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Formação em Diagnóstico e Intervenção em Ergonomia da Atividade

em Diagnóstico e Intervenção em Ergonomia da Atividade Universidade de Brasília UnB Laboratório de Ergonomia
em Diagnóstico e Intervenção em Ergonomia da Atividade Universidade de Brasília UnB Laboratório de Ergonomia

Universidade de Brasília UnB Laboratório de Ergonomia

Mário César Ferreira

Dimensões Básicas da Formação

Ergonomia da Atividade
Ergonomia da Atividade

Ergonomia da Atividade

Ergonomia da Atividade
Ergonomia da Atividade
Ergonomia da Atividade
Dimensões Básicas da Formação Ergonomia da Atividade Teoria Método Indivíduos Trabalhadores Ambiente Instituição
Dimensões Básicas da Formação Ergonomia da Atividade Teoria Método Indivíduos Trabalhadores Ambiente Instituição
Dimensões Básicas da Formação Ergonomia da Atividade Teoria Método Indivíduos Trabalhadores Ambiente Instituição
Dimensões Básicas da Formação Ergonomia da Atividade Teoria Método Indivíduos Trabalhadores Ambiente Instituição
Dimensões Básicas da Formação Ergonomia da Atividade Teoria Método Indivíduos Trabalhadores Ambiente Instituição
Dimensões Básicas da Formação Ergonomia da Atividade Teoria Método Indivíduos Trabalhadores Ambiente Instituição

Teoria

Método

Indivíduos

Trabalhadores

Ambiente

Instituição

Custo Humano do Trabalho
Custo Humano do Trabalho
Custo Humano do Trabalho

Custo Humano do Trabalho

Custo Humano do Trabalho
Custo Humano do Trabalho
Custo Humano do Trabalho
Custo Humano do Trabalho
Teoria Método Indivíduos Trabalhadores Ambiente Instituição Custo Humano do Trabalho Físico Cognitivo Afetivo
Teoria Método Indivíduos Trabalhadores Ambiente Instituição Custo Humano do Trabalho Físico Cognitivo Afetivo
Teoria Método Indivíduos Trabalhadores Ambiente Instituição Custo Humano do Trabalho Físico Cognitivo Afetivo
Teoria Método Indivíduos Trabalhadores Ambiente Instituição Custo Humano do Trabalho Físico Cognitivo Afetivo

Físico

Teoria Método Indivíduos Trabalhadores Ambiente Instituição Custo Humano do Trabalho Físico Cognitivo Afetivo

Cognitivo

Teoria Método Indivíduos Trabalhadores Ambiente Instituição Custo Humano do Trabalho Físico Cognitivo Afetivo

Afetivo

Passo Quatro Custo Humano do Trabalho Custo Físico (CF) Custo Cognitivo (CC) Custo Afetivo (CF)

Passo Quatro

Custo Humano do Trabalho

Custo Físico (CF) Custo Cognitivo (CC) Custo Afetivo (CF)

Passo Quatro Custo Humano do Trabalho Custo Físico (CF) Custo Cognitivo (CC) Custo Afetivo (CF)

Objetivo

Apresentar e Caracterizar a Dimensão do Custo Físico da Atividade de Trabalho

a Dimensão do Custo Físico da Atividade de Trabalho 4 Ergonomia da Atividade – Noções Teóricas

4

a Dimensão do Custo Físico da Atividade de Trabalho 4 Ergonomia da Atividade – Noções Teóricas

Ergonomia da Atividade – Noções Teóricas

Mário César Ferreira mcesar@unb.br

A Tridimensionalidade do Custo Humano do Trabalho (CHT)

Cognitiva Custo Humano Física Afetiva
Cognitiva
Custo
Humano
Física
Afetiva
4 O que é o Custo Físico Trabalho Mário C. Ferreira - Julia Abrahão Instituto
4 O que é o Custo Físico Trabalho Mário C. Ferreira - Julia Abrahão Instituto

4

O que é o Custo Físico Trabalho

4 O que é o Custo Físico Trabalho Mário C. Ferreira - Julia Abrahão Instituto de

Mário C. Ferreira - Julia Abrahão

Instituto de Psicologia / UnB

Trabalho & Custo Físico

Trabalho & Custo Físico 1 Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB
Trabalho & Custo Físico 1 Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB
Trabalho & Custo Físico 1 Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB
Trabalho & Custo Físico 1 Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

