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Saúde da Mulher

Saúde da Mulher
Temas • Saúde Cardiovascular • Tensão pré-menstrual • Síndrome dos ovários policísticos • Endometriose

Temas

Saúde Cardiovascular

Tensão pré-menstrual

Síndrome dos ovários policísticos

Endometriose

Infertilidade

Climatério e menopausa

Depressão

Modulação hormonal

Nutrição e Mulher As características corporais, fisiológicas e metabólicas, assim como o papel reprodutivo, a

Nutrição e Mulher

As características corporais, fisiológicas e

metabólicas, assim como o papel reprodutivo,

a gestação e a amamentação são

determinantes na necessidade nutricional

diferenciada para as mulheres.

Nutrição e Mulher • A fisiologia da mulher gera necessidades nutricionais específicas, que vão além

Nutrição e Mulher

A fisiologia da mulher gera necessidades

nutricionais específicas, que vão além da

demanda básica de calorias e e nutrientes globais. Frequentemente, a mulher combina duas atividades exigentes: a vida profissional e a responsabilidade da casa.

A pressão social em termos de auto-imagem

corporal é muito forte, e o controle de peso, incluindo dietas para emagrecimento, é

frequentemente uma preocupação diária.

Saúde da Mulher SAÚDE PÚBLICA: Em 1984, o Ministério da Saúde, atendendo as reivindicações do

Saúde da Mulher

SAÚDE PÚBLICA:

Em 1984, o Ministério da Saúde, atendendo as reivindicações do movimento de mulheres,

elaborou o Programa de Assistência Integral

á Saúde da Mulher (PAISM).

As áreas de atuação do PAISM são divididas em grupos baseados nas fases da vida

As áreas de atuação do PAISM são divididas em grupos baseados nas

fases da vida da mulher:

Assistência ao ciclo gravídico puerperal: pré-natal (baixo e alto risco), parto e puerpério;

Assistência ao abortamento;

Assistência à concepção e anticoncepção;

Prevenção do câncer de colo uterino e detecção

do câncer de mama; (Portaria 3040 de 21 de

junho de 1998 do Ministério da Saúde instituiu o Programa Nacional de Combate ao Câncer do Colo Uterino);

Assistência ao climatério;

Assistência às doenças ginecológicas prevalentes;

Prevenção e tratamento das DST/AIDS;

Assistência à mulher vítima de violência.

Nutrição e Mulher • A posição da Associação Dietética Americana (ADA) e da Associação de

Nutrição e Mulher

A posição da Associação Dietética Americana (ADA) e da Associação de Nutricionistas Canadenses (ANC) é de que a mulher tem necessidades nutricionais específicas e está susceptível a vários riscos nutricionais relacionados com doenças.

Por isso, a ADA e a ANC apóiam pesquisa, atividades para promoção à saúde, serviços de saúde, entre outros para que a mulher adote práticas desejáveis para uma saúde melhor.

Esta diretriz faz recomendações para determinadas condições bastante freqüentes no público feminino, como obesidade, desordens alimentares, anemia, osteoporose, diabetes, câncer, dentre outras.

Nutrição e Mulher Dietetics professionals can enhance women’s health by helping women recognize the means

Nutrição e Mulher

Nutrição e Mulher Dietetics professionals can enhance women’s health by helping women recognize the means of
Nutrição e Mulher Dietetics professionals can enhance women’s health by helping women recognize the means of

Dietetics professionals can enhance women’s health by helping

women recognize the means of maintaining healthful eating habits and healthpromoting practices.

Nutrição e Mulher A diferença entre mulheres e homens começa com necessidades nutricionais distintas.

Nutrição e Mulher

A diferença entre mulheres e homens começa com necessidades

nutricionais distintas.

Nutrição e Mulher As características corporais, fisiológicas e metabólicas são diferentes entre homens e mulheres

Nutrição e Mulher

As características corporais, fisiológicas e metabólicas são diferentes entre homens e mulheres

Por isso, alguns problemas as afetam particularmente durante o seu ciclo de vida

Avaliar essas questões é decisivo para a determinação das necessidades nutricionais da mulher

Homem e Mulher   Mulher Homem Idade (anos) 25,6 + 5,1 28,1 + 5,4 Altura

Homem e Mulher

Homem e Mulher   Mulher Homem Idade (anos) 25,6 + 5,1 28,1 + 5,4 Altura (m)
 

Mulher

Homem

Idade (anos)

25,6 + 5,1

28,1 + 5,4

Altura (m)

1,67 + 0,06

1,81 + 0,05

Peso corporal (Kg)

65,4 + 7,5

79,8 + 10,9

IMC (Kg/m 2 )

23,6 + 2,1

24,4 + 2,6

Massa muscular (kg)

44,5 + 4,0

61,5 + 5,6

Gordura corporal (%)*

31 + 7

22 + 8

Homem e Mulher • Nos primórdios da humanidade, o papel exercido pela mulher era bem

Homem e Mulher

Nos primórdios da humanidade, o papel

exercido pela mulher era bem diferente do atual. Conforme relata MILES (1989):

“a partir de 500.000 a.C., quando a femina erecta

colocou-se de pé pela primeira vez ao lado do homo

erectus em algum primitivo vale ensolarado, muitas

mudanças tiveram lugar antes que ambos, juntos, se tornassem sapiens”.

Evolução Feminina

Evolução Feminina

Evolução Feminina
Evolução Feminina
Evolução Feminina Antigamente

Evolução Feminina

Antigamente

Evolução Feminina Antigamente
Evolução Feminina Antigamente
Evolução Feminina Evolução

Evolução Feminina

Evolução

Evolução Feminina Evolução
Evolução Feminina Evolução
Evolução Feminina Atualmente

Evolução Feminina

Atualmente

Evolução Feminina Atualmente
Evolução Feminina Atualmente
Saúde da Mulher A atividade física é importante para a mulher nas diferentes fases da

Saúde da Mulher

A atividade física é importante para a mulher nas diferentes fases da vida.

ZAMAI, C.A.; COSTA, M.S. Prática de exercícios físicos entre mulheres

frenquentadoras de academias na Cidade de Campinas (SP). Moviento & Percepção. Espírito Santo do Pinhal, v.9, n.13, p. 266- 286, jul./dez. 2008.

Saúde da Mulher Saúde e qualidade de vida, auxilia nos sintomas da menopausa, diminui os

Saúde da Mulher

Saúde e qualidade de vida, auxilia nos sintomas da

menopausa, diminui os riscos de osteoporose,

doenças cardiovasculares, obesidade e diabetes; e também traz benefícios na gestação, adolescência e

em mulheres idosas.

ZAMAI, C.A.; COSTA, M.S. Prática de exercícios físicos entre mulheres

frenquentadoras de academias na Cidade de Campinas (SP). Moviento & Percepção. Espírito Santo do Pinhal, v.9, n.13, p. 266- 286, jul./dez. 2008.

Cálcio  O osso é um tecido metabolicamente ativo. Pelo menos 3 órgãos são importantes

Cálcio

O osso é um tecido metabolicamente ativo. Pelo

menos 3 órgãos são importantes na modulação do

metabolismo ósseo: o intestino (absorção de cálcio), o rim (retenção de cálcio) e o próprio osso

(remodelagem óssea).

Mecanismos homeostáticos, reguladores, que

envolvem vitamina D, hormônio paratireoidiano e

calcitonina, mantém constante o nível de cálcio no sangue para provisão adequada de todos os tecidos.

