PARA TUDO SE ACABAR NA QUARTAFEIRA Octavio Aragão e Manoel Ricardo

“Criado em 1998 pelo carioca Octavio Aragão, Intempol surpreende por ser um conceito aberto e permitir que virtualmente qualquer história, em qualquer estilo, possa ser escrita, tendo, como base, a ficção científica” Delfin (Universo HQ) “Na série Intempol o leitor é confrontado com tantas teorias quanto as há sobre o mundo real – o que torna o conjunto tão singularmente real quanto surreal, que desmistifica com eficácia as convenções das formas mais estereotipadas da FC” Antônio Luiz M. C. Costa (Carta Capital) “histórias repletas de ação e movimento, em que se brinca descaradamente com os paradoxos temporais, com a história do nosso mundo e com as instituições que supostamente servem para fazer cumprir a lei, seja ela qual for” Jorge Candeias (e-Nigma.com.pt) “Inserindo em sua narrativa mutável e contraditória todo o espírito do canalha, do velho malandro e de quem não hesita em usar métodos rothianos na hora de extrair informações de um prisioneiro, Intempol definiu uma metodologia de ação brasileira a ser seguida pelo universo” Marcus Vinícius de Medeiros (Omelete) “Depois da leitura deste álbum de quadrinhos, só fica uma pergunta na cabeça do leitor: quando o próximo será publicado?” Roberto Elísio dos Santos (ECA-USP)

Dizem que uma das origens da Intempol, a Polícia Internacional do Tempo, ocorreu no ano de 1998, como cenário para o conto Eu Matei

Paolo Rossi, de Octavio Aragão. Outros relatos optam pelo ano 2000 como ponto de partida, com o lançamento do livro Intempol - uma antologia de contos sobre viagens no tempo. Uma terceira versão aponta o álbum em quadrinhos The Long Yesterday, de Osmarco Valladão e Manoel Magalhães, como a primeira encarnação da série de aventuras, mas a webtira A Mortífera Maldição da Múmia, de 2002, baseada em um conto de Carlos Orsi e ilustrada pela Calango Produktado, também está no páreo. Porém, talvez nenhuma dessas histórias seja verdadeira e a Intempol, como todo bom paradoxo, esteja dando seus primeiros passos este ano, com a publicação de Para tudo se acabar na quarta-feira, álbum de Octavio Aragão e Manoel Ricardo, publicado pela Editora Draco. E que este seja um recomeço para os agentes intemporais, em nova casa. Com o entusiasmo de sempre. Em meio a uma guerra pelo controle do crime organizado nos morros do Rio de Janeiro, um grupo de traficantes descobre que cada um de seus atos são parte de um plano maior e que seu futuro é um conceito questionável. Eles têm quatro dias para descobrir quem dá a corda no relógio de suas vidas e tentar virar a ampulheta a seu favor, antes de se afogarem em samba, suor e sangue.

OCTAVIO ARAGÃO é designer gráfico por decisão e acadêmico por destino. Trabalhou com cinema, jornalismo e publicidade, escreveu um romance (A Mão Que Cria, 2006) e já fez muitas coisas, mas gosta mesmo é de estudar de tudo um pouco. Hoje é professor adjunto da ECO-UFRJ, onde leciona jornalismo gráfico, coordena eventos como a V Semana de Quadrinhos da UFRJ e a SpaceBlooks, mas curte mesmo é a família. Mora no Rio de Janeiro, no bucólico bairro de Laranjeiras, com a esposa Luciana e os filhos Pedro Henrique e José Guilherme, suas melhores criações.

MANOEL RICARDO Ex-fanzineiro de mangá em sua primeira publicação de quadrinhos, desenha desde sempre, e profissionalmente desde os 14 com pequenas editoras. Já ilustrou livros infantis, materiais didáticos, infográficos em jornal, ilustrações editoriais e já se aventurou na indústria de games. Autodidata convicto, fez seu primeiro curta metragem de animação em 2010 chamado "Rock'n Roll na Minha Vida", disponível na internet. Também é músico e toca baixo elétrico em shows locais de MPB, pop, rock, samba e reggae, com pitadas de groove funk-soul. Cursa Desenho Industrial na Ufes, e é pai da Manuely, garotinha muito maneira que curte cantar, desenhar e jogar videogame.

Para tudo se acabar na quarta-feira Autores: Octavio Aragão (roteiro) e Manoel Ricardo (desenhos)

ISBN: 978-85-62942-28-0 Gênero: HQ – ficção científica Formato: 17cm x 24cm Páginas: 64 em preto e branco, em papel pólen bold 90g Capa: Cartão 250g, laminação fosca, com orelhas de 6cm Preço de capa: R$ 24,90 Lançamento: 17/11/2011 – 17 de novembro de 2011

EDITORA DRACO Draco. Do latim, dragão. A Editora Draco trabalha para fortalecer e patrocinar o imaginário brasileiro, tão nosso e único. Queremos publicar autores brasileiros, aliando design, ilustrações e tudo o que for possível para que nossos leitores sejam atraídos pela beleza das histórias e personagens que nossos livros trazem. Com isso, esperamos que nossos leitores tenham acesso ao nosso maior tesouro: a literatura fantástica brasileira. Assessoria de Imprensa: A/C Erick Santoseditoradraco@gmail.com

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