Bioestatística

Profa Claudia M. G. G. Franchi

APOSTILA DE BIOESTATÍSTICA

Curso: Tecnologia em Radiologia Médica

Profa. Claudia Franchi

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Bioestatística

Profa Claudia M. G. G. Franchi

Sumário
1. Capítulo 1 – Noções Básicas........................................................................................6 1.1. Variáveis....................................................................................................................6 1.2. Apuração de Dados..................................................................................................6 1.3. População e Amostra................................................................................................7 1.4. Técnicas de Amostragem.........................................................................................7 1.4.1. Amostra Casual Simples.................................................................................7

1.4.2. Amostra Sistemática........................................................................................8 1.4.3. Amostra Estratificada.......................................................................................8 1.4.4. Amostra de Conveniência................................................................................9 1.5. Exercícios – Capítulo 1.............................................................................................9 2. Capítulo 2 - Apresentação de Dados em Tabelas..................................................11 2.1. Componentes das Tabelas.....................................................................................11 2.2. Tabelas de Contingência........................................................................................12 2.3. Exercícios – Capítulo 2...........................................................................................13 3. Capitulo 3 - Tabelas de Distribuição de Frequências..............................................14 3.1. Tabela primitiva ou dados brutos: ..........................................................................14 3.1.1. ROL................................................................................................................14 3.2. Distribuição de frequência sem intervalos de classe..............................................14 3.3. Distribuição de frequência com intervalos de classe..............................................14 3.4. Exercícios – Capítulo 3...........................................................................................18 4. Elementos de uma distribuição de frequência (com intervalos de classe)..........21 4.1. Classe.....................................................................................................................21
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4.2. Limite superior e limite inferior da classe................................................................21 4.3. Amplitude de classe................................................................................................21 4.4. Amplitude total da distribuição................................................................................21 4.5. Amplitude total da amostra (ROL)..........................................................................21 4.6. Ponto Médio de classe............................................................................................22 4.7. Exercícios – Capítulo 4...........................................................................................22 5. GRÁFICOS ESTATÍSTICOS........................................................................................25 5.1. Gráfico de Barras....................................................................................................25 5.2. Gráfico de Colunas.................................................................................................26 5.3. Gráfico de Setores..................................................................................................26 5.4. Gráfico de Linhas....................................................................................................27 5.5. Exercícios – Capítulo 5...........................................................................................28 6. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE UMA DISTRIBUIÇÃO..........................................29 6.1. Histograma..............................................................................................................29 6.2. Polígono de Frequências........................................................................................29 6.3. Exercícios – Capítulo 6...........................................................................................30 7. MEDIDAS DE POSIÇÃO...............................................................................................31 7.1. Introdução...............................................................................................................31 7.2. Média Aritmética:....................................................................................................31 7.2.1. Dados não agrupados.....................................................................................31 7.2.2. Desvio em relação à média: ...........................................................................31 7.2.3. Propriedades da média aritmética..................................................................32 7.2.4. Dados agrupados sem intervalo de classe.....................................................32 7.3. Exercícios – Capítulo 7...........................................................................................33
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7.3.1. Dados agrupados com intervalo de classe.....................................................34 7.4. Exercícios:...............................................................................................................35 7.5. MODA - Mo...........................................................................................................35 7.5.1. Dados não agrupados.....................................................................................36 7.5.2. Dados agrupados sem intervalo de classe.....................................................36 7.5.3. Dados agrupados com intervalo de classe....................................................36 7.5.4. Cálculo da Moda: Método mais elaborado pela fórmula de CZUBER:..........37 7.6. Exercícios:...............................................................................................................38 7.7. MEDIANA ...............................................................................................................38 7.7.1. Dados não agrupados....................................................................................39 7.7.2. Dados agrupados............................................................................................39 7.7.3. Dados Agrupados sem intervalo de classe.....................................................40 7.8. Exercícios:...............................................................................................................40 7.8.1. Dados Agrupados com intervalos de classe...................................................41 7.9. Resolva:..................................................................................................................43 7.10. Exercícios – Capítulo 7.........................................................................................44 8. Medidas de Dispersão ou de Variabilidade..............................................................48 8.1. Dispersão ou variabilidade......................................................................................48 8.2. Amplitude Total.......................................................................................................49 8.2.1. Dados não agrupados.....................................................................................49 8.2.2. Dados agrupados sem intervalo de classe.....................................................49 8.2.3. Dados agrupados com intervalo de classe.....................................................50 8.3. Variância / Desvio padrão...................................................................................50

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8.3.1. Dados não agrupados.....................................................................................52 8.4. Resolva:..................................................................................................................53 8.4.1. Dados Agrupados sem intervalo de classe.....................................................53 8.5. Exercícios:...............................................................................................................54 8.5.1. Dados Agrupados com intervalo de classe....................................................55 8.6. Exercícios:...............................................................................................................55 8.7. Coeficiente de Variação..........................................................................................56 8.8. Exercícios – Capítulo 8...........................................................................................57 9. Bibliografia...................................................................................................................59

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dados sobre mortalidade infantil. altura. grau de instrução.  Variável Qualitativa Nominal: São aquelas que não podem ser hierarquizadas ou ordenadas. Estas ainda se subdividem em:  Variável Quantitativa Contínua: São aquelas que assumem valores dentro de um conjunto contínuo.Bioestatística Profa Claudia M. pesados. muito pesados). o peso.C.B. estágio da doença. toda vez que o prontuário registrar que o nascido vivo é desse sexo. etc. o peso ou a altura de uma pessoa.  Variável Quantitativa Discreta: São aquelas que assumem valores dentro de um tempo finito ou enumerável.São aquelas que são numericamente mensuráveis. Apuração de Dados Os dados são registrados em fichas. Para obter apenas os dados é preciso fazer uma apuração. 1. tipicamente números inteiros. coletam-se dados de pessoas. a classe social (A. G. • Variável Qualitativa . São variáveis qualitativas ordinais também. ordinais e quantitativas. eficiência de medicamentos. O total é dado pelo número de traços de cada linha. com várias outras informações. status social. por exemplo.2. Se a variável é qualitativa ou ordinal. a altura. é preciso examinar os prontuários e fazer um traço. cada traço representa um nascido vivo e cada quadrado. G. CAPÍTULO 1 – NOÇÕES BÁSICAS Nas áreas médicas. para obter o número de nascidos vivos de cada sexo. Os dados referem-se a variáveis que são classificadas em Estatística. São exemplos. a apuração resume-se a simples contagem. incidência de doenças. 1. Um exemplo é o número de filhos de uma pessoa. como a cor dos olhos. Feminino Masculino = 52 = 48 6 . No exemplo. Interessam aos pesquisadores dessas áreas. como qualitativas. causa de morte. Estas ainda se subdividem em:  Variável Qualitativa Ordinal: São aquelas que podem ser colocadas em ordem. tipicamente os números reais.1. a idade. o local de nascimento. é preciso tomar os prontuários e escrever numa folha de papel: Feminino Masculino Depois.D. por exemplo. biológicas e engenharias. uma variável é um atributo mensurável que tipicamente varia entre indivíduos. As variáveis são divididas em qualitativas e quantitativas. Franchi 1. • Variável Quantitativa .São aquelas que se baseiam em qualidades e não podem ser mensuráveis numericamente. Por exemplo. Variáveis Em estatística. na linha correspondente a um dos sexos. de animais experimentais e de fenômenos físicos e químicos. peso. cortado pela diagonal. ou E) e a variável "Peso" medida em 3 níveis (pouco pesados. representa cinco nascidos vivos.

. por que nenhum pesquisador dispõe de todas as cobaias do mundo para o seu trabalho. como o conjunto de alunos de uma escola em determinado ano ou.3. por maior que seja o número de vezes que uma pessoa possa pesar um corpo sólido. para apurar dados de peso ao nascer. determinada característica.. tem-se um tipo de amostra. As populações podem ser finitas.. para estudar o efeito do flúor sobre a prevenção de cáries em crianças.. residentes na cidade de São Paulo.... escrito ao lado do peso ao nascer.4... e determinado tempo após o uso do flúor. a apuração consiste em anotar cada valor observado. é melhor submeter uma amostra de crianças a exames periódicos minuciosos.. o procedimento que será adotado para escolher os elementos que irão compor a amostra. todo corpo pode ser pesado um número infinito de vezes. Então todo elemento da população tem igual probabilidade de ser escolhido para a mostra. é fato que as populações finitas só podem ser estudadas através de amostras. Amostra Casual Simples A amostra casual simples é composta por elementos retirados ao acaso da população. Franchi Se a variável é quantitativa. Conforme a técnica utilizada. isto é. Para isso. do que examinar rapidamente todas as crianças antes. O número dessas pessoas é matematicamente finito. o 7 . Por exemplo. uma folha de papel. . facilita a posterior verificação da apuração. Finalmente. Para certas finalidades. como o número de vezes que se pode jogar um dado. as populações finitas muito grandes são consideradas infinitas. considere as pessoas do sexo masculino com mais de 35 anos de idade. o conjunto de elementos que têm em comum. Os pesquisadores trabalham com amostras.. Todo subconjunto não vazio e com menor numero de elementos do que a população constitui uma amostra dessa população.. pode organizar um sorteio com fichas numeradas.. o resultado será sempre uma amostra por que.. mas tão grande que um registrador ao analisar uma amostra de 500 pessoas.624 Peso ao nascer 3. Para fazer o sorteio. Como exemplo. teoricamente. Por exemplo. finito.. Um exemplo ajuda a entender essa técnica de amostragem. pode considerar a população como infinita.. o número de cobaias existentes no mundo em determinado período é. . infinitas. População e Amostra Entende-se por população. Veja o exemplo: Número do Prontuário 10. 1.. matematicamente. o estudo cuidadoso de uma amostra tem mais valor científico do que o estudo sumário de toda a população.25 2. Primeiro. Por exemplo. .. G.00 . de zero a nove. Por exemplo..Bioestatística Profa Claudia M... G.1. Imagine que um professor quer obter uma mostra casual simples dos alunos de sua escola. . 3. Depois.526 ... 10.525 10. é preciso estabelecer a técnica de amostragem. mas as pesquisas que usam cobaias só podem ser feitas com amostras. as populações finitas muito grandes só podem ser estudadas através de amostras. basta escrever os pesos. 1. O número do prontuário.. Técnicas de Amostragem Definida a população. por vários motivos.4.20 1.