Cálcio Durante o crescimento, a formação óssea suplanta a reabsorção, ao passo que, com a

Cálcio

Durante o crescimento, a formação óssea suplanta a

reabsorção, ao passo que, com a idade, e

particularmente em torno da menopausa, a reabsorção óssea suplanta a formação, levando à

redução da massa óssea e à fragilidade da sua

microarquitetura.

Cálcio • Para a International Osteoporosis Foundation a osteoporose é uma doença óssea silenciosa, caracterizada

Cálcio

Para a International Osteoporosis Foundation a osteoporose é uma doença óssea silenciosa,

caracterizada por baixa densidade óssea e

deterioração da microarquitetura do tecido ósseo,

que leva à fragilidade óssea e ao aumento da

suscetibilidade a fraturas.

Mundialmente, calcula-se que uma em cada 23 mulheres acima de 50 anos é afetada pela

osteoporose. Até o ano 2050, calcula-se que uma de

cada duas fraturas de quadril devidas à osteoporose

acontecerá na Ásia e na América Latina.

Cálcio • Muitos levar ao desenvolvimento de osteoporose, incluindo pico insuficiente de massa óssea alcançado

Cálcio

Muitos

levar ao

desenvolvimento de osteoporose, incluindo pico insuficiente de massa óssea alcançado

durante a infância, perda óssea excessiva

causada por depleção de estrógeno na

menopausa, imobilização e insuficiência

nutricional.

fatores

podem

Cálcio A abordagem nutricional para formação e Manutenção da massa óssea obedece a 2 aspectos:

Cálcio

A abordagem nutricional para formação e

Manutenção da massa óssea obedece a 2 aspectos:

1. Otimizar a ingestão dietética de micronutrientes

requerida para a formação óssea e manutenção dos

estoques de minerais no reservatório ósseo;

2. Identificar os nutrientes que ajudam a manter um

processo de remodelagem óssea saudável,

mantendo o equilíbrio entre a formação e a absorção nas células ósseas.

Saúde Cardiovascular • Em geral, as mulheres estão parcialmente mais protegidas do aumento do colesterol

Saúde Cardiovascular

Em geral, as mulheres estão parcialmente

mais protegidas do aumento do colesterol LDL e da doença cardiovascular que os homens

pela produção do hormônio feminino

estrógeno.

Saúde Cardiovascular • Esta proteção termina após a menopausa. Além disso, as mulheres desenvolvem outros

Saúde Cardiovascular

Esta proteção termina após a menopausa. Além

disso, as mulheres desenvolvem outros fatores metabólicos ao longo da vida que aumentam o risco da doença. Conhecer esta diferença e a importância

de controlá-las pode reduzir o risco de doença

cardiovascular significativamente ao longo da vida da mulher.

As mulheres podem reduzir de forma significativa

seus riscos de doença cardiovascular prematura com uma dieta saudável, mantendo um estilo de vida

ativo e evitando fatores de risco, como tabagismo.

Câncer de Mama • O câncer de mama é o segundo mais comum em mulheres

Câncer de Mama

O câncer de mama é o segundo mais comum em

mulheres nos Estados Unidos. Representa 15% de todas as mortes por câncer em mulheres. A gordura da dieta foi implicada na etiologia do câncer de

mama. Na realidade, nenhum nutriente isolado foi

implicado. Os fatores de risco são um Índice de Massa Corporal (peso/ altura elevada ao quadrado)

aumentado, em particular o componente peso, ou

menarca em idade muito jovem (especialmente antes dos 12 anos).

Câncer de Mama • Estudos investigaram o papel de nutrientes no desencadeamento ou proteção do

Câncer de Mama

Estudos investigaram o papel de nutrientes no

desencadeamento ou proteção do câncer de mama. Vitaminas, antioxidantes, em especial vitamina A e a

vitamina C em menor grau, parecem ter um papel

protetor. É provável que frutas e legumes diminuam o risco de câncer de mama, com um possível papel

de carotenóides e fibras em particular.

Fonte: www.saude.gov.br

Fonte: www.saude.gov.br

Fonte: www.saude.gov.br

Gestação • A alimentação, reconhecidamente, tem papel relevante para a saúde dos indivíduos, principalmente na

Gestação

A alimentação, reconhecidamente, tem papel

relevante para a saúde dos indivíduos, principalmente na etapas da vida caracterizadas pelo

aumento da demanda de energia e de nutrientes,

como a gestação e o puerpério (WERUTSKY et al., 2008).

Gestação • O estado nutricional da gestante influi diretamente na saúde, crescimento e desenvolvimento adequado

Gestação

O estado nutricional da gestante influi diretamente

na saúde, crescimento e desenvolvimento

adequado do feto, seu peso ao nascer, nas chances de prematuridade, mortalidade e morbidade

neonatal

(WERUTSKY et al., 2008).

Gestação Durante a gestação há o aumento das necessidades: • Energia • Proteína • Cálcio

Gestação

Durante a gestação há o aumento das necessidades:

Energia

Proteína

Cálcio

Ferro

ácido fólico

vitamina A

fibras dietéticas, especialmente em seus últimos

estágios, em que é frequente a constipação intestinal

(JOB, 2007).

Gestação Mulheres em idade fértil que têm um potencial para engravidar devem consumir ácido fólico

Gestação

Mulheres em idade fértil que têm um potencial para

engravidar devem consumir ácido fólico adicional

diariamente, a fim de reduzir o risco de desenvolverem

um feto com espinha bífida ou outros defeitos no tubo

neural.

The Nutrition Society (1997) Symposium on nutritional issues for women. Proceedings of the Nutrition Society 56 (1B), 291-391. The Lancet (1997) Women's health. The Lancet 349 (supp. 1), 1-26.

Gestação • As necessidades de ácido fólico aumentam consideravelmente durante a gravidez e é, geralmente,

Gestação

As necessidades de ácido fólico aumentam

consideravelmente durante a gravidez e é, geralmente, recomendado que as mulheres em

idade fértil ingiram uma quantidade adicional de

400mg deste, sob a forma de suplementos alimentares, de alimentos enriquecidos, ou ambos,

para além de consumirem uma ampla variedade de

alimentos que o contenham naturalmente, como é o caso das vísceras e dos vegetais de folhas verdes

crus.

Gestação

Gestação

Gestação
Síndrome Pré Menstrual • Ocorre na 2a. Fase do ciclo menstrual, durando em média 2

Síndrome Pré Menstrual

Síndrome Pré Menstrual • Ocorre na 2a. Fase do ciclo menstrual, durando em média 2 a

Ocorre na 2a. Fase do ciclo menstrual, durando em média 2 a 10 dias

Estudos demonstram ocorrência desde 20, 40% até 80% na população ocidental

2,5 a 5% dos casos referem a sua forma mais severa (acidentes,

suicídios e internações psiquiátricas)

Conjunto de fatores para a sua presença

Barnard et al Diet and Sex-Hormone Binding Globulin, dysmenorrhea and premenstrual

Symptoms. Obstet & Gynecol, 2000)

Shabert JK. Nutrição no ciclo de vida Nutrição na idade adulta. In Krause Alimentos,

nutrição & dietoterapia, 2005

Síndrome Pré Menstrual Nenhum desequilíbrio ou deficiência consistente foi identificado na etiologia, apesar de

Síndrome Pré Menstrual

Nenhum desequilíbrio ou deficiência consistente foi identificado na etiologia, apesar de algumas teorias promissoras terem sido desenvolvidas e serem relacionadas:

desequílibrio de hormônios (estrógeno e

progesterona)

defeitos na síntese de neurotransmissores

distúrbios de metabolismos de ácidos graxos

essenciais

deficiência de certos nutrientes como vitamina B6

e

e

cálcio. (MAHAN et al., 2005).

