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Da denominação sede duração e finalidade

Art 1
Art 2
2.1
2.2
2.3
3
4
4.1
4.2
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5
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26.1
26.2
26.3
26.4
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26.6
Cap VIII
Art 27
27.1
27.2
28
28.1
28.2
28.3
28.4
28.5
28.6
29
29.1
29.2
30
30.1
30.2
Cap IX
Do conselho deliberativo
Art 31
Art32
A
B
32.1
32.2
33
33.1
33.2
33.3
33.4
33.5
33.6
33.7
33.8
33.9
33.10
34
Parágrafo único
Art.35
Art 36
Parágrafo único
Cap X
Da assembleia geral
Art 37
37.1
37.2
37.3
38
38.1
38.2
38.3
39
39.1
39.2
39.3
39.4
39.5
Art40
Parágrafo único
Do patrimônio
Art 41
Art 42
Parágrafo único
Art 43
Art 44
Das disposições gerais

Art 45
Art46
Art 47
Art 47 1
Art 47 2
Art 47 3
Art 47 4
Art 47 5
Art 48

Da denominação sede duração e finalidade


Etsatuto da fraternidade terceiro milenio registrado no 8 oficio do registro civil das
pessoas juridicas sob o nr conforme ata registrada sob o nr 33214 em 28 02 92 no
mesmo /

Capitulo I
Da denominação sede duração e finalidade

Art 1 sob a deniminação de instituição fraternidade terceiro milênio fica instituída uma
associação civil sem fins lucrativos de duração indeterminada com sede e foro na cidade
de São Paulo no Estado de São Paulo doravante denominada Fraternidade Terceiro
Milênio – FTM

Art 2 são finalidades da FTM

2.1 dedicar-se ao estudo eá prática espiritualista de maneira voluntária consciente e


permanente no seu tríplice aspecto cinetífico religioso e filosófico
2.2 difundir o espiritualismo por todos os meios possíveis e admissíveis
2.3 fundar e manter quando possível pelos próprios meios obras assistenciais de caráter
filantrópico e b3neficente de amparo à infância ao enfermo e à velhice a todos
assistindo sem distinção de classa sexo cor nacionalidade ou credo com benevolência
amor e compaixão

Capítulo II
Dos associados – seus deveres e direitos

3 a FTM compor-se-à de ilimitado número de sócios reconhecidamente espiritualistas


ou solidários com suas finalidades
4 o quadro social comporse-á de sócios
4.1 fundadores os que assinaram a Ata de Assembleia Geral de fundação
4.2 filiados os que participaram de treinamento e curso na FTM e por isto foram
aprovados pelos demais associados em assembléia ordinária ou extraordinária
4.3 colaboradores ou simpatizantes com a causa da FTM que queiram a título de
contribuição ajudar a instituição a cumprir com suas finalidades

5 são deveres dos filiados

5.1 servir ao p´roximo com abnegação e principalmente humildade


5.2 a frequência assídua às atividades da FTM . a não observância injustificada deste
item que deverá ser feita por escrito ao doretor da sua área de atuação em prazo de 30
dias corridos fará com que o filiado perca seus direitos como sócio. Deverá etão
reiniciar treinamento para nova harmonização e aprovação da assembléia

5.3 desempenhar com amor e probidade os cargos ou tarefas que leh foram confiados

5.4 manter atualiazado o pagamento das cotas mensais para manutenção das atividades
da FTM

Art. 6 o filiado cuja conduta moral , associative ou pública se xomprove não ser
conveniente À FTM ou que nela tenha ingressado também comprovadamente com
evidente propósito de desvirtuar suas finalidades poderá ser eliminado do quadro social
pelo conselho deliberativo.

Parágrafo único ao filiado eliminado na conformidade deste artigo cabe o direito de


recorrer para a primeira assembléia Geral que for convocada.

Capítulo III

Das elições

Art.7 nas leições para renovação das diretirias somente terão direito a voto os filiados
que tenham três meses de inclusão no quadro social.

Art.8 o mandato das diretorias será de dois anos sendo porém permitida a reeleição para
mandatos sucessivos somente em cargos diferentes.

