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Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais, de Serviços e Públicos

Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de
Nível de Eficiência Energética de Edifícios
Comerciais, de Serviços e Públicos

Versão experimental aprovada pelo Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de
Eficiência Energética - CGIEE - em reunião do dia 12 de setembro de 2006
Última atualização: 06/02/2007

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Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais, de Serviços e Públicos

Apresentação

Texto com os requisitos técnicos necessários para a classificação do nível de
eficiência energética de edifícios comerciais, de serviços e públicos, visando a
etiquetagem voluntária, com foco na eficiência energética para edificações comerciais
e públicas. Esta regulamentação inclui três requisitos principais: eficiência e potência
instalada do sistema de iluminação, eficiência do sistema de condicionamento do
ar e o desempenho térmico da envoltória do edifício.

Este documento foi elaborado pelo Laboratório de Eficiência Energética em
Edificações, Departamento de Engenharia Civil da Universidade Federal de Santa
Catarina através do convênio ECV 007/2004 firmado com a Eletrobrás no âmbito do
programa Procel EDIFICA. As discussões foram conduzidas na Secretaria Técnica e
submetidas ao GT Edificações do MME que após aprovação enviou para o Comitê
Gestor de índices e Níveis de Eficiência Energética – CGIEE (Decreto nº 4.059 de 19
de dezembro de 2001).

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Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais, de Serviços e Públicos

Equipes

GT Edificações MME
Ministério de Minas e Energia
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
Ministério das Cidades
Ministério da Ciência e Tecnologia
Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica - PROCEL
Programa Nacional de Racionalização do Uso de Derivados de Petróleo e do Gás
Natural -CONPET
Câmara Brasileira da Indústria da Construção
Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CONFEA
Instituto dos Arquitetos do Brasil - IAB
Universidade

Ministério de Minas e Energia - MME
Laura Porto - Diretora do Departamento de Desenvolvimento Energético
Paulo Augusto Leonelli - Coordenador do GT-Edificações
Paulo de Tarso de Alexandria Cruz - Coordenador-Geral de Eficiência Energética
Ceres Cavalcanti - Coordenadora-Geral de Economia de Energia

Ministério das Cidades – Mcidades
Maria Salette Weber – Coordenadora Geral do PBPQ-H

Secretaria do Grupo Técnico de Edificações – GT Edificações
Almir Fernandes
Ana Maria Mascarenhas
Cláudia Barroso-Krause
Francisco Vasconcellos
Jeanine R. Claper
João Carneiro
Leonardo Machado Rocha
Leonardo Salazar Bittencourt
Luciana Hamada

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Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais. Souza Rodrigo Batista Uchôa Sonia de Miranda Guilliod Vania M. de Serviços e Públicos Lydio Bandeira de Mello Maria Salette Weber Roberta V. Prado Eletrobrás/PROCEL Anselmo Borba Daniel Delgado Bouts Fernando Pinto Dias Perrone Frederico Guilherme Cardoso Souto Maior de Castro George Alves Soares Jose Luiz Grunewald Miglievich Leduc Patricia Zofoli Dorna Rebeca Obadia Pontes Laboratório de Eficiência Energética em Edificações – LabEEE – UFSC Roberto Lamberts Fernando Simon Westphal Joyce Correna Carlo Marina Vasconcelos Santana Solange Goulart 5 .G.

........ Divisão dos circuitos ..............................19 4...2..... Terminologia.........2.16 3.............19 3...................................2...............................13 2............. e do tipo Split hi-wall (para instalação em paredes)....................20 4............... do tipo janela.......2...............1...........20 4........................29 4......................................................... Isolamento de zonas ........................ Sistema de condicionamento de ar central..1......3....................30 6 ........................................................................................................... .2................2................3.......8 2.......3................2................Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais..........................2.. Pré-requisitos Gerais...1...............................................11 2............20 4...................................... Automação .........22 4..20 4............28 4.......................19 3......................................... Contribuição da luz natural.................1...............................2. de Serviços e Públicos Índice 1........................................3..................................... Desligamento automático do sistema de iluminação ..................................................................................................18 3................. Cálculo de carga térmica ......2........... Controle do sistema de iluminação ..... Cálculo de carga térmica ...15 3.....1 Geral.......... ........3......................3..............................3...15 3......1........28 4...........................2.................28 4.........2...............4 Aquecimento e resfriamento simultâneo ................... Outras formas de eficiência energética não computadas nesta regulamentação..........................11 2..... Controle de temperatura por zona ... Sistemas de condicionamento de ar não regulamentados pelo INMETRO........................29 4..28 4...............1.2..........2................2 Faixa de temperatura de controle ...........13 3.............. Sistema de Iluminação .......................3 Aquecimento suplementar .............................................................................................................................. Determinação do nível de iluminância de projeto ...............................2.........1........................ Objetivo desta regulamentação:......... Condicionadores de ar de uso doméstico........................................................................ Método de cálculo da densidade de potência de iluminação .... Sistema de Condicionamento de Ar .......28 4......... Siglas e Definições .................................2.......2...................4.. Introdução: ...2.............1....................................................

.........7.......35 4..2...................2....Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais....2.....6...............1 Sistemas de vazão de líquido variável....................................................................8......5........................................................2 Ciclo economizador ...... Controles e dimensionamento dos sistemas hidráulicos.........35 4............2...........3 Controles de reajuste da temperatura de água gelada e quente 35 4........................................43 7 ...30 4..........................................................................................................32 4.......2............2 Isolamento de bombas .2....8.......34 4...............................2.........................................................................1 Zonas de operação contínua ..........5.................................32 4...4................ Recuperação de calor .37 5.31 4..................1 Geral..2.2 Controle de velocidade do ventilador ..... Envoltória..................4 Acionamento otimizado...................................................................................................35 5.... de Serviços e Públicos 4...... Equipamentos de rejeição de calor ..........2...................................8..........7.........33 4...........2......34 4.................. Simulação:..........5... são obrigatórios os seguintes pré- requisitos para as Zonas Bioclimáticas 2 a 8:.............................................................5.....................2........2..............32 4............1 Controles de sistemas de ventilação para áreas com altas taxas de ocupação ................7..........................2...........3 Sistemas de exaustão .....42 6..........................1.2....... Controles e dimensionamento do sistema de ventilação .... Para atingir a classificação A.......................7........34 4..33 4...........5.......

equipamentos. excluindo subsolos (no caso de edifícios com formato irregular). COP: Coeficiente de Performance . para um sistema completo de refrigeração ou uma porção específica deste sistema sob condições operacionais projetadas. de uma proteção solar e do vão da janela. Siglas e Definições Abertura: Todas as áreas do envelope do edifício translúcidas ou transparentes (que permitem a entrada da luz). Terminologia. incluindo janelas. portas de vidro (com mais da metade da área de vidro) e paredes de blocos de vidro.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais. Apcob: Área de projeção da cobertura (m2): área da projeção horizontal da cobertura (quando os edifícios são de formato uniforme) ou área de projeção média dos pavimentos. DPI: Densidade de Potência de Iluminação (W/m 2/100lux). AVS: Ângulo Vertical de Sombreamento – proteções solares horizontais. horizontal ou vertical. Ângulo de Sombreamento: Ângulo formado a partir da projeção. AHS: Ângulo Horizontal de Sombreamento – proteções solares verticais. excluindo garagens. iluminação).segundo a ASHRAE 90. Ambiente: espaço interno de um edifício. medidas externamente. painéis plásticos. clarabóias. Aenv : Área da envoltória (m2): soma das áreas das fachadas e empenas e da área de cobertura. Atot : Área total de piso (m2): soma das áreas de piso fechadas de construção. medida entre os paramentos internos das paredes que delimitam o ambiente. 8 . CA: Sistema de Condicionamento de ar. é a razão da taxa de calor removido pela taxa de energia consumida. DCI: Densidade de Carga Térmica Interna (W/m 2) . piso e dispositivos operáveis tais como janelas e portas. fechado por superfícies sólidas tais como paredes ou divisórias. de Serviços e Públicos 1.(pessoas. AU: Área Útil (m2): área realmente disponível para ocupação. AC: Área Condicionada (m2): ambiente fechado atendido por sistema de condicionamento de ar.1. teto.