Síndrome Pré Menstrual A nutrição melhorada e a redução do estresse também podem ajudar a

Síndrome Pré Menstrual

A nutrição melhorada e a redução do estresse

também podem ajudar a diminuir os sintomas pré-

menstruais

(MAHAN et al., 2005).

Síndrome Pré Menstrual Sintomas físicos: • Retenção hídrica • Cefaléia e enxaqueca • Cansaço, fadiga

Síndrome Pré Menstrual

Sintomas físicos:

Retenção hídrica

Cefaléia e enxaqueca

Cansaço, fadiga

Dores pelo corpo

Espinhas

Shabert JK. Nutrição no ciclo de vida Nutrição na idade adulta. In Krause Alimentos, nutrição & dietoterapia, 2005

Síndrome Pré Menstrual Sintomas psíquicos: • Ansiedade • Irritabilidade • Agressividade e tensão •

Síndrome Pré Menstrual

Sintomas psíquicos:

Ansiedade

Irritabilidade

Agressividade e tensão

Depressão: insônia, choro, desânimo

Confusão mental e dificuldade de concentração

Shabert JK. Nutrição no ciclo de vida Nutrição na idade adulta. In Krause Alimentos, nutrição & dietoterapia, 2005

Síndrome Pré Menstrual Fatores relacionados a TPM • Oscilações hormonais, com redução de estrógeno •

Síndrome Pré Menstrual

Fatores relacionados a TPM

Oscilações hormonais, com redução de estrógeno

Alterações nos níveis de neurotransmissores

Deficiências nutricionais: Cálcio e magnésio

Fator hereditário

Fator ambiental: momento de vida da mulher

hereditário • Fator ambiental: momento de vida da mulher Shabert JK. Nutrição no ciclo de vida

Shabert JK. Nutrição no ciclo de vida Nutrição na idade adulta. In Krause Alimentos, nutrição & dietoterapia, 2005

Síndrome Pré Menstrual Recomendações nutricionais na TPM Objetivo: • Reduzir oscilações hormonais • Repor

Síndrome Pré Menstrual

Recomendações nutricionais na TPM

Objetivo:

Reduzir oscilações hormonais

Repor nutrientes relacionados a TPM

Reduzir sintomas

Nutrientes importantes:

Soja, cálcio magnésio, alto teor de triptofano, CH saudável, fibras Reduzir sódio

Síndrome Pré Menstrual Evidência científica – soja integral • Effect on consuption of soy isoflavones

Síndrome Pré Menstrual

Evidência científica soja integral

Effect on consuption of soy isoflavones on behavioural, somatic and affective symptoms in women with premenstrual syndrome (Bryant et al Br J Nutr, 2005)

Duplo cego e randomizado 23 mulheres com SPM (18 a 35 anos) 7 ciclos menstruais

Soja com aproximadamente 68mg de isoflavonas agliconas/dia

Soja com aproximadamente 68mg de isoflavonas agliconas/dia Resultados após 2 ciclos:  Significativa de dor de

Resultados após 2 ciclos:

Significativa de dor de cabeça, dor nos seios, câimbras e inchaço

Síndrome Pré Menstrual • Diet and Sex-Hormone Binding Globulin, dysmenorrhea and premenstrual symptoms (Barnard et

Síndrome Pré Menstrual

Diet and Sex-Hormone Binding Globulin, dysmenorrhea and

premenstrual symptoms (Barnard et al Obstet & Gynecol, 2000)

33 mulheres

2

ciclos menstruais: dieta baseada em vegetais e com gordura

2

ciclos menstruais: dieta usual + pílula (placebo)

Resultados:

Globulina ligadora dos hormônios sexuais (46,7 vs 39,3)

Menor peso corporal (66,1Kg vs 67,9Kg)

da média de duração da dismenorréia (3,6 dias vs 2,7 dias)

da intensidade da dor

dos sintomas da SPM (retenção hídrica e sintomas psíquicos)

Síndrome Pré Menstrual Cálcio: • Estudos demonstram que a deficiência de cálcio é fator importante

Síndrome Pré Menstrual

Cálcio:

Estudos demonstram que a deficiência de cálcio é fator importante para a presença de sintomas da SPM

Mas

Apenas 25% das mulheres consomem cálcio suficiente

SPM Mas Apenas 25% das mulheres consomem cálcio suficiente Além disso, cálcio é fundamental para outros

Além disso, cálcio é fundamental para outros problemas que podem afetar

as mulheres: osteoporose, câncer de cólon e hipertensão

Síndrome Pré Menstrual Cálcio e Manganês • Dietary calcium and manganese effects on menstrual cycle

Síndrome Pré Menstrual

Cálcio e Manganês

Dietary calcium and manganese effects on menstrual cycle

symptoms (Peland et al Am J Obstet Gynecol, 1993)

Duplo cego

10 mulheres com ciclos normais 169 dias 587 a 1336mg de cálcio e 1 a 5,6mg de manganês diariamente

Resultados:

 cálcio: mau humor, sintomas comportamentais, retenção hídrica e dor na fase menstrual

manganês: mau humor e dor na fase menstrual

Portanto, cálcio e manganês têm papel fundamental na manifestação dos sintomas associados ao ciclo menstrual

Síndrome Pré Menstrual Cálcio e Vitamina D • Calcium and vitamin D intake and risk

Síndrome Pré Menstrual

Cálcio e Vitamina D

Calcium and vitamin D intake and risk of incident

premenstrual syndrome (Bertone-Johnson ER Arch Intern Med, 2005)

Mulheres com 27 a 44 anos desde 1991

1057 mulheres com SPM e 1968 sem SPM

Consumo dos nutrientes medidos em 1991, 1995 e 1999

Resultados:

Níveis sanguíneos de cálcio e vit. D menores nas mulheres com SPM Mulheres com > consumo de cálcio e vit. D - sintomas

Síndrome Pré Menstrual Magnésio e Vitamina B6 • New treatment approaches for menstrual disorders (

Síndrome Pré Menstrual

Magnésio e Vitamina B6

New treatment approaches for menstrual disorders (Rapkin

AJ Am J Manag Care, 2005)

Magnésio 200mg/dia Sintomas relacionados a retenção hídrica a partir do 2o. Ciclo menstrual

Pyridoxine and premenstrual syndrome: a randomized

crossover trial (Doll H J R Coll Gen Pract, 1989)

Vitamina B6 50mg durante 3 ciclos menstruais Melhora de 69% dos sintomas emocionais

Síndrome Pré Menstrual CHO Changes in nutrient intake during the menstrual cycle of Overweight women

Síndrome Pré Menstrual

CHO

Changes in nutrient intake during the menstrual cycle of Overweight women with premenstrual syndrome (Cross GB et al Brit J of Nutr, 2001)

Mulheres

CH (g)

CH complexo

CH simples (g)

Gordura (g)

com SPM

(g)

Pré menstrual

245

131

113

81,6

Pós menstrual

167

95,9

71

53,6

Diferença (%)

32

26,8

37,2

34

Mulheres

CH (g)

CH complexo

CH simples (g)

Gordura (g)

sem SPM

(g)

Pré menstrual

220

118

101

74,2

Pós menstrual

211

116

94,5

67

Diferença (%)

4,09

0,9

6,4

9,7

Síndrome Pré Menstrual • Muitos são os benefícios apresentados por uma alimentação rica em Omega

Síndrome Pré Menstrual

Muitos são os benefícios apresentados por uma alimentação rica em Omega 3 tais como: redução nos índices da depressão pós-parto e mudanças de humor.

