auh 156

análise comparativa
residência em aldeia da serra [mmbb] e villa dall’ava [rem koolhaas]

andressa bassani 2010

................ 11 comparações programáticas ........................................................................................................ 7 a inserção no lugar .......................................conteúdo [oma] villa dall’ava ................................................................................................................................................................................................ 9 reflexões sobre o movimento moderno .................................................................................. 15 2 .................................................................................................................................... 5 aproximações entre os projetos ................................................................................................................................................................ 3 [mmbb] residência em aldeia da serra ............................... 13 bibliografia.

The client wanted a glass house with a swimming pool on the roof and two separate "apartments" . They are joined by the swimming pool which rests on the concrete structure encased by the glass pavilion.[oma] villa dall’ava The villa is situated on a hill which slopes steeply toward the Seine. et Mme. It is composed of three parts: a sloping garden. The site is like a big room. The house is conceived as a glass pavilion containing living and dining areas. Cloud. with two hovering. perpendicular apartments shifted in opposite directions to exploit the view. in a traditional residential neighbourhood Team: Rem Koolhaas. the main volume of the villa. garden walls and slopes. Xaveer de Geyter. in the residential area of Saint Cloud . sloping steeply toward Paris. and the city of Paris. the street level garage with access in a cavity. Boudet Site: 650m2 area in St. Year: 1991 Status: Built Client: M. bounded by greenery and garden walls.a neighbourhood characterised by 19th century houses in a classical "Monet" landscape. Jeroen Thomas 3 . the Bois de Boulogne.of the surrounding landscape and the city of Paris.one for the parents. with a boundary made of greenery.from their swimming pool . They also wanted a panoramic view . the other for the daughter.

4 .

Como um quintal ao sol e outro à sombra. em concreto lixado. a sua planta se resolve num quadrado de 16.20 m.20 x 16. 7 anos) área construída 300 m2 (250 m2 no pavimento superior + 50 m2 de serviços no pavimento inferior) arquitetura MMBB Arquitetos / Angelo Bucci. projeto 2001 obra 2002 proprietários José Henrique Mariante e Beatriz de Arruda Mariante (casal). Apoiada sobre quatro pilares ela está elevada do chão de tal modo que faz uma área idêntica em baixo dela e outra em cima. Com estrutura de concreto armado feita com formas plásticas para laje nervurada em módulo de 90 x 90 cm e escoras metálicas. Porém pelas características do relevo esses três níveis sempre encontram o terreno. como se todos os níveis estivessem no chão. Todas as paredes da casa foram feitas em argamassa armada. Fernando de Mello Franco. os pisos internos. Maria Júlia Herklotz e André Drummond 5 . Marta Moreira e Milton Braga colaboradores Anna Helena Vilella.[mmbb] residência em aldeia da serra Essa casa ocupa um lote com 20m de frente por 40m de fundo e 8m de desnível entre a frente o fundo. As paredes externas são sombreadas com um painel industrializado feito de madeira e cimento prensados. Isa (filha. com um vazio central que contém as escadas e ilumin os ambientes de serviço. A laje de cobertura está protegida com um espelho d´água.Eduardo Ferroni. em granilite e os externos. todos os vidros são livres de caixilhos.

Planta inferior Planta residência Planta cobertura Elevação norte 6 .

um programa dessa escala dificilmente pode desenvolver essa quantidade de experimentações que o arquiteto deseja expressar. não se dá apenas pela suas similaridades programáticas. esta residência foi criada para ser consumida visualmente. A escolha pela análise dessas residências foi feita com o objetivo de refletir o que acontecesse com a produção arquitetônica no mundo e. Koolhaas escreve.M. Com a casa Vanna Venturi. As residências unifamiliares são.aproximações entre os projetos A primeira aproximação feita na escolha desses dois projetos contemporâneos se dá. Porém. Talvez a principal causa desse fato seja a facilidade com que os arquitetos conseguem oportunidades para tal tipo de construção. em seu livro S. desde pequenos escritórios a até grandes nomes. Esse hábito fez com que houvesse uma mudança no comportamento dos clientes. Porém. o arquiteto Robert Venturi fez com que a sua produção residencial ganhasse destaque quando atribuiu nela vários valores simbólicos com o objetivo de colocar em questão conceitos arquitetônicos pós-modernos. A residencia unifamiliar se transformou em um espaço aberto para a livre expressão do arquiteto.XL: Intimidation II The client wanted a masterpiece A relação cliente/projeto na Villa Dall’Ava é similar com a descrita acima. aqui no Brasil. o que torna a produção um pouco confusa. claramente. na busca de status ou com o objetivo de “consumir” certo tipo de arquitetura. o partido do projeto é tomado de acordo com as exigências dos mesmos. que acabou sendo sobrecarregada de conceitos arquitetônicos para se tornar um resumo da habilidade projetual do arquiteto. onde ele poderia mostrar concisamente a qualidade da sua produção. pois esse é um tipo de cliente que tem a capacidade de financiar uma obra arquitetônica inteira. com certeza. Sobre o projeto de Villa Dall’ava. há casos onde acontecesse inversão: os clientes procuram certos arquitetos procurando adquirir o estilo dele. isso exaltou a importância dessa tipologia. desde as fundações até os acabamentos. especialmente. de escala mais familiar. Porém. Torna-se impossível 7 . que à primeira vista é aparentemente óbvia. Como escreve Rafael Moneo. 2009). Muitos arquitetos influentes têm grande parte da sua produção baseada em projeto de residências unifamiliares. a tipologia arquitetônica mais amplamente produzida por todos os arquitetos. Porém percebe-se que o destaque de tal tipo de obra sobre as discussões e críticas arquitetônicas é bastante relevante. E talvez seja a partir daí que a casa se transformou em um local privilegiado dos projetistas para fazerem as afirmações das condições da arquitetura contemporânea (Ghirardo. pelo fato de serem residências unifamiliares. é um terreno vazio. como o próprio Rem Koolhaas e o escritório MMBB. essa aproximação. Geralmente.L. Porém.

Aquele que procura esse tipo de escritório tem o conhecimento do que é a chamada arquitetura paulista. e quer consumir algo dentro desse estilo para a sua residência particular. 8 . Ao escolher Rem Koolhaas para a realização do projeto.separar a casa do seu morador. pois esta é tão impactante em relação ao seu entorno que ela acaba se transformando em uma imagem associada ao gosto pessoal do proprietário. os clientes sabiam exatamente aquilo que iriam consumir e como queriam ser vistos. a situação é bastante parecida. E em relação à casa em aldeia da serra. A família Mariante contratou o MMBB não somente por uma necessidade de construção.

pois nesses lugares é possível fazer a aquisição de terrenos maiores e habitar em uma região mais segura e menos agitada. essa migração foi e é bastante comum. é possível perceber isso apenas observando a forma como são feitas as coberturas.a inserção no lugar casa mariante. Já Saint-Cloud é um bairro residencial conhecido por abrigar casas de estilo “Monet”. porém em bairros com uma grande semelhança. Tanto a Aldeia da Serra como Saint-Cloud são considerados bairros de subúrbio onde a tipologia padrão é formada por casas de moradores com alta renda familiar. em um condomínio residencial fechado. como é possível analisar nas imagens acima: ambas as casas estão construídas em um padrão muito diferente das residências vizinhas. 9 . aldeia da serra: 30 km do centro de São Paulo villa dall’ava. na maioria das vezes. na maioria das vezes. saint-cloud: 15 km do centro de paris Essa liberdade de desenho conquistada pelos arquitetos nas residências unifamiliares pode. onde os problemas da cidade são disfarçados atrás da paisagem bucólica. procuram através das suas fachadas demonstrarem o seu status social. muitas vezes extraídos das vertentes historicistas de arquitetura. eles as sobrecarregam de significados simbólicos. Aldeia da Serra fica em Barueri. segundo a linguagem popular. Já que essas casas podem funcionar com um reflexo do estilo do arquiteto. que pertencem a classes mais ricas. totalmente isolados da malha urbana. Em São Paulo. As duas residências estão localizadas em cidades diferentes. e geralmente resulta na formação de grandes condomínios fechados. e para isso. As tipologias habitacionais encontradas nesses subúrbios geralmente são bem parecidas. entrar em conflito com os outros edifícios da região em que se insere. Os moradores. A migração dos habitantes da cidade para bairros mais afastados é bastante comum com o crescimento urbano. é comum que essa produção seja bastante diversa da produção local.