1

Trabalho & Custo Físico 1 Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

- Corpo Humano & Trabalho - Dimensões que Interessam a Ergonomia

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Metabólica

- Dimensões que Interessam a Ergonomia 2 Metabólica Neuromuscular Sensorial Muscular Mário César Ferreira

Neuromuscular

que Interessam a Ergonomia 2 Metabólica Neuromuscular Sensorial Muscular Mário César Ferreira Instituto de
que Interessam a Ergonomia 2 Metabólica Neuromuscular Sensorial Muscular Mário César Ferreira Instituto de
que Interessam a Ergonomia 2 Metabólica Neuromuscular Sensorial Muscular Mário César Ferreira Instituto de
que Interessam a Ergonomia 2 Metabólica Neuromuscular Sensorial Muscular Mário César Ferreira Instituto de

Sensorial

Muscular

a Ergonomia 2 Metabólica Neuromuscular Sensorial Muscular Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

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Biomecânica Ocupacional

Estuda as interações entre o trabalho e o homem sob o ponto de vista dos movimentos

músculos-

esqueletais envolvidos e suas conseqüências.

Iida, 1990

esqueletais envolvidos e suas conseqüências. Iida, 1990 Tensões musculares, dores e fadiga provocados por:
esqueletais envolvidos e suas conseqüências. Iida, 1990 Tensões musculares, dores e fadiga provocados por:

Tensões musculares, dores e fadiga provocados por:

Produtos inadequados Postos de trabalho inadaptáveis Instrumentos incompatíveis

Dimensões Analíticas Posturas Corporais Aplicação de Forças

Analíticas Posturas Corporais Aplicação de Forças Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

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FisiologiaFisiologia MuscularMuscular

Músculos Contração / Relaxamento (Resistência Muscular) Vasos Sangüíneos Sem Irrigação Sangüínea
Músculos
Contração /
Relaxamento
(Resistência Muscular)
Vasos
Sangüíneos
Sem Irrigação
Sangüínea
(Diâmetros Finos)
Fadiga (1 a 2 ')
Capilares
Contração Muscular
• Oxigênio
• Aumenta a Pressão Interna
• Subprodutos
• Estrangulamento (60%)
Pressão Sangüínea

(Distância do Coração)

(60%) Pressão Sangüínea (Distância do Coração) Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

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PesoPeso dasdas PartesPartes dodo CorpoCorpo

5 Peso Peso das das Partes Partes do do Corpo Corpo Parte do Corpo % do

Parte do Corpo

% do Peso Total

Cabeça Tronco Membros Superiores Membros Inferiores

6 a 8%

40

a 46%

11 a 14%

33

a 40%

Inferiores 6 a 8% 40 a 46% 11 a 14% 33 a 40% Mário César Ferreira

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AtividadeAtividade MuscularMuscular

Estática

(Trabalho Postural)

Aquele que exige contrações contínuas de alguns músculos

ObjetivoObjetivo

Manter a Postura

de alguns músculos Objetivo Objetivo Manter a Postura Dinâmica (Trabalho Rítmico) Aquele que permite

Dinâmica

(Trabalho Rítmico)

Aquele que permite contrações e relaxamentos alternados dos músculos.

ObjetivoObjetivo

Garantir Maior Resistência Muscular

músculos. Objetivo Objetivo Garantir Maior Resistência Muscular Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB
músculos. Objetivo Objetivo Garantir Maior Resistência Muscular Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

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TrabalhoTrabalho EstáticoEstático ee QueixasQueixas

Tipo de Trabalho

Queixas Corporais

De pé no lugar

Pés e pernas, eventualmente varizes Musculatura distensora das costas Joelhos, pernas e pés Ombros e nuca Região lombar, desgaste de discos intervertebrais Ombros e braço, eventualmente periartrite dos ombros Nuca e desgaste dos discos intervertebrais Antebraço, eventualmente inflamações das bainhas e tendões

Postura sentada, mas sem apoio para as costas Assento demasiado alto Assento demasiado baixo Postura de tronco inclinado, sentado ou de pé Braço estendido, para frente, para os lados, ou para cima Cabeça curvada demasiado para frente ou para trás Postura de mão forçada em comandos ou ferramentas

para trás Postura de mão forçada em comandos ou ferramentas Mário César Ferreira Instituto de Psicologia