(SEATON, 2006).

rica em Omega 3 tais como: redução nos índices da depressão pós-parto e mudanças de humor.
Síndrome Pré Menstrual CHO e Kcal • Effect of nutrient intake on premenstrual depression (Wurtmann

Síndrome Pré Menstrual

CHO e Kcal

Effect of nutrient intake on premenstrual depression (Wurtmann JJ Am J Obstet Gynecol, 1989)

19 pacientes com sintomas psíquicos severos

CH - 24% do consumo, sendo 43% relacionado ao consumo de “snacks”

consumo calórico: (1892 Kcal vs 2395 Kcal)

Dieta rica em CH: Melhora da depressão, tensão, irritação entre outros sintomas emocionais.

Relação com captação de triptofano - produção de serotonina

Síndrome Pré Menstrual • A prática de exercício físico regular e moderado tem demonstrado melhorar

Síndrome Pré Menstrual

A prática de exercício físico regular e moderado tem demonstrado melhorar significativamente o humor e diminuir a letargia por aumentar os níveis de endorfinas.

Meireles, 2009

Síndrome Pré Menstrual

Síndrome Pré Menstrual

Síndrome Pré Menstrual
Síndrome Pré Menstrual Conclusão: Nutricionistas, os quais abordam a área alimentar, devem estar cientes que

Síndrome Pré Menstrual

Síndrome Pré Menstrual Conclusão: Nutricionistas, os quais abordam a área alimentar, devem estar cientes que uma
Síndrome Pré Menstrual Conclusão: Nutricionistas, os quais abordam a área alimentar, devem estar cientes que uma

Conclusão: Nutricionistas, os quais abordam a área alimentar, devem estar

cientes que uma paciente com seu tratamento iniciado na fase lútea, por

exemplo, poderá exibir modificações ponderais e bioquímicas e mudanças do

comportamento alimentar habitual, incluindo um excesso de consumo de alimentos salgados, doces e chocolates.

Síndrome Pré Menstrual O ciclo menstrual não influencia apenas o apetite e tamanho das refeições.

Síndrome Pré Menstrual

Síndrome Pré Menstrual O ciclo menstrual não influencia apenas o apetite e tamanho das refeições. A

O ciclo menstrual não influencia apenas o apetite e tamanho das refeições. A literatura também relata mudanças em tipos de macronutrientes ingeridos, além de citar alterações na seleção de produtos alimentícios, bem como desenvolvimento de compulsão por determinados alimentos.

Síndrome Ovário Policístico • O Ovário policístico resulta de uma série de interações hormonais, alguns

Síndrome Ovário Policístico

O Ovário policístico resulta de uma série de

interações hormonais, alguns casos são genéticos, mas a maior parte dos casos não têm ligação

genética, mas estão fortemente associados ao

excesso de gordura corporal. Os principais problemas associados aos ovarios policisticos são a não produção de óvulos pelos ovarios e produção

excessiva de hormonios androgenios, resultando em

amenorreia ou periodos irregulares, hirsutismo ( pelo

facial em excesso), e este por sua vez tem relação crucial com elevados níveis de insulina circulante.

Síndrome Ovário Policístico • O Ovário Policístico pode ser genético, mas a maior parte dos

Síndrome Ovário Policístico

O Ovário Policístico pode ser genético, mas a maior

parte dos casos está fortemente associada ao excesso de gordura corporal. Os principais problemas

associados aos ovários policísticos são a anovulação

e produção excessiva de hormônios androgênios, e essa por sua vez tem relação com níveis altos de

insulina no sangue, resultando em amenorréia ou

períodos irregulares e hirsutismo.

Síndrome Ovário Policístico • Não se sabe a causa. • Genético. • Fortemente assocido ao

Síndrome Ovário Policístico

Não se sabe a causa.

Genético.

Fortemente assocido ao excesso de gordura corporal.

Aprox 50% das mulheres com SOP têm

gordura coporal em excesso.

Mulheres com elevada relação cintura quadril têm maior probabilidade de sofrer de

disfunção do ovário.

Síndrome Ovário Policístico • Os níveis elevados de insulina no sangue aumentam os níveis de

Síndrome Ovário Policístico

Os níveis elevados de insulina no sangue aumentam os níveis de androgénios

circulantes que, por sua vez, conduzem a

maior risco de obesidade, DM, DCV, HA e hirsutismo.

Síndrome Ovário Policístico • Niveis elevados de androgenios -> bloqueio o crescimento e desenvolvimento dos

Síndrome Ovário Policístico

Niveis elevados de androgenios -> bloqueio o

crescimento e desenvolvimento dos óvulos -> pequenos cistos de óvulos subdesenvolvidos

Síndrome Ovário Policístico

Síndrome Ovário Policístico

Síndrome Ovário Policístico
Síndrome Ovário Policístico
Síndrome Ovário Policístico
Síndrome Ovário Policístico
Síndrome Ovário Policístico • Uma dieta com alimentos integrais e rica em nutrientes equilibra a

Síndrome Ovário Policístico

Uma dieta com alimentos integrais e rica em nutrientes equilibra a relação insulina/glucagon e bem como a qualidade dos lipideos da dieta equilibra a produção de eicosanóides.

diminuir excesso de gordura corporal -> melhora a

sensibilidade a insulina -> normaliza glicemia ->

redução dos estrógenos.

R.E. Frisch. The right weight: Body fat, menarche, and ovulation. Baillieres Clinical Obstetrics and Gynecology, vol. 4, n. 3, set, 1990, pp.419-439.

Síndrome Ovário Policístico • A prática regular de exercício físico em mulheres com SOP tem

Síndrome Ovário Policístico

A prática regular de exercício físico em mulheres com SOP tem demonstrado importância terapêutica

relevante,uma vez que as evidências indicam

resultados positivos dessa modalidade nos aspectos

relacionados à composição corporal, parâmetros

metabólicos, cardiovasculares e hormonais, além da

função reprodutiva.

à composição corporal, parâmetros metabólicos, cardiovasculares e hormonais, além da função reprodutiva.
à composição corporal, parâmetros metabólicos, cardiovasculares e hormonais, além da função reprodutiva.
Endometriose • A camada de tecido que recobre o útero internamente e que sangra durante

Endometriose

A camada de tecido que recobre o útero

internamente e que sangra durante a menstruação é o endométrio.

Endometriose é uma doença na qual este

tecido se desenvolve fora do útero causando

inflamação.

O sintoma mais comum é dor no baixo ventre.

Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas. Portaria SAS/MS no 144, de 31 de março de 2010.

Endometriose A Endometriose é hoje uma doença que atinge muitas mulheres e é motivo de

Endometriose

A Endometriose é hoje uma doença que atinge muitas mulheres e é motivo de várias consultas ginecológicas.

Os sintomas mais comuns da Endometriose são a dor (tanto

associada à menstruação quanto aquela sentida na relação sexual) e a infertilidade.

Um estudo mostrou que o tempo do início do sintoma até o

diagnóstico definitivo pode levar 8 anos para a dor e 5 anos

para a infertilidade, o que pode acarretar muito sofrimento.

Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas. Portaria SAS/MS no 144, de 31 de março de 2010.