Art.9
9.1 diretor administrativo;
9.2 diretos tesoureiro;
Art. 10 compete a diretoria administrative:
10.1 executar todos os atos administrativos relacionados com a FTM no que se refere ao
controle do patrimônio , ao controle das contribuições dos associados a manutenção das
dependência a contratação de terceiros e sua fiscalização na execução de quaisquer
serviços internos e demis atividades diária que surjam;

10.2 atender as normas dos poderes públicos;

10.3 propor ao conselho deliberativo a criação a modificação o desdobramento ou a


extinção de departamentos da FTM
10.4 convocar através do seu presidente o conselho deliberativo para reuniões
extraordinárias
10.5 nomear através do seu diretor administrativo assessors procuradores e comissões
para fins determinados inclusive jurídicas bem como a contratação de profissionais
remunerados para a execução de seviços técnicos e especializados;
10.6 elaborar plano de trabalho e proposta orçamentária trimestrais a serem submetidos
ao conselho deliberativo;
10.7 elaborar os regimentos internos dos departamentos e encamilhá-los à apreciação do
conselho deliberativo
10.8 cumprir e fazer cumprir este estatuto e os regimes internos
10.9 resolver os casos omissos deste estatuto quanto a esta diretoria desde que não
contrariem ou modifiquem as normas sociais

Art. 11 compete ao diretor administrativo:


11.1 representar a associação em juízo e fora dele
11.2 dirigir e supervisionar as atividades administrativas da FTM;
11.3 convocar as reuniões do conselho deliberativo e das assembléias gerais na forma
estaturária
11.4 assinar com o tesoureiro a correspondência da ftm
11.5 assinas com o tesoureiro a os documentos que representam valores e digam
respeito ao patrimônio da FTM
11.6 estabelecer em nome da FTM relações sociais com terceiros;
11.7elaborar relatórios anuais das atividades e do fim do mandato da apreciação da
assembléia geral
11.8 redigir a correspondência de rotina da FTM
11.9 redigir as atas das reuniões da diretoria administrativa
12 ao diretor tesoureiro compete:

12.1 manter em ordem todos os livros e materiais da tesouraria:


12.2 assinar com o diretor administrativo todos os documentos que representem valores
especialmente saques bancários;
12.3 efetuar mediante comprovantes os pagamentos autorizados:
12.4 preparar o balance geral do ano fiscal a fim de acompanhar o relatório da diretoreia
adminsitrativa às assembléias gerais;
12.5 apresentar trimestralmente a todos os sócios fundadores e filiados o valor da cota a
ser paga por todos estes para a manutenção das atividades da casa.

Capítulo V
Da diretoria de atendimento ao público

13.1 diretor da orientação


13.2 diretor das palestras
13.3 diretor de expediente
13.4 diretor de atendimento à criança
Art.14 – compete à diretoria de atendimento ao público:
14.1 zelar pela organização administração e bom atendimento e andamento dos
trabalhos de atendimento spiritual oferecidos pela FTM
14.2 coordenar todas as atividades que compõe o trabalho a serem submetidos ao
conselho deliberativo;
14.3 elaborar planos de trabalho a serem submetidos ao conselho deliberativo
14.4 submeter a aprovação do conselho deliberativos toda e qualquer modificação nos
trabalhos a ser adotada
14.5 resolver os casos omissos deste estatuto quanto a etsa diretoria desde que não
contrariem ou modifiquem as normas sociais vigentes
15 cabe ao diretor de orientação:
15.1 coordenar administrar e zelar pelo bom andamento das atividades da orientação
espiritual recepção e entrada da FTM;
15.2 submeter a aprovação do conselho deliberativo toda e qualquer modificação a ser
adotado nos trabalhos;
15.3 resolver os casos omissos deste estatuto quanto a esta diretoria, desde que não
contrariem as normas sociais vigentes
16 cabe ao diretor de palestras
16.1 coordenar administrar e zelar pelo bom andamento das palestras aos assistidos em
dias de atendimento ao público
16.2 submeter a equipe de palestradores a constante treinamento e atualização sobre as
atividades da FTM
16.3 submeter a aprovação do conselho deliberativo toda e qualquer modificação a ser
adotado nos trabalhos
16.4 resolver os casos omissos detse estatuto quanto a esta diretoria desde que não
contrariem ou modifiquem as normas sociais vigentes
17 cabe ao diretor de expediente:

