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Criação de bezerros Prof. Paulo Moreira
Criação
de
bezerros
Prof. Paulo Moreira

Fato importante a ser enfatizado (e muito esquecido por produtores):

Período do nascimento até a desmama é o mais crítico!!

Sobreviver ao processo do nascimento

Iniciar e manter homeostase no novo ambiente extra-uterino

Adaptar-se a ser nutrido pelo leite materno

Iniciar crescimento e desenvolvimento pós-natal

Passar por alterações metabólicas, nutricionais e comportamentais para se tornar ruminante funcional

Levantamento nacional nos USA em 1996 revelou que grande número de produtores não seguem as práticas e recomendações na criação de fêmeas:

33% dos produtores permitem bezerro mamar colostro na mãe

21% dos produtores fornecem 1,8 l ou menos de colostro nas primeiras horas de vida do bezerro

71% dos produtores fornecem feno na fase de aleitamento

Idade média da desmama é 59 dias- rebanho leite alta produção

Objetivos

Minimizar mortalidadeObjetivos Ritmo de crescimento adequado Reprodução precoce Animais saudáveis para reposição Garantir melhoramento

Ritmo de crescimento adequadoObjetivos Minimizar mortalidade Reprodução precoce Animais saudáveis para reposição Garantir melhoramento genético

Reprodução precoceObjetivos Minimizar mortalidade Ritmo de crescimento adequado Animais saudáveis para reposição Garantir melhoramento

Animais saudáveis para reposiçãoObjetivos Minimizar mortalidade Ritmo de crescimento adequado Reprodução precoce Garantir melhoramento genético

Garantir melhoramento genéticoObjetivos Minimizar mortalidade Ritmo de crescimento adequado Reprodução precoce Animais saudáveis para reposição

Desafios a serem vencidos

Doenças infecto-contagiosas, Ecto e endoparasitasDesafios a serem vencidos Utilização incorreta de colostro e alimento líquido Ambiente e instalações inadequados

Utilização incorreta de colostro e alimento líquidovencidos Doenças infecto-contagiosas, Ecto e endoparasitas Ambiente e instalações inadequados Baixa qualidade de

Ambiente e instalações inadequadosUtilização incorreta de colostro e alimento líquido Baixa qualidade de alimento volumoso Baixa qualidade de

Baixa qualidade de alimento volumosoincorreta de colostro e alimento líquido Ambiente e instalações inadequados Baixa qualidade de mão-de-obra

Baixa qualidade de mão-de-obraincorreta de colostro e alimento líquido Ambiente e instalações inadequados Baixa qualidade de alimento volumoso

O parto deve ser assistido para que se saiba quando o bezerro nasceu , pois

O parto deve ser assistido para que se saiba quando o bezerro nasceu, pois o colostro tem que ser fornecido o mais cedo possível após o parto para garantia da imunidade.

o bezerro nasceu , pois o colostro tem que ser fornecido o mais cedo possível após

ACOMPANHAMENTO DO PARTO

ACOMPANHAMENTO DO PARTO

LIMPEZA DO BEZERRO

LIMPEZA DO BEZERRO

Parto

Animal em trabalho de parto deve ser observado pelo menos a cada 2 horasParto Animal não deve ser perturbado Se necessário, intervenção com profissional qualificado Levantamento em mais de

Animal não deve ser perturbadode parto deve ser observado pelo menos a cada 2 horas Se necessário, intervenção com profissional

Se necessário, intervenção com profissional qualificadopelo menos a cada 2 horas Animal não deve ser perturbado Levantamento em mais de 10.000

Levantamento em mais de 10.000 partos nos USA:

82% - sem intervenção 12% - pequena intervenção 4% - intervenção manual (corda) 2% - intervenção mecânica

Parto

Cria deve ser visível entre 2 a 4 horas após ruptura da segunda bolsaParto Expulsão deve levar entre 30’ e 2 horas Placenta deve ser expelida entre 30’e 8

Expulsão deve levar entre 30’ e 2 horasCria deve ser visível entre 2 a 4 horas após ruptura da segunda bolsa Placenta deve

Placenta deve ser expelida entre 30’e 8 horasParto Cria deve ser visível entre 2 a 4 horas após ruptura da segunda bolsa Expulsão

Cuidados com a vaca e cria no periparto

Vaca tem que ser observada constantemente 7-10 dias antes do parto previstoCuidados com a vaca e cria no periparto Piquete: limpo, seco, sem lama e esterco, sombra.

