DIARIO DA ASSEMBLEIA NACIONAL CONSTITUINTE Está presente o Constituinte Jorge Arbage? O SR. INOCÊNCIO OLIVEIRA: – Sr.

Presidente, peço a palavra pela ordem. O SR. PRESIDENTE (Ulysses Guimarães): – Tem V. Ex.ª a palavra. O SR. INOCÊNCIO OLIVEIRA (PFL – PE. Sem revisão do orador.): – Sr. Presidente, este assunto está sendo matéria de acordo, no momento, da reunião dos Líderes. O SR. PRESIDENTE (Ulysses Guimarães): – Remetemos, pois a matéria para o acordo entre as lideranças, como outras proposições que tiveram o mesmo destino. Anuncio o seguinte texto de reunião: Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembléia Nacional Constituinte Requeremos a Vossa Excelência, nos termos regimentais (§ 2º, art. 3º, da Resolução nº 3/88-ACN); a Reunião das os 2T01215-2, 2T00164-9, Emendas n 2T00943-7, 2T0888-1, 2T01474-1, 2T017189, 2T00012-0, 2T00388-9, 2T00045-6 e 2T00570-9, sobre a alínea "b" do parágrafo 2º, inciso X, do art. 161, Supressivas. Sala das Sessões, 25 de agosto de 1988. – Sen. Ronan Tito, Emenda nº 2T01474-1 – Dep. Jorge Hage Emenda nº 2T1215-2 – Dep. Asdrubal Bentes Emenda nº 2T0888-1 – Dep. Ismael Wanderley Emenda nº 2T00012-0 – Dep. César Maia Emenda nº 2T00388-9 Destaque 2D00822-9 Dep. Renato Johnsson Emenda nº 2T00570-9 – Dep. Sandra Cavalcanti Emenda nº 2T00164-9 – Dep. Tadeu França Emenda nº 2T000437 – Dep. Jovanni Masini Emenda nº 2T01718-9 – Dep. Noel de Carvalho Emenda nº 2T00388-9 – Dep. Osvaldo Macedo Emenda nº 2T00045-6 – Dep. Sérgio Spada Emenda nº 2T00045-6 Destaque 2D01556-0. O SR. PRESIDENTE (Ulysses Guimarães): – Trata-se de uma reunião de cerca de quinze destaques. O Senador e Líder Ronan Tito encabeça a relação. Desejase o seguinte: "Requeremos a V. Ex.ª, nos termos regimentais, a reunião das emendas supressivas sobre a alínea "b", inciso X § 2º do art. 161. Querem pois suprimir a alínea b do inciso X: b) operações que destinem a outros Estados petróleo, inclusive lubrificantes, combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, e energia elétrica; O nobre Constituinte e Líder Ronan Tito está com a palavra para justificar a proposição. O SR. RONAN TITO (PMDB – MG. Sem revisão do orador.): – as Sr. Presidente, Sr. e Srs. Constituintes, não se entende por que se quer excepcionar a tributação da energia elétrica de um Estado para outro; não se entende também por que não se quer tributar petróleo de um Estado para outro. Qualquer mercadoria deve ser tributada, sejamos produtos industrializados, sejam as mercadorias que incorporam a energia elétrica e o petróleo como insumos básicos. Esses devem ser tributados – diz explicitamente a nossa Constituição. No entanto, na hora de tributar a energia elétrica, que é um insumo básico, e o petróleo, que é outro insumo básico para a produção industrial, que o texto que não se tributem. Sr. Presidente, gostaria de dar um pequeno exemplo de operações que ocorrem neste nosso Brasil. O meu Estado de Minas Gerais vende bauxita para São Paulo. O preço não importa, mas a tributação só pode ocorrer em torno de oito dólares, que é a pauta para uma tonelada de bauxita. Ademais, São Paulo importa energia elétrica de nosso Estado. Por sua vez, São Paulo produz a alumina, exporta para o nosso Estado o alumínio, e tributa 17%. Pois é assim: São Paulo não paga o ICM sobre os insumos e recebe o ICM na transação do produto industrializado. É uma forma de colonialismo interno do Brasil, e diga-se intolerável. (Muito bem!) Será que não sabem os Srs. Constituintes dos Estados industrializados, principalmente de São Paulo, que para produzir energia elétrica alagam terras ribeirinhas da melhor qualidade e que os produtos agrícolas geram 17% na produção constante e permanente? Alguns poderão dizer que temos royalties que compensam. Não é verdade. O royalty apenas indeniza os estragos ecológicos em municípios e regiões. Ora, se