 9 8 9 . Padrãc . Maria da Glória Irene Vilar. 1 9 6 4 PP 2 1 . Sinopse de Actividades. Porto.

Fundação Engenheiro António de Almeida. Porto . António Ferreira Gomes Inauguração: Arlindo Rocha 1991 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Memória Estátua Pedra de Ançã Localização: Placa ajardinada junto à Torre dos Clérigos Freguesia: Ciclo: Vitória Assunto: Eclesiástico Renovação Intenção: Rememorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: D. António Ferreira Gomes.Nome: Criação: Escultor: A Sá Carneiro 1990 Gustavo Bastos nauguraçao: 1991 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização Freguesia: Ciclo Lugar de Memória Monumento Bronze e Granito Praça de Francisco Sá Carneiro Paranhos Assunto: Político Internacionalização/Individualização Intenção: Rememorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Nome: Criação: Escultor: D. 1 9 9 1 .

Nome: Criação: Escultor: O Ardi 1991 Manuel Did Inauguração: 1991 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Praça da Liberdade Freguesia: Ciclo Santo Ildefonso Assunto: Sóciocultural Lugar de Memória Estátua nternacionalização/lndividualização Nível 2 Intenção: Rememora tiva Tratamento: Bibliografia: Nome: Criação: Escultor: A Oliveira Martins Inauguração: José Rodrigues 1995 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Memória Escultura de Fachada Localização: Quinta das Aguas Férreas Freguesia: Ciclo: Cedofeita Assunto: Literário nternacionalização/lndividualização Nível 2 Intenção: Rememorativa Tratamento: Bibliografia: .

Lugares de Memória Nível 3 .

Exposição Retrospectiva. ESBAP. Nome: Criação: Escultor: João de Deus Inauguração: enrique Moreira Localização: Jardim-Escola João de Deus.Nome: Criação: Escultor: Jurisconsulto João Mendes Inauguração: Salvador Barata Feyo Localização: Jardim da Faculdade de Belas Artes do Porto Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Bonfim Granito Lugar de Memória Estátua Pedestre Compromisso/Contestação Rememora tiva Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Instituições Cultura Bibliografia Mestre Barata Feyo. Rua da Constituição Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Paranhc Már: Lugar de Memória Busto Proto-modemismo/Neo-academismo Rememorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Instituições Culturais Bibliografia . 1 9 8 1 . Porto.

Nome: Criação: Escultc Ruben A Inauguração: Salvador Barata Feyo Localização: Jardim Botânico Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Lugar de Memória Cabeça Lordelo do Douro Compromisso/Contestação Rememora tiva Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Instituições Culturais Bibliografia Mestre Barata Feyo. 1 9 8 1 . Porto. Nome: Criação: Escultor: Condessa do Lobão Inauguração: Henrique Moreira Localização: Hospital de Maria Pia Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Cedofeita Calcário Lugar de Memória Busto Proto-modernismo/Neo-academismo Rememorativa Tratamento: Nível 3 Espaços Implantação Edifício Públk Bibliografia . Exposição Retrospectiva. ESBAP.

Espaços implantação Bibliografia Espaços Implantação Bibliografia .

Espaços Implantação Instituições Culturais Bibliografia Nome: Criação A o Professor Ferreira da Silva Espaços Implantação Instituições Culturais Bibliografia .

António Teixeira. 1 9 6 8 . Araújo e Sobrinho.Nome: Criação: Escultor: Prof. Vicente José de Carvalho 1927 António de Azevedo nauguraçao: 1927 Localização: Faculdade de Medicina (Edifício Antigo) Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Intenção: Vitória Br. A o Correr da Pena. Câmara de VNGaia. Nome: Criação: Escultor: A António Carneiro 1930 António Teixeira Lopes Inauguração: 1931 Localização: Casa-Museu de António Carneiro Freguesia Materiais: Carácter: Lugar de Memória Baixo Relevo Bonfirr Tipologia: Ciclo: Fin-de-siècle Rememorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Edifício Público Bibliografia Lopes. 2 5 / 6 / 6 5 . Palestra na Sociedade de Martins Sarmento. 1 9 6 5 . Memórias de uma Vida. Lugar de Memória Saixo Relevo Proto-modernismo/Neo-academismo Rememorativa Tratamento: Nível 3 Espaços Implantação Instituições Culturais Bibliografia Saavedra. O Escultor António de Azevedo. Alberto. Porto.

p. Alexandrino. Livraria Telos Editora. Porto. 8. 1 9 9 6 . Santa Catarina História de uma Rua.Nome: Criação Escultor: Doutor Gomes Teixeira 1928 António Teixeira Lopes Inauguração: 1937 Localização: Escadaria da Faculdade de Ciências Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Vitória Mármore Lugar de Memória Busto Fin-de-siècle Rememorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Instituições Culturais Bibliografia Nome: Criação: Escultor: Camões Inauguração: António Cruz 1942 Localização: Rua de St° Catarina Freguesia Materiais: Carácter: Santo Ildefonso Calcário Lugar de Memória Busto Tipologia: Ciclo: Fin-de-siècle Rememorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Instituições Culturais Bibliografia Brochado. .

8. p. Porto. 1 9 9 6 .Nome: Criação: Escultor: Dinamene nauguraçao: António Cruz 1943 Localização: Rua de St° Catarina Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Santo Ildefonso Terracota Lugar de Memória Busto Fin-de-siècle Rememorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Empresa Bibliografia Brochado. Alexandrino. Santa Catarina História de uma Rua. Livraria Telos Editora. Nome: Criação: Escultor: Pe Baltazar Guedes 1951 Inauguração: 1951 José Fernandes de Sousa Caldas Localização: Largo do Pe Baltazar Guedes Freguesia Materiais: Carácter: nfirr Bronze e Granito Lugar de Memória Tipologia: Ciclo: Busto Proto-modernismo/Neo-academismo Rememorativa I] Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Largo Bibliografia .

Virgílio. Matos Soares nauguraçao: David Moreira da Silv 1964 Localização: Jardim da Igreja de N° Sra da Conceição Freguesii Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Paranhc Bronze e Granito Lugar de Memória Busto Proto-modernismo/Neo-academismo Rememorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Instituições Religiosas Bibliografia Seis Dedos. Porto. Paróquia de Nossa Senhora da Conceição. p. 85 .nação: Escultor: 1954 nauguraçao: 1954 José Fernandes de Sousa Caldas Localização: Esc. de Carolina Michaelis Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Intenção: Proto-modernismo/Neo-academismo Rememora tiva Tratamento: Nível 3 Lugar de Memória Cedofeita Espaços Implantação Instituições Culturais Bibliografia Nome: Criação: Escultor: Mons. 1 9 9 7 .1 9 9 7 ) . ( 1 9 2 7 . Sec.Carolina Michaelis .

No Centenário do seu Nascimento. Porto 1 9 7 3 .6 ) . Junho de 1 9 9 0 .Nome: Criação: Escultor: Antero de Figueiredo nauguraçao: Henrique Moreira 1966 Localização: Largo de Antero de Figueiredo Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Foz do Do Bronze e Granito Lugar de Memória susto Proto-modernismo/Neo-academismo Rememorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Largo Bibliografia BPMP. Amigos de Gaia. n 2 Maio de 1 9 7 7 (pp. 4 . Bento 1971 Gustavo Bastos Inauguração: 1971 Localização: Estação de S.3 8 ) . n (pp. 3 6 . Amigos de Gaia Nome: Criação: Escultor: Aos Obreiros da Estação S. 2 1 . Maic de 1 9 8 3 o 2 9 . Bento Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Lugar de Memória Saixo Kelevo Santo Ildefonso Renovação Rememorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Edifício Público Bibliografia . Antero de Figueiredo. ( p p . n° 1 4. 3 3 . Amigos de Gaia.2 4 e pp.5 3 ) .

Empresa Nacional de Publicidade. Salles. Exposição Retrospectiva.Nome: [José Moreira da Silva Criação: Esculto Localização: Freguesia Materiais: Carácter: Salvador Barata Feyo Largo Moreira da Silva Santo Ildefonso nauguraçao: 1971 ironze e Mármore . 1 9 8 7 . A Estatuária do Porto. ESBAP.ugar de Me Cab<eça Tipologia: Ciclo: Compromisso/Contestação Intenção: Rememorativa Tratamento: Nível 3 Espaços Implantação Praceta Bibliografia Paes. Nome: Criação: Escultor: A Arnaldo Gama 1969 Rogério d e A z e v e d o Largo d o A c t o r Dias Inauguração: 1971 Localização: Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Sé Bronze e Granito Lugar de Memória Estátu Ciclo: Intenção: Proto-modemismo/Neo-academismo Rememorativa Tratamento: Nível 3 Espaços Implantação Largo Bibliografia . Porto. Barata Feyo. Rafael. Mestre Barata Feyo. 1 9 6 6 . Laborde. 1 9 8 1 .

Nome: Criação: Escultor: Raul Dória 1926 Ada da Cunha nauguraçao: 1972 Localização: Largo de Tilo Fontes Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Santo lldefo Sronze e Má Mármore Lugar de Memória Busto Fin-de-siècle Rememora tiva Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Largo Bibliografia Nome: ^riaçao: Escultor: Henry Dunant 0 Francisco Xavier Costa Alameda de Massarelos Massarelos I nauguraçao: 1978 Localização Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Lugar de Memória Proto-modernismo/Neo-academismo Rememorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Placa Ajardinada Bibliografia .

Nome: Criação: Escultor: Pe. Lugar de Memória Busto Compromisso/Contestação Rememora tiva Intenção: Espaços Implantação nstituições Religiosas Bibliografia Nome: Criação: Escultor: Leonardo Coimbra Localização: Largo de Pedro Nunes Freguesia Intenção: Espaços Implantação Bibliografia . Luís Rodrigues 1980 Irene Vilar Localização: Jardim da Igreja da Lapa Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Santo Ildefonso Br.

Nome: Criação Américo Barbo: Espaços Implantação Empresa Bibliografia ■ ■ ■■ ■ ■ Nome: Criação A Afonso Costa Ciclo: Intenção Internacionalização/Individualização Espaços Implantação Jardim Público Bibliografia .

Maio 9 3 . Lugar de Memória Baixo Relevo Internacionalização/Individualização Rememorativa Tratamento: Espaços Implantação Instituições Religiosas Bibliografia Nome: Criação: Escultc Rev Pe Diamantino Gomes 1992 M. Março 9 3 . Maio 9 2 . Fonseca Soares nauguraçao: rene Vil Vilar Localização: Igreja do Santíssimo Sacramento Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Intenção: Massarelos Br.anuel bousa Pereira nauguraçao: Localização: Largo de Pereiro Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Ramalde Bronze e Granito Lugar de Memória Busto Internacionalização/Individualização Rememorativa Tratamento Intenção: Espaços Implantação Instituições Religiosas Bibliografia Jornal de Ramalde. 3 0 / 0 1 / 9 4 . 9 2 . Abril de 9 1 . Fev. Fev 9 2 .Nome: Criação: Escultor: Mons. 9 1 . J N . Dez.

Nome: Criação: Escultor: Cal Brandão nauguraçao: José Rodrigues 1995 Localização: Rua de Rodrigues Sampaio Freguesii Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Santo Ildefonso Bronze Lugar de Memória Relê Saixo Kelevo Internacionalização/Individualização Rememorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Edifício Público Bibliografia Nome: -nação: Escultor: A Bernardo Moreira de Sá 1 997 Hélder Carvalho Conservatório de Música do Porto Cedofeita Bronze e Granito Lugar de Memória Busto Inauguração: 1997 Localização Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Internacionalização/Individualização Rememorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Instituições Culturais Bibliografia .

Nome: Criação: Escultor: A o Duque 1996 José Rodrigues nauguraçao: 1997 'I^Twft.. Domingos Braga da Cruz Espaços Implantação Bibliografia . jUlTlua^uEfl & ."* ^ ■LNome: Criação Dr. • i r fai'h . Ni< Br. . Internacionalização/Individualização Rememorativa Tratamento: Nível 3 yf^jàrij :4&&JBKËP WUHM» Intenção: ^■3w2P^4 Espaços Implantação Placa Ajardinada Bibliografia .£-'-< i'| SHWSL^'V "" i Lugar de Memória ' .i Tipologia: Ciclo: Baixo Relevo í ^ ^ ^ f i S i pBfâfâë?.ii'i "' 1 Localização: Junto à Ponte Pênsil Freguesia Materiais: Carácter: S./w.

Nome: Criação: Esculta posé Vitorino Damásio 1998 Gustavo Bastos Inauguração: Localização: Rua de Diogo Botelho/Rua Aleixo Mota Freguês. Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Intenção: Lordelo do Douro Bronze e Granito Lugar de Memória Busto nternacionalizaçã o/Individualização Rememorativa Tratamento: Espaços implantação Eixo Urbano Bibliografia JOSE WÎORW0 M N t ó D mm ■ «TB q* »• * i. > « . t > ■>[!! t « l *1!r tN*» >«( .

Lugares de Memória Nível 4 .

Bento Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Santo Ildefonso Bronze Lugar de Memória Baixo Relevo Tratamento: Nível 4 "in-de-siècle Assunto: Histórico Edifício Público Espaços Implantação .Nome: Gonçalo Sampaio Localização: Jardim Botânico Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Lordelo do Douro Bronze e Granito Lugar de Memória Cabeça Tratamento: Nível 4 "in-de-siècle Assunto: Científico Instituições Culturais Espaços Implantação Nome: Aos Voadores Localização: Átrio da Estação de S.

Nome: A o s Vencidos d o 3 1 d e Janeiro Localização: Rua 3 1 de Janeiro Freguesia Santo Ildefonso Materiais: Carácter: Lugar de Memória Tipologia: Baixo Relevo Tratamento: Ciclo: Internacionalização/Individualização Assunto: Histórico Espaços Implantação Eixo Urbano .

Elementos de Animação Arquitectónica Nível 1 .

concebido como uma máscara d e tragédia com o desenho da boca e d o semblante bastante pronunciado. o teatro foi construído entre 1 9 1 2 . de gosto art-nouveau. com a cabeça voltada para trás. sendo vitoriado em 1 9 1 8 e inaugurado em 7 d e M a r ç o de 1 9 2 0 . p . Documentação Bibliografia Periódicos: Commercio d o Porto. VNGaia. relativamente aos joelhos. olhando fixamente por cima d o ombro esquerdo. 3 / 1 1 / 1 9 1 9 . Tese de Doutoramento. Biblioteca Pública de Gaia. com as pernas flectidas e a cabeça saliente. 1 9 7 4 . O Ó d i o : Figura feminina colocada numa métopa em prespectiva lateral. com as pernas flectidas e t o d o o dorso saliente. policopiada. levemente rodada. António.1 9 1 8 ) Freguesia Tipologia: Dimensão Sé Alto Relevo Média Materiais: C imento Fundição: Iniciativa: Sociedades Adjudica çãc Assunto: Encomenda Espectáculo I I Memória na Fachada Descritiva * 3 Estudos/Esboços M o d o de Implantação: Espaços Implantação: Inscrições/Lápides Descrição Instituições Culturais Outras Implantações: Dôr. com as pernas flectidas e a cabeça saliente. em relação aos joelhos. Orifícios profundos nos olhos e os dedos das mãos dobrados em forma d e garra exprimem os sentimentos ruins da personagem. João ( 1 9 1 0 . A m o r . Porto. em contraposto.1 1/1 1 / 1 9 1 9 .Nome: A Dor. p . Oliveira. Expressão carregada d o rosto. em contraposto. A cabeça coberta por um véu que se projecta para lá d o corpo. destruído por um incêndio em 1 9 0 8 . ornamentada com grinaldas d e flores e linhas coleantes d o cabelo.) Localização: Teatro de S. O d i o Friso representando. o A m o r e o O d i o Criação: Esculto 1914 Diogo de M a c e d o Inauguração: 1915 n Data I I Assinatura Arquitecto: José Marques da Silva Colaboração Sousa Caldas ( A Bondade: relevo sup. A Dor: Figura feminina colocada numa métopa em posição frontal. _ _ _ Programa: Observações: A d j u d i c a d o por concurso público a Marques da Silva. O rosto sorridente. Cardoso. acentuam o expressionismo da composição. 1991 Elemento de Animação /arquitectónica Fin-de-siècle Nível 1 . em alegoria.. Maria Gabriela Gomes de . Commercio d o Porto. O Arquitecto José Marques da Silva e a Arquitectura do Norte de Portugal. esq. acentuam a expressão terrífica. em 1 9 1 0 . as paixões humanas. levemente rodada. a boca aberta e as linhas bem vincadas d o semblante. o olhar sedutor e o peito desnudado. Subsídos para uma Biografia Crítica. na primeira metade do Século XX.1 8 . 1 . 1 . em substituição d o antigo teatro lírico d e Mazzoneschi. conferindo grande dramatismo à composição O A m o r : Figura feminina colocada numa métopa em posição frontal.Diogo de Macedo.

cornucopias e abundante ornamentação vegetalista. Festões. Acta n° 4 8 . acentuam o pendor decorativo da composição. e a espiga de trigo e o ancinho. Comissão de Estética ( 2 1 / 5 / 1 9 1 3 a 8 / 1 2 / 1 9 1 6 ) . 2 9 / 6 / 1 9 1 5 . Relatório da análise dos materiais do grupo escultórico. p. sobre o Brasão da cidade do Porto que marca o eixo vertical do conjunto. Mercúrio e Flora. 1 . Construído durante a presidência de Elísio de Melo Documentação __ Manuscritos: Comissão de Estética ( 2 1 / 5 / 1 9 1 3 a 8/1 2/1 91 6 ) . 1 987. a segunda. constituído por duas figuras alegóricas apoiadas lado a lado em posição reclinada. Acta n° 8 8 . Jornal de Notícias. exibem como atributos o caduceu e o elmo alado. p . Rafael Laborde. s/e. p. 1 7/6/1 91 4 . Porto Elemento de Animação Arquitectónica Fin-de-siècle Nível 1 . A Estatuária do Porto. a primeira. Projecto do arqt° municipal Correia da Silva.1 7 . Vítor Manuel Lopes e FERREIRA. 6 8 . e que é sobrepujado por uma concha. ^ ____ Bibliografia IVIEIRA. Programa: Comissão: Observações: Edifício do mercado construído entre 1 91 4 . As duas figuras.Nome: Criação: Comércio e Agricultura Estudos/Esboços Espaços Implantação Inscrições/Lápides Descrição Modo de Implantação Edifício Público Bento Cândido da Sva Outras Implantações: D Grupo escultórico colocado no topo da frontaria. 1 8 / 8 / 1 9 1 6 . 3 7 .6 9 .

p. Tese de Doutoramento. cuja horizontal por elas é interrompida. na primeira metade do Século XX.Licença de Obras. 27/1 1/1 9 2 8 . Acta n° 2 4 . dispostas no prolongamento dos pilares que terminam numa espécie de taças estilizadas com asas de volutas que suportam arranjos florais. António. erguendo-se o tronco acima do nível da cornija.1 9 3 1 ).ff 72.3 2 . Porto. 1 9 3 1 . Acta n° 4 4 . policopiada. ocultando-lhes os pés e embeben-do-lhes o corpo. Livro 5 2 9 ff 2 1 7 .2 2 . em que repousam os antebraços das figuras. que se adossa.. ff 51v. Cardoso. o edifício de O Comércio do Porto apresenta oito estátuas de granito. A Arquitectura Artes Déco no Porto.. na estrutura.1. Comissão de Estética (1 9 2 7 . e que assentam sobre peanhas que têm na frente um escudo que em baixo relevo exibe os atributos das províncias que cada uma das estátuas representa.1 931 ). 1996. Alexandra Trevisan da Silveira. O Arquitecto José Marques da Silva e a Arquitectura do Norte de Portugal. Policopiada.Commercio do Porto 1/6/1930.Nome: Criação Esculto Comércio do Porto 1930 Henrique Moreira Inauguração: 1933 D Data D Assinatura Arquitecto: Rogério de Azevedo Colaboração: Localização: Avenida dos Aliados Freguesia Tipologia: Dimensão Santo Ildefonso Escultura de Fachada Grande Materiais: Granito Fundição: Iniciativa: Particular Adjudicação Assunto: Sóciocultural y Memória Descritiva 8fi Estudos/Esboços Espaços Implantação: Inscrições/Lápides Descrição Modo de Implantação: na Fachada Edifício Público Outras Implantações: Enquanto obra de escultura. 7/1/1 929. até meia altura. Comissão de Estética (1 9 2 7 . 1991 Elemento de Animação Arquitectónica Proto-modernismo/Neo-academismo Nível 1 . Porto. Bibliografia Pacheco. Faculdade de Letras. intercalando-se com mezzanines Programa: Comissão: Observações: Documentação A H M P . Dissertação de Mestrado.

Nome: Criação: Es culto Banco de Portugal 1918 Inauguração: 1934 D Data José Fernandes de Sousa Caldas D Assinatura Arquitecto: José Teixeira Lopes e Ventura Terra Colaboração: Eng°. Comercio do Porto. sendo cada um deles formado por uma figura feminina trajando uma longa túnica e uma junto aos seus pés duas crianças nuas sentadas sobre a cumeeira. Documentação Manuscritos: A H M P . p. Livros de Licenças de Obras Particulares. p.2 . Comercio do Porto. Apesar de modelados em 1 9 3 3 . livro n° 3 9 4 . Obra de modelação e decoração artística: Joaquim Enes Baganha. 2 1 / 2 / 1 9 3 2 .2. 1 1 / 1 / 1 9 1 8 . Nas suas mãos. Estudos/Esboços Espaços Implantação Inscrições/Lápides Descrição Modo de Implantação: na Fachada Edifício Público Outras Implantações: Dois grupos escultóricos semelhantes. simetricamente dispostos nos flancos do torreão central do edifício. com que parecem querer coroar essas mesmas crianças. José Abecassis Localização: Praça da Liberdade Freguesia Tipologia: Dimensão Materiais: Fundição: Iniciativa: Caixa Filial do Banco de Portugal Adjudicação Assunto: Alegórico Memória Descritiva Santo Ildefonso Grupo Escultórico Grande Br. Figuras do frontão. numa alusão à simbologia do trabalho Programa: Comissão: Observações: No Átrio: Frisos decorativos em bronze de Henrique Moreira. 2 0 / 4 / 1 9 3 4 . 2 1 / 5 / 1 9 3 3 . Comercio do Porto.1 Bibliografia Elemento de Animação Arquitectónica Fin-de-siècle Nível 1 . Forte influência neoclássica nas vestes e no desenho dos rostos e das cabeças. p. 1 . da autoria também de Sousa Caldas. ambas as figuras femininas empunham ramos de flores e grinaldas. Lançamento da 1 a pedra: 3 1 / 1 0 / 1 9 2 2 . ff 3 8 4 a 384v Periódicos: Jornal de Notícias. p . somente na década de quarenta seriam colocados no seu lugar os grupos de bronze.

p. no primeiro quadro. Fidelidade ao tema e ausência de ornamentação traduzem o realismo da composição. no primeiro quadro. Comercio do Porto. FranWurt-Lisboa. no terceiro o transporte do peixe. Catálogo da Exposição. no segundo. em sequência narrativa. 4 / 1 / 1 9 3 5 . Manuscritos: Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia ( 8 / 1 1 / 1 9 3 7 a 1 6/1 2/1 941 ). de 1 8/11/1 9 3 9 Periódicos: Comercio do Porto. Arquitectura do Século XX.3. Comercio do Porto. as actividades da pesca. Comercio do Porto. Comercio do Porto. 1 9 9 8 Elemento de Animação Arquitectónica Proto-modernismo/Neo-academismo Nível 1 . 1 3/11/1 9 3 6 . junto aos vãos das janelas do primeiro piso. representando. Ofício n° 2 6 5 da Direcção dos Serviços de Obras e Urbanização. Na primeira série. figura a chegada do peixe ao entreposto do pescado. figura o transporte das redes.Nome: Criação Bolsa do Pescado Espaços Implantação: Edifício Público Inscrições/Lápides Descrição Friso colocado. Comercio do Porto. p. no segundo a compra e no terceiro a sua saída para venda ambulante. sob uma pequena pala protectora.2 5 . em duas séries de três quadros cada. 2 0 / 1 / 1 9 3 5 . 1 7/1 1/1 9 3 9 . Documentação __ . Programa: Comissão: Observações: Edifício notável do modernismo portuense. que reúne sob uma fachada de desenho expressionista uma construção de raiz e o aproveitamento de um edifício adquirido pela câmara que anteriormente havia sido objecto de uma projecto camarário de reconversão. Bibliografia Portugal. 2 3 / 1 1 / 1 9 3 4 . . 2 0 / 1 2/1 9 3 5 . Na segunda série. 6/8/1937. ff 2 4 .3. o puxar das redes. DAM/Prestel.

enquanto a mão direita. Lisboa. Licença n° 1 48 de 2 1 / 4 / 4 5 . Os Antepassados de Alguns Cinemas do Porto. Alvará de licença n° 1 53 de 1 7 / 8 / 4 8 . um operário. Alexandre Alves.Pr. Observações: Documentação Termo de Responsabilidade de 27/9/44. exibe um livro. para dar cumprimento ao parecer da Comissão de Estética. 1 975. antes de ser mutilada. após 25 de Abril de 1 9 7 4 . por vontade do proprietário. Dr Alberto Pinh° Torres 2 3 / 2 / 1 9 4 5 . Inventário Artístico de Portugal.Registo n° 1 7 2 6 1 de 3 0 / 9 / 4 4 . Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia (1 6/1 2/1 9 4 1 a 31 -1 2-1 9 5 0 ) . ANBA. Do lado esquerdo. Programa: Modo de Implantação: na Fachada Instituições Culturais Outras Implantações: Encomenda Baixo Relevo J Mutilado por ordem da PIDE. Maria Clementina Quaresma.Alvará de construção. Nos planos superiores entidades imaginárias de concepção clássica parecem pairar metaforicamente. uma figura sentada concebida de forma idealizada. Auto de vistoria de 2 7 / 9 / 4 8 Bibliografia Costa. Parecer do Ministério da Educação Nacional de 1 5/1 2 / 4 4 . No centro. de 6 / 3 / 4 8 e de 1 5 / 7 / 4 8 . Ainda neste plano. sendo esta reposta na camponesa. figuram os únicos personagens vestidos e calçados de forma realista. junto a uma árvore da vida e à frente de uma seara. vol. com figuras femininas e masculinas distribuídas em três alturas. em 1 9 4 7 . foram retirados ao operário o martelo e à camponesa a foice. ff 1 8-1 9. uma camponesa segura com o antebraço um molho de trigo e com a mão direita ergue uma foice. representando figuras reais e alegóricas sobre um fundo aqui e além pontuado por estrelas que remetem para o universo do cinema. 1995. Aditamento de 2 6 / 5 / 4 7 . carrega aos ombros uma grossa corrente de ferro que a mão esquerda sustém.. empunhava um martelo. Requerimento de 2 7 / 1 / 4 5 . em alusão à criação artística. junto a uma construção. num universo etéreo e intemporal. N o plano inferior. Ofício do Presidente da Câmara ao Ministro do Interior. plasticamente integrados pela combinação de classicismo e modernidade. característica do neorrealismo. constituindo o suporte simbólico de toda a composição. em alusão ao trabalho. IPC. XIII.Nome: Criação Cinema Batalha Localização: Praça da Batalha Freguesia Tipologia: Dimensão Materiais: Terracota Fundição: Iniciativa: Adjudicação Assunto I—I Estudos/Esboços Espaços Implantação: Inscrições/Lápides Descrição Painel colocado sem qualquer tipo de remate sobre o plano liso da parede lateral do edifício. No exterior. Aditamento de 30/1 2 / 4 4 . apresentado por cópia do Governo Civil de 1 8/1 2 / 4 4 . _ _ _ _ Elemento de Animação Arquitectónica Compromisso/Contestação Nível 1 .

Alberto. Palestra na Sociedade de Martins Sarmento. Araújo e Sobrinho. Programa: Comissão: Observações: Documentação Bibliografia Saavedra. 1 965. O Escultor António de Azevedo. Porto.Nome: Criação: Figura Decorativa Inauguração: 1947 D Data Escultor: António de Azevedo Arquitecto: Colaboração Localização: Café Aviz Freguesia Tipologia: Dimensão '/itória Estátua Média I ! Assinatura I I Materiais: E ronze Fundição: Iniciativa: P articular Adjudica çãc Assunto: Encomenda Figura Humana i ] Memória Descritiva D Estudos/Esboços Modo de Implantação: de Fundo Outras Implantações: Espaços Implantação: Café Inscrições/Lápides Descrição 1 Nu feminino representado em posição ajoelhada a pequena altura do chão. Elemento de Animação Arquitectónica Resgate Nível 1 . de modelação clássica e expressão de passiva e dócil sensualidade. 25/6/65.

Exposição Retrospectiva da Obra do Autor. Documentação Bibliografia Existem três esboços em gesso que figuraram na Exposição Retrospectiva de 7 3 . Quinze Anos de Obras Públicas. Sobriedade formal. ondulando-se em pregas verticais duramente talhadas que contrastam com a robustez cilíndrica da perna direita ligeiramente avançada. no Palácio Foz Comissão Executiva da Exposição de Obras Públicas.Álvaro de Brée. 1947..Assunto: Estudos/Esboços Modo de Implantação Outras Implantações: Instituto Superior Técnico Lisboa Espaços Implantação: Instituições Culturais Inscrições/Lápides Descrição Estátua pedestre representando uma figura (eminina que exibe na mão direita uma miniatura de um edifício neoclássico muito depurado e na esquerda os instrumentos do arquitecto: a régua e o compasso. I Volume. Palácio Foz. Janeiro de 1973. excepto na metade esquerda do corpo da cinta para baixo. Livro de Ouro. Elemento de Animação Arquitectónica Resgate Nível 1 . coadjuvados por um olhar fixo e inexpressivo Programa: Comissão: Observações: Encomendada para figurar na Exposição Quinze Anos de Obras Públicas do Congresso Nacional de Engenharia e Arquitectura de 1 9 4 8 . alia-se a uma certa rispidez que o comprimento e o anguloso recorte dos dedos e do nariz confirmam. As vestes também de recorte clássico moldam-se ao corpo. Lisboa.

Paulo de 1 9 5 3 . a concavidade dos olhos e as linhas do cabelo. Elemento de Animação Arquitectónica Renovação Nível 1 . num gesto de lúdica vitalidade e movimentação. que articula formas côncavas e convexas. Os traços fisionómicos são esquematicamente assinalados. Catálogo da Exposição ESBAP/FBAP. SNBA. Porto 1 995 . 1 993. Gonçalves. ICLP. . Lisboa. Documentação Bibliografia Ficha de Inventário do Museu da Faculdade de Belas Artes do Porto.Nome: Criação: Escultor A Lógica e o Silogismo 1952 Inauguração: Fernando da Silva Fernandes Arquitecto Colaboração: Localização: Jardim da Faculdade de Belas Artes do Porto Freguesia Tipologia: Dimensão Bonfir Escultu Pequena Materiais: Cimento Fundição: Iniciativa: Escola de Belas Artes Adjudicação Assunto: Alegórico Modo de Implantação: instituições Culturais Outras Implantações: Estudos/Esboços Espaços Implantação: Inscrições/Lápides Descrição Escultura híbrida que conjuga elementos figurativos e abstractos. recortes e perfurações. 1 991 . sinuosamente riscadas sobre a superfície do cimento. Arte Portuguesa dos Anos Cinquenta. Catálogo da Exposição. sobressaindo o profundo e longo sulco da boca entreaberta. irrompe uma figura feminina estilizada de braços erguidos e mãos abertas. 1986. Lisboa. 1992.1940-1980. 1 3. Figurou na II Bienal de S.. Biblioteca Municipal de Beja. Publicações Alfa. Vol. Pintura e Escultura em Portugal . A Arte em Portugal no Século XX. Programa: Comissão: Observações: Existe uma cópia fundida em bronze da mesma obra implantada num outro lugar do mesmo jardim. Sob uma base de contornos informalistas. explorando vazios. Rui Mário.

Por trás da figura. A Montante: " A ponte como meio fácil de transpor o Rio Douro" .A Juzante:"0 Homem dominado as águas do Rio Douro" .Figura masculina colocada em posição frontal. Sobre os pés da personagem. A N B A .A Juzante:"Génio Acolhedor da cidade do Porto" . no espólio do escultor Barata Feyo. Porto.Figura masculina vista de três quartos.Figura feminina vista de frente. Inventário Artístico de Portugal. assim como outros. 1 9 6 3 . erguendo-se sobre três linhas onduladas que representam as águas revoltas do rio e segurando nas mãos duas linhas mais finas que envolvem a figura. mais espessa. p.Nome: Criação: Escultor Ponte da Arrábida Inauguração: Barata Feyo e Gustavo Bastos 1963 D Data lv! Assinatura Arquitecto: Januário Godinho Colaboração Localização: Ponte da Arrábida Freguesia Tipologia: Dimensão Massarelos Escultura de Fachada Grande Materiais: Bronze Fundição: Iniciativa: Estado Adjudicação Assunto: Alegórico Modo de Implantação: Lateral Outras Implantações: Memória Descritiva B^l Estudos/Esboços Espaços Implantação: Eixo Urbano Inscrições/Lá pides Descrição Barata Feyo . No plano inferior. Exploração do interior dos volumes sugere ncorporação de modelos construtivistas. ziguezageando junto aos pés. Gustavo Bastos . vol. colocada sobre a figura de um Barco Rebelo navegando sobre as ondulações revoltas do Rio Douro. duas linhas ornamentais cruzam-se junto aos pés da figura. Caldas da Rainha Inauguração da Ponte da Arrábida. personificando o atravessamento do rio. simbolizando o cavalo que a encima. onde sobressai o morro da cividade e alguns dos seus edifícios históricos. Exploração do interior dos volumes sugere incorporação de modelos construtivistas. C M P . Exploração do interior dos volumes sugere incorporação de modelos construtivistas. Dezembro de 1 9 6 4 . 3 Elemento de Animação Arquitectónica Compromisso/Contestação Nível 1 . Exploração do interior dos volumes sugere incorporação de modelos construtivistas. um feixe de linhas dispostas em diagonal e de uma outra. confere movimento e tensão ao conjunto. com os braços e as pernas afastados. figura uma massa de volumes arquitectónicos em representação da urbe portuense. 7 9 . olha na direcção de quem chega do Sul.Figura masculina representada com o tronco e a cabeça em posição frontal e as pernas de perfil de braços abertos. com os braços e as pernas afastados. Em segundo plano. de feição moderna. Maria Clementina Quaresma. vista em maqueta. Catálogo da XIII Exposição Magna da ESBAP. cruzando-se e entrelaçando-se com as que representam o rio. uma só linha ondulada em representação do Rio Douro. Gabinete de História da Cidade. A Montante: "Génio do Rio Douro" . XIII. Programa: Comissão: Observações: Documentação Bibliografia Esboceto em chumbo da figura feminina. o progresso milenário do transporte. 1 9 9 5 .

Elemento marcante. Lisboa. em toda a extensão vertical. CCB. José Rodrigues. Editions du Moniteur. em síntese de monumentalidade e minimalismo. 1998. que colmatam a origem de dois dos quatro ângulos rectos formados pelo pilar.. Architecture 1965-1990. Programa: Observações: Documentação Bibliografia D D J Viana de Lima. Manuel. Paris. Prémio Soctip. p. Elemento de Animação Arquitectónica Internacionalização/Individualização Nível 1 . Ausência total de ornamentação ou de intenção narrativa. à qual se ligam. 2 4 1 . Arquitectura do Século XX. 96-97. . duas guarnições salientes de aço inoxidável.Portas. Portugal. Fundação Calouste Gulbenkian. Portugal. W . 1990. p. A A . ficando os outros dois desguarnecidos. formada por quatro barras de bronze completamente lisas e de patine quase negra. 1992. Nuno e Mendes. Porto.Nome: Criação: Escultor Obelisco 1964 ose Rodi Kodrigues Viana de Lima Inauguração: 1970 D Data D Assinatura Arquitecto Colaboração: Localização: Faculdade de Economia Freguesia Tipologia: Dimensão Paranho Escultura Abstracta Monumental Materiais: Aço Inox e Bronze Fundição: Iniciativa: Estado Adjudicação Assunto: :ncomenda Sem Te Memória Descritiva Modo de Implantação: Central Instituições Culturais Outras Implantações: 80 Estudos/Esboços Espaços Implantação: Inscrições/Lápides Jescriçao Coluna metálica de perfil em x.

conferindo à cena um ambiente onírico de pendor surrealizante. p. Editions du Moniteur. Portas.. Programa: Comissão: Observações: Obra inicialmente implantada no extremo nascente do espaço ajardinado. Uma. com o corpo quase totalmente dentro de água. em virtude dos automobilistas se distraírem ao verem as sensuais meninas Documentação Bibliografia Chico. por causa dos acidentes de trânsito que antes teria causado. de bruços. Nuno e Mendes. 1982. Architecture 1965-1 990. mas que foi deslocada para a actual localização.Nome: Criação: Meninas Inauguração: 1983 Li Data Escultor: João Cutileiro Arquitecto Colaboração: Pulido Valente D Assinatura Localização: Edifício UAP ( A X A SEGUROS). Lisboa. Elemento de Animação Arquitectónica Internacionalização/Individualização Nível 1 . Portugal. contrastam com a sensualidade da representação do corpo. de pé. em jeito de brincadeira. reforçado pela descontextualização implícita do próprio tema. Manuel. representando duas meninas nuas a banhar-se. descansa a cabeça sobre uma das mãos como se não se apercebesse da presença da água e dobra para trás a perna direita. 110-111. com a água pelos joelhos. aperta os braços contra o peito. toscamente esculpidos em mármore azulado. Paris. R do Campo Alegre Freguesia Tipologia: Dimensão Massarelos Grupo Escultórico Média Materiais: Mármore Fundição: Iniciativa: Particular Adjudicação Assunto: Encomenda Figura Humana Modo de Implantação: Lateral Outras Implantações: Memória Descritiva I—I Estudos/Esboços Espaços Implantação: Edifício Público Inscrições/Lápides Descrição Lago de forma circular. Sílvia. A outra. 1992. mamilos e olhos. com duas estátuas de mármore rosa. Cabeleira. como se sentisse frio. João Cutileiro. INCM. púbis.

