EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ FEDERAL DA VARA DO JUIZADO ESPECIAL FEDERAL DO ESTADO _____________

Assistência Judiciária Gratuita

XXXXXXX, nacionalidade, estado civil, profissão, CPF n.ºXXXXXXX, RG XXX SSP-XX, residente e domiciliado no XXXXX, por intermédio de seus procuradores, com endereço profissional, situado na XXXXX, vem, respeitosamente à presença de Vossa Excelência PROPOR A PRESENTE AÇÃO PREVIDENCIÁRIA DE NATUREZA PECUNIÁRIA – REQUERIMENTO DE AUXÍLIO-DOENÇA E/OU APOSENTADORIA POR INVALIDEZ COM PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DE TUTELA CONTRA O INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL – INSS, Autarquia Federal com endereço nesta Comarca situado na Rua XXXX, XXXXXX, na pessoa de seu procurador, pelas razões de fato e de direito que passa a expor:

DOS FATOS

O autor é segurado da Previdência Social e requer receber benefício previdenciário de auxílio-doença (B 31/) com início de vigência desde XX/XX/XXXX (doc. anexo). Esclarece que o pedido de seu benefício não foi concedido por alegação de que a conclusão da perícia médica foi pela capacidade para o exercício de atividade laborativa.

O autor entrou com o pedido de auxílio doença com o NB: XXXXXX, mas teve o mesmo

ficou o autor absolutamente desamparado. pois o auxilio doença e um direito conquistado do autor a negativa do mesmo fere vários princípios constitucionais. VEJAMOS Princípio da Dignidade da Pessoa Humana: nenhum outro princípio revela-se tão próximo à questão social. devido à diminuição de força da mão direita CID:568. que o autor apresenta enfermidade esta que a impossibilita de exercer atividades laborativas. além de funções que exige habilidade com as duas mãos.Também tem a certidão de nascimento de sua filha XXXXX onde tem declarado a profissão do autor de LAVRADOR. pois. ANEXO). O serviço e muito pesado tornando impossível continuar trabalhando e como seu grau de instrução e sua mão mutilada não consegue outro tipo de trabalho ficando na linha da miséria sem condição de comprar até mesmo os medicamentos. foi colocado em uma situação de estrema dificuldade com a negativa do beneficio pela autarquia que viola vários princípios constitucionais.CID: 568. estar incapacitado para exercer atividade que exige esforço ou pegar peso. haja vista não ter sido concedido seu pedido de auxílio-doença e estar impossibilitado de exercer suas funções laborais. pode-se constatar em seus registros junto ao INSS que o único ponto em divergência e o fato do parecer ser contrario a pericia medica não há nenhum questionamento quanto o fato do autor ser rural lembrando que o mesmo tem documento idôneo que mora na zona rural vejamos: O comprovante de endereço do autor e uma conta de energia com o endereço XXXXXX (doc anexo). pois como afirmado pelo laudo medico que relata: Declaro para fins de atestado que o senhor XXXX: sofreu acidente com trator e teve o polegar e segundo da mão direita amputada. Lembrando que o pedido de auxilio doença e SEMPRE NEGADO mesmo estando incapacitado para o trabalho como e o caso do autor ficando totalmente desamparado quando mais precisa.1. o motivo alegado foi parecer contrário da perícia médica. Excelência. O autor cumpriu com todas as exigências que a Lei exige não há o que se discutir.2 (DOC.INDEFERIDO na data XX/XX/XXXX. Diante dos fatos exposto e do INDEFERIMENTO do pedido. Ocorre. Esclarece que a negativa de seu benefício foi negado no momento de mais dificuldade de sua vida. Devido ao seu quadro. pois não consegue mais trabalhar devido seu estado de saúde lembrando que em sua profissão é de lavrador. Ao estado cabe a .