Endometriose • A endometriose é uma afecção na qual o endométrio – camada mais interna

Endometriose

A endometriose é uma afecção na qual o endométrio camada mais

interna do útero - cresce fora da cavidade uterina. Os locais mais comum

da endometriose são os órgãos e paredes laterais pélvicas e intestino.

Mulheres com endometriose sintomática reagem melhor com um

tratamento multidisciplinar que a apoie na sua globalidade, o tratamento

pode ser clínico ou cirúrgico.

Associa-se à infertilidade e à dor pélvica crônica que pode manter-se mesmo após o uso de medicações e do tratamento cirúrgico.

J.C. Gambone; r. C. Reiter. Nonsurgical management and chronic pelvic pain: a multidisciplinary approach. Clinical obstetrics and gynecology, vol 33, 1990, p. 205-211

Endometriose • Tratamento clínico: • Medicamentoso, • Dieta, • Terapia-Cognitiva, • Fisioterapia.

Endometriose

Tratamento

clínico:

Medicamentoso,

Dieta,

Terapia-Cognitiva,

Fisioterapia.

Endometriose • Tratamento clínico: • Medicamentoso, • Dieta, • Terapia-Cognitiva, • Fisioterapia.
Endometriose • Laparoscopia

Endometriose

Laparoscopia

Endometriose • Laparoscopia
Endometriose • Laparoscopia
Endometriose • Laparoscopia

Endometriose

Laparoscopia

Endometriose • Laparoscopia
Endometriose • A endometriose é uma doença estrogênio- dependente, cujo sintomas decorrem das flutuações

Endometriose

A endometriose é uma doença estrogênio-

dependente, cujo sintomas decorrem das flutuações hormonais. Esses sintomas são exacerbados por um

excesso de eicosanóides da série 2, taIs como

prostaglandina F2 alfa, o mesmo hormonio associado a colicas mentruais, e uma falta de eicosanoides da

série 1 e 3, que ajudam o corpo evitando inflamação,

dilatando os vasos sanguineos, ajudando os fluidos a circular no corpo melhorando assim as funções

nervosas e imunidades.

Endometriose • Um estudo mostra que que as mulheres que sofrem de endometriose têm dores

Endometriose

Um estudo mostra que que as mulheres que sofrem de endometriose têm dores

significativas e apresentam níveis mais

elevados de eicosanóides da série 2 nos seus cistos endometriais do que as que não têm.

hábitos

alimentares

produção de

O

objetivo

da

alteração

a

dos

é

reduzir

estrógeno no corpo e reduzir eicosanóides da série 2.

Endometriose

Endometriose

Endometriose
Endometriose

Endometriose

Endometriose
Endometriose • Ingerir acidos graxos essenciais • Evitar carne e produtos lacteos (ricos em acido

Endometriose

Ingerir acidos graxos essenciais

Evitar carne e produtos lacteos (ricos em acido

araquidonico)

Modular os níveis de estrógeno: couves,

feijao, brocolis, folha de mostarda (cruciferas)

1 a 2 porções/dia Alto teor de fibras -> pode diminuir a circulação total de estrógeno.

Endometriose A bioquímica celular é dependente do estado nutricional e este aspecto tem sido negligenciado

Endometriose

A bioquímica celular é

dependente do estado

nutricional e este aspecto

tem sido negligenciado em relação à Endometriose.

A nutrição saudável é um

passo positivo que cada

indivíduo realiza no sentido

de manter sua saúde.

à Endometriose. A nutrição saudável é um passo positivo que cada indivíduo realiza no sentido de
Endometriose • Dian Millis -> nutricionista londrino • Ex membro da british endometriosis society •

Endometriose

Dian Millis -> nutricionista londrino

Ex membro da british endometriosis society

Suplemento _> melhora 98% dos sintomas

Tiamina, riboflavina e piridoxina 100mg cada

Citrato de zinco 20mg

Magnésio quelato 300mg

3 meses p/ resultados

D. MILLUS, THE NUTRITIONAL STATUS OF THE

ENDOMETRIOSIS PATIENT, ENDOMETRIOSIS ASSOCIATION

NEWSLETTER, VOL 17, N 5-6, 1996.

Endometriose • Dian Mills, a nutritionist and former trustee of the British Endometriosis Society in

Endometriose

Dian Mills, a nutritionist and former trustee of

the British Endometriosis Society in London, reported a double-blind study of dietary supplements that resulted in a 98% improvement

in symptoms over those not on supplement. The

supplements used were thiamine, riboflavin, pyridoxine, zinc and magnesium. (D.Mills, "The

Nutritional Status of the Endometriosis Patient",

Endometriosis Association Newsletter, Vol.17, nos.5-6 (1996)

Endometriose • 1. J.C. GAMBONE; R. C. REITER. NONSURGICAL MANAGEMENT AND CHRONIC PELVIC PAIN: A

Endometriose

1. J.C. GAMBONE; R. C. REITER. NONSURGICAL MANAGEMENT AND CHRONIC PELVIC PAIN: A MULTIDISCIPLINARY APPROACH. CLINICAL OBSTETRICS AND GYNECOLOGY, VOL 33, 1990, P. 205-211.

2. H. KOIKE, T. EGAWA, M. LHYTSUKA ET AL., CORRELATION BETWEEN DYSMENORRHEIC SEVERITY AND PROSTAGLANDIN

PRODUCTION IN WOMEN WITH ENDOMETRIOSE,

PROSTAGLANDINAS, LEUKOTRIENES, ESSENTIAL FATTY ACIDS, VOL 46, 1992, P 133-137.

3.

KIM DIRKE ET AL. THE INFLUENCE OF DIETING ON THE MENSTRUAL CYCLE OF HEALTHY YOUNG WOMAN. JOURNAL OF CLINICAL ENDOCRINOLOGY AND METABOLISM, VOL 60, N 6, 1985, P 1174-

1179.

SAMPAIO, H.A.C. ASPECTOS NUTRICIONAIS RELACIONADOS AO

CICLO MENSTRUAL. REVISTA DE BUTRIÇÃO, 15(3):309-317, 2002.

Infertilidade As estimativas apontam para que 1 a 3% dos nascimentos sejam resultado de tratamentos

Infertilidade

As estimativas apontam para que 1 a 3% dos nascimentos

sejam resultado de tratamentos de procriação

medicamente assistida (TPMA).

Os TPMA têm vindo a ser realizados com maior

frequência, com técnicas cada vez mais avançadas e chegando a um maior número de casais com problemas

de fertilidade.

Andersen, A.N., et al. Hum Reprod, 2008.

Infertilidade • O diagnóstico de infertilidade de um casal é feito quando, após um ano

Infertilidade

O diagnóstico de infertilidade de um casal é feito quando, após um ano de relações sexuais regulares e desprotegidas, não foi conseguida uma gravidez.

A infertilidade pode ser primária, no caso de o casal não ter

conseguido nunca uma gravidez, ou secundária, no caso de já

ter havido uma gravidez, bem sucedida ou não.

Speroff, L. and M. Fritz. 2005

Infertilidade • São várias as causas da infertilidade do casal e podem ser divididas em

Infertilidade

São várias as causas da infertilidade do casal e podem ser divididas em femininas (cerca de 50% dos casos), masculinas (cerca de 35% dos casos) ou mistas, isto é, mais do que um fator contribui para a infertilidade.

Dentro das causas femininas cerca de 20% corresponde a

problemas de ovulação, 20% a patologia das trompas uterinas

ou do útero e 10% a endometriose.

