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Informações sobre a abordagem do ciclo de políticas Lista de obras de S. J. Ball e de pesquisas brasileiras que empregam suas ideias
Elaboração: Jefferson Mainardes – PPGE/UEPG jefferson.m@uol.com.br

Contextualização do autor – Stephen J. Ball - 1972 – B.A – Sociologia (University of Essex) - 1973 – M.A – Sociologia (University of Sussex) - 1978 – PhD (University of Sussex) - 1975-1985 - Professor na University of Sussex - 1985-2001 – Professor no King’s College (University of London) - 2001 – Professor no Institute of Education – School of Educational Foundations and Policy Studies - No Institute of Education, Ball ocupa a cátedra Karl Mannheim de Sociologia da Educação (“Karl Mannheim Professor of Sociology of Education”: cátedra em homenagem a Mannheim, que foi para Londres em 1933, em virtude do nazismo. Mannheim morreu em 1947. Essa cátedra foi ocupada inicialmente por Basil Bernstein até 1990, de 1992 a 2000 por Geoff Whitty – diretor do IoE e, a partir de 2001, por Stephen Ball).

Principais Obras de Stephen Ball - 1981: Beachside comprehensive: a case-study of secondary schooling - 1986: Sociology in focus - 1987: The micropolitics of the school: towards a theory of School Organization - 1990: Politics and policymaking in education: explorations in Policy Sociology - 1990: Foucault and Education - 1992: Reforming Education and changing schools: case studies in Policy Sociology (com Richard Bowe e Anne Gold) - 1994: Education Reform: a critical and post-structural approach - 1995: Markets choice and equity in education (com Sharon Gewirtz e Richard Bowe), - 2003: Class strategies and the education market: the middle class and social advantage - 2003: The more things change… Educational research, social class and “interlocking’ inequalities (Professorial Lecture) - 2006: Education Policy and Social Class: the selected work of Stephen Ball (Routledge) - 2007: Education Plc: private sector participation in public sector education (Routledge) - 2007: Education, Globalisation and new times (Education Heritage) – Routledge. (com Ivor F. Goodson e Meg Maguire). Seleção dos mais importantes artigos publicados nos últimos 20 anos (sobre políticas educacionais) - 2008: The education debate (Policy Press) - 2009: The Routledge International Handbook of the Sociology of Education, organizado com Michael Apple e Luis Armando Gandin (com 42 capítulos sobre temas variados relacionados à Sociologia da Educação)

http://www.uepg.br/gppepe 2 Idéias presentes na obra de Ball a) Oposição e crítica à reprodução das desigualdades de classe b) Teoria de Bernstein c) Etnografia d) Justiça social e) Pesquisa social crítica: Uma das preocupações principais do Centro de Estudos Críticos de Políticas Educacionais (The Centre for Critical Education Policy Studies – Institute of Education - University of London), do qual Stephen Ball é um dos diretores associados, é com as conseqüências materiais das políticas em termos de igualdade e inclusão. O uso da palavra ‘crítico’ assinala uma preocupação particular com a justiça social. Assim, os pesquisadores desse centro buscam interrogar, avaliar e analisar políticas em termos de suas contribuições – positivas e negativas – para o fortalecimento da justiça social. (ver www.ioe.ac.uk) - Uso reflexivo de teorias e o uso de conceitos de diversos autores (diálogo com Giddens, Lyotard, Harvey, Roland Barthes entre outros). Utiliza um referencial metodológico ‘ontologicamente flexível’ e ‘epistemologicamente pluralista’1 e um conjunto de conceitos potentes e maleáveis (Ball, 2007, p. 1). - Desconstrução e tendência ao pessimismo (versão do pessimismo da inteligência e otimismo da vontade de Gramsci) - Projeto de Ball: fragmentar o que era pensado como unificado e mostrar a “heterogeneidade da consistência” (Foucault) - Ver a introdução do livro “Education Policy and Social Class: the selected works of Stephen Ball” (2006). Temas recentes: performatividade, privatização, escolha por parte dos pais, classe média, justiça social, mudanças discursivas (Exemplo: linguagens e práticas no Estado de bem-estar social e no novo gerencialismo  mudanças na subjetividade e identidade dos diretores, professores orientados pelos valores da performatividade).

