PROVIMENTO Nº 50/89

CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA
- SÃO PAULO -

NORMAS DE SERVIÇO
OFÍCIOS DE JUSTIÇA TOMO I

Desembargador MILTON EVARISTO DOS SANTOS
Corregedor Geral da Justiça

1989

PROVIMENTO Nº 50/89

O DESEMBARGADOR MILTON EVARISTO DOS SANTOS, CORREGEDOR GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO, no uso de suas atribuições legais e, CONSIDERANDO imprescindível a atualização das Normas de Serviço da Corregedoria Geral (NSCGJ), dada a multiplicidade de provimentos e outros atos normativos supervenientes a esse diploma, em sua primeira edição; CONSIDERANDO, ainda, a necessidade de revisão da matéria, decorrente da oficialização de todos os Ofícios de Justiça do Estado de São Paulo; CONSIDERANDO, finalmente, propícia a oportunidade para não só facilitar a consulta, mas também para melhor compreensão do alcance da sistemática adotada,

RESOLVE:

Artigo 1º - Ficam as NORMAS DE SERVIÇO DA CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA, que regulam o exercício da função correcional e a execução dos serviços auxiliares da justiça, dispostas em 20 (vinte) Capítulos, numerados do I ao XX, destinando-se os 12 (doze) primeiros aos serviços judiciais e os subseqüentes aos extrajudiciais. Artigo 2º - Entram em vigor, tanto que publicadas na Imprensa Oficial Estado, as normas relativas aos serviços judiciais (Capítulos I ao XII). do

Artigo 3º - Enquanto não ultimada a atualização dos demais capítulos que tratam dos serviços extrajudiciais, permanecem em vigor os dispositivos das "NORMAS DE SERVIÇO" de que cuida o Provimento CG 5/81.

São Paulo, 4 de setembro de 1989. MILTON EVARISTO DOS SANTOS CORREGEDOR GERAL DA JUSTIÇA

APRESENTAÇÃO
Por ser penosa e difícil a consulta de textos esparsos em numerosos provimentos, reuniam-se, pela primeira vez e num só volume, as normas correcionais emanadas da Presidência do Tribunal de Justiça, do Conselho Superior da Magistratura e da Corregedoria Geral, relativas à disciplina da função correcional e dos serviços auxiliares.
Nascia, então, no ano de 1973, com o aplauso do eminente Desembargador JOSÉ CARLOS FERREIRA DE OLIVEIRA, Corregedor Geral, a "CONSOLIDAÇÃO DAS NORMAS DA CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA". Obra encadernada logo se desatualizou. Crescia o serviço judiciário e com ele a necessidade de novos provimentos e novas regras. Coube ao eminente Desembargador ADRIANO MARREY, Corregedor Geral, em 1981, a iniciativa de um novo e alentado trabalho, que culminou com a edição das "NORMAS DE SERVIÇO DA CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA". Na administração do eminente Corregedor Geral, Desembargador BRUNO AFFONSO DE ANDRÉ, as "NORMAS DE SERVIÇO" foram publicadas em folhas soltas, inaugurando aprimorado e prático instrumento das atividades cartorárias. Colaboraram, nessas realizações, os Magistrados HÉLIO QUAGLIA BARBOSA, JOSÉ DE MELLO JUNQUEIRA, JOSÉ WALDECY LUCENA, GILBERTO VALENTE DA SILVA, EGAS DIRSON GALBIATTI, NARCISO ORLANDI NETO, LAERTE NORDI, RENATO CARLOS MASCARENHAS e RUI STOCO, com o prestígio de acatadas entidades de classe. Apesar do reconhecido propósito de mantê-las sempre em dia, com uma equipe permanente de trabalho, isso efetivamente não ocorreu. As conseqüências não tardaram. Aquele instrumento, simples e seguro, ao longo do tempo, sofreu um sem número de enxertos e mutilações. Não se podia perder, porém, uma obra já consagrada pelo público usuário e que tanto enriqueceu os anais forenses. Ao assumir, em janeiro de 1988, o cargo de Corregedor Geral, minhas preocupações se voltaram para a continuidade desse trabalho. Designei, para a árdua tarefa, o experiente e dedicado Magistrado SEBASTIÃO OSCAR FELTRIN, que centralizou os estudos. Elaborou-se relatório circunstanciado, que apontou a necessidade de completa revisão dos capítulos em vigor e introdução de outras matérias. Participaram, nessa fase, os Diretores de Divisão LAÉRCIO LACERDA, AKEO ANTONIO TSUTSUI, JOSÉ ROBERTO CANALE GREGÓRIO e ADAIR BORGES DE CARVALHO, todos com larga experiência cartorária. Os trabalhos se desenvolveram, por dez meses ininterruptos, resultando, a final, na edição de inúmeros provimentos, adaptados à realidade atual e à dinâmica judiciária. A oficialização dos cartórios judiciais e a privatização dos serviços notariais e registrários não mais recomendavam a permanência, em um só volume, de normas destinadas a uns e outros, sem qualquer especificação. Foram as "NORMAS DE SERVIÇO" divididas em dois volumes: o primeiro relativo aos serviços judiciais e o segundo aos extrajudiciais, conservando-se, quanto possível, a ordem dos capítulos.

Manteve-se, também, o sistema de folhas soltas. Contando a Corregedoria Geral, presentemente, com microcomputador e impressora, possível a pronta remessa ao usuário, de folha atualizada, quando houver modificação. Tudo se fez com o objetivo de dotar o Poder Judiciário Paulista de instrumento eficaz à altura de sua grandiosidade. O segundo volume, referente aos serviços extrajudiciais, deverá ser publicado ainda neste semestre. Agradeço a todos os que colaboraram para o bom êxito do trabalho, principalmente, aos meus auxiliares.

São Paulo, 4 de setembro de 1989.

(a) MILTON EVARISTO DOS SANTOS CORREGEDOR GERAL DA JUSTIÇA

CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO

CORREGEDOR GERAL DA JUSTIÇA Desembargador MILTON EVARISTO DOS SANTOS

COORDENAÇÃO: Juiz SEBASTIÃO OSCAR FELTRIN Juízes Auxiliares ALBERTO GENTIL DE ALMEIDA PEDROSO NETO ANTONIO CARLOS MATHIAS COLTRO AROLDO MENDES VIOTTI CÉLIO DE MELLO ALMADA FILHO FÁBIO MONTEIRO GOUVÊA GASTÃO TOLEDO DE CAMPOS MELLO FILHO GERALDO FRANCISCO PINHEIRO FRANCO GETULIO EVARISTO DOS SANTOS NETO HÉLIO LOBO JÚNIOR JOSÉ FÁBIO AMARAL VIEIRA KIOITSI CHICUTA LUÍS SOARES DE MELLO NETO NICANOR DA SILVA BAPTISTA FILHO VITO JOSÉ GUGLIELMI Diretores ADAIR BORGES DE CARVALHO AKEO ANTONIO TSUTSUI JOSÉ ROBERTO CANALE GREGÓRIO LAÉRCIO LACERDA Departamento da Corregedoria Geral da Justiça IRAHY PEREIRA CINTRA DE PAULA Divisão do Gabinete da Corregedoria Geral da Justiça REGINA ROSA DAROS FRIGERI APOIO EDITORIAL Associação Paulista de Magistrados Associação dos Serventuários de Justiça dos Cartórios Oficializados do Estado de São Paulo Associação dos Serventuários de Justiça do Estado de São Paulo Instituto de Estudos de Protesto de Títulos

TÁBUA DE ABREVIATURAS

ac. Agr. Pet. Ap. Cív. AR art.

- acórdão - Agravo de Petição - Apelação Cível - Assento Regimental - artigo

Divisão sobre Medicamentos . LC LEP LRP MF MLJ Mod. CPC CPP CSM D.Federal .Comunicado .Regimento das Correições . Com.Ministério da Fazenda .Lei Complementar . DECRIM DEPRI DIMED DIPO DJU DL DLC DOJ EC EOAB Fed. OAB Of.Supremo Tribunal Federal .c.parágrafo único .Decreto-lei .Lei dos Registros Públicos . Port.c.Ordem dos Advogados do Brasil .Depto.u. p.julgado .Secretaria da Segurança Pública .Mandado de Levantamento Judicial .Constituição Federal . Pres. Técnico de Inquéritos Policiais e Polícia Judiciária . Circ.Código de Processo Civil .Secretaria da Fazenda .Diário Oficial da Justiça .Estatuto da Ordem dos Advogados do Brasil . Res.Corregedoria Geral da Justiça .Código de Processo Penal .Ofício Circular .Lei de Execuções Penais .combinado com .Emenda Constitucional .página . Técnico das Execuções Criminais .Regulamento do Imposto de Renda .Secretaria da Receita Federal .Decreto . CC CF CGJ CJE Cód.Portaria .Depto.Modelo .habeas-corpus . GDJ HC IIRGD IN j. RIR RITJ RTJ SF SRF SSP STF TJ .Tribunal de Justiça . Proc.Provimento .Código Civil .Revista Trimestral de Jurisprudência .Processo .Código .Diário da Justiça da União .Resolução .Conselho Superior da Magistratura .Depto.Presidência .Regimento Interno do Tribunal de Justiça . L.Guia de Depósito Judicial .Lei .Instituto de Identificação "Ricardo Gumbleton Daunt" . pág. Técnico de Primeira Instância .Código Judiciário do Estado .Decreto-lei Complementar . Prov.Instrução Normativa . RC Reg.Regimento .

DO SERVIÇO DE TELEX. DO JECC (JUIZADO ESPECIAL CÍVEL E CRIMINAL).TAXA JUDICIÁRIA .DOS DEPÓSITOS E LEVANTAMENTOS JUDICIAIS . CGJ 11/2002 e Prov. CONTADOR E PARTIDOR . DAS VARAS E JUIZADOS ESPECIAIS E DO JUIZADO ITINERANTE PERMANENTE 1 . DO SERVIÇO ESPECIAL DE ENTREGA DE DOCUMENTOS-SEED.TOMO I SUMÁRIO CAPÍTULO I CAPÍTULO II CAPÍTULO III CAPÍTULO IV .DO DISTRIBUIDOR.DAS DESPESAS JUDICIAIS .DO PROTOCOLO INTEGRADO.DO PLANTÃO JUDICIÁRIO CAPÍTULO V CAPÍTULO VI CAPÍTULO VII CAPÍTULO VIII CAPÍTULO IX CAPÍTULO X CAPÍTULO XI CAPÍTULO XII 1 Prov. . DO JECRIM (JUIZADO ESPECIAL CRIMINAL) COM OFÍCIO ESPECÍFICO. DAS CÓPIAS REPROGRÁFICAS E AUTENTICAÇÕES E DO SERVIÇO DE ESTENOTIPIA . DAS EXECUÇÕES CRIMINAIS E DA CORREGEDORIA DOS PRESÍDIOS E DA POLÍCIA JUDICIÁRIA .DOS OFÍCIOS DE JUSTIÇA CRIMINAL. CSM 1.DO OFÍCIO DA PORTARIA DOS AUDITÓRIOS E DAS HASTAS PÚBLICAS .DA FUNÇÃO CORRECIONAL .DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA . DO JÚRI.DOS OFÍCIOS DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE E DOS SERVIÇOS AUXILIARES .670/2009.DAS NORMAS DE SERVIÇO DO JIC (JUIZADO INFORMAL DE CONCILIAÇÃO). DO JEC (JUIZADO ESPECIAL CÍVEL).DOS OFÍCIOS DE JUSTIÇA EM GERAL .

do JEC (Juizado Especial Cível).DAS DESPESAS JUDICIAIS .TOMO I ÍNDICE SISTEMÁTICO CAPÍTULO I CAPÍTULO II Seção I Seção II Subseção I Subseção II Seção III Seção IV Subseção I Seção V Seção VI Seção VII Seção VIII .670/2009 .Dos Classificadores Obrigatórios: item 32 . 3 . DO JECC (JUIZADO ESPECIAL CÍVEL E CRIMINAL).Adequação da redação da Seção V do Capítulo IV em elaboração. .Da Distribuição e dos Ofícios de Justiça da Capital Informatizados pelo SAJ/PG: itens 160 a 194 CAPÍTULO III .2 .Dos Livros e Classificadores Obrigatórios: itens 117 a 127 Subseção II .Do Arquivamento de Processos.Dos Livros: itens 1 a 6 Seção II .DA FUNÇÃO CORRECIONAL: itens 1 a 18 .itens 76 a 80 (suprimidos) Subseção II .670/2009. CSM 1.TAXA JUDICIÁRIA: itens 1 a 15 CAPÍTULO IV .Das Normas de Serviço do JIC (Juizado Informal de Conciliação).Suprimida . DO JEC (JUIZADO ESPECIAL CÍVEL).Da Movimentação dos Processos Cíveis em Geral: itens 7 a 57 Seção III . do JECRIM (Juizado Especial Criminal) com Ofício Específico.Das Atribuições: itens 1 a 4 .(esta Seção foi totalmente alterada pelos Provimentos CSM nº 1.Da Ordem Geral dos Serviços: itens 33 a 119 .Das Normas de Serviço do Setor das Execuções Fiscais da Fazenda Pública da Comarca da Capital/SP: itens 117 a 166 Subseção I .Suprimida . CSM 1.Das Ações de Acidentes do Trabalho na Comarca da Capital: itens 64 a 80 Subseção I . das Varas e Juizados Especiais e do Juizado Itinerante Permanente.DAS NORMAS DE SERVIÇO DO JIC (JUIZADO INFORMAL DE CONCILIAÇÃO).Da Ordem Geral dos Serviços: itens 128 a 146 1 2 Prov.DOS OFÍCIOS DE JUSTIÇA EM GERAL: itens 1 a 194 . 3 Artigo 2º do Prov. CGJ 11/2002 e Prov.Das Intimações: itens 58 a 63 Seção IV .Dos Livros e Classificadores Obrigatórios: itens 5 a 32 . na Comarca da Capital: itens 125 a 133 . DAS VARAS E JUIZADOS ESPECIAIS E DO JUIZADO ITINERANTE PERMANENTE 1: itens 1 a 166 Seção I . CSM 1.670/2009 e 1.679/2009).itens 81 a 116 Seção VI .Da Fase de Conhecimento: itens 64 a 75 Subseção II .Suprimida .itens 76 a 80 (suprimidos) Seção V .670/2009.Do Arquivamento de Processos em Geral: itens 120 a 133 . do JECC (Juizado Especial Cível e Criminal). DO JECRIM (JUIZADO ESPECIAL CRIMINAL) COM OFÍCIO ESPECÍFICO.Dos Livros dos Ofícios de Justiça em Geral: itens 5 a 31 . Artigo 2º do Prov.

Do Depósito e Guarda de Armas e Objetos: itens 93 a 106 .Dos Serviços da Corregedoria dos Presídios: itens 134 a 164 .DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA: itens 1 a 36 .Da Certidão do Distribuidor Cível: itens 47 a 49 .Das Disposições Especiais .Do Processamento das Execuções Fiscais: itens 158 a 166 .Da Fiança Criminal: itens 86 a 92 .Acidentes do Trabalho na Capital: itens 19 a 27 .Das Despesas de Condução: itens 12 a 36 . CONTADOR E PARTIDOR: itens 1 a 78 .Do Depósito de Substâncias Entorpecentes.Fazendas Públicas: itens 28 a 31 .Do Arquivamento dos Processos: itens 147 a 149 .Da Insanidade Mental do Acusado: itens 112 a 119 .Da Consulta ao Processo Eletrônico: itens 154 a 157 .Das Folhas de Antecedentes Criminais: item 81 .Da Materialização de Processos Eletrônicos: item 153 . Químicas.Dos Mandados e dos Editais: itens 40 a 69 . DO JÚRI.Das Intimações: item 85 .Subseção III Subseção IV Subseção V Subseção VI Subseção VII CAPÍTULO V . Explosivas e/ou Assemelhadas: itens 107 a 111 .Das Disposições Gerais: itens 165 a 177 .Das Disposições Gerais: itens 1 a 11 .Despesas de Condução .Dos Serviços da Corregedoria da Polícia Judiciária: itens 165 a 184 .Cartas Precatórias Originárias de Outros Estados da Federação: itens 32 a 36 .Da Cremação de Cadáver: itens 178 a 184 .Dos Contadores e Partidores: itens 64 a 78 .Da Suspensão Condicional do Processo: itens 185 a 194 .Dos Livros do Ofício de Justiça Criminal: itens 1 e 2 .Dos Serviços do Júri: itens 120 e 120-A .Da Distribuição nas Comarcas do Interior: item 63 .Das Disposições Gerais: itens 1 a 18 Seção II . DAS EXECUÇÕES CRIMINAIS E DA CORREGEDORIA DOS PRESÍDIOS E DA POLÍCIA JUDICIÁRIA: itens 1 a 194 .Das Cartas Precatórias: itens 70 a 80 .Da Expedição de Certidões para Fins Criminais: itens 82 a 84 .Da Distribuição .Da Ordem Geral dos Serviços: itens 3 a 85 .Da Distribuição na Comarca da Capital: itens 59 a 62 .DOS OFÍCIOS DE JUSTIÇA CRIMINAL.Das Contas de Liquidação nas Execuções Acidentárias na Capital: item 78 Seção I Seção II Subseção I Subseção II Subseção III Subseção IV Subseção V Subseção VI Seção III Seção IV Seção V Seção VI Seção VII Seção VIII Seção IX Seção X Subseção I Subseção II Seção XI CAPÍTULO VI Seção I Seção II Subseção I Subseção II CAPÍTULO VII Seção I Subseção I Subseção II Subseção III Seção II Seção III Seção IV Subseção I CAPÍTULO VIII .Da Distribuição por Meio Eletrônico: itens 150 a 152 . Tóxicas.Da Distribuição Criminal: itens 50 a 58 .Da Distribuição Cível: itens 34 a 46 .DO DISTRIBUIDOR.Disposições Gerais: itens 1 a 58 .Despesas de Condução . Inflamáveis.Dos Serviços de Execuções Criminais: itens 121 a 133 .Das Disposições Gerais: itens 3 a 39 .DOS DEPÓSITOS E LEVANTAMENTOS JUDICIAIS: itens 1 a 27 Seção I .

SEED: itens 10 a 19 Seção III .SEED. DAS CÓPIAS REPROGRÁFICAS E AUTENTICA-ÇÕES E DO SERVIÇO DE ESTENOTIPIA: itens 1 a 51 Seção I .Das Disposições Gerais: itens 4 a 18 .Da Autenticação: itens 45-B a 45-O Seção V .Das Disposições Comuns: itens 1 a 19 .Competência: itens 1 e 2 .Da Distribuição e dos Ofícios de Justiça Informatizados das Varas Especiais da Infância e Juventude da Capital: itens 53 a 72 Seção VIII .Centro de Visitas Assistidas do Tribunal de Justiça .Do Serviço Voluntário: itens 33 a 40 Seção V .CEVAT: itens 29 a 32 Subseção III .Dos Procedimentos: itens 17 a 22-G Subseção I .DOS OFÍCIOS DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE E DOS SERVIÇOS AUXILIARES: itens 1 a 76 Seção I .Dos Serviços Auxiliares: itens 23 a 40 Subseção I .Da Adoção: itens 45 a 52 Subseção I . DO SERVIÇO ESPECIAL DE ENTREGA DE DOCUMENTOS .Do Plantão Judiciário na Comarca da Capital: itens 19 a 27 .Das Cópias Reprográficas: itens 29 a 45-A Subseção II .Do Protocolo Integrado: itens 1 a 9 Seção II .CAPÍTULO IX .Do Serviço de Estenotipia: itens 46 a 51 CAPÍTULO X .Das Autorizações para Viagem: itens 41 a 44 Seção VI .DO PLANTÃO JUDICIÁRIO: itens 1 a 32 .Dos Livros: itens 6 a 16 Seção III .DO OFÍCIO DA PORTARIA DOS AUDITÓRIOS E DAS HASTAS PÚBLICAS: itens 1 a 11 CAPÍTULO XI .Da Execução de Medidas Sócio-Educativas: itens 22-A a 22-G Seção IV .Do Serviço de Telex: itens 20 a 28 Seção IV .DO PROTOCOLO INTEGRADO.Da Fiscalização das Entidades de Atendimento a Crianças e Adolescentes: itens 73 a 76 CAPÍTULO XII Seção I Subseção I Subseção II Subseção III Seção II Seção III .Dos Serviços da Infância e da Juventude: itens 1 a 5 Seção II .Do Plantão Judiciário nas Comarcas do Interior: itens 28 a 32 .Do Serviço Especial de Entrega de Documentos .Das Cópias Reprográficas e Autenticações: itens 29 a 45-O Subseção I .Das Comarcas que Participam do Sistema: item 3 .Do Serviço Social e de Psicologia: itens 24 a 28 Subseção II .Do Cadastramento em Juízo: itens 45 a 52 Seção VII . DO SERVIÇO DE TELEX.

da polícia judiciária e dos presídios. 48. D. em todo o Estado. 6 CJE. CGJ 2/84.2. art. 9 Res. O Corregedor Geral da Justiça poderá avocar as sindicâncias ou processos administrativos.1. CGJ 24/83 e 2/84. RITJ. poderá. 5 3.. polícia judiciária e presídios. 10 1 2 CJE. 29. CGJ 2/84. A função correcional consiste na fiscalização das serventias judiciais e extrajudiciais e seus serviços auxiliares. 51 e Prov. A correição extraordinária consiste na fiscalização excepcional. coleta de provas e aplicação de penas. a do foro extrajudicial. e Prov. pelos Juízes de Direito. inclusive das serventias não oficializadas. alterar a escala de Corregedores Permanentes nas comarcas com mais de uma Vara. 3 2. e. por motivo de interesse público. TJ 2/76. CGJ 2/84. art. CGJ 2/84. sendo exercida. 8 Prov. CGJ 24/83 e 2/84. ou apenas algumas destas unidades de serviço. art. 5 CJE. CGJ 2/84. art. art. pelo Corregedor Geral da Justiça.u.u. as do ano imediatamente anterior. gerais ou parciais. prevalecendo. realizável a qualquer momento. a dos ofícios e setores não subordinados a qualquer das Varas. O Corregedor Geral da Justiça. Quando se tratar de avocação solicitada pelo Juiz Corregedor Permanente. O exercício da função correcional será permanente.2. estiverem subordinados os servidores. 117. prevista e efetivada segundo estas normas e leis de organização judiciária. 3. Prov.786/30. CGJ 2/84. 7 4. serão realizados pelos Juízes Corregedores Permanentes a que.CAPÍTULO I DA FUNÇÃO CORRECIONAL 1. art. 4. 6 3. art. .1. 3 Provs. 2 2. 4 Provs. 4. com aprovação do Conselho Superior da Magistratura. 78. o pedido respectivo deverá ser minuciosamente fundamentado. Tais designações modificativas serão feitas normalmente no mês de dezembro. art.1.786/30.. As sindicâncias e processos administrativos relativos ao pessoal dos serviços de primeira instância. a dos presídios e da polícia judiciária.u. p. 8 4. 4 3. A correição ordinária periódica consiste na fiscalização normal. em qualquer fase. 1º e Prov.2. A Corregedoria Permanente dos ofícios de justiça caberá aos Juízes Titulares das Varas a que pertencerem. p. as leis de organização judiciária e provimentos cometerem essa atribuição. e designar Juízes Corregedores Processantes. 50 e Prov. 9 4. e a oficiais de justiça de qualquer natureza. na atualidade do procedimento. a pedido ou de ofício. nos limites de suas atribuições. I e Prov. ou através de correições ordinárias ou extraordinárias. CGJ 2/84 e L. conforme abranja todos os cartórios e ofícios de justiça da comarca. para apuração das faltas disciplinares. 1º. com explicitação dos motivos que o justifiquem. podendo ser geral ou parcial. 10 Prov. CGJ 2/84.396/82. 1 2. p. quando não efetuadas. aos Juízes a que o Código Judiciário do Estado. 7 D.

os Juízes de Direito Corregedores Permanentes designarão o Escrivão "ad hoc". CGJ 2/84.u. Ao término do procedimento. imediatamente será encaminhada cópia do ato inaugural à Corregedoria Geral da Justiça. No caso de correição onde houver mais de um ofício de justiça será designado Escrivão "ad hoc" o do ofício de numeração imediatamente superior à da serventia correcionada. será remetida cópia da decisão proferida. repartições e demais estabelecimentos sujeitos à sua fiscalização correcional. 3 Com. 3 6. de ofício ou mediante provocação. O Juiz Corregedor Permanente deverá. do artigo 5º do Regimento das Correições (Decreto Estadual nº 4. ou. 6 9. Instaurado procedimento administrativo que vise apurar a autoria de infrações administrativas.1. 7 9-A. Os Juízes de Direito da Grande São Paulo. CG 784/94 e Port. 1 5.Cap. que será efetuada por Juízes de Direito convocados nos termos do artigo 26 da Lei Complementar nº 225. com exceção dos Juízes das Varas das Execuções Criminais. dos Registros Públicos e da Infância e da Juventude da Comarca da Capital. art. Em sendo aplicada pena de suspensão. 78. deverá constar o período da mesma. Eventuais recursos deverão ser entranhados nos autos originais e estes remetidos à Corregedoria Geral da Justiça. Com. e Prov. CG 43/94. CGJ 41/2001. CGJ 176/87. será designado o Escrivão do 1º Ofício Cível ou o do 1º Ofício da mesma natureza. 8 Proc. 4 Com. No impedimento ocasional dos Escrivães das correições. sem necessidade da remessa dos autos originais. as decisões absolutórias ou de arquivamento. No caso de correição no único Ofício Judicial da Comarca ou de Foro Distrital. 5 8. conforme prescreve o parágrafo 2º. será designado qualquer dos serventuários do cartório extrajudicial.2. 5 Com. onde se processará o acompanhamento. por intermédio do DEPE 3. Sem prejuízo da competência dos Juízes Corregedores Permanentes.786. CGJ 176/87 e Prov. de 13 de novembro de 1979. Quando se tratar de correição em ofício único privativo do Júri. 7 LC 225/79. CGJ 176/87. TJ 2/76. respectivamente. art. a qualquer outro Ofício de Justiça que o Corregedor Geral da Justiça indicar. II. – I 4. 9. imediatamente será remetida cópia do ato inaugural à Corregedoria Geral da Justiça. por intermédio do DEGE 5. impondo também as sanções adequadas.1. ainda que convertida em multa. Em qualquer hipótese. uma vez por ano. obedecido o critério: 8 I.3. CGJ 2/84. com ciência ao servidor do decidido. 25 e p. III. CGJ 176/87. de 03 de dezembro de 1.2 6. onde se processará o acompanhamento. 6 Res. IV. . das Execuções 1 2 Prov.1. III e p. Na hipótese de correição em ofício cuja numeração for a única ou última da respectiva série. e certidão indicativa do trânsito em julgado. bem como. determinada a avocação e designado Juiz Corregedor Processante. remetendo relatório à Corregedoria Geral da Justiça. os serviços auxiliares correspondentes ficarão a cargo do Ofício de Justiça da Corregedoria Permanente a que subordinado o servidor. Instaurado procedimento administrativo em face de servidor já identificado. 4 7. ficam dispensados dessa correição. reexaminar.u. o Corregedor Geral da Justiça poderá aplicar originariamente as mesmas penas.930). efetuar correição ordinária em todas as serventias. enquanto não prescrita a infração. ainda.

Ao assumir a Vara ou Comarca de que seja titular. Na hipótese de correição no Cartório do JIC ou JEPEC.2. designado pelo Egrégio Conselho Superior da Magistratura. verificando a regularidade de seu funcionamento.4 11. 3 Prov. ou no Anexo Fiscal das Fazendas funcionará como Escrivão "ad hoc" o do Ofício de Justiça subordinado hierarquicamente ao Meritíssimo Juiz de Direito Coordenador ou Corregedor Permanente respectivo e. departamentos e cartórios. . Os estabelecimentos prisionais e outros destinados ao recolhimento de 1 2 Prov. ser lançado sucinto termo no livro de Visitas e Correições. Revogado. servirá como Escrivão "ad hoc" o do 1º Ofício de Justiça Criminal. o Magistrado fará visita correcional em todos os Ofícios de Justiça. nos seguintes setores. VI. 4 Prov. Delegacias de Polícia e Presídios sob sua corregedoria permanente. sem prejuízo das determinações que o Magistrado fizer no momento. Prov. Quando se cuidar de correição. V. servirão como Escrivães "ad hoc" os em frente identificados: a) Setor de Unificação de Cartas Precatórias Cíveis. quando se tratar do único Ofício das Execuções Fiscais da Capital será designado o Escrivão do 1º Ofício de Justiça Cível do Foro Central. Cartórios. Juiz de Direito da Vara Especial da Infância e da Juventude.1.2 10. apenas.3 11. Cópia desse termo será encaminhada à Corregedoria Geral da Justiça. CGJ 23/81.Cap.1.1 10. Família e Sucessões e Acidentes do Trabalho b) Setor de Unificação Precatórias Criminais de Cartas 11º Ofício Criminal 1º Ofício de Acidentes do Trabalho 2º Ofício Cível Diretor de Departamento do DIPO Diretor de Departamento do DECRIM Escrivão do Juizado Especial de Pequenas Causas Central Escrivão respectivo subordinado ao MM. CGJ 23/81. – I Criminais ou da Infância e Juventude. CSM 1570/08. CGJ 23/81. devendo. Essa visita correcional independerá de edital ou de qualquer outra providência. 34º Ofício Cível c) Setor das Execuções Acidentárias d) Cartório dos Auditórios e Hastas Públicas da Capital e) Departamento de Execuções Criminais (DECRIM) f) Departamento de Inquéritos Policiais e Polícia Judiciária (DIPO) g) Colégio Recursal da Capital(enquanto único) h) Unidades da Febem - 10. nas unidades do Departamento Técnico de Primeira Instância (DEPRI).

que deverão manter pasta adequada e atualizada das ordens normativas expedidas.2 11. os seguintes livros: 8 1 2 Prov.u. O Corregedor. A sistemática não desobriga a visita mensal às Cadeias Públicas. Ficarão à disposição do Juiz Corregedor Permanente ou Juízes Corregedores. cópias de provimentos e portarias da Corregedoria Geral da Justiça. 3 Prov. Corregedoria para dispensa das visitas mensais aos estabelecimentos prisionais situados fora de sua respectiva Comarca. CGJ 7/92 e Prov. a fim de serem aí examinados.2-B. 17. caso necessário. para o serviço da correição. diretamente ligados à situação territorial daqueles. 6 Prov.2-A. Prov. Os Juízes Corregedores Permanentes cuidarão que os cartórios de Registro Civil de distritos e municípios recebam. Juízes encarregados das execuções criminais. 8 Provs. CSM 1494/2008. através do anexo da Corregedoria Permanente.3 11.5 11. segundo distribuição de atribuições feita pelo C. todos os serventuários e oficiais de justiça da comarca. – I pessoas. A Seção de Corregedoria Permanente da Administração Geral do Fórum deverá conter.2-C. Suprimido. CSM 1494/2008.2. .4 11. 51 e p. CGJ 2/99. As visitas aos presídios da rede da COESPE deverão ser realizadas pelos respectivos Juízes Corregedores Permanentes.6 12. transferindo a obrigação aos MMs. sob responsabilidade tanto dos Juízes de Varas Privativas de Execuções Criminais como daqueles que acumulem outros serviços anexos. ser requisitada força policial. que não disponham de atribuições privativas para tanto. Poderá o Juiz Corregedor Permanente determinar que livros e processos sejam transportados para onde estiver. CGJ 2/99. Todos os funcionários e auxiliares da justiça são obrigados a exibir. encontrando-os em ordem. VII. art. CGJ 2/99. independentemente do local onde se localizem. ainda. Haverá em cada serventia. Os juízes responsáveis pelas execuções criminais e corregedorias dos presídios da rede COESPE. 4.2-D. no início das correições ou quando exigido pelo Juiz Corregedor Permanente. Na última folha utilizada dos autos e livros que examinar. deverão ser visitados uma vez por mês (art. CGJ 15/92 e 25/92. Conselho Superior da Magistratura. 5 Prov. os seus títulos e provisões. 66. os visará. 7 D.786/30. 16.1. 1 11. 14. Suprimido. CSM 1570/08. A determinação não elide a responsabilidade dos oficiais dos cartórios referidos. 7 17. poderão obter expressa autorização da E. podendo. obrigatoriamente. 13. 15.Cap. delegacia de polícia e presídio um livro de visitas e correições onde serão lavrados os respectivos termos. sujeitos à atividade correcional do Juízo. 4 Prov. lançará o Juiz Corregedor o seu "visto em correição". da LEP). 18.

. Compromisso de Autoridade e Servidores da Justiça.1 18.1 permanecerão arquivadas na Seção ou Diretoria de Administração Geral do Fórum. 12/2010 e 25/2011.2. móveis e pertences do Estado existentes no edifício do Fórum.1. e) Ponto dos Servidores não pertencentes aos Ofícios de Justiça. Implantado o sistema de controle de ponto biométrico. com índice. pelo prazo de cinco anos. CGJ 1/2002. a Seção ou Diretoria de Administração Geral do Fórum deverá manter duas fichas individuais (modelo próprio) para cada funcionário da Comarca. Até que seja implantado em todas as Comarcas do Estado de São Paulo o sistema de controle de ponto biométrico.2 18. CGJ 1/2002. Estas fichas permanecerão arquivadas para eventual consulta ou expedição de certidão.Cap. Livro Tombo. 3 Provs. f) Suprimido. após a implantação do ponto biométrico. – I a) b) c) d) Livro de Registro de Feitos Administrativos. 4 Prov. com registros de objetos. As fichas a que se refere o subitem 18. facultada a utilização de sistema informatizado para tanto. CGJ 1/2002 e CGJ 25/2011. CGJ 25/2011.3 18.4 1 2 Prov. fica dispensada a utilização das fichas previstas no subitem anterior. para eventual consulta ou expedição de certidão. uma para controle de freqüência e outra para a transcrição resumida de todas as ocorrências pertinentes à vida funcional.3. Registro de Portarias do Juízo. Provs.

os serviços do Cível. da Fazenda Pública. Nas demais comarcas tais execuções e ainda as de interesse da União. 6 Provs.1. 7 3. art. relacionados todos os feitos. Em cada comarca de terceira entrância há um ofício de distribuição judicial ao qual incumbem os serviços de distribuição cível e criminal. 194. 3º.CAPÍTULO II DOS OFÍCIOS DE JUSTIÇA EM GERAL SEÇÃO I DAS ATRIBUIÇÕES 1. 204. 3.3. 3 2. Nas comarcas e foros distritais de segunda entrância. 4º. com prazo mínimo de 30 (trinta) dias. . 6 Será formado expediente próprio. na Comarca da Capital. 3 LC 520/87. A inutilização ou incineração de processos de execuções fiscais só poderá ocorrer em relação àqueles arquivados há mais de 1 (um) ano. com mais de uma vara. decidindo o Juiz Corregedor Permanente acerca de eventual reclamação. 5 Provs. a este competem as atribuições dos serviços de distribuição. art. 2 2. são processadas pelo Ofício de Execuções Fiscais. 1 2 DLC 3/69. colhendo-se a manifestação da Fazenda e subseqüente publicação de edital.1. Aos ofícios de justiça serão atribuídos. 4 2. que tramitará pelo Cartório ou Anexo.2. em virtude de anistia.2. 7 Provs. que se encontrem nas condições do subitem 3. 3. Nas demais comarcas em que há uma única vara e um único ofício de justiça. atribuindo-se-lhes a numeração ordinal e a denominação da respectiva vara. As execuções fiscais estaduais e municipais e respectivas entidades autárquicas ou paraestatais. de acordo com suas respectivas varas. art. precedente. Aos ofícios de justiça competem os serviços do foro judicial. do Júri. CSM 584 e CGJ 28/97. CSM 485 e CGJ 22/92. CSM 485 e CGJ 22/92. incluídos os do contador e partidor. DLC 3/69. do Crime. Juiz Corregedor Permanente. há uma seção de distribuição judicial. 1 2. da Família e das Sucessões. além do arquivo geral.4. cabendo recurso no prazo de 15 (quinze) dias à Corregedoria Geral da Justiça. das Execuções Criminais. onde houver mais de uma. pagamento ou qualquer outro fato extintivo. são processadas pelo Ofício de Justiça ou Serviço Anexo Fiscal autorizado pelo Conselho Superior da Magistratura.2. 3. da Infância e da Juventude e da Corregedoria Permanente. 3. 5 Essa autorização será precedida de informação prestada pelo Diretor do Ofício do Anexo Fiscal ou Cartório Judicial ao MM. bem como de suas entidades autárquicas ou paraestatais. de Acidentes do Trabalho.3. art. para conhecimento de terceiros. 4 LC 520/87.

) e. 5 b) Ponto dos Servidores. etc. anotando-se a causa da extinção e o número do processo do expediente de incineração ou inutilização. g) Cargas de Mandados. 6 Prov. O mesmo procedimento deverá ser observado pelo Cartório do Distribuidor. vedada a substituição de folhas. Os escrivães-diretores deverão distribuir os serviços entre os servidores do ofício de justiça. CGJ 36/2007. Esgotado o prazo do edital. c) Visitas e Correições. processo mecânico de autenticação previamente aprovado pelo Juiz Corregedor Permanente. autenticados e encerrados pelo escrivão-diretor. CGJ 15/92 e 25/92. 17 e Provs. 7 Prov. Haverá nos ofícios de justiça controle. serão abertos. os Ofícios de Justiça deverão possuir livro ponto dos oficiais de justiça que prestem serviço junto às respectivas Varas. 5.Cap. CGJ 25/98. 7 i) Registro de Autos Destruídos. CGJ 10/76 e 6/85. inclusive de folhas soltas. Provs. 4 Prov. 3 D. previstos no item 18 do Capítulo I. lavrando-se o termo respectivo.3 SEÇÃO II DOS LIVROS E CLASSIFICADORES OBRIGATÓRIOS Subseção I Dos Livros dos Ofícios de Justiça em Geral 5. – II 3. Os livros em geral. 9 Prov. no que couber. CGJ 3/96. dispensada impressão no caso previsto no subitem 12. . 8 Provs. dia e hora para o ato de inutilização ou incineração. Os ofícios de justiça em geral deverão possuir os seguintes livros:4 a) Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça. f) Cargas de Autos. servindo de base para futura expedição de certidões. observado o subitem 26. CGJ 36/2007.8 5. d) Registro Geral de Feitos.129/31.1. aqueles demais pertinentes à Corregedoria Permanente. serão imediatamente encaminhados para encadernação (quando de folhas soltas). será designado local.1 deste Capítulo. procedimentos administrativos.1 deste Capítulo. sempre na mesma oportunidade. livro de Registro de Feitos Administrativos (sindicâncias. 5. 1 As fichas de andamento deverão ser mantidas em cartório.3. representações. 4. segundo a categoria funcional de cada um.2. podendo ser utilizado. Além dos livros acima enumerados. 6 e) Protocolo de Autos e Papéis em Geral.2 3. CSM 485 e CGJ 22/92. CSM 485 e CGJ 22/92.5. art. h) Registro de Sentença. para este fim. numerados. minudenciando-se os números dos processos.9 5. 5 Prov. Uma vez completado o seu uso. sem nenhuma reclamação. apenas para os cartórios que não estejam informatizados. com índice. pela utilização de livros de folhas soltas 1 2 Provs. CGJ 9/2007.6.

5. 9. b) suprimido. Nos Ofícios de Justiça não informatizados ou que. o qual servirá como memória permanente do Cartório. b) o emprego de tinta que não seja azul ou preta. 5 Provs. 1 5. – II ou outro meio idôneo. deverá ser organizado em folhas soltas em número de 50 (cinqüenta). quando será aberta necessariamente uma para o primeiro autor. Os livros e classificadores obrigatórios serão submetidos ao Juiz Corregedor Permanente para visto por ocasião das correições ordinárias ou extraordinárias e sempre que forem por este requisitados. será aberta ficha em nome do embargante na hipótese de 1 2 Provs. Este livro. apesar de informatizados. limitar a quantidade de fichas a serem abertas. 24/2001 e 15/2007. 7. de qualquer ordem. CGJ 24/2001. d) nos casos de litisconsórcio.Cap.1. 6. Implementado no sistema informatizado oficial controle eletrônico da remessa e retorno dos autos aos Tribunais. 6 Provs. O fichário será composto por fichas abertas em nome dos autores. em razão do grande número de litigantes. 8. os registros de remessa e recebimento de feitos e petições ao Cartório Distribuidor deverão ser formalizados exclusivamente pelas vias eletrônicas. organizadas em ordem alfabética.8 e) fica dispensado o fichário em nome de autor para as Cartas Precatórias. CGJ 3/96 e 36/2007. CGJ 4/99. da remessa e recebimento de feitos aos Tribunais. não estejam integrados ao sistema informatizado oficial. ou seu substituto legal. CGJ 36/2007. CGJ 4/99 e 24/2001.7 c) nos ofícios de justiça de execuções fiscais somente serão abertas fichas em nome dos executados. poderá o Juiz Corregedor Permanente. 4 6. fica dispensado o controle físico pelos cartórios de primeira instância. Não será permitido aos servidores. 9. consignando o motivo do afastamento ou a natureza da falta. CGJ 36/2007. efetuar as anotações pertinentes. 7 Prov. No livro de Visitas e Correições serão transcritos integralmente os termos de correições realizadas pelo Juiz Corregedor Permanente ou pelo Corregedor Geral da Justiça.4. Por ocasião das ausências ou afastamentos. cumprindo os requisitos dos demais livros obrigatórios. CGJ 24/2001.3. com as seguintes exceções:6 a) nos ofícios de justiça criminais. será elaborado um FICHÁRIO POR NOME DE AUTOR. O livro Ponto deverá ser assinado diariamente por todos os servidores. mediante assinatura do escrivão-diretor ou de seu substituto legal. . do JECRIM. 8 Prov. excetuandose aqueles que registram o ponto em relógio mecânico. dos servidores.1. somente serão abertas fichas em nome dos réus. na assinatura do livro Ponto: a) o uso de simples rubricas. indelével. deverá o escrivão-diretor. consignando-se horários de entrada e saída. 3 5. 5 10. O encerramento do livro Ponto deverá ser diário. 3 Prov. 10. do júri e das execuções criminais. Nos Ofícios de Justiça integrados ao sistema informatizado oficial. CGJ 36/2007. 2 5. 4 Prov.1. entretanto. Prov.1.

a data da suspensão do processo (art. CGJ 14/99 e 24/2001. o nome. da fazenda pública. a data do trânsito em julgado.7 10. Prov. do Júri e do JECRIM. a suma dos julgamentos. até o momento do arquivamento dos autos. – II haver Embargos de Terceiro interpostos no juízo deprecado. livro e fls.6 10. o n. 5 10. a data do fato. de forma a possibilitar a extração de certidões. a data da prisão.3 10. os incidentes de execução da pena. de tratamento ou de internação. CGJ 4/99 e 24/2001. 8 10. a natureza do feito. as fichas serão abertas em nome do autor.2. por sistema informatizado. a data da decisão confirmatória da pronúncia. . além do nº do processo. 5 Provs. CGJ 4/99. livro e fls. 14/99.3. Nos processos criminais. a data da distribuição. seu RG e CPF. anotações sobre recursos. 1 2 Os Ofícios de Justiça integrados ao sistema informatizado oficial deverão nele cadastrar os mesmos dados mencionados no item anterior e seus Provs. RG e CPF do autor. da infância e juventude. deverá ser anotado nas fichas: o n do processo.2. 14/99 e 24/2001. a data da expedição da guia de recolhimento. do registro geral de feitos. a ficha do primeiro autor. o nº. indicação da ficha em que consta a completa escrituração. ou.2.4 10. a suma do dispositivo da sentença. o nome e qualificação do réu. Preferencialmente será escriturada. a data do recebimento da denúncia. as progressões de regime. 3 Provs. até o momento do arquivamento dos autos. de família e sucessões.2. 24/2001 e 15/2007.2. em nome do réu. nos processos em que não se faça menção às crianças e/ou adolescentes. 4 Provs.1 f) nos ofícios de justiça da infância e juventude as fichas serão abertas em nome das crianças e/ou adolescentes envolvidos. o arquivamento e outras observações que se entender relevantes. os benefícios concedidos. 8 Provs.2. anotações sobre recursos. deve ser anotado nas fichas: o nº do processo.5. oportunidade em que deverão ser materializadas em papel.4. CGJ 27/2003. Nos processos de execução criminal.3. CGJ 4/99 e 24/2001. de acidentes do trabalho e anexo fiscal. CGJ 4/99. a data do trânsito em julgado. anotações sobre recursos.1. 366 do CPP e JECRIM). Nos processos cíveis. a suma do dispositivo da sentença. CGJ 4/99 e 24/2001. se este for o Ministério Público. livro e fls.2 10. lançando-se em todas as demais. as guias de recolhimento registradas. deve ser anotado nas fichas: o nome e qualificação do executado. as remições de pena e outras observações que se entender relevantes. 7 Provs. do registro da sentença. o nº. 24/2001 e 10/2006. do registro geral de feitos. 6 Provs.2. a discriminação das penas impostas em ordem seqüencial. o artigo de lei em que o réu foi incurso. do nome da parte. eventualmente abertas em razão de litisconsórcio. o n. o arquivamento e outras observações que se entender relevantes. CGJ 4/99. As fichas que compõem o fichário em nome do autor deverão conter as principais informações a respeito do processo. do registro de sentença.Cap. livro e fls. Nos Ofícios de Justiça não integrados ao sistema informatizado oficial as fichas que compõem o fichário por nome do autor poderão ser emitidas e escrituradas.