Excelência. neste sentido. Assim sendo. mesmo assim praticam a conduta. requer urgência na apreciação de seu pedido. O indeferimento do auxílio-doença em questão contraria o senso de justiça. seja deferida a implantação do benefício de auxílio-doença com urgência. Assim. fato este que o impossibilita de manter sua própria família. assim considerado como “a qualidade intrínseca e distintiva” de cada ser humano que o faz merecedor do mesmo respeito e consideração por parte do Estado e da comunidade. de forma arbitrária e ilegal. ou seja. se caso positivo. atua. pois consideram que poucos irão buscar a proteção judicial e muitos irão aceitar passivamente a ilegalidade. eliminar direitos e explorar os cidadãos hipossuficientes como e o caso do autor.prerrogativa de atender a dignidade dos cidadãos para o seu bem estar. a administração pública utiliza um artifício ilegal para obter vantagens. uma vez que a enfermidade do autor é incapacitante. mormente. “a administração pública. O PRINCÍPIO CONSTITUCIONAL DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA. Princípios que são desrespeitados diariamente por órgãos cujos usuários são pessoas hipossuficientes de pouca cultura. embora a história tenha inúmeros registros de que os governantes não tenham a sensibilidade suficiente para tomar à clava dessa conduta. Como o autor não consegue desempenhar nenhuma atividade laborativa. bastando mencionar a suspensão dos benefícios previdenciários e as negativas das perícias médicas da autarquia. como venha a lhe garantir as condições existenciais mínimas para a vida saudável. os entes públicos sabem que o ato é ilegal e que será anulado pelo judiciário.” Esse princípio. pois para eles o beneficiário nunca se encontra sem condição de trabalhar mesmo quando o caso e visto só de olhar como e caso do autor eles continuam negando o direito. como necessita com urgência realizar tratamento médico e do benefício da Previdência Social. Ao governante essa premissa é inafastável. Pessoas que não possuem recursos ou conhecimento para acionar o judiciário e contestar a ilegalidade. um complexo de direito e deveres fundamentais que assegura a pessoa tanto contra todo e qualquer ato de cunho degradante. principalmente o INSS. a legislação Previdenciária e. requer seja autorizado por este juízo a realização de uma perícia médica a fim de determinar se encontra incapacitado para o trabalho ou não e. implicando. muitas vezes. .

Ricardo Roesler. Jânio Machado).' (AC n. AINDA ASSIM ENTENDEU O TRIBUNAL SER DEVIDO O BENEFÍCIO. 2009. Des. A alteração funcional de um deles acarreta o dispêndio de energia' (RT 700/117).014881-9.007364-6.007406-5. Cláudio Dutra Barreto. O RECURSO AO TJSC.007446-0. movimentação e posicionamento das estruturas a serem trabalhadas e manuseadas. sofreu a amputação parcial de dedo da mão. AC n. Sérgio Roberto Baasch Luz. PERDA DE PARTE DA FALANGE.) Conforme a jurisprudência . DEVIDO. 2007.AUXÍLIO-ACIDENTE DEVIDO CRITÉRIO PARA CÁLCULO DAS PRESTAÇÕES VENCIDAS . Rui Fortes.HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS (. 3ª CDP.Posição dos tribunais veja: PROVA PERICIAL NEGATIVA. PREVIDENCIÁRIO ACIDENTE DO TRABALHO . 2003. SOBRE A CONCESSAO DE AUXÍLIO ACIDENTE EM CASOS DE PERDA DE PARTE DA FALANGE DE DEDOS.) “'É equivocada a conclusão pericial que nega a existência de redução da capacidade laboral de obreiro que.. 'Estando comprovado o nexo causal entre o acidente do trabalho e a lesão sofrida pelo segurado (amputação da falange distal do 3º quirodáctilo da mão esquerda). em que cada um dos dedos tem função própria e ajuda os outros na tarefa de apreensão dos objetos. mesmo que mínima. MESMO COM A PROVA PERICIAL DESFAVORÁVEL NO QUESITO INCAPACIDADE. 2009. AC n.2006)" (1ª CDP. 11. devido é o auxílio-acidente..040596-7. Des.VOTO(. 08/02/2011 CONFIRA A INTEGRA DA DECISÃO RECENTE DO TJSC. j. 2006. 3ª CDP. AC n. 2008. Des. pois que esta 'funciona como um conjunto harmônico.04. Des.028566-0.. AUXÍLIO ACIDENTE MESMO ASSIM. de Criciúma. de sua capacidade laboral. Rel.. AC n. Des. em acidente típico. 2ª CDP. AC n. Des. Jaime Ramos. que ocasionou a redução. 4ª CDP.