Processo de formulação da abordagem do ciclo de políticas (policy cyle approach) - ver o texto: MAINARDES, Jefferson. Abordagem do ciclo de políticas: uma contribuição para a análise de políticas educacionais. Educação & Sociedade, Campinas, v. 27, n. 94, p. 47-69, jan./abr. 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/es/v27n94/a03v27n94.pdf>

- No texto “What is policy? Texts, Trajectories and toolboxes” (Discourse, 1993 e depois incluído no livro Education reform, 1994): - Acrescenta outros 2 contextos: resultados/efeitos e o contexto da estratégia política - Explicita as noções de política como texto e política como discurso - Ciclo de políticas: oferece uma estrutura conceitual para o método de análise de trajetória
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Segundo Carlos Nelson Coutinho (1991), pluralismo não é sinônimo de ecletismo. “É sinônimo de abertura para o diferente, de respeito pela posição alheia, considerando que essa posição, ao nos advertir para nossos erros e limites, e ao fornecer sugestões, é necessária ao próprio desenvolvimento da nossa posição e, de modo geral, da ciência” (p. 14). Coutinho destaca ainda quatro valores pluralistas: a idéia da positividade do conflito, idéia da tolerância (em relação a opiniões, propostas e opções diversas), idéia da necessária divisão de poderes como condição de impedir a formação do poder absoluto e a idéia do direito das minorias.

José Augusto Pacheco (Universidade do Minho). da classe média).uepg. mudanças nas formas de regulação. bem como teses.Teorias: precisam ser interrogadas. . reformulação). etc – como estratégias da terceira via) b) Mudança de limites entre Estado e sociedade civil e entre Estado e economia. de um Estado unitário para a regulação em e por meio de redes (networks): setor público. Em Portugal: Antonio Teodoro.Logo no início deixa claro que o artigo é: “um exercício teórico heurístico. Celso Ferreti.Teorias: devem ser utilizadas de forma sistemática e reflexiva.2006 (The selected works) – reafirma: ciclo de políticas como um dispositivo heurístico para analisar políticas (p. subsidiando a análise das influências no processo de formulação. 2002) .Há alguns textos de Ball em Português. 2). . Dagmar Zibas. . ou seja:  Ponto de partida para análise de políticas curriculares e políticas educacionais  Oferece uma estrutura conceitual  análise de políticas  Pode ser adaptado à política a ser investigada e aos objetivos da pesquisa  Nem sempre é necessário abordar os 5 contextos  Oferece uma estrutura conceitual – mas há necessidade de se buscar referenciais teóricos para subsidiar a análise da política a ser investigada (referencial analítico X referencial teórico) Observações a partir dos trabalhos de Ball . aberto e flexível" (p. Eneida Shiroma.Oferece uma estrutura conceitual para a análise da trajetória de políticas. textos de Lucíola L. implementação. 10).Ver. os resultados e impactos das políticas e ainda das estratégias de intervenção necessárias para se enfrentar as desigualdades criadas ou reproduzidas pelas políticas. É intencionalmente provisório. c) Necessidade de aprofundar a análise do impacto diferenciado das políticas sobre as diferentes classes sociais e a relação entre políticas enfatizadas e a atração de votos (por exemplo. com os modelos lineares de análise de políticas (agenda. Elizabeth Macedo.Ciclo de políticas  dispositivo heurístico.http://www. avaliação. João Barroso (U. artigos e outras publicações que fazem uso das ideias de Ball. . Rompe-se dessa forma.A coerência e uso deliberados são importantes (Ball. Licínio Lima (Minho). . Virgínio Sá (Minho). as interpretações e complexidades do processo de implementação. Almerindo Janela Afonso. Antonio Flavio B. . . por exemplo. . de C. Moreira. privado e voluntariado (público não-estatal.Evitar o uso acrítico de teorias críticas (ver também Gatti. de Lisboa).Necessidade da distância crítica ou reflexividade sobre os referenciais teóricos . formulação.No Brasil: . 2006.br/gppepe 3 . Alice Lopes. dissertações. Santos.Nos trabalhos mais recentes de Ball observa-se a preocupação com outros aspectos: a) Contexto de influência: papel das networks e de pessoas influentes. P. p. Jorge Costa (Aveiro) entre outros. 7). Contribuições da abordagem do ciclo de políticas .