prestação de serviços. PAZ: Percentual de Abertura Zenital (%): Percentual de área de abertura zenital na cobertura. ou kW/ton expressando eficiência em carga parcial para equipamento de condicionamento de ar e bomba de calor na base de pesos ponderados de operação a várias capacidades de carga. ICenv : Indicador de Consumo da envoltória. empenas. acima dessa inclinação ver PAF T . preparação e venda de alimentos. A NFRC 201:2004 apresenta procedimentos e especificações técnicas normalizadas para aplicação de um método calorimétrico de medição de ganho de calor solar em janelas. PT: Pontuação Total. cobertura. induzida pela diferença de temperatura entre dois ambientes. Ucob: Transmitância Térmica da Cobertura (W/(m 2K)): transmis são de calor em unidade de tempo e através de uma área unitária de um elemento ou componente construtivo. Inclui o calor radiante transmitido pelo vidro e a radiação solar absorvida. O fator solar considerado será relativo a uma incidência de radiação solar ortogonal à janela. IPLV: Integrated part-load value – um número de um dígito baseado em COP. PAFT: Percentual de Abertura na Fachada total (%): É calculado pela razão da soma das áreas de abertura de cada fachada pela área total de fachada da edificação. brises. assim como qualquer elemento que os compõem. FS: Fator Solar: Razão entre o ganho de calor que entra num ambiente através de uma abertura pela radiação solar incidente nesta mesma abertura. incluindo as resistências superficiais interna e externa. tais como escolas. de Serviços e Públicos Edifícios Comerciais e de Serviços: aqueles usados com finalidade que não a residencial ou industrial. Refere-se exclusivamente a aberturas em superfícies com inclinação inferior a 60º em relação ao plano horizontal. escritórios. PU: Padrão de Uso ou horas de operação durante dias úteis (h). Refere-se exclusivamente a aberturas em paredes verticais com inclinação superior a 60° em relação ao plano horizontal. Planos externos da edificação. A transmitância térmica deve ser calculada 9 . composto por fachadas. instituições.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais. venezianas). marquises. empresas e hotéis. A ISO 15099: 2003 e a ISO 9050: 2003 apresentam procedimentos de cálculos normalizados para o FS e outros índices de desempenho energético de vidros e janelas com panos envidraçados simples ou múltiplos e também algumas tipologias de proteções solares internas (ex. que é re-irradiada ou transmitida por condução ou convecção ao ambiente. Env: Envoltória.

Zona Bioclimática: Região geográfica homogênea quanto aos elementos climáticos que interferem nas relações entre ambiente construído e conforto humano. onde as condições desejadas (temperatura) podem ser mantidas usando um único sensor (termostato ou sensor de temperatura). 10 . com exceção de pátios internos descobertos. de Serviços e Públicos utilizando o método de cálculo da NBR 15220-2 (ABNT. Vtot : Volume total da edificação (m3): volume delimitado pelos fechamentos externos do edifício (fachadas e cobertura). 2005) ou determinada pelo método da caixa quente protegida da NBR 6488 (ABNT. Zona Térmica: espaço ou grupo de espaços dentro de um edifício condicionado que são suficientemente similares. 1980).Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais. Para especificar a hipótese de conforto adotada utilizar uma das seguintes normas: ASHRAE Standard 55/2004 ou ISO 7730/2005. Zona de Conforto: zona onde existe satisfação psicofisiológica de um indivíduo com as condições térmicas do ambiente.

A3. pesos são atribuídos para cada requisito. Este regulamento aplica-se para edifícios com área total útil mínima de 500m 2 e/ou com tensão de abastecimento superior ou igual a 2.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais. e passará a ter caráter obrigatório no prazo máximo de cinco anos a partir da data de implementação. resultando numa classificação final. 2. • Item 5: Envoltória. e de acordo com a pontuação final. as classificações por requisitos devem ser avaliadas. dividida nesses três requisitos. Para isso. A presente regulamentação especifica a classificação do nível de eficiência de edificações. com previsão de implantação a partir de 2007. parcialmente condicionados e naturalmente ventilados. incluindo edifícios condicionados. A2. é obtida uma classificação que também varia de A (mais eficiente) a E (menos eficiente): 11 .1. • Item 4: Sistema de Condicionamento de Ar. A3a e A4). Sistema de iluminação. É de caráter voluntário. Introdução: A presente regulamentação especifica requisitos técnicos. conforme as metodologias descritas nos itens correspondentes: • Item 3. de serviços e públicos. Para obter a classificação geral do edifício. Todos os requisitos têm níveis de eficiência que variam de A (mais eficiente) a E (menos eficiente). de Serviços e Públicos 2. à eficiência do sistema de condicionamento do ar e ao desempenho da envoltória. Objetivo desta regulamentação: Criar condições para a Etiquetagem Voluntária do nível de eficiência energética de edifícios comerciais. A etiquetagem de eficiência energética para edificações deve atender aos requisitos relativos à eficiência e potência instalada do sistema de iluminação.3kV (subgrupos A1. bem como os métodos para classificação de edificações comerciais e públicas quanto à eficiência energética.

5   AU   AU    AU   AU   Os equivalentes numéricos para os níveis de eficiência de cada requisito são obtidos na tabela 2. é obrigatório comprovar por simulação que o ambiente interno proporciona temperaturas dentro da zona de conforto durante 95% das horas ocupadas. não são consideradas para análise da envoltória. banheiros.30. deve-se observar o seguinte para a análise do requisito envoltória dessas áreas: a) Áreas de curta permanência. áreas de trabalho.1. e o nível de eficiência do requisito envoltória das áreas condicionadas é definido de acordo com o item 5. tais como circulação. Portanto. EqNumEnv. b) Áreas de longa permanência.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais.30. escritórios.(EqNumDPI) + 0. 5 + 0.EqNumCA.40 .  + 1 .  + 1 . de Serviços e Públicos Os pesos estão distribuídos da seguinte forma: • Sistema de Iluminação = 30% • Sistema de Condicionamento de Ar = 40% • Envoltória = 30% O nível de classificação de cada requisito equivale a um número de pontos correspondentes assim atribuídos: Tabela 2. 12 . o nível de eficiência do sistema de condicionamento de ar (CA) é definido no item 4. O nível de eficiência do sistema de iluminação (DPI) é definido no item 3.1 Equivalente numérico para cada nível de eficiência (EqNum) A 5 B 4 C 3 D 2 E 1 No caso de edifícios que possuem áreas não condicionadas. tais como lojas. a classificação geral do edifício é calculada de acordo com a distribuição dos pesos através da seguinte equação:  AC   AC    AC   AC   PT = 0. depósitos.

para o edifício ser elegível à etiquetagem. e outros. 13 . 2.2: Classificação Geral PT Classificação Final =4.5 a <3. desde que possuam desligamento automático para os quartos e edificações com múltiplas unidades autônomas de consumo. • sistemas de cogeração.5 E 2. deve cumprir os seguintes requisitos mínimos: • Possuir circuito elétrico com possibilidade de medição centralizada por uso final: iluminação.5 a <4. de Serviços e Públicos O número de pontos obtidos na equação acima irá definir a classificação geral da edificação: Tabela 2.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais.5 D 1 a <1. Pré-requisitos Gerais Além dos requisitos descritos nos itens 3 a 5. sistema de condicionamento de ar.2.5 C =1. aproveitamento de água pluvial. Outras formas de eficiência energética não computadas nesta regulamentação Iniciativas que aumentem a eficiência da edificação poderão receber um incentivo de até um ponto na classificação geral a critério do GT Edificações do INMETRO. tais como aquecimento solar de água. estas iniciativas deverão ser justificadas e a economia gerada deve ser comprovada.3.5 a <2. Para tanto. Estas podem ser: • sistemas e equipamentos que racionalizem o uso da água. • sistemas ou fontes alternativas de energia.5 a 5 A =3. painéis fotovoltaicos.5 B =2. Exceto: hotéis. • inovações técnicas ou de sistemas que comprovadamente aumentem a eficiência energética da edificação. gás natural. tais como economizadores de torneira. sanitários com sensores.

Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais. ou utilizar bomba de calor ou aquecimento por reuso de calor. c) Se o edifício possuir mais de um elevador. d) As bombas de água centrífugas. de Serviços e Públicos • Requisitos mínimos a cumprir para o edifício atingir uma classificação A: a) Se houver demanda para uso de sistema de água quente utilizar aquecimento solar de água com coletor e reservatório térmico com classificação A segundo regulamento específico do Programa Brasileiro de Etiquetagem – PBE. utilizar coletores e reservatórios solares etiquetados com a classificação A. utilizar o máximo aproveitamento dentro da área de coleta possível. quando utilizadas. no âmbito do PBE/INMETRO. devem fazer parte do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE/INMETRO). deverá utilizar obrigatoriamente controle inteligente de tráfego para elevadores de uma mesma finalidade em um mesmo hall. b) Quando usar aquecimento solar de água. 14 . ou ainda utilizar aquecedores a gás individuais com classificação A segundo regulamento específico do Programa Brasileiro de Etiquetagem – PBE.

d.1. c. de Serviços e Públicos 3.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais. h é a altura média entre a superfície de trabalho e o plano das luminárias no teto. de acordo com o índice de ambiente.1.L K= h(C + L ) onde: K é o índice de ambiente (adimensional). C é o comprimento total do ambiente (m). adotar coeficiente de manutenção igual a 0. Para efeito dessa norma. L é a largura total do ambiente (m). 3. Classificar o ambiente em função dos limites estabelecidos na Tabela 3. Aplica-se aos espaços internos dos edifícios. Calcular a Densidade de Potência de Iluminação obtida no projeto luminotécnico em W/m² por 100 lux de iluminância média proporcionada no ambiente ao final do período de manutenção. o que corresponde a um período de 24 meses. O nível de iluminância de projeto alcançado ao final do período de 24 meses não deve ser superior ao nível de iluminância definido de acordo com o item 3. Usar interpolação quando necessário. Método de cálculo da densidade de potência de iluminação a. Os níveis de eficiência para a potência de iluminação variam de A (mais eficiente) a E (menos eficiente). serão considerados de nível E (menos eficiente). Valores de Densidade de Potência de Iluminação maiores que os limites do nível D.2 acrescido de 20%.80. b. Sistema de Iluminação Escopo: Estabelece o limite de potência de iluminação interna para cada ambiente da edificação. 15 .1. Obter o limite máximo aceitável de densidade de potência de iluminação por 100lux (W/m2/100lux) em função do índice de ambiente na Tabela 3. Determinar o índice de ambiente de cada ambiente da edificação usando a seguinte equação: C.

