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Certificado ISO 9001:2000 Nº 23.0021/98 Centro de Informática – CETEP Quintino www.ciquintino.com.br Elaborada pelos Professores: André
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Certificado ISO 9001:2000 Nº 23.0021/98

Centro de Informática – CETEP Quintino

www.ciquintino.com.br

Elaborada pelos Professores: André Vieira e Marcelo Lucena

A POLÍTICA DA QUALIDADE DO CI

“Prover cursos de educação profissional de formação inicial (cursos instrumentais) na área de informática, tendo como foco:

A adequação destes às tendências do mercado de trabalho;

 

A satisfação dos alunos e colaboradores;

 

A promoção da cultura profissional de excelência junto aos alunos;

A inclusão digital da sociedade;

A

busca da melhoria contínua

dos

serviços

prestados

e

da

eficácia

do

Sistema de

 

Gestão.”

O CURSO DE REDES E CABEAMENTOS

O Curso de Redes e Cabeamentos (antigo Curso de Redes: Windows 95 e NT), oferecido pelos Centros de Informática da FAETEC, foi reestruturado considerando-se a importância da Comunicação de Dados, como instrumento para agilização e resolução de problemas, objetivando as atuais necessidades do mercado de trabalho e o avanço tecnológico.

APOSTILA DE REDES E CABEAMENTOS

Equipe de Elaboração

André Vieira e Marcelo Lucena

Revisão

Carlos Lobo

Aprovação

Sandra Regina Barbosa

  • C A P Í T U L O 1

INTRODUÇÃO A REDES

ÍNDICE

REDE DE COMPUTADORES

04

EVOLUÇÃO DOS SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO

04

USO DA REDE DE COMPUTADORES

05

  • C A P Í T U L O 2

MIDIA DE TRANSMISSÃO

 

CABO COAXIAL

12

CABO PAR-TRANÇADO

12

CABO FIBRA ÓPTICA

13

  • C A P Í T U L O 3

DISPOSITIVO DE CONECTIVIDADE

 
 

PLACA DE REDE

15

REPETIDOR

16

HUB

16

BRIDGE

17

SWITCH

17

ROTEADORES

17

GATEWAY

17

  • C A P Í T U L O 4

PADROES DE ACESSO E MODELOS IEEE

 
 

ETHERNET

18

FAST ETHERNET

18

TOKEN RING

18

  • C A P Í T U L O 5

PADROES DE TRANSMISSÃO

 

10

BASE 2

19

10

BASE 5

19

10

BASE T

19

10

BASE FL

19

100

BASE TX

19

100

BASE T4

19

100

BASE FX

20

  • C A P I T U L O 6

TOPOLOGIAS DE REDE

TOPOLOGIA EM BARRAMENTO

20

TOPOLOGIA EM ESTRELA

20

TOPOLOGIA EM ANEL

21

  • C A P I T U L O 7

ENDEREÇAMENTO IP

INTRODUÇÃO

21

INDENTIFICANADO REDE E HOST

21

CLASSES DE ENDEREÇO IP

22

MÁSCARAS DE SUB-REDE

22

REGRAS BÁSICAS PARA ENDEREÇAMENTO IP

23

  • C A P I T U L O 8

MODELOS DE COMPUTAÇAO

COMPUTACAO CENTRALIZADA

23

COMPUTACAO DISTRIBUIDA

24

COMPUTACAO COLABORATIVA

24

CLIENTE-SERVIDOR

24

  • C A P I T U L O 9

REDES PEAR TO PEAR COM WIN9X/ME/XP

25

E CONECTANDO A INTERNET

BIBLIOGRAFIA

31

INTRODUÇÃO

Redes de Computadores

Nenhuma outra tecnologia evoluiu tão

rápida

e então

pouco espaço de tempo como

a

informática.

Em

poucas

décadas,

 

vimos

computadores

que

ocupavam

um

andar

inteiro,

pesando

algumas

toneladas,

de

processamento

duvidoso

e

custando

milhões

de

dólares,

serem substituídos por estações de trabalho que cabem numa mesa, podendo realizar

milhões de operações por segundo a um preço acessível a todos.

 

A massificação

do

uso de computadores por parte das empresas, universidades

e

governos,a internacionalização da economia e sua dispersão geográfica, geraram uma

enorme necessidade de interligar sistemas para segura.

a

troca

de informações de forma rápida e

Mesmo em

menor escala,

as

redes permitem a pequenas e médias empresas maior

agilidade e eficiência na troca de informações e compartilhamento de dados e recursos como,

por exemplo, impressoras e discos.

 

Suponha

que você

possua uma impressora laser que é utilizada por todo se setor . Se

você

não possui uma rede que disponibilize

a impressora

para

todas as estações do

setor,

cada um que desejar utilizar a impressora, deverá copiar um arquivo para um disquete e leva-

lo até onde ela estiver. Parece simples, mas se a impressora estiver em um outro andar?E se o arquivo a ser impresso for maior que a capacidade de armazenamento do disquete ?

Todos

esses,

e

outros,

problemas

podem

ser

contornados,

mas

se

você

estiver

utilizando

uma

rede,

o

ato

de imprimir um

arquivo seria tão normal quanto imprimi-lo em uma

impressora conectada diretamente a sua estação. Não importa se você está conectando uma impressora a dois microcomputadores ou interligado dos sistemas em países diferentes via satélite, a realidade das redes de comunicação vai estar cada vez mais ligada ao nosso cotidiano.

Evolução dos Sistemas de Comunicação

A história

das

redes de comunicação surge muito antes do advento do computador.

Seu início e sua evolução estão intimamente ligados a necessidade de troca de informações

entre as pessoas, empresas ou qualquer outra organização.

Os mais simples sinais de comunicação são os gestos físicos como um aceno de mão ou um sorriso. Embora os sinais transmitam algum tipo de informação, é necessário que tanto

o emissor quanto o receptor possam entendê-los. Por exemplo, para que se possa conversar com um russo que só conheça sua língua nativa, nós devemos ou conhecer russo ou solicitar a ajuda de um tradudor. Uma linguagem comum torna a comunicação muito mais fácil.