John Codd.uepg. de homem e de mundo. 10). 64). vídeos. e) Nos trabalhos de Ball e colaboradores (Sharon Gewirtz. a partir de contribuições de Foucault. “qualquer teoria decente de política educacional não deveria limitar-se à perspectiva do controle estatal” (p. . 1992. respostas positivas e respostas de Ball às críticas. com a inclusão do contexto de resultados/ efeitos e estratégia política). Esta contribuição está relacionada com (a) as discussões sobre ‘reflexividade ética’ e importância de se fazer uma ‘auditoria ética’ do impacto e resultado das políticas e (b) os princípios e finalidades da pesquisa qualitativa crítica (etnografia crítica). b) Ausência de alguma teorização sobre desigualdades de gênero (crítica de perspectivas feministas) e raça (que foi contemplada.br/gppepe 4 . 2007). p. habilidades etc) ou por meio da apresentação de recomendações ou propostas de intervenção para enfrentar as desigualdades criadas ou reproduzidas pela política.Estimula o pesquisador a assumir compromissos éticos com os temas investigados. principalmente na análise do contexto de influência e no contexto de estratégia política (que pressupõe um retorno ao macro-contexto).Esse debate envolve críticas. . de certa forma. . 1989. “pequenas receitas”) do que a um processo de reestruturação radical (ruptura com a lógica do capital). . Carol Vincent entre outros). Porém. c) A relevância dada à pesquisa do micro-contexto é considerada desnecessária na concepção de alguns teóricos (principalmente algumas vertentes do marxismo) = (perspectiva estadocêntrica – contexto mais amplo). não há uma explicitação de como uma sociedade justa e igualitária poderia ser construída.Fornece elementos para a análise de textos de políticas (materiais impressos. bem como não deixam claro o seu posicionamento a respeito do sistema capitalista e “determinações sistêmicas da ordem existente” (Mészáros. No entanto.Tem havido um intenso debate sobre o ciclo de políticas (Mainardes. textos oficiais. sociedade. d) A articulação do tema de pesquisa com o sistema social mais amplo é inerente ao processo de pesquisa (principalmente no materialismo histórico e dialético). 2005. gênero. Afonso. Reflexões e problematizações 1ª) Necessidade de uma teorização sobre o papel do Estado e as relações entre Estado e educação Toda política pública está baseada em uma concepção de Estado. 2000). percebe-se que há uma preocupação com a igualdade e justiça social. Embora as pesquisas deles explicitem a reprodução de desigualdades de classe e o impacto das políticas sobre grupos sociais desprivilegiados.Principais críticas: a) Ausência de uma teoria de Estado mais sofisticada. raça. seja por meio do desvelamento (explicitação) do impacto das políticas sobre grupos específicos (classes sociais. Roland Barthes.http://www. Diversos autores consideram que o Estado não pode deixar de ser integrado como elemento chave das políticas educativas (Dale. Críticas ao ciclo de políticas .Estimula a análise do sistema social e do contexto mais amplo. . elas se parecem mais alinhadas ao discurso reformista (de mudanças graduais. folhetos) em uma perspectiva crítica (não-superficial). 2006. Ball (1994) reconhece a importância da análise do Estado afirmando que qualquer teoria decente de política educacional deve analisar o funcionamento e o papel do Estado.

