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Centro Universitário Augusto Motta Normas para Elaboração de Trabalhos de Conclusão de Curso ( T
Centro Universitário Augusto Motta Normas para Elaboração de Trabalhos de Conclusão de Curso ( T

Centro Universitário Augusto Motta

Normas para Elaboração de Trabalhos de Conclusão

de Curso (TCC)

Organização do texto: Coordenação de Pesquisa

Pesquisa e organização dos conteúdos: Profª Maria Auxiliadora Terra Cunha

Prof. José Teixeira de Seixas Filho

Prof. Delfim Vera Cruz Aguiar

Profª Rita de Cássia Borges de Magalhães Amaral

Supervisão: Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação

Rio de Janeiro

Agosto de 2006

1. Apresentação Esse texto apresenta de forma simplificada o conteúdo dos manuais para elaboração de
1. Apresentação Esse texto apresenta de forma simplificada o conteúdo dos manuais para elaboração de

1. Apresentação

Esse texto apresenta de forma simplificada o conteúdo dos manuais para elaboração de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC), existentes nos cursos de Educação Física e Biologia, de autoria dos professores Maria Auxiliadora Terra Cunha, José Teixeira de Seixas Filho e Delfim Vera Cruz Aguiar, respectivamente, e do material didático utilizado pela professora Rita de Cássia Borges de Magalhães Amaral nas suas aulas de Metodologia de Pesquisa.

Nosso objetivo aqui não é aprofundar estudos sobre as matérias tratadas nas páginas que se seguem, mas sim fornecer diretrizes básicas para a elaboração de trabalhos monográficos, no que diz respeito à organização do conteúdo e à forma de apresentação. Além isso, estamos dando início ao processo de normatização do TCC em nível institucional.

Por pretender apenas servir como diretriz inicial, este material certamente apresenta muitas lacunas. Por isso, a consulta a ele não substitui o estudo mais aprofundado de Metodologia da Pesquisa e do trabalho científico nas obras sugeridas ao final deste texto.

2. Introdução Este manual tem por objetivo estabelecer di retrizes básicas para a elaboração dos
2. Introdução Este manual tem por objetivo estabelecer di retrizes básicas para a elaboração dos

2. Introdução

Este manual tem por objetivo estabelecer diretrizes básicas para a elaboração dos trabalhos acadêmicos nos cursos de graduação da UNISUAM. As normas aqui apresentadas foram definidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

A ABNT é o órgão responsável pela normalização técnica no país. É uma entidade privada, sem fins lucrativos, e tem como objetivos elaborar e fomentar o uso de normas técnicas no Brasil.

As

normas

elaboradas

pela

ABNT

podem

ser

adquiridas

pelo

site

da

entidade

(http://www.abntdigital.com.br), via SEDEX ou por e-mail.

3. Organização do Conteúdo do TCC 3.1. Monografia Na maioria dos cursos da UNISUAM, como

3. Organização do Conteúdo do TCC

3.1. Monografia

3. Organização do Conteúdo do TCC 3.1. Monografia Na maioria dos cursos da UNISUAM, como tr

Na maioria dos cursos da UNISUAM, como trabalho final, os alunos devem elaborar uma monografia que apresente de forma objetiva e sistemática os resultados de uma pesquisa.

A monografia é uma forma de comunicação dos resultados de uma investigação

sistemática sobre um tema bem delimitado. Para os alunos que estão sendo iniciados na produção científica, o ideal é que esse estudo seja do tipo bibliográfico, ou seja, que apresente uma revisão aprofundada dos principais autores e obras a respeito do tema escolhido.

Uma outra vertente do TCC, sobretudo na graduação, é o aluno ter como tema o campo de estágio ou a problemática investigada no projeto de pesquisa onde ele desenvolveu, ou desenvolve, seu trabalho de iniciação científica.

A elaboração da monografia se dá através de seis fases principais, que são:

1)

Escolha do tema

2)

Pesquisa bibliográfica

3)

Esboço da monografia

4)

Análise crítica

5)

Organização do texto

6)

Redação final

Todo

trabalho

científico

estrutura-se

a

desenvolvimento e conclusão.

partir

da

seguinte

base:

introdução,

A introdução tem como objetivo mostrar ao leitor em linhas gerais o processo de pesquisa e o desenvolvimento do texto que está sendo introduzido.

O desenvolvimento apresenta a teoria que serviu de base para o estudo e discute os

resultados a partir dessa teoria. Ele deve ser estruturado em capítulos que apresentem com lógica

e congruência todo o processo vivido pelo aluno desde o planejamento da pesquisa até os resultados obtidos.

Na conclusão o aluno deve retomar a discussão teórica básica e apresentar as respostas encontradas de forma sintética. O aluno pode também sugerir novas frentes de investigação.

3.2. Pesquisa científica

A pesquisa é um procedimento reflexivo e crítico da busca de respostas para problemas ainda não solucionados. O planejamento e a execução de uma pesquisa fazem parte de um processo sistematizado que se estrutura em etapas determinadas. Ela se constitui em um conjunto

de ações, propostas para encontrar solução para um problema, que têm por base procedimentos racionais
de ações, propostas para encontrar solução para um problema, que têm por base procedimentos racionais

de ações, propostas para encontrar solução para um problema, que têm por base procedimentos racionais e sistemáticos.

Existem várias formas de classificar uma pesquisa científica:

- em relação à sua natureza ela pode ser básica ou aplicada;

- em relação à abordagem do problema ela pode ser quantitativa ou qualitativa;

- em relação aos seus objetivos ela pode ser exploratória, descritiva ou explicativa;

- em relação aos procedimentos técnicos ela pode ser bibliográfica, documental, experimental, levantamento, estudo de caso, ex-post-facto, etnográfica ou pesquisa-ação.

3.2.1. O tema e o problema da pesquisa

A pesquisa científica consiste, em linhas gerais, em uma investigação planejada e

desenvolvida de acordo com as normas de metodologia consagradas pela ciência. É o método de abordagem de um problema em estudo que caracteriza o aspecto científico de uma pesquisa. Por problema de pesquisa devemos entender uma dificuldade real, ou questão teórica para qual estamos buscando solução. Todo problema de pesquisa é um recorte específico, feito pelo

pesquisador, dentro de um tema mais amplo. Tanto o problema quanto o tema de um estudo podem ser abordados por diversas áreas do conhecimento isoladamente ou de maneira interdisciplinar.

