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O que há de  O que há de comum em todos  estes seres vivos?  estes seres vivos?

Células

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O ser humano

ÓVULO ESPERMATOZÓIDE

FECUNDAÇÃO

O ser humano

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COMO É QUE A PARTIR DE  UMA ÚNICA CÉLULA INICIAL,  , O OVO, SE ORIGINA UM  INDIVÍDUO MULTICELULAR,  DIFERENCIADO E E  FUNCIONAL???????

Cada célula possui instruções que  coordenam o seu desenvolvimento e  funcionamento, instruções que estão no  DNA ou ADN – Ácido desoxirribonucleico
Terminação  T T i ã Terminação  i ã inglesa portuguesa

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desprovidas de cápsula e com aspecto rugoso.tipo S.18‐10‐2008 Cada célula possui instruções que  coordenam o seu desenvolvimento e  funcionamento. Esta informação deveria ser transmitida por uma substância química.tipo R. . então. assim. envolvidas por uma cápsula de polissacarídeos que lhes confere um aspecto liso. da seguinte forma: •A experiência sugere que as bactérias do tipo S conseguiam transmitir a sua virulência ás bactérias do tipo R (não virulentas) que se tornariam. as quais provocam pneumonia em mamíferos. 4 . patogénicas. Griffith verificou que esta bactéria apresentava duas formas: . instruções que estão no  DNA ou ADN – Ácido desoxirribonucleico ou ADN Ácido desoxirribonucleico Tal descoberta foi feita com base em diversas experiências Experiência de Griffith (1928) Frederick Griffith trabalhava com bactérias da espécie Diplococcus pneumoniae. que ficou conhecida por princípio transformante. Griffith procedeu.

18‐10‐2008 Qual é o principio transformante? 5 .

18‐10‐2008 Experiência de Oswald Avery (1944) A equipa liderada por Oswald Avery procedeu da seguinte forma: . na amostra tratada com enzimas responsáveis pela degradação das proteínas a transformação ocorria. um com a amostra A e outro com a amostra B.obteve uma mistura de bactérias de tipo R vivas com bactérias do tipo S mortas pelo calor (que. Dado que na amostra tratada com enzimas responsáveis pela degradação do ADN não ocorria transformação das bactérias (os ratos não contraíam pneumonia) e. é então provável que o princípio transformante seja o ADN. . .tratou uma amostra A dessa mistura com uma protease (enzima que degrada as proteínas). como Griffith tinha verificado. 6 .tratou uma amostra B da mesma mistura com uma ADNase (enzima que degrada o ADN). por outro lado. causava a morte dos ratos). .inoculou dois lotes de ratos.

a bactéria passa a lado produzir proteínas virais. . que vão constituir a cápsula dos novos vírus. não sendo óbvio. tal não foi amplamente aceite pela comunidade cientifica de então porque: o DNA. pelo que os cientistas consideravam que eram as proteínas que continham a i f i h informação genética.o ADN apresenta na sua constituição fósforo (P). marcaram só o enxofre das proteínas (35S) e no outro somente o fósforo do ADN 32P). que marcaram radioactivamente. EXPERIÊNCIAS DE HERSHEY E CHASE Antes de iniciarem as suas experiências. estes investigadores consideraram que: . Isolaram. na altura. ou seja.os vírus não penetram nas células (a cápsula fica no exterior).as proteínas da cápsula do vírus não têm fósforo (P). a bactéria passa a "obedecer a ordens" do vírus. . ã éi a genética bacteriana ainda não estava desenvolvida. 7 . Num dos lotes.18‐10‐2008 Os trabalhos de Avery e seus colaboradores foram importantes para comprovar que o DNA era o material genético das células. quando comparado com as proteínas. o ADN do vírus multiplica-se e. uma vez no interior da bactéria. dois lotes de bacteriófagos. mas não enxofre (S). Note-se que. por outro lado. que as bactérias possuíam genes. mas apresentam enxofre (S). Contudo. então. era quimicamente menos complexo.

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18‐10‐2008 As diferenças mais evidentes dizem respeito à: •quantidade de DNA •organização •localização 9 .

18‐10‐2008 O Núcleo 10 .

 14 e 15) O DNA é formado por um conjunto de nucleótidos NUCLEÓTIDO NUCLEÓTIDO 11 .18‐10‐2008 (pág.

18‐10‐2008 Pentose Açúcar com 5 átomos de  carbono. A pentose existente no  DNA é a … … Desoxirribose (C5 H10 O4) Grupo fosfato 12 .

 17) 13 .18‐10‐2008 Bases azotadas Bases  pirimídicas Timina (T) (anel simples) Citosina (C) Bases púricas (anel duplo)   Adenina (A) Guanina (G) Ligações para formar  um nucleótido Base azotada 5 Grupo fosfato 4 2 1 3 Pentose ( (desoxirribose) ) Nucleótido (pág.

5 Grupo fosfato 4 3 2 1 Pentose 14 .18‐10‐2008 Ligações para formar um nucleótido Ligação entre a base  azotada e a pentose Base azotada 5 4 2 3 Esta ligação é feita covalentemente através  de uma ligação  glicosídica com o grupo  Nucleótido hidroxilo ligado ao carbono‐1 da pentose. 1 Pentose (desoxirribose) Base azotada Ligação entre o grupo fosfato e a pentose Esta ligação é feita através de  uma ligação fosfoéster entre o  grupo fosfato e o grupo hidroxilo  ligado ao carbono‐5 da pentose.

15 . por reacções de condensação. Assim. do primeiro nucleótido. numa extremidade t t id d temos li livre o hidroxilo do carbono-5 da primeira pentose e na outra temos livre o hidroxilo do carbono-3 da última pentose. Ligação fosfodiéster O grupo hidroxilo do carbono-3 da pentose. Isto determina que o crescimento do DNA se faça na direcção de 5' para 3‘. Devido a esta formação a cadeia de DNA fica com uma direcção determinada. ligase ao grupo fosfato ligado ao grupo hidroxilo do carbono 5 carbono-5 da pentose do segundo nucleótido.18‐10‐2008 Para a formação da molécula de DNA é necessário que ocorra a ligação entre os nucleótidos. isto é. os nucleótidos podem ligar‐se sequencialmente através de ligações covalentes do tipo fosfodiéster e formar uma cadeia polinucleotídica.

e. em interacção com considerações teóricas: 1 Análises relativas à quantidade dos diferentes nucleótidos revelam  que:  a quantidade de     A = T e      C = G      e     A + G = T + C 2 Observações realizadas com o m. 16 . revelam que a espessura de uma molécula de DNA (1nm) é dupla de uma cadeia polinucleotídica (2 nm).18‐10‐2008 5 3 Estrutura do DNA Decifrada após análise do resultado de várias experiências.

Padrão de DNA obtido por difracção de raio X Em 1953. 17 . James Watson e Francis Crick propuseram um  modelo tridimensional para a estrutura da molécula de DNA.18‐10‐2008 3 Rosalind Franklin e  Maurice Wilkins estudaram a difracção  de raios X na molécula  cristalizada de DNA e  concluíram que a sua  estrutura é helicoidal.

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uah.htm 20 .es/pt/model4/dna/index.18‐10‐2008 http://biomodel.

18‐10‐2008 Estrutura do DNA 21 .

é necessário que a molécula de DNA consiga transmitir às células filhas a informação que possui.18‐10‐2008 Replicação do DNA O DNA é a molécula que contém a informação para todas as actividades d células. Tem que ocorrer  duplicação da molécula  de DNA – processo  designado replicação 22 . ti id d das él l Uma vez que as células se dividem.

18‐10‐2008 Como ocorre a replicação do DNA ? ‐ Hipóteses Replicação conservativa Replicação  semiconservativa Replicação dispersiva 23 .

18‐10‐2008 Experiência de Meselson e Stahl 24 .

18‐10‐2008 Experiência de Meselson e Stahl 25 .

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18‐10‐2008 A molécula de RNA Adenina Uracilo Citosina Guanina Ribose 28 .

R. Podem encontrar‐se livres no citoplasma ou estar associados à membrana do R. A molécula apresenta‐se enrolada e juntamente com as proteínas constitui os ribossomas.E. É sintetizado no núcleo e em seguida migra para o citoplasma.18‐10‐2008 Tipos de RNA RNA ribossómico bossó co Representa 80 a 90% do RNA total da célula. Tem um tempo de vida muito curto. 29 . RNA Mensageiro  Raramente representa mais q do que 2% do RNA total da célula.

COMO É QUE A  INFORMAÇÃO GENÉTICA  INFORMAÇÃO GENÉTICA CONTIDA NO DNA SE  EXPRESSA TORNANDO‐SE  EFECTIVA?  30 .18‐10‐2008 RNA de Transferência (tRNA) Representa 10 a 15% do RNA celular. Apresenta uma estrutura tridimensional que resulta da sua única cadeia se enrolar. estabelecendo ligações por pontes de hidrogénio entre bases complementares de nucleótidos inicialmente afastados.

• Nucleótidos de RNA – síntese de RNA.18‐10‐2008 Síntese proteica Transcrição Intervenientes: • Cadeia de DNA – serve de molde para a síntese de RNA. 31 . • RNA polimerase – enzima catalisadora das reacções.

18‐10‐2008 Tradução Código Genético Tradução Quantos nucleótidos são necessários para  codificar um  aminoácido? á d ? 32 .

18‐10‐2008 Tradução Código Genético Tradução 33 .

18‐10‐2008 Tradução Síntese proteica 34 .

18‐10‐2008 Transcrição A animação começa no citoplasma. 35 . É isso que ocorre no compartimento que ela  entra. que está no formato dupla hélice Vem uma enzima e abre a fita de DNA Reparem que os nucleotídeos são separados de seus complementares nesse momento A enzima RNA polimerase pega nucleotídeos e começa a fabricar a fita de RNA mensageiro (RNAm) a partir de um molde de  DNA A fita de RNAm se solta e começa a migrar para fora do núcleo Ela passa pelo poro nuclear. Por fim ela interage com outra proteína. Por um conjunto de aminoácidos. Repare que  o RNAt anterior se desprende da fita. formado por proteínas Então chegamos no DNA.  Chega outra subunidade (parte) do ribossomo e se prende também à molécula de RNA Chega o RNA transportador (RNAt)  Reparem que numa ponta ele traz uma seqüência complementar ao RNAm. mas o aminoácido fica preso ao que chegou. Na outra ele traz um aminoácido g p p g p q Chega outro RNAt complementar aos próximos 3 nucleotídeos e seu aminoácido se liga ao aminoácido anterior. tem que se dobrar e formar uma estrutura 3D. formado por uma proteína Tradução O RNAm vai até um ribossomo e fica aderido. e vai se dirigindo para o núcleo Reparem nos poros existentes no núcleo. A proteína. E assim a proteína é formada. para ser funcional.

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