Quando do arquivamento dos autos do processo.1. 8 Provs. CGJ 10/2011. a presença de registro eletrônico de todas as fichas. . as fichas individuais respectivas devem ser inutilizadas. onde houver. Quando da devolução de Cartas Precatórias cumpridas ou da redistribuição de feitos a outras varas. CGJ 15/2007 e 10/2011. de forma a refletir o atual estado do processo. não estejam integrados ao sistema oficial. 5 Prov.6 10-A. Nos Ofícios de Justiça não integrados ao sistema informatizado oficial o fichário individual poderá ser substituído por sistema informatizado de controle e registro da movimentação processual. será elaborado um FICHÁRIO INDIVIDUAL. Nos Ofícios de Justiça integrados ao sistema informatizado oficial. CGJ 15/2007. O procedimento de inutilização das fichas em nome do autor deverá ser realizado no âmbito e sob a responsabilidade do Juiz Corregedor Permanente.4 10-A. As anotações feitas nas fichas devem ser fidedignas. destinado ao controle e registro da movimentação dos feitos. para que acompanhem o processo quando for arquivado. devendo ser aberta uma ficha para cada processo. CGJ 4/99 e 15/2007. devendo ser reaproveitada no caso de desarquivamento e novo andamento dos autos.1 10. claras e atualizadas. a segurança de todo o processo em vista das informações contidas nos documentos e demais providências administrativas correlatas. 9 Prov. Nos Ofícios de Justiça de Falências e de Recuperações ou nas seções respectivas dos Ofícios de Justiça em geral. Nos Ofícios de Justiça ainda não informatizados ou que. CGJ 4/99. a ficha individual deverá ser grampeada na contracapa. conservação dos documentos de valor histórico. extraindo-se uma cópia destas informações. organizadas em ordem alfabética. CGJ 4/99 e 15/2007. podendo.4.4.2 10. o qual deverá verificar a pertinência da medida. 9 1 2 Prov. 7 Provs. será composto por fichas abertas em nome dos empresários e das sociedades empresárias. Os Ofícios de Justiça integrados ao sistema informatizado oficial deverão conservar as fichas que compõem o fichário por nome de autor (item 10 e respectivos subitens) até então materializadas em papel.3.3 10-A.2.Cap. 3 Prov. CGJ 4/99 e 14/99. 7 10-A. – II respectivos subitens. CGJ 15/2007. 2/99. desde que dele constem informações fidedignas. em ordem crescente (1/99. Provs. de forma a refletir o atual estado do processo. 3/99. ficando vedada a utilização de fichas individuais materializadas em papel ou constante de outros sistemas informatizados. O fichário será organizado pelo número do processo.) e com subdivisão por ano. caso não informatizado. o fichário individual. o controle e registro da movimentação dos feitos será realizado exclusivamente pelo mencionado sistema. apesar de informatizados. 8 10-B. ser inutilizadas. no entanto. claras e atualizadas. CGJ 4/99 e 11/2005. 6 Provs. desde que todos os dados que delas constem sejam anotados no sistema de forma a possibilitar a extração de certidões.4-A.5 10-A. 4 Provs. etc.

. CGJ 20/92. da natureza da ação e da diligência deprecada. para guarda de dados estatísticos. CGJ 15/2007 e 10/2011.Cap. Os Ofícios de Justiça elaborarão balanço anual relativo a seus feitos. até a extinção dos processos a que se referem e serão grampeadas na contracapa dos autos. CGJ 10/2011. dispensável a consignação textual do juízo deprecado. de imediato. 15. 5º) Feitos desarquivados no ano.2. 3 Prov. Na coluna "observações" do livro Registro Geral de Feitos. As anotações pertinentes a este livro serão cadastradas no sistema.6 1 2 Provs. O balanço anual de feitos será mantido em classificador próprio. conservação dos documentos de valor histórico. com indicação completa do juízo deprecante e não apenas da comarca de origem. o escrivão-diretor providenciará. 13. exceto as execuções fiscais e os inquéritos judiciais falimentares que serão registrados em livros especiais. 1 10-B. 2º) Feitos vindos de outros anos. que voltem a ter efetivo andamento. No livro Registro Geral de Feitos serão registrados todos os feitos distribuídos ao ofício de justiça. bem como as circunstâncias de devolução de precatórias ou de entrega ou remessa de autos que não importem em devolução. – II 10-B. ocorrendo determinação judicial para redistribuição. CGJ 40/2001 e 30/2009. 4º) Feitos que passam para o ano seguinte.1. é. ser inutilizadas desde que anotados no sistema informatizado oficial todos os dados que delas constem de forma a possibilitar a extração de certidões. o qual deverá verificar a pertinência da medida. 15. As precatórias recebidas serão lançadas no livro Registro Geral de Feitos. do qual constará o seguinte:4 1º) Feitos distribuídos no ano. O procedimento de inutilização das fichas individuais deverá ser realizado no âmbito e sob a responsabilidade do Juiz Corregedor Permanente. 4 Provs. dos nomes das partes.1. independentemente do recebimento de folhas soltas para composição do livro de Registro de Feitos ou do fornecimento de etiqueta de autuação. 2 11. 12. por ocasião de seu arquivamento. 12. porém. 6 Prov. CGJ 30/2009. datilografadas. 3 13. a segurança de todo o processo em vista das informações contidas nos documentos e demais providências administrativas correlatas. Prov.1. podendo. O lançamento devido no respectivo livro será efetuado oportunamente. 5 Prov. É facultada a organização do Registro Geral de Feitos em folhas soltas. sempre porém protegidas por capa dura e encadernadas ao término do livro formado (modelo próprio).5 14. no entanto. entrega e devolução de autos ou retificação. o cumprimento da ordem. CGJ 36/2007. Nas Comarcas em que a distribuição encontra-se informatizada.1. como memória permanente do cartório. a presença de registro eletrônico de todas as fichas. As fichas individuais serão encerradas e mantidas em local próprio no Oficio de Justiça. 3º) Feitos liquidados no ano. deverão ser anotados o número da caixa de arquivamento dos respectivos processos. Nos cartórios integrados ao sistema informatizado oficial fica dispensada a impressão do livro de registro geral de feitos.

que não impliquem devolução. só podendo entrar em férias sem nenhum mandado em mãos. Não serão feitas cargas aos oficiais de justiça nos 15 (quinze) dias antecedentes às suas férias marcadas na escala. segundo a sua destinação.1. 23.1 16. Foro Regional ou Distrital por onde tramita o feito. assim que restituídos os autos ou mandados. vedada a baixa para redistribuição. sendo que os de carga serão submetidos a visto por ocasião das correições ordinárias ou extraordinárias e sempre que forem requisitados pelo Juiz Corregedor Permanente. sirvam como tal. valendo-se da fé pública. por despacho judicial. para o juiz. Prov. para contador.1. valendo-se da fé pública. que poderá ser desdobrado em número equivalente ao dos oficiais de justiça em exercício. a via destinada ao livro Registro de Sentenças deve ter as respectivas folhas autenticadas pelo Diretor do Ofício de Justiça que. Não deve ser admitido. em consonância com a baixa registrada. para advogados. CGJ 40/2001. ou por este exigido. mesmo que a título provisório (remessa de autos aos Tribunais). e que deverão ser autenticadas pelo Diretor do Oficio de Justiça que. 20. Haverá também livro Carga de Mandados. na presença do interessado sempre que possível. só as saídas de autos. que se incumbirá de coibir eventuais abusos ou excessos. . 18. certificará sua correspondência com o teor da 1 2 Prov. 3 22. 17. da restituição deve ser lançada certidão nos autos.2 21.2. Haverá livro Protocolo. com tantos desdobramentos quantos recomendem a natureza e o movimento do ofício de justiça.2.4 24. 24. O registro a que alude este item deverá ser procedido em até 48 horas após a baixa dos autos em cartório pelo juiz. com menção do dia. destinando-se ao registro de casos de entrega ou remessa. 3 Prov. a saber. CGJ 12/83. esses atos serão adequados ao livro Protocolo de Autos e Papéis em Geral. certificará sua correspondência com o teor da sentença constante dos autos. que os correspondentes recibos sejam assinados ou os comprovantes colados no livro Registro Geral de Feitos. ainda que na coluna "observações".Cap. para o representante do Ministério Público. será formado com as vias emitidas para tal fim. – II 15. no livro Carga de Mandados. porque não se encontra exercendo suas funções na Comarca. ou de remessa através de via postal. etc. com destino definitivo.5 24. 5 Prov. Todas as cargas devem receber as correspondentes baixas. CGJ 19/2003. Suprimido. nesse prazo cumprirão eles os mandados anteriormente recebidos. O livro Registro de Sentenças. Quando não for possível colher a assinatura do juiz sentenciante. 4 Provs. Os livros de Cargas de Autos deverão ser desdobrados. deverão ser lançadas no livro. nos Ofícios de Justiça informatizados com o sistema da PRODESP. quando se trate de entrega de autos às partes. Serão também registradas. CGJ 1/2006 e 16/2009. Deverá ser mantido rigoroso controle sobre os livros em geral. 19. CGJ 36/2007. 20. as petições que. ao passo que as remessas em tal caráter serão simplesmente anotadas nas fichas usuais de movimentação processual. destinando-se um para cada qual. Deverão ser evitadas anotações a lápis no livro Registro Geral de Feitos.

5 28. CGJ 39/2000. 2/82 etc. 9 Prov. d) para cópias de ofícios expedidos. 12 c) para atos normativos e decisões da Corregedoria Permanente. Os ofícios de justiça possuirão os seguintes classificadores: 10 a) para atos normativos. e) para ofícios recebidos. . Prov. 11 Prov. 3/80. Nos Ofícios de Justiça ainda não contemplados com o sistema informatizado da PRODESP. Todas as sentenças. cíveis em geral.3. a averbação. 1/82. decisões e comunicados da Corregedoria Geral da Justiça.. 5 Prov. deverão ser registradas.).2 24.8 31. porquanto impossível. Suprimido. CGJ 1/2006.Cap. decisões e comunicados do Conselho Superior da Magistratura. . 11 b) para atos normativos. 4 27. proferida no âmbito do Poder Judiciário do Estado de São Paulo. 6 Prov. ficam dispensadas de registro em livro próprio. CGJ 25/98. e trabalhistas. As sentenças registradas deverão ser numeradas em série anual renovável (1/80. sentença penal condenatória) deverá ser registrada no livro de registro de sentença. As sentenças registradas no sistema informatizado oficial com assinatura digital. CGJ 39/2000. 12 Prov. 2/80. deverão ser averbadas ao registro da sentença embargada ou liquidada. 26.. CGJ 18/2005. CGJ 16/2006. 8 Prov.7 30. neste caso.6 29. . Suprimido. criminais. 3 25. CGJ 39/2000. A decisão relativa a embargos de declaração e a que liquidar sentença condenatória cível. ou com a respectiva cópia reprográfica. CGJ 36/2007. 7 Prov. o livro Registro de Sentenças será formado com segunda via da sentença.4. 3 Prov. 4 Prov.1 24. CGJ 25/98. Suprimido. Suprimido. Suprimido.1. CGJ 18/2005. – II sentença constante dos autos. ou com outro sistema de segurança aprovado pela Corregedoria Geral da Justiça e que também impeça a sua adulteração.9 Subseção II Dos Classificadores Obrigatórios 32. 1 2 Prov. 10 Provs. com utilização do sistema informatizado.g. 26. assinada pelo juiz de direito. mesmo as extintivas de punibilidade. Por exceção. CGJ 16/84 e 1/2002. CGJ 1/2006. a decisão que liquidar outros títulos executivos judiciais (v.

Provs.2. 5 Prov. borrões ou entrelinhas.3.3 32. antes da subscrição do ato. termos.1. terão fundo inteiramente branco.2 para guarda dos balanços anuais e outros dados estatísticos porventura adotados para as Unidades. o endereço completo do Fórum remetente. observadas as normas específicas de cada um.1 para guarda da “Folha do Diário Oficial” correspondente à publicação das intimações do respectivo ofício de justiça. Decorrido o prazo estabelecido poderão ser inutilizados nos termos do item 42. O classificador a que alude a alínea "d" destina-se ao arquivamento. 3 Prov. que não se refiram a feito do próprio ofício de justiça.Cap. podendo os classificadores previstos nas alíneas “a” e “b” ser substituídos por sistema informatizado de arquivamento e indexação. CGJ 16/84 e 18/2005. indelével. nos livros e papéis. CGJ 16/84. É vedado o uso de: a) tinta de cor diferente da prevista no item anterior. 37.guias de recolhimento de diligências do oficial de justiça. 7 Prov. detergente ou raspagem por qualquer meio. Os papéis utilizados para escrituração de atos. . de forma legível e autenticada. 35. CGJ 25/98.7 SEÇÃO III DA ORDEM GERAL DOS SERVIÇOS 33. as devidas ressalvas. omissões.6 32. emendas. Na escrituração dos livros e autos. Os ofícios de justiça deverão possuir e escriturar todos os livros regulamentares. Suprimido. 8 35. CGJ 30/2009. 6 Prov. inclusive com o nº do código de endereçamento postal e telefone.4 32. apenas para os cartórios que não estejam informatizados. 36. 8 Provs. 4 Provs. rasuras. deverão ser evitados erros. “e” e "f" deverão ser mantidos em cartório pelo prazo de dois anos. quando necessário. Os classificadores previstos nas alíneas "a". e aquele indicado na alínea “g” por seis meses. "b" e "c" reunirão apenas os atos e decisões de interesse do ofício de justiça. Os classificadores indicados nas alíneas “d”.5 32. 34. CGJ 25/98. As anotações de “sem efeito” deverão sempre estar datadas e autenticadas com a 1 2 Prov. bem assim o e-mail institucional. CGJ 25/98. – II f) g) h) para GRD . Nos ofícios e cartas precatórias expedidos deverão constar a Comarca.1 e 42. efetuando-se. A escrituração.1. excluídas as autuações e capas. b) borracha. mecânico ou químico. CGJ 12/2000 e 32/2008. das cópias de ofícios. em ordem cronológica. deve ser sempre feita em vernáculo. 34.4.2 deste Capítulo. certidões ou traslados.1. CGJ 25/98 e 9/2007. com tinta preta ou azul. com índice por assunto. a Vara.

o número e a página do livro ou processo onde se encontra o assentamento. inutilizados mediante prévia autorização do Juiz Corregedor Permanente. A certidão será elaborada. a seguir. 4. 40. Prov. os livros de carga e demais papéis. com certidão da data da inutilização. e encaminhada pelo cartório judicial diretamente para a unidade solicitante. das testemunhas e dos escreventes. As certidões em breve relatório ou de inteiro teor serão expedidas no prazo de 5 (cinco) dias. CGJ 03/2009. Dentre as obrigações dos senhores diretores dos cartórios judiciais está a de abrir diariamente os seus e-mails institucionais. autos ou papéis a seu cargo. 8 Prov. O pedido será feito pelo escrivão-diretor. dos procuradores. autos e papéis. 4 Prov.Cap. 5 D. serão sempre consignados o número correspondente ao livro Registro de Feitos. CGJ 20/90. 8 45. 39. 11. arquivando-o. termos. Ao expedir certidão. 44. Deverão ser colhidas as assinaturas do juiz. CGJ 36/2007. desde que reputados sem utilidade para conservação em arquivo.3. editais e outros atos de sua atribuição serão subscritos pelos escrivães-diretores.2. após os devidos lançamentos. precatórias. 42. Os recibos de correspondência deverão ser arquivados em pastas próprias dos ofícios de justiça.1 38. III. CGJ 36/2007.2.1. deverão ser evitados e inutilizados os espaços em branco. CGJ 20/90. As certidões. 40.786/30 e RC. alvarás.5 42. poderão ser.1. em classificador próprio. seguido de barra e menção do ano. das partes. Deverá ser evitado o uso de espaço número um nos atos datilografados. classificados ou catalogados. CGJ 40/2001.1. art. 6 Prov. 4 41. encadernados. Nos autos e nos livros. bem como a data e a folha em que se acha o registro. 3 Prov. Na capa ou autuação do processo. materializada. Os livros e papéis em andamento ou findos deverão ser bem conservados e.7 43. CGJ 16/99. quando for o caso. em livros. contados da data do recebimento em cartório do respectivo pedido. Fica vedada a utilização de chancela e de qualquer recurso que propicie a reprodução mecânica da assinatura do juiz. Serão atendidos em 48 horas os pedidos de certidões de objeto e pé formulados pelo e-mail institucional de um cartório judicial para outro. 3 40. 7 Prov.6 42. imediatamente após a prática do ato. 1 2 Prov. 44. logo depois de lavrados. que consignará os elementos indispensáveis à identificação do livro ou papéis.2 40. o número do processo. . – II assinatura de quem as haja lançado nos autos. consignando a designação. Após revisados e decorridos 2 (dois) anos do último registro efetuado. o escrivão-diretor dará a sua fé pública do que constar ou não dos livros. por qualquer modo.

4. indicando a folha onde foi aplicada a correspondente penalidade. 188-b. Na hipótese de numeração repetida.1. parágrafo único. Os escrivães-diretores ou. CSM 1490/2008. a representação terá numeração própria. Nos feitos vinculados à área infracional da Infância e Juventude. acrescentar-se-á apenas uma letra do alfabeto em seqüência (188-a.).538. 9 46-A. certificando-se.. cujo recolhimento é condição de procedibilidade de qualquer outro recurso. CSM 1490/2008. acrescentar-se.2. 6 46. 8 Prov. 5 46.3. 4 Prov. Antes da subida dos recursos à Instância Superior. a multa imposta. – II 45. CGJ 7/2000.Cap. os escreventes farão a revisão das folhas dos autos que devam subir a despacho ou ser remetidos à Superior Instância. 6 Prov. 7 Prov.2. Em caso de erro na numeração. CSM 1490/2008. 17/2001. 188-b. certificando-se.830/80). 11 46-A.1. deverá a Serventia anotar a sua imposição na capa dos autos. caput e § 1º. CSM 1490/2008. sendo vedada a renumeração. do CPC). deverá o escrivão-diretor 1 2 Provs. apondo-se o número da folha.3. indicando a folha onde foi aplicada essa penalidade. Prov.). deverá ser anotada pela Serventia na capa dos autos. certificar-se-á a ocorrência. Nos cartórios integrados ao sistema informatizado as anotações do item 45 não precisam ser lançadas na capa dos autos. apurado segundo critério de atualização definido pelo juiz do processo. 7 46. 3-r.1 45.1. no caso de imposição de multas previstas no artigo 798.3 45. § 3º e no artigo 855 do Regimento Interno do Tribunal de Justiça. 188-c etc.3. Somente serão formados autos suplementares quando da remessa dos autos à segunda instância se o processo envolver questão de alto risco conforme determinação judicial. 5 Prov.á apenas uma letra do alfabeto em seqüência (188-a. o valor de alçada recursal (artigo 34. Havendo recurso tramitando no Tribunal competente. A numeração da comunicação do ato infracional será sempre aproveitada de forma integral. sendo vedada a renumeração.. 10 Prov. 2-r.4 46. CGJ 7/2000. sob sua supervisão. 26/2003 e 23/2010.2 45. 11 Prov. 10 46-A. 12 46-B. . CGJ 47/89. CSM 1490/2008. Em caso de erro na numeração. 9 Prov. 3 Prov. 188-c etc. da Lei nº 6. seguido da letra “r” (1-r. 8 46-A.). CSM 1490/2008. CSM 1591/2008. CGJ 12/2009. 12 Prov. certificar-se-á a ocorrência.2. Na hipótese de numeração repetida. e encontrando-se os autos principais em Primeira Instância. Quando da reiteração de embargos de declaração reconhecidamente protelatórios (art. em moeda nacional corrente. Nas execuções fiscais será anotado na capa. comunicadas estas pelo respectivo Tribunal. CSM 1490/2008.

O encerramento e a abertura de novos volumes serão efetuados mediante a lavratura das respectivas certidões. advogados. CGJ 4/78. a promotor de justiça ou advogado. Não será permitido o lançamento. CSM 31/67 e CGJ 33/89. dos autos conclusos ao juiz e que não receberem despacho ou não forem sentenciados até o final do expediente do dia. 2 47.2. 7 Provs. à tinta ou a lápis. 50. comunicá-la incontinenti ao Juiz Corregedor Permanente. nos autos. entretanto. assim quando efetuadas através de publicação. ou o uso de sublinhar palavras ou expressões. Os autos de processos não poderão exceder de 200 (duzentas) folhas em cada volume. CGJ 40/2001. CGJ 10/91 e CSM 1490/2008.3. CGJ 12/92. CSM 31/67. dos seus advogados com o número da respectiva inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil. ficará isto consignado no assentamento da carga. Os escrivães-diretores enviarão os autos ao juiz ou ao órgão do Ministério Público no dia em que assinar o termo de conclusão ou de vista. decisões e sentenças devem consumar-se de maneira objetiva e precisa. As intimações de despachos. 23/93 e 40/2001. sem prévia assinatura no livro de carga e descarga.2. 1 47. em folhas regularmente numeradas. a permanência de autos em cartório com tais termos.5 48. formar-se um só volume para encerrar uma única peça processual que contenha mais de 200 (duzentas) folhas. 51. CGJ 3/89. devendo o escrivão-diretor ou escrevente. 3 Prov. Será feita carga. Se o juiz se recusar a assinar.1.1. ao constatar irregularidade tal. neste caso. dos juízes. como de carta registrada.6 48. Os termos de movimentação dos processos. Nenhum processo será entregue com termo de vista. ou daqueles a quem se refiram.4 48. 5 Prov. – II certificar nos autos eventuais suspensões de expediente havidas no período que vai da data da intimação às partes da sentença ou do despacho que provocou o inconformismo. 47. deverão ser preenchidos com os nomes. representantes do Ministério Público. Prov.9 1 2 Provs. com as especificações e motivações respectivas. Poderá. CSM 31/67 e 356/89. . regularmente datados.7 49. 47. prosseguindo sem solução de continuidade no volume subseqüente. até a data em que foi protocolada a petição que contém o recurso.Cap. ser encerrado com mais ou menos folhas. por extenso. As publicações e as cartas devem conter. 4 Provs. decididos pelo juiz. mesmo a pretexto de ter o volume atingido 200 (duzentas) folhas. 9 Prov. Em nenhuma hipótese será seccionada peça processual com seus documentos anexos. CSM 31/67. excetuados os casos especiais. 3 48. de cotas marginais ou interlineares. além dos nomes das partes. não sendo permitida. sob qualquer pretexto.3. 8 Provs. 6 Prov. podendo.8 51.1. igualmente.

7 55.1. Extraído o edital.4 53. 5 Prov. sentenças e certidões de atos ordinatórios para publicação no Diário da Justiça Eletrônico.3 52. 7 Provs. 3 Provs. A entrega da minuta. Suprimidos. no verso do despacho. A afixação de editais de qualquer natureza será certificada nos autos. 15 63. conferido e assinado. se não houver espaço. 12 Prov. 12 57.1.8 56.2. propriamente ditas. devem ser documentadas na mesma folha. 10 Prov. para fins de publicação. ofícios e autorizações 1 2 Prov. sentença ou certidão. CGJ 28/89 e 24/2008. Suprimido.1. 9 56. 40/2001 e 24/2008. independentemente da juntada do exemplar impresso. 23/2005 e 24/2008. CGJ 36/2007 e 24/2008. Suprimido.2. CGJ 28/89. 4 Provs. CGJ 17/95 e 24/2008.6 55. 11 Prov. Suprimido.2. precatórias. 13 58 a 61. sem prejuízo da fiscalização ordinária dos Juízes Corregedores Permanentes. 13 Prov. CGJ 17/95 e 24/2008. devendo o escrivão-diretor rubricar cada uma delas. CGJ 17/95. CGJ 24/2008 6 Provs.5 54. conferindo diariamente seu teor. Caberá aos escrivães-diretores velar pelo adequado cumprimento das normas atinentes às publicações ou às intimações por carta. CGJ 29/89. 11 57. CGJ 17/95. sempre mediante recibo. CGJ 17/95. Suprimido. A remessa dos despachos. bem como as publicações. CGJ 17/95. 9 Provs. 55. Os instrumentos de ordens. requisições. 10 57. que seja suficiente para o entendimento de seu conteúdo. CGJ 4/78 e 24/2008.2. CGJ 40/2001. 8 Prov. . serão autenticadas as respectivas folhas com a chancela do ofício de justiça. CGJ 17/95. 15 Provs. Suprimido. Provs.2 52.Cap. As publicações de edital feitas no Diário da Justiça Eletrônico comprovam-se mediante certidão. Suprimir. 14 Prov. Suprimido. poderá ser feita a estagiário ou advogado com procuração nos autos. Da publicação ainda constará o número e espécie do processo ou procedimento e o resumo da decisão judicial publicanda. – II 51. 14 62. A publicação de edital em jornal de ampla circulação local será providenciada pela parte ou por agência de publicidade de sua escolha e comprovada nos autos mediante a juntada do exemplar original. CGJ 24/2008.1.1 52. ao pé ou.

as requisições e ofícios gerais de comunicação. Desde que haja expressa autorização da Corregedoria Permanente. O escrivão-diretor certificará a autenticidade da firma do juiz que subscreveu o documento. Os mandados. nas demais hipóteses em que a lei exigir ou quando houver dúvida a respeito da sua veracidade. alvarás em geral. 64. delegados de polícia. de forma legível. individual ou coletiva. contramandado de prisão e alvará de soltura. contramandado de prisão e alvará de soltura. A expedição da carta de citação e sua data serão comunicadas ao juízo por meio de relação.1. prisão. CSM 504. mandado e contramandado de prisão.2. da expedição por meio eletrônico. os prenomes. em não havendo determinação do juiz em sentido contrário. Provs. observadas as exceções das alíneas “a” a “c”. 1 2 Prov. A certificação da autenticidade da assinatura do juiz pelo diretor do cartório somente será realizada nos casos de alvará de soltura. 1 63. que será arquivada em classificador próprio. aqueles:4 a) para os quais a lei ou estas Normas expressamente exigem a subscrição pelo juiz (por exemplo: busca e apreensão cautelar. poderão ser assinados pelos escrivães-diretores. após a distribuição do pedido inicial e a ordem de citação. e considerando-se a possibilidade. declarando que o fazem por ordem do juiz. explicita ou implícita). deste Capítulo. 2 63. indicando-lhe o nome.1. o cargo e o exercício no Juízo. Excetuam-se. . 6 Serão. assinados: a) mandados e ofícios para os quais a lei ou estas Normas expressamente exigem a subscrição pelo juiz (por exemplo: busca e apreensão cautelar. ordem de arrombamento. nomes. 6 Prov. A emissão das cartas postais mencionadas no item 64 acima. requisição de preso. CGJ 18/2009. a fim de permitir rápida identificação. c) ofícios dirigidos a autoridades (por exemplo: membros do Poder Judiciário. c) dirigidos a autoridades (por exemplo: membros do Poder Judiciário. confiram e subscrevam. desde que do documento conste o nome. – II judiciais. é facultado que nos processos de execução fiscal a própria exeqüente. independerá de assinatura dos escrivães-diretores e escreventes. em não havendo determinação do juiz em sentido contrário. e cargo ou função da autoridade judiciária e dos servidores que os lavrem. as cartas postais. 5 64. CGJ 16/84 e 36/2007. comandantes da Polícia Militar e unidades das Forças Armadas). expedidos em cumprimento de ato judicial. no entanto. CGJ 4/89 e 24/2003. explícita ou implícita). inclusive.1. 5 Prov. ordem de arrombamento. providencie a expedição da carta de citação. que deverão ser assinados pelo juiz expedidor. 4 Provs. prisão. b) ofícios e mandados para desconto de pensão alimentícia. com o endereço do juízo para devolução do comprovante. devem conter. chefe do Poder Executivo. CGJ 12/94 e 36/2007. levantamento de depósito judicial. bem como dos demais atos e termos processuais (sentenças. levantamento de depósito judicial. b) para desconto de pensão alimentícia. em qualquer caso. alvarás em geral. CGJ 6/89. CGJ 36/2007.Cap. 3 64.2. 3 Provs. decisões e despachos). do Ministério Público e do Poder Legislativo. o cargo do funcionário emitente e seja observado o disposto no item 86.

O escrivão-diretor só fará carga do mandado passado de um oficial de justiça a outro. Nos mandados de citação. comandantes da Polícia Militar e unidades das Forças Armadas). 7 73. 65. 73. mas encaminhados ao Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt (IIRGD). CGJ 3/2001.1. o escrivão-diretor relacionará os mandados em poder dos oficiais de justiça. que deverão ser assinados pelo juiz expedidor. mediante ordem do juiz do feito. as disposições constantes em Seção própria do Capítulo V. CGJ 36/2007. 68. delegados de polícia. 71. em exercício. 1 66. deverão constar todos os endereços dos réus. Todos os mandados expedidos em processo-crime de réu preso deverão ser 1 2 Res. aos que estiverem lotados ou à disposição das respectivas comarcas ou varas.2 67. além dos prazos legais ou fixados. bem como a prática de se atribuírem os mandados do dia ao oficial de justiça de plantão. comunicando ao Juiz Corregedor Permanente. 65.5 70. mediante a respectiva carga. e certificará a ocorrência nos autos. Os mandados deverão ser entregues pessoalmente.1. as hipóteses de evidente urgência e em que haja expresso deferimento pelo juiz da causa. chefe do Poder Executivo. será dispensado o seu desentranhamento e aditamento. 6 72. CGJ 8/85 e CSM 1190/2006 . Deverão estar anotados. declinados ou existentes nos autos. no que couberem. Nas certidões de expedição e de entrega dos mandados. 7 Prov. CGJ 8/85. É vedada a indicação de oficial de justiça pela parte ou por seu procurador. . TJ 8/84 e Provs . caso não haja determinação judicial em contrário. 4 69. Os mandados de prisão não serão entregues aos oficiais de justiça. CGJ 8/85. os mandados serão cumpridos dentro de 15 (quinze) dias. de modo visível. para as providências cabíveis. Os mandados que devam ser cumpridos pelos oficiais de justiça serão distribuídos. aos encarregados das diligências. – II do Ministério Público e do Poder Legislativo. o número de ordem da carga correspondente registrada no livro próprio e. 68. os textos completos dos itens 4 e 5 do capítulo VI destas Normas de Serviço. 5 Prov. CGJ 24/89. Inexistindo prazo expressamente determinado. Quando se cuidar de intimação para audiência. 3 Prov. em todos os mandados expedidos. CGJ 40/2001. expedindo-se novo mandado ou carta precatória. 4 Prov.2. Aplicam-se aos mandados e contramandados de prisão e alvarás de soltura.1. Prov. inclusive o seu local de trabalho. ressalvadas. nessa última situação. Mensalmente. deverão constar o nome do oficial de justiça a quem confiado o mandado e a data da respectiva carga. os mandados deverão ser devolvidos até 15 (quinze) dias antes da data designada.Cap. na forma regulada pela Corregedoria Geral da Justiça. o número do respectivo processo. 6 Prov.3 68. Nas hipóteses em que o mandado ou carta precatória anterior não consignar elementos essenciais para o cumprimento da nova diligência.

transmitir-se-ão a carta de ordem e a carta precatória por fac-símile (fax).3. será instruída com tantas cópias da petição inicial quantas sejam as pessoas a citar. 1. CGJ 14/86. – II cumpridos no prazo de 3 (três) dias. CGJ 8/85.2.276/96. radiograma ou correio eletrônico (e-mail). correspondente aos mandados devolvidos no período anterior. até o momento da distribuição. 10/92 e 31/2001.11 74. o escrivão-diretor expedirá mandado para levantamento judicial do valor integral do excesso. A taxa judiciária é devida em razão do cumprimento e seu pagamento deverá ser demonstrado. ou no primeiro dia útil subseqüente.6 74.4. quando não devidamente instruída. servindo. será dada baixa da carga no livro próprio e anotado na relação elaborada. devidamente assinada pelo MM. 10 Prov. integral ou parcialmente. 6 Prov. relação conforme modelo próprio. CGJ 14/86. quando do pagamento. CGJ 8/85. 1 73. 8 Provs.8 74.9 74. A carta precatória e de ordem serão confeccionadas em 3 (três) vias. o Escrivão-diretor remeterá ao estabelecimento bancário. Retornando cumprida a precatória.5. Para permitir a retirada no juízo deprecado. para crédito em conta corrente de cada oficial de justiça. CGJ 14/86 e 32/2009. conterá os nomes dos advogados de quem tiver interesse no cumprimento do ato. 4 Prov. CGJ 8/85 e Proc. Havendo urgência. independentemente de cumprimento. CGJ 8/85. CG. A quarta via do GRD será entregue ao oficial de justiça para controle. Prov. do Código de Processo 1 2 Prov.276/96. telex. 3 Prov. 4 73. Se o valor depositado for superior àquele a ser recebido pelo oficial de justiça ou em caso de cumprimento parcial do mandado. devidamente assinada pelo MM.1. salvo determinação judicial em contrário. uma delas. CG. 2 73. O juízo deprecado poderá devolver a carta precatória. 11 Provs.3. CGJ 14/86.2. telegrama.3. A terceira via da GRD recolhida deverá ser arquivada em classificador próprio.4. CGJ 8/85. telefone.5 73. Nos dias 10. . Devolvido o mandado cumprido. mediante a juntada da 1ª via original do respectivo comprovante de recolhimento. 1. CGJ 8/85 e Proc.Cap. em nome de cada oficial de justiça. consoante o subitem seguinte. especialmente as certidões de lavra dos Oficiais de Justiça e os termos do que foi deprecado.7 74. em favor de quem fez o depósito. 9 Prov. de contrafé. se este o requerer. CGJ 14/86. juntamente com cópia da autorização para crédito em conta. Juiz Corregedor Permanente e pelo Escrivão-diretor. Quando o ato deprecado for a citação.5. nos períodos fixados no subitem 73. nos artigos 354 e 356.6. do Código de Processo Civil.10 74. 7 Provs.3. nas mesmas épocas fixadas no subitem 73. 3 73. 20 e 30 de cada mês. Juiz Corregedor Permanente e pelo Escrivão-diretor. observando-se as cautelas previstas nos artigos 206 e 207. 5 Prov. 32/2005 e 12/2006. o escrivão-diretor juntará aos autos principais apenas as peças contendo as diligências necessárias.

6 77. Constatado que o ato pode ser cumprido em endereço de jurisdição diversa daquela constante da carta precatória. que o endereço originário pertence a outra jurisdição.4. a etiqueta adesiva remetida pelo Ofício do Distribuidor. inclusive audiovisual. devidamente identificada. como meio de documentação de depoimentos prestados em audiência. 6 CPC. CSM 886/04. aferida a qualidade da gravação quando do início e ao término dos trabalhos. por escrito e em separado. CSM 886/04. que servirá de identificação das partes e da natureza do feito. 21/95. noutras hipóteses.Cap. CGJ 23/04 e CGJ 08/2011. As cartas precatórias ficam dispensadas de autuação. CGJ 5/95. comunicando tal fato ao juízo deprecante. conterão em resumo. A designação de audiências é atribuição exclusiva e indelegável do juiz. ou ainda. No processo de natureza civil quando houver recurso da sentença ou. 8 Provs. que serão repetidas verbalmente quando da gravação. É facultado aos Juízos de primeiro grau o emprego de meios ou recursos de gravação magnética. – II Penal. 9 Provs. . Outrossim. 8 77. o número do processo. a nova data será marcada no próprio termo. sem prejuízo da 1 2 Provs.1 74. Os acordos extrajudiciais. ficam os Juízes de Direito autorizados. CSM 886/04.6. Provs. a servir-se das mesmas como mandado.4 76. serão identificados e juntados aos autos. Quando houver adiamento. cuidando também anotar no alto.7. com ciência imediata aos comparecentes. CGJ 23/04 e CGJ 08/2011. digital ou técnica similar.3 75. A via original da carta não será encaminhada ao juízo deprecado e deverá ser encartada aos autos. deverá o Juízo deprecado encaminhá-la ao juízo competente. de ofício ou a requerimento da parte. 7 Provs. de modo a não deixar dúvidas quanto à identidade da pessoa ouvida. nos termos da lei. 4 Prov. 40/2001 e 22/2008. Os termos de audiência. a transcrição será feita na forma ordenada pelo juiz. desistências e os pedidos de suspensão poderão ser homologados ou deferidos independentemente da realização da audiência já designada. estenotipia. tão-logo ocorra o pedido de confirmação de seu teor por parte do juízo destinatário. salvo nos Juizados Especiais. as qualificações dos depoentes. 76-A. quando houver determinação judicial. A adoção desses meios de registro e documentação será objeto de anotação no termo de audiência. lavrados sob ditado do juiz.2 74. As fitas magnéticas ou outra forma de armazenamento do conteúdo captado pelo registro audiovisual. os despachos e a sentença. conservando-se na serventia outra cópia dos registros. CGJ 36/2007. inclusive. CGJ 23/04 e CGJ 08/2011. 457. 5 77. com aproveitamento da data para ato diverso. neles inserindo. 5 Prov. quando possível. servindo os encartes remetidos pelo juízo deprecante como face das mesmas. 9 77. por extenso. ou nova designação para continuação.3. juntamente com a certidão de sua transmissão. todo o ocorrido durante a audiência. quando proferida no ato. lançando-se. 3 Prov. à direita.1. 7 77. art. CGJ 36/2007.2. CGJ 36/2007. destinados a obter maior fidelidade das informações. CSM 759/2001 e CGJ 31/2001. o ofício deprecado.

de modo a possibilitar sua reprodução.8. quando da elaboração de certidão de remessa dos autos ao Tribunal. fará imediata comunicação ao servidor responsável para as medidas necessárias. data e local de nascimento. forma de gravação. 10 83. CSM 886/04. Todas as assinaturas colhidas nos termos de audiência deverão ser identificadas. 457. vítima. art. para verificar se todas as providências de intimação ou requisição de partes e testemunhas foram tomadas.Cap. Havendo solicitação. Depois do trânsito em julgado. art. 1 77. testemunha de acusação. CSM 886/04. 82. 4 77. estado civil. ou de outro documento hábil de identificação. CGJ 36/2007 e CGJ 08/2011. mídias e equipamentos referentes a registros audiovisuais (digitais) de depoimentos e termos de audiência. 10 Prov. § 3º. No processo de natureza penal. em arquivos individuais. 4 Prov. 5 77. CGJ 08/2011. aqueles que os prestam deverão ser qualificados fazendo-se constar: nome. de forma abreviada. 2 77. número do respectivo R. 6 Prov. a parte interessada receberá cópia do termo de audiência. endereço residencial e do local onde exerce a profissão. os depoimentos registrados em meio audiovisual não serão objeto de transcrição. 5 Prov. CGJ 23/04 e CGJ 08/2011. . 7 CPC. filiação. – II conservação da cópia dos registros em cartório. art. CGJ 23/04 e CGJ 08/2011.6. sempre autenticadas. Provs. Em caso de registro audiovisual dos depoimentos estes deverão ser gravados em mídia adequada. havendo irregularidade ou omissão. nacionalidade. 6 78. 9 81. Subscreverão o termo o juiz. 8 80. a cópia do registro mantida em Cartório permanecerá guardada até o decurso do prazo para o ajuizamento de ação rescisória no processo de natureza civil e após a extinção da pena no processo penal. 457. profissão. que será impresso logo após a conclusão do ato. 1 2 Provs. com o lançamento datilografado. identificados. § 1º. 9 CPC. § 2º. Deverá sempre o servidor encarregado dos registros e audiências examinar. ordenando que sejam encadernadas em volume próprio. como previsto no item anterior. o órgão do Ministério Público e o escrevente. Em todos os depoimentos ou declarações tomados nos autos. 457. O escrivão-diretor trasladará para os autos cópia autêntica do termo de audiência. 7 79. os advogados. O juiz rubricará todas as folhas do termo de audiência.3 77.7. bem como cópia do registro audiovisual. Se for interposto recurso da sentença. testemunha defesa). 3 Provs. facultando-se o uso de cópias reprográficas. CGJ 27/92.9. 10 (dez) dias antes das datas designadas para audiências. 8 CPC.5. CGJ 08/2011. os respectivos processos. o Supervisor ou Coordenador deverá também certificar nos autos que o registro audiovisual se encontra em perfeito estado. dos nomes ou cargos das pessoas a que pertencem. CGJ 08/2011. Cabe à Secretaria de Tecnologia da Informação (STI) do Tribunal de Justiça editar e manter atualizadas orientações técnicas quanto a sistemas.G. pelo nome da pessoa ouvida e sua condição no processo (réu.

