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Informática

A história dos computadores

Criado por Anderson Daniel Cardos


Os Computadores ao longo da História.

Introdução

O que é computador?
No dicionário encontramos: "Computador, s.m. - aquele que faz cômputos ou que
calcula; máquina à base de circuitos eletrônicos que efetua grandes operações e
cálculos gerais, de maneira ultra rápida." Os irônicos dizem: "Computador é o idiota
mais veloz do mundo, pois fará qualquer coisa que nós lhe ordenarmos a uma
velocidade extremamente alta." Também podemos dizer: "Computador é um
equipamento capaz de aceitar elementos relativos a um problema, submetê-lo a
operações predeterminadas e chegar a um resultado."
Complicado? Vamos estudar a história da criação do computador e poderemos ter a
nossa própria definição sobre o computador...

Criado por Anderson Daniel Cardos


Primeiras Máquinas de Calcular

A história do computador, ao contrário do que muitos podem imaginar, tem seu início há
muito tempo atrás, desde quando o homem descobriu que somente com os dedos, ou
com pedras e gravetos, não dava mais para fazer cálculos...
Então foi criado, há aproximadamente 4.000 a.C., um aparelho muito simples formado
por uma placa de argila onde se escreviam algarismos que auxiliavam nos cálculos.
Esse aparelho era chamado de ÁBACO - palavra de origem Fenícia.Cerca de 200 a.C.,
o Ábaco era constituído por uma moldura retangular de madeira com varetas paralelas e
pedras deslizantes.

Ábaco - Séc. III - d.C.


com discos ou contas móveis
para
acelerar as operações
matemáticas
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Pascalina – Próximo Passo

O próximo passo na história dos computadores (ano de 1642), ocorreu quando um


francês de 18 anos de nome Blaise Pascal, inventou a primeira máquina de somar:
PASCALINA, a qual executava operações aritméticas quando se giravam os discos
interligados, sendo assim a precursora das calculadoras mecânicas.

Pascalina - 1642
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Calculadora de Leibniz – Um Novo Passo

Por volta de 1671 na Alemanha, Gottfried Leibnitz inventou uma máquina muito
parecida com a Pascalina, que efetuava cálculos de multiplicação e divisão, e qual se
tornou a antecessora direta das calculadoras manuais.

Calculadora de Leibniz - 1673

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...E a evolução continua...

Em 1802 - na França, Joseph Marie Jacquard passou a utilizar Cartões Perfurados


para controlar suas máquinas de tear e automatizá-las.

Tear de Jacquard - 1804

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A era mecânica está acabando...

No início do século XIX, mais especificamente em 1822, foi desenvolvido por um


cientista inglês chamado Charles Babbage uma máquina diferencial que permitia
cálculos como funções trigonométricas e logaritmas, utilizando os cartões de Jacquard.

Máquina Diferencial - 1822


Projetada para produzir tabelas matemáticas

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O pai do computador

Já em 1834, desenvolveu uma máquina analítica capaz de executar as quatro


operações (somar, dividir, subtrair, multiplicar), armazenar dados em uma memória (de
até 1.000 números de 50 dígitos) e imprimir resultados.
Porém, sua máquina só pode ser concluída anos após a sua morte, tornando-se a base
para a estrutura dos computadores atuais, fazendo com que Charles Babbage fosse
considerado como o "Pai do Computador".

Máquina Analítica - 1834

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O Início da Era da Computação

Já no ano de 1890, época do censo dos EUA, Hermann Hollerith percebeu que só
conseguiria terminar de apurar os dados do censo quando já seria o tempo de se
efetuar novo censo (1900). Então aperfeiçoou os cartões perfurados (aqueles utilizados
por Jacquard) e inventou máquinas para manipulá-los, conseguindo com isso obter os
resultados em tempo recorde, isto é, 3 anos depois.

Tabulador de Hollerith - 1890


Tabulava estatísticas com Cartões Perfurados

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Em função dos resultados obtidos, Hollerith, em 1896, fundou uma companhia chamada
TMC - Tabulation Machine Company, vindo esta a se associar, em 1914 com duas
outras pequenas empresas, formando a Computing Tabulation Recording Company
vindo a se tornar, em 1924, a tão conhecida IBM - Internacional Business Machine.
Em 1930, os cientístas começaram a progredir nas invenções de máquinas complexas,
sendo que o Analisador Diferencial de Vannevar Bush anuncia a moderna era do
computador. Em 1936, Allan Turing publica um artigo sobre "Numeros Computáveis" e
Claude Shannon demonstra numa tese a conexão entre lógica simbólica e circuítos
elétricos. Em 1937, George Stibitz constrói em sua mesa de cozinha um "Somador
Binário".
Com a chegada da Segunda Guerra Mundial houve a necessidade de se projetar
máquinas capazes de executar cálculos balísticos com rapidez e precisão para serem
utilizadas na indústria bélica.
Com isso surgiu, em 1944, o primeiro computador eletromecânico (construído na
Universidade de Harvard, pela equipe do professor H. Aiken e com a ajuda financeira da
IBM, que investiu US$ 500.000,00 no projeto), possuía o nome de MARK I, era
controlado por programa e usava o sistema decimal. Tinha cerca de 15 metros de
comprimento e 2,5 metros de altura, era envolvido por uma caixa de vidro e de aço
inoxidável brilhante e possuía as seguintes características:
...

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MARK I

• 760.000 peças
• 800 km de fios
• 420 interruptores para controle
• Realizava uma soma em 0,3 s
• Realizava uma multiplicação em 0,4 s
• E uma divisão em cerca de 10 s

Mark I - 1943
com seus 420 interruptores que eram ajustados manualmente
para que os valores fossem introduzidos
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MARK I

O MARK I prestou seus serviços de matemática na Universidade de Harvard por 16


anos completos, apesar de não ter feito muito sucesso, pois já era obsoleto antes
mesmo de ser construído, sendo que em 1941, Konrad Zuse, na Alemanha, já estava
criando modelos de teste: Z1 e Z2, sendo que logo após completou um computador
operacional (Z3), que consistia de um dispositivo controlado por programa e baseado no
sistema binário e que era muito menor e de construção bem mais barata do que o
MARK I.

Os computadores Z3 e logo a seguir o Z4, eram utilizados na solução de problemas de


engenharia de aeronaves e projetos de mísseis, sendo que Zuze também construiu
vários outros computadores para fins especiais, mas não teve muito apoio do governo
Alemão, pois Hitler, na época mandou embargar todas as pesquisas científicas, excetos
as de curto prazo, sendo que o projeto de Zuze levaria cerca de 2 anos para ser
concluído. Umas das principais aplicações da máquinas de Zuze era quebrar os códigos
secretos que os ingleses usavam para se comunicar com os comandantes no campo.