tributamos a venda de qualquer mercadoria de um Estado para outro, por que não tributar a energia elétrica e o petróleo? É um forma de excepcionar e criminalizar os produtores de matéria-prima. É colonialismo interno, inaceitável. Tenho a certeza de que o Estado de Alagoas não pode aceitar isso porque sobre a compra de industrializados de São Paulo paga ICM, mas sobre a energia elétrica que vende não pode faturar. Na venda da energia elétrica, por exemplo, do Pará para São Paulo não há tributação, mas quando a CESP – Centrais Elétricas de São Paulo – vende energia elétrica para o consumidor, ai sim, São Paulo tributa, e isto é uma injustiça. Não podemos colocar esta exceção na Constituição. Concordo até em que haja exceções, que bem poderiam ser previstas em legislação ordinária. Pode ocorrer, em algumas relações de um Estado para outro, que não haja interesse, por exemplo, de o Amazonas tributar o seu petróleo para o Pará. Mas é uma questão de entendimento entre o Amazonas e o Pará. Mas tenho certeza de que, ao expor seu petróleo para São Paulo, o Amazonas bem que gostaria de faturar o ICM, uma vez que sobre tudo o que o Amazonas compra de São Paulo tem o ICM destacado. Temos, pois, que lutar contra esta e todas as formas de colonialismo interno ou externo. Peço aos Srs. Constituintes, principalmente aos companheiros dos Estados produtores de energia, de petróleo, de carvão, que digam "não" a essa forma discriminatória de excepcionar e votem "sim" à minha emenda. O SR. PRESIDENTE (Ulysses Guimarães): – Concedo a palavra ao nobre Constituinte José Serra. O SR. JOSÉ SERRA (PSDB – SP.): – Sr. Presidente, Srs. Constituintes, é muito importante que fiquem claras algumas coisas. Trata a emenda do nobre Constituinte Ronan Tito, que funde várias outras, sobre ICM nas transações interestaduais de energia elétrica e derivados de petróleo. Hoje essa cobrança não acontece. Se a alíquota interestadual desses produtos for maior que zero, de acordo com o espírito da emenda do Consti-

548 tuinte Ronan Tito alguns Estados ganharão à custa de outros. Mas se as alíquotas forem zero, esses Estados apenas deixarão de ganhar. Nada perderão, pois hoje nada cobram. Este é um ponto muito importante. Com a alíquota zero nada se está tirando de ninguém. Em segundo lugar, relativamente a recursos naturais, há um dispositivo nesta Carta, resultante de renegociação, dispondo sobre o pagamento de royalties por extração de petróleo, utilização de recursos hídricos e outros recursos naturais. Naquela ocasião ficou claro, mediante entendimentos, que seriam mantidas as alíquotas interestaduais zero. O que acontece? No Brasil, não mais de sete ou oito Estados têm refinarias de petróleo. Ora, caso seja aprovada a emenda, os Estados que tiverem essas refinarias – como, por exemplo, a Paraíba – ficarão em situação muito difícil, porque terão de pagar um ICM que hoje não pagam. Isso é um absurdo. É uma situação que fomentará, no País, gravíssimos conflitos dentro da Federação. Esse é um ponto muito importante. Por exemplo, Rio de Janeiro e São Paulo são Estados que importam grande parte do petróleo no País, pois ali há muitas refinarias, e passarão a cobrar pelo ICM quando esse petróleo for destinado a outros Estados. Isso seria absurdo! Esta a razão pela qual deixamos a alíquota zero. É um problema de defesa da Federação e de proteção dos Estados em cujos territórios há refinarias. Vejamos a questão da energia elétrica. Os Estados importadores dessa energia terão de pagar royalties aos Estados exportadores. A hipótese, está contemplada no texto e faz parte do acordo. Invoco aqui o testemunho dos líderes, que na ocasião estiveram presentes, inclusive Constituintes do Paraná, preocupados com o problema da energia elétrica. É importante ficar claro: Estados que não têm refinarias ficarão numa situação muito difícil, e os que