Deverá ser feita conclusão dos autos no prazo de 24 (vinte e quatro) horas. 86.1. . cumprirá ser feita conclusão ao juiz. Ressalvado o disposto no item 52.1. 3 Prov. 8 88. Suprimido.u. Nenhum processo deverá permanecer paralisado em cartório. Nessas últimas hipóteses. arrolar e quantificá-los. com indicação do número de ordem que recebeu. 6 Provs.2 do Capítulo II. outra folha. 84. e 194 e CPP. e executados os atos processuais no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. 4 86. de 26. p. quando necessária. será certificado o decurso de prazo para interposição de recurso contra quaisquer decisões. providências das partes etc.2. Após feitas as intimações devidas. na presença do interessado. CGJ 08/2009. 36/2007 e 31/2008. ao ser feita a juntada deverá ser certificada a data da recepção do material. CGJ 36/2007 e 31/2008. sem que seja lavrado o respectivo termo de juntada.. para oportuno controle do prazo do artigo 2º e parágrafo único da Lei nº 9. além dos prazos legais ou fixados. CSM 968/2005. 90. o registro da sentença. do livro e da folha em que procedido o registro. 6 87.1999. Provs. arts. CGJ 36/2007. no aguardo de diligências (informações. Suprimido. CGJ 35/99.1 84. 10 90. devendo ser usada. CGJ 36/2007 e 31/2008. rubricado pelo emitente. CGJ 40/2001. tampouco deverão ficar sem andamento por mais de 30 (trinta) dias. 3 85. para as providências cabíveis. Não se deverá juntar nenhum documento ou petição aos autos.Cap. art. Deverá ser sempre certificado.05. 4 Prov.2. – II 84. A certidão de que trata o caput é dispensada com relação à emissão de documento que passe a fazer imediatamente parte integrante dos autos. mantendo-os sob sua guarda e responsabilidade até encerramento da demanda. lavrando certidão. 9 Prov. Todos os atos e termos devem ser certificados nos autos. documentos. 87. nos autos. CGJ 11/89.1. Recebidas petições via fac-símile diretamente no Ofício Judicial ou na Vara.1. 5 86. guias etc. 8 Prov. A data constante do documento deverá corresponder à de sua efetiva emissão. com inutilização dos espaços em branco. o escrivão deverá conferir. 2 84-A. CGJ 17/2007.7 88. por original ou por cópia.1. respostas a ofícios ou requisições. é vedado lançar termos no verso de petições. 7 Prov. em campo deixado especificamente para aposição da mesma. Suprimido. Em todos os Ofícios de Justiça o controle dos prazos dos processos deverá 1 2 Prov. 5 Provs. 190.). A certidão de que trata este item deverá ser lançada na última folha da sentença registranda.800.9 89. 799. 10 CPC. Recebida petição inicial ou intermediária acompanhada de objetos de inviável entranhamento aos autos do processo.

8. 4 Prov. indicando seu nome. data e conteúdo do último movimento processual. temporária ou preventiva. Mensalmente.5.8 91. Os prazos deverão ser verificados diariamente. os inquéritos e processos de réu preso e menores internados provisoriamente. No cálculo dos prazos deverá ser incluído o prazo do Protocolo Integrado. unidade prisional. CGJ 40/99. desde que inteiramente cumpridos.1 90. em ordem numeral crescente. CSM 1662/2009 e 1759/2010. O acesso aos autos judiciais e administrativos de processos em andamento ou findos. que informará à Corregedoria Geral da Justiça por meio de relatório. é assegurado aos advogados. 3 Prov. data e natureza da prisão. mesmo sem procuração. respostas a ofícios expedidos.6. enviando relatório à Corregedoria Geral da Justiça. . o cumprimento de mandados e a realização de inspeções e perícias. CGJ 40/99. Prov. organizados por data. de acordo com as datas de vencimento. Deverão ser acondicionados nos escaninhos de prazo os autos dos processos que aguardam o cumprimento de diligências. CGJ 22/2000. CGJ 40/99.7. 9 91. por prisão em flagrante. tais como o cumprimento e a devolução de cartas precatórias. CGJ 09/2011 e CGJ 26/2011. bem como utilizado escâner portátil ou máquina fotográfica. número do processo.4 90. CGJ 40/99. Os autos dos processos em que houver algum ato pendente de execução pelos serventuários não poderão ser colocados nos escaninhos de prazo. CSM 1662/2009 e 1759/2010. serão levados à análise do magistrado. 9 Provs.6 90.2. 5 Prov. bem como escaninhos destinados a autos de processos que aguardam a realização de audiências. paralisados em seu andamento há mais de três meses. 6 Prov. correspondentes aos dias do mês. filiação. Os autos dos processos deverão ser acondicionados nos escaninhos na posição vertical. CGJ 40/99.3. em razão da prática de ato infracional.5 90.2 90.3 90. organizados por data de remessa. 8 Provs. CGJ 40/99. até o décimo dia do mês subsequente ou útil seguinte. solicitadas cópias reprográficas. bem como menor internado provisoriamente.1. Os Ofícios Judiciais poderão manter escaninhos destinados a acondicionar autos de processos que aguardam a publicação de despachos e sentenças no Diário Oficial (imprensa já remetida).Cap. nos quais deverão ser acondicionados os autos de acordo com a data de vencimento do prazo que estiver fluindo. estagiários de Direito e ao público em geral. o diretor-escrivão relacionará os procedimentos e processos em que há réu preso. CSM 85/74-A . Sem prejuízo de observância do item 90. de forma a permitir rápida localização e perfeita identificação e visualização. quando não estejam sujeitos a segredo de justiça. O controle de prazos poderá ser efetuado por sistema informatizado que permita a emissão de relatórios diários dos processos com o prazo vencido. por meio do exame em balcão do Ofício Judicial ou Seção Administrativa. – II ser efetuado mediante o uso de escaninhos numerados de 01 a 31.7 90. podendo ser tomados apontamentos. A carga de autos judiciais e administrativos em andamento no Cartório é reservada unicamente a advogados ou estagiários de Direito regularmente 1 2 Prov.4. 7 Provs.

B. CGJ 34/2001.2. pelo Diretor de Serviço do Ofício de Justiça ou pelo Escrevente responsável pelo atendimento. pelo período de 1 (uma) hora. por intermédio de advogado com procuração nos autos. Quando houver fluência de prazo comum. CGJ 09/2011 e 20/2011. os quais deverão ser previamente conferidos pelo funcionário. a carga rápida dos autos pelo período de 1 (uma) hora. que não tenham sido constituídos procuradores de quaisquer das partes. Na fluência de prazo.5 94. antes da lavratura de tal modalidade de carga. 5 Prov. CGJ 09/2011. CGJ 1/89 e 34/2001. Suprimido.2. 4 Prov. em cartório.6 94. 93. 4 93. ressalvado. constituídos procuradores de alguma das partes. . a carga por advogado mesmo sem procuração. a carga rápida. – II inscritos na O. CGJ 5/91. Referida autorização deverá conter o nome do acadêmico.2 91. os autos não poderão sair de cartório.3.3. Para a garantia do direito de acesso aos autos que não corram em segredo de justiça. sendo juntada aos autos no exato momento de sua devolução à Serventia. 6 Provs. 7 Prov. 94. às partes será concedida. do Capítulo IX. com impressão dos dados obtidos. destas Normas. regularmente inscritos na OAB. os autos somente poderão ser retirados mediante requerimento. cingindo-se a requisição a cópia de sentença. Na fluência de prazo.3 92. destas Normas. nos processos findos e que não estejam sujeitos a segredo de justiça.1. pelo prazo de dez (10) dias. salvo nas hipóteses expressamente previstas na legislação vigente. porém. Na hipótese de os processos correrem em segredo de justiça. 7 94-A. o número de seu RG e o número e/ou nome das partes do processo a que se refere a autorização. 1 91. certificando-se o respectivo período de vista. que será juntada posteriormente aos autos. mediante controle de movimentação física.A. Provs. devendo o serventuário proceder à prévia consulta ao sítio da Ordem dos Advogados do Brasil da Internet. CGJ 09/2011. o direito de requisição de cópias quando houver justificada urgência na extração respectiva. à vista da Carteira da OAB apresentada pelo advogado ou estagiário de Direito interessado. conforme formulário a ser preenchido e assinado por advogado ou estagiário de direito devidamente 1 2 Prov. As entidades que reconhecidamente prestam serviços de assistência judiciária poderão.1. observadas as cautelas previstas no item 94-A e subitens 94-A. será restrito às partes e a seus procuradores.1. CGJ 23/2003. autorizar a consulta de processos que tramitam em segredo de justiça em cartório pelos acadêmicos de direito não inscritos na OAB. mediante controle de movimentação física. 94-A. poderá ser deferida ao advogado ou estagiário de Direito.2. o seu exame. mediante autorização judicial e observando-se o disposto na Seção IV. a extração respectiva deverá ser feita do Livro de Registro de Sentenças.2 e 94-A..Cap. Não havendo fluência de prazo. ressalvado. A impressão dos dados obtidos por meio da consulta ao sítio da Ordem dos Advogados do Brasil deverá ser grampeada ao formulário de controle de movimentação física a que alude o subitem 94-A. destas Normas. do item 94-A. 3 Prov. em seu curso ou em outras hipóteses de impossibilidade de retirada dos autos. ainda que não se trate de prazo comum às partes.

se não ocorrer a hipótese do item anterior. devendo o funcionário. expedida pela O. etc. .Cap. CGJ 17/86. 97. previamente confeccionado pelo interessado e do qual deverão constar designação da unidade judiciária. ao receber autos de advogados e peritos. 5 Prov. 6 Prov. 98. Provs. solicitar sua exibição. Juiz de Direito Corregedor Permanente. o advogado assinará a carga respectiva.2. número do processo. à vista do interessado. 8 Provs. CGJ 4/2006 e 15/2008.1.. 4 Prov. CGJ 7/2005. O cartório. 9 1 2 Provs. XXII. 8 101. ficando vedada a retenção de documento do advogado ou estagiário de direito na serventia.). A vista dos autos será em cartório. 1 94-A. Suprimido. No livro será sempre anotado o número da carteira profissional e respectiva seção. 7 101. Suprimido. 5 96. CGJ 4/2006. dará baixa imediata no livro de carga. 34. sempre rigorosamente atualizado. se assim o exigir o interessado. 99. quando. CGJ 4/2006 e 20/2009. I). 100. 3 94-A. assinar recibo de autos. competirá ao Diretor de Serviço do Ofício de Justiça representar imediatamente ao MM. – II constituído no processo. 4 95. 6 101.1. O Juiz Corregedor Permanente poderá determinar a utilização do livro de carga para a entrega de autos a outros profissionais (Juízes. arts. 7 Prov. 3 Provs. Somente o escrivão-diretor. haja prazo comum para falarem ou recorrerem. mas exclusivamente ao advogado constituído ou dativo. na dúvida. nome das partes e data da descarga. A cada auto processual deverá corresponder um recibo e a subscrição pelo funcionário não implica reconhecimento da respectiva regularidade interna. ou dará recibo que o escrivão-diretor colará imediatamente no registro da carga. Sempre que receber autos com vista ou para exame. A vista dos autos poderá ser fora do cartório.2. tipo de demanda. CGJ 17/86 e 12/2004.3. 9 Prov.553/68. certificando-se o respectivo período de vista. CGJ 7/2005. inclusive para fins de providências competentes junto à Ordem dos Advogados do Brasil (EOAB. 2 94-A.A. havendo dois ou mais réus com procuradores diversos. para a finalidade de mencionado controle. Promotores de Justiça. facultado ao funcionário. Na hipótese dos autos não serem restituídos no período fixado. o oficial maior ou escrevente especialmente designado é que poderá registrar a retirada e a devolução de autos no livro próprio. e 37.B. O formulário de controle de movimentação física será juntado aos autos no exato momento de sua devolução à serventia. CGJ 4/2006 e 15/2008. Os pedidos a que alude este item serão recepcionados e atendidos desde que formulados até as 18h. nos termos da Lei nº 5. CSM 98/76.

essa relação. 3 Prov.A. art. 195. CPC. além do competente recibo. IV. 1 104. os autos que tiver retirado de cartório. CGJ 36/2007. 6 107. etc. registro. Mensalmente. . do Capítulo IV. será arquivada em pasta própria. art. O advogado deve restituir. Os documentos desentranhados poderão ser substituídos por cópias simples. art. mediante expedição de mandado.4 106. sob pena de destruição. certidões e ofícios destinados aos Cartórios de Registro de Imóveis para averbações. no prazo legal. encarregado da diligência.. Nos títulos de crédito desentranhados deverá ser certificado o número do processo em que se achavam juntados.Cap.B. c) comunicar o fato à seção local da Ordem dos Advogados do Brasil (O. 108. até o décimo dia útil do mês subseqüente.). Salvo motivada determinação judicial em sentido contrário. em duas vias. 6 Prov. § 2º. A substituição acima tratada poderá. anotações.2. de ofício. quando ocorrer desentranhamento. 89. não serão renumeradas as folhas do processo. não será mais permitida a vista fora do cartório até o encerramento do processo. a segunda via.1. Nos mandados. 103.3. fica dispensada a certificação do número do processo nas peças e documentos desentranhados dos autos. mandará o juiz. mandará riscar o que nele houver o advogado escrito. os objetos juntados em companhia das manifestações processuais serão devolvidos às partes ou seus procuradores. e só o fizer depois de intimado. O desentranhamento de documentos deverá ser efetuado mediante termo ou certidão nos autos. decorrido esse prazo. sob forma de representação. 7 Prov. além dos prazos legais ou fixados. ser dispensada. o escrivão-diretor relacionará os autos em poder das partes. o juiz. mediante solicitação ou intimação para retirada em até 30 dias. 2 105. para as providências necessárias.5 106. 54. 54. ao Juiz Corregedor Permanente. anotando-se a folha dos autos em que lançada a certidão de desentranhamento. constando o nome e documento de identificação de quem os recebeu em devolução. 7 109. de ofício: a) notificá-lo para que o faça em 24 (vinte e quatro) horas. CGJ 12/2003. 106.1 deste Capítulo e 41. cancelamentos.3 106. Não o fazendo. a critério do juiz do processo. e desentranhar as alegações e documentos que apresentar. para imediata entrega ao oficial de justiça. terá a primeira encaminhada. CGJ 12/2003.2. e não sendo o processo de natureza criminal. 196 e EOAB. CGJ 12/2003. b) cobrar. quando os documentos de que se pretenda o desentranhamento não tenham servido de base para fundamentação de qualquer decisão nos autos proferida ou para a manifestação da parte contrária. os autos não restituídos. 5 Prov. para acompanhamento e controle. Transitada em julgado a sentença. Além disso. Ao advogado que não restituir os autos no prazo legal. CGJ 08/2009. Deverá ser colocada uma folha em branco no lugar das peças ou documentos desentranhados.1 e 54. – II 102. além dos requisitos constantes dos itens 63 e 63. deverão 1 2 CPC. 4 Prov.

.3 Complexo Judiciário do Ipiranga – sala 46 CÂMARA COMPETENTE 1ª a 13ª Direito Público e Câmara de Meio Ambiente 1 2 ENDEREÇAMENTO Serviço de Entrada de Autos de Direito Público – SEJ 2. ou. As custas deverão ser recolhidas. g) o valor da execução.1. mais: 1 a) tratando-se de pessoa física: nome. 3 Prov. 4 Prov. etc. confrontações e localização. c) a descrição do imóvel. profissão e número da inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas do Ministério da Fazenda ou Registro Geral da cédula de identidade. bem como a indicação do distrito em que situado. Quando da remessa dos feitos em grau de recurso à segunda instância deverá ser observada a partilha legal e regimental de competência das Câmaras do Tribunal de Justiça. CGJ 17/89. sua denominação e a designação cadastral do INCRA. o número da edificação. juntando-se o comprovante aos autos. 4 114.).Cap. estado civil. se edificado. f) sua especificação (penhora. 110. 2 111. 5 Provs. se houver. nacionalidade. CGJ 23/98 e CGJ 10/2007. 4.1. Pres. – II conter. seqüestro. tratando-se de terreno não edificado. se o imóvel fica do lado par ou ímpar do logradouro. em que quadra e a qual distância métrica da construção ou esquina mais próxima. domicílio.1. Todas as quantias deverão ser recolhidas pelo interessado às repartições arrecadadoras competentes. sede social e número de inscrição no Cadastro Geral de Contribuintes do Ministério do Estado da Fazenda. Suprimido. d) cuidando-se de imóvel urbano. TJ 51/98. logradouro para o qual faça frente. b) tratando-se de pessoa jurídica: nome.2 Complexo Judiciário do Ipiranga – sala 44 25ª a 36ª Direito Privado Serviço de Entrada de Autos de Direito Privado III – SEJ 2. deverá mencionar-se a designação do cadastro municipal. CGJ 7/93. sua filiação.1 Complexo Judiciário do Ipiranga – sala 45 Serviço de Entrada de Autos de Direito Privado II – SEJ 2. CGJ 17/89. processo por processo. na forma e oportunidades previstas na legislação vigente. L. CGJ 7/93. 112.4 Prov. se possível.1. Suprimido. e) versando-se acerca de imóvel rural. com suas características. faltante este. 3 113. no corpo ou instruídos com cópias reprográficas.952/85 e Prov. fazendo-se a remessa dos autos aos seguintes endereços: 5 CÂMARA COMPETENTE 1ª a 10ª Direito Privado e Câmara de Falências 11ª a 24ª Direito Privado ENDEREÇAMENTO Serviço de Entrada de Autos de Direito Privado I – SEJ 2. arresto.

1.2 Palácio da Justiça – sala 145 115. A classificação recomendada não exaure todas as hipóteses. 5 Prov.2. 4 119. CGJ 23/2007. Suprimido.1. – II Complexo Judiciário do Ipiranga – sala 38 14ª e 15ª Direito Público Serviço de Entrada de Autos de Direito Público – SEJ 2. 5 119. CGJ 23/2007.Cap. 3 Prov.2 Palácio da Justiça – sala 145 Câmara Especial Serviço de Entrada e Distribuição de Feitos Originários e de Recursos da Câmara Especial e Órgão Especial – SEJ 1. CGJ 23/2007.1.4 Complexo Judiciário do Ipiranga – sala 38 16ª e 17ª Direito Público Serviço de Entrada de Autos de Direito Público – SEJ 2.4 Complexo Judiciário do Ipiranga – sala 38 1ª a 14ª Direito Criminal Serviço de Entrada de Autos de Direito Criminal – SEJ 2. 6 Prov. 3 119. CGJ 10/2007. Suprimido. . Suprimido. 1 117. 4 Prov. CGJ 7/93. CGJ 10/2007. Prov.1. 116. Suprimido. Suprimido.5 Complexo Judiciário do Ipiranga – sala 40 Órgão Especial Serviço de Entrada e Distribuição de Feitos Originários e de Recursos da Câmara Especial e Órgão Especial – SEJ 1. 2 118. Suprimido. 6 SEÇÃO IV DO ARQUIVAMENTO DE PROCESSOS EM GERAL 1 2 Prov.

Todos os processos deverão conter. 4 122. receberá o número 201/89 e assim sucessivamente. por motivo de apensamentos ou aumento de volumes que impossibilitem a acomodação na mesma caixa. – II 120. 11 Subseção I Do Arquivamento de Processos. mudando-se somente o ano em que ocorreu o arquivamento. do CPC). 2 121. CGJ 7/81. em ordem crescente. quando houver necessidade de fazer nova capa. o arquivamento dos autos. 5 123. de forma destacada. a próxima. CGJ 37/89. 475-P. 1 120. escrito na autuação. CGJ 37/89. CGJ 37/89.1. realizadas as anotações e atos necessários. . quando for o caso. parágrafo único. 9 Prov. 8 Prov. 6 Prov. feitas as devidas anotações e comunicando a ocorrência ao Arquivo Geral.Cap. 3 o número 121. será conservada a denominação originária. 11 Prov. 6 123. É vedado. deverá ser promovido pelo juízo da execução. 7 123. pelo critério ordinal crescente e sem interrupção quando da passagem de um ano para outro. Deverá ser anotado na parte inferior do impresso. no âmbito do Poder Judiciário do Estado de São Paulo. Ex. 7 Prov. CGJ 37/89. Prov. As caixas de arquivo serão numeradas. deverá ser renovado o arquivamento (nova caixa com numeração atual). que realizará todos os cadastramentos pertinentes à extinção do processo. 9 124. desprezando-se o ano do registro do feito. mediante ofício. 1-B. correspondente da caixa. CGJ 37/89. 4 Prov.1. independentemente do número do feito. na Comarca da Capital 1 2 Provs.1.: admitindo-se que a última caixa do ano de 1988 recebeu o número 200/88. onde deverão ser anotados a denominação completa do ofício de justiça correspondente e os números dos processos. etc.). o uso de letras aditivas (1A. do ano seguinte. CGJ 37/89. O arquivo de processos será organizado em caixas padronizadas. 1-C. Os processos só poderão ser arquivados 05 (cinco) dias após a publicação da decisão judicial que assim o determinou. 10 Prov. Os processos findos deverão ser arquivados no prazo de 30 (trinta) dias.2.2. Quando o cumprimento da sentença condenatória cível se der em juízo diverso daquele que a proferiu (art. de forma bem legível. a contar da decisão judicial que assim o determinou. CSM 1675/2009. Na tampa da caixa de arquivo deverá ser colado o impresso próprio. 10 124. CGJ 37/89. 5 Prov. 8 124. no caso de desdobramento de caixas. CSM 182/84 e CGJ 21/2009. Na autuação deverá constar a denominação completa do ofício de justiça e. obrigatoriamente. o número da respectiva caixa. 3 Prov. devendo o volume ter dimensões que não ultrapassem a capacidade das "caixas de arquivo". Caso haja necessidade de desdobramento.1. CGJ 16/2006.

Para esse fim. 11 Prov. 13 1 2 Prov. CGJ 37/89. 8 Prov.3. Os processos permanecerão à disposição do interessado no local de consulta pelo prazo de 8 (oito) dias úteis.1. A consulta de processos depositados no Arquivo Geral poderá ser feita junto ao Serviço de Consulta. CGJ 37/89. 12 128. 9 128. quando necessário. 7 Provs. 2 126.2. CSM 182/84. Não será permitida a reiteração de requisição antes de decorridos 10 (dez) dias contados da data do protocolo. CGJ 37/89. 5 Prov. CGJ 37/89. CGJ 37/89. implicará no desatendimento da requisição e imediata devolução ao expedidor. Os ofícios de justiça requisitarão. CSM 182/84. 7 127. 6 Prov. CGJ 37/89 e 36/2007. 4 126. através do impresso próprio. determinado o arquivamento do feito e observados os itens 120 e seguintes deste Capítulo. CGJ 37/89. 11 128. Quando se tratar de requisição de processos por parte dos ofícios de justiça integrantes de Foro Regional. O interessado poderá também consultar os processos no próprio ofício de justiça de origem. O serviço de consulta poderá extrair xerox dos processos solicitados. os escrivães-diretores remeterão os autos ao Arquivo Geral.4. Nessa hipótese. A remessa de processos para o Arquivo Geral será feita pela unidade do ofício de justiça. das 9 horas às 17 horas. 6 126. o processo somente será entregue a funcionário do ofício de justiça requisitante. . servindo uma delas de protocolo à parte interessada. 4 Prov.Cap. a requisição será feita em 4 (quatro) vias.1. o requisitante deverá mencionar na requisição a que Vara Distrital pertencia o feito. 12 Prov.1. 13 Prov. 3 126. acompanhada de memorando assinado pelo escrivão-diretor da unidade requisitante e visado pelo juiz. 10 128. 10 Prov. o processo poderá ser retirado diretamente no Arquivo Geral. – II 125. CSM 182/84. os processos depositados no Arquivo Geral. preenchido em todos os seus claros. de segunda a sexta-feira. de acordo com a escala de retirada periodicamente publicada no Diário Oficial. CSM 182/84.3.4. 3 Prov. 1 125. Fica vedada às partes e advogados a retirada de processos nos depósitos do Arquivo Geral. 9 Provs. para regularização. Em casos de urgência. 8 128. mediante regular requisição. findo o qual serão devolvidos ao arquivo. Prov. Na Comarca da Capital. CSM 182/84. Qualquer irregularidade constatada no preenchimento da requisição que impossibilite a localização do feito no Arquivo Geral. promovendo o escrivão-diretor a expedição da requisição. conferido e assinado pelo escrivão-diretor. CSM 182/84 e 229/85 e CGJ 36/2007. 5 126.2.

Fica permitida a pesquisa histórica em dependência apropriada junto ao Arquivo Geral.Suprimida 150 a 153. As certidões serão expedidas no prazo máximo de 5 (cinco) dias e o desentranhamento será efetuado no mesmo dia em que o processo chegar ao ofício de justiça. 11 1 2 Prov. 3 Prov. por qualquer meio idôneo de comunicação. 2 129. serão arquivados na forma do disposto nesta Seção até a eventual localização dos acusados. 6 Prov. 366. A expedição de certidões em breve relatório ou de inteiro teor. o Arquivo Geral remeterá ao solicitante as cópias já extraídas. o próprio ofício do Estabelecimento Penal com as anotações necessárias à localização do processo. Havendo necessidade. 10 Prov. 9 SEÇÃO V . 7 Prov. 8 Provs. desde que previamente autorizada. Prov.1. bem como de que. CSM 182/84. dependerão de despacho do juiz competente.10 SEÇÃO VI . para tanto. 7 132.3 e 37.1. bem como o desentranhamento de documentos. desde que o ofício de justiça encaminhe. permitida a extração de certidões através dos assentamentos da unidade requisitante. CSM 182/84 e CGJ 7/93. os processos suspensos com base no art. CSM 182/84.5. ou mediante ordem judicial expressa. requisitarão os autos ao Arquivo Geral. 6 131. 5 Prov. CSM 182/84. Suprimidos. 5 131. . observado o disposto nos subitens 37.4 do Capítulo IX. 8 133. mediante relação. – II 128. Suprimidos. O requerente do desarquivamento será intimado. decorrido o prazo sem manifestação.Cap. 11 Prov. 4 130. CGJ 8/96. A extração de xerox ou certidão de processos com segredo de justiça e o desentranhamento de documentos. Fica expressamente vedado o manuseio de autos processados em segredo de justiça. CGJ 37/89. da chegada dos autos ao cartório e do prazo de trinta dias para manifestação. 9 Prov.Suprimida 134 a 149. Quando se tratar de solicitação de cópias reprográficas de autos por parte da Coordenadoria dos Estabelecimentos Penitenciários (COESPE) ou outros estabelecimentos prisionais. os autos retornarão ao arquivo. A regra constante do item acima é aplicável somente aos Ofícios de Justiça Criminais do Fórum Central. exceção feita às partes e aos advogados por elas constituídos. CGJ 12/2002. CGJ 36/2007. CGJ 37/89.1. 4 Prov. 1 129. serão de competência exclusiva dos ofícios de justiça que. do Código de Processo Penal. 3 130. CGJ 12/2002. CSM 182/84.

3 classes:4 Cód. 138 a 140 do CP) Atos infracionais contra a liberdade individual (arts. 302 da Lei 9. 1 SEÇÃO VIII DA DISTRIBUIÇÃO E DOS OFÍCIOS DE JUSTIÇA DA CAPITAL INFORMATIZADOS PELO SAJ/PG 160. 155 do CP) “Habeas-corpus” Descrição da Classe Homicídio culposo (art. 168 e 169 do CP) Aquisição. 121. § 3º do CP) Lesão corporal culposa (art. Prov. 129. 303 da Lei 9.688/41) Latrocínio (art. Grupo 8 (feitos relativos às Varas Especiais da Infância e da Juventude) as Descrição da Classe Ação civil pública Apropriação indébita (arts. § 3º do CP e art. 309 da Lei 9. 214 do CP) Atos infracionais contra a honra (arts. guarda ou porte de entorpecentes para uso próprio (art 28 da Lei 11.343/2006) Atentado violento ao pudor (art. CGJ 2/2007. 2 161 a 167. CGJ 38/99.159 do CP) Falta de habilitação e direção perigosa de veículo (art.503/97) Homicídio doloso (art. 58 e 60 do DL 3. 146 a 154 do CP) Atos infracionais praticados por particular contra a administração em geral (arts. § 6º do CP e art. Suprimidos. 1/2008 e 25/2008.Suprimida 154 a 159.826/2003 Estelionato e outras fraudes (arts. CGJ 12/2002. – II SEÇÃO VII . 213 do CP) Extorsão (arts. 121 do CP) Jogo do bicho e mendicância (arts. assim discriminados e numerados. 4 Provs.SAJ/PG será organizado por grupos de classes. SAJ/PG 5001 6027 6020 6016 6030 6009 6018 6263 6013 6015 6025 6266 6022 6010 6029 Cód.503/97) Furto (art. 3 Prov. SAJ/PG 6002 6001 6023 6026 6005 6004 5102 6274 1 2 168. CGJ 38/99.503/97) Lesão corporal dolosa (art.Cap. 157. 171 a 179 do CP) Estupro (art. 158 e 160 do CP) Extorsão mediante seqüestro (art. 328 a 337 do CP) Atos infracionais previstos na Lei nº 10. O Serviço Judicial de Distribuição informatizado pelo Sistema de Automação do Judiciário . Suprimidos. 129 do CP) Mandado de segurança Outros atos infracionais correspondentes a contravenções penais Prov. .

SAJ/PG 5263 5264 5265 5075 5241 5104 5121 5126 5127 5150 5239 5240 5175 Descrição da Classe Condenação em Dinheiro Condenação ao Cump. 157. Prov. CGJ 2/2007.Concurso de agentes (art. CGJ 38/99. Veículo Sustação de Protesto 170. IV. Grupo 10 (feitos criminais) as classes:7 1 2 Prov. 130 a 136 do CP) Precatória (em geral) Precatória inquiritória Quadrilha ou bando e outros atos infracionais contra a paz pública (arts. II do CP) Roubo qualificado (art. SAJ/PG 5233 5234 5235 5236 5049 5237 5238 5181 5262 Cód. CGJ 2/2007.343/2006) Usurpação. Grupo 9 (feitos relativos ao juizado especial cível) as classes:1 Cód. § 2º. V do CP) Tráfico de entorpecentes (art. 6 Prov. § 2º. 180 do CP) Rixa (art. CGJ 19/2001. CGJ 2/2007. de Fazer ou Não Fazer Condenação a Entrega de Coisa Certa Declaração de Nulidade de Contrato Declaratória (em geral) 2 Desconstituição de Contrato Despejo Embargos de Terceiro Embargos à Adjudicação 3 Descrição da Classe Embargos à Alienação 4 Embargos à Arrematação 5 Embargos à Execução 6 Execução de Título Extrajudicial Execuções de Decisões do Juizado Informal de Conciliação Medida Cautelar (em geral) Outros Feitos Não Especificados Possessórias (em geral) Precatória (em geral) Reivindicatória Reparação de Danos (em geral) Ressarcimento de Danos Causados em Acid. 4 Prov. esbulho possessório e dano (arts. CGJ 2/2007. . 157. 7 Provs. 137 do CP) Roubo simples (art. caput e § 1º do CP) Roubo qualificado . – II 6003 6017 5121 6006 5127 5128 6028 6014 6008 6273 6270 6272 6271 6019 6012 8122 Outros atos infracionais contra a vida (arts. § 2º. 157.Arma de fogo (art. 33 da Lei 11. 215 a 234 do CP) Outros feitos não especificados Periclitação da vida e saúde (arts. 157. 122 a 128 do CP) Outros atos infracionais contra os costumes (arts. 3 Prov. Obrig. 161 a 166 do CP) Medida Sócio-Educativa 169. 268 a 288 do CP) Receptação (art. III. CGJ 38/99 e 28/2007. I do CP) Roubo qualificado . 5 Prov.Cap.

338 a 359. 302.250/67) Crime de Lesão Corporal Culposa (art. CP) Crime Contra a Administração em Geral (arts. L. . CP) Crime de Seqüestro e Cárcere Privado (art. 138 a 140 do CP) Crime Contra a Incolumidade Pública (arts.Vadiagem (art. 130 a 136.Jogo do Bicho (arts. CGJ 28/2007. 3.artigo 155 do CP Crime de Homicídio Culposo (art. 146 a 147 e 149 a 154.137/90 Crime de Furto . CP) Crime Contra a Fé Pública Crime Contra a Honra (arts .455/97) Crime de Roubo . D.Lei nº 10. 148. 59. 129. CP) Crime de Homicídio Culposo na Direção de Veículo Automotor (art. L. 8. 9.Cap. 235 a 249. SAJ/PG 6218 6219 6220 6221 6222 6223 6275 6224 6225 6226 6228 6231 6232 6233 6234 6235 6236 6237 6238 6239 6240 6241 6307 6242 6243 1 2 Descrição da Classe Busca e Apreensão Contravenção Penal – Direção Perigosa Contravenção Penal . 217.688/41) Contravenção Penal . 4. – II Cód.Falta de Habilitação para Dirigir Veículo Contravenção Penal . 168 e 169. 250 a 280. 184 a 186. CP) Crime de Atentado Violento ao Pudor (art. SAJ/PG 6201 6202 6253 6203 6204 6205 6206 6207 6208 6209 6007 6210 6211 6212 6213 6214 6215 6216 Cód. 9. CP) Crime Contra a Liberdade Individual (arts. 58 e 60. CP) Crime de Lesão Corporal Culposa na Direção de Veículo (art. CP) Crimes de Arma de Fogo . 9. 3 Prov.artigo 33 da Lei nº 11.artigo 157 do CP 3 Crime de Tráfico de Drogas . 288 do CP) Crime Contra a Propriedade Imaterial (arts. 214. L. § 6º . CP) Crime Contra a Paz Pública (art.898/65) Crime de Apropriação Indébita (arts. CP) Crime de Estelionato e Outras Fraudes (arts. CP) Crime de Sonegação Fiscal (L. CGJ 34/2007. 309. 121.826/03 Crime de Receptação (art. CP) Crime de Periclitação da Vida e da Saúde (arts. CP) Suprimido 1 Descrição da Classe Crime de Abuso de Autoridade (L. 9.artigo 7º da Lei nº 8. § 3º.137/90) Crime Contra a Organização do Trabalho (arts. 3. 5.L.688/41) Crime Contra a Administração da Justiça (arts. CP) Crime Contra a Ordem Tributária (L. CP) Crime Contra a Economia Popular (L. 1. 180.521/51) Crime Contra a Família (arts.503/97) Crime de Lesão Corporal Dolosa (art.729/65) Crime de Tortura (L. 197 a 207. 303. CP) Crime de Falta de Habilitação para Dirigir Veículo Automotor (art. Prov. CGJ 34/2007. 312 a 337. 4.343/06 Suprimido 1 Prov. CP) Suprimido 2 Crime de Sedução (art. 171 a 179.503/97) Crime de Imprensa (L. 129. 213. CP) Crime de Estupro (art. D.L.503/97) Crime Contra as Relações de Consumo .

Cap. – II
6244 6245 6246 6247 Crime de Usurpação, Esbulho Possessório e Dano (arts. 161 a 166, CP) Crime Falimentar (arts. 186 a 190 do D.L. 7.661/45) Crimes Resultantes de Preconceito de Raça, Cor, Etnia, Religião ou Nacionalidade (Lei nº 9.459/97 e Lei nº 7.716/89) Exceção, Restituição de Coisa Apreendida, Seqüestro e Medida Assecuratória, Incidente de Falsidade e de Insanidade Mental do Acusado, quando preparatórias Habeas-Corpus Habeas-Data Descrição da Classe

6029 5085 Cód. SAJ/PG 5102 6024 6248 6249 6250 5121 6251 5127 5128 6252 6276 6277 6278 6279 6280 6281 6282 6283 6284 6285 6286 6287 6288 6289 6290 6291 6292 6293 6294 6295 6296 6254

Mandado de Segurança Outras Contravenções Penais Outros crimes contra os costumes (arts. 215 a 216 e 218 a 234, CP) Outros Crimes de Trânsito (L. 9.503/97) Outros Crimes Relativos a Drogas - Lei nº 11.343/06 Outros Feitos Não Especificados Pedido de Explicações Precatória (em geral) Precatória Inquiritória Queixa Crime Crime de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher - Lei nº 11.340/06 Crime de Corrupção de Menores - Lei nº 2.252/54 Crimes Contra o Meio Ambiente - Lei nº 9.605/98 Crimes Contra Portadores de Deficiência - Lei nº 7.853/89 Crimes Contra Criança e Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069/90 Crimes Contra a Ordem Econômica (Combustíveis) - Lei nº 8.176/91 Crime de Violação de Comunicação Telefônica, de Informática ou Telemática - Lei nº 9.296/96 Crimes Relativos a Transplante de Órgãos - Lei nº 9.434/97 Crimes Contra a Propriedade Intelectual de Programa de Computador - Lei nº 9.609/98 Crimes de Lavagem de Dinheiro ou Ocultação de Bens, Direitos e Valores – Lei nº 9.613/98 Crimes Previstos no Estatuto do Idoso - Lei nº 10.741/03 Crime de Embriaguez ao Volante - artigo 306 da Lei nº 9.503/97 Justificação Criminal Interpelação Notificação Crime de Latrocínio - artigo 157, § 3º, do CP Crime de Extorsão - artigo 158 a 160 do CP Crime Contra o Serviço Postal e o Serviço de Telegrama - Lei nº 6.538/78 Crime Contra o Respeito aos Mortos - artigo 210 a 212 do CP Crimes Relativos à Lei de Licitações Públicas - Lei nº 8.666/93 Crime de Injúria Consistente na Utilização de Elementos Referentes a Raça, Cor, Etnia, Religião ou Origem - artigo 140, § 3º, do CP Carta de Ordem

NOTA - A classe de que trata o caput deverá ficar vinculada às Varas Criminais e às Varas de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central da Comarca da Capital. 2 171. Grupo 11 (feitos relativos ao juizado especial criminal) as classes:3
1 2

Prov. CGJ 28/2007. Prov. CGJ 11/2005. 3 Provs. CGJ 38/99 e 28/2007.

Cap. – II
Cód. SAJ/PG 6202 6253 6203 6204 6205 6206 6207 6208 6209 6007 6210 6211 6213 6215 6216 6218 6219 6221 6223 6228 6231 6233 6234 6235 6236 6240 6243 6244 6024 6248 6249 6250 5121 5127 5128 6297 6298 Cód. SAJ/PG 6278 6280 6299 6283 6284 6286 6300 6301 6302 6293 6303 Descrição da Classe

Contravenção Penal - Direção Perigosa Contravenção Penal - Falta de Habilitação para Dirigir Veículo Contravenção Penal - Jogo do Bicho (arts. 58 e 60, D.L. 3.688/41) Contravenção Penal - Vadiagem (art. 59, D.L. 3.688/41) Crime Contra a Administração da Justiça (arts. 338 a 359, CP) Crime Contra a Administração em Geral (arts. 312 a 337, CP) Crime Contra a Economia Popular (L. 1.521/51) Crime Contra a Família (arts. 235 a 249, CP) Crime Contra a Fé Pública (arts. 289 a 311, CP) Crime Contra a Honra (arts. 138 a 140, CP) Crime Contra a incolumidade Pública (arts. 250 a 280, CP) Crime Contra a Liberdade Individual (arts. 146 a 147 e 149 a 154, CP) Crime Contra a Organização do Trabalho (arts. 197 a 207, CP) Crime Contra a Propriedade Imaterial (arts. 184 a 186, CP) Crime Contra as Relações de Consumo - Lei nº 8.078/90 Crime de Abuso de Autoridade (L. 4.898/65) Crime de Apropriação Indébita (arts. 168 e 169, CP) Crime de Estelionato e Outras Fraudes (arts. 171 a 179, CP) Crime de Falta de Habilitação para Dirigir Veículo Automotor (art. 309, L. 9.503/97) Crime de Imprensa (L. 5.250/67) Crime de Lesão Corporal Culposa (art. 129, § 6º, CP) Crime de Lesão Corporal Dolosa (art. 129, CP) Crime de Periclitação da Vida e da Saúde (arts. 130 a 136, CP) Crimes de Arma de Fogo - Lei nº 10.826/03 Crime de Receptação (art. 180, CP) Crime de Sonegação Fiscal (L. 4.729/65) Crime de Porte para Uso Pessoal de Drogas - artigo 28 da Lei nº 11.343/06 Crime de Usurpação, Esbulho Possessório e Dano (arts. 161 a 166, CP) Outras Contravenções Penais Outros crimes contra os costumes (arts. 215 a 216 e 218 a 234, CP) Outros Crimes de Trânsito (L. 9.503/97) Outros Crimes Relativos a Drogas - Lei nº 11.343/06 Outros Feitos Não Especificados Precatória (em geral) Precatória Inquiritória Crime Contra a Paz Pública - artigos 286 e 287 do CP Furto de Coisa Comum - artigo 156 do CP Descrição da Classe

Crimes Contra o Meio Ambiente - Lei nº 9.605/98 Crimes Contra Criança e Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069/90 Crimes Contra a Propriedade Industrial - Lei nº 9.279/96 Crimes Relativos a Transplante de Órgãos - Lei nº 9.434/97 Crimes Contra a Propriedade Intelectual de Programa de Computador - Lei nº 9.609/98 Crimes Previstos no Estatuto do Idoso - Lei nº 10.741/03 Crime de Rixa - artigo 137 do CP Exercício Ilegal da Medicina, Arte Dentária ou Farmacêutica, Charlatanismo e Curandeirismo - artigo 282 a 284 do CP Crime de Improbidade Administrativa - Lei nº 8.429/92 Crime Contra o Serviço Postal e o Serviço de Telegrama - Lei nº 6.538/78 Crime Contra o Sentimento Religioso - artigo 208 do CP

Cap. – II
6304 6295 6254 Crime Contra o Respeito aos Mortos - artigo 209 do CP Crimes Relativos à Lei de Licitações Públicas - Lei nº 8.666/93 Carta de Ordem 172. Grupo 12 (feitos relativos ao júri) as classes:1 Cód. SAJ/PG 6217 6227 6229 6230 6029 5085 5102 5121 5127 5128 Descrição da Classe

Crime de Aborto (arts. 124 a 128, CP) Crime de Homicídio Doloso (art. 121, CP) Crime de Induzimento, Instigação ou Auxílio ao Suicídio (art. 122, CP) Crime de Infanticídio (art. 123, CP) Habeas-Corpus Habeas-Data Mandado de Segurança Outros feitos não especificados Precatória (em geral) Precatória Inquiritória 172-A. Suprimido. 2

173. A distribuição será equilibrada pelo peso de cada classe, sujeita a um valor de desvio para garantir o fator aleatório do sorteio, estabelecido pela Corregedoria Geral da Justiça em procedimento interno, cuja divulgação é vedada.3 174. Com a distribuição dos feitos será emitido o Livro de Registro de Feitos de cada uma das Varas, organizado em ordem crescente numérica pelo “número de controle” dos processos.4 175. No Livro de Registro de Feitos deverá ser anotado o número do processo atribuído pelo SAJ/PG (protocolo), que obedecerá a uma série única que não será alterada, mesmo havendo redistribuição do processo a outra unidade gerenciada pelo SAJ/PG, bem como o nome das partes e a identificação da classe observada na distribuição. O Livro será organizado em ordem crescente numérica, seguindo o “número de controle” do processo, reservando-se espaço para “observações” registradas pelos cartórios.5 176. No Livro de Registro de Feitos deverá ser indicado, ainda, se a distribuição foi realizada por sorteio ou direcionamento (dependência - prevenção). A distribuição ou redistribuição será feita por direcionamento apenas nos casos de prevenção do Juízo, observada a regra do item 9, do Capítulo VII, destas Normas de Serviço.6 177. Será atribuído pelo Sistema a cada processo distribuído um “número de controle” interno do Cartório, sem prejuízo do número do processo (número do protocolo que seguirá série única), para efeito de divisão do serviço entre os funcionários, oficiais de justiça, juízes, promotores e outras providências necessárias à ordem do serviço.7 178. O SAJ/PG emitirá os livros de carga dos feitos distribuídos para entrega aos ofícios judiciais. O livro será formado a partir de folhas soltas, numeradas e rubricadas, com termo de abertura e encerramento.8 179. Os níveis de acesso às informações e o respectivo credenciamento (senha) dos
1 2

Prov. CGJ 38/99. Prov. CGJ 2/2007. 3 Prov. CGJ 38/99. 4 Prov. CGJ 38/99. 5 Prov. CGJ 38/99. 6 Prov. CGJ 38/99. 7 Prov. CGJ 38/99. 8 Prov. CGJ 38/99.