A formulação do problema é o ponto de partida de toda pesquisa. Ela é o motor do processo investigatório. Ou seja, a pesquisa não começa a partir de uma teoria ou premissa, ela se inicia na problematização de uma dificuldade que o pesquisador deseja enfrentar.

Regras de formulação do problema

Na formulação do problema o aluno deve tomar como base o conhecimento disponível

sobre o tema e o seu recorte específico. Na verdade, o conhecimento científico poderia ser descrito como uma conversa entre vários teóricos a respeito de questões do interesse de todos. A familiaridade com a temática, o contato com a literatura já existente e com pessoas que acumulam experiência sobre o assunto auxiliam muito na tarefa de formular o problema da pesquisa.

Em resumo, formular um problema consiste em dizer de maneira explícita, clara, compreensível e operacional qual a dificuldade com a qual nos defrontamos e que questões dentro dessa dificuldade pretendemos compreender.

Duas regras básicas devem ser consideradas pelo aluno:

- o problema deve ser formulado à maneira de pergunta ou proposição interrogativa;

- essa pergunta ou proposição interrogativa deve ser formulada em contraposição ou contradição a um conhecimento anterior.

3.2.2. Objetivos do estudo Segundo Vergara (2000), enquanto o problema formulado é uma questão que

3.2.2. Objetivos do estudo

3.2.2. Objetivos do estudo Segundo Vergara (2000), enquanto o problema formulado é uma questão que buscamos

Segundo Vergara (2000), enquanto o problema formulado é uma questão que buscamos responder, os objetivos são resultados que desejamos alcançar. Na pesquisa científica devemos elaborar objetivos gerais e objetivos específicos.

Objetivos gerais: definição ampla do que se pretende alcançar.

Objetivos específicos: definição do que se pretende alcançar em cada situação da pesquisa. É a aplicação da situação geral a situações específicas. Os objetivos específicos são desdobramentos do objetivo geral.

3.2.3. Justificativa

As justificativas são os alicerces, as razões, os porquês que fundamentam a montagem do projeto da pesquisa que serviu de base para a elaboração da monografia. Nesse item o aluno deve demonstrar a relevância do tema escolhido e a pertinência da problemática formulada. As justificativas devem demonstrar que o estudo proposto preencherá uma lacuna na temática escolhida, trará contribuições para a solução do problema, poderá ser realizado concretamente e trará benefícios para a sociedade.

3.2.4. Questões do estudo

As questões do estudo são as perguntas que pretendemos responder através do desenvolvimento da pesquisa proposta. As questões funcionam como um roteiro da investigação e devem ser elaboradas a partir dos objetivos específicos.

3.2.5. Delimitação do estudo

Delimitar um estudo é estabelecer limites teóricos para uma investigação. Este é o momento em o aluno explicita para o leitor o que fica dentro do estudo e o que fica fora. Ou seja, onde serão definidos, de forma clara e objetiva, os recortes do estudo no que diz respeito ao intervalo de tempo, espaço, perfil de entrevistados, entre outros, que se constituem no universo investigado.

3.2.6. Hipóteses

As hipóteses são respostas possíveis ou prováveis para um problema. Toda pesquisa que apresenta hipóteses deve ser realizada de modo que se possa confirmar ou não as hipóteses propostas. Levantar hipóteses serve para orientar o raciocínio do pesquisador.

As hipóteses devem ser respostas simples ao problema e devem ser formuladas de forma que possam ser testadas. Elas funcionam, por um lado, como explicações iniciais e, por outro, servem de guia na busca de informações para verificar a validade destas explicações.

Segundo Lakatos (1991), toda hipótese é uma resposta suposta, provável e provisória, e que funciona como sentença afirmativa, proposta para um problema que se apresenta na forma de sentença interrogativa.

3.2.7. Variáveis Variáveis são aspectos, propriedades ou fato res do problema investigado possíveis de serem

3.2.7. Variáveis

3.2.7. Variáveis Variáveis são aspectos, propriedades ou fato res do problema investigado possíveis de serem medidos

Variáveis são aspectos, propriedades ou fatores do problema investigado possíveis de serem medidos ou mensurados. As variáveis são os elementos do problema cuja variação, as mudanças, guardam as respostas que buscamos.

Uma variável pode ser considerada uma classificação ou medida; uma quantidade que varia; um aspecto, propriedade ou fator, observável em um problema de estudo, que é passível de mensuração.

As variáveis podem ser independentes ou dependentes.

Variável independente é aquela que influencia, determina ou afeta uma outra variável; é fator determinante, condição ou causa para certo resultado, efeito ou conseqüência; é um fator, geralmente, manipulado pelo investigador, na sua tentativa de assegurar a relação do fator com o problema investigado ou a resposta a ser descoberta.

Variável dependente é aquela cuja mudança pode ser explicada ou descoberta, em virtude de ser influenciada, determinada ou afetada pela variável independente. Ela é o fator que aparece, desaparece ou varia à medida que o investigador introduz, tira ou modifica a variável independente.

3.2.8. Metodologia

A metodologia é o conjunto de procedimentos que o aluno escolheu para encontrar

resposta para as questões do seu estudo. Em outras palavras, nessa parte do trabalho são apresentados os materiais - reagentes, soluções, produtos, equipamentos, programas computacionais, instrumentos etc. -, e as técnicas de investigação que foram utilizados na pesquisa. Toda metodologia deve ser concebida a partir de uma escolha teórica e deve ser adequada à natureza do problema investigado. A melhor metodologia é sempre a mais simples e a mais utilizada pelos diversos pesquisadores de um problema.

3.2.9. Referencial teórico ou revisão de literatura

Entende-se por referencial teórico o capítulo da monografia que tem por objetivo apresentar uma revisão da literatura existente sobre o tema ou, especificamente, sobre o problema que está sendo investigado.