Piquete: limpo, seco, sem lama e esterco, sombra. Contenção se necessária, pode ser problema limpo, seco, sem lama e esterco, sombra. Contenção se necessária, pode ser problema

Baia: limpa, arejada, desinfetada com cal, cama (evitar maravalha e pó-de-serra), área de 15-20 m 2 limpa, arejada, desinfetada com cal, cama (evitar maravalha e pó-de-serra), área de 15-20 m 2 /animal

Fácil acesso a água e alimento, ambos de alta qualidadeBaia: limpa, arejada, desinfetada com cal, cama (evitar maravalha e pó-de-serra), área de 15-20 m 2

Cuidados após o parto

Desobstrução e limpeza das narinas e bocaCuidados após o parto Estimular respiração - esfregar tórax do bezerro com pano seco e limpo

Estimular respiração - esfregar tórax do bezerro com pano seco e limpoapós o parto Desobstrução e limpeza das narinas e boca Verificar se não há defeitos e

Verificar se não há defeitos e injúrias- esfregar tórax do bezerro com pano seco e limpo Não sacudir o animal pelas pernas

Não sacudir o animal pelas pernas e nem dar socos para estimular respiraçãopano seco e limpo Verificar se não há defeitos e injúrias Desinfetar o umbigo com solução

Desinfetar o umbigo com solução de iodo a 7% e cortar cordão a ± 5 cm. Repetir a cada 12 horas por 2-3 diasanimal pelas pernas e nem dar socos para estimular respiração Identificação do animal Eliminar tetas extra-numerárias

Identificação do animalsolução de iodo a 7% e cortar cordão a ± 5 cm. Repetir a cada 12

Eliminar tetas extra-numeráriascom solução de iodo a 7% e cortar cordão a ± 5 cm. Repetir a cada

Adaptações fisiológicas após o nascimento

RespiraçãoAdaptações fisiológicas após o nascimento Catabolismo de gorduras, carboidratos e proteínas para geração de energia

Catabolismo de gorduras, carboidratos e proteínas para geração de energiaAdaptações fisiológicas após o nascimento Respiração Termo-regulação: evitar perda de calor Condução: evitar

Termo-regulação: evitar perda de calorcarboidratos e proteínas para geração de energia Condução: evitar superfícies geladas Convecção: evitar

Condução: evitar superfícies geladasde energia Termo-regulação: evitar perda de calor Convecção: evitar corrente de vento gelado Radiação:

Convecção: evitar corrente de vento geladoperda de calor Condução: evitar superfícies geladas Radiação: evitar ambiente gelado Evaporação: enxugar o

Radiação: evitar ambiente geladogeladas Convecção: evitar corrente de vento gelado Evaporação: enxugar o animal Absorção de imunoglobulinas

Evaporação: enxugar o animalcorrente de vento gelado Radiação: evitar ambiente gelado Absorção de imunoglobulinas para garantir sobrevivência

Absorção de imunoglobulinas para garantir sobrevivênciageladas Convecção: evitar corrente de vento gelado Radiação: evitar ambiente gelado Evaporação: enxugar o animal

Temperaturas ambientais

Temperaturas críticas dependem da idadeTemperaturas ambientais Temperatura crítica inferior: 8-10 o C Temperatura crítica superior: 25-27 o C Em

Temperatura crítica inferior: 8-10 o C o C

Temperatura crítica superior: 25-27 o C o C

Em condições de estresse de baixas temperaturas (0 a -4 o C) as exigências de manutenção aumentam cerca de 30%. De- ve-se então aumentar fornecimento o C) as exigências de manutenção aumentam cerca de 30%. De- ve-se então aumentar fornecimento de alimento líquido em

25-30%

Idade (dias)

Temp. Crítica Inferior ( o C)

1

13,4

5

12,2

10

10,8

15

9,5

20

8,4

25

7,3

30

6,4

Fonte: Adaptado de Gonzalez-Jimenez e Blaxter, 1962

Fornecimento de colostro Não é assim que eu devo receber o colostro, pois eu não
Fornecimento de colostro
Não é assim que eu
devo receber o
colostro, pois eu
não sei quanto tomar!!

C o l o s t r o

Colostro é a primeira secreção produzida pela glândula mamária após o parto.

O consumo o mais cedo possível após o nascimento de quantidade adequada de colostro de alta qualidade é imprescindível para garantir saúde (imunoglobulinas) e sobrevivência do bezerro (energia prontamente disponível)

Importância do colostro

Rico em imunoglobulinasImportância do colostro Alto valor nutritivo Primeira fonte de nutrientes Fonte de fatores de crescimento: IGF,

Alto valor nutritivoImportância do colostro Rico em imunoglobulinas Primeira fonte de nutrientes Fonte de fatores de crescimento: IGF,

Primeira fonte de nutrientesdo colostro Rico em imunoglobulinas Alto valor nutritivo Fonte de fatores de crescimento: IGF, epiderme, sistema

Fonte de fatores de crescimento:Alto valor nutritivo Primeira fonte de nutrientes IGF, epiderme, sistema nervoso, vilosidade intestinal etc

IGF, epiderme, sistema nervoso, vilosidade intestinal etc

Fonte de hormônios:IGF, epiderme, sistema nervoso, vilosidade intestinal etc Insulina, cortisol, tiroxina etc Fonte de minerais Fonte de

Insulina, cortisol, tiroxina etc

Fonte de mineraissistema nervoso, vilosidade intestinal etc Fonte de hormônios: Insulina, cortisol, tiroxina etc Fonte de vitaminas

Fonte de vitaminassistema nervoso, vilosidade intestinal etc Fonte de hormônios: Insulina, cortisol, tiroxina etc Fonte de minerais

Importância do colostro

Variável

1 a ord.