Cap. – II
funcionários para operação do SAJ/PG, serão estabelecidos, com a participação do DTI – Departamento Técnico de Apoio para Assuntos de Informática do Tribunal de Justiça, em expediente interno pela Corregedoria Geral da Justiça.1 180. O SAJ/PG emitirá as fichas que compõem o fichário-geral com as informações determinadas no subitem 10.2.1, do Capítulo II, destas Normas de Serviço.2 181. Iniciada a operação do SAJ/PG, que passa a ser obrigatória para as Varas e os Ofícios de Justiça, deverão ser excluídos todos os programas eventualmente utilizados. 3 181.1. Também é obrigatório para as Varas e Ofícios de Justiça a inserção, no Sistema, de toda e qualquer nova movimentação dada ao processo, garantindo a atualidade do banco de dados e a sua efetiva utilidade.4 181.2. A inserção tratada no subitem anterior, quando não for possível a sua realização imediata, deverá ser efetuada em até 48 (quarenta e oito) horas.5 horas.5 182. As alterações, exclusões e retificações feitas de modo geral nos dados registrados pelo Sistema serão definidas por níveis de criticidade, cujo acesso será estabelecido pela Corregedoria Geral da Justiça. Os dados retificados, alterados ou excluídos deverão ser conservados pelo Sistema. Todas as operações realizadas no Sistema serão vinculadas ao usuário que as realiza. 6 183. É vedado ao funcionário credenciado a operar o Sistema ceder a respectiva senha ou permitir que outra pessoa, funcionário ou não, faça uso dela para acessar indevidamente o Sistema.7 184. Os Diretores do Serviço de Distribuição e dos Ofícios de Justiça realizarão auditoria semanal no Sistema, de acordo com os níveis de criticidade definidos, comunicando à Corregedoria Geral da Justiça qualquer irregularidade.8 185. Os processos eventualmente recebidos de outros Foros ou Varas deverão ser encaminhados ao Distribuidor para a respectiva distribuição pelo SAJ/PG, vedada a sua remessa e recebimento direto pelos ofícios judiciais.9 185.1. Ocorrendo, por qualquer motivo, erro do Distribuidor na execução do quanto determinado neste item, procederá aquele ao cancelamento da redistribuição para que nova possa, então, se realizar.10 186. Os procedimentos disciplinares e sindicâncias administrativas da corregedoria permanente, vinculada a cada uma das unidades, poderão ser diretamente cadastrados no SAJ/PG pelos ofícios judiciais, sujeitos ao segredo de justiça, utilizando-se os códigos seguintes:11 5130 - Processo Administrativo 5169 - Sindicância 187. Da publicação das intimações expedidas pelo SAJ/PG, feita no Diário Oficial, a respeito de processos sujeitos ao segredo de justiça, deverão constar apenas as iniciais das

1 2

Prov. CGJ 38/99. Prov. CGJ 38/99. 3 Prov. CGJ 38/99. 4 Prov. CGJ 26/2002. 5 Prov. CGJ 26/2002. 6 Prov. CGJ 38/99. 7 Prov. CGJ 38/99. 8 Prov. CGJ 38/99. 9 Prov. CGJ 38/99. 10 Prov. CGJ 15/2003. 11 Prov. CGJ 38/99.

Cap. – II
partes. 1 188. Os Diretores dos Ofícios de Justiça deverão comunicar prontamente ao DTI Departamento de Apoio para Assuntos de Informática do Tribunal de Justiça as alterações no quadro funcional da unidade, para o processamento da revogação ou novo credenciamento. 2 189. Serão cadastrados diretamente pelos Ofícios de Justiça, no sistema informatizado oficial, com o número original do processo e gerando o sistema um número seqüencial para cada um deles: a) o pedido contraposto, vinculando-se tal informação à expedição de certidões pelo Ofício de Distribuição, observados os respectivos pólos ativo e passivo e sem prejuízo dos dados relativos à ação principal; b) as intervenções de terceiro (exceto a oposição), com vinculação do interveniente à expedição de certidão, observado o pólo respectivo; c) o cumprimento de sentença condenatória cível, com inversão, quando o caso, dos pólos ativo e passivo da fase de conhecimento, para efeito de expedição de certidão pelo Ofício de Distribuição; d) a impugnação ao cumprimento de título executivo judicial (art. 475-J, CPC), vinculando-se tal informação ao registro respectivo para efeito de expedição de certidão pelo Ofício de Distribuição, mas mantidos os pólos ativo e passivo originais; e) os incidentes processuais (alvará, carta de sentença, impugnação ao valor da causa, etc.), sem vinculação à expedição de certidão pelo Ofício de Distribuição. 3 189.1. Também serão cadastrados diretamente no SAJ/PG o R.G. e o C.P.F./C.N.P.J. das partes, quando esses dados venham a ser conhecidos após a distribuição (Cap. IV, item 12).4 189.2. Ao expedir certidão de homonímia, os Ofícios de Justiça farão inserir, no SAJ/PG, os eventuais dados de qualificação ainda não lançados no Sistema, também certificando a adoção dessa providência no documento. Tratando-se de feito não cadastrado no SAJ/PG, a providência será precedida de específico cadastramento.5 189.3. A extinção do processo, em caso de improcedência total da demanda ou por força do acolhimento de impugnação do devedor (art. 475-M, § 3º, segunda parte, do CPC), e a extinção do processo de execução, por força de procedência de embargos de devedor, deverão ser cadastradas no sistema diretamente pelo Ofício de Justiça assim que as respectivas sentenças transitarem em julgado (ou quando retornarem de superior instância com trânsito em julgado). No mais, a extinção deverá ser cadastrada apenas quando encerrado definitivamente o processo, nada restando a ser deliberado ou cumprido pela Serventia (sentença ou acordo), considerandose isoladamente, para tanto, a ação principal, a reconvenção, a ação declaratória incidental, o incidente de falsidade, a oposição, os embargos de devedor (à execução, à execução fiscal, à adjudicação, à alienação ou à arrematação) e os embargos de terceiro. 6 189.4. A entrega definitiva dos autos de notificação, interpelação ou protesto deverá ser cadastrada no sistema em campos distintos conforme tenha sido deferida ou não a publicação de editais para os fins do artigo 870, I e parágrafo único, do Código de Processo Civil (v. item 47 e subitem 47.1 do Capítulo VII).7 189.5. A reconvenção, a ação declaratória incidental, o incidente de falsidade, a oposição, os embargos de devedor (à execução, à execução fiscal, à adjudicação, à alienação ou à arrematação) e os embargos de terceiro

1 2

Prov. CGJ 38/99. Prov. CGJ 38/99. 3 Provs. CGJ 38/99, 38/2001, 11/2003, 16/2006 e 2/2007. 4 Prov. CGJ 29/2000. 5 Prov. CGJ 29/2000. 6 Provs. CGJ 38/2001, 2/2007 e 3/2008. 7 Prov. CGJ 38/2001.

o qual será feito mediante proposta do DTI – Departamento de Apoio para Assuntos de Informática do Tribunal de Justiça encaminhada à Corregedoria Geral da Justiça. Decorrido um ano da instalação efetiva do SAJ/PG. Prov. Com a instalação do SAJ/PG os Distribuidores estarão dispensados da formação dos Livros de Registro da Distribuição e das respectivas fichas. 1 190. Os livros de carga em geral serão abolidos com a instalação do Sistema de carga de processos assinada eletronicamente. Deverão ser emitidas apenas as fichas dos feitos criminais que serão encaminhadas ao DIPO . o ofício judicial estará dispensado da elaboração dos fichários referidos nos itens 10 e 10-A. – II deverão ser distribuídos. CGJ 16/2006 e 2/2007.Cap. CGJ 38/99.4 193. as eventuais retificações de seus dados não serão aplicadas aos feitos de outro Juízo. CGJ 38/99. CGJ 38/99. recebendo número de registro próprio.2 191. CGJ 38/99.5 194. .6 1 2 Provs. O serviço de distribuição deverá manter em uso o Livro de Registro de Ocorrências. 5 Provs. deste Capítulo. Quando a mesma parte estiver vinculada a processos que tramitam em outras unidades judiciárias.3 192. CGJ 38/99 e 40/2001. 3 Prov. onde serão anotadas todas as anormalidades eventualmente verificadas no funcionamento do SAJ/PG. e da formação do Livro de Registro de Feitos. 4 Prov. 6 Prov.Departamento de Inquéritos Policiais da Capital.

Suprimido.º 11. 7 CF. O recurso de apelação de litisconsorte. na execução.476/84. 4 Prov.2. que tem por fato gerador a prestação de serviços públicos de natureza forense. de 29 de dezembro de 2003. 3 Prov. 9 9. 20. 9 Prov. Verificada a omissão ou falha antes da distribuição. CGJ 27/04. terceiro interveniente ou prejudicado estará sujeito às mesmas disposições que regem. Suprimido. 5º. Cív. que deverá ser observada. 5 Prov. 6 CF.210-0. Cív. 4 7.1. A omissão. 8. CGJ 27/04. opoente. CGJ 27/04.607-0. a informação será feita ao Juiz Corregedor Permanente do serviço de distribuição. isento da taxa judiciária. 9. 5º. 8 Ap. 3. 10 L. nas ações cautelares.1. do mesmo modo ocorrendo quando houver dúvida acerca da incidência inicial da taxa. 5 7. 8 8. Suprimido. em qualquer caso. CGJ 27/04. 6 7. A taxa judiciária. São gratuitas as ações de habeas-corpus e habeas-data.1. a remessa dos autos ao Contador. Suprimido. 1 2 Prov. 4. LXXIII.3. salvo comprovada má-fé. Os Ofícios de Justiça no Primeiro Grau de Jurisdição.1 2.1.CAPÍTULO III SEÇÃO I DAS DESPESAS JUDICIAIS .486-0 e Ap. CGJ 9/91. 7 7. art. e a Secretaria do Tribunal. quanto à taxa judiciária.2 3. . Nenhum recolhimento será exigido para a prática de qualquer ato processual sem expressa previsão legal. 10 11. inocorrendo.Suprimidos. ou falha no recolhimento da taxa e contribuições nos casos legalmente estabelecidos. assistente. Na ação popular. 3 4 a 6 . art. os recursos das partes.608. art. Não é devida a taxa judiciária em procedimento de dúvida. serão de imediato informadas pelo escrivão-diretor ao juiz do feito. Prov. nos procedimentos de jurisdição voluntária e nos recursos é disciplinada pela Lei Estadual n. CGJ 27/04. Cív. LXXVII. 6.TAXA JUDICIÁRIA 1. O recolhimento da taxa judiciária será feito na forma estabelecida por atos normativos da Secretaria de Estado dos Negócios da Fazenda de São Paulo. devida pelas partes ao Estado nas ações de conhecimento. Ap. 10. ficará o autor. 6. 6.

12. em separado. CSM 577 e CGJ 2/98. contribuições e despesas. O demonstrativo conterá o valor singelo das custas e. 4 L. art. Os processos findos não poderão ser arquivados sem que o escrivão-diretor certifique nos autos estar integralmente paga a taxa judiciária. 8 15. 8 Súmula CGJ nº 1. 4 13. Quando o incidente relativo à exigência de taxa judiciária. CGJ 12/2008. quando se tratar de devedor domiciliado em outra comarca. 7 Prov. para o caso de eventual interposição de recurso.1. os honorários devidos ao IMESC e as contribuições. 5 13.3 13. Suprimido. competindo seu conhecimento à instância superior. § 2º. abrangendo custas e despesas. 23. art. 6 Prov. ainda que no momento da intimação da sentença ou do acórdão não conste o valor correspondente. . CGJ 3/96.2. Os custos da expedição de certidão e reprodução de peça do processo são fixados pelo Conselho Superior da Magistratura e publicados periodicamente na Imprensa Oficial.476/84. publicada. a certidão extraída será encaminhada à Procuradoria Fiscal.Cap. 7 15. farão constar o valor do preparo. CGJ 3/96. 4. exceto quando publicada em audiência. quando exigido. a ser apreciada em Primeira ou Segunda Instância. mencionando a quantidade de volumes existentes. 2 13.476/84. 6 14. a decisão será do Juiz do feito e o recurso cabível será unicamente o previsto na legislação processual. mensalmente. CGJ 24/2007. ou da intimação do acórdão. 4. 3 L. CSM 577/97. 1 11. art. 23. Não cabe reclamação administrativa contra cobrança de taxa judiciária. CGJ 2/98 e CGJ 14/2008. Nos termos do artigo 511 do Código de Processo Civil. CSM 268/86. 1 2 Provs.1.1. o respectivo preparo. Provs. ou à Procuradoria Regional respectiva. no ato da efetiva interposição do recurso o recorrente comprovará. se travar em processo judicial. 11. A incidência da correção monetária e a ocorrência ou não de deserção constituem matéria de caráter jurisdicional. inclusive o valor estimado do porte de retorno. 4.476/84. ou sem que faça extrair certidão em que sejam especificadas essas parcelas para fins de inscrição da dívida.3. § 1º. segundo a Tabela Prática para Cálculo de Atualização Monetária dos Débitos Judiciais. contribuições e despesas em processo judicial. quando exigido. Antes da extração da certidão referida no item anterior. o seu valor corrigido. para o pagamento do débito. – III no ato da intimação da sentença.2. quando se tratar de devedor domiciliado na Capital. pelo Contador Judicial de Segunda Instância do Tribunal de Justiça. Não tendo sido atendida a notificação no prazo de 60 (sessenta) dias da expedição da notificação. o escrivão-diretor providenciará a notificação pessoal do responsável. 23 e Prov. 5 L.

5 Prov. CGJ 4/99. As cartas precatórias referentes a execuções fiscais serão registradas no Livro Registro Geral de Feitos. 6 Prov. serão seguidas as mesmas regras atinentes ao Livro Registro Geral de Feitos (modelo próprio). com índice. DO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL. Na escrituração do livro Registro de Execuções Fiscais. inclusive os promovidos pelas autarquias e aqueles relativos ao imposto de circulação de mercadorias e serviços. com índice. 4 Prov. DO JUIZADO ITINERANTE PERMANENTE E DO SETOR DAS EXECUÇÕES FISCAIS DA FAZENDA PÚBLICA DA CAPITAL1 SEÇÃO I DOS LIVROS 1. CGJ 11/2002 e Prov. No livro Registro de Execuções Fiscais serão lançados todos os processos de execução fiscal federal. com índice.2. 3 Prov.1. com expressa menção daqueles que forem eventualmente denunciados.5 4. 3 2. quando for o caso. fica autorizada a utilização de xerocópias dos testamentos. Suprimido. Suprimido. Prov. os ofícios de justiça cíveis terão. estadual e municipal. DO JUIZADO INFORMAL DE CONCILIAÇÃO. Suprimido. CGJ 25/98. 2.6 5.4 4. 2. CSM 1. CGJ 24/2001.1. . 6. Suprimido. Além dos livros comuns e obrigatórios. DO JUIZADO ESPECIAL CRIMINAL. Para a formação do livro previsto na alínea “b” do item 1 deste Capítulo. b) Registro de Testamentos.7 SEÇÃO II DA MOVIMENTAÇÃO DOS PROCESSOS CÍVEIS EM GERAL 1 2 Prov. c) Registro de Inquéritos Judiciais Falimentares. 7 Prov. CGJ 25/98. O índice do livro Registro de Inquéritos Judiciais Falimentares conterá o nome da firma falida e de todos os seus sócios.CAPÍTULO IV DOS OFÍCIOS DE JUSTIÇA CÍVEL. os seguintes: 2 a) Registro de Execuções Fiscais.670/2009. 3. CGJ 04/2009. 2-A. CGJ 25/98.

CGJ 01/2011. A petição inicial.6 10-A. sob pena de extinção do processo. a proibição de retirada dos autos e os mandados de segurança. o cartório providenciará a extração do acórdão. CGJ 36/2007. CGJ 36/2007.1.1. CGJ 10/95 e 3/96. Nos Fóruns Digitais. CGJ 3/96. As unidades judiciárias do Tribunal de Justiça de São Paulo eliminarão os agravos de instrumento e os conflitos de competência depois de tomadas as providências indicadas nos itens seguintes. o que será igualmente efetivado quanto aos volumes que se forem formando. a natureza do feito. somente serão digitalizadas as peças indicadas nos subitens 10-A. – IV 7.Cap. 4 10. 10.1. Na autuação do inquérito judicial será anotada a data da prescrição. 8 Prov. para facilidade de identificação visual das situações processuais. o cartório providenciará a extração do acórdão e da certidão de trânsito em julgado. 166. dispensada a extração de cópias. eventual intervenção do Ministério Público ou prescrição próxima. Não é necessária a lavratura de certidão.1 e 10-A.1. dispensada a extração de cópias. ao dar entrada em cartório. se já não houver sido juntada aos autos. CGJ 3/96. 8. 9 Provs. 1 7. 3 Provs. 5 10-A. 5 Prov. das informações dos juízes. também. O escrivão-diretor fará anotar. 3 10. no interior dos autos. os agravos de instrumento e agravos retidos. Serão anotadas. a denunciação da lide. os nomes das partes e a data.4. 9 1 2 Prov. CPC.1.1. 7 Provs. 8 10-A. manifestação/parecer dos membros do Ministério Público. os embargos de terceiro. Havendo insuficiência de cópias para a citação inicial.1. Os agravos de instrumento serão anotados na autuação quando juntos aos autos a sua cópia e o respectivo comprovante de interposição. apresentados pelo agravante na forma prevista no art. se já não houver via juntada aos autos e juntará aos autos do processo principal. os aditamentos à inicial. . de tarjas de cores diversas. 4 Prov. da minuta. 526 do Código de Processo Civil. na autuação.2. da contraminuta e de eventuais peças originalmente anexadas ao recurso e juntará tais peças aos autos do processo principal. de autuação e de registro do processo. 28/2008 e 01/2011. com decisão transitada em julgado. 7 10-A. as folhas em que prestadas informações dos agravos de instrumento e mandados de segurança. o número do registro. Recebidos os autos de conflito de competência. bem como das principais peças. o juízo. CGJ 36/2007 e 28/2008. nas autuações. Devem ser mencionados. Recomenda-se a utilização. Os agravos de instrumento serão eliminados desde que não se verifique a situação descrita no subitem 10-A. 6 Provs.2. na autuação. CGJ 36/2007. Recebidos os autos de agravo. art. 2 9. a parte será intimada para fornecer outras quantas necessárias. 28/2008 e 01/2011. deverá ser autuada e registrada em 24 horas. o chamamento ao processo.

3 Provs. Seção II. nada restando a ser cumprido ou deliberado pela Serventia.2. comunicando a seguir o fato ao Tribunal competente. CGJ 3/96. . e a extinção do processo de execução. Quando se tratar de notificação.1. no que compatível. CGJ 3/87.G. destas Normas.2. e o C. o incidente de falsidade. do Capítulo II. sem comunicação ou remessa dos autos ao distribuidor. segunda parte. 6 Provs. Nos Ofícios de Justiça ainda não informatizados com o sistema oficial ou naqueles que. o cumprimento de sentença condenatória cível e a impugnação ao cumprimento de título executivo judicial (art. CGJ 5/92 e 3/96. a ação declaratória incidental. permanecendo o agravo em arquivo até o trânsito em julgado.3. § 3º. 4 Provs.P. Caso não haja nos autos do agravo de instrumento. No mais. interpelação ou protesto. o cartório providenciará o traslado de cópia do acórdão para que seja juntado aos autos principais. 3 12. para os fins previstos no item 189. Prov. a ação principal. a oposição.Cap. por este serão anotados. A extinção do processo. de imediato.2. Ocorrendo quaisquer das hipóteses de extinção do processo (CPC.5 12. – IV 10-A. das partes. CGJ 36/2007 e 28/2008. deverão ser comunicadas pelo Ofício de Justiça ao Distribuidor assim que as respectivas sentenças transitarem em julgado (ou quando retornarem de superior instância com trânsito em julgado).4. do CPC). para tanto. 16/2006 e 2/2007. o Ofício de Justiça comunicará ao Distribuidor a entrega definitiva dos autos ao requerente. b) o R. 475-J do CPC).6 12. observando expressamente se foi deferida ou não a publicação de editais para os fins do artigo 870. arts. Capítulo IV. 1 2 Provs. a reconvenção. 4 12. 2/2007 e 3/2008. fará conclusão dos autos com informação ao juiz. CGJ 28/2008.F. à alienação ou à arrematação) e os embargos de terceiro. não estejam integrados eletronicamente com o Ofício de Distribuição. CGJ 10/95 e 3/96. 2 11. CGJ 38/2001. por força de procedência de embargos de devedor.2. mediante comunicação do Diretor do Ofício de Justiça: a) as intervenções de terceiro (exceto a oposição). A comunicação da extinção do processo ao Distribuidor só deverá ser expedida quando encerrado definitivamente o processo. embora informatizados. 1 10-A. instruído o ofício (modelo próprio) com cópia da sentença e certidão do seu trânsito em julgado. em caso de improcedência total da demanda ou por força do acolhimento de impugnação do devedor (art. I e parágrafo único. o pedido contraposto. quando venham a ser conhecidos ou retificados depois da distribuição. à execução fiscal. Ocorrendo determinação judicial para retificação do procedimento da ação para ordinário ou sumário.2. 11/2003. com trânsito em julgado da sentença e subsistindo mandados de segurança ou recursos incidentais (agravos de instrumento ou correição parcial) pendentes de julgamento em segunda instância. certidão do trânsito em julgado.7 12. o escrivão-diretor. as anotações devidas serão efetuadas somente no ofício de justiça. Os agravos de decisão de indeferimento do processamento de recursos extraordinário e especial seguirão as disposições do item 10-A e subitens 10-A. considerando-se isoladamente.1 e 10-A. 475-M. 5 Provs. 7 Provs. 38/2001. à adjudicação. nada restando a ser deliberado ou cumprido pela Serventia (sentença ou acordo). 21/97 e 3/2008. os embargos de devedor (à execução. a extinção deverá ser cadastrada apenas quando encerrado definitivamente o processo. 267 e 269).1.

solicitando informação sobre a existência de testamento. após carimbada. 7 Prov. que poderá ser destruída após dois anos. inclusive por vale postal ou ordem de pagamento.Cap. O disposto no subitem supra não se aplica aos ofícios de justiça de Acidentes do Trabalho. CGJ 9/2002.1. CGJ 21/97. será arquivada pelo Distribuidor em pastas ou classificadores.2 12.3. a intimação da Fazenda Estadual será feita mediante publicação pela imprensa oficial. 13.1.2. ou a pedido do interessado deferido pelo Juiz Corregedor Permanente da Comarca e mediante o recolhimento de importância equivalente a 0.3 12. 4 Provs.1 12. salvo os casos legais de suspensão do processo por prazo indeterminado. diretamente ao Colégio Notarial do Brasil. cuidando-se da aposição dos necessários termos de remessa e recebimento. bastando que os autos respectivos sejam encaminhados ao setor de distribuição do próprio cartório para as devidas anotações. – IV do Código de Processo Civil (v. Seção de São Paulo. Requerida a abertura da sucessão. 6 Prov.4. Ofícios judiciais de Varas únicas estão dispensados de expedir ofício para comunicação da extinção de processo. bem como do lançamento de certidão alusiva à realização dos pertinentes assentamentos. na forma prevista no subitem 42. No lugar das peças ou documentos desentranhados será colocada uma folha em branco. Seção de São Paulo. serão colocadas em pasta própria e devolvidas ao interessado. CGJ 34/89 e 21/97. ou qualquer outro motivo. CGJ 6/94. CGJ 36/2007. item 47 e subitem 47. poderão os MM. do Capítulo II. 8 Prov. A primeira. será devolvida ao ofício de justiça expedidor que deverá fazer a sua juntada ao processo. utilizando-se do impresso próprio. A informação sobre a existência ou não de testamento de pessoa comprovadamente falecida somente será fornecida mediante requisição judicial. 5 Prov. CGJ 38/2001. evitando-se a prática de renumerar os autos. 3 Provs.1 do Capítulo VII). 6 14. evitando-se o costume de grampeá-las na contracapa dos autos. Suprimido. Nos Juízos das Sucessões. Incumbe ao escrivão-diretor do ofício em que correu o processo comunicar a extinção. 8 14-A.7 14-A.4 12. dispensando-se a remessa dos autos às suas Procuradorias.6. As contestações e outras peças desentranhadas por intempestividade. preenchido em duas vias.. após anotada. CGJ 20/2001. Nenhum processo será arquivado sem sentença definitiva ou terminativa. por ordem cronológica.5 UFESP (Unidade Fiscal do Estado de São Paulo) mensal. . Juízes de todo o Estado de São Paulo oficiar ao Colégio Notarial do Brasil.5. Prov. com anotação da folha em que constar a determinação de desentranhamento.5 13. quando não será comunicada a sua extinção.1. 13. CGJ 21/97 e 29/98. A segunda via. salvo em caso de assistência 1 2 Prov.

após devolvidos. Os ofícios extraídos de processos. conforme for o caso. a intimação do responsável para comprovar o recolhimento. exceto aqueles destinados a instruir precatórios ou requisições de pequeno valor. – IV judiciária. ultrapassado o prazo. imediatamente. 3 16. 35/2001 e 36/2007. por qualquer pessoa. em 24 (vinte e quatro) horas. decorridos 5 (cinco) dias. como a juntada e a vista obrigatória. deverá o escrivão-diretor exigir sua devolução. decorrido o respectivo prazo. do Capítulo III. Vencido o prazo. sobretudo quando de seu exame. CGJ 16/84. 7 21. o escrivão-diretor providenciará. 5 17. Os peritos servirão independentemente de compromisso. As cópias dos ofícios que não se referirem a processos serão arquivadas exclusivamente no classificador previsto no item 32. CGJ 16/84. o qual deverá observar o quanto disposto no subitem 13. por mais de 30 (trinta) dias. NSCGJ). Suprimido. O adiantamento da remuneração do perito. à ordem do juízo (Cap. “d”. sucessivamente. 15-A. salvo nos casos de suspensão. 9 Prov. que contará correção monetária. o número do processo ou a circunstância de não se referir a nenhum feito. em qualquer fase do processo. 6 Prov.Cap. independentemente de despacho judicial nesse sentido. CGJ 40/2001. ou abrirá "vista". . fora de cartório. CGJ 35/2001 e 36/2007. aguardando providências. CGJ 3/96. CGJ 3/96.6 18. destas Normas de Serviço. ou de prazo maior que tenha sido assinalado. 8 23. levando o fato ao conhecimento do juiz. a devolução dos avisos de recebimento das cartas postadas pelo Correio. 913. em cartório. a existência da taxa judiciária devida mas ainda não recolhida. nas quais consignar-se-á. da Secretaria ou da Administração do Judiciário será nomeado perito ou avaliador. Ao verificar. Os escreventes-chefes e os escrivães-diretores deverão exercer rigorosa vigilância sobre os processos. 9 24. 4 16. 8 Prov. CGJ 6/94. Prov. Cópia dos ofícios expedidos em processos será anexada exclusivamente nos autos. se desatendido. e será 1 2 Prov.1. independem de despacho. providenciando para que sejam juntados aos autos. devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessários. à parte contrária. fazendo conclusão dos autos. Quando os autos estiverem com "vista" a advogado. Quando os autos estiverem com "vista" a advogado. VIII. o escrivão-diretor lavrará certidão e fará conclusão daqueles. certificando nos autos. com regularidade. 19. 20. Nenhum processo ficará paralisado em cartório. Esse classificador será aberto com folhas para o registro de todos os ofícios (modelo próprio). fixado pelo juiz. do Capítulo II. CGJ 16/84.2. Nenhum funcionário do foro. 3 Provs. ao lado do número de registro. art. será recolhido em depósito bancário. 7 Prov.1 15. 4 Prov. 2 16. em cartório. 5 Provs. seguindo-se a ordem cronológica anualmente renovável. fará sua conclusão ao juiz.3. serão datados e identificados com o número dos autos respectivos. 22. o escrivão-diretor assim certificará. O escrivão-diretor deverá acompanhar. dispensando-se a numeração em ordem cronológica. CSM 68/63 e RITJSP. Os atos meramente ordinatórios.

relativos aos imóveis partilhados e correspondentes ao ano do óbito ou ao deste imediatamente seguinte. 4 Prov. 5 Prov.1. contados do trânsito em julgado da sentença que. serão expedidos no prazo máximo de 5 (cinco) dias. – IV entregue ao perito após a apresentação do laudo. CGJ 20/89. deverá ser fixado prazo para lavratura de escritura ou efetivação do negócio. às suas expensas. será juntado ou apensado aos autos respectivos independentemente de distribuição. a não propositura da ação principal. 31-A. herdeiro ou sucessor. buscas. 1 25. Também os pedidos de alvarás autônomos estão sujeitos à distribuição. 8 30. decorridos os 30 (trinta) dias contados da efetivação da liminar. o número da protocolização do título no Cartório de Protestos. quando necessária e determinada pelo juiz. 31. O prazo de eficácia não será inferior a 360 (trezentos e sessenta) dias. 29.1. CGJ 20/89 e 25/2001. quando formulado por terceiro.. Os processos de conversão de separação judicial em divórcio.Cap. O perito. 29. Os pedidos de certidões. será distribuído por dependência. O interessado promoverá o recolhimento do imposto devido no prazo de 60 (sessenta) dias do trânsito em julgado da homologação 7 e o comprovará nos nos autos.031 a 1. CGJ 20/89. o advogado. 6 28. à JUNTA COMERCIAL DO ESTADO 1 2 Prov. de forma legível. CGJ 3/96. além de seu nome. Salvo determinação judicial em contrário. a certidão da sentença ou da sua averbação no assento de casamento. obrigatoriamente.038 do CPC. deverá mencionar o número da sua inscrição na O. 25. 27. 7 L. 47. para sua instrução. poderá ter vista dos autos fora do cartório.591/66. deverão ser formulados diretamente pelas partes interessadas. findo ou não. sempre que o permitam os interesses das partes. os formais de partilha decorrentes dos processos previstos nos arts. cópias dos avisos-recibos de lançamento de imposto expedidos pela Prefeitura Municipal ou pelo INCRA. se possível. Requerimento de alvará formulado por inventariante.515. autuado e processado em apenso. que as subscrever. 3 Provs. homologando a partilha. Os assistentes técnicos terão vista dos autos em cartório. 2 26.2. registrado.019. CGJ 11/86.3 27. havendo concordância dos interessados e salvo determinação judicial em contrário. 6 Prov. ordenou o recolhimento do imposto de transmissão "causa mortis". com a redação da Lei nº 7. quando necessário e a critério do juiz. facultada sua liberação parcial. O escrivão-diretor deverá certificar. CGJ 3/96. tal como previsto no art. Prov. 5 27. de 26 de dezembro de 1977. . 9.B. CGJ 20/89. 8 Prov. bastando. da Lei nº 6. nas medidas cautelares.3. art. informações e outras diligências pertinentes a processos judiciais em andamento e acerca das empresas registradas. relativo a processo de inventário ou arrolamento.2. de 31-8-82. 4 27. Nas petições submetidas a despacho. Tais formais conterão. 29. No alvará para venda de bens de menores. 1. Nos mandados de sustação de protesto deverá constar. prescindirão do apensamento dos autos da separação ou desquite.A.

CGJ 22/2003. na Comarca da Capital. CGJ 23/94. proferida na ação penal falimentar.2. Prov. 2/90 e 11/2005. . 7 Provs. CGJ 10/82. CGJ 46/89. 9 Prov. em conta "Receita da União". 8 Provs. do qual deverá constar o NIRE (Número de Identificação do Registro de Empresas) da falida ou em recuperação judicial. pelos escrivãesdiretores. 5 d) concedam a recuperação judicial ou a dêem por cumprida. CGJ 23/94. 22/2003 e 11/2005. b) reabilitem o falido (artigo 159. no Interior). 11 Prov.9 33.8 32.1. – IV DE SÃO PAULO. de imediato.1. Igual remessa deverá ser feita de cópia da sentença condenatória transitada em julgado.101/2005). à Procuradoria-Seccional da Fazenda Nacional. 3 L. CGJ 11/2005. À Delegacia da Receita Federal será remetida mensalmente. Proc.651/66.6 32. relação em duas vias das falências declaradas ou revogadas e das recuperações judiciais concedidas e cumpridas. 4 c) defiram o processamento de recuperação judicial ou homologuem sua desistência. Também às Fazendas Públicas Federal (à Procuradoria da Fazenda Pública Nacional. CSM 76/73.203/83 e Prov. cópia da sentença declaratória da falência ou do edital relativo ao processamento da recuperação judicial. deverão ser depositadas ou transferidas ao Banco do Brasil. § 4º. 10 Provs. O disposto neste item não se aplica às requisições e diligências determinadas de ofício pelo Juiz do processo. da qual deverão constar o nome (ou denominação) e o CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) ou o CPF (Cadastro de Pessoas Físicas) do empresário ou da sociedade empresária respectivos. nas Comarcas do Interior. As cópias ou resumos serão remetidos por ofício.Cap. 6 Prov. 12 Prov. à Diretoria de Arrecadação da Coordenadoria da Administração Tributária da Secretaria da Fazenda.726/65. Os escrivães-diretores enviarão. 4. 57. bem como a data da quebra. CGJ 11/2005. 2 32. 11 34. CGJ 19/2005. quando necessárias à formação do seu convencimento ou em se tratando de beneficiários da assistência judiciária gratuita. CGJ 22/2003 e 11/2005. da Lei nº 11. CG 68.1. 4 Prov. 1 31-A. 12 1 2 Prov. quando o caso. D. na Capital. à Secretaria Estadual da Fazenda) e Municipais serão comunicadas as decisões objeto das alíneas “a” a “d” deste item. da concessão ou do cumprimento da recuperação judicial. à Procuradoria Fiscal do Estado e do Município. nos demais Estados. observadas as formalidades legais.3. Os escrivães-diretores farão remeter à Junta Comercial do Estado de São Paulo cópia ou resumo dos atos judiciais que: 3 a) declarem ou revoguem a falência. 5 Prov. As quantias decorrentes do produto da arrecadação dos bens de massas falidas e devidos à Fazenda Nacional. CGJ 11/2005.7 32. 10 33. da revogação. Estaduais (no Estado de São Paulo. e ao Posto de Fiscalização respectivo. findos os respectivos processos falimentares. CGJ 46/89.

EOAB. com a sentença que decreta a insolvência. art. "havendo. caso ainda inocorrente. 2 b) quando. do artigo 762. . I. art. o prazo para interpor e para responder correrá em cartório. 1º. comunicando a ocorrência e solicitando informação a respeito de ações e execuções em andamento contra o devedor insolvente. Nos autos da informação prestada pelo Distribuidor. O mandado de transferência obedecerá ao modelo anexo ao Provimento 76/73. Antes da subida dos recursos à Instância Superior. inc. Ao receber os autos. ao juiz. dispensando-se a escrituração se esses serviços são praticados no próprio ofício de justiça. CSM 76/73. 36. 89. cuja retirada somente se permitirá nos casos seguintes: a) quando o prazo for autônomo ou como tal se apresentar. dos incisos anteriores. 5 Provs. – IV 34. Nas execuções julgadas extintas. pela existência. parág. tanto em primeira. § 2º. em 24 (vinte e quatro) horas. em alguma execução. 40. § 2º e EOAB. deverá o escrivão-diretor certificar nos autos eventuais suspensões de expediente havidas no período que vai da data da intimação às partes da sentença ou do despacho que provocou o inconformismo. Nos juízos onde se processarem as execuções contra devedor solvente. comunicará ao juízo respectivo.1. comum o prazo. inc. acréscimo autônomo de prazo concedido à Fazenda Pública e ao Ministério Público. 188.1. 6 Prov. o escrivão-diretor representará. o estabelecimento bancário que a fizer. do Código de Processo Civil. na sua divisão entre todos. com as especificações e motivações respectivas. 4 CPC. 89. como em segunda instância. com o mesmo objetivo. 1 35. far-se-á a arrematação. CSM 85/74-A e 95/75. o escrivão-diretor do processo da insolvência expedirá ofício ao juízo de cada uma das ações e execuções noticiadas (ofício independente para cada processo). 40. do Conselho Superior da Magistratura. 1 2 Prov. antes de serem levados os autos ao arquivo. no curso do respectivo período. a expedição de ofício ao Distribuidor. interpelação ou protesto pagamento da taxa judiciária eventualmente devida. entrando para a massa o produto dos bens". 2º. XVII. remetendo-lhe cópia reprográfica do mandado cumprido e documento emitido para a transferência. 5 38. 35.Cap. até a data em que foi protocolada a petição que contém o recurso. para que se determine o levantamento do ato. deverão ser promovidos à conclusão. em havendo lugar. ou termo nos autos. art. art. ou seja. do Código de Processo Civil. de um só legitimado ao recurso ou à resposta. 37. assinando este a respectiva carga no livro próprio. providenciará o escrivão-diretor. nos autos. 3 c) quando houver. dando-lhes ciência do decreto de insolvência. Em todos os recursos.1. far-se-á após o 38. dia designado para a praça ou leilão. Se alguma das execuções correr perante o próprio ofício de justiça da insolvência. CGJ 10/91. havendo arresto ou penhora. 6 39. observarse-á o disposto no parág. A entrega de autos de notificação. acordarem os interessados por petição. A remessa dos autos ao Contador e Partidor far-se-á mediante simples termo.2. para os fins previstos no artigo 762. Em caso de transferência.4 sem prejuízo da aplicação. 3 CPC. onde serão examinados os autos. 34. ao qual se equipararão os litisconsortes com o mesmo procurador. e relativamente a este.

– IV 41. Suprimido. de adjudicação ou arrematação e das certidões e mandados referentes a imóveis. 4 44. 10 48. será intimada. CGJ 22/89 e 24/2008. Suprimido. a matrícula ou o registro anterior.Cap. II e III. CGJ 3/96. por termo ou auto.9 47. Não o fazendo.G. art. CGJ 22/89 e 24/2008. Deverão constar. art. 4 Provs.2. Quando ocorrer arrematação de bens móveis. Suprimido. do Código de Processo Civil. a atualização do débito. do Cap. 44. 6 44. É vedado aos leiloeiros a realização de pagamentos. item 109. para suprir a falta em 48 (quarenta e oito) horas. 10 Provs. e pelo menos 5 (cinco) dias antes da data designada para o ato. II). CGJ 24/2008. das cartas de sentença. pessoalmente. 50. 686.3.7 45. no prazo de 10 (dez) dias. CSM 70/72 e Provs. 6 Provs.P. do Código de Processo Civil. 43. 11 Prov. impõe-se a exibição de certidão atualizada do Registro de Imóveis para a expedição do respectivo edital de praça. cabendo ao exeqüente providenciar a averbação no Cartório de Registro de Imóveis respectivo. e do C.1. 3 Provs. Quando ocorrerem as hipóteses do artigo 267. Publicados os editais de praça ou leilão. importando o não atendimento na declaração de extinção do processo e conseqüente arquivamento. dos intervenientes (v. Os editais serão publicados por extrato. CSM 9/64. CGJ 24/2008. será expedida pelo escrivão certidão de inteiro teor do ato.F. independentemente de despacho. Para observância do art. despesas com os editais. CGJ 3/96. 8 46. CGJ 6/97 e 24/2008. CSM 70/72 e Provs. incluindo-se. é de conveniência que não se libere o produto antes da entrega dos bens ao arrematante. 2 44. 8 CPC. 5 44. cogitando-se de bem imóvel. seu número e cartório. a parte será intimada para providenciar o andamento do feito através de publicação na imprensa. onde houver. Suprimido. Suprimido. 6. nºs I e V. 7 Provs. notadamente quando dependentes de ordem judicial. 686. 11 49. 1 2 L. o escrivão-diretor providenciará. Após seu cumprimento.015/73. Suprimido. CGJ 6/97 e 24/2008. 5 Provs.5. os números do R. 222. também. Prov. . assim como. CGJ 6/97 e 24/2008. se possível.1. 1 42. § 3º e Prov.4. 48. 3 44. Suprimido. 9 Prov. Realizada penhora de bem imóvel. a carta precatória será devolvida ao juízo de origem. 15/2004 e 01/2009. na forma da lei.