Nesta parte do texto, o aluno deve demonstrar que tem conhecimento do que já foi escrito a respeito da problemática por ele formulada. A revisão de literatura é a fundamentação teórica do estudo proposto. É a partir dela que a pesquisa é contextualizada e ganha consistência. É nesse capítulo que o aluno deve revelar suas preocupações e preferências, apontando para o leitor as lacunas que percebe na bibliografia consultada, as discordâncias que tem com ela, ou os pontos que considera que precisam ser confirmados. Segundo Vergara (op. cit.) a revisão da literatura

existente permite uma apresentação mais clara do problema, facilita a formulação de hipóteses, justifica a
existente permite uma apresentação mais clara do problema, facilita a formulação de hipóteses, justifica a

existente permite uma apresentação mais clara do problema, facilita a formulação de hipóteses, justifica a metodologia e os procedimentos de análise dos resultados escolhidos.

O material bibliográfico necessário para a construção do referencial teórico pode ser obtido a partir de livros, periódicos, teses, dissertações, relatórios de pesquisa e outros materiais escritos, bem como na mídia eletrônica ou até mesmo em conversas com outros pesquisadores.

Na fundamentação teórica o aluno deve:

expor o tema concernente fazendo uma análise das principais idéias ou fatos que o sustentam;

apresentar as idéias que fundamentam o tema defendendo sua validade por meio de evidências racionais e lógicas, citando os autores consultados para dar melhor sustentabilidade ao trabalho;

discutir o tema comparando-o com as idéias e os argumentos apresentados pelos diversos autores consultados, que devem ser confirmados ou refutados de acordo com a interpretação feita.

Organização da forma de apresentação do TCC 1. Partes que compõem os TCC Os trabalhos
Organização da forma de apresentação do TCC 1. Partes que compõem os TCC Os trabalhos

Organização da forma de apresentação do TCC

1. Partes que compõem os TCC

Os trabalhos de conclusão estão divididos em três partes: elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais.

1.1 Elementos pré-textuais

- Capa (obrigatória)

- Folha de rosto (obrigatória)

- Folha de aprovação (obrigatória)

- Dedicatória (opcional)

- Agradecimentos (opcional)

- Epígrafe (opcional)

- Resumo em português (obrigatório)

- Sumário (obrigatório)

- Lista de ilustrações (opcional)

- Lista de quadros (opcional)

- Lista de tabelas (opcional)

- Lista de abreviaturas, siglas ou símbolos (obrigatória).

1.2 Texto

- Introdução: apresentação sumária do problema, objetivos de estudo, justificativa, questões de estudo, delimitação, hipóteses, variáveis e metodologia.

- Desenvolvimento: revisão de literatura, objetivos, justificativa, metodologia, apresentação e discussão dos resultados.

- Conclusão.

1.3 Elementos pós-textuais - completam as informações do texto:

- Referências (obrigatória)

- Anexos (opcional).

2. Apresentação g ráfica do trabalho 2.1 Formato O papel branco, formato A-4 (padrão internac

2. Apresentação gráfica do trabalho

2.1 Formato

2. Apresentação g ráfica do trabalho 2.1 Formato O papel branco, formato A-4 (padrão internac ional)

O papel branco, formato A-4 (padrão internacional) de dimensão 21x29cm, é o indicado

pela ABNT para trabalhos de teor didático-científico, devendo ser utilizado apenas um lado e tinta

preta.

2.2 Fonte

Recomenda-se a utilização de fontes: Times New Roman ou Arial nos tamanhos 12 para o texto e tamanho 10 para as citações longas e notas de rodapé.

2.3 Margens

As margens superior e esquerda são de 3cm e direita e inferior são de 2,5cm. Os parágrafos são de 2cm a partir da esquerda.

2.4 Espaços

Podemos optar por uma dessas opções:

a) espaço duplo em todo o corpo do texto;

b) espaço 1,5 em todo o corpo do texto, marcando, ainda, na opção espaçamento, antes e

depois, o termo AUTOMÁTICO.

Para os títulos e subtítulos podemos escolher essas opções:

a) dois espaços duplos antes de cada novo título ou subtítulo;

b) espaço 1,5 no corpo do texto, marcando na opção espaçamento, antes e depois: 18 pt.

2.5 Paginação

A capa, apesar de obrigatória, não recebe numeração. As páginas pré-textuais devem ser

contadas seqüencialmente a partir da folha de rosto, sendo que a numeração aparece registrada

somente a partir da segunda folha, na margem inferior, em algarismo romano minúsculo.

A partir dos elementos textuais reiniciamos a numeração com o numeral em algarismo

arábico que deve vir no alto da página, na margem direita. Porém, não é visualizada a numeração das primeiras páginas de cada capítulo textual ou pós-textual. Havendo anexo, as páginas devem ser numeradas, dando seqüência à numeração do texto principal.

2.6 Resumo

O resumo será redigido em português, em texto corrido, sem parágrafos, espaço simples,

ocupando a terceira pessoa do singular e verbo na voz ativa. Deve ter no máximo quinhentas palavras distribuídas em aproximadamente mil e quatrocentos caracteres, constituindo cerca de vinte linhas. O resumo tem a finalidade de apresentar uma descrição breve do problema estudado e das soluções encontradas. Deverá conter os seguintes itens: exposição do objetivo da sua

monografia; citação da metodologia; apresentaç ão dos principais resultados; conclusões. O resumo não deve conter
monografia; citação da metodologia; apresentaç ão dos principais resultados; conclusões. O resumo não deve conter

monografia; citação da metodologia; apresentação dos principais resultados; conclusões. O resumo não deve conter aspectos do trabalho não descritos no texto, tais como tabelas, figuras e fórmulas; referências a outros autores. Antecipando o resumo, deve vir uma referência do trabalho científico apresentado pelo aluno. Ao final, devem ser colocadas as palavras-chave do trabalho.

2.7 Palavras-chave

Vocábulos ou expressões que sintetizam os principais assuntos tratados na monografia.

Exemplos

Nas folhas a seguir serão apresentados exemplos dos elementos pré-textuais.