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Computadores de Primeira Geração

Em 1943, um projeto britânico, sob a liderança do matemático Alan Turing, colocou em


operação uma série de máquinas mais ambiciosas, o COLOSSUS, pois ao invés de
relés eletromecânicos, cada nova máquina usava 2.000 válvulas eletrônicas (por
coincidência, mais ou menos o mesmo número de válvulas que Zuze propusera para a
nova máquina que não lhe permitiram desenvolver...).

COLOSSUS - 1943
criado para quebrar códigos
alemães ultra-secretos

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Computadores de Primeira Geração

O Colossus trabalhava com símbolos perfurados numa argola de fita de papel, que era
inserida na máquina de leitura fotoelétrica, comparando a mensagem cirfrada com os
códigos conhecidos até encontrar uma coincidência. Ele processava 25.000 caracteres
por segundo.

Em 1945, John von Neumann delineia os elementos críticos de um sistema de


computador.

Já em 1946, surgiu o ENIAC - Eletronic Numerical Interpreter and Calculator, ou


seja, "Computador e Integrador Numérico Eletrônico", projetado para fins militares, pelo
Departamento de Material de Guerra do Exército dos EUA, na Universidade de
Pensilvânia. Era o primeiro computador digital eletrônico de grande escala e foi
projetado por John W. Mauchly e J. Presper Eckert (que era um gênio em engenharia,
pois quando tinha apenas 8 anos contruiu um rádio a cristal e colocou-o num lápis).

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ENIAC
O ENIAC tinhas as seguintes características:

• totalmente eletrônico
• 17.468 válvulas
• 500.000 conexões de solda
• 30 toneladas de peso
• 180 m² de área construída
• 5,5 m de altura
• 25 m de comprimento
• 2 vezes maior que MARK I
• realizava uma soma em 0,0002 s
• realizava uma multiplicação em 0,005 s com números de 10 dígitos

ENIAC - 1946
primeiro computador digital eletrônico
de grande escala

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ENIAC
A Válvula
Só que o ENIAC tinha um grande problema: por
causa do número tão grande de válvulas,
operando à taxa de 100.000 pulsos por segundo,
havia 1,7 bilhão de chances a cada segundo de
que uma válvula falhasse, além da grande
tendência de superaquecer-se. Pois as válvulas
liberavam tanto calor, que mesmo com os
ventiladores a temperatura ambiente subia, às
vezs, até 67°C. Então Eckert, aproveitou a idéia
utilizada em órgãos eletrônicos, fazendo com que
as válvulas funcionassem sob uma tensão menor
que a necessária, reduzindo assim as falhas a 1
ou 2 por semana.
Nesta época, as válvulas representavam
um grande avanço tecnológico, mas
apresentavam os seguintes problemas:

• aquecimento demasiado provocando


queima constante
O ENIAC foi desativado em 2 • elevado consumo de energia
de outubro de 1955. • eram relativamente lentas
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EDVAC

O sucessor do ENIAC foi o EDVAC - Eletronic Discrete Variable Computer ou


"Computador Eletrônico de Variáveis Discretas". O EDVAC foi planejado para acelerar o
trabalho armazenando tanto programas quanto dados em sua expansão de memória
interna. Os dados, então, eram armazenados eletronicamente num meio material
composto de um tubo cheio de mercúrio, conhecido como linha de retardo, onde os
cristais dentro do tubo geravam pulsos eletrônicos que se refletiam para frente e para
trás, tão lentamente quanto podiam, de fato a reter a informação, semelhante a um
desfiladeiro que retém um eco, que Eckert decobriu por acaso ao trabalhar com radar.
Outra grande característica do EDVAC era poder codificar as informações em forma
binária em vez da forma decimal, reduzindo bastante o número de válvulas.
No ano de 1947, John Bardeen, William Shockley e Walter Brattain inventam o
TRANSISTOR.

Em 1949, surge o EDSAC - Eletronic Delay Storage Automatic Calculator ou


"Calculadora Automática com Armazenamento por Retardo Eletrônico", o qual marcou o
último grande passo na série de avanços decisivos inspirados pela guerra: Começou a
"Era do Computador"!
.
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EDVAC
EDSAC - 1949 e seu inventor,
o cientista inglês - Maurice Wilkes
o primeiro computador operacional em
grande escala
capaz de armazenar seus próprios
programas.

E em 1951, surge o primeiro computador comercial o LEO

LEO - 1951 - primeiro computador comercial

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E em 1951, surge o primeiro computador comercial o LEO

Já em 1952, a Bell Laboratories inventou o Transistor que passou a ser um


componente básico na construção de computadores e apresentava as seguintes
vantagens:

• aquecimento mínimo
• pequeno consumo de energia
• mais confiável e veloz do que as válvulas

Transistor

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No mesmo ano, John Mauchly e Presper Eckert abriram sua própria firma na Filadéfia e
criaram o UNIVAC - Universal Automatic Computer, ou seja, "Computador
Automático Universal", o qual era destinado ao uso comercial. Era uma máquina
eletrônica de programa armazenado que recebia instruções de uma fita magnética de
alta velocidade ao invés dos cartões perfurados. O UNIVAC foi utilizado para prever os
resultados de uma eleição presidencial.

UNIVAC - 1952
usado para prever resultados da eleição presidencial

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Também em 1952, Grace Hopper transformou-se em uma pioneira no processamento
de dados, pois criou o primeiro compilador e ajudou a desenvolver duas linguagens de
programação que tornaram os computadores mais atrativos para comércio.
Em 1953, Jay Forrester, do MIT, construiu uma memória magnética menor e bem mais
rápida, a qual substituía as que usavam válvulas eletrônicas. Já em 1954, a IBM
concluiu o primeiro computador produzido em série, o 650, que era de tamanho médio e
enquanto isso, Gordon Teal, da Texas Instruments, descobre um meio de fabricar
transistores de cristais isolados de silício a um custo baixo.

IBM 650 - 1954

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Conclui-se em 1955, o primeiro computador transistorizado, feito pela Bell
Laboratories: o TRADIC, o qual possuía 800 transistores, sendo cada um em seu
próprio recipiente.