Speroff, L. and M. Fritz. 2005

Infertilidade Ação dos Hormônios na Reprodução

Infertilidade

Infertilidade Ação dos Hormônios na Reprodução

Ação dos Hormônios na Reprodução

Infertilidade

Infertilidade

Infertilidade
Infertilidade
Infertilidade
Infertilidade Os tratamentos de procriação medicamente assistida abrangem todas as técnicas que impliquem manipulação

Infertilidade

Os tratamentos de procriação medicamente assistida abrangem todas as técnicas que impliquem manipulação de ovócitos fora do corpo humano. O

primeiro tratamento foi, e ainda hoje é o mais comum, a Fertilização in vitro. A

primeira criança, resultante de FIV, nasceu em 1978 e desde então as técnicas têm vindo a ser aperfeiçoadas e a sua aplicação alargada.

Atualmente também é utilizada a Microinjecção Intracitoplasmática e,

associado a esta, pode ser realizado o Diagnóstico Genético Pré-Implantação. O esperma pode ser colhido por ejaculação, aspiração microcirúrgica (MESA) ou extração testicular (TESE).

Land, J. and J. Evers, Risks and complications in assisted reproduction techniques: Report of an ESHRE consensus meeting. Hum Reprod, 2003.

Infertilidade • Qualquer alteração do estado nutricional ou qualquer distúrbio metabólico pode interferir com a

Infertilidade

Qualquer alteração do estado nutricional ou qualquer

distúrbio metabólico pode interferir com a complexa rede de hormonais, que são essenciais para a fertilidade.

Podem ocorrer disfunções nos dois extremos do peso corporal

Nas mulheres de baixo peso, a redução na fertilidade deve-se a uma redução na secreção da GnRH

As mulheres obesas têm um risco de infertilidade três vezes superior ao de mulheres eutróficas

Giacco, R., et al. Nutr Metab Cardiovasc Dis, 2007.

Infertilidade • Foram realizados por Chavarro vários estudos, inseridos no Nurses’ Health Study II, relativos

Infertilidade

Foram realizados por Chavarro vários estudos,

inseridos no Nurses’ Health Study II, relativos à influência da ingestão alimentar na infertilidade de

causa ovulatória.

Concluiu-se que o consumo de ácidos graxos trans, de proteínas animais e de laticínios magros estava

associado a um maior risco de infertilidade e que o

consumo de ácidos graxos poliinsaturados não se revelou protetor

Griffin, M.D., et al. Am J Clin Nutr, 2006.

Infertilidade • Os nutrientes afetam todas as interações hormonais do organismo, e é importante para

Infertilidade

Os nutrientes afetam todas as interações

hormonais do organismo, e é importante para a reprodução humana que os seu níveis sejam

adequados. A dieta padrão com alto teor de

alimentos processados e baixo teor de

nutrientes, favorece uma nutrição deificiente

na altura da concepção. Estudos com suplementação de folato, B12, zinco e vit C

mostrram feitos beneficos.

Modulação Hormonal Modulação Hormonal Através de exames laboratoriais Traçamos o perfil hormonal do paciente

Modulação Hormonal

Modulação Hormonal
Modulação Hormonal

Através de exames laboratoriais

Modulação Hormonal Através de exames laboratoriais Traçamos o perfil hormonal do paciente detectando suas
Modulação Hormonal Através de exames laboratoriais Traçamos o perfil hormonal do paciente detectando suas

Traçamos o perfil hormonal do paciente detectando suas necessidades

o perfil hormonal do paciente detectando suas necessidades Início de um balanceamento hormonal para que o

Início de um balanceamento hormonal para que o paciente atinja um padrão hormonal compatível com o que desejamos

Modulação Hormonal Reposição Hormonal ≠ Visa repor os hormônios que estão com níveis baixos e

Modulação Hormonal

Reposição Hormonal
Reposição
Hormonal

Visa repor os hormônios

que estão com níveis

baixos e colocá-los em um

nível compatível com a

idade

Modulação Hormonal
Modulação
Hormonal

A suplementação se dá através de hormônios e outros nutrientes, como aminoácidos, vitaminas e

antioxidantes buscando atingir níveis

hormonais compatíveis com os de nossa adolescência ou inicio da vida adulta

Modulação Hormonal Quem se beneficia?  Todos pacientes que buscam uma performance física, intelectual e

Modulação Hormonal

Quem se beneficia?
Quem se beneficia?

Todos pacientes que buscam uma performance física, intelectual e mental mais aprimorada.

Aqueles que sentem cansaço físico,e mental, distúrbios de esquecimento, desanimo com a vida, desmotivação sexual

Para melhorar sua qualidade de vida e retardar seu envelhecimento

Isto inclui, trabalhar os níveis hormonais, associado a uma dieta balanceada, a exercícios físicos

Modulação Hormonal Bases do Tratamento • Atividade física e esportiva de moderada intensidade; • Reeducação

Modulação Hormonal

Bases do Tratamento
Bases do Tratamento

• Atividade física e esportiva de moderada intensidade;

• Reeducação alimentar e programa de alimentação em zona de equilíbrio hormonal;

• Redução do stress físico e mental, compensando o restante;

• Suplementação nutracêutica funcional;

• Modulação hormonal masculina e feminina com hormônios bio-idênticos.

Modulação Hormonal Substâncias Usadas 1. Hormônios Bio-Idênticos (igual das nossas glândulas) Possíveis de serem

Modulação Hormonal

Substâncias Usadas
Substâncias Usadas

1. Hormônios Bio-Idênticos (igual das nossas glândulas)

1. Hormônios Bio-Idênticos (igual das nossas glândulas) Possíveis de serem produzidos, a partir do projeto genoma,
1. Hormônios Bio-Idênticos (igual das nossas glândulas) Possíveis de serem produzidos, a partir do projeto genoma,

Possíveis de serem produzidos, a partir do projeto

genoma, que vem decifrando o nosso código

genético, ou seja, o nosso DNA

Modulação Hormonal Substâncias Usadas 2. Antioxidantes (protegem quanto a oxidação celular, que é o processo

Modulação Hormonal

Modulação Hormonal Substâncias Usadas 2. Antioxidantes (protegem quanto a oxidação celular, que é o processo
Substâncias Usadas
Substâncias Usadas

2. Antioxidantes (protegem quanto a oxidação celular, que é o

processo responsável pelo nosso

envelhecimento)

que é o processo responsável pelo nosso envelhecimento) Podem ser naturais como os encontrados em determinados

Podem ser naturais como os encontrados em

determinados alimentos

Modulação Hormonal Alimentação e Modulação Os alimentos que podem contribuir para o equilíbrio hormonal são:

Modulação Hormonal

Alimentação e Modulação
Alimentação e Modulação

Os alimentos que podem contribuir para o equilíbrio hormonal são:

VEGETAIS CRUCÍFEROS: brócolis, rúcula, couve-flor, repolho, aipo, couve, alho

porro, mostarda em folhas. Aspargos e espinafre, mesmo não sendo crucíferos

auxiliam no aumento do bom estrógeno. Os vegetais crucíferos contem indol-3- carbinol, um fitonutriente que ajuda a reduzir os níveis de estrogênio ruim, mantendo equilíbrio entre eles.

FRUTAS CITRICAS o fotoquímico (óleo presente na casca) responsável é o limoneno, que auxilia na eliminação do excesso de estrogênio. As principais fontes são o limão, lima e a laranja.