De secção quadrangular. cada qual. formando cavidades de tamanho e inclinação diferentes. 1 8 Out. do centro para as extremidades Programa: Comis Observações: Documentação Bibliografia Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra. os referidos pilares possuem. 1985 Inauguração: 1985 D Data Escultor: José Pedro Croît Arquitecto: Colaboração Localização: SEC Freguesia Tipologia: Dimensão Massarelos Escultura Média D Assinatura Materiais: Má Fundição: Iniciativa: Fundações e Associações Culturais Adjudicação Assunto: Simpósio de escultura Sem Te . * ' ■ ■ • • ■ D Memória Modo de Implantação: Lateral Descritiva I Estudos/Esboços . na face superior. ■■•mm'*»:*n Espaços Implantação: Jardim Público Inscrições/Lápides Descrição Outras Implantações: Cinco pilares monolíticos talhados em mármore branco de Vila Viçosa e dispostos em hemiciclo junto a uma pedra tumular também de mármore que apresenta uma cruz esculpida em baixo relevo. que vão aumentando. como única ornamentação uma abertura rasgada na extremidade superior. simetricamente. a 3 Nov. . .Nome: Criação: Sem Título W . Mercado Ferreira Borges. 1985 Elemento de Animação Arquitectónica Internacionalização/Individualização Nível 1 .

Elementos de Animação Arquitectónica Nível 2 .

O Arquitecto José Marques da Silva e a Arquitectura do Norte de Portugal.3 7 4 . na primeira metade do Século XX. policopiada. 1 9 2 5 . Porto.. Lisboa. 1 9 9 1 . Cardoso. pp. 3 6 1 ..] Relatório.Nome: Criação: Escultor: Café Astronauta nauguraçao: Lino António Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Localização Freguesia: Ciclo: Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de Fachada Br. António. Tese de Doutoramento. Rua de Passos Manuel Bonfim Assunto: Ornamentação Renovação Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Nome: Criação: Escultor: A Nacional 1920 Inauguração: 1924 José Fernandes de Sousa Caldas José Marques da Silva Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de Fachada Localização: Edifício A Nacional Freguesia: Ciclo: Santo Ildefonso Assunto: Político Fin-de-siècle Intenção: Alegórica Tratamento: Nível 2 Bibliografia: A Nacional [.

Nome: Criação: Escultor:

Armazéns Nascimento Inauguração: José Fernandes de Sousa Caldas José Marques da Silva 1927

Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais:

Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de Fachada Cimento

Localização: R de Sta Catarina/R de Passos Manuel Freguesia Ciclo: Santo Ildefonso Fin-de-siècle Intenção: Decorativa Assunto: >ocioeconomico

Tratamento: Nível 2 Bibliografia:

Cardoso, António. O Arquitecto José Marques da Silva e a Arquitectura do Norte de Portugal, na primeira metade do Século XX, Tese de Doutoramento, policopiada, Porto, 1991

Nome: Criação: Escultor:

Platibanda do Rivoli 1942 Henrique Moreira Júlio de Brito Inauguração: 1942

Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais:

Elemento de Animação Arquitectónica Baixo Relevo Cimento

Localização: Praça de D. João I Freguesia: Ciclo: Santo Ildefonso Assunto: Espectáculo

Proto-modernismo/Neo-academismo Intenção: Decorativa

Tratamento: Nível 2 Bibliografia:

Bandeira , José Gomes, Rivoli Teatro Municipal (1 91 31 9 9 8 ) , Afrontamento, C M P , s/d, Porto,- Maria Clementina Quaresma, Inventário Artístico de Portugal vol. XIII, A N B A , 1995;

Nome: Criação: Escultor:

| Plateia Rivoli 1942 Henrique Moreira Júlio de Brito nauguraçao: 1942

Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais:

Elemento de Animação Arquitectónica Baixo Relevo Gesso Patinado

Localização: Praça D. João Freguesia: Ciclo: Santo Ildefonso Assunto: Espectáculo

Proto-modernismo/Neo-academismo Intenção: Decorativa

Tratamento: Nível 2 Bibliografia:

Bandeira, José Gomes, Rivoli Teatro Municipal (1 91 31 9 9 8 ) , Afrontamento, C M P , s/d, Porto.

Nome: Criação: Escultor:

Átrio do Rivoli 1942 Henrique Moreira Júlio de Brito Inauguração: 1942

Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais:

Elemento de Animação Arquitectónica íaixo Relê Kelevo Gesso Patinado

Localização: Praça D. João I Freguesia: Ciclo: Santo Ildefonso Assunto: Espectáculo

Proto-modemismo/Neo-academismo Intenção: Decorativa

Tratamento: Nível 2 Bibliografia:

Bandeira, José Gomes, Rivoli Teatro Municipal (1 91 31 9 9 8 ) , Afrontamento, C M P , s/d, Porto.

Nome: Criação:

O Pescador

Ciclo: Tratamento Bibliografia

Nome: Criação: Escultor:

S. Cristóvão 1949 Arlindo Rocha Inauguração:

1949

Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Baixo Relevo Cimento

Localização: Rua de Faria Guimarães, 8 8 4 Freguesia: Ciclo: Paranho Assunto: Religioso

Renovação Nível 2 Intenção: Decorativa

Tratamento: Bibliografia:

Rocha, Arlindo, Esculturas de Arlindo, Cadernos das Nove Musas, Porto, 1 9 5 0

Nome: Criação: Escultor:

Habitação José Braga 1949 Júlio Pomar Celestino de Castro Inauguração: 1951

Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais:

Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de Fachada Alu

Localização: Rua de Santos Pousada, 1 2 4 1 , alçado poente Freguesia: Ciclo: Santo Ildefonso Assunto Figura Humana

Compromisso/Contestação Intenção: Decorativa

Tratamento: Nível 2 Bibliografia:

Arquitectura, Revista de Arte e Construção, 2 a série, n° 5 4 , 1 9 5 5 ; A A . V V . , Catálogo da Exposição Portugal, Arquitectura do Século XX, CCB, 1 9 9 8 , Tostões, Ana, Os Verdes Anos na Arquitectura Portuguesa dos Anos 5 0 , 2 a Edição, FAUP, Porto, 1 9 9 7 .

Nome: Criação: Escultor:

Repouso nauguraçao: Gustavo Bastos 1953

Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: |Elemento de Animação Arquitectónica Estátua Cimento

Localização: Jardim da Faculdade de Belas Artes do Porto Freguesia: Ciclo Bonfir Assunto: Figura Humana

Renovação Nível 2 Intenção: Decorativa

Tratamento Bibliografia

Nome: Criação: Escultor:

Composição Lírica

1954
António Lagoa Henriques

Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Grupo Escultórico Cimento Pintado

Localização: Jardim da Faculdade de Belas Artes do Porto Freguesia: Ciclo: Bonfin Assunto: Figura Humana

Renovação Intenção: Decorativa

Tratamento: Nível 2 Bibliografia:

Catálogo da Exposição ESBAP/FBAP, Porto 1 9 9 5

Nome:

Palácio do Comércio 1947 Henrique Moreira David Moreira da Silva Inauguração:

Criação:
Escultor: Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais:

1955

Elemento de Animação Arquitectónica Grupo Escultórico Br<

Localização: Rua de Sá da Bandeira Freguesia: Ciclo: Santo Ildefonso Assunto: >ocioeconomico

Proto-modernismo/Neo-academismo Intenção: Alegórica

Tratamento: Nível 2 Bibliografia:

Porto Nome: Criação: Escultor: Atlante Inauguração: Henrique Moreira Ce da Silv 1957 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Cooperativa dos Pedreiros Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de Fachada Granito Localização: Paços do Concelho: Fachada Sul Freguesia Ciclo: Santo Ildefonso Assunto: Classic Proto-modernismo/Neo-academismo Intenção: Alegórica Tratamento: Nível 2 Bibliografia: .da Praça da Liberdade ao Largo da Trindade"."Memórias sobre a projectada avenida . Pinto. Monografia dos Paços do Concelho da Cidade do Porto. 1 9 9 0 .Nome: Criação: Escultor: Cariatides (lado direito) Inauguração: Henrique Moreira Ce i da Silv 1957 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Cooperativa dos Pedreiros Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de Fachada Granito Localização: Paços do Concelho: Fachada Sul Freguesia: Ciclo: Santo Ildefonso Assunto: Cia Proto-modernismo/Neo-academismo Intenção: Alegórica Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Parker. 1 9 1 5 . C M P . Barry . José Lima de Sousa. C M P .

C M P . 1 9 1 5 . 1 9 9 5 . Monografia dos Paços do Concelho da Cidade do Porto. Porto Nome: Criação: Esculto A Justiça 0 Leopoldo de Almeida (Rodrigues Lima Inauguração: 1961 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Estátua Alegórica Bronze Localização: Palácio da Justiça Freguesia : Ciclo: Miiragaia Assunto: Alego egorico Compromisso/Contestação Intenção: Alegórica Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Maria Clementina Quaresma. C M P ."Memórias sobre a projectada avenida . A N B A . 1 9 9 0 . .Nome: Criação: Escultor: Cariatides (lado esquerdo) Inauguração: José Fernandes de Sousa Caldas i da Silv Cooperativa dos Pedreiros Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de Fachada Bronze e Granito 1957 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Paços do Concelho: Fachada Sul Freguesia Ciclo: Santo Ildefonso Assunto: Cia Proto-modernismo/Neo-academismo Intenção: Alegórica Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Parker. Barry . José Lima de Sousa. Inventário Artístico de Portugal.da Praça da Liberdade ao Largo da Trindade". vol. XIII. Pinto.

Inventário Artístico de Portugal.Nome: Criação: Esculto As F ontes do Direito 1960 Salvador Barata F eyo Rodrigues Lima nauguraçao: 1961 Arquitecto: Colaboração: Carácter Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de F achada Granito Localização: Palácio da Justiça Freguesia: Ciclo: Miragaia Assunto: Alegórico Compromisso/Contestação Intenção: Alegórica Tratamento: Nível 2 Bibliografia Maria Clementina Quaresma. XIII.- Nome: Criação: Escultor: Justiça e Juízes nauguraçao: Euclides Vaz Rodrigues Lima 1961 #V>. ■ol. . Inventário Artístico de Portugal. A N B A . 1 9 9 5 . vol. XIII. A N B A . 1995.*.> Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Baixo Relevo Granito Localização: Palácio da Justiça Freguesia: Ciclo: Miragaia Assunto: Cív Compromisso/Contestação Intenção: Alegórica Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Maria Clementina Quaresma.

zona Residencial da Boavista Freguesia: Ciclo: Ramalde Assunto: Religioso Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de Fachada Renovação Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: . Pedro.Nome: Criação: Escultor: O Guardador do Sol 1963 José Rodrigues Inauguração: 1963 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Jardim da Faculdade de Belas Artes do Porto Freguesia: Ciclo: Bonfin Assunto: Alego egorico Elemento de Animação Arquitectónica Escultura Alegórica Internacionalização/Individualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Catálogo da XII Exposição Magna da ESBAP. Catálogo da Exposição A Figura Humana na Escultura Portuguesa do Século XX. José Rodrigues. Prémio Soctip. Pedro 1966 João Charters de Almeida Inauguração: 1966 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Edifício S. 1 9 6 3 . 1 9 9 0 . Porto. Porto. Nome: Criação: Escultor: Edifício S. 1 9 9 8 .

zona Residencial da Boavista Freguesia: Ciclo: Ramalde Assunto: Religioso Renovação Nível 2 Intenção: Decorativa Tratamento: Bibliografia: . Paulo.Nome: Criação: Escultor: Edifício S. zona Residencial da Boavista Freguesia: Ciclo Ramalde Assunto: Religioso Renovação Nível 2 Intenção: Decorativa Tratamento: Bibliografia: Nome: Criação: Escultor: |Edifício S. Paulo 1966 João Charters de Almeida Inauguração: 1967 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de Fachada Br. Localização: Edifício S. João 1966 João Charters de Almeida Inauguração: 1966 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de Fachada Bronze Localização: Edifício S. João.

Porto.N nauguraçao: José Rodrigues 1970 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultura Abstracta Br. . Porto.Nome: Criação: Escultor: A.D. José Rodrigues. 1 9 9 8 . 1 9 9 0 . Localização: Jardim do Hospital de Magalhães Lemos Freguesia: Ciclo: Aldo Assunto: Alego legonco Internacionalização/Individualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Nome: Criação: Escultor: Academia Feminina inauguração: José Rodrigues 1972 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Estátua Pedestre sronze e Cerâmica Localização: Jardim da Faculdade de Belas Artes do Porto Freguesia: Ciclo: Bonfir Assunto: Figura Humana Internacionalização/Individualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Catálogo da Exposição A Figura Humana na Escultura Portuguesa do Século XX. Prémio Soctip.

Nome: Criação: Escultor: Torso nauguraçao: Viária Irene Marques da Silva 1972 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia : Materiais: Localização: Jardim da Faculdade de Belas Artes do Porto Freguesia: Ciclo: Bonfirr Assunto: Figura Humana Elemento de Animação Arquitectónica Renovação Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Nome: Criação: Escultor: Bloco fendido nauguraçao: Sião Atribuído Viana de Lima 1975 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultu Granito Localização: Faculdade de Economia Freguesia: Ciclo: Paranho Assunto: Sem Te Internacionalização/Individualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: .

Nome: Criação: Escultor: Abrigo dos Pequeninos Inauguração: Não Atribuído 1980 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultu Betão e Ferro Localização: Jardim Escola da Sé Freguesia: Ciclo: Sé Assunto: jociocultural Internacionalização/Individualização Intenção: Lúdica Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Nome: Criação: Escultor: Mulher a correr Inauguração: Jaime Azinheira 1983 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Estátua Gesso Patinado Localização: Jardim da Faculdade de Belas Artes do Porto Freguesia: Ciclo: Bonfin Assunto: igura Humana Internacionalização/Individualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nív Bibliografia: .

R do Campo Alegre Freguesia: Ciclo: Ma ele Assunto: Sem Te Internacionalização/Individualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra.Nome: Criação: Escultor: Mural 1 . 1 8 Out. a 3 Nov. 3 e 4 1982 Lídia Vieira Pulido Valente Inauguração: 1983 Arquitecto Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Mosaic Sei> Localização: Edifício U A P ( A X A SEGUROS). 2 . 1 9 8 5 Nome: Criação: Escultor: Sem Título 1985 Ne Cardo Inauguração: Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultu Mármore Localização: CCRN Freguesia: Ciclo: Massarelos Assunto: nternacionalização/lndividualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra. 1 8 Out. Mercado Ferreira Borges. Mercado Ferreira Borges. 1 9 8 5 . a 3 Nov.

18 Out. 1 9 8 5 . Mercado Ferreira Borges.Nome: Criação: Escultor: Escultura 1981 João Charters de Almeida Inauguração: 1985 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultura Abstracta Aço Inox Localização: Edifício UAP ( A X A SEGUROS) Freguesia: Ciclo: Ma Assunto: Sem Te Internacionalização/Individualização Nível 2 Intenção: Decorativa Tratamento: Bibliografia: Nome: -nação: Escultor: Pirâmide 1985 Inauguração: 1985 António de Campos Rosado Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultura Abstracta Ardósia Localização: SEC Freguesia: Ciclo: Massarelos Assunto: Sem Tema Internacionalização/Individualização Nível 2 Intenção: Decorativa Tratamento: Bibliografia: Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra. a 3 Nov.

Nome: Criação: Escultor: Sem Título Inauguração: António de Campos Rosado 1985 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultu Mármore Localização SEC Freguesia: Ciclo: Massarelos Assunto: Sem Tema Internacionalização/Individualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra. 18 Out. 1 9 8 5 Nome: Criação: Escultor: Sem Título 1985 Vítor Ribeiro Inauguração: 1985 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultu Mármore Localização: CCRN Freguesia: Ciclo: Ma Assunto: Sem Te Internacionalização/Individualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nív Bibliografia: Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra. a 3 Nov. 1 9 8 5 . Mercado Ferreira Borges. Mercado Ferreira Borges. a 3 Nov. 1 8 Out.

a 3 Nov. 1 9 8 5 Nome: Criação: Escultor: Universo Inauguração: Irene Vilar 1987 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultu Br< Localização: Jardim da Companhia das Aguas Freguesia: Ciclo: Campanhã Assunto: Alegórico I nternacionalização/l ndividualização Nível 2 Intenção: Decorativa Tratamento: Bibliografia: Padrão. Maria da Glória. 1 9 9 1 . 1 8 Out. Asa.Nome: Criação: Escultor: Sem Título 1985 Pedro Ramos Inauguração: 1985 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultu Ardo Localização: SEC Freguesia: Ciclo: Ma Assunto: Sem Te Internacionalização/Individualização Nível 2 Intenção: Decorativa Tratamento Bibliografia Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra. Porto. Irene Vilar. Mercado Ferreira Borges.

Nome: Criação: Escultor: Escultura Edifício PT inauguração: José Rodrigues Bento Lousan Escultor José Grade (segundo arqt° Sérgio Secca ) Elemento de Animação Arquitectónica Escultura Abstracta Aço 1989 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Edifício da Telecom Freguesia: Ciclo: Ramalde Assunto: Tecnológico nternacionalização/lndividualização Nível 2 Intenção: Decorativa Tratamento Bibliografia Nome: Criação: Escultor: Relevo Edifício PT nauguraçao: José Rodrigues Bento Lousan 1989 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Baixo Relevo Aço Inox e Bronze Localização: Edifício da Telecom Freguesia: Ciclo: Ramalde Assunto: Tecnológico Internacionalização/Individualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: .

Prémio Soctip.Nome: Criação: Escultor: Anjo 1990 José Rodrigues nauguraçao: Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Estátua Alegórica Bronze Localização: Mercado Abastecedor Freguesia: Ciclo Campanhã Assunto: nternacionalização/lndividualização Nível 2 Intenção: Decorativa Tratamento: Bibliografia: José Rodrigues. Porto. Tratamento Bibliografia . 1 9 9 0 .

Henrique Inauguração: Fernando Conduto 1994 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Jardins da Fundação Eng° António de Almeida Freguesia: Ciclo: Ramalde Assunto: Histórico Elemento de Animação Arquitectónica Escultura Abstracta Internacionalização/Individualização Intenção: Rememorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Nome: Criação: Escultor: Camponeses 1994 Gustavo Bastos Inauguração: 1994 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Grupo Escultórico Br. Localização: Mercado Abastecedor Freguesia: Ciclo: Campanhã Assunto: Só ocioeconomico Internacionalização/Individualização Intenção: Rememorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: .Nome: Criação: Escultor: V I Centenário do Nascimento do Infante D.

Nome: Criação: Escultor: Forno Crematório Inauguração: Armando Alves 1995 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultura Abstracta Chapa de Ferro Pintado Localização: Cemitério do Prado Repouso Freguesia: Ciclo: Bonfin Assunto: Sem Te Internacionalização/Individualização Intenção: Alegórica Tratamento: Nív Bibliografia: Nome: Criação: Escultor: Bombeiros Voluntários Portunenses 1994 José Rodrigues Inauguração: 1995 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultu Ferro Localização: Edifício dos BVPortuenses Freguesia: Ciclo: Ramalde Assunto: Só locioeconomico Internacionalização/Individualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: .

Nome: Criação: Escultc Comércio e Indústria nauguraçao: Não Atribuído Localização: Rua do Carvalhido Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Paranhos Cimento Elemento de Animação Arquitectónica Baixo Relevo Compromisso/Contestação Alegórica Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Edifício Público Bibliografia Nome: .nação: Escultor: Agricultura e Comércio nauguraçao: Arlindo Rocha (atrib) Praça dos Poveiros nfin Pedra de Ançã Elemento de Animação Arquitectónica Baixo Relevo Localização Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Renovação Decorativa Edifício Público Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Bibliografia ..

Elementos de Animação Arquitectónica Nível 3 .

Nome: Criação: Escultor: BCG Henrique Moreira (atrib) Localização: Rua da Constituição Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Intenção Paranhos Má Elemento de Animação Arquitectónica Relê Saixo Kelevo Proto-modernismo/Neo-academismo Decorativa Espaços Implantação Edifício Público Bibliografia .

Espaços Implantação Instituições Culturais Bibliografia Nome: Criação Café Guarany Bibliografia .

Nome: Criação: Escultor: Escultura Arlindo Rocha (atrib) Localização: Rua de Ceuta. Localização Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: ■■!. :v: : ■ Terracota Elemento de Animação Arquitectónica aixo Re Compromisso/Contestação Decorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Instituições Culturais Bibliografia . :: . 6 0 Freguesii Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Cedofeita Cimento Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de F achada Renovação Decorativa Tratamento Intenção: Espaços Implantação Edifício Público Bibliografia Nome: Criação: Escultor: Cine Teatro Vale F ormoso Inauguração: Américo Braga (atrib) Rua de S. Dinis Paranhos ■s7 :.W1 ' : .

Alexandrino. António. O Arquitecto José Marques da Silva e a Arquitectura do Norte de Portugal. Fachada lateral Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciei. 1 9 7 4 . Livraria Telos Editora. VNGaia. Cardoso. Porto. Festões e Frutos 1914 nauguraçao: Joaquim Gonçalves da Silva Localização: Teatro de S. 1 9 9 6 .Diogo de Macedo. João. Tese de DoMfroramgnro ooli. na primeira metade do Século XX. Maria Gabriela Gomes de . Biblioteca Pública de Gaia.Nome: Criação: Escultor: Máscaras. Subsídos para uma Biografia Crítica. Santa Catarina História de uma Rua.-opiaria Porto—1 9 Q 1 Nome: Criação: Escultor: Café Majestic nauguraçao: Não Atribuído Rua de St" Catarina Santo Ildefonso Mármore Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de Fachada 1921 Localização Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Fin-de-siècle Decorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Café Bibliografia Brochado. Sé Terracota Elemento de Animação Arquitectónica A l t o Relevo Fin-de-siècle Decorativa Tratamento Intenção: Espaços Implantação Instituições Culturais Bibliografia Oliveira.

José-Augusto. 1 9 9 1 . nação: Escultor: Capela de N a Sra de Fátima Inauguração: Henrique Moreira (atrib) Localização: Rua de N" Sra de Fátima Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Intenção: Cedofeita Mármore Elemento de Animação Arquitectónica Relê Saixo Kelevo Proto-modernismo/Neo-academismo Decorativa Tratamento Espaços Implantação Instituições Religiosas Bibliografia França.Nome: Cri. A Arte em Portugal no Século XX. Lisboa. Bertrand. Nome: Criação: Escultor: Café Imperial Inauguração: Henrique Moreira 1936 Localização: Praça da Liberdade Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: 3 Santo Ildefonso Bronze Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de Fachada roto-modernismo/Neo-academismo Decorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Café Bibliografia .

Nome: Criação: Escultor: Frigorífico do Bacalhau 1939 Henrique Moreira Alameda de Massarelos Ma Granito Elemento de Animação Arquitectónica Baixo Relevo nauguraçao: 1940 Localização Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Proto-modernismo/Neo-academismo Decorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Edifício Público Bibliografia Nome: Criação: Escultor: Edifício Rialto nauguraçao: Henrique Moreira (atrib) 1947 Localização: Praça de D. João I Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Santo Ildefonso Mármore Elemento de Animação Arquitectónica Saixo Kelevo Proto-modernismo/Neo-academismo Decorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Edifício Público Bibliografia .

Pr da Galiza Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Massarelos Granito Elemento de Animação Arquitectónica Baixo Relevo Compromisso/Contestação Decorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Bibliografia Edifício Público Eduardo lavares (1 91 8-1 991 ). aixo. 1 9 9 5 . Porto. FBAP.Nome: Criação: Esculto Hotel Infante de Sagres nauguraçao: Henrique Moreira (atrib) 1950 Localização: Praça de Filipa de Lencastre Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Intenção: Santo Ildefonso Pedra de Ançã Elemento de Animação Arquitectónica R. Kelevo Proto-modernismo/Neo-academismo Decorativa Tratamento: Nível 3 Espaços Implantação Edifício Público Bibliografia Nome: Criação: Escultor: Pátria e Estudo nauguraçao: Eduardo Tavares 1952 Localização: Escola Secundária de Gomes Teixeira.

Inventário Artístico de Portugal. vol. A N B A . Nome: Criação: Escultor: Figura Reclinada nauguraçao: António Lagoa Henriques 1956 Localização: Jardim da Faculdade de Belas Artes do Porto Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: nfin Calca ric Elemento de Animação Arquitectónica Estátu Renovação Decorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Instituições Culturais Bibliografia . XIII. 1 9 9 5 .Nome: Criação: Escultor: Escola Soares dos Reis nauguraçao: José Fernandes de Sousa Caldas 1955 Localização: Rua de Firmeza Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Intenção Granito Elemento de Animação Arquitectónica aixo Re Resgate Decorativa Tratamento: Nível 3 Espaços Implantação Instituições Cultural Bibliografia Maria Clementina Quaresma.

1 9 6 3 . Catálogo da Exposição A Figura Humana na Escultura Portuguesa do Século XX. 1 9 6 2 / 6 3 . Urbanologia. 1 9 9 8 . de Belas Artes do Porto Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Bonfim Granito Elemento de Animação Arquitectónica Estátua Compromisso/Contestação Decorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Edifício Público Bibliografia Nome: Criação: Esculto Modelo 1962 Eduardo Tavares Inauguração: 1962 Localização: Jardim da Faculdade de Belas Artes do Porto Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Elemento de Animação Arquitectónica Estátua Pedestre nfir Compromisso/Contestação Decorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Instituições Culturais Bibliografia Boletim das Provas dos Concursos para Professores de Arquitectura. ESBAP. Porto. Escultura e Desenho.Nome: Criação: Escultor: Doutrina 1960 Salvador Barata Feyo Inauguração: 1961 Localização: Jardim da Fac.

Nome: Criação Estádio Universitário Intenção: Espaços Implantação Bibliografia Nome: Criação Progresso em Competição .

Intenção:

Espaços Implantação

Instituições Culturais

Bibliografia

Espaços Implantação

Bibliografia

Nome: Criação: Escultor:

Sem Título 1985 _fdia Vieira Inauguração: 1985

Localização: SEC Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Intenção: Massarelos Mármore e Mosaico Elemento de Animação Arquitectónica Escultura Abstracta

nternacionalizaçã o/Individualização Decorativa Tratamento: Nível 3

Espaços Implantação

Jardim Públio

Bibliografia

Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra, Mercado Ferreira Borges, 18 Out. a 3 Nov. 1 9 8 5

Nome: Criação: Escultor:

Pela Habitação

J. Costa

Localização: Rua da Constituição Freguês i( Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Paranho Bronze e Granito Elemento de Animação Arquitectónica Escultura Alegórica

Internacionalização/Individualização Alegórica Eixo Urbano

Intenção:

Espaços Implantação

Bibliografia

Nome: Criação: Escultor:

S. João de Deus, S. Dâmaso; S. João de Brito; St° António; St

1992

nauguraçao:

Laureano Guedes (Riba Tua)

Localização: Igreja de St° António das Antas Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Elemento de Animação Arquitectónica Estátua Bonfim

Internacionalização/Individualização Religiosa Tratamento: Nível 3

Intenção:

Espaços Implantação

Instituições Religiosas

Bibliografia

Nome: Criação: Escultor:

Gaivota

1994
Gustavo Bastos

Inauguração:

Localização: Fundação Cupertino de Miranda Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Elemento de Animação Arquitectónica Escultura Nevogilde

Internacionalização/Individualização Decorativa

Intenção:

Espaços Implantação

Instituições Culturais

Bibliografia

Nome: Criação: Escultor:

Escultura nauguraçao: Jorge Ulisses

Localização: Jardim da Faculdade de Belas Artes do Porto Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Bonfin Mármore Elemento de Animação Arquitectónica Escultura Abstracta

Internacionalização/Individualização Decorativa Tratamento:

Intenção:

Espaços Implantação

Instituições Cultura

Bibliografia

Catálogo da Exposição ESBAP/FBAUP, Porto 1 9 9 5

Nome:

Hera

Elementos de Animação Arquitectónica
Nível 4

il — W II III ' I ' I I ■ ■ ■ ' ■' Nome: Relevo Abstracto Localização: Rua do Lidador Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Elemento de Animação Arquitectónica Escultura Tratamento: Nível 4 Ramalde enovaçao Sem Te Habitação Assunto: Espaços Implantação . Cidadela Localização: Rua de Augusto Luso Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Cedofeita Mármore Elemento de Animação Arquitectónica Baixo Relevo Tratamento: Nível 4 Proto-modernismo/Neo-academismo Assunto: Ornamentação Bloco Habitacional Espaços Implantação — ' ■llllllllli.Nome: Ed.

-.. .Nome: Relevo Localização Praça d e G o a Freguesia Nevogilde Materiais Terracota Carácter: Elemento de Animação Arquitectónica Tipologia M é d i o relevo Tratamento: Ciclo: Compromisso/Contestação Assunto: nfân Espaços Implantação Habitação Nome: Virgem e M e n i n * ''... : :..c:-i■'■":"■'■:''%■ Localização: Rua da Constituição Freguesia nfin Materiais: Faia nça ::. ■ .'V: .V' ...' ../ V\. ■ " ' ■ ' Carácter: Elemento d e Animação Arquitectónica Tipologia: Relevo Cerâmico Tratamento: Nível 4 Ciclo: Renovação Assunto: Religioso Espaços Implantação Bloco Habitaciona .

Nome: Virgem e Menino Localização: Praça do Marquês de Pombal Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Santo lldefo Terracota Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de Fachada Tratamento: Renovação Assunto: Religioso Bloco Habitacional Espaços Implantação Nome: Montra Localização: Praça de D. Filipa de Lencastre Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Vitória Faiança Elemento de Animação Arquitectónica Relevo Cerâmico Tratamento: Nível 4 Renovação Assunto: Mitológico Loja Espaços Implantação .

Nome: Moradias Geminadas Localização: Rua de Carlos Malheiro Dias Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Cimento Elemento de Animação Arquitectónica Relê Sarxo Kelevo Tratamento: Renovação Assunto Ornamentação Habitação Espaços Implantação Nome: Habitação Localização: Rua de 9 de Julho (ao Carvalhido) Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Paranhos Cimento Elemento de Animação Arquitectónica Baixo Relevo Tratamento: Compromisso/Contestação Assunto: Famílií Habitação Espaços Implantação .

Nome: Moradia Localização: Rua do Lidador Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Ramalde Faiança Elemento de Animação Arquitectónica Relevo Cerâmico Tratamento: Renovação Assunto Figura Humana Habitação Espaços Implantação Nome: Trabalho-Reforma a Localização: Rua N" Sr de Fátima Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Cedofeita Granito Elemento de Animação Arquitectónica Estátu Tratamento: Assunto: Só ocioeconomico Bloco Habitacional Espaços Implantação .

Nome: Relevo Localização: Rua d e Fernandes Tomás Freguesia Santo lldefo Materiais: Cimento Carácter: Elemento d e Animação Arquitectónica Tipologia: Baixo Relevo Tratamento: Ciclo: Renovação Assunto: Figura Humana Espaços Implantação Bloco Habitaciona Nome: Escultura Localização: Rua da Constituição Freguesia nfirt Materiais: Cimento Carácter: Elemento de Animação Arquitectónica Tipologia: Escultura de Fachada Tratamento: Ciclo: Renovação Assunto: Mitológico Espaços Implantação Bloco Habitaciona .

Elementos de Qualificação Urbana Nível 1 .

Redução em 3esso da estátua o Rapto de Ganimedes. p. Notas de Arte por Diogo de Macedo. 17/3/1902. na FBAP. ■ .ra Lopes. Na mão direita o jovem seSura uma pequena ânfora de vinho. amparando-o com a cabeça. em 1911.. 3a Medalha na Exposição Universal de Paris de 1900. Ocidente. Jornal de Notícias. . Lançamento da 1 a Pedra do Monumento à República do escultor Te. Primeiro de Janeiro 7 de Outubro de 1916. Periódicos:Diabo Júnior. enquanto no seu rosto se estampa uma expressão de espanto e de medo. transportando no dorso. — ■ Documentação Manuscritos: Carta de Denis Puech. 8/10/1906. Elemento de Qualificação Urbana Fin-de-siècle Nível 1 . Maranus Porto.100 Bibliografia |Guimarães. Encontra-se o grupo assente sobre um pedestal formado pela secção inferior de uma coluna jónica.Considerada de certo interesse no sa ao da SNBA de 1902 (n° 1 43 do cat. . Paris.). um jovem nu.xe. 1949. Programa: Comissão: Observações: benção Honrosa no Salon de 1 898. 13-4-1898. Bertino Daciano. Janeiro de 1942. Ajardinamento da Praça de St° Ovídio proposto por Tito F ontes em 1908 e inaugurado em 1914.Nome: Criação: Escultor Rapto de Ganimedes Estudos/Esboços Modo de Implantação Espaços Implantação: Jardim Público Inscrições/Lápides Descrição Grupo escultórico formado por uma á3uia a pairar de asas abertas sobre as nuvens. O Escultor António F ernandes de Sá.

3. 4/2/1977. p. que estão colocadas sobre os flancos do esteio central. 9. Periódicos: Commercio do Porto. Diário de Notícias. que representa uma graciosa mulher nua. p.. 4-6). ff 62-62v. 1/8/1 929.36-53). Amigos de Gaia.Amigos de Gaia.Estudos/Esboços Espaços Implantação Inscrições/Lápides Descrição Modo de Implantação: Eixo Urbano Outras Implantações: Fonte constituída por um esteio prismático cuja base parece flutuar sobre a arca de água. 11/5/39. cujos pés repousam sobre uma das quatro carrancas de bronze. sobrepujado por uma estátua de mármore. p. Diário de Notícias. 3/1 2/29.Commercio do Porto.2. p. sentada. Jornal de Notícias. 1 . Estatuária Portuguesa dos Anos 30.2f Diário de Notícias 1 2/11/29. p. 5. n" 29. Amigos de Gaia. Commercio do Porto. 6/1/31. n° 14. n° 2. 7/1 2/29. p.. 26/2/1 930. 33-38). e de cujas bocas escorre o fio de água que alimenta o reservatório médio e inferior. Maio de 1977 (pp. Commercio do Porto.4. Maio de 1983 (pp. p. 21-24 e pp. Junho de 1990 (pp. Jornal de Notícias. Enquadramento harmonioso no eixo urbano da Avenida do Aliados __ Programa: Não se conhece programa do concurso Comissão: Observações: D Documentação Manuscritos: Actas da Comissão de Estética (1927-1931). Elemento de Qualificação Urbana Proto-modernismo/Neo-academismo Nível 1 . 4/6/1992 Bibliografia Joaquim Saial.

2 8 / 2 / 1 9 3 2 .4. 2° Os concorrentes apresentarão as suas concepções por meio de 'maquette' à escala de dois centímetros por metro acompanhada de memória descritiva. Amigos de Gaia.2. ff 80-82v. n° 2 . Comercio do Porto. 11 de Maio de 3 9 . Comissão de Estética ( 1 9 2 7 .1 9 3 1 ) .2. p.2 4 e pp. devendo todavia as suas proporções quer em altura.2. . 0 0 0 S 0 0 .o custo nao ultrapasse os 4 5 . Ingenuidade e decorativismo "Perante a Camará Municipal do Porto esta aberto concurso para a execução dum motivo decorativo a construir no primeiro 'Parterre' da Avenida das Nações Aliadas e nas condições se3uintes: 1° É dada a todos os concorrentes a liberdade de composição dos assuntos. p. p. N . a nomear oportunamente. absoluto e relativo. 9 e D . Comercio do Porto. segundo o mérito artístico.1 9 3 1 ) . Amigos de Gaia. 2 1 . dispostos em círculo. p. desiSnando a natureza dos materiais a^ empregar e a importância pela qual se propõem executar na escala definitiva. Periódicos: Commercio do Porto. 0 0 0 $ 0 0 . que asclassificará.5 3 ) . 3 3 . d e costas voltadas para o eixo central da peça. 5. 5/7/1 9 3 0 . Comercio do Porto. 8 / 1 / 1 9 3 2 . com especial incidência para as uvas que a extravasam. p. p.3 8 ) . Bibliografia Elemento de Qualificação Urbana Proto-modernismo/Neo-academismo Nível 1 . D N de 6 Janeiro de 3 1 . n° 2 9 . Comercio do Porto. harmonisarem-se com o local a esse fim destinado. apresentan-do á Camará a sua proposta para a adjudicação dos prémios assim distribuídos: 1° Execução da maquette ou maquettes cu. p.3 o Escudos 1 . excepto aquelas que a Camará reserve para execução. 3 6 . 9/1/1 9 3 1 .Espaços Implantação: Inscrições/ Lápides Descrição Taça com vários frutos.2° Escudos 2 . ff 7 1 . concluído e assente no local o motivo que faz objecto d'esté concurso. Estatuária Portuguesa dos Anos 3 0 . assente sobre pedestal hexagonal de pedra calcárea. repetindo exteriormente a divisa ins-cri-ta na maquette e na respectiva memoria e contendo interiormente o nome e a residência do autor ou autores 5 As maquettes serão submetidas á apreciação de um júri. Comercio do Porto. D N 1 2 de Novembro de 1 9 2 9 ." _ Programa: Comissão: Observações: Concurso anulado por insuficiência artística.4° Escudos 5 0 0 S 0 0 .6 ) . n° 1 4. Henrique Moreira bateu. no segundo.2. 3 As maquettes e as memorias descritivas serão assinadas por uma simples divisa e acompanhadas de um envelope fechado e lacrado. 7 o As maquettes serão expostas ao publico durante dez dias desde as 1 0 horas ás 1 7 . 8 o A Camará reserva o direito de regeitar asmaquettes que lhe não satisfaçam ou que julgue terem proporções incompatíveis com o fim a que se destinam e local. Findo esse prazo podem ser retiradas contra a apresentação do respectivo recibo. Maio de 1 9 8 3 ( p p . p. Maio de 1 9 7 7 (pp. 7 / 1 / 1 9 3 1 . em cachos.3. p. 1 Joaquim Saial. 4 . Junho de 1 9 9 0 ( p p . 0 0 0 S 0 0 . Armando Correia cuja maquete "Lusitânia" ficou classificada em 4° lugar Documentação Manuscritos: Actas da Comissão de Estética ( 1 9 2 7 . 1 2 / 2 / 1 9 3 2 . e sustentada aos ombros de três meninos nús d e tenra idade. Amigos de Gaia. como na superficie da base.