importam energia elétrica, além do royalty, terão de pagar ICM, ou seja, vão pagar duplamente. Essa medida; portanto, é antifederação e literalmente vai ferir Estados pequenos em cujos territórios não há refinarias. Esta a razão pela qual mantivemos a alíquota zero. Isso é absolutamente fundamental. E invoco, repito, o testemunho dos Líderes do PMDB e de outros partidos que participaram do acordo na ocasião. O SR. PRESIDENTE (Ulysses Guimarães): – Concedo a palavra ao Sr. Relator Bernardo Cabral. O SR. BERNARDO CABRAL (PMDB – AM. Sem revisão do orador.): – Sr. as Presidente, Sr. e Srs. Constituintes, chamo a atenção do PIenário, porque o assunto é extremamente importante. Ouvi, com o carinho que merecem e com a atenção que lhes presto, os Constituintes Ronan Tito e José Serra. Tenho em mãos um documento de que é preciso que o Plenário tome conhecimento. É, nada mais, nada menos, do que um telex do Presidente da Petrobrás. Este telex encerra um assunto da maior seriedade, e que será votado daqui a pouco. Vou ler o que diz o Presidente Armando Guedes Coelho, sobre o papel que representará para a Petrobrás a votação destas as emendas. A Petrobrás pede o apoio de V. Ex. para o exame das emendas supressivas, e alíneas, pelas razões seguintes:

549 "1º – a supressão garante o princípio da não cumulatividade do tributo, previsto no art. 161, § 2º inciso I, permitindo" – atentem para isto – o aproveitamento do crédito do imposto pago na operação anterior; 2º – elimina a possibilidade de acúmulo de crédito do ICM; pago na importação e produção, correspondente à quantidade a ser transferida para outro Estado, se esse crédito viesse a ser permitido na legislação complementar e ordinária que se seguirá à Constituição; 3º – elimina – e aqui é que é o grande problema – "o risco de elevação do preço dos derivados, na medida em que impede o estorno do ICM pago na operação anterior, nos casos de transferência interestadual; 4º – harmoniza o tratamento tributário previsto para os demais combustíveis" – atentem para isso – "como o álcool carburante e o gás natural". É o seguinte: o álcool paga ICM. Então fica a pergunta no ar: e por que não os derivados do petróleo? "5º – Impede" – e aqui chamo a atenção dos eminentes Constituintes – "que o álcool anidro, saindo de um Estado com a incidência do ICM, seja adicionada à gasolina "A" em outro Estado e retorne para consumo no Estado originário, sob a forma de gasolina C, sem incidência do tributo. Ao excluir do texto constitucional a previsão da não incidência, remeterse-á a regulamentação da matéria à legislação complementar e ordinária, propiciando um exame mais aprofundado das repercussões da alteração legislativa que se pretende aprovada, em benefício dos próprios Estados, da política energética e de preços, que cabe preservar, e dos próprios consumidores, beneficiando, por conseqüência, o desenvolvimento nacional." Também regularia toda a escrituração da Petrobrás. E por fim o argumento, sem ser regionalista para ninguém aqui, nesta Casa, é que esta emenda, se não for aprovada, prejudica o Norte e o Nordeste. Somos, pois, Sr. Presidente, pela aprovação da fusão. O SR. PRESIDENTE (Ulysses Guimarães): – O Relator se manifesta pela aprovação. Vamos à votação. Ocupem os lugares, Srs. Constituintes. Vamos votar. Srs. Líderes, dêem seus posicionamentos. O SR. ROBERTO FREIRE: – Sr. Presidente, peço a palavra, pela ordem. O SR. PRESIDENTE (Ulysses Guimarães): – Concedo a palavra, pela ordem, ao nobre Constituinte Roberto Freire. O SR. ROBERTO FREIRE (PCB – PE. Sem revisão do orador.): – Sr. Presidente, o PCB manterá o texto e votará "não". O SR. ALDO ARANTES: – Sr. Presidente, peço a palavra pela ordem. O SR. PRESIDENTE (Ulysses Guimarães): – Tem V. Ex.ª a palavra. O SR. ALDO ARANTES (PC do B – GO. Sem revisão do orador.): – Sr. Presidente, o PC do B vota "não".