Centro Universitário Augusto Motta Curso de (completar) Trabalho de conclusão de curso Título: Subtítulo por

Centro Universitário Augusto Motta

Curso de (completar)

Trabalho de conclusão de curso

Título: Subtítulo

por

Nome do aluno

Rio de Janeiro

(data)

Motta Curso de (completar) Trabalho de conclusão de curso Título: Subtítulo por Nome do aluno Rio
Centro Universitário Augusto Motta Curso de (completar) Trabalho de Conclusão de Curso Título: Subtítulo Trabalho

Centro Universitário Augusto Motta

Curso de (completar)

Trabalho de Conclusão de Curso

Motta Curso de (completar) Trabalho de Conclusão de Curso Título: Subtítulo Trabalho acadêmico apresentado ao

Título: Subtítulo

Trabalho acadêmico apresentado ao Curso de (nome do curso) da UNISUAM, como parte dos requisitos para obtenção do Título de Licenciado em (curso).

Por:

Nome do aluno

Professor-Orientador:

Nome do professor:

Professor Convidado:

Nome do professor:

Rio de Janeiro

(data)

NOME DO ALUNO TÍTULO DO TRABALHO Professor-Orientador: Professor Convidado: Banca Examinadora composta para a defesa

NOME DO ALUNO

TÍTULO DO TRABALHO

NOME DO ALUNO TÍTULO DO TRABALHO Professor-Orientador: Professor Convidado: Banca Examinadora composta para a defesa de

Professor-Orientador:

Professor Convidado:

Banca Examinadora composta para a defesa de Monografia para obtenção do grau de Licenciado em (nome do curso).

APROVADA em:

de

Rio de Janeiro

(data)

de

SUMÁRIO Folha de Aprovaçâo ii Dedicatória iii Agradecimentos iv Epígrafe v Resumo vi

SUMÁRIO

SUMÁRIO Folha de Aprovaçâo ii Dedicatória iii Agradecimentos iv Epígrafe v Resumo vi

Folha de Aprovaçâo

ii

Dedicatória

iii

Agradecimentos

iv

Epígrafe

v

Resumo

vi

1. INTRODUÇÃO

01

1.1. Justificativa do tema

1.2. Problematização

1.3. Objetivos

1.4. Questões a investigar

2. REVISÃO DE LITERATURA

03

2.1.

2.2.

2.3.

2.4.

2.5.

3. METODOLOGIA DO ESTUDO

18

3.1. Tipo de estudo

3.2. População e amostra

3.3. Coleta de dados

4. ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS DADOS

20

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS 22 6. REFERÊNCIAS 23 7. ANEXOS 24
5. CONSIDERAÇÕES FINAIS 22 6. REFERÊNCIAS 23 7. ANEXOS 24

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

22

6. REFERÊNCIAS

23

7. ANEXOS

24

Lista de Abreviaturas e Siglas Lista de Símbolos Elemento obrigatório que consiste na elabor ação
Lista de Abreviaturas e Siglas Lista de Símbolos Elemento obrigatório que consiste na elabor ação

Lista de Abreviaturas e Siglas

Lista de Símbolos

Elemento obrigatório que consiste na elaboração de lista alfabética das abreviaturas e

siglas utilizadas no texto, seguidas das palavras ou expressões correspondentes grafadas por

extenso. Quando forem usadas poucas siglas ou abreviaturas não há necessidade de elaboração

de uma lista. Neste caso, a sigla ou abreviatura deve ser grafada, seguida da denominação

correspondente, por extenso e nas aparições seguintes apenas a sigla ou abreviatura.

LISTA DE SIGLAS

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas FACNEC – Faculdade Cenecista de Itaboraí LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação STJ – Superior Tribunal de Justiça STF – Suprema Tribunal Federal ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente

Lista de Símbolos

Elemento obrigatório, que deve ser elaborado de acordo com a ordem apresentada no

texto, com o devido significado.

LISTA DE SÍMBOLOS

§ - Parágrafo

@ - Arroba

© - Copyright

3. Normas para redação do texto 3.1 Aspectos gerais Um dos aspectos mais importantes a

3. Normas para redação do texto

3.1 Aspectos gerais

3. Normas para redação do texto 3.1 Aspectos gerais Um dos aspectos mais importantes a serem

Um dos aspectos mais importantes a serem considerados é a clareza e objetividade do texto. Assim, não se deve tentar mostrar erudição ao redigir textos com a ordem das frases invertidas ou com o excessivo emprego de termos arcaicos e pedantes. A leitura do texto deve fluir agradavelmente, sem ser enfadonha ao leitor. O autor deve ser claro, direto, conciso e objetivo. É óbvio que essa simplicidade não deve comprometer a qualidade do texto, nem tampouco justifica o emprego de termos chulos, coloquiais ou mesmo gramaticalmente pobres.

Também é fundamental apresentar todo o conteúdo da monografia de maneira organizada. Os parágrafos devem possuir uma articulação entre si, isto é, devem conter idéias que evoluíram do parágrafo anterior e que preparam a leitura do seguinte.

A linguagem de um texto científico é impessoal e deverá ser elaborada na terceira pessoa

verbal, em seu valor denotativo, literal, evitando-se a duplicidade de sentidos e linguagens figuradas. Objetividade e clareza são fundamentais ao construir seu texto científico, usando a ordem direta e escolhendo as palavras que melhor expressem o que deseja.

3.2 Título e partes do texto

A forma da subdivisão dos elementos textuais de um texto científico é tema de bastante

controvérsia. Assim, não é muito simples padronizar tais subdivisões, sobretudo considerando-se a natureza eclética das diferentes áreas do conhecimento, incluindo as Ciências Humanas, Exatas e Biológicas. O que se propõe neste texto é apenas uma padronização geral, cabendo a cada área estabelecer critérios adicionais que contemplem as suas características e peculiaridades.

De acordo com a NBR 10719 da ABNT, o texto deve ser dividido em três seções básicas:

introdução, desenvolvimento e conclusão e/ou recomendações. Todavia, conforme mencionado anteriormente, cada uma destas partes pode ser subdividida de acordo com a natureza do trabalho.

O título de um trabalho não é seu resumo. Assim, devem ser evitados títulos longos, os

quais devem ser objetivos e conter apenas as palavras essenciais sem, todavia, prejuízo da clareza

e entendimento da natureza do trabalho.