2 54. 54. no prazo de 15 (quinze) dias. Sempre deverá constar. 8 SEÇÃO III 1 2 Prov. constituindo um conjunto de cópias ou reproduções de peças de autos de processo. 5 55. Deverá integrar a carta precatória.1. 53.3. da carta precatória. CGJ 49/89. de averbação e de retificação. Prov. de modo a assegurar ao executor da ordem. as contas de liquidação conterão final conversão de seus valores. após manifestação das partes. BTN's ou equivalentes). a verba honorária fixada pelo juízo deprecante. CGJ 27/81. Independentemente de prévia determinação judicial. CSM 504 e CGJ 12/94. se entregue em mãos.1. havendo necessidade de citação por precatória. no Departamento de Administração do Pessoal (DEPE). 7 Prov. ou ao destinatário do título. Cumpre certificar nos autos a expedição de carta precatória e. mandado de registro. as operações pertinentes serão realizadas por cálculo do próprio ofício cível em que correr o processo. o nome da pessoa que a retirou. com a numeração de todas as folhas. o escrivão-diretor deve identificar-se. devidamente rubricadas pelo escrivão-diretor. 6 Prov. CGJ 27/81. item 109. II). devem possuir termos de abertura e encerramento. – IV 51. 7 57. a qual deixará o respectivo recibo. UPC's. 52. caso por caso. 5 Provs. . Havendo necessidade de transformar o montante dos índices corretivos adotados (OTN's. o valor da causa. 8 Prov.4. conta atualizada do débito e. Neles deve estar sempre indicado o feito de que extraídos e. Ao expedir formal de partilha. No termo de conferência das peças. 53. o cargo e o exercício no juízo (v. não ter havido acréscimo ou subtração de peças ou folhas integrantes. o escrivão-diretor autenticará e conferirá as peças que os formam e certificará a autenticidade da assinatura do juiz que subscreveu o documento. e indicação do número destas. ou de ordem. para efeito de pagamento. do Cap. quando expedida para outro Estado. segundo o índice corretivo da moeda vigente na época. destinados ao foro extrajudicial. 4 Provs. CGJ 49/89. CGJ 49/89. carta de adjudicação e de arrematação. Nas ações principais vinculadas a ações cautelares de sustação de protesto. A autenticação terá validade perante todas as repartições públicas que não poderão recusá-la ou exigir autenticação pelas serventias de justiça extrajudiciais. 3 54. 1 54. As questões porventura ensejadas pelas contas assim elaboradas serão objeto de apreciação judicial. o autor deverá provar sua distribuição. CGJ 16/84. sem nova remessa ao Contador. CSM 504 e CGJ 12/94.Cap. em moeda nacional. expedida para citação e penhora.2. mencionando o nome e o número de sua matrícula. 6 56. O reconhecimento de firmas somente será exigido nas hipóteses previstas em lei ou se houver dúvida em relação à sua autenticidade. indicando-lhe o nome. alvará e documentos semelhantes. 3 Prov. 4 54.

o valor da taxa judiciária que deve ser recolhida pelas partes.2 59. 5 63. 6 63. etc. no máximo. a contar da devolução dos autos em cartório. colocando-se nos autos a cópia do despacho incorretamente publicado. para a perfeita ciência das partes sobre o objeto do cálculo ou da conta.1. Os despachos e sentenças devem ser encaminhados à publicação no Diário da Justiça Eletrônico. Suprimido. Provs. CGJ 31/81 e 24/2008. a qual cause efetivo prejuízo a qualquer das partes. 62. objeto de cálculo. nome das partes e de seus advogados com o número da respectiva inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil. proceder-se-á imediatamente à nova publicação. – IV DAS INTIMAÇÕES 58. 61. 2 (dois) nomes. CGJ 23/93 e 24/2008. 6 Provs.Cap. A publicação omissa em relação aos requisitos constantes do item anterior.1. publicadas para que as partes se manifestem sobre cálculos e contas. dentro do prazo máximo de 3 (três) dias. Quando ocorrer erro na publicação. limitando-se a publicação ao que baste. bem como o valor das importâncias que. devam ser depositadas. se entender necessário. em resumo. CGJ 16/84 e 40/2001. Todas as intimações. CGJ 24/2008 Prov. 1 58. o cartório fará constar o nome do subscritor da petição inicial ou da contestação com o número da respectiva inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil.7 SEÇÃO IV DAS AÇÕES DE ACIDENTES DO TRABALHO NA COMARCA DA CAPITAL Subseção I 1 2 3 4 5 Provs. CGJ 16/84 e 23/93. As decisões serão publicadas pelo resumo da parte dispositiva. independentemente de despacho. podendo o Corregedor Geral da Justiça.). será considerada nula. a não ser que a parte indique outro ou. objeto e destinatário da intimação. . providenciar. os despachos ordinatórios e de mero expediente serão transcritos ou resumidos com os elementos necessários a seu completo entendimento: número e espécie do processo. Prov. após o trânsito em julgado. Os escrivães-diretores farão publicar na imprensa. conterão os respectivos valores. determinar a sua publicação integral. Será publicada apenas a parte dispositiva das decisões proferidas em procedimentos de natureza disciplinar ou em processos de dúvida. juntamente com as respectivas intimações. ter ciência. a explicitação do conteúdo da ordem judicial (quem e sobre o que se deve manifestar. 4 61. Nas intimações pela imprensa. CSM 113/79 e CGJ 23/93. quando qualquer das partes estiver representada nos autos por mais de 1 (um) advogado. 7 Provs. CSM 75/73. Provs. em quaisquer processos e a qualquer título.3 60.1.

Recebendo os autos. 4 Prov.5.Cap. públicas ou particulares. O Setor de Perícias Acidentárias da Capital. CGJ 38/89. de outras entidades. o qual. acidentárias ou previdenciárias. em ofício dirigido ao empregador do acidentado. os autos serão remetidos ao Setor de Perícias Acidentárias. de doença profissional ou do trabalho e de benefícios em geral. vedando-se certidões inconclusivas. que transfiram a responsabilidade pelas soluções. em regra.4. 67. para os fins da substituição verbal do louvado. sob a responsabilidade de um escrivão-diretor. permitirá a imediata 1 2 Prov. CGJ 38/89. Com esse objetivo. 3 Prov. a Ficha de Tratamento do Acidentado (FTA) e os laudos completos de perícias administrativas. se necessário.2. a de Expediente Ambulatorial e a de Expediente Processual. Admite-se a espera por até 30 (trinta) dias. a filiação.1. 4 66. 68. o escrivão-diretor do Setor de Perícias Acidentárias. Visando à pesquisa da prevenção e de anterior distribuição. As informações do INSS devem versar sobre os elementos de acidente típico. ainda.1. sempre que necessários.1. sempre que possível. na presença do autor. que ficará devidamente intimado. previdenciários ou acidentários. CGJ 40/2001. neles o escrivão-diretor do Setor de Perícias documentará o recebimento. certificada a data da remessa. admitindo-se eventualmente apenas o nome da mãe e o número da cédula de identidade. se faltar o perito judicial. . Dez dias antes da sua efetivação. informes sobre os salários pagos na ocasião do acidente ou do afastamento do trabalho. despachado. A diretoria e a chefia do Expediente Ambulatorial manterão contatos com clínicas e médicos. após o que os autos serão promovidos à conclusão. 64. deve ser instruída documentalmente. concernentes às páginas de identificação. 5 67. os elementos indispensáveis para a tomada de informações junto ao INSS e. procederá ao registro próprio e dará início ao seu controle. CGJ 38/89. 5 Prov. remetendo ofício à Vara. sobretudo com cópias reprográficas da carteira profissional. 65. – IV Da Fase de Conhecimento 64. tem duas Seções. Na data do exame médico.6. CGJ 38/89. 64. auxiliando os juízes na obtenção de serviços autônomos. 64.2 64. Prov. ouvirá. relativamente à formação completa dessa documentação. Quando da expedição do mandado de citação inicial requisitará também o escrivão-diretor. tais como a data do nascimento. Os exames no Setor de Perícias Acidentárias da Capital serão marcados. 1 64. 3 66. A petição inicial deve trazer. por telefone. Essas informações serão instruídas com cópias reprográficas dos documentos pertinentes como a Comunicação de Acidentes do Trabalho (CAT). do contrato de trabalho e das anotações da Previdência Social. o juiz do feito. 64.3. a petição inicial de ação de acidente do trabalho deve conter dados do autor com a característica de imutabilidade.

. Prov. devolvendo os autos e os demais elementos que serão anexados. Este prazo ficará suspenso se houver a necessidade de outras diligências. anotando a data e colhendo a sua assinatura. a Chefia referida no item 70 intimará o perito judicial. uma vez que passará a fluir o prazo de 15 (quinze) dias à redação final. mediante termo nos autos. para uma das duas soluções: ou o perito substitui esse exame por outro ou devolve os autos ao Juízo. 6 Prov. Suprimido. formulará requerimento dirigido neste sentido 1 2 Prov. 3 69.Cap. 6 70. caso em que o louvado.G. 70. Os laudos que não contenham esses elementos serão devolvidos para regularização. 69. e o número do C. através da Chefia da Seção de Expediente Ambulatorial. 4 69. 7 71. comparando fotografias de documentos. CGJ 6/96. CGJ 38/89. 71. CGJ 6/96. que antecipa o seu pagamento. 4 Prov. e conseqüentemente mais dispendioso. As clínicas não têm garantia de manutenção dos serviços que prestam caso a caso. como o retorno do autor para reavaliação clínica ou a realização de vistoria ao local de trabalho.C.5. Toda vez que se tratar de exame mais complexo. 3 Prov. 70.1.2. Os exames e serviços subsidiários ou complementares serão requisitados pelos peritos ou assistentes técnicos. Chegando os resultados de todos os exames complementares. o endereço atual. o número do R. inquirindo-o sobre a sua completa identificação. que as remeterão ao INSS para pagamento. 5 Prov.1. as relações dos serviços prestados pelas clínicas. se necessário.2.3. CGJ 38/89.4.1. 70. Na elaboração dos laudos. ouvindo-se os participantes. 5 70. CGJ 38/89. Não há convênio entre o Poder Judiciário. . CGJ 6/96. imediatamente.I. Suprimido. É dever dessa Chefia comunicar de pronto ao louvado que determinado exame complementar não pode ser feito. indicando minuciosamente as providências que considera necessárias.2. colhendo a sua impressão datiloscópica para anexação ao laudo e. CGJ 38/89 e 6/96. os dados principais da carteira profissional. sobretudo o INSS. diretamente às clínicas encarregadas de sua realização. obrigatoriamente. se houver. 1 68. – IV ciência das partes. encaminhando-as às Varas de Acidentes do Trabalho. Compete ao perito a perfeita identificação do examinando. 7 Provs.1. coordenador do pagamento e as clínicas. O escrivão-diretor do Setor de Perícias Acidentárias elaborará. o perito judicial e os assistentes técnicos farão constar. que aderem à sistemática existente. 2 68. o perito consultará o Juízo sobre a possibilidade de sua realização. até o 2º dia útil do mês subseqüente. 70.

Cap. Prov. CGJ 6/96.11. com a indicação dos peritos e assistentes técnicos das Curadorias de Acidentes. 73. 2 71. Os exames médicos serão realizados nos ambulatórios do Setor de Perícias Acidentárias nos dias úteis. – IV ao juiz do processo. CGJ 6/96. Suprimido. naquilo que for compatível. CGJ 6/96. o fato será certificado nos autos. 6 Prov. Até o 5º dia útil do mês subseqüente. CGJ 6/96.8. 7 Prov. 5 71. 10 71. os Ofícios de Justiça das Varas de Acidentes do Trabalho elaborarão relação dos laudos apresentados. 9 Prov. 7 71.6. Um escrevente do Setor de Perícias Acidentárias atenderá.2. CGJ 6/96. para ulterior remessa à Vara de origem. CGJ 6/96. 11 72. 10 Prov. para efeito de decurso de prazo e comunicação à Vara de origem. 3 Prov. CGJ 6/96. 12 72. A perícia realizada em consultório. Os assistentes técnicos oferecerão seus pareceres no prazo comum de dez dias após a apresentação e juntada do laudo aos autos. intervalos inferiores a 30 (trinta) minutos. 9 71. no que tange à marcação dos exames.1 71. Suprimido. evitando coincidência de horários.7.1. das 9:30 às 11:30 horas e das 13:30 às 17:00 horas. certificada a data. 11 Prov. Os peritos devolverão os autos e os demais elementos diretamente ao Setor de Perícias Acidentárias. remetendo-a à Procuradoria do INSS para pagamento dos salários dos louvados.1. CGJ 6/96. CGJ 6/96. 5 Prov. Suprimido. 13 Prov. CGJ 6/96. 8 Prov. 3 71. Se a intimação for recusada pelo perito. 6 71.10. CGJ 38/89. Suprimido. independente de intimação.9.5. no mesmo andar. 13 73. O encaminhamento dos processos entre as Varas Acidentárias da Capital e o 1 2 Prov. CGJ 38/89. retenção abusiva de vagas em ambulatórios e qualquer outra circunstância que possa dificultar a pauta e o desenvolvimento das perícias. Suprimido.4.3. de 2ª a 6ª feiras. 8 71. Suprimido. 74. . Suprimido. às Varas de Acidentes do Trabalho da Capital. a assistência médica em audiência e a inspeção judicial obedecerão à mesma disciplina estabelecida para perícia do setor. 12 Prov. 4 Prov. 4 71. CGJ 6/96.

CSM 567 e CGJ 20/97.670/2009. Subseção I 10 Do Funcionamento Itens 81 a 116. 6 80. 10 Prov. 7 SEÇÃO V (ESTA SEÇÃO FOI TOTALMENTE ALTERADA PELOS PROVIMENTOS CSM Nº 1. CGJ 38/89. DAS VARAS E JUIZADOS ESPECIAIS E DO 9 JUIZADO ITINERANTE PERMANENTE. Suprimido. 5 Provs. 4 78. 11 Provs.670/2009. CSM 567 e CGJ 20/97.670/2009 . DO JEC (JUIZADO ESPECIAL CÍVEL). 4 Provs. Aplicam-se os preceitos constantes desta subseção às perícias ordenadas pelo Segundo Tribunal de Alçada Civil de São Paulo ou pela Corregedoria Geral. Suprimido.Adequação da redação da Seção V do Capítulo IV em elaboração. CGJ 38/89. DO JECRIM (JUIZADO ESPECIAL CRIMINAL) COM OFÍCIO ESPECÍFICO. (Adequação da redação da Seção V do Capítulo IV em elaboração). CGJ 11/2002 e 10/2009. 1 75. 3 Provs. DAS NORMAS DE SERVIÇO DO JIC (JUIZADO INFORMAL DE CONCILIAÇÃO). Suprimido. 6 Provs. CSM 567 e CGJ 20/97. . no que couber.3. Suprimido. 8 Artigo 2º do Prov. CSM 567 e CGJ 20/97. 9 Artigo 2º do Prov. CSM 1. CSM 567 e CGJ 20/97. – IV Serviço de Perícias Acidentárias será feito por intermédio do DEPRI 5. 3 77.670/2009 e 8 1. Suprimido. 2 76. CSM 1.Cap. DO JECC (JUIZADO ESPECIAL CÍVEL E CRIMINAL). CSM 1. Prov. 5 79. 7 Provs. SEÇÃO VI DAS NORMAS DE SERVIÇO DO SETOR DAS EXECUÇÕES FISCAIS DA FAZENDA PÚBLICA DA COMARCA DA CAPITAL/SP 11 Subseção I Dos Livros e Classificadores Obrigatórios 1 2 Prov.679/2009).

CGJ 11/2002 e 10/2009. data e maço poderão ser cadastradas somente no sistema informatizado. CGJ 11/2002 e 10/2009. Registro de Feitos Administrativos. Cargas de Autos. 117.2. Ponto dos Oficiais de Justiça. O Livro Registro Geral de Feitos poderá ser único para todas as distribuições.4 118.1. Nas remessas internas de autos entre as diversas seções do Setor de Execuções Fiscais fica dispensada a emissão de livros de carga e de protocolo de autos. previstos no item 18. CGJ 11/2002 e 10/2009. CGJ 11/2002 e 10/2009. 5 Provs. destas Normas de Serviço. Protocolo de Autos e Papéis em Geral. numerados. permanecendo cópia arquivada em classificador. As cartas precatórias recebidas serão registradas em livro próprio. CGJ 11/2002 e 10/2009. previamente aprovado pelo juiz corregedor permanente. Além dos livros acima enumerados. As anotações de devolução à origem.3.Cap. O Livro Registro Geral de Feitos poderá ser feito na forma magnética com. no mínimo. retorno para novas diligências e datas. . lançando-se a carga e recebimento no sistema informatizado. dispensadas anotações no Livro Registro de Cartas Precatórias. podendo ser utilizado. 6 Provs. Ponto dos Servidores. vedada a substituição de folhas. CGJ 11/2002 e 10/2009. CGJ 11/2002 e 10/2009. – IV 117.6 118. 9 Provs. armazenadas em locais distintos. incluindo assim todo e qualquer tipo de dívida em execução e também os embargos de terceiros ou outras ações especiais. O Setor das Execuções Fiscais da Fazenda Pública da Comarca da Capital deverá possuir os seguintes livros:1 a) b) c) d) e) f) g) h) i) j) Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça. 7 Provs. processo mecânico de autenticação e numeração de folhas. Uma vez completado seu uso. autenticados e encerrados pelo diretor de serviço. sempre na mesma oportunidade. fica dispensada a encadernação. com indicação completa do juízo deprecante e dos nomes das partes. dispensadas anotações no Livro Registro Geral de Feitos. As anotações de arquivamento. poderão ser cadastradas no sistema. o qual emitirá relatórios de conferência dos autos 1 2 Provs. Cargas de Mandados. Provs.2. Registro de Sentenças.1.5 118. abertos. 4 Provs.3 118. duas cópias de segurança. Adotada a forma magnética de registro geral de feitos. Visitas e Correições. do Capítulo I. 3 Provs. 8 Provs.7 119. motivo. CGJ 11/2002 e 10/2009. o Setor deverá possuir os livros pertinentes à Corregedoria Permanente.2 117. Registro Geral de Feitos. CGJ 11/2002 e 10/2009. para esse fim.8 119. o balanço anual deverá ser comunicado à Corregedoria Geral da Justiça mediante ofício.9 120. Os livros poderão ser de folhas soltas.1. sejam elas manuais ou informatizadas.

Mensalmente. CGJ 11/2002. com cópias de segurança. do livro e das folhas em que a sentença foi registrada. dispensada a anotação de baixa no livro de carga.1 121.9 125. as baixas devem ser imediatamente cadastradas no sistema informatizado. CGJ 11/2002. 11 Provs. O Setor de Execuções Fiscais da Fazenda Pública da Comarca da Capital 1 2 Prov. – IV recebidos e remetidos.1.Cap.2. sem prejuízo da observância do procedimento para a destruição de autos de execução fiscal. b) número do livro de registro. Em cada processo será certificado o número do registro. deverá conter:7 a) certidão de que estão sendo registradas as sentenças relacionadas. Suprimido.2 supra. 123. e) nomes dos juízes que prolataram as sentenças. dispensado o livro ou classificador.1. CGJ 11/2002 e 10/2009. 10 Prov. com cópias de segurança. correspondendo cada disquete ou mídia eletrônica a um livro. 6 Provs.11 127. 9 Prov. CGJ 11/2002 e 10/2009. d) nomes das partes e número do processo. 8 Provs. Poderão ser digitalizados os Livros Registro de Sentença que não forem feitos desde logo em meio magnético. Deverá ser mantido rigoroso controle sobre os livros em geral. Recebidos os autos. nessa hipótese.8 124. CGJ 36/2007. devem ser emitidos relatórios de acompanhamento das pendências. O registro. CGJ 11/2002. com cópias de segurança. c) indicação resumida do fundamento da extinção. ao juiz corregedor permanente. 36/2007 e 10/2009. CGJ 11/2002.10 126. 3 Prov. O registro dos autos incinerados será mantido em meio informatizado. 7 Provs. que se incumbirá de coibir eventuais abusos ou excessos. O Livro Registro de Sentenças poderá ser constituído por relações de sentenças resumidas. emitindo-se recibo de devolução. Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 4 Prov. com o nome e número de matrícula de quem as registrou e a data em que praticou o ato. para as cobranças necessárias. . CGJ 11/2002. índice e mecanismos de consulta. 5 Prov. mantida a numeração. O registro das sentenças poderá ser feito em meio magnético. devidamente numerado. a ser assinado pelo escrevente-chefe e entregue à parte.3 122. sem prejuízo do cumprimento das providências mencionadas no subitem 123.6 123.1.4 122. mantida a ordem seqüencial e com sistema de consulta às sentenças nele registradas. estabelecido em Provimento do Conselho Superior da Magistratura. CGJ 11/2002.2 121. f) número do registro individualmente consignado.5 123. sendo que os de carga serão submetidos a visto por ocasião das correições ordinárias ou extraordinárias e sempre que forem requisitados pelo Juiz Corregedor Permanente. CGJ 11/2002 e 10/2009.

Nas execuções fiscais da Fazenda Pública ficam dispensadas as anotações. CGJ 11/2002 e 10/2009. da data e da folha em que se acha o registro. 10 Provs. sendo vedada a renumeração. CGJ 11/2002 e 10/2009.1. Os escrivães-diretores ou. 188-b. para ofícios recebidos.Cap.1. certificando-se. 4 Provs.2. CSM 1490/2008 e CGJ 10/2009. sem prejuízo da fiscalização ordinária do juiz corregedor permanente. para cópias de ofícios expedidos. certificar-se-á a ocorrência. acrescentar-se-á apenas uma letra do alfabeto em seqüência (188-a. 6 129.10 132. 8 Provs. conferindo diariamente as minutas para remessa à imprensa e as cartas a serem enviadas. Em caso de erro na numeração.2 Subseção II Da Ordem Geral dos Serviços 128. para atos normativos e decisões da Corregedoria Permanente. destas Normas de Serviço.8 130. 7 Prov. 6 Prov. consignando a data desta. CGJ 11/2002.1. 5 Provs. decididos pelo juiz.2 e 32. Aplicam-se aos classificadores as disposições dos subitens 32. para atos normativos e decisões da Corregedoria Geral da Justiça.3 128. CSM 1490/2008.9 131. para guarda da “Folha do Diário Oficial” correspondente a publicação das intimações do ofício de justiça. 127. – IV possuirá os seguintes classificadores:1 a) b) c) d) e) f) g) para atos normativos e decisões do Conselho Superior da Magistratura. 9 Provs. Com autorização judicial.830/80.4 129.1. CGJ 11/2002 e 10/2009.1. do Capítulo II. excetuados os casos especiais. do número correspondente ao Livro Registro de Feitos. autorizada a utilização de certidão única de remessa à imprensa oficial e da publicação. CGJ 11/2002 e 10/2009. 11 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009.11 1 2 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009.1. CGJ 11/2002 e 10/2009. sob sua orientação. destas Normas de Serviço. As intimações pela imprensa oficial deverão observar o disposto no artigo 27 da Lei 6. CSM 1490/2008. 5 129. 3 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. Na hipótese de numeração repetida. 7 130. . os escreventes farão a revisão das folhas dos autos que devam subir a despacho ou ser remetidos à Superior Instância.3. Provs. fundamentadamente. 32.). para GRD – guias de recolhimento de diligências do oficial de justiça. Os autos não poderão exceder a duzentas folhas em cada volume. as peças processuais com seus documentos poderão ser seccionadas quando atingido o volume de duzentas folhas. Deverá ser atendida a providência determinada no subitem 45. do Capítulo II. na capa ou autuação do processo. 188-c etc. Caberá aos escreventes-chefes zelar pelo adequado cumprimento das normas atinentes a publicações e intimações por carta.

CGJ 24/2002. dispensada a baixa manual no Livro de Carga. CGJ 11/2002 e 10/2009. que velará pelo lançamento da assinatura do oficial de justiça no livro próprio. 10 Prov. CGJ 11/2002. na presença do oficial de justiça. 6 Prov. Deverá ser certificada nos autos a expedição e a feitura da carga do mandado ao oficial de justiça.1. semanal. CGJ 11/2002 e 10/2009. em razão do volume do expediente. deverá o oficial de justiça formular pedido de dilação. CGJ 11/2002 e 10/2009. destas Normas. Devolvidos os mandados cumpridos. Existindo seção designada para a feitura das cargas. Em todos os mandados expedidos deverá ser anotado o número do respectivo processo. salvo expressa autorização judicial.9 134. para consulta e controle de prazos. A afixação de editais de qualquer natureza será efetivada e certificada pelo escrevente-chefe da seção. para cada processo: a data da distribuição. vedada a devolução sem integral cumprimento. Nas 24 horas que antecederem o vencimento do prazo para cumprimento do mandado. mensalmente.4 134. a baixa deverá ser imediatamente lançada no sistema informatizado. Extraído o edital. desde que não seja possível a ultimação da diligência. poderá ser adotado sistema de carga única. emitindo-se. 9 Prov. o número da certidão da dívida ativa. do Capítulo II. Fica dispensada a elaboração dos fichários de que tratam os itens 10 e 10-A. serão autenticadas as respectivas folhas com a rubrica do escrevente-chefe responsável pela seção. Provs. justificando os motivos da demora. CGJ 11/2002. os mandados serão cumpridos em 30 (trinta) dias.5 134. 5 Prov. se esta informação constar do sistema informatizado do Setor e estiver disponível para consulta e verificação correicional. o número do processo. do livro e das folhas do registro de sentença. número do RG e do CPF do executado ou do CNPJ se pessoa jurídica. o relatório para conferência e assinatura do meirinho. CGJ 11/2002.7 134.1 133. por autorização e mediante controle do juiz corregedor permanente. CGJ 11/2002. será certificada nos autos tão-somente a expedição do mandado e a remessa à tal seção. que assinará o livro respectivo. a critério do juiz.11 136. CGJ 11/2002. mantidas cópias de segurança diária. quinzenal e mensal.Cap. conferido e assinado. prorrogável. mediante pedido justificado do oficial de justiça. 3 Prov. Ressalvados os mandados urgentes. CGJ 11/2002. dispensada a anotação do número de ordem da carga.6. número do registro.5.3. 10 135. a natureza da ação. – IV 133. Devem obrigatoriamente ser cadastrados no sistema informatizado.2 134.1. o valor da causa. os nomes das partes. No sistema informatizado serão anotados a data da distribuição do mandado ao oficial e o nome deste. Inexistindo prazo expressamente determinado. a natureza do crédito em execução.7. anotações sobre recursos. a data do trânsito em julgado da 1 2 Provs. 4 Prov. 8 Prov. . CGJ 11/2002.8 134.4.6 134. desde que haja sistema informatizado que os substitua plenamente no que pertine a seus dados.3 134. 7 Prov.2. 11 Provs. prontamente.

Despachos de mero expediente.8 140. CGJ 11/2002 e 10/2009. 3 Provs. Ocorrendo a destruição dos autos. Os dados subsistentes e os suprimidos serão arquivados em cópias de segurança. CGJ 11/2002. A anotação relativa ao arquivamento mencionará a data deste. outras informações que se entender relevantes. suspensão e extinção de processos. CGJ 11/2002 e 10/2009. CGJ 11/2002. 10 Provs.Cap. fica autorizada a supressão das informações de andamento armazenadas no banco de dados do sistema. poderão ser apresentados por meio magnético. CGJ 11/2002 e 10/2009. as anotações devem ser fidedignas.7 139. Incumbe à seção de leilões observar o disposto nos artigos 686 e 687 do Código de Processo Civil. Os pedidos de extinção da execução. CGJ 11/2002 e 10/2009. Devolvido o mandado. CGJ 11/2002. com o conteúdo das informações. O meio magnético. submetendo-os à apreciação judicial. numerado e mantido em escaninho próprio. o escrivão-diretor indicará quem o faça. Os pedidos de vista.6 139. nele sendo mantidos os dados indispensáveis à expedição de certidão de objeto e pé. formalizando-se os atos praticados em expediente administrativo.4 138.3 137. de forma a refletir o atual estado do processo. formulados pela exeqüente. certificando-se nos autos judiciais o procedimento adotado. homonímia e consulta. – IV sentença ou acórdão. observado o padrão de andamento. dependendo o ingresso das informações no sistema informatizado de senha especial do diretor de divisão ou de serviço. CGJ 11/2002 e 10/2009. 4 Provs. submetendo-os à exeqüente para confirmação e posterior apreciação judicial. as cópias que o acompanham deverão ser anexadas à contracapa dos autos.9 140.1. As certidões das diligências cumpridas por oficiais de justiça e os autos por eles lavrados devem ser apresentados com cópia. de modo a permitir fácil consulta. CGJ 11/2002 e 10/2009. anotandose em cada um a data do recebimento das informações e do cadastramento. 6 Prov. 9 Provs. decisões interlocutórias e sentenças resumidas poderão ser proferidos num único ato que aprecie vários processos na mesma fase e contenham pedidos idênticos. substituição de parte. 7 Prov. o arquivamento. CGJ 11/2002 e 10/2009. Em caso de afastamento do escrevente-chefe. 8 Prov. Provs.1. elaborar certidão pormenorizada do atendimento aos artigos mencionados. 12 Provs.1. devendo o escrevente-chefe. . Em relação ao andamento dos processos.2. recebidos por meio magnético.11 141.12 1 2 Provs.1. A serventia deverá separar e relacionar os processos. CGJ 11/2002 e 10/2009.1 136.10 141.2 136. Cópia do ato judicial será trasladada para cada um dos processos relacionados. sob responsabilidade pessoal e indelegável. serão certificados nos autos. 11 Provs. seu fundamento legal e o número do pacote. registrado. CGJ 11/2002 e 10/2009. claras e atualizadas. permanecerá arquivado em local adequado e em ordem numérica seqüencial. 5 Provs.2.5 139.

Julgada definitivamente extinta a execução. CGJ 11/2002 e 10/2009. ser promovida a conclusão ao juiz. os processos serão agrupados por mês de vencimento e o prazo verificado mensalmente. com sentença transitada em julgado. 11 a 20.2 143.3. CGJ 11/2002 e 10/2009.1. expedindo-se novo mandado.7 143. CGJ 11/2002 e 10/2009. 5 Provs. Os autos deverão ser acondicionados nos escaninhos na posição vertical. em ordem crescente. – IV 141. Os processos. As seções poderão. CGJ 11/2002 e 10/2009. dos mandados de citação e de penhora ou arresto.4 143.5. Neste caso. Fica dispensada a juntada. o controle dos prazos dos processos deverá ser feito mediante o uso de escaninhos divididos por períodos de 01 a 10.5 143. 10 Prov. deverá manter um escaninho específico para casos urgentes e outros assim considerados por determinação judicial. até o décimo dia útil do mês subseqüente. manter escaninhos próprios para os processos suspensos por decisão judicial. para as providências mencionadas no Capítulo II. as peças necessárias. se o caso. CGJ 11/2002 e 10/2009.11 146. CGJ 11/2002.3 fluindo. 7 Provs. a critério do juiz. nem tampouco ficar sem andamento por mais de 30 (trinta) dias no aguardo de diligência. por qualquer motivo. aos processos extintos. 4 Provs. com verificação diária dos prazos. Cada seção. deverão ser mantidos em escaninhos próprios. item 105. nos quais haja prisão decretada. 8 Prov. 12 Provs. CGJ 36/2007. 21 a 31.2.Cap. além dos prazos legais ou fixados. CGJ 11/2002 e 10/2009. Suprimido. a parte. CGJ 11/2002 e 10/2009. independentemente de determinação judicial.12 1 2 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 3 Provs.2. Nenhum processo deverá permanecer paralisado em cartório além dos prazos legais ou fixados.1 142. perfeita identificação e visualização.3 143.6 143. com verificação diária dos prazos. CGJ 11/2002 e 10/2009. Em todas as seções. bem como de petições que contenham novos pedidos de extinção ou de suspensão. serão expedidos ofícios. mandados ou qualquer outro instrumento necessário à liberação das penhoras ou outras constrições eventualmente levadas a efeito. 9 Provs. sob a responsabilidade direta do escrevente-chefe. O desentranhamento e aditamento de mandado poderá ser dispensado. nos quais serão acondicionados os autos de acordo com a data do vencimento do prazo que estiver fluindo. Provs. destas Normas de Serviço. 11 Provs. fornecendo. 6 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. O controle dos prazos poderá ser efetuado por sistema informatizado que permita a emissão de relatórios dos processos com prazo vencido. o escrivão-diretor relacionará os autos em poder das partes.10 146.8 144.9 145.1.4. de forma a permitir rápida localização. nestes casos. . ainda. bem como expedição de contramandado de prisão. Mensalmente. devendo.

Cap. – IV
146.2. Serão juntados, entretanto, aos processos extintos, os mandados de penhora ou arresto que demandem providências para o levantamento da constrição.1 Subseção III Do Arquivamento dos Processos 147. Fica dispensada a anotação na capa dos autos do número correspondente à caixa em que o processo foi arquivado, mantendo-se o controle no sistema informatizado.2 147.1. Na tampa da caixa de arquivo deverá ser colado impresso próprio, onde serão anotados a denominação completa do ofício de justiça correspondente, o número da caixa e o motivo do arquivamento, dispensada a relação do número dos processos.3 147.2. Fica dispensado o preenchimento da planilha para a remessa dos autos ao Arquivo Geral.4 148. As requisições de desarquivamento ao Arquivo Geral poderão ser feitas num único impresso, contendo a unidade requisitante, o número do processo, o nome das partes, a natureza da ação e o número da caixa.5 149. Ressalvadas as regras contidas nos itens acima, o arquivamento e desarquivamento obedecerão à disciplina estabelecida no Capítulo II, itens 120 a 133, destas Normas de Serviço.6 Subseção IV Da Distribuição por Meio Eletrônico 150. A distribuição das execuções fiscais poderá se realizar por meio eletrônico, após o encaminhamento, pelas Procuradorias das Fazendas Públicas, de arquivo contendo todos os dados das petições iniciais, necessários à distribuição e materialização dos novos processos, dispensando-se, nesse caso, a apresentação de petições iniciais já materializadas.7 150.1. O meio eletrônico será acompanhado de relação, em duas vias, que conterá o nome de cada executado e respectivo número de certidão da dívida ativa, referente aos processos distribuídos, sendo que uma das vias será devolvida no ato, protocolada, para controle da Fazenda Pública, e a outra encaminhada ao Distribuidor.8 150.2. São dados necessários à distribuição e à materialização das peças iniciais do processo:9 I - capa do processo;
1 2

Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. Prov. CGJ 11/2002. 3 Prov. CGJ 11/2002. 4 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 5 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 6 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 7 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 8 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 9 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009.

Cap. – IV
II - petição inicial; III - certidão da dívida ativa; IV - mandado de citação. 150.3. Recebido o meio magnético contendo as execuções a serem distribuídas, os dados serão inseridos no sistema, em arquivo provisório, para conferência e verificação da presença de todos os elementos indispensáveis à futura materialização, emitindo-se relatórios de consistência.1 150.4. Não se fará a distribuição por meio eletrônico de execuções fiscais que não possuam os dados mínimos necessários à materialização.2 151. As petições iniciais de execuções fiscais, materializadas ou eletrônicas, após verificação do seu aspecto formal, poderão ser recebidas por ordem de serviço em que constará a quantidade de petições distribuídas, a numeração delas e a íntegra da decisão judicial de processamento, de tudo certificando-se nos autos e/ou anotando-se no sistema informatizado.3 151.1. Apreciada pelo juiz a regularidade formal das petições iniciais, será expedida Ordem de Serviço de recebimento de tais peças, de responsabilidade do juiz corregedor permanente.4 151.2. Emitida a Ordem de Serviço e o relatório de consistência, escrevente-chefe ou diretor, com senha especial, deverá confirmar a efetiva distribuição eletrônica, somente então sendo gerado o Livro Registro Geral de Feitos em meio magnético.5 152. Confirmada a distribuição, a consulta ao processo eletrônico ficará disponibilizada aos interessados, que poderão solicitar a extração de cópia.6 Subseção V Da Materialização de Processos Eletrônicos 153. A materialização dos processos distribuídos eletronicamente dependerá de expressa autorização judicial, cuja execução caberá ao diretor de divisão ou de serviço.7 153.1. A materialização poderá ocorrer de forma individual ou coletiva.8 153.2. Para a materialização, individual ou coletiva, serão impressos todos os documentos digitais agregados ao processo.9 153.3. Uma segunda materialização somente será admitida, mediante senha do juiz corregedor permanente, nas hipóteses de erro na primeira materialização ou de restauração de autos, na forma do artigo 1.063 e seguintes do Código de Processo Civil.10 153.4. Ocorrendo erro na primeira materialização, as respectivas peças serão

1 2

Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 3 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 4 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 5 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 6 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 7 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 8 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 9 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 10 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009.

Cap. – IV
inutilizadas, certificando-se a ocorrência na nova materialização.1 153.5. A materialização não será efetivada caso o processo tenha sido extinto ou cancelada sua distribuição, salvo motivada decisão judicial em sentido contrário.2 153.6. Efetivada a materialização, proceder-se-á à conferência dos processos que tenham sido efetivamente impressos, certificando-se nos autos.3 153.7. A materialização consistirá na impressão dos seguintes documentos e dados:4 I - capa do processo, na qual constarão a identificação do diretor de divisão ou de serviço responsável pela materialização (nome, registro funcional e rubrica), número do processo e código de barras; II - petição inicial; III - certidão indicando o número da ordem de serviço de recebimento das iniciais; IV - identificação do procurador da Fazenda Pública (nome, número de inscrição na OAB e rubrica eletrônica); V - numeração da folha, dentro do processo, no canto superior direito, com a rubrica do funcionário responsável pela conferência da materialização; VI - certidão da dívida ativa, com a numeração no canto superior direito da folha no processo, com a rubrica do funcionário responsável pela conferência da materialização; VII - cópia da petição inicial, com folha rubricada eletronicamente e numerada; VIII - cópia da certidão da dívida ativa, com folha rubricada eletronicamente e numerada; IX - certidão de conferência da materialização, em folha própria, com numeração da folha no processo no canto superior direito e rubrica do funcionário responsável (subitem 153.6); X - demais documentos eletrônicos agregados ao processo. Subseção VI Da Consulta ao Processo Eletrônico 154. Assegura-se a qualquer interessado a consulta visual dos processos eletrônicos em terminais específicos, com possibilidade de verificação das folhas dos autos, como se estivessem materializados.5 155. A consulta compreenderá informação dos últimos andamentos lançados em relação ao processo, e respectivas datas, acrescida da menção na tela de que se trata de processo eletrônico.6 156. Poderá a parte ou o advogado obter cópia não controlada do processo eletrônico, mediante pagamento da taxa respectiva, cópia esta que será impressa com a indicação da palavra “cópia” em todas as folhas cuja impressão for solicitada.7 157. O juiz corregedor permanente, desde que previamente autorizado pela Corregedoria Geral da Justiça, havendo concordância da exeqüente e do executado, caso tenha
1 2

Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 3 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 4 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 5 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 6 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 7 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009.

Cap. – IV
ele se manifestado nos autos, poderá autorizar a digitalização de processos já materializados. 1 Subseção VII Do Processamento das Execuções Fiscais 158. Recebida a distribuição por meio eletrônico ou material, serão expedidas as cartas de citação. O resultado dessas diligências será cadastrado no sistema informatizado.2 158.1. O aviso de recebimento, positivo ou negativo, será guardado em classificador próprio ou outra forma adequada de acondicionamento, sem necessidade de imediata materialização dos processos eletrônicos.3 158.2. Realizado o cadastramento do resultado da citação postal, serão emitidos os mandados de penhora, em relação aos executivos fiscais em que a citação por carta resultou positiva, e de citação e penhora, nas hipóteses em que houve recusa no recebimento da carta ou devolução da correspondência por não atendimento.4 158.3. Os mandados de penhora e arresto e seus aditamentos, após a verificação da regularidade de sua expedição, poderão ter seu cumprimento determinado por ordem de serviço, contendo a relação dos mandados, devendo ser certificado em cada mandado que seu cumprimento se dá por ordem de serviço expedida pelo juiz corregedor permanente do Setor, dispensada a assinatura do mandado pelo juiz que determinou a prática do ato. 5 159. Os resultados negativos das diligências de citação, que não estejam abrangidos nas hipóteses do item precedente, serão cadastrados no sistema de informática, intimando-se a Fazenda por mandado.6 160. Nas hipóteses de constrição judicial, de oposição de embargos, interposição de recurso, pedido do executado ou da exeqüente, o processo eletrônico será, após determinação judicial, imediatamente materializado, prosseguindo nessa forma, sem prejuízo das devidas anotações no sistema.7 161. Os despachos de mero expediente, as decisões interlocutórias e as sentenças resumidas, desde que padronizadas, poderão ser proferidas em processos eletrônicos sem necessidade de materialização, procedendo-se na forma do item 140 desta Seção. Será mantida em expediente próprio, a relação dos processos que se encontrem nessa situação e a respectiva decisão judicial, cadastrando-se no sistema e arquivando-se a relação para eventual consulta.8 162. O sistema informatizado manterá rigoroso controle de prazo para os processos eletrônicos, cabendo ao diretor de divisão expedir relatórios dos processos sem movimentação há mais de 30 (trinta) dias, encaminhando-os ao juiz.9 163. Das intimações dos despachos e decisões proferidos em processos eletrônicos deverá constar o conteúdo daqueles, a data em que foram proferidos e o nome do juiz prolator.10
1 2

Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 3 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 4 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 5 Prov. CGJ 24/2002 e 10/2009. 6 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 7 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 8 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 9 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 10 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009.