TRADIC - 1955

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Computadores de Terceira Geração
De 1958 a 1959, Robert Noyce, Jean Hoerni, Jack Kilby e Kurt Lehovec participam do
desenvolvimento do CI - Circuito Integrado. Em 1960, a IBM lança o IBM/360, cuja
série marcou uma nova tendência na construção de computadores com o uso de CI, ou
pastilhas, que ficaram conhecidas como Chips. Esses chips incorporavam, numa única
peça de dimensões reduzidas, várias dezenas de transistores já interligados, formando
circuitos eletrônicos complexos.

E Steven Hofstein, descobriu, em 1961, o transistor de efeito de campo, usado nos


circuitos integrados MOS.

No ano de 1965, a Digital Equipment introduz o PDP-8, o primeiro minicomputador


comercial e com preço competitivo.

PDP-8 - 1965
primeiro minicomputador comercial

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Os primeiros computadores com circuito integrado foram criados pela Burroughs, em
1968, e tinham o nome de B2500 e B3500.

1968 - primeiro computador com


circuito integrado

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Processadores

Em 1971, Ted Hoff, planeja o microprocessador Intel 4004, o qual era um único chip
com todas as partes básicas de um processador central. Esse processador era a CPU
de um computador de 4 bits. Já em1974, Ed Roberts, do MITS (Micro Instrumentation
and Telemetry Systems) em Albuquerque - Novo México, constrói um microcomputador
chamado ALTAIR 8800 (o nome "Altair" se deve a uma estrela, pois consideravam o
lançamento da máquina um "evento estelar"), cuja máquina foi construída com base no
processador da Intel o 8080, que já era um descendente do processador Intel 8008. O
ALTAIR tornou-se o maior sucesso, marcando o início de uma indústria multibilionária,
pois Roberts esperava vender uns oitocentos ALTAIR por ano e acabou tendo
dificuldades para satisfazer 4.000 pedidos!

Intel 8080 - 1974 MOS Technology 6502 - 1975


Intel 4004 - 1971

primeiro microprocessador tornou-se padrão para a indústria bastante usado em computadores


2.250 componentes dos microcomputadores domésticos
soma 2 números de 4 bits em 11 4.500 componentes 4.300 componentes
milionésimos de segundo soma 2 números de 8 bits em 2,5 soma 2 números de 8 bits em 1
milionésimos de segundo milionésimos de segundo
Criado por Anderson Daniel Cardos
O inicio da Microsoft

Logo após, em 1975, os estudantes William (Bill) Gates e Paul Allen criam o primeiro
software para microcomputador, o qual era uma adaptação do BASIC (Beginners All-
Purpose Symbolic Instruction Code, ou "Código de Instruções Simbólicas para todos os
Propósitos dos Principiantes") para o ALTAIR. Anos mais tarde, Gates e Allen fundaram
a Microsoft, uma das mais bem sucedidas companhias de software para
microcomputadores.

Bill Gates e Paul Allen - 1975

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Placa de Circuitos da Apple I
batizado de "Nosso Fundador"
emoldurada e pendurada no primeiro
escritório da empresa em 1977

No ano de 1977, surge no mercado de


produção em série, três microcomputadores:
o Apple II, o TRS-80 da Radio Shack e o PET
da Commodore. Em 1979, é lançado pela
Software Arts o "VisiCalc", o qual foi o
primeiro programa comercial para
microcomputadores.
Apple II, TRS-80 e PET - 1977

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Computadores de Quarta Geração

Na década de 80, foi criado o IC LSI - Integratede Circuit Large Scale Integration, ou
seja, "Circuito Integrado em Larga Escala de Integração", onde foram desenvolvidas
técnicas para se aumentar cada vez mais o número de componentes no mesmo circuito
integrado. Alguns tipos de IC LSI incorporavam até 300.000 componentes em uma
única pastilha.

Motorola 68000 - 1979 Hewlett-Packerd - SuperChip - 1981

um dos chips de 16 bits mais poderosos e versáteis primeiro microprocessador de 32 bits


executa multiplicação com uma única operação em seu projeto durou 18 meses
vez de realizá-la pela repetição de adições 450.000 componentes
70.000 componentes multiplica 2 números de 32 bits em 1,8
multiplica 2 números de 16 bits em 3,3 milionésimos de segundo
milionésimos de segundo

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Finalmente, em 1981, a IBM resolve entrar no mercado de microcomputadores com o
IBM-PC.

IBM-PC - 1981

MMX - Micro Doméstico - 1984

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Computadores de Quinta Geração

Os computadores de Quinta Geração têm como característica o uso de IC VLSI -


Integrated Circuit Very Large Scale Integration, ou seja, "Circuitos Integrados em
uma Escala Muito Maior de Integração".

Os "chips" vêm diminuito tanto de tamanho, fazendo com que seja possível a criação de
computadores cada vez menores, como é o caso da microminiaturização do
microprocessador F-100, que mede somente 0,6 cm quadrados e é pequeno o
suficiente para passar pelo buraco de uma agulha!

Microprocessador F-100

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Classificação dos Computadores

Inicialmente, os computadores eram agrupados em dois tipos:

Pessoal: caracterizavam-se pela limitação de recursos de periféricos, pela não conexão


com outros equipamentos e pela baixa velocidade de transmissão de dados.

Profissional: permitiam a expansão de periféricos à sua configuração básica, maior


velocidade de transmissão e a conexão a outros equipamentos.

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Classificação dos Computadores

Podiam também serem classificados quanto às características de utilização:

Científicos: que possuem uma pequena entrada de dados; um processamento


complexo, com grandes rotinas de cálculos e uma pequena saída de resultados.

Comerciais: que possuem uma grande entrada de dados; um processamento


relativamente simples e uma grande saída de resultados.

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Classificação dos Computadores

Ou, quanto às características de operação:

Analógicos: computadores que executam trabalhos usando elementos representados


por grandezas físicas, como por exemplo, a intensidade de uma corrente elétrica ou o
ângulo de giro de uma engrenagem. São computadores criados para uma finalidade
específica, isto é, só se aplicam a um determinado tabalho. Os resultados obtidos com o
uso de computadores analógicos são aproximados e servem ao próprio sistema onde é
utilizado, como por exemplo: crontrole de temperatura de uma caldeira utilizando
sensores, medidor de água ou de energia elétrica.

Digitais: computadores que realizam suas operações utilizando elementos


representados por grandezas matemáticas (números), ou seja, operam dígito a dígito.
São computadores destinados a aplicações múltiplas, podendo ser utilizados em
diversas tarefas. Por utilizar valores numéricos, os resultados obtidos com esse tipo de
computador são exatos, como por exemplo: os cálculos de engenharia.