Anselmo Cerello. Conceito Editorial. sempre que houver fundada dúvida. ante a desigualdade evidente das forças litigantes. 8.972). 97). 2007. em decorrência de acidente do trabalho. AC n. "os pleitos previdenciários possuem relevante valor social de proteção ao Trabalhador Segurado da Previdência Social. Manual de direito previdenciário. 58/65) que: a) o segurado. é de ser aplicado. 8ª ed. sendo. dispõe a Lei n.. pretensões semelhantes têm sido julgadas procedentes nesta Corte: "'É . Pelas razões que constam das ementas dos acórdãos abaixo reproduzidas. Sobre o auxílioacidente. 95. José Dantas. após a consolidação das lesões decorrentes de acidente de qualquer natureza que impliquem em redução da capacidade funcional. julgados sob tal orientação exegética" (Resp n.026269-4. Min. AJURIS 12/93. 86.(Resp n. o princípio in dubio pro misero. AC n. No expressivo dizer do Ministro Napoleão Nunes Maia Filho.213. O auxílio-acidente será concedido. Carlos Alberto Pereira de Castro e João Batista Lazzari. portanto. 1. sofreu "amputação traumática da falange distal do dedo indicador da mão esquerda" (quesitos 2 do autor.067. 1 do réu e 1 do Ministério Público). b) da lesão não resultou redução da capacidade laborativa (quesitos 4 do autor. resolvem-se em favor do segurado as dúvidas quanto à origem e à extensão da moléstia ou da lesão. como indenização. regidas por um espírito eminentemente social. 02. Des.211.058132-5. Ação de acidentes do trabalho. Des. 2007. ao segurado quando. p. por entender-se que constituiria sanção por demais cruel a injustiça de negar-se ao segurado direito por mostrar-se impotente na produção de prova firme e segura" (Gonçalves Villamarin. Cesar Abreu) e a doutrina. Assim deve ser porque "em ações de natureza acidentária. 5 do réu e 9 do Ministério Público) e não terá que despender maior esforço físico para exercer suas atividades habituais (quesito 4 do autor). atestou o perito (fls. 2009. No caso em exame. de 1991: "Art.

2006)" (1ª CDP. 2006. movimentação e posicionamento das estruturas a serem trabalhadas e manuseadas. Isto porque a mão é um conjunto Gabinete Des.007406-5. via de regra. AC n. 6. Ricardo Roesler). Des. 2007. em que cada um dos dedos tem função própria e ajuda os outros na tarefa de apreensão dos objetos. 2009. de Criciúma.367/76. Rel. 'Estando comprovado o nexo causal entre o acidente do trabalho e a lesão sofrida pelo segurado (amputação da falange distal do 3º quirodáctilo da mão esquerda). E. não está vinculado ao laudo pericial. Sérgio Roberto Baasch Luz). nos termos do art.equivocada a conclusão pericial que nega a existência de redução da capacidade laboral de obreiro que. o qual cessará com a aposentadoria do acidentado e seu valor não será incluído no cálculo de pensão (parágrafo único do art. "Está pacificado nesta Corte de Justiça o entendimento de que a perda de qualquer parte do corpo humano. em que cada uma de suas partes tem função insubstituível" (2ª CDP. Newton Trisotto harmônico. então. mesmo que mínima. pois que esta 'funciona como um conjunto harmônico. A alteração funcional de um deles acarreta o dispêndio de energia' (RT 700/117). Des. Des.014881-9. supra)" (3ª CDP.04. devido é o auxílio-acidente. n. Rui Fortes). 9º da Lei. ainda que implique em redução apenas .007364-6. que ocasionou a redução. Des. AC n. em decorrência de sinistro de trabalho."A prova é de livre apreciação do julgador que. sofreu a amputação parcial de dedo da mão. Jaime Ramos. uma vez mostrando suas razões de convencimento. gera necessidade de o obreiro despender maior esforço para o exercício de suas atividades habituais.' (AC n. a redução da capacidade para o trabalho que habitualmente exercia dá ensejo ao recebimento do 'auxíliosuplementar'. A perda de uma das falanges da mão acarreta na necessidade de em maior esforço para exercício da atividade laboral. j. AC n. 11. em acidente típico. de sua capacidade laboral. "'Inquestionável. é que a amputação de falange do obreiro. 2009.007446-0.