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TrabalhoTrabalho DinâmicoDinâmico ee QueixasQueixas dasdas VendedorasVendedoras

((GrandjeanGrandjean,, 1998)1998)

Problemas

% do Total

Nas pernas e nos pés Costas Dores de cabeça Órgãos digestivos e fígado Reumatismo, artrites, nevralgias Nervosismo Coração Rins e bexiga Diversas outras indicações

20

19

19

9

7

6

5

5

10

20 19 19 9 7 6 5 5 10 Mário César Ferreira Instituto de Psicologia /

Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

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Tipos Básicos de Posturas

Deitada

Não há concentração de tensão Sangue flui livremente Gasto energético mínimo Mais recomendada

livremente Gasto energético mínimo Mais recomendada Sentada Atividade do dorso e do ventre Peso concentrado

Sentada

Atividade do dorso e do ventre Peso concentrado nas nádegas (osso ísquio) Mais 3 a 10% de consumo de energia Variabilidade para reduzir a fadiga

consumo de energia Variabilidade para reduzir a fadiga Em Pé Altamente fatigante Trabalho estático da

Em Pé

Altamente fatigante Trabalho estático da musculatura Bombeamento do coração é mais difícil Postura estática, maior custo

do coração é mais difícil Postura estática, maior custo Mário César Ferreira Instituto de Psicologia /

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Funções das Posturas

Atividade Postural no Trabalho Garante:

Adaptação sensório- motora Suporte para a ação Adaptação fina de gestos Coordenação dos movimentos Apoio para atividades perceptivas

dos movimentos Apoio para atividades perceptivas “( ) do ponto de vista fisiológico, a postura se
dos movimentos Apoio para atividades perceptivas “( ) do ponto de vista fisiológico, a postura se
dos movimentos Apoio para atividades perceptivas “( ) do ponto de vista fisiológico, a postura se
dos movimentos Apoio para atividades perceptivas “( ) do ponto de vista fisiológico, a postura se
dos movimentos Apoio para atividades perceptivas “( ) do ponto de vista fisiológico, a postura se
dos movimentos Apoio para atividades perceptivas “( ) do ponto de vista fisiológico, a postura se

“(

)

do ponto de vista

fisiológico, a postura se expressa pela imobilização de componentes do esqueleto em posições determinadas, solidárias umas com as outras, sob o efeito de uma atividade muscular que pode ser estática ou dinâmica”.

Rabardel e cols., 1998.

que pode ser estática ou dinâmica ”. Rabardel e cols., 1998. Mário César Ferreira Instituto de

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Importância do Estudo das Posturas

As Posturas Exprimem a relação do sujeito com a situação de trabalho Servem de indicadores do tratamento de informações espaciais que estruturam as atividades motoras Fornecem pistas da atividade mental Expressam um componente da carga de trabalho Podem produzir efeitos negativos para o bem-estar dos sujeitos

Podem produzir efeitos negativos para o bem-estar dos sujeitos Mário César Ferreira Instituto de Psicologia /
Podem produzir efeitos negativos para o bem-estar dos sujeitos Mário César Ferreira Instituto de Psicologia /
Podem produzir efeitos negativos para o bem-estar dos sujeitos Mário César Ferreira Instituto de Psicologia /

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Fatores Influenciando as Posturas

12 Fatores Influenciando as Posturas Condições Externas ao Sujeito: Tipo de tarefa Condições ambientais

Condições Externas ao Sujeito:

Tipo de tarefa Condições ambientais Condições materiais Condições Instrumentais

Condições Internas do Sujeito:

Idade Tamanho, peso Estado de saúde Condicionamento físico Envelhecimento

Estado de saúde Condicionamento físico Envelhecimento Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB
Estado de saúde Condicionamento físico Envelhecimento Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

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Principais Questões

Quais são os determinantes das posturas ?

Quais são os efeitos para os sujeitos ?

das posturas ? Quais são os efeitos para os sujeitos ? As posturas são indicadoras de

As posturas são indicadoras de que tipo de atividade ?