17.1 coordenar administrar e zelar eplo bom andamento dos trabalhos de atendimento
ao público sendo o responsável por todas as atividades indiretas desde a abertura da
FTM até o encerramento diário das atividades:
17.2 submeter a equipe de coordenadores que possa vir a ser formada a constante
treinamento e atualização sobre as atividades da FTM
17.3 submeter a aprovação do conselho deliberativo toda e qualquer modificação a ser
adotado nos trabalhos
17.4 resolver os casos omissos deste estatuto quanto a esta diretoria desde que não
contrariem ou modifiquem as normas sociais vigentes

18 cabe ao diretor de atendimento à criança

18.1 cordenar administrar e zelar pelo bom andamento das trabalhos de atendimento à
criança sendo o responsável por todas as atividades indiretas desde a abertura da ftm até
o encerramento diário das atividades bem como as atividades diretas de atendimento à
criança
18.2 submeter a equipe de coordenadores que possa vir a ser formada a constante
treinamento e atualização sobre as atividades dir4etas da FTM;
18.3 submete3r a aprovação do conselho deliberativo toda e qualquer modificação a ser
adotado nos trabalhos bem como os nomes dostrabalhadores que irão formar a equipe;
18.4 resolver os casos omissos deste estatuto quanto a esta direoria, desde que não
contrariem ou modifiquem as normas sociais vigentes

Da diretoria de CURA

19 diretoria de cura compões-se de:

19.1 diretor de cura


20 compete à diretoria de cura:
20.1 zelar pela organização administração e bom andamento dos trabalhos de cura
spiritual oferecidos pela FTM
20.2 coordenar todas as atividades que compões o trabalho de atendimento de cura bom
como esquematizar os grupos de trabalhadores responsáveis pelo atendimento;
20.3 criar e coordenaros diversos departamentos que surgirem de acordo com as
especialidades que se desenvolverem nos trabalhos de cura;
20.4 elaborar planos de trabalho a serem submetidos ao conselho deliberativo;
20.5 submeter a aprovação do conselho deliberativo toda e qualquer modificação nos
trabalhos a ser adotadas;
20.6 resolver os casos omissos deste estatuto quanto a esta diretoria desde que não
contrariem ou modifiquem as normas sócias vigentes

Art. 21 cabe ao diretor de cura

21.1 coordenar administrar e zelar pelo bom andamento dos trabalhos de cura spiritual
sendo o responsável por todas as atividades indiretas desde a abertura da FTM para as
respectivas atividades até o encerramento diário;
21.2 submeter a equipe de trabalhadores a constante treinamento e atualização sobre as
atividades da FTM
21.3 submeter a aprovação do conselho deliberativo toda e qualquer modificação a ser
adotado nos trablhos

21.4 resolver os casos omissos deste estatuto quanto a esta diretoria desde que não
contrariem ou modifiquem as normas sócias vigentes

Capitulo VII

Art. 22 a diretoria de cursos e aperfeiçoamento compõe-se de;:

22.1diretor de cursos;
22.2 diretor do instituto de pesquisa “terceiro milênio”;
22.3 diretor de treinamento mediúnico;

Art. 23 compete a diretoria de cursos e aperfeiçoamento:


23.1 zelar pela organização, criação administração, coordenação e bom andamento dos
cursos e aperfeiçoamento inclusive pesquisas, realisados na FTM
23.2 elaborar planos de trabalho a serem submetidos ao conselho deliberativo;
23.3 submeter a aprovação do conselho deliberativo toda e qualquer modificação nos
trabalhos a ser adotada;
23.4 resolver os casos omissos deste estatuto quanto a esta diretoria desde que não
contrariem ou modifiquem as normas sociais vigentes.