(O computador analógico "mede" e o computador digital "conta")

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Tipos de Computadores Padrão PC

Existem vários tipos de computadores:

"Mainframes", que são computadores de grande ou médio porte, utilizados em grandes


empresas;
Minicomputadores;
Microcomputadores, também conhecidos como "desktop", os quais existem de diversos
modelos e tipos, como PC, Macintosh e Power PC;
Portáteis, como os laptops, notebooks, mini-notebooks, handhelds, notepads e palm
tops.

Portáteis Antigos:

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Evolução dos Microcomputadores PC

O IBM PC, ou Personal Computer (Computador Pessoal), surgiu em 1981 e se tornou


um padrão de microcomputador, o qual passou a ter uma evolução muito rápida, e difícil
de se acompanhar... pois ao adquirimos um modelo que consideramos de último tipo,
verificamos que já despontou no mercado um outro mais novo, mais moderno e
poderoso!

Vejamos se conseguimos "acompanhar" um pouco desta acelerada evolução:

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PC - Personal Computer:

permitia a inclusão de 5 placas de expansão;


256 Kb de memória RAM
40 Kb memória ROM
uma ou duas unidades de disquete de 5 1/4" com capacidade de gravação de 360 Kb;
monitor CGA monocromático (fósforo verde, âmbar ou branco).

PC XT - Personal Computer eXtended Tecnology:

permitia a inclusão de 8 placas de expansão;


512 Kb de memória RAM
40 Kb memória ROM
uma ou duas unidades de disquete de 5 1/4" com capacidade
de gravação de 360 Kb;
uma ou duas unidades de disco rígido de 10 a 40 Mb;
monitor CGA monocromático (fósforo verde, âmbar ou branco)
ou colorido;
placas de expansão padrão ISA de 8 bits. PC-XT

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PC AT - Personal Computer Advanced Tecnology:

permitia a inclusão de 8 placas de expansão;


1 Mb de memória RAM
64 Kb memória ROM
uma ou duas unidades de disquete de 5 1/4" com
capacidade de gravação de 360 Kb ou 1.2 Mb;
uma ou duas unidades de disco rígido de 20 a 160 Mb;
monitor CGA monocromático ou colorido ou monitor
EGA;
placas de expansão padrão ISA de 8 e 16 bits.

AT 286:

de 7 a 16 MHz;
1 Mb de memória RAM;
um ou mais drives de 5 1/4" com capacidade de
gravação 360 Kb ou 1.2 Mb;
monitor CGA monocromático ou colorido ou monitor AT-286
EGA ou monitor VGA;
uma ou duas unidades de disco rígido de 20 a 160 Mb;
mouse;
placas de expansão padrão ISA de 8 e 16 bits.
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386 SX
geralmente de 16 a 20 MHz;
2 Mb de memória RAM;
um ou mais drives de 5 1/4" com capacidade de gravação 360 Kb ou 1.2 Mb e/ou drive
de 3 1/2" com capacidade de gravação 720 Kb ou 1.44 Mb;
monitor CGA ou EGA ou VGA (monocromático ou colorido);
uma ou duas unidades de disco rígido de 40 a 200 Mb;
placas de expansão padrão ISA de 16 bits.

386 DX

geralmente de 33 a 40 MHz;
2 Mb de memória RAM;
um ou mais drives de 5 1/4" com capacidade de
gravação 360 Kb ou 1.2 Mb e/ou drive de 3 1/2"
com capacidade de gravação 720 Kb ou 1.44 Mb;
monitor CGA ou EGA ou VGA (monocromático ou
colorido);
uma ou duas unidades de disco rígido de 40 a 200
386-DX
Mb;
placa fax-modem 1.200 ou 2.400 Kbps;
com ou sem co-processador matemático;
placas de expansão padrão ISA de 16 bits.
Criado por Anderson Daniel Cardos
486 SLC, DLC ou SX

geralmente de 25 a 40 MHz;
2 a 4 Mb de memória RAM;
um ou mais drives de 5 1/4" com capacidade de gravação 1.2 Mb e/ou drive de 3 1/2"
com capacidade de gravação 720 Kb ou 1.44 Mb;
monitor VGA ou Super VGA (monocromático ou colorido);
uma ou duas unidades de disco rígido de 120 a 400 Mb;
com ou sem co-processador matemático;
placa fax-modem 2.400 ou 4.800 Kbps;
placas de expansão padrão ISA de 16 bits.

486 DX

geralmente de 40 a 50 MHz;
4 a 16 Mb de memória RAM;
um ou mais drives de 5 1/4" com capacidade de gravação 1.2 Mb e/ou drive de 3 1/2"
com capacidade de gravação 720 Kb ou 1.44 Mb;
drive de CD Rom 2x (velocidades);
monitor Super VGA (monocromático ou colorido);
uma ou duas unidades de disco rígido de 120 a 540 Mb;
placa fax-modem 4.800 ou 9.600 Kbps;
placas de expansão padrão ISA de 16 bits.
Criado por Anderson Daniel Cardos
486 DX2

geralmente de 66 MHz;
8 a 64 Mb de memória RAM;
um ou mais drives de 5 1/4" com capacidade de gravação 1.2 Mb e/ou drive de 3 1/2"
com capacidade de gravação 1.44 Mb;
drive de CD Rom 4x;
monitor Super VGA colorido;
uma ou duas unidades de disco rígido de 420 a 1.2 Gb;
placa fax-modem 14.400 ou 28.600 Kbps;
placas de expansão padrão ISA de 16 bits e Vesa Local Bus de 32 bits.

486 DX4
de 80 a 100 MHz;
16 a 64 Mb de memória RAM;
um ou mais drives de 5 1/4" com capacidade de gravação 1.2 Mb
e/ou drive de 3 1/2" com capacidade de gravação 1.44 Mb;
drive de CD Rom 8x;
monitor Super VGA colorido; 486 -
uma ou duas unidades de disco rígido de 1.2 a 2 Gb; Computador c/
placa fax-modem 14.400 ou 33.600 Kbps; Multimídia
placas de expansão padrão ISA de 16 bits, Vesa Local Bus de
32 bits ou PCI. Criado por Anderson Daniel Cardos
586 (com processador Cyrix ou AMD) ou Pentium (processador Intel)

de 75 a 200 MHz;
16 a 64 Mb de memória RAM;
um drive de 3 1/2" com capacidade de gravação 1.44 Mb;
drive de CD Rom 16x;
monitor Super VGA colorido;
uma ou duas unidades de disco rígido de 1.2 a 2 Gb;
placa fax-modem 14.400 ou 33.600 Kbps;
placas de expansão padrão ISA de 16 bits e PCI.

