2ºE

AYRTON JOHN MACEDO GONÇALEZ KAREN KAORI KANEKO LUIGY RIBEIRO DE LIAM CAIQUE GUANAES BITTENCOURT CUSTODIO MENDES RENAN VASCONCELOS GRANDE

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O PRIMO BASÍLIO: ÁNALISE E RESUMO

ETEC GETÚLIO VARGAS SÃO PAULO 2011

2 AYRTON JOHN MACEDO GONÇALEZ KAREN KAORI KANEKO LUIGY RIBEIRO DE LIAM CAIQUE GUANAES BITTENCOURT CUSTODIO MENDES RENAN VASCONCELOS GRANDE 3 11 17 37 26 O PRIMO BASÍLIO: ÁNALISE E RESUMO Trabalho apresentado á disciplina de LPL sob a orientação da professora Maria Margarida Quagliato Honora ETEC GETÚLIO VARGAS SÃO PAULO 2011 .

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....................................................................................4 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...................................................................10 PERSONAGENS E ÁNALISE PSICOLÓGICA................................................16 BIBLIOGRAFIA.......................................................................6 RESUMO DA OBRA......................................................................................................................................................................................................14 CONCLUSÃO.......................................................................17 ...................5 BIOGRAFIA DO AUTOR..............................................................12 ANÁLISE DA OBRA.........................................................................................................................

levando em conta alguns dos fatores que tiveram influência em sua produção. serão feitas algumas considerações de ordem crítica. a fim de proporcionar ao leitor uma visão mais ampla a respeito do texto. o trabalho é iniciado pela biografia do autor. movimento literário no qual está inserido O Primo Basílio. seguida do contexto histórico. além de uma rápida conclusão cujo conteúdo procura retomar as informações anteriormente expostas. em que se buscam traçar vínculos entre o assunto tratado no livro e as características do Realismo. Por fim.5 INTRODUÇÃO O objetivo deste trabalho é apresentar uma sucinta análise da obra O Primo Basílio. de Eça de Queirós. Em seguida. cuja presença é indispensável ao entendimento dos fatos históricos que cercavam o período em que fora produzido o livro. visando ao direcionamento do leitor em relação ao que deve ser observado durante a leitura. . bem como utilizar-se delas para realizar algumas reflexões sobre o importante papel da literatura na sociedade em geral. Por esse motivo. apresentar-se-á um breve resumo da obra e uma análise psicológica dos personagens.

e com ele e outros formou uma ligação seleta e verdadeira agremiação literária para controvérsias humorísticas e instrutivas. Carolina de Eça. na que lhe competiu.ª D. em 1876 para Bristol e. Oliveira Martins. juiz do Supremo Tribunal de Justiça. Era amigo íntimo de Antero de Quental. em 1871. Permaneceu poucos anos em Cuba. e de sua mulher. em que obteve ruidoso triunfo. no meio das terríveis repressões do governo espanhol. obteve a nomeação de cônsul geral de Havana. Colaborou na Gazeta de Portugal. . Em 1874 foi transferido para Newcastle. finalmente em 1888. e em 1867 estabeleceu-se como advogado. e Eça de Queirós. Depois de ter estudado nalguns colégios do Porto matriculou-se na faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Foi depois para Leiria redigir um jornal político.6 BIOGRAFIA DO AUTOR Diplomata e escritor muito apreciado em todo o mundo e considerado um dos maiores escritores portugueses de todos os tempos. Seu nome muitas vezes tem sido. de forma equivocada.17 de Agosto) Era filho do Dr. para onde partiu. sagrando-se o primeiro colocado e. Eça de Queirós morreu em Paris-França. com quem viveu fraternalmente. grafado como "Eça de Queiroz". no dia 25 de Novembro de 1845. as notáveis Conferências Democráticas no Casino Lisbonense (V. mas que abandonou pouco depois. Conferência). onde veio a falecer. em 1872. Salomão Saraga e Lobo de Moura. mas não tardou que viesse para Lisboa. Decidindo-se a seguir a carreira diplomática. discursou acerca do "O Realismo como nova Expressão de Arte". em Póvoa de Varzim-Portugal. D. completando a sua formatura em 1866. por não lhe parecer que pudesse alcançar um futuro lisonjeiro. Emília de Castro Pamplona. José Maria Teixeira de Queirós. irmã do conde de Resende. no dia 16 de Agosto de 1900 (Funeral em Lisboa . Estabeleceram-se então. para Paris. Eça de Queirós nasceu José Maria Eça de Queirós. Nessas assembléias entraram Ramalho Ortigão. profissão que exerceu algum tempo. onde residia seu pai. foi a um concurso em 21 de Julho de 1870. Eça de Queirós era casado com a Sr.