prática pedagógica. Ball critica o pragmatismo inglês.Sobre as relações entre macro e micro ver Power (2006). Lopes (2006) 3ª) Desafio de delinear estratégias políticas . . etc. Algumas vezes. um analista crítico deve se “arriscar. mas com a elaboração de conceitos que venham a contribuir com o conhecimento e debate sobre a questão (Ball. 12). p. influenciando o seu formato. 23) . Algumas reflexões sobre tal articulação são as seguintes: . . . questões como a concepção de Estado e de política educacional precisa ser considerada nas pesquisas de políticas educacionais. 2007. p. Dessa forma. 2ª) Articulação entre macro e micro O “ciclo de políticas” permite uma articulação entre macro e micro: análise do contexto mais amplo e do contexto da prática (micro-contexto). ver o conceito de “exclusão interna” (Mainardes.Exige o domínio de diferentes campos e áreas de conhecimento: política educacional. . 2003. usar a imaginação. 2007).http://www. pode-se afirmar que a concepção de Estado e de política educacional é determinante na constituição do conteúdo da política.uepg.O delineamento de estratégias políticas é um desafio e impulsiona as seguintes reflexões: a) Qual é o papel da pesquisa: compreender algo ou mudar a realidade? b) Há riscos de empobrecimento teórico ou atrelar a pesquisa às necessidades imediatistas?(Gatti. produção do texto e contexto da prática). . uma teoria decente de política educacional “não deveria limitar-se à perspectiva do controle estatal” (1994. .Abordar macro e micro demanda uma pesquisa de maior duração e abrangência. Isso está relacionado à tentativa de articulação entre macro e micro na pesquisa de políticas educacionais.O próprio Ball raramente faz recomendações ou propostas (trazendo sempre uma compreensão crítica e trabalhando na desconstrução). 1991). A esse respeito. as estratégias empregadas para sua implementação.A preocupação do pesquisador que realiza pesquisas de campo (etnografia e outros métodos) não deveria ser exatamente com a generalização. observações etc. afirmando que qualquer teoria decente de política educacional deve analisar o funcionamento e o papel do Estado.Exige o domínio de diferentes estratégias de coleta de dados: análise de documentos. 2004. . As reflexões sobre concepção de Estado podem ser exploradas nos três contextos primários do ciclo de políticas (influência. ser reflexivo” (p. (Mainardes.Para Ball (2004). 89). 10). No entanto. sua linguagem. p. Com base na abordagem do ciclo de políticas. Brandão (2001). entrevistas.br/gppepe 5 Ball reconhece a importância da análise do Estado.O “local” ou a “pesquisa de campo” deveriam ser tomados como ponto de partida para a compreensão de questões mais amplas.Poucos trabalhos que utilizaram o ciclo de políticas exploram o contexto de estratégia política (entendido como essencial na pesquisa social crítica) .