Art. 24 – cabe ao diretor de cursos:

24.1 coordenar administrar e zelar pelo bom andamento do curso terceiro milênio
quaisquer outros que venham a ser criados responsáveis pela formação dos
trabalhadores da FTM;

24.2 organizar cursos e ou palestras com pessoas externas a FTM


24.3 submeter a equipe de professors a constante treinamento e atualização sobre...
24.4 manter o controle semnala da presence dos treinandos bem como e principalmente
acompanhar o desenvolvimento destes até que estejam harmônicos e aptos para as
outras atividades desenvolvidas por outras diretorias;
24.5 submeter às assembleias os nomes dos alunos que tenham cumprido os dois
primeiros estágios do curso terceiro milênio e estejam aptos e harmônicos com a FTM
24.6submeter a aprovação do coselho deliberativo toda e qualquer modificaçãoa ser
adotada nos trabalhos bem como o nome dos professores responsáveis pelos cursos;
24.7 submeter a aprovação tbm do conselho deliberativo os temas e os palestradores
externos que venham ser convidados pelo diretor de cursos
24.8 resolver os casos omissos deste estatuto quanto a esta diretoria desde que não
contrariem ou modifiquem as normas sociais vigentes.
Art 25 cabe ao diretor do instituto de pesquisas terceiro milênio
25.1 coordenar administrar zelar e inteirar-se de todas as atividades desenvolvidas pelos
grupos de laboratorios se desenvolvem após o término do curso terceiro milênio) que
reunidas constituir-se-ão no instituto de pesquisas terceiro milênio;
25.2 promover um intercâmbio entre os grupos laboratórios para que as atividades
desemvolvam-se em conjunto;
25.3 divulgar a todos os associados treinandos e assistidos da FTM as atividades
desenvolvidas pelos grupos laboratírios;
25.4submeter aaprovação do conselho deliberativo toda e qualquer modificação a ser
adotado nos trabalhos da diretoria;
25.5 resolver os casos omissos deste estatuto quanto a esta diretoria desde que não
contrariem ou modifiquem as normas sociais vigentes.

26 cabe ao diretor de treinamento mediúnico


26.1 coordenar administrar e zelar pelo bom andamento do treinamento mediúnico
desenvolvido nas dependências da FTM sendo o responsável pelas atividades indiretas
desde a abertura da FTM até o encerramento diário das atividades;
26.2 submeter a equipe de coordenadores que possa vir a ser formada a constante
treinamento e atualização sobre as atividades da fTM
26.3 manter o controle seminal da presence dos treinandos bem como e principalmente
acompanhar o desenvolvimento destes até que estejam harmônicos e aptos para as
atidades desenvolvidas por outras diretorias;

26.4 submeter às assembleias os nomes dos treinandos considerados aptos;


26.5 submeter à aprovação do conselho deliberativotodaequalquermodificaçãoaser
adotado nos trabalhos;

26.6 resolver os casos omissos deste estatuto quanto a esta diretoria desde que não
contrariem ou modifiquem as normas sociais vigentes.

Cap VIII

Da diretoria DE atividades sociais e culturais


Art 27 a diretoria de atividades sociasi e culturais compõe-se de
27.1 diretor de atividades sociasi e culturais;
27.2 diretor de palestras externas;

Art. 28 cabe à diretoria de atividades sociais e culturais :


28.1 zelar pela organização, criação administração coordenação

28.2 adminstrar a biblioteca da FTM;


28.3 administrar as atividades de documentação das atividades das FTM
28.4 elaborar planos de trabalho a serem submetidos as conselho deliberativo
28.5 submeter À aprovação do conselho deliberativo toda e qualquer modificação nos
trablahos a ser adotada

28.6 resolver os casos omissos deste estatuto quanto a esta diretoria desde que não
contrariem ou modifiquem as normas sociais vigentes.