34 4.32 5.3 .00 3.86 1. inspeção.84 4.31 2.34 3. escritórios para área de Tarefas com requisitos especiais. 3.57 2.01 2.88 2.79 3.37 6.16 2.86 4.31 3.91 2. Tabela 3. Densidade de Densidade de Densidade de Densidade de Índice de Potência de Potência de Potência de Potência de ambiente Iluminação Iluminação Iluminação Iluminação 2 2 2 2 K W/m /100lux W/m /100lux W/m /100lux W/m /100lux (Nível A) (Nível B) (Nível C) (Nível D) 0. de Serviços e Públicos Tabela 3.1. A iluminância desejada é função da atividade desenvolvida.11 4.00 1. montagem de difíceis microeletrônica 10000-15000-20000 Tarefas visuais muito especiais. auditórios B Tarefas com requisitos visuais normais.2.24 2.88 2. 200-300-500 simples trabalho bruto de maquinaria.91 2. Determinação do nível de iluminância de projeto Determinar o nível de iluminação necessário para cada ambiente através do uso da NBR 5413 – Iluminância de Interiores.71 1. indústria de roupas C 2000-3000-5000 Tarefas visuais exatas e prolongadas.57 3. Parede = 50%.60 2.77 5.53 2.46 3. 100-150-200 interruptamente ou depósitos com tarefas visuais Tarefas com requisitos visuais limitados.50 1.80 2. gravação 1000-1500-2000 trabalho manual. idade média dos ocupantes.extraídas da NBR 5413). cirurgia Fonte: NBR 5413 16 .2 e 3. Limite máximo aceitável de densidade de potência de iluminação para o nível de eficiência pretendido.00 5. eletrônica Iluminação adicional de tamanho pequeno para tarefas visuais 5000-7500-10000 Tarefas visuais muito exatas. trabalho 500-750-1000 Iluminação geral médio de maquinaria.50 1.2 – extraída da NBR 5413 Tabela 1 – Iluminâncias por classe de tarefas visuais classe Iluminância (lux) Tipo de atividade A 20-30-50 Áreas públicas com arredores escuros Iluminação geral 50-75-100 Orientação simples para permanência curta para áreas usadas Recintos não usados para trabalho contínuo.77 3.77 4.74 2.89 Obs.17 4. velocidade e precisão e refletância do fundo da tarefa (ver Tabelas 3.57 1.00 1.12 3.00 2. Piso = 10%.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais.38 2.33 3.43 3.00 1.25 2.38 3.: Foram adotadas as seguintes refletâncias do ambiente: Teto = 70%.74 2.31 1.92 0.00 1.

Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais. Iluminação totalmente voltada ao crescimento de plantas ou sua manutenção. e. Em casos especiais onde a idade do observador for superior a 55 anos ou a velocidade e precisão da tarefa for crítica ou importante. de Serviços e Públicos Tabela 3. Iluminação especificamente projetada para uso exclusivo em procedimentos médicos ou dentários e iluminação contida em equipamentos médicos ou dentários. c.3 (Tabela 2 da Norma de Iluminância: a idade. como lâmpadas de refrigeradores. por exemplo. f. iluminação de tarefa e aumento da refletância do fundo. Iluminação contida em refrigeradores e freezers. museus e monumentos. Devem ser excluídos do cômputo do cálculo da potência instalada da iluminação os sistemas que forem complementares à iluminação geral e com controle independente nas seguintes situações: a. etc. a velocidade e precisão e a refletância do fundo da tarefa). Iluminação de destaque que seja parte essencial para o funcionamento de galerias. de acordo com a Tabela 3. adotar medidas locais para atender à maior exigência. para efeito da etiquetagem. tanto abertos quanto fechados por vidro. No caso desta regulamentação. Iluminação totalmente voltada a aquecimento de alimentos e a equipamentos de preparação de alimentos. indicando a tarefa com o respectivo nível de precisão e refletância do fundo. b. geladeiras. deve-se demonstrar os valores selecionados. Iluminação contida em ou que seja parte de equipamentos ou instrumentos desde que instalada pelo próprio fabricante. 17 . O uso adequado de iluminância específica é determinado por três fatores.3 – extraída da NBR 5413 Tabela 2 – Fatores determinantes de iluminância desejada Características do observador e Peso da tarefa -1 0 +1 Idade Inferior a 40 anos 40 a 55 anos Superior a 55 anos Velocidade e precisão Sem importância Importante Crítica Refletância do fundo da tarefa Superior a 70% 30 a 70% Inferior a 30% Fonte: NBR 5413 Da Tabela 3. d. a soma destes três fatores deve ser igual a -2 ou -3 para que e a iluminância inferior do grupo seja adotada.2 (tabela 1 da NBR 5413) constam os valores de iluminância por classe de tarefas visuais. Na documentação para a entrada com o pedido de etiquetagem.

3. h.3.3.1. Nível B – o controle do sistema de iluminação deve atender pelo menos as características estabelecidas nos itens 3.3. b. de acordo com o nível de eficiência pretendido. Controle do sistema de iluminação Para efeito de classificação da edificação.3. Iluminação em ambientes especificamente projetados para uso de deficientes visuais.3. 3.2 . n. j. Nível A – o controle do sistema de iluminação deve atender as características estabelecidas nos itens 3. Iluminação totalmente voltada à propaganda ou à sinalização. ou outros órgãos municipais ou estaduais de competência análoga. além dos limites de potência instalada estabelecidos no item 3. de Serviços e Públicos g. m. Sinais indicando saída e luzes de emergência. Iluminação em vitrines de lojas varejistas.2.1 e 3. Iluminação à venda ou sistemas de iluminação para demonstração com propósitos educacionais. Iluminação em ambientes internos que sejam especificamente designados como um marco histórico de acordo com o IPHAN. l. i. Áreas de jogos ou atletismo com estrutura permanente para transmissão pela televisão.1 . 18 .3. incluindo apresentações ao vivo e produções de filmes e vídeos. desde que a área da vitrine seja fechada por divisórias cuja altura alcance o forro. 3.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais.3. k. c. Iluminação para fins teatrais. Nível C – o controle do sistema de iluminação deve atender pelo menos as características estabelecidas no item 3.1. e 3. deverão ser respeitados os critérios de controle do sistema de iluminação. conforme os requisitos abaixo: a.

3. 19 . Divisão dos circuitos Cada ambiente fechado por paredes ou divisórias até o teto deve possuir pelo menos um dispositivo de controle manual para o acionamento independentemente da iluminação interna do ambiente. Uma programação independente deve ser proporcionada para áreas não maiores do que 2500m² e não mais do que um pavimento. ou c. um sensor de presença que desligue a iluminação 30 minutos após a saída de todos ocupantes. • uma área de até 1000m² para ambientes maiores do que 1000m². e com mais de uma fileira de luminárias paralelas à janela.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais. 3. Este dispositivo de controle automático deve funcionar de acordo com uma das seguintes opções: a. em ambientes com janela voltada para o ambiente externo ou voltada para átrio não coberto ou de cobertura translúcida. de Serviços e Públicos 3.3. Para ambientes maiores do que 250m².2.3.3. um sinal de um outro controle ou sistema de alarme que indique que a área está desocupada. deverá ser instalado um controle manual ou automático para o acionamento da fileira de luminárias mais próxima à janela.1. Desligamento automático do sistema de iluminação O sistema de iluminação interna de edifícios com área construída maior do que 500m 2 devem possuir um dispositivo de controle automático para desligamento da iluminação em todos os espaços. um sistema automático com desligamento da iluminação em um horário pré- determinado.3. cada dispositivo de controle instalado deve controlar: • uma área de até 250m² para ambientes até 1000m². Cada controle manual deve ser facilmente acessível e localizado de tal forma que o ocupante possa ver todo o sistema de iluminação que está sendo controlado. ou b. Contribuição da luz natural Visando aproveitar a contribuição da luz natural.