2 a ord.

3 a ord.

Leite

Sólidos totais, %

23,9

17,9

14,1

12,5

Gordura, %

6,7

5,4

3,9

3,6

Proteína total, %

14,0

8,4

5,1

3,2

Caseína, %

4,8

4,3

3,8

2,5

Albumina, %

0,9

1,1

0,9

0,5

Imunoglobulinas, %

6,0

4,2

2,4

0,09

IgG(g/dL)

3,2

2,5

1,5

0,06

Lactose, %

2,7

3,9

4,4

4,9

Vitamina A, µµµµg/dL

295

190

113

34

Vitamina E, µµµµg/g gord.

84

76

56

15

Riboflavina, µµµµg/mL

4,9

2,7

1,9

1,5

Vitamina B 12 , µµµµg/dL

4,9

3,4

2,5

0,6

Teor de imunoglobulinas no colostro

Fato importante e pouco lembrado:

Transferência de IgG para o colostro está

completa em grande parte antes do parto

e portanto imunidade passiva só é garantida

com a 1 a ordenha após o parto!

Teor de imunoglobulinas no colostro

Antígenos e vacinas da mãeTeor de imunoglobulinas no colostro Ordem de parição: primíparos teor é menor Volume de colostro: quanto

Ordem de parição: primíparos teor é menorde imunoglobulinas no colostro Antígenos e vacinas da mãe Volume de colostro: quanto maior, menor teor

Volume de colostro: quanto maior, menor teor de IgGda mãe Ordem de parição: primíparos teor é menor Período seco: não pode ser muito curto

Período seco: não pode ser muito curto (< 3 semanas) nem muito longoe vacinas da mãe Ordem de parição: primíparos teor é menor Volume de colostro: quanto maior,

Teor de imunoglobulinas no colostro

Pré-ordenha ou esfíncter flácido resulta em perda

Pré-ordenha ou esfíncter flácido resulta em perda

Somente o colostro da 1 a ordenha deve ser considerado como verdadeiro colostro

Somente o colostro da 1 a ordenha deve ser considerado como verdadeiro colostro

Grande variação de IgG entre animais: em rebanho de 1000 animais média de 48, (

Grande variação de IgG entre animais: em rebanho de 1000 animais média de 48, ( 22 a 70 mg/mL)

 

Absorção de imunoglobulinas após o nascimento

25 20 15 10 5 0 2 6 10 14 20 Absorção (%)
25
20
15
10
5
0
2
6
10
14
20
Absorção (%)

Horas após o nascimento

Qualidade do colostro

Colostrômetro: baseia-se na relação linear entre gravidade específica e teor de IgGQualidade do colostro Método rápido de avaliação IgG < 30 mg/mL IgG >30 < 60 mg/mL

Método rápido de avaliaçãorelação linear entre gravidade específica e teor de IgG IgG < 30 mg/mL IgG >30 <

IgG < 30 mg/mL

IgG >30 < 60 mg/mL

IgG > 60 mg/mL

Baixa qualidade< 30 mg/mL IgG >30 < 60 mg/mL IgG > 60 mg/mL Qualidade média Alta qualidade

Qualidade média>30 < 60 mg/mL IgG > 60 mg/mL Baixa qualidade Alta qualidade Teor de IgG no

Alta qualidade60 mg/mL IgG > 60 mg/mL Baixa qualidade Qualidade média Teor de IgG no PLASMA dos

Teor de IgG no PLASMA dos bezerros deve ser maior que 15 mg/mL para haver proteção contra infecções o mais cedo possível maior que 15 mg/mL para haver proteção contra infecções o mais cedo possível

Quantidade de colostro

O bezerro deve ingerir 100 g de IgG o mais cedo possível após o nascimento

Dois litros dentro das primeiras horas de vida e mais dois litros dentro de 12 horas

EX: Dois litros de colostro com 60 mg/ml de IgG com absorção de 25%, representam aproximadamente um teor de 15 mg/ml de IgG no plasma do bezerro

Efeito do volume e momento de fornecimento de colostro

15

16 14 12 10 8 6 4 2 0 0 4 8 12 16 20
16
14
12
10
8
6
4
2
0
0
4
8
12
16
20
24
Pico de IgG no soro
(mg/mL)
2 L 1 L
2 L
1 L

Idade do animal ao receber colostro (horas)

Manejo de fornecimento do colostro

Manejo de fornecimento do colostro Limpar o úbere e ordenhar a mãe dentro de 30 minutos