5/3/1939. Ramiro Mourão. 20/10/1934. Almir Braga. Realismo da representação que interpreta um repertório corrente na cerâmica popular. 22/11/1936. Comercio do Porto.-Comercio do Porto. p. F oi passado para bronze por subscrição pública. F iSurou na Exposição Colonial do Porto de 1934. ao leme de uma embarcação que é sugerida pela forma que é dada ao plinto. O Museu de Ílhavo e a Escultura "O Homem do Leme". pp. 28/1/1938. mestre pedreiro Localização: Avenida de Montevideu Fresuesia Tipologia: Dimensão Nevogilde Estátua Médií Materiais: Bronze e Granito Fundição José de Castro Guedes Encomenda Adjudicação Iniciativa: Assunto: Alegórico Modo de Implantação: □ Estudos/Esboços Espaços Implantação: Eixo Urbano Inscrições/Lápides Descrição Exposição Colonial de 1 9 3 4 Figura de um piloto trajando capa e chapéu impermeáveis. Comercio do Porto. 1 939 Elemento de Qualificação Urbana Proto-modernismo/Neo-academismo Nível 1 . 1938. Porto. por proposta inicialmente lançada por Jacinto de Masalhães Documentação O Ocidente. p. p. 1 8/1 2/1 938. 1 46-147. p. Programa: Comissão: s.4. Comercio do Porto. Relatório e Contas do Homem do Leme. de granito. Coimbra. . Comercio do Porto.3. dr. Porto.2.Nome: Criação: Homem do Leme 1934 Inauguração: Escultor: Américo Gomes Arquitecto: Manuel Marques Colaboração: Joaquim F erreira da Costa. Fernando Galhano e Alberto Silva Início da construção da Av da Beira-Mar em 1 5/2/33. Vasco Valente.- Observações: Bibliografia Album "O Homem do Leme".1. 1910. 1 934. n° 11 32. p.2. fustigado pelo vento.

em face da classificação do júri para esse efe. 3 0 .§ 2 o A face exterior dos envelopes indicados na alínea c) e d) deverão mencionar o seu conteúdo e levar a se3uinte legenda: «Concurso para a execução dos motivos escultóricos destinados à praça de D. 0 0 0 $ 0 0 3° Esc.t. O júri encarregado da classificação dos projectos terá a seguinte constituição — Vereador da Câmara. 2 .v. Presidente da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia.cpal do Porto até às 1 7 horas do dia 1 5 de Outubro próximo.Espaços Implantação: Inscrições/Lápides Descrição Praça Sobre dois plintos colocados nos flancos da praça D. A atribuição dos prémios será feita pela presidência da Câmara. que enfatiza o desenho. — Um técnico municipal nomeado pela Presidência da Câmara. — Um representante da Delegação do Norte do Sindicato Nacional dos Arquitectos. 0 0 0 $ 0 0 2 o Esc. em envelope lacrado e fechado § 1 o As maquettes terão por assinatura apenas uma divisa. que servirá de Presidente. João I» e a divisa adoptada pelo concorrente. 8. 0 0 0 S 0 0 .. São estabelecidos três prémios com o seguinte valor Esc. não simétrica.to nomeado. como se d e um estudo se tratasse. um jovem tenta dominar um cavalo selvagem. 4 . representado de forma robusta e idealizada. 6. confere um certo pr. _ _ Prosrama: 1 . d o mesmo tema com ressonâncias rodinianas.m. com S rande poder d e absorção da luz. . . devidamente pati-na-das. É aberto na Câmara Municipal do Porto concurso público para a execução das maquettes de 2 motivos escultóricos destinados a serem colocados nos pedestais existentes na Praça de D. O concurso é aberto entre escultores diplomados pelas Escolas Superiores de Belas Artes de Lisboa e Porto 3. 5. com as cores do matena. A entrega de elementos a que se refere a base anterior deverá ser feita na Direcção dos Serviços de Urbanização e Obras da Camará Mun. J o ã o I. Um representante da Escola de Belas Artes do Porto. c) Memória descritiva e justificativa donde conste o partido adoptado pelo concorrente d) Elementos de identificação do concorrente. 7. 1 0 . 2 0 . incluindo pedestais à escala de 2 0 centímetros por metro.. Cada concorrente deverá apresentar: .s a empregar na obra definitiva. à escala de 5 centímetros por metro. Elemento de Qualificação Urbana Compromisso/Contestação Nível 1 . Fica ao livre arbítrio dos concorrentes a escolha do assunto e as dimensões dos motivos escultóricos. que adquire uma expressão de inacabado. João I. Textura rogosa das superfícies.smo a representação. b) Redução das maquettes. . Repeuçao. a) Maquettes. .

Pareceres (1 9 5 1 a 1 9 6 7 ) .-Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . A Exma Câmara reserva-se o direito de rescindir o contrato. Júri: Um Vereador da Câmara. a . poderá a Câmara fazer a entrega do trabalho a outro artista. Boletim da Câmara Municipal do Porto n° 9 7 2 . fí 96. João I e o seu Palácio Atlântico. N ° 6 8 4 . 7 5 . p.3 5 . em Lisboa Ob! servaçoes: Em falta: Acta da reunião de apreciação e classificação da maquetas. com subtis recordaçõe dos grupos decorativos de António Duarte para a Praça do mpério. Nos trinta dias a seguir à entrega da acta pelo júri. seus herdeiros ou sucessores. Um representante da Delegação do Norte do Sindicato Nacional dos Arquitectos 1 Interpretação da cabeça dos cavalos. ff 27v-28v . 2 2 . 19.N ° 7 3 0 ..— Um representante da Secção cio Norte da Academia Nacional de Belas Artes. A rescisão do contrato com os fundamentos indicados na base anterior pode dar o direito de exigir do autor do projecto a restituição de uma ou mais das prestações pagas. Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia ( 8 / 1 1 / 1 9 3 7 a 1 6 / 1 2 / 1 9 4 1 ) .6 2 2 . Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia ( 8 / 1 1 / 1 9 3 7 a 1 6 / 1 2 / 1 9 4 1 ) . . ou se as modificações sugeridas não forem julgadas satisfatórias. A Câmara reserva-se o direito de fazer reproduzir o projecto definitivo quando quiser e conforme entender. 2 0 . 6 / 6 / 5 7 .Desenhos. 16. A N B A . 1 . Boletim da Câmara Municipal do Porto. A Câmara satisfará ao primeiro classificado. Despachos da Presidência. N ° 2 7 2 . A A . Parecer n° 4/51 .. N ° 4 4 0 . Um representante da Escola de Belas Artes do Porto. pp. Porto. referindo-se tal reprodução não só aos aspectos escultóricos como gráficos.7 9 .2 1 2 . 2 1 . ff 3 4 v . 14 de Abril de 1 9 5 6 . Boletim da Câmara Municipal do Porto. pp. XIII. Inventário Artístico de Portugal. Despachos. 1 4 . O júri terá a faculdade de excluir do concurso qualquer dos concorrentes ou de deixar de atribuir qual--quer dos prémios 1 0. em qualquer das fases previstas. Maria Clementina de Carvalho... 7 2 . pp. E fixado em 2 4 0 dias. ff 7 8 . W .Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia ( 8 / 1 1 / 1 9 3 7 a 1 6 / 1 2 / 1 9 4 1 ) .6 1 1 .3 6 . as maquettes às quais forem concedidas os prémios a que se refere a base 6.-Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia ( 8 / 1 1 / 1 9 3 7 a 1 6 / 1 2 / 1 9 4 1 ) .Pareceres ( 1 9 5 1 a 1 9 6 7 ) . Segunda prestação. 6 2 1 .3 5 . Noticie da naug j ração Documentação M A N U S C R I T O S : Actas do Conselho de Estética e Urbanização da Cidade do Porto ( 1 3 / 3 / 1 9 3 4 a 1 8/5/1 9 4 0 ) . 5 0 . Presidente da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia. 0 0 0 $ 0 0 ) contra a entrega do modelo em gesso. Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . A Praça de D. no caso da solução adoptada pelo escultor repetir o mesmo modelo em ambos os pedestais. Passarão a constituir propriedade da Câmara. Actas do Conselho de Estética Urbana ( 9 / 2 / 1 9 4 6 a 9 / 1 / 1 9 5 1 ) . p. 1 7. Boletim da Câmara Municipal do Porto. a contar da data de encerramento do concurso. ff 21 v. pp. pp. 3 0 de Abril de 1 9 4 9 . Boletim da Câmara Municipal do Porto. 1 2. 5 5 6 . N ° 4 7 0 . N ° 1 0 4 4 . Um técnico municipal nomeado pela Presidência da Câmara. 9 5 4 .6 1 0 . Boletim da Câmara Municipal do Porto. vol. Actas do Conselho de Estética e Urbanização da Cidade do Porto. Quaresma. Bibliografia Elemento de Qualificação Urbana Compromisso/Contestação Nível 1 . 1 1 . Boletim da Câmara Municipal do Porto.pp. IMPRESSOS: Boletim da Câmara Municipal do Porto. Não faz parte deste contrato a passagem à pedra ou ao bronze dos 2 motivos escultóricos que será levada a efeito a expensas da Câmara. 0 0 0 $ 0 0 (duzentos mil escudos). se esses estudos não forem apresentados nos prazos previstos. N ° 1 0 6 1 . 2 8 2 9 . ff 3 4 v . Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia ( 8 / 1 1 / 1 9 3 7 a 1 6 / 1 2 / 1 9 4 1 ) . sem direito ao pagamento de qualquer indemnização ao primeiro premiado deste concurso. pp. se os estudos apresentados não merecerem a sua aprovação. pp. a execução dos modelos em tamanho definitivo dos motivos escultóricos a que este concurso se refere. no valor de setenta e cinco mil escudos (Esc. 1 9 9 5 . O júri apresentará à Presidência da Câmara a acta contendo a sua decisão no prazo máximo de trinta dias. Parecer 1 7 / 5 5 . Boletim da Câmara Municipal do Porto n° 9 5 4 . 21 1 . esboços. Da decisão do júri não haverá recurso. ff 32v-33v. 1 3. no valor de setenta e cinco mil escudos (Esc. Primeiro de Janeiro. 9. a . 2 1 0 . no valor de cinquenta mil escudos (Esc. 6 2 4 . 41 8. para todos os efeitos legais. pela execução dos modelos em tamanho definitivo dos motivos escultóricos a importância de 2 0 0 . § único — Todas as importâncias referidas nesta base ficarão reduzidas a metade. ff 3 5 v . 1 5. 6 3 9 . 0 0 0 $ 0 0 ) após a aprovação do modelo em barro. Boletim da Câmara Municipal do Porto. 1 9 5 1 . Boletim da Câmara Municipal do Porto. N ° 9 6 2 . Todas as maquettes apresentadas a este concurso serão expostas ao público durante o prazo mínimo de oito dias. competindo contudo ao autor desses motivos escultóricos a orientação do trabalho e a escolha dos respectivos materiais. 7 5 . 0 0 0 $ 0 0 ) no acto da assinatura do contrato. Imagens das maquetas. que servirá de Presidente. a Câmara fará a entrega dos prémios aos con-cor-ren-tes classificados no concurso. N ° 6 8 1 .6 2 5 . pp.. o prazo para a apresentação dos modelos indicados na base 1 5. 605-606. mediante contrato. a liquidar em três prestações pela forma seguinte: Primeira prestação. 1 8.Terceira prestação. Anúncios.7 7 . No caso de rescisão por impossibilidade do autor do projecto em executar o modelo final. contados a partir da data da escritura. pp. A o concorrente a que for atribuído o primeiro prémio será pela Câmara adjudicada.

Nome: Criação: A Menina e a Foca 95Í| I Escultor: Dário Boaventura Arquitecto Colaboração: Localização: Jardim do Passeio Alegre Freguesia Tipologia: Dimensão Foz do Douro Grupo Escultórico Médii Materiais Cimento Fundição Adjudicação Iniciativa Assunto C. Suplemento. da autoria de um artista popular da Foz Velha. XIII. Colocada no lago por iniciativa da CMP e transposta para o lado. equilibra uma bola sobre o nariz. p. com apreciável sentido de síntese e de elipse. 1995. Alberto Pinto do Amorim carpinte. —— — " ' ' Documentação JBoletim da Câmara Municipal do Porto n° 977 de 31/1 2/54.ro naval. vol. Na altura da sua deslocação. Inventário Artístico de Portugal. como no circo. Composição em pirâmide de concepção moderna. foi colocada a carnação que conduz a água até á bola que a foca matem em equilíbrio. 95 Bibliografia [Maria Clementina Quaresma. ANBA.ompra Câmara Municipal do Porto Alegórico Modo de Implantação Outras Implantações: No centro do lago Estudos/Esboços Espaços Implantação: Jardim Público Inscrições/Lápides Descrição D Grupo representando uma menina nua montada sobre uma foca que. após a deslocação do grupo O Baptizado. em 1953. Uma das mãos encontrase mutilada . Programa: Comissão: Observações: [Constituiu a tese de licenciatura em escultura de Dário Boaventura. Elemento de Qualificação Urbana Renovação Nível 1 .

Parecera (1951 a 1 967). participando e exprimindo uma única organização Programa: Comissão: Observações: Documentação Bibliografia Comissão Municipal de Arte e Arqueóloga . e de superfície muito recortada. Parecer n° 21/64 e Planta anexa.Espaços Implantação: Inscrições/Lápides Descrição Massa informalmente modelada de bronze. de configuração aproximadamente cónica. donde emergem duas figuras cujos corpos se encontram perfeitamente mesclados na profusão amorfa do bronze.- z\ Elemento de Qualificação Urbana ] [Renovação Nível 1 . onde alternam concavidades e convexidades de grande vigor rítmico.

sobre um dos seus vértices. em equilíbrio instável. figuram em relevo. Nicolau Escultu Grande Materiais: Bronze e Granito Fundição: Adjudicação Iniciativa Assunto: Câmara Municipal do Porto Sem Te Modo de Implantação: Central Outras Implantações: Estudos/Esboços Espaços Implantação: Praça Inscrições/Lápides Descrição Fonte construída com três blocos de granito que remontam à época romana e que no mesmo local desempenhavam a mesma função.Nome: Criação: Cubo da Ribeira Inauguração: Escultor: José Rodrigues Arquitecto: Colaboração: Localização: Praça da Ribeira Freguesia Tipologia: Dimensão S. Nas faces. esparsas estratificações. quatro pombas a que se junta uma outra e representada de asas abertas. Elemento de Qualificação Urbana Internacionalização/Individualização Nível 1 . 3/1/1 984 José Rodrisues. agarrada. 1 990. e encimada por um cubo de bronze que se eleva sobre o reservatório da água. a uma das faces do cubo que está voltada para o rio. Programa: Observações: Documentação Bibliografia Periódicos: Jornal de Notícias. como marcas fossilizadas de um outro tempo. Junção do arqueológico com o moderno sugere leituras de pós-modernidade. enquanto que pousadas junto ao vértice superior e ao longo da aresta adjacente. figuram. integrados numa estrutura contemporânea de betão e ferro. também em bronze. em pleno vôo. Prémio Soctip. Porto.

C O ) . j i j i j Programa: Objectivos do Simpósio: * proporcionar o intercâmbio das diferentes técnicas. com adelgaçamento d o tórax e proeminente largura das ancas e das coxas. Dconsultor: João Cutileiro. sem braços. Lisboa. .A R . Lu.Centro de Arte e Comunicação Visual. i. Secretariado: Maria Manuela Rocha ( C M P ) . Tratamento amaneirado d o c o r p o . nacional e internacionalmente a qualidade da nova escultura portuguesa e incluir Portugal nos circuitos internacionais de arte. dar a conhecer. métodos e e processos de cada artista participante através do trabalho realizado lado a lado e de encontros/conferências especializados * divulgar o trabalho art'sitico através da presença do público. a 3 Nov. Elevado grau d e polimento d o c o r p o . retomadas sem preocupações de mobilidade. com reminiscências nas estatuetas votivas d o Paleolítico Superior. Comissão: Observações: Documentação Bibliografia [Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra. Sensualidade da formas com conotações d e desenho na pintura d e Ingres e ancestralidade arqueológica d o b l o c o . que os sulcos da máquina d e corte.das •sensibilizar os organismos e entidades e o púWico em geral para o excepcional interesse artístico e industrial de uma matéria prima abundante no nosso País e de grandes potencialidades. Porque não apresenta braços.sa Ventura e Francisca Serrão ( A R . através da exposição permanente na cidade do Porto de algumas das esculturas produz. o torso feminino p o d e . a temática d o inconsciente. Manuel Costa Cabral. organização . aqui. deixadas intactas no colo da figura. C O . representando um torso feminino. manifestando-se na obra. 1 9 8 5 Elemento de Qualificação Urbana Internacionalização/Individualização Nível 1 . cobertura dos meios de comunicação socai e produção de documentação fotográfica e cinematográfica "promover as rochas ornamentais através de uma iniciativa de prestígio com grande difusão internacional •valorizar o património artístico nacional. em escala superior ao natural. visitas orientadas. paradoxalmente. acentuam o erotismo da peça. Eduardo Trigo de Sousa ( A R . Mercado Ferreira Borges. Comissão Executiva: Jorge Araújo ( C M P ) e Graça Costa Cabral. também ser percepcionado como um falo.Adjudicação Simpósio d e escultura Iniciativa: Fundações e Associações Culturais Assunto: Estudos/Esboços M o d o de Implantação: d e Fundo Espaços Implantação Inscrições/Lápides Descrição Bloco d e mármore rosa d e V i l a Viçosa apoiado sobre pequena base d o mesmo material. 1 8 O u t . C O ) . Rui Sanches. contrasta drasticamente com as superfícies deixadas em bruto das zonas d e fractura. graças a automatismos surrealizantes. com incrustações d e mármore mais escuro nos seios.

Luísa Ventura e Francisca Serrão (AR. visitas orientadas. Integração paisagística. Lisboa. dificultando a leitura. através da exposição permanente na cidade do Porto de algumas das esculturas produzidas 'sensibilizar os organismos e entidades e o público em geral para o excepcional interesse artístico e industrial de uma matéria prima abundante no nosso País e de grandes potencialidades. . a 3 Nov. mas apresentado entre ambos uma fresta e formando entre si um ângulo obtuso. Bibliografia Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra. Observações: Documentação JNDomingo. Mercado Ferreira Borges. Comis: Organização . e fruição estética prejudicadas por arbustos que asfixiam a escultura. p.CO. e não cimentados. métodos e e processos de cada artista participante através do trabalho realizado lado a lado e de encontros/conferências especializados divulgar o trabalho art ' sitico através da presença do público. cobertura dos meios de comunicação social e produção de documentação fotográfica e cinematográfica 'promover as rochas ornamentais através de uma iniciativa de prestígio com grande difusão internacional 'valorizar o património artístico nacional.Nome: Criação: Escultor Pirâmide 1985 Inauguração: Zulmiro de Carvalho Arquitecto Colaboração: Localização: Alameda de Fernão Magalhães Freguesia Tipologia: Dimensão nfir Escultu Monumental Materiais: Granito Fundição: Adjudicação Simpósio de escultura Iniciativa: Fundações e Associações Culturais Assunto: Sem Te Modo de Implantação: Outras Implantações: D Estudos/Esboços Espaços Implantação: Jardim Público Inscrições/Lápides Descrição Estrutura de pedra formada por dois triângulos rectângulos construídos por blocos de granito não aparelhados. 6-7. Manuel Costa Cabral.Comissão Executiva: Jorge Araújo (CMP) e Graça Costa Cabral.. 1 8 Out. nacional e internacionalmente a qualidade e a originalidade da nova escultura portuguesa e incluir Portugal nos circuitos internacionais de arte. colocados lado a lado. 1 985 3 Elemento de Qualificação Urbana Internacionalização/Individualização Nível 1 .Centro de Arte e Comunicação Visual. dar a conhecer. Depuração e ancestralidade. Rui Sanches. Secretariado: Maria Manuela Rocha (CMP).AR. que sugere uma volumetria piramidal.CO) . 24/7/1988. _____ Programa: Objectivos do Simpósio: proporcionar o intercâmbio das diferentes técnicas. Eduardo Trigo de Sousa (AR.CO) . Dconsultor: João Cutileiro.

. ^ Programa: Comissão: Observações: Documentação Bibliografia [Cataloso da Exposição Esculturas em Pedra.No criação: Sem Título Escultor: Minoru Niizuma Arquitecto: Colaboração: Localização: Praça da Batalha Freguesia Tipologia: Dimensão Santo Ildefonso Escultura Abstracta Monumental Materiais: Már Fundição: Adjudicação Iniciativa Assunto: Simpósio de escultura Fundações e Associações Culturais Sem T Modo de Implantação Estudos/Esboços Espaços Implantação: Jardim Público Inscrições/Lápides Descrição Coluna cilíndrica de mármore branco assente sobre uma base quadrada do mesmo material que a espaços regulares se sobrepõem verticalmente quatro cubos também de mármore cuja orientação das suas faces alterna segundo desvios angulares de 4 5 ° . Elemento de Qualificação Urbana ] [internacionalização/Individualização] [Nível l . . cada uma das quais estando escavada em profundidade. a 3 Nov. Mercado Ferreira Bor3es. de forma que a sua secção vai diminuindo à medida que as cotas adquirem maior profundidade. 1985 . 1 8 Out.

28/10/1 992 Elemento de Qualificação Urbana I nter nacionalização/I ndividualização Nível 1 . onde sobressaem as perfurações das máquinas de corte e desbaste da pedra. donde arrancam dois prismas trian3ulares revestidos lateralmente por vidros espelhados. estabelecem a ligação entre os extremos Sul e Norte. respectivamente dominados.Jornal de Notícias. Nos topos. com três metros e meio de diâmetro e 4 0 toneladas de peso. elevando-se o ponto mais alto a 1 8.5 metros. cortados obliquamente. figura um revestimento de placas de granito. duas estreitas passerelles. 9/7/1992. cortado e separado em dois blocos ligeiramente afastados entre si.. Cruzando o lago. Programa: Comissão: Observações: Documentação Bibliografia ai de Notícias.Nome: Criação: A o Empresário Materiais: Mármore. o mais baixo. não aparelhado. o primeiro por um repuxo de água com sete metros de altura. Granito e Vidro Fundição Adjudicação Iniciativa: Assunto: Socioeconómico Modo de Implantação: Central Encomenda ' Estudos/Esboços Espaços Implantação: Placa Ajardinada Inscrições/Lápides Descrição Construção assente sobre um espelho de áSua circular.e o segundo por uma esfera de mármore maciça.

Ponte de madeira e ferro permite o atravessamento do tanque e a tomada de outros pontos de vista sobre a vitrine. N o percurso. fisuram alguns espaços de exposição e de informação que acentuam o carácter museológico da instalação. a meia-altura. conformando-a a um determinado discurso expositivo Programa: Comissão: Observações: ]Tem certas semelhanças de concepção com o Monumento "Homenaje a Picasso" de Antoni Tàpies.Adjudicação Iniciativa Assunto: Encomenda Tecnológico Modo de Implantação Outras Implantações: Estudos/Esboços Espaços Implantação: Praça Inscrições/Lápides Descrição Campânula de vidro de forma piramidal truncada colocada sobre um tanque de água e contendo no seu interior uma assemblagem de peças e materiais oriundos de máquinas de impressão sráfica. de Barcelona Documentação Bibliografia Elemento de Qualificação Urbana Internacionalização/Individualização Nível 1 .

Elementos de Qualificação Urbana Nível 2 .

2 1 .3 8 ) . Maio de 1 9 8 3 ( p p . Inventário Artístico de Portugal. Maio de 1 9 7 7 (pp. n° 2 9 . 3 6 . .Amigos de Gaia.5 3 ) . n° 1 4. n° 2..Nome: Criação: Escultor: Baco 1906 António Teixeira Lopes Inauguração: 1916 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Bronze e Granito Elemento de Qualificação Urbana Localização: Jardim de Teófilo Braga Freguesia: Ciclo: Santo Ildefonso Assunto: Mitológico Fin-de-siècle Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Maria Clementina Quaresma. XIII. Nome: Cri açao: Escultor: O Pedreiro 1931 Henrique Moreira nauguraçao: 1934 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Qualificação Urbana Estátua Bronze e Granito Localização: Largo de Alexandre Sá Pinto Freguesia: Ciclo: Cedofeita Assunto: Socioeconómico Proto-modernismo/Neo-academismo Intenção: Alegórica Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Amigos de Gaia. 4-6). Junho de 1 9 9 0 (pp. A N B A . 3 3 .2 4 e pp. vol. 1 9 9 5 . Amigos de Gaia.

2 1 . Amigos de Gaia. 4 . Maio de 1 9 7 7 (pp.6 ) .2 4 e pp. Maio de 1 9 8 3 ( p p . Amigos de Gaia. n° 1 4. n° 2 9 . 3 3 . 3 6 . Junho de 1 9 9 0 (pp.Nome: Criação: Escultor: Salva Vidas Inauguração: Henrique Moreira que M 1937 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Qualificação Urbana Estátua Bronze e Granito Localização: Avenida do Brasil Freguesia: Ciclo: Nevogilde Assunto: Alegór Proto-modernismo/Neo-academismo Intenção: Alegórica Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Amigos de Gaia. n° 2. Nome: Ternura 1956 Inauguração: 1964 Criação: Escultor: Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: posé Fernandes de Sousa Caldas Elemento de Qualificação Urbana Grupo Escultórico Localização: Jardim do Palácio de Cristal Freguesia: Ciclo: Ma Assunto: Figura Humana Proto-modernismo/Neo-academismo Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: .5 3 ) .3 8 ) .

1 9 8 5 . 18 Out.Nome: Criação: Escultor: A Família 1971 |João Charters de Almeida Inauguração: 1971 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Qualificação Urbana Grupo Escultórico Br< Localização: Praça 9 de Abril Freguesia: Ciclo Paranho Assunto: Sóciocultural Renovação Nível 2 Intenção: Alegórica Tratamento Bibliografia Nome: Criação: Escultor: Sem Título 1985 Manolo Paz Inauguração: 1985 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Qualificação Urbana Escultura Abstracta Granito Localização: Alameda de Fernão Magalhães Freguesia: Ciclo: Assunto: Sem Te Internacionalização/Individualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra. a 3 Nov. Mercado Ferreira Borges.

' i „■ : i \ I A H '■ * * ■--■ .!** . "■ O . ■'■■■■■- Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Escultura Abstracta .Nome: Criação: Escultor Sem Título 1985 Minoru Niizuma Inauguração: Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Qualificação Urbana Escultura Abstracta Granito Localização: Alameda de F ernão Magalhães Freguesia : Ciclo: Assunto: Internacionalização/Individualização Nível 2 Intenção: Decorativa Tratamento: Bibliografia: Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra.:. a 3 Nov. 1 9 8 5 Nome: Criação: Escultor: Sem Título s. 18 Out. Mercado Ferreira Borges.

1 9 8 5 . Mercado Ferreira Borges. 18 Out. Lázaro Freguesia: Ciclo: Bonfim Assunto: Sem Te Internacionalização/Individualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra. Mercado Ferreira Borges. 18 Out. a 3 Nov. 1 9 8 5 Nome: Criaçãc Escultor: Sem Título 1985 Sérgio Taborda Inauguração: 1985 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Qualificação Urbana Escultura Mármore Localização: Jardim de S. a 3 Nov.Nome: Criação: Escultor: Sem Título 1985 Carlos Marques Inauguração: 1985 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Qualificação Urbana Escultura Abstracta Granito e Ferro Localização: Alameda de Fernão Magalhães Freguesia: Ciclo: Bonfim Assunto: Sem Te nternacionalização/lndividualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra.

1 9 8 5 Nome: Criação Escultor: Sem Titule 1985 Richard Graham Inauguração: 1985 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Qualificação Urbana Escultura Abstracta Mármore Localização: Jardins do Foco Freguesia: Ciclo Ramalde Assunto: Sem Te nternacionalização/lndividualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra.Nome: Criação: Escultor: Bloco 1985 Zulmiro de Carvalho Inauguração: 1985 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Qualificação Urbana Escultura Abstracta Má Localização: Jardim de S. a 3 Nov. a 3 Nov. 18 Out. 1 9 8 5 . Mercado Ferreira Borges. Lázan Freguesia: Ciclo: Assunto: nternacionalização/lndividualização Intenção: De Sem Te Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra. 18 Out. Mercado Ferreira Borges.

a 3 Nov. 1 9 8 5 . 18 Out. Mercado Ferreira Borges. Mercado Ferreira Borges. a 3 Nov.Nome: Criação: Escultor: 2 Blocos 1985 Amaral da Cunha nauguraçao: 1985 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Qualificação Urbana Escultu Granito Localização: Alameda de Fernão de Magalhães Freguesia: Ciclo: Assunto: ternacionalização/lndividualização Intenção: Decorativa Sem Te Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra. 18 Out. 1 9 8 5 Nome: Criação: Escultor: Sem Título 1985 Lika Mutai Inauguração: 1985 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia : Materiais: Elemento de Qualificação Urbana Escultura Abstracta Granito Localização: Alameda de Fernão Magalhães Freguesia: Ciclo: nfir Assunto: Sem Te Internacionalização/Individualização Intençãi Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra.

Nome: Criação Escultor Viagens 1993 Rui A n a h o r y nauguraçao: 1993 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Jardim d o Palácio d e Cristal Freguesia: Ciclo: Ma Assunto: Sem Te Elemento de Qualificação Urbana Escultura Abstracta Internacionalização/Individualização Nível 2 Intenção: Decorativa Tratamento: Bibliografia: Nome: C nação: Escultor: M o n u m e n t o da Amizade Recife/Porto 1991 A l e x M o n t 1 Elbert Inauguração: 1993 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Freguesia: Ciclo: Jobson Figueiredo Elemento de Qualificação Urbana Escultura Abstracta Aço Rua da C i d a d e d o Recife Ramalde Assunto: ultural Internacionalização/Individualização Nível 2 Intenção: Alegórica Tratamento: Bibliografia: .

SACHE Freguesia: Ciclo: Ramalde Assunto: Sem Te Elemento de Qualificação Urbana Escultura Abstracta Internacionalização/Individualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Revista Municipal de Matosinhos.Nome: Criação: Escultor: Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse 1964 Gustavo Bastos Inauguração: 1993 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Jardim do Passeio das Virtudes Freguesia Ciclo: Miragaia Renovação Intenção: Alegóric Assunto: Mitológico Elemento de Qualificação Urbana Grupo Escultórico Tratamento: Nív Bibliografia: Catálogo da XIII Exposição Magna da ESBAP. Nome: Criação: Escultor: Cidade Cooperativa da Prelada Inauguração: Zulmiro de Carvalho 1993 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Cidade Cooperativa da Prelada . Jornal de Ramalde. p. 7 9 . Novembro de 93 . Dezembro de 1 9 6 4 . n° 3 Agosto/Setembro de 1 9 9 3 .

1 8 Out. 1 9 8 5 . a 3 Nov. Mercado Ferreira Borges.Nome: Criação: Escultor: A Anja nauguraçao: José Rodrigues 1996 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Praça de Lisboa Freguesia: Ciclo: Vitória Assunto: Alegórico Elemento de Qualificação Urbana Estátua Alegórica Internacionalização/Individualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Nome: As Sete Partidas do Mundo 1985 Graça Costa Cabral nauguraçao: 1998 Criação: Escultor: Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Qualificação Urbana Escultura Abstracta Ardósia Localização: Jardim de António Calem Freguesia: Ciclo: Lordelo do Douro Assunto: Alegóric nternacionalização/lndividualização Nível 2 Intenção: Alegóric Tratamento Bibliografia Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra.

Elementos de Qualificação Urbana Nível 3 .

Amigos de Gaia. . Lázaro Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Elemento de Qualificação Urbana jrupo Escultor nfirt Proto-modernismo/Neo-academismo Decorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Jardim Público Bibliografia Amigos de Gaia. 3 3 .2 4 e pp. Junho de 1 9 9 0 (pp.36-53). Maio de 1 9 8 3 (pp. n° 1 4. 4 .Nome: Criação: Escultor: Relevo Henrique Moreira (atrib) Localização: Largo da Escola Norma Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Santo Ildefonso Granito Elemento de Qualificação Urbana Baixo Relevo Proto-modernismc/Neo-academismo Decorativa Intenção: Espaços Implantação Largo Bibliografia A Criança e a Corça Criação: Esculto Henrique Moreira nauguraçao: Localização: Jardim de S. Amigos de Gaia. n° 2. n° 2 9 . Maio de 1 9 7 7 (pp..6 ) . 2 1 .3 8 ) .

Nome: Criação: Escultor: Fragmento nauguraçao: Marina Mesquita Localização: Jardim de S. Lázaro Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: ionfim Granito Elemento de Qualificação Urbana Fragmento Cicio: I R enovaçao Intenção: Decorativa Tratamento: Espaços Implantação Jardim Público Bibliografia Catálogo da XIII Exposição Magna da ESBAP. Localização Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Internacionalização/Individualização Miragaia Intenção: Espaços Implantação Jardim Público Bibliografia . p. 8 2 . Dezembi de 1 9 6 4 .

Intenção: Espaços Implantação Placa Ajardinada Bibliografia .

Elementos de Qualificação Urbana Nível 4 .

Nome: O Baptizado Localização: Jardim do Passeio Alegre Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Nevogilde Terracota demento de Qualificação Urbana Grupo Escultórico Tratamento: Nível 4 Ciclo: Assunto: Proto-modernismo/Nco-academismo Religioso Jardim Público Espaços Implantação : " '■■"' ■ ■ ■■ ■ ■ ■.■ ' ■ ■ ■' .

Lugares de Devoção Nível 1 .

Programa: Comissão: Encontrava-se em depósito e desmontada.Nome: Criação: Escultor: Immaculada Conceição de M a n a Inauguração: Não Atribuído 1904 D Data D Assinatura Arquitecto: Colaboração: Localização: Á t r i o da Igreja N o v a de Cedofeita Freguesii Tipologia: Cedofeita magem Dimensão Grande Materiais: M á r m o r e Fundição: Iniciativa: Eclesiástica Adjudicação mcomenda Assunto: iligioso M o d o de Implantação: D Memória Lateral Descritiva D Estudos/Esboços Espaços Implantação: Inscrições/ Lápides Instituições Religiosas Outras Implantações: A n t i g o Claustro d o Priorado da Igreja Frente ( n o r t e ) : A Immaculada Conceição de Maria da freguesia d e Cedofeita e o seu d o m Prior A n t o n i o Maria Corrêa d e Bastos Pina O Exmo Snr.1 9 0 4 Poente: A v e Gratia Plena. Atrás (sul): N o quinquagesimo anniversario da definição dogmática 1 8 5 4 . benzendo solenmente esta imagem no dia 8 de Setembro d e 1 9 0 4 . figuram inscrições alusivas à consagração. de certa altura. Descrição Imagem representando a Virgem Maria a rezar.e Orlando da Paróquia de Cedofeita 3 Observações: Revista n° 2 da Direcção dos Edifícios e Monumentos Nacionais Zl Lugar de Devoção Fin-de-siècle Nível 1 . venerando Bispo d o Porto para presidir à festividade em honra de N Sr d o Rosário Dom A n t o n i o Barboza Nascente: Retirado Claustro d o Priorado de Cedofeita em 1 9 3 0 . desc e que foi ret rada do local de implantação orig nal: o Claust o do Priorado da Igreja Românica de Cedofeita. comemorações e trasladação da escultura. N o estilóbato. construção que por pertencer ao séc XVII fo demolida aquando das campanhas de restauro evadas a cabo pe a Direcção dos Edifícios e M Dnumentos Nacionais em 1 9 3 0 . Documentação Bibliografia Depoimento do P. Dom A n t o n i o d e Souza Barroso. Em 3 0 / 1 0 / 1 9 2 1 fea a sua entrada nesta Igreja o Exmo Leão. concedeu 5 0 dias de indulgências aos fieis que rezaram diante da mesma uma A v e Maria e uma Salve Rainha. Foi reintegrado no A d r o da nova Igreja Paroquial em 2 2 d e O u t u b r o d e 1 9 7 2 . coberta por um longo manto que se estende até aos pés e colocada sobre uma coluna neo-coríntia que lhe serve d e plinto. Bispo d e Porto.

na frente. a que foram suprimidas as faces posteriores e com as anteriores formadas por cinco painéis envolvendo o recinto do orador. 86. p. agrupadas. Virgílio. à maneira de um friso. trajando vestes clássicas cujo desenho estilizado dos panejamentos produz um efeito decorativo modernizante. (1927-1997). Porto. Paróquia de Nossa Senhora da Conceição. duas a duas. 1997. Lugar de Devoção Resgate Nível 1 . 85. que a representação. em cujas faces figuram em médio relevo as imagens dos apóstolos. Progran Observações: Documentação Bibliografia Seis Dedos. Paul Bellot Colaboração Rogério de Azevedo e Carlos Nunes Localização: Igreja de N" Sr da Conceição Freguesia Tipologia: Dimensão Santo Ildefonso Baixo Relevo Médií Materiais: Pedra de Ançã Fundição: Iniciativa: Eclesiástica Adjudicação nda Assunto: Religioso D Memória Modo de Implantação: Lateral Instituições Religiosas Descritiva D Estudos/Esboços Espaços Implantação: I ns cr iço es/ Lá pid es Outras Implantações: aescnçao Dois púlpitos constituídos por um ambão de planta em forma de arco abatido facetado. reforça.Nome: Criação: Escult Apostolado 1945 Henrique Moreira Inauguração: 1946 D Data D Assinatura Arquitecto: D.