2.1. 4. b. do tipo janela. Condicionadores de ar não regulamentados pelo PBE / INMETRO. como por exemplo. Condicionadores de ar de uso doméstico. sendo que. Para efeito de etiquetagem. de Serviços e Públicos 4. As Tabelas 4. 2005). conforme item 4.1. refrigeração ou ventilação dos edifícios devem estar em conformidade com o descrito abaixo. 4.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais. e Condicionadores de ar. 20 .2 são exemplos dessas tabelas extraídas do site do INMETRO. é obrigatório que os edifícios condicionados artificialmente possuam sistemas de condicionamento de ar com eficiência conhecida: a.1.2. deve-se considerar a última versão.1 e 4.1.1. 4. e do tipo Split hi-wall (para instalação em paredes). tipo SPLIT com eficiência avaliada pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem PBE / INMETRO e de acordo com as normas brasileiras de condicionadores de ar domésticos . Condicionadores de ar de uso doméstico. Sistema de Condicionamento de Ar Escopo: Os sistemas mecânicos que servem para o aquecimento. Cálculo de carga térmica As cargas térmicas de projeto do sistema de aquecimento e resfriamento de ar devem ser calculadas de acordo com normas e manuais de engenharia de aceitação geral pelos profissionais da área. Sistema de condicionamento de ar central Quando a área condicionada apresentar carga térmica superior a 350 kW deve- se adotar um sistema de condicionamento de ar central ou provar que sistemas individuais consomem menos energia para as condições de uso previstas para a edificação. conforme item 4. do tipo janela. o ASHRAE Handbook of Fundamentals (ASHRAE. No site do INMETRO encontram-se tabelas atualizadas com classes de eficiência energética com os requisitos mínimos de eficiência para cada categoria.

000 BTU/h 9.5% B 2.gov.5% 2.27 2 16.7% 2.27 0 0.39 2 0.5% <2.02 24 60.495kJ/h 9. Tabela 4.0% 2.7% E CEE= 2.0% 2.9% 2.76 <CEE= 2.099 = 21.0% 3. mostra os índices de eficiência para condicionadores de ar tipo SPLIT.000 a 19.0% 2.39 <CEE= 2.0% <2.769 14.001 a 13.62 6 50.1% 2.3% 2.39 2 11.0% 17 50un 40un 18un 12un 120un Fonte: INMETRO A tabela a seguir (extraída do site do INMETRO – www.770 a 21.35 0 0.0% 2.27 11 22.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais.0% 2. de Serviços e Públicos Tabela 4.76 49 16.000 A 2.0% <2.58 <CEE= 2.94 112 37.54 3 16.56 2 5.7% 4 E <2.82 1 8.0% 5 D 2.0% 2.87 7 38.44 0 0.2 – Tabela do INMETRO – Condicionador de ar Split ENCE – Etiqueta Nacional de Conservação de Energia Critérios 2006 Selo PROCEL de Economia de Energia CONDICIONADOR DE AR SPLIT Data atualização 8/11/2006 Coeficiente de eficiência Classes energética (W/W) Total de modelos por classe A CEE> 2.47 0 0.100 classe = 9.1 – Tabela do INMETRO – Condicionador de ar Tabela CA ENCE – Etiqueta Nacional de Conservação de Energia Critérios 2006 Selo PROCEL de Economia de Energia CONDICIONADOR DE AR Data 8/11/2006 Coeficiente de eficiência energética (W/W) Total de Categoria 1 Categoria 2 Categoria 3 Categoria 4 modelos Classes por = 9.496 a 14.999 14.68 6 12.br).0% 29 C 2.91 33 66.70 6 33.3% 65 B 2.4% D 2.58 17 5.inmetro.94 109 39.7% 299un Fonte: INMETRO 21 .39 0 0.999 =20.27 3 25.78 11 27.35 3 7.8% C 2.

4. os resfriadores de líquido devem atender aos requisitos mínimos de eficiência apresentados na Tabela 4. 22 .3.1 serão classificados de acordo com os níveis e requisitos a seguir: a.2.6. de Serviços e Públicos 4.5. e. Nível E: quando o sistema não se enquadrar nos níveis acima.2. Nível D: os condicionadores de ar devem atender aos requisitos mínimos de eficiência apresentados na Tabela 4. Nível C: os condicionadores de ar devem atender aos requisitos mínimos de eficiência apresentados na Tabela 4.8.5 e todo o sistema de condicionamento de ar deve respeitar os requisitos estabelecidos nos itens 4. os condensadores e torres de arrefecimento devem atender aos requisitos mínimos de eficiência da Tabela 4.10. Sistemas de condicionamento de ar não regulamentados pelo INMETRO Os sistemas e aparelhos não enquadrados no item 4. b.4.2. os condensadores e torres de arrefecimento devem atender aos requisitos mínimos de eficiência da Tabela 4.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais.7. c. os resfriadores de líquido devem atender aos requisitos mínimos de eficiência apresentados na Tabela 4. Nível B: os condicionadores de ar devem atender aos requisitos mínimos de eficiência apresentados na Tabela 4.1 a 4. os resfriadores de líquido devem atender aos requisitos mínimos de eficiência da Tabela 4. os resfriadores de líquido devem atender aos requisitos mínimos de eficiência da Tabela 4.9.8. os condensadores e torres de arrefecimento devem atender aos requisitos mínimos de eficiência da Tabela 4. d. Nível A: os condicionadores de ar devem atender aos requisitos mínimos de eficiência apresentados na Tabela 4.3.

3 – Eficiência mínima de condicionadores de ar para classificação nos níveis A e B.96 COP Resistência = 40 kW e Split e unitário 2.31 COP Condicionadores Resistência = 40 kW e Split e unitário 3.16 COP Resistência 2.75 IPLV = 223 kW 2. Subcategoria Tipo de Tipo de Eficiência Procedimento Capacidade ou condição de equipamento aquecimento mínima de teste classificação Split 3.37 COP elétrica < 40 kW Outros Split e unitário 3.69 IPLV <19 kW Todos Split e unitário 3.70 COP Split e unitário elétrica 2.78 COP Split e unitário ARI 340/360 = 70 kW e elétrica 2.72 COP Outros Split e unitário 2. 23 .64 COP Outros Split e unitário 2.02 COP elétrica < 40 kW Outros Split e unitário 2.70 COP Split e unitário elétrica 3.1-2004.84 COP elétrica Condicionadores < 70 kW de ar resfriados a Outros Split e unitário 2.64 COP Outros Split e unitário 2.78 IPLV Resistência 2. de Serviços e Públicos Tabela 4.78 COP ar Resistência 2.22 COP de ar resfriados a elétrica água < 70 kW ARI 340/360 Outros Split e unitário 3.02 IPLV = 70 kW 2.96 IPLV Fonte: ASHRAE (2004) – ASHRAE Standard 90.84 IPLV < 223 kW 2.52 SCOP <19 kW Todos ARI 210/240 Unitário 3.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais.52 SCOP Resistência = 19 kW e Split e unitário 3.35 COP ARI 210/240 Resistência = 19 kW e Split e unitário 3.

055 kW 5.055 kW 6.55 COP (compressor centrífugo) < 1.25 IPLV Condensação a água = 528 kW e 5.45 COP < 528 kW 5. 24 .05 IPLV Condensação a ar.60 IPLV 5.10 COP = 1.20 COP Todas (compressor alternativo) 5.15 IPLV 5.4 – Eficiência mínima de resfriadores de líquido para classificação nos níveis A e B.40 IPLV Fonte: ASHRAE (2004) – ASHRAE Standard 90.1-2004.10 COP Todas sem condensador 3.1-2004.05 IPLV 4. Tipo de Subcategoria ou condição de Desempenho Procedimento equipamento classificação requerido de teste Torres de resfriamento Temperatura da água na entrada = 35 °C com ventiladores Temperatura da água na saída= 29 °C = 3. Eficiência Procedimento Tipo de equipamento Capacidade mínima de teste Condensação a ar.5 – Eficiência mínima de torres de resfriamento e condensadores para classificação nos níveis A e B. 3. de Serviços e Públicos Tabela 4. Tabela 4. 2.055 kW 6.45 IPLV Condensação a água 4.90 COP (compressor do tipo parafuso e ARI 550/590 scroll) < 1.20 IPLV Condensação a água = 528 kW e 4.7 L/s·kW CTI ATC-105 com ventiladores TBU do ar externo = 24 °C centrífugos Temperatura de condensação = 52 °C Fluido de teste R-22 Condensadores Temperatura de entrada do gás = 88 °C = 69 COP ARI 460 resfriados a ar Sub-resfriamento = 8 °C TBS na entrada = 35 °C Fonte: ASHRAE (2004) – ASHRAE Standard 90.80 COP Todas com condensador 3.90 IPLV 6.055 kW 5.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais.00 COP < 528 kW 5.50 COP = 1.23 L/s·kW CTI ATC-105 helicoidais ou TBU do ar externo = 24 °C axiais Torres de Temperatura da água na entrada = 35 °C resfriamento Temperatura da água na saída= 29 °C = 1.