Limpar o úbere e ordenhar a mãe dentro de 30 minutos após o parto- acompanhamento parto

Forçar ingestão de 2 a 3 L (25% dos bezerros não mamam dentro de 12 horas)-dentro de 30 minutos após o parto- acompanhamento parto Usar sonda esofagiana se não aceitar mamadeira,

Usar sonda esofagiana se não aceitar mamadeira,de 2 a 3 L (25% dos bezerros não mamam dentro de 12 horas)- Não alargar

Não alargar o bico da mamadeira

Pode-se armazenar colostro refrigerado por 1 semanase não aceitar mamadeira, Não alargar o bico da mamadeira e congelado por 1 ano (evitar

e congelado por 1 ano (evitar freezer tipo “frost-free”)

congelado por 1 ano (evitar freezer tipo “frost-free”) Descongelamento em banho-maria a 45-50 o C ou

Descongelamento em banho-maria a 45-50 o C ou forno de micro-ondas com potência média

Como forçar a ingestão Fornecer quantidade estabelecida Balde Balde mamadeira Mamadeira Sonda esofagiana
Como forçar
a ingestão
Fornecer quantidade estabelecida
Balde
Balde mamadeira
Mamadeira
Sonda esofagiana
Sonda esofagiana
Sonda esofagiana
Fase de aleitamento
Fase de aleitamento

• Abomaso : Rúmen

RRúúmenmen RRúúmenmen 35%35% 62%62% AbomasoAbomaso AbomasoAbomaso 51%51% 14%14% NascimentoNascimento
RRúúmenmen
RRúúmenmen
35%35%
62%62%
AbomasoAbomaso
AbomasoAbomaso
51%51%
14%14%
NascimentoNascimento

AdultoAdulto

DesenvolvimentoDesenvolvimento dodo estômagoestômago dosdos BOVINOSBOVINOS

Idade

Peso

Retículo-

Omaso

Abomas o (%)

(semanas)

(kg)

Rúmen (%)

(%)

Nasc.

23,9

35

14

51

4

32,6

55

11

34

8

42,9

65

14

21

12

59,7

66

15

19

17

76,3

68

18

14

Adulto

325,4

62

24

14

Fase de aleitamento

Objetivo: suprir nutrientes com dieta líquida restrita para estimular consumo de alimento sólido rapidamente para tornar o bezerro um ruminante o mais cedo possível.

Leitepara tornar o bezerro um ruminante o mais cedo possível. Colostro ou leite de transição Leite

Colostro ou leite de transiçãoalimento sólido rapidamente para tornar o bezerro um ruminante o mais cedo possível. Leite Leite de

Leite de descarterapidamente para tornar o bezerro um ruminante o mais cedo possível. Leite Colostro ou leite de

Sucedâneopara tornar o bezerro um ruminante o mais cedo possível. Leite Colostro ou leite de transição

Fase de aleitamento - alimentos líquidos

Leite- melhor, custo maior

Colostro/leite de transição

Congelado - armazenamento, transmissão de doenças (?)

Fermentado - temperatura deve ser < 25 o C, mexer sempre, pode haver presença de microrganismos patogênicos e toxinas, pH baixo, consumo Resfriado - armazenamento, transmissão de doenças, homogeneização, limpeza do recipiente

Diluição - 1 parte de água:2-3 partes, dependendo do teor de sólidos (16-18%)

Importância do colostro

Variável

1 a ord.

2 a ord.

3 a ord.

Leite

Sólidos totais, %

23,9

17,9

14,1

12,5

Gordura, %

6,7

5,4

3,9

3,6

Proteína total, %

14,0

8,4

5,1

3,2

Caseína, %

4,8

4,3

3,8

2,5

Albumina, %

0,9

1,1

0,9

0,5

Imunoglobulinas, %

6,0

4,2

2,4

0,09

IgG(g/dL)

3,2

2,5

1,5

0,06

Lactose, %

2,7

3,9

4,4

4,9

Vitamina A, µµµµg/dL

295

190

113

34

Vitamina E, µµµµg/g gord.

84

76

56

15

Riboflavina, µµµµg/mL

4,9

2,7

1,9

1,5

Vitamina B 12 , µµµµg/dL

4,9

3,4

2,5

0,6

Fase de aleitamento - alimentos líquidos

Leite de descarte

Proveniente de animais em tratamento de mastite

Não causa problemas de doenças (mastite) desde que bezerras sejam mantidos em baias individuais ???

Pode também ser resfriado, congelado ou fermentado

Fermentação é mais lenta (antibióticos)

Fase de aleitamento - alimentos líquidos

Sucedâneo

Proteínas: até 3 semanas devem ser de origem láctea (maior digestibilidade, balanço adequado de aminoácidos : até 3 semanas devem ser de origem láctea (maior digestibilidade, balanço adequado de aminoácidos e ausência de fatores anti-nutricionais)

Carboidratos: até 3 semanas devem ser de origem láctea. : até 3 semanas devem ser de origem láctea.