Moisés. 1 988. ET HABITAVIT IN NOBIS. 2 ] Relevo inferior esquerdo: D. Q V O D G E R M A N A M E A M VERI N O M I N I S E D V C A T I O N E M ALACRI PERSPICACIQVE A N I M O SVSCEPIT Q V A M C A T H O L I C A ECCLESIATANTOPERE C O M M E N D A T . Joan 1. II. AVXILIATRICIS INSTITVTI C O O P E R A T O R V M PIAE V N I O N I S FVNDATOR. Bosco entre as Crianças [ A N I M A D V E R T E N D V M EST I O A N N E M B O S C O IN PVERORVM I W E N V N Q V E A N I M I S (FINGENDIS EDVCANDIS) FELICÍSSIMOS EDIDISSE FRVCTVS. IONNES B O S C O SALESIANAE SOCIETATIS FILIARVM M . 3 8 ] Relevo central esquerdo: o Natal [ET VERBUM C A R O F A C T V M EST. In Basilica Vaticana] Descrição 'rograma: Comis Observações: Documentação Bibliografia Pires.14] Relevo superior direito: a Fuga para o Egipto [ F V T V R V M EST E N I M VT HERODES QVERAT PVERVM A D PERDENDVM E V M . pp. 1 59-161 Lugar de Devoção Proto-modernismo/Neo-academismo Nível 1 . Luc. 1 3 ] Relevo central direito: a Entrega ao Senhor [ M A R I A O T I M A M PARTEM ELEGIT Q V A E T N O N AVTERETVR A B EA. Edições Salesianas. Bosco e N a Sr" Auxiliadora [S. 1 . O Culto de N" Sr' Auxiliadora em Portugal. Math. Pe. porto.Nome: Criação: Esculto Altar de N" Sra Auxiliadora 1949 Henrique Moreira Inauguração: 1949 0 Data D Assinatura Arquitecto: Rogério de Azevedo Colaboração: Localização: Igreja de St" António dos Congregados Freguesia Tipologia: Dimensão Santo Ildefonso Baixo Relevo Média Materiais: Pedra de Ançã Fundição: Iniciativa: Exlesiástica Adjudicação Encomenda Assunto: Religioso D Memória Modo de Implantação: Lateral Instituições Religiosas Descritiva D Estudos/Esboços Espaços Implantação: Outras Implantações: I nscrições/Lá pid es Relevo superior esquerdo: a Anunciação [ECCE A N C I L L A D O M I N I FIAT M I H I S E C V N D V M VERBVM T V V M . Solemini cananizatione in Basilica Vaticana] Relevo inferior direito: D. X. Ex Homilia Pii PPXII. Luc.

Maria Clementina Quaresma. Roteiro do Culto Antoniano na Diocese do Porto. Porto. A N B A . Concurso do Anteprojecto 2 0 / 3 / 4 4 . ff 49-50v. 4 7 v . I nventário Artístico de Portugal. 1 9 9 5 . 16/1 2/1 9 4 1 . Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia ( 8 / 1 1 / 1 9 3 7 a 1 6 / 1 2 / 1 9 4 1 ) .Projecto actual dos Arqt. 1 3 / 6 / 1 9 3 6 . António Ferreira Gomes Comercio do Porto. no fervor místico da invocação à Divindade Progran Zl Observa coes: Documentação Primeiro projecto da Igreja pelo A r q t ° José da Silva Peneda de 1937. Lugar de Devoção Renovação Nível 1 . 1 9 9 6 . . Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia ( 8 / 1 1 / 1 9 3 7 a 1 6 / 1 2 / 1 9 4 1 ) . Igreja benzida por D. Carlos A Moreira. re-presentado de braços erguidos visando o céu. Bibliografia Azevedo. Inauguração ao culto em 1 9 5 5 ..4 9 . 2 7 / 1 1 / 1 9 4 1 .Nome: Criação: St António Espaços Implantação: I nscrições/Lá pid es Descri* escnçao Instituições Religiosas Imagem d o Santo expressivamente talhada em madeira de pau preto. trajando hábito franciscano e estola. XIII. Fernando Tudela e Fernando Barbosa 2 0 / 3 / 4 8 . vol.

Porto.Nome: Criação: S. Remodelação em 1 966 D Documentação Fotografias do Espólio do Escultor Bibliografia Paes. numa atitude de diálogo místico com o Espírito Santo simbolizado ali por uma pomba desenhada num vitral que banha luz zenital a Figura de Programa: Comissão: Observações: Projecto da Igreja do Arqt° Moraes Soares. a visar o alto. 1 981 Lugar de Devoção Compromisso/Contestação Nível 1 . Empresa Nacional de Publicidade. 1936. Exposição Retrospectiva. com a cabeça inclinada para o lado c ireito. Barata Feyo. ESBAP. 1966. Salles. João de Brito Inauguração: 1966 0 Data Escultor: Salvador Barata Feyo Arquitecto: ARS Colaboração: Localização: Capela de N" Sr" de Fátima freguesia Tipologia: Dimensão Cedofeita Imagem Pequena D Assinatura Materiais: Madeira Policromada Fundição: Iniciativa: Eclesiástica Adjudicação Encomenda Assunto: Religioso D Memória Modo de Implantação: Lateral Instituições Religiosas Descritiva 0 Estudos/Esboços Espaços Implantação: I nscrições/Lá pid es Descrição Outras Implantações: Imagem que represen a o Santo trajando hábito franciscano e vieira na mão. Mestre Barata Feyo.

Quetzal. 1 9 9 6 . ^ ___ ____ Lugar de Devoção Internacionalização/Individualização Nível 1 . no plano inferior. Lisboa. representada por um médio relevo colocado directamente sobre uma parede de betão aparente. A N B A . Maria Clementina.Burlamaqui. Suraya. XIII. por 1 2 placas rectangulares de recorte irregular. 1995..Nome: Criação: Cristo Ressuscitado 1981 nauguraçao: 1981 0 Data Escultor: Júlio Resende Arquitecto: A g o s t i n h o Ricca Colaboração Igreja de N a Sra da Boavista 0 Assinatura Localização: Freguesia Tipologia: Ramalde Médic Dimensão Grande Materiais: Faiança Fundição: Iniciativa: Adjudicação :ncomenda Assunto: Reliigioso M o d o de Implantação: D Memória Parede Descritiva D Estudos/Esboços Espaços Implantação: I nscrições/Lá pid es Descrição Instituições Religiosas Outras Implantações: Imagem alongada de Cristo com os braços abertos e uma das mãos erguidas em gesto de saudação. composto por vários segmentos à maneira de um puzzle e acompanhada. Programa: Comissão: Observações: Documentação Bibliografia Quaresma. Inventário Artístico de Portugal. Cerâmica Mural Portuguesa Contemporânea. também de faiança e segmentadas. colocadas verticalmente. vol.

tirando partido do elevado pé-direito do recinto da igreja Programa: Comissão: Observações: Documentação Lápide à entrada da Igreja Bibliografia Lugar de Devoção Internacionalização/Individualização Nível 1 .Nome: Criação: St Cristo nauguraçao: 1983 0 Data Escultor: Laureano Guedes (Riba Tua) Arquitecto: Fernando Tudela Colaboração Fernando Barbosa D Assinatura Localização: Igreja de St António das Antas Freguesia Tipologia: Dimensão Materiais: Fundição: Iniciativa: Eclesiástica Adjudicação Encomenda magem Monumental Assunto: Religioso D Memória Modo de Implantação: de Fundo Instituições Religiosas Descritiva D Estudos/Esboços Espaços Implantação: I nscrições/Lá pid es Descrição Outras Implantações: Imagem colossal de Cristo crucificado numa frágil cruz colocada obliquamente a considerável altura sobre o altar.

derradeira manifestação física. tornar evidente o valor simbólico da 'árvore' como lemento da Natureza Cósmica. Cristo Crucificado não foi concebido como sinal de Morte. apenas sugerindo em certas partes do volume. deixando criteriosamente outras partes a descoberto. O comprimento do 'staticulum' conduz. Aliás. que se ajusta ao espaço arquitectónico. como sugerindo que. Mais que o símbolo de sofrimento físico. escultura policromada de amplas dimensões. propicia a ideia de um movimento ascensional. O tratamento cromático. desde as origens. textura e ornamentação). Cristpo tomba a Sua cabeça. a expressão da madeira. fisicamente. Lenitivo ao sofrimento e sinal de Esperança. uma imagem sem tempo. sem coroa de espinhos. o Cristo 'está'. Cristo na Cruz é a única resposta à inquietação. nas múltiplas assimilações formais e simbólicas da iconografia reconhecida. a Ascensão se anuncia. e. na flacidez da anatomia muscular e na inércia do movimento. particularmente ao fundo texturado (granítico).. Zulmiro de Carvalho (escultor) Lugar de Devoção Internacionalização/Individualização Nível 1 . uma alto propósito. tão ligada ao Homem. a luz. é que decorridos breves momentos. servindo. serve a ideia da sua génese. nela reconhecendo o infinito amor de Deus. porém. Posição. simultaaneamente. matéria. dirigindo um olhar ao Homem. num sentido vital que se entendeu marcar o tema em questão. Os acentos em blha de ouro dizem da transcendência do Acontecimento. mas. uma imagem 'em proposta'. que o alongamento da figura de Cristo (tendência gótica). mas com uma expressão facial desenhada por meio de incisões na madeira que realçam o seu desalento d o martírio. hodierna. tudo foi concebido tendo em consideração o espaço. um Cristo Crucificado. naturalmente. crucificado num lenho de carvalho e representado segundo uma figuração alongada e esquelética. necessariamente. impunha-se a imagem da Esperança e da Redenção. Pretendeu-se criar uma imagem extrapolando a regra iconográfica. sem uma precisa definição histórica. e se quisermos.Nome: Criaçio: Cristo Crucificado í 1987 nauguraçao: 1987 D Data Escultor: Júlio Resende D Assinatu Arquitecto: Vasco Morais Soares Colaboração: Zulmiro de Carvalho (execução) Localização: Igreja da Senhora do Porto Freguesia Tipologia: Dimensão íamalde Imagem Grande Materiais: Madeira Policromada Fundição: Iniciativa: E clesiástica Adjudicação Encomenda Assunto: Reliqi gloso M o d o de Implantação: 0 Memória Descritiva I—I Estudos/Esboços de Fundo Espaços Implantação: I nscriçoes/Lá pid es Descrição Instituições Religiosas Outras Implantações: Imagem de Cristo rudemente talhada em madeira de carvalho parcialmente policromada d e tons azuis e dourados. A verdade. portanto. as presenças do Sacrário e do Altar (coloração. com a cabeça tombada para a frente e inclinada sobre o lado direito. 2 2 de Maio de 1 9 8 7 a) Júlio Resende (pintor). afinal. para com os homens.. esse impacto transformar-se-á numa adesão crescente. simultaneamente. na Figura de Jesus Cristo. procurando. a ela se submetendo a representação da figura de Cristo. Porto. assim. Programa: Memória Descritiva do Cristo Crucificado da Igreja de Nossa Senhora do Porto Entendido como o mais transcendente momento para a reflexão da Humanidade. sem constrangimento. a esse sentido ascensional. É assim. Isto é: deliberou-se realizar uma obra criativa. Uma aprente rudez expressionista (tendência românica) foi assumida conscientemente. A 'novidade' desta obra despertará natural impacto. intemporal. constituindo um todo harmonioso. Na concepção presidiu um critério de verdade do material. Concluindo.

1 9 9 0 ..Paróquia da Senhora do Porto. (assinada conjuntamente por Júlio Resende e Zulmiro de Carvalho) Biblilograria Livros: Pinho. Porto. vol. 2 0 / 0 9 / 8 7 Lugar de Devoção Internacionalização/Individualização Nível 1 . O Cristo Crucificado da Senhora do Porto. Bernardino.Ob: servaçoes: Documentação Memória Descritiva. Paróquia da Senhora do Porto.1 1 6 . 1 9 9 5 . pp. Bernardino. Inventário Artístico de Portugal. Chamusca. 6 / 0 8 / 8 7 . Porto. Paróquida Sr" do Porto. Ed Perpétuo Socorro. 1987.. Maria Clementina Quaresma. 1 1 4 . Arnaldo. Arnaldo. in. Voz Portucalense. in.Chamusca. XIII. O Cristo Crucificado da Senhora do Porto. Paróquida Sr' do Porto. 1 9 9 0 . Porto. Bernardino. Pinho. in. A N B A . O Comércio do Porto. Periódicos: Chamusca. Fé/Cultura.

Lugares de Devoção Nível 2 .

. 1 9 9 5 . Paróquia de Nossa Senhora da Conceição. Porto. Inventário Artístico de Portugal. XIII. vol. ( 1 9 2 7 . p.Nome: Criação: Descida do Espírito Santo Nome: Criação: Escultor: N" Sra da Conceição e Anjos Inauguração: Henrique Moreira 1 D. 8 5 . Maria Clementina Quaresma. A N B A .1 9 9 7 ) . Paul Bellot 1946 1 Arquitect o: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Devoção Imagem Granito a Localização: Igreja de N Sr" da Cone eição Freguesia Santo Ildefonso Resqat gate Intenção: Assunto: Religioso Ciclo: Zl Político-Religiosa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Seis Dedos. 1 9 9 7 . Virgílio.

Inventário Artístico de Portugal.1 9 9 7 ) . 1 9 9 7 . Porto. reguesia: Ciclo: Santo Ildefonso Assunto: Rei igioso Proto-modernismq/Neo-academismo Intenção: ehgiosa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Azevedo. A N B A . p.Nome: Criação: Escultor: St° António. . Beato Nuno Alvares Pereira e S nauguraçao: Henrique Moreira D. ( 1 9 2 7 . -?>&. Paróquia de Nossa Senhora da Conceição. 1 9 9 6 . Carlos Alberto de. S. João de Deus. Paul Bellot 1946 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Devoção magem Granito Localização: Igreja de N a Sr" da Conceição Freguesia: Ciclo: Santo Ildefonso Assunto: Religioso Resgate Intenção: Político-Religiosa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: fcïïïçïïîf 111 í 4*î*îtf-vi****. 1 9 9 5 . vol. I Seis Dedos. Imagens de St° António da Diocese do Porto. Maria Clementina Quaresma. XIII. Nome: Criação Escultor: Altar de St° António 1949 Henrique Moreira Rogério de Azevedo nauguraçao: 1949 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Devoção Relê Saixo Kelevo Pedra de Ançã Localização: Igreja de St° António dos Congregados F. 8 5 . Virgílio.

1 9 9 5 . XIII.Nome: Criação: Escultor: Crucifixo 1981 Júlio Resende Agostinho Ricca Zulmiro de Carvalho Lugar de Devoção magem 'erro e cobre Inauguração: 1981 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Igreja de N" Sra da Boavista Freguesia: Ciclo: Ramalde Assunto: Religioso Internacionalização/Individualização Intenção: eligiosa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Quaresma. Inventário Artístico de Portugal. A N B A . vol. vol. 1 9 9 5 . A N B A . XIII. . Maria Clementina. Nome: Criação: Escultor: Frontal de Altar 1981 Júlio Resende Agostinho Ricca Zulmiro de Carvalho Lugar de Devoção Baixo Relevo Inauguração: 1981 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: a a Localização: Igreja de N Sr da Boavista Freguesia: Ciclo: Ramalde Assunto: Religi gtoso nternacionalização/lndividualização Intenção: Religi giosa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Quaresma. Inventário Artístico de Portugal. Maria Clementina.

Porto. 1 9 9 0 . A N B A . Paróquida Sr d o Porto. Nome: Criação: Escultor: Sacrário nauguraçao: Júlio Resende Vasco Morais Soares Zulmiro de Carvalho Lugar de Devoção Saixo Relê Kelevo íronze e Cerâmica greja da Senhora d o Porto Ramalde Assunto: Religioso 1984 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Freguesia: Ciclo: Internacionalização/Individualização Nível 2 Intenção: Religiosa Tratamento: Bibliografia: Quaresma. v o l . Bernardino. X I I I . Chamusca. Inventário Artístico de Portugal. Maria Clementina. X I I I . A N B A . vol.Nome: Criação: Escultor: Sacrário 1981 Júlio Resende Agostinho Ricca Escultor Zulmiro de Carvalho Lugar de Devoção Baixo Relevo íronze e Cerân Cerâmica Inauguração: 1981 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Igreja de N a Sr" da Boavista Freguesi Ciclo: Ramalde Assunto: Rei igioso Internacionalização/Individualização Nível 2 Intenção: Tratamento Reiigiosa Bibliografia Quaresma. Inventário Artístico d e Portugal. Paróquia da Senhora d o Porto. 1995. 1 9 9 5 . Maria Clementina. .

I Quaresma. A N B A . vol. XIII. Porto.M. 1 9 9 5 .'V *. 1 9 9 0 . Martinho de Aldoa Freguesia: Ciclo: Tratamento: Bibliografia: Quaresma. XIII. Paróquia da Senhora do Porto. Chamusca. Inventário Artístico de Portugal. Maria Clementina. ã . Nome: Criação: Escultor: Sacrário 1990 Júlio Resende nauguraçao: 1990 vÇ: .Nome: Criação: S._. Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Zulmiro de Carvalho Lugar de Devoção Baixo Relevo Bronze e Esmalte Zl Localização: Igreja de S. Martinho Localização: Igreja de S. Paróquida Sra do Porto. . 1 9 9 5 . vol. Bernardino. Maria Clementina. Paulo do Viso Freguesia: Ciclo: Tratamento: Bibliografia: Nível 2 Intenção: Ramalde Assunto: Religi iigioso li.S. Inventário Artístico de Portugal. A N B A .

Nome: Criação: Escultor: Ascensão de Cristo nauguraçao: Júlio Resende Eugénio Alves de Sousa Zulmiro de Carvalho Lugar de Devoção magem 1997 Arquitecto: Colaboração: Carácter Tipologia: Materiais: Localização: Igreja S. Martinho de Cedofeita Freguesia Ciclo: Cedofeita Assunto: Religioso nternacionalizaçã o/Individualização Intenção: Religiosa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: .

Lugares de Devoção Nível 3 .

Paróquida Sr do Porto. A N B A . Maria Clementina. 1 9 9 5 . 1 9 9 0 . Martinho de Aldoar Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Lugar de Devoção saixo Relê Kelevo Aldoar Internacionalização/Individualização íeligiosa Instituições Religiosas Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Bibliografia Quaresma. vol. 1 9 9 5 . . Inventário Artístico de Portugal.Nome: Criação: Es culto Imaculada Conceição nauguraçao: Irene Vilar 1988 Localização: Igreja de S. Chamusca. Inventário Artístico de Portugal. A N B A . Bernardino. Paulo do Viso Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Ramalde Madeira Lugar de Devoçãc Imagem Internacionalização/Individualização Religiosa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Instituições Religiosas Bibliografia Quaresma. Nome: Criação: Esculto Cristo Inauguração: Hanny Polling 1990 Localização: Igreja de S. Paróquia da Senhora do Porto. XIII. Maria Clementina. Porto. vol. XIII.

Obras não Existentes .

Nome: Autor: Monumento aos Calafates EstádioDaObra: DataProjecto: Aquisição: Carácter: Tipologia: Projecto Notas: [Lançamento da 1 a Pedra em 5 / 1 0 / 1 9 1 1 Documentação: Bibliografia: .

Matosinhos Documentação: CausaDaRemoção Notas: Documentação: Bibliografia: .Nome: Autor Economia Localização EstádioDaObra: DataProjecto Aquisição: Carácter Tipologia: Grupo Escultórico Transladação Ciclo: Causa Notas: Em depósito no Museu da Quinta de Santiago.

5 9 . 8 / 1 1 / 1 9 2 7 . Acta n° 3 3 . ff 29v-30v.2 6 . Documentação .Nome: Autor: Monumento a João Chagas José Fernandes de Sousa Caldas [Jardim de João Chasas Projecto Localização: EstádioDaObra: DataProjecto: 1926 Encomenda DataDalmplantação: Aquisição: Carácter: Tipologia: Ciclo: Lugar de Memória Monumento-busto Fin-de-siècle CausaDaRemoção Notas: Documentação: Actas da Comissão de Estética (1 9 2 7 . Acta n° 2 8 .1 9 3 1 ). Bibliografia: _ _ Nlome: Autor: Paz Fecunda José de Oliveira Ferreira Avenida dos Aliados Projecto Localização: EstádioDaObra DataProjecto: Aquisição Carácter: Tipologia: Ciclo: 1926 Encomenda DataDalmplantação: Lugar de Memória Monumento D Fin-de-siècle CausaDaRemoção Notas: [pieço inicial 55O. ff43-43v.OOO$00. Actas da Comissão de Estética ( 1 9 2 7 . Acta n° 1 2. 1 9 / 3 / 1 9 2 9 . Acta n° 2 2 . 3 / 7 / 1 9 2 8 . ff 2 4 v . ff 5 8 .1 9 3 1 ) . final 5 0 0 . 2 8 / 9 / 1 9 2 7 . Acta n° 2 2 . Bibliografia: Commercio do Porto 1 4 / 5 / 1 9 2 6 . 2 0 / 1 2/1 9 2 7 . 0 0 0 $ 0 0 Actas da Comissão de Estética (1 9 2 7 . ff 1 8v-1 9.1 9 3 1 .

4. ff 59-59v Bibliografia: Documentação: . 1 3 / 5 / 1 9 3 7 . 1 3/1 2 / 1 9 3 2 . Nome: Autor: Monumento a Henrique Pousão Américo Gomes Localização: EstádioDaObra: DataProjecto: Aquisição: Carácter: Tipologia: Ciclo: Projecto D DataDalmplantação: 1936 Encomenda Lugar de Memória Monumento Proto-modernismo/Neo-academismo CausaDaRemoção Notas: [Maquette não aprovada Actas do Conselho de Estética e Urbanização da Cidade do Porto (1 3/3/1 9 3 4 a 1 8/5/1 9 4 0 ) . p.Nome: Autor: Monumento a António Feijó Localização: EstádioDaObra: DataProjecto: Aquisição: Carácter: Tipologia: Ciclo: CausaDaRemoção Notas: Não chegou a elaborar-se nenhum projecto Lugar de Memória Criação de Uma Comissão DataDalmplantação: J 7! Documentação: Bibliografia: Comercio do Porto.

1 7/2/1 941 . Julho de 1 9 4 0 . idem. Volume I. de 2 4 / 3 / 1 9 4 0 . Execução de Amando Correia (Requerimento n° 7 . 6 2 4 de Alberto Ponce de Castro.3 2 . Comercio do Porto.1 9/4/1 9 4 0 .Nome: Autor: Monumento a Silva Porto Américo Gomes Localização: EstádioDaObra: DataProjecto: Aquisição Carácter: Tipologia: Ciclo: Projecto I] DataDalmplantação: 1937 Encomenda Lugar de Memória Monumento Proto-modernismo/Neo-academismo CausaDaRemoção Notas Maquette não aprovada Actas do Conselho de Estética e Urbanização da Cidade do Porto (1 3 / 3 / 1 9 3 4 a 1 8 / 5 / 1 9 4 0 ) .ff 59-59v Bibliografia: Documentação: Nome: Autor: Arrancada do 28 de Maio Alberto Ponce de Castro [Avenida do Marechal Gomes da Costa Implantação |1940 >oaçao Lugar de Memória Monumento Localização: EstádioDaObra: DataProjecto: Aquisição: Carácter: Tipologia: Ciclo: Resgate [Obra destruída pelo temporal de Fevereiro de 1 941 1 CausaDaRemoção Notas: Autorização por «dois meses». 13/5/1937. p. ff 2 9 v . ' Documentação: Bibliografia: Notas de Arte no Ocidente.. Actas do Comissão Municipal de Arte e Arqueologia ( 8 / 1 1 / 1 937 a 1 6/1 2/1 9 4 1 ). 3 2 0 .

Nome: Autor: |A Vaga Júlio Vaz Júnior Localização: EstádioDaObra: DataProjecto: Aquisição: Carácter: Tipologia: Ciclo: CausaDaRemoção Notas: Ant° Fernandes de Sá modelou uma escultura homónima em 1 9 0 0 Ofício do escultor Júlio Vaz Júnior de Lisboa. 3 1 / 7 / 1 9 4 1 . Actas do Comissão Municipal de Arte e Arqueologia (8/1 1/1 9 3 7 a 1 6/1 2/1 941 ). de 1 2 / 2 / 4 1 . ff40v. Bibliografia: Projecto 1941 ompra DataDalmplantação: Elemento de Qualificação Urbana Documentação: .

idem. 2 9 / 5 / 1 9 4 2 . ff 4v. ff 7v-9. 1 / 4 / 1 9 4 3 .Nome: Autor: Monumento a Delfim de Lima José Fernandes de Sousa Caldas |Praça do Marquês de Pombal Projecto 1942 Encomenda Lugar de Memória Monumento-busto DataDalmplantação: Localização: EstádioDaObra: DataProjecto: Aquisição: Carácter: Tipologia: Ciclo: CausaDaRemoção Notas: Aprovado após a introdução de modificações Requerimento registado sob o n° 9 . Bibliografia: Documentação: . 3 0 4 da Comissão Executiva Pró-Monumento a Delfim de Lima de 3 0 / 3 / 1 9 4 2 . 3 / 6 / 1 9 4 2 . 1 6 / 4 / 1 9 4 2 . idem. idem. ff 1 3v14. ff 9-9v . Actas do Comissão Municipal de A t e e Arqueologia (1 6/1 2/1 9 4 1 a 3 1 -1 2-1 9 5 0 ) .

Actas da Comissão Municipal de Arte e Aqueologia ( 1 6 / 1 2 / 1 9 4 1 a 3 1 .-ff 2829v . ff 30v. 19/8/1945. ff 29v-30v. de 2 4 / 8 / 1 9 4 5 . 1 8/1 2/1 9 4 5 . Ordem de Serviço da presidência n° 2 6 4 . 6 / 1 1 / 1 9 4 5 . de 2 0 / 8 / 1 9 4 5 .1 2 . Bibliografia: Documentação: .Nome: Autor: Monumento a Vasco da Gama Localização: EstádioDaObra: DataProjecto: Aquisição: Carácter: Tipologia: Ciclo: jPraça do Império Projecto DataDalmplantação: Ene Lugar de Memória Monumento Compromisso/Contestação CausaDaRemoção Notas: Intenção inicial de encomenda a Francisco Franco Ofício n° 2 0 0 0 da Direcção geral dos Serviços Centrais e Culturais. idem. idem.1 9 5 0 ) .

Bibliografia: . João Projecto 1965 DataDalmplantação: Lugar de Memória Busto D CausaDaRemoção Notas: Documentação: Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . Parecer n° 2 0 / 6 5 .Pareceres ( 1 9 5 1 a 1 9 6 7 ) . Luiz Pinto da Fonseca 3 Localização: EstádioDaObra: DataProjecto Aquisição: Carácter Tipologia: Ciclo: Jardins do Hospital de S.Nome: Autor: Dr.

Pareceres ( 1 9 6 8 a 1972).Parecer n° 1 9 / 6 9 .-Comissão Municipal de A t e e Arqueologia .Pareceres ( 1 9 6 8 a 1 9 7 2 ) . n° 2. G . Parecer n° 4 1 / 6 9 Bibliografia: Documentação D Nome: Autor: Monumento a Fernão de Magalhães Localização: EstádioDaObra: DataProjecto: Aquisição: Carácter: Tipologia: Ciclo: |Praça de D. da Boavista e Rua S. João de Brito Projecto 1969 Compra Elemento de Qualificação Urbana Estátua DataDalmplantação: Localização: EstádioDaObra: DataProjecto: Aquisição: Carácter: Tipologia: Ciclo: Proto-modernismo/Neo-academismo CausaDaRemoção Notas: Figura de braços erguidos sugerindo uma ideia de libertação. progre Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . Manuel Intenção DataDalmplantação: Lugar de Memória J Sugestão da TAP Memorial de sua Exa o Presidente da Câmara n° 4 5 8 Reg. CausaDaRemoção Notas: Documentação Bibliografia: . Idem..Idem. Parecer n° 40/69. Parecer n° 8 3 / 7 0 .Nome: Autor: [Figura Rogério de Azevedo Convergência da A v . Idem.911/70.

Parecer n° 9 / 7 2 . Bibliografia: .Nome: Autor: |Jogos de Agua João Charters de Almeida |Praça de Velasquez Projecto jl972 Compra DataDalmplantação: Localização: EstádioDaObra: DataProjecto: Aquisição: Carácter: Tipologia: Ciclo: Renovação CausaDaRemoção Notas: Documentação: Comissão Municipal de Arte e Arqueologia .Pareceres ( 1 9 6 8 a 1 9 7 2 ) .

. 21 de Dezembro de 1 9 7 9 .Nome: Autor: Monumento ao General Humberto Delgado José Rodrigues Avenida dos Aliados Projecto 1978-1979 DataDalmplantação: Localização: EstádioDaObra: DataProjecto: Aquisição: Carácter: Tipologia: Ciclo: Lugar de Memória Monumento Internacionalização/Individualização CausaDaRemoção Notas: 1° Concurso anulado. 1 3 6 4 .. 21 de Dezembro de 1 9 7 9 . 2 5 3 2 . Idem. Idem. 2 4 de Agosto de 1 9 7 9 . N ° 2 2 7 9 . pp. pp. pp. N ° 2 2 3 7 . Idem.1 4 de Setembro de 1 9 7 9 . 2 de Novembro de 1 9 7 9 .2 5 3 3 . Avisos.2 5 3 3 . 773.1 4 de Setembro de 1 9 7 9 .Idem. Idem. 2 3 . Idem. N ° 2265.. Reunião Ordinária de 2 4 / 8 / 1 9 7 9 . 1/1 2/1 9 7 9 Documentação: Bibliografia: .2 o Concurso 1 ° Prémio José Rodrigues Boletim da Câmara Municipal do Porto.1 365. pp. pp.pp. 5 2 3 . pp.N ° 2265. 2 5 3 2 . pp. Idem. Comercio do Porto. 1 1 0 2 .. Idem. pp. N ° 2 2 2 9 . N ° 2 2 7 2 . Avisos. 7 2 . 1 3 5 0 1 3 5 1 . 2 0 de Julho de 1 9 7 9 . N ° 2 2 3 7 . Avisos. Reunião Ordinária de 2 2 / 2 / 1 9 7 8 ( 7 ) . pp. 1 8 4 7 . 6 4 5 . N° 2 2 5 7 . N ° 2 2 7 9 ... Reunião Ordinária de 2 0 / 7 / 1 9 7 9 . 27 de Julho de 1 9 7 9 . N ° 2 2 6 2 . N ° 2 2 2 8 . 29 de Dezembro de 1 9 7 8 . pp.

Anexo 1 .

Paris (Faguière. Barrias. Paris (Falguière ePuech) EBAP (Teixeira Lopes) Paris (Richet) EBAP (Teixeira Lopes) EBAP (Teixeira Lopes) Ferroviário autodidacta N ° de Obras Total Quadro n" 2 Formas de Aquisição Encomenda Compra Concurso Doação 30 Quadro n°6 Carácter 24 3 2 1 Lugar de Memória Elemento de Animação Arquitectónica Elemento de Qualificação Urbana Lugar de Devoção 20 7 2 1 Quadro n° 3 Intenção Rememorativa Decorativa Alegórica Religiosa Quadro n°7 Assunto 20 6 3 1 Literatura Pedagogia História Mitologia Alegoria Arte 4 4 3 3 3 3 2 2 2 1 1 1 1 Quadro n° 4 Espaços de Implanta . Jerdelet e Cacheux (Genebra) APBA (Manuel Fonseca Pinto) Paris (Yvon.rias Busto Café 9 4 4 3 2 2 2 2 1 1 Quadro n° 5 Materiais Bronze e Granito Bronze Bronze e Mármore Mármore Cimento Terracota Granito Escultura de Fachada Monumento-Busto 8 8 4 3 3 2 1 Monumento Grupo Escultórico Estátua Alto Relevo Baixo Relevo Imagem Cabeça .ANEXO N° l/A . Carnier e Thomas (Paris).ão Instituições Culturais Edifício Público Jardim Público Praça Largo Empresas Instituições Religiosas Política 10 7 4 4 2 1 1 1 Socioeconómico Espectáculo Cívico Científico Infância Religião Quadro n°8 Tipolo. Gauthier e BertheQ EBAP (Teixeira Lopes. José de Brito e Marques de Oliveira) EBAP (Soares dos Reis). Huizel e Jouffroy) Roma (Monteverde) EBAP (Teixeira Lopes). Mercier e Marqueste EBAP (Teixeira Lopes).o de Macedo Bento Cândido da Silva Antó João da Sil Antó orno ooares dos Reis A n t ó n i o A v e s de Sousa A n t ó n i o Fernandes de Sá Rodolfo Pinto d o Couto Joaquim Gonçalves da Silva A d a da Cunha Carlos Leituga N ã o atribuídas Aprendizagem APBA (Soares dos Reis). Paris (Injalbert) EBAP (Marques de Oliveira). Paris (Cavalier. Paris (Injalbert) EBAP (finalista em 1902) ESBAP (finalista de Escultura em 1957) Chaplan. de Sousa Caldas Costa Diop.Io Ciclo: Escultura Fin-de-Siècle Quadro n° 1 Escultores A n t ó n i o Teixeira Lopes José F.

6 Quadro n° 12 Dimensão Média Pequena Grande Monumental 14 7 6 3 .Quadro n° 9 Iniciativa Câmara Municipal do Porto Particular Comissão Universidade Sociedades Fin-de-siècle 8 6 4 4 2 2 1 1 1 1 Estado Faculdade de Medicina Fundações e Associações Culturais Eclesiástica Caixa Filial do Banco de Portugal Quadro n° 10 Inaugurações 1900-1910 1910-1920 1920-1930 1930-1940 1940-1950 Data desconhecida 5 8 9 4 3 1* Atribuível à década de 10-20 Quadro n° 11 Intervalo de Anos Ano da Última Obra Ano da 1 a Obra Número de Anos Média Anual 1948 1900 48 0.

de Sousa Caldas António de Azevedo Aprendizagem A P B A (Discípulo de A Teixeira Lopes) A P B A (Discípulo de A Teixeira Lopes) A P B A (Teixeira Lopes.-EBAP ( 1 9 3 3 ) Autodidacta N ° de Obras 27 Américo Gomes Rogério de Azevedo David Moreira da Silva Manuel Ventura Teixeira Lopes Francisco Xavier Costa Alberto Pinto Amorim Total Quadro n° 6 Assunto 35 6 3 1 Literatura Socioeconómico Religião Infância Alegórico 45 Quadro n° 2 Formas de Aquisição Encomenda Compra Concurso Doação 5 5 5 5 4 3 3 3 3 2 2 Quadro n° 3 Intenção Decorativa Rememorativa Alegórica Religiosa Religiosidade Popular 18 15 8 3 1 Eclesiástico Classicismo Espectáculo Filantrópico Ornamentação Pedagogia História Sociocultural Quadro n°4 Espaços de Implantação Edifício Público Instituições Culturais Largo Eixo Urbano Instituições Religiosas Jardim Público Praça Café Placa Ajardinada Bloco Habitacional 11 7 6 5 5 5 2 2 1 1 Figura Humana Mitologia Etnografia Quadro n" 7 Materiais Bronze e Granito Granito 12 10 Mán Má Pedra de Ançã Gesso patinado Quadro n° 5 Tipologias Baixo Relevo Busto Grupo Escultórico Estátua Escultura de Fachada Monumento Monumento-Busto 16 8 7 6 6 1 1 Cimento Cale Terracota Carácter Elemento de Animação Aquitectónica Lugar de Memória Elemento de Qualificação Urbana Lugar de Devoção 18 15 9 3 .6 4 ) Sorbonne. Paris EBAP (António Teixeira Lopes) ESBAL ( 3 anos). 1 9 5 9 . José de Brito e Marques de Oliveira) A P B A (Discípulo de A Teixeira Lopes) Paris EBAP ( M Oliveira. Lagoa Henriques.2o Ciclo: Proto-Modernismo/Neo-Academismo Quadro n° 1 Escultores Henrique Moreira Henrique Moreira (atribuído) losé F. Alves Pinto Sousa Caldas) ESBAP. (Eduardo Tavares.ANEXO N° l/B .

Quadro N" 9 Iniciativa 17 15 6 2 2 1 1 1 Particular Eclesiástica Estado Comissão Câmara Municipal do Porto Faculdade de Medicina Associações Recreativas Instituições de Solidariedade Social Quadro n° 10 Inaugurações 1920-1930 1930-1940 1940-1950 1950-1960 1960-1970 1970-1980 Data desconhecida 4 8 8 8 5 3 9 Quadro n° 11 Intervalo de Anos Ano da Última Obra Ano da 1" Obra Número de Anos Média Anual 1978 1925 53 0.8 Quadro n° 12 Dimensão Grande Média Pequena 13 20 12 .

Paris (Injalbert) EBAL (Simões de Almeida Sobrinho) Paris (Niclouse.3 1930-1940 1940-1950 1950-1960 1960-1970 2 5 1 1 . José de Brito) Paris (1 9 1 1 -1 4) N° de Obras Total Quadro n° 2 Formas de Aquisição Encomenda Concurso Quadro n° 7 Carácter 8 1 Elemento de Animação Aquitectónica Lugar de Memória Elemento de Qualificação Urbana Lugar de Devoção Quadro n° 3 Intenção Rememorativa Político-Religiosa Decorativa Alegórica Religiosa 3 2 2 1 1 Quadro n° 8 Assunto História Religião Classicismo Alegoria Figura Humana 3 3 1 1 1 Quadro n° 4 Espaços de Implantação Instituições Religiosas Praça Instituições Culturais Edifícios Públicos Cafés 3 2 2 1 1 Quadro n° 9 Materiais Granito Pedra de Ançã Bronze 6 2 1 Quadro n° 10 Quadro n° 5 Iniciativa Estado Igreja Particular Sociedades 4 3 1 1 Tipologias Estátua Imagem Baixo Relevo Monumento 4 2 2 1 Quadro n° 6 Intervalo de Anos Ano da Ultima Obra Ano d a l " Obra Número de Anos Média Anual Quando n° 11 Inaugurações 1961 1931 30 0.3 o Ciclo: Resgate Quadro n° 1 Escultores Henrique Moreira José Fernandes de Sousa Caldas Diojjo de Macedo Avaro de Brée António de Azevedo A b e r t o Ponce de Castro Aprendizagem A P B A (Discípulo de A Teixeira Lopes) A P B A (Teixeira Lopes..Despiau) A P B A (Teixeira Lopes. Bourdelle. José de Brito e Marques de Oliveira) EBAP (Teixeira Lopes).ANEXO N° l/C .

Quadro n° 12 Dimensão Grande 4 3 Média Monumental 2 .