Art 29 – cabe ao diretor de atividades sociais


29.1 organizar promover coordenar administrar e zelar pelo bom andamento da
atividades sociais e culturais que venham proporcionar um maior entrosamento e
convivência social de todos aqueles que participem da FTM como também uma maior
difusão de literatura espiritualista
29.2 submeter À aprovação do conselho deliberativo toda e qualquer atividade que
venha a ser planejada pela diretoria

Art.30 cabe ao diretor de palestras externas


30.1organizar promover coordenar administrar e zelar eplo bom andamento de palestras
realizadas por pessoas esternas Aftm a se realisae em dias previamente marcados epla
diretoria;
30.2 submeter À aprovação do conselho deliberativo toda e qualquer atividade que
venha a ser planejada pela diretoria

Cap IX
Do conselho deliberativo

Art 31 o conselho deliberativo eleito por dois anos será constituído por três membros
escolhidos entre os associados e empossados pela assembléia geral ordinária . seus
membros podem ser indicados para mais de um mandato:
Art32 – dos membros eleitos para comporem o conselho deliberativo serão escolhidos:
A um para ocupar o cargo dopresidente;
B um para ocupar o cargo de secretário;
32.1 o terceiro componente do conselo deliberativo será sempre o primeiro suplente na
falta de qualquer um dos outros dois
32.2 o conselho deliberativo se reunirá ordinariamente quatro vezes por ano e
extraordinariamente sempre que convocado;

Art. 33 – compete ao conselho de deliberativo da FTM;

33.1 deliberar sobre o direcionamento doutrinário e administrativo da FTM de forma


compatível com as disposições deste estatuto;
33.2 aprovar o seu prórpio regimento interno e das diretorias da ftm
33.3 nomear comissões para fins específicos com prazo determinado;

33.4 aprovar as contas os relatórios e os balanços anuais apresentados pelas diretorias


da FTM;
33.5 aprovar a criação a modificação o desdobramento ou a extinção de departamentos
ouvida qualquer das diretorias da FTM
33.6 deliberar sobre a aceitaçãso ou não de doações com ou sem encargos bem assim
como a aquisição alienação e a oneração de bens imóveis por parte das diretorias da
FTM
33.7aprovar a proposta orçamentária e os planos de trabalho para cada exercício
encaminhados pela diretoria adminstrastiva
33.8 aprovar os planos de trabalho para cada exercício encaminhados pelas demais
Diretorias: atividades complementares de atendimento ao público e de cura.

33.9 aprovar pelo voto mínimo de dois terços da totalidade de seus membros o
encaminhamento à assembléia geral de proposta para reforma ou alteração deste
estatuto bem assim de proposta de disposição da FTM;
33.10 deliberar sobre os casos omissos ou duvidosos deste estatuto de forma harmônica
com os princípios sociais.

Art. 34: as datas fixadas para reuniões do conselho deliberativo serão comunicadas aos
seus membros através de avisos mencionando-se a ordem do dia o local e a hora e sendo
afixado nas dependências da ftm, com antecedência mínima de 15 dias
Parágrafo único o conselho deliberativo reunir-se-á sempre com a totalidade de seus
membros . na falta de um dos seus componentes estará a reunião automaticamente
postergada em uma semana.

Art.35 poderão participar das reuniões do conselho deliberativo os diretores e


coordenadores por estes últimos empossados das diretorias da FTM porém com direito à
palavra mas sem direito a voto.

Art 36 a convocação das reuniões ordinárias do conselho deliberativo é de


compet~encia de seu presidente.

Parágrafo único: a convocação das reuniões ordinárias do conselho deliberativo é de


competência de seu presidente.

Cap X

Da assembleia geral

Art 37 a assembléia geral é o órgão soberano da FTM;

37.1 as assembléias gerais serão ordinárias e extraordinárias


37.2 as assembléias geral ordinária é a que se reúne anualmente de preferência no
término de cada ano administrativo e extraordinariamente quando convocada para fim
específico ou de urgência;
37.3 somente poderão compor a assembléia geral assinado o livro de presença os
filiaods que estiverem em dia com seus deveres estatuários e em pleno gozo dos deus
direitos
38 compete ao diretor administrativo convocar a assembléia geral ordinária e
extraordinária a decisão sobre convocação deverá partir do conselho deliberativo ou a
pedido de mais da metade dos filiados que estiverem em dia com seus direitos.