686 (com processador Cyrix)

não teve muita aceitação);


16 a 64 Mb de memória RAM;
um drive de 3 1/2" com capacidade de gravação 1.44 Mb;
drive de CD Rom 16x;
monitor Super VGA colorido;
uma ou duas unidades de disco rígido de 1.2 a 2 Gb;
placa fax-modem 14.400 ou 33.600 Kbps;
placas de expansão padrão ISA de 16 bits e PCI.

Criado por Anderson Daniel Cardos


Pentium PRO

(foi muito utilizado na área gráfica)


de 166 a 200 MHz;
16 a 64 Mb de memória RAM;
um drive de 3 1/2" com capacidade de gravação 1.44 Mb;
drive de CD Rom 16x;
monitor Super VGA colorido;
uma ou duas unidades de disco rígido de 1.2 a 3.2 Gb;
placa fax-modem 14.400 ou 33.600 Kbps;
placas de expansão padrão ISA de 16 bits e PCI.

Pentium MMX

com tecnologia MMX que acelera os gráficos em 3 D;


de 166 a 233 MHz;
16 a 128 Mb de memória RAM;
um drive de 3 1/2" com capacidade de gravação 1.44 Mb;
drive de CD Rom 16x a 48x;
monitor Super VGA colorido de 14" ou 15";
uma ou duas unidades de disco rígido de 2 a 8 Gb;
placa fax-modem 33.600 a 56.600 Kbps;
placas de expansão padrão ISA de 16 bits e PCI.
Criado por Anderson Daniel Cardos
Pentium II

com tecnologia MMX que acelera os gráficos em 3 D;


processador slot 1;
de 200 a 500 MHz;
16 a 256 Mb de memória RAM;
um drive de 3 1/2" com capacidade de gravação 1.44 Mb;
drive de CD Rom 16x a 48x;
monitor Super VGA colorido de 14" ou 15";
uma ou duas unidades de disco rígido de 4 a 10 Gb;
placa fax-modem 56.600 Kbps;
placas de expansão padrão ISA de 16 bits e PCI.

Pentium II Celeron (Intel) ou K6 - II (AMD)

processador socket 7;
de 300 a 550 MHz;
16 a 256 Mb de memória RAM;
um drive de 3 1/2" com capacidade de gravação 1.44 Mb;
drive de CD Rom 48x a 52x;
monitor Super VGA colorido de 14" ou 15";
uma ou duas unidades de disco rígido de 8 a 15 Gb;
placa fax-modem 56.600 Kbps;
placas de expansão padrão ISA de 16 bits e PCI.
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Pentium III (Intel) ou K-7 (AMD Duron)

processador slot 1;
de 500 a 1 GHz (mais atual);
32 a 512 Mb de memória RAM;
um drive de 3 1/2" com capacidade de gravação 1.44 Mb;
drive de DVD, ou CD ROM ou CD RW;
monitor Super VGA colorido de 14" ou 15" ou 17";
uma ou duas unidades de disco rígido de 10 a 36 Gb;
placa fax-modem 56.600 Kbps;
placas de expansão padrão ISA de 16 bits e PCI.

IMPORTANTE: as configurações acima são


básicas, podendo variar de acordo com o
fabricante. Criado por Anderson Daniel Cardos
Hardware e Software

Você sabe qual é a diferença entre "Hardware" e "Software"?


Hardware: é o nome dado ao conjunto de dispositivos (componente físicos) que formam
o computador, isto é, a máquina propriamente dita.

Software: é o nome dado aos programas de um computador, ou seja, o conjunto


ordenado de instruções, expresso em linguagens especiais e compreensíveis para a
máquina, para que ela possa executar as operações que desejamos.

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A Evolução dos Sistemas Operacionais

O Sistema Operacional é um conjunto de programas que permitem a criação e manutenção de arquivos, execução de programas e
utilização de periféricos tais como: teclado, vídeo, unidades de disquete, impressora. O Sistema Operacional serve também de
intermediador entre os aplicativos e o computador, pois é ele que coloca os programas na memória para que sejam executados.
Vamos ver, então, um pouco da história dos Sistemas Operacionais para microcomputadores padrão IBM PC:
MS-DOS 1.0 e PC-DOS 1.0: Em 1981 surgiram os dois primeiros DOS, ou seja, "Disk Operating System" (Sistema Operacional de
Disco).
MS-DOS 1.25 e PC-DOS 1.1: Nesta versão, foram acrescentados suporte a discos de dupla face e correção de "bugs"; foram
amplamente distribuídos por OEMs além da IBM.
MS-DOS 2.0 e PC-DOS 2.0: Foram lançados em 1983, juntamente com o IBM PC/XT e nesta versão foram acrescentados suporte
aos discos rígidos e à estrutura hierárquica de arquivos semelhante aos do UNIX / XENIX.
PC-DOS 2.1: Lançado com o PCjr e com correção de "bugs".
MS-DOS 2.01: Versão lançada com suporte internacional.
MS-DOS 2.11: Somente com correção de "bugs".
MS-DOS 2.25: Veio com suporte ao conjunto de caracteres estendidos.
MS-DOS 3.0 e PC-DOS 3.0: Lançados em 1984 juntamente com o PC/AT e foram acrescentados o suporte a discos flexíveis de
1.2 Mb e a discos rígidos maiores.
MS-DOS 3.1 e PC-DOS 3.1: Nesta versão foi acrescentado o suporte às redes da Microsoft.
WINDOWS 1.0: Em 1985, foi lançado o Windows, que na realidade não era um sistema operacional, mas somente uma interface
gráfica com o usuário do MS-DOS, ou seja, para que o Windows funcionasse, havia a necessidade de se carregar previamente o
MS-DOS.
MS-DOS 3.2 e PC-DOS 3.2: Em 1986, tiveram acrescentado o suporte a discos de 3,5 polegadas.
MS-DOS 3.3 e PC-DOS 3.3: Em 1987, foram lançados juntamente com o PS/2 da IBM e possuíam amplo suporte a páginas de
código fonte.
WINDOWS 2.0: Apareceu, também em 1987, mas com compatibilidade com o OS/2 Presentation Manager.
MS-DOS 4.0 e PC-DOS 4.0: Lançado em 1988, com suporte a volumes lógicos maiores do que 32 Mb; "shell" visual.
MS-DOS 5.0: Lançado em 1989, com alguns recursos a mais.
MS-DOS 5.2: Com correção de bugs.
WINDOWS 3.0: Surgiu em 1990, para ser utilizado em computadores 286 e 386 e foi lançado em grande estilo, mas ainda não teve
grande aceitação.
MS-DOS 6.0: Em 1993, possuía recursos para verificação do winchester e defragmentação (Defrag).
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A Evolução dos Sistemas Operacionais

WINDOWS 3.1: Passou a ser mais conhecido e aceito.