Roma ESBAP ( 1 9 3 8 .4 5 ) . Paris. ENS Paris (curso livre para estrangeiros) ESBAP (Barata Feyo) ESBAL (Simões de Almeida Sobrinho) ESBAL.).ANEXO N° l/D . ESBAL ESBAP (Barata Feyo) EBAP ESBAL EBAP Total N° de Obras 15 Vila Américo Braga Júlio Pomar lio P Américo Braga (atribuído) Não atribuído (relevos nível 4 ) 36 Quadro n° 2 Formas de Aquisição Encomenda Compra Doação Prova Académica Concurso 28 2 2 2 1 Quadro n" 6 Assunto Histórico Literário Alegórico Artístio Civic Pedagogia Mitologia Intenção Rememorativa Decorativa Alegórica Religiosa 18 10 5 1 Itural bociocultura Figura Humana Socioeconómico Religião Etnografia Ciên Família Espaços de Implantação Instituições Culturais Edifício Público Praça Jardim Público Habitação Eixo Urbano Instituições Desportivas Largo Praceta Instituições Religiosas 10 7 4 3 3 2 2 2 1 Quadro n° 7 Materiais Br< Granito Bronze e Granito Terracota Cimento Calcário 11 1 Quadro n° 5 Carácter Lugares de Memória Elementos de Animação Arquitectónica Elementos de Qualificação Urbana Lugares de Devoção 18 15 1 1 Bronze e Mármore Man Madeiri Alu .4o Ciclo: Compromisso/Contestação Quadro n° 1 Escultores Salvador Barata Feyo Leopoldo de Almeida Eduardo Tavares Gustavo Bastos Euclides Vaz António Duarte João Fragoso t Aprendizagem ESBAL (Simões de Almeida Sob.) 1 9 2 3 . Simões de Almeida Sobrinho. Itália ( I A C ) 1 9 3 3 ESBAL (Simões de Almeida Sob.

9 Quadro n° 12 Dimensão Média Grande Pequena Monumental 13 11 6 5 .Quadro n° 8 Tipologias Estátua Baixo Relevo Busto Escultura de Fachada Cabeça Estátua Equestre Grupo Escultórico Imagem M é d i o Relevo 13 7 4 3 3 2 1 1 1 Quadro n° 9 Iniciativa Estado Câmara Municipal do Porto Particular Escola de Belas Artes Faculdade de Arquitectura Universidade Eclesiástica 12 11 5 3 1 1 1 Quadro n° 10 Inaugurações 1940-1950 1950-1960 1960-1970 1970-1980 1980-1990 Data Desconhecida 2 9 11 4 2 7 Quadro n° 11 Intervalo de Anos A n o da Ultima Obra Ano da 1 a Obra Número de Anos Média Anual 1985 1947 38 0.

Bolsa FCG.ANEXO N° l/E .4 5 ) .5 o Ciclo: Renovação Quadro n° 1 Escultores João Charters de Almeida António Lagoa Henriques Arlindo Rocha Gustavo Bastos Arlindo Rocha (atribuído) Dário Boaventura Fernando Fernandes António Lagoa Henriques (atribuído) Lino António (atribuído) Maria Irene M da Silva (atribuído) Marina Mesquita (atribuído) Não atribuído (relevos nível 4) Aprendizagem ESBAP ( Barata Feyo.. amara.6 ) IAC EBAP ( 1 9 3 8 . 1 9 5 3 ( I A C ) Egipto. Egipto ( 1 9 5 4 . 1 956-62).Brasil ESBAL e EBAP. 1 9 5 8 EBAP ( 1 9 5 2 ) ESBAL e EBAP.Itália. 5 4 (FCG) N° de Obras ESBAP EBAP (1938-45).Itália. 6 0 ESBAP ESBAP ( 1 9 6 4 ) Total 34 Quadro n° 2 Iniciativa Particular Escola Belas Artes Quadro n° 5 Carácter 17 Elemento de Animação Arquitectónica Lugar de Memória Elemento de Qualificação Urbana Lugar de Devoção 21 Câ M. Grécia. Itália. Grécia.6 ) IAC ESBAP ( 1 9 5 9 . 1 9 5 3 ( I A C ) Egipto.Londres (Michael Chalenger).Itália. Grécia. Inglaterra.. 54 (FCG) ESBAP (Escultura .. Inglaterra. Grécia.1 9 valores).. Municipal Estado Igreja Comissão L | do Cent do Inf D Henrique Fundações e Associações Culturais Quadro n° 6 Quadro n° 3 Formas de Aquisição tncomenda Prova Académica Compri Intenção Decorativa 25 25 Rememorativa Religiosa Alegoria Quadro n°4 Espaços de Implantação Bloco Habitacional Instituições Culturais Jardim Público Edifício Público Moradia I nstituições Religiosas Quadro n°7 Assunto Religião Figura Humana Alegórico Histórico Ornamentação Mitologia Eclesiástico Sociocultural Socioeconómico Lúdico Sem Tema 9 7 3 3 3 3 2 1 1 1 1 Cemitério Praceta Placa Ajardinada Café Empresa Loja .. Egipto ( 1 9 5 4 .

Quadro n°8 Tipologias Escultura de Fachada Grupo Escultórico Baixo Relevo Estátua Relevo Cerâmico Escultura Torso Imagem Fragmento Relevo Inciso 7 5 6 4 4 3 1 1 1 1 Quadro n°9 Materiais Bronze Cimento Faiança Granito Pedra de Ançã Terracota Calcário Madeira Gesso 11 10 4 3 2 1 1 1 1 Quadro n° 10 Inaugurações 1940-1950 1950-1960 1960-1970 1970-1980 1980-1990 1990-1999 Data Desconhecida Total 1 5 9 3 1 2 13 34 j P Quadro n° 11 Intervalo de Anos Ano da Ultima Obra Ano d a l a Obra Número de Anos Média anual 1993 1949 44 0.8 Quadro n° 12 Dimensão Pequena Média Grande 14 12 9 .

Ar. 66/67. J Barradas e Ant° Duarte (46-52). ESBAP. C o . Suíça e Inglaterra ESBAP (Barata Feyo) ESBAP (1963-68). 1980-83 A . A . 74-77. C o ..Co-fundadora da A . Ateliers Szabo.Co„79. ESBAL (53-55). 1979-82 A . Costa Hélder Carvalho Hanny Polling Graça Costa Cabral Jaime Azinheira Jorge Uti? Aureliano Lima (atrib) Não Atribuído ESBAL. Brasil ESBAP ( 1 9 6 4 ) . Londres (Michael Chalenger). C o . Londres ( 1 9 6 4 ) ESBAP (Aberto Silva.Bolseiro da FCG em Paris. de Artes Plásticas. Doc 6 Kassel. Paris (Duco de la Haix) ESBAP (Barata Feyo). Joseph Beuys. FCB) Solihull Colle3e oi Technology. Universidade Nacional de Arte de Tóquio Escola de Belas Artes de Bogotá Ofic. Itália (FCG). França. Lagos. Aprendizagem/Formação ESBAP (Barata Feyo. 1980-83 ESBAL ESBAP Escola de A t e s Decorativas de Soares dos Reis.. St Martins School. Escola de Design de Road Island ESBAP (Curso de A t e s Plásticas. 1973-77 Escola de Arte Layton. Pintura. Bolseiro da FCG. Total 86 ESBAP A . C o . Doutorada em Etnologia. Paris ESBAL ( 1 9 7 5 .Bolseiro FCG. Arte Religiosa (47-58). 1978 (João Cutileiro). C o ESBAP ESBAP Escola de A t e s e Ofícios. Frequência da ESBAP ESBAP 1982.6o Ciclo: Internacionalização-Individualização Quadro n° 1 Escultores José Rodrigues Júlio Resende : Vil lar Gustavo Bastos Zulmiro de Carvalho Laureano Guedes (Riba Tua) João Cutileiro Lídia Vieira Armando Aves António de Campos Rosado Niiz Miinoru INnzuma Lika Mutai Aberto Carneiro Carlos Marques João Charters de Amei da Clara Menéres José Pedro Croft Manolo Paz Nelson Cardoso Pedro Ramos Richard Graham Rui Anahory Sérgio Taborda Vítor Ribeiro Fernando Conduto Jorge Patrício Martins iecundino Moreirai da Silv Manuel Dias Amaral da Cunha Manuel Sousa Pereira A e x Mont' Elbert J . Ciclo Esp. Escultura. Dórdio Gomes). ESBAP.ANEXO N° l/F . Escultura. 65. 1979 N° de Obras 16 Quadro n° 2 Formas de Aquisição Encomenda Simpósio de Escultura Compra Prova Académica Quadro n°4 Intenção 53 20 5 5 3 Decorativa Rememorativa Religiosa Alegórica 43 24 11 7 1 Doação Lúdica .Londres (68Esc Soares dos Reis.8 0 ) . Slade School ESBAP ESBAP ( 1 9 6 2 ) . C o . 1 9 7 9 ) A . . 1 9 6 3 ) . Londres ( 1 9 6 4 . 75 ESBAP (Barata Feyo).Pós-Grad na St Martins' School of A t de Londres ESBAP ( 1 9 6 3 ) Aller de Ant° Pedro. Milwaukee. ESBAP (62-67).

Granito e Vidro Vidro e Ferro Seixos 30 11 8 7 5 4 4 4 3 3 2 2 2 1 Quadro n° 10 Iniciativa Fundações e Associações Culturais Autarquias Eclesiástica Particular Escola Belas Artes Parceiros Sociais Internacional Empresas Cooperativas 24 17 13 8 6 4 3 2 2 2 2 2 1 Política Figura Humana Sociocultural Tecnologia Literatura Igreja História Cívico Artístico Estado Solidariedade Social e Protecção Civil Agrupamentos Políticos Mitológico Quadro n° 8 Intervalo de Anos Ano da Ultima Obra Ano da 1 a Obra Número de Anos Média anual Comissão 1998 1963 35 2.Quadro n° 5 Espaços de Implantação Jardim Público Instituições Culturais Instituições Religiosas Edifício Público Placa Ajardinada Eixo Urbano Empresa Praça Cemitério Praceta Largo Instituições Políticas Quadro n° 9 24 14 14 12 7 4 3 3 2 1 1 1 Materiais Bronze Mármore Bronze e Granito Granito Ferro Aço Inox e Bronze 22 12 11 9 5 3 3 3 2 2 2 Ardósia Bronze e Cerâmica Aço Betão Madeira Faiança Betão e Ferro Quadro n° 6 Carácter Elemento de Animação Arquitectónica Elemento de Qualificação Urbana Lugar de Memória Lugar de Devoção Bronze e Mármore Cerâmica 35 23 18 10 Ferro e Cobre Ferro Pintado Gesso Patinado Granito e Ferro Mármore e Mosaico Quadro n°7 Assunto Sem Tema Religião Alegórico Socioeconómico Mármore.5 Quadro n° 11 Inaugurações i 1960-1970 1970-1980 1980-1990 1990-1998 Total 1 7 44 34 86 Quadro n° 12 Dimensão Grande Média Monumental Pequena 26 31 12 17 .

Anexo 2 .

engenhosos no oficio. da Fábrica "Os Santos Antónios. Macedo. Na Sr8 dos Anjos. o José Barbosa. tinham os seus cultores de admiradas famas na classe: .] foi o primeiro professor de desenho e de escultura que tive. Bento. se apagaram em resignada atrofia dos seus dons. St3 Luzia Sf Inês Ilustrou o jornal católico Petardo Morreu no Brasil Album Fototípico Notas Fernandes Caldas Vila Nova de Gaia Bandeira Rodrigo de Castro Oliveira Vital Estrela Abreu Porto Porto Porto Porto R St0 Ildefonso R St° Ildefonso R do Bonjardim R. o Américo Gomes. as Madalenas.. o José França... maltratados pelos outros escultores. o António Pereira. S." in Notas de Arte no Ocidente. S.. Autênticos artistas. que.Anexo 2 SANTEIROS DO NORTE Nome João de Afonseca Lapa Nascimento Vila Nova de Gaia Oficina Palhacinhas Obras Bom Jesus do Monte Madalena de Ericeira. as imagens de bispos.] Fernandes Caldas [. é em sua memória que escrevo estas linhas a propósito dos santeiros nortenhos.. de monjas e de evangelistas com singela túnica como as dos gregos.. os São Joões. Diogo. 341-342 .o Carvalho. Outubro de 1940. pp. Francisco de Assis. compondo santos em convencionais atitudes [. por falta de cursos de doutores e sorte na vida para usarem na imprensa de publicidades.

Anexo 3 .

1992 Homenaje a Rodriguez Sahagún. 1992 Lotura. 1987 ZuhaitzV. 1974 G u r u t z l l l . 1993 Abesti gogora V. 1982 Topos V. Houston Paris Washington Fuenterrabia Dusseldorf Madrid Madrid Lund Teheran Madrid San Sebastian San Sebastian Vitoria Valladolid Barcelona Frankfurt Barcelona Guernica Grenoble Dálias Gijón San Sebastian Helsinki Sevilla País Espanha Espanha Espanha Alemanha Suíça Espanha Espanha EUA França EUA Espanha Alemanha Espanha Espanha Suécia Irão Espanha Espanha Espanha Espanha Espanha Espanha Alemanha Espanha Espanha França EUA Espanha Espanha Finlândia Espanha Monumento a los Fueros . 1993 Puerta de Música. 1969 Estela a Rafael Elósegui. 1970 Monumento Dusseldorf. 1989 De Música. 1989 Elogio dei horizonte IV.Estela VII. 1989 Monumento a Fleming (2a version). 1992 Monumento a la tolerância. 1971 Lugar de Encuentros 111. 1976 Lugar Monte Urgull Basílica de Aranzazu Pico dei Loro Rathaus-Innenhof Musée Olympique Parque R. 1975 Peine dei Viento XV (três). 1954 Estela a Rafa Alberdi Diálogo-Tolerancia. 1987 Gure a-itaren etxea X. 1971 Lugar de Encuentros 11. 1974 Lugar de Encuentros VI. Dallas X-V. 1966 Alrededor dei vacio V. 1986 Elogio dei agua. 1972 Campo Espacio de Paz II.Anexo 3 Eduardo Chillida MONUMENTOS PÚBLICOS Obra Torso. 1990 Helsinki. 1966 Estúdio Peine dei Viento VI. 1980 Plaza de los Fueros Homenaje a Jorge Guillen 111. 1972 Estela a Pablo Neruda. Sahagún Parque de Bonaval Museum of Art-Museum Garden Unesco World Bank Real Club Golf Edifício Thyssen Plaza dei Rey Po de La Castellana Market Place Ciudad de Teheran Fundación Juan March Iglesia Santa Maria Peine dei Viento Cidade San Sebastian Aranzazu San Sebastian Munster Lausanne Madrid Santiago C. 198 5 La casa de Goethe. 1948 Puertas Basílica. 1992 Cadenas de San Cregorio Plaza del Rey Taunus Anlage Creueta del Coll Recinto Histórico Pare Albert Michallon Symphony Hall Cerro de Santa Canlina Po de Ia Concha Porthania Piazza Muelle de Ia Sal .

Anexo 4 .

Com esta proposta concordaram todos os senhores vogais presentes. João I. Desde já nos baseamos nessa variante ao conjunto. a-fim-de nos dois prédios a construir ao Norte e ao Sul da Praça do projectado alargamento. Depois de a Comissão o ponderar superficialmente o Exmo Senhor Presidente propõe que até à próxima reunião o mesmo seja convenientemente estudado pelos senhores vogais. João I) de que deve aconselhar-se a sua execução tendo em atenção as alterações propostas no I o projecto. estando estabelecido deverem os dois edifícios ter pontos de contacto harmónicos. Um desses pontos consiste no Pórtico formando Galeria de passagem no Rés-do-chão que existirá em ambos os edifícios e que segundo diz a memória do projecto.João I Cronologia dos factos 16/11/39 Comissão Administrativa da Câmara do Porto aprova a variante do projecto de prolongamento da Rua de Passos Manuel. que entendemos ser preferível ao projecto. foi presente uma folha de desenhos à escala de 5mm por metro que parece ser uma variante ao conjunto do projecto que a acompanhava. entre as Ruas do Bonjardim e de Sá da Bandeira Conselho de Estética e Urbanização da Cidade do Porto aprova o projecto dos volumes em que devem integrar-se os prédios situados a Norte e a Sul da Praça compreendida entre as Ruas de Sá da Bandeira e Bonjardim no prolongamento de Passos Manuel Eng° Nogueira Soares Director do Serviço de Obras e Urbanização. não deverá de qualquer forma ser ultrapassado o número de nadares previstos na última variante do projecto. no cruzamento das ruas de Passos Manuel e Sá da Bandeira. visto haver certa transcendência na resolução deste assunto.Praça de D. Os pilares que formando os 8/2/40 19/2/40 7. devendo também prever-se num futuro próximo as possíveis modificações nos agrupamentos dos prédios circunvizinhos de forma—a harmonizá-los do melhor modo com a profunda modificação que se projecta neste núcleo citadino do Porto Comissão Administrativa confirma o alinhamento do prédio a construir no lado Sul da rua de Passos Manuel com a Rua do Bonjardim Comissão Municipal de Arte e Arqueologia aprova o relatório de Marques da Silva: "Parecer acerca do projecto para Maurício de Macedo e Ca a edificar no Largo de D.1 /S/1940 19/6/40 25/9/1940 . debaixo dos seus diversos aspectos. referente ao projecto de prolongamento da Rua de Passos Manuel ífutura Praça de D. Comissão Municipal de Arte e Arqueologia ratifica por unanimidade o parecer redigido pelo vogal senhor eng° Mário Pacheco. com várias fotografias. passando todavia a fazer as observações que se seguem: o edifício de que se trata deve ficar fronteiro a outro de maior área a construir do outro lado da Praça. no qual consta a construção de dois edifícios de grande altura. tem afastamentos iguais ou aproximados. apresenta na Comissão Municipal de Arte e Arqueologia um projecto de arranjo urbanístico da Praça de Passos Manuel.

o projecto 17226 . por imprópria. D. não considerando admissível presumir homenagem corredia a tão grandes vultos da nossa História. (alt. apresentando portanto diferenças de volume conforme os diversos pontos de vista o que não parece conveniente para elementos construtivos que garantam. João I que está junto a esta proposta e fica a fazer parte integrante dela Presidente defende a ideia de aproveitar o subsolo da PDTI para estacionamento de automóveis. quer em cálculo quer em confirmação.. Ant. João I. B. Filipa de Lencastre e Rua de Ramalho Ortigão Comissão Administrativa aprova o projecto da disposição a adoptar para o arranjo da Praça de D. principalmente o arqt° Marques da Silva e Arménio Losa. João I.] foi resolvido continuar esta reunião amanhã pelas 18 horas. Comissão Administrativa confirma o alinhamento do passeio e do prédio a construir no lado Sul do prolongamento da rua de Passos Manuel O Conselho de Estética e Urbanização da Cidade do Porto Não aprova em 5 pontos + 1 acrescento de Correia da Silva. Comissão Administrativa aprova o «Plano Parcial de Melhoramentos no Centro da Cidade» constituído pelos projectos de alinhamento e de reconstrução para as Praças de D. João I. Entendem eles que o projecto não esclarece devidamente a Comissão. Presidente por sua vez submete-o a exame dos senhores vogais que se manifestaram. João I. apesar da boa intenção dela. e desaconselha a colocação das estátuas dos progenitores da ínclita Geração nas peanhas criadas 'ad hoc' para 'motivos decorativos'.. Pr. exagerada). Publicação do edital do concurso da empreitada de arranjo do Praça 28/5/41 6/10/41 13/7/44 14/12/44 8/3/45 13/6/48 10/5/49 20/2/1950 de D. Praça de D. Também estavam presentes os arquitectos Cunha Leão e Moraes Soares autores do projecto em discussão. O Sr. estarem destinados a suportar a enorme massa de construção que os sobrecarrega" 15/11/1940 O arqt° Nogueira Soares apresenta na Comissão Municipal de Arte e Arqueologia o projecto registado sob o n° 12 609 para construção de edifício no Largo de D. Os que constam da variante não são circulares. tendo sido resolvido convidar os seus autores a comparecerem para esclarecerem as dúvidas que surgiram.João I Conselho de Estética Urbana aprecia um projecto do "Edifício Atlântico" com sugestões relativas ao arranjo da Praça de D.Edifício Maurício de Macedo.pontos de apoio do pórtico também devem ter igual similitude na sua constituição. [. Devido ao adiantado da hora. porque não se admite . João I. Barreiros Estão já concluídas as obras de construção do prédio que forma o lado Sul da Praça de D.

Machado Vaz) homologa a decisão do júri do concurso.. de Gaia. A. Despacho da Presidência (]. o 2 o à maqueta «Triunfo do Trabalho» de Henrique Moreira e o 3 o à maqueta «Cidade. SAKT» enviando-o para o M O P para ratificação.] 16/3/50 Despacho da Presidência ÍLucínio Gonçalves Preza) aprova o p r o jecto de alteração proposto pela Sociedade «Edifícios Atlânticos. Ld a de V.. N .000$00 . Eng° Guilherme Bonfim Barreiros. nos plintos. respondendo aquele devido à doença do artista. Trahalho do Homem» de Lagoa Henriques. Comissão Administrativa aprova. Paulo Sarmento interroga o presidente n o sentido de sabgr a razão das esculturas para a PDTI ainda não se encontrarem implantadas. as bases do concurso para a execução de 2 motivos escultóricos destinados à PDTI. tais figuras sirvam de ornamento duma Praça sem que elas sejam os principais motivos gne aqui seriam muito secundários Pr. " Vereador B r . atribuindo o I o prémio à maqueta «Douro» de Joãn Fragoso.que. por 460. 13/7/54 19/11/54 20/3/56 "" 17/8/56 Adjudicação da fundição dos motivos escultóricos para a PDTI a J o ' s e de Castro Guedes.

Quadros e Gráficos .

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Apêndice Documental .

ministro e secretario d'estado interino dos negócios da guerra. a navegação e o commercio. publicar e correr.°— Que esta sociedade se dirija ás sociedades scientificas. Pereira. Henrique 2. Com rubrica e guarda — Antonio Maria de Fontes Pereira de Mello. Porto. nem Camões. Henrique. como alavancas da civilização. O presidente do conselho de ministros. 4 de março de 1882. cuja constituição tanto influiu para que na velha Europa se admittisse. nem Colombo. Art. Editores Magalhães e Moniz. p.Lugares de Memória Documento n°l Proposta de Eduard von Hafe. a faça imprimir. rei de Portugal e dos Algarves. na mencionada avenida.. pelo menos em parte. que sem elle não haveria nem Vasco da Gama. que a cumpram e guardem e façam cumprir e guardar tão inteiramente como n'ella se contem. á memoria do Infante D. Eduard Von Hafe in. e membro d'esté conselho. Henrique?. todos sabem que ao infante D. Luiz: Avenida do infante D. etc. Henrique no Porto. por subscripção publica. Senhores: — Na sessão do dia 12 de fevereiro o conselho scientifico da Sociedade de Instrução do Porto resolveu festejar o centenário d'uni celebre pedagogo alemão. Porto. Chamam ao infante D. Senhores. — EL-REI. e sobretudo a poderosa republica. Dada no Paço d'Ajuda aos 26 de julho de 1882. como depois d'elle se viu. Em todos os paizes cultos do globo conhecem o grande Navegador. afinal. — J. e se ignoram quasi todos os nomes que compõem a já longa lista dos reis portuguezes. Firmino. Henrique. . O Centenário do Infante D. não porque elle passasse grande parte da vida navegando.°— Que esta sociedade convide todas as sociedades de geographia do mundo a contribuírem com os fundos necessários para que se possa levantar um estatua ao grande Navegador. a Sociedade de Instrucção. e sobretudo ás sociedades de geographia do paiz. hoje vem perante vós um alemão. por graça de Deus. Proponho pois: 1. o infante D. cedem o passo unicamente á imprensa.. 2 o — Fica revogada a legislação em contrario Mandamos portanto a todas as auctoridades a quem o conhecimento e execução da referida lei pertencer. Henrique o Navegador. 8 Documento n° 2 Dom Luiz. Henrique de um modo condigno. Henrique se deve em grande parte o mundo moderno: sabem que sem elle não se conheceria a Africa. mas porque sem o impulso por elle dado á navegação não teria progredido. Será mister lembrar-vos quem foi o infante D. 1894. Henrique c) — denominando-se o porto de abrigo que se vae construir: Porto do infante D. e sem Colombo não se teria formado no novo continente um mundo novo. se pague a divida de honra que este paiz e com elle o mundo inteiro deve ao filho mais illustre d'esta cidade. ao conselho scientifico da Sociedade de Instrucção do Porto. a) _ pelo estabelecimento de uma escola de náutica n'esta cidade b) — denominando-se uma das novas avenidas que vão dar acesso á ponte de ferro de D. propor que. pedindo-lhes a sua cooperação para que se home a memoria do infante D. o principio que é a base da sociedade moderna — a egualdade dos homens perante a lei. Fazemos saber a todos os nossos súbditos que as cortes geraes decretaram e nós queremos a lei seguinte: Artigo I o — É o governo auctorisado a contribuir com o bronze necessário para a estátua que projecta levantar na cidade do Porto.

Presidente da Camará do Porto "Snr redator: Em vários números do seu jornal tem v feito referencias ao monumento a erigir ao infante D. para vós. 24-28 Documento n" 4 Carta de António d'Oliveira Monteiro. 1894. apezar d'isso. de fácil importação. a justiça não são somente qualidades individuais. e só depois os outros aspectos que possam ter. a historia é alguma coisa mais que uma simples sucessão de factos. e não acordará para receber as tardias homenagens da pátria. Além d'isto. de 3 de Agosto de 1882. meus senhores. O cynismo faz-se philosofia para o negar. [. durante os quaes a Sociedade de Instrucção proseguiu com a sua ideia. e de os amar sempre. que ameaçam de subverter. em que foi incluído o presidente da camará do Porto. [.. António Cândido no Sarau de 3 de Abril de 1889.. Henrique no Porto. [. Porto. a gratidão. que construíram ou enalteceram a gloria de Portugal. e não apenas a sua força. primeiro a intenção. na arte.. os monumentos públicos tem alma e voz.. essa iniciativa teve a sanção do parlamento portuguez. e não apenas a sua utilidade. e ja agora ficarei até á morte. Editores Magalhães e Moniz. Historiemos. e esped alisando o compromisso publico que sobre esse assunto foi tomado pelo signatário d'estas linhas. n° 172. Vè-se bem que. que fez uma lei concedendo á Sociedade de Instrucção o bronze necessário para a erecção do monumento ao infante D. applaudir e secundar esta elevada inspiração — eu. mas também virtudes e deveres principalissimos na moral dos agrupamentos humanos.] O infante dorme ha séculos o somno da morte no seu tumulo da batalha. como n'este caso.] e que se convença d'uma vez para sempre. Henrique. Pereira. 13 Documento n° 3 Discurso do dr. Henrique.. extinguese. É preciso estar prevenido contra certa a deprimente suggestão de certas doutrinas. um condigno monumento ao infante D. na sciencia.. e a vida não se reduz a uma soffrega negociação de interesses! Não podia deixar de agradecer. Mostraes que o mal da indiferença vos não contaminou ainda. O Centenário do Infante D. A Sociedade de Instrucção do Porto tomou a louvável iniciativa de erigir. um bello acto edificante de patriotismo e dignidade. lembrando que deveria aproveitar-se a presença de el-rei n'esta cidade para se lançar a primeira pedra. mas procura e estuda. O Centenário do Infante D. n'uma espécie de idealismo positivo. ensinam. . que estou ha muito. p.. educam: e quando. exaltam e consagram uma grande memoria domestica. mas elle rompe e brilha atravez de tudo. que refujam do mal presente para a amoravel contemplação d'um passado que foi bello. e se já não valem como convite e incitamento a feitos illustres. a lealdade. n'esta cidade. de que o respeito.. Pereira. nos factos a sua lei. e que.Diário do Governo. Porto.. falam. na qualidade de presidente da Camará do Porto. em tudo. Henrique. Decorreram annos. destruir o ideal no entendimento e na vontade. como em certa altura da atmosphère a respiração diminue e cessa a final» in. no Palácio de Cristal De todos os grandes homens. no equilíbrio e harmonia dos sentimentos. como o fogo! Tirar á nossa espécie a faculdade de criar eternos typos de belleza. são o prospecto e a imagem da pátria ideal. p.. Firmino.] Mas é necessário que a nação redima a falta [. que a natureza do tempo tornou impraticáveis. ainda podem ser a consolação de muitos espíritos. Henrique no Porto. in. podeis servir de exemplo e de lição. p. e nos últimos foi nomeada pela dita Sociedade a chamada commissão do monumento. até á morte — é levar uma abstracção contra a natureza aos extremos da agonia intellectual! A consciência retrae-se. recusa. nos homens o seu caracter. 1931. no Thetro de Gil Vicente.] Promovendo o levantamento d'uma estatua ao benemérito iniciador dos nossos descobrimentos marítimos. Editores Magalhães e Moniz. nenhum mais que este merece que se lhe levante e dedique um monumento. que vê ao longe a inanidade e a illusão de todas as cousas. vos praticaes. em toda a vida. e a jogralidade faz-se arte para o injuriar. Firmino. 1894.

por escripto. fica aberto concurso perante a commissão directora da celebração do 5 o centenário do Infante D. Pereira. Cada projecto terá uma divisa especial que será reproduzida no sobrescripto dos orçamentos. se verificou em uma das salas dos paços do conselho a quarta conferência do jury encarregado de emitir parecer sobre os projectos da construção para o monumento à memoria do glorioso Infante D. Até hoje. com que o artista julgue a propósito ornamentar o pedestal do seu projecto. António Ribeiro de Costa e Almeida. a commissão promotora do monumento julgar conveniente que elle seja modificado. 1894. não se cumpriu este acto fundamental e indispensável A Sociedade de Instrucção. indicando-lhe o sentido delia. comparecendo. para o projecto d'uma estatua pedestre. Porto. n° 270. que o faça saber. pp. em bronze. sendo o pedestal de mármore portuguez. Pela publicação d'estas linhas. devem declarar.Tentou essa commissão reunir-se mais do que uma vez.Henrique. Henrique. deverá preferir a alegoria. Henrique. em esculptura. Editores Magalhães e Moniz. Firmino: O Centenário do Infante D. filho d'el-rei D. Quando o auctor ou auctores do projecto adoptado não tenham habilitações especiaes. se não pódefazel-o. entre artistas portuguezes. e que para esta corporação transferisse todas as auctorisações e concessões que para tal fim haviam sido feitas á Sociedade de Instrucção. será o projecto definitivamente preferido. e que será aberto só depois do julgamento dos projectos. —Antonio d'Oliveira Monteiro. correspondendo essa divisa á declaração do nome do auctor ou auctores. ficar-lhe-ha muito reconhecido o de v. Henrique No dia 10 de Janeiro de 1894 pellas 2 horas da tarde. O limitadíssimo numero de membros da commissão do monumento que concorreu á ultima reunião resolveu: que a Sociedade de Instrucção declinasse na camará municipal do Porto a iniciativa de erigir n'esta cidade o monumento ao infante D. Se para a adopção de um projecto. Henrique. Os projectos para o monumento serão entregues em dias úteis. que me conste. feita em um cartão. na qual usou da palavra o abaixo assignado. Henrique. desenvolvidos. o nome do estatuário portuguez a quem fôr commetida a execução dos modelos. continua perante o paiz com a nobre iniciativa de erigir um monumento ao infante D. Quando haja algum quadro de relevo. etc. Henrique. e o todo de grandeza proporcionada ás dimensões da praça do Infante D. encerrado em um sobrescripto fechado. Porto e Paços do Concelho. João I e natural d'esta cidade do Porto. representando o Infante D. 25/11/1891 Documento n° 5 Edital do Concurso (24-8-1893) De hoje até às 3 horas da tarde do dia 31 de Dezembro do corrente anno de 1893. acompanhados dos respectivos orçamentos. Henrique. não superiores a 40:000$000 reis. Província. Henrique no Porto. 55-56 Documento n" 6 Acta da Câmara Municipal do Porto relativa aos trabalhos do júri de apreciação dos projectos para o Monumento ao Infante D. que promoveu e realisou a sessão solemne em homenagem á memoria do infante D." in. se assim o entender a substitua. para que outrem. O presidente. durante o referido praso. na secretaria da Camará municipal do Porto. convidará o auctor a fazer a modificação. sempre que foi convocada. cujas plantas podem ser vistas e examinadas na Camará municipal do Porto. 24 d'agosto de 1893. o abaixo assignado. . e feito isto por modo que satisfaça.

tendo-se em vista as condições do concurso e attendendo ao ideal do monumento. embora reconhecesse. como tem provado em outras occasiões. o orçamento e algumas cartas. todavia é o mesmo jury de opinião que este projecto precisa de modificações. Por mares nunca d'antes navegados e Lusitânia estão moldados em gesso. Ad Gloriam. 1394-1894 e Invicta. um orçamento e memoria. á epocha que se pretende commemorar. que o pensamento era alevantado e que a construção de um pharol por aquelle desenho não seria deslocado para perpetuar este notável centenário. e o Invicta dous modelos. memoria e orçamento. para este a . Igualmente deixou de considerar o projecto Ad Gloriam. Os projectos que se apresentaram foram em número de sete. Tendo todos os documentos sido examinados pelos membros do jury e havendo todos elles feito repetidas visitas à exposição. Terminados assim os trabalhos lavrou-se esta acta que vai ser assinada por todos os membros do Jury.Estiveram todos os vogaes do jury. e da pátria que lhe deveu o início da sua ephoca de maior gloria. ao carácter do heroe que se celebra e a tudo quanto deve significar monumento de tão elevada importância. à sua adaptação ao local. Sagres e Por mares nunca d'antes navegados. no segundo. que o auctor tivera inspiração e que o seu trabalho não seria sem mérito se fosse convenientemente desenvolvido. pelo esboço que apresentou não é possível fazer-se uma apreciação exacta do que elle será quando concluido. quando se tratar da construcção e o jury que o apreciou. ao custo provável da construção. pellas linhas geraes. Passando-se. e discutido entre si o mérito destes trabalhos. com as seguintes indicações: Utile Dulce. Viu. mas quanto á estatua e ao vestuário. dizendo o presidente que a ia remetter com um officio ao Exmo Presidente da Câmara Municipal. a menor saliência dos rostos. não só quanto á cabeça. a altura que talvez precise de ser acrescentada. O fim d'esta reunião era decidir definitivamente a qual dos projectos apresentados se deverá conferir o primeiro e segundo prémio em harmonia com o programma do concurso annunciado nos jornaes com a data de 24 de Agosto de 1893. um orçamento e ao último. Invicta. Por mares nunca d'antes navegados. A estes projectos vinham juntos vários documentos: Ao primeiro. à exequibilidade dos projectos. Lusitânia. memorias descriptivas. ao quinto. 13941894. Na discussão que houve o jury não se mostrou exigente ao ponto de querer completa originalidade nos projectos. a substituição do ornato da cornija por outro mais acommodado ao carácter do monumento e finalmente um estudo consciencioso e quanto possível em harmonia com [o] que os escriptores nos deixaram dito sobre este príncipe. porém. por isso que foi [com] rendimentos d'esta Ordem que elle emprehendeu as suas dilatadas navegações. os outros foram apresentados em desenhos. para alguns. aos desta cidade que foi berço daquelle grande homem. a mudança das esferas armilares para a Cruz de Cristo como a usava o infante. de modo que o monumento corresponda pelo melhor modo aos desejos da Commissão promotora. que trabalham e procuram apresentar obras dignas de merecimento. Conde de Samodães. já singularmente. já colectivamente. Todas estas modificações deverão ser combinadas entre o auctor do projecto. Os projectos Sagres. Reconheceu. como são sem dúvida as que se encontram n'esta exposição. uma memoria descriptiva e orçamento. entendeu que devia abstrair d'essas reminiscências e julgar unicamente os projectos pelo seu mérito relativo e a possível execução d'elles dentro das restrictas prescrições do programma. Lamentou este que o programma lhe não permitisse dar merecido galardão aos laboriosos e esclarecidos artistas que n'este concurso mostraram. em que diz respeito á mesma estatua e outro ao grupo destinado à base do pedestal. o escudo que não esta conforme o que a História nos diz ter sido o do Infante D. ao sexto. finalmente. Henrique. assumindo a presidência o Snr. E passando-se á apreciação dos projectos por sua ordem reconheceu immediatamente o jury que o denominado Utile Dulce não podia ser admitido porque o seu autor mesmo confessa que elle estava mais adaptado para ser erigido sobre o promontório de Sagres ou para uma praça de grandes dimensões que não aquellas onde tem de ser collocado o monumento. por isso que. que as bellas artes em Portugal se não acham descuradas. Utile Dulce. Sagres. Quanto ao|s] outros projectos não foi unânime a decisão do jury. entre estas menciona: a orientação que deverá ser alterada voltando-se de poente para o Sul. tendo dedicados adeptos. Lusitânia. e. disse o Exmo presidente que restava n'esta conferência classificar os projectos para se resolver aquelles a quem deveriam ser conferidos os premmios. as fontes onde os auctores foram buscar elementos para o seu estudo. Ad Gloriam. à votação resolveu o jury por maioria que o primeiro premio devia ser conferido ao projecto Invicta. tendo o 1394-1894 um modelo para a estatua do heroe. porém. ao terceiro e quarto.