Que compromisso postural o sujeito deve fazer para satisfazer as exigências do trabalho ?

sujeito deve fazer para satisfazer as exigências do trabalho ? Mário César Ferreira Instituto de Psicologia

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Estudo e Análise das Posturas

Observações

Abertas

Seqüências gestuais no tempo e espaço Funções sensoriais implicadas na atividade Aplicação de forças

implicadas na atividade Aplicação de forças Observações Sistemáticas Freqüência de mudanças
implicadas na atividade Aplicação de forças Observações Sistemáticas Freqüência de mudanças
implicadas na atividade Aplicação de forças Observações Sistemáticas Freqüência de mudanças
implicadas na atividade Aplicação de forças Observações Sistemáticas Freqüência de mudanças

Observações

Sistemáticas

Freqüência de mudanças Manutenção de certas

posturas Modificações de posturas com a duração da atividade

posturas Modificações de posturas com a duração da atividade Mário César Ferreira Instituto de Psicologia /

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AvaliaçãoAvaliação dodo CustoCusto PosturalPostural

Avaliação do do Custo Custo Postural Postural Diagrama Corporal (Corlett & Manenica, 1980) Aplicação

Diagrama Corporal

(Corlett & Manenica, 1980)

Aplicação no Final da Jornada de Trabalho Facilita a localização de Áreas Dolorosas Permite a Avaliação Subjetiva do Grau de Desconforto

Escala de Desconforto

(0 = Extremamente Confortável) (7 = Extremamente Desconfortável)

(0 = Extremamente Confortável) (7 = Extremamente Desconfortável) Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

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ExemploExemplo dede AplicaçãoAplicação dodo DiagramaDiagrama -- UsuáriosUsuários dede ComputadorComputador --

Número de Pessoas
Número de Pessoas
de de Computador Computador - - Número de Pessoas 8 6 4 2 0 Tempo de

8

6

4

2

0

Tempo de Uso do Computador no Dia da Coleta de Dados 8 5 1 De
Tempo de Uso do Computador no
Dia da Coleta de Dados
8
5
1
De 1 a 4 horas
De 5 a 10 horas
Mais de 10 horas
de Dados 8 5 1 De 1 a 4 horas De 5 a 10 horas Mais

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Ergonomia e Posto de Trabalho

Ergonomia e Posto de Trabalho 23 Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

23

Ergonomia e Posto de Trabalho 23 Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

Posto de Trabalho: Para quem ? Para fazer o que ? 24 Mário César Ferreira

Posto de Trabalho:

Para quem ? Para fazer o que ?

24

Posto de Trabalho: Para quem ? Para fazer o que ? 24 Mário César Ferreira Instituto
Posto de Trabalho: Para quem ? Para fazer o que ? 24 Mário César Ferreira Instituto

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Critérios Básicos em Ergonomia

Critérios Básicos em Ergonomia

Natureza da atividade Tipos de tarefas e exigências sóciotécnicas Características antropométricas dos usuários Condições físicos ambientais Espaço e topografia organizacional

físicos ambientais Espaço e topografia organizacional Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB
físicos ambientais Espaço e topografia organizacional Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

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Abordagem da Ergonomia do Posto de Trabalho

26 Abordagem da Ergonomia do Posto de Trabalho Principais Objetivos Reduzir as exigências biomecânicas das tarefas
26 Abordagem da Ergonomia do Posto de Trabalho Principais Objetivos Reduzir as exigências biomecânicas das tarefas

Principais Objetivos

Reduzir as exigências biomecânicas das tarefas Possibilitar uma postura confortável (liberdade de movimentos) Facilitar a percepção visual (zonas de visão) Proporcionar o fácil o manuseio dos componentes do posto (zonas de alcance) Otimizar o trabalho em grupo e as relações sociais

alcance) Otimizar o trabalho em grupo e as relações sociais Mário César Ferreira Instituto de Psicologia

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Aspectos Metodológicos do Posto de Trabalho

Questões Fundamentais

Quais são as tarefas e seus objetivos? Quais são os tipos de postura previstos? Quais são as exigências organizacionais? Quais são as exigências técnicas? Qual é o “endereço institucional”? Quais são as condições físico- ambientais? Quem são os usuários?

são as condições físico- ambientais? Quem são os usuários? Mário César Ferreira Instituto de Psicologia /
são as condições físico- ambientais? Quem são os usuários? Mário César Ferreira Instituto de Psicologia /
são as condições físico- ambientais? Quem são os usuários? Mário César Ferreira Instituto de Psicologia /