MS-DOS 6.2: Última versão do MS-DOS lançada, tinha correção de "bugs".
WINDOWS 3.11 For Workgroups: Versão para ligação de computadores em rede, passou a ser utilizado pela
grande maioria de usuários de microcomputadores.
WINDOWS 95: Em 1995, o Windows tornou-se verdadeiramente um Sistema Operacional, funcionando sozinho,
sem a necessidade do MS-DOS. Foi quando o seu sucesso estourou.
WINDOWS NT: Sistema Operacional para Servidores de Rede.
WINDOWS 95 SE (Second Edition): Versão lançada para correção de bugs.
WINDOWS 98: Versão de aperfeiçoamento da versão 95, mas com uma novidade: passa a ser um aplicativo 32
bits.
WINDOWS 98 SE (Second Edition): Versão com correção de bugs.
WINDOWS 2000: Lançado em 2000, com correção de bugs, e suporte a redes, na realidade uma atualização do
Windows NT.

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Código de Máquina

A linguagem do computador, também chamada de código de máquina, é composto somente de


dois números: 0 e 1. E com estes dois números, é possível escrever absolutamente tudo. Os
códigos 0 e 1 são também chamados de sistema binário, e significam para o computador: 0 =
desligado e 1 = ligado. A união de 8 conjunto de 0s e 1s formam um caracter qualquer como por
exemplo a letra "A": 1010 0001.

Veja na tabela abaixo, uma comparação do Sistema Binário com o Sistema Decimal
(que é o normalmente utilizado pelas pessoas):

SISTEMA DECIMAL SISTEMA BINÁRIO


(Base 10) (Base 2)
milh cente dezen unida milh cente dezen unida
ar na a de ar na a de
103 102 101 100 23 22 21 20
5 7 9 2 1 0 1 0
2x1=
9 x 101 0 x 20 = 0
2
= 1 x 21 = 2
90
7 x 102 0 x 22 = 0
700
= 1 x 23 = 8
5000
5 x 103
=
Valor = 5792 Valor = 10
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Se você quiser saber quais os códigos binários que são necessários para escrever o
seu nome, ou uma palavra qualquer, dê uma olhada na tabela abaixo:

Caracter Código ASCI Caracter Código ASCI

(espaço) 0100 0000 M 1010 1101


. 0100 1110 N 1010 1110
( 0100 1000 O 1010 1111
+ 0100 1011 P 1011 0000
$ 0100 0100 Q 1011 0001
* 0100 1010 R 1011 0010
) 0100 1001 S 1011 0011
- 0100 1101 T 1011 0100
/ 0100 1111 U 1011 0101
' 0100 1100 V 1011 0111
, 0100 0111 W 1011 0111
= 0101 1101 X 1011 1000
A 1010 0001 Y 1011 1001
B 1010 0010 Z 1011 1010
C 1010 0011 0 0101 0000
D 1010 0100 1 0101 0001
E 1010 0101 2 0101 0010
F 1010 0110 3 0101 0011
G 1010 0111 4 0101 0100
H 1010 1000 5 0101 0101
I 1010 1001 6 0101 0110
J 1010 1010 7 0101 0111
K 1010 1011 8 0101 1000
L 1010 1100 9 0101 1001

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Bits & Bytes

Bit - é a menor unidade de dado do computador, podendo assumir um dos dois valores
0 ou 1, sendo que, se o nível de energia for baixo assumido é 0 e se o nível de energia
for alto o valor assumido é 1. Se desejarmos representar números maiores, deveremos
cominar bits em palavras.
Byte - é um conjunto de 8 bits, formando segundo uma seqüência que representa um
caracter. Pode-se fazer uma correspondência biunívoca entre cada número decimal (0 a
9), as letras maiúsculas e minúsculas (A até Z), os símbolos matemáticos, a pontuação,
etc, com um respectivo byte.
Kilobyte ou Kbyte ou Kb - um Kbyte corresponde a 210 bytes ou seja, 1024 bytes. Ex.:
um microcomputador antigo tipo PC-XT possuía 640 Kbytes de memória, ou seja,
655.360 bytes de memória, porque: 640 Kb x 1024 bytes = 655.360 bytes. Isto quer
dizer que ele poderia ter na sua memória até 655.360 caracteres.
Megabyte ou Mbyte ou Mb - um Mbyte corresponde a 1024 Kbytes, 1.048.576 bytes.
Gigabyte ou Gbyte ou Gb - um Gbyte corresponde a 1024 Mbytes.
Terabyte ou Tbyte ou Tb - um Tbyte corresponde a 1024 Gbytes.

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Linguagens de Computação
São programas utilizados para criar sistemas e softwares aplicativos e podem ser de 2
tipos:

- Linguagens de Baixo Nível: que são linguagens totalmente orientadas para a


máquina, ou seja, são as que mais se aproximam do "Código de Máquina", ou seja, dos
0 e 1, e há a necessidade de se conhecer solidamente o hardware. Os programas
resultantes destas linguagens são de pequeníssimo tamanho e de extrema rapidez.
Exemplo: Assembler, Linguagem C.
- Linguagens de Alto Nível: é uma linguagem mais orientada para o problema, de
modo que o programador deve dar pouca ou nenhuma atenção às características do
computador que irá executar o programa. Os programas resultantes destas linguagens
não são tão rápidos. Exemplo: Delphi, Visual Basic, Pascal, o antigo Clipper, etc.
Para que os programas funcionem, eles necessitam ser traduzidos para o código de
máquina (ou seja o código fonte do programa deve ser transformado em código objeto)
e para isso precisa de um tradutor ou de um compilador:
- Tradutor: deve estar na memória enquanto se executa o programa; o programa
precisa ser traduzido cada vez que é rodado; cada instrução vai sendo traduzida a
medida que vai sendo executada, com isso o programa acaba por se tornar mais lento.
Exemplo: Access, DBase, etc.
- Compilador: não precisa estar na memória enquanto se executa o programa, pois
este é traduzido inteiramente uma vez só, tornando sua execução bem mais rápida.
Exemplo: Delphi, Clipper, Pascal, C, etc.
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Tipos de Software

Existe uma quantidade muito diversificada de softwares disponíveis no mercado. Entre


os tipos mais conhecidos estão:

Sistemas Operacionais:
Controlam o computador (sem eles, o computador não funciona). Exemplo: MS-DOS,
Windows, OS/2, Unix, etc.