mas ainda porque. As cruzes indicam não só o empenho em propagar o christianismo que tanto actuava no animo do infante. ao passo que. e nomeadamente na tomada de Ceuta. contemporâneo do infante. o vestido sem insígnias. que haja razões preponderantes. completa a ideia do monumento. do snr. quanto á physionomia. uma circumstancia accidental preferiu-se. como adiante se explicará. Henrique. Firmino: O Centenário do Infante D. p. um aspecto de vigor na plenitude da idade viril. quando falia das qualidades militares do infante. Porto. É possivel. Jão Carlos d'Almeida Machado. d'esté modo. IV. Para a representação do infante tinha-se que escolher entre o desenho bem conhecido que acompanha a Chronica de Azurara. 24). de accordo com o determinado no annuncio do concurso. mostrada por outras partes do monumento. porém. mas ainda por relembrar as palavras de Azurara (cap. . como em qualquer outro. o da Bolsa do Commercio. e a estatua existente no portico sul do convento dos Jeronymos. Victorino Teixeira Larangeira. quanto ao vestuário. Os escudos symbolisam a ideia da Pátria dominante em todos os actos do infante. Por isso. pelos fins a que se destina. Henrique assenta sobre um pedestal com forma de um tronco de pyramide de base quadrada. e commemorar a parte importantíssima que elle teve nos commetimentos guerreiros do seu tempo. porém. adoptando o habito militar. N'este ponto. IV. Jelo da Silva Pereira. O estylo geral adoptado é o românico. Quanto á orientação do monumento parece que a sua face principal. segundo diz o Visconde de Santarém na introducção á Chronica.Conde de Samodães. 20). Sendo esta. Se o projecto for adoptado. de que este commémora o grande adiantamento feito nas sciencias geographicas por motivo da iniciativa do infante. 56-58 Documento n° 7 Memoria descriptiva que acompanhava o projecto Invicta (Io prémio) "A estatua pedestre do infante D. Pereira. em Belém. collocado sobre uma base da mesmafigurageométrica. aliás. e até certo ponto corresponde á descripção. na qual se reproduz um retrato do condestavel. João Marques de Oliveira. pag. o qual. seguiram-se as sua indicações. serão feitas as modificações que forem indicadas. pp. aliás pouco minuciosa que d'elle faz Azurara (Chronica. tanto a estatua como a grande composição allegorica da base poderia ter posições que só por si indicam factos que o monumento commémora. Oliveira Martins. A estatua representa o infante D. dando-lhe. o contorno das terras conhecidas poderá ser desenhado na superficie da esphera por forma que a cidade do Porto fique no zenith. Mas. não se empregando o gothico por não parecer caracteristtico para estas construcções. O veu deve encobrir approximadamente o mundo desconhecido antes dos descobrimentos do século XV. representado d'esté modo e dando áfigurauma aparência muito nobre. os escudos de Portugal. mais ornamental e condizente com um dos motivos principaes do monumento. consoante o estylo da época. mas sim mais apropriado ás que tenham feição accentuadamente religiosa Para motivos predominantes da ornamentação escolheram-se as ameias de castellos. approximate da estatueta dos Jeronymos.apresentar à Commissão Promotora. não só porque assim defrontaria com o edifício mais nobre dos que rodeiam a praça. deveria ficar voltada para oeste. Com as espheras pretende-se tornar bem frisante a ideia. cap. 1894. Parece que o primeiro é um retrato mais ou menos exacto do infante. as espheras armillares e as cruzes de Christo. Ainda ha poucos dias foi publicada a Vida de Nun'Alvares. Foi encerrada a sessão sendo quatro horas da tarde . de pé. aponta aos navegantes portuguezes o caminho na direcção da costa africana. pelas quaes o monumento deva ter outra orientação. arrancando com a mão direita o veu que encobria ao conhecimento dos homens grande parte da terra. e portanto a frente da estatua. prestando assim homenagem á terra natal do infante que hoje lhe ergue o monumento. Henrique no Porto. Editores Magalhães e Moniz. a grande gorra preta e sobretudo a larga fita que d'ella pende e com que o infante apparece n'aqulle retrato são signaes de luto. bem como o desenvolvimento do seu pretigio militar. não só por mais nobre. como principalmente a sua qualidade de mestre da Ordem militar de Christo. Os castellos significam o augmente de força e poderio que dos descobrimentos advieo a Portugal. pois. com a mão esquerda.

conveniente dar mais relevo ao quadro. o sol desponta sobre os montes de Sagres illuminando com os seus raios a nova empreza e dissipando as trevas causadas pelas nuvens d'onde emerge. vestindo por cima a loba com as armas de Portugal. as armas do infante. verdadeiramente symbolica. porém. parece que as barcas ou varineis. seriam embarcações conjunctamente de vela e remos. e na sua frente. e na correspondente as da cidade do Porto. Henrique foi mestre. in. Firmino: O Centenário do Infante D. pretendeu-se dar ao monumento o característico que elle parece dever ter — a glorificação de Portugal pelos seus descobrimentos marítimos. Por este modo se pretendeu significar uma das ideias predominantes do infante no espirito do infante e no de todos os portuguezes da sua epocha. Editores Magalhães e Moniz. representada por uma virgem de aspecto sereno e grave. Para esta ornamentação escolheram-se as proas dos navios e dois baixos relevos. significando assim o cumprimento d'uma resolução firme previamente tomada. parece. Que elle possa merecer a approvação do digno jury é o que mais deseja quem o delineou. puxado sobre as ondas do mar avassalado por dois cavallos marinhos. Inspirando-se no trecho em que Azurara (cap. pp. avulta a grande composição allegorica — o triumpho da navegação portugueza — Uma estatua de mulher que representa a gloria sustentando na mão direita a bandeira de Portugal e na esquerda uma coroa com que premeia os navegadores. tudo devido á iniciativa do infante. a estatua representa-se descoberta. e por isso representar-se-ha a passagem com effectuada por meio de uma caravela. o outro a passagem do Cabo Bojador. a figura está na attitude de começar a caminhar. cada um da sua especialidade nas artes de navaes. distinctivo dos infantes. 49) lembra a assiduidade do infante nas usa investigações relativas aos descobrimentos. pelas suas conquistas ultramarinas. Tal é a descripção summaria do projecto do monumento ao infante D. é apresentado á ex. tudo sobre a cruz da ordem de Christo. um d'elles guiado por um Tritão o outro por uma Nereide. sem guantes nem espada. E ainda que das palavras de Azurara se poderia talvez concluir que Gil Eannes fora áquella jornada em um só navio e este era uma barca.Para não imprimir. ficando colocada superiormente ás armas da cidade do Porto. As proas dos navios não correspondem designadamente a um typo histórico definido. Pereira. Henrique que. segundo as mais recentes investigações dos nossos archeologos. ainda que. 63-65 . rodeado de indivíduos de origem diversa. Henrique no Porto. Ao mesmo tempo.™ commissão directora da celebração do centenário. um caracter exclusivamente guerreiro. corresponde e completa a ideia significada pela divisa d'aquelle brazão — Civitas Virginis. que de cima do pedestal domina a obra immensa. comtudo. mas antes a uma concepção allegorica e ornamental. collocando. como ao tempo se usava. avança triumphante sobre o castello da proa dum navio. 1894. Na base do monumento. O baixo relevo que diz para a frente do monumento representa a Eschola de Sagres. pag. tendo na mão direita a cruz que encosta ao peito. VI. A armadura é singela. com que se fizeram as primeiras tentativas de descobrimento. de que D. Com esta allegoria. e tendo na mão um postulano onde indica a derrota aos capitães que vão partir. Na parte posterior da base do pedestal colloca-se a figura symbolica da religião christã. o baixo relevo representa-o n'uma praia proximo a Sagres. desta forma se procurou accentuar ainda mais a commemoração geographica a que este monumento se destina. além d'isso. o infante veste agora o trajo de escholar. sobre uma fita com a sua bem conhecida divisa. como já ficou explicado. em cujo delineamento se procurou imprimir toda a feição artística e symbolica. Além dos pensamentos representados pela posição dos dois braços. Com relação á chamada eschola de Sagres já anteriormente se procurou explicar o que se entende por essa expressão. Quanto á passagem do Cabo Bojador por Gil Eannes quiz-se principalmente relembrar o primeiro passo definitivo no caminho do desconhecido ao longo da costa africana. Porto. tendo na parte superior o banco de pinchar. por ventura. esta figura. na parte anterior. sob a divisa Invicta. com cota de malha.

mas já estou desabituado de rabiscos). e AA.U JTAJ9S uiEumisoo anb 9 lEdprunui BJBUIBO B S9Ui90 -uajjad 'BiBjd ao uiaquiBi 'oipjiEui o 9 Eqjoji B sopBoonoo opis uiBiABq BtEjd ap BAIES Bum uig Ex Colega: ~* ^RejoeM a carta de VL E r i e çonfesso-me deveras penhorado pela efevdaa conta em mie VEx" -uso BTOaarapaaoïdép um e *ópej}s9 opBuoiauaui op onínTgiB OEUI9 UIEJ90S9P W P JAiW -RÇ . vestindo opa ou balandrau comprido. Ern^ suma. -BA E ã J B p ^ i m j s u o Q ^ B D u ™ S T O g r ^ ^ B A ^ B ^ $ £ l$$$rmWMèÇ4 &&& causara í/e confrontar esses documentos com as estampas da obra de Laisoire (Bibliophile ^Jacob). apqm&np ptam&smglommmm&áaa ^^am^S'lm!^^^S diSSg fáceis op ]vdio$&wdftm^^sœtaptlM)Jt^ ° aue naquela época era uma e a mesma coisa. é filosoficamente a mais própria para o caso.0 O ^ J ^ Sd fjUKSW* K.ifá&tíÇJttiável pau °Xmn¥mfo ^ÏÏMiala^fîcfcqf pés (ou 8 0 U 01U31UI130Q . como V. É mais difícil porque os nossos a compatriotas em matérias de Arte. tem o meu fraco mérito E certo que durante^alguns 'anos: muito por mce^Mdaaeyroflssional e algum tanto de preferência. Le Moven Aze et La Renaissance. Ex" vê. Vamos pois desde já com D. BJiungj 3S qre 9nb OBpnmui Bjad ojpq 'sBm -\s^by\®!gmxmpitaKím0i^ ^ ^ critério na -I9q 'oii9^ftii^mfe|^l0A7BasewbOTgtf/-á^ÍH*§uf6preÉiW[ ^ ^ E ^ ' B ^&$kM%$Ù$&ffPel° cabeça. Er" Bp Braourtm E opéuiisgp jBtfE um EiABqiBnb op 9ju9jj EU 9 opBooijoo irm BiBjd 9p ouojsrpjBj corte ou o w g f S ^ t ^ o j o ^ r ^ B i p ^ © «peruai QyfKimim^^^su^&fiãxilSSk^e0 s s opBuuBdjgfl^e&gèWj&ip.N Documento n° 9 Boqsiq sp iBdpnmiu BJBUIEO Bp 9iu9pis9jd-90iA JUS ojda opBiuassjdB EJOJ gqj anb ojptJBUJ o moo S9Z9A sBnp naiBq jBnb EU 'Bjpad B gjqos JEO ap jgqpo fri%ú3p:BrrÍ8^%^d3^fflfflrB)3 Bp 3iu9piS3id JUS ojad BpEUi9S9jdE IOJ 9qi anb 'Bqi -OJI Bu^)g^d/^f55>3]Al § SBIU0UIIJ33 SBJS9. os waivum afmwíartfmw^oinoTp^QmeMwfàswes m%¥z^i5PifflMico f f l S i M$ a£9nÍs%z®s Je IMS^&m^mdMSfmmpas W^WmyÊW U m i r a L O T l ^ W e / « l W i g e i W U inWmimundo S n f n i V i m î % I f f i S S finJBFfàróriáPM corVeWMm poMWMMentos gráficos. SOJTJ Pereira. MM. Parece-me que para a representação monumental do Infante se podem admitir três hipóteses: oni9umu -ora O ^ q ^ f V ^ j A ^ f c ^ i J ^ s a p ^ r a ^ ^ B siodgp oonoj 2° O Infante na força da vida. o eme não dispensa de X W M r o u l « «?« «P <**«» '^E2m^^ base os maneiras (desculpe a torpeza dos bonecos. etc.U JB3tl| UIBJEUIOt BAIJUUOO 9 SOJtSTUUU ' W 3 J D I SS AA A primeira. cinto ou pretine com a escareia e o bolhão ou punhal. Firmino: O Centenário do InfantèZfH HeftlfJffiBOiíbJPtJrJ«ptHfles ^dtCnrpjiljaRHlhães e lavKhfiC'KW^^EpiBpiHB'satonSoj ap SE|opuBJiã SESOjaumu JE OE unuiqns OUKUIOUI 9JS9. Buoipg BzgrHui BjpoquEO E JEUSIA EJOJ 'rBiAmj ofoijoo o wvooupm&GiflmpsBaïêxtg v^iapaà^sa^t^^ím^m^ B no§9qo sBJoq f SBp siodap oonoj O primeiro. Deus lhes perdoefwMQ gHsW^9iWrm WcWWcomo V. Grão-Mestre de Christus 3o Q LnJante moço e cheio de valentia efe religiosa. dignas de a maior os nossos OUE: -UI9X3 MV J^tím^SMSÍ^W^^^Mi^^^^ WbWmPáWWWante . o herói da tomSSàfflWfmP BJ0 J UITJ 9SS9 EJBd MD OBqilAEd 9UIB39p UIH. voltaram para o pavilhão foi lavrado e assignado o auto do assentamento da pedra. com a faixa do mesmo passada aos ombros e presa à cintura. a ser bom critério os documento ilustrativos que consultará lhe darão abundantes pormenores. XHWíflaa3^eFiftp®i£§M)'>8a^ possível. llD °* Mwâl^M^^olWMMnmmM^ld^mr^m^ ^WJWoWjm ep mx°. é pouco favorável do ponto de vista monumental eipoderá até parecer grotesco. me entreguei a estudos acerç^a^hf^^t^qnj^^rtuguesa.Quando SS.9 SE^^ffôS^«$^91. — o volume respectivo aos costumes e armamento e o mais rico m elementos. isto é.

calças inteiras) sem sapatos. Nos pés os socos ou galochas indispensáveis, pela sujidade e desalinho das ruas, etc., própria daquela época. É uma sola com dois tacões e uma tira para se fixar nos pés. São o soco ou tamanco moderno na sua forma primitiva e ainda há trinta anos mantinham esta forma no Alentejo, e no princípio do século ainda assim eram nas Províncias do Norte, etc. Representei o personagem abrigando a vista do reflexo do Sol (com a mão) como que mirando ao longe para descobrir no horizonte a caravela de Diogo Cão, de Zarco ou qualquer outro. 2a hipótese, o mestre da ordem de Cristo, com o manto da ordem, a pota, um pequeno barrete (espécie de solidéu) calça de camurça aparecendo por debaixo do hábito, que desce pouco acima do tornozelo, e as esporas (ou acicates). Esta é a forma porque estão representados nas estátuas tumulares vários portugueses da época, tais como Gil e Martim de Ocem, que por minha influência foram recolhidos no museu de Santarém. Encontrará V. Ex" aí pelo Norte vários exemplares semelhantes — sem ir mais longe (apenas com ligeira variante no barrete e em ter a barba crescida) o monumento do bailio Coelho, em Leça do Balio. [Intercala-se aqui outro croquis de Manuel de Macedo] 3a hipótese - esta admite uma variante. O Infante guerreiro de Ceuta (é necessário 1er o episódio da conquista da Praça, na jornada de Ceuta, de Eanes de Zurara). Ali se descreve a forma como estava armado e como se bateu. Chapéu de ferro sobre o carnal ou capuz de malha meia couraça com falaras ou lâminas para defender os quadris, vestidas sobre a cota que tem no peito a Cruz da Ordem, por baixo vê-se a fímbria do saio de malha armadura de pernas e braços e guantes, etc. O bolhão ou punhal pende do cinto. Na mão o estoque ou espada de mãos ambas. A variante foi a que escolheu o nosso colega, o escultor Simões, guiando-se pela estátua memorativa do Infante que existe no portal dos Jerónimos. Não tem capuz de malha e tem a cabeça descoberta, a barba longa (o que é sem dúvida um anacronismo), o escultor quinhentista pôs-lhe as longas barbatanas dos homens grandes da época. Veste cota solta, sem cinto, sobre as armas, como se vê no túmulo de D. João I, na Batalha. Prefiro a ter-se de adpotar afigura do príncipe como guerreiro, a interpretação que acima desenhei, baseada em Zurara, que o viu, conheceu e tratou de perto. [Refere-se ao 4o croquis que desenhou] Eis os elementos que posso ministrar-lhe, sentindo que não sejam mais abundantes e valiosos. Em quanto aos livros de consulta, V. Ex" encontrará tudo ou quase tudo na Biblioteca do Porto. Concluo pois subscrevendo-me, de V. Ex" colega e admidor sincero. Manuel de Macedo Coutinho Junto ao primeiro croquis, escreveu à parte o seguinte: "O Infante trajando de saio curto de pregas à francesa, chapéu ou chapeirão, etc. Cabelo à portuguesa, com ainda se encontram exemplos nas Serras e lugares afastados" O papel em que escreveu esta carta tinha o timbre da Academia real de Belas Artes, que riscou, e à pena, emendou para Museu Nacional das Belas Artes, às Janelas Verdes, Lisboa. Manuel de Macedo era muito escrupuloso, indo às minúcias de interesse secundário. Todos os colegas o consultavam, e de sua modéstia colmam sempre prontas e preciosas lições. in, Notas de Arte no Ocidente, II Volume, Março de 1947, p. 64

Documento n° 10
Carta de Tomas Costa à APBA relatando a sua actividade como bolseiro em Paris. "Ulmo Amigo Snr. Thadeo [Furtado] - Estamos aproximadamente na época da minha segunda remessa e o meu desejo era mostrar à Academia que não devia julgar pelos estudos que tenciono remetter, do meu aproveita-mento no decurso de dois annos, pois visava a um emprehendimento maior, não quero dizer com isto que lhes enviarei uma obra prima, mas sim provas que melhor definissem os progressos que tenho feito, os quaes Mr Felguiére repetidas vezes tem observado a ponto de me convidar a trabalhar no seu atelier particular caso eu podesse dispor de tempo. No ultimo concurso de ronde-bosse tive uma menção honrosa com uma figura de mulher,

quase tamanho natural, fil-a em metade do tempo que os meus camaradas trimano, porque tinha passado a outra metade a fazer o concurso definitivo do prix Lauzel, em que só dez alumnos são admitidos, depois de terem feito as provas eliminatórias. Pois essa ronde-bosse se eu dispozesse de recursos tel-a-ia aproveitado para a mandar em vez de a deitar à caixa do barro. Hoje ainda que eu quizesse enviar provas mais serias era-me duplamente impossível, porque dois obstáculos se levantam a impedir-me: Io a condição imposta pela Academia de pagar á minha custa a moldagem dos estudos e até o próprio encaixotamento, o que já é razão bastante para não satisfazer a minha vontade. 2o um encommodo que me veio ultimamente e que ha mez e meio me tem impossibilitado d'ir à escola porque não posso estar de pé. Esse encommodo é uma hydrarfhrose n'um joelho; é d'um tratamento bastante demorado e offerece bastante gravidade. Como esse tratamento é dispendioso a exiguidade dos meus recursos me obrigará, talvez, pela primeira vez a entrar n'um hospital. Tenho sacrificado todo o meu tempo a minha saúde e a maior parte da minha pensão ao estudo, não tenho aplicado improficuamente o meu tempo, nem recreativamente a parte da pensão de que posso dispor por pequena que seja, pois creio que algum direito tenha a certos recreios entre os muitos dos quaes bastantes elementos há, para a educação d'um artista. Nem sempre se vive em um meio tao desenvolvido tão activo e tão progressivo como este, e é por esta razão que a Italia não me chamará tão cedo. Os grand Prix que vão para Roma justificam bem todos os annos a minha opinião. Estou desesperado porque não posso trabalhar, portanto pedia o favor de me conceder um prazo maior até que eu possa trabalhar para fazer a minha remessa. Tenho no Salon um busto d'uma creança que talvez mande. Quis apresentar no Salon d'esté anno um trabalho mais importante, mas a frequência da escola não me permitiu concluil-o. Apezar do meu encommodo não pude deixar d'ir ao Salon. Estive lá a primeira vez no dia do vernissage e mais duas vezes ultimamente. A melhor esculptura este anno é a Diana de Mr Falguière. A medalha d'honra não prova coisa alguma porquanto ella é dada sucessivamente áquelles que ainda a não têm tido. Não há photographias à venda da estatua do meu professor senão ter-lhe-ia mandado uma. Peço favor de me recomendar aos collegas de V. Ex* e sou sempre com toda a consideração e estima. De V. Ex* Thomaz Costa. Paris 7 de Junho de 1887 Arquivo da ESBAP. Correspondência de bolseiros da APBA. ff 46-48, 7 de Junho de 1887, in, Carvalho, António Cardoso Pinheiro de, O Arquitecto José Marques da Silva e a Arquitectura do Norte de Portugal nos Meados do século XX, Tese de Doutoramento, policopiada, Porto, 1992, p. Documento n" 11 Carta de Manoel Ramos ao Presidente da Comissão Administrativa da CMP. 26-7-1928 Meu Presado Amigo e Camarada. Foi minha primeira ideia dirigir-me a meu irmão, João Crisóstomo para me servir de intermediário no pedido que vou fazer-lhe. Mas pensando melhor acho que entre camaradas as coisas devem tratar-se directamente, mano a mano. Ora eis o caso: O Tomaz Costa está velho, doente e deve ter uma vida difícil. Foi um artista muito delicado, um modelador fino e ocupava um lugar honroso entre os nossos escultores. A sua estatua de "David" não a conheço mas não posso levar a serio o parecer da Comissão de Estética diante de uma estatua nua de um rapaz ainda na puberdade como parecer ser o caso do rei David de Tomaz Costa. De resto o caso teria remédio porque as folhas de parra não se fizeram para outra coisa. Mas a Venus Anadyomène ainda a cheguei a ver e sempre me pareceu uma coisa fina que o Museu do Porto pode e deve adquirir e que, á parte os trabalhos de Soares dos Reis, não tem que recear confrontos. O que eu desejava pois era que o meu amigo por si ou por pessoas idóneas de sua confiança fizesse estudar o caso com brevidade e vissem se sim ou não podiam adquirir uma das suas obras que deixo indicadas. A vereação faria um acto de justiça e não me parece que podesse rasoavelmente ser atacada por este facto. Deixo o caso ao seu alvedrio e espero dever-lhe a finesa de uma resposta. E veja para que pode servir-lhe o velho c inutil amigo e camarada (a) Manoel Ramos, Lisboa 26-7-1928. AHMP - Actas da Comissão de Estética (1927-1931), ff. 45v-46 Documento n" 12 Oficio enviado da Comissão de Estética ao Presidente da Comissão Administrativa da CMP

Ex"10 Senhor Presidente da Comissão Administrativa da Camará Municipal do Porto. No dia quatorze do corrente foi presente a esta Comissão de Estética uma carta do Ex° senhor Manoel Ramos relativa a aquisição de uma estatua de Tomaz Costa, "David" que só nos foi dado conhecer por uma fotografia que em tempos recebemos. Da carta do Ex° senhor Manoel Ramos parece depreender-se que a estatua em questão não foi adquirida pela camará Municipal do Porto por culpa desta Comissão e nela diz sua excelência que não "pode levar a serio o pudor da Comissão de Estética diante da mesma estatua nua dum rapaz ainda na puberdade como parece ser o caso do rei "David". Custa-me muito que um homem da alta categoria mental do Ex° Senhor Manoel Ramos seja tão precipitado na apreciação do critério alheio em assunto sobre que devia ter-se previamente esclarecido para não ser injusto com pessoas que o estimam e tem direito a mesma consideração que lhe tributam. Sua Ex3 ignora neste assunto apenas tudo. Ignora que a Comissão de Estética nada tem com a aquisição de obras de arte para o seu Museu. Ignora que esse Museu tem um Director, o Ex° Senhor Julio Brandão cujas atribuições a Comissão não pode nem deve invadir e que deveria ser o primeiro consultado. Ignora que a Comissão de Estética só poderia ser ouvida para o caso em que a estatua "David" podesse ser adquirida para a praça publica, e que a ser assim não podia incorrer nas responsabilidades da sua aquisição dada não só a exiguidade das suas proporções como a falta de local em que podesse ser aplicada, além de outras razões nas quaes (em obediência á actual universalisação dos decotes nos espirites e nos trajos) nunca sequer se pensou em invocar a do comovente pudor. Ignora sua Ex" que ninguém mais do que a Comissão de Estética gostaria de ser util ao escultor Tomaz Costa, se entre o seu empenho e os seus deveres e responsabilidades se não interposessem motivos que um espirito recto não pode deixar de respeitar. Ignora que a camará do Porto é com lamentável insistência solicitada para a compra de obras de arte por parte de muitos artistas residentes em Lisboa, quando em Lisboa ha também uma Camará Municipal, vários e importantes museus, e estes com dotações e orçamentos que o Porto nunca possui. Ignora finalmente que á Comissão de Estética nunca deixou de ser agradável que que a Camará do Porto abasteça o seu Museu e, sendo assim, se a sua ilustre Comissão Executiva entender que deve adquirir o "David" ou a "Venus Anadyomene" dispõe da autoridade para o fazer, sem a intervenção da Comissão de Estética, que não tem, como fica dito, atribuições para isso. Feito isto, assim como deve ser feito, e com tudo no seu logar, facilmente se dispensa a folha de parra que o Ex° Senhor Manoel Ramos aponta como remédio para este acto municipal. Termino afirmando a Va Excelência os meus melhores desejos de Saúde e Fraternidade. Porto 21 de Agosto de 1928. Pela Comissão de Estética (a) Guedes de Oliveira. AHMP - Actas da Comissão de Estética (1927-1931), ff. 46v-47v

Documento n° 13
Carta de Eduardo Sequeira a António Teixeira Lopes, s/d, (1899?) [...] O Bento encarregou-me de lhe comunicar que a quantia certa com que contamos é de 1.800S000. Tem, pois, que limitar-se a esta reduzida verba. Não temos a certeza que chegue a dois contos. As coisas para o monumento a Garrett parece que vão correndo bem. Mande este seu amigo Obg. Eduardo Sequeira in, Lopes, António Teixeira, Ao Correr da Pena. Memórias de uma Vida, Câmara de VNGaia, 1968, p. 224. Documento n° 14 Carta de Jaime de Magalhães Lima a Teixeira Lopes Querido Amigo: Acordei a pensar na sua linda rapariga do Loureiro. Apetecia-me beijá-la, religiosamente, a ver se aquele barro, aquecido pela minha ansiedade, me confessava os segredos de vida ingénua que lhe adivinho e não sei definir. Beije-a por mim; e um dia me dirá o que ela respondeu. Aqui me tem novamente, nesta sua casa que aguarda a sua visita como um fortuna, e sempre muito grato aos carinhos com que cativa. O seu admirador e sincero A." Jaime de Magalhães Lima in, Lopes, António Teixeira, Ao Correr da Pena. Memórias de uma Vida, Câmara de VNGaia, 1968, pp. 379-380

Documento n° 15
Portaria de 2 de Maio de 1908, nomeando a comissão de oficiais do exército incumbida de estudar e propor o Programa Geral da Comemoração Ministério dos Negócios da Guerra. Repartição do Gabinete Manda Sua Majestade El-Rei, pela Secretaria de Estado dos Negócios da Guerra, que uma commissão composta do general de brigada João Carlos Rodrigues da Costa; dos coronéis do serviço do estado maior Alfredo Pereira Taveira de Magalhães, e do estado maior de artilharia Maximiliano Eugénio de Azevedo, do tenente coronel de cavallaria, adido, Christovam Aires de Magalhães Sepúlveda; do major de engenharia Francisco Maria Esteves Pereira; e dos capitães do estado maior de infantaria Luis Henrique Pacheco Simões, e do estado maior de artilharia José Justino Teixeira Botelho, servindo o primeiro de presidente e o ultimo de secretario, estude a forma de se commemorar condignamente o centésimo aniversario da guerra peninsular, cumprindo-ihe elaborar e propor o programma a executar no país, como indicar a representação que entenda se deverá ter junto do commissões nomeadas em outros países para idêntico fim. Paço, em 2 de maio de 1908. = Sebastião Custodio de Sousa Telles
D. do G. n° 105, de 11 de maio de 1908

in, Legislação Portuguesa de 1908, 2/5/1908, p. 302

Documento n° 16
Programa para a Comemoração da Guerra Peninsular (mandado cumprir por decreto de 19-8-1908) I o . A comemoração centenária da Guerra Peninsular far-se há em diferentes datas do período que decorre de Junho de 1908 a 10 de Abril de 1914, em que se pelejou a última batalha nos campos de Toulouse Parte a realizar em 1908 2°. Comemoração cívica do o levantamento nacional para o restabelecimento da nossa independência. a) Convidar-se hão as municipalidades das povoações do reino que foram focos de sublevação contra o jugo estrangeiro em 1808 a promoverem manifestações festivas, embora muito modestas, no dia em que se completarem cem anos que o levantamento se declarou nos respectivos municípios. Muito especialmente deve este convite ser dirigido à municipalidade do Porto, por ter sido nesta cidade que em 19 de Junho de 1808 se constituiu a Junta Provisional do Supremo Governo do Reino. Aos municípios deve ser deixada toda a inciativa no modo de celebrar o acontecimento que se tem em vista comemorar, prestando-lhes o Govêmo o auxílio que entenda poder e dever conceder-lhes. b) Convidar-se hão igualmente todos os professores das escolas primárias oficiais e particulares a fazerem sentir aos seus juvenis alunos a grandeza do acto que se comemora. Do mesmo modo se procederá a respeito dos professores de instrução secundária, especialmente daqueles que regem as cadeiras de história e língua portuguesa. No Colégio Militar, Escola do Exército, Escola Naval e outras escolas superiores e de ensino especial promover-se hão conferências com o mesmo fim. c) Far-se hão conferências nos quartéis e a bordo dos navios de guerra para que chegue também ao conhecimento de todos os soldados a magnitude do acto, que, nas terras onde não houver data histórica privativa a comemorar, se pode simbolizar no dia 19 de Junho. d) Em Lisboa comemorar-se há o levantamento nacional de 1808, lançando-se, em local e dia que oportunamente se designarão, a primeira pedra para um monumento aos heróis da Guerra Peninsular. Para este acto ter a devida solenidade será acompanhado de uma parada militar. e) O dia 15 de Setembro, em que se completa o primeiro centenário do restabelecimento do govêmo nacional em Lisboa, será este ano considerado de grande gala, fazendo-se as demonstrações do estilo e quaisquer outras que o Governo entender convenientes. 3°. Comemoração da batalha do Vimeiro a) Erguer-se há uma simples lápide comemorativa, ou padrão, rodeado por uma grade, no campo onde se deu a batalha do Vimeiro, fazendo-se a respectiva inauguração no dia 21 de Agosto. Nessa lápide dirse há, em brevíssimas palavras, que o exército inglês, do comando de Sir Arthur Wellesley, depois do seu desembarque na praia de Lavos, e auxiliado por um contingente português, bateu as avançadas do exército francês na Roliça, e depois de ter sido reforçado derrotou, naquele sítio do Vimeiro, o grosso do exército, comandado pelo próprio general em chefe, Junot, obrigando-o a evacuar Portugal. b) Assistirão á cerimónia representantes de todas as armas e serviços do exército e da marinha, bem como os regimentos de artilharia 4, cavalaria 6, infantaria 12, 21 e 24, e do batalhão de caçadores 6, que tomaram parte na aludida batalha. Convidar-se hão também a assistir: os adidos militares estrangeiros; representantes das duas câmaras do Parlamento; as autoridades locais; quaisquer outras

pela muita glória que as nossas tropas adquiriram na batalha do Bussaco. c) Cnar-se há uma bandeira comemorativa do centenário da Guerra Peninsular. a primeira pedra para um monumento consagrado à memória dos heróis mortos pela Pátria e fazendo-se por essa ocasião uma parada militar. representantes da imprensa. Comemoração da defesa da ponte de Amarante. bem como os convidados das mesmas categonas que foram indicadas para a celebração no Vimeiro. d) Findas as cerimónias religiosas. os oficiais ingleses que pertençam a regimentos que tomaram parte na batalha. Do mesmo modo que para Chaves. 5o. O Governo mandara colocar em sítio adequado uma lápide comemorativa do notável feito celebrado. convidar-se há a municipalidade de Amarante a celebrar o aludido e notável feito da defesa da ponte. no domingo seguinte a 27 de Setembro de 1910 ou quando o Governo determinar uma grande comemoração cívico-militar da batalha do Bussaco. e além delas a histónca legenda camoneana que foi concedida como distintivo de honra aos corpos que mais se distinguiram na batalha de Victona. Parte a realizar em 1909 4°. e os representantes dos ificiais portugueses que igualmente tomaram parte na batalha. Comemoração da passagem do Douro e restauração do Porto pelo exército anglo-luso em 12 de Maio de 1809. ou nomear-se ha para tal rm uma comissão local de pessoas importantes em que entre o elemento militar. desde 18 de Abril a 2 de Maio de 1809. e pelo seu comportamento colectivo. dingida pelos oficiais do estado maior. pelos seus serviços. Comemoração do sítio e tomada de Chaves. lançando-se em local apropriado. será em 1910 feita com a possível pompa. o centenáno da intrépida defesa do no Minho. celebrando-se uma missa campal. com as dimensões das actuais bandeiras regimentais. tendo por guarda de honra um pelotão formado com praças dos corpos que tomaram parte na batalha do Bussaco. e figurará unicamente nas grandes paradas e solenidades militares sendo. O Governo mandará colocar em sitio apropriado. realizar-se há uma visita ao campo de batalha. fôr considerado mais digno dessa honra. no dia 27 de Setembro. em 16 de Fevereiro de 1808 Convidar-se hão as municipalidades de Caminha e Villa Nova de Cerveira a celebrarem embora com muita modéstia. confiada aos cinco corpos que maior número de citações alcançaram pelos seus feitos durante a guena. ou nomear-se há para esse fim uma comissão local de pessoas importantes em que entre o elemento militar. organizando-se um cortejo cujo programa se promenorizará em ocasião oportuna: ficando. Parte a realizar em 1910 8o. uma lápide comemorativa do feito celebrado. 6o. Convidar-se há a municipalidade da aludida terra a celebrar o centenáno da tomada da praça pelas tropas do general Silveira. desde ja assente que se . e sera levada nas referidas solenidades em cada ano pelo corpo que. c) As disposições para a recepção dos convidados serão pormenorizadas pela comissão que tiver a seu cargo executar este programa. T. a) A festividade que anualmente se realiza no sítio do Bussaco. a que assistirão contingentes de todos os corpos do exército e os oficiais que o desejarem.autoridades que o Governo porventura entenda dever convidar. Esta bandeira. ou suas famílias. ou no Museu Militar. na cidade do Porto. terá seguro à haste um colar da ordem da Torre e Espada. Comemorar-se há este glorioso tnunfo das tropas alhadas. durante os cmco anos de 1910 a 1914 da comemoração do centenáno. e) Far-se há em Lisboa. na primeira destas duas vilas. b) Terminada a missa campal proceder-se há á cenmónia da benção da bandeira a que se refere a alínea seguinte. fardados com os uniformes daquela época. e dedicada ao general Bernardim Freire e a Champalimaud. por ordem o Ministério da Guena e sob proposta de um conselho de generais. pelos seus progressos em instrução e aptidões militares. Depois de 1914 a bandeira será guardada no Ministério da Guerra. Comemoração da batalha do Bussaco. tendo inscritas com letras de ouro as datas das batalhas mais celebres da Guerra a que assistiram as tropas portuguesas. notabilíssrmo pela extraordinána rapidez com que foi efectuada a passagem do rio em frente do Porto. Comemoração da defesa do Minho. porém. deixando-lhe toda a inciativa. desde 20 a 25 de Março de 1809. de que resultou ter o marechal Soult de se retirar precipitadamente para a Galiza. A concessão dessa honra e a consulta respectiva serão publicadas em ordem do exército.

deve procurar impnmir-lhe um carácter eminentemente nacional, para o que se procurará obter representação de todas as colectividades que queiram prestar culto aos heróis da guerra da Pneínsula, e que nele aparecerá a bandeira comemorativa do centenário, levada por um oficial do corpo a que foi primeiramente entregue, ladeada por oficiais e aspirantes dos outros corpos, e tendo por guarda de honra o mesmo pelotão uniformizado que a acompanhou no Bussaco O cortejo irá desfilar diante do monumento aos heróis da Guerra Peninsular, se ao tempoo estiver concluído, ou diante de qualquer outro monumento nacional, que se julgue mais adequado ás circunstâncias. Parte a realizar em 1911 9o. Comemoração da defesa das praças de Abrantes (9 de Outubro de 1810 a 7 de Março de 1811) e de Campo Maior (12 a 22 de Março de 1811) Proceder-se há a respeito destas comemorações como se disse para Caminha, Vila Nova de Cerveira, Chaves e Amarante. a) O Governo mandará colocar em sítio adequado, na praça de Abrantes, uma lápide comemorativa da heróica defesa que sustentou desde o ataque pelas tropas de Massena, logo depois deste parar em frente das linhas de Torres Vedras, até que foi levantado o cerco, quando o mesmo marechal se viu forçado a retirar para a Espanha. b) Na praça de Campo Maior, a lápide, igualmente mandada colocar pelo Governo, será dedicada á memória do major Talaia e dos defensores do castelo. Parte a realizar em 1914 10°. Abrir-se há um concurso, perante uma comissão para tal fim nomeada para todos os livros e artigos sobre assunto relacionado com a Guerra da Peninsula, escritos durante o período da sua comemoração, concedendo-se um elevado prémio pecuniário ao autor da melhor obra que se apresentar, e distinções honoríficas isentas de direitos de mercê aos autores daquela que se julgarem merecedoras de tal galardão. Os trabalhos serão entregues à Comissão até o dia 31 de Outubro de 1913, e a distribuição do prémio e distinções honoríficas far-se há em sessão solene, para a qual será solicitada a presença de Sua Majestade El-Rei, no dia 10 de Abril de 1914, centésimo aniversário da batalha de Toulouse, remate da Guerra Peninsular. Os pormenores do concurso ulteriormente serão regulados. Parte a realizar em data indeterminada 11°. Além dos factos cuja comemoração acima propomos, outros há, extremamente honrosos para o exército português, e que não podem ficar esquecidos, tais são: a defesa das linhas de Torres Vedras, as batalhas de Talavedra, Fuentes de Honor, Albuera, Salamanca, Victoria, Nivelle, Ortez, sítios de Badajoz, S. Sebastião e Cidade Rodrigo. Para comemorar tais victórias realizar-se hão conferências nos quartéis dos corpos que nelas tiveram parte, ou sessões solenes nas localidades onde eles se acham aquartelados. Outrossim se pode fazer coincidir a realização de algumas das propostas abaixo indicadas com os aniversários das aludidas batalhas, que assim seriam comemoradas com medidas de manifesta utlidade. Estas propostas são as seguintes: 1 Enviar a Londres um general depor no túmulo de lord Welington uma coroa de bronze, fundida no nosso Arsenal, como homenagem do exército português, aproveitando-se para realizar tal acto, se fôr possível, a ocasião em que Inglaterra se façam manifestações á memória do glorioso comandante em chefe dos exércitos aliados

2. Organização de uma exposição no edifício do Museu da Artilharia (que convirá talvez reorganizar) de relíquias, quadros, retratos, uniformes, bandeiras e quaisquer objectos relacionados com a Guerra Peninsular, quer do Estado, quer de particulares, ficando os que pertencem ao estado, depois de terminada a exposição, arrumados permanentemente numa ou mais salas, que se denominarão "Salas da Guerra da Península". 3. Organização de uma exposição, sob a direcção da Biblioteca Nacional de Lisboa, de livros, folhetos, manuscritos, gravuras, etc., relacionados com a Guerra da Península, sendo obrigatório o concurso das outras bibliotecas do país. Serão concedidas menções honrosas aos particulares que concorrerem 4. Reorganização do arquivo do Ministério da Guerra, dando-se-lhe instalação condigna, e procedendo-se a uma catalogação geral dos documentos ali existentes, especialmente dos relativos a esta Guerra, de modo que se torne fácil a sua consulta.