Na Revista Moderna publicou o romance 'A Ilustre Casa de Ramires'. Correspondência de Portugal. de 13 de Outubro de 1867. Diário Ilustrado. Fundou a Revista Portugal com a colaboração dos principais e mais célebres homens de letras do seu tempo. Diário de Notícias. . Para o Diário de Notícias escreveu especialmente o conto 'Singularidades duma Rapariga Loura' (1873). publicada com o título 'De Port Said a Suez'. Ocidente. Para este jornal é que escreveu as 'Cartas de Fradique Mendes'. folhetim de 18 a 21 de Janeiro do mesmo ano de 1870. Na Gazeta de Portugal. Renascença. Saíram desta revista 24 números. publicada como 'livre brinde' aos assinantes do jornal. o soneto 'Serenata de Satã às Estrellas'. em 1874. seguindo-se as 'Memórias de uma Freira' e 'O Milhafre'. publicou um folhetim com o título 'Lisboa'.7 Revolução de Setembro. no referido jornal. e em outras publicações. a que ele assistiu em 1870. que formam 4 tomos de 6 números cada um. e a descrição das festas da abertura do canal do Suez. em 29 de Agosto de 1869.

durante a ascensão da burguesia ao poder. Dando ênfase ao capitalismo. época de grandes mudanças no mundo. posicionando-se contrariamente à religião e a tudo considerado sobrenatural. como o determinismo. o que não ocorreu de forma acentuada em Portuga. Além disso. apegada às conquistas passadas. utilizado muitas vezes para justificar os rumos tomados pela sociedade durante o contexto de ascensão da nova ordem capitalista. também pode-se destacar o darwinismo. sintetizado pela máxima de que o homem estava condenado à dor e ao sofrimento uma vez que a felicidade era ilusória. Outro importante movimento foi o pessimismo de Schopenhauer. que defendia uma literatura com base na análise da realidade e do presente. a literatura ganhou uma cara nova.8 CONTEXTO HISTÓRICO O Primo Basílio foi publicado em 1878. principalmente as mudanças que aconteceram na Europa. Além deste. tendo como clímax o positivismo com Auguste Comte. passando a valorizar o materialismo e a objetividade. que teve como marco a revolução francesa e também a difusão das ideias liberais e democráticas. mas também com outros movimentos. Também houve uma evolução na área das ciências naturais. a revolução industrial provocou uma industrialização acelerada em importantes capitais européias. deixando de lado o subjetivismo e o idealismo característico dos movimentos românticos. . em que se defendia a idéia de que toda ação humana poderia ser determinada a partir da análise de alguns pontos como raça. contrariando a proposta da escola realista. a elite portuguesa era muito conservadora. que aderiram ao cientificismo e ao materialismo. com o intuito de comprovar que o homem era o resultado do meio em que vivia. a fim de obter uma síntese da realidade. que não conseguiu acompanhar as mudanças socioeconômicas ocorridas nesse período. Na Europa surgiram filosofias que tinham como objetivo explicar o mundo através da ciência. condição social e outros fatores. Nessa época.