O

Código

Morse,

utilizado

no

sistema

telegráfico,

é

um

exemplo de uma linguagem

comum, ou padrão para a comunicação de dados. Ele faz uso de combinação único de pontos

e traços para representar letras, números e sinais de pontuação da linguagem escrita. Nos sistemas modernos de comunicação de dados através de redes de computadores, os dados são transmitidos através de dígitos binários, ou bits, ou invés de pontos e traços. Igualmente ao Código Morse, deve existir um padrão de representação para o sistema binário de forma que este possa ser compreendido tanto pelo emissor quanto pelo receptor.

Dentre

os

diversos

códigos

de

caracteres

binários,

merecem

destaque

o

ASCII

(American

Standart

Code

For

Information)

e

o

EBCDIC

(Extended

Binary

Coded

Decimal

Interchange Code). A maioria dos fabricantes de computadores, como a DEC e a HP, utiliza o

código ASCII para representação de dados. A IBM tradicionalmente utiliza o código EBCDIC, embora seus sua linha PC de computadores utilize o ASCII.

Embora

similares,

ASCII

e EBDIC utilizam diferentes

padrões,

ou

combinação

de

0

e

1

para representar os diversos caracteres. EBCDIC é um padrão com 8 bits que representa 256

diferentes caracteres, enquanto o ASCII

é

um

código

de

7 bits que pode representar

até

128

diferentes caracteres. EBCDIC.

A tabela

a seguir,

ilustra

o

padrão para alguns caracteres ASCII

e

O que são Redes de Computadores

Estritamente falando, redes de computadores são computadores conectados entre si, com o objetivo de compartilhar informações e recursos, programas, impressoras, agendas de grupos, correio eletrônico, etc. Trazendo benefícios aos usuários que irão utilizá-la.

Uso das Redes de Computadores

A utilização as redes trazem vantagens, entre elas:

As redes permitem um gerenciamento de recursos mais eficiente:

 

A

utilização

de

uma

única

impressora

de

excelente

qualidade

por

múltiplos

usuários,

em

vez

de

várias

impressoras

de

baixa

qualidade,

conectada

a

cada

máquina.

 

As redes ajudam a manter as informações confiáveis e atualizadas.

 
 

O

compartimento

de

arquivos

pode

ajudar

a

assegurar que exista

somente uma versão de um arquivo em circulação e que qualquer um que use o arquivo esteja sempre trabalhando com a versão mais recente da informação.

 
 

As redes ajudam a acelerar o compartimento de dados

 
 

A transferência

de

dados através da

rede

é sempre

mais rápida

que

qualquer outro meio de compartilhamento, como disquetes, zip`s, fitas e outros.

As redes permitem que grupos de trabalho atuem com mais eficiência

O correio eletrônico e as agendas de grupo permitem que componentes de uma equipe de trabalho troquem informações e agendem compromissos de forma prática e eficiente.

Tipos de Redes

Quando levamos em consideração a área de atuação das redes, a tecnologia utilizada em cada tipo de rede, podemos classificá-las de acordo com os seguintes tipos de redes:

LANs - ( Local Area Network – Redes Locais )

Redes locais

(LANs) são basicamente um grupo de computadores (PCs Desktop’s)

conectados entre si e a um servidor. Os usuários de uma LAN executam suas tarefas a partir

de

seus computadores (PCs Desktop’s). Entre as

tarefas

podemos destacar os banco de

dados, planilhas e editores de texto ou aplicações gráficas . Normalmente temos um grupo

destes usuários executando uma aplicação no servidor. Os módulos mais importantes de uma rede local são:

  • - Servidores ( Servers)

  • - Workstations (PCs Desktops – Estações Individuais)

  • - Recursos de Comunicação

Servidor (Server)

O servidor de rede é um computador com elevada capacidade de processamento sua

função é fornecer

serviços

à

rede.

Em

geral esta máquina processa grandes volumes

de

dados(databases), requerendo CPUs rápidas e dispositivos de armazenamento (Hard Disks,

Optical Disks), de alta capacidade rápido acesso. Os serviços que um servidor normalmente

oferece

à

rede,

onde

estes

serviços

microcomputador , são:

podem

ou

não

estarem centralizados em um único

-

Servidor de Aplicação (Application Server)

 

-

Servidor de Arquivo (File Server)

 

-

Servidor de Impressoras (File Printers)

-

Servidor de Rede ( NetWork Server)

-Servidor

de

Bancos

de

Dados

Relacional

(Relational

DataBase

Server)

-

Servidor de Correio Eletrônico (Mail Server)

 

-

Servidor de Paginas da Internet (Web Server)

  • - Servidor de Resolução de Nomes (Win´s Server, Dns Server)

  • - Servidor de Endereço IP dinâmico ( DHCP Server)

 

Dentro da tecnologia atualmente

disponível,

o

hardware servidor é composto de

um

Pentium III/V,

K7,

ou então

máquinas

RISC

ou

CISC

de

fabricantes como HP, Sun,

Digital

(linha ALPHA PC) ou IBM.

 

O QUE É SISTEMA OPERACIONAL?

 
 

O

sistema

operacional

tem

a

função de

interagir

na

comunicação de hardwares e

softwares.

Para

que

um

aplicativo

como

editor

de

texto

possa

abrir

um

arquivo que está

armazenado

no

Hard

Disk,

ele

faz a solicitação

e o sistema operacional

acessa o Hard Disk.

 

Os maiores sistemas operacionais do mercado são os baseados em Microsoft

Windows, Linux e o Unix. Os mais comuns

são

os

da

família de

sistemas operacionais da Microsoft inclui

o

Microsoft Winndows 98/ME, o WINDOWS 2000 Professional, Windows 2000 Server\Advanced

Server

e

Windows

XP

Professional\Home. A maioria dos ambientes de trabalho pode

se

beneficiar da utilização de um ou mais desses sistemas operacionais. Apesar

das

semelhanças

entre

esses

sistemas,

eles

apresentam

 

várias

diferenças.

Existem

sistemas

operacionais para

máquinas

clientes

e

para

servidores.

Algumas

diferenças

entre

esses

sistemas

como:

velocidade

de

processamento,

máximo

de

hardware

suportado

e

configurações que podem ser feitas, determinam as diferenças entre o cliente e o servidor.

SISTEMA OPERACIONAL ( Servidor )

Todos os sistemas para servidor são multi-tarefa preempitiva dando maior segurança para os aplicativos.