Editores de Texto:
Substituem, com muitíssimas vantagens, a máquina de escrever, podendo-se fazer
textos, memorandos, cartas, contratos, relatórios, correspondências em geral,
documentos, etc. Num Editor de Textos, podem ser utilizados diversos recursos, tais
como: sublinhado, negrito, fontes de letras de diversos tipos, cores, correção
ortográfica, inserção de textos, etc. Exemplo: Word, WordPerfect, Lotus AmiPro, etc.

Planilhas de Cálculo:
Servem para se fazer todos os tipos de cálculos e operações matemáticas, sendo
bastante úteis para diversas aplicações, tais como: folha de pagamento, contabilidade,
contas a pagar e a receber, cálculos estatísticos, balanços, criações de gráficos, etc.
Exemplo: Excel, Lotus 123, etc.
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Gerenciadores de Banco de Dados:
Os quais serem para armazenar informações, tais como, cadastro de clientes,
fornecedores, materiais, peças, mala-diretas, etc. Podendo ser efetuados cálculos e
emitidos relatórios, com grande facilidade. Exemplo: Access, DBase, Paradox, etc.

Programas Gráficos - CAD: Os CAD - Computer Aided Design ou seja, programas de


projetos assistidos por computador que são muito utilizados por arquitetos, engenheiros,
desenhistas, ilustradores, etc.rvem para se criar desenhos, imagens, alterar fotografias.
Exemplo: Auto-CAD, etc.

Editores Gráficos: Servem para se criar desenhos, imagens, alterar fotografias.


Exemplo: Corel Photo Paint, Paint Shop Pro, Ulead Photo Impact, etc.

Programas de Editoração Gráfica:


São programas para unir imagens e textos, na criação de editoração gráfica: folhetos,
panfletos, cartões de visita, cartões de cumprimento, cartões postais, etiquetas, textos
para jornais, etc. Exemplo: Corel Draw, Page Maker, MS-Publisher, etc.

Integrados
Servem para os usuários que necessitam trabalhar com diversos softwares ao
mesmotempo (planilha, editore de texto, banco de dados, gráficos), porém possuem
menores recursos do que os softwares adquiridos isoladamente. Exemplo: MS-Works,
StarOffice, etc.
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Programas Educacionais
São de diversos tipos, desde programas educacionais para crianças, quanto cursos de
línguas, tradutores, enciclopédias, dicionários, etc.

Programas de Jogos
Servem para divertir crianças e adultos, e existem vários e de diversos tipos, desde bem
simples até muito complexos, incluindo imagens em 3 dimensões. Exemplo: Paciência,
Come-come, Doom, Prince of Persia, Simuladores de Submarino, de Avião, de
Helicóptero, Corridas de Formula 1, etc.

Browsers
São programas que servem para a navegação na internet. Exemplo: Internet Explorer,
Netscape Navigator, Opera, etc.

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Unidades Funcionais Lógicas
O computador pode ser dividido basicamente em 3 partes:

Unidade Central de
Processamento
Unidade
de Unidade de
Entrada Saída
Memória

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Unidades de Entrada
As unidades de entrada do computador, têm como função ler e transmitir dados. Os
dispositivos de entrada são:

Teclado:

Para entrada de dados através da digitação. O teclado é dividido em 3 partes: teclado


alfanumérico (semelhante ao de uma máquina de escrever), teclado numérico
(semelhante à uma calculadora) e teclado de controle (formado por um grupo de teclas,
que isoladamente ou em conjunto com outras teclas, executam comandos ou funções
específicas, como as teclas <Shift>, <Ctrl>, <Alt>, entre outras...)

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Mouse:

Também conhecido como dispositivo apontador. Serve para apontar e selecionar uma
das opções possíveis que aparecem na tela. Existem diversos tipos de mouse, mas o
modelo mais comum tem o formato de um ratinho, por isso o nome em inglês: "mouse".
Como dispositivo apontador, também encontramos os trackball, (que são um mouse
invertido, ou seja, ao invés de rolarmos o mouse pela mesa, simplesmente, giramos sua
bolinha com a mão movimentando o cursor na tela), track point, que é composto de um
ponto no meio do teclado (geralmente em notebooks), touch pad, ou mouse de toque
(onde ao movimentarmos o dedo sobre uma "pequena placa", movimentamos o cursor
na tela) e os mouses em forma de caneta que tem o mesmo formato de uma caneta
(geralmente encontrado em palm tops).

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Scanner:

Trata-se de um dispositivo que serve para transferir desenhos, fotos e textos para o
computador. O scanner pode ser de dois tipos: scanner de mão, o qual é parecido com
um mouse bem grande e que devemos passar por cima do desenho/texto a ser
transferido para o computador e scanner de mesa, muito parecido com uma máquina de
xerox, onde devemos colocar o papel e abaixar a tampa para que o desenho seja então
transferido para o computador.
Leitor Óptico:

É um dispositivo que serve para evitar os enormes tempos gastos com digitação de
dados, é como um scanner, só que é utilizado, geralmente, para ler códigos de barra.
Microfone:

Também é um dispositivo de entrada, pois através dele podemos gravar sons, transmitir
a nossa voz pela internet ou mesmo "ditar" um texto para o computador, utilizando um
dos programas mais recentes de reconhecimento de voz.

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Unidade Central de Processamento

CPU - Central Processing Unit, ou em português: UCP - Unidade Central de


Processamento, é o coração do computador, é formada por milhões de circuitos
integrados em um pequeno suporte de silício chamado "chip". Ela écomposta pelos
módulos:

Microprocessador:
- Unidade de Controle: analisa cada instrução de um programa, controla as informações
na memória principal, ativa a seção aritmética e lógica, ativa os canais de entrada ou
saída, selecionando os dados a serem transferidos e o dispositivo que será empregado
na transferência.
-Unidade Aritmética e Lógica: só se comunica com a unidade de controle, serve para
realizar os cálculos de tipo aritmético (soma, subtração, multiplicação, divisão,
radiciação, etc.) e tipo lógico (comparações).

Gerador de Clock:
-É responsável pela alimentação do sincronismo do sistema.

Multiplexador de Bus:
- É responsável pela geração dos sinais de controle.