Napoleão Nunes Maia Filho. realizado no dia 14 de dezembro de 2010. Trindade dos Santos)" (3ª CDP. de Criciúma. Maria Thereza de Assis Moura. Min. . AgRgAI n. AC n. Des. Des. 113. justifica a percepção do auxílio-acidente" (4ª CDP." A perda parcial da falange distal do 2º. considerando o princípio in dubio pro misero. Luiz Cézar Medeiros. como resultado de acidente do trabalho. Cláudio Dutra Barreto). concluo que o segurado faz jus ao auxílio-acidente. Des. goza de proteção acidentária por acarretar.028566-0. Jaime Ramos. Des.006573-6. necessidade do dispêndio de mais esforço para a consecução das atividades laborais' (Ap. n. 2000.(. Des.. 2008. 832. automaticamente. AC n.000082-2. Jânio Machado). 2007. do dia seguinte àquele em que deixou de ser pago o auxílio-doença (AgRgREsp n. 2003. AC n. com a ressalva da prescrição das parcelas vencidas além do quinquênio antecedente ao da propositura da ação. 97.040596-7..mínima da capacidade laborativa. Jânio Machado).) DECISÃO: Nos termos do voto do relator. Pela douta Procuradoria-Geral de Justiça lavrou parecer Excelentíssimo Senhor Procurador sobretudo quanto à constatação ou não da incapacidade laborativa e seu grau" (Antônio Lopes Monteiro e Roberto Fleury de Souza Bertagni. Excelentíssimos Senhores Desembargadores Vanderlei Romer e Sérgio Roberto Baasch Luz. Acidentes do trabalho e doenças ocupacionais. Sônia Maria Schmitz). deram provimento ao recurso. 2008. Equivocou-se a Juíza Bruna Canella Becker. 2007.060285-0.266. 2ª ed. 3º e 4º quirodáctilos direitos. AC n. Min. Des. cív. Participaram do julgamento. AC n. p. AC n..038726-4. 883.554. Saraiva. Des. porque redutora da capacidade laborativa do obreiro.038787-9. 2007.

da percepção do benefício para que possa manter sua família. informa que esta passando sérias dificuldades tanto de ordem econômica como social. sem as devidas condições para comprar até medicação poderá ser agravado. atestados médicos revelam o real estado de saúde do demandante tornando impossível exercer sua atividade. Assim esta previsto no artigo citado: Art. propõe a presente ação com o objetivo de comprovar através de perícia médica sua incapacidade para o trabalho com a maior urgência possível. portanto. desde que. Depois de confirmado pelo expert a incapacidade laboral requer uma vez preenchidos requisitos do art. Assim sendo. uma vez que sua enfermidade é grave. fato este que além de causar sérios prejuízos para si. 273 do CPC. a) Prova inequívoca do direito do autor. o autor é pessoa deficiente. existindo prova inequívoca. DA PROVA ANTECIPADA E DO DIREITO A CONCESSÃO DA TUTELA ANTECIPADA O autor requer através de deferimento de prova antecipada a autorização e deferimento da realização da perícia médica com a maior urgência. ou II . a requerimento da parte. se convença da verossimilhança da alegação e: I . Portanto está mais do que provado que o autor encontra-se incapacitado e segurado tendo todo o direito em ter seu auxilio doença e ou aposentadoria por invalidez. o restabelecimento do benefício com urgência.haja fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação. os efeitos da tutela pretendida no pedido inicial.Assim sendo. b) Haja fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação Venerável Julgador. necessitando. fato este que o impossibilita para o trabalho. causará prejuízos enormes para sua família. . antecipar. total ou parcialmente. 273 .fique caracterizado o abuso de direito de defesa ou o manifesto propósito protelatório do réu. Destaca que seu estado de saúde. Excelência a documentação acostada. e com urgência.O juiz poderá.

A Lei 8.172/97 e 3. e ser-lhe-á paga enquanto permanecer nesta condição. Ficando com isto comprovado que o autor estar INCAPACITADO PARA O TRABALHO. depois de constatada a incapacidade laboral seja determinada a concessão do benefício de auxílio-doença.048/99. DO DIREITO A parte autora embasa seu pedido na forma da Lei 8. for considerado incapaz e insusceptível de reabilitação para o exercício de atividade que lhe garanta a subsistência. posto que se trate da manutenção da SAÚDE DO AUTOR E DA SUBSISTÊNCIA DE SUA FAMÍLIA. Excelência. c) Fique caracterizado o abuso de direito de defesa ou o manifesto propósito protelatório do réu. a carência exigida. 42. Requer. desta forma. havendo cumprido. ficar incapacitado para o seu trabalho ou para a sua atividade habitual por mais de 15 (quinze) dias consecutivos.213/91 assim trata a matéria referente ao auxíliodoença e aposentadoria por invalidez: Do auxílio-doença Art. 59.213/91 e Decretos 2. uma vez cumprida. . o deferimento da tutela antecipada forte no art. verifica-se que mesmo recebendo os atrasados futuramente decorrentes de decisão judicial favorável o prejuízo é evidente. quando for o caso.Assim sendo. será devida ao segurado que. quando for o caso. A aposentadoria por invalidez. Art. Reconhecido no laudo que a incapacidade laboral do autor é definitiva requer seja concedido o benefício de aposentadoria por invalidez. 273 do CPC para que seja deferida a realização de perícia judicial diante dos fundamentos acima expostos e. o direito do autor é perceptível a primo icto oculi e o mesmo consoante a demonstração supra. o período de carência exigida nesta lei. caracterizando-se assim abuso de direito de defesa as possíveis escusas da ré para a não concessão do benefício ora pleiteado. O auxílio-doença será devido ao segurado que. estando ou não em gozo de auxílio-doença.