DIARIO DA ASSEMBLEIA NACIONAL CONSTITUINTE O SR. JOAQUIM BEVILACQUA O SR. ADOLFO OLIVEIRA: – Sr. (PTB – SP. Sem revisão do orador.): – Sr. Presidente, peço a palavra pela ordem. Presidente, o PTB honra o acordo e vota O SR. PRESIDENTE (Ulysses "não". Guimarães): – Tem V. Ex.ª a palavra. O SR. VIRGÍLIO GUIMARÃES: – Sr. O SR. ADOLFO OLIVEIRA (PL – RJ. Presidente, peço a palavra pela ordem. Sem revisão do orador.): – Sr. Presidente, o O SR. PRESIDENTE (Ulysses PL acompanha o Relator e vota "sim". Guimarães): – Tem V. Ex.ª a palavra pela O SR. GERSON PERES: – Sr. ordem. Presidente, peço a palavra pela ordem. O SR. VIRGÍLIO GUIMARÃES (PT – O SR. PRESIDENTE (Ulysses MG. Sem revisão do orador.): – Sr. Presidente, o PT vota "não" à emenda. Guimarães): – Tem V. Ex.ª a palavra. O SR. JOSÉ LOURENÇO: – Sr. O SR. GERSON PERES (PDS – PA. Presidente, peço a palavra pela ordem. Sem revisão do orador.): – Sr. Presidente, o O SR. PRESIDENTE (Ulysses PDS acompanha o Relator e vota "sim". Guimarães): – Tem V. Ex.ª a palavra pela O SR. CÉSAR MAIA: – Sr. ordem. Presidente, peço a palavra pela ordem. O SR. JOSÉ LOURENÇO (PFL – BA. O SR. PRESIDENTE (Ulysses Sem revisão do orador.): – Sr. Presidente, Guimarães): – Tem V. Ex.ª a palavra. devemos agir com calma em relação a este assunto, que é do maior interesse do País. A O SR. CÉSAR MAIA (PDT – RJ. Sem emoção não nos deve deixar dominar. Jamais revisão do orador.): – Sr. Presidente, o PDT, votarei a favor de que possa ferir o interesse em função das alegações da Petrobrás, de da unidade nacional. Portanto, digo "não" à enorme gravidade, terá de votar "sim" pela emenda. emenda. O SR. CÉSAR MAIA: – Sr. O SR. NELSON JOBIM: – Sr. Presidente, peço a palavra pela ordem. Presidente, peço a palavra pela ordem. O SR. PRESIDENTE (Ulysses O SR. PRESIDENTE (Ulysses Guimarães): – Tem V. Ex.ª a palavra pela Guimarães): – Tem V. Ex.ª a palavra. ordem. O SR. CÉSAR MAIA (PDT – RJ. Sem O SR. NELSON JOBIM (PMDB – RS. Sem revisão do orador.): – Sr. revisão do orador.): – Sr. Presidente, o PDT Presidente, é fundamental que sejam gostaria de informar que o que disse o Líder relembrados, nesta Casa, os entendimentos Nelson Jobim é verdade. Alteramos o nosso do primeiro turno. Quando em reunião da voto apenas em função dos argumentos da Liderança do PMDB, presidida, então, pelo Petrobrás. Senador Mário Covas, houve um O SR. JOSÉ SERRA: – Sr. entendimento e um acordo do qual esta Presidente, peço a palavra pela ordem. Liderança não se afastará em hipótese O SR. PRESIDENTE (Ulysses alguma. Esse entendimento e esse acordo Guimarães): – Tem V. Ex.ª a palavra pela foi no sentido de que seria votada a ordem. aprovação do royalty e os Estados que O SR. JOSÉ SERRA (PSDB – SP. pretendessem o ICM renunciariam a esse Sem revisão do orador.): – Sr. Presidente, o imposto. A Liderança do PMDB mantém PSDB vota "não", honrando o acordo feito na esse acordo e apela àqueles participantes, época, ressalvadas as posições de fundamentalmente ao Senador Mário Covas, integrantes da sua bancada, como a do Líder aos Constituintes Renato Johnsson, Sérgio Artur da Távola, um dos Constituintes do Spada e aos Constituintes do Pará que Estado do Rio de Janeiro. estiveram presentes à reunião, que atentem O SR. ARTUR DA TÁVOLA: – Sr. para o que ficou acordado naquele momento: que aprovaríamos o royalty e não Presidente, peço a palavra pela ordem. aprovaríamos apagamento do ICM. O SR. PRESIDENTE (Ulysses Guimarães): – Tem V. Ex.