A introdução deve ambientar o leitor ao contexto do trabalho. Deve conter, por exemplo,

fatos históricos importantes e trabalhos clássicos, fornecendo as motivações contextuais que levaram o autor a conduzir o trabalho. Ela deve oferecer uma visão clara e simples do trabalho, informando justificativa da escolha e delimitação do tema; natureza e importância do trabalho; relação do tema com o contexto social; objetivo do trabalho; definições e conceitos envolvidos; organização e distribuição dos tópicos.

O desenvolvimento varia muito conforme o tipo do trabalho, mas em qualquer tipo de pesquisa
O desenvolvimento varia muito conforme o tipo do trabalho, mas em qualquer tipo de pesquisa

O desenvolvimento varia muito conforme o tipo do trabalho, mas em qualquer tipo de

pesquisa é importante apresentar os trabalhos realizados por outros pesquisadores. O texto deve apresentar as principais contribuições dos teóricos que estudaram a questão. Para facilitar a redação, uma opção bastante usual é dividir a revisão da literatura em subcapítulos, conforme os

assuntos. É fundamental que a revisão da literatura possua consistência com o objetivo proposto, isto é, os trabalhos apresentados devem ter relação direta com o tema do trabalho.

Também é nessa parte do trabalho que o aluno apresenta e discute os resultados do seu estudo, assim como todo o processo de pesquisa.

Na discussão, o aluno deve ter em mente que não se trata apenas de uma discussão dos resultados e sim uma discussão do trabalho como um todo. Assim, devem ser discutidas todas as suas etapas, isto é, o objetivo, a literatura, a metodologia e os resultados.

Os resultados devem ser discutidos em duas fases: em primeiro lugar o aluno deve explicar os resultados encontrados e, em seguida, deve comparar esses resultados com os disponíveis na literatura lida.

devem apresentar, de maneira

objetiva, o desfecho do trabalho a partir dos resultados. É sempre importante apresentar as conclusões de maneira relativa, ou seja, tentando demonstrar que o pesquisador compreende que seus resultados são parciais e que podem ser refutados em estudos posteriores.

As

conclusões,

considerações

e/ou

recomendações

O aluno deve relacionar os objetivos às conclusões, isto é, deve-se assegurar que não

tenham sido citadas conclusões que não foram objetivo do trabalho.

4. Citações em documentos: definições e regras gerais

O estudante universitário desenvolve a habilidade de usar material colhido na literatura

científica através da pesquisa bibliográfica, para fundamentar a realização de trabalhos acadêmicos. Quando se faz necessário reforço para corroborar as idéias que desenvolve, ele lança mão da citação, o que deve ser feito com parcimônia, para que o texto produzido constitua resultado da elaboração pessoal e não cópia de idéias de um ou mais autores pesquisados. A

citação é a menção, no texto, de uma informação colhida de outra fonte.

As citações devem ser indicadas no texto por um sistema numérico ou um sistema autor- data. Qualquer dos dois métodos adotados deve ser seguido em todo o documento, mantendo, inclusive, correlação com a lista de referências apresentada ao final do trabalho.

No sistema numérico, utilizado para a elaboração destas orientações, as citações têm numeração única e consecutiva para todo o documento, sendo que toda vez que um dado for introduzido, a numeração deverá ser revista.

No sistema autor-data, as citações são feitas pe lo sobrenome do autor ou pela instituição
No sistema autor-data, as citações são feitas pe lo sobrenome do autor ou pela instituição

No sistema autor-data, as citações são feitas pelo sobrenome do autor ou pela instituição responsável, ou ainda, pelo título de entrada (caso a autoria não esteja declarada), seguido da data de publicação do documento, separados por vírgula e entre parênteses e acrescido do número das páginas consultadas (quando souber).

As citações podem ser de três tipos: (a) direta ou textual: reprodução ou transcrição fiel das palavras de outrem, com todas as características; (b) indireta ou conceitual:

reconstrução livre do texto lido, guardando fidelidade às idéias do autor, ou (c) mista:

utilização apenas de expressões textuais do autor consultado, em meio ao texto que está sendo produzido. Para qualquer tipo de citação é exigida a referência à fonte de onde foi retirado o material utilizado.

Para as citações subseqüentes da mesma obra, substituem-se os nomes do autor e da obra pela expressão latina Ibidem, seguida da respectiva página. Se a citação diz respeito ao mesmo autor, obra e página, coloca-se a expressão Idem. Se a seqüência de citações de uma obra é intercalada por citações de outras obras, recorre-se à expressão abreviada Op. cit., em seguida ao nome do autor, com a indicação da página correspondente a cada citação.

4.1 Regras para citação de autores no corpo do texto

A citação de autores no corpo do texto está regulamentada pela ABNT, mas muitas situações não estão previstas. Nestes casos, será apresentada uma sugestão para padronização de procedimentos.

Um autor

Os autores devem ser grafados no texto apenas com a primeira letra em maiúscula (Ex.:

Guimarães). Se forem citados entre parênteses, porém, devem ser grafados com todas as letras em maiúscula (Ex.: GUIMARÃES). Exemplos: Em 1989, Guimarães concluiu que a desnutrição é uma das principais causas de mortalidade infantil; Segundo Guimarães (1989), a desnutrição é uma das principais causas de mortalidade infantil; A desnutrição é uma das principais causas de mortalidade infantil (GUIMARÃES, 1989).

Dois autores

Se os autores estiverem em uma frase, devem ser separados pela conjunção e ou pelo símbolo &. Exemplos: Em 1989, Guimarães e Appolinaro concluíram que a desnutrição é uma das principais causas de mortalidade infantil; Segundo Guimarães & Appolinaro (1989), a desnutrição é uma das principais causas de mortalidade infantil.

Se os autores estiverem entre parênteses, devem ser separados por ; (ponto-e-vírgula). Exemplo: A desnutrição é uma das principais causas de mortalidade infantil (GUIMARÃES; APPOLINARO, 1989).

Três ou mais autores Neste caso indica-se o uso da palavra latina et al. ,

Três ou mais autores

Três ou mais autores Neste caso indica-se o uso da palavra latina et al. , abreviação

Neste caso indica-se o uso da palavra latina et al., abreviação de et alii (significa e outros). Exemplos: Em 1989, Guimarães et al. concluíram que a desnutrição é uma das principais causas de mortalidade infantil; Segundo Guimarães et al. (1989), a desnutrição é uma das principais causas de mortalidade infantil; A desnutrição é uma das principais causas de mortalidade infantil (GUIMARÃES et al., 1989).