40 COP = 223 kW Todos Split e unitário 2.6 – Eficiência mínima de condicionadores de ar para classificação no nível C.72 COP ARI 210/240 = 19 kW e Todos Split e unitário 3.1-1999.81 COP < 70 kW ARI 340/360 2.20 IPLV 2. Subcategoria Tipo de Tipo de Eficiência Procedimento Capacidade ou condição de equipamento aquecimento mínima de teste classificação Split 2.08 COP Condicionadores < 40 kW de ar resfriados a água = 40 kW e Todos Split e unitário 2. de Serviços e Públicos Tabela 4.93 SCOP <19 kW Todos Unitário 2.61 COP < 40 kW Condicionadores de ar resfriados = 40 kW e Todos Split e unitário 2.81 COP = 70 kW Todos Split e unitário 2. 25 .20 IPLV <19 kW Todos Split e unitário 2.64 IPLV Fonte: ASHRAE (1999) – ASHRAE Standard 90.494 COP a ar < 70 kW = 70 kW e 2.84 SCOP ARI 210/240 = 19 kW e Todos Split e unitário 2.49 COP Todos Split e unitário ARI 340/360 < 223 kW 2.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais.

30 IPLV Fonte: ASHRAE (1999) – ASHRAE Standard 90.1-1999.055 kW 4. Tipo de Subcategoria ou condição de Desempenho Procedimento de equipamento classificação requerido teste Torres de Temperatura da água na entrada = 35 °C resfriamento com CTI ATC-105 e Temperatura da água na saída= 29 °C = 3.20 COP = 1.90 IPLV Condensação a água ARI 550/590 = 528 kW e 4. Eficiência Procedimento Tipo de equipamento Capacidade mínima de teste 2. Tabela 4.50 COP = 528 kW 2.1-1999. de Serviços e Públicos Tabela 4.50 IPLV 5.055 kW 5.20 IPLV Condensação a água 3.20 COP = 1.20 COP (compressor centrífugo) < 1.055 kW 5.7 L/s·kW ventiladores CTI STD-201 TBU do ar externo = 24 °C centrífugos Temperatura de condensação = 52 °C Fluido de teste R-22 Condensadores Temperatura de entrada do gás = 88 °C = 69 COP ARI 460 resfriados a ar Sub-resfriamento = 8 °C TBS na entrada = 35 °C Fonte: ASHRAE (1999) – ASHRAE Standard 90.50 IPLV 5.8 – Eficiência mínima de torres de resfriamento e condensadores para classificação no nível C.90 IPLV 3.70 COP < 528 kW Condensação a ar. 3.20 COP (compressor do tipo parafuso e scroll) < 1.80 COP < 528 kW 3.80 COP < 528 kW 3.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais.90 IPLV Condensação a água = 528 kW e 4. 26 . 2.80 IPLV com condensador 2.10 COP Todas sem condensador 3.055 kW 4.80 COP Todas (compressor alternativo) 3.23 L/s·kW ventiladores CTI STD-201 TBU do ar externo = 24 °C helicoidais ou axiais Torres de Temperatura da água na entrada = 35 °C resfriamento com CTI ATC-105 e Temperatura da água na saída= 29 °C = 1.50 IPLV Condensação a ar.30 IPLV 3.7 – Eficiência mínima de resfriadores de líquido para classificação no nível C.

Tabela 4.055 kW 3.00 COP Todas ARI 550-86 sem condensador 3.1-1989.Eficiência mínima de resfriadores de líquido para classificação no nível D.9 SEER de ar Outros resfriados a ar Unitário 8.055 kW 4.0 IPLV Condicionadores = 19 kW e de ar resfriados a Todos Unitário 9. 2.80 IPLV Condensação a água = 528 kW e 3.4 IPLV Condicionadores <19 kW Split 8.0 EER <19 kW Todos Unitário ARI 210-81 8.8 COP de ar <19 kW elétrica resfriados a ar Outros Split e unitário 6.00 IPLV ARI 590-86 3.3 EER ARI 240-81 Todos Split e unitário < 40 kW 7.70 COP < 528 kW CTI 201-86 3. 3. Eficiência Procedimento Tipo de equipamento Capacidade mínima de teste 2.4 EER = 40 kW Todos Unitário 8.8 COP < 40 kW = 40 kW e Condicionadores Todos Unitário 8.80 IPLV 4.5 IPLV Fonte: ASHRAE (1989) – ASHRAE Standard 90.60 COP = 1.60 IPLV com condensador 2.0 EER 9.10 .3 IPLV ARI 210/240-84 Condicionadores Resistência Split e unitário 2.40 COP = 528 kW 2.9 – Eficiência mínima de condicionadores de ar para classificação no nível D.4 HSPF (no modo de = 19 kW e aquecimento) Todos Split e unitário 2.70 COP (compressor do tipo parafuso e scroll) < 1.70 IPLV Fonte: ASHRAE (1989) – ASHRAE Standard 90.5 EER água < 40 kW ARI 360-86 CTI 201-86 9. 27 .6 SEER (no modo de ARI 210-81 resfriamento) = 19 kW e 8.4 EER Split e unitário elétrica 7.2 EER de ar resfriados a < 70 kW ARI 360-86 ar = 70 kW Todos Unitário 8.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais.1-1989.60 COP < 528 kW Condensação a ar. Subcategoria Tipo de Tipo de Eficiência Procedimen-to Capacidade ou condição de equipamento aquecimento mínima de teste classificação Resistência 8.40 IPLV Condensação a ar. de Serviços e Públicos Tabela 4.

Cálculo de carga térmica As cargas térmicas de projeto do sistema de aquecimento e resfriamento de ar devem ser calculadas de acordo com normas e manuais de engenharia de aceitação geral pelos profissionais da área. Controle de temperatura por zona 4. A 28 . o sistema perimetral inclua pelo menos um termostato de controle para cada fração de parede externa da edificação com comprimento maior ou igual a 15 metros.1 Geral.2. como por exemplo. desde que: a. Exceções ao item 4.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais.2.1: Sistemas perimetrais.2 Faixa de temperatura de controle Quando usados para atuar sobre o aquecimento e o resfriamento. 4. 2005).2.2. o ASHRAE Handbook of Fundamentals (ASHRAE. no qual o suprimento da energia para aquecimento e resfriamento é desligado ou reduzido para o mínimo. exposta a uma mesma orientação. de Serviços e Públicos 4. os termostatos de controle devem ser capazes de prover uma faixa de temperatura do ar de pelo menos 3°C (deadband).2.3 Aquecimento suplementar Bombas de calor com aquecedor auxiliar através de resistência elétrica devem ser dotadas de sistema de controle que evite a operação do aquecimento suplementar quando a carga de aquecimento possa ser atendida apenas pela bomba de calor.2. o sistema perimetral de aquecimento e resfriamento seja controlado por um termostato de controle localizado dentro da zona servida pelo sistema.1. 4. Paredes externas são consideradas com diferentes orientações se as direções para as quais estão voltadas diferirem por mais do que 45°. 4. e b. O aquecimento ou resfriamento de ar de cada zona térmica deverá ser individualmente controlado por termostatos respondendo à temperatura do ar da referida zona. projetados para atuar apenas sobre a carga proveniente do envelope da edificação podem atender a uma ou mais zonas também servidas por um sistema interno.2.2.2.2.2.

Controles que podem acionar e desativar o sistema sob diferentes condições de rotina de operação. Onde equipamentos distintos para aquecimento e resfriamento servem a uma mesma zona. 4. b. incluindo um controle manual que permita a operação temporária do sistema por até duas horas. os termostatos devem ser interconectados para impedir o aquecimento e resfriamento simultâneo. b.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais. Um temporizador de acionamento manual capaz de ser ajustado para operar o sistema por até duas horas. Um sensor de ocupação que seja capaz de desligar o sistema quando nenhum ocupante é detectado por um período de até 30 minutos. Dois modos de atender a este requerimento são: a.2. 4.2.4 Aquecimento e resfriamento simultâneo Os controles do sistema de condicionamento de ar devem impedir o re- aquecimento ou qualquer outra forma de aquecimento e resfriamento simultâneo para controle de umidade. Automação Todo o sistema de condicionamento de ar deve ser equipado com pelo menos um dos tipos de controle abaixo. a. de Serviços e Públicos operação do aquecimento suplementar é permitida durante os ciclos de degelo da serpentina externa. 29 . um termostato eletrônico ou digital projetado para uso em bomba de calor que ative o aquecimento auxiliar somente quando a bomba de calor tem capacidade insuficiente para manter o setpoint ou para aquecer o ambiente a uma taxa suficiente. c. para sete tipos de dias diferentes por semana.3. um termostato multi-estágio no ambiente e um termostato no ambiente externo conectado para permitir o acionamento do aquecimento auxiliar somente no último estágio do termostato no ambiente e quando a temperatura externa é inferior a 4°C.2. capazes de reter a programação e ajustes durante a falta de energia por pelo menos 10 horas.