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Unidades de Memória

O computador não mantém toda a informação na CPU, ela armazena muitas coisas na
memória e seleciona o que precisa a cada momento. Existem dois tipos de memória:

Memória Principal:
- ROM - Read Only Memory ou Memória Somente de Leitura, já vem gravada do
fabricante e não pode ser alterada, é uma memória não volátil, pois não se perde o
conteúdo quando se desliga o equipamento.
-RAM - Random Acess Memory ou Memória de Acesso Randômico ou Aleatório,
memória volátil ou de rascunho, pois seu conteúdo se perde quando cessa a energia, e
sua maior parte serve para armazenar informações do usuário.

Memória Auxiliar ou Memória de Massa:


-São meios de armazenamento não voláteis, ilimitados, têm velocidade de acesso bem
menor que as da memória residente. A memória de massa também faz papel de
dispositivo de entrada e saída. Eles podem ser:

Disquetes: também conhecidos como floppy disk ou disco flexível, serve para
transferir a informação de um computador para outro, costumam-se utilizar discos
magnéticos de pequeno porte que são colocados e retirados do computador. Eles
são utilizados também para fazer cópias de segurança que são guardados fora do
computador. Ele é dividido em trilhas e setores.
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Disco Rígido (winchester)

Disquete de 3 1/2"

Compact Disk

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Disco Rígido: também conhecido como hard disk ou winchester, é um disco metálico
recoberto com uma camada de material em ferro magnético. Sendo dividido em trilhas,
setores e cilindros, que facilitam a localização dos dados no disco. Os discos rígidos
têm capacidades extremamente maiores do que os disquetes.

Discos Ópticos: também é possível armazenar informações em um CD - Compact Disk


ou Disco Compacto, para isso se emprega um raio laser que pode ser direcionado com
grande precisão para um determinado ponto do disco. Devido à avançada tecnologia
que incorporam, os CDs têm maior capacidade de armazenamento e são mais
resistentes que os discos magnéticos.

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Unidades de Saída
As unidades de saída, têm por função converter os dados e informações de uma
maneira que se torne compreensível para o usuário, ou seja, servem para que
possamos obter os resultados dos dados processados pelo computador, existem
diversos periféricos de saída, veja alguns deles:

Monitor de Vídeo:
Semelhante a um aparelho receptor de televisão, onde são apresentados os dados ou
informações solicitadas pelo usuário.

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Impressora:
É um dispositivo que imprime os dados ou informações armazenados na memória do
computador. As impressoras podem ser classificadas em:

Impressoras Com Impacto: utilizando "martelos" que pressionam uma fita carbono
contra o papel de impressão (geralmente os chamados "formulários contínuos"), e
podem ser de dois tipos:

-Impressora Serial ou Matricial: possuem agulhas ou pinos na cabeça de impressão,


que percorrem toda a extensão da página e que são responsáveis pela transferência da
tinta do cartucho (fita) para o papel, através de pinos (ou agulhas) que pressionam essa
fita contra o papel. (Obs.: quanto maior o número de pontos impresso pelas agulhas,
melhor será a definição do caracter do documento). Existem impressoras de 9 e de 24
agulhas, sendo que as de 24 agulhas possuem uma melhor resolução, mas mesmo
assim, o máximo de qualidade que estas impressoras alcançam são 360 dpi (dotch per
inch) ou ppp (pontos por polegada).cuja impressão é feita caracter por caracter;

- Impressora de Linha: que imprime os caracteres de uma linha completa de uma só


vez.

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Impressoras Sem Impacto: são impressoras silenciosas.

Jato de Tinta - têm processo semelhante ao das matriciais, pois também possuem
cabeça de impressão que percorre toda a extensão da página, só que esta cabeça de
impressão possui pequenos orifícios, através dos quais a tinta é lançada sobre o papel.
As impressoras jato de tinta pode ser de 2 tipos: "jato de bolha" (bubble jet), as quais
possuem resistores que aquecem a tinta formando bolhas que se expandem
empurrando a tinta pelos orifícios (é o tipo mais utilizado pelos fabricantes, como a HP e
a Cannon); e "piezoelétrica", ou de tecnologia mecânica, como é o caso das
impressoras Epson.

Fusão Térmica - ou também conhecidas como "dye sublimation", possuem uma


qualidade profissional nas cópias efetuadas, mas o seu custo é muito maior do que o
das impressoras jato de tinta. Nestas impressoras, a tinta está num rolo de
transferência, ou seja, um filme de plástico que contém painéis consecutivos de
corantes (dye), nas cores secundárias: ciano, magenta, amarelo e preto. Este rolo
passa junto à cabeça térmica que contém milhares de elementos de aquecimento, que
aquecem os corantes o suficiente para que evaporem, e então eles se espalham pela
superfície do papel, que também deve ser um pape especial, próprio para abserver os
vapores dos corantes.

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Laser - são impressoras sem impacto e com baixíssimo nível de ruído, e possui um
processo de impressão idêntico ao das fotocopiadoras (xerox). Funciona da seguinte
maneira: no módulo de impressão, um conjunto de espelhos móveis e lentes redireciona
o raio de luz para um cilindro que se move continuamente. A combinação do movimento
do cilindro com o ligar e desligar do raio de luz, geral diversos pontos numa mesma
linha. Enquanto o cilindro gira, o papel se movimenta e passa ao lado de um polarizador
(fio eletrificado que transfere uma carga elétrica estática para o papel), então os pontos
de luz que atingem o cilindro são polarizados por uma carga elétrica idêntica à do papel
e cada carga marca um ponto que será impresso no papel. Entre o este ponto que o
cilindro foi polarizado e o contato com o papel, existe uma bandeja de toner (um pó
plástico que tem carga inversa à do cilindro) e que faz com que as partículas se unam
com os pontos eletrificados do cilindro, o qual imediatamente encontra o papel, sendo
que a carga do papel é sempre maior, este absorve, então, o toner do cilindro. Após
girar, o cilindro passa por um fio carregado negativamente, o qual restaura toda a
superfície à sua condição original, permitindo o reinício do processo. Depois o papel e
toner passam pela unidade de fusão que os aquece e fixa o toner definitivamente no
documento.

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Plotters:
Plotter: é um dispositivo para traçar gráficos ou desenhos, através de canetas (coloridas
ou não) a ele acopladas, combinando instruções de encostar e levantar a caneta com os
deslocamentos da folha de papel. Existem também plotters à jato de tinta.

Speakers:
Ou caixas de som, servem para transmitir sons através do micro, sejam músicas ou
sons de voz.

Sintetizadores ou Eletrodomésticos ou Robo Industrial: atualmente o computador é


capaz de controlar quase que absolutamente tudo. Criado por Anderson Daniel Cardos