Mais de uma citação

Os autores, ou conjunto de autores, devem ser mencionados sucessivamente, em ordem alfabética. Exemplos: A desnutrição é uma das principais causas de mortalidade infantil (ALVES; PENHA, 1989; GUIMARÃES, 1987; JONES et al., 1988); Segundo Guimarães (1987) e Jones et al. (1988), a desnutrição é uma das principais causas de mortalidade infantil; A desnutrição é uma das principais causas de mortalidade infantil (GUIMARÃES, 1987; JONES et al., 1988).

Casos especiais

Quando o mesmo autor tem duas citações no mesmo ano deve-se acrescentar uma letra após o ano. Exemplo: Segundo Guimarães (1989a, 1989b), a desnutrição é uma das principais causas de mortalidade infantil.

Quando dois autores têm o mesmo sobrenome e a citação é do mesmo ano deve-se acrescentar as iniciais do primeiro nome. Exemplo: Segundo Guimarães, J. (1989) e Guimarães, A. (1989), a desnutrição é uma das principais causas de mortalidade infantil.

Quando se menciona uma citação de um autor que está contida em apenas uma determinada página de um livro, isto é, não é o livro como um todo ou um de seus capítulos, deve-se fazer a menção da página no corpo do texto e não nas referências. Exemplo: Segundo Guimarães (1989, p.546), a desnutrição é uma das principais causas de mortalidade infantil.

Apud

O termo apud é usado para indicar uma referência que não foi lida diretamente, tendo sido citada por outro autor. Seu uso deve ser feito com parcimônia, isto é, poucas citações por trabalho e apenas quando o acesso ao trabalho original for difícil, por exemplo, publicação antiga, periódico raro ou idioma inacessível. O apud deve aparecer apenas no corpo do texto, sendo citado nas referências o trabalho em que ele foi citado. Exemplo: A teoria especial da relatividade foi publicada no início do século (EISTEIN, 1905 apud BRODY; BRODY, 1999).

5. Notas de rodapé São indicações, observações ou aditamento ao te xto feitos pelo autor,
5. Notas de rodapé São indicações, observações ou aditamento ao te xto feitos pelo autor,

5. Notas de rodapé

São indicações, observações ou aditamento ao texto feitos pelo autor, tradutor ou editor. Constituem recurso de que dispõe o autor para indicar as fontes dos diferentes tipos de citação, no caso das notas bibliográficas. As notas explicativas, porém, destinam-se ao registro de comentários adicionais não cabíveis no texto, ou ainda para remeter o leitor a outras partes do trabalho ou a outras obras que tratam da mesma temática. Ambas são apresentadas em algarismos arábicos, devendo ter numeração única e consecutiva para todo o capítulo ou parte.

6. Referenciação bibliográfica

O registro das referências bibliográficas, ou seja, o conjunto padronizado de elementos

descritivos de um determinado documento deve ser feito de acordo com as normas da ABNT

em vigor desde 29 de setembro de 2002 (NBR 6023).

A referenciação de documentos consultados deve conter elementos essenciais para a

identificação dos mesmos pelo leitor do texto produzido. Estão estritamente vinculados ao

suporte documental, variando, portanto, conforme o tipo.

São considerados elementos essenciais: o nome do autor do documento, título, número da edição, local da publicação (nome da cidade onde está situado o editor), editor, ano de publicação. Esses dados devem ser apresentados segundo uma seqüência padronizada.

6.1. Obra considerada no todo

a. Livros

SOBRENOME, Abreviações do prenome do autor. Título: subtítulo (se houver). Número da edição. Local da publicação: Nome da editora, ano da publicação. Número total de páginas ou de volumes, no caso de coleção.

LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 1991. 241 p.

b. Dicionários

SOBRENOME, Abreviações do prenome do autor/editor. Título: subtítulo (se houver). Número da edição. Local da publicação: Nome da editora, ano da publicação. Número total de páginas ou de volumes. (Coleção ou Série).

HOUAISS,

português/inglês. São Paulo: Folha da Manhã, 1996.

A.

(Ed.).

Novo

dicionário

Folha

Webster’s:

inglês/português,

c. Trabalhos acadêmicos (dissertações, monografias, teses, TCC) SOBRENOME, Abreviações do prenome do autor. Título
c. Trabalhos acadêmicos (dissertações, monografias, teses, TCC) SOBRENOME, Abreviações do prenome do autor. Título

c. Trabalhos acadêmicos (dissertações, monografias, teses, TCC)

SOBRENOME, Abreviações do prenome do autor. Título: subtítulo (se houver). Data da

defesa. Total de folhas. Tese (Doutorado) ou Dissertação (Mestrado) – Instituição, local,

data.

BRAZIELLAS, M.L.M. Coordenação: um processo de relações interpessoais. 1981. 170p. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal Fluminense, Niterói, 1981.

d. Revista

-Número especial, suplemento.

TÍTULO DA REVISTA. Título do fascículo ou tema de número especial. Local, editor, indicação de volume, número, data, número total das páginas do fascículo.

CADERNOS CEDES. Pesquisa participante e educação. São Paulo: Cortez, nº 12, nov. 1985. 64 p.

- Separata

SOBRENOME, Abreviações do prenome do autor. Título: subtítulo (se houver).

de publicação: Editora, ano de publicação. Número total de páginas. indicação da separata com os dados como aparecem na publicação.

Local

Transcrição da

SCHMIDT, S. Sistematização no uso de notas de rodapé e citações bibliográficas nos textos e trabalhos acadêmicos. Brasília: UnB, 1981. 7p. Separata da Revista de Biblioteconomia de Brasília, Brasília, vol. 9, nº 1, p. 35-41, jan./jun. 1981.

e. Documento de acesso em meio eletrônico

Inclui bases de dados, listas de discussão, arquivos em disco rígido, BBS (site), programas, mensagens eletrônicas, entre outros. No caso de arquivos eletrônicos, acrescentar a extensão à denominação atribuída ao arquivo.