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Publicação por conta do Estado de todos os documentos relativos á Guerra Peninsular, alguns dos quais, já coordenados, correm risco de novamente se confundirem; formando-se com eles volumes, que se vendam por preço ao alcance do público.

6. Visitas de estudo aos locais onde se deram os acontecimentos militares mais notáveis, incluindo praças de guerra e as linhas de Torres Vedras. 7. Restituição das antigas legendas ás bandeiras dos regimentos que com ellas foram contemplados pelo seu valor na guerra da Península. 8. Publicação por conta do Estado dos trabalhos que sobre a Guerra da Península forem apresentados á comissão a que se refere o n° 10, quando o parecer sobre eles emitido fôr favorável. 9. Organização dum inventário dos monumentos militares nacionais, criando-se no Orçamento uma verba especial para a sua conservação. 10 Que o Estado tome a seu cuidado os monumentos funerários erigidos á memória dos militares mortos em campanha, quer nacionais, quer estrangeiros, que existam dispersos pelo país, como são os da Roliça, Elvas, etc. Lisboa, 23 de Maio de 1908 = João Carlos Rodrigues da Costa, General de Brigada, Presidente = Alfredo Pereira Taveira de Magalhães, Coronel do Serviço do Estado Maior = Maximiliano Eugénio de Azevedo, Coronel do Estado Maior de Artilharia = Christóvão Aires de Magalhães Sepúlveda, Tenente Coronel de Cavalaria = Luis Henrique Pacheco Simões, Capitão do Estado Maior de Infantaria = José Justino Teixeira Botelho, Capitão de Artilharia, Secretário e Relator. Comissão Oficial Executiva. Actas, Contas e Bibliografia (1908-1912), Imprensa Nacional, 1913, pp. 13-17

Documento n° 17
Acta da Sessão de 28/4/1909 O Senhor Presidente p r . Nunes da Ponte] [...] Na sua qualidade de membro da commissão encarregada pela Camará para organização dos festejos a realisar n'esta cidade, [...] elaborará o programma que tem de ser enviado ao Presidente da Commissão official para o submetter á approvação do Governo. Este programma foi assim delineado: a) Na praça Mousinho d'Albuquerque será mandado levantar pela Camará Municipal um pavilhão com duas galerias lateraes, a fim de n'elle Sua Magestade El-Rei tomar logar, se se dignar presidir a solemnidade b) No centro da mesma praça sob a direcção da Camará Municipal serão tomadas as disposições convenientes para no alludido local se effectuar a colocação da primeira pedra destmada a ser base do monumento supre referido c) A Camará porá á disposição da Comissão do Centenário todos os objectos necessários á realisação da cerimonia. d) O Pavilhão central será destinado a rielle, depois convenientemente mobilado, se redigir, 1er e assinar o auto descriptivo da solemnidade, do qual auto, o original ficará na base do monumento e os traslados um será entregue á Camará Municipal do Porto, outro ao Arquivo Nacional da Torre do Tombo e o terceiro á Commissão Official do Centenário e) Junto ao Pavilhão Central, como guarda dtionra, de Sua Magestade achar-se-há o corpo de bombeiros municipaes f) A praça Mousinho dAlbuquerque será devidamente ornamentada a expensas da Camará Municipal. g) Também a expensas da Camará uma banda de musica abrilhantará o acto h) A mesma Camará mandará na mesma noite do dia dose illuminar a fachada dos paços do Concelho. O Senhor Doutor Corrêa Pacheco lembra que o Monumento seja collocado a um dos lados do jardim. Dessa forma não fica interrompido o transito da mais extensa rua que o país possue e pode servir de mcentivo á erecção doutros monumentos nos restantes arrelvados o que tornaria aquella praça digna da atenção dos forasteiros O Senhor Doutor Duarte Leite discorda com a opinião d'aquelle senhor vereador e refere que o monumento é collocado no centro da praça e n'esse ponto não desfeia a esthetica do jardim que tem de ser modificado para maior commodidade dos transeuntes. De resto devido aos diversos trainers em que a avenida foi construída, não ha uma larga perspectiva prejudicada com a collocaçâo do monumento no local proposto o que aliás é vulgar nas grandes capitães, onde, e para evitar a monotoma de extensas vias, sao

collocados arcos ou monumentos. Posto á votação, o programma foi approvado, resolvemdo-se enviál-o ao presidente da Commissão Official. AHMP, Vereações, Livro n° 150 - 1909, ff 107-108

Documento n° 18
Ministério dos Negócios da Guerra. Repartição do Gabinete. Commissão do centenário da guerra peninsular Programma do concurso entre artistas nacionaes para a adjudicação do monumento comemorativo a erigir no Porto em honra do heroísmo dos povos e tropas do norte contra as invasões francesas. Em virtude do que determina o n° 4 do artigo 2° do decreto de 19 de agosto de 1908 é aberto, perante a Commissão Official Executiva do Centenário, e entre artistas nacionaes, concurso para a adjudicação do monumento comemorativo que, nos termos do programma official da celebração, deve erigir-se no Porto, em honra do heroísmo dos povos e tropas do norte contra as invasões francesas. O programma e bases d'esse concurso são as seguintes: 1" É aberto entre artistas nacionaes, por espaço de seis meses, a contar d'esta data, para a elaboração do projecto de um monumento a elevar na Praça de Mousinho de Albuquerque, na cidade do Porto, em honra do heroísmo dos povos e tropas do norte contra as invasões francesas.

Os projectos, dando a conhecer o monumento em todas as suas faces, serão em vulto (pleno relevo), na escala de 0,10 por metro, devendo ficar nelles bem definido qual a natureza do material a empregar.

Estes projectos deverão ser acompanhados de memoria descritiva com os esclarecimentos, que os seus autores julguem necessários.

A quantia destinada para a construção do monumento é fixada em 40.0005000 réis, ficando a cargo da commissão do centenário a construcção dos alicerces até ao nivel do solo.

O jury compr-se-ha de um representante da commissão do centenário como presidente, e de quatro artistas dois nomeados pela Academia Portuense de Bellas Artes, e dois pela Sociedade de Bellas Artes do Porto, eleitos pela sua assembleia geral, devendo a escolha recair em um escultor e um architecto por cada um d'aquelles institutos.

O autor ou autores do projecto classificada me primeiro logar terão como recompensa a execução da obra; aos autores dos projectos classificados em segundo e terceiro logar, serão dados respectivamente os prémios pecuniários de 1:000S000 réis e 600X000 réis.

T
Os projectos serão entregues na Academia Portuense de Bellas Artes, sala do museu, no dia 5 de janeiro de 1910 até as quatro horas da tarde. 8a Cada projecto terá uma «divisa», a qual se repetirá exteriormente em um sobrescrito lacrado, contendo o nome do autor ou autores, «divisa» que se repetirá na memoria descritiva, quando a haja, e que deve acompanhar o respectivo projecto. Não serão assinados os projectos Do que se receber será passado recibo especificado á pessoa encarregada de fazer a entrega. 9" Não serão admitidos nem acceites projectos que já tenham sido apresentados em anteriores concursos.
10 a

De 6 a 10 de janeiro de 1910 terão logar as reuniões que o jury julgar necessárias para o exame dos projectos e adjudicação dos prémios, seguindo-se logo durante oito dias a exposição publica.

11 Os projectos premiados terão a respectiva indicação e os nomes dos seus autores. Os não premiados terão apenas a correspondente «divisa», visto ficarem ignorados os nomes dos respectivos artistas. 12a Caso assim o entenda, poderá o jury conferir menções honrosas aos projectos immédiates em classificação aos premiados, dando-se também a publico os nomes dos autores d'esses projectos, quando nao haja, teito pelo interessado, pedido em contrário. 13a Os três projectos mais classificados ficarão pertencendo á commissão do centenário, a qual lhes dará o destino que tiver por mais adequado. 14a Todos os outros projectos serão restituídos quando se annunciar, mediante a apresentação do recibo respectivo. 15a Na execução do monumento só serão admittidos materiaes de longa duração, como o bronze, o granito o lioz ou outras semelhantes. 16a Em aditamente á base Ia d'esté programma e para esclarecimento dos concorrentes, se insere a seguinte nota elucidativa: «O monumento commemorativo, que, em cumprimento do artigo 2", alinéa d), do programma official, deve erigir-se em Lisboa glorifica todo o heroismo e devoção patriótica com que Portugal, pelo seu povo e pelo seu exercito, primeiro só, e depois com o auxilio dos seus alliados, soube lutar e manter a sua independência desde 1808 até 1814. É a apothéose de todo esse glonoso período de sete annos». O monumento que, em virtude do artigo T do mesmo programma official, se destina ao Porto, commémora privativamente a parte, singular e única, que o norte do país e aquella cidade tiveram nas pnmeiras invasões e como contra estas, e só com diminutas tropas portuguesas, alcançaram restaurar patnoticamente, e heroicamente defender a independência da pátria. Deverá ser esse monumento a glorificação especra do patriotismo das províncias do norte, e da abnegação heróica dos generaes e tropas portuguesas durante o período e m que o exercito nacional, desorganizado, mal armado, pobre de quasi todos os meios de guerra, Sube combater, cobnr-se de gloria e até vencer, desajudado do estanho auxilio, que mais tarde, desde abril de 1809 o tornou apto para as grandes batalhas e para as memoráveis victorias. No monumento do Porto ficará a apothéose do levantamento popular no norte em 1808, do restabelecimento do governo nacional pela Junta do Porto nesse anno, e dos serviços do exercito português, quando, isolado, contra as duas primeiras invasões. São com effeito, as provindas do norte as que primeiro se sublevaram, em junho de 1808, contra o invasor 'sublevação que tomando corpo, e propagando-se rapidamente por todo o pais, consegue restabelecer em 19 d'aquelle mês, no Porto o governo nacional, preparar a defesa, e organizar a custa de generosos sacrifícios de todas as classes, o pequeno exercito de Bernardim Freire, que, apoiado pelas columnas de Bacelar e Conde de Castro Marim, desce ao longo da costa, tornando possível o desembarque, ate então impraticável, do exercito bntannico, a victoria do Vimeiro, a expulsão do invasor, e a restauração da independência, que, a despeito de todos os perigos, sempre depois se manteve. Em 1809 quando Napoleão vem á Peninsula, e traça victonosamente o seu plano dominador, quando o auxilio britannico é incerto ainda, o Governo de Lisboa pede um general inglês para organizar e disciplinar o exercito, é directamente contra as provincias e tropas do norte que se effectua a investida de Soult E são aquellas provindas, em milícias e ordenanças, e são aquellas torpas, com apoucados meios de combate que repellem, em Cerveira e Caminha, a passagem do Minho, retomam Chaves, defendem a Ponte de Amarante interceptam as commumcações do invasor, fazem disseminar e enfraquecer o seu exercito, perseguem-nô e acossam-no em guemlhas, batem-se loucamente no Porto, e numa luta sem quartel, que vae de fevereiro a maio de 1809, extenuam e desmoralizam por tal forma as legiões impenaes que o golpe de misericórdia, vibrado por Wellesley, é possível, a ruga de Soult a derradeira esperança, e o mallogro da segunda invasão um facto inolvidável. A carta regia de 13 de maio de 1813, galardoando perpetuamente no escudo das armas do Porto os serviços feitos pelas provindas do norte á causa da independência nacional, e as ordens do dia de Berestord, em 1809 exaltando perante o exercito, os heróicos trabalhos de Bernardim Freire, Silveira, Champallimaud Ebben Victoria e tantos outros, eram, ha um século, os alicerces sobre os quaes a posteridade terra

de levantar, na capital do norte, o monumento commemorativo, a que aquella cidade tem indiscutível direito Lisboa e sede da Commissão do Centenário da Guerra Peninsular no Ministério da Guerra, em 5 de Julho de 1909. = Pela Commissão, o Presidente, J. C. Rodrigues da Costa, general de brigada. = O pnmeiro secretario José Justino Teixeira Botelho, capitão de artinharia. = O segundo secretario, Amílcar de Castro Abreu e Motta, capitão de artilharia e do estado maior. in, Diário do Governo, n° 146, de 5 de Julho de 1909

Documento n° 19
Acta da sessão do júri encarregado de examinar e classificar os projectos apresentados ao concurso do monumento a elevar na Praça Mousinho de Albuquerque na cidade do Porto, em honra do Heroísmo dos Povos e Tropas do Norte contra as Invasões Francesas. Aos 22 dias do mês de Fevereiro de 1910, no Ateneu de D. Pedro, na Academia Portuense de Belas-Artes em presença dos respectivos projectos, e sob a presidência do General João Carlos Rodrigues da Costa, Presidente da Comissão do Centenário da Guerra Peninsular, se reuniram os vogais: Miguel Ventura Terra, arquitecto; João Augusto Ribeiro, pintor; José Veloso Salgado, pintor, e José Alexandre Soares, arquitecto, sendo os dois primeiros delegados por parte da Sociedade de Belas-Artes do Porto e os segundos pela Academia Portuense de Belas-Artes, a fim de darem o seu voto sobre o valor dos trabalhos apresentados ao referido concurso e expostos na galeria do respectivo Ateneu. O Sr. Presidente, ao abrir a sessão, referiu-se à importância do facto histórico que se pretendia comemorar com a construção do monumento, tam honroso para o país e muito principalmente para os povos do norte de Portugal, fazendo sentir o valor do concurso onde tantas e valiosas obras de arte honravam os artistas nacionais, que assim quiseram corresponder tam superiormente aos desejos da Comissão do Centenário. Procedendo-se depois à discussão e votação dos prémios, por se acharem terminados os estudos preparatórios de apreciação e confronto, realizados pelos vogais do júri em sessões havidas anteriormente para tal fim o Sr. Presidente começou por informar o júri que, havendo feito proceder às investigações necessárias para se reconhecer quando havia chegado ao Porto o projecto que tem a divisa «Amarante» e porque não viera a tempo de entrar no presente concurso, dessas investigações resultara reconhecer-se que o referido projecto saíra de Paris pelo Sud-Express no dia 3 de Janeiro, não sendo por isso em algum caso possível que êle desse entrada na Academia Portuense de Belas-Artes até as quatro horas da tarde do dia 4. F.m vista destas informações, o júri decidiu em seguida, por unanimidade de votos, que o projecto que tem por divisa «Amarante» não podia ser admitido ao concurso. Admitidos, porém, nos termos do respectivo programa os outros projectos, cujas divisas eram respectivamente: «Águia ferida», «Amor da Pátria», «Fidelidade e Valor», «Independência e Liberdade», «Labor», «Nome e Renome», «Portus Cale» e «Povo e Tropa», foram todos estes votados por unanimidade em mérito absoluto, com a excepção de «Fidelidade e Valor». Depois desta primeira classificação procedeu-se à escolha em mérito relativo, ficando votados também por unanimidade em primeiro, segundo e terceiro lugar os projectos cujas divisas são «Povo e Tropa», «Nome e Renome» e «Amor da Pátria». Resolveu ainda o júri votar algumas menções honrosas em conformidade com as disposições do programa do concurso, a fim de distinguir o mérito de mais três projectos julgados dignos de prémio e cujas divisas são respectivamente: «Águia ferida», «Labor» e «Independência e Liberdade». O projecto «Povo e Tropa», classificado em primeiro lugar e por esse facto escolhido para ser executado, consta de uma coluna monumental assente sobre o seu pedestal cercado dum reduto em forma de envasamento, sobrepujado de grupos de figuras de bronze constituídas por populares e soldados numa feliz promiscuidade, que se agitam ardentemente numa acção comum para travar a luta heróica em defesa da Pátria contra os seus invasores. A coluna é também ornada de baixos relevos alusivos à campanha, contendo datas e legendas e é coroada por um grupo simbólico, também de bronze, formado por um leão que domina a águia napoleónica. Este projecto intensamente impregnado de verdade hitórica que realiza como superior emoção e técnica é a melhor e a mais plástica composição apresentada ao concurso e a que também mais se coaduna com o local, a vasta praça Mousinho de Albuquerque, projecto ao qual o bronze e o granito em que o monumento vai ser executado imprimirão para seu próprio embelezamento uma brilhante nota decorativa. Notou todavia o júri algumas imperfeições de ordem secundária, que todas elas deverão desaparecer com a execução definitiva do monumento.

arquitecto. Comissão Oficial Executiva. Tendo sido tam brilhantemente representada a arte portuguesa neste concurso. relativamente à colocação das legendas e datas. o júri exprime nesta acta o seu voto de que seria de toda a justiça adquirir para o Estado. pelo preço de duzentos mil réis cada um. Sr. escultor. pelas 13 horas. tendo faltado por doença o Sr.] Oficio do adjudicatário do Monumento do Porto. Com respeito às menções honrosas. sob a presidência do Sr. apresentadas pelos adjudicatários do Monumento do Porto. escultor. José Alexandre Soares. escultor e José Marques da Silva. e havendo os concorrentes dispendido não só tempo. Actas. Ventura Terra. procedendo-se à abertura dos sobrescritos lacrados que continham os nomes dos autores e cujas divisas correspondiam às indicadas nos projectos premiados e mencionados. João Carlos Rodrigues da Costa. na face posterior Ambas estas datas devem ser inscritas em caracteres romanos.. ser inscritas no fuste da coluna. Documento 21 Comissão Oficial Executiva. divisa «Labor» e a Manuel Germano Pereira Sales. nem a colocação. a fim de serem colocados juntamente com os que obtiveram os primeiros prémios. [. mostrando a disposição das legendas. em vez de o serem no soco do plinto da base da mesma coluna. e pedindo urgência na resolução do assunto. 1/7/1929 No dia um do mês de Julho de 1929. conforme a opinião dos adjudicatários. a fim de que tais projectos tenham a indispensável aprovação dos Fiscais. General de Brigada. divisa «Águia ferida». a Comissão resolveu: 1. a Francisco Franco. 175-176 Documento 20 Comissão Oficial Executiva. António Teixeira Lopes. e a de «1809». Discutidas as propostas mencionadas. na face anterior. foi a sessão encerrada. Joaquim Gonçalves da Silva. . mas ainda somas importantes. João Augusto Ribeiro. escultor e José Teixeira Lopes. e no soco do plinto da base da coluna. arquitecto.. António Alves de Sousa. Marques da Silva. tendo de apreciar-se a maneira como as legendas vão ser dispostas na coluna. escultor. divisa «Independência e Liberdade». Que. Segundo Prémio. com reserva expressa do Sr. lavrando-se dela a presente acta que em seguida foi lida e aprovada pelo júri que a assina. A comissão deliberou ainda manter o número e forma das legendas. Coronel Cristovam Aires. 2. Presidente da Comissão do Centenário. arquitecto. destinadas a este Monumento. os três projectos acima mencionados. A proposta principal consistia em indicar que as ditas legendas deviam. Contas e Bibliografia (1913-1933). em qualquer museu do mesmo Estado. divisa «Amor da Pátria» que consta da soma de seiscentos mil réis. reuniu na sua sede em sessão extraordinária. verificou-se terem obtido o Primeiro Prémio. se indicasse aos adjudicatários a conveniência de enviarem á Comissão desenhos-projectos dos troços da coluna. e outros pormenores. Actas. os srs. a de «1808». de colaboração com José Pacheco. p. e apenas a colocação das duas datas supramencionadas. aprovadas na sessão anterior. General José Justino Teixeira Botelho.. Presidente. 63-64 Acta n° 4. Contas e Bibliografia (1913-1933). não havendo mais a tratar. pp. vogais. aceito o alvitre dos adjudicatários quanto á transferência das legendas para a coluna. divisa «Nome e Renome» que consta da soma dum conto de réis. nem a forma das legendas. José Veloso Salgado.. os srs. não aceitando. Que. Terceiro Prémio. pp. 106-107 Acta n° 2.] Era esta [reunião] destinada a apreciar as propostas. divisa «Povo e Tropa» que consta da adjudicação da obra. E. no Monumento apenas se coloquem duas datas. de preferência. escultor. e voto favorável dos Fiscais.Finalmente. verificou-se também terem sido atribuídas a António Fernandes de Sá. a Comissão Oficial Executiva do Centenário da Guerra Peninsular. Actas. propondo modificações na colocação das legendas. 26/4/1917 [. ao sr. Contas e Bibliografia (1908-1912). que igualmente permaneceu na sua opinião.

a exigir decisões ponderadas. no Porto. E comentou.545 de 28 de Fevereiro do corrente ano. lavrando-se a presente acta. sem prejuízo da perfeição artística do conjunto? — Indiscutivelmente.000S00 (trinta mil escudos) da qual passa o devido recibo. Coronel Documento n" 22 Um Problema de Arte O que pensa Teixeira Lopes sobre o caso de se concluir ou demolir o iniciado Monumento da Guerra Peninsular Porto. Mas como artista. "— Não compreendo bem qual o motivo invocado para se considerar de conveniência a demolição da parte já construída desse monumento que se ergue.. relacionada com a cosntrução do Monumento. Coronel raul Peres foi dito que saúda a Comissão Executiva. ali representada pelo digno Presidente da sua Comissão Administrativa. a parte construida do Monumento dedicado ao Povo e aos heróis da Guerra Peninsular. o qual mandara fazer entrega á Câmara Municipal do Porto. [.. às vezes. Dr. Presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal do Porto — Amílcar de Castro Abreu e Mota. Presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal do Porto. é manifesto que só por lapso deixou de falar no Monumento. da cidade do Porto. pois se deverá talvez fazer alguma alteração no primitivo projecto. E assim foi resolvido. Coronel. Porque a minha idade e o meu cansaço me impossibilitariam do desempenho desse grande encargo. e não terá com isso benefício algum a estética citadina. em nome da Câmara do porto. em nome da mesma Câmara do monumento e da importância de 30. é ainda felizmente vivo o consagrado arquitecto Marques da Silva.. pouco depois. o Sr. O conhecimento destes factos despertou vivo interesse nos meios artísticos e social desta cidade. o Sr. Eu não. Alfredo de Magalhães alvitrou a conveniência de se discutir essa proposta na próxima sessão visto tratar-se de uma questão extremamente delicada e de alto interesse citadino. Se tal proposta for aprovada. no ajardinado e amplo recinto da Rotunda da Boavista. Pelo Sr. Na sua reunião de ontem a Comissão Administrativa do Município Portuense apreciou uma proposta do vereador sr. da quantia de 30. 27. disse que. Seguidamente. E parecía-me interessante ouvir antes de mais nada a sua opinião. erecto na Praça Mousinho de Albuquerque. Se morreu o escultor Alves de Sousa. General — Raul de Andrade Peres. alguns importantes problemas da Arte Nacional. O Grande Mestre da estatuária francesa.] O Sr. General — João Severo da Cunha. E não havendo mais nada a tratar. embora o decreto aludido não falasse senão da verba a que acima se alude.e que desde esta data tomava posse. declarando que se encontra pago ao respectivo empreiteiro toda a despeza da parte construída do Monumento." confidenciou-nos. bem como a importância de 30.já que se esperou tanto tempo. não devo nem posso ocultar o meu grande desgosto sempre que sou obrigado a verificar a maneira como são apreciados. e acrescentou que desde aquele momento entregava à Câmara Municipal do Porto.000S00. e que domina a perspectiva duma das mais belas artérias da cidade do Porto. dr. assinada por todas as pessoas presentes. (a) José Justino Teixeira Botelho. Presidente declarou que o fim desta Comissão era dar cumprimento ao decreto n° 16. de forma à construção ser mais económica. José Menéres. o que resta da verba destinada ao Monumento Comemorativo da Guerra Peninsular. a sua autorizada opinião sobre o assunto. Será bem melhor esperar . * Teixeira Lopes . para imediata demolição da parte já construída e abandonada do Monumento Comemorativo da Guerra Peninsular.. sentenciosamente: «Perguntaram um dia ao insigne escultor francês David d'Angers qual o motivo que o brigava a não ir nunca a concursos públicos para a construção de monumentos.000500 que era o que restava da verba de 40.Aberta a sessão. foi encerrada a sessão. — E haverá algum escultor capaz de executar o trabalho que falta. que se achava presente e ao qual fez os seus cumprimentos em nome da Comissão...que se apresentou no concurso desse monumento com uma "maquette" que tinha por legenda "Não fazem ninho os milhafres na caverna dos leões. entendendo-se que esta Comissão Executiva fica desde este momento desligada de toda e qualquer obrigação. sor- . perder-se-á o dinheiro já gasto. Coronel Raul Peres. e por isso convidara a assistir a esta sessão.000S00 destinada à construção do Monumento. como um facho.

poderia talvez compromet-lo na opinião dos seus colegas e da crítica. e sobre o plinto. respondeu desta maneira: "Mes élèves font des maquettes bien plus jolies que les miennes». na defesa da Independência de Portugal. 28. serviria também para perpetuar a memoria de um glorioso feito do exercito português. a par da bandeira de Portugal. inutilizar uma obra util e malbaratar o o valor material e artístico que essa mesma obra representa. Nada deverá fazer-se no entanto sem se ouvir o parecer do arquitecto Marques da Silva. de acordo com a orientação das doutrinas renovadoras da época em que vivemos. Desse modo. a construção seria muito mais económica e de acordo com os modernos processos da estatuária. E o «Diário de Noticias». construído na cidade do Porto. alguns grupos de soldados e de civis empenhados na defesa da Nacionalidade. isto é. quanda da visita oficial de D. no acto solene da sua posse. 28/10/1933 Documento n" 23 Um problema de Arte O escultor Henrique Moreira é também de opinião favorável à conclusão do monumento da Guerra Peninsular Porto. De acordo com o meu querido amigo Diogo de Macedo — que considero um dos artistas de mais ponderado critério e ampla visão — a parte escultórica desse monumento deverá ser modificada. empunhando uma espada flamejante.. . Sobre este assunto — que. Concordo plenamente com a criteriosa e autorizada opinião de Mestre Teixeira Lopes — tanto mais respeitável quanto é certo que ele foi um dos «vencidos» nas provas do concurso para a construção daquele monumento. 29/10/1933 . interessando-se pela discussão deste assunto. Na base ficaria o brasão da cidade do Porto. encontra-se construído até ao soco duma coluna gigantesca. que não prestigiando nunca o seu nome. foi definido como base de uma obra construtiva e não demolidora. mais elegante e menos dispendiosa.esse monumento seria guarnecido por interessantes trabalhos em bronze e em mármore representando em admiráveis atitudes. in. in. cujo programa. Diário de Notícias. Cumpre-nos apenas reparar os erros do Passado. evocador de uma das paginas mais belas e gloriosas da História de Portugal. E. sendo de alto interesse citadino.Nos meios artísticos e literários da capital do Norte despertaram vivo interesse as considerações feitas ao "Diário de Notícias" pelo insigne estatuário Teixeira Lopes acerca da projectada demolição da parte já construída do grandioso monumento da Guerra Peninsular. envolve também um delicado problema de Arte — ouvimos hoje o consagrado escultor portuense sr. ao qual poderiam concorrer os nossos melhores escultores. no Porto. de acordo com o autor da sua parte arquitectónica. Na primitiva "maquette" que pode ser apreciada numa das dependências do Museu Nacional de Soares dos Reis . E o nosso entrevistado conclui: — E. O monumento comemorativo da Guerra Peninsular. Demolir a parte já construída desse monumento é sem duvida alguma. de entre os quais se distingue o belo e grandioso Monumento aos Mortos da Grande Guerra.. iniciado em 1908. Os munícipes portuenses não têm qualquer responsabilidade no abandono a que foi votado esse monumento. valorizando o seu estado progressivo. que nos duros combates da Guerra Peninsular soube lutar e sofrer. seria aberto um concurso público. a comovida gratidão de todos os portuenses e o reconhecimento daqueles que. E Mestre Teixeira Lopes concluiu: — Nunca mais esqueci aquelas judiciosas palavras de David d'Angers que traduzem uma verdade inquestionável .embora alguns artistas pretendam convencer-se de que isso representa apenas um sentimento de condenável defeito". autor de muitos trabalhos notáveis. Eis a sua opinião — como artista e como crítico: "— Não posso nem devo concordar com a proposta apresentada na ultima reunião da comissão administrativa da Camará Municipal. sendo assim. como eu. Em minha opinião. porém. Diário de Notícias. erguer-se-ia altaneira a nobre figura alada da Vitória. Henrique Moreira. uma vez mais. ambicionam apenas o progresso e o engrandecimento da Arte Nacional. Para isso. Manuel II à cidade do Porto.rindo intencionalmente. nenhum escultor português sentiria orgulho em realizar a parte escultórica desse monumento. ilustre director da Escola de Belas Artes do Porto e um dos autores da "maquette" melhor classificada naquele concurso memorável. assim. a cidade do Porto ficaria possuindo um grandioso monumento que. bem merece. no cimo da qual deveria ficar uma alegoria evocadora do "Leão Lusitano" dominando a "Águia Napoleónica". parece-me injusto responsabilizar as actuais gerações por um delito que «outros» cometeram. pois isso obrigaria qualquer artista a assumir uma grave e delicadíssima responsabilidade moral. heroicamente..

não só o aperfeiçoamento do humanitário serviço de incêndios. 18 de Setembro de 1901. nos permitiu conseguir. já por terem ficado sem efeito dois concursos que se abriram. rogando-lhes a sua cuidadosa e estimável conservação. estudou a escultura durante cinco anos. em 1889. e ainda de todas as corporações de Bombeiros do Porto. Exmo Snr. novamente. Encontram-se n 'este momento. o monumento que foi erigido para perpetuar a memoria do Ilustre e glorioso bombeiro que foi Guilherme Gomes Fernandes. Jayme Bernardino Alves Passos. Porto 28 de Abril de 1920 O delegado no Porto Alfredo Meireles dos Santos NB: A licença tem o n° 195 de 21/9/1919 in. requereu já pelas estações competentes. aquela cadeira. aprovado em 30/4/1919. mas ainda a gloria de ter sido honrado nas principaes cidades da Europa.José de Brito. Livro n° 365(296) ff 86-96 Documento n° 27 . seria desejo d'esta commissão que esta divida de gratidão attingisse maiores proporções. apresenta o preito de gratidão de todos os portuguezes.)] para a construção do seu edifício do angulo da praça da Liberdade e Av. [António Fernandes de Sá] Documento n" 26 Exma Camará Municipal do Porto A Comp" de Seguros "A Nacional" tendo obtido licença [projecto de Oliveira Ferreira. É bastante modesto esse monumento para o alto valor d'esse grande portuguez. como lhe consta que se pretende fazer o provimento por simples nomeação com menosprezo da lei e dos direitos que assistem àqueles. já por não ter aceitado a regência da cadeira. Saúde e Fraternidade. José de Brito é assim concebido: «Illustre Capitão.mas os recursos que a crise que atravessamos. Alberto da Silva Guedes Coelho Documento n° 25 Carta de António Fernandes de Sá ao rei D. Eduardo Pinto Ribeiro. onde. mas. representadas quasi todas as corporações de Bombeiros do Paiz que aqui vieram assistir a esta entrega á Exma Camará do monumento do seu saudoso e inolvidável camarada. pelo seu muito saber e illustração.Documento n" 24 O auto lido pelo sr.a que o nosso paiz deve. Até hoje não foi preenchido esse lugar. pensionado pelo governo de Va Majestade. deseja concorrer a ela com outros artistas que se julguem nos mesmos casos. mandando-se abrir o concurso para Professor de Escultura na Academia Portuense de Belas Artes. pois que. Porto. a concurso. esse busto de bronze que assenta sobre o simples granito. no que modéstia. Francisco José Vidal. F. Livro 352(271) pp 475 e segs. que todos fizemos para o cumprimento d'esta justa homenagem. que se pusesse. S. Carlos Senhor: Na Academia Portuense de Belas Artes. A commissão promotora . antigo aluno também e regressando há pouco de Paris. O suplicante. Licenças de Obras. foi já a tal ponto. mas. A. onde o eminente extincto era consideradissimo e admirado. muito respeitosamente Pede a Va Majestade a graça de ordenar que se cumpram as disposições legais. Presidente da Camará Municipal do Porto — Vae a commissão promotora entregar á Exma Camará Municipal d'esta cidade. que a ninguém restará duvidas. acha-se vago o lugar de professor de escultura pelo falecimento de Soares dos Reis. um antigo discípulo da mesma Academia. sobre a boa vontade e sacrifícios. que o admirava e a quem chamava o Mestre. AHMP. das Nações Aliadas e desejando substituir o respectivo projecto pelo que tem a honra de apresentar juntamente muito respeitosamente pede á Exma Camará a precisos auctorisação. considerando-se habilitado.

entendendo que uma commissão nomeada por a camará elabore com toda a brevidade o seu parecer sobre o Monumento da Praça de Carlos Alberto mandando-se imediatamente demolir no caso dessa commissão assim o entender. não sendo mesmo das suas atribuições. 168. pelo motivo desse monumento ter sido entregue á camará somente depões de inaugurado. Deixo em toda a sua singeleza à vossa ponderação esta consagração simples. Sociedade por Acções Arthur Cupertino de Miranda Fundo de reservas Contribuições e Impostos • • • 3. fallando ainda os snrs Costa Reis. Documento n° 29 Senado da Camará Municipal do Porto . Relatório Geral. Capitão AugustoCasimiro de 'fixar em lápide ou outro monumento. parcela mínima da alma portuguesa que aspira à dignificação da Pátria e à sua nobilitação pelo culto dos seus Heróis. imprimindo-lhe unanimidade. que discordam da prompta execução da proposta do sr. a fim de evitar mais reparos que aquelles que veèm sendo feitos por motivo dessa figura despertar hilaridade em lugar do sentimento de piedade.733S87 Pequeno Saldo positivo não distribuído pelos sócios Insucesso da introdução da fundição em cera perdida Agradece provas de consideração dos últimos três anos Conselho Fiscal: António Teixeira Lopes Diogo José de Macedo Júnior in. . Dr Abilio Mourão dia ser necessário a Camará mandar quanto antes retirar a figura do "Porto" d'esse inesthetico monumento. vai receber imediatamente a adesão de todas as Câmaras e com ela a forma como procurarão efectivá-la no mais curto praso de tempo." in.Relatório. 4 Documento n° 28 "Em nome da 'Junta Patriótica do Norte'. Pereira da Silva e dr. Commercio do Porto. por ela se bateram e morreram. Contas da Direcção Empreza Artística "Teixeira Lopes".172.500$00 10. mas altamente significativa. grandes ou humildes. A Pátria nobilita-se perpetuando os nomes daqueles que. Ramiro Guimarães que declarou que na verdade essa commissão não foi ouvida.Sessão Ordinária de 21 de Novembro " O snr Abilio Mourão pergunta á camará se a Commissão de Esthetica foi ouvida acerca do Monumento aos Mortos da Grande Guerra. Adrião Guerreiro de Sá e Ramiro Guimarães. 24 de abril de 1925. Sobre o assumpto faliam os srs. 1936. convicto de que a Junta que a perfilha e vivifica. em cada sede de Concelho. João Gomes de Oliveira. os nomes dos mortos da Grande Guerra'. Ramiro Guimarães. Augusto Martins que estranha que se não tenha cumprido a lei que manda proceder a um concurso entre todos os artistas para a inauguração de qualquer monumento fazendo-se a escolha do projecto pelas maquettes apresentadas. Lisboa.233S87 13. respondendo o snr. Este ultimo apresentou uma proposta para que de futuro não seja permittida a inauguração de qualquer monumento sem que uma commissão de artistas se pronuncie sobre as condições estheticas do monumento a inaugurar. chamo a vossa atenção para a idéa que à Junta é sugerida pelo Poeta-soldado e grande patriota. p. Comissão dos Padrões da Grande Guerra (1921-1936). Ainda sobre o assumpto fallou o Sr. p.

vogaes da Comissão de Estética. reuniu no edifício da Ex8 Camará. tendo uma a divisa "Sentinela" e outra a divisa "Chi-lo-sa?". o que permitiria talves realisar um trabalho de maior explendôr. sem os alterar quanto á forma. seria preferível empregarem-se essas verbas noutros monumentos. que não sendo desfavorável em absoluto aquele trabalho. afim de aquela ilustre corporação resolver o que tiver por conveniente. recaindo a votação unânime na aprovação da que tinha a divisa "Sentinela". o considerou todavia sem condições que no parecer de cada um deveriam dominar* no monumento. Por fim foi approvado que uma commissão constituída pelo Director da Escola de Bellas Artes e srs. 22/11/1924. terminando o julgamento e discussão dos trabalhos depois de o Ex° senhor Presidente haver indicado a necessidade de dar conta á Ex3 Comissão Administrativa das resoluções tomadas. in. votando portanto a proposta do Sr. pelas catorse horas.O Snr Dr. respectivamente directores da Biblioteca e do Museu Municipal e engenheiro Monteiro de Andrade e Acácio Lino. que não lhes permitiriam esperar que este documento fosse redigido. gabinete da Comissão de Estética. Incidiu primeiramente a discussão sobre a maquette da legenda "Chi-lo-sa?". De tudo se lavrou a presente acta para ser oportunamente lida e assinada por todos. p. depois. introduzir-lhe algumas alterações de pormenor e dar-lhe uma fiscalisação da execução no sentido de o tornar. Considerou-se seguidamente que tendo esta maquette sido apreciada em mérito absoluto lhe cabia o segundo prémio de dois mil escudos que foi resolvido entregar aos concorrentes. o senhor Presidente mandou abrir os envelopes lacrados que estavam sobre a mesa contendo as memorias descritivas e os nomes dos concorrentes. 4 Documento n° 30 Aos catorze dias do mês de Setembro do ano de 1927. Antonio Carneiro e João Augusto Ribeiro elabore o seu parecer acerca do monumento. o júri incumbido de apreciar as maquettes do monumento a erigir aos Mortos da Grande Guerra. que é ridícula e enorme em relação ao restante apparaux já pelo portuguez empregado nas inscripções. O Senhor Presidente disse nesse momento que talves fosse possível duplicar a verba proposta. as quais foram apreciadas por todos os membros do júri. tanto no seu conjunto como na sua pormenorisação. manifestando cada membro do júri a sua opinião. de harmonia com as condições do concurso. desde que fosse possível dispor de verbas para o enriquecer de obras artísticas de consagração a homens ou factos dignos de homenagem da cidade. dignissimo Presidente da Comissão Administrativa da exa camará e estiveram presentes os senhores Henrique António Guedes d'Oliveira. que não é correcto. e era possível. foi ele minuciosamente analisada. O Comércio do Porto. O ilustre presidente do júri consultou então individualmente todos os presentes sobre a escolha da maquette. Diogo de Macedo. Antonio Costa. Resolvida assim a escolha. eles poderiam ser enriquecidos em relação aos materiais a empregar. em virtude de serviços urgentes de quasi todos os presentes. tendo em vista o local em que devia ser erigido e a sua concepção geral. o que não pode fazer-se de momento. Eram duas as maquettes a julgar. O senhor Guedes d'Oliveira manifestou a sua opinião de que uma soma maior poderia talves permitir um trabalho mais rico. presidente da Comissão de Estética e Director da Escola de Belas Artes e seu representante João Grave e Julio Brandão. Presidiu o Ex° Senhor Coronel Raul de Andrade Peres. de harmonia com as suas conclusões á prompta demolição do monumento. desde que aquele que se estava a discutir merecia as simpatias dos dignos membros do júri ali reunidos. foi o júri concordante que. verificando-se que era autor da maquette "Sentinela" o escultor senhor Henrique Moreira e da maquette "Chi-lo-sa?" o mesmo senhor Henrique Moreira e o arquitecto senhor Correia da Silva. maquettes que foram aceites em concurso previamente anunciado conforme as condições estabelecidas. já que pela esculptura da figura do «Porto». Julio Gomes dos Santos dia que é de urgente necessidade a demolição d'esse monumento visto não ter nada que o recomende. Secretariou o secretário desta comissão senhor Mendes Jorge. dentro dos recursos propostos. depois de cuidadosamente estudados. Passando depois a ser apreciada a maquette apresentada sob a divisa "Sentinela". tão perfeito e belo quanto fosse permitido. era problemático porem que a opulência influísse no sentimento e no espirito da obra. Em relação aos detalhes. . merecendo desde logo a preferência de todos os vogaes do júri quanto ao conjunto. Pedia licença para lembrar que sendo o Porto tão pobre de monumentos como o era de jardins. procedendo-se. sendo então abordada a questão abordada a questão da soma proposta para a realisação da obra. Ramiro Guimarães.