. no contexto da consolidação capitalista.9 O livro tem como objetivo mostrar a intimidade das “boas famílias” de Lisboa e também apresenta uma reflexão sobre o atraso lusitano perante outras capitais européias.

a empregada maldosa. o bem letrado. Os encontros entre os dois passam a ocorrer diariamente no chamado “paraíso”. despeitada e amarga. sendo este o meio pelo qual eles se comunicavam. formam um casal tipicamente burguês de classe média. a empregada começa chantagear a patroa. É nesse meio-tempo Luísa fica sabendo que Basílio. Basílio diz que tem assuntos urgentes a resolver em Paris e diz que Luísa consegue resolver tudo sozinha. além de ser um bemsucedido engenheiro. Havia um grupo de amigos que freqüentava sempre a casa do casal. Leopoldina . Graças aos conselhos "sábios" de tia Vitória.10 RESUMO DA OBRA Luísa. Ele foi o primeiro amor de Luísa. Uma dessas cartas é interceptada por Juliana. Por causa de sua frágil constituição. Ernestinho. Felicidade.chamada a "Pão-e-Queijo" por suas contínuas traições e adultérios. uma moça romântica e sonhadora. o que não é bem visto pelo marido. os maus tratos que sofre de Juliana logo lhe tiram o ânimo. havia chegado do exterior. amigo íntimo de Jorge. e Jorge que. que era a cozinheira. Basílio foge covardemente. Por conta disso. . Luísa se transforma em escrava de Juliana. eram namorados quando ela tinha apenas 18 anos. Luísa ainda mantém amizade com uma antiga colega. e começa a adoecer. seu primo. agora transformado em ardente paixão e isso faz com que Luísa pratique o adultério. e Juliana que era revoltada. Este grupo era constituído por D. Juliana. Luísa fica enfadada sem ter o que fazer no marasmo e em uma melancolia pela ausência do marido. o primo não leva muito tempo para reconquistar o amor de Luísa. minando-lhe a saúde. responsável pelo conflito do romance. Conselheiro Acácio.Também há troca de cartas entre os dois. deixando-a sem apoio. espera apenas uma oportunidade para apanhar a patroa "em flagrante" A felicidade e a segurança de Luísa passam a ser ameaçadas quando Jorge viaja a trabalho para Alentejo a fim de fiscalizar suas minas. e as empregadas Joana. é funcionário de um ministério. Conquistador e de bem com a vida. Com isso. a beata que sofria de crises gasosas. um apartamento alugado por Basílio para que o casal possa ter mais privacidade e discrição. Após a partida. que morria de amores pelo Conselheiro. invejosa. Sebastião.

a amante que tem em Paris. o qual. armando uma cilada para Juliana. até que encontra a ajuda desinteressada e pronta de Sebastião. de Joana e da nova empregada. no entanto. nem o zelo médico que chegou a raspar-lhe os longos cabelos. É um novo tempo para Luísa. enquanto tenta todas as soluções possíveis. fazendo-o entrar em desespero e. acaba por provocar-lhe um ataque e a morte. . quando comenta com um amigo que se soubesse que Luísa havia morrido teria trazido Alphonsine. é acometida por uma violenta febre. ao saber da morte da amante. perdoar-lhe a traição. O romance termina com a volta de Basílio e seu cinismo. De nada adiantam os carinhos e cuidados do marido e dos amigos de que foi cercada. Em delírio. Luísa morre e o lar antes "formalmente feliz". intentando levá-la presa. cercada do carinho de Jorge. tarde demais: enfraquecida pela vida que tivera de suportar sob a tirania de Juliana. porém. pois Luísa satisfaz todos os caprichos da criada.11 Jorge volta e de nada desconfia. conta a Jorge seu adultério. se desfaz.