No 1 . por exemplo. obter uma amostra de cada série (estrato) e depois reunir todas as amostras. se as pessoas que residem nos vários bairros de uma cidade são 8 . mas por um sistema. os elementos são escolhidos não por acaso. uma de cada vez. 1. *30 . O professor sorteia tantos números quantos são os alunos que ele quer na amostra. O professor chamou. sempre lembrando que a ficha retirada deve ser recolocada na urna antes de nova retirada. *40 Nome No 41 . é preciso percorrer toda a fila e escolher. 832 alunos. é mais fácil obter uma amostra sistemática do que uma amostra casual simples. Franchi professor retira uma ficha de uma urna e anota o número. para obter uma amostra de 2% dos prontuários dos pacientes de uma clínica. o professor recoloca a ficha na urna. mas exigem especial preocupação com o sistema de seleção.Bioestatística Profa Claudia M. *10 . em lugar de sortear os alunos. G. .2. Então organizou uma amostra sistemática. No exemplo. chamar para a amostra todo aluno com número terminado em determinado dígito. Por exemplo. No exemplo. ou os “últimos”. todos os alunos com números terminados em zero. Essa amostra final é estratificada. . . Se a escola tem. os números dos alunos têm três dígitos.4. que será o segundo dígito do número do aluno que será sorteado para a amostra. 1. Para sortear um aluno. Devem ser obtidas amostras estratificadas sempre que a população for constituída por diferentes estratos.4. As amostras sistemáticas são muito usadas. se o professor considera que os alunos de diferentes séries apresentam reais diferenças. por exemplo. mistura. Amostra Estratificada A amostra estratificada é composta por elementos provenientes de todos os estratos da população. Por exemplo. . . retira outra ficha e anota o número. Esse procedimento deve ser repetido até que sejam retirados todos os dígitos do número do aluno sorteado. G. *20 Nome No 21 . por exemplo. em uma só. assinalados no esquema com asteriscos.3. o professor terá organizado uma amostra sistemática se. cada série é um estrato. para a amostra. se os elementos da população estão em fila. 377 assim obtido: Primeira ficha: 3 Segunda ficha: 7 Terceira ficha: 7 É claro que devem ser desprezados números maiores do que 832 (se a escola tem 832 alunos. Por exemplo. O professor deve então. não se devem selecionar os “primeiros”. Veja o esquema dado em seguida. o décimo de cada grupo de dez. *50 . é mais fácil pegar o último de cada 50 prontuários do que fazer um sorteio até conseguir 2% do total de prontuários. números que já foram sorteados e o número 000. Esse número será o primeiro dígito do número do aluno que será sorteado para a amostra. *60 Nome Quando a população está organizada. nenhum aluno recebeu número maior do que 832). O número de um dos alunos sorteados poderia ser. Amostra Sistemática Na amostra sistemática. é preciso retirar três fichas da urna. . Feito isso. nem mesmo “os do meio”.

por ordem alfabética. neste exemplo. se o professor tomar os alunos de sua classe como amostra de toda a escola. Exercícios – Capítulo 1 1. Esta última determinação introduz tendenciosidade? Por quê? 5. seria razoável obter uma amostra de cada bairro e depois reunir todas as informações numa amostra estratificada.4. Um pesquisador pretende levantar dados sobre o número de moradores por domicílio usando a técnica de amostragem sistemática. Franchi diferentes. quantas amostras casuais simples de tamanho 2 podem ser obtidas? Quais são essas amostras? 9 . Z. Amostra de Conveniência A amostra de conveniência é formada por elementos que o pesquisador reuniu simplesmente por que dispunha deles. cada bairro é um estrato.000 casais e perguntou-se quantos filhos eles tinham. Para isso. Mais ainda. Por exemplo. o pesquisador que utiliza amostras de conveniência precisa de muito sendo crítico. Os estatísticos têm muitas restrições ao uso de amostras de conveniência. Como só são internados os casos graves. pelo correio. Consequentemente. para estudar essa questão. W. um pesquisador organizou um questionário que enviou. Muitas pessoas acreditam que as famílias se tornaram menores. quantos filhos tinham seus pais e quantos filhos tinham seus avós. o pesquisador visitará cada domicílio selecionado. Para levantar dados sobre o número de filhos por casal. 1. Suponha que. Os prontuários dos pacientes de um hospital estão organizados em um arquivo. a todas as residências. Um pesquisador trem dez gaiolas que contém cada uma. Finalmente. Você acha que os dados assim obtidos têm algum tipo de tendenciosidade? 4. De qualquer forma. seis ratos. em uma comunidade. o pesquisador excluirá o domicílio da amostra. Como o pesquisador pode solucionar dez ratos para a mostra? 3. 1. Mesmo assim. Nesse questionário perguntava-se o número de filhos por casal morador na residência. onde se fazem pesquisas com pacientes de uma só clínica ou de um só hospital. Se nenhuma pessoa estiver presente na ocasião da visita. as amostras de conveniência são comuns na área de saúde. O procedimento introduz tendenciosidade nos dados? Por quê? 6. as amostras de conveniência constituem muitas vezes a única maneira de estudar determinado problema. Y. estender os resultados da amostra para toda a população. Dada uma população de 4 indivíduos. estará usando uma amostra de conveniência.4. a amostra de conveniência – constituída.Bioestatística Profa Claudia M. isto é. por pacientes internados no hospital – seria tendenciosa. foi selecionada uma amostra de 2. o pesquisador que trabalha com amostras sempre pretende fazer inferência. Então é muito importante caracterizar bem a amostra e estender os resultados obtidos na amostra apenas para a população de onde a amostra proveio. Então. é possível que a mortalidade entre pacientes internados seja muito maior do que entre pacientes não internados. G. G.5. A resposta ao questionário era facultativa. para estimar a probabilidade de morte por desidratação não se deve recorrer aos dados de um hospital. pois o pesquisador não tinha condições de exigir a resposta. Os dados podem ser tendenciosos. Para obter uma amostra de pessoas dessa cidade. Qual é a maneira mais rápida de amostrar 1/3 do total dos prontuários? 2. X.

descreva uma forma de obter uma amostra casual simples de 6 alunos. Critique esse procedimento. B. descreva três formas diferentes de obter uma amostra sistemática de 4 elementos. Organize uma lista com 10 nomes de pessoas em ordem alfabética. e H. G. Em uma pesquisa de mercado para serviços odontológicos tomou-se a lista telefônica. 9. G. D. F. Dada uma população de 40 alunos. 10.Bioestatística Profa Claudia M. G. onde os nomes dos assinantes estão organizados em ordem alfabética do último sobrenome. 8. E. e se amostrou o décimo de cada 10 assinantes. 11. a) b) c) d) e) f) g) h) i) Estado civil de uma pessoa: Marcas de carros em um estacionamento: Salário de um funcionário de uma empresa: Número de acidentes de trabalho em uma empresa: Cor dos cabelos das modelos de uma agencia de modelos: Cor dos olhos: Grau de instrução: Número de filhos de um casal: Peso e altura dos alunos de uma escola: 10 . Franchi 7. Dada uma população de 8 elementos. Depois escreva uma forma de obter uma amostra sistemática de 5 indivíduos. C. Classifique as variáveis em qualitativa (nominal ou ordinal) e quantitativa (discreta ou contínua) e dê exemplo de um valor (numérico ou não numérico) para cada item. A.

268 18. veja a tabela a seguir: População brasileira residente. de acordo com o senso demográfico de 1980 11 .847 31. com 15 anos e mais. Componentes das Tabelas As tabelas têm título. O resultado.828 Na tabela acima. Como exemplo. CAPÍTULO 2 . de acordo com o senso demográfico de 1980 O cabeçalho é constituído pelas palavras: Alfabetização A coluna indicadora é constituída pelas especificações: Sabem ler e escrever Não sabem ler e escrever Sem declaração O corpo da tabela é formado pelos números: 54.716. multiplicado por 100.Bioestatística Profa Claudia M. O título explica o que a tabela contém.1. G. com 15 anos e mais.793.716. Franchi 2.793.268 18. O total da coluna é escrito entre dois traços horizontais. segundo a alfabetização. segundo a alfabetização. observe o título: População brasileira residente. População brasileira residente. divide-se a frequência dessa categoria pela soma das frequências. O cabeçalho especifica conteúdo das colunas. as frequências relativas e o total.828 Frequência As tabelas podem apresentar. cabeçalho e coluna indicadora. 2.APRESENTAÇÃO DE DADOS EM TABELAS Os dados devem ser apresentados em tabelas construídas de acordo com as normas técnicas ditadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. e a coluna indicadora especifica o conteúdo das linhas. além das frequências. corpo. Para obter a frequência relativa de uma dada categoria. de acordo com o senso demográfico de 1980 Alfabetização Sabem ler e escrever Não sabem ler e escrever Sem declaração Fonte: IBGE (1988) Frequência 54.847 31. G. com 15 anos e mais. segundo a alfabetização. O corpo é formado pelas linhas e colunas de dados. é uma porcentagem.

