Relatório do Estágio Supervisionado II - Curso LetrasScribd Carregar um documento Pesquisar Documentos Explorar DocumentosLivros - FicçãoLivros - Não ficçãoSaúde e medicinaCatálogosDocumentos

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Portanto. Existem várias dependências para realização de atividades tais como: laboratório de ciências. pois geralmente os problemas começam na família. 12 pois parte dos alunos vivem em um meio onde não há participação efetiva dos pais no desenvolvimento escolar dos filhos. . com um espaço em que a prática pedagógica é entendida como uma prática de vida. percebe-se que alguns alunos estão desmotivados. buscando transformar informações em saberes necessários à vida dos alunos. na perspectiva de formar cidadãos e cidadãs que integrem e contribuam para sua comunidade. tem renda familiar em média de um a três salários mínimos. Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE). É formada em Psicologia e atua a 01 ano na área. de todos e com todos. disse que o tema que havia sorteado para nossa dupla era período. ou mesmo na falta de perspectiva para o futuro. Estão em fase final de elaboração os seguintes documentos: Regimento Interno. a escola usa de todos os meios que dispõe. competente e comprometida com a aprendizagem significativa do aluno. 07 funcionários administrativos. filhos de pais com pouca escolaridade e empregos de mão-de-obra não qualificada. só é possível o processo educativo em seu conjunto como democrático sob a condição de se distinguir a democracia como possibilidade no ponto de partida e a democracia como realidade do nosso ponto de chegada. Conselho escolar. A maioria dos alunos é oriunda de famílias de baixa renda. A direção da Escola desenvolve um trabalho partido da observação dos problemas sociais como um todo. Quanto às atitudes em sala de aula. A avaliação da aprendizagem dos alunos da Escola Padre Paolino Maria Baldassari dar-se de forma é quantitativa e qualitativa. pois que o processo educativo é a passagem da desigualdade à igualdade. A escola possui atualmente 115 alunos. Projeto político pedagógico. teve início às 18h30min.básica. com uma administração escolar voltada para as necessidades básicas e a realização do ser humano. e que teríamos como observadora a professora Fátima Barroso. talvez reflexos do ensino transmitido por alguns professores que estão preocupados apenas em cumprir cronogramas e repassar conteúdos. os problemas são comuns como em todas as escolas. laboratório de informática equipado com vários computadores. porém por motivos particulares encontrava-se viajando e não houve a possibilidade de acompanharmos a sua regência. coordenação. sala da direção. ventiladores e quadro verde. as salas são amplas. 2. Estatuto do Conselho. inicialmente apresentei-me a turma. almoxarifado) amplo refeitório. desatenção e desinteresse. como meio de comunicação tem acesso a internet pública (GESAC) e a televisão. a direção da escola procura sempre suprir as necessidades materiais da escola. englobando secretários e auxiliares. 11 2. sala de educadores. disse que estávamos ali para a realização do Estágio Supervisionado II. tendo como base Dermeval Savianni que diz: Entendo. A professora titular que deveria acompanhar o estágio era a Professora Joelma Patrícia. moram em casas pequenas.3 CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO ADOTADA PELA ESCOLA De acordo com informações da Direção. para tentar resolver estes problemas.4CARACTERIZAÇÃO DA CLIENTELA DO ESTÁGIO A clientela atendida pela escola é bastante diversificada. ampla biblioteca. cozinha com todos os equipamentos e utensílios necessários. 2. matriculados no turno da noite. 2. Uma escola democrática. buscando novos caminhos para a educação. principalmente na idade que começa com 15 anos até aproximadamente 65 anos (alunos provenientes da EJA). O material necessário para o andamento das aulas parece ser suficiente e adequado. Nos turno matutino e vespertino a escola funciona apenas com o curso técnico de saúde do Instituto Dom Moacir e atendimento na biblioteca e no laboratório de informática. através de uma atividade reflexiva. com mesas e carteiras apropriadas. orientação. Regimento interno do conselho escolar. é uma escola identificada com o processo de construção de uma sociedade mais justa. na maioria das vezes com poucos resultados positivos.2 ESTRUTURA FÍSICA E ORGANIZACIONAL DA ESCOLA A estrutura física da escola é excelente. Entretanto. salas administrativas (secretaria. funcionando com 06 professores. 100% utilizam-se do sistema público de saúde. 04 funcionários de manutenção e limpeza (serventes) e 04 vigias.5 REGÊNCIA – MARIA DE JESUS BARROS Minha regência foi realizada no dia 01 de Dezembro de 2009. pois a cidade não possui emprego para atender a grande demanda de jovens que se formam todos os anos.