Lipídios: melhor fonte é de origem láctea (maior digest.). Pode-se usar sebo e banha. : melhor fonte é de origem láctea (maior digest.). Pode-se usar sebo e banha.

Antibióticos: (oxitetraciclinas e neomicina) ajudam em situações de estresse (viagem, aglomeração), : (oxitetraciclinas e neomicina) ajudam em situações de estresse (viagem, aglomeração),

Coccidiostáticos: efeito positivo : efeito positivo

Fase de aleitamento - alimentos líquidos

Sucedâneo – Fontes protéicas

Até 3 semanas: leite desnatado, concentrado protéico de soro, caseína, soro : leite desnatado, concentrado protéico de soro, caseína, soro

Após 3 semanas: concentrado protéico e isolado protéico de soja, proteína plasmática de origem animal, proteína modificada : concentrado protéico e isolado protéico de soja, proteína plasmática de origem animal, proteína modificada de trigo

Fase de aleitamento - alimentos líquidos

Sucedâneo – Fontes protéicas

Baixa qualidade que comprometem o desempenho:

hidrolisado protéico e concentrado protéico de peixe, farinha de soja, leveduraprotéicas Baixa qualidade que comprometem o desempenho : Não recomendável (prejudica à saúde e desempenho:

Não recomendável (prejudica à saúde e desempenho: (prejudica à saúde e desempenho:

farinha de trigo, farinha de peixe, isolados de carne

Fase de aleitamento - alimentos líquidos

Sucedâneo - Geral

Teor de proteína: depende da quantidade oferecida, consumo de concentrado inicial, densidade calórica do sucedâneo e do concentrado inicial, fonte de proteínaFase de aleitamento - alimentos líquidos Sucedâneo - Geral NRC, 2001 recomenda 22%. Mínimo de 18%

NRC, 2001 recomenda 22%. Mínimo de 18%do sucedâneo e do concentrado inicial, fonte de proteína Teor de gordura: pode variar de 12-22%,

Teor de gordura: pode variar de 12-22%, embora no leite seja de 28%. Parece que ideal é de 16-18%, quando fontes protéicas são de origem lácteadensidade calórica do sucedâneo e do concentrado inicial, fonte de proteína NRC, 2001 recomenda 22%. Mínimo

Como fornecer alimento líquido ao bezerro
Como fornecer alimento líquido ao bezerro

Fase de aleitamento - alimentos líquidos

Geral

Quantidade: 8-10% do pesoFase de aleitamento - alimentos líquidos Geral Temperatura: ideal 36-37 o C. Nunca abaixo de 10

Temperatura: ideal 36-37 o C. Nunca abaixo de 10 o C o C. Nunca abaixo de 10 o C

Freqüência de fornecimento: 1, 2, 4, ou 6X/dia. Cerca de 98% dos produtores americanos usam 2X/diaTemperatura: ideal 36-37 o C. Nunca abaixo de 10 o C Utensílios que podem ser usados

Utensílios que podem ser usados sem alterar desempenho animal. Ponderar vantagens e desvantagens:de fornecimento: 1, 2, 4, ou 6X/dia. Cerca de 98% dos produtores americanos usam 2X/dia Balde

Balde Balde com bico

Mamadeira

Fase de aleitamento - alimentos líquidos

Geral

Água limpa e de boa qualidade deve estar disponível desde o início do aleitamentoFase de aleitamento - alimentos líquidos Geral Não existem evidências na literatura associando consumo de água

Não existem evidências na literatura associando consumo de água com aumento de incidência de diarréiadeve estar disponível desde o início do aleitamento Bezerro controla consumo de água dependendo do teor

Bezerro controla consumo de água dependendo do teor de sólidos no alimento líquido e consumo de concentradoconsumo de água com aumento de incidência de diarréia Água estimula consumo de concentrado inicial Água

Água estimula consumo de concentrado inicialde sólidos no alimento líquido e consumo de concentrado Água à vontade Sem água Concentrado (kg/4

Água à vontade

Sem água

Concentrado (kg/4 semanas)

11,7

8,1

Ganho (kg/4 semanas)

8,5

5,3

Dias com diarréia

4,5

5,4

Fonte: Kertz et al., 1984

Esta eu bebo, pois está limpa!
Esta eu bebo, pois
está limpa!
Instalações para fase de aleitamento A) Baias individuais. A bezerra fica solta em espaço de
Instalações para fase de aleitamento
A) Baias individuais.
A bezerra fica solta em espaço de 2,2 a 2,8 m 2 /
cabeça, fresco e arejado. Se o piso for de cimento
há necessidade de cama ou estrado de madeira.
B) Baias individuais de contenção - 0,60 x 1,50 m A bezerra fica presa pelo
B) Baias individuais de contenção - 0,60 x 1,50 m
A bezerra fica presa pelo pescoço e só tem possibilidade
de deitar e levantar. Não tem contato com fezes ou outro
animal. Há grande economia de espaço. Se o piso for de
cimento deve haver cama ou estrado de madeira
C) Casinhas – 1,20 x 2,40 x 1,0 m Abrigo: sombra e ventos gelados. Pode
C) Casinhas –
1,20 x 2,40 x 1,0 m
Abrigo: sombra e ventos gelados. Pode ser mudada de local para evitar
umidade. Não exige cama. Possível contato com carrapato.
Piso úmido e insolação podem ser problemas.