ª a palavra pela Sr. Presidente, o PMDB diz "não" à ordem. emenda em face do acordo. O SR. ARTUR DA TÁVOLA (PSDB – O SR. RONAN TITO: – Sr. RJ. Sem revisão do orador.): – Sr. Presidente, peço a palavra pela ordem. Presidente, pedindo-lhe desculpas quero dizer O SR. PRESIDENTE (Ulysses que V. Ex.ª quer acelerar os trabalhos, mas a ressalva que o Constituinte José Serra está Guimarães): – Tem V. Ex.ª a palavra. fazendo é de suma importância para a O SR. RONAN TITO (PMDB – MG. bancada do PSDB. Sem revisão do orador.): – Sr. Presidente, O SR. PRESIDENTE (Ulysses não posso aceitar essa barganha feita dentro Guimarães): – Ouvirei V. Ex.ª como sempre, do bunker que, para se tributar o que é com o respeito costumeiro. honesto, o que é certo, tem de se barganhar. O SR. JOSÉ SERRA: – Sr. Não admito, não aceito, não referendo esse Presidente, peço a palavra pela ordem. acordo. Peço aos companheiros que votem "sim". O SR. JOAQUIM BEVILACQUA: – Sr. Presidente, peço a palavra pela ordem. O SR. PRESIDENTE (Ulysses Guimarães): – Tem a palavra o nobre Constituinte.

O SR. JOSÉ SERRA (PSDB – SP. Sem revisão do orador.): – Sr. O SR. PRESIDENTE (Ulysses Presidente, o PSDB encaminha "não", Guimarães): – Tem V. Ex.ª a palavra pela respeitando a posição de integrantes da ordem. sua bancada, como o Líder Artur da Távola

DIARIO DA ASSEMBLEIA NACIONAL CONSTITUINTE e outros do Estado do Rio de Janeiro, que votarão “sim”. O SR. PRESIDENTE (Ulysses Guimarães): – Passa-se à votação. (Procede-se à votação.) O SR. INOCÊNCIO OLIVEIRA: – Sr. Presidente, peço a palavra pela ordem. O SR. PRESIDENTE (Ulysses Guimarães): – Tem V. Ex.ª a palavra pela ordem. O SR. INOCÊNCIO OLIVEIRA (PFL – PE. Sem revisão do orador.): – Sr. Presidente, gostaria de informar a V. Ex.ª que já houve um acordo sobre a emenda de autoria do Constituinte Jorge Arbage, que estava sendo motivo de acordo entre os Líderes. Então, já pode ser colocada em votação. Era esta a nossa participação, juntamente com o Líder do PMDB, Constituinte Nelson Jobim. O SR. RONALDO ARAGÃO: – Sr. Presidente, peço a palavra pela ordem. O SR. PRESIDENTE (Ulysses Guimarães): – Tem V. Ex.ª a palavra pela ordem. O SR. RONALDO ARAGÃO (PMDB – RO. Sem revisão do orador.): – Sr. Presidente, está dando duplicação do meu código. O Meu voto é "sim". O SR. PRESIDENTE (Ulysses Guimarães): – Será registrado o voto de V. Ex.ª. O SR. PRESIDENTE (Ulysses Guimarães): – Está encerrada a votação. A Mesa vai proclamar o resultado. (Votação nº 904): SIM – 187 NÃO – 213 ABSTENÇÃO – 5 TOTAL – 405 As emendas foram rejeitadas VOTARAM OS SRS. CONSTlTUINTES: Presidente Ulysses Guimarães – Abstenção Abigail Feitosa – Não Acival Gomes – Sim Ademir Andrade – Sim Adhemar de Barros Filho – Não Adolfo Oliveira – Sim Adroaldo Streck – Não Adylson Motta – Não Aécio de Borba – Sim Affonso Camargo – Sim Afonso Sancho – Sim Agripino de Oliveira Lima – Não Airton Cordeiro – Sim Airton Sandoval – Não Alarico Abib – Sim Albano Franco – Sim Albérico Cordeiro – Sim Alceni Guerra – Sim Aldo Arantes – Não Alexandre Costa – Não Alexandre Puzyna – Sim Alfredo Campos – Sim Almir Gabriel – Sim Aloisio Vasconcelos – Sim Aloysio Chaves – Sim Aloysio Teixeira – Sim Aluízio Campos – Sim Alysson Paulinelli – Sim Amaral Netto – Sim Amaury Müller – Não Amilcar Moreira – Sim Ângelo Magalhães – Não Anna Maria Rattes – Sim Annibal Barcellos – Não Antero de Barros – Não Antônio Carlos Franco – Sim Antônio Carlos Konder Reis – Não Antônio de Jesus – Não Antonio Ferreira – Não Antonio Gaspar – Sim Antonio Mariz – Não Antonio Perosa – Não Arnaldo Faria de Sá – Não Arnaldo Martins – Sim Arnaldo Moraes – Sim Arnaldo Prieto – Sim Artenir Werner – Sim Artur da Távola – Sim Asdrubal Bentes – Sim Assis Canuto – Não Augusto Carvalho – Não Basílio Villani – Sim Benedicto Monteiro – Sim Benito Gama – Não Bernardo Cabral – Sim Bezerra de Melo – Sim Bocayuva Cunha – Sim Carlos Alberto Caó – Sim Carlos Cardinal – Não Carlos Cotta – Não Carlos De Carli – Não Carlos Mosconi – Não Carlos Sant'Anna – Sim Cássio Cunha Lima – Não Célio de Castro – Sim Celso Dourado – Sim César Maia – Sim Chagas Duarte – Sim Chagas Rodrigues – Não Christóvam Chiaradia – Não Cid Sabóia de Carvalho – Sim Cláudio Ávila – Não Costa Ferreira – Não Cristina Tavares – Sim Cunha Bueno – Não Dálton Canabrava – Sim Darcy Deitos – Sim Darcy Pozza – Não Davi Alves Silva – Não Del Bosco Amaral – Não Delfim Netto – Não Délio Braz – Não Denisar Arneiro – Sim Dionisio Dal Prá – Sim Dionísio Hage – Sim Dirce Tutu Quadros – Não Dirceu Carneiro – Sim Djenal Gonçalves – Sim Domingos Juvenil – Sim Doreto Campanari – Não Edésio Frias – Sim Edivaldo Motta – Sim Edme Tavares – Sim Edmilson Valentim – Não Eduardo Bonfim – Não Eduardo Jorge – Não Eduardo Moreira – Não

550 Elias Murad – Sim Eliel Rodrigues – Sim Eliézer Moreira – Não Enoc Vieira – Não Eraldo Tinoco – Abstenção Eraldo Trindade – Sim Etevaldo Nogueira – Sim Euclides Scalco – Sim Evaldo Gonçalves – Não Expedito Machado – Sim Ezio Ferreira – Sim Fábio Feldmann – Não Farabulini Júnior – Não Felipe Mendes – Não Fernando Gasparian – Não Fernando Gomes – Sim Fernando Henrique Cardoso – Não Fernando Santana – Não Firmo de Castro – Não Flavio Palmier da Veiga – Sim Florestan Fernandes – Não Floriceno Paixão – Não França Teixeira – Sim Francisco Amaral – Não Francisco Benjamim – Sim Francisco Carneiro – Não Francisco Coelho – Não Francisco Dias Alves – Não Francisco Diógenes – Não Francisco Dornelles – Não Francisco Küster – Sim Francisco Rollemberg – Sim Francisco Rossi – Não Francisco Sales – Não Furtado Leite – Não Gabriel Guerreiro – Sim Gastone Righi – Não Genebaldo Correia – Sim Genésio Bernardino – Sim Geovani Borges – Não Geraldo Alckmin Filho – Não Geraldo Campos – Não Gerson Camata – Não Gerson Marcondes – Não Gerson Peres – Sim Gidel Dantas – Abstenção Gilson Machado – Não Gumercindo Milhomem – Não Harlan Gadelha – Sim Haroldo Lima – Não Hélio Costa – Sim Hélio Duque – Sim Hélio Manhães – Não Hélio Rosas – Não Henrique Córdova – Não Herádito Fortes – Sim Hermes Zaneti – Não Hilário Braun – Não Homero Santos – Não Humberto Souto – Sim lberê Ferreira – Sim lnocêncio Oliveira – Não Iram Saraiva – Não Irma Passoni – Não Ismael Wanderley – Sim Israel Pinheiro – Sim Itamar Franco – Sim Ivo Lech – Não Ivo Mainardi – Não Evo Vanderlinde – Não Jacy Scanagatta – Sim

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful