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Barcelona

Plano de Cerdá

Plano

de

Cerdá

" C E R D Á ,

U R B S

I

T E R R I T O R I "

UNIVERSIDADE LUSÓFONA DE HUMANIDADES E TECNOLOGIAS Mestrado Integrado em Arquitectura História e Teoria da Cidade II 3ºano | 2ºsemestre

Docente: Francisco Ribeiro da Costa Discente: Catarina Miranda, nº20074570

Discente:

Francisco

Ribeiro da

Costa

Barcelona

Plano de Cerdá

Índice

Índice

 

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Introdução

2

O

engenheiro

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O

termo Urbe

4

A

Ensanche de Barcelona

O

concurso

5

O

plano

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Actualmente

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Cronologia

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Conclusão

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Bibliografia

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Barcelona

Plano de Cerdá

Introdução

O século XIX marca o inicio de uma maior preocupação com o espaço cidade, o espaço comum, o planeamento urbano tinha a considerar novos pensamentos e tinha que se adaptar a novos acontecimentos de ordem social que mudaram a forma de viver da população.

Os utopistas apresentavam novas propostas de negação da cidade com o princípio fundamental de que os planos deveriam melhorar as condições de salubridade e de circulação no interior das cidades.

Com a revolução industrial a cidade veio a mostrar enumeras deficiências de ordem habitacional, de modo que se tornou obrigatório dar uma resposta urgente e adequada ao aumento demográfico, para tal foi essencial compreender quais as principais necessidades da sociedade.

Os iluministas Haussmann e Cerdá, são pioneiros na nova concepção urbana, ao através da qual aplicam uma malha ortogonal e homogénea que dão corpo às palavras de ordem do desenho urbano do final do século XIX e inícios do século XX, tendo como base os ideais de estética e saneamento.

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O Engenheiro

Ildefons Cerdà i Sunyer, engenheiro e político, nasce a 23 de Dezembro de 1815 na localidade espanhola Sant Martí de Centelles.

Nos anos de 1833 a 1835 frequentou em Barcelona cursos de várias áreas, desde desenho, arquitectura a matemática. Forma-se no Colégio de engenheiros de caminhos a 1841, na capital madrilena.

Envereda no caminho da política no ano de 1851, tomando o posto de progressista no Parlamento espanhol.

Dedica-se a diversos projectos de construções de vias ferroviárias e rodoviárias, vindo mais tarde a trabalhar sobre o meio urbano. Consagrara-se nas suas funções com a sua envolvência no plano de extensão da cidade Catalã, mais conhecido pelo Plan de Ensanche.

Este publica várias obras daquilo que é resultado do seu estudo sobre a construção das cidades, sendo “A Teoria da Viabilidade Urbana” publicado a 1861 e “Teoria Geral da Urbanização”, em 1867.

Assim, Cerdá vem a ser mesmo denominado por um dos fundadores do urbanismo moderno.

Tem com data do seu falecimento o dia de 21 de Agosto de 1876, nas Caldas de Besaya.

o dia de 21 de Agosto de 1876, nas Caldas de Besaya. Fig.1 e 2 -
o dia de 21 de Agosto de 1876, nas Caldas de Besaya. Fig.1 e 2 -

Fig.1 e 2 - Ildeafons Cerdá

Fonte: http//2.bp.blogspot.com

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O termo “Urbe”

O termo de urbanismo nasce em França no século XIX em meados de 1910, pelo Boletim da “La Societé Geographique”, que vem como a definição do estudo, organização e intervenção urbana.

No entanto, várias versões apontam para Cerdá com o grande impulsionador desta vertente. Apesar de este nunca ter empregado o termo urbanismo, este utilizara sim o termo urbe com a designação do modo geral das diferentes tipologias de anuência humana.

Tudo isto fora resultando dos seus intensos estudos sobre as cidades de Barcelona e Madrid, o que originou assim, o que lhe podemos chamar de reinvenção do termo urbanismo, sendo este denominado por Cerdá, como: “O neologismo urbanização designando a acção sobre a urbe”.

“Uma ciência, e uma arte e, sobretudo uma filosofia social. Entende-se por urbanismo, o conjunto de regras aplicadas ao melhoramento das edificações, do arruamento, da circulação e do descongestionamento das artérias públicas. É a remodelação, a extensão e o embelezamento de uma cidade, levados a efeito, mediante um estudo metódico da geografia humana e da topografia urbana sem descurar as soluções financeiras"

urbana sem descurar as soluções financeiras" Alfred Agache Fig.3 – Barcelona, séc. XIX. Fonte:

Alfred Agache

Fig.3 Barcelona, séc. XIX.

Fonte: http//2.bp.blogspot.com

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A Ensanche de Barcelona

O Concurso

Em meados do século XIX, instala-se uma luta política entre a Anarquia de Barcelona e a Câmara Municipal, de onde resulta a necessidade da revisão do planeamento da cidade, adequando esta às novas exigências provocadas pela Revolução Industrial, levando á resolução dos problemas do tecido medieval.

e necessidade de expansão era urgente.

as

novas

Com

industrias

com

o

crescimento

demográfico

acelerado

a

Em 1854 é tomada a decisão oficial de derrubar as muralhas que cercam a cidade, assinalando o início da transformação de Barcelona.

Deste modo, é aberto um concurso onde é seleccionado o plano de Antonio Rovira. Este apresenta um projecto baseado num plano de embelezamento geral e total da cidade, mas este admite existirem lacunas quanto ao nível global do projecto.

Tal facto leva a uma reapreciação dos projectos o que leva à eleição do Ildefonso Cerdá, iluminista que apresenta uma intervenção completamente deferente reivindicando a salubridade das habitações de forma radical e efectiva.

Resumindo, segundo Cerdá a cidade de Barcelona seria uma cidade- jardim cujos edifícios teriam apenas três andares e que formassem “ilhas- tipo”, as quais eram rodeadas por amplas ruas perpendiculares.

as quais eram rodeadas por amplas ruas perpendiculares. Fig.4 – Barcelona medieval. Fonte:

Fig.4 Barcelona medieval.

Fonte: http//2.bp.blogspot.com

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O Plano

O plano proposto por Cerdá vem a criar uma nova dimensão de cidade e um novo conceito à escala urbana.

Este pretende que o urbanismo se venha a tornar numa ciência. Cerdá é pioneiro ao aplicar estudos científicos quanto ao desenvolvimento do plano. Com base em estudos estratégicos, desde de ordem estatística a previsões científicas que procuravam corresponder às necessidades de uma cidade urbana, este elabora um estudo económico de viabilidade.

Resultante deste processo é um novo conceito de edificações e de sistemas construtivos na linha do que se vem a desenvolver desde os fins do século XVII.

Sob esta visão inovadora, são estudadas várias componentes da cidade, sendo estas essencialmente as ruas, os quarteirões e os traçados que constituem a cidade como organismo aberto.

Como base do projecto, foi estabelecido o prolongamento indefinidamente da cidade à medida do seu desenvolvimento, para tal foram utilizados dois traçados tradicionais, a quadrícula e o radial, que se concluíam num rectângulo de setenta por vinte módulos. O traçado vem a permitir um enquadramento da zona medieval com o restante traçado, sendo executado com base em duas diagonais que cortavam a malha orgânica da parte antiga de Barcelona. Concebendo assim algumas vias em diagonal, como é o caso da Avenida Diagonal. Este ajustou ainda ao seu traçado o antigo caminho de Gracia e a vertente natural das águas, mais conhecida actualmente por la Rambla.

e a vertente natural das águas, mais conhecida actualmente por la Rambla. Fig.5 e 6 –
e a vertente natural das águas, mais conhecida actualmente por la Rambla. Fig.5 e 6 –

Fig.5 e 6 Avenida Diagonal, Barcelona.

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Barcelona Plano de Cerdá Fig.7 – Malha orgânica da cidade medieval de Barcelona, antes da intervenção.

Fig.7 Malha orgânica da cidade medieval de Barcelona, antes da intervenção.

Fonte: http//2.bp.blogspot.com

medieval de Barcelona, antes da intervenção. Fonte: http//2.bp.blogspot.com Linhas estruturantes do traçado de Cerdá 7

Linhas estruturantes do traçado de Cerdá

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Barcelona Plano de Cerdá Fig.8 – Plano de Cerdá com a inserção da antiga cidade. Fonte:

Fig.8 Plano de Cerdá com a inserção da antiga cidade.

Fonte: http//2.bp.blogspot.com

inserção da antiga cidade. Fonte: http//2.bp.blogspot.com Fig.9 – Fragmento do projecto, publicado em 1859. Fonte:

Fig.9 Fragmento do projecto, publicado em 1859.

Fonte: livro “HISTÓRIA DA –

ARTE

O

realismo.

O

impressionismo”

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Barcelona Plano de Cerdá Fig.10 e 11 – O plano de Barcelona antes e depois do
Barcelona Plano de Cerdá Fig.10 e 11 – O plano de Barcelona antes e depois do

Fig.10 e 11 O plano de Barcelona antes e depois do plano de extensão.

Fonte: http//2.bp.blogspot.com

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Barcelona Plano de Cerdá Fig.12, 13, 14 e 15 – Avenida Diagonal, Barcelona. Fig.16 e 17
Barcelona Plano de Cerdá Fig.12, 13, 14 e 15 – Avenida Diagonal, Barcelona. Fig.16 e 17
Barcelona Plano de Cerdá Fig.12, 13, 14 e 15 – Avenida Diagonal, Barcelona. Fig.16 e 17
Barcelona Plano de Cerdá Fig.12, 13, 14 e 15 – Avenida Diagonal, Barcelona. Fig.16 e 17
Barcelona Plano de Cerdá Fig.12, 13, 14 e 15 – Avenida Diagonal, Barcelona. Fig.16 e 17

Fig.12, 13, 14 e 15 Avenida Diagonal, Barcelona.

Fig.12, 13, 14 e 15 – Avenida Diagonal, Barcelona. Fig.16 e 17 – La Rambla Fonte:

Fig.16 e 17 La Rambla

Fonte: livro “Catalunha”, TACHEN

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Com uma ênfase especial na distribuição, Cerdá estuda aprofundadamente as necessidades habitacionais e de qualidade de vida o que resulta na formulação das chamadas “ilhas-tipo”. Organizadas por quadras de 113m x 113m e chanfros de 20m de largura, de modo a que cada conjunto de nove quadras e vias correspondentes se inserem num quadrado de 400m x 400m.

vias correspondentes se inserem num quadrado de 400m x 400m. Fig.18, 19, 20 e 21 –
vias correspondentes se inserem num quadrado de 400m x 400m. Fig.18, 19, 20 e 21 –
vias correspondentes se inserem num quadrado de 400m x 400m. Fig.18, 19, 20 e 21 –
vias correspondentes se inserem num quadrado de 400m x 400m. Fig.18, 19, 20 e 21 –

Fig.18, 19, 20 e 21 Dimensões e perspectivas das quadra originais de Cerdá.

Fonte: http//2.bp.blogspot.com

Estes quarteirões têm como ordem fundamental a reticula que reúne um conjunto de vantagens de orem circulatória, tipológica, construtiva e jurídica. As “ilhas” correspondem ainda a um carácter ambiental e de saúde pública, sendo assim organizadas por dois blocos e mantendo-se com uma das laterais aberta de maneira a permitir um maior fluxo de pessoas e de ar pela cidade, sendo mesmo estes ocupados por áreas verdes. Por vezes estes espaços internos poderiam resultar em equipamentos públicos.

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Cerdá pensa na cidade como um todo, sendo como base de tal a sua representação reticular de malha urbana que apresenta uniformemente distribuído um sistema de equipamento e serviços de apoio.

Com a cidade a funcionar sobre conceitos de movimento e repouso, a estrutura viária corresponde a uma infra-estrutura base para o bom funcionamento do plano.

uma infra-estrutura base para o bom funcionamento do plano. Fig.22, 23 e 24 – Estudo dos
uma infra-estrutura base para o bom funcionamento do plano. Fig.22, 23 e 24 – Estudo dos
uma infra-estrutura base para o bom funcionamento do plano. Fig.22, 23 e 24 – Estudo dos

Fig.22, 23 e 24 Estudo dos quarteirões.

Fonte: http//2.bp.blogspot.com

– Estudo dos quarteirões. Fonte: http//2.bp.blogspot.com Fig.25 – Maqueta do sistema ortogonal. Fonte:

Fig.25 Maqueta do sistema ortogonal.

Fonte: http//2.bp.blogspot.com

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“A urbanização reside tão somente na associação de repouso e do movimento.”

Ildefonso Cerdá, in Teoria Geral da Urbanização

De um modo cuidadoso e consciente, o plano segue o princípio de uma rua racional, com 20m de largura e a separação entre os meios de ferrovias.

Através da ortogonalidade proporcionada pela zona centro medieval é gerida a direcção da expansão da cidade no sentido mar-montanha, conferindo deste modo a legibilidade e identidade de Barcelona.

deste modo a legibilidade e identidade de Barcelona. Como termo analógico, Cerdá utiliza os rios como

Como termo analógico, Cerdá utiliza os rios como elemento que define o funcionamento do sistema viário e a sua hierarquia afirmando que as ruas pequenas desembocam em ruas maiores, onde estas iram desaguar em grandes avenidas de um modo sistemático e equilibrado.

Hierarquia Viária grandes ruas maiores ruas pequenas avenidas
Hierarquia Viária
grandes
ruas maiores
ruas pequenas
avenidas

A rua projectada de modo a permitir o transporte e uma melhor circulação do ar e proporcionar uma melhor iluminação às habitações.

As intervias, como designa Cerdá aos espaços entre o sistema viário, representam a importância dos quarteirões e do sistema viário na estrutura da cidade,

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proporcionando um sistema de transporte funcional e fundamental para o bom funcionamento da cidade.

Conclusivamente podemos afirmar que o plano de Cerdá foi uma resposta harmoniosa e equilibrada, tendo sido pensada estrategicamente como método de crescimento, tendo inicia na malha orgânica da antiga cidade, alastrando-se às zonas envolventes, tendo sempre como carácter principal o seu crescimento indefinido.