Cap. – IV
163.1. Todas as intimações da exeqüente deverão ter suas datas registradas no sistema.1 163.2. Certificado, no sistema informatizado, o decurso do prazo das intimações, o processo eletrônico será submetido à apreciação judicial, mediante relação.2 164. O processo eletrônico será arquivado, após decisão judicial lançada na forma do item 161 supra.3 164.1. Funcionário com senha específica de acesso lançará, no sistema informatizado, o comando de arquivamento.4 165. A partir do arquivamento ficarão bloqueadas a consulta visual e a extração de cópias não controladas, o que somente poderá ser disponibilizado em caso de desarquivamento dos processos eletrônicos, obrigatoriamente precedidos de autorização judicial específica.5 166. Decorrido 1 (um) ano do arquivamento dos processos eletrônicos extintos, serão mantidos no sistema de informática apenas os dados mínimos indispensáveis à expedição de certidão de objeto e pé, homonímia e consulta de andamento. Os demais dados serão excluídos do sistema de informática e arquivados em meio eletrônico de segurança.6 166.1. A exclusão de dados do sistema de informática se sujeitará, no que for pertinente, à disciplina estabelecida para a destruição de autos de execução fiscal.7

1 2

Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 3 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 4 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 5 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 6 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009. 7 Provs. CGJ 11/2002 e 10/2009.

independentemente de prévio despacho. com índice. vítima ou representante civil. Além dos livros obrigatórios. 4.CGJ 25/98. 4. serão levados ao conhecimento do Juiz de Direito.1. 393. CGJ 2/2001. CSM 746/2000 e CGJ 32/2001. DO JÚRI. com índice. CGJ 11/81. II e Prov. Só depois da realização daquele ato o juízo poderá examinar providências requeridas pelo Ministério Público. 329. 4 Prov.099/95.4 SEÇÃO II DA ORDEM GERAL DOS SERVIÇOS Subseção I Das Disposições Gerais 3. 5 Provs. os ofícios de justiça criminal deverão possuir os seguintes livros:1 a) Liberdade Provisória com Fiança. 5 5. DAS EXECUÇÕES CRIMINAIS E DA CORREGEDORIA DOS PRESÍDIOS E DA POLÍCIA JUDICIÁRIA SEÇÃO I DOS LIVROS DO OFÍCIO DE JUSTIÇA CRIMINAL 1. Os termos circunstanciados encaminhados pela Autoridade Policial à unidade judiciária competente.CAPÍTULO V DOS OFÍCIOS DE JUSTIÇA CRIMINAL. ou a comarca de outro Estado da Federação. 72 e 77 da Lei Federal nº 9. caso entenda necessária a remessa de autos de inquérito a outra comarca do Estado. às Averbações do "Sursis" e às Comunicações do Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt (IIRGD) deverão ser feitos em um único livro (modelo padronizado). Os registros relativos ao Rol dos Culpados. serão encaminhados.3 2. autor do fato. .2 b) Registro do Rol dos Culpados. A autoridade policial. ao representante do Ministério Público. ou às Varas Criminais ou de competência cumulativa das Comarcas do Interior. CPP. Os inquéritos policiais distribuídos às Varas Criminais. após autuação. art. com numeração renovável anualmente e encadernado com 250 (duzentas e cinqüenta) folhas. para a adoção das providências cabíveis. às Varas Auxiliares dos Tribunais do Júri e às Varas dos Foros Regionais da Comarca da Capital. deverá solicitar ao juízo 1 2 Prov. É desnecessária a autuação do inquérito policial recebido da polícia antes do oferecimento da denúncia. 3 CPP. que designará audiência de conciliação. art. nos moldes dos artigos 69.

se a remessa do inquérito para distrito policial diverso significar a mudança de competência de uma vara para outra.3 7.1 5. com o número de folhas. Se o Ministério Público requerer diligência. o juiz assinará o prazo para o cumprimento das diligências. 5 Prov. CGJ 2/2001. ou nas comarcas do Interior.2. . O procedimento acima também deverá ser seguido no caso de apensamento ou juntada de inquéritos policiais já distribuídos. para as devidas anotações. os autos serão remetidos à conclusão do juiz. pelo juiz. após a sua manifestação.1. seja a pedido. 7 Prov. através de representação fundamentada.2 5. 6. 3 Prov. Quando da determinação. o escrivãodiretor do ofício de justiça verificará. independentemente de despacho e. para os fins do artigo16 do Código de Processo Penal. se o caso:8 a) o artigo de lei em que está incurso o réu. e) fiança recolhida.Cap. Deferido o pedido. Prov. CGJ 5/89.9 11. b) arma apreendida. deverá ser seguido igual procedimento. l) data da prescrição intercorrente. 4 Prov. anotando na capa dos autos. CGJ 26/80. Em caso negativo. j) data da prescrição em abstrato. ouvido sempre o Ministério Público. formulado pelo Ministério Público. em caso de réu preso. 12/99 e 2/2001. CGJ 4/85.5 9. comunicará a irregularidade ao Juiz Corregedor 1 2 Prov. ou deixar exaurir. proceder-se-á o encaminhamento ao juiz para os fins do artigo 10 e seus parágrafos. O pedido de autorização de remessa ou de apensamento deverá ser formulado nos próprios autos do inquérito policial. Em todos os pedidos de dilação de prazo. Sempre que houver requerimento de diligências. de remessa ou apensamento. sem nenhuma cota. g) início e término do benefício. – V competente a devida autorização. c) objeto apreendido. seja de ofício. CGJ 4/85. d) valor apreendido. m) promotor de justiça designado. os autos serão encaminhados ao Ministério Público. CGJ 1/92. Feitas as anotações. CGJ 1/92. encaminhados à conclusão. do Código de Processo Penal. n) veículo apreendido. os autos de inquérito policial deverão ser. o escrivão-diretor deverá verificar se as armas e objetos foram devidamente encaminhados ao setor competente para armazená-los. ou no curso deste. os prazos do artigo 46. 6 Prov. CGJ 1/92. deverá ser feita imediata comunicação da providência à Delegacia de Polícia ou ao Distrito Policial onde foi instaurado o inquérito ou à Vara por onde tramitava. h) freqüência das apresentações. i) suspensão do processo (art. de imediato. Quando do recebimento do inquérito ou processo.7 11. 366 do CPP). CGJ 6/2003. em qualquer caso.6 10. f) suspensão condicional do processo. 9 Prov.4 8. Na Capital do Estado. do Código de Processo Penal. 8 Provs.1.

s CGJ 2/2001. 5 Provs. salvo quando previamente protocoladas. 188-b. 9 COR AMARELA: processo suspenso com base na Lei nº 9. ou que corre em sigilo. determinando-se que igual anotação faça constar da capa dos autos. DUAS TARJAS VERMELHAS: processo em que vítima ou testemunha pede para não haver identificação de seu endereço e dados de qualificação. CGJ 2/2008. . seguido da letra “d” (1-d. 6 Prov. tarjas coloridas. para as providências cabíveis. 5 13. as certidões. 188-c etc. o juiz explicitará no despacho de remessa dos autos à 2ª Instância. pelo processo. Na hipótese de numeração repetida. CGJ 2/2008.. 4 13. 2/2008 e 09/2009. 10 Prov.1. a fim de que sejam reclamados depois de decorrido o prazo devido. 13. por prazo superior ao fixado.2 12. 9 Prov. As petições entregues em cartório ou recebidas através do protocolo. DUAS TARJAS AZUIS: processo com prescrição próxima. certificar-se-á a ocorrência. bem como aquelas de cobrança de autos retirados anteriormente e que se encontrem em poder das partes. A numeração do inquérito policial será sempre aproveitada de forma integral. 8 COR VERDE: réu preso por outro processo. sendo vedada a renumeração. CGJ 6/2005. CGJ 6/2005 e CSM 1490/2008. 38/2007 e 2/2008. CGJ 3/94. 38/2007. se houver necessidade de apreciação ou de providência judicial.2. Nos autos do processo. levados à conclusão. 12 Prov.). Feita a juntada das petições. 3-d.. – V Permanente. CGJ 2/2001.2. CGJ 6/2005 e CSM 1490/2008. Em caso de erro na numeração das folhas dos autos do inquérito policial. 16.). sob direta e pessoal responsabilidade do escrivão-diretor. de imediato. 10 COR PRETA: processo que não pode ser retirado do cartório.6 14. Os escrivães-diretores organizarão fichário à parte. as de desentranhamento de qualquer documento e as petições com requerimento de vista dos autos fora de cartório. CGJ 9/2009 11 Prov. 2-d. COR AZUL: réu menor de 21 anos ou maior de 70 anos de idade. as folhas de antecedentes e as precatórias devolvidas serão juntadas. Após a sentença condenatória.s CGJ 32/2000. da qual não tenham recorrido o Ministério Público ou o querelante.1 11. certificando-se. o escrivão-diretor aporá. 7 Prov. Para mais fácil identificação visual de situações processuais. 11 15. apondo-se o número da folha. 8 Prov. 4 Provs. a denúncia terá numeração própria. DUAS TARJAS PRETAS: processo cautelar ou principal que verse sobre violência doméstica e familiar contra a mulher.099/95.12 1 2 Provs. no dorso dos autos. CSM 1490/2008. DUAS TARJAS VERDES: processo em que há mandado de prisão expedido. acrescentar-se-á apenas uma letra do alfabeto em seqüência (188-a. com os seguintes significados: 7 COR VERMELHA: réu preso. CGJ 5/89 e 2/2001. Serão submetidas a despacho as petições de interposição de recurso. dos inquéritos devolvidos à Polícia. 25/2007. 3 Prov. independentemente de despacho judicial.3. com base na pena imposta. 3 13. os autos serão. o termo final da prescrição. Prov. 17.Cap.

d) o desfecho do inquérito ou da ação penal. e) a suspensão do processo. zelando pelo cumprimento do prazo de devolução. da Lei 9. previstas 1 2 Prov. 7 Prov. apontada como coatora em autos de habeas corpus ainda não julgado. CGJ 2/2001. sempre que ocorra no processo algum fato relevante diretamente vinculado com o próprio objeto da impetração. CGJ 8/96. 8 Prov. Tais cópias serão substituídas. 21. . para que seja atendido no prazo legal. 9 g) a suspensão do processo. c) o não oferecimento de denúncia contra pessoa anteriormente indiciada no inquérito. e de 3 (três) dias. CGJ 2/2001.099/95.3 19. 4 Prov.1. em relação aos réus soltos. Feita esta. – V 17. procedendo-se. CGJ 16/2001. CGJ 2/2001. Prov.Cap. ultrapassado o prazo. Deferidas diligências. caberá ao escrivão-diretor abrir-lhe vista dos autos. à respectiva inutilização. 76.7 b) o aditamento da inicial. de requisições ou de precatórias poderão ser colocadas em pastas. 366 do CPP. com o processo ou não. deve prestar informações complementares.5 22. a revogação ou extinção da punibilidade. 5 Prov. CGJ 2/2001 e 22/2001. e aguardados os prazos de 5 (cinco) dias. ou em apenso ao processo. nos termos do art. zelando o escrivão-diretor pelos prazos estabelecidos pelo magistrado e promovendo-lhe a conclusão dos autos sempre que houver atraso ou procrastinação indevida por ação de terceiros. Nos casos em que a decisão judicial estiver na dependência de manifestação do Ministério Público. no prazo de 24 (vinte e quatro) horas e independentemente de nova requisição.1 18.8 f) a homologação de transação realizada no Juizado Especial Criminal. para as providências cabíveis. salvo quanto à alínea “e”. zelando o escrivão-diretor pela incontinenti remessa da resposta ao Tribunal. Faculta-se a aposição de número específico em cada ofício expedido. 9 Prov. os autos seguirão imediatamente ao juiz para deliberação. e ao IIRGD. mas não o número do processo ao qual se refere. CGJ 14/2001. a comunicação será encaminhada ao magistrado. para as anotações cabíveis. II. juntamente com a qualificação completa do acusado:6 a) o recebimento da denúncia ou da queixa.2 19. para o fim de cumprir o disposto no art. abrirá vista às partes para os fins do artigo 500 do Código de Processo Penal. Os escrivães-diretores obrigatoriamente comunicarão ao Distribuidor Criminal. com o trânsito em julgado da sentença. 3 Prov. As cópias de ofícios. em relação aos réus presos. CGJ 14/2000. o escrivãodiretor. § 2º.1. Os pedidos de habeas-corpus formulados em Primeira Instância devem ter prioridade de trâmite no juízo. O pedido de informações referente a habeas-corpus impetrado em Instância Superior deve ser de imediato encaminhado ao juiz. se outros não forem fixados para cumprimento dessas diligências. CGJ 2/2001. no processo. por certidões circunstanciadas exaradas pelo próprio escrevente encarregado de dar andamento ao feito. A autoridade judiciária. 6 Provs. 4 20. sem despacho judicial. no prazo do artigo 499 do Código de Processo Penal. bem como o seu desfecho.

6 Prov. ao Distribuidor Criminal e ao Tribunal Regional Eleitoral. poderão ser processadas pelo impresso destacável de "folhas de antecedentes".G..3 22. 10 Proc. CGJ 20/2010. As comunicações de sentenças de primeiro grau. CGJ 14/2000. A este último. obtidos pela polícia após a distribuição do inquérito policial. 11 1 2 Prov. As comunicações de decisão criminal. CGJ 14/2000 e 19/2003. Os escrivães-diretores deverão comunicar aos distribuidores criminais. 3 Prov. CGJ 36/2001. serão remetidas ao Diretor do Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt. CGJ 32/89. quando noticiado nos autos em tramitação nos ofícios de justiça.438/79. Circ. que contém os mesmos dados a respeito do réu e da ação penal.521/78 e Of. Os escrivães-diretores dos ofícios criminais das comarcas do interior do Estado encaminharão ao Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt (IIRGD) cópia reprográfica de certidão de óbito de indiciados ou processados perante os respectivos Juízos. CGJ 3/2002. referindo-se a cada acusado isoladamente.3. 8 Prov. CG 50. em curso ou suspenso nos termos do artigo 366 do Código de Processo Penal. processadas segundo os modelos aprovados pelo Conselho Superior da Magistratura. que também possuam processos em andamento contra o mesmo acusado. A comunicação ao Distribuidor será feita nos termos e para os fins constantes dos itens 54 e seguintes do Capítulo VII. 9 Prov. – V no artigo 89 da Lei 9099/95. De igual modo procederão os escrivãesdiretores dos ofícios criminais da Capital. 7 Prov.6 23.2. em trâmite na Vara a outros Ofícios de Justiça.9 24. através de ofício.8 23.2. 5. A comunicação ao Distribuidor Criminal de que trata o item anterior não deverá ser feita nas Comarcas em que os Ofícios Judiciais e o Distribuidor utilizem sistema informatizado oficial integrado entre si. CGJ 14/2001. dirigidas ao Instituto de Identificação "Ricardo Gumbleton Daunt". CSM 109/78. mantendo-se a sua exclusão nas certidões expedidas para efeitos civis.2 22. CGJ 36/2001. inclusive o R.5.Cap.1. 5 22-A.10 24. somente quando houver o trânsito em julgado. Os escrivães-diretores comunicarão a ocorrência de prisão e citação do réu por processo. 11 Provs. nos processos criminais.4. . A comunicação a que se refere a alínea "f" somente deverá constar na folha de antecedentes judicialmente requisitada.4 22.7 23. dirigidas àquele Instituto. Suprimido. utilizando-se o modelo específico apenas para as comunicações de arquivamento de inquéritos e decisões de segundo grau. 4 Provs. o óbito de réus ou indiciados falecidos em comarcas do interior. os dados qualificadores dos indiciados. Prov. 5 Prov. CGJ 17/92 e CSM 1299/2007. 22.1.1. As comunicações deverão ser individuais. A comunicação referida na letra “a” do item anterior poderá ser substituída pelo ofício de requisição da folha de antecedentes dirigido ao IIRGD.1 22. para as devidas anotações.

6 Prov. Incumbe aos escrivães-diretores. ou acórdão. – V 25. aos familiares. cujo processo está suspenso. CSM 794/2003. 2. CGJ 3/96 e 15/2009.Cap. comunicando a seguir o fato ao Tribunal competente. providenciará o desmembramento. Prov. lavrada certidão no verso do termo da audiência. se o sentenciado estiver preso. o cumprimento de tais diligências. 5 Provs. conforme a hipótese no mesmo dia. o escrivão-diretor. Se o sentenciado residir na comarca de São Paulo. com trânsito em julgado. se houver necessidade. h) certificar o trânsito em julgado da sentença. cabendo a providência aos Ofícios de Justiça em que tiverem curso as ações penais e os procedimentos relativos à prática de ato infracional. CSM 770/2002. 366. 10 Prov.5 27. juntar aos autos traslado ou cópia autêntica do termo da audiência admonitória.10 1 2 3 4 Prov. quando determinada a suspensão (art. 3 26. providenciar seu encaminhamento. na mesma data. quando for o caso. CGJ 10/95. i) em caso de ingresso no regime aberto de prisão. pendentes de julgamento em Segunda Instância. nos termos do art. encaminhará ao juiz ofício de requisição da folha de antecedentes do réu. Das sentenças condenatórias proferidas em processos criminais e daquelas prolatadas em procedimento relativo à prática de ato infracional que imponha a adolescente medida sócio-educativa prevista na Lei nº 8. 9 Res. d) publicar a sentença. condenatórias. se houver:9 a) logo após o cumprimento do mandado de prisão.8 30. 8 Provs. TJ 9/85 e Prov. A guia de recolhimento para execução será expedida ao juiz competente depois de transitar em julgado a sentença condenatória. certificar nos autos a referida providência. Transitadas em julgado as sentenças criminais de mérito. do CPP. com oficio.6 28. e) intimar da sentença. . à Vara das Execuções Criminais com competência. CGJ 24/2008 Provs. de imediato.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente). A remessa das cópias será feita pelo correio. 366. g) Suprimido. onde houver. b) diligenciar com vista ao cumprimento do artigo 299 do Código de Processo Penal. instruído o ofício com cópia da sentença (modelo próprio) e certidão do seu trânsito em julgado. CGJ 2/2001 e 5/2002. A cada doze meses. deverão ser extraídas cópias para encaminhamento às vítimas. 7 Provs. b) de imediato.1. CGJ 8/96 e 2/2001. Provs. f) após a afixação dos editais e a publicação na imprensa.7 29. absolutórias ou de extinção de punibilidade e subsistindo habeas-corpus ou recurso em sentido estrito. Em processo com mais de um réu. deverá. CGJ 24/92. do CPP) para um deles. fará conclusão dos autos com informação ao juiz. a fim de buscar o seu paradeiro. CGJ 2/2001. CSM 770/2002 e CGJ 5/2002. antes do que não será dela dado conhecimento às partes ou a terceiros. ou sendo o caso. logo após a prolação de sentença ou de despacho que decreta prisão preventiva:1 a) expedir e assinar os mandados de prisão. CGJ 2/2001 e 19/2003.4 26. c) quando da concessão de suspensão condicional da pena ou aplicação de pena restritiva de direitos. ainda. c) certificar.

CGJ 24/92. dando direto reencaminhamento se negativa a diligência. b) sentença e acórdão. d) planilha de identificação. em três vias. 10 Prov. no caso de réu preso. será expedida guia de recolhimento provisória. se houver.4. Na hipótese dos autos principais estarem no Tribunal. CSM 653/99 e CGJ 15/99. as guias de recolhimento. Caberá ao juízo que receber as vias da guia de recolhimento provisória confirmar se o condenado está recolhido em estabelecimento prisional de sua responsabilidade. com certidão do trânsito em julgado. com datas de recebimento. serão instruídas com cópia autêntica ou reprográfica autenticada das seguintes peças do processo: 1 a) denúncia ou queixa e respectivos aditamentos.9 31. CGJ 3/96 e 15/2009. CGJ 9/2000 e 2/2001. 32. CGJ 2/2001 e 5/2008. Prov. após o trânsito em julgado da sentença condenatória ou do acórdão. se houver.8 30. se houver. b) sentença e acórdão. expedidos pela autoridade policial ou judicial. se houver. 4 g) depósito judicial no caso de recolhimento de fiança. 6 Provs. Se o sentenciado residir na Comarca da Capital. também da certidão de sua intimação para comparecer no setor próprio do Juízo das Execuções Criminais e entrega do oficio de apresentação. com certidão do trânsito em julgado. com informação do cumprimento. Tratando-se de medida de segurança. h) alvarás de soltura cumpridos. 8 Provs.1. 5 Prov. CGJ 21/2003.7 30. e instruída com cópia autêntica ou reprográfica autenticada das seguintes peças do processo:10 a) denúncia ou queixa e respectivos aditamentos.2 d) planilha de identificação. observando-se os requisitos constantes do artigo 173 da LEP. que deverão apontar somente o último endereço ou o endereço mais atualizado do sentenciado. será expedida a guia de recolhimento provisória. c) auto de prisão em flagrante e dos mandados de prisão expedidos.2. a pedido das partes. Quando a única pena imposta for de natureza pecuniária. f) termo de audiência de advertência (regime aberto). Deverá ser anotada na guia de recolhimento expedida nestas condições a expressão “PROVISÓRIA”.Cap. será expedida a guia para a execução. com os dados disponíveis em cartório. 7 Provs. com informação do cumprimento. auto de qualificação do indiciado e folha de antecedentes.3. 9 Provs. 106 da LEP. em seqüência da expressão “GUIA DE RECOLHIMENTO”. no que for aplicável. 4 Provs.5.6 30. logo após o trânsito em julgado da sentença ou do acórdão.5 30. f) laudo de insanidade mental ou de dependência toxicológica. recolhida a 1 2 Provs. CSM 653/99 e CGJ 6/2000. 3 Provs. com respectivas certidões dos processos mencionados. respeitado o disposto no item 34.3 e) interrogatório judicial. c) auto de prisão em flagrante. caberá ao juiz da Vara onde tramitou o processo promover a intimação do réu para o pagamento do “quantum” devido. obedecido o modelo oficial. CSM 653/99 e CGJ 6/2000. CGJ 11/2000 e 21/2003. com datas de recebimento. Além de atenderem aos requisitos constantes do art. e) interrogatório judicial. certificando-se nos autos a ocorrência. – V 30. . Recebido o recurso. CGJ 21/2003. CSM 653/99.

conta corrente: 170. § 2° da Lei 11.br/depen.394.500-8 (Conta Única do Tesouro Nacional . o juiz extinguirá a pena. 20.Contribuição sobre recursos sorteios realizados para entidades filantrópicas.Art. CNPJ 00.Receita referente devolução de saldo de convênios no exercício.1.br/siafi/index_GRU. Clientes do Banco do Brasil poderão imprimir a GRU utilizando link no site http:/www.outras receitas (não relacionadas anteriormente). Agência 1897-X. 18001-7 .Receita decorrente de Tutela Cautelar (valores apreendidos e/ou auferidos com a venda judicial de bens. Clientes de outros bancos deverão efetuar o recolhimento por Documento de Ordem de Crédito . 68802-9 .DOC ou Transferência Eletrônica de Disponibilidade .Receita referente à Alienação de Bens Apreendidos (valores auferidos com leilão de bens cujo perdimento tenha sido declarado por sentença com trânsito em julgado . conforme a seguinte tabela: 20201-0 Receita referente a Numerário Apreendido com Definitivo Perdimento (numerários em espécie.343/2006 .707/2003. conforme o disposto no artigo 98 da Lei n° 10. o pagamento deverá ser feito em favor e em nome do Fundo Penitenciário Nacional .1. 20203-7 .Receita referente juro/mora decorrente de fiança quebrada ou perdida. Parágrafo único da Lei 11.Receita referente devolução de diárias de viagem.mj.gov. 14600-5 . 22/2005 e 18/2010. 1102460000120202. 28850-0 .182-0 .Receita referente devolução de saldo de convênios de exercícios anteriores. custas judiciais. Nos demais casos. conta n° 139. 20200-2 . conforme a seguinte tabela: 18806-9 . no Banco do Brasil. contribuições sociais. 12/99. 62.Cap. 3 Prov. 20230-4 . por meio de Guia de Recolhimento de Receita da União . As receitas do Fundo Nacional Antidrogas (CNPJ n° 02.Art. na seção Fundo Penitenciário. mediante concessão de Tutela Cautelar . comunicando o cumprimento ao Tribunal Regional Eleitoral para efeito de restabelecimento dos direitos políticos do condenado.BSB).FUNPEN.GRU.stn.Receita referente multa decorrente de sentença penal condenatória. CGJ 2/93 e 17/2004.DOC ou Transferência Eletrônica de Disponibilidade . devendo-se observar os Códigos. .valores que deverão permanecer em conta judicial e transferidos ao FUNAD após o trânsito em julgado da decisão de perdimento). Clientes de outros bancos deverão efetuar o recolhimento por Documento de Ordem de Crédito . CGJ 29/2009.FUNDESP.3 1 2 Provs. penas alternativas.Outras receitas (doações.Art.1-A.TED com as seguintes informações: código do banco: 001 (Banco do Brasil). O pagamento da multa penal aplicada em consonância com o disposto no Código Penal e legislação especial que não dispuser de modo diverso. Provs. com as seguintes informações: código do banco: 001 (Banco do Brasil). 28886-1 . sorteios e loterias.343/2006). 20202-9 . 63. UG 110246.521-1. Gestão 00001.494/0008-02.asp. juntando-se comprovante do depósito bancário nos autos. 63. cujo perdimento tenha sido declarado por sentença transitada em julgado . em favor do Fundo Penitenciário do Estado de São Paulo . Clientes do Banco do Brasil poderão imprimir a GRU utilizando link no site www. etc. 32/2003.Multa (Art.fazenda.343/2006). 1102460000120200 e 1102460000120203. CGJ 3/96. UG 200333. 14601-3 . conta corrente n° 170500-8 e Código Identificador conforme a receita: 1102460000120201.TED.343/2006).GRU. agência 1607-1.). §1° da Lei 11.gov. agência 4201-3 (Agência Governo .Receita referente alienação de bens apreendidos. 5/2004. deverá ser efetuado no BANCO DO BRASIL. identificando-se o referido depósito. § 9° c/c § 3º da Lei 11. 28.2 32.1 32.Receita referente à Medida Sócio-Educativa . Gestão 00001) integram a Conta Única do Tesouro Nacional e os recolhimentos dessas receitas são feitos mediante Guia de Recolhimento da União .310/0001-99. – V multa.BB) e identificador de recolhimento: 2003330000114600.645.

sendo expedidas em 3 (três) vias. com vistas à formação do prontuário respectivo. CGJ 34/2000 e 02/2001. 2/2001 e 17/2004. CSM 1224/2006 e CGJ 08/2010. 12 Prov. deverão ser remetidas novas vias em "xerox". CSM 1179/2006. o juiz da condenação determinará a extração de certidão da sentença que impôs pena de multa. impresso ou informatizado. encaminhando-a ao órgão legitimado ativamente para a respectiva execução. 1 33. será remetida à autoridade responsável pelo estabelecimento prisional onde o condenado se encontra recolhido. CSM 1179/2006. aos livros do ofício da condenação. Provs. – V 32. bem como à Coordenadoria Operacional da Polícia Militar. mediante ofício. conforme a regência da lei processual penal. de cor branca (quando impressa). No caso de solicitação de remessa de guias de recolhimento já expedidas. 10 c) no cumprimento de cartas precatórias para inquirição e interrogatório de preso recolhido em presídio da rede SAP.2 33. A certidão. com a seguinte disposição: 6 I . com datas de recebimento. CSM 1179/2006. 6 Provs. CSM 1179/2006. O Juízo da Execução deixará de receber as guias erroneamente confeccionadas ou deficientemente instruídas. será instruída com as seguintes peças:3 a) denúncia ou queixa e respectivos aditamentos. com certidão do trânsito em julgado. As guias devem obedecer o modelo oficial. 5 Provs. as importâncias apreendidas com decreto de perdimento ou que remanesçam nos autos sem reivindicação.2.Cap. 11 Prov. devolvendo-as ao juízo expedidor para regularização. deverão ser recolhidas ao Tesouro Nacional pelo Juízo competente. quando será efetuada por intermédio do Juiz Corregedor do Estabelecimento Prisional. ou não efetuado o pagamento. se houver. a terceira. 8 Prov. Infrutífera a intimação. constituirá a guia de recolhimento ou internamento para as execuções criminais. CSM 1179/2006. a segunda. diretamente à autoridade Diretora do Presídio ou Diretor da Cadeia Pública. . destinando-se a primeira. CSM 1179/2006. que valerá como título executivo judicial. CSM 740/2000.1. 34. CGJ 2/93. 10 Prov. CGJ 20/2006. CGJ 27/83 e CGJ 5/94. 7 Prov. CGJ 2/93. em vez de simplesmente informar a anterior expedição extraviada. salvo se estiver recolhido em presídio de outro Estado. A requisição de preso por autoridade judiciária será efetuada.4 35.5 36.Com o prazo de 15 (quinze) dias úteis: 8 a) quando o preso estiver recolhido em Comarca diversa daquela que expedir a requisição: 9 b) suprimido. telex ou por qualquer outro meio hábil e idôneo. 9 Prov. CSM 1179/2006. b) sentença ou acórdão. diretamente pela autoridade em cuja competência jurisdicional esteja territorialmente afeto. de cor amarela (quando impressa).1. c) planilha de identificação. 12 1 2 Prov. de cor verde (quando impressa). 7 II . CSM 653/99. 4 Provs.Com o prazo de 30 (trinta) dias úteis: quando o preso estiver recolhido em presídio de outro Estado.Com o prazo de 5 (cinco) dias úteis: quando o preso estiver em estabelecimento prisional da própria Comarca. 3 Prov. 35. CGJ 9/2000 e 31/2000. Nos processos findos. 11 III .

7 39. ou Corregedoria dos Presídios do respectivo estabelecimento.2.1. 6 Prov. 10 Subseção II Dos Mandados e dos Editais 40. Provs. 3 Prov. após deferimento do Juiz. CSM 1224/2006 e CGJ 08/2010. b) declaração da finalidade da requisição. 8 39. nelas não sendo consignados os endereços e dados das pessoas procuradas. Suprimido. por intermédio do Juiz Corregedor. CSM 1179/2006. CSM 740/2000. Suprimido. CSM 1179/2006 e CSM 1224/2006. Suprimido. telex ou por qualquer outro meio hábil ou idôneo. A requisição de preso pela autoridade policial será realizada mediante ofício. Suprimido. quando o preso estiver recolhido em presídio da rede SAP.1. ou DA VARA DAS EXECUÇOES CRIMINAIS DA CAPITAL. CGJ 5/94. Essa requisição deverá conter:5 a) qualificação completa do preso.6 38. Uma vez cumpridos. CGJ 32/2000. 5 Prov. CSM 1224/2006. conforme os prazos fixados no item supra. a primeira destinada à autoridade Diretora do Presídio e a segunda arquivada no processo. 1 36. 38. os alvarás de soltura. 12 Prov. – V 36. CSM 740/2000. nos sujeitos à sua Corregedoria. CSM 1179/2006. 3 37. 9 39. inclusive alcunha e R. tratando-se de Cadeia Pública. 8 Prov. Os mandados de prisão. Suprimido.11 40. individualizados. A requisição para Comarca diversa daquela em que o preso estiver recolhido deverá ser comunicada à Coordenadoria Operacional da Polícia Militar 2 36. Os mandados de intimação de vítimas ou testemunhas.12 41. CGJ 32/2000. CGJ 5/94.. os salvo1 2 Prov. 10 Prov. c) declaração da necessidade ou não de o preso permanecer na comarca até o fim da instrução. Os originais dos mandados serão destruídos pelo Escrivão. 11 Prov.G. CGJ 34/2000. . CSM 1179/2006. CSM 1179/2006 e CGJ 08/2010. CSM 1179/2006. serão elaborados em separado.3. 9 Prov.1. os contramandados. apenas serão juntadas aos autos as certidões do Oficial de Justiça.1. CSM 1179/2006. 7 Prov. 4 Provs. d) referência ao artigo do Código Penal em que o réu foi denunciado. Os Ofícios de Justiça expedirão a requisição em 2 (duas) vias.Cap.1. 4 37. Suprimido. quando estas derem conta de coação ou grave ameaça.2.

o endereço da residência. 6 44.C. f) a cláusula "se por al não estiver preso". A remessa será feita sob a responsabilidade do escrivão-diretor.subitem 63.1. CSM 354/89. 8 Prov. uma das quais ficará nos autos. os ofícios e levantamento deverão ser sempre submetidos à prévia assinatura do juiz. Deverá o escrivão-diretor certificar a autenticidade da assinatura do (v. e) o motivo de soltura.I. O juiz expedidor. 3 Prov. será remetido para o cumprimento. serão devolvidos ao juízo expedidor. alvará ou salvo-conduto. se impostas na decisão que concedeu a liberdade provisória.3 juiz 43. CGJ 25/89. contramandado. Provs. o número do processo de conhecimento.10 44. Suprimido. – V condutos. Nos alvarás de soltura serão consignados mais:4 a) a data da prisão. CGJ 25/89.Cap. g) advertência de que o preso deverá ser cientificado da necessidade de comparecimento ao juízo do processo. c) a pena imposta.1. o número do R. as guias de recolhimento. CSM 354/89 e CGJ 25/89. 10 Provs. 6 Prov CSM 1908/2011. da maneira mais célere e eficaz possível. no prazo máximo de 24 (vinte e quatro) horas. em quatro vias.7 44.2 42. CGJ 25/89 e 09/2010.2. 9 Provs. CGJ 25/89. 7 Provs. Dos mandados e contramandados de prisão.3. CGJ 19/2010 e CSM 1908/2011.4. com anotação. que. CGJ 25/89. Encontrando-se recolhida em cadeia pública ou presídio de outra Comarca. as requisições de réus presos. para evitar prisão ou soltura indevidas. do Capítulo II). . 5 Provs.9 44. a filiação. CSM 828/2003. a data de nascimento ou a idade. na hipótese de condenação. e os sinais característicos da pessoa a ser presa ou solta. então. b) a natureza dela (em flagrante. bem como. Se estiver recolhida na cadeia pública da Comarca. mediante 1 2 Prov. na forma do Código de Processo Penal.1 42. possibilitando o seu registro no banco de dados do IIRGD. número do inquérito policial. com ou sem complementação. 4 Prov. o alvará de soltura deverá ser encaminhado diretamente à autoridade diretora do estabelecimento penal. Os alvarás de soltura serão expedidos. o alvará será enviado à autoridade policial para cumprimento. a profissão. no verso. e do C. das deficiências verificadas. o estado civil. d) a natureza da infração. CGJ 2/2001 e CSM 1292/2007. do trabalho. guias de 42. sempre que possível. Se estes atos forem elaborados com omissão de dado essencial à identificação.8 44. para audiência de advertência das condições ou medidas cautelares. determinará as providências necessárias e possíveis à complementação do mandado.2.. dos alvarás de soltura e dos salvocondutos constarão os nomes.G. CGJ 25/89 e 5/93. no primeiro dia útil seguinte à sua soltura. 5 h) a especificação das condições ou da medida cautelar impostas na decisão que concedeu a liberdade provisória. a naturalidade. preventiva ou em virtude de sentença condenatória).1. CSM 354/89.

o alvará de soltura será. quando for o caso. CGJ 17/93 e 2/2001. os alvarás de soltura deverão ser encaminhados em 5 (cinco) vias. cumprido pelo oficial de justiça. certificando as diligências realizadas. O preso em favor do qual for expedido o alvará de soltura será colocado imediatamente em liberdade. o horário da respectiva expedição. se já tiver cumprido sua pena. 6 45. para apuração de eventual falta disciplinar e adoção de medidas preventivas. . 5 44.1. Provs. sendo dispensada a escolta e comunicada a soltura à autoridade responsável pelo presídio. Lavrar-se-á carga da expedição. CGJ 09/2010. Nesse caso. nunca além do dia útil seguinte.1. 3 44. deverá ser comunicado. 8 Provs. A Corregedoria Geral da Justiça manterá registro destas comunicações. CGJ 17/93 e 2/2001. sendo acompanhados do processo em que hajam sido expedidos. 46. deverão ser encaminhados ao Plantão Judiciário.1 44.O alvará de soltura a ser expedido obedecerá ao modelo publicado com o Provimento CGJ nº 17/93. na forma e no prazo aqui estabelecidos. e ao Ministério Público. salvo se estiver preso em flagrante por outro crime ou houver mandado de prisão expedido em seu desfavor. para o devido e pronto cumprimento. comunicar-se-á.2 44. e o recibo será firmado pelo escrivão-diretor que estiver servindo no Plantão Judiciário. O escrivão-diretor do cartório expedidor do alvará certificará. imediatamente. quando solicitada. CGJ 30/80. A critério do juiz. às sextas-feiras.7. 1 2 Provs. para apuração de responsabilidade criminal. CSM 354/89 e CGJ 25/89. 9 Provs. Sempre que o responsável pelo presídio tiver qualquer dúvida em relação ao cumprimento do alvará que lhe foi encaminhado. de maneira mais célere e eficaz. – V carga. 6 Prov. com o juiz que expediu a ordem. CGJ 09/2010.9 NOTA .8. tendo sido beneficiado por “sursis” ou pena restritiva de direitos.Cap. o alvará de soltura será expedido imediatamente após a publicação da sentença em Plenário.5. por oficio.8 47. 47. 4 44. pela autoridade responsável pelo estabelecimento onde se encontra recolhido o preso. informando as providências adotadas ao Departamento de Monitoramento do Sistema Carcerário . o Diretor do Oficio deverá levar o processo à conclusão do juiz para verificação do cumprimento do alvará.6. 7 Prov. bem como. de imediato. O não cumprimento do alvará.9. inclusive do juízo deprecado. que deverá ser comunicada. após consulta ao sistema de informação criminal.DMF. cadeia ou distrito policial de origem do réu. 354/89 e CGJ 25/89. CSM 52/70. no corpo deste. Decorrido o prazo de cinco dias da decisão que determinou a soltura. solicitando instruções. em livro próprio. 5 Prov. CGJ 09/2010. pelo juiz do processo à Corregedoria Geral da Justiça.7 45. Os alvarás de soltura expedidos no fim do expediente. CGJ 09/2010. ou na véspera de dia feriado. bem como o efetivo cumprimento da ordem. Sendo o réu absolvido pelo Conselho de Sentença. do que lavrará certidão. 4 Prov. 3 Prov. no dia imediato.

quando houver. antes de decorridas 24 (vinte e quatro) horas da entrega do mandado à polícia ou a quem encarregado de efetuar a prisão.4.4 49.1 47. o relaxamento da prisão em flagrante.3. para regularização. CGJ 16/98 e CSM 1190/2006. só então. 8 CPP. os mandados de 1 2 Prov. – V 47. d) sem prejuízo do disposto nas letras anteriores. e fará os autos conclusos para verificação. no mesmo dia. em crime inafiançável. em outros processos de réus presos. O alvará de soltura será expedido com observância do que dispõem estas Normas de Serviço e. da cadeia pública ou do distrito policial onde se encontrem. providenciará. No interior. que não sejam do júri. Os réus presos pelo processo em andamento nas Varas do Júri. previamente requisitada.3 48. se a infração for inafiançável. CGJ 25/89 e CSM 1190/2006. 52. suas vias. mais 2 (duas) vias serão encaminhadas à Autoridade Policial. art. na mesma data. Idêntico procedimento poderá ser adotado pelos demais magistrados. comunicando o fato à polícia. 287. a falta de exibição do mandado não obstará a prisão. 3 Provs. 6 50. a absolvição. 299. diretamente ao Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt (IIRGD). 5 Res. antes do que nenhum conhecimento a seu respeito será dado às partes ou a terceiros. devendo. em 3 (três) vias. 4 Prov. serão encaminhadas para as anotações e comunicações nelas previstas. o escrivão-diretor certificará a existência de prisão em flagrante vigente e de outros mandados de prisão. com ou sem fiança. a Autoridade Policial o devolverá. CGJ 17/93. Antes da instalação do julgamento no Plenário do Tribunal do Júri. ou outra medida que propicie a liberdade do detido. 28/93 e 30/2008. a expedição e a assinatura do respectivo mandado. Os mandados de prisão preventiva.Cap. o escrivão-diretor providenciará. em audiência. CGJ 17/93. TJ 8/84 e Provs. que se incumbirá da remessa aos demais órgãos competentes para cumprimento.2. É vedado aos escrivães-diretores. CGJ 17/93 e 28/93.8 51. quando possível por via telefônica. . a revogação da prisão preventiva. bem como os decorrentes de pronúncia ou condenação. Não constando do mandado de prisão a data de validade referente à prescrição penal. a concessão de liberdade provisória. 7 CPP. escreventes ou a quaisquer auxiliares intimar as partes ou dar conhecimento a terceiros da expedição de mandado de prisão. a publicação da sentença. desde que se assegure da inexistência de outro óbice legal à sua imediata soltura. CSM 561/97.7 b) certificará. art. quanto a existência de prisão em flagrante vigente e de outros mandados de prisão. c) devolvidos os autos. ao Juízo expedidor. quando requisitados para o julgamento no Plenário do Júri. CGJ 2/2001. em tal caso. serão executados da seguinte forma: a) recebidos os autos. o réu estando preso pelo processo. lavrada pela autoridade encarregada do presídio. Provs. 6 Provs. após o cumprimento.1. o preso ser imediatamente apresentado ao juiz que tiver expedido o mandado. o cumprimento dessas diligências. Nas Unidades Judiciais que utilizam sistema informatizado oficial. ainda.2 47.5 49. Os mandados e contramandados de prisão serão remetidos pelo Juízo expedidor. deverão ser apresentados com certidão.

observadas as causas de aumento ou diminuição eventualmente incidentes. Nos mandados de prisão expedidos em face de pessoa condenada. ressalvada. CSM 561/97 e CGJ 16/98. O mandado de prisão expedido em decorrência de decreto de prisão provisória terá prazo de validade equivalente ao da prescrição da pretensão punitiva (art. circunstância que impedirá sua libertação. No caso de suspensão do processo (art. 98. para a fixação da validade dos mandados referentes às prisões civil e administrativa. do Código Penal).3. 9 Prov. com vista à difusão vermelha.8 55. referência. 26 “caput”. CGJ 06/2011. a decretação de sua prisão preventiva. Deverá ser encaminhado anualmente à Corregedoria Geral da Justiça relatório resumido com o número de mandados de prisão que contenham a indicação mencionada no subitem 52. 5 53. independente da expedição de alvará de soltura.2. 9 1 2 Prov. CGJ 15/2010. indicação. CGJ 25/89.1. 1 52.4. 3 52. CSM 561/97 e CGJ 16/98. mês e ano). tendo por base as normas sobre o cálculo da prescrição penal (artigos 109 a 115 do Código Penal). tal circunstância deverá constar expressamente no referido documento. 55. CGJ 06/2011. no que couber. sem prejuízo do quanto determinado no item 49 deste Capítulo.SR/DPF deste Estado. a medida de segurança tiver sido imposta como substitutiva da pena (art. Expirado o prazo da prisão civil. Uma via do mandado de prisão que contiver a indicação referida no subitem anterior será imediatamente encaminhada ao Superintendente Regional da Polícia Federal . Igual critério adotará o juiz quando determinar a captura de inimputável para cumprir medida de segurança (art. declaração de qualquer interessado ou agente público de que a pessoa a ser presa está fora do país.2. 109 do Código Penal). CSM 561/97 e CGJ 16/98. administrativa ou temporária. 54. observadas as causas de aumento ou diminuição eventualmente incidentes.1. com sentença de pronúncia ou com prisão preventiva decretada no país. TJ 8/84 e Prov.6 53. CGJ 06/2011. A validade será fixada pelo juiz que preside o processo. 4 Prov.2 52. 366 do Código de Processo Penal). 6 Provs. no último caso. 55.1.2. do Código Penal). 8 Provs. será adotado o mesmo critério. 3 Prov. O disposto neste item aplica-se. Os mandados de prisão serão acompanhados de cópia reprográfica das planilhas de identificação. Quando expedido o mandado de prisão em decorrência de condenação. Se. Em todo mandado de prisão expedido constará a data de sua validade (dia. 54. vai sair dele ou pode se encontrar no exterior. Res. 5 Prov.Cap. 7 Provs. CGJ 06/2011. tendo o magistrado ciência própria ou havendo suspeita.2.1. 4 52. entretanto. – V prisão deverão ser elaborados segundo o modelo inserido no respectivo sistema.7 54. 110 do Código Penal. o preso deverá ser colocado imediatamente em liberdade. . o cálculo da validade será feito de acordo com os parâmetros do art. a validade será calculada com base nesta última.

a autoridade policial anexará cópia autêntica da certidão de óbito. serão devolvidos pela autoridade policial ao órgão judiciário expedidor. a validade será firmada em atenção ao disposto nos artigos 112. restituindo-o à autoridade competente para seu cumprimento. deverá solicitar ao juízo competente a sua revogação.3. Verificando o juiz que o mandado não perdeu. será a respeito certificado no corpo do mandado. CSM 561/97. Provs. CSM 561/97 e CGJ 16/98. CSM 561/97 e CGJ 16/98 e 15/2010. se impossível. Na devolução de mandado de prisão em decorrência da morte da pessoa a ser presa. 9 Prov.5 59. a autoridade comunicará ao juízo a ocorrência. 58. CGJ 15/2010. sendo desnecessária a expedição de mandado de prisão. etc. Entendendo a autoridade policial ser desnecessária a continuidade da prisão temporária antes do término do prazo fixado. através de relação mensal dos réus não encontrados. e 113. ainda. a serventia informará ao juiz para providências quanto ao recolhimento deste. 5 Provs. absolvição. Os mandados de prisão pendentes de cumprimento. À vista 1 2 Prov. CSM 1190/2006. 6 Prov. onde houver mandado de prisão expedido. Recebido pela autoridade policial novo mandado de prisão contra a mesma pessoa e pelo mesmo processo. não sendo encontrado o réu preso pelo processo e verificada a existência de mandado de prisão provisória por cumprir.3. com sua conclusão (extinção da punibilidade. Ao expedir mandado de prisão decorrente de condenação. ao estabelecimento que se encontra recolhido.2. que.2 57.). Decorridos 30 (trinta) dias da data do recebimento do mandado de prisão e não tendo havido seu cumprimento. trancamento da ação. acompanhados da folha de antecedentes atualizada do procurado. pendente de cumprimento. arquivando-se em pasta própria. com anotação da data de validade.3 57. pelos assentamentos do Ofício de Justiça. CGJ 15/2010. eficácia. 7 59. detalhadas informações sobre a ocorrência e Cartório de Registro Civil onde registrada. CGJ 22/2001 e 15/2010. 8 60. . CGJ 15/2010. Os autos de processo criminal ou cível. 6 59. ambos do Código Penal.9 60.1.1. Suprimido. não deverão ser arquivados. determinará seja nele certificada tal circunstância.1.Cap. o anteriormente expedido e ainda não cumprido será devolvido à autoridade judiciária com essa observação. inciso I. 3 Provs. 57. 8 Provs. ou. mas por outro fundamento legal. CSM 561/97 e CGJ 16/98. Estando o réu preso por força de prisão em flagrante ou preventiva será expedida recomendação. com datas de validade vencidas. por ofício ou outro meio idôneo de comunicação.2. 7 Prov.4 59. informando detalhadamente as diligências realizadas e as razões de tal convencimento. CGJ 16/98 e 2/2001. para exame e eventual decretação da extinção da punibilidade. – V 55. o mandado de prisão perdeu sua eficácia. 1 56. Necessária a expedição de mandado de prisão em qualquer incidente de execução. Se os autos já houverem sido remetidos ao arquivo situado em local diverso. e puder ser verificado. 4 Provs.