não se detendo diante de qualquer sentimento de fundo moral. dividido entre o amor de Luísa e o papel social de marido em relação ao adultério.. é imprescindível que se conheça com maior aprofundamento alguns aspectos dos personagens. o que resulta no conflito entre a frágil Luísa e a obstinada Juliana. aos dezoito anos. Eça de. Nele o autor representa a vaidade e o cinismo muito característico da alta burguesia. desprovido de qualquer valor moral. 1 QUEIRÓS. Representa as classes revoltadas pela constante exploração exercida pelo sistema capitalista. Em solteira. . que representa os janotas da época. pacato. que têm sobre as ogivas os brasões do clan. bastarda. Luísa representa a burguesa romântica da época. desejara então viver num daqueles castelos escoceses. No trecho a seguir. virgem. é inconformada com sua situação e por isso odeia a tudo e a todos. bonita e sentimentalista. preocupada com requintes de etiqueta e futilidades supérfluas. nota-se a crítica feita pelo autor ao descrever a personagem: Lia muitos romances [. Personagens Principais: Luísa: Jovem. mobilados coom arcas góticas e troféus de armas.. Basílio joga com o sentimento alheio.]. Por essa razão.. Manipulador e fútil. 1994.12 PERSONAGENS E ÁNALISE PSICOLÓGICA É por meio dos personagens que Eça de Queirós tece as pesadas críticas à sociedade burguesa da época. tanto os principais quanto os secundários. Juliana: personagem mais completa e acabada da obra. Jorge: É um personagem manso. São Paulo: FTD. [. denunciando os desmazelos e a falta de senso ético praticados pela classe dominante da época. preocupada com materialismos e facilmente manipulável... solteirona. P-21. entusiasmava-se por Walter Scott e pela Escócia. tem sido vista como o símbolo da amargura e do tédio em relação à profissão. O Primo Basílio. Feia. forradas de largas tapeçarias.]1 Basílio: É o conquistador cínico e leviano.

É um representante do intelectual vazio. Tipifica o formalismo próprio da época. na vida privada. muito comum na época. Muito objetivo e racional. É um dos tipos mais famosos da galeria queirosiana. lê poemas obscenos de Bocage e mantém como amante a empregada. revoltado com a realidade de seu país. é descrito como uma pessoa amargurada e descontente da vida. Adelaide. É o avesso da moral da época. desprovida se senso social. Leopoldina: É a mulher do tipo devassa. sendo fumante. usados quando se deseja ao falso padrão moral de alguém. o apego às aparências. o autor às vezes utiliza esse personagem para expor alguns conceitos políticos e filosóficos. . Além destes. gosta de frases feitas e citações morais. Ernestinho Ledesma (o escritor vazio) e Sebastião (o bom moço). mas. por sua vez. pode-se destacar também Dona Felicidade (velha burguesa solteira). No entanto. Julião: É o médico infeliz. adúltera. Amigo do pai de Jorge e padrinho do casamento. o que escandaliza toda a sociedade. o falso moralismo. o trai com um caixeiro. e responsável pelos adjetivos "acaciano" e "conselheiral". a qual.13 Personagens Secundários: Conselheiro Acácio: Homem de palavratório complicado e inútil.