Em resumo as instalações devem garantir:

Ambiente seco e ventilado

Ambiente protegido de ventos gelados - Sinop ?

Proteção de radiação solar

Fácil acesso a água e alimento Facilidade de limpeza e desinfecção

Facilidade de contenção

Quando desmamar?

Quando consumo de concentrado inicial atender as exigências nutricionais para ganho adequadoQuando desmamar? Para isso ocorrer o rúmen tem que estar desenvolvido para absorver os sub-produtos da

Para isso ocorrer o rúmen tem que estar desenvolvido para absorver os sub-produtos da fermentaçãoatender as exigências nutricionais para ganho adequado A fermentação depende da existência da microflora

A fermentação depende da existência da microflora ruminal, que por sua vez depende do alimento secopara ganho adequado Para isso ocorrer o rúmen tem que estar desenvolvido para absorver os sub-produtos

Quando desmamar?

Consumo de concentrado inicial aumenta abruptamente 1-2 dias após retirada do alimento líquidoQuando desmamar? Se concentrado inicial for de alta qualidade e de alta palatabilidade , com água

Se concentrado inicial for de alta qualidade e de alta palatabilidadeSe concentrado inicial for de alta qualidade e de , com água limpa e de alta , com água limpa e de alta qualidade disponível, pode-se desmamar quando consumo de concentrado inicial for de 700-800 g/dia (raças grandes)

concentrado inicial for de 700-800 g/dia (raças grandes) Lembrar que existe grande variação de consumo de

Lembrar que existe grande variação de consumo de concentrado inicial (coef. de variação de 40%!). Desmamar de acordo com a idade é mais fácil

Importância do concentrado inicial

Consumo de alimento seco é o fator mais importante no

período de transição em que o bezerro (monogástrico) se transforma em ruminanteConsumo de alimento seco é o fator mais importante no Essa transição envolve mudanças morfológicas e

Essa transição envolve mudanças morfológicas e funcionais nos tecidos do aparelho digestivo.em que o bezerro (monogástrico) se transforma em ruminante Feno auxilia na expansão do volume e

Feno auxilia na expansão do volume e musculatura do rúmen, e não no desenvolvimento papilare funcionais nos tecidos do aparelho digestivo. Feno deve ser oferecido após desmama, pois consumo na

Feno deve ser oferecido após desmama, pois consumo na fase de aleitamento é muito baixodo aparelho digestivo. Feno auxilia na expansão do volume e musculatura do rúmen, e não no

Características do concentrado inicial

Ingredientes de alta qualidade, alta palatabilidade e moídos grosseiramenteCaracterísticas do concentrado inicial É aconselhável inclusão de fonte de fibra de pequeno tamanho de partícula

É aconselhável inclusão de fonte de fibra de pequeno tamanho de partícula (integridade das papilas)alta qualidade, alta palatabilidade e moídos grosseiramente Recomenda-se também entre 10-20% de feno de altíssima

Recomenda-se também entre 10-20% de feno de altíssima qualidade e finamente picadode pequeno tamanho de partícula (integridade das papilas) Concentração de nutrientes, base seca: PB: 18-20% NDT:

Concentração de nutrientes, base seca:10-20% de feno de altíssima qualidade e finamente picado PB: 18-20% NDT: 77-80% E.M.: 2,8-3,0 Mcal/kg

e finamente picado Concentração de nutrientes, base seca: PB: 18-20% NDT: 77-80% E.M.: 2,8-3,0 Mcal/kg FDN:

PB: 18-20%

picado Concentração de nutrientes, base seca: PB: 18-20% NDT: 77-80% E.M.: 2,8-3,0 Mcal/kg FDN: 15-25% FDA:
picado Concentração de nutrientes, base seca: PB: 18-20% NDT: 77-80% E.M.: 2,8-3,0 Mcal/kg FDN: 15-25% FDA:

NDT: 77-80% E.M.: 2,8-3,0 Mcal/kg

de nutrientes, base seca: PB: 18-20% NDT: 77-80% E.M.: 2,8-3,0 Mcal/kg FDN: 15-25% FDA: 6-15% Limitar
de nutrientes, base seca: PB: 18-20% NDT: 77-80% E.M.: 2,8-3,0 Mcal/kg FDN: 15-25% FDA: 6-15% Limitar

FDN: 15-25% FDA: 6-15%

Limitar consumo a 2 kg/diapicado Concentração de nutrientes, base seca: PB: 18-20% NDT: 77-80% E.M.: 2,8-3,0 Mcal/kg FDN: 15-25% FDA:

Efeito da dieta no desenvolvimento do rúmen em bezerros de 3 a 12 semanas de idade

 

Dietas

 

1

2

3

Grão, kg/dia a

0,40

1,04

1,37

Feno, kg/dia b Leite, kg/dia (3 a -5 a sem.) Comprimento das papilas, mm Peso ret./rúmen, kg (12 sem.) Volume ret./rúmen, L (12 sem.)