.....253 2. isto é..361.758 1.847 31.716.00 As tabelas podem conter fonte ou notas..038 2.559. Note que eles estão classificados segundo dois fatores: o ano de registro e o sexo.059 1.. Nascidos vivos registrados segundo o ano de registro e o sexo Ano de Registro 1984 1985 1986 Sexo Masculino Feminino 1.... Franchi Alfabetização Sabem ler e escrever Não sabem ler e escrever Sem declaração Total.... em tabelas de dupla entrada..253 Fonte: IBGE (1988) Nota: Nascimentos ocorridos no ano de registro As tabelas de contingência podem apresentar frequências relativas. Fonte: IBGE (1988) Frequência 54. cada entrada relativa a um dos fatores.418. Nascidos vivos registrados segundo o ano do registro Ano do Registro 1984 1985 1986 Fonte: IBGE (1988) Nota: Nascimentos ocorridos no ano de registro Frequência 2..779. ou dos pesquisadores que publicaram ou forneceram os dados. G.793.04 100. Os dados devem então ser apresentados em tabelas de contingência...... além de frequências simples.268 18.51 25...559. Como exemplo na tabela citada como exemplo.280..779.339. Como exemplo.545 1..Bioestatística Profa Claudia M. A fonte dá indicação da entidade.....45 0.050 1. Veja o exemplo abaixo: Recém-nascidos Segundo a Época do Ataque de Rubéola na Gestante e a Condição de Normal ou Defeituoso Frequência 12 . ou do pesquisador........ dão estimativas de probabilidades de dano.280 1.. As notas devem esclarecer aspectos relevantes do levantamento dos dados ou da apuração.251. A nota informa que só foram apurados nascimentos ocorridos no ano de registro.619. Tabelas de Contingência Muitas vezes os elementos da amostra ou da população são classificados de acordo com dois fatores.828 73..619... pois foi essa fundação que publicou os dados..203 Total 2.. As frequências relativas dão estimativas de riscos..038 2.307.604 2.2. G.943 Frequência Relativa 74. isto é.. a fonte é o IBGE.604 2.... veja a tabela abaixo que representa o número de nascidos vivos registrados....541... Observe a tabela abaixo...

Idade Sexo Cidade de Residência Idade Número de Filhos Estado Civil Número de Irmãos 13 . b. c.3. Diz-se então que a época do ataque de rubéola é um fator de risco na ocorrência de recémnascidos defeituosos.Bioestatística Época do ataque Condição Total Profa Claudia M. Faça uma pesquisa sobre os dados dos seus colegas de sala e monte tabelas com as seguintes variáveis: a. (1958) 36 51 Defeituos o 14 3 50 54 28. g. 2.0% 5.6% As frequências relativas apresentadas na tabela acima estimam o risco de um recém-nascido ser defeituoso em função da época em que a gestante foi atacada de rubéola. G. Franchi Relativa de defeituosos Normal Até o 3º mês Depois do 3º mês Fonte: HILL et all. Exercícios – Capítulo 2 1. f. e. G. d. Note que a frequência relativa de defeituosos (risco) é maior quando a gestante foi atacada de rubéola no primeiro trimestre da gestação.

50. 54. Distribuição de frequência sem intervalos de classe É a simples condensação dos dados conforme as repetições de seu valores. 46. 41. CAPITULO 3 . 44. 58.1. 41. 44. 41. 50. 41 . 58. 60.50. Ex : 45.1. 57. 60 3. 42.Bioestatística Profa Claudia M. 51. 54. É difícil formarmos uma ideia exata do comportamento do grupo como um todo. G. ROL É a tabela obtida após a ordenação dos dados (crescente ou decrescente). é mais racional efetuar o agrupamento dos valores em vários intervalos de classe. 46. 52.3. já que exige muito espaço. a partir de dados não ordenados. 58. Classes 41 45 Frequências 7 14 . 51 3. G. 57.1. 50. Ex : 41. 52. 58. 46.46.2. 3. Para um ROL de tamanho razoável esta distribuição de frequência é inconveniente.TABELAS DE DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIAS É um tipo de tabela que condensa uma coleção de dados conforme as frequências (repetições de seus valores). 42 43. 60. Veja exemplo abaixo: Dados 41 42 43 44 45 46 50 51 52 54 57 58 60 Total Frequência 3 2 1 1 1 2 2 1 1 1 1 2 2 20 3. Franchi 3. Distribuição de frequência com intervalos de classe Quando o tamanho da amostra é elevado. 60. 42. Tabela primitiva ou dados brutos: É uma tabela ou relação de elementos que não foram numericamente organizados. 41. 45 . 42 43.

a construção desse tipo de tabela usando. Para isso.. Imagine que.120 3. para dar uma ideia sobre o peso ao nascer de nascidos vivos.125 2.900 3. Deve.900 3.0 15 .900 1.250 3. Peso ao nascer de nascidos vivos.750 3.720 2. G.570 Kg e o maior é de 4.400 3.5 Kg..920 2. e assim por diante.950 2. mas o número de nascidos vivos por faixas de peso.150 2. A partir de agora.0 Kg.300 2.900 3. é preciso definir as faixas de peso que recebem tecnicamente o nome de classes. construir uma tabela de distribuição de frequências.200 2.900 2.900 2.000 2.250 3.600 1.5 2.400 2.100 3.5 4.480 2.450 2.950 3.800 2. o pesquisador irá apresentar não os pesos observados.750 4.200 2.480 3. de 2.300 3.720 2. então.780 3.400 3. é preciso que os dados estejam organizados em uma tabela de distribuição de frequências.150 3.700 ..570 3.110 3.5 3.Bioestatística 45 49 53 57 49 53 57 61 Total 3 4 1 5 20 Profa Claudia M..120 3.300 2. como exemplo os dados na tabela Peso ao nascer de nascidos vivos em quilogramas. como mostra o esquema dado a seguir: 1.522 2. explicaremos passo a passo.450 3.120 2. Podem então ser definidas classes de 1..120 2.500 3.100 3.700 2.150 2.450 2.400 2.400 3.0 a 2. G.800 4.890 3.. Primeiro.500 2. Observe os dados apresentados na tabela acima.900 2.480 3..100 2.400 1.900 2.700 3.200 4.200 2.5 3.5 a 2.200 3.200 2.150 3..600 Kg..200 2.900 2.720 2.100 4.800 2.220 3.155 2.500 2. O menor valor é de 1. .450 3.720 2.0 2..500 3.800 2.000 3.. Franchi As tabelas com grande número de dados são cansativas e não dão ao leitor visão rápida e global do fenômeno.200 3.700 2.550 3.0 2.800 2.300 3.720 3.800 2.0 3. em quilogramas 2.100 3.5 2.200 3.400 3.150 2.450 3.700 2..0 3.500 2.520 3.200 3.600 3.000 3.000 4.700 3.600 2.725 2.450 3.

Deve ficar muito claro se os valores iguais aos extremos devem ou não ser incluídos na classe.0 3. cada classe cobre um intervalo de 0. Recomenda-se adotar a notação 1. em quilogramas. É mais fácil trabalhar com intervalos de classe iguais. 1. Numa tabela de distribuição de frequências também podem ser apresentados os pontos médios da classe. o ponto médio é: Uma tabela típica de distribuição de frequências tem então. isto é.5 a menos de 2.5 Kg. dividia por 2.5 Kg. 2.0 2. onde estão escritas as classes.0 2. obtidas a partir da tabela do Peso ao nascer de nascidos vivos.5 na primeira classe). na classe de 2.Bioestatística 4. e a da direita.5 5. G. pertencem à classe os valores iguais ao extremo inferior (por exemplo.5 4. cada intervalo de classe é de 0. onde estão escritas as frequências.0 Kg são colocados desde nascidos com 1.0 4. isto é.5 etc.0 4. Também significa que o intervalo é fechado à direita. O ponto médio é dado pela soma dos extremos da classe.999 Kg. As distribuições das frequências. o numero de elementos de cada classe.5 4. e assim por diante.0 a menos de 2. isto é.5 2.0 Kg até os que nasceram com 2.0 4. Logo.0.5 3. onde estão escritos os pontos médios.5 2. Veja a tabela a seguir: Nascidos vivos segundo o peso ao nascer.5 2. Para a classe 1. em quilogramas Classe Ponto Médio Frequência 16 .0 3. não pertencem à classe os valores iguais ao extremo superior (por exemplo.499 Kg.5 5.0 Profa Claudia M. três colunas: a da esquerda.0. a do meio.5 2. 2.0 Frequência = 3 = 16 = 31 = 34 = 11 = 4 = 1 Denominam-se extremos de classe os limites dos intervalos de classe. Isto significa que o intervalo ‘e fechado à esquerda. são colocados desde nascidos com 2. é dada a seguir: Classe 1. ou seja.5 4.5 3.0 na primeira classe). G.5 Kg.0 2.5 Kg até os que nasceram com 1. Franchi Na classe de 1.