A. Ball. Education policy and social class: the selected work of Stephen J. conflict. London: Routledge. Corre-se o risco de se apresentar mudanças meramente formais em vez de ‘mudanças essenciais’ (ver Mészáros). (. London: Routledge. os pesquisadores que empregam essa abordagem procuram desenvolver pesquisas que possam fortalecer grupos e pessoas em situação de marginalização e opressão. Buckingham: Open University Press. 2003) que envolve explicitar os valores que embasam as análises feitas na pesquisa. As pesquisas desse gênero buscam compreender as relações entre as questões investigadas e o sistema social mais amplo. Carspecken e Walford. J. Doing educational research. bem como de explicitar os sistemas de dominação. . com o objetivo de apreender a totalidade de suas determinações. 1994. Assim.). 1996. Power. (Ed. G. S.) . J. Education reform: a critical and post structural approach. S. 2000. p. para se reverter tais problemas. No entanto. as discussões sobre a pesquisa qualitativa crítica (também chamada de etnografia crítica) podem ser úteis (Carspecken. 2002. É possível que as estratégias apresentadas não estejam suficientemente trabalhadas ou sejam imediatas. apontar estratégias e intervenções parece sempre envolve riscos. research and policy. 1996. quanto mais ser realmente resolvidos sem que se faça referência ao sistema como um todo. São Paulo: Cortez. B.http://www.. micropolitics and all that! In: WALFORD. 2001). J. justificando-os onde necessário e a reflexão sobre potenciais implicações éticas de nossa pesquisa: de que formas nosso trabalho pode legitimar ou intensificar relações de poder ou práticas que julgamos inadequadas ou injustas? Adicionalmente. desigualdades e injustiças que foram detectados e quais estratégias e intervenções poderiam ser empregadas. nas diferentes instâncias. J.br/gppepe 6 c) Corre-se o risco de se oferecer recomendações práticas antes que as idéias estejam suficientemente exploradas? (Edwards.. S. Children. cabe ao pesquisador refletir sobre os principais problemas. os defeitos específicos do capitalismo não podem sequer ser observados superficialmente.. Referências AFONSO.). Desse modo. Avaliação educacional: regulação e emancipação. comentando Bernstein) d) Uma síntese possível poderia ser pensada a partir das discussões sobre “reflexividade ética” (Gewirtz. J. “A estratégia reformista de defesa do capitalismo é de fato baseada na tentativa de postular uma mudança gradual na sociedade através da qual se removem defeitos específicos. bem como propor transformações nos contextos políticos e sociais. que necessariamente os produz e constantemente os reproduz. 62).. opressão. 166-192. BRANNEN. (p. BALL. ideologia e discursos com a finalidade de contribuir para que tais situações sejam alteradas.uepg. London: Taylor & Francis. BALL. de forma a minar a base sobre a qual as reivindicações de um sistema alternativo possam ser articuladas.. (1991). BERNSTEIN. 2006. parciais. BALL. (Eds..

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br/gppepe 20 Dados numéricos sobre as pesquisas que utilizam a abordagem do ciclo de políticas Atualização: 4 de setembro de 2011.http://www.uepg. Organização: Jefferson Mainardes a) Quanto ao tipo de pesquisa/publicação Fonte Livros Capítulos Artigos de periódicos Teses Dissertações Total Nº 1 7 23 19 30 80 b) Dados sobre as Teses e Dissertações Teses e Dissertações Ano 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Total Número 1 1 1 6 2 10 11 11 06 49 .

br/> 2 – Micropolítica: no livro Micropolítica da escola.curriculo-uerj. as escolas são campos de luta ideológica mais que burocracias abstratas e formais. A teoria micropolítica de Ball acerca da organização descreve os aspectos não visíveis a simples vista dentro das organizações e.Ver Teses e dissertações concluídas – UERJ – Currículo: sujeitos. Teresa. Ball analisa a organização das escolas./dic. considerando-as como lugares nos quais a influência interpessoal.br/gppepe 21 Instituições onde foram apresentadas Universidades Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Universidade Federal de Pelotas (UFPel) Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Universidade Federal Fluminense (UFF) Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (Puc/SP) Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (Puc/Rio) Universidade de São Paulo Universidade do Porto (UP) Total Número 15 04 04 03 03 03 02 02 02 02 01 01 01 01 01 01 01 01 01 49 Observações: 1 . assim.org/oeivirt/rie15a00. 15. conhecimento e cultura: <http://www. ver o texto de Teresa Bardisa Ruiz. os compromissos e as negociações informais chegam a ser tão importantes quanto os procedimentos formais.htm> .uepg.rieoei. conflito e poder. A micropolítica envolve identificar esferas de interesse. abandona as teorias convencionais e coloca questões sobre as formas de controle organizativos das escolas. Revista Iberoamericana de Educación. Disponible em: <http://www. n.http://www. Na visão dele. sept. 1997.pro. A respeito do conceito de micropolítica. Teoría y práctica de la micropolítica en las organizaciones escolares. Bardisa Ruiz.

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