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Exemplo de Posto de Trabalho em um Laboratório de Educação à Distância

O objetivo foi levantar as principais características físicas das estações de trabalho existentes (zonas de alcance, profundidade, altura, largura frontal, espaço para membros inferiores), buscando identificar em que medida elas respondem às recomendações ergonômicas.

medida elas respondem às recomendações ergonômicas. Cadeira em Couro Trançado Cadeira de Madeira Cadeira
medida elas respondem às recomendações ergonômicas. Cadeira em Couro Trançado Cadeira de Madeira Cadeira
medida elas respondem às recomendações ergonômicas. Cadeira em Couro Trançado Cadeira de Madeira Cadeira

Cadeira em Couro Trançado

Cadeira de Madeira

Cadeira em Couro

(1976)

(1972)

Inteiriço (1971)

Cadeira em Couro (1976) (1972) Inteiriço (1971) Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

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Principais Limites do Posto de Trabalho

Principais Limites do Posto de Trabalho Cadeira em Couro Trançado Cadeira de Madeira Cadeira em Couro
Principais Limites do Posto de Trabalho Cadeira em Couro Trançado Cadeira de Madeira Cadeira em Couro
Principais Limites do Posto de Trabalho Cadeira em Couro Trançado Cadeira de Madeira Cadeira em Couro

Cadeira em Couro Trançado

Cadeira de Madeira

Cadeira em Couro

(1976)

(1972)

Inteiriço (1971)

Cadeiras

em Couro (1976) (1972) Inteiriço (1971) Cadeiras Mesas 29 Ajuste parcial Regulagem para o monitor

Mesas

29

Ajuste parcial Regulagem para o monitor Local para a CPU Altura padronizada e fixa, dificultando movimentação Falta de apoio para punhos com base regulável para antebraço Superfície exígua

Impossibilidade de ajuste às medidas corporais e à variabilidade postural Não há encosto ajustável Assento não ajustável Assento não é moldado anatomicamente e confeccionado com material anti-transpirante Design dificulta a angulação do corpo e dos membros do usuário e seu movimento giratório Não há molas amortecedoras que evitem impactos bruscos na base da coluna do usuário Material (madeira e couro) não permite lavagem e higienização

Material (madeira e couro) não permite lavagem e higienização Mário César Ferreira Instituto de Psicologia /

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Traços Característicos do Posto

• Incompatíveis com as

atividades realizadas e as características antropométricas dos usuários

• Não atendem ao que preconiza a legislação de Segurança e Medicina do Trabalho

• Não permitem o posicionamento correto, a movimentação adequada dos segmentos corporais e a distribuição proporcional do peso corporal do

usuário.

a distribuição proporcional do peso corporal do usuário. “Tais limites aumentam as exigências biomecânicas,
a distribuição proporcional do peso corporal do usuário. “Tais limites aumentam as exigências biomecânicas,

“Tais limites aumentam as exigências biomecânicas, acarretando pontos de concentrações de tensões que tendem a provocar fadiga de músculos e tendões e problemas de coluna. Com o tempo tais conseqüências podem evoluir para contrações e endurecimento de músculos e processo inflamatórios das articulações ou nos tendões, dando origem aos distúrbios ostéomusculares.”

nos tendões, dando origem aos distúrbios ostéomusculares.” Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

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Características do Posto de Trabalho de Atendimento ao Público

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do Posto de Trab alho de Atendimento ao Público 31 Posto de trabalho foi utilizado para
do Posto de Trab alho de Atendimento ao Público 31 Posto de trabalho foi utilizado para
do Posto de Trab alho de Atendimento ao Público 31 Posto de trabalho foi utilizado para

Posto de trabalho foi utilizado para instalação de impressoras, contribuindo para a imagem de improvisação e desorganização do local de atendimento ao público.