ele praticamente não tem qualquer envolvimento com os personagens. obrigando as pessoas a adotarem comportamentos e idéias que estivessem de acordo com aquilo proposto pelas classes dominantes. a ostentação da riqueza e dos bens materiais tornou-se a regra da sociedade. Eça propõe uma análise objetiva da realidade do país. sendo esta uma marcante característica do realismo. . Participante da Questão Coimbrã. a presença do médico sem classe envergonhava Luisa diante do primo rico e elegante. 2 QUEIRÓS. Neste caso. o autor procura atacar uma das mais sólidas e tradicionais instituições da conservadora sociedade portuguesa: o casamento. Aquele homem de colarinho enxovalhado e com um velho casaco de pano preto malfeito – que idéia daria a Basílio das relações. Julião. por exemplo. Por essa razão.14 ANÁLISE DA OBRA A obra O Primo Basílio. a sua fisionomia tornou-se muito reservada. .como se semelhante visita a surpreendesse! Semelhante toillete a indignasse!2 O trecho acima destacado corresponde a uma reação de Luisa ao receber a visita de seu amigo. como um rapaz preocupado com status social e superioridade de classes. é necessário observar a linguagem simples e curta utilizada e a riqueza na descrição do espaço. pode-se notar como as futilidades eram uma constante no cotidiano aristocrático. Assim. São Paulo: FTD. Outro ponto interessante a que se deve prestar certa atenção é o foco narrativo sob o qual o autor trabalha. Por meio da denúncia do adultério. E instintivamente. o que contribui para alcançar a principal meta do movimento literário em questão. próprios da natureza humana. Além disso. 1994. Em meio à consolidação das conquistas burguesas. de Eça de Queirós. dos amigos da casa! Sentia já o seu chic diminuído. P-99. demonstrando que mesmo as tradições antigas tinham seus defeitos e desmazelos. é uma grande representante do repertório realista. que preferia os valores materiais aos éticos. tanto de ordem política quanto social. Nessa ocasião. Eça de Queirós entrou para a história da literatura justamente por ser muito ativista na busca por uma síntese da realidade que proporcionasse à sociedade da época maior consciência. O Primo Basílio. Onisciente. o autor descreve o personagem Basílio. Eça de.

15 isto é. em que se buscava sanar os vários problemas que atingiam o país durante aquele momento. São Paulo: FTD. Em relação ao adultério. .. o autor refere-se a Basílio quando ele contava à Luisa como vivia em Paris. como observase na seguinte passagem: O adultério aparecia assim um dever aristocrático.. fazendo da escrita engajada não só um estilo facultativo. Eça de. P-126. [. afastando-o do subjetivismo próprio dos textos românticos. tendo no adultério apenas um dos diversos meios para preencher a vida ociosa e vazia que levavam. mas sim uma obrigação para com a sociedade.]3 Nesse trecho. ou a ocupação reles dum temperamento burguês. rodeado de mulheres chics que compunham a mais alta hierarquia social e cuja ocupação era senão o exercício da promiscuidade e da ostentação. Eça de Queirós é implacável na consideração deste assunto polêmico como algo intrínseco da sociedade burguesa da época. O Primo Basílio. o defeito dum espírito pequeno. 3 QUEIRÓS. Eça de Queirós atingiu sua maturidade literária. aproximar o leitor da realidade. Desta forma. De resto a virtude parecia ser. 1994. pelo que ele contava. através da difusão das teorias realistas e do racionalismo contemporâneo.

Além disso. permitindo aos cidadãos manterem-se em pé de igualdade. tirando-a da ignorância que a cerca e colocando-a no caminho que leva ao conhecimento e ao bem-estar por ele proporcionado. pudemos sucintamente perceber como a obra de Eça de Queirós contribuiu para o avanço da literatura portuguesa. Portanto. ainda que só intelectualmente. Logo.16 CONCLUSÃO Ao longo deste trabalho. pode-se notar como a literatura desempenha papel fundamental na construção ética da sociedade. sendo este um meio sutil utilizado para denunciar a realidade. . é um dever de todos valorizar a literatura e lutar para que ela seja cada vez mais democrática e acessível. saindo do sentimentalismo exacerbado tipicamente romântico e introduzindo as novas idéias concebidas durante o período dos progressos decorrentes da Revolução Industrial. vimos como o perfil dos personagens e suas ações refletiam as características da própria sociedade.

br/Reg_SP/Barra_Escolha/B_EcaDeQueiros.com. São Paulo: DCL.nossosaopaulo. Patrícia. São Paulo: FTD. Eça de. Manual de Literatura. NOSSO SÃO PAULO. 1994 MARTINS. 2011 – 21:45. O Primo Basílio.17 BIBLIOGRAFIA QUEIRÓS. LEDO.htm. Acesso em: 30 ago. Teresinha de Oliveira. . Disponível em: http://www. 2008.

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