. por deficiência caligráfica in.. n'uma entrevista com o sr. agora. deselegante. coronel Raul Peres. O «Commercio do Porto» — diz o valente militar — possue o único exemplar d'umas fotografias que tirei. — Então. — Não começa mal. sendo adjudicado ao distincte escultor snr. Acta n" 20.05 .... a certa altura. apesar das dificuldades. vamos ao resto. [.. ilucida o snr. — . desmanchava o conjunto não se prestando a dar uma boa perspectiva ao monumento — De modo que . perto das trincheiras. esse monumento. snr. em 14 de Novembro. — O jardim antiquado. — Fala em dificuldades!? — Contrariedades —. — E a promessa será cumprida? — Sim. — Serão reformados os passeios á volta do jardim e eliminado tudo quanto possa prejudicar a pespectiva do monumento. como se sabe. deixando unicamente um macisso de verdura na parte posterior do monumento. capote vestido.. dando-lhe inetriormente o formato d'uma pequena praça. tomava-se necessário modificá-lo.. o fio da conversa para evocar as horas ansiosas do «front». suspende.. enfim — como sentinela aos mortos da guerra. n'uma aldeia franceza.l Documento n° 32 Programa da inauguração do Monumento aos Mortos da Grande Guerra • Inauguração do marco fontenário da rua Alferes Malheiro. Documento n° 31 Os planos da Camará Municipal [. laboriosa e ridente cidade ao nivel que lhe corresponde [. Ajuntaremos hoje.] esperamos inaugurar o Monumento a 9 de Abril. mas de tal forma que em nada hão-de prejudicar o transito.] Dissemos. 27/1/1928. no local onde ficará a retrete..*leitura hipotética.. aproximadamente. alguma coisa acerca da obra que o Municipio vem realisando para elevar esta nobre.. o que será o jardim de Carlos Alberto. Como deve recordar-se eu affirmei. Tirei-os hoje e amanhã era duramente bombardeado o local aonde os tinha posto...] — . — Cá estamos. in. ao mesmo tempo que no local reservado ao Monumento se encontra um cano cujo desvio se está a fazer rapidamente. coronel Peres. aos nossos leitores. que suportou as noites frigidissimas da Flandres e pisou a lama gelada das trincheiras. que tem trabalhado afanosamente na execução da sua maquette. Como se vê na planta mandaremos encrostar nos canteiros alguns bancos. Henrique Moreira.14/9/1927. é melhor. um soldado — sentinela. [. ás 9. A figura simbólica será.. os operários depararam com uma pedreira. E o snr. novos pormenores colhidos durante nova conversa com o sr. — Mas o jardim . O caso foi que. em 9 de Abril.. a quando do lançamento da primeira pedra do Monumento aos Mortos da Grande Guerra.. há dias. Para dar cumprimento a essa afirmação feita em publico. Desapareceu tudo. presidente da Camará. ff 16-17v. que a Camará teria pronto e inauguraria.. coronel. cortado pelo joelho como se fez na Flandres para evitar a lama das trincheiras «cache-col» enrolado. Actas da Comissão de Estética (1927-1931)..] como segunda capital do paiz. A outra pergunta nossa sobre o todo do jardim. ficando esse que tinha no bolso . p.. presidente da Camará... estando a esse tempo o jardim complectamente renovado. por exemplo. Commercio do Porto.. — E o Monumento como será? — O Monumento terá 7 metros de altura. abriu-se logo concurso. a essas declarações..

escultor Henrique Moreira. reuniu nos paços do Concelho a o Júri nomeado pela Camará Municipal do Porto.10 Inauguração do Largo da Presa Velha. in. ás 17 Inauguração da iluminação da Praça de Carlos Alberto Documento n° 33 Carta de José de Oliveira Ferreira Exc Coronel Raul Peres Dig™ Presidente da Camará Municipal do Porto. n° 4 no Largo do Campo do Rou.45 Inauguração da Avenida dos Combatentes da Grande Guerra ás 10. de Oliveira Ferreira. AHMP.escultor Sousa Caldas. para apreciação das "maquettes" apresentadas para o concurso da execução de um motivo decorativo para a Avenida das Nações Aliadas e que era composto pelo Ex° senhor Coronel Raul Peres. que Vs Exas apreciaram. informar Va Ex" que o custo desse trabalho executado em bronze em tamanho definitivo. Em seguida foi lavrada esta acta que vae assinada por todos os membros do júri. ás 16. ff 62-62v . Manuel Laranjeira. ás 15.000S00. ás 15. ás 14. divisa "Pouca Sorte" . Arqt" Correia da Silva e pintor Acácio Lino. O júri considerou ainda digna de atenção a maquette com a divisa "Pouca Sorte" lamentando que nas condições do concurso se não disposesse de um terceiro prémio. com que em seu entender deveria ser premiada. Actas da Comissão de Estética (1927-1931). ou seja dez vezes o tamanho da maquette.25 Inauguração do marco fontenário da rua dr. Actas da Comissão de Estética (1927-1931) Acta n° 28. ás 9. O júri foi de parecer que a maquette a adoptar é a que tem a divisa "Fonte" devendo por isso ser adjudicada ao respectivo concorrente.20 Inauguração do Monumento aos Mortos da Grande Guerra.arquitecto Manoel Marques. divisa "A" . Agradecendo muito reconhecidamente a honra que Va Ex" e demais membros dessa Ex" Camará me deram na visita á minha casa de trabalho com o propósito de adquirir em execução definitiva o meu trabalho com o título "Paz Fecunda" eu venho.25 Inauguração do marco fontenário da Travessa dos Arcos. ás 9.• • • • • • • • • • • • • • • Inauguração do marco fontenário da rua de Camões. J. in. na Praça de Carlos Alberto. divisa "Fonte" . 3 de Novembro de 1927. Documento n° 34 Acta do Júri encarregado de apreciar as maquettes para um motivo decorativo na Avenida das Nações Aliadas Aos seis dias do mês de Junho de Mil Novecentos e Vinte e Nove. Vereador Tenente Alves Roçadas. presidente da Camará.25 Idem do marco fontenário do Largo António Calem. Ex° Senhor. São autores das maquettes os seguintes senhores: I o prémio. 550. satisfazendo a vontade de Va Exa como me cumpre. ás 14. caso esta proposta convenha ao respectivo concorrente. 2° prémio. ás 14.30 Inauguração das escadas do Có de Sal. Assim. presidente da Comissão de Estética e dos vogais da mesma comissão Eng° Monteiro de Andrade. Foi igualmente considerada de muito apreço a maquette que tem a divisa "A" razão porque foi proposto e aprovado que seja premiada com o segundo prémio. ás 11 horas Inauguração do marco fontenário do Monte Tadeu. o júri veria com satisfação a realisação dessa obra em seu entender digna de ser aproveittada. ff 24v-26. assente sobre pedestal que não incluo neste orçamento mas que deve ser executado com meu acordo. Inauguração do marco fontenário do Largo da Póvoa. foi de parecer que a Ex" camará propuzesse ao seu autor a sua execução em escala conveniente e em local e oportunidade a fixar ulteriormente. ás 10.10 Inauguração do Posto da Lactação. 8/11/1927.50 Inauguração do Largo do Terreinnho. Mas ainda quanto a esta maquette que o júri entendeu não dever adoptar pela desegualdade manifesta entre a sua concepção e as suas proporções. Miramar.40 Lançamento da I a pedra para o Bairro Social (tipo de oito casas em série) no Largo da Feira. ás 15. Foz. importa em "Quinhentos e cincoenta mil escudos" Esc. ás 15.45 Missa na Igreja da Trindade. Agradecendo e esperando o favor das estimadas ordens de Va Ex" desejo-lhe a mais feliz Saúde e Fraternidade. Henrique António Guedes de Oliveira.

000S00 .2oEscudos 2. já praticamente demonstrada. Porto e Paços do Concelho. ousamos afirmalo peremptoriamente. uma orientação nova. segundo o mérito artístico. ilustre escritor portuense. citaremos com elogio o motivo decorativo inaugurado em 1 de Dezembro na Avenida das Nações Aliadas. e com o mesmo critério de continuar a orientação seguida. e que. Va Excia senhor Presidente aceitar os votos de saúde e fraternidade. repetindo exteriormente a divisa inscrita na maquette e na respectiva memoria e contendo interiormente o nome e a residência do autor ou autores. constituiu um êxito de arte que não pode ser esquecido. devendo todavia as suas proporções quer em altura. A Va Ex" e à Exma Comissão Administrativa da sua ilustre presidência deve a cidade do Porto. Como ultimo testemunho dessa orientação.3oEscudos 1. 71 Documento n° 36 Bases do programa para a execução de um motivo decorativo na Avenida das Nações Aliadas "Perante a Camará Municipal do Porto esta aberto concurso para a execução dum motivo decorativo a construir no primeiro Parterre' da Avenida das Nações Aliadas e nas condições seguintes: Io É dada a todos os concorrentes a liberdade de composição dos assuntos. Inicia-se com ele o embelezamento da Avenida que pelo progresso das suas construções está merecendo as maiores simpatias dos portuenses. Actas da Comissão de Estética (1927-1931). Eng° Urbanista deste Município. 3o As maquettes e as memorias descritivas serão assinadas por uma simples divisa e acompanhadas de um envelope fechado e lacrado. Monteiro de Andrade e Acácio Lino. 2o Os concorrentes apresentarão as suas concepções por meio de 'maquette' à escala de dois centímetros por metro acompanhada de memória descritiva.000$00 . Documento n° 38 Ordens de Serviço. harmonisarem-se com o local a esse fim destinado. a nomear oportunamente. absoluto e relativo. ff 80-82v. fica encarregada de estudar o respectivo plano a mesma Comissão que nomeei por Ordem de Serviço n° 295/48. designando a natureza dos materiais a empregar e a importância pela qual se propõem executar na escala definitiva. desta data. visto que pela natureza desses trabalhos. AHMP. Porto e Comissão de Estética.Documento n° 35 Carta do Presidente da Comissão de Estética ao Presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal do Porto Ex"10 Senhor Presidente da Comissão Administrativa da Camará Municipal do Porto.4oEscudos 500$00. há necessidade de aproveitar todo o tempo exigido para a sua realisação. excepto aquelas que a Camará reserve para execução. N° 296/48 — Tendo sido aprovada em reunião camarária de 10 do corrente a sugestão desta Presidência referente à execução de um monumento a Almeida Garrett." In AHMP. Com os protestos de nossa alta consideração. à qual também pertencerá o Sr.000S00 . Actas da Comissão de Estética (1927-1931). como na superfície da base. In. esta Comissão de Estética tem a liberdade de solicitar de Va Exoia e da ilustre corporação Administrativa a valiosa concordância de todos para que sejam postos a concurso os novos trabalhos que o local exige. e que desvanecidamente registamos. 7o As maquettes serão expostas ao publico durante dez dias desde as 10 horas ás 17. concluído e assente no local o motivo que faz objecto d'esté concurso. tão desprovida de elementos construtivos que concorram para a sua beleza estética. Findo esse prazo podem ser retiradas contra a apresentação do respectivo recibo. Porque assim é. apresentando á Camará a sua proposta para a adjudicação dos prémios assim distribuídos: Io Execução da maquette ou maquettes cujo custo não ultrapasse os 45. pela sua concordância com os inalteráveis desejos desta Comissão de Estética no sentido de conseguirmos uma cidade mais bela e melhor. f. que as classificará. (a) Guedes de Oliveira. 11 de Novembro de 1948 . 8o A Camará reserva o direito de regeitar as maquettes que lhe não satisfaçam ou que julgue terem proporções incompatíveis com o fim a que se destinam e local. 5o As maquettes serão submetidas á apreciação de um júri.

p. figura imortal da literatura portuguesa? Deste ponto de interrogação nasceu o trabalho definitivo do escultor: a figura despida do Homem. assim. confirmou os princípios em que "a priori" a Comissão se baseara. se realizará na Sala das Reuniões deste Município. capaz de nela se concretizar tudo o que Garrett foi. é. 315 Documento n° 39 Parecer emitido em sessão de 5/4/1951 à estátua de Almeida Garrett. Finalmente. livre de todo o transitório e anedótico mas plenamente humana e enobrecida pelo manto que. a única que de facto merece de si eterna memória e é digna de ser perpetuada em bronze. e perante a comissão para esse efeito nomeada. Paços do Concelho 5/4/1951 O Presidente da Comissão . a necessidade de o Escultor dar à figura uma expressão escultórica. pelas narrativas dos seus biógrafos. tão perto de nós. mais do que tudo isso que Garrett também foi. o dramaturgo nas suas horas de triunfo. que se encontram patentes em todos os dias úteis e durante as horas de expediente. assim. E. Presidente da Câmara Municipal do Porto: Faço saber que às 15 horas do dia 18 do mês de Novembro. o envolve. no seu mais alto significado. de facto. neste seu parecer. é com plena satisfação sua que.Dr. Havia. . O "elegante" que ele foi. pode afirmar que a interpretação escultórica dada àfigurado "maior romântico do Romantismo" está certa e corresponde à plena tradução plástica do símbolo. o escultor Barata Feyo chegou a esta verdade em sucessivos esbocetos. o escultor Barata Feyo encontrara o que buscava. se fixasse no anedótico da vida do homem. O figurino que Garrett foi em vida deixara há muito de existir.só poderia ser plasticamente interpretada. antes. nos Serviços de Obras Municipais e habitações Populares. o Poeta. ainda. o político na sua vida pública e parlamentar. assim a do Poeta. essas. sitos nos Novos Paços do Concelho. A visita que a Comissão Municipal de Arte e Arqueologia fez à oficina do escultor Barata Feyo. Que significado plástico poderia ter um figurino no decorrer dos tempos? As modas e os homens passam: a Poesia e a Arte. Desde sempre julgou a Comissão Municipal de Arte e Arqueologia que a figura de Garrett . desde que o Artista encarregado desse trabalho se não perdesse em busca das várias expressões literárias da sua obra tão rica e. Não é o homem na sua vida mundana. encontrou o homem. 20 de Novembro de 1948. Primeiro desenhou e esculpiu Garrett como os seus biógrafos o descrevem e. como presta as suas homenagens ao Artista pela forma como a realizou. o criador de Poesia. Pareceres da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia (1951 a 1967) Parecer n° 3/51 Documento n° 40 Edital Concurso Público para a arrematação da empreitada de fundição da estátua de Almeida Garrett e sua colocação na Praça do Município Engenheiro José Albino Machado Vaz. isto é.In. naturalmente. Destinado à Praça Pública. Porto. a figura escultórica que o Professor Barata Feyo esculpiu. n° 658. vivem nos seus criadores e perpetuam-se nas suas obras. o concurso público para a arrematação da empreitada acima designada nos termos do Caderno de Encargos e programa do Concurso. não fundamentais mas complementares na lógica evolução do seu trabalho.tão complexa e tão venerada . muito menos. da autoria do escultor Barata Feyo. surgiu-lhe debaixo dos dedos sem esforço: ao querer dar-lhe significado. Pelo que a Comissão Municipal de Arte e Arqueologia não só dá o seu parecer favorável à figura. não desmentiu. Mas seria este o grande o verdadeiro Garrett. origem primogénita de todas as suas outras qualidades. movimentou-lhe o braço direito e surgiu o orador. em parte. Manuel da Fonseca Figueiredo in. Boletim da Câmara Municipal do Porto.

As vias públicas são criadas para a satisfação das necessidades do trânsito e. 7/11/1953 Despachos da Presidência . única sobre o que este Conselho deve pronunciar-se. Engenheiro. pedindo-vos que aceiteis e lhe deis o destino que melhor os acomode. se determinadas artérias têm largura excessiva para o movimento. João I. Dignai-vos perdoar-me. o subscrevi. desde que não queirais considerá-los como um presente pessoal. não se consente o estacionamento. seria a alma mais ingrata. que será efectuado na Caixa Geral de Depósitos. se por minha parte poucos dias me restam já. Boletim da Câmara Municipal do Porto. a tantas atenções. me vejo privada de assistir ao banquete de hoje. Crédito e Previdência. que vos enviarei da minha casa da Corunha as obras completas de Rosalia de Castro e um autógrafo seu. Quis o Céu. Lda. Boletim da Câmara Municipal do Porto. 29 de Outubro de 1953 In. 3. devo-a à nobre e generosa Cidade do Porto. p.750S00 (três mil setecentos e cinquenta escudos) Eu. que em si reúne todas as virtudes do sereno. 339 Documento n° 41 Adjudicações — a José de Castro Guedes. por 170. por aquelas causas. N° 917. Sou vossa eterna e agradecida amiga (a) Gala Murguía de Castro Documento n° 43 Parecer emitido na sessão de 20/2/1950 do Conselho de Estética Urbana "O presente projecto na parte relativa à Praça de D. mas as emoções por mim vividas ontem. ao menos em parte. É o caso por exemplo da Avenida dos Aliados ou da Rua de Sá da Bandeira (parte nova) e das de Entreparedes ou de St0 Ildefonso. 23/1/1954. Para corresponder. Sempre detestei a ingratidão. as dimensões e localização dos refúgios e a aplicação a dar à Praça. Muito lamento anunciar-vos que. consente-se nelas o estacionamento. comunga espiritualmente com a produção poética daquela que me deu o ser. valoroso. N° 928. anuncio-vos Senhor. prolongamento do meu. — 11-1-54 in. fidalgo e imorredouro Portugal de meus amores. proíbe-se nela a paragem de veículos. portanto. 98 Documento n° 42 Meu generoso e ilustre Senhor: Permiti-me que. pp. Suplico-vos outra vez que digneis perdoar-me. Amanhã partirei no comboio da 1. nestas que não têm qualquer interesse estético. Director dos Serviços de Urbanização e Obra. compreende 3 assuntos distintos: a modificação dos acessos laterais. unidas aos achaques naturais da minha idade. É este o único que vos posso oferecer. no acto inaugural do monumento que o Porto dedicou à memória de minha mãe. apesar de .O depósito provisório. porque a terra me chama. ao pujante. e dorme aprova de que a alma do vosso país. sem dúvida. fazerme curvar ao peso daquelas emoções. a um tempo de nostalgia e de intima satisfação. por meio destas linhas. antes. se uma outra tem bastante trânsito e pouca largura. porém. não mo permitiram. a fundição da estátua de Almeida Garrett e a sua colocação na Praça do Município. segundo o que se deduz do despacho do Ex"1" Senhor Director de 20 de Janeiro último. Bem quereria fazê-lo pessoalmente. eu tente exprimir-vos os meus sentimentos. e se neste momento não vos dissesse que guardo um perpétuo reconhecimento pelo que vos devo. aquelas. quero dizer-vos que.000$00. é de Esc. Assim.45 da tarde. formoso e nobilíssimo Porto. Porto e Paços do Concelho. são estas que impõem a dimensão a dar àquelas. sobretudo a primeira. mediante guia passada pela Ia Repartição — Serviços do Notariado — da Direcção dos Serviços Centrais e Culturais. João de Brito e Cunha. se houve satisfação que inteiramente enchesse a minha alma.

Isto tem muita importância porquanto incorre inadvertidamente em «erro de imaginação» todo aquele que. porém." Itl. Ora a circunstância de tal recinto vir a ser a base de dois dos mais altos edifícios da cidade exige especiais cuidados para que a monumentalidade que se pretende outorgar não descambe precisamente no oposto ao pretendido. presume lugar espaçoso. lnfere-se destas observações que há absoluta necessidade de limitar o menos possível o perímetro da Praça. Do mesmo modo as dimensões e localização dos refúgios. sugere âmbito largo ao contrário do que realmente se dá. não é admissível presumir homenagem corredia a tão grandes vultos da nossa História. em arranjos de toda a ordem. Falta decidir qual o modo a adoptar na sua iluminação. julga-se útil recordar que a designação de praça dada Ao local. porque a quinze metros temos já a volumosa massa de outro edifício. parece-nos que há necessidade. por imprópria. a imperiosa necessidade de obedecer no seu arranjo às boas regras da simplicidade para se não saturar demasiadamente o local com 'redundantes acessórios' que inevitavelmente lhe irão diminuir cada vez mais as suas já tão minguadas proporções. Na verdade. Documento n° 44 Depoimento de Lucínio Preza: Solicitam-me algumas palavras sobre a Praça de D. portanto. incluindo-se. direi. Qualquer que seja. como de peças de estatuária em que se consagre homenagem condigna a grandes figuras da História-Pátria ou se mostre a alegoria. Examinadas as diferentes peças do projecto. O que. 3o. 2o. porém. É. A modificação afazer nos acessos laterais à Praça deve ser encarada. Resulta da desproporção entre a chamada praça e os edifícios que a ensombram. homenageante também da Indústria e do Comérico desta terra progressiva de gente trabalhadora. ff 78-79. a autorização de estacionamento em determinado local e portanto também na Praça de D. Quer dizer. a finalidade dos referidos plintos. a iluminação da Praça não poderá deixar de obedecer a estes dois pontos essenciais: ser bastante. entre outros.Substituir os parapeitos macissos (sic) por outros transparentes que apenas sirvam de guarda ao trânsito sem compartimentos de visões. não se vê. suficientemente . João I e só algumas. assunto sobre o qual não compete também a este Conselho pronunciar-se. Os dois assuntos — sistema ou modo de iluminação e destino dos dois plintos laterais — estão a ser devidamente ponderados. a urbanização do recinto. sem ver o sítio. porém. Actas do Conselho de Estética Urbana (9/2/1946 a 9/1/1951). integrando o espaço ladeante quanto se possa. estes. pois que isso depende de uma outra decisão — a que venha a tomar-se quanto ao melhor destino dos dois plintos junto às escadarias laterais. É. são problemas que têm de ser resolvidos de harmonia com o fim a dar à Praça. sobre este assunto e só sobre ele que este Conselho julga dever pronunciar-se. este Conselho emite o seguinte parecer: 'Em primeiro lugar e para subsequente compreensão do que se vai expor. Certamente. tanto poderão servir como base de sustentação de candeeiros ornamentais. e visitado cuidadosamente o local.Não encarar a possibilidade de colocar as estátuas dos progenitores da ínclita geração nas peanhas criadas 'ad hoc' para 'motivos decorativos'. 4o. estão pejadas de veículos com consentimento das autoridades e sem qualquer protesto. de: Io. portanto. perdoando contudo a boa intenção dela. João I. do próprio Presidente da Câmara. é apenas ar. pretende-se saber. — quero dizer. como se concluirá.Reduzir o escadório inferior para metade do proposto. com efeito. o que em boa verdade é pequena réstea.marginadas dos melhores edifícios da cidade. decerto. para obter escala equilibrada.Suprimir as massas volumosas das pontas da tenaz (chamemo-lhe assim) para que essas pontas. Assim. que servirão para a passagem e segurança dos peões. 'ar' que não representa espaço. vão gradualmente abson>endo o espaço que as confinava. criando os artifícios possíveis para esse efeito. A própria perspectiva que acompanha o processo é um documento a abonar esta afirmação porquanto se nota o enquadramento da praça apenas na volumosa massa dos edifícios a Norte. De facto. é apenas um problema de trânsito. pelos seu aspecto estético. Não se admite que tais figuras sirvam de ornamento duma Praça sem que elas sejam os principais motivos que aqui seriam muito secundários. no conjunto o espaço pertencente às ruas ladeantes o que lhe dá virtualmente maior amplitude. no seu conjunto e. o mais razas possível. fica a Sul. em breve se lhes poderá dar solução definitiva. com o qual este Conselho nada tem que ver.

§ 2o A face exterior dos envelopes indicados na alínea c) e d) deverão mencionar o seu conteúdo e levar a seguinte legenda: «Concurso para a execução dos motivos escultóricos destinados à praça de D. devo ainda dizer. não terá. à escala de 5 centímetros por metro. para que os nossos olhos não sofram o choque de uma singelesa (sic) contraditória com os grandiosos edifícios que formam o conjunto. além de que. a Câmara completará. b) Redução das maquettes. Presidente da Câmara Municipal do Porto AA. 1951. A Praça. Isto iria roubar-lhe o ar aberto que ela exige.. apressadamente escrito. grande parque nas traseiras do Edifício Atlântico. Documento n° 45 Programa e bases do concurso para a execução de 2 motivos decorativos escultóricos destinados à Praça de D.W. é o centro vital da Cidade. O concurso é aberto entre escultores diplomados pelas Escolas Superiores de Belas Artes de Lisboa e Porto 3. em envelope lacrado e fechado § Io As maquettes terão por assinatura apenas uma divisa. A Praça de D.. dentro do mais curto espaço de tempo possível. — e corresponder àquela monumentalidade. 4. 2.intensa para que o local. entupir. Porto. devidamente patinadas. João I» e a divisa adoptada pelo concorrente. o meu depoimento sobre as perspectivas de acabamento urbanístico desta nova Praça da Cidade. carácter definitivo. É o coração do Porto. como sítio mais ou menos amplo que não deverá congestionar-se e deixar-se. Fica ao livre arbítrio dos concorrentes a escolha do assunto e as dimensões dos motivos escultóricos. João I e o seu Palácio Atlântico. . Entendo. onde é evidente uma certa monumentalidade arquitectónica. com as cores do materiais a empregar na obra definitiva. É aberto na Câmara Municipal do Porto concurso público para a execução das maquettes de 2 motivos escultóricos destinados a serem colocados nos pedestais existentes na Praça de D. Cada concorrente deverá apresentar: a) Maquettes. sem que a experiência nos possa esclarecer das vantagens e dos defeitos. Lucínio Preza. digamos. Tudo o que já se fez a tal respeito e ainda o que em tempo próximo se faça. incluindo pedestais à escala de 20 centímetros por metro.. não fique entristecido entre densidades de treva permanente. que não me parece aconselhável que o automobilismo a tome toda. onde corajosamente se ergueram alguns prédios que honram a Cidade do Porto — e é este o ensejo de louvar a iniciativa particular que os fez erguer — bem merece todos os cuidados e atenções. como lugar de estacionamento. João I. do qual a primeira fase de trabalhos se encontra em vias de conclusão É este. c) Memória descritiva e justificativa donde conste o partido adoptado pelo concorrente d) Elementos de identificação do concorrente. para satisfação das necessidades prementes de dar parque aos automóveis. João I 1.

Passarão a constituir propriedade da Câmara. Ao concorrente a que for atribuído o primeiro prémio será pela Câmara adjudicada. 10.5. para todos os efeitos legais. — Um representante da Delegação do Norte do Sindicato Nacional dos Arquitectos. no valor de setenta e cinco mil escudos (Esc. 11.000$00) no acto da assinatura do contrato. 30. § único — Todas as importâncias referidas nesta base ficarão reduzidas a metade.000$00 3 o Esc. E fixado em 240 dias. as maquettes às quais forem concedidas os prémios a que se refere a base 6 a . contados a partir da data da escritura.000$00) contra a entrega do modelo em gesso. 15. São estabelecidos três prémios com o seguinte valor l°Esc. 75. — Um técnico municipal nomeado pela Presidência da Câmara. . O júri encarregado da classificação dos projectos terá a seguinte constituição — Vereador da Câmara. que servirá de Presidente. 14. 17. 16. 8. pela execução dos modelos em tamanho definitivo dos motivos escultóricos a importância de 200. A entrega de elementos a que se refere a base anterior deverá ser feita na Direcção dos Serviços de Urbanização e Obras da Câmara Municipal do Porto até às 17 horas do dia 15 de Outubro próximo.000$00 (duzentos mil escudos).000$00 7. em face da classificação do júri para esse efeito nomeado. Segunda prestação.000$00 2o Esc. A Câmara reserva-se o direito de fazer reproduzir o projecto definitivo quando quiser e conforme entender. mediante contrato. Da decisão do júri não haverá recurso. A atribuição dos prémios será feita pela presidência da Câmara. 12. Todas as maquettes apresentadas a este concurso serão expostas ao público durante o prazo mínimo de oito dias. — Um representante da Secção do Norte da Academia Nacional de Belas Artes. a contar da data de encerramento do concurso.0 júri apresentará à Presidência da Câmara a acta contendo a sua decisão no prazo máximo de trinta dias. 75. 18. O júri terá a faculdade de excluir do concurso qualquer dos concorrentes ou de deixar de atribuir qualquer dos prémios 10. — Um representante da Escola de Belas Artes do Porto. 9. Nos trinta dias a seguir à entrega da acta pelo júri. 20. no valor de setenta e cinco mil escudos (Esc. 50.000$00) após a aprovação do modelo em barro. Presidente da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia. referindo-se tal reprodução não só aos aspectos escultóricos como gráficos. a liquidar em três prestações pela forma seguinte: Primeira prestação. a execução dos modelos em tamanho definitivo dos motivos escultóricos a que este concurso se refere. no caso da solução adoptada pelo escultor repetir o mesmo modelo em ambos os pedestais. o prazo para a apresentação dos modelos indicados na base 15 a . no valor de cinquenta mil escudos (Esc. A Câmara satisfará ao primeiro classificado. 13. Terceira prestação. a Câmara fará a entrega dos prémios aos concorrentes classificados no concurso. 6.

556. seus herdeiros ou sucessores.19. 14 de Julho de 1954 O Presidente. José Albino Machado Vaz In. Concurso público para a execução de dois motivos escultóricos destinados à Praça de D. ao Terreiro da Sé. João de Brito e Cunha. competindo contudo ao autor desses motivos escultóricos a orientação do trabalho e a escolha dos respectivos materiais. se os estudos apresentados não merecerem a sua aprovação. que lhe são devidas. pedindo a palavra. p. um agradecimento ainda. o subscrevi. pois não somente volta as costas à mais importante artéria que faceja com o terreno. aos meus ilustres Colegas do Conselho de Administração dos Serviços Municipalizados de Gás e Electricidade. "O que mais desagradavelmente impressiona ao analizar-se o projecto é a defeituosa implantação do edifício. 18/9/1954. A rescisão do contrato com os fundamentos indicados na base anterior pode dar o direito de exigir do autor do projecto a restituição de uma ou mais das prestações pagas. A Ex1"3 Câmara reserva-se o direito de rescindir o contrato. que junto da Direcção dos mesmos Serviços levantaram o problema da iluminação da Praça. ou se as modificações sugeridas não forem julgadas satisfatórias. N° 962. esta fachada fica recuada em relação ao alinhamento dos prédios já construídos naquela via e portanto escondidos atrás deles. Boletim da Câmara Municipal do Porto n° 954 de 24/7/1954. diz: Senhores Vereadores A iniciativa da proposta que acaba de ser lida. Eu. Intervim nela como colaborador apenas. Porém a sua implantação no terreno escolhido é ainda mais lamentável. em qualquer das fases previstas. João I. poderá a Câmara fazer a entrega do trabalho a outro artista. Engenheiro electrotécnico e Presidente da Câmara Municipal do Porto. Além disso. merecidas e sinceras. com os meus agradecimentos a amável deferência que teve para comigo. aquelas felicitações. Documento n° 47 Parecer do arqt0 Arménio Losa sobre a Igreja de St° António das Antas. Actas da Comissão Administrativa Sessão de 13 de Julho de 1954. da minha parte. MANUEL DE FIGUEIREDO. de facto. Engenheiro. In. Faço público que até às 17 horas do dia 15 de Outubro próximo se encontra aberto concurso entre escultores diplomados pelas Escolas de Belas Artes de Lisboa e Porto para a execução de dois motivos escultóricos destinados á Praça de D. No caso de rescisão por impossibilidade do autor do projecto em executar o modelo final.. nos termos do Programa e Bases respectivas que se encontram patentes em todos os dias úteis e durante as horas de expediente na Direcção dos Serviços de Urbanização e Obras desta Câmara. desta cidade. 21. Não faz parte deste contrato a passagem à pedra ou ao bronze dos 2 motivos escultóricos que será levada a efeito a expensas da Câmara.. Já é de lamentar não tenha havido o melhor critério na localização da igreja procurando-lhe perspectivas que a valorizasse e colocando-a em sítio onde também contribuísse para o enriquecimento da estética urbana. à Presidência da Câmara. João I José Albino Machado Vaz. [. As obras foram já iniciadas tendo-se dispendido trezentos contos segundo se lê na memória descritiva. 22. 20. p. como também não respeita o alinhamento da rua para onde orientou a fachada principal. e de forma definitiva.] E como palavra final. pertence. Ex" Senhor Presidente há-de permitir que lhe apresente. O projecto que agora apreciamos é uma variante de outro que . V. Director dos Serviços de Urbanização e Obras. 72-77 Documento n° 46 Edital. e por que assim é. se esses estudos não forem apresentados nos prazos previstos. Boletim da Câmara Municipal do Porto. * O Vereador Sr. o que já permitiu a colocação dos dois novos candeeiros — ponto de partida para o estudo da iluminação no seu conjunto. e cuja autoria me é atribuída. num futuro relativamente próximo. A torre é o único motivo que pode apreciar-se a distância não por estar melhor situada que o corpo principal da Igreja mas pela sua grande altura: 43 metros. Porto e Paços do Concelho. sem direito ao pagamento de qualquer indemnização ao primeiro premiado deste concurso.

Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia (8/11/1937 a 16/12/1941) 16/12/1941. esta peça algo intrigante. a Praça da Ribeira — onde se desenvolveu um interessante trabalho de recuperação do casarioribeirinho— conta agora com a presença de um fonte que. conseguindo um resultado pleno. (cont. Os artistas por melhores que sejam. mas deplore-se também o excesso que resulta do gigantesco cubo.a Câmara aprovou (Novembro de 1937) e as obras feitas foram executadas nas condições regulamentares. Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia (16/12/1941 a 31-12-1950) 16/12/1941. A Igreja seria deste modo aproveitada como elemento de valorização urbana com o que muito lucraria a cidade e a própria construção. ao que sabemos. num local típico. que nomeadamente fez em Cerveira uma notável fonte. próxima do que se poderia considerar uma concepção pós-moderna. neste caso. mais do que isso. Não tem portanto o carácter dos simpáticos adros de muitas das igrejas e capelas espalhadas pelo país. na sua proporção e cor verde.a Avenida de Fernão de Magalhães . na Praça da Ribeira como poderemos «ver» esta peça de José Rodrigues? Dir-se-ia um meteorito de geométrica perfeição ali caído. local de acontecimentos históricos. nos agrada verdadeiramente menos. ff 49-50v Documento n° 48 José Rodrigues e a Fonte da Ribeira. traria mais vantagem de criar um melhor e mais próprio ambiente ao recinto da Igreja. é o de ter feito uma intervenção inadequada excessiva. e de arreigados costumes.) in.e colocando a torre em posição de maior destaque em relação com as perspectivas que podem criar-se-lhe. como se sabe. ff 49-50v Parecer do arqt" Arménio Losa sobre a Igreja de St0 António das Antas. a coragem de pôr lado a lado um recinto de betão e as famosas pedras de antiquíssima e romana fonte. onde logo pousaram gaivotas douradas. 3/1/1984 . durante a ocupação romana da Península. por Bernardo Pinto de Almeida Ainda não inaugurada oficialmente. Aplauda-se. (cont. mesmo mais do que isso. partindo em parte de uma concepção semelhante. A torre. não acertam sempre. Parece antes ter havido a preocupação de afirmar direitos de propriedade definindo e delimitando o que é do Município e o que pertence à Igreja. ali foi antes o mesmo. O seu autor é o escultor José Rodrigues. pois como apenas se inverte a orientação do edifício aproveitar-se-iam as fuindações e grande parte das paredes já erguidas. Intervenção no espaço urbano e. afastando-se do corpo do edifício para se erguer possivelmente na esquina da rua da Vigorosa. O risco de José Rodrigues.) Este recinto é segundo o projecto inteiramente vedado com muros e portões. sem ter em vista a escala e que poderia situar-se a sua intervenção. pois. As obras executadas não seriam inteiramente perdidas. Jornal de Notícias. já o gigantesco cubo verde em ruptura com a paisagem local. com que se reconstituiu a antiga fonte romana. Se de um ponto de vista estético a solução de prolongar — ou melhor de integrar — as três peças romanas encontradas numa estrutura de betão é extremamente interessante e. emblemático de um Porto muito antigo. na sua escala desmedida por relação com o baixo e multicolor casario vizinho. Parece-nos no entanto que ainda é tempo de emendar os erros que apontamos voltando a fachada principal para a artéria de maior categoria . In. local de cultura em suma. In.

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