Ao abrir

um aplicativo no servidor,

este aplicativo usará um canal para o processador.

Este canal não será

usado

por

um

segundo

aplicativo

que

for

iniciado.

Com

isso

se

uma

aplicação congelar a outro não será afetada.

 

O

Sistema

Operacional

do

Servidor

se

enquadra

na categoria “NOS’’ (Networking

Operating Systems). Os “NOS” mais adotados no mercado são:

Netware 3x,4x,5x,6x

- Novell Inc.

Windows NT Server 3x,4x

- Microsoft Corp.

Windows2000 Server

- Microsoft Corp

Linux

- Hed Hat, Conectiva, ...

Unix

- IBM, SUN, HP, SCO, ...

Os

“NOS” são fundamentais na definição de uma LAN. Um estudo criterioso deve ser

feito visando a escolha do “NOS” mais adequado às necessidades de uma LAN. Este estudo

deve considerar diversos aspectos como: distribuição e quantidade de PCs (“desktops”), aplicações, necessidade de interface com outros “NOS” e sistemas operacionais dos “desktops”, aderência a padrões, performance, etc.

WorkStations ( Estação de Trabalho Individuais )

As Workstations ( PCs Desktop

)

são

estações individuais de trabalho. A partir dela os

usuários acessam

arquivos

aplicações

no

servidor

e

executam

tarefas

locais.

Em

geral nas

workstations

são

executadas

tarefas

com

editores

de

textos

(Word,

WordpPerfect,

etc

),

planilhas

(

Excel,

Lotus

),

edição

de

gráficos

e

apresentações

(

PowerPoint,

Harvard

Graphics).O hardware da workstation varia entre 486 e Pentium II/III e dependerá das

informações a serem processados.

SISTEMA OPERACIONAL(Cliente)

Entre os sistemas clientes existem os multitarefa preempitiva para todos os aplicativos e os multitarefa cooperativa para alguns aplicativos. Os sistemas clientes Windows 95 e 98 trabalham com suporte multitarefa preempitiva para aplicativos de 32 bits e baseados em MS-DOS e multitarefa cooperativa para aplicativos de 16 bits. Isso quer dizer que aplicações 16 bits são executadas no mesmo canal de acesso ao processador, se um aplicativo travar o outro trava junto. Os sistemas Windows 2000 Professional e Windows XP professional\Home são multi tarefa preempitiva , cada aplicação tem o seu próprio canal O “SO LOCAL” Sistema Operacional Local utilizado nas WorkStations deve ser feito visando a escolha da necessidade da LAN em alguns casos o “NOS” utilizado no servidor. Dentre os SOs Locais utilizados nas WorkStations são:

DOS

- Microsoft Corp.

Windows 3x

-

Microsoft Corp.

Windows9x

- Microsoft Corp

Windows Me Windows NT WorkStation Windows2000 Professional Linux,

- Microsoft Corp - Microsoft Corp. - Microsoft Corp. - HatRet, Conectiva, ...

Recursos de comunicação

E toda a infraestrutura de hardware e software necessária para a comunicação entre os diversos componentes de uma LAN. Os recursos a serem utilizados na comunicação entre os equipamentos podemos citar: HUB, cabo par-trançado(UTP/STP), cabo coaxial, placas de rede, repetidores, bridges(pontes), roteadores(routers), cabeamento, padrões de acesso etc.

Protocolo de Lans

Protocolo é a linguagem de comunicação entre os micros da rede, é a parte do sistema operacional responsável em ditar as normas para a comunicação entre os micros. Os protocolos mais utilizados são as seguintes:

IPX/SPX

Internet

Packet

Exchange/Sequence

Packet

Exchange.

Ele

foi

desenvolvido para suportar redes NetWare, e suporta redes de tamanho pequeno e médio

e

também tem a capacidade básica de roteamento.

NetBeui

NetWork Basic End

User Interface. Ele suporta pequenas LANs é

rápido e simples. Porém, tem uma estrutura arquitetônica inerente que limita sua eficiência a

medida que a rede se expande.

TCP/IP

Transfer

Control

Protocol/Internet

Protocol.

Ele

foi

desenvolvido

para ser protocolo roteável, e serve como padrão para redes Wans e para acesso a Internet.

Aplicatição

NetBeui

IPX/SPX

TCP/IP

   

X

 

Integrar com NetWare Conectar a Internet

   

X

Trabalhar com UNIX

   

X

     

X

Roteamento (WAN) Rede grande

   

X

Rede pequena

X

X

X

WANs – ( Wide Area NetWork – Redes Remotas )

 

A

interligação

de

diversos

sistemas

de

computadores

localizados

em

regiões

fisicamente

distantes.

As

WANs

utilizam

linhas

de

transmissão

de

dados

oferecidas

por

empresas de telecomunicações mais comuns são:

AT&T,

Sprint,

MCI

e Northern Telecom

(NT).

A

necessidade

de

transmissão

de

dados

entre

computadores

surgiu

com

os

mainframes, bem antes do aparecimento dos PC’s.

Com

os

PC’s

houve

um

aumento da

demanda por

transmissão de dados a

longa distância. Isto levou ao surgimento de diversos

serviços de transmissão de dados (RENPAC, TRANSDATA, MINASPAC). Os serviços são geralmente de aluguel de linhas privadas (Leased lines) ou discadas (Switched) permitindo a utilização de diversos protocolos tais como SNA, PPP/TCP-IP, etc.

As redes WAN’s estão passando por

uma

evolução muito grande com a aplicação de

novas tecnologias de telecomunicações e com a utilização de fibra ótica (Optical fiber). Novos padrões estão surgindo para fibra ótica, destacando-se ATM ( Asynchronous Transfer Mode) que disponibiliza a transmissão de dados (texto, binário),dados de aplicação em “tempo real” como som e imagem em uma única linha e em altíssima velocidade ( 300Mbps ou superior). A

velocidade passa a ser determinada pelos equipamentos que processam as informações (Clientes/Servidores) e não do meio físico.

A conecção

entre os

equipamentos geralmente e feita através de Modem’s de e

linhas de 64Kbps, enlaces E1 (2048Mbps). Estes serviços são oferecidos pelas

concessionárias de telecomunicações.

Protocolos utilizados em Wans

Assim como nas Lans os protocolos de Wans tem a mesmas funções basicas e outras também. Os protocolos utilizados em Wans são:

X.25 e Frame Relay

Protocolo utilizado no acesso a rede comutadas de pacotes como a

REMPAC.

PPP ( Point to Point Protocol ) e

Protocolo que permite transmitir pacotes de em linhas seriais ( linhas telefônicas ).

dados que trafegam

Interfaces Físicas

A interface física é utilizada para acesso aos serviços de transmissão de

dados,

são

utilizadas

(hoje)

linhas

de

comunicação

que

conversam com modems, estes

conversam via interface serial síncrono ou assíncrono com os computadores.

 
 

Os

modems

de

diversas

velocidades

(

9,6Kbps,

14.4Kbps,

28.8Kbps,

64Kbps)

alem

de

DSU/CSUs

que

vão

de

64Kbps

até

os

links

T1(1.54Mbits/sec

a

E1(2048Mbtis/séc

Alguns padrões de interface física são:

Padrão RS-232 ou EIA-232

  • - Velocidades típicas de 38.4Kbps, 57Kbps, 115.2Kbps

  • - Padrão utilizados pelos fabricantes de equipamentos de informática e

telecomunicações .

 
  • - Conector padrão e

o

DB

25 que corresponde ao padrão ISO 2110. Isto

também vale para a função dos pinos.

 
  • - Os sendo o padrão de +/- 12V.

sinais de

tensão

são

balanceados nos limites entre –25V a +25v,

Padrão V35

 
  • - Velocidade

típicas

de

64Kbps,

T1(

1.54Mbits/sec

)

e

E1(2.048Mbtis/sec).

  • - Conhecido como padrão de alta velocidade para transmissão de dados

(64Kbps em diante).

Padrão RS 530 ou EIA 530

  • - Velocidade

tipicas

de

64Kbps,

T1(

1.54Mbits/sec

)

e

E1(2.048Mbtis/sec).

  • - Baseado

no

conector

DB25

como

padrão,

com

sinas

de

tensão

balanceados .

Internet

A Internet também pode ser considerada como uma

WAN de alcance mundial.

Onde

vários computadores estão conectados através do protocolo TCP/IP e conexões discadas, ou

dedicada. A grande maravilha

talvez

esteja

no

protocolo

TCI/IP

que

possibilita total

compartilhamento de recursos e informações, e ainda disponibiliza serviços como GOPHER,

WWW e FTP e etc. Em nosso curso nos preocuparemos com a rede

LAN

por ter

um uso mais difundido

mas todas as informações serviram de base para a instalações de uma rede WAN e

entendermos como funciona e foi formada a Internet.

MIDIA DE TRANSMISSÃO

Tipos de Cabos

Os cabos talvez sejam responsáveis por 50% do fracasso ou do sucesso da instalação de uma rede. Muito dos problemas encontrados nas redes são identificados como causados

pela má instalação ou montagem dos cabos. Um

cabo bem feito

contará pontos a seu favor

no restante da rede, em caso de dúvidas com algum cabo o melhor é não utilizá-lo.

Entre as ferramentas necessárias temos:

Alicate de crimpar para conectores BNC e RJ45

Ferro de solda, ferramentas diversas

Para testes dos cabos contamos com equipamentos que medem com precisão o seu bom funcionamento. Para cada tipo de cabo temos vários tipos de testadores.

Métodos de Transmissão

Existem dois métodos de Banda passante larga.

transmissão em redes

modernas: Banda passante base e

O método de transmissão de banda base( BaseBand )

Define que

somente

 

um

sinal digital pode viajar

pela

mídia

e

que sua velocidade não

pode ser superior a

100Mbp. A informação e posta na

mídia

sem tipo

de modulação e

cada

sinal transmitido utiliza a largura da banda total da mídia O cabo UTP, de Par-Trançado, Fibra Ótica

e

o cabo Coaxial

para banda base são

os mais comuns para esse tipo de transmissão.

 

O método de transmissão de banda larga

Permite

que

vários

sinais

possam

viajar

ao

mesmo

tempo

pela

mídia.

Como por

exemplo, um cabo coaxial CATV

com uma largura de banda de 500Mhz pode levar 80 canais

de TV de 6MHz de largura de banda cada um (6Mhz não e o valor limitante de velocidade ).O

sistema de

TV

a

cabo

é

o

melhor exemplo de vários canais

podem ser vistos,

mesmo

viajando através de um único cabo.

 

Os cabos de Fibra Óptica esse tipo de transmissão.

e

o

Coaxial

para banda

larga são

os mais comuns para

Cabos Par-trançado

O Par trançado

conhecido como fio de

telefone, consiste de dois fios enrolados em

espiral envolto em material plástico .Sua construção busca reduzir o ruído e manter constante

as propriedade elétrica do meio através de todo o seu comprimento.

A transmissão no par trançado pode ser tanto analógico quanto digital. Sua faixa

passante

é

bastante alta,

considerando

o

fato

de

o

mesmo ter

sido projetado para o tráfego

analógico telefônico.

 
 

A principal desvantagem do par trançado é sua susceptibilidade à interferência e ruído

a

altas

e

médias

freqüências,

porém

 

estes

efeitos

podem

ser

minimizados

com

uma

blindagem adequada. Existem basicamente, dois tipos de modelos: os cabos não blindados

(UTP

– Unshielded Twisted-Pair wire )

e

os cabos

blindados (STP – Shielded twisted-Pair

wired)

 
 

O

par

trançado

é

o

meio

de

transmissão

mais

comum

utilizado

nos

sistemas

telefônicos,

conseqüentemente,

existe

uma

grande

quantidade

de

linhas

de

comunicação

disponíveis para serem utilizadas em redes de comunicação de dados.

 
 

Shielded

Twisted-pair

(STP)

possui

uma

camada

de

proteção

que

garante maior

proteção contra ruídos, fazendo do cabo mais seguro para lugares como dutos.

 

Unshielded Twisted-pair (UTP) mais utilizados, mais flexíveis e pode carregar

o

sinal

por

até

100 metros

sem

 

a

necessidade de um

hub.

Este cabo está dividido nas seguintes

categorias:

 

Categoria 1 Cabo telefônico pode carregar apenas voz e não dados.

Categoria 2

Cabos

UTP

para

transmissão

de

dados

até

4

Mbps(mega

bytes

por

segundo).

E

consiste de 4 pares trançados .

 

Categoria 3

Cabo

UTP

para

transmissão

de

dados

até

10

Mbps(mega

bytes

por

segundo).

E

consiste de 4 pares trançados .

 

Categoria 4

Cabo

UTP

para

transmissão

de

dados

até

20

Mbps(mega

bytes

por

segundo).

E

consiste de 4 pares trançados .

 

Categoria 5 Cabo UTP para transmissão consiste de 4 pares trançados .

de dados

até

100 Mbps(mega

bytes

por

segundo). E

Categoria 5e Cabo UTP para transmissão consiste de 4 pares trançados

de dados

até

155 Mbps(mega

bytes

por

segundo). E

 

Categoria 6 Cabo UTP para transmissão consiste de 4 pares trançados

de dados

até

250 Mbps(mega

bytes

por

segundo). E

Categoria 7 Cabo UTP para transmissão consiste de 4 pares trançados

de dados

até

350 Mbps(mega

bytes

por

segundo). E

Padrão EIA/TIA 568 A e 568 B

 

1 2 3 4 5 6 7 8

 
                   

Ligação de Hub e estações

 

Ligação micro a micro

 

Pino

 

568 A

Pino

568 A

568 B

 

Pino

 
 

1

B. verde

1

B. verde

B. Laranja

1

2

 

Verde

2

Verde

Laranja

 

2

 
3 B. Laranja 3 B. Laranja B. Verde 3
 

3

B. Laranja

3

B.

Laranja

B. Verde

 

3

4

 

Azul

4

Azul

Azul

 

4

         

5

 

B. Azul

5

B. Azul

B.Azul

 

5

6

 

Laranja

6

Laranja

Verde

 

6

7

B. Marrom

7

B.

Marrom

B.Marrom

7

       

8

Marrom

 

8

Marrom

Marrom

 

8

 

Cabo Fibra Óptica

A transmissão de dados através de fibra óptica é baseada na utilização da luz como um

condutor

de

sinais. O

cabo consiste de

uma

fibra de

vidro revestida com aço inoxidável, por

onde é realizada

a transmissão

da

luz. Ao redor do filamento existe uma outra substância de

baixo

índice

de

refração,

que

faz

com

que

os

raios sejam refletidos internamente,

minimizando assim as perdas de transmissão.

 
 

O

cabo

de

fibra

óptica

é

mais leve

e

menor

que

o

fio de cobre, podendo transmitir

informações em velocidade muito superiores ao do par trançado e do cabo coaxial. O número

de bits por segundo que pode ser transmitido segundo (1GBps)

pelo

cabo

é

na

faixa

de

bilhões

de

bits

por

Uma das

principais vantagens do cabo de fibra óptica é sua imunidade a interferência

eletromagnética e a ruídos.Em função disto, é possível a colocação do cabo em locais

subterrâneo, submersos no

oceano

ou

através

de

rodovias.

Uma

outra

característica

importante é a segurança dos dados que

trafegam

neste

meio.

Isto ocorre em função deste

meio não emitir radiação, o que impossibilita de se captar facilmente informações trafegadas.

 

Embora

o

cabo

de

fibra óptica

apresente

inúmeras

vantagens,

o

seu

custo

é

muito

superior aos demais meios, porém sua utilização é cada vez mais crescente.

DISPOSITIVO DE CONECTIVIDADE

Placas de Rede

 

A

placa de

rede

que

você irá

adquirir deve

ser adequada

ao

tipo

de rede escolhido

Ethernet, Fast Ethernet ou

Token Ring. Algumas placas vem com capacidades de conexão

para

todos os tipos

de cabos

.

Porém

devemos

saber

qual

o

tipo de barramento (PCI, ISA)

disponível do equipamento a ser instalada a placa, sendo que, sempre que possível seria melhor o desempenho com a utilização de placas PCI.

 

Quanto aos

preços, uma placa

de

rede

poderá

variar

entre

R$45,00

e

R$ 350,00

mudando apenas o fabricante e a origem da mesma. Quanto a instalação no equipamento deveremos ficar atentos para a sua configuração.

Será necessário especificar uma IRQ e um Endereço de E/S para a placa. (IRQ 10, Endereço

300H

são

os

mais

utilizados),

porém

devemos

tomar

certo

cuidado

com

o

hardware já

instalado para que não cause conflito este novo equipamento. Procure produtos que ofereçam garantia de pelo menos 1 ano.

 
 

Entre as funções de uma placa de rede temos:

 
  • - Preparação dos dados:

Para

que

possam

ser

enviados

pelos

cabos.

A

placa de

rede converte os

bits

de

dados

em

um

sentido

e

no outro quando

estes passam do

computador para o cabo.

  • - Endereçam os dados: Cada placa de rede tem seu próprio e único endereço

chamado de endereço MAC (MAC ADRESS), que ela fornece ao frame. A placa coloca um identificador nos dados quando estes são postos na rede.

  • - Controlam o fluxo de dados: A placa dispõe de uma RAM para ajudá-la o fluxo de dados e não sobrecarregar o computador nem os cabos.

a controlar

  • - Faz a conexão com o outro computador: Antes de enviar alguma informação, cada

placa inicia primeiramente um diálogo com cada uma das outras placas da rede.

Algumas informações sobre tamanho das palavras, intervalos de comunicação etc. são resolvidos nesta etapa.

chamado de endereço MAC (MAC ADRESS), que ela fornece ao frame. A placa coloca um

Repetidor

O repetidor trabalha na camada física da rede e tem a função de apenas amplificar o sinal, permitindo conectar segmentos de uma rede local entre 500 e 1.500 metros. Utilizando um repetidor você poderá aumentar a distância entre computadores de uma rede.

Hub

O hub também trabalha

na

camada

física da

rede

e

tem

a

função de

conectar as

máquinas e amplificar o sinal, permitindo conectar e aumentar o segmento de uma rede local.

O hub pode ser ativo e passivo.

Hub passivo – Este tipo de hub não requer energia para ser utilizado e por isso ele não amplifica o sinal, apenas conecta as máquinas.

– distância para a transmissão do sinal.

Hub ativo

o

hub

ativo

necessita

de

energia

e

amplifica o

sinal aumentando

Bridge e Switch

 

Um

bridge ou

switch,

ao contrário do repetidor, além

do

trabalho do nível físico da

rede também trabalha ne camada de enlace, conseguindo uma melhoria da performance

da

rede,

através

do

controle

de

tráfego.

Se,

por

exemplo,

um

bridge ou switch interliga

dois segmentos de cabo A e B, apenas os pacotes endereçados pelo segmento A para o

segmento B serão encaminhados. Qualquer

tráfego

dentro

do

segmento

A

que

não

referencie o segmento B só é conhecido pelos nós do segmento A. Essa segmentação é feita através da tabela que é montada usando os endereços

MACs das máquinas. Nessa tabela é identificado quem trabalha no segmento A e no

segmento

B,

quando

um

pacote

chega

a

porta

do

switch

ou

bridges

ele

verifica

o

endereço de origem e destino, se os dois endereços forem de segmentos diferentes ele

diexa passar o pacote se não ele bloqueia.

Roteadores

Os

roteadores

(routers)

são

mais

inteligentes

do

que

as

bridges e funcionam

reencaminhado mensagens através de algoritmos de roteamento complexo. Os

roteadores

trabalham

na

camada

de

rede

e podem

tratar

um

único

tipo

de protocolo ou

múltiplos protocolos. Os roteadores podem decidir qual o melhor caminho para enviar um pacote entre duas redes, fazendo isso se ganhar velocidade na transmissão de dados.

Um roteador pode se comunicar com outro roteador. Essa comunicação faz com que

as

tabelas

de

roteamento

sejam

trocadas.

Em

rede

com

dezenas de roteadores esasa

comunicação é fundamental para o bom desempenho das comunicações.

 

Gateway

 
 

Um

gateway

permite

interligar

redes

de

arquiteturas

totalmente

diferentes,

como

por

exemplo, uma rede DECnet

e

uma

SNA.

O

gateway está envolvido com as camadas mais

altas do modelo OSI.

PADRÕES DE ACESSO E MODELOS IEEE

IEEE 802.3 - Ethernet e IEEE 802.3u – Fast Ethernet

A

rede

Ethernet

e

a

Fast

Ethernet é

a mais conhecida dentre as atualmente utilizadas,

e , está no mercado há mais tempo do que as outras tecnologias de rede. A redução dos

preços e uma relativa alta velocidade de transmissão de dados fomentaram a ampla utilização da Ethernet e Ehternet.

 

Ela

poderá

ser

utilizada

com

topologia

barramento

(Coaxial)Ethernet

ou

Estrela(Par

trançado com HUB)Ethernet e Fast Ethernet.

 
 

Neste

tipo

de

rede, cada

PC

“ouve” o

tráfego

na

rede

e

se

não

ouvir nada, eles

transmitem as informações. Se dois clientes transmitirem informações ao mesmo tempo, eles

são

alertados sobre

à

colisão ,

param

a transmissão e esperam um período aleatório para

cada um antes de tentar novamente, este método é conhecido como Carrier Sense Multiple Access with Collision Detection (CSMA/CD) .

Vejamos um exemplo prático:

Vamos

supor

que

você deseje armazenar uma

planilha

no

winchester de uma outra

máquina. Pelo

método ethernet

,

a

primeira

coisa

que

sua

placa

de

rede

faz

é

escutar o

que

está acontecendo no cabo para determinar se, no momento, há alguém utilizando o cabo para transmitir dados. Essa é a parte carrier sense do CSMA/CD.

Aqui há duas possibilidades. Ou a rede, no momento, está ocupada, ou não está. Se a

rede estiver

ocupada

sua

placa

continua

tentando

até

que

ela

esteja

livre.

Uma

vez que

detecte que não existem dados trafegando então ela envia a planilha para o outro PC. Em caso de colisão os dados são perdidos é cada um dos envolvidos na colisão aguardam o período para retransmitir não havendo perdas para o usuário.

A

medida que

o número de estações aumentam, aumentam também o número de

colisões.

IEEE 802.5 - Token Ring

 

O

método

de

acesso

de

token

ring

(

passagem de permissão) utiliza um método

circular para determinar qual estação

tem

permissão

para

transmitir.

O

token

ring

opera em

topologia em

anel

e

garante que todas as estações

da

rede

tenham chance de transmitir

dados. Ele alcança esse objetivo utilizando um ou permissão.

padrão especial de bit conhecido como token

 

Em

uma rede token ring, seu computador

pacientemente

monitora

a

rede

até

que ele

veja um

padrão especial de

bits denominado permissão. Ao ver a transmissão ele envia um

pacote

de

dados. Este

pacote de dados viaja

pelo anel e o destinatário recebe na passagem.

Quando o pacote retornar ao transmissor ele

passa

o

token

para

a próxima estação. Este

processo se repete segundos.

infinitamente.

Os

tempos

necessários

são

medidos

em

frações de

PADROES DE TRANSMISSÃO

Lan - Implementação Ethernet

Padrões IEEE

 

10BaseT

10Base2

10Base5

10BaseFl

100BaseTX e 100BaseFX

 

10baseT

Em 1990,

o

IEEE

publicou o 802.3 para

redes usando par-trançado, 10Baset (10 Mbps

baseband, através cabo par-trançado) é uma rede que usa o cabo UTP para conectar

computadores. O STP pode fazer parte dessa especificação também.

 

Por

usar

o

cabo

Par-Trançado o tamanho máximo de uma

rede

10BaseT

e

de

100

metros sem nada para amplificar o sinal, podendo dobrar com um ou hub (ativo). O mínimo de

cabo entre dois computadores é de 2.5 metros.

10Base2

Essa topologia é chamada 10Base2 pela especificação IEEE 802.3 porque transmite a

10

Mbps baseband, usando o cabo coaxial fino (thinnet)

 

O

sinal nessa topologia pode chegar a

185 metros

sem

nada para amplificar o

sinal,

podendo ter no máximo 30 computadires por segmento de 185 metros.

 

10Base5

 
 

Essa topologia é chamada 10Base5 pela especificação IEEE 802.3 porque transmite as

10

Mbps, baseband, usando o cabo coaxial grosso (triknet).

 

Por

utilizar um cabo mais

resistente a

ruído,

o

sinal

pode

ser transmitido por até 500

metros.

10BaseFL

Para

redes que usem fibra óptica,

foi publicado a especificação 10BaseFL ( 10 Mbps,

baseband, através de fibra óptica ).

 

Um

dos motivos por se utilizar

10BaseFL é

a distância de 2000 metros sem nada

que

amplifique o sinal.

100BaseTX e 100BaseFX

Novas especificações foram publicadas para redes ethernet com transmissão de dados de alta velocidade. 100BaseTx ( 100 Mbps, baseband, cabo par-trançado com 2 pares Categoria 5 ) 100BaseFX (100Mbps, baseband, cabo fibra óptica ).

TOPOLOGIA DE REDE

A

topologia

de

rede, nada

mais

é

do

que

os

arranjo

físico

de

uma rede. Podemos

encontrar abaixo as principais topologias para LAN:

 

Barramento

Na

topologia

de

barramento,

os

nós

ficam

conectados

a

uma

única

linha

de

transmissão e todos compartilham o mesmo meio tanto para receber como para enviar mensagens. Esse tipo de topologia é utilizado nas redes que implementam broadcasting.

Devido a maneira

que

os

nós estão conectados a

linha. Caso haja algum problema com

o

meio de

transmissão,

por

exemplo,

um

rompimento

do

cabo,

toda

os

nós

da redes ficarão

incomunicáveis. Pode parecer

tanto

quanto

arriscada a implementação deste

tipo

de

topologia, mas a

verdade, a maioria das redes já foi assim, como, por exemplo, a Ethernet.

Estrela

 

Na

topologia

em

estrela

todos

os

nós

são

ligados

ponto-a-ponto

a

um

central

(hub).Quando um nó quer se comunicar com um outro nó qualquer diferente do hub, o nó-

origem envia a mensagem

primeiro

para

o

hub

e, posteriormente, o hub envia a mensagem

para

o

nó-destino.

A

grande

vantagem

desta

topologia

é

a

sua

simplicidade

de

implementação

e

baixo

custo.

Sua

desvantagem,

no

entanto,

praticamente

a

desqualifica,

pois se hub sofrer qualquer problema,todos

os outros

nós não poderão se comunicar.

Uma

solução comum para esta problema é adotar a redundância de equipamentos críticos que, em

caso de falha, poderão assumir as funções do equipamento inoperante. A topologia em estrela é normalmente empregada na ligação de terminais assíncronos a sistemas de tempo compartilhado (time-sharing), quando o número de terminais não é muito grande e a distância que os separa do hub for pequena.

Anel

 

A

topologia

em

anel

(ring

ou

loop)

se

assemelha

em

muito

com

a

topologia

de

barramento.Primeiramente,

os

nós

compartilham

o

mesmo

meio

de

transmissão,

se

comunicando

atreves

Do

conceito

de

broadcasting.

Em

segundo

lugar,

caso

haja

um

problema com a linha, toda a rede ficará indisponível. Alguns fabricantes utilizam essa topologia em suas redes locais, sendo a tecnologia de fibra ótica é baseado neste concepção. Falaremos sobre esta topologia e seu funcionamento, no capítulo de redes locais.

ENDEREÇAMENTO IP

Introdução

Cada

dispositivo

conectado

a

uma

rede

TCP/IP

é

identificado

por

um

único

endereço

IP.

Se

um computador tiver múltiplos adaptadores de rede, cada um terá o seu

próprio endereço IP. Este endereço, é representado em notação decimal pontilhada, isto

é, como

o valor

decimal de cada octeto

(oito

bits ou

um byte) do endereço separado por

um ponto.

Segue um exemplo de endereço IP: 192.168.1.100

Como os endereço IP identificam dispositivos em uma rede, deve ser atribuído um endereço IP exclusivo a cada dispositivo na rede.

Embora

um

endereço

IP tenha um único

valor, ele contem dois tipos de informação

identificador de rede e identificador de host de seu computador.

Identificador de rede – identifica os sistemas que estão localizados na mesma rede física. Todos os sistemas na mesma rede física devem ter o mesmo identificador de rede, que deve ser exclusivo na interconexão de redes.

Identificador

ou outro TCP IP numa rede.

de

host-

identifica

uma

estação de

trabalho

um servidor

, O endereço da cada dispositivo deve ser exclusivo

um roteador

para aquele

identificado de rede.

 
 

Um computador conectado

a

uma

TCP

IP utiliza

o identificador

de rede

e

de

host

para

determinar

quais

pacotes devem receber

ou ignorar, bem como

para determinar o

escopo de suas transmissões

( apenas comutadores com o mesmo identificador

de rede

aceitam mensagens de difusão em nível IP entre si ).

 
 

As redes

que

se conectam à internet publica devem obter um identificador

de

rede

oficial

do centro de informações

de

rede internet (inter NIC,

internet, Network information

Center ) para garantir a exclusividade do identificador da rede IP.

 
 

Após

receber

um identificador de

rede,

o

administrador

da

rede local

deve atribuir

identificadores de host exclusivos

para os

computadores

da

rede

local. Embora as redes

privadas que não estejam

conectadas

à

internet

possam utilizar

seu próprio identificador

de rede, obter um identificador de rede

válido no inter NIC permitirá

que uma rede privada

seja conectada à internet no futuro, sem atribuir, endereço novamente.

A

comunidade

internet

definiu

classes

endereço

para

acomodar

redes

de

tamanhos diversos. A classe de endereço pode ser reconhecida no primeiro octeto de um endereço IP.

A tabela

abaixo

resume a relação

entre

o

primeiro octeto de um determinado

endereço, e seus

campos de identificação de rede

e

de

host. Identifica também o

numero total de identificadores de rede

e de host para cada classe de endereço

que faz

parte do esquema

de endereçamento da internet.

designar os bytes do endereço IP.

Este exemplo utiliza w.x.y.z para

CLASSE

VALORES DE W

IDENTIFICADOR DE

IDENTIFICADOR

REDES

HOST

REDE

DE HOST

DISPONIVIES

DIPSONIVIES

POR REDE

A

1- 26

W

X.Y.Z

126

16,777,214

B

  • 128 W.X

– 191

Y.Z

16.384

65.534

C

  • 192 W.X.Y

– 223

Z

2.097.151

254

Os endereços de classe A tem o bit de mais alta ordem sempre 0 Os endereços de classe B tem os dois bti’s de mais alta ordem 10 Os endereços de classe C tem os três btis de mais alta ordem 110

Máscaras de Sub-Rede

223.200.10. 200 Endereço IP 255.255.25 0 5. Mascara Rede de 223.200.10. 0 Id de Rede Obs.:

223.200.10.

200

Endereço IP

223.200.10. 200 Endereço IP 255.255.25 0 5. Mascara Rede de 223.200.10. 0 Id de Rede Obs.:
255.255.25 0 5. Mascara Rede de
255.255.25
0
5.
Mascara
Rede
de
223.200.10. 200 Endereço IP 255.255.25 0 5. Mascara Rede de 223.200.10. 0 Id de Rede Obs.:

223.200.10.

0

Id de Rede

Obs.: Classe C
Obs.: Classe C

Máscaras de Sub-Rede

As máscaras de

sub-rede são valores de 32 bits que permitem que os destinatários de

pacotes IP distingam a porção do identificador de rede do endereço IP do host.

Por exemplo, quando o endereço

IP

é

194.157.57

e

o

host e

a máscara de sub-rede é

255.255.255.0, o identificador de rede é 194.157.57 e o de host é 27.

Como a

classe de

um

host

é facilmente determinada, configurar um host com uma

máscara de sub-rede pode parecer redundante. Mas as máscaras de sub-rede são utilizadas

também para maior segmentação de um identificador de rede atribuído, entre diversas redes

locais. Às vezes, apenas

parte de um octeto precisa ser segmentada, utilizando-se apenas

alguns poucos bits

para especificar identificadores de sub-rede e o mesmo identificador de

rede.

Regras básicas para endereçamento IP

Existem algumas

regras gerais que devem ser seguidas

quando se aplica endereços a

 

host

ou redes,

principalmente

se

este

host

ou

essa

rede

se

propõem

a

cassar o mundo

Internet.

 

Endereço 127 é reservado para teste (look-back) e comunicação interprocessos no computador local; não é um endereço de rede válido.

Os endereços 224 e superiores são reservados para protocolos especiais (IGMP – difusão

limitada de Protocolo de gerenciamento de grupos Internet e outros), e não podem ser utilizados como endereço de host.

O endereço 255 (todos os bits on) não deve ser usado nem para host nem para rede, pois ele é interpretado como broadcast.

O endereço 0 (todos endereço de rede somente.

os

bits

off)

também

não deve

ser usado, ele interpretado como

O endereço de um host deve ser único para uma rede

 

MODELOS DE COMPUTAÇAO

Modelos

de

computação

e

tecnologias de networking:

desenvolvimento

da

rede

são

baseados

nas

seguintes

Computação centralizada

No

modelo

de

computação

centralizada,

computadores

grandes,

chamados

mainframes são usados armazenar e organizar dados. Os usuários entram com seus dados em " dispositivos locais " chamados terminais.

Um terminal incorpora um dispositivo, como um teclado, hardware de comunicação de forma que um único mainframe poderia processar pedidos de terminais remotos múltiplos. Em computação centralizada, o mainframe provê todo o armazenamento de dados e habilidades de computacional; o terminal simplesmente é um dispositivo remoto. Foram criadas redes de computadores quando organizações começaram a requerer que aqueles mainframes compartilhassem informações e serviços com outro mainframes.

Computação distribuída

Em computação distribuída, computadores pessoais (PCs) tenha a própria capacidades de processando. No modelo de computação distribuída, a aplicação é dividida em tarefas, e cada tarefa é nomeada a um computador por processar. Os resultados do processo pode ser enviado como dados a outros computadores.

Computação colaborativa

Na

computação

colaborativa

usa

computadores

que

"colaboram"

habilidades

de

processos compartilhando-os.

 

No

modelo

de

computação

colaborativa,

podemos

compartilhar

dois

ou

mais

computadores

com

a

mesma

tarefa.

Computação

colaborativa

permite

computadores para

pedir recursos de processamento de outros computadores quando necessário.

Cliente-servidor

Em

um

ambiente

cliente-servidor utilizaremos

a

mesma rede local

porém

o

que

irá

mudar será a concentração dos dados ou dos sistemas a serem utilizados em um servidor o

qual será utilizado somente para esta função (Salvo raras exceções).

No ambiente cliente-servidor o processamento é realizado pelo servidor enquanto do lado do cliente ficam as aplicações visuais para acesso ao servidor. É comum encontrarmos

ambientes em que

o

banco de dados se localiza do servidor, podendo ser um SQL Server,

Oracle,

DB2

da

IBM.

Do

lado do cliente encontramos

aplicações desenvolvidas em Visual

Basic, PowerBilder, Delphi, ASP, JAVA e etc. Estes programas não realizam nenhum tipo de

processamento no ambiente cliente-servidor ficando para o servidor todo o gerenciamento de dados e manutenção de dados.

REDES PEAR TO PEAR COM WIN9X/ME/XP

O Sistema Operacional Microsoft Windows XP operacionais desktop da Microsoft.

O

Windows

XP

foi

projetado

para

fornecer

é

a

versão mais nova entre sistemas

aos

administradores

e

profissionais

de

suporte de sistemas uma série de ferramentas avançadas e recursos para melhor gerenciar seus computadores e reduzir os custos com suporte em empresas. Além disto, o Windows XP oferece um amplo conjunto de recursos e uma interface com o usuário aprimorada para aumentar a produtividade.

Com seus novos recursos para trabalho em rede, o Windows XP acaba com os antigos

problemas encontrados manutenção.

em

se

instalar uma rede

local,

tornando

mais

fácil

a

instalação e

Na verdade todos

os recursos necessários para

a

instalação

de

uma

rede

já estão

disponíveis no Windows XP, ficando para o administrador, tratar de assuntos como

compartilhamento de recursos, cadastro de novos usuários, etc.

Entre os recursos deste sistema operacional temos;

ß

Melhor interface com o usuário

 

ß

Plug and Play

 

ß

Arquitetura 32 bits