0,63

0,26

0,06

3,07

2,89

3,09

4,2

5,5

7,4

10,86

9,36

7,71

15,00

11,43

8,12

a - Quantidade máxima oferecida: 0,45, 1,36 e 2,27 Kg

b - Oferecido à vontade

Adaptado de Stobo et al., 1966.

Consumo de concentrado, feno e ganho diário de acordo com a idade

 

Idade

Concentrado kg por dia

Feno kg por dia

Ganho diário kg

 

dias

7

-

-

0,12

14

0,08

0,02

0,22

21

0,26

0,01

0,24

28

0,43

0,02

0,45

35

0,80

0,03

0,58

42

0,84

0,02

0,64

49

1,34

0,05

0,67

56

2,01

0,10

0,65

63

2,19

0,18

0,73

70

2,36

0,35

0,92

84

2,47

0,73

0,83

91

2,50

0,61

0,89

98

2,50

1,07

0,88

105

2,50

1,11

1,12

119

2,50

1,62

1,06

126

2,50

1,92

0,96

Desenvolvimento do aparelho digestivo superior

Desenvolvimento do aparelho digestivo superior Abomaso - 50% Omaso - 12% Retículo-rúmen - 38% Abomaso -

Abomaso - 50% Omaso - 12% Retículo-rúmen - 38%

Abomaso - 15% Omaso - 18% Retículo-rúmen - 67%

Desenvolvimento do estômago

Desenvolvimento do estômago

Resumo da fase de aleitamento

Manter animais em instalações individuais, secas e bem ventiladasResumo da fase de aleitamento Limitar fornecimento de alimento líquido Oferecer água limpa e de alta

Limitar fornecimento de alimento líquidoaleitamento Manter animais em instalações individuais, secas e bem ventiladas Oferecer água limpa e de alta

individuais, secas e bem ventiladas Limitar fornecimento de alimento líquido Oferecer água limpa e de alta

Oferecer água limpa e de alta qualidade

Resumo da fase de aleitamento

Desmamar quando consumo de concentrado inicial por 3 dias consecutivos for adequado para a raçaResumo da fase de aleitamento Após a desmama limitar consumo de concentrado inicial para 2 kg/dia

Após a desmama limitar consumo de concentrado inicial para 2 kg/dia (custo elevado)inicial por 3 dias consecutivos for adequado para a raça Não há necessidade de se fornecer

Não há necessidade de se fornecer feno nessa faseconsumo de concentrado inicial para 2 kg/dia (custo elevado) O consumo de volumosos começa a aumentar

O consumo de volumosos começa a aumentar a partir de 3 meses de idadelimitar consumo de concentrado inicial para 2 kg/dia (custo elevado) Não há necessidade de se fornecer

NOVILHAS
NOVILHAS

Fase dos 3 meses ao parto

Dieta deve ter alta participação de volumoso
Dieta deve ter alta participação de volumoso
Volumoso deve ser de alta qualidade
Volumoso deve ser de alta qualidade
Uso de pasto diminui custo, mas deve ser de alta qualidade
Uso de pasto diminui custo, mas deve ser de alta qualidade
Programa adequado de vermifugação
Programa adequado de vermifugação
Monitorar mensalmente desenvolvimento dos animais
Monitorar mensalmente desenvolvimento dos animais

Ritmo de crescimento

Ritmo de crescimento Animais de reposição não contribuem com nenhuma renda até a primeira parição Custo

Animais de reposição não contribuem com nenhuma renda até a primeira parição

Custo total da criação de fêmeas depende do custo de alimentação (2/3 to total), idade na 1 a parição, produção de leite e mortalidade a parição, produção de leite e mortalidade

Idade ideal da 1 a parição: 24-26 meses???? a parição: 24-26 meses????

Ritmo de crescimento

Idade da 1 a parição depende da idade da concepção e portanto da puberdade a parição depende da idade da concepção e portanto da puberdade

Puberdade depende do peso e não da idade. Jersey: 180-220 kg; Holandês e Suíço: 250-280 kg e não da idade. Jersey: 180-220 kg; Holandês e Suíço: 250-280 kg

Peso no parto deve ser ± ± ± ± 85% do peso médio dos animais adultos na fase intermediária da ±±±± 85% do peso médio dos animais adultos na fase intermediária da lactação

dos animais adultos na fase intermediária da lactação Peso abaixo do ideal limita produção de leite

Peso abaixo do ideal limita produção de leite nas duas primeiras lactações

Relação entre produção de leite na primeira lactação e peso na primeira para parição de animais holandeses

Peso na 1 a parição (Kg)

Leite adicional na 1 a lactação (Kg)

408

0

431

160

454

300

477

400

500

550

523

580

546

650

569

800

592

830

615

850

638

900

661

920

Fonte: Keown, 1986

Ritmo de crescimento

Ritmo de crescimento Ganhos de 2-3 meses até puberdade não podem ser muito Elevados Durante essa
Ritmo de crescimento Ganhos de 2-3 meses até puberdade não podem ser muito Elevados Durante essa
Ritmo de crescimento Ganhos de 2-3 meses até puberdade não podem ser muito Elevados Durante essa

Ganhos de 2-3 meses até puberdade não podem ser muito Elevados

Durante essa fase de crescimento alométrico da glândula mamária existe relação inversa entre teor de hormônios (SMT) e consumo de energia

Após a puberdade esse efeito desaparece e pode-se imprimir taxas elevadas de ganho

Ritmo de crescimento

Para raças grandes e pequenas regra prática de ganho recomendada:Ritmo de crescimento 0 a 2,5-3 meses de idade 4 a 14 meses de idade 15

grandes e pequenas regra prática de ganho recomendada: 0 a 2,5-3 meses de idade 4 a
grandes e pequenas regra prática de ganho recomendada: 0 a 2,5-3 meses de idade 4 a

0

a 2,5-3 meses de idade

4

a 14 meses de idade

15 meses até parto0 a 2,5-3 meses de idade 4 a 14 meses de idade Holandês 13-15 kg/mês 21-22

Holandês

13-15 kg/mês4 a 14 meses de idade 15 meses até parto Holandês 21-22 kg/mês 26-30 kg/mês Jersey

21-22 kg/mêsmeses de idade 15 meses até parto Holandês 13-15 kg/mês 26-30 kg/mês Jersey 10-12 kg/mês 14-16

26-30 kg/mêsmeses de idade 15 meses até parto Holandês 13-15 kg/mês 21-22 kg/mês Jersey 10-12 kg/mês 14-16

Jersey

10-12 kg/mês

14-16 kg/mês

18-20 kg/mês

Ritmo de crescimento

Taxa de crescimento e desenvolvimento da glândula mamária em animais da raça holandesa

Taxa de ganho (g/dia)

 

635

1.127

Idade inicial (meses) Peso inicial (Kg) Idade na puberdade (meses) Idade no abate (meses) Peso no abate (Kg) Peso da glândula (Kg) Tecido secretor (%) Tecido adiposo (%)

7,4

7,0

180

172

10,8

9,7

14,9

10,9

320

320

1,68

2,23

38 (+ 58%) 62 (- 25%)

22

78

Fonte: Serjen, 1984

Peso e altura recomendados para fêmeas da raça Holandesa

Idade (mês)

Peso (kg)

Altura (cm)

1

54-59

79-81

2

73-81

84-86

3

96-103

89-91

4

117-125

91-94

5

141-149

97-99

6

168-183

102-104

7

192-205

104-107

8

212-231

109-112

9

241-260

109-112

10

261-284

114-117

11

290-311

117-119

12

310-333

119-122

14

352-383

122-124

16

415-437

127-130

18

440-469

130-132

20

484-515

130-132

22

521-547

132-135

24

531-570

135-137

Peso e altura recomendados para fêmeas da raça Jersey

Idade (mês)

Peso (kg)

Altura (cm)

1

42-49

74-81

2

55-66

76-84

3

70-80

81-86

4

83-98

86-91

5

106-126

89-97

6

118-146

91-99

7

138-164

97-102

8

152-187

99-104

9

169-198

102-107

10

178-219

102-107

11

194-226

104-109

12

214-249

107-112

14

243-273

112-114

16

265-300

114-117

18

290-342

114-119

20

317-369

117-122

22

344-390

119-124

24

359-405

122-127

Peso e altura recomendados para fêmeas da raça Pardo Suiço

Idade (mês)

Peso (kg)

Altura (cm)

1

61-74

81-86

2

85-101

86-91

3

109-128

91-97

4

133-156

94-102

5

156-183

99-107

6

180-210

102-112

7

203-237

107-114

8

226-263

109-117

9

249-289

122-122

10

271-315

114-124

11

293-340

117-127

12

315-365

119-130

14

356-414

124-132

16

396-460

127-137

18

434-502

180-140

20

468-542

132-142

22

500-578

132-142

24

530-610

135-145

Conclusões

Período mais crítico é do nascimento à desmama

Animais de reposição não contribuem com renda

Antecipar idade do primeiro parto

Controlar e minimizar custos

Manejo adequado

Obrigado
Obrigado