they counted 30 people outside. Pause They lived happily ever after Saturday One Saturday morning. E essa diferença não é clara apenas para os interessados em arquitetura.XL – Rem Koolhaas) 10 . o impacto dessa residência é claramente percebido pelos moradores.Logo. looking in. ambas as casas analisadas nesse trabalho são muito distintas daquelas do seu entorno. causando certo alvoroço entre os vizinhos. já que adotam os estilos próprios de seus arquitetos. de Ângelo Bucci e Alvaro Puntoni. Exemplo disso pode ser encontrado na casa em Carapicuíba. onde os moradores da região apelidaram a parte de escritórios da residência de “vagão de metrô”.L. (S.M. e são muito influenciadas pela estética modernista.

com um objetivo até mesmo irônico. ou seja. faz a apropriação de vários elementos da arquitetura moderna. é possível denominá-las como pertencentes ao movimento neomoderno. Essas casas seriam variações modernas adaptadas para as necessidades locais. a autora se baseia no capítulo de mesmo nome do livro “História crítica da arquitetura moderna”. o projeto arquitetônico se vincula com o lugar em que se insere a partir da preocupação com o desenho da topografia e o cuidado com as luzes que incidem nas superfícies geométricas dos edifícios. no projeto da Villa dall’Ava. nesse tipo de regionalismo não há uma negação do presente. Porém essa apropriação não foi feita de forma literal. na casa é possível reconhecer essas referências nos pilotis do térreo. O principal objetivo desse movimento é produzir uma arquitetura que incide sobre o território.reflexões sobre o movimento moderno Em “Arquitetura contemporânea. O uso desses elementos modernistas foi feito de maneira direta e com o objetivo de aproveitar todos os benefícios dessa estética. Como explica Rafael Moneo. Diane Ghirardo classifica a produção de residências unifamiliares contemporâneas em dois tipos: as de estilo neomodernista e as regionalistas críticas. Essa apropriação feita por Koolhaas parece ser mais uma leitura pós-moderna da estética moderna. tanto no uso de certos materiais como na escolha de geometrias específicas e reinterpretação de elementos modernos. segundo Frampton. “Le Corbusier aparece como referência última. não é independente do seu terreno. 11 . O neomoderno é. onde seria aproveitada a linguagem formal do estilo internacional. Rem Koolhaas. A arquitetura denominada como regionalista crítica é aquela que procura combinar as necessidades habitacionais com a arquitetura tradicional. uma história concisa”. Arquitetos como Álvaro Siza e Tadao Ando são considerados. a janela corrida aparenta mais um produto industrializado do que uma forma clássica moderna. segundo Diane. apropriando-se da credibilidade já estabelecida da estética moderna. de Kenneth Frampton. Essa busca não é feita pela pura apropriação de elementos de arquiteturas do passado. disseminadores das idéias do regionalismo crítico. porém o modo como eles foram utilizados é bastante diferente: os pilotis são coloridos e em uma disposição aparentemente caótica. Ao se analisar as duas residências colocadas em questão nesse trabalho e julgá-las a partir da classificação feita por Diane Ghirardo. nas janelas corridas e nos tetos jardins. Em ambas pode-se perceber que houve uma grande influência da estética moderna a partir da análise formal das construções. as técnicas construtivas são sempre correspondentes à realidade onde se constrói. mas manipulado de forma pessoal e maléfica”. Já sobre o regionalismo crítico. um estilo de projeto onde há uma releitura da arquitetura modernista dentro do pós-modernismo. Em suas obras. usando-a como um tipo de simbologia.