As mensagens que circulam pelo correio eletrônico só deverão ser referenciadas se não for possível nenhuma outra fonte que aborde o assunto em questão. As mensagens de e-mail têm um caráter informal, interpessoal e passageiro e, por este motivo, não devem ser utilizados como dado científico ou técnico em uma

pesquisa. As referências devem obedecer aos padrões indicados para os documentos monográficos no todo, acrescidas

pesquisa.

pesquisa. As referências devem obedecer aos padrões indicados para os documentos monográficos no todo, acrescidas das

As referências devem obedecer aos padrões indicados para os documentos monográficos no todo, acrescidas das informações relativas às descrições físicas do meio eletrônico. Em obras consultadas on-line, são essenciais as informações sobre o endereço eletrônico apresentado entre os sinais < >, precedidos da expressão Disponível em: e seguida pela expressão Acesso em: (data completa, opcionalmente acrescida de dados referentes à hora, minutos e segundos).

KOOGAN, A.; HOUAISS, A. (Ed.). Enciclopédia e dicionário digital 98. Direção geral de André Koogan Breikmam. São Paulo: Delta: Estadão, 1985. CD-ROM.

ALVES, C. Navio negreiro. [S.l.]: virtual books, 2000. Disponível em:

Acesso em: 10 jan.2002, 16:30:30.

6.2. Obra considerada em parte

a. A autoria da parte referenciada é a mesma da obra como um todo

SOBRENOME, Abreviações do prenome do autor. Título do documento no todo:

subtítulo (se houver). Número da edição. Local da publicação (cidade): Editora, ano de

publicação.

MARCONI, M.A.; LAKATOS, E.M. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas; amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados. São Paulo: Atlas, 1982. 205p. Cap. 2: Amostragem, p. 37-55.

b. A autoria da parte referenciada não é a mesma da obra como um todo

SOBRENOME, Abreviações do prenome do autor da parte referenciada. Título da parte ou capítulo etc. In: SOBRENOME, Abreviações do prenome do autor do documento no todo. Título do documento no todo: subtítulo (se houver). Número da edição. Local de publicação: Nome da editora, ano da publicação. Número do volume ou número total de páginas do documento no todo. Número do volume ou da parte. Número da página inicial-final da parte referenciada.

LÜDKE, M. Aprendendo o caminho da pesquisa. In: FAZENDA, Ivani (Org.). Novos enfoques da pesquisa educacional. São Paulo: Cortez, 1992. 135 p. Cap. 3, p. 35-50.

c. Publicação periódica Inclui a coleção como um todo, fascículo ou número de revista e

c. Publicação periódica

c. Publicação periódica Inclui a coleção como um todo, fascículo ou número de revista e jornal,

Inclui a coleção como um todo, fascículo ou número de revista e jornal, caderno na íntegra, bem como matérias existentes em um número, volume ou fascículo de periódicos, a saber, artigos, editoriais, seções, reportagens de revistas, jornais.

Extraído de revista

SOBRENOME, Abreviações do prenome do autor do artigo. Título do artigo: subtítulo (se houver). Título da revista, local de publicação, número do volume ou do fascículo, número da página inicial – final do artigo, mês e ano do fascículo.

TARGINO, M. G. Citações bibliográficas e notas de rodapé: um guia para a elaboração. Ciência e Cultura, São Paulo, vol. 38, nº 12, p. 1984-1991, dez. 1986.

Extraído de jornal

SOBRENOME, Abreviações do prenome do autor. Título do artigo: subtítulo (se houver). Nome do jornal, local, data (mês abreviado). Localização da matéria (nome do caderno, seção, página).

PRIGOGINE, I. A missão da universidade hoje. O Globo, Rio de Janeiro, 8 set. 1991. Segundo Caderno, Seção Livros, p.7.

6.3. Evento como um todo e trabalho apresentado

Inclui o conjunto de documentos agrupados como produto final de um evento. Dentre diferentes denominações, destacam-se atas, anais, resultados, proceedings.

SOBRENOME, Abreviações do prenome do autor do trabalho. Título do trabalho. In:

TÍTULO DO EVENTO, número, ano, local da realização. Título do documento. Local:

Editor/Editora, ano da publicação. Número de volume ou total de páginas. Número do volume onde se localiza o material referenciado, número de página inicial - final.

REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE QUÍMICA, 20.1997, Poços de Caldas. Química: academia, indústria, sociedade: livro de resumos. São Paulo: Sociedade Brasileira de Química, 1997.

OLIVEIRA, B. Normas básicas para uso de expressões latinas, citações e referências bibliográficas de documentos
OLIVEIRA, B. Normas básicas para uso de expressões latinas, citações e referências bibliográficas de documentos

OLIVEIRA, B. Normas básicas para uso de expressões latinas, citações e referências bibliográficas de documentos jurídicos. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, p. 10, 1979, Curitiba. Anais. Curitiba:

Associação Bibliotecária do Paraná, 1979. 3º vol., vol. 2, p. 633-655.

6.4. Verbete de enciclopédia

A NRB 6023/2002 é omissa no caso da referenciação de enciclopédia. Decidiu-se, neste documento, considerar a mesma orientação para referenciar parte do documento. Caso o verbete ou assunto tenha autoria, constituir um dos volumes da enciclopédia, procedendo de acordo com a orientação para matéria cuja autoria seja distinta da autoria do todo (cf. neste documento).

NOME DA ENCICLOPÉDIA. Local: editor, ano. Total de volumes. Verbete, localização (número do volume), página inicial – final.

ENCICLOPÉDIA BARSA. Rio de Janeiro: W. Benton, 1972. 16º vol. Educação, vol. 5, p.

285-298.

6.5. Documento jurídico

Legislação

Quando se tratar de Constituições e suas emendas, acrescenta-se, entre o nome da jurisdição e o do título, o termo Constituição, seguido pelo ano da promulgação entre parênteses.

BRASIL. Medida provisória nº 1.569-9, de 11 de dezembro de 1997. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Poder Executivo. Brasília, DF. 14 dez. 1997. Seção 1. p.

29514.

BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Dá nova redação ao art. 177 da Constituição Federal, alterando e inserindo parágrafos. Lex: legislação federal e marginalia. São Paulo, vol. 59, p.1966, out./dez.1995.