. O numero de classes deve ser escolhido pelo pesquisador.5 4.5 122. Mas não existe um numero “ideal” de classes. Franchi 1.5 137.5 2.5 112.5 2. Mulheres com 30 anos de Idade Segundo a Pressão Sanguínea Sistólica.75 3 16 31 34 11 4 1 Nem sempre estarão definidos o extremo inferior da primeira classe ou o extremo superior da última classe. Se o numero de classes for demasiado pequeno (por exemplo.25 3.5 132.25 4. O extremo superior da última classe não esta definido.0 4.75 2.5 117. Uma dessas fórmulas ‘e a seguinte: 17 . G. Isso porque todos os dados passam a ser representados pelo ponto médio da classe a que pertencem. a tabela acima mostra que seis mulheres apresentaram pressão sanguínea sistólica com o ponto médio igual a 95.0 3. Por exemplo.0 4..75 3.5 127. 3) perde-se muita informação.5 145 155 . G.5 5.0 1. Frequência 6 11 12 17 18 11 9 6 4 4 1 1 As tabelas de distribuição de frequências mostram a distribuição da variável. mas perdem em exatidão.25 2. Se o numero de classes for grande (por exemplo. em função do que ele quer mostrar.0 2. Observa a tabela abaixo.5 107.0 3.5 3. em Milímetros de Mercúrio Classe 90 100 100 105 105 110 110 115 115 120 120 125 125 130 130 135 135 140 140 150 150 160 160 e mais Ponto Médio 95 102.75 4. embora existam até formulas para estabelecer quantas classes devem ser construídas.Bioestatística Profa Claudia M.0 2. 30) tem-se pormenores desnecessários. Esta tabela também exemplifica o uso de intervalos de classe diferentes. convém estabelecer de 5 a 20 classes.5 4.5 3. Em geral. mas não d’a informação exata sobre a pressão de cada uma delas.

5 124.0 145. G. a distribuição dos suicídios ocorridos no Brasil em 1986.5 104. 27. Exercícios – Capítulo 3 1.5 103.5 119.5 107.5 90.0 125.0 90.0 125.0 102.5 135.5 3. de cães adultos anestesiados e após laparotomia 130.0 110. G. aqui. é melhor usar.0 143.0 135. calcule as frequências relativas de não sobreviventes.0 120. 2.116 passageiros e 8.712 pedestres. Faça uma tabela para apresentar esses dados.5 93. mas cabe ao pesquisador determinar o numero de classes que pretende organizar. deveriam ter sido construídas 7 ou 8 classes. De acordo com o IBGE (1988).5 113.5 125.5 105. Apresente também as frequências relativas e o total. Construa uma tabela de distribuição de frequências para apresentar os dados da tabela abaixo. Apresente essa distribuição em uma tabela. como n=100.5 e 2.0 136.5 102. 700 por doença mental.5 115. segundo a causa atribuída foi a seguinte: 263 por alcoolismo. Finalmente.306 casos de vitimas fatais. 189 por outro tipo de doença.0 117.Bioestatística Profa Claudia M. 7. 416 por desilusão amorosa e 217 por outras causas.4. Franchi Onde n é o número de dados. apresente também as frequências relativas: Pressão arterial. foram definidas 7 classes e foram estabelecidos extremos com valores fáceis. quando se constrói uma tabela de distribuição de frequências.5 102.0 130. veja a tabela peso ao nascer dos nascidos vivos. De posse da tabela abaixo.0 100.478 condutores.0 100.0 140. Para entender como se aplica esta fórmula.5 111.5 127. números fáceis de trabalhar. como 1. No caso do peso ao nascer dos nascidos vivos. em milímetros de mercúrio. 3.5 135. em acidentes de Trânsito. como extremos de classes.0 82.5 107.0 158. tem-se que: ou seja. que o resultado obtido por esta formula pode ser usado como referencia. É importante deixar claro.5 101. O número de classes é um inteiro próximo de k.0 120.0 107. Pacientes com câncer de mama segundo a faixa de idade por ocasião Do diagnostico e sobrevivência por três anos Sobrevivência Faixa de idade Menor de 50 anos De 50 a 70 anos Mais de 70 anos Fonte: MORRISON (1973) Sim 11 18 15 Não 6 8 9 18 . em 1986 ocorreram. 4.5 115.5 101.5 99.5 121.0 104.0 121.5 107.0 134. 198 por dificuldade financeira.0 116. assim distribuídos: 11. De acordo com o IBGE (1988).0.5 107.

com os seguintes intervalos: 1 dia. isto ‘e. Franchi 5. Tempo de internação.531 6. de 4 a 7 dias. para saber se estão dentro das tabelas de peso e altura esperados. G. de alunos do sexo masculino. calcule a proporção de estabelecimentos de saúde. em um dado hospital 7 12 4 10 2 1 8 12 15 8 7 6 1 3 2 9 14 4 7 17 14 8 12 7 13 4 3 5 10 7 6 2 5 3 8 11 7. Ao nascer. Construa uma tabela de distribuição de frequências para apresentar os dados da tabela abaixo usando intervalos de classes iguais. públicos e particulares Por espécie. G. A parcela da população convenientemente escolhida para representa-la é chamada de: a) variável b) rol c) amostra d) dados brutos e) nada podemos afirmar. tiradas dos arquivos da secretaria da escola.393 472 Faixa de idade Hospital Pronto-socorro Policlínicas Outros Fonte: IBGE (1988) 6.136 14. Brasil.Bioestatística Profa Claudia M.002 5. públicos e particulares.132 150 156 1. em dias. Estas duas variáveis são: a) qualitativas b) ambas discretas c) ambas contínuas d) contínuas e discretas e) discreta e contínua 8. de pacientes acidentados no trabalho. porque a informação é incompleta 9. Um conjunto de 100 notas de matemática. Estabelecimentos Públicos Particulares 1. 2 ou 3 dias. De posse da tabela abaixo. Estabelecimentos de saúde. de cada espécie. constitui: a) um rol b) uma tabela c) uma relação de dados brutos d) uma distribuição de frequência 19 . os bebês são pesados e medidos. mais de 14 dias. 1985. calcule as frequências relativas em cada linha. de 8 a 14 dias. Depois faça outra tabela.

1 IV. 6. 3. 5. Franchi 10. 3. as demais não 20 . G. 7 II. 5. 2. 4. 4. 8. 6. 1. G. 5. mas as outras sim d) apenas as séries I e IV não são róis e) somente a série III é um rol. 7. –2. dadas as séries da mesma variável x: I. Então. 7 III. rol é qualquer série ordenada de valores referentes a uma mesma variável. -1 Podemos afirmar que: a) todas elas constituem róis b) só a série I constitui um rol c) a série II não é um rol.Bioestatística Profa Claudia M. Por definição. 4.

5 = 3.4.0–1.5 3. Ex: na tabela anterior AT = 5. na tabela acima. Classe São os intervalos de variação da variável e é simbolizada por i e o número total de classes simbolizada por k.25 2.0 4.l(min).25 4. na tabela acima. 4.5.75 3.0 3.600–1. G.0 do ROL não pertence à classe 3 e sim a classe 4 representada por 3. 4.5.0 4. Exemplo. O menor número é o limite inferior de classe ( li ) e o maior número é o limite superior ( Li ) da classe.0 . Amplitude de classe É obtida através da diferença entre o limite superior e inferior da classe e é simbolizada por .0 3.2.5 4.75 4.5 5.5 3. O dado 3.0 3.25 3. AT = L(max) .75 Frequência 3 16 31 34 11 4 1 4. 4.3.0 l3=2.1. Franchi 4.0 2. na classe k=1.5.5 e L3=3.75 2. Amplitude total da distribuição É a diferença entre o limite superior da última classe e o limite inferior da primeira classe. Onde AA = Xmax . Em nosso exemplo AA = 4.0 2. Exemplo. onde i=3.5 = 0. hi = 2. K=7 e 2.5 2. Exemplo. G.0 Ponto Médio 1.Xmin.1. 21 .Bioestatística Profa Claudia M.5 4.030. Limite superior e limite inferior da classe São os extremos de cada classe. 4.570 = 3.5 3. O símbolo representa um intervalo fechado à esquerda e aberto à direita. em 2.5.0 é a terceira classe.5 2. ELEMENTOS DE UMA DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA (COM INTERVALOS DE CLASSE) Classe 1. Amplitude total da amostra (ROL) É a diferença entre o valor máximo e o valor mínimo da amostra (ROL). (AT sempre será maior que AA).5 3.0.

.000. G...000 ⊢ 11.25.000 8.00 por mês.00 por mês..... determine: a) b) c) d) e) A amplitude total.000 7...000 6....... O limite inferior da oitava classe. 1 2 3 4 5 6 7 5.00 e pelo menos R$6.. i) O número de lotes cuja área não atinge 700m2.000 ⊢ 9.... Ponto Médio de classe 2. A amplitude do intervalo da segunda classe.. h) A frequência acumulada da quinta classe. Exemplo..5. A tabela abaixo apresenta a distribuição de frequência dos salários mensais em reais. G. d) A amplitude do quinto intervalo de classe.000.7... O ponto médio da sétima classe.. 22 .000 10...000 ⊢ 10.. 4..000 ⊢ 8.. e) A classe do 40º empregado. f) A frequência da quarta classe. 8 10 16 14 10 5 2 65 Determinar: a) A amplitude Total. o É o ponto que divide o intervalo de classe em duas partes iguais.000 Total . A tabela abaixo apresenta uma distribuição de frequência das áreas de 400 lotes: Áreas (m2) No de Lotes 300 ⊢ 14 400 ⊢ 46 500 ⊢ 58 600 ⊢ 76 700 ⊢ 68 800 ⊢ 62 900 ⊢ 48 1000 ⊢ 22 1100 ⊢ 6 1200 Com referência a essa tabela.. Exercícios – Capítulo 4 1. Franchi 4. g) A percentagem de empregados que ganham menos de R$8...000 ⊢ 12.000 ⊢ 7.0+2. g) A frequência relativa da sexta classe.00 por mês..000 11. f) A percentagem de empregados cuja renda ultrapassa R$10..6. de 65 empregados da companhia P & R.0 ponto médio x3= (2..000 ⊢ 6..000 9. O limite superior da quinta classe.Bioestatística Profa Claudia M.000.. 2... b) O limite superior da quinta classe c) O limite inferior da sexta classe..000....5)/2= 2. h) A percentagem de empregados que ganham menos de R$10. em 2.