As listas anuais dos 1 2 Res. CSM 49/70. Não sabendo o réu escrever. 11 Prov. art. 353. além de afixados no lugar próprio. alvarás de soltura e salvo-condutos. Os editais de citação ou de intimação e os de notificação dos réus. para comparecerem a audiências admonitórias de suspensão condicional da pena. inclusive de sentença. no que couberem. serão feitas pessoalmente. 5 Prov. CSM 70/72. – V dessa relação. caderno da Capital ou do Interior. Nas demais comarcas do Estado.6 64. CGJ 2/2003.1.3.1. CGJ 5/2000. Na Comarca da Capital. CGJ 2/2003. resumirão os fatos e mencionarão os artigos de lei pertinentes. 3 CPP.11 68.2.4 62. do Código de Processo Penal. CGJ 22/89. devendo ser publicados no Diário Oficial da Justiça. Na seqüência preencherá por completo o termo correspondente à opção do sentenciado e inutilizará a parcela do formulário rechaçada pelo acusado. CSM 4/64 e CGJ 24/2008.8 66. para cumprimento no prazo de 10 (dez) dias. contramandados. CGJ 22/89 e 24/2008. Os réus que estiverem internados em estabelecimentos situados fora da comarca serão intimados por meio de carta precatória. 4 Prov. colhendo a assinatura no espaço próprio. pelos oficiais de justiça. CGJ 25/89.14 68. além de 2 (duas) testemunhas. arts. CGJ 25/89. Prov.5 63. CGJ 15/86. . CSM 70/72. TJ 8/84 e Prov. Suprimido. CGJ 22/89 e 24/2008. que devam tomar conhecimento de qualquer ato do processo. os editais de convocação do Júri serão publicados no Diário Oficial da Justiça. I e 421 e Prov. Aplicam-se aos demais Ofícios de Justiça não abrangidos por este Capítulo.9 67. O oficial de justiça levará o impresso contendo termo de recurso e de renúncia ao direito de recorrer e consultará o réu sobre sua intenção. 12 68. 9 CPP. será colhida sua impressão digital e assinará a rogo uma terceira pessoa. Suprimido. além de afixados no local próprio. por oficial de justiça. Suprimido.2 61. CGJ 22/89. Suprimido.7 65.Cap. 8 Prov. 392.13 68. bem como a entrega do libelo. as normas atinentes aos mandados de prisão.1. incisos III a VI. conforme a origem. As intimações de réus presos. 6 Prov. os editais de convocação do Júri serão apenas afixados no local próprio onde funcionar o juízo. Suprimido. o escrivão-diretor fará imediata expedição de novo mandado. 10 67.3 61. inclusive para os efeitos do artigo 392. CGJ 2/2003.2. 7 Prov. Suprimido.1 60. 13 Prov. 12 Provs. 10 Provs. nos próprios estabelecimentos onde se encontrem os mesmos recolhidos. 14 Prov.

Quando o ato deprecado for a inquirição de testemunhas. Os juízes. Tratando-se de réu menor. A carta precatória deverá ser instruída com os documentos necessários ao respectivo cumprimento (cópia de denúncia. serão expedidas. fotografias dos réus. 1 69. o escrivão-diretor observará o estrito artigo 222 do Código de Processo Penal. 2 69.Cap.5 75. 6 Prov. especialmente as provindas de outros Estados. Havendo mais de um réu deverá ficar consignado qual deles apresentou o rol de testemunhas. nos processos criminais.6 75. ou nos de processo falimentar: a) vinte dias. CGJ 22/89 e 24/2008. A determinação de prazos diversos dependerá de despacho judicial. Decorrido o prazo respectivo. . no caderno respectivo. debates e julgamento. depoimentos e declarações prestados na polícia. 7 Prov. 73. etc. 5 Prov. embora devidamente intimado. CGJ 2/94. o que impediria a realização do ato. quando houver necessidade de citação por edital de réus. 71. para comarcas localizadas em outros Estados. essa circunstância constará sempre da carta 1 2 Provs. 3 Subseção III Das Cartas Precatórias 70. – V jurados serão publicadas no Diário da Justiça Eletrônico.nos casos de réus soltos: 60 (sessenta) dias. CGJ 14/93. CGJ 2/2001. 3 Prov. para comarcas localizadas no Estado de São Paulo e nas demais unidades da Federação. determinarão que a serventia pesquise no sistema informatizado informações sobre o paradeiro do citando. nomeado defensor ao réu. CGJ 11/2011. para comarcas localizadas no Estado de São Paulo. com vistas a verificar se o mesmo não se encontra preso. Quando se tratar de precatória recebida e destinada à realização de prova testemunhal. 4 Prov. 72. II . observadas formalidades legais. b) trinta dias. Igual procedimento deverá ser adotado quando o acusado não comparecer à audiência de instrução.1. deve ser-lhe dado cumprimento. 70. Provs. intimando-se as partes.1. CGJ 11/2004 e CGJ 11/2011. Expedida a precatória. CSM 740/2000. com os seguintes prazos: as I . CGJ 34/2000. As cartas precatórias. CGJ 36/89. o escrivão-diretor promoverá conclusão dos autos ao juiz. caso deixe de comparecer o por ele constituído. firmadas pelo juiz. deverá ficar consignado na carta precatória se as mesmas foram arroladas pela acusação ou defesa. e afixadas no Fórum local.).1. CGJ 36/89.4 cumprimento do imediata 74. vedada a expedição de ofícios à Divisão de Capturas.7 76. após comunicada ao juízo deprecante a data designada para a diligência solicitada.nos casos de réus presos em razão do processo.

Excepcionalmente. 6 IV . CGJ 03/2010.4. Será requisitada a apresentação do réu preso em juízo nas hipóteses em que 1 2 Prov. preso ou solto. no estabelecimento em que estiver recolhido.3. 10 Prov. desde que não seja possível colher o depoimento destas por videoconferência. poderá realizar o interrogatório do réu preso por sistema de videoconferência ou outro recurso tecnológico de transmissão de sons e imagens em tempo real. A sala reservada no estabelecimento prisional para a realização de atos processuais por sistema de videoconferência será fiscalizada pelos corregedores e pelo juiz de cada causa. 217 do Código de Processo Penal. 10 77. 5 Prov. possa fugir durante o deslocamento. 8 77. Da decisão que determinar a realização de interrogatório por videoconferência. quando haja relevante dificuldade para seu comparecimento em juízo. 411 e 531 do Código de Processo Penal. as partes serão intimadas com 10 (dez) dias de antecedência.1. o juiz garantirá ao réu o direito de entrevista prévia e reservada com o seu defensor. pelo mesmo sistema tecnológico. 7 77.1 77. desde que a medida seja necessária para atender a uma das seguintes finalidades:3 Iprevenir risco à segurança pública.impedir a influência do réu no ânimo de testemunha ou da vítima. como também pelo Ministério Público e pela Ordem dos Advogados do Brasil. por enfermidade ou outra circunstância pessoal. o juiz. CSM 191/84. de ofício ou a requerimento das partes. 9 Prov. CGJ 03/2010. por outra razão. Em qualquer modalidade de interrogatório. quando exista fundada suspeita de que o preso integre organização criminosa ou de que. nos termos do art. CGJ 03/2010.viabilizar a participação do réu no referido ato processual. Antes do interrogatório por videoconferência. CGJ 36/89. desde que estejam garantidas a segurança do juiz. 9 77.2 77. CGJ 03/2010. 5 III . CGJ 03/2010.5. do membro do Ministério Público e dos auxiliares bem como a presença do defensor e a publicidade do ato. CGJ 03/2010. por decisão fundamentada. se realizado por videoconferência. fica também garantido o acesso a canais telefônicos reservados para comunicação entre o defensor que esteja no presídio e o advogado presente na sala de audiência do Fórum. 3 Prov. CGJ 03/2010. 8 Prov. o preso poderá acompanhar.6. – V precatória.2.responder à gravíssima questão de ordem pública. . a realização de todos os atos da audiência única de instrução e julgamento de que tratam os arts. encontrar-se. 4 Prov. 11 77. 400. 7 Prov.Cap. O interrogatório nos processos criminais poderá ser realizado na comarca em que o acusado. em sala própria. 6 Prov. 11 Prov. 4 II . CGJ 03/2010. CGJ 03/2010. CGJ 36/89 e 03/2010. e entre este e o preso. Provs.

CSM 191/84. especialmente o seu R.1 a 77. 81. podendo ser argüidas preliminares e invocadas todas as razões de defesa. Sendo esta sua vontade.4 80. constarão as seguintes advertências:5 I . à realização de outros atos processuais que dependam da participação de pessoa que esteja presa. especificar as provas que pretende produzir. ficando a mesma nomeada para todos os atos do processo. . no que couber.G.a defesa escrita deverá ser realizada através de advogado. recebido o inquérito policial. for verificada a existência de folha de antecedentes. 4 Provs. O Magistrado da Comarca deprecada estará automaticamente designado para auxiliar na Vara Deprecante. na forma do artigo 396 do Código de Processo Penal. – V o interrogatório não se realizar na forma prevista nos §§ 1º e 2º do artigo 185 do Código de Processo Penal. possibilitando a indicação de testemunhas. 1 77. 2 78.3 79. II . certificando-se nos autos. com pedidos redundantes e inúteis. do interrogatório. reconhecimento de pessoas e coisas. garantindo-se o acompanhamento do ato processual pelo acusado e seu defensor. expedidos para a citação do réu para apresentar resposta à acusação. deverá ser aberta vista à defensoria para os fins acima mencionados. Subseção IV Das Folhas de Antecedentes Criminais 81. cujo endereço deverá lhe ser fornecido. quando possível.em caso de afirmar não possuir advogado. 3 Provs. 6 Prov. Quando.deverá o Sr. e inquirição de testemunha ou tomada de declarações do ofendido.1. CGJ 36/89 e 03/2010. CSM 191/84 e CGJ 36/89. como acareação. III .Cap. Aplica-se o disposto nos subitens 77. dos depoimentos e de outras provas existentes no inquérito policial e na instrução processual. será expedida precatória que conterá cópia da denúncia. que deverá conter os esclarecimentos necessários quanto à pessoa investigada. Prov. oferecer documentos e justificações. para que não seja sobrecarregado o órgão competente.4. CGJ 36/89 e 03/2010.7. CGJ 03/2010. debates e julgamento. CGJ 03/2010. A requisição de folha de antecedentes criminais será feita por ofício.. CSM 56/70. independentemente da fluência do prazo de 10 (dez) dias. não sendo possível a sua realização na audiência de instrução. bem como no mandado de intimação. bem como orientado de que a mesma deverá ser procurada pessoalmente ou por familiar. para o fim único e exclusivo do interrogatório. vedada a prolação de despachos que não sejam os de cumprimento e devolução da carta. Oficial de Justiça indagar do acusado se possui defensor constituído. Para realização do interrogatório. 5 Provs.6 1 2 Prov. Na precatória. será indagado se deseja a imediata atuação da Defensoria Pública. novo documento só será requisitado caso absolutamente necessário. bem como arrolar testemunhas até o limite legal. CSM 191/84.

2. por mídia eletrônica. sendo vedada a inclusão de mais de um nome na mesma requisição.5. 4 Prov. em substituição à certidão. No caso de ausência de antecedentes criminais. CGJ 9/92. Serão atendidos em 48 horas os pedidos de certidões criminais dirigidos para e-mail institucional dos cartórios criminais pelos estabelecimentos prisionais devidamente identificados. Nos demais casos. desde que regularmente autenticadas. identificação datiloscópica e R. Haverá uma requisição para cada réu ou indiciado.G. A certidão será elaborada. O funcionário que efetuar as pesquisas na base-de-dados do Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt. desde que destacada a condição de pessoa presa. Prov. 81. 6 Prov. Nos Foros Regionais da Capital.4.3. sendo atendida preferencialmente pelo IIRGD. 7 Provs.5 Subseção V Da Expedição de Certidões para Fins Criminais 82. 8 Prov. extraindo em impressora as informações constantes desta peça".4 81. CGJ 4/77. a base-dedados do IIRGD. consignando data. o IIRGD remeterá a juízo uma folha de antecedentes em branco. para atendimento no prazo máximo de cinco dias. será feita sem nenhum ônus para o interessado. o encaminhamento será feito ao Distribuidor respectivo. da Polícia Científica de São Paulo. nome e matrícula. conforme modelo aprovado pelo Provimento nº 109/78 do Conselho Superior da Magistratura. CGJ 2/2001 e CSM 1765/2010. a critério do Juiz Corregedor Permanente.3 81. que o repassará ao Instituto.2 81.7. CGJ 9/92.1. CGJ 29/99 e 2/2001. materializada e encaminhada pelo cartório judicial diretamente para a unidade solicitante. CGJ 13/92.Cap.6 83. 8 84. Havendo requisição dos Juízes das Varas Criminais aos distribuidores dos Foros Regionais. As solicitações deverão ser feitas diretamente aos Juízes Corregedores Permanentes dos Ofícios Judiciais ou do Distribuidor. certificará na folha de antecedentes que for expedida: "Certifico ter acessado. ou por telex. cientificará que nada consta a respeito da pessoa mencionada na requisição.1 81. 3 Prov.6. A autoridade policial requisitará a folha de antecedentes somente em caso de prisão em flagrante. O ofício será encaminhado ao Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt (IIRGD). CGJ 36/2007. estes farão pesquisas telematizadas de antecedentes de réus. . 5 Prov. Poderão ser fornecidas cópias reprográficas das peças dos autos.7 83. para fins de alimentação da basede-dados. a autoridade policial se limitará apenas a colher os dados indispensáveis à posterior obtenção da folha de antecedentes pelo juiz (qualificação completa. CSM 56/70. destinadas à defesa de direitos e esclarecimento de situações de interesse pessoal. – V 81. A expedição de certidões para fins criminais. 1 2 Prov.).

Os defensores dativos nomeados para réus que não constituíram advogados poderão optar pela forma de intimação de todos os atos e termos da ação penal. Provs. O termo de compromisso deverá ser juntado aos autos em que ocorreu a nomeação. ou outro órgão da imprensa.959/79 e Provs. A autenticação terá validade perante todas as repartições públicas que não poderão recusá-la ou exigir autenticação pelas serventias de justiça extrajudiciais.8 1 2 Provs. conforme o caso. para que a forma de intimação escolhida seja observada durante todo o curso do processo. 5 SEÇÃO III DA FIANÇA CRIMINAL 86. mediante guia própria. o encaminhamento deverá ser feito no prazo máximo de 48 horas. 4 Prov. Uma outra será remetida pela Instituição Financeira ao cartório. será apresentada pelo interessado para juntada nos autos do inquérito ou do comunicado de flagrante. A fiança ou valores em dinheiro sujeitos a depósito judicial serão recolhidos junto à NOSSA CAIXA-NOSSO BANCO S. Os valores arbitrados a título de fiança. CGJ 11/2009.6 87. Quando arbitrada a fiança pelo Juízo. a guia será expedida pelo Cartório competente. serão depositados. respeitarão as regras gerais previstas para os ofícios em geral. CGJ 4/94. vinculados ou não a inquéritos. 6 Prov.2 85-A. 5 Prov. bem como os valores apreendidos pela Polícia.Cap. em moeda nacional corrente. CSM 504/94 e CGJ 12/94. até o trânsito em julgado.1.. que não possam ou não devam ser restituídos de imediato às vítimas e ou indiciados. tratando-se de réu solto.7 87. a contar da devolução dos autos em cartório. CGJ 11/2009. 3 85-A. 4 85-A-2. em conta judicial vinculada ao Juízo. CGJ 14/93 e 2/2001. Prot. computando-se juros e correção monetária.A. a ser lavrado logo depois da nomeação (Provimentos CSM nº (s) 875/2004. após o recolhimento do valor. à disposição do juízo. CGJ 11/2009. 1180/2006 e 1492/2008). 7 Proc. . CG 32. o prazo será de 3 dias. A intimação poderá ser realizada por meio de fac-símile. 3 Prov. CGJ 4/94. providenciando este a juntada aos autos correspondentes.1 Subseção VI Das Intimações 85. CG 52. Os despachos e decisões que devam ser publicados no Diário Oficial. 8 Prov.1. Quando se tratar de réu preso. CGJ 4/94 e 2/2001. em autos de inquérito e em autos de comunicação de flagrante. – V 84. preferencialmente em agência instalada no prédio do Fórum da Comarca. CSM 875/04. mensagem eletrônica (e-mail) ou Diário Oficial.952/04 e Prov.1. para conferência. mediante assinatura de termo de compromisso próprio. Uma das vias da guia. em todo o Estado.

em conta judicial vinculada.2 90. Ao ensejo do trancamento do inquérito policial ou de seu arquivamento. – V 88. 3 Provs.DIPO. arts. 6 Prov. CGJ 4/94. 12/99 e 22/2005. CGJ 05/2010. CGJ 4/94. 8 Prov. para esse fim. DL Fed. 6 SEÇÃO IV DO DEPÓSITO E GUARDA DE ARMAS E OBJETOS 93. e do trânsito em julgado da sentença absolutória ou da declaração de extinção da ação penal. será organizada seção semelhante. Nos Foros Regionais da Capital e nas Comarcas do Interior. 14.3 90. mediante crédito em favor do FUNDO PENITENCIÁRIO NACIONAL – FUNPEN. em estabelecimento bancário de indicação do Juiz Corregedor Permanente. expedindo-se guia ou ofício de liberação. proceder-se-á à devolução do numerário depositado a quem prestou a fiança. As armas e objetos que acompanham os inquéritos policiais ou procedimento de verificação de atos infracionais devem ser etiquetados. CGJ 4/94. a autorização para o levantamento da fiança ou de valores apreendidos e vinculados ao feito será requerida ao juízo por onde passar este a tramitar. A autorização para o levantamento de valores apreendidos pela Polícia e não vinculados a inquérito policial em curso será requerida ao Juiz Corregedor da Polícia Judiciária. observando-se o disposto no artigo 337 do CPP.1. no ofício que tenha o anexo do Júri. deduzidos os encargos. Proceder-se-á ao imediato recolhimento total ou parcial do valor da fiança ao Tesouro Público. competente. CGJ 4/94. e a ordem para o recolhimento de seu valor. 1 2 Prov. com igual finalidade. organizando-se o respectivo depósito através de livro próprio. no Livro de Fiança. nas demais comarcas.8 94. O cartório providenciará o imediato lançamento. sem prejuízo da responsabilidade daquele anexo por sua organização e controle. em caso de quebra ou de condenação em que o réu não se apresentar à prisão. o escrivão-diretor fará o recolhimento no prazo de 48 (quarenta e oito) horas.1. 4 CPP. art. CGJ 4/94. será da competência do Departamento de Inquéritos Policiais . 34/66. em caso de quebra. A autorização para o levantamento da fiança ou de valores depositados.1 89. 346 e 347. distribuído o inquérito e instaurada ou não a ação penal. deste Capítulo. desenvolvido pela Secretaria de Tecnologia da Informação. .1. Fica dispensada a manutenção do livro referido neste item se for adotado o sistema informatizado para gerenciamento e controle de armas e objetos CAOWin ou outro que venha a substituí-lo. ou eventualmente no próprio edifício do Fórum.7 93. 7 Prov. a "Seção de Depósito e Guarda de Armas e Objetos". para deliberar sobre o recolhimento ao Tesouro Nacional.Cap. No caso de perda ou quebra de fiança.5 92. de anotação do número da conta judicial que recebeu o valor da fiança.4 91. em que serão lançados os dados correspondentes. 5 Prov. com menção ao número do processo e ao nome das partes envolvidas. § 1º e Provs. só movimentável para oportuna arrecadação aos cofres federais. CGJ 16/2003. Prov. a ser recolhido nos moldes previstos no subitem 32. se a repartição arrecadadora federal se recusar a receber eventual saldo. na fase de inquérito e até a instauração da ação penal. CSM 29/67 e CGJ 4/94. Na Comarca da Capital existe. também. no âmbito do Foro Central da Capital. mediante requerimento.

2 97. para que no prazo de dez dias reclamem a restituição.1 95. sentença ou decisão de arquivamento do inquérito policial. Em caso de apreensão de veículos. CGJ 44/99. por edital.7 100. serão desde logo encaminhadas ao Exército. 3 Prov. CGJ 44/99. a comunicação será dirigida ao Juiz Corregedor Permanente do Departamento Técnico de Inquéritos Policiais e Polícia Judiciária . deverão ser encaminhados. cessados os motivos da requisição. Quando não identificadas.2. nos casos de armas de fogo. acompanhados de uma das vias da relação. mandando-os devolver. devidamente relacionados. os juízes poderão requisitar à “Seção de Depósito e Guarda de Armas e Objetos”. Essa seção manterá os objetos e armas devidamente classificados e registrados. aqueles relacionados com o crime. CGJ 23/89 e 44/99. se o existir.1. na qual se anotará a vara e o respectivo cartório.4 99. As armas e objetos. via mandado. não mais havendo interesse processual para a permanência em cartório. CGJ 23/89 e 44/99.2. Na Comarca da Capital. CGJ 44/99 e 6/2002. 8 Prov. sob pena de perdimento e encaminhamento ao Exército. por decisão específica do juiz do processo.8 1 2 Prov. o que será exigido pelo escrivãodiretor que os receber.1. – V 95.DIPO e. 4 Prov. comprovando a titularidade e registro.3 98. instruída com cópia do boletim de ocorrência e auto de exibição e apreensão ou. as armas de fogo serão encaminhadas assim que disponíveis. serão encaminhados à "Seção de Depósito e Guarda de Armas e Objetos".5 99. assim que feita a distribuição. em 2 (duas) vias. Provs.Cap. da decisão sobre a destinação do veículo. por ocasião do primeiro ato processual de seu interesse. 95. se for o caso. Armas de fogo de calibre não autorizado (de uso privativo das Forças Armadas). Na Comarca da Capital. salvo em relação às armas de fogo antecipadamente disponibilizadas para o Exército. Em relação às armas de fogo não reclamadas e aquelas não passíveis de regularização deverão os escrivães-diretores dos Ofícios de Justiça Criminais e do Júri comunicar ao Juiz Corregedor Permanente da “Seção de Depósito e Guarda de Armas e Objetos” a disponibilidade das mesmas. 96. CGJ 44/99. as armas e objetos. ao Juiz Corregedor Permanente do Ofício de Justiça que tenha o anexo do Júri. juntamente com o inquérito policial ou procedimento de verificação de atos infracionais. munições e explosivos. e que não tiveram encaminhamento antecipado ao Exército. logo que tenha transitado em julgado e desde que se refira a processo relacionado com armas e objetos depositados na referida seção. 5 Provs. apreendidos ou arrecadados pelas autoridades policiais. 6 Provs. para imediato encaminhamento ao Exército. intimar-se-ão os apontados proprietários. . 7 Provs. decorridos 90 (noventa) dias da decisão final – acórdão. CGJ 16/2003. de modo a facilitar sua procura e a permitir o fornecimento de informações. CGJ 44/99. 6/2003 e 28/2003. Tão logo recebidas as armas de fogo apreendidas. Os escrivães-diretores dos Ofícios Criminais e do Júri deverão comunicar ao Juiz Corregedor Permanente da “Seção de Depósito e Guarda de Armas e Objetos” a decisão proferida pelo juiz da respectiva Vara. nas Comarcas do Interior. No decorrer da instrução criminal. ou.6 99. igual comunicação será feita ao Juiz Corregedor Permanente da Polícia Judiciária. Os escrivães-diretores farão igual comunicação nos casos de arquivamento de inquérito policial ou de redistribuição do feito.

ou ainda recolhidas ao museu criminal. pormenorizado. após sua regular apreensão. se for o caso. Provs. para qualquer 1 2 Provs. o Juiz Corregedor Permanente da “Seção de Depósito e Guarda de Armas e Objetos”. Fora dos casos previstos no item anterior e observados os requisitos do Código de Processo Penal. as coisas apreendidas serão. Confirmada a data para o recebimento das armas.4 102. Recaindo a apreensão sobre dinheiro ou cheques emitidos como ordem de pagamento. para que postule a conversão em moeda nacional.Cap.6 103. depositadas as importâncias em conta judicial de movimentação vinculada. Recebida a comunicação. e a compensação dos cheques. art.7 104. utilizados para a prática de crimes. hipótese em que determinará a necessária anotação.1 102. CGJ 23/89 e 44/99. facultando a requisição de escolta que será realizada pela Polícia Militar.368/76. após a instrução do inquérito com cópias autênticas dos respectivos títulos. que deverá ser anotada obrigatoriamente na autuação. 4 Provs. – V 101. de tudo lavrando-se termo pormenorizado. atentando-se para o disposto no item e subitem seguintes. 7 Prov. o Juiz Corregedor Permanente da “Seção de Depósito e Guarda de Armas e Objetos” deverá oficiar previamente ao 22º Depósito de Suprimento da 2ª Região Militar do Exército. utilizando-se para tanto dos telefones (011) 702-2963 e 701-1260 (Fax). assim como os maquinários. exceção feita ao caso de redistribuição. embarcações.2 102. a ser cumprido na forma dos Comunicados CG n°(s) 169/2009. por determinação do Juiz Corregedor Permanente da “Seção de Depósito e Guarda de Armas e Objetos”.1. 8 Prov. não mais persistindo interesse para a instrução criminal. Feita a comunicação da disponibilidade das armas de fogo para encaminhamento ao Exército. mesmo que a título de depósito. a ser publicado no cartório das Varas Judiciais com atribuição.81. diligenciará a respeito do destino a ser dado às coisas depositadas. se houver interesse na sua conservação.3. 34. incineradas ou inutilizadas por outro meio. utilizados para a prática dos crimes de tráfico ilícito e uso indevido de substâncias entorpecentes ou que determinem dependência física ou psíquica. Os objetos sem valor econômico poderão ser doados a critério do juiz. o transporte será feito em veículo da própria autoridade judiciária. para agendamento da entrega. instrumentos e objetos de qualquer natureza. 5 L. formalizado por edital. CGJ 23/89 e 44/99. a autoridade policial que presidir o inquérito deverá. utensílios.04. de 02. de imediato. aeronaves e quaisquer outros meios de transporte.2. 203/2009 e 298/2009. vendidas em leilão. . §§ 3º e 4º e Prov. A entrega será formalizada mediante a lavratura do respectivo termo. com prévia relação do material que será encaminhado.3 102. Todo início de ano será instaurado procedimento para encaminhamento de armas e munições à destruição pelo Exército.5 102-A. até o seu regular encaminhamento na forma da lei. requerer ao juízo competente a intimação do Ministério Público. CGJ 31/2009. cujo expediente deverá ser feito em três vias. atendendo às exigências da Portaria Ministerial 341/81. 6. CGJ 23/89 e 44/99.8 105. Os veículos. Fica expressamente proibida a entrega de armas apreendidas e confiadas à Seção de Depósito e Guarda de Armas e Objetos. 6 Prov. CGJ 37/99. 3 Provs. CGJ 37/99 e 2/2001. CGJ 44/99. ficarão sob a custódia da autoridade da polícia judiciária. CGJ 44/99.

conforme o caso. conforme a origem da arma. bem como as químicas.368/76. QUÍMICAS. bem como a não utilizada na perícia.1. dando-lhes. guardando-se as amostras necessárias à preservação da prova.7 110. EXPLOSIVAS e/ou ASSEMELHADAS 107. entre outros requisitos. devendo ser retiradas por autoridade credenciada.Cap. 6 Prov.1. CGJ 25/80. A autoridade policial deverá. 40.9 111. nos termos legais. o encaminhamento previsto em lei. CGJ 7/86. Os laudos de constatação e toxicológico deverão obrigatoriamente mencionar o peso. As substâncias entorpecentes e assemelhadas. quando não mais houver interesse nas armas apreendidas. tóxicas. – V pessoa ou instituição. contagem ou medição e retirada de quantidade suficiente para exame pericial. 23/89. a quantidade empregada. 6/2002 e 11/2006. em seguida. 10 Prov. inflamáveis e explosivas apreendidas. É indispensável a licença prévia da autoridade competente para possuir. 1 106. quantidade ou volume.5 109. 3 L. INFLAMÁVEIS. deverão ser apropriadamente acondicionadas e lacradas. pertencentes à Polícia Civil ou Militar. 6. deverá a autoridade policial provocar o juiz do processo ou. colocando-as à disposição. manter em depósito. descritas em item anterior. permanecendo em depósito junto à autoridade policial que preside ou presidiu o inquérito ou nas dependências do órgão encarregado de efetivar o exame cabível. com esclarecimentos sobre o número do lote de onde foram retiradas. 7 Provs. drogas ou matériaprima destinada à sua preparação.8 111. Ocorrendo a apreensão de grande quantidade de substâncias entorpecentes ou consideradas perigosas. bem como as químicas. CGJ 7/86 e 2/2001. CGJ 5/2007. 10 1 2 Provs. ceder. Provs. O auto de apreensão policial de qualquer das substâncias referidas no item precedente deverá apresentar. no prazo de 30 (trinta) dias. transportar. As substâncias entorpecentes ou que determinem dependência física ou psíquica ou medicamentos que as contenham. 9 Provs. CGJ 7/86 e 2/2001. . o juiz corregedor da polícia judiciária. CGJ 23/89 e 2/2001. CGJ 7/86 e 2/2001. art. CGJ 7/86 e 2/2001. CGJ 7/86. na sua falta. TÓXICAS. 4 108.1.6 109. oficiar à Secretaria da Segurança Pública do Estado ou ao Comando da Polícia Militar. explosivas e/ou assemelhadas. para o fim de obter imediata autorização para sua destruição.2 SEÇÃO V DO DEPÓSITO DE SUBSTÂNCIAS ENTORPECENTES. 8 Provs. inflamáveis. 5 Prov. providenciar autorização judicial para encaminhar à destruição as substâncias entorpecentes e assemelhadas. para qualquer fim. A destruição de drogas far-se-á por incineração. a menção da quantidade. 4 Prov. não serão recebidas pelos ofícios de justiça. após a pesagem. CGJ 5/2007. peso ou volume apreendidos pela autoridade.3 107. tão logo seja possível. tóxicas. das substâncias apreendidas. sempre que possível. Os magistrados deverão. conforme o caso. § 1º e Provs. reservando-se quantidade razoável para o imprescindível exame e contraprova.

A Corregedoria Geral da Justiça publicará.4 115. 6 Prov.6 115. público ou particular. 114. o exame pode ser realizado no local onde ele estiver recolhido ou em outro lugar adequado. Os exames de sanidade mental. Para os fins previstos no subitem anterior. e número de inscrição no Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP). Em todas as requisições de exames de sanidade mental deverão ser mencionadas as condições do réu. a relação dos médicos psiquiatras. ouvidos os peritos. mediante representação escrita. . de forma a assegurar distribuição eqüitativa de trabalho entre eles. dos médicos selecionados. durante a instrução. Qualquer perito pode ser excluído da relação da Corregedoria Geral da Justiça quando revelar carência de conhecimento técnico ou científico ou quando. sem motivo justificado. enviando-se as peças cabíveis.1.1 113. deverão ser realizados por médicos psiquiatras selecionados pela Direção Regional de Saúde (DIR). demonstrada a 1 2 Res. Os peritos serão nomeados pelo juiz. CSM 93/75. O exame de réu solto realizar-se-á em dia. o juiz comunicará à Corregedoria Geral da Justiça a ocorrência da falta ensejadora de exclusão. prazo que poderá ser prorrogado pelo juiz. 7 Prov.I. mencionará R.2 113.008/94 e Prov. solicitar-se-á vaga no estabelecimento adequado ao juízo das execuções criminais da Capital. CGJ 2/2001. contados do oferecimento dos quesitos e da sua intimação. Prov. CGJ 2/2001.3. Os peritos serão compromissados em um tríduo e deverão concluir o exame dentro de 45 (quarenta e cinco) dias. CGJ 2/2001. deixar de apresentar o laudo no prazo fixado pelo juiz. além do endereço residencial e do respectivo telefone. A relação a ser publicada. CGJ 2/2001. segundo a região administrativa ou a comarca onde se dispõem a servir.. 5 D.C. 117. bem como endereço e telefone do local de trabalho de cada um. anualmente ou sempre que houver alteração. 4 Prov. no Diário da Justiça do Estado. 113.G.3 113.008/94 e Prov. em qualquer estabelecimento adequado. SS-468/94 e Prov. Sendo necessária a internação de réu. a requerimento dos peritos. por nomeação judicial.5 115.2.Cap. CGJ 2/2001. Quando for absolutamente necessário. se preso ou solto. 39. CGJ 2/2001. após a decretação da medida cabível pelo magistrado. conforme determinação judicial.2. o juiz pode determinar o internamento do réu solto.7 116.1. C. hora e local designados pelo magistrado. Tratando-se de réu preso. – V SEÇÃO VI DA INSANIDADE MENTAL DO ACUSADO 112. 39. a requerimento dos peritos. para o fim de verificação da imputabilidade penal e de dependência toxicológica. 3 D. selecionados pelo órgão referido no item anterior.

quando necessário. ressalvado o disposto na alínea "b" do item anterior. nos termos SEÇÃO VII DOS SERVIÇOS DO JÚRI 120.Cap. 3 Prov. impostas nas Varas da Comarca de São Paulo. prevalecerá a 1 2 Prov. d) Registro de Armas e Objetos. CGJ 2/2001. a uma ou a outra competirá a execução penal. Desde que compromissado. imposta a sentenciado recolhido em estabelecimento prisional sujeito à sua Corregedoria Permanente. através de oficial de justiça. com o laudo e o ofício de requisição de pagamento. os seguintes:2 a) Alistamento Anual de Jurados. se concorrerem condenações em mais de uma Comarca nessas condições. 2º e Prov.1 119. que deva ser cumprida em estabelecimento sujeito à sua Corregedoria Permanente. TJ 9/85. com comprovante de recebimento. CGJ 12/2001. CGJ 2/2001. originária de qualquer juízo do Estado. – V necessidade de maior tempo para a conclusão dos trabalhos e elaboração do laudo. legais. b) se o sentenciado tiver condenações definitivas em comarcas diversas do interior do Estado. TJ 9/85. c) Sorteio de Jurados.3 SEÇÃO VIII DOS SERVIÇOS DE EXECUÇÕES CRIMINAIS 121. além dos livros obrigatórios. 118. O ofício do júri deverá possuir. c) a execução de medida de segurança imposta em qualquer juízo do Estado. se o sentenciado estiver preso. contendo os quesitos e as cópias do processo necessárias ao exame. se faça dentro do prazo marcado pelo juiz. b) a execução de pena. Prov. art. CSM 1645/2009. o perito relator poderá retirar do cartório os autos do incidente. As intimações dos jurados serão feitas por mandado. 122. a competência para a execução penal se orientará pelos seguintes princípios:5 a) se o sentenciado tiver uma ou várias condenações definitivas em Juízos de Comarca que disponha de vara privativa de Execuções Criminais ou de vara a que tenham sido atribuídos serviços de Execução Criminal. 1º. Concluída a perícia. ou por via postal. o juiz providenciará o pagamento dos peritos. art. cuidando que a devolução. 120-A. conforme determinação judicial. 5 Res. dentre as execuções em curso. Nas Comarcas do Interior. a competência se fixará pela condenação mais antiga. Compete à Vara das Execuções Criminais da Comarca de São Paulo:4 a) a execução de penas de qualquer espécie. a execução competirá à Comarca que dispuser de vara privativa de Execuções Criminais ou a que tenham sido atribuídos serviços de execuções criminais. 4 Res. já preenchido segundo o modelo próprio. . mediante assinatura no competente livro de carga. b) Atas do Júri.

para cada execução haverá uma autuação. ressalvado o disposto na alínea "b" do item anterior. . título VII) bem como os pedidos de “sursis”. para colheita de parecer do Departamento Penitenciário Nacional – DEPEN e decisão. livramento condicional. Ao Departamento Técnico de Apoio ao Serviço de Execuções Criminais – DECRIM incumbirão os trâmites necessários para suscitar conflito em caso de rejeição da inclusão ou transferência. 126. ficando os autos das execuções posteriores apensados aos da primeira.5 124. de conhecimento.4 123.Cap. o ofício da vara privativa de Execuções Criminais ou da vara a que tenham sido atribuídos esses serviços. – V competência do juízo em cujo território se situe o estabelecimento prisional. a autoridade administrativa custodiante. para um determinado sentenciado. deverão ser ouvidos em até 5 (cinco) dias. se o caso (alínea “a” dos incisos I e II referidos). não firma. Havendo mais de uma execução criminal. 3 Provs. e assim sucessivamente. Serão autuados separadamente e em apenso à execução todos os incidentes a ela relativos (LEP.4. pela 127. O Departamento Técnico de Apoio ao Serviço de Execuções Criminais DECRIM. A autuação da execução criminal obedecerá ao modelo recomendado Corregedoria Geral da Justiça. 6 Prov. nas demais comarcas. para estabelecimentos penitenciários federais. A transferência provisória de sentenciado para atos instrutórios ou para qualquer outra finalidade. além dos obrigatórios. 123. d) A fuga do preso não implica modificação da competência da Vara de Execução Criminal com jurisdição sobre o apenado. observada continuidade entre as datas de término da pena da primeira e começo da segunda. § 1º.1. Os pedidos de inclusão e transferência de presos.6 125. c) se o sentenciado tiver condenação definitiva única e se encontrar recolhido à Cadeia Pública da Comarca onde se deu a condenação. Nesse caso. o processamento não deverá ser feito no bojo de uma única autuação. Cumpridas as providências de que trata o subitem acima. contra o qual se expedirá mandado de recaptura. serão dirigidos aos juízos por onde tramitam os processos (da execução. na Capital.3 123. a competência para a execução é do Juízo que proferiu a sentença condenatória. Provs. fazer expedir carta precatória necessária à transferência de preso provisório e fazer encaminhar os autos da execução penal do transferido ao juízo federal.3. CSM 1178/2006 e CGJ 22/2007. 5 Provs. se condenados. CSM 1178/2006 e CGJ 22/2007. o Ministério Público e a defesa. deverão possuir. os autos serão imediatamente remetidos ao Departamento Técnico de Apoio ao Serviço de Execuções Criminais – DECRIM. observado o artigo 113 do Código Penal. CSM 1645/2009. condenados ou provisórios.2. ressalvado o disposto na alínea "a" deste item. com ulterior envio ao juízo federal competente.2 123. Autuado o pedido com os documentos previstos nas alíneas “b” e seguintes dos incisos I e II do parágrafo 3º do artigo 3º da Resolução nº 502. CGJ 2/2001. 1 123. por si só. 1 2 Prov. 4 Provs. formulados nos termos do artigo 3º. quando não forem os requerentes. o Livro Registro de Alvarás de Soltura. CSM 1178/2006 e CGJ 22/2007. da Resolução nº 502. CSM 1178/2006 e CGJ 22/2007. se provisórios). a competência para a execução penal.

as seguintes informações: 3 I – o tempo total da pena.1. o juiz competente encaminhará ao Conselho Penitenciário os 1 2 Prov. é obrigatório o lançamento de todos os andamentos do processo no sistema. sempre que possível.Cap. Sempre que o condenado passar a cumprir pena ou fixar residência em localidades diversas daquele onde teve início a execução. tratar-se da segunda.G. Nas serventias que possuam o Sistema Informatizado das Varas de Execução Criminal – SIVEC. e assim por diante. O registro a que alude este item deverá ser procedido em até 48 horas após os autos serem recebidos em cartório provindos de outra Vara ou serventia. 4 Prov. IV – as frações e respectivas datas a partir das quais o apenado poderá postular benefícios. como "Situação Processual". 128. e servirá para facilitar a apreciação dos incidentes da execução e o julgamento de extinção de punibilidade. III – a data do início do cumprimento da pena e a data do seu término. 130. Também deverão ser autuados em apenso ao processo de execução criminal os dados relativos à vida pregressa do sentenciado. A execução criminal tem uma única numeração de registro.2. entre outras. mediante recibo. CGJ 16/2007. 130. Esse expediente será rotulado. até o último dia útil do mês de fevereiro de cada ano. na respectiva autuação. Nas fichas de controle de execuções criminais. Nos casos de livramento condicional. da terceira. Prov. o número de seu R. deverá sempre constar a filiação do sentenciado e. os respectivos autos deverão ser imediatamente remetidos ao juízo competente para o prosseguimento. deverão ocorrer: 2 I – no prazo de noventa dias. bem como as certidões dos juízos criminais. 131. CSM 1530/2008. para que se evitem as dificuldades e embaraços decorrentes de homonímia.3.4 131. se possível. devendo ser consignado. ou após a baixa pelo juiz. 128. a contar da data do início da execução da pena privativa de liberdade. CGJ 17/98. indulto e comutação de pena. CSM 1530/2008. II . 1 130. 3 Prov. A emissão do atestado de pena a cumprir e a respectiva entrega ao apenado. remição e quaisquer outros iniciados de ofício ou a requerimento da parte interessada. inclusive os assentamentos fornecidos pelo IIRGD.1. Deverão constar do atestado anual de cumprimento de pena. 130. III – para o apenado que já esteja cumprindo pena privativa de liberdade. a contar da data do reinício do cumprimento da pena privativa de liberdade ou da regressão no regime de cumprimento da pena. 129. – V progressões de regime.1. nas capas ou autuações das eventuais execuções posteriores..o regime prisional de cumprimento. II .no prazo de noventa dias. . adotadas pelos cartórios respectivos.

poderá o parecer ou exame ser substituído por laudo efetuado por psiquiatra ou psicólogo.2 c) cópia do cálculo de liquidação de penas (total delas. f) atestado de conduta carcerária. CGJ 1/2000. 6 Provs. Sobrevindo decisão absolutória. evasões e recapturas. CSM 653/99 e CGJ 9/2000. – V seguintes documentos:1 a) petição (ou ofício. Prov. O disposto nesta seção aplica-se. h) promessa de emprego ou compromisso de comprovar trabalho lícito em prazo razoável.1. CSM 653/99 e CGJ 6/2000. artigo da condenação.4 132. ao processamento da execução provisória e. 4 Provs. o juízo de conhecimento comunicará o fato ao juízo competente para a execução. na Execução perante o juízo que deferiu o livramento condicional. remição de penas. e) folha de antecedentes. bem como de eventuais progressões e regressões. CGJ 9/90 e 16/90. início e término do cumprimento.2. indicação dos processos em andamento. se houver). definida ou indefinida. no que couber. Ato contínuo. progressão ou regressão. comarca. indicação dos processos findos (número. 5 Provs. 131-A. d) menção do regime prisional. i) indicação do local da futura residência. que se incumbirá de atualizar a via verde (segunda). o juízo de conhecimento procederá às retificações cabíveis da 1ª via (branca). se for o caso). pena imposta). com respectivas datas e cópias das decisões. encaminhando-a para o registro no Rol dos Culpados. g) prova de ressarcimento do dano ou atestado de pobreza. sobrevindo condenação transitada em julgado. remoção e transferência de estabelecimento prisional e remessa dos autos a outro juízo. extinção de penas e da punibilidade. que anotará o cancelamento da guia de recolhimento no livro de feitos. quando das seguintes ocorrências: progressão ou regressão de regime. com qualificação completa do requerente. Tratando-se de execução provisória. indulto. com indicação do presídio em que se encontra o interessado.6 133. CSM 653/99 e CGJ 15/99. 7 Provs.Cap. bem como cópia de decisões concessivas de unificação e/ou remição. deverá o juízo de conhecimento encaminhar as peças faltantes para o juízo competente para a execução. CSM 1489/2008.7 1 2 Provs. bem como informar a autoridade administrativa responsável das alterações verificadas. comutação. sem nova expedição de guia de recolhimento. livramento condicional. b) demonstração da situação processual do interessado. 3 132. j) parecer da Comissão Técnica de Classificação ou exame criminológico. Averbação do “Sursis” e Registro de Comunicação ao Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt. a transferência do condenado para base territorial de jurisdição distinta não implicará remessa dos respectivos autos. do Diretor da Cadeia Pública. também. CSM 653/99 e CGJ 6/2000. 3 Prov. com certidões que mencionem a fase em que se encontram. se se tratar de preso recolhido em Cadeia Pública do Interior. Enquanto processado o recurso de Agravo. indicação das datas de eventuais fugas e recapturas. com manifestação. o juízo da execução comunicará ao Tribunal em que estiver sendo processado o recurso. .5 132.