nos anos 90. os conceitos de arquitetura moderna e contemporânea confundem-se. logo. como a síntese e rigor das formas. como o concreto aparente. Logo. a arquitetura moderna brasileira acabou se associando a uma idéia de nacionalismo. Ela certamente não deixa de ser. A forma como foram projetados os ambientes da casa também possui grande influência racionalista. e na porção norte ficam os cômodos íntimos. mas os motivos pelos quais essa referência se faz não são apenas pelo apelo estético. A arquitetura dessa época foi vista como referência internacional. aparentemente sem nenhum caixilho. porém a influência dessa estética é um ponto característico desse projeto de Koolhaas. por exemplo. e é julgada pela maioria dos críticos como a produção mais rica e de maior destaque do país. Porém é superficial definir a arquitetura contemporânea paulista como apenas uma referência ao modelo moderno. junto a escada. como se fossem verdadeiros planos transparentes. já que a estrutura é feita por duas lajes nervuradas quadradas. o neomodernismo tem uma presença significativa. Refletir sobre o modernismo nos projetos atuais talvez seja até uma idéia paralela a de um regionalismo arquitetônico. além da retomada da confiança na tecnologia. onde o ideal moderno é um status que deve ser preservado. No panorama da produção dos jovens arquitetos paulistas. “surge. apoiadas em quatro pilares simétricos. pois é para essa produção que se olha quando se tem o objetivo de pensar nas grandes realizações culturais do país. a influência da estética moderna é inegável e se apresenta através da escolha dos materiais da construção. 12 . uma arquitetura progressiva em sintonia com os ideais construtivos. e sim uma boa releitura dos conceitos do mesmo para a realidade brasileira. O modernismo no Brasil nunca foi apenas uma cópia do Estilo Internacional. Isso acaba gerando várias críticas que interpretam esse estilo como um saudosismo. que são vidros do chão ao teto.Já na casa em Aldeia da Serra. onde se desenvolve uma arquitetura baseada nos exemplos das grandes obras arquitetônicas brasileiras. e na maneira como esses materiais foram usados – nas janelas. a referência ao moderno encontra-se em várias outras de suas obras. E por isso que não é por apenas senso estético que a produção contemporânea se baseia no moderno. O modernismo brasileiro acabou se destacando da produção feita em outros lugares do mundo. A planta da residência é bastante clara: a circulação vertical encontra-se em um rasgo no meio da laje. Já em relação ao escritório MMBB. Como descreve Luís Henrique Haas Lucas. A influência modernista presente na Villa dall’Ava encaixa-se na arquitetura contemporânea como uma apropriação do moderno com o objetivo de trabalhar criticamente essa referência. os cômodos internos se dividem em três partes: na porção sul se encontram os ambientes sociais (sala de estar+jantar). em substituição mais dosada ao habitual fetiche da arquitetura moderna pela mesma”. da UFRGS. A arquitetura moderna no Brasil não foi apenas um reflexo das tendências das escolas européias. uma cozinha linear. no meio.

logo foi pedido que os cômodos íntimos dela fossem um pouco mais reservado dos cômodos dos pais. A percepção dos espaços na Villa dall’Ava se dá de maneira gradual. que a Villa dall’Ava organiza-se linearmente. Já a outra. como o fato da filha do casal da Villa dall’Ava já ser mais velha. e estrutura linear organiza-se a partir dos tipos de cômodos. Talvez essa diferença aconteça devido às formas geométricas distintas dos terrenos. que se avança para espaços mais povoados pelos habitantes. Na Villa dall’Ava. A sua forma longitundinal cresce junto com os usos da casa. O espaço da cozinha nessa residência é tratado de maneira bem diferente do usual. Ela é um cômodo bastante diverso do desenho da planta. Pode-se dizer. as suas paredes fazem um percurso que não se assemelha com as outras linhas verticais da casa. vista da cozinha no pavimento térreo da Villa dall’Ava 13 . No primeiro pavimento. Os acessos para o andar íntimo é dividido em dois: uma escada. os cômodos vão se tornando mais largos. o ambiente onde a escada chega é mais estreito. por mais que sejam muito parecidas. que se encontra no terraço. que é a continuação da escada de entrada dá para os cômodos da filha. Apenas pequenas diferenças podem acontecer. dando à planta da residência uma forma trapezoidal. O espaço mais estreito se localiza no início da casa. já o mais largo fica onde se encontra o jardim. e a casa mariante a partir de um centro. Também na mesma casa a piscina foi um elemento exigido. e a partir que se adentra na casa. As características de cada ambientes vão aparecendo a medida que se é permitido percorrer pelo pavimento. As duas casas organizam seus programas de formas geométricas bem distintas. que se localiza ao fim da planta do primeiro pavimento. resumidamente.comparações programáticas Ambas as casas atendem programas que são praticamente iguais: residências para um casal e uma filha. Isso dá um caráter de elemento independente e de presença destacada no pavimento. dá acesso ao quarto dos pais.

Já na casa Mariante. Os espaço molhados da casa encontram-se na parte central da casa. Ao sul se encontram os cômodos sociais e ao norte os íntimos. os cômodos se alocam a partir da circulação vertical. e também não utiliza a topografia do terreno como parte integrante do desenho da residência. O acesso aos dois pavimentos elevados se dá por uma escada helicoidal perto da entrada de pedestre. é um rasgo linear bem no meio das lajes. Os pavimentos da casa são elevados e poucos programas são colocados no nível do chão. No projeto foram previstas passarelas retas (não inclinadas) que vão das cotas de onde é possível ter acesso de pedestre e que chegam nas diferentes lajes do projeto. como já dito. sendo possível assim deslocar-se entre os níveis do talude criado com bem mais facilidade. Porém essa diferença de nível foi aproveitada através do modo como foram colocados os acessos à casa. já que uma de suas paredes mais compridas é feita de material translúcido vista interna da cozinha na casa mariante Outro ponto bastante distinto dos dois projetos é o modo como ambos se alocam e utilizam os seus terrenos. que são bem parecidos no fato de terem desníveis significativos. A Villa dall’Ava pouco explora a inclinação do terreno. Seus desenhos se amoldam conforme a disposição em que se dá a escada de acesso ao pavimento. uma em cada ponta. a disposição do programa foi feita de um modo mais central. 14 . A cozinha ela é linear e possui duas entradas. além da garagem. A visibilidade desse espaço para o interior da residência é pequeno. Como a planta é perfeitamente quadrada. e outra escada linear mais aos fundos. A casa mariante também destina poucos usos à cota mais baixa do seu terreno. que.

L. V. 1995.es/revistas/read/arquitextos/09. MILHEIRO. R. Arquitetura contemporânea no Brasil: da crise dos anos setenta ao presente promissor.M. KOOLHAAS. Disponível em: <http://vitruvius.046/603>. A. 2002. G.bibliografia MONEO. R.. L. Inquietação teórica e estratégia projetual. 2009. São Paulo: Martins Fontes . Casa marinate em Aldeia da Serra.. NOBRE. Acesso em: 12 de junho de 2010. Arquitetura contemporânea: uma história concisa. Acesso em: 15 de junho de 2010 15 . São Paulo: Martins Fontes. 2000.L. D. HAAS. Portal Vitruvius.101/99>. A.vitruvius.com. S. GUERRA. New York: Monacceli. São Paulo: Cosac Naify. WISNIK. A.XL. São Paulo: Cosac & Naify. Portal Vitruvius. 2006. Coletivo – 36 projetos de arquitetura paulista contemporânea.br/revistas/read/arquitextos/04. FRAMPTON. Disponível em <http://www. História crítica da arquitetura moderna . K. GHIRARDO.

16 .

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful

Master Your Semester with Scribd & The New York Times

Special offer: Get 4 months of Scribd and The New York Times for just $1.87 per week!

Master Your Semester with a Special Offer from Scribd & The New York Times