A percentagem dos lotes cuja área não atinge 600m2. Complete a tabela abaixo: i 1 2 3 4 5 Classes 0 ⊢ 8 8 ⊢ 16 16 ⊢ 24 24 ⊢ 32 32 ⊢ 40 fi 4 10 14 9 3 Σ = 40 fr f% F Σ = 1.15 0. Complete os dados que faltam na distribuição de frequência: i 1 2 3 4 5 6 7 8 xi 0 1 2 3 4 5 6 7 fi 1 4 3 2 fri 0. A distribuição abaixo indica o número de acidentes ocorridos com 70 motoristas de uma empresa de ônibus. e) A percentagem dos motoristas que sofreram no máximo 2 acidentes. No de Acidentes No de Motoristas 0 20 1 10 2 16 3 9 4 6 5 5 6 3 7 1 Determine: a) O número de e a percentagem de motoristas que não sofreram nenhum acidente. mas inferior a 1000m2. Até que classe estão incluídos 60% os lotes. G. A percentagem dos lotes cuja área seja maior ou igual a 900m2.00 5. Franchi n) o) O número de lotes cuja área atinge e ultrapassa 800m2. A classe do 72º lote. A percentagem dos lotes cuja área é de 500m2.Bioestatística j) k) l) m) Profa Claudia M. 4. 3. c) O número e a percentagem de motoristas que sofreram menos de 3 acidentes d) O número e a percentagem de motoristas que sofreram no mínimo 3 e no máximo 5 acidentes. b) O número e a percentagem de motoristas que sofreram pelo menos 4 acidentes. G.25 0.15 Fi 4 13 18 19 23 .05 0. no mínimo.

Considerando as notas de um teste de inteligência aplicado a 100 alunos: 64 73 78 86 76 82 68 71 95 94 78 95 86 84 80 90 96 73 94 75 66 82 78 86 92 83 86 63 88 67 82 89 101 76 102 81 70 105 62 95 74 73 85 76 73 85 72 74 91 108 103 92 98 83 87 72 74 98 83 98 78 85 75 103 70 81 84 78 98 71 86 80 73 86 85 96 99 78 93 92 103 81 90 84 79 81 81 83 83 72 87 90 86 85 93 85 89 96 76 73 Forme uma distribuição de frequência. G. 24 . G.Bioestatística Profa Claudia M. Franchi 6. Complete os dados que faltam na distribuição de frequência: i 1 2 3 4 5 6 7 8 Classes 0⊢ 2 2⊢ 4 4⊢ 6 8⊢ 10 10⊢ 12 xi 1 5 7 13 fi 4 8 27 15 10 100 Fi 30 72 83 93 14⊢ 16 7.

25 .528 pessoas vivendo em união consensual estável 5. como separados.37 Fonte: IBGE Nota: Estão computados. Gráfico de Barras O gráfico de barras é usado para apresentar variáveis qualitativas ou ordinais.1. Os gráficos são de extrema importância na visualização e interpretação de informações e dados acerca de temas de aspectos naturais. com base no eixo das abscissas e altura igual à frequência. GRÁFICOS ESTATÍSTICOS São representações visuais dos dados estatísticos que devem corresponder. Os gráficos são classificados segundo sua forma e podem ser de colunas. jornais impressos. com 15 anos e mais segundo o estado conjugal. que fazem o uso continuamente para apresentar informações à população em geral ou grupos específicos de pesquisas.005. segundo o estado conjugal. os desquitados e os divorciados (1) Exclusive as pessoas solteiras. Os gráficos são representações bastante difundidas em diferentes tipos de informativos. os principais estão em livros. Diante dessas afirmações os gráficos consistem em uma representação constituída por formas geométricas elaboradas de maneira precisa. Existem normas adicionais para a construção de gráficos. População Brasileira residente. da respectiva categoria. Franchi 5. O título pode ser colocado tanto acima como abaixo do gráfico.974. As barras devem ser desenhadas separadas para ficar claro que a variável é qualitativa ou ordinal.Bioestatística Profa Claudia M.234 Percentual 34. os separados.47 4.939. vivendo em união consensual estável (2) Inclusive 4. além da televisão e a internet.484 41. As escalas devem crescer da esquerda para a direita. e de baixo para cima. à direita do gráfico. com 15 anos e mais. oriundas de dados numéricos resultados de pesquisas e organizadas em uma tabela. primeiro se traça o sistema de eixos cartesianos. ou à frequência relativa.146. de linhas e circulares.816. G. G. dentre eles. Em seguida constroem-se barras retangulares.92 1. sociais e econômicos.06 2.046 1.18 57. no eixo das abscissas.865 1. As legendas explicativas devem ser colocadas de preferência. Assim. de acordo com o censo demográfico de 1980 Estado conjugal Solteiros (1) Casados (2) Separados Viúvos Sem declaração Frequência 25. todo gráfico deve apresentar título e escala. revistas.616. ditadas pela fundação IBGE. mas nunca substituir as tabelas estatísticas. Para fazer um gráfico de barras. Observe os tipos de gráficos a partir do exemplo da tabela com os dados da população brasileira residente. Depois se colocam. as categorias da variável em estudo.046 3.

3. de acordo com o senso demográfico de 1980. com 15 anos e mais. valor do ângulo central x será: 26 . toma-se a frequência relativa de cada categoria e calcula-se o ângulo central. Franchi Figura 1: População brasileira residente. G. primeiro se traça uma circunferência que. tal que: Logo. com 15 anos e mais. 5. segundo o estado conjugal. 5. segundo o estado conjugal. da seguinte maneira: se 100% correspondem a 360º.Bioestatística Profa Claudia M. 100%. Para fazer um gráfico de setores. Essa circunferência representa o total.2. Dentro dessa circunferência devem ser representadas as categorias da variável em estudo. uma categoria com frequência relativa de f% terá um ângulo central x. tem 360º. Gráfico de Colunas Figura 2: População brasileira residente. G. ou seja. como se sabe. Gráfico de Setores O gráfico de setores também é usado para apresentar variáveis qualitativas ou ordinais. de acordo com o senso demográfico de 1980. Para isso.

separando-os com o traçado dos raios. G. Franchi Os ângulos centrais das demais categorias são obtidos da mesma maneira.4. os ângulos calculados. Observe o gráfico de setores apresentado abaixo: 5. sempre que as categorias utilizadas representarem um intervalo de tempo. G. na circunferência. Para fazer o gráfico de setores marcam-se.Bioestatística Profa Claudia M. Gráfico de Linhas Gráfico de Linhas: É um gráfico que apresenta os dados por meio de linhas. 27 .

07 2.... G. Franchi 5...192 Percentual 74...562 1... Faça um gráfico de barras e um gráfico de setores para apresentar os dados da tabela a seguir: Suicidas segundo o sexo..... Brasil..5... 1986 Sexo Masculino . represente a tabela: 3.. Feminino . Fonte: IBGE: 1988 Frequência 3... G.. Utilizando o gráfico em colunas. Utilizando o gráfico em linhas..93 25..Bioestatística Profa Claudia M.. represente a tabela: 28 ... Exercícios – Capítulo 5 1.

Quando os intervalos de classe são diferentes. G. Histograma Os dados apresentados em tabelas de distribuição de frequências são apresentados graficamente em histogramas. primeiro se traça o sistema de eixos cartesianos. marcam-se pontos com abscissas iguais aos pontos médios de classes e ordenadas iguais às respectivas frequências. se os intervalos de classe são iguais. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE UMA DISTRIBUIÇÃO 6. Depois. Depois. Para construir um histograma. Se os intervalos de classe são diferentes. Entende-se por densidade de frequência relativa o quociente entre a frequência relativa e o intervalo de classe. isto é: 6. G.Bioestatística Profa Claudia M. traçam-se barras retangulares com bases iguais. marcam-se pontos com abscissas iguais aos pontos médios de classes e ordenadas iguais às respectivas densidades de frequência relativas. correspondendo aos intervalos de classe. e de uma classe imediatamente superior à última. se os intervalos de classe são iguais. 29 . unem-se os extremos da figura com o eixo horizontal. para construir um histograma é preciso calcular as densidades de frequência relativa. Para fazer esse tipo de gráfico. Polígono de Frequências Os dados apresentados na tabela de distribuição de frequências também podem ser apresentados em gráficos denominados polígonos de frequências.2. primeiro se traça o sistema de eixos cartesianos. Para fechar o polígono. nos pontos de abscissas iguais aos pontos médios de uma classe imediatamente inferior à primeira. Franchi 6.1. e com alturas determinadas pelas respectivas frequências.