foi passado um vídeo com imagens de crianças abandonadas ou em situações de trabalho infantil em diversos lugares do mundo.PARTICIPAÇÃO . está sempre dentro de uma frase ou oração. além de ter realizado todas as atividades como havia planejado. Quando lembrei-me das frases que os alunos haviam escrito no início da aula. A estagiária Maria de Jesus Barros estava como regente. já estava conhecendo melhor a turma e já sabia quais os alunos mais participativos. ao receber as folhas percebi que estavam bastante curiosos. no mais tudo correu normal.6 – CO-PARTICIPAÇÃO – MARIA DE JESUS BARROS O momento de co-participação veio logo após minha aula. Iniciei a aula dizendo que eles estavam recebendo uma folha com ilustrações. Foi um momento calmo. fiz algumas perguntas e eles respondiam. e os mais quietos. além da timidez de alguns. recolhi as folhas e foram fixadas no mural de recados da própria escola. nesse momento enquanto eu atendia outros alunos a professora Giovanna explicou para esses alunos toda a problemática que havia surgido. mas a sineta da escola já batia e indicava que a aula havia terminado. 2. rapidamente fui e recolhi duas e fiz as leituras. Enfim. Após a leitura começamos a fazer comparações entre o vídeo assistido e os parágrafos do texto lido. foi passado em slide conceitos de frase. Todos se esforçaram muito para fazer essas identificações. nesta folha eles deveriam analisar e escrever frases com período simples e período composto. houve um momento de questionamento de alguns alunos sobre um período que ficou confuso. quase todos os alunos realizaram pequenos trechos da leitura. porém a grande maioria dos alunos permaneceram calados. por um breve período todos participaram.7 CO. ou melhor. buscava observar se realmente eles 13 tinham entendido a mensagem do texto que falava sobre os direitos das crianças. que eu iria trabalhar período e a professora Giovanna trabalharia sujeito e predicado. todos tinham uma cópia em mãos e fizemos uma leitura compartilhada.sujeito e predicado. aproveitei o momento e fazia perguntas quanto ao texto lido. Agradeci a todos e encerrei a aula. todos já estavam mais adaptados. eu tinha a função de ajudá-la na distribuição e recolhimento das atividades. nesse momento houve uma grande participação dos alunos. que não tinha sido nós que havíamos escolhidos. apesar da dificuldade da leitura porque as letras eram muito pequenas. então conceituei período simples e composto e pedi para que pudéssemos identificar os tipos de período dentro do texto que havíamos lido. ajudar os alunos no que fosse possível. quando terminamos a leitura começamos a contextualizar o vídeo. A estagiária Giovanna apresentou-se aos alunos e disse que trabalharia sujeito e predicado. o momento de minha regência posso pontuar como positivo o fato de não está nervosa. com exceção de um aluno que não retornou para a 14 sala de aula após o intervalo. acredito que tudo isso é decorrente da metodologia ou falta de metodologia para trabalhar com alunos provenientes da EJA. posso dizer que esperava bem mais participação dos alunos.GIOVANNA MARIA DE MATOS SOUZA A fase de co-participação ocorreu dia 01 de Dezembro de 2009 e totalizou 02 horas/aula. e descobri que sou capaz de assumir uma sala de aula. Fiquei com a responsabilidade de distribuir os textos. dizendo qual era simples e qual era composta. cada um dos alunos deveria realizar a leitura de pequenos parágrafos. oração e período. falta de interesse de alguns alunos. quase todos expuseram suas opiniões. que tudo só depende de minha força de vontade. fizeram muitas perguntas quanto aos desenhos e após 10 minutos todos já estavam com suas frases prontas. Expliquei que o período não caminha sozinho. manusear os equipamentos . enquanto que o vídeo mostrava o oposto. já era momento do intervalo. Após o recolhimento das folhas. apagar e acender as luzes no momento de apresentação dos slides e lembrar à estagiária Giovanna quanto ao horário e minutos para a realização das atividades. Passamos para a leitura do texto “Os direitos da criança”. Quanto aos pontos negativos. calados. descobri que existe um grave problema de participação. 2. Expliquei para os alunos que esses conteúdos haviam sido nos passado pela professora regente Joelma. Depois de algum tempo conversando sobre o texto. e não houve nenhum contratempo. com alguns alunos participando dos questionamentos e outros calados e quietos como desde o início da aula.

porém como alguns leram muito baixo. Mesmo com todos os problemas. Reconhecer os princípios de concordância que rege sujeito e predicado. mas com exceção de uma jovem que estava ao meu lado e tentou cantarolar uns pedacinhos da música. A razão de solicitar dos alunos a participação na leitura dos textos. pensei comigo mesma “até que em fim alguns alunos estão começando a reagir”. foi pela razão de fazer com que estes participassem da aula. a paródia era intitulada “Sujeito e predicado”. e por mais que solicitasse a participação destes. Sobre o olhar atento da professora Maria de Fátima Barroso. eu mesma fazia a leitura de um parágrafo onde estava localizado o sujeito que desejávamos e esperava que eles me dissessem. pelo menos nesse momento houve uma interação da turma. enquanto isso eu explicava para os alunos que através do texto poderíamos estudar a classificação do sujeito e do predicado. e desta forma já comecei a preocupar-me como seria o meu momento de regência. tirá-los do comodismo. Estava tão envolvida naquela tentativa de participação dos alunos que não vi que as horas haviam se passado. nesse momento tive uma leve sensação de relaxamento. após muita instigação alguns alunos começaram a dar opiniões. No segundo momento coloquei o áudio de uma paródia da música “A raposa e as uvas” de Reginaldo Rossi. além de observar como estava o nível de leitura dos alunos. os demais ficaram calados. com exceção de uma atividade em que os alunos receberam folhas ilustradas. a aula seguiu seu ritmo monótono. 2. disse que colocaria o áudio outra vez e passaria novamente a letra para que todos pudessem cantar. depois que a música terminou convidei-os para cantá-la. e tinham graves problemas de leitura. A professora Maria de Jesus Barros (co-participação) distribuiu folhas com o texto “Sujeito Predicado” de Marcelo Nocelli. após o termino da história houve um momento de contextualização. fiz a leitura do tema a ser trabalhado (sujeito e predicado) realizei ainda a leitura dos objetivos que era: Levar os alunos a identificar os termos essenciais da oração. porque foi a partir desse momento que percebi uma grande deficiência na aprendizagem dos alunos. Mesmo com todas as dificuldades. Logo após o início da aula percebi que não seria tão fácil. Foi um período muito importante no estágio. exatamente as 08h20min teve início a minha regência. permaneciam calados. Classificar e reconhecer os tipos de sujeito e tipos de predicado. e demonstraram bastante interesse na realização da atividade. falar sobre o que entenderam.8 REGÊNCIA – GIOVANNA MARIA DE MATOS SOUZA Logo após o intervalo. como percebi que não localizavam com facilidade. o objetivo 15 principal era despertá-los. Passamos para a leitura dos slides com conceitos e explicações do tema “sujeito e predicado”. mas como sempre tinha um grupo que permanecia calado. refiz a leitura e comecei a fazer questionamentos sobre o título do texto. Mesmo com todo o silêncio da turma explique que a música falava sobre os tipos de sujeito e tipos de predicados. então tive que apressar a passagem dos slides e dar apenas uma leve pincelada sobre os conceitos e exemplos dos tipos de predicados. muitas vezes tive que expor opiniões tentando estimulá-los a participar da aula. confesso que estava nervosa. vi que muitos destes não apresentavam pré-requisitos necessários àquela série. apenas um aluno não realizou a leitura. Iniciei a aula contando uma história para que levassem os alunos a reflexão. Para iniciar os estudos solicitei a ajuda dos alunos para a realização da leitura do texto e foi aí que realmente constatei a triste situação quanto ao nível de leitura daqueles alunos. porém sem muito entusiasmo. nesse momento a colega estagiária Maria 16 de Jesus Barros. e que esses seriam os assuntos que iríamos estudar a partir daquele momento. a cada conceito e explicação de um tipo de sujeito solicitava dos alunos a identificação desse sujeito no texto que tinham em mãos. logo que alguns disseram identificar-se com os personagens da história. pois já tinha visto como era a participação dos alunos na aula anterior. Reconhecer o sujeito e o predicado de uma oração. logo que os alunos não eram muito participativos. . avisou-me que acelerasse porque faltavam poucos mais de 20 minutos para o fim da aula.informáticos e assessorá-la no que fosse possível para o bom desenrolar de sua aula. apresentei-me para os alunos. no restante da aula os alunos estavam lá. alguns alunos começaram a participar mais efetivamente.

Foi um momento em que a teoria e a prática se mesclaram para que fosse possível apresentar um bom resultado. Quando todos saíram pude expor para a professora orientadora Maria de Fátima Barroso. não houve uma preocupação com o que realmente esses alunos proveniente da EJA necessitam. negociar o conhecimento que já se tem e o que é apresentado pelo texto. não se lê de uma única forma. seria interessante o atuar. paciência e colaboração de todos e encerrei a minha aula. mais no fim todos fizeram corretamente. Buscamos na medida do possível dar aulas dinâmicas. não se faz desenho sobre o que mais gostou e raramente se lê em voz alta. observei alunos apáticos. senão com a própria leitura. Para concluir. com sérios problemas de leitura. onde os poderão avaliá-las criticamente e tomar decisões cada vez mais acertadas. favorecendo a circulação de informações entre eles. a uma necessidade pessoal. recebendo incentivo e ajuda de leitores experientes. mas também reflexiva da nossa prática educativa diante da realidade e a partir dela. sobretudo perceber a necessidade em assumir uma postura não só crítica. encontramos diversas dificuldades. Para aprender a ler. não se responde a perguntas de verificação do entendimento preenchendo fichas exaustivas. começando pela falta da professora regente na cidade. porém necessitaram que eu os ajudasse. uma prática constante de leitura não significa a repetição infindável dessas atividades escolares. formar leitor competente é: Uma resposta a um objetivo. E. escrita e interpretação de textos. não se decodifica palavra por palavra. como mediador entre o texto. chamo a atenção para a necessidade de se utilizar uma diversidade de textos em sala de aula e. pude fazer uma reflexão sobre minha prática pedagógica ao logo dos anos como educadora. No entanto. dificilmente esses alunos conseguiram realizar leituras onde exista confronto de informações. não se lê só para aprender a ler. tendo em vista que fizeram todas as atividades corretamente e pude perceber que houve uma compreensão e entendimento quanto ao conteúdo trabalhado.Lei n 9394/96). Com base nas dificuldades encontradas nesta regência. e reconhecer que somos responsáveis por tão precários níveis de desenvolvimento escolar. que deve exercer o papel de um mediador entre a sociedade e a   . (Brasil. sobretudo. 69 -70). por parte do professor. onde pude ter certeza de todas as dificuldades que aqueles alunos possuem. tinham uma idéia de que estagiário não ensina. 1998. e passar para os alunos através de conversas informais sobre a importância do estágio e do estagiário Precisamos ter uma postura efetiva de um profissional que se preocupa verdadeiramente com o aprendizado. CONSIDERAÇÕES FINAIS O estágio foi um período em que buscamos vincular aspectos teóricos com aspectos práticos. Isso não significa que na escola não se possa eventualmente responder a perguntas sobre a leitura. outro problema foi o fato de alguns alunos não acreditar no trabalho dos estagiários. Considerando que a leitura deve ser mediada. nos impedindo de realizar as observações necessárias para conhecermos as turmas. enquanto que os Parâmetros Curriculares Nacionais. afirmam que trabalhar com leitura. de vez em quando desenhar o que o texto lido sugere. Para que o ensino de leitura possa acontecer de forma adequada. 3. e rapidamente alguns resolveram a atividade. Mesmo com todos os problemas que vislumbrei em sala de aula. com os textos que circulam no contexto social dos alunos. Fora da escola. que é garantido em lei (LDB . Como encerramento da aula passei o vídeo motivacional “Nessum Dorma” e mesmo na ânsia de ir embora pude perceber que todos ficaram emocionados. não posso deixar de dizer que os objetivos foram alcançados. e se nós educadores não repensarmos nossas práticas pedagógicas. para que possamos buscar uma educação de qualidade. acredito que não há outra maneira de mediá-la. outros. Realmente não foi fácil esse estágio. está lá apenas para adquirir nota. ou ler em voz alta quando necessário. p. toda a minha frustração por causa desta aula. desmotivados. e infelizmente pude constatar que esses alunos estão longe de receber essas informações necessárias.Entreguei uma folha com uma atividade de identificação do sujeito e predicado das orações. agradeci a presença. mas pude perceber que o grande problema desses alunos é o tipo de ensino que lhes foram transmitido. Chamou-me atenção o fato dos 17 alunos portarem-se apenas como ouvintes. é necessário interagir com uma diversidade de textos escritos. o autor e os alunos.