Integração com o sistema de segurança e alarmes da edificação. além do sistema de exaustão. 4.4.2. b.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais. Cada área isolada deve ser equipada com dispositivos de isolamento capazes de desativar automaticamente o suprimento de ar condicionado e ar externo. Exaustão de ar e tomada de ar externo quando conectadas às zonas onde o sistema de ventilação é menor ou igual a 2. Exaustão de ar de uma zona isolada com vazão de menos de 10% da vazão nominal do sistema de exaustão ao qual está conectada.2. de Serviços e Públicos d.2.400 l/s.1 Zonas de operação contínua Em edificações com sistema de condicionamento de ar central. As zonas devem ser agrupadas em áreas isoladas que não ultrapassem 2. Zonas destinadas à operação contínua ou planejadas para estarem inoperantes apenas quando todas as demais zonas estiverem inoperantes.4: Dispositivos e controles de isolamento não são requeridos para as seguintes condições: a. que desligue o sistema de condicionamento de ar quando o sistema de segurança é ativado. durante 24 horas por dia e por pelo menos 5 dias da semana. Isolamento de zonas Sistemas de condicionamento de ar servindo diferentes zonas térmicas destinadas à operação ou ocupação não simultânea devem ser divididos em áreas isoladas. Cada área isolada deve ser controlada independentemente por um dispositivo que atenda os requisitos do item 4. Para sistemas de condicionamento central. 4. Exceções ao item 4. zonas térmicas com necessidade de condicionamento de ar contínuo.300 m² de área condicionada e não incluindo mais do que um pavimento. 30 . devem ser atendidas por um sistema de condicionamento de ar individual.2.4.3 (Automação). os controles e dispositivos devem permitir a operação estável do sistema e equipamentos para qualquer período de tempo enquanto atendem à menor área isolada servida pelo sistema central. c.

ou serpentinas ou dispositivos de recuperação de calor. Se a diferença entre a temperatura de projeto da sala e a temperatura de insuflamento de ar nas condições de projeto para resfriamento. a potência aceitável para o sistema de ventilação pode ser ajustada usando os créditos de pressão na equação de potência aceitável da Tabela 4. c. Quando o sistema de insuflamento de ar requerer tratamento de ar ou sistemas de filtragem com perda de pressão superior a 250 Pa com os filtros limpos.4 kW devem atender aos limites de potência dos ventiladores abaixo: a. 31 . A razão entre a potência do sistema de ventilação e a vazão de insuflamento de ar para cada sistema de condicionamento de ar nas condições de projeto não deve exceder a potência máxima aceitável apresentada na Tabela 4.11. a potência aceitável do ventilador pode ser ajustada usando-se a razão de temperatura na equação de potência aceitável na Tabela 4. b. de Serviços e Públicos 4.11. ou umidificadores/resfriadores de evaporação direta.1 °C.11.2. usada para calcular a vazão de insuflamento de ar de projeto.5. ou outros dispositivos que atuem no processo diretamente sobre o fluxo de ar. Controles e dimensionamento do sistema de ventilação Sistemas de condicionamento de ar com potência total de ventilação superior a 4.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais. for maior do que 11.

devendo este ser incorporado sempre que o custo benefício for favorável.2 Ciclo economizador Deverá ser apresentado um estudo de viabilidade técnica e econômica para adoção de ciclo economizador.400 L/s 1. 4.1 Crédito de Pressão (kW) = Soma de [L/Sn × (SPn – 250)/486000] + Soma de [L/SHR × SPHR/486000] Crédito do Ventilador de Retorno = FR (kW) × [1 – (L/SRF / L/Sn)] L/Sn = volume de insuflamento de ar da unidade com o sistema de filtragem (L/s) L/SHR = volume de insuflamento de ar nas serpentinas de recuperação de calor ou no resfriador/umidificador de evaporação direta (L/s) L/SRF = volume de ar no ventilador de retorno em operação normal de resfriamento (L/s) SPn = perda de pressão do ar no sistema de filtragem quando os filtros estão limpos (Pa) SPHR = perda de pressão do ar nas serpentinas de recuperação de calor ou no resfriador/umidificador de evaporação direta (Pa) Tt-stat = temperatura de controle da sala TS = temperatura de projeto do ar de insuflamento para a zona na qual o termostato está localizado FR = potência nominal de placa do ventilador de retorno em kW 4.9 kW/1000L/s 2.5.7 kW/1000L/s = 9.5.11 × (Razão de Temperatura) + Crédito de Pressão + Crédito do Ventilador de Retorno] Onde Limite de Potência Tabela 4.5.2.7 kW/1000L/s 2.2.2.11 – Limites de potência dos ventiladores.1 Controles de sistemas de ventilação para áreas com altas taxas de ocupação Sistemas com taxa de insuflamento de ar externo nominal superior a 1. de Serviços e Públicos Tabela 4.11 = Valor Tabelado × L/Sn/1000 Razão de Temperatura = (Tt-stat – TS)/11.3 Sistemas de exaustão Sistemas de exaustão com capacidade nominal acima de 140 l/s em sistemas que não operam continuamente devem ser equipados com dampers motorizados ou 32 .400 l/s. Potência nominal (de placa) aceitável para o motor Volume de insuflamento de ar Volume constante Volume variável < 9. servindo áreas com densidade de ocupação superior a 100 pessoas por 100 m².Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais.400 L/s 1. 4. devem incluir meios de reduzir automaticamente a tomada de ar externo abaixo dos níveis de projeto quando os espaços estão parcialmente ocupados.4 kW/1000L/s Potência aceitável para os ventiladores = [Limite de Potência Tabela 4.

b. fumaça corrosiva ou pó. Recuperação de calor Ventiladores individuais que tenham capacidade de insuflamento de ar nominal de pelo menos 2. e.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais.5. 4. tintas.2. O sistema de recuperação de calor deve ser provido por um sistema de controle que permita a operação do ciclo economizador. 33 . de Serviços e Públicos com controle por gravidade. Onde mais do que 60% da energia de aquecimento do ar externo seja provida por recuperação de calor in-loco ou energia solar.4 Acionamento otimizado Sistemas de ventilação com capacidade nominal maior do que 5. c.2. inflamáveis. d. Sistemas que requeiram desumidificação e empreguem a recuperação de calor em série com a serpentina de resfriamento. Sistemas com exaustão de gases tóxicos.2. Onde a maior fonte de exaustão é menor do que 75% da vazão de ar externo de projeto. f. Coifas de cozinhas comerciais usada para coletar e remover vapores gordurosos e fumaça.400 l/s e uma taxa de insuflamento de ar externo de pelo menos 70% da vazão total de projeto devem possuir sistema de recuperação de calor com eficácia de pelo menos 50% de recuperação.6: a.6. Sistemas atendendo espaços que não são resfriados e que são aquecidos até 16 °C. conforme estabelecido de acordo com o item 4.5. 4.000 l/s devem possuir controles para acionamento otimizado dos ventiladores. Cinqüenta por cento de eficácia deve corresponder a uma alteração na entalpia do ar externo insuflado igual a 50% da diferença entre o ar externo e o ar de retorno nas condições de projeto. que sejam automaticamente fechados quando o sistema não estiver em uso.2. Exceções ao item 4.2.

2. Resfriadores referidos neste item. Bombas individuais servindo sistemas de vazão de líquido variável com uma pressão na bomba superior a 300 kPa e motor excedendo 37 kW devem ter controles ou dispositivos (tais como controle de velocidade variável) que resultem em uma demanda no motor de não mais do que 30% da potência de projeto quando em 50% da vazão de água de projeto.1 a 4.7.2 Isolamento de bombas Quando uma central de água gelada inclui mais do que um resfriador de líquido. devem ser considerados como um único resfriador de líquido. A pressão diferencial deve ser medida no mais distante trocador de calor ou próximo dele. Sistemas que incluem não mais do que três válvulas de controle.1 Sistemas de vazão de líquido variável Sistemas de bombeamento de água ou de líquido refrigerante.3. 4.2.1: a. que incluem válvulas de controle projetadas para modular ou abrir e fechar em função da carga devem ser projetados para vazão de líquido variável e devem ser capazes de reduzir a vazão de bombeamento para 50% ou menos da vazão de projeto.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais.7.2. devem ser tomadas providências para que a vazão no resfriador possa ser reduzida automaticamente quando um resfriador estiver desligado. 34 .2.7. Sistemas onde a vazão mínima é menor que a vazão mínima requerida pelo fabricante do equipamento para a operação adequada do equipamento atendido por um sistema. ou no trocador de calor ou próximo ao trocador de calor com a maior pressão diferencial. Exceções ao item 4.5 kW devem atender aos requisitos estabelecidos em 4. b.7. tais como resfriadores de líquido.2.7. integrantes do sistema de condicionamento de ar. e onde a potência total de bombeamento é menor ou igual a 60 kW.7. 4. alimentados em série pelo circuito de água com o propósito de aumentar a temperatura diferencial.2. Controles e dimensionamento dos sistemas hidráulicos Sistemas de condicionamento de ar com um sistema hidráulico servido por um sistema de bombeamento com potência superior a 7. de Serviços e Públicos 4. Os controles ou dispositivos devem ser controlados como uma função da vazão desejável ou para manter uma pressão diferencial mínima requerida.