.

e desorganização do local de atendimento ao público. . Em função do es paço insuficiente, os

Em função do espaço insuficiente, os atendentes improvisam locais para a utilização do mouse.

os atendentes improvisam locais para a utilização do mouse. Mário César Ferreira Instituto de Psicologia /

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Recomendações Gerais

Exemplo: Ver Ergonomia de Escritório
Exemplo: Ver
Ergonomia de
Escritório
32 Recomendações Gerais Exemplo: Ver Ergonomia de Escritório Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB
32 Recomendações Gerais Exemplo: Ver Ergonomia de Escritório Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

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Mesa de Trabalho para Computador - Recomendações Gerais -

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• Qualidade do material de fabricação (estrutura em aço)

• Qualidade do acabamento (pintura tipo eletrostática a pó)

• Segurança (sapatas niveladoras e protetor de PVC rígido)

• Flexibilidade (regulagens verticais e horizontal)

• Maniabilidade (sistema de regulagens localizado sobre o tampo)

Suportes para punhos com base para antebraço, regulável no sentido horizontal

Tamanho: dimensões: 54/92 cm de altura, 100 cm de largura, 80 cm de profundidade

Os parâmetros permitem que a mesa seja plenamente regulável, visando atender às características corporais dos usuários e reduzir as exigências biomecânicas determinadas pela natureza da atividade.

exigências biomecânicas determinadas pela natureza da atividade. Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB
exigências biomecânicas determinadas pela natureza da atividade. Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

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Exemplo de Componentes para Novas Estações de Trabalho

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Mesa Regulável
Mesa Regulável

Cadeira Regulável

Estações de Trabalho 34 Mesa Regulável Cadeira Regulável Suporte para Pés Suporte para Documento Mário César

Suporte para Pés

34 Mesa Regulável Cadeira Regulável Suporte para Pés Suporte para Documento Mário César Ferreira Instituto de
34 Mesa Regulável Cadeira Regulável Suporte para Pés Suporte para Documento Mário César Ferreira Instituto de

Suporte para Documento

Cadeira Regulável Suporte para Pés Suporte para Documento Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB
Cadeira Regulável Suporte para Pés Suporte para Documento Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

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Exemplos de Modelos de Mesas

35 Exemplos de Modelos de Mesas Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB
35 Exemplos de Modelos de Mesas Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB
35 Exemplos de Modelos de Mesas Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB
35 Exemplos de Modelos de Mesas Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

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Exemplos de “Workstation”

36

Exemplos de “Workstation” 36 Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB
Exemplos de “Workstation” 36 Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB
Exemplos de “Workstation” 36 Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB
Exemplos de “Workstation” 36 Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

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Exemplos de Mobiliário

Exemplos de Mobiliário 37 Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB
Exemplos de Mobiliário 37 Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB
Exemplos de Mobiliário 37 Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB
Exemplos de Mobiliário 37 Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB
Exemplos de Mobiliário 37 Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

37

Exemplos de Mobiliário 37 Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

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Uso da Visão no Contexto de Trabalho

38

Uso da Visão no Contexto de Trabalho 38 Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB
Uso da Visão no Contexto de Trabalho 38 Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

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Uso da Visão no Trabalho

Regulação da Conduta no Trabalho

Uso da Visão no Trabalho Regulação da Conduta no Trabalho Acidentes de Trabalho Qualidade Produtividade Erros

Acidentes de Trabalho Qualidade Produtividade Erros * Retrabalho

de Trabalho Qualidade Produtividade Erros * Retrabalho Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

40

Percepção Visual

40 Percepção Visual Processo neurosensorial pelo qual o sujeito capta os estímulos visuais do meio, os

Processo neurosensorial pelo qual o sujeito capta os estímulos visuais do meio, os conduz até o córtex cerebral e os interpreta. Caraterísticas

Imagem exterior para o sujeito Fenômeno Subjetivo:

- Experiência

- Motivação

- Expectativa *

Depende do Contexto Ambiental

- Motivação - Expectativa * • Depende do Contexto Ambiental Mário César Ferreira Instituto de Psicologia

Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

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Funcionamento do Aparelho Óptico

Imagem do Mundo Exterior no Consciente Sinapses e Comandos Retroativos * Córnea e Lente Recepção
Imagem do Mundo
Exterior no
Consciente
Sinapses e
Comandos
Retroativos *
Córnea
e Lente
Recepção da
Luz na Retina
Transmissão da
Informação Visual
pelo Nervo Óptico
na Retina Transmissão da Informação Visual pelo Nervo Óptico Mário César Ferreira Instituto de Psicologia /

Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

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Mecanismos Principais do Sistema Ocular

Acomodação

Capacidade de focalizar objetos em diferentes distâncias.

Acuidade Visual

Capacidade de discriminar pequenos detalhes.