Modulação Hormonal FIBRAS INSOLUVEIS – estas fibras ajudam a varrer através do intestino o excesso

Modulação Hormonal

FIBRAS INSOLUVEIS estas fibras ajudam a varrer através do intestino o excesso de estrogênio produzido pelo corpo. As fontes vêm de todos os cereais integrais: trigo integral, farelo de trigo, centeio, arroz integral, semente de abóbora, cenoura, abóbora, abobrinha, pepino, aipo e tomate.

LIGNANAS as boas bactérias de nosso intestino convertem as lignanas (um tipo de fibra) em substâncias que funcionam como moduladores hormonais,

atuando nos receptores. Quando os níveis de estrogênio estiverem baixos elas

ajudam a melhorar os níveis e quando houver estrogênio em excesso, ajudam na eliminação deste. Fontes: sementes de linhaça, gergelim, girassol que devem estar moídas para melhor aproveitamento.

Modulação Hormonal SOJA OBS: A isoflavona pode competir com nossos próprios hormônios, reduzindo a ação

Modulação Hormonal

SOJA

Modulação Hormonal SOJA OBS: A isoflavona pode competir com nossos próprios hormônios, reduzindo a ação em

OBS: A isoflavona pode competir com nossos próprios

hormônios, reduzindo a ação em locais como ossos e

SNC. Além disso, alguns estudos relacionam a soja a

uma maior incidência de bócio (aumento do volume da tireóide).

Climatério e Menopausa Climatério • Antecede a menopausa • Menstruação irregular • Oscilações hormonais •

Climatério e Menopausa

Climatério

Antecede a menopausa

Menstruação irregular

Oscilações hormonais

Início dos sintomas da menopausa

Menopausa

Processo biológico natural

Menstruação cessa por 12 meses seguidos

Fim do período fértil

Redução do estrógeno

Mulheres: 40 a 60 anos de idade

Shabert JK. Nutrição no ciclo de vida Nutrição na idade adulta. In Krause Alimentos, nutrição & dietoterapia, 2005 Harris NG. Nutrição no envelhecimento. In Krause Alimentos, nutrição & dietoterapia, 2005

Sintomas Menopausa • Afeta e pele e curvas da mulher • Reduz massa muscular e

Sintomas Menopausa

Afeta e pele e curvas da mulher

Reduz massa muscular e aumenta gordura

corporal abdominal

Aumenta Co e TG Doença CDV

Reduz absorção e captação de Ca Osteoporose

Fogachos

Secura vaginal Redução Libido

Alteração de humor

Características Menopausa • Processo biológico natural • Menstruação cessa por 12 meses seguidos • Fim

Características Menopausa

Processo biológico natural

Menstruação cessa por 12 meses seguidos

Fim do período fértil

Redução do estrógeno

Mulheres com 40 a 60 anos de idade

Características Climatério • Antecede a menopausa • Menstruação irregular • Oscilações hormonais •

Características Climatério

Antecede a menopausa

Menstruação irregular

Oscilações hormonais

Início dos sintomas da menopausa

Características Climatério Definido pela Organização Mundial da Saúde: • fase biológica da vida e não

Características Climatério

Definido pela Organização Mundial da Saúde:

fase biológica da vida e não um processo patológico,

que compreende a transição entre o período

reprodutivo

e o não reprodutivo da vida da mulher.

Características Climatério • O hipoestrogenismo na mulher no climatério é o grande responsável pela alteração

Características Climatério

O hipoestrogenismo na mulher no climatério

é o grande responsável pela alteração do perfil lipídico, do aumento de peso e da

gordura abdominal, e associação positiva

entre esses fatores e a doença cardiovascular

(ALDRIGHI et al., 2001).

Recomendações Nutricionais: Climatério e Menopausa Objetivo: • Reduzir os sintomas da menopausa • Reduzir os

Recomendações Nutricionais:

Climatério e Menopausa

Objetivo:

Reduzir os sintomas da menopausa

Reduzir os fatores de risco para doenças

cardiovasculares e osteoporose

Repor os nutrientes que apresentam deficiência

Retardar os sinais do envelhecimento

Nutrientes importantes:

Soja e todos os seus componentes, fibras solúveis como inulina, cálcio, antioxidantes (zinco,

selênio, vitaminas A, C e E)

Recomendações Nutricionais: Climatério e Menopausa American Heart Association preconiza uma alimentação: •

Recomendações Nutricionais:

Climatério e Menopausa

American Heart Association preconiza uma alimentação:

reduzida quantidade de gorduras total e saturada

mais vegetais e peixes

Objetivando:

reduzir o risco de doença cardiovascular pela melhora do perfil lipídico

Redução de fatores trombogênicos e de agregação plaquetária

pelo aumento da sensibilidade à insulina

(ALDRIGHI et al., 2001).

Climatério e Menopausa Evidência científica - soja Short term effects os phytoestrogen-rich diet on Postmenopausal

Climatério e Menopausa

Evidência científica - soja

Short term effects os phytoestrogen-rich diet on Postmenopausal women

(Brzezinski A, et al J N Am menopause Soc, 1999)

Menopausa fogachos Secura vaginal
Menopausa
fogachos
Secura
vaginal
Climatério e Menopausa Nutrientes importantes Cálcio Fonte Leite e derivados, hortaliças de folhas verdes

Climatério e Menopausa

Nutrientes importantes Cálcio Fonte Leite e derivados, hortaliças de folhas verdes escura (ex: espinafre,
Nutrientes importantes Cálcio Fonte Leite e derivados, hortaliças de folhas verdes escura (ex: espinafre,

Nutrientes

importantes

Cálcio

Fonte

Leite e derivados,

hortaliças de folhas

verdes escura (ex:

espinafre, brócolis).

Nutrientes

importantes

Vitamina C

Fonte

Frutas cítricas e

folhosos verdes

escuro

espinafre, brócolis). Nutrientes importantes Vitamina C Fonte Frutas cítricas e folhosos verdes escuro
Vísceras, carnes, frutos Ferro do mar e leguminosas (ex: feijão, soja, vagem) Àcido fólico Vitamina

Vísceras, carnes, frutos

Ferro

do mar e leguminosas

(ex: feijão, soja, vagem)

Àcido fólico

Vitamina D

Vitamina A

Vísceras, vegetais

verdes folhosos, carne,

pães integrais.

Peixes como salmão,

exposição à luz solar.

Vegetais alaranjados.

verdes folhosos, carne, pães integrais. Peixes como salmão, exposição à luz solar. Vegetais alaranjados.
Vitamina E Zinco Selênio Castanhas, amendoim e óleos vegetais. Frutos do mar, carne, grãos e
Vitamina E Zinco Selênio Castanhas, amendoim e óleos vegetais. Frutos do mar, carne, grãos e

Vitamina E

Zinco

Selênio

Castanhas, amendoim

e óleos vegetais.

Frutos do mar, carne,

grãos e sementes.

Carne, frango, frutos

do mar e oleoginosas.

amendoim e óleos vegetais. Frutos do mar, carne, grãos e sementes. Carne, frango, frutos do mar
amendoim e óleos vegetais. Frutos do mar, carne, grãos e sementes. Carne, frango, frutos do mar
amendoim e óleos vegetais. Frutos do mar, carne, grãos e sementes. Carne, frango, frutos do mar
Depressão A depressão é uma doença que afecta cerca de 5 a 10% da população

Depressão

A depressão é uma doença que afecta cerca de 5 a 10% da população mundial e que acarreta um alto preço social.