umidificação ou desumidificação.3 a 4. torres de resfriamento abertas.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais.2. b. 35 . 4. Exceções do item 4.8. Sistemas hidráulicos.6 kW deve ter a capacidade de operar aquele ventilador a dois terços ou menos da sua velocidade máxima e deve possuir controles que mudem automaticamente a velocidade do ventilador para controlar a temperatura de saída do fluído ou temperatura/pressão de condensação do dispositivo de rejeição de calor. Onde os controles de reajuste da temperatura de suprimento não possam ser implementados sem causar operação imprópria dos sistemas de aquecimento.7. tais como aqueles requeridos pelo item 4.2.2.1 que usam vazão variável para reduzir o consumo de energia em bombeamento.8 aplica-se ao equipamento de rejeição de calor usado em sistemas de condicionamento ambiental tais como condensadores a ar.2.3 Controles de reajuste da temperatura de água gelada e quente Sistemas de água gelada e água quente com uma capacidade de projeto excedendo 88 kW e suprindo água gelada ou quente (ou ambos) para sistemas de condicionamento ambiental devem incluir controles que reajustem automaticamente a temperatura de suprimento da água pelas cargas representativas da edificação (incluindo a temperatura de retorno da água) ou pela temperatura do ar externo. torres de resfriamento com circuito fechado e condensadores evaporativos.2. de Serviços e Públicos 4.1 Geral O item 4.2.7. resfriamento.1: Dispositivos de rejeição de calor os quais já possuem o uso de energia incluído nos índices de eficiência listados nas tabelas 4. 4.10.2.2.8.7.8.3: a.2 Controle de velocidade do ventilador Cada ventilador acionado por um motor de potência igual ou superior a 5. Exceções ao item 4. Equipamentos de rejeição de calor 4.8.

onde os ventiladores principais estão de acordo com os requisitos de controle de velocidade. c.2. 36 . Ventiladores de condensadores afogados (flooded condenser). b. Ventiladores de condensador servindo a múltiplos circuitos refrigerantes. Até um terço dos ventiladores de um condensador ou torre com múltiplos ventiladores. de Serviços e Públicos Exceções ao item 4.2: a.8.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais.

67 0. de acordo com a Tabela 4.K). sendo representadas pela mesma equação. Foram desenvolvidas duas equações por zona bioclimática: uma representando edifícios com área de projeção (Apcob) menor que 500m 2 e a segunda para edifícios com área de projeção maior que 500m 2. deve-se utilizar simulação computacional de acordo com o item 6. No desenvolvimento das equações do indicador de consumo.30 Escopo: Esta seção descreve o método de classificação de eficiência da envoltória.12. As equações para Apcob<500m² são válidas para um Fator de Forma máximo permitido (Aenv/Vtot). Envoltória Pré-requisito: Para classificação de eficiência energética A e B. deve-se utilizar os valores limites. pretendendo alcançar classificação A ou B. Acima ou abaixo destes.1 a 5% FS 0. O zoneamento bioclimático brasileiro é estabelecido na NBR 15220-3 (ABNT. PAZ 0 a 2% 2. Tabela 4. a edificação deve atender ao fator solar máximo do vidro ou do sistema de abertura para os respectivos PAZ. ZB4 e ZB5. São elas ZB1 e ZB3. ZB6 e ZB8. algumas zonas bioclimáticas foram agrupadas. 2005).1 a 3% 3.1 a 4% 4. no caso de existência de aberturas zenitais. 37 .12 – Limites de fator solar de vidros e de percentual de abertura zenital para coberturas. baseado em um indicador de consumo obtido através de uma equação.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais. Para edificações com PAZ maior que 5%. As equações para Apcob >500m² são válidas para um Fator de Forma mínimo permitido (Aenv/Vtot).52 0.87 0. de Serviços e Públicos 5. Todas as equações são válidas para uma Transmitância Térmica da cobertura (Ucob) =2.0 W/(m 2.

(A env Vtot ) − 0.92  A pcob  A  IC env = −175. (A pcob A tot ).AHS + 190. env   V  + 38.54.86.47 .  − 212.24 .AVS − 0.19.AHS + 182.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais.  − 77.  − 316.15.17  A pcob  A  IC env = 10. de Serviços e Públicos O Indicador de Consumo referente a envoltória do edifício proposto deve ser calculado com as seguintes equações de acordo com a cidade e Zona Bioclimática onde o edifício está inserido: a) Zona Bioclimática 1: (exemplo: cidade de CURITIBA ) Apcob<500m² Limite: Fator de forma máximo (Aenv/Vtot) = 0.92 .AHS + 47.AVS + 0.FS − 0.39.PAFT + 5.11 .66  (A env A tot )   V  A tot   tot   v tot  Apcob >500m² Limite: Fator de forma mínimo (Aenv/Vtot) = 0.04.41 .45. env .FS − 0.30.53 b) Zona Bioclimática 2 e 3: (exemplo: cidade de Florianópolis) Apcob <500m² Limite: Fator de forma máximo (Aenv/Vtot) = 0.AVS + 0.FS.62 .74.  + 298.AHS +   A tot   tot   (A pcob A tot )  A pcob   A env  A  + 132.PAFT − 1.AHS −  A tot   tot  − 0.PAF T + 7.PAF T .60  A pcob  A  IC env = −43. env  + 21.  − 0.AHS +     A tot   Vtot  [ ] + 266. env   V  + 16. .42 38 .59.AVS + 0.PAF T .PAF T .PAF T .83 .11 .FS − 0.5.20.0.79.20.79.

AVS − 0.12.20.32.(A env Vtot ) + 3. de Serviços e Públicos Apcob >500m² Limite: Fator de forma mínimo (Aenv/Vtot) = 0.27 Apcob >500m² Limite: Fator de forma mínimo (Aenv/Vtot) = livre  A pcob  A  IC env = 511. env  + 50.52 .98  Aenv  c) Zona Bioclimática 4 e 5: (exemplo: cidade de Brasília) Apcob <500m² Limite: Fator de forma máximo (Aenv/Vtot) = 0. env  + 4.15  A pcob  A  IC env = −14.AVS − 0.95  A pcob  A  IC env = 105.  + 0.86 .12.15 39 .45 .(A env Vtot ) ] + 4.61.AHS     A tot   Vtot  V  − 35.FS − 0. (A pcob A tot ).14 .  − 113.AHS + 171.PAF T + 8.FS − 0.PAF T .26.PAF T .Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais.  − 207.79.PAF T + 4.FS − 0.005 .94 .82.75 .34.71. tot  − 0.AHS + 277. env   V  − 95.83 .54 . (A pcob A tot ).PAF T .08.07.FS − 0.FS.PAFT .AHS  A tot   tot  [ − 380.AHS −   V   A tot   tot  [ ] − 82.AVS + 0.29.39.PAF T − 99.27 (A env Vtot ) + 729.31.AVS.FS + 77.92 .

AVS − 0. [  − 192.62.48  A pcob  A  IC env = 454.AHS +  A tot   Vtot   (A pcob A tot ) A  + 200.58  Vtot  40 .19 .AHS + + 0.04.FS − 0. env . (A pcob ] A tot ).FS − 0.AHS + 318.21.AVS −     A tot   Vtot  19.AHS −   A tot   Vtot  − 1.60  A pcob  A  IC env = 32.03.AHS +  A tot   Vtot  A  + 290.PAFT .35 (A env Vtot ) (PAFT .17 A  A  IC env = −160.  + 1347.55 .47.AVS − 0.PAF T + 3.  − 580.PAFT + 7.PAFT .47.47 .48.36.06.PAFT + 18.27. de Serviços e Públicos d) Zona Bioclimática 7: (exemplo: cidade de CUIABÁ ) Apcob <500m² Limite: Fator de forma máximo (Aenv/Vtot) = 0.36.13 .74 . env   − 8. − 306.31.16.01.59.29.03.PAFT − 0.FS + 0.FS − 0.AVS + 0.PAFT .PAFT + 0.5 . env   − 19.  − 1641.62 .AHS + 718 Apcob >500m² Limite: Fator de forma mínimo (Aenv/Vtot) = 0. env  + 33.AVS.PAF T .17  A pcob  A  IC env = −69.78 .AVS − 0.(A env V tot ) + 70.22 .AHS − 120.PAFT + 2.37 .29.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais.65  (A env Vtot )   V tot  Apcob >500m² Limite: Fator de forma mínimo (Aenv/Vtot) = 0.33. env .25.25 AHS − 0. env  + 37.95.0. pcob  + 1277.48 .FS ) e) Zona Bioclimática 6 e 8: (exemplo: cidade de SALVADOR) Apcob <500m² Limite: Fator de forma máximo (Aenv/Vtot) = 0.