30 .4 52.9 49.2 52.3. de tal forma que todos os intervalos de classe tenham iguais amplitudes.3 53. G.8 53. e construir a tabela de frequências fixando o limite inferior da primeira classe em 47. b) Admitindo-se 6 classes. Os dados seguintes representam 20 observações relativas ao índice pluviométrico em determinados municípios do Estado: 144 141 152 150 159 142 160 146 160 142 151 141 157 141 146 150 154 143 145 158 Construir a tabela de frequências simples e acumuladas (“abaixo de” e “acima de”) tanto absolutas quanto relativas. A tabela seguinte representa as alturas (em cm) de 40 alunos de uma classe.7 47. G. Determinar a amplitude conveniente de cada intervalo. Preço médio da gasolina comum para áreas selecionadas dos Estados Unidos.3 55.1 53.4 55. Área Atlanta Baltimore Boston Buffalo Chicago Cincinnati Cleveland Dallas Detroit Houston Kansas City Preço por galão 53.9 53. qual a amplitude do intervalo de classe? c) Construir uma tabela de frequências simples absoluta e relativa das alturas dos alunos admitindo que o limite inferior da 1a classe seja 148 cm.7 55.1 53. 3. 2. Franchi 6.9 49.0.9 53. Louis San Diego San Francisco Seattle Washington Preço por galão 53.2 Vamos supor que quiséssemos organizar aqueles preços em uma distribuição de frequências com cerca de 5 classes. Exercícios – Capítulo 6 1. 162 164 170 160 166 163 165 157 158 169 148 159 176 163 152 166 175 157 165 170 169 155 157 164 172 154 163 165 178 165 170 171 158 150 162 166 172 158 168 164 a) Calcular a amplitude total. em centavos de dólar. Consideremos os dados da Tabela a seguir. março de 1975.1 50.5 50.Bioestatística Profa Claudia M.8 52.3 56.3 55. Construir o histograma e o polígono de frequência da distribuição.6 Área Los Angeles Milwaukee Minneapolis New York Philadelphia Pittsburgh St. d) Determinar os pontos médios das classes.4 54.

ou seja: 31 . Exemplo: Sabendo-se que a venda diária de arroz tipo A. Dados não agrupados Quando desejamos conhecer a média dos dados não agrupados em tabelas de frequências.2.1. 15.2. 14. harmônica. quadrática. moda e mediana. Média Aritmética: É igual ao quociente entre a soma dos valores do conjunto e o número total dos valores.1. MEDIDAS DE POSIÇÃO 7. foi de 10. G. Outros promédios menos usados são as médias: geométrica. Introdução São as estatísticas que representam uma série de dados orientando-nos quanto à posição da distribuição em relação ao eixo horizontal do gráfico da curva de frequência. G. As medidas de tendência central mais utilizadas são: média aritmética. onde xi são os valores da variável e n o número de valores.que englobam: a própria mediana. As medidas de posições mais importantes são as medidas de tendência central ou promédias (verifica-se uma tendência dos dados observados a se agruparem em torno dos valores centrais). 16. Desvio em relação à média: É a diferença entre cada elemento de um conjunto de valores e a média aritmética. os decis. 7. temos. 13. durante uma semana. Franchi 7.2. para venda média diária na semana de: 7.Bioestatística Profa Claudia M. 7. determinamos a média aritmética simples. os quartis e os percentis. 18 e 12 quilos.2. cúbica e biquadrática. . As outras medidas de posição são as separatrizes.

d7 = 12 . a média do conjunto fica aumentada (ou diminuída) dessa constante..Bioestatística Profa Claudia M.2. d3 = 13 .1 . . G. • No exemplo anterior : d1+d2+d3+d4+d5+d6+d7 = 0 2ª propriedade: Somando-se (ou subtraindo-se) uma constante (c) a todos os valores de uma variável.14 = 2 ..+ 2 = 14 +2 = 16 quilos 3ª propriedade: Multiplicando-se (ou dividindo-se) todos os valores de uma variável por uma constante (c).2.e.14 = .... • Se no exemplo original somarmos a constante 2 a cada um dos valores da variável temos: Y = 12+16+15+17+18+20+14 / 7 = 16 quilos ou Y = . . d2 = 14 . Franchi Designando o desvio por . Dados agrupados sem intervalo de classe 32 .. .14 = .. a média do conjunto fica multiplicada (ou dividida) por essa constante.3.. 7. d6 = 18 ..14 = 1 ..14 = . .14 = 4 .4 . d5 = 16 . temos: d1 = 10 ...4. G. d4 = 15 . 1ª Propriedade: Propriedades da média aritmética A soma algébrica dos desvios em relação à média é nula. • Se no exemplo original multiplicarmos a constante 3 a cada um dos valores da variável temos: Y = 30+42+39+45+48+54+36 / 7 = 42 quilos ou 7..2.14 = 0 .

xi. G. 0 6 20 36 16 78 Onde temos: 7.3. elas funcionam como fatores de ponderação. Exercícios – Capítulo 7 1. 2 6 10 12 4 34 . Complete o esquema para cálculo da média aritmética da distribuição: xi fi Temos: 1 2 2 4 3 6 4 8 5 3 6 1 1 2 3 4 5 6 2 3 6 8 3 1 2 33 .Bioestatística Profa Claudia M.. o que nos leva a calcular a média aritmética ponderada. dada pela fórmula: . 0 1 2 3 4 . Calcularemos a quantidade média de meninos por família: Nº de meninos 0 1 2 3 4 frequência = fi 2 6 10 12 4 34 Como as frequências são números indicadores da intensidade de cada valor da variável. G.fi.xi..fi . Franchi Consideremos a distribuição relativa a 34 famílias de quatro filhos.. tomando para variável o número de filhos do sexo masculino.

fi 608 1404 1760 1312 840 516 6440 Como.1.174 fi 4 9 11 8 5 3 40 Pela mesma razão do caso anterior.154 154 |----.174 fi 4 9 11 8 5 3 40 xi 152 156 160 164 168 172 xi.170 170 |----.158 158 |----. abrir uma coluna para os pontos médios e outras para os produtos xi.154 154 |----. neste caso: 34 .170 170 |----.162 162 |----.166 166 |----. vamos.166 166 |----.158 158 |----. é o ponto médio da classe: Consideremos a distribuição: I 1 2 3 4 5 6 Estaturas (cm) 150 |----. inicialmente.162 162 |----. convencionamos que todos os valores incluídos em um determinado intervalo de classe coincidem com o seu ponto médio e determinamos a média aritmética ponderada por meio da fórmula: Onde. Dados agrupados com intervalo de classe Neste caso. i 1 2 3 4 5 6 Estaturas (cm) 150 |----. G. Franchi 7.3.Bioestatística Profa Claudia M.fi. G.

MODA .000 Logo.Bioestatística Profa Claudia M.100 8 10 11 16 13 5 1 4. Exercícios: 1. Franchi 7. 7. G. Complete o esquema para cálculo da média aritmética da distribuição de frequência: Custo (R$) 450 8 550 10 650 11 750 16 850 13 950 5 1050 1 1150 Temos: 1 2 3 4 5 6 7 500 1. 35 . G.Mo É o valor que ocorre com maior frequência em uma série de valores.4.5.

1. G. é o valor dominante que está compreendido entre os limites da classe modal. 4 . é possível determinar imediatamente a moda: basta fixar o valor da variável de maior frequência. procurar o valor que mais se repete. 6 . 5 . o salário recebido pelo maior número de empregados dessa fábrica. isto é. 8 . Exemplo: Na série { 7 . que a série tem dois ou mais valores modais.Em outros casos.5. pode haver dois ou mais valores de concentração. • . • Há séries nas quais não exista valor modal. isto é. o salário modal dos empregados de uma fábrica é o salário mais comum. de acordo com definição. 11 . Damos a esse valor a denominação de moda bruta. Dados não agrupados A moda é facilmente reconhecida: basta. 10 . 12 } a moda é igual a 10. 7. então. 8 . podemos afirmar que a moda. 7 .3. A série é amodal. 7. Pela definição.5. 10 . 10 . 9 . Exemplo: { 3 . 7. Exemplo: { 2 . 4 . O método mais simples para o cálculo da moda consiste em tomar o ponto médio da classe modal. Dados agrupados com intervalo de classe A classe que apresenta a maior frequência é denominada classe modal. nas quais nenhum valor apareça mais vezes que outros. 9 } apresenta duas modas: 4 e 7. Ex: Qual a temperatura mais comum medida no mês abaixo: Temperaturas 0º C 1º C 2º C 3º C Frequência 3 9 12 6 Resposta: 2º C é a temperatura modal.2. neste caso. 7 . 12 } não apresenta moda. 3 . . Dados agrupados sem intervalo de classe Uma vez agrupados os dados. 36 . 7 .5. 4 . Franchi Desse modo. 10 . Dizemos. 5 . A série é bimodal.Bioestatística Profa Claudia M. pois é a de maior frequência. G. 8 .

158 158 |----. Cálculo da Moda: Método mais elaborado pela fórmula de CZUBER: na qual: = limite inferior da classe modal. para a distribuição da tabela das estaturas.166 166 |----.5. Como. Vem: 7.170 170 |----.. a frequência simples da classe anterior à classe modal a freqüência simples da classe posterior à classe modal Assim. = amplitude da classe modal = . sendo: a frequência simples da classe modal.154 154 |----...4.174 fi 4 9 11 8 5 3 40 Temos que a classe modal é i = 3.. G. = .Bioestatística Profa Claudia M. l* = 158 e L* = 152. Franchi Onde: l* = limite inferior da classe modal e L* = limite superior da classe modal Assim. G. temos: 37 . para a distribuição: I 1 2 3 4 5 6 Estaturas (cm) 150 |----.162 162 |----.

Em outras palavras.Bioestatística Profa Claudia M. pois: 7.. Exercícios: 1.. a medida de um conjunto de valores. G. 38 .6. MEDIANA A mediana é outra medida de posição definida como o número que se encontra no centro de uma série de números. Complete o esquema para o cálculo da moda da distribuição de frequência: Custo (R$) fi 1150 1 450 8 550 10 650 11 750 16 850 13 950 5 1050 A classe modal é da ordem. Logo: Temos. 7. Franchi Onde. é o valor situado de tal forma no conjunto que o separa em dois subconjuntos de mesmo número de elementos.7. estando estes dispostos segundo uma ordem. ordenados segundo uma ordem de grandeza. G.

implicando. já que. Md = 10 Se.2. nessa série. porém. 7. 6. 5. 9 de acordo com a definição de mediana. Dados não agrupados Dada uma série de valores como. Assim. a série de valores: 1. esse valor é o 10.7. 13. Logo: Md=11 7. 15.7. tomamos aquele valor central que apresenta o mesmo número de elementos à direita e à esquerda. a mediana será. 16. Dados agrupados Se os dados se agrupam em uma distribuição de frequência. a série dada tiver um número par de termos. o primeiro passo a ser dado é o da ordenação (crescente ou decrescente) dos valores: 2. 9. há quatro elementos acima dele e quatro abaixo. qualquer dos números compreendidos entre os dois valores centrais da série. Franchi 7. Para o caso de uma distribuição. Em nosso exemplo. a ordem. porém a determinação prévia das frequências acumuladas. 15. 6. por exemplo: 5. 6. 10. o cálculo da mediana se processa de modo muito semelhante àquele dos dados não agrupados. porém. por definição. 2.1. 13. 10. 16. 18. Ainda aqui. 21 tem para a mediana a média aritmética entre 10 e 12. 13. 12. temos que determinar um valor tal que divida a distribuição em dois grupos que contenham o mesmo número de elementos. Convencionou-se utilizar o ponto médio. 18 Em seguida. a partir de qualquer um dos extremos é dada por: 39 .Bioestatística Profa Claudia M. G. 10. 18. G.

Exercícios: 1. G.8.7. é o bastante identificar a frequência acumulada imediatamente superior à metade da soma das frequências. Complete o esquema para o cálculo da mediana das distribuições: a) 2 3 4 7 6 12 8 8 10 4 2 4 6 8 10 10 30 Como: 40 . A mediana será aquele valor da variável que corresponde a tal frequência acumulada. que corresponde ao valor 2 da variável. sendo este o valor mediano. Dados Agrupados sem intervalo de classe Nesse caso. Tomemos a distribuição relativa à tabela abaixo correspondente à frequência acumulada: Númerode meninos 0 1 2 3 4 2 6 10 12 4 35 Sendo: 2 8 18 30 34 A menor frequência acumulada que supera esse valor é 18.Bioestatística Profa Claudia M. G. Logo: Md = 2 meninos 7.3. Franchi 7.

158 158 |----. Tal classe será evidentemente.154 154 |----. que os valores se distribuam uniformemente em todo o intervalo de classe. o problema consiste em determinar o ponto do intervalo em que está compreendida a mediana. agora. um problema de interpolação resolve a questão. Dados Agrupados com intervalos de classe Neste caso.Bioestatística Profa Claudia M. Assim. aquela correspondente à frequência acumulada imediatamente superior a . Para tanto. Feito isto. considerando a distribuição da tabela a seguir: i 1 2 3 Estaturas (cm) 150 |----. G. G. temos inicialmente que determinar a classe na qual se encontra a mediana – classe mediana.1. admitindo-se. Franchi Temos que: Md = ___________ b) 0 2 1 5 2 9 3 7 4 6 5 3 0 1 2 3 4 5 2 9 2 Como: Temos que: Md = ___________ 7.8.162 fi 4 9 11 Fi 4 13 24 41 .

Bioestatística Profa Claudia M.166 166 |----. devemos tomar a partir do limite inferior a distancia: e a mediana será dada por: Logo: Na prática. vemos que este deve estar localizado na terceira classe (i = 3).170 170 |----. executamos os seguintes passos: 1º) Determinamos as frequências acumuladas. supondo que as frequências dessas classes estejam uniformemente distribuídas. Como há 11 elementos nessa classe e o intervalo de classe é igual a 4. G. Temos: Como há 24 valores incluídos nas três primeiras classes da distribuição e como pretendemos determinar o valor que ocupa o 20º lugar. G. Franchi 4 5 6 162 |----. a partir do início da série.e em seguida. 2º) Calculamos 3º) Marcamos a classe correspondente à frequência acumulada imediatamente superior à .174 8 5 3 40 32 37 40 A 3ª Classe é a classe mediana. empregamos a fórmula: na qual: é o limite inferior da classe mediana é a frequência acumulada da classe anterior à classe mediana 42 .

5 cm 7.Bioestatística Profa Claudia M. Então: Substituindo esses valores na fórmula.9. temos: Logo. a distribuição anterior. Franchi é a frequência simples da classe mediana é a amplitude do intervalo da classe mediana Tomando como exemplo. Resolva: 1) Calcule a mediana da distribuição de frequência: Custo (R$) fi 450 8 Temos: 550 10 650 11 750 16 850 13 950 5 1050 1 1150 1 2 3 4 5 6 7 450 550 650 750 850 950 1050 550 650 750 850 950 1050 1150 8 10 11 16 13 5 1 8 18 43 . a classe mediana é a de ordem 3. G. obtemos: isto é: Md = 160. G.

c) a nota modal 4. 2.7 e 7. em seis provas de um concurso. Exercícios – Capítulo 7 1. G. 48. 9.2. 9. 9. G. R$ 83. 20. b) a nota mediana. 6. 48. a média. a mediana.5. 5.3.7. d) 15. 7. 49.10. 5. 13. R$ 142 e R$ 88. 20. 16.1. Determine: a) a média dos salários-hora. 6. 2. a moda. 7. 50. c) 51. 8. As notas de um candidato. b) o salário-hora mediano. foram: 8. Calcule: I. 6.8. obtemos: Logo. R$ 90. 3. 7. Considerando a distribuição abaixo: 3 4 5 6 7 8 44 .2. 15. Determine: a) a nota média.9. 8. III. b) 20. 18. 7. 2. 14.6. Os salários-hora de cinco funcionários de uma companhia são: R$ 75. 10. 5.4.Bioestatística Profa Claudia M. Considerando os conjuntos de dados: a) 3. 12. Franchi Substituindo esses valores na fórmula. II. 7. 2.

8 11 10 8 3 5. 5. 15. c) a moda. 8. G. Em uma classe de 50 alunos. a mediana e a moda das distribuições de frequência abaixo: a) 5 8 14 10 45 . 11. 12. Qual é a soma dos desvios? 8.Bioestatística Profa Claudia M. Franchi 4 Determine: a) a média. b) a nota mediana. Determine a média aritmética de: a) 50 8 60 5 80 4 90 3 3 3 4 6 5 10 6 13 7 8 8 5 9 3 10 1 b) 50 20 58 50 66 30 7. b) a mediana. c) a nota modal. 7. G. Determine os desvios em relação à média dos seguintes dados: 6. 6. Calcule a média aritmética. 4. as notas obtidas formaram a seguinte distribuição: 2 1 Calcule: a) a nota média.

G.Bioestatística Profa Claudia M. Franchi 7 44 b) 5 12 18 27 8 70 c) 18 31 15 3 1 1 1 70 d) 10 9 46 . G.

Franchi 8 6 3 3 1 40 47 . G.Bioestatística Profa Claudia M. G.

160 Calculando a média aritmética de cada um desses conjuntos. 71. podemos dizer 48 . mesmo sabendo. O conjunto Y. Dispersão ou variabilidade Vimos anteriormente que um conjuntos de valores pode ser convenientemente sintetizado por meio de procedimentos matemáticos. que a média – ainda que considerada como um número que tem a faculdade de representar uma série de valores – não pode por si mesma. G. No entanto. quando se trata de interpretar dados estatísticos. Tais valores podem servir de comparação para dar a posição de qualquer elemento do conjunto. G. por exemplo. que a temperatura média de duas cidades é a mesma. ainda assim somos levados a pensar a respeito do clima dessas cidades. Franchi 8. 70. mesmo aqueles já convenientemente simplificados. Consideremos os seguintes conjuntos de valores das variáveis x. obtemos: Vemos então. 120. 70. Chamado de dispersão ou variabilidade a maior ou menor diversificação dos valores de uma variável em torno de um valor de tendência central tomado como ponto de comparação. 50. 72 Z: 5. 69. é mais homogêneo que o conjunto Z. não é o bastante dar uma das medidas de posição para caracterizar perfeitamente um conjunto de valores. y e z: X: 70. por sua vez. Vemos então. uma temperatura média de 24 oC. mediana e moda. portanto. Entretanto é fácil notar que o conjunto X é mais homogêneo que os conjuntos Y e Z. pois há menor diversificação entre cada um de seus valores e a média representativa. destacar o grau de homogeneidade ou heterogeneidade que existe entre os valores que compõe o conjunto. que os três conjuntos apresentam a mesma média aritmética: 70.Bioestatística Profa Claudia M. é necessário ter-se uma ideia retrospectiva de como se apresentavam esses dados nas tabelas. Em uma delas poderá a temperatura variar entre limites de muito calor e de muito frio e haver. e igual a 24 oC. um clima mais favorável.1. MEDIDAS DE DISPERSÃO OU DE VARIABILIDADE 8. A outra poderá ter uma variação pequena de temperatura e possuir. 70. no que se refere à temperatura. 70 Y: 68. Assim. ainda. pois. 15. já que todos os valores são iguais à média. 70. em poucos valores representativos – média aritmética.

48. quanto maior a amplitude total. temos: ATx = 70 – 70 = 0 (dispersão nula) ATy = 72 – 68 = 4 ATz = 160 – 5 = 155 8. Dessas medidas. maior a dispersão ou variabilidade dos valores da variável. Portanto. estudaremos a amplitude total. Relativamente aos três conjuntos de valores mencionados no início desse capítulo. ressaltando a maior ou menor dispersão ou variabilidade entre esses valores e a sua medida de posição. G.1. a variância.Bioestatística Profa Claudia M. Amplitude Total 8. 45. Dados não agrupados A Amplitude Total é a diferença entre o maior e o menor valor observado: Exemplo: para os valores: 40. 8. Dados agrupados sem intervalo de classe Nesse caso. estamos afirmando alguma coisa do grau de sua concentração. ainda temos: Exemplo: Considerando a tabela abaixo: 49 . 54.2.2.2. 62 e 70 Temos: Quando dizemos que a amplitude total dos valore é 30. para qualificar os valores de uma dada variável. 52. É evidente que. o desvio padrão e o coeficiente de variação.2. G. a Estatística recorre às medidas de dispersão ou de variabilidade. Franchi que o conjunto X apresenta dispersão ou variabilidade nula e que o conjunto Y apresenta uma dispersão ou variabilidade menor que o conjunto Z.

devidos ao acaso.166 166 |----. Dados agrupados com intervalo de classe Neste caso.158 158 |----. 50 .3. Faz-se uso da amplitude total quando se quer determinar a amplitude da temperatura de um dia ou no ano. a amplitude total é instável por se deixar influenciar pelos valores extremos. no controle de qualidade ou como uma medida de cálculo rápido. que são.154 154 |----. G. 8. Ela é apenas uma indicação aproximada da dispersão ou variabilidade.3. a amplitude total é a diferença entre o limite superior da última classe e o limite inferior da primeira classe: Exemplo: Considerando a distribuição abaixo: i 1 2 3 4 5 6 Estaturas (cm) 150 |----. na sua maioria.174 fi 4 9 11 8 5 3 40 Temos: A amplitude total tem o inconveniente de só levar em conta os dois valores extremos da série.170 170 |----. descuidando do conjunto de valores intermediários.2.162 162 |----.Bioestatística Profa Claudia M. o que quase sempre invalida a idoneidade do resultado. Franchi 0 2 Temos: 1 6 2 12 3 7 4 3 8. G. e quando a compreensão popular é mais importante que a exatidão e a estabilidade. Variância / Desvio padrão Como vimos.

pois levam em consideração a totalidade dos valores da variável em estudo. representando a variância por . definida como a raiz quadrada da variância e representada por s: Assim. G. A variância baseia-se nos desvios em torno da média aritmética. G. é um número fracionário. lembrando que Sendo a variância calculada a partir dos quadrados dos desvios. ela não é uma boa fórmula para fins de computação. o que faz delas índices de variabilidade bastante estáveis e. Se bem que a fórmula dada para o cálculo do desvio seja a que torna mais fácil a sua compreensão. denominada desvio padrão. imaginou-se uma nova medida que têm utilidade e interpretação práticas. o que torna pouco prático o cálculo das quantidades Podemos simplificar escrevendo a fórmula do seguinte modo: . Franchi A variância e o desvio padrão são medidas que fogem a essa falha. ela é um número em unidade quadrada em relação à variável em questão.Bioestatística Profa Claudia M. a média aritmética . por isso mesmo. porém determinando a média aritmética dos quadrados dos desvios. sob o ponto de vista prático é um inconveniente. Por isso mesmo. o que. Assim. temos: Ou. 51 . os mais geralmente empregados. pois em geral.

Franchi Não apenas este método é usualmente mais prático.1. Quando a média não é exata e tem de ser arredondada. Assim: 40 45 48 52 54 62 70 371 1600 2025 2304 2704 2916 3844 4900 20.Bioestatística Profa Claudia M.3. G. 52 . como também mais preciso. 52. devido a esse arredondamento. 70 O modo mais prático para se obter o desvio padrão é formar uma tabela com duas colunas: uma para e outra para . G. Para o cálculo do desvio padrão.293 Como n = 7. consideremos os seguintes casos: 8. Dados não agrupados Tomemos como exemplo. cada desvio fica afetado ligeiramente do erro. 48. 62. 45. 54. temos: Logo. o conjunto de valores da variável x: 40.

10. 15. devemos levá-las em consideração.4.Bioestatística Profa Claudia M. Resolva: 1. neste caso. Isto é. 8.4. dados os valores da variável: 8. 16. temos a presença de frequências. G. 18 Temos: 8 64 n= Logo. Franchi 8. resultando a fórmula: Consideremos como exemplo a distribuição na tabela abaixo: 0 1 2 3 4 53 .1. 11. Dados Agrupados sem intervalo de classe Como. G. Complete o esquema para o cálculo do desvio padrão.

Bioestatística Profa Claudia M. Franchi 2 6 12 7 3 O modo mais prático para se obter o desvio padrão é abrir. G. assim: . lembrando que para obter basta multiplicar cada pelo 0 1 2 3 4 2 6 12 7 3 0 6 24 21 12 0 6 48 63 48 Logo: 8. Complete o esquema paras o cálculo do desvio padrão na distribuição: 1 2 Temos: 2 5 3 8 4 6 5 3 6 1 1 2 3 4 5 6 2 2 2 54 . na tabela dada. Exercícios: 1. uma coluna para os produtos seu respectivo e outra para . G.5.

174 4 9 11 8 5 3 40 152 156 160 164 168 172 608 1.416 219.6. G.440 92.760 1.168 141. G. Exercícios: 1.154 154 |----.600 215.166 166 |----. Franchi Logo: 8.5.120 88.312 840 516 6.038.024 281.080 (ponto médio).1. a distribuição abaixo.158 158 |----. Complete o esquema par o cálculo do desvio padrão da distribuição: 55 .Bioestatística Profa Claudia M.162 162 |----.752 1.404 1. Começamos por abrir as colunas i 1 2 3 4 5 6 Estaturas (cm) 150 |----. Dados Agrupados com intervalo de classe Tomemos como exemplo.170 170 |----. para e para . Logo: 8.

podemos caracterizar a dispersão ou variabilidade dos dados em termos relativos a seu valor médio. G. G. o fato de o desvio padrão ser expresso na mesma unidade dos dados limita o seu emprego quando desejamos comparar duas ou mais séries de valores. Coeficiente de Variação O desvio padrão por si só não nos diz muita coisa.Bioestatística Custo (R$) Profa Claudia M.7. Franchi 30 2 50 8 70 12 90 10 110 5 130 Temos: i 1 2 3 4 5 40 2 8. medida essa denominada Coeficiente de Variação (CV): Exemplo: Tomemos os resultados das medidas das estaturas e dos presos de um grupo de indivíduos: 56 . quando expressas em unidades diferentes. o mesmo não pode ser dito. Além disso. Para contornar essas dificuldades e limitações. um desvio padrão de duas unidades pode ser considerado pequeno para uma série de valores cujo valor médio é 200. se a média for igual a 20. relativamente à sua dispersão ou variabilidade. Assim. no entanto.

-6. 2. os pesos apresentam maior grau de dispersão que as estaturas. 21. 20 c) 17. d) -10.2. G. Calcule os desvios padrões dos conjuntos de dados do exercício 2.0 Kg Logo. 7. G.0 8 2.5.6 8 1. 9.3. 22. 9 Exercícios – Capítulo 8 1. 15. 22.8 15 1. 10 2. nesse grupo de indivíduos.8. Calcule os desvios padrões dos conjuntos de dados do exercício 1. Franchi Estaturas Pesos Temos: 175 cm 68 Kg 5. 14. 13.9. 8. 5. Calcule a amplitude total dos conjuntos de dados: b) 20. 3. 5.7 12 1.4.0 cm 2. Dada a distribuição de cem lançamentos de cinco moedas simultaneamente: Número de caras Número de coroas 0 4 11 14 12 34 13 29 14 16 5 3 57 . a) 1.Bioestatística Profa Claudia M.5 4 1. 4.9 12 2. 15.2 4 1. 16. 3.1 3. 14. Calcule a amplitude total das distribuições: Xi fi Classes Fi 2 1 3 3 4 5 5 8 6 5 7 4 8 2 2.8. 19.

o grau médio de um grupo de 150 alunos foi de 7.3 Kg. 0. 0. calcule o coeficiente de variação: 7. Qual o desvio padrão desse grupo? 11.017 indivíduos.5 e VC=2. Em estatística. Outro grupo de 125 moças tem uma estatura média de 161.Bioestatística Profa Claudia M. Um grupo de cem estudantes tem uma estatura média de 163. Um grupo de 85 moças tem estatura média de 160. Em que disciplina foi maior a dispersão? 8. Esses indivíduos apresentam maior variabilidade em estatura ou em peso? 9. G. com um desvio padrão igual a 5. Uma distribuição apresenta as seguintes estatísticas: s=1. entretanto.97 cm.9%. com um coeficiente de variação de 3.3 e o desvio padrão.8 cm.3%. com um desvio padrão de 2. G. Franchi Calcule o desvio padrão: 6.80.76.8 e o desvio padrão. Determine a média da distribuição 58 . Medidas as estaturas de 1. Em um exame final de matemática.47. 18.3 e 1. o grau médio foi de 7. obtivemos . Qual é o coeficiente de variação de cada um dos grupos? Qual o grupo mais homogêneo? 10. Sabendo que um conjunto de dados apresenta para média aritmética e para desvio padrão respectivamente.6 cm. O peso médio desses indivíduos é 52 Kg.9 cm.

GUEDES. Antônio A. Callegari. Ed. Introdução à Bioestatística: para simples mortais. 1997 – 5ª reimpressão. 19ª ed. 59 . G. São Paulo. Campus.Bioestatística Profa Claudia M. 14ª reimpressão – São Paulo. Sonia. Introdução à Bioestatística. Bioestatística. Ed. CRESPO. Estatística Fácil. Ed. atual. 1988.. 3. Saraiva. 2009. 1999. Elsevier. 5. VIEIRA. Bioestatística – Princípios e Aplicações. Ed. Rio de Janeiro. DORIA FILHO. G. CNPQ. José da Silva. – São Paulo. Rio de Janeiro. 2. Marilda Laurenti da silva. BIBLIOGRAFIA 1. Franchi 9. Artmed 2003 – reimpressão: 2008. Sidia M. 4. Ulysses. JAQUES.

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