No momento, ocupa o quarto lugar entre as 20 doenças mais causadoras de morte prematura e incapacidade e,

prevê-se que no ano de 2020 a depressão ocupe o

segundo lugar entre estas doenças

OMS. Informe sobre la salud en el mundo. Salud mental: nuevos conocimientos, nuevas esperanzas. Ginebra:

Organización Mundial de la Salud; 2001.

Depressão Os principais sintomas da depressão são: • humor deprimido (sentimentos de tristeza ou vazio);

Depressão

Os principais sintomas da depressão são:

humor deprimido (sentimentos de tristeza ou vazio);

desinteresse em atividades que costumavam ser apreciadas;

distúrbios do sono;

perda ou redução significativa do nível de energia;

dificuldades de concentração, conversação, ou de tomada de decisões que poderiam ser feitas facilmente na ausência da patologia;

pensamentos suicidas

Am. Psychiatr. Assoc. 1994. Diagnostic and Statistical Manual for Mental Disorders. Washington, DC: Am. Psychiatr. Assoc. 4th ed.

Depressão As modificações do apetite associadas à depressão podem manifestar-se tanto como aumento, como com

Depressão

As modificações do apetite associadas à depressão podem manifestar-se tanto como aumento, como com diminuição do apetite

A modificação do humor e o stress nos indivíduos deprimidos pode influenciar não só a quantidade de alimentos, mas

também o tipo de alimentos que eles preferem

Simon GE, Ludman EJ, Linde JA, Operskalski BH, Ichikawa L, Rhode P, Finch E, Jeffery RW. Association

between obesity and depression in middle-aged women. General Hospital Psychiatry 2008; 30:32-39.

Depressão Vários estudos relataram que a obesidade e a depressão são duas patologias que tem

Depressão

Vários estudos relataram que a obesidade e a depressão são duas patologias que tem uma grande probabilidade de estarem relacionadas e de ocorrerem em simultâneo.

A gravidade da depressão e fatores mediadores, como a

alimentação, o stress,

doenças do comportamento alimentar podem explicar a relação destas duas patologias.

Simon GE, Ludman EJ, Linde JA, Operskalski BH, Ichikawa L, Rhode P, Finch E, Jeffery RW. Association between obesity and depression in middle-aged women. General Hospital Psychiatry 2008; 30:32-39.

Depressão Estudos comprovam que indivíduos que na sua infância e adolescência sofriam de depressão apresentaram

Depressão

Estudos comprovam que indivíduos que na sua infância e

adolescência sofriam de depressão apresentaram maior IMC na

idade adulta do que outros que não tinham desenvolvido depressão

Entre mulheres de meia-idade, a depressão foi fortemente e constantemente associada com obesidade, baixa atividade física e (entre os obesos) maior ingestão calórica

Pine DS, Goldstein RB, Wolk S, Weissman MM (2001): The association between childhood depression and adulthood body mass index. Pediatrics 2001; 107:10491056.

Depressão • Os deprimidos foram mais os participantes que relataram binge eating do que no

Depressão

Os deprimidos foram mais os participantes que relataram

binge eating do que no grupo dos não deprimidos

O binge eating e uma doença do comportamento alimentar definida por “episódios recorrentes de sobrealimentação

associados com indicadores subjetivos e comportamentais de

dificuldades de auto-controlo, e uma grande angústia, sem presença de comportamentos compensatórios”.

Desde as suas primeiras descrições na literatura científica, o binge eating tem sido muito associado com a depressão.

Werrij MQ, Mulkens S, Hospers HJ, Jansen A. Overweight and obesity: The significance of a depressed

Depressão Estudo destacou que doces e chocolates foram referidos como alimentos mais consumidos por todos

Depressão

Estudo destacou que doces e chocolates foram

referidos como alimentos mais consumidos por todos

os grupos quando estes estavam sob stress, até pelos que tinham uma menor ingestão total; de modo

inverso, a ingesta de frutas, legumes, carne e peixe,

foram referidos como alimentos ingeridos em menor ou igual quantidade por todos os grupos

Gibson E L. Emotional influences on food choice: Sensory, physiological and psychological pathways. Physiology & Behavior 2006; 89: 53-61

Depressão A ingestão inadequada de proteínas e frutas ricas em glicídios, importantes para regular os

Depressão

A ingestão inadequada de proteínas e frutas ricas em

glicídios, importantes para regular os níveis de

serotonina, contribuem para o quadro de depressão.

O menor consumo de carnes brancas, ricas em lípidos

monoinsaturados importantes no controlo de peso, pode estar a contribuir para o aumento do IMC.

Gomes, A. et al. Hábitos Alimentares, Actividade Física e Estado Nutricional em Doentes com Depressão. Instituto Politécnico de Bragança, Escola Superior de Saúde. 2009.

Depressão A alimentação pode afetar o humor das pessoas porque muitos de seus componentes atuam

Depressão

A alimentação pode afetar o humor das pessoas porque muitos de seus componentes atuam como precursores de neurotransmissores, como, por exemplo, a serotonina, o neurotransmissor capaz de reduzir a sensação de dor, diminuir o apetite, relaxar e até induzir e melhorar o sono.

Outro nutriente importante para o controle do humor é o ácido graxo Ômega-3, encontrado principalmente em peixes (salmão, arenque, cavalinha e atum). A linhaça é outra fonte importante de Ômega-3.

RUBS, Curitiba, v.1, n.1, p.11-16, jan./mar. 2005

Depressão • A vitamina B6 participa da produção dos neurotransmissores norepinefrina e serotonina e

Depressão

A vitamina B6 participa da produção dos

neurotransmissores norepinefrina e serotonina e

conseqüentemente melhora o humor. São fontes de B6: frango, atum, banana, cereais integrais, levedo de cerveja, arroz integral, cará, alho e sementes de gergelim.

São muitos os nutrientes que desempenham papéis importantes na neurotransmissão, por este motivo,

uma dieta equilibrada e variada é indispensável para

auxiliar na manutenção da saúde global do indivíduo.

RUBS, Curitiba, v.1, n.1, p.11-16, jan./mar. 2005

Nutrientes e Fases Fase Nutrientes importantes Adolescência Proteína, ferro, cálcio, zinco, cobre e

Nutrientes e Fases

Fase

Nutrientes importantes

Adolescência

Proteína, ferro, cálcio, zinco,

cobre e vitaminas A, C, D e E.

ferro, cálcio, zinco, cobre e vitaminas A, C, D e E. Fibras solúveis e insolúveis, ferro,

Fibras solúveis e insolúveis,

ferro, cálcio, magnésio, ácido

fólico e antioxidantes: zinco,

selênio, vitaminas A,C e E.

Fibras solúveis e insolúveis,

cálcio, vitamina D e

antioxidantes: zinco, selênio,

vitaminas A,C e E.

Fibras solúveis e insolúveis,

cálcio, vitamina D e

antioxidantes: zinco, selênio,

vitaminas A,C e E.

Adulta

Adulta Pré-

Menopausa

Adulta Pós-

Menopausa

Nutrientes e Funções

Nutrientes e Funções

Nutrientes e Funções
Obrigada! nutricionista@vanessasuzuki.com.b r
Obrigada!
nutricionista@vanessasuzuki.com.b
r
Você tem dúvidas para prescrever uma dieta ou suplemento nutricional? Não fique na dúvida, consulte:
Você tem dúvidas para prescrever uma dieta
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Não fique na dúvida, consulte:
www.ipgs.com.br/pronutri
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