1: Parâmetros do ICmáxD PAFT FS AVS AHS 0. Tabela 5. de Serviços e Públicos O indicador de consumo obtido deve ser comparado a uma escala numérica dividida em intervalos que descrevem um nível de classificação de desempenho que varia de A a E.05 0. A subdivisão i do intervalo é calculada com a seguinte equação: i= (ICmáxD . com os parâmetros de entrada fornecidos pela tabela 5. o IC máxD representa o indicador máximo que a edificação deve atingir para obter a classificação D. acima deste valor. mais eficiente será a envoltória da edificação.87 0 0 d. ICmáxD. Os demais parâmetros da equação são fornecidos. Tabela 5. Procedimento para classificação: a.2: Parâmetros do ICmín PAFT FS AVS AHS 0. e deve ser determinada para cada volumetria de edifício através dos parâmetros: razão da área de projeção da cobertura pela área total de piso (Apcob/Atot ) e razão da área da envoltória pelo volume total (Aenv /Vtot ). cada parte se refere a um nível de classificação numa escala de desempenho que varia de A a E. A escala numérica da classificação de eficiência é variável. Calcula-se o limite máximo do indicador de consumo para aquela volumetria. Calcula-se o indicador de consumo por meio da equação IC env com os dados do projeto do edifício. Calcula-se o limite mínimo IC mín por meio da equação. o IC mín representa o indicador de consumo mínimo para aquela volumetria. Os limites IC máxD e ICmín representam o intervalo dentro do qual a edificação proposta deve se inserir. O intervalo é dividido em 4 partes (i).60 0.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais. b.IC mín) 4 41 . Quanto menor o indicador obtido. por meio da mesma equação.2. mas com os parâmetros de entrada fornecidos pela tabela 5.61 0 0 c. a edificação passa a ser classificada com o nível E.1.

Será fornecido um software para uso da equação do Indicador de Consumo em anexo. primeiramente deve-se realizar o cálculo do PAF para cada uma das fachadas separadamente.i ICmáxD - f. Para atingir a classificação A.: Na equação. a partir do nível da rua.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais.3i + 0. 42 . ICmáxD . 5.01 ICmáxD + 0.01 ICmáxD .1.01 Lim Máx ICmáxD . de Serviços e Públicos e. b. Utilização de materiais de revestimento externo de paredes com absortância solar baixa. são obrigatórios os seguintes pré-requisitos para as Zonas Bioclimáticas 2 a 8: a. Utilização de pintura branca ou teto jardim em coberturas não aparentes. Com o valor de i calculado. o que corresponde a cores claras. Se o PAF da fachada oeste for significativamente maior (diferença maior ou igual a 20%) que o PAFT.01 ICmáxD – i + 0.3i ICmáxD . Obs. α < 0.4. Para o uso deste valor. deve-se adotar o PAF real desta fachada na equação. Comparar o IC env (a) obtido com os limites da tabela acima e identificar o nível de eficiência do projeto em questão. o Percentual de Abertura na Fachada utilizado (PAFT ) corresponde a um valor médio representativo do percentual de aberturas de todas as fachadas.2i ICmáxD .2i + 0. preenche-se a seguinte tabela: Eficiência A B C D E Lim Mín .

velocidade do vento e radiação solar. de Serviços e Públicos 6. deve-se respeitar os requisitos de controle do sistema de iluminação descritos no item 3. sendo que os dados climáticos devem fornecer valores horários para todos os parâmetros relevantes requeridos pelo programa de simulação. Ambos os modelos devem ser calculados usando: • Mesmo programa de simulação. Através de simulação. sendo o software validado pela ASHRAE Standard 140. compara-se o consumo do projeto proposto (real) com o consumo do projeto de referência. Deve ser demonstrado que o consumo de energia do projeto proposto deve ser igual ou menor do que o consumo do edifício de referência.2. cujas características devem estar de acordo com o nível de eficiência pretendido. Pode ser usado para avaliar edifícios condicionados artificialmente. • Os dados climáticos devem ser representativos da zona bioclimática onde o projeto proposto será locado. ou que possui áreas condicionadas . ou edifícios naturalmente ventilados. Simulação: Escopo: Descreve o método de avaliação da eficiência energética de um edifício através da simulação computacional. o sistema de condicionamento de ar deve respeitar os requisitos estabelecidos nos itens 4.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais. • Mesmo arquivo climático.2.de longa permanência .1 a 4. • Mesmo padrão de uso e operação dos sistemas. Para alcançar o nível de eficiência pretendido.menor que a área útil total. 43 . Quando o edifício for condicionado. Portanto dois modelos devem ser construídos: o modelo representando o edifício real (de acordo com o projeto proposto) e o modelo de referência (de acordo com o nível de eficiência pretendido). a. o padrão de uso deve ser de acordo com o uso e ocupação real do edifício. tais como temperatura e umidade.2.8 também de acordo com o nível de eficiência almejado. Para prédios condicionados artificialmente: O método da simulação compara o desempenho da edificação proposta (real) com uma edificação similar (de referência).

5 para todas as superfícies externas. O modelo que representa o edifício real pode ser simulado: • No caso do edifício real possuir diferentes sistemas de condicionamento de ar. D ou E). O modelo de referência deve seguir as prescrições de acordo com o nível de eficiência pretendido: • A Densidade de Potência de Iluminação deve ser modelada dentro dos limites máximos da tabela 3. de Serviços e Públicos • A carga interna deve considerar a Densidade de Potência de Iluminação . A transmitância térmica (U) das paredes do modelo de referência deve ser menor ou igual a 4. deve-se utilizar a equação com volumetria semelhante ao do projeto. • A eficiência do Sistema de Condicionamento de Ar deve estar de acordo com as tabelas do item 4 em função do nível de classificação pretendido (A. ou acima ou abaixo destes.DPI.4 W/(m2K).1 (item 3) em função dos índices de ambiente e do nível de eficiência almejado (A. • No caso do edifício real possibilitar o uso do sistema de condicionamento de ar em somente alguns períodos do ano. B. deve-se utilizar os valores limites. C. porém adotando-se o Fator de Forma máximo ou mínimo permitido. Para definição dos parâmetros do modelo de referência.87. B. 44 . • Usar absortância média padrão de 0. desde que seja comprovado conforto térmico em 95% do período total em que o sistema de condicionamento de ar não foi utilizado nas horas de ocupação. a simulação poderá incluir a opção de abertura de janelas com ventilação natural nestas áreas consideradas condicionadas. Deve-se adotar no modelo de referência o valor de IC do limite máximo do intervalo do nível de classificação almejado. A Envoltória deve atingir o nível de classificação pretendido através do método descrito no item 5. com diferentes eficiências. o número de pessoas e equipamentos de acordo com o uso real do edifício. C. adotar o sistema de menor eficiência no modelo que representa o projeto real.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais. deve ser calculado para cada ambiente separadamente. D ou E). Para PAZ maior que 5% visando eficiências da envoltória A ou B. o modelo de referência deve possuir PAZ de 2% com vidro claro de fator solar de 0.

 + 1 . especificar qual a hipótese de conforto adotada.(EqNumDPI) + 0. de Serviços e Públicos Na classificação geral.40 .30. • produzir relatórios horários do uso de energia. • O programa utilizado para as simulações deve ter capacidade para simular as estratégias bioclimáticas adotadas no projeto. • Na documentação apresentada para a etiquetagem.5   AU   AU    AU   AU   Quanto ao programa de simulação: • deve ser um programa para a análise do consumo de energia em edifícios.). definidos separadamente para cada dia da semana e feriados. potência de iluminação e equipamentos e sistemas de ar condicionado. EqNumEnv. variações horárias de ocupação. 45 . 5 + 0.EqNumCA. (ASHRAE 55. o edifício de referência deve atingir o nível pretendido de acordo com a distribuição dos pesos na equação de classificação geral:  AC   AC    AC   AC   PT = 0. com simulação para o ano inteiro ou um período reduzido para locais onde o clima é constante o ano todo. • Utilizar dados horários. b. O cálculo da classificação final é de acordo com a equação já mencionada: Na simulação deve-se: • Utilizar um software validado pela ASHRAE Standard 140. Para prédios naturalmente ventilados ou que possuam áreas de longa permanência não condicionadas: É obrigatório comprovar por simulação que o ambiente interno das áreas não condicionadas proporciona temperaturas dentro da zona de conforto durante 95% das horas ocupadas. • possuir no mínimo as seguintes habilidades: modelar 8760 horas por ano. etc.30.Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais. ISO 7730. efeitos de massa térmica e permitir a modelagem de multi- zonas térmicas. + 1 .

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de Serviços e Públicos 48 .Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais.