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O Dono da minha Mulher primeira parte.

Chamo-me Roberto e minha mulher Adriana. Ela é uma morena linda com 24
anos, 1,73m,57kg com os cabelos muito pretos realçando com sua pele branca.
Tem os seios médios empinados e uma bunda maravilhosa, resultado da
malhação. Somos casados a cinco anos e sempre fui muito ciumento impedindo-a
de usar roupas mais provocantes ou ter uma vida social dela, apesar de saber que
ela adora. Tudo isso mudou a partir da compra de um carro. Eu sempre quis ter
um puma desde menino e quando estudante nunca pude comprá-lo. No entanto a
pouco tempo atrás achei um muito velho e acabado e só por vontade acabei por
compra-lo para reforma-lo. Levei-o então em uma oficina que foi indicada e
conheci o dono. Pedro é um moreno forte com os cabelos encaracolado e muito
falante. Não posso dizer que era bonito, mas tinha um tipo másculo. Acertamos a
reforma do carro e a partir daí comecei a freqüentar a oficina para ver o
andamento do serviço. Com o tempo vi que o Pedro era um completo sacana.
Vivia falando das mulheres que comia e o que fazia com elas. Dizia que adorava
comer um cú e que com o tamanho da sua pica as deixavam todas arrombadas.
Que já teve várias que ele trouxe de presente pra rapaziada (seus empregados).
Falava que já tinha comido várias clientes com os cornos presentes e que não
tinha sensação melhor de que sacanear o corno enquanto comia a mulher dele.
Eu ouvia essas histórias diariamente e um dia sonhei que ele estava comendo a
Adriana. Acordei suado de pau duro e vi que tinha gozado molhando o short e o
lençol. Não entendi nada, mas a partir deste dia quando ouvia as suas histórias,
sempre imaginava Adriana no lugar daquelas mulheres. Um sábado estava em
casa e a Adriana tinha acabado de acordar e estava com um shortinho de malha
branco e transparente, bem curtinho que ficava dividindo sua bocetinha, onde
aparecia sue grelinho, pois estava sem calcinha, e um top da mesma malha que
deixava seus seios a mostra dada a transparência. Me peguei imaginando o Pedro
vendo aquilo e quando vi, estava de pau duro. De repente me deu um estalo de
loucura e eu chamei Adriana. Amor eu vou comprar cigarros, mas queria que você
fosse comigo, pois vou parar na barraca e não tem onde estacionar. Ela disse que
iria trocar de roupa, para irmos e eu disse que não precisava, pois ela não iria
descer do carro. Ta louco como é que eu vou sair com uma roupa dessas. Eu
disse que ninguém iria ver, pois os vidros do carro têm proteção sendo quase
nenhuma a visão interna. Ela disse: Tá bom você quem sabe. Fui para garagem e
enquanto ela estava vindo tirei um dos cabos de válvula do carro. Saímos em
direção a barraca de cigarro e o carro começou a falhar. Quando parei para
comprar cigarros abri o capo para ver o problema e aproveitei para tirar mais um
cabo. O carro então começou a falhar muito. Parei peguei o volante e disse: Não
vai dar para chegarmos em casa, vou ter que ir na oficina. Adriana ficou em pânico
pois não poderia saltar do carro. Cheguei na oficina e parei num lugar onde o sol
batia bastante. Chamei o Pedro e disse que o carro estava com problemas mas
que queria ver o serviço do puma primeiro. Como planejei depois de quase meia
hora no sol a Adriana estava toda suada e sua roupa mais transparente ainda.
Disse a ela que iria demorar pois tinha que esfriar o motor. Ela disse que já estava
sufocada dentro do carro e eu disse que o jeito era ela sair e ficar na sombra. Ela
como não teve alternativa acabou saindo do carro. Quando o Pedro viu aquela
maravilha não se conteve. Olhava-a como se fosse agarrá-la ali mesmo.
Apresentei ela a Pedro e ele falou. O senhor não tinha me dito que tinha uma
mulher tão bonita. Adriana estava toda embaraçada e se sentou em um
banquinho. Pedro então foi ver o problema e quando viu que eram os cabos, ele
deu uma risada. Voltou-se para mim como se já soubesse o que eu queria e disse:
Vai demorar um pouco porque o senhor não compra umas cervejas para esfriar
esse calor que hoje o conserto vai ficar pelas cervejas. Mandei um dos
empregados buscar umas cervejas e começamos a tomar. A Adriana não bebe
muito, mas como estava muito calor ela tomou vários copos ficando meio alta e
muito mais relaxada. Já andava pela oficina, chamando a atenção de todos. A
certa altura ela quis ir ao banheiro e o Pedro se prontificou a levá-la no seu
escritório. Os dois saíram conversando e eu decidi ir atrás para ver o que estava
acontecendo. Vi o Pedro olhando pela fechadura da porta, Adriana no banheiro.
Tinha tirado o pau para fora e batia uma punheta. Era uma pica enorme e fiquei
imaginando o que ele estaria vendo. Quando a porta do banheiro se abriu a
Adriana saiu e ele colocou o pau para dentro do macacão e pediu que ela
esperasse que ele ia no banheiro também. O sacana deixou a porta do banheiro
aberta e pude ver Adriana olhando para dentro. Logo os dois saíram e na
passagem entre uma mesa e outra ele deu uma encochada na bunda dela que
com certeza sentiu o tamanho do pau. Ela voltou toda encabulada, mas
continuamos na cerveja. Após algum tempo a Adriana estava já completamente
alta e derrubou um copo de cerveja no colo, ficando com o short completamente
transparente. Pedro então mais uma vez se prontificou de levá-la ao escritório
para ela se enxugar. Eles foram e novamente fui atrás e fiquei espiando pela fresta
da janela. Pedro pegou uma toalha e começou a enxugar ela a partir das pernas,
sem haver reação por parte dela. Primeiro enxugou uma depois a outra e
finalmente começou a enxugar o short na sua bocetinha. Adriana estava recostada
em uma mesa e ele começou a elogiá-la que as suas pernas eram lindas e
macias. Ele então falou para ela abrir as pernas um pouco, para enxugá-la direito.
Adriana abriu e ele começou a passar a toalha por sua boceta. Ela então fechou
os olhos e ele tirou a toalha e começou a passa a mão. Como ela não reagia, ele
puxou o short para o lado e começou a dedilhar seu pinguelinho. Adriana gemia
com os olhos fechados e ele agora enfiava os dedos em sua boceta. Meu pau
estava duro, mas não podia fazer nada, pois os empregados poderiam ver. De
repente Adriana abriu os olhos como que acordando de um sonho e quis sair, mas
o Pedro a segurou. Tirou aquele pau para fora e colocou a mão dela segurando.
Adriana tentou se desvencilhar, mas ele disse: Você me deixou louco e não vai
sair daqui sem dar uma chupadinha nele. Ela disse: Você é louco, meu marido
está lá fora. Não me interessa ele respondeu. Abaixa e chupa logo essa rola. Vi
quando Adriana abaixou e colocou aquela pica na boca que quase não cabia.
Pedro então enfiou seu dedo naquela boceta e falava. Eu vou te comer todinha,
minha gostosa. Amanhã volte com seu marido e venha com uma minissaia sem
calcinha. Raspe toda essa bocetinha pra ficar bem lisinha. Ficaram assim por
alguns minutos, então Adriana se levantou e saiu rapidamente em direção ao
carro. Como eu não esperava me escondi ao lado da parede e ela passou
rapidamente. Eu já ia voltando quando o Pedro saiu e me viu. Veio em direção a
mim com aquele sorriso e me disse: Seu Roberto a sua mulher é uma simpatia o
senhor tem que trazê-la aqui mais vezes, seu carro vai precisar de uma peça, mas
apesar de ser domingo, traga amanhã que eu vou colocar para ficar bom. Eu sabia
que estava mentindo e ele sabia que eu tinha armado tudo. Então nos dirigimos
até o carro. Adriana estava sentada novamente no carro. Pedro então colocou os
cabos e o carro voltou a funcionar. Eu entrei e ele foi para o outro lado, pegando a
mão de Adriana, beijou e disse: Amanhã venha com Seu Roberto que a cerveja é
por minha conta. Saímos e fomos direto para casa.