fazer-se acompanhar de médico de sua confiança. posto que possa ser tarde o aguardo. DOS JUROS Já é pacífico o entendimento que quando existe prestações atrasadas de caráter alimentar o percentual de juros deverá ser fixado em 1% ao mês. seja determinada na forma do artigo 273 do CPC a concessão de imediato do benefício de auxílio-doença. de 1995) Diante do apresentado. § 1º Concluindo a perícia médica inicial pela existência de incapacidade total e definitiva para o trabalho. Art. às suas expensas. § 2º A doença ou lesão de que o segurado já era portador ao filiar-se ao Regime Geral de Previdência Social não lhe conferirá direito à aposentadoria por invalidez. .§ 1º A concessão de aposentadoria por invalidez dependerá da verificação da condição de incapacidade mediante exame médico-pericial a cargo da Previdência Social. DIANTE DO EXPOSTO REQUER a) O deferimento da prova antecipada com a determinação de realização de perícia médica COM URGÊNCIA E NA PRIMEIRA DATA DISPONÍVEL PELO MÉDICO PERITO CREDENCIADO PARA A ÁREA QUE O AUTOR APRESENTA SUA ENFERMIDADE e. 43. depois de constatada a incapacidade laboral pela perícia médica. salvo quando a incapacidade sobrevier por motivo de progressão ou agravamento dessa doença ou lesão. incontroverso o direito do autor de receber o benefício de auxílio-doença caso constatada sua incapacidade temporária e/ou a aposentadoria por invalidez no caso de constatada a incapacidade laboral definitiva. b) A CITAÇÃO DO INSS. 2º e 3º deste artigo. a aposentadoria por invalidez será devida: (Redação dada pela Lei nº 9. A aposentadoria por invalidez será devida a partir do dia imediato ao da cessação do auxílio-doença. podendo o segurado. no prazo de 48 horas a contar da intimação do INSS.032. para contestar o pedido sob pena de revelia e confissão. ressalvado o disposto nos §§ 1º.

com a condenação da ré A CONCEDER O BENEFÍCIO DE AUXÍLIO-DOENÇA PARA O AUTOR caso fique constatado que a incapacidade é temporária ou a CONCESSÃO DO BENEFÍCIO DE APOSENTADORIA POR INVALIDEZ para o caso de constatada a incapacidade laboral definitiva. para efeitos fiscais. apresentação de documentos. e) Requer.00 (um mil reais). XXXXXXXXXXX OAB/XX XXX .099/95. Termos em que Pede Deferimento. em especial a RELIZAÇÀO DE PERÍCIA MÉDICA.000. outrossim. confirmando-se a concessão da tutela antecipada. nos termos do art. XXXX. na hipótese de interposição de recurso. 355 do CPC a juntada do processo administrativo e todos os documentos juntados para que possam comprovar suas assertivas caso entenda necessário Protesta por todos os meios de provas em direto admitidos.No mérito requer: a) A procedência da Ação. ao pagamento dos honorários advocatícios. 55 da Lei 9. ouvida de testemunhas. bem como a juntada de pareceres e jurisprudência. com fulcro no art. depoimento pessoal. XX de XXX de 2011. Dá-se à causa o valor de R$ 1. com o pagamento das parcelas vencidas e vincendas desde o requerimento administrativo com a aplicação de juros e correção monetária oficial. fixados em 20% (vinte por cento) sobre o valor atualizado da causa. d) A renúncia ao que exceder à soma de 60 (sessenta) salários mínimos. c) O benefício da Assistência Judiciária Gratuita. b) A condenação das Requeridas.

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