A percepção que ele tem de seu trabalho. SAVIANE.puc. Demerval. FRANCISCO. mesmo assim. a sociedade à sua volta e o mundo em que ele vive. Roseli Ferreira. 20 8. No decorrer das atividades para a realização do estágio. São Paulo: Cortez. a partir do discurso. Disponível em internet. Rio de Janeiro: Dunya/Qualitymark.anped. aprendemos também que os professores. 2000. e mais do que nunca tivemos certeza do quanto à troca de informações entre professores é essencial. logo que foi através dessa experiência que pudemos sentar conversar e nos questionar sobre nossos objetivos principais enquanto educadora que somos. Supervisão e Sucesso do desempenho do aluno no estágio. FREIRE. São Paulo. seja pelos pontos positivos como. pela capacidade de usar este conhecimento e pela participação.br/23/textos/0839t. Ed. e PEREIRA. Mas como fazer isso é o grande desafio que o educador encontra. Miriam Darlete Seade. quer com autores. devemos despertar no educando a consciência de que ele não está pronto. BRASIL. para. NOGUEIRA.org. um desafio diário que devemos aproveitá-los e transformá-los em oportunidades e desta forma o faremos. muitas vezes superficial. do outro e do mundo. http://www.136Carregado:06/10/2010Categoria:Arte e   . GUERRA.Relatório Cancelar Este documento é particular.S. foi uma experiência inesquecível. capacitá-lo ao exercício de uma consciência crítica de 18 si mesmo. 2009. ___. http://www.394/96: nova LDB. por exemplo.com/efd69/aluno. é afetada pelo conhecimento que apresenta sobre este. Que Fazer. sem condições de uma reflexão quer com outros professores.PDF. exaustas e chateadas por causa da falta de disposição de alguns alunos em participar dos debates. captar a essência de seu trabalho. mesmo terminando a aula com a cabeça doendo.c/pdf/ferreira%20lombardi.congresso/ed2005. please follow these directions to submit a copyright infringement notice. 2009. 19 4. Secretaria de Educação Fundamental. Disponível em internet. Saberes pedagógicos e atividade docente. consciente ou não. aguçando nele o desejo de se complementar. Disponível em internet. LOMBARDI. 1998. 2005. É preciso refletir e reavaliar as práticas e os conteúdos. devem adequar suas metodologias.pdf. Ed. no estágio não foi diferente e busquei a cada momento ser mais que professora ser uma educadora. como a fuga de um aluno na hora do intervalo.Curso Letras Baixar este documento gratuitamenteImprimirCelularColeçõesDenunciar documentoInformar sobre este documento?Diga-nos a(s) razão(ões) para denunciar este documento Spam ou lixo eletrônico Conteúdo pornográfico adulto Detestável ou ofensivoIf you are the copyright owner of this document and want to report it. In: PIMENTA. Tivemos certeza de uma coisa: a cada dia que passa adquirimos novas formas de ensinar e aprender. Brasília: MEC/SEF. Adriano. precisam considerar a linguagem como um fenômeno social. Lei de diretrizes e bases da educação nacional (Lei n 9. Parâmetros Curriculares Nacionais: Terceiro e Quarto Ciclos do Ensino Fundamental: Língua Portuguesa. Petrópolis RJ: Vozes. Campinas-SP 1999. 2009. Trabalho docente: autonomia didática e construção do saber pedagógico. Paulo. através do uso da linguagem. Formação Inicial: Uma observação da prática docente por discurso de alunos estagiários do curso de Letra. C. M. Mas sem dúvida alguma nosso aprendizado foi imenso.htm. Acesso em 08 Dez. Somente após a realização deste estágio conseguimos compreender Sandra Azzi quando diz: (É) muito difícil ao professor. Teoria e prática em educação popular. Escola e Democracia. 1997. 2004. quando um aluno proveniente do Peru diversas vezes nos chamou e fazia questionamentos quanto a como se escreviam determinadas palavras em português. 1989. Acesso em 08 Dez.REFERENCIAIS AZZI. Reflexões sobre um processo vivido em estágio supervisionado: Dos limites às possibilidades. ANEXOS Relatório do Estágio Supervisionado II . Sandra.particularidade do educando. principalmente os de língua materna. Selma Garrido (Org. A. 1995. e também pelos negativos. http://www. Para Paulo Freire. Informações e classificação Leituras:13. no processo de produção coletivo do saber pedagógico. a falta de participação de alguns alunos.). construir ou desconstruir a sua realidade. Acesso em 08 Dez. portanto.efdeportes. numa análise crítica.

p. p. p. p.designClassificação:Copyright:Atribuição não comercialRelatório do Estágio Supervisionado II do Curso de Letras. p. p.AC SeguirTuninhamatosCompartilhar e integrar Documentos relacionados AnteriorPróximo p. p. p. p. p. p. p. p. p. p. p. p. p. p. Pe. p. p. p. p. p. p. p. p. Paolino Maria Baldassari em Santa Rosa do Purus . p. p. p. p. p. realizado na EEM. p. p. p. p. p. p. p. p. p. p. p. p. p. p. p.Mais coisas deste usuário AnteriorPróximo . p. p. p. p. p.

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