Visual Capacidade de discriminar pequenos detalhes. Convergência Capacidade de movimentação coordenada dos

Convergência

Capacidade de movimentação coordenada dos olhos para focalizarem um mesmo objeto.

Percepção de Cores

Capacidade de perceber radiações eletromagnéticas de 400 a 750 nm (cores).

de perceber radiações eletromagnéticas de 400 a 750 nm (cores). Mário César Ferreira Instituto de Psicologia

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43

Qual é o Número ?

43 Qual é o Número ? Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB
43 Qual é o Número ? Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

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Iluminação Insuficiente

Principais Efeitos da Iluminação Inadequada

Percepção inadequada dos detalhes

Postura forçada, principalmente no pescoço por se tentar enxergar os detalhes

Aumento do número de erros

Queda do rendimento *

Fadiga visual

do número de erros • Queda do rendimento * • Fadiga visual Mário César Ferreira Instituto
do número de erros • Queda do rendimento * • Fadiga visual Mário César Ferreira Instituto

Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

45

Sobrecarga Visual e Fadiga Ocular

45 Sobrecarga Visual e Fadiga Ocular Sobrecarga Visual • Solicitação intensiva e exclusiva dos mecanismos visuais

Sobrecarga Visual

Solicitação intensiva e exclusiva dos mecanismos visuais

Ex. 1: Exigência intensiva da musculatura de acomodação

Ex. 2: Exigências intensiva da retina na regulação de contrastes.

Sintomas de Fadiga

Dor de cabeça

Avermelhamento das pálpebras

Visão dupla

Irritações

Lacrimação

Diminuição:

- acuidade visual

- sensibilidade aos contrastes *

- velocidade de percepção

visual - sensibilidade aos contrastes * - velocidade de percepção Mário César Ferreira Instituto de Psicologia

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Situações de Leitura

- Recomendações Gerais -

Letras Legíveis Fácil Identificação e Distinção

Contraste

Figura-Fundo

Objeto de Leitura no Campo Visual

Contraste Figura-Fundo Objeto de Leitura no Campo Visual Contraste Brando nas Superfícies Luminosas * Ambiente

Contraste Brando nas Superfícies Luminosas *

Ambiente com Luminosidade Uniforme

nas Superfícies Luminosas * Ambiente com Luminosidade Uniforme Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

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NR-15 Níveis Mínimos de Iluminamento em Lux - Exemplos por Tipo de Atividade -

Local

Lux

Corredores e Escadas

100

Barbearia

250

Atendimento ao Público

500

Desenho, Eng. Mec. e Arquitetura

1.000

Reparação de relógios

2.000

Pronto Socorro - Local

10.000

Autópsias - Local

15.000

Mesa de Operação

20.000

- Local 15.000 • Mesa de Operação 20.000 Iluminação adequada aquela apresenta níveis iguais ou
- Local 15.000 • Mesa de Operação 20.000 Iluminação adequada aquela apresenta níveis iguais ou

Iluminação adequada aquela apresenta níveis iguais ou superiores aos fixados na NR-15

aquela apresenta níveis iguais ou superiores aos fixados na NR-15 Mário César Ferreira Instituto de Psicologia

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Trabalho de “Diálogo” com o Computador

há freqüente troca de direção de olhar dos documentos para a tela e para o teclado;

o olhar fica várias vezes fixado na tela por longos espaços de tempo;

o teclado é usado pelas duas mãos, mas com pequenos números de batidas;

há uso intensivo do mouse; e

micropausas (espera) ocorrem freqüentemente. Nesse contexto, as condições gerais de trabalho tornam o usuário sensível a deficiências de estações de trabalho não- ergonômicas, podendo produzir efeitos nocivos, especialmente a fadiga ocular.

podendo produzir efeitos nocivos, especialmente a fadiga ocular. Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB
podendo produzir efeitos nocivos, especialmente a fadiga ocular. Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

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Postos de Trabalho com Computador

Ofuscamento Ofuscamento Refletido Direto
Ofuscamento
Ofuscamento
Refletido
Direto

(Fonte: Iida, 1990).

Ofuscamento Refletido Direto (Fonte: Iida, 1990). (Fonte: Grandjean, 1998). Exigências Visuais no Trabalho

(Fonte: Grandjean, 1998).