Fig.26, 27 e 28 Fotos de Barcelona no século XIX.

Fonte:

http//2.bp.blogspot.com

o seu crescimento indefinido. Fig.26, 27 e 28 – Fotos de Barcelona no século XIX. Fonte:
o seu crescimento indefinido. Fig.26, 27 e 28 – Fotos de Barcelona no século XIX. Fonte:
o seu crescimento indefinido. Fig.26, 27 e 28 – Fotos de Barcelona no século XIX. Fonte:

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Actualmente

No desenvolver da sociedade e com o passar dos tempos o ser humano tem a necessidade de se adaptar às novas condições e às situações inesperadas, como tal, nada é permanente, nem mesmo um plano rigoroso como o de Cerdá.

Originalmente foram propostos em média 67.000m³ de área construída no que corresponde aos quarteirões habitacionais, mas após 150 anos a adaptação fez disparar este valor para os 295.000m³.

Consequentemente o espaço interior das quadras foi anulado, excluindo assim as áreas verdes que o ocupavam.

No entanto a cidade utópica de Cerdá manifesta-se de um modo saudável e de plena vigência na actualidade.

de um modo saudável e de plena vigência na actualidade. Fig.29 – Vista aérea actual da

Fig.29 Vista aérea actual da Rambla.

Fonte: livro “Catalunha”, TACHEN

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Barcelona Plano de Cerdá Fig.30 e 31 – Vista aérea actual da ocupação das quadras em
Barcelona Plano de Cerdá Fig.30 e 31 – Vista aérea actual da ocupação das quadras em

Fig.30 e 31 Vista aérea actual da ocupação das quadras em relação á antiga cidade medieval.

Fonte: http//2.bp.blogspot.com

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Barcelona Plano de Cerdá Fig.32 – Vista aérea actual das quadras. Fonte: livro “HISTÓRIA DA ARTE

Fig.32 Vista aérea actual das quadras.

Fonte: livro “HISTÓRIA DA ARTE – O realismo. O impressionismo”

“HISTÓRIA DA ARTE – O realismo. O impressionismo” Fig.33 – Vista aérea actual da Avenida Diagonal

Fig.33 Vista aérea actual da Avenida Diagonal

Fonte: http//2.bp.blogspot.com

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Cronologia

1840

1854

1855

1859

1860

1876

1880

1886

Monlau lança o movimento “Abajo Murallas”, reivindicando a necessidade de expandir a cidade devido á pressão demográfica.

Aprovada a demolição das muralhas, Cerdá inicia um mapa topográfico da cidade.

Lançamento do primeiro projecto para a ENSANCHE de Barcelona.

Concurso público para eleição do projecto de expansão da cidade.

Inicialmente fora eleito o projecto Rovira, porém devido a revogação, é adoptado posteriormente o plano de Cerdá.

a revogação, é adoptado posteriormente o plano de Cerdá.  Ocorre o desenvolvimento da expansão da

Ocorre o desenvolvimento da expansão da cidade.

O

plano

é

modificado

durante

a

sua

construção,

sendo

a

especulação

quadrícula

imobiliária o factor mais influente para a ocupação total da

inicialmente proposta.

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Conclusão

Ildeafons Cerdá ao elaborar o plano de extensão de Barcelona seguiu um modo estratégico e adoptou meios de estudo e de estatística que vieram a demonstrar a sua preocupação com a teoria da cidade moderna.

Cerdá é o primeiro a recorrer a procedimentos científicos que o ajudam a compreender as verdadeiras necessidades da urbe.

Assim, o engenheiro de caminhos constitui uma nova ciência de construção de cidades, onde o novo conceito prima pelas edificações que reformulam as técnicas construtivas da época.

O traçado do plano de extensão tem origem na malha pré-existente da antiga cidade medieval, conseguindo apartir desta fazer uma ligação harmoniosa entre a malha ortogonal composta pelo radial e pela reticula.

Este iluminista com o seu traçado consegue libertar a cidade das suas muralhas, levando-a a expandir-se indefinidamente. Barcelona transforma-se assim numa urbe industrial funcional, tendo como princípios fundamentais a ordem circulatória, tipológica, construtiva, jurídica e urbanística.

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Bibliografia

Livros

HUGHES, Robert; “Barcelona”; Vintage books edition; ISBN 0-679-74383-9

HERTZBERGER, Herman; “Lições de Arquitectura”; Editora Martins Fontes; ISBN

85-336-1034-3

SALVAT, Editorial; “HISTÓRIA DA ARTE – O realismo. O impressionismo.”; volume 15; Editorial Salvat; ISBN: 84-471-0471-0

LAMAS, José; “Morfologia Urbana e Desenho da Cidade”; Fundação Calouste

Gulbenkian

Sites

Http//2.bp.blogspot.com

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