Jurisprudência

Inclui,

dentre

outras

decisões

judiciais,

as

súmulas,

os

enunciados,

os

acórdãos, as sentenças.

JURISDIÇÃO. Órgão judiciário competente. Título (natureza da decisão ou ementa): subtítulo (se houver). Partes
JURISDIÇÃO. Órgão judiciário competente. Título (natureza da decisão ou ementa): subtítulo (se houver). Partes

JURISDIÇÃO. Órgão judiciário competente. Título (natureza da decisão ou ementa):

subtítulo (se houver). Partes envolvidas (se houver). Relator. Local, data. Dados da publicação conforme o tipo do documento.

BRASIL. Tribunal Regional (5ª Região). Apelação cível n. 42.441-PE (94.05.01629-6). Apelante: Edilemos Mamede dos Santos e outros. Apelada: Escola Técnica Federal de Pernambuco. Relator: Juiz Nereu Santos. Recife, 4 de março de 1997. Lex:

jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais. São Paulo, vol. 10, nº 103, p. 558-562, mar. 1998.

Doutrina

Inclui discussões técnicas sobre questões e textos legais em monografias, artigos de periódicos, papers entre outros.

SOBRENOME, Abreviações do prenome do autor. Título: subtítulo (se houver). Dados da publicação conforme o tipo do documento.

BARROS, R. G. de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados. São Paulo, vol. 19, nº 139, p. 53-72,

ago.1995.

6.6. Obras publicadas por entidades coletivas

Obras publicadas por entidades coletivas são referenciadas usando essa denominação no lugar do nome do autor. Caso a entidade tenha uma denominação genérica, seu nome é precedido pelo nome do órgão superior ou da jurisprudência geográfica a qual pertence.

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE. Pró-reitoria de Assuntos Acadêmicos/ Pró- reitoria de Pesquisa e Pós-graduação. Apresentação de trabalhos monográficos de conclusão de curso. Niterói, 1992. 59 p.

BRASIL. Ministério da Justiça. Relatório de atividades. Brasília. DF, 1993. 28 p.

Caso a entidade esteja vinculada a um órgão maior que tenha uma denominação específica que a identifique, a entrada é feita diretamente pelo seu nome. No caso de duplicação de nomes, sugere-se acrescentar entre parênteses a unidade geográfica que a identifica.

BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). Relatório da Diretoria-Geral : 1984. Rio de Janeiro, 1985. 40 p. 6.7.
BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). Relatório da Diretoria-Geral : 1984. Rio de Janeiro, 1985. 40 p. 6.7.

BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). Relatório da Diretoria-Geral: 1984. Rio de Janeiro, 1985. 40 p.

6.7. Outros

a) A referenciação de material sem autoria declarada começa pelo título, grafando-se

apenas a primeira palavra em letras maiúsculas. No caso de o título ser iniciado por partícula (o, a, um, uma), esta deve ser colocada depois do título, entre parênteses.

CRÉDITO educativo: MEC adverte escolas. O Globo, Rio de Janeiro, 13 jun. 1993, Caderno O País, p. 4.

CLIENTE tem sempre razão (O). O Globo, Rio de Janeiro, 9 jan. 1994, p. 20.

b) Obras onde são caracterizadas as contribuições de vários autores são referenciadas

pelo responsável intelectual (organizador, coordenador, compilador), se em destaque na obra, seguido da abreviatura da palavra que caracteriza o tipo de responsabilidade registrada entre parênteses: (Org.), (Coord.), (Comp.).

TUBINO, M. J. G. (Org.). A universidade ontem e hoje. São Paulo: IBRASA, 1984.

181p.

c) Outros tipos de responsabilidade, tais como revisor, tradutor, ilustrador, podem ser

acrescentados após o título, conforme aparecem no documento.

CHEVALIER, J.; GHEERBRANT, A. Dicionário de símbolos. Tradução Vera da Costa e Silva et al. 17. ed. rev. e aum. Rio de Janeiro: J. Olympio, 2002.

Bibliografia ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6027 . Sumários. 1989. São Paulo:

Bibliografia

Bibliografia ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6027 . Sumários. 1989. São Paulo: ABNT,

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6027. Sumários. 1989. São Paulo:

ABNT, 1989.

NBR

6024.

Numerações

procedimento. 1989. São Paulo: ABNT, 1989.

progressivas

das

seções

de

um

documento

NBR 6023. Referências bibliográficas. 2000. São Paulo: ABNT, 2000.

NBR 6028. Resumos. 2000. São Paulo: ABNT, 2000.

NBR 6032. Abreviações de títulos de periódicos e publicações seriadas - procedimento. 2000. São Paulo: ABNT, 2000.

ABNT, 2000.

NBR

6822. Preparo e apresentações de normas brasileiras. 2000. São Paulo:

NBR 10520. Apresentação de citações em documentos. 2001. São Paulo: ABNT,

2001.

NBR 10524. Preparação da folha de rosto de livro - procedimentos. 2002. São Paulo: ABNT, 2002.

NBR 10719. Apresentação de relatórios técnico-científicos. 2002. São Paulo:

ABNT, 2002.

NBR 14724. Informação e documentação - trabalhos acadêmicos - apresentação. 2002. São Paulo: ABNT, 2002.

NBR 6023. Informação e documentação – referências - elaboração. 2002. São Paulo: ABNT, 2002.

CHAVES, M. A. Projeto de pesquisa: guia prático para monografia. Rio de Janeiro: WAK, 2002.

LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. de A. Fundamentos de metodologia científica. 3ª ed. São Paulo:

Atlas, 1998.

MOURA, M. L. S. (Org.). Manual de elaboração de projetos de pesquisa. Rio de Janeiro: UERJ,

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PÉREZ, J. M. Metodologia do trabalho acadêmico. Rio de Janeiro: Universidade Castelo Branco, 1996 (Material Instrucional).

RÚDIO, F. V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 30ª.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.

SALVADOR, A. D. Métodos e técnicas de pesquisa bibliográfica . 9.ed. Porto Alegre: Sulina, 1981.
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SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 19ª ed. São Paulo: Cortez, 1993. 252p.

VERGARA, S. C. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2000.