Exigências Visuais no Trabalho em Terminais

No trabalho com o computador,

o ajuste focal da visão

(acomodação) sobre o monitor pode aumentar

a solicitação visual do usuário em função:

da reduzida nitidez da separação de letras

do contraste insuficiente de

claridade entre figura-fundo

da instabilidade das letras

dos reflexos sobre a superfície de vidro do monitor *

da inadequada concepção das letras e da tela.

do monitor * • da inadequada concepção das letras e da tela. Mário César Ferreira Instituto

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Uso da Audição no Contexto de Trabalho

50

Uso da Audição no Contexto de Trabalho 50 Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB
Uso da Audição no Contexto de Trabalho 50 Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

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Percepção Auditiva

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Processo neurosensorial pelo qual o sujeito capta as estímulos sonoros do meio, os conduz até o córtex cerebral e os interpreta. Caraterísticas

Um sistema de alarme: defesa Bases para comunicação Fenômeno Subjetivo:

- Experiência

- Motivação

- Expectativa

Depende do Contexto Ambiental

- Motivação - Expectativa • Depende do Contexto Ambiental Mário César Ferreira Instituto de Psicologia /
- Motivação - Expectativa • Depende do Contexto Ambiental Mário César Ferreira Instituto de Psicologia /

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Conforto Acústico no Trabalho:

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Requisito para o Bem-estar

Ruído Provoca

(acima de 65db)

Sobrecarga mental

Dificuldade de concentração

Cansaço e estresse

Nervosismo e irritabilidade *

Queda de desempenho

• Nervosismo e irritabilidade * • Queda de desempenho Mário César Ferreira Instituto de Psicologia /
• Nervosismo e irritabilidade * • Queda de desempenho Mário César Ferreira Instituto de Psicologia /

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Efeitos Críticos do Ruído Causando Desconforto Acústico

Efeitos Críticos do Ruído Causando Desconforto Acústico Custo Mental Ruído Inesperado do que o contínuo
Efeitos Críticos do Ruído Causando Desconforto Acústico Custo Mental Ruído Inesperado do que o contínuo

Custo Mental Ruído Inesperado do que o contínuo Atividades em fase de aprendizagem que as rotineira Ruídos com um certo conteúdo de informações que ruídos sem significado

Qualidade do Sono Diminuição do tempo de sono total Diminuição do sono profundo Alteração do estado vigília Aumento das fases de sono superficial Aumento das reações de despertar Prolongamento da duração do adormecer

No Sistema Nervoso Elevação da pressão arterial Aceleração das atividades do coração Contração dos vasos sangüíneos da pele Diminuição da atividade dos órgãos da digestão Aumento da tensão muscular

atividade dos órgãos da digestão Aumento da tensão muscular Mário César Ferreira Instituto de Psicologia /

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Conversa como Fonte de Perturbação Sonora

Quais Fontes Perturbam mais?

%

Conversas

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Máquinas de Escritório

25

Telefone

19

Idas e Vindas

7

Ruído Externo

3

411 Entrevistados

Idas e Vindas 7 • Ruído Externo 3 411 Entrevistados Mário César Ferreira Instituto de Psicologia
Idas e Vindas 7 • Ruído Externo 3 411 Entrevistados Mário César Ferreira Instituto de Psicologia

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Exemplos de Fontes Sonoras em Decibéis

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Exemplos de Fontes Sonoras em Decibéis 55 Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB
Exemplos de Fontes Sonoras em Decibéis 55 Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB
Exemplos de Fontes Sonoras em Decibéis 55 Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB
Exemplos de Fontes Sonoras em Decibéis 55 Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB
Exemplos de Fontes Sonoras em Decibéis 55 Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

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Algumas Recomendações Para Garantir o Conforto Acústico: Agir nas Fontes

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1

Reorganizar do layout do espaço físico e adoção de regras coletivas e consensuadas para regular o ruído decorrente de conversas.

2

Realizar manutenção constante do sistema de ar condicionado, em especial atenção aos cuidados com os filtros de ar.

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4

Enclausurar ou confinar o maquinário, não permitindo a propagação do ruído pelo ambiente de trabalho.

3

Instalar materiais absorventes ou isolantes são indicados quando a situação requer um tratamento acústico.

indicados quando a situação requer um tratamento acústico. Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB

Mário César Ferreira Instituto de Psicologia / UnB