38.1 as convocações para efeito deste artigo serão feitas com antecedência mínima de
trinta dias fixados avisos nas dependências da FTM;
38.2 não havendo maioria absoluta na hora na qual foi convocada a assembléia reunir-
se-a uma meia hpora depois com qualquer numero de filiados repsentes
38.3 as deliberações das assembleiasgerais ordinárias ou extrraordinarias somente serão
válidas se representarem a opinião de metade mais um dos associados presentes com
direito de voto

39 compete a assembléia geral e odrinária:

39.1 apreciaro relatório e a prestação de contas do exercício fiscal apresentado pela


diretoria adminstrativa e sobre elas se manifestar
39.2 dar posse a membros do conselho deliberativo
39.3 tomar conhecimento de outros assuntos constantes da pauta da convocação e sobre
elas deliberar ;
39.4 aprovar ou não como sócios filiados os nomes apresentados pela diretoria de
cursos e diretoria de treinamento mediúnico;
39.5 deliberar sobre os casos omissos ou duvidosos de forma harmônica com os
princípios estabelecidos neste estatuto.
Art40 As assembléias gerais serão instaladas pelo diretor administrativo após o que se
elegerá sua mesa diretora de conformidade com o seu regimento interno
Parágrafo único a assembléia geral somente se deliberará sobre os assuntos relacionados
cm sua pauta

Capítulo XI

Do patrimônio
Art 41 o patrimônio da FTM será constituído de bens e valores legalmente adquiridos
ou arrecadados.

Art 42 o patrimônio social poderá ser onerado ou alienado somente em caso de


comprovada necessidade.

Parágrafo único: adecisão da diretoria administrative com referência ao presente artigo


deverá ser confirmada pela referência ao presente artigo deverá ser confirmada nela
aprovação da maioria simples do quadro social presente na assembléia geral
especialmente convocada para tal fim. Caso não seja alcançado o quorum haverá uma
segunda reunião sete dias após a deliberação do mesmo assunto em primeira instância
com a presença de maioria simples do quadro social meia hora após em segunda
instância com o número de filiados que estiverem presentes. Nesta segunda reunião a
aprovação se dará pela maioria absoluta.

Art 43 os filiados não respondem solidariamente e nem subsidiariamente pelos


compromissos assumidos pela FTM
Art 44 em caso de dissolução da instuituição o seu patrimônio será revertido em
benefício de uma ou mais sociedades beneficentes devidamente registradas nos órgãos
oficiais competentes

Parágrafo único a dissolução prevista neste artigo somente se dará com a aprovação de
no mínimo quatro quintos (4/5) dos sócios presentes na assembléia.

Capítulo XII

Das disposições gerais

Art 45 é vedado a renumeração bem como a distribuição de lucros vantagens


bonificação ou dividendos de qualquer espécie aos diretores conselheiros e demias
colaboradores da FTM sob qualquer forma de pretexto

Art46 a FTM não se envolverá em movimento político partidário e religioso sendo


vedado nas suas dependências propaganda ou atividades de natureza sócio-político
partidária e religiosa

Art 47 o presente estatuto aprovado só poderá ser novamente reformado após o prazo
mínimo de 02 anos sendo inalteráveis sob pena de nulidade , as disposições que dizem
respeito:

Art 47 1 à natureza espiritualista da instituição


Art 47 2 à nao vitalicidade dos cargos e funções dos seus diretores;

Art 47 3 à não remuneração dos cargos e funções dos seus diretores;

Art 47 4 à destinação do patrimonio na forma prevista no artigo 31 e seu parágrafo;

Art 47 5 ao caráter apartidário apolítico e religioso da instituição

Par´[agrafo único qualquer reforma deste estatuto será submetida a aprovação da


assembléia geral depois de aprovada pelo conselho deliberativo o qual deverá aprova-lo
Com o voto de no mínimo dois terços (2/3) dos membros presentes

Art 48 – o presente estatuto votado em assembleia geral extraordinária realizada em 21


de fevereiro de 1992 em complementação ao que constituiiu a FTM em 04 de março de
1989, na cidade de são paulo subscrito pela mesa diretora eleita em referida
Assembléia , entrará em vigor imediatamente.