688/55. d) Registro de Óbitos. arts. o cumprimento do dever do médico da repartição de saúde local. CG 33. 24. Os serviços da Corregedoria dos Presídios serão escriturados nos seguintes I . 2º e 5º e Proc. Eleitoral. art.950/70. Cód. II . c) Registro de Visitas Médicas aos Presos. . CGJ 2/2001. 7 D.1 133. 138. Os assentos de óbitos ocorridos nas prisões deverão ser assinados pela autoridade policial e pelos peritos que os tiverem atestado. com índice. com índice. CGJ 17/2004. deverá constar. art. 5 Prov. No livro Registro de Objetos e Valores dos Presos.6 139. se o caso.688/55. e) Registro de Visitas do Ministério Público. “b”. CGJ 17/2004. 2º.4. 135. b) fiscalizadas a alimentação fornecida. f) Registro de Termos de Visitas e Correições. Certificará o juízo de conhecimento a decisão absolutória na 1ª via (branca). expressa referência ao recolhimento ou não da multa cumulativamente imposta ao condenado e à remessa de expediente ao órgão competente para a respectiva execução. – V 133. Caberá ao escrivão-diretor comunicar ao Tribunal Regional Eleitoral. CSM 653/99 e CGJ 9/2000. Nas visitas médicas semanais serão:7 a) constatado o estado de saúde e de asseio pessoal dos reclusos.1.4 SEÇÃO IX DOS SERVIÇOS DA CORREGEDORIA DOS PRESÍDIOS livros:5 134. relativa ao cumprimento da pena privativa de liberdade ou restritiva de direito. obrigatoriamente. (CF. 3 Prov. CGJ 36/2001 e 17/2004. pelo menos. 137. semanal. 373). os seguintes livros: a) Registro de Entrada e Saída de Presos. pátios. as importâncias em dinheiro deverão ser recolhidas em conta especial. os lançamentos deverão ser sempre testemunhados. 2 133. As cadeias públicas devem manter. 5º.Registro de Controle de Requisições de Presos. pelo cumprimento da pena ou por outro motivo. junto a estabelecimento de crédito. as condições de higiene das celas. de proceder à visita médica. 4 Prov.3 133. 24. Provs. mediante verificação regular do livro próprio e oitiva dos presos.Cap. para efeito de restabelecimento dos direitos políticos do condenado. cancelando-as. art. corredores e instalações sanitárias. XXXIV. A certidão referida no subitem anterior será expedida gratuitamente quando requerida pelo réu. Deverá ser fiscalizado. 6 D.2.3. 1 2 Provs. 136.Registro de Portarias do Juízo. a decisão de extinção da punibilidade do condenado. mantida em pasta própria. Da comunicação ao Tribunal Regional Eleitoral ou de certidão eventualmente expedida. b) Registro de Objetos e Valores de Presos.

Cap. – V
c) vacinados os reclusos, como necessário. 140. Além das visitas semanais, o órgão médico, por um dos seus integrantes, deverá atender, sempre que requisitado por autoridade judiciária ou policial, aos reclusos que necessitarem de assistência médica, providenciando o seu isolamento, de acordo com aquelas autoridades, quando se tratar de moléstia contagiosa.1 141. Havendo necessidade de intervenção cirúrgica ou de tratamento especializado urgente, o órgão de saúde comunicará, incontinenti, essa circunstância à autoridade judiciária, solicitando as providências julgadas necessárias à prestação da assistência ao recluso.2 142. Não será permitida a saída ou soltura de preso, senão mediante alvará ou ordem escrita da autoridade competente. 143. A comunicação sobre entrada, saída e fuga de preso será efetuada pelo diretor do estabelecimento penal diretamente ao Juízo de Direito por ordem de quem estiver o preso recolhido.3 143.1. As fugas de presos serão concomitantemente comunicadas ao Juiz Corregedor dos Presídios da Comarca.4 144. Ao colocar em liberdade qualquer preso, a autoridade responsável pelo estabelecimento fará anotar o endereço em que ele irá residir, ou o lugar onde possa ser encontrado, comunicando ao IIRGD.5 145. A remoção de preso provisório será precedida de autorização do Juiz Corregedor dos Presídios da Comarca.6 145.1. As transferências e remoções deverão ser comunicadas à Divisão de Capturas e Polinter, para o necessário registro.7 145.2. Na Capital, a autoridade policial responsável pelo distrito policial, onde estiver recolhido o preso, quando houver necessidade de sua remoção deverá comunicar o fato, de imediato e por escrito, ao juiz, à ordem de quem estiver preso, e à Delegacia de Capturas, esclarecendo o local para onde tenha sido feita a transferência.8 145.3. Nenhuma transferência de preso poderá ser realizada no período de 7 (sete) dias úteis anteriores à audiência designada, salvo necessidade urgente, comunicando-se, de imediato e por escrito, ao juiz, à ordem de quem o preso estiver recolhido, ao Juiz Corregedor da Polícia Judiciária e à Delegacia de Capturas e Polinter, indicando, nesse caso, o local para onde for feita a remoção.9 145.4. A Delegacia de Capturas e Polinter encaminhará, na Capital, uma cópia do ofício, relativo à primeira apresentação em juízo, ao distrito policial onde o preso estiver recolhido, indicando a Vara e o número do processo instaurado, para os fins previstos no subitem anterior.10 145.5. Quando a remoção ocorrer no mesmo dia da lavratura do flagrante, a autoridade policial mencionará o fato no ofício de comunicação da prisão ao
1 2

D. 24.688/55, art. 3º. D. 24.688/55, art. 4º. 3 Provs. CGJ 2/2001 e 33/2003. 4 Prov. CGJ 33/2003. 5 Provs. CGJ 5/94 e CSM 740/2000. 6 Provs. CGJ 7/97 e CSM 740/2000. 7 Provs. CGJ 5/94 e CSM 740/2000. 8 Provs. CGJ 5/94, CSM 740/2000, CGJ 34/2000 e 2/2001. 9 Provs. CGJ 5/94, CSM 740/2000, CGJ 34/2000 e 2/2001. 10 Provs. CGJ 5/94, CSM 740/2000 e CGJ 2/2001.

Cap. – V
juiz competente, indicando o estabelecimento para onde o indiciado será transferido.1 146. O Juiz Corregedor Permanente do presídio, não sendo o preso de sua Comarca, não deverá se opor à entrada, saída ou retorno do mesmo, mas terá ciência dessa movimentação por ofício do diretor do estabelecimento.2 147. As saídas locais de presos, mesmo os de outras Comarcas, para tratamento médico de urgência que não possa ser prestado no estabelecimento prisional, falecimento ou doença grave do cônjuge, companheiro, ascendente, descendente ou irmão, dependerão de autorização do diretor do estabelecimento penal, com comunicação ao juiz corregedor. Para outros fins, dependerão de autorização do Corregedor dos Presídios ou da Polícia Judiciária.3 148. A transferência provisória ou a remoção de preso que cumpre pena privativa de liberdade somente se efetuará com a autorização do Juiz Corregedor do Presídio da respectiva Comarca à SAP, que se encarregará de designar o estabelecimento, providenciar a transferência, a comunicação aos Juízes Corregedores dos Presídios das Comarcas de origem e destinatária, bem como à Coordenadoria Operacional da Polícia Militar.4 149. A remoção de preso para estabelecimento penitenciário de regime semi-aberto somente se efetuará com a autorização do Juiz Corregedor do Presídio da respectiva Comarca à SAP, que se encarregará de designar o estabelecimento, providenciar a transferência, a comunicação aos Juízes Corregedores dos Presídios das Comarcas de origem e destinatária, bem como à Coordenadoria Operacional da Polícia Militar.5 149.1. Quando o réu se encontrar preso em Comarca diversa, o juiz da condenação deverá oficiar ao Juiz Corregedor do Presídio, dando conhecimento da condenação e para que este providencie a autorização.6 150. Suprimido.7 151. Suprimido. 8 151.1. Suprimido.9 151.2. Suprimido.10 152. Em caso de divergência ou dúvida quanto à autenticidade da ordem expedida, tratando-se de contramandado de prisão, a Autoridade Policial deverá entrar em contato com o Juízo expedidor para a devida confirmação. 11 152.1. A conferência será anotada no documento, com identificação do funcionário por ela responsável.12 153. Suprimido. 13 153.1. Suprimido. 14
1 2

Provs. CGJ 5/94, CSM 740/2000 e CGJ 2/2001. Provs. CGJ 5/94, CSM 740/2000 e CGJ 2/2001. 3 Provs. CGJ 5/94, CSM 740/2000 e CGJ 2/2001. 4 Provs. CSM 740/2000, CGJ 34/2000, 02/2001 e 08/2010. 5 Provs. CGJ 7/97, CSM 740/2000, CGJ 34/2000 e 08/2010. 6 Provs. CGJ 7/97, CSM 740/2000 e CGJ 2/2001. 7 Prov. CSM 1292/2007. 8 Prov. CSM 1292/2007. 9 Prov. CSM 1292/2007. 10 Prov. CSM 1292/2007. 11 Provs. CGJ 31/89 e CSM 1190/2006. 12 Prov. CGJ 31/89. 13 Prov. CSM 1190/2006. 14 Prov. CSM 1190/2006.

Cap. – V
154. As requisições de presos serão atendidas sem formalidades, quando transmitidas por telex subordinado à autoridade judiciária ou policial.1 155. Sempre que o papel não venha por carga em protocolo ou pelo correio, será nele anotada a identidade do portador. 156. As queixas e os pedidos formulados pelos presos deverão ser autuados no cartório, para o devido processamento, ouvido o representante do Ministério Público. 157. Os pedidos dos presos, as queixas e as portarias correlatas serão objeto de uma só autuação, devendo o procedimento ser numerado e registrado. 158. Deverá ser informada, mensalmente e sempre que houver necessidade, pela autoridade responsável pelo presídio ao juiz corregedor, a situação da população carcerária, bem como o funcionamento do estabelecimento.2 158.1. Até o último dia de cada mês, todas as Varas de Execução Criminal do Estado remeterão, à Assessoria para Assuntos Prisionais da Secretaria de Segurança Pública, relação de presos com condenação definitiva no regime fechado, recolhidos nas diversas unidades prisionais da Polícia Civil submetidas à sua atividade correcional permanente, e que aguardam vaga no sistema COESPE, sem prejuízo do habitual encaminhamento da ordem de remoção àquela Coordenadoria.3 158.2. Deverá ser comunicada à Corregedoria Geral da Justiça a ocorrência de rebelião, greve, motim ou qualquer outro grave distúrbio que surja nos estabelecimentos penitenciários do Estado.4 159. Deverá ser expedida requisição de exame de corpo de delito, imediatamente, sempre que houver notícia de violência a preso recolhido à disposição da Justiça, para instruir a respectiva sindicância. 160. Verificada a situação precária do prédio de cadeia pública, o Juiz Corregedor Permanente baixará portaria instaurando processo de interdição. 161. Dos autos deverão constar os seguintes documentos: a) relatório passado pela autoridade policial competente; b) laudo médico sobre as condições sanitárias e higiênicas da cadeia pública, subscrito por 2 (dois) médicos; c) laudo técnico sobre as condições de segurança e de utilização do prédio, subscrito por 1 (um) engenheiro; d) fotografias de todos os ângulos da cadeia, assinalando os seus defeitos; e) comunicação da Prefeitura Municipal local, sobre a possibilidade ou não de efetuar obras de reforma ou reparo, ou de nova construção, conforme as conclusões do laudo técnico. 162. Ultimadas as diligências, sem prejuízo de outras julgadas de interesse e com manifestação do Ministério Público, o Juiz Corregedor Permanente examinará a conveniência, ou não, da interdição. 162.1. Em caso positivo, o juiz, antes de decretá-la, encaminhará os autos à Corregedoria Geral da Justiça para sua aprovação. 163. Entendendo justificada a medida, a Corregedoria Geral da Justiça, sem prejuízo de outras providências, autorizará a interdição.
1 2

Prov. CSM 96/76. Provs. CGJ 3/74 e 2/2001. 3 Prov. CGJ 30/2000. 4 Prov. CGJ 23/2001.

Cap. – V
163.1. Em seguida, os autos serão devolvidos à comarca de origem e o Juiz Corregedor Permanente decretará a interdição, expedindo a competente portaria. 164. Encerrado o procedimento, serão remetidas cópias da portaria de interdição à Corregedoria Geral da Justiça e à Vara das Execuções Criminais da Capital, dando-se ciência aos Secretários da Segurança Pública e da Justiça. SEÇÃO X DOS SERVIÇOS DA CORREGEDORIA DA POLÍCIA JUDICIÁRIA Subseção I Das Disposições Gerais 165. As delegacias de polícia devem manter, obrigatoriamente, os seguintes livros:1 a) Registro de Inventário e Tombo; b) Registro de Ocorrências; c) Registro de Inquéritos Policiais, com índice; d) Carga de Inquéritos Policiais; e) Registro de Fianças Criminais, com índice; f) Registro de Protocolados e Expediente; g) Registro de Termos de Visitas e Correições; h) Registro de Sindicâncias Policiais; i) Registro de Cartas Precatórias Recebidas e Inquéritos Policiais em Trânsito e Diligências; j) Registro de Custas; l) Registro Geral de Presos, com índice; m) Registro de Termos de Compromisso; n) Registro de Receita dos Presidiários; o) Registro de Termos Circunstanciados;2 p) Registro de Apreensão de Entorpecentes; q) Registro de Apreensão de Adolescentes Infratores; r) Registro de Apreensão de Veículos; s) Registro de Apreensão de Armas de Fogo. 166. O Departamento de Inquéritos Policiais da Capital (DIPO) manterá, além dos obrigatórios, o livro Registro de Armas e Objetos. Poderá o referido livro ser substituído por sistema informatizado, garantindo-se a preservação dos seus dados pelos meios adequados.3 167. No livro Registro de Ocorrências, deverá ser consignado, na coluna própria, qual a solução dada a cada caso e se foi ou não instaurado inquérito policial. 168. No livro Registro de Inquéritos Policiais, deverão ser reservadas colunas onde sejam anotados o arquivamento da cópia do inquérito policial e a data da remessa ao Juízo da cópia do auto de prisão em flagrante. 169. O livro Registro Geral de Presos deverá ser escriturado seguidamente, sem linhas em branco, reservando-se colunas para a especificação do motivo da prisão e para anotação da comunicação ao juízo.

1 2

Prov. CGJ 2/2001. Prov. CGJ 3/96. 3 Prov. CGJ 2/2001.

Cap. – V
170. No livro Registro de Receita dos Presidiários, deverão ser escriturados os valores com eles encontrados, por ocasião de seu recolhimento.1 171. A autoridade policial formalizará as comunicações cabíveis, pertinentes à prisão de qualquer pessoa, indicando o endereço, o telefone e o teletipo do estabelecimento onde se encontra o detento, através de ofício que, instruído com duas cópias do auto, protocolará no distribuidor do foro competente.2 171.1. A autoridade policial e seus agentes deverão zelar pela preservação dos direitos à imagem, à intimidade e à privacidade das pessoas submetidas à investigação policial, detidas em razão da prática de infração penal ou à sua disposição na condição de vítima ou testemunha, especialmente quando se encontrarem no recinto das repartições policiais, a fim de que a elas e seus familiares não sejam causados prejuízos irreparáveis.3 171.2. As pessoas submetidas à investigação policial ou à disposição da polícia judiciária, na qualidade de vítima ou testemunha, somente serão fotografadas, filmadas ou entrevistadas caso expressamente consintam, manifestando-se por escrito ou por termo, observando-se as normas correlatas editadas pelo Juiz Corregedor da Polícia Judiciária da Comarca.4 172. O órgão que receber a comunicação promoverá a imediata distribuição, remetendo-a ao juízo sorteado. 172.1. A distribuição previne o juízo para a cognição do inquérito e de eventual ação penal. 173. Os recibos dos ofícios, entregues, em caráter prioritário, por oficiais de justiça, bem como as cópias das comunicações por teletipo, acima previstas, serão juntados aos autos. 173.1. As comunicações telefônicas serão certificadas pelo escrivão-diretor. 174. Nas comarcas do interior, caberá ao juiz corregedor da polícia judiciária baixar atos que adaptem o sistema de controle e encaminhamento dos autos de prisão em flagrante remetidos a juízo, às condições locais.5 175. Os inquéritos policiais deverão ser processados em 2 (duas) vias, com anotação no respectivo livro de registro, arquivando-se a segunda no cartório da delegacia.6 176. Na qualificação das vítimas e testemunhas, deverão constar obrigatoriamente os locais de residência e de trabalho, bem como todos aqueles em que possam ser encontradas, além dos números dos documentos pessoais, em especial do CPF.7 176.1. Os dados pessoais, em especial os endereços de vítimas e testemunhas, que tiverem reclamado de coação ou grave ameaça em decorrência de depoimentos que tenham prestado ou devam prestar no curso do inquérito ou do processo, após o deferimento da autoridade competente, devem ser anotados em separado, fora dos autos, arquivados sob a guarda do escrivão do correspondente Ofício de Justiça, com acesso exclusivo aos Juízes de Direito, Promotores de Justiça e Advogados constituídos ou nomeados nos respectivos autos, com controle de vistas.8 176.2. Na capa dos autos serão lançadas duas tarjas vermelhas, apontando tratar1 2

L. 2.699/54, art. 3º, § 4º. Prov. CGJ 2/2001. 3 Prov. CGJ 2/2001. 4 Prov. CGJ 2/2001. 5 Provs. CGJ 9/78 e 2/2001. 6 DL 11.285/40, art. 16. 7 Prov. CGJ 2/2001. 8 Prov. CGJ 32/2000.

5 Prov. o laudo médico-legal ou declaração dos médicos legistas no sentido da liberação do corpo para cremação. 8 Prov. CGJ 35/2000. nos dias em que não houver expediente forense.10 1 2 Prov. 7 Provs. o juiz ordenará o retorno do pedido de autorização à polícia. ou da impossibilidade da conservação do cadáver. a matéria passará a ser decidida pelo juiz da vara a que competir o feito. CSM 579/97. nos termos legais. no caso de morte violenta. após o encerramento. A autoridade policial deverá providenciar a inserção no Sistema Integrado de Informações Criminais dos dados relativos ao boletim individual. daquele que houver manifestado a vontade de ser incinerado. Nos dias em que não houver expediente forense.Cap. CGJ 24/92.3. os autos a juízo.4 180. CGJ 24/92. nos casos de urgência. 179.285/40. manifestou a vontade de ser cremado. poderá ser expressa por seu representante legal. Prov. lacradas e arquivadas. sem prejuízo de posterior apreciação do mesmo. absoluta ou relativamente incapaz. 4 Prov. e mais. O pedido de autorização independerá de distribuição. CGJ 32/2000. igualmente pelo juiz do Plantão Judiciário. 9 Prov.9 183.2 177. 9º e segs e Prov. perante a autoridade policial. ouvido o Ministério Público. 6 Prov. ou curador. o incidente poderá ser decidido pelo juiz que estiver à testa do Plantão Judiciário. arts. As pastas terão. remeterá. ou do interdito. O pedido de autorização deverá ser apreciado prioritariamente pela autoridade judiciária competente.8 183. imediatamente. A manifestação de vontade do menor.1 176. CGJ 32/2000.7 182. Com a distribuição do inquérito policial. 10 Provs.6 181. será. serão numeradas e. após opinar sobre a conveniência ou não da liberação do corpo. CGJ 13/80 e 24/92. 179.1.1. . em vida. Os autos serão instruídos com prova de que o falecido. A autorização para cremação de cadáver.3 Subseção II Da Cremação de Cadáver 178. CGJ 24/92. que. – V se de processo onde vítimas ou testemunhas postularam o sigilo de seus endereços. Não se convencendo da urgência ou da conveniência da liberação imediata do corpo. CGJ 24/92. antes da distribuição do inquérito policial.5 180. e a urgência na providência deverá decorrer do interesse da família na remoção do corpo. CGJ 13/80 e 24/92. bem como consignando-se os dados identificadores da pasta onde foram depositados os dados reservados. com o boletim de ocorrência policial.1. duzentas folhas. O pedido será formulado. dada pelo Juiz Corregedor Permanente da Polícia Judiciária. no máximo. 3 DL 11. ou ainda de imperativo da saúde pública.

termo de audiência de aceitação. CGJ 3/96 e 2/2001. sob a supervisão do juiz. 9 Prov. se houver. Aceita a proposta e lavrado o termo com as condições impostas. planilha de identificação. Neste caso. depois de certificada. auto de prisão em flagrante. com o deferimento judicial. lavrado em três vias (a primeira para o processo.7 recebimento.6 185.6. a fiscalização poderá ser feita na própria comarca em que deferida a suspensão. CGJ 3/96 e 2/2001. CGJ 3/96 e 2/2001. 8 Provs. Tendo havido audiência de proposta de suspensão por carta precatória. 5 Provs. Esse termo.2. do termo de advertência e outras consideradas relevantes pelo juiz processante. Residindo o acusado em comarca contígua ou agrupada. a fiscalização e controle das condições impostas para o gozo do benefício da suspensão condicional do processo. CGJ 3/96. Realizada a audiência de aceitação do benefício.3. O juiz deprecado comunicará ao juízo deprecante o conhecimento e anotação. a se apresentar ao juiz deprecado. ou do processocrime. . Os pedidos de autorização para cremação de cadáver. CGJ 3/96 e 2/2001.10 186. deprecando o controle e fiscalização. munido da cópia do termo. 6 Provs. folha de antecedentes. assinado pelo juiz. para iniciar o período de prova. Havendo mais de uma Vara Criminal ou com os serviços do crime. servirá como termo 1 2 Provs.4 185. será expedida outra.Cap. Caberá ao Ofício de Justiça da Vara por onde tramita o processo.4. a segunda para o réu e a terceira para a formação do apenso de fiscalização).1.3 185.9 186. 10 Provs. CGJ 3/96 e 2/2001. no juízo deprecado. os autos serão devolvidos ao juízo deprecante para decisão. onde o juízo criminal exercerá o controle e fiscalização das condições impostas. será distribuída para uma delas. o processo ficará suspenso pelo prazo determinado pelo juiz. Provs. CGJ 3/96 e 15/2000.7. para 185. no prazo de 30 (trinta) dias. Constatando-se. A carta precatória será instruída com as seguintes cópias: denúncia.5.1. 3 Provs. ainda na audiência. deverão ser apensados aos autos do inquérito policial. proposta de suspensão. CGJ 3/96. a critério do juiz processante.1 SEÇÃO XI DA SUSPENSÃO CONDICIONAL DO PROCESSO 185.5 185. causa ensejadora de revogação. CGJ 3/96 e 2/2001. se já instaurado. – V 184. 7 Provs. promotor de justiça. 15/2000 e 2/2001. CGJ 13/80 e 24/92.8 185. tendo o acusado declarado residir em outra comarca e por determinação judicial. após a efetivação da medida ou indeferimento. 4 Provs. será expedida carta precatória para a comarca declinada.2 185. o acusado deverá ser intimado. acusado e seu defensor.

ou. facultada a utilização de sistema informatizado de controle.13 1 2 Provs. o beneficiário. CGJ 3/96. . depois de identificado pelo servidor. os autos seguirão para decisão.6 188. bem como folha de apresentações (modelo padronizado). se qualquer deles recusar a proposta ou não sendo possível oferecê-la para todos. se for o caso.10 189. Os processos suspensos e as cartas precatórias recebidas para controle e fiscalização do benefício deverão permanecer em cartório. Deferida a suspensão condicional do processo. em seguida. 11 Prov. 8 Provs. será dada vista dos autos ao Ministério Público para manifestação. Providenciará a comunicação ao Distribuidor e ao Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt (IIRGD) do recebimento da denúncia e concessão do benefício. ou quem ele designar.1. eventual ausência do beneficiário.5 188. quando o caso. CGJ 3/96.2. 4 Prov. se efetuou a reparação do dano. declarando. no apenso de fiscalização ou nos autos.2 187. Havendo mais de um acusado. 6 Provs. será a defesa intimada para apresentar suas razões. CGJ 3/96 e 2/2001. CGJ 3/96.2. CGJ 3/96 e 2/2001. do contrário. 9 Prov.9 189. intimando-se a defesa. ou quem for designado.8 189. remetendo os autos ao representante do Ministério Público. o processo será desmembrado. Haverá anotação.1. Provs. depois.11 189. Após.1.2. a conclusão dos autos para o juiz. deverá certificar. CGJ 3/96 e 2/2001. CGJ 3/96 e 2/2001. Suprimido. Até o quinto dia do mês subseqüente. Deverá ser fornecido ao beneficiário comprovante de comparecimento. 12 Provs.7 188. A cada apresentação. cópias do termo da audiência de aceitação e advertência. providenciando-se. 7 Prov. para manifestação. o escrivão-diretor.3. Se o beneficiário efetuar a reparação do dano. CGJ 19/2003. na capa. 10 Prov.3 187.2. 5 Prov. 13 Provs.4 187. deverá providenciar a juntada de cópia do comprovante no apenso de fiscalização. Elaborar-se-á. 40/99 e 2/2001. lançará sua assinatura na folha de apresentações. providenciará o controle do prazo por intermédio de escaninhos ou fichas. No caso do subitem anterior. Havendo impugnação. das datas de início e término do benefício e freqüência das apresentações. o motivo pelo qual não a fez.12 190. CGJ 3/96 e 2/2001. CGJ 3/96. – V de audiência de advertência. no qual constarão. obrigatoriamente. o escrivão-diretor. CGJ 3/96. conforme a necessidade do ofício. CGJ 3/96 e 2/2001. identificados por uma tarja amarela.1 186. organizadas em ordem cronológica pelo dia de apresentação do beneficiário. 3 Provs. CGJ 3/96. um apenso aos autos para o controle e fiscalização do benefício.Cap.

Suprimido. CGJ 3/96 e 2/2001.5 194. – V 190. CGJ 3/96. 5 Prov. Após a juntada. transladando-se cópia da decisão para os autos principais.4 193. Provs. será requisitada folha de antecedentes criminais atualizada do beneficiário. 7 Prov. após o trânsito em julgado e o registro nos assentamentos do cartório. CGJ 3/96 e 2/2001. será cumprido o procedimento previsto no item 189 desta Seção. Independentemente dos comparecimentos regulares do beneficiário.1.1. 6 Provs. deverá ser adotado o mesmo procedimento previsto no item anterior. CGJ 3/96 e 2/2001.7 1 2 Prov.3 193. sobrevindo informação de que responde a processo por outro crime ou contravenção penal. Comprovando-se que o beneficiário não reparou o dano.2 192. adotar-se-á o mesmo procedimento previsto no item 190. 4 Prov. serão feitas as comunicações ao Distribuidor Criminal e ao Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt (IIRGD).Cap.1. CGJ 3/96. . sem motivo justificado. Expirado o prazo da suspensão. CGJ 19/2003. Cumprido o benefício e declarada extinta a punibilidade do beneficiário. Essa decisão não acarreta o lançamento do nome do beneficiário no Livro "Rol dos Culpados". CGJ 3/96.6 194.1 191. 3 Provs.

CGJ 8/85. salvo ordem do juiz do feito. passando as respectivas certidões. 4 Prov. Em toda vara ou setor. 4 2.1. quando e como escalado. CGJ 8/85.5. diretamente. a cada um dos oficiais de justiça neles lotados e em exercício. 6 Prov. ressalvada a fixação de periodicidade diversa para assinatura do ponto. a cargo do Corregedor Permanente da unidade judiciária a que vinculado o serventuário. os leilões judiciais. 5 Prov.CAPÍTULO VI DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA SEÇÃO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS 1. 7 2. salvo determinação contrária do juiz do feito. . o que deverá ser objeto de comunicação à Corregedoria Geral de Justiça2.4. sob a fiscalização do juiz.3. assinar o ponto e aí permanecer à disposição do juiz. à vista de fundamentada análise das peculiares condições de serviço. quando escalado. c) estar presente aos plantões judiciais e às audiências. 3 2. coadjuvando o juiz na manutenção da ordem. realizar. Todos os mandados expedidos em processo-crime de réu preso deverão ser cumpridos dentro de 3 (três) dias. os mandados serão distribuídos. 2. 8 Prov. Incumbe ao oficial de justiça: 1 a) executar pessoalmente as ordens dos juízes a que estiver subordinado e exercer as funções inerentes a seu cargo. apregoando a abertura e o encerramento e chamando as partes e testemunhas. cuja ocorrência será certificada nos autos. a pedido de qualquer interessado. a critério do Juiz Corregedor Permanente.2. 7 Prov. d) ressalvadas as atribuições do Ofício da Portaria dos Auditórios e das Hastas Públicas. mediante carga. 5 2. São vedadas a devolução de mandado sem cumprimento. CGJ 8/85. 8 1 2 Prov. salvo determinação contrária do juiz do feito. Em se tratando de mandado destinado à intimação para audiência. e sua passagem. Inexistindo prazo expressamente determinado. CGJ 8/85. Os mandados deverão ser retirados pelo oficial de justiça diariamente. o cumprimento e devolução serão efetivados até 15 (quinze) dias antes da data designada. de um para outro oficial de justiça. os mandados serão cumpridos dentro de 15 (quinze) dias. CGJ 27/2008. as praças e. Prov. b) Comparecer diariamente ao ofício ou setor correspondente ao juízo em que lotado. CGJ 8/85. quando o credor não exercer o direito de escolha do leiloeiro. 3 Prov. CGJ 8/85. CGJ 8/85. 6 2. igualitariamente.

3 3. mediante autorização escrita do juiz do feito. Vencido o prazo.1. 13 1 2 Prov. descrevendo minuciosamente todos os fatos e circunstâncias que despertaram a suspeita de ocultação e fazendo a citação.7. ao efetuar a citação. Nas citações por hora certa. deverá certificar tal ocorrência no mandado. 2 3. CGJ 8/85. 10 7. 7 Quando o interessado oferecer meios para o cumprimento do mandado (4. CGJ 12/83. deverá esgotar todos os meios de concretização.3. 4.2. 9 Prov. 13 Prov. 9 6. observado. Antes de o oficial de justiça certificar a impossibilidade da prática do ato. ressalvadas aquelas relativas à condução.1). além do prazo. em conta corrente à disposição do juízo. 5 4. deverão ser observados os incisos VI e VII do artigo 12 do Código de Processo Civil. o oficial de justiça o devolverá.Cap. de preferência. deverá desde logo especificá-los. CGJ 8/85. no desempenho de suas funções. 4 Prov. não havendo nesta hipótese depósito para tais diligências. certificando a ocorrência. no caso de o citando não exarar a nota do ciente.1). certificando os motivos da demora ou do descumprimento. CGJ 8/85. 7 Prov. .6. 8 Prov. CGJ 8/85. 12 Prov. CGJ 8/85.1. 10 Prov. nesse prazo cumprirão os mandados anteriormente recebidos. 3 Prov. 1 2. serão adiantadas pela parte mediante depósito do valor indicado pelo oficial de justiça nos autos. 11 8. o oficial de justiça devolverá o mandado ao cartório. CGJ 8/85. Nas citações de pessoas jurídicas ou sociedades sem personalidade jurídica. 5. CGJ 3/96. especificando na certidão as diligências efetuadas. 4 parte. CGJ 8/85. o oficial de justiça certificará os dias e horários em que o réu foi procurado. vedada a baixa para redistribuição. hora e local em que estarão à disposição. indicando dia. só podendo entrar em férias sem nenhum mandado em mãos. 12 9. 11 Prov. CGJ 8/85. em pessoa da família. As despesas em caso de transporte e depósito de bens e outras necessárias ao cumprimento de mandados. A identificação do oficial de justiça. o disposto no subitem seguinte. CGJ 8/85. O mandado só poderá ficar retido com o oficial de justiça. – VI 2. deverá o oficial de justiça devolver todos os mandados em seu poder. quanto a férias. 6 Vencido o prazo para cumprimento do mandado sem que efetuado o depósito (4. será feita mediante apresentação de carteira funcional. Os oficiais de justiça não receberão mandados nos 15 (quinze) dias antecedentes às suas férias marcadas na escala. CGJ 8/85. CGJ 8/85. Antes de entrar em gozo de licença ou qualquer outro afastamento. 8 4. cercando-se a diligência das cautelas necessárias no sentido de evitar prejuízo às partes. É vedado ao oficial de justiça o recebimento de qualquer numerário diretamente da 4. obrigatória em todas as diligências. O oficial de justiça. Prov. 5 Prov. 6 Prov.

9 Prov. 7 14.1. comprovar o recolhimento do valor devido. depósito. seqüestro. ainda que o correspondente mandado não tenha sido expedido ou cumprido. etc. do Conselho Superior da Magistratura. A regulamentação do disposto na parte final do item acima incumbirá ao Juiz Diretor do Fórum. Consideram-se ato único. 3 Prov. 5 Prov. .99% do MVR estabelecido para viger em 1º de novembro de 1985 e corresponderá a todas as diligências necessárias à prática de cada ato objeto da ordem judicial. CGJ 8/85. 8 Prov. Prov. e certificará a respeito. deverá exigir a exibição do documento de identidade do citando e do depositário. anotando nos autos lavrados os respectivos números.Cap. e. CGJ 8/85.1 Os novos valores. o oficial de justiça dará ciência a todos os ocupantes do imóvel. As despesas de condução dos oficiais de justiça. que serão identificados. CGJ 8/85. CGJ 8/85. ainda que o resultado seja negativo. em especial à investidura de depositário de bens. para fins de ressarcimento. arresto. CGJ 8/85.1. 4 L. 10 Prov. Na Comarca da Capital. 3 SEÇÃO II DAS DESPESAS DE CONDUÇÃO 12. não se aplicarão aos depósitos antes efetuados. que remeterá cópia da portaria à Corregedoria Geral da Justiça. – VI 10. verificando que se trata de imóvel de habitação coletiva multifamiliar. CGJ 8/85. 7 Prov. Nas ações de despejo. decorrentes de reajustamento do preço da gasolina. 9 15. 6 Prov. CGJ 8/85. o ato que infringir os requisitos estabelecidos neste Capítulo. as intimações e citações que devem ser realizadas ao mesmo tempo. ainda que o resultado seja negativo.79% do MVR estabelecido para viger em 1º de novembro de 1985 e corresponderá a todas as diligências necessárias à prática de cada ato objeto da ordem judicial. o valor é fixado em 8. bem como as intimações que devem suceder imediatamente a ato de constrição. deverá o autor. O oficial de justiça. Considera-se não praticado.476/84.MVR. 6 13. 4 vigente em 1º de novembro de 1985 e seu valor será reajustado somente nas mesmas épocas e proporções do aumento do preço da gasolina. no mesmo local ou em local vizinho. Igual comprovação será feita 1 2 Prov. CGJ 9/97. adiantadas e ressarcidas pelos interessados. Além desse raio. Ressalvados os casos de diligências gratuitas e o disposto no artigo 4º do Provimento nº 178/84. são fixadas em percentual sobre o Maior Valor de Referência . 4. CGJ 8/85. aquele valor será acrescido do equivalente a 3 (três) litros de gasolina. ao proceder às citações. 1 10. 10 16. o valor é fixado em 10. inclusive as por hora certa. 8 14.5 12. logo após a distribuição da inicial. 2 11. até a distância de 10 (dez) quilômetros da sede do Juízo. Nas comarcas do Interior. tais como os de penhora. a cada faixa de 10 (dez) quilômetros ou fração. para fins de ressarcimento de despesas.

CGJ 8/85. CGJ 8/85.Cap. . vedada a não discriminação das informações. a segunda à parte. para crédito em conta aberta na agência ou posto. 5 Prov. Eventual devolução parcial do depósito anterior. 2 17. No cumprimento de atos no território das Comarcas localizadas nos Estados vizinhos. onde os funcionários do respectivo ofício judicial subordinados ao Juiz Diretor do Fórum lhe fornecerão todas as informações solicitadas. CGJ 8/85. desde logo. 4 17. CGJ 4/96. nº da guia e valor). em nome de cada oficial de justiça. deverá. incumbindo ao oficial de justiça representar ao juiz para as providências necessárias. obrigatoriamente. CGJ 8/85. quando do pagamento. devidamente assinada pelo MM.1. deverá.A. logo após a certidão lançada no mandado. 7 Prov. indicando a distância da sede do juízo.1. CGJ 8/85. das 3ª. a ser arquivada. assim determinadas pelo juiz. indicar dia. se dirigir ao Fórum local. o oficial de justiça cotará. A 3ª via da GRD recolhida deverá ser arquivada em classificador próprio. 8 20. juntamente com cópia da autorização para crédito em conta. de acordo com o “Protocolo de Cooperação” celebrado. especialmente a respeito da localização e dos meios de acesso ao local designado para cumprimento do ato. Nas comarcas do Interior. deverá o interessado complementá-lo.3. se o requerer o interessado.G. Quando o interessado oferecer condução ao oficial de justiça. ser preenchida de forma integral. munido de um ofício de apresentação. nº da conta corrente. nº de atos realizados. O mandado não será entregue ao oficial de justiça antes da apresentação. através de guia própria (GRD).3 17. em cartório. da Comarca ou Fórum. CGJ 8/85. 7 19. Juiz Corregedor Permanente e pelo Escrivão-diretor. com exceção das hipóteses de diligência gratuita. 6 Prov. sem o que não serão efetuadas. Aplica-se a disposição supra à entrega de mandado aditado. a quinta ao entranhamento nos autos. 9 Prov. Neste caso. nº do R. CGJ 4/96. O recolhimento das despesas de condução será efetuado. 10 21. devolvido anteriormente com cumprimento parcial. Provs. nos campos próprios (nome do oficial. Se o depósito feito revelar-se insuficiente. a terceira e quarta à guarda pelo escrivão-diretor.. a que distribuído o feito correspondente.1. as despesas da diligência. hora e local em que a condução estará à disposição. destinando-se a primeira ao estabelecimento de crédito. CGJ 8/85. em qualquer agência do Banco Nossa Caixa S. 1 17. o reembolso das despesas 1 2 Prov. 8 Prov. 4ª e 5ª vias da GRD. 3 Prov. não havendo nesta hipótese recolhimento do valor das despesas.2. o oficial de justiça deverá. nº do processo.6 18.. 5 18. CGJ 16/89 e 34/2005. ou de urgência. 4 Prov. será feita mediante expedição de mandado de levantamento judicial. A guia de recolhimento das despesas de diligência (GRD) terá 5 (cinco) vias (modelo próprio). – VI com o requerimento de realização de diligências no curso do processo. 10 Prov. 9 21. A autorização de crédito em conta. como disciplinado no item 17.

sempre que o valor da taxa superar aquele limite mínimo. bem como nos itens seguintes. CGJ 8/85 e 27/04. ainda que o resultado seja negativo. no prazo de 15 (quinze) dias. 11 Prov. para o cumprimento do mandado gratuito. efetuando o cálculo do número de atos. terá direito ao acréscimo do valor correspondente a 2 (dois) atos. O Oficial de Justiça deverá. a quarta via da GRD. ou no primeiro dia útil subseqüente). 8 8 25. Juiz Corregedor Permanente. aquele valor será acrescido do equivalente a mais um ato. completos. a ser aberta na mesma agência do Banco Nossa Caixa S. 4/96 e 34/2005. c) de ofício. f) nos processos nos quais deferido o recolhimento diferido da taxa judiciária. CGJ 16/92. 5 Prov. e) nos processos relativos a criança ou adolescente em situação irregular.JECRIM. Quando o Oficial de Justiça. CGJ 13/2000. devolvidos 1 2 Prov. só de ida. 6 Prov. As dúvidas e divergências serão decididas pelo juiz do processo.1. CGJ 16/89.1. CGJ 8/85. de 29 de dezembro de 2003. Provs. para fazer jus a esse acréscimo. 3 23. no caso de inveracidade. CGJ 19/2008. 7 Prov. o valor a ser creditado corresponderá apenas ao dos atos relativos às diligências realizadas. bem como os atos serão praticados. 9 25. a quilometragem percorrida (só de ida). CGJ 16/92.A. Consideram-se gratuitas as diligências feitas: 5 a) em ações penais de competência do Juizado Especial Criminal . 8 Provs. que será creditado em sua conta corrente. – VI de condução será fixado.7 25. CGJ 8/85. . 4 Prov. Nas comarcas da Capital ou do Interior.º 11. 3 Prov. do Fórum do Juízo ou Comarca em que lotado. 11 26. quantia que poderá atingir até 5 (cinco) atos. o oficial de justiça receberá nas épocas fixadas (dias 10. de acordo com as normas previstas neste capítulo. 20 e 30 de cada mês. a que se refere o item anterior. CGJ 8/85. lançar à margem da certidão correspondente. 10 Prov. CGJ 27/2006. As despesas de condução com diligências gratuitas serão ressarcidas na forma do disposto na Lei Estadual n.2. sujeitando-se às penalidades legais. colocado o saldo à disposição de quem fez o depósito. o valor desse ressarcimento corresponderá a um ato e abrangerá todas as diligências necessárias. sempre que o Oficial de Justiça não se deslocar por distância superior a 10 (dez) quilômetros da sede do Juízo. balsa ou ferry-boat. CGJ 16/92.Cap. Além desse raio. for obrigado a utilizar-se da travessia por pedágio-rodoviário. qualquer que seja seu resultado. com recurso sem efeito suspensivo para a Corregedoria Geral da Justiça. a cada faixa de 5 (cinco) quilômetros. O valor. corresponderá ao resultado da divisão do montante da arrecadação pelo número de atos ordenados em mandados gratuitos.3. em instrumento apartado. 9 Prov. 2 22. 6 b) em processos em que o interessado seja beneficiário de assistência judiciária. comprovadamente. 4 24. d) a requerimento do Ministério Público. 10 25.608. por ordem judicial. Em caso de cumprimento parcial do mandado. 1 22. dela dando conhecimento ao Escrivão-diretor e ao MM. Devolvido o mandado. para controle do valor das despesas de condução.

matrícula. Não serão incluídas no cálculo do mês referido no item 25. sem que tenham sido remetidos os documentos. CGJ 11/96. CGJ 34/2005.A. na qual deverá constar os seguintes dados: nome do Oficial de Justiça.3. 7 Prov. 9 1 2 Prov.2). 2 26. dados completos da conta corrente (tiponúmero-dígito de verificação). utilizando-se das informações passadas pelo interessado. CGJ 11/96.5 26. CGJ 8/85. O valor do ressarcimento mensal será creditado na conta corrente de cada oficial de justiça.. 8 Prov. CGJ 11/96.Os mapas mensais individuais de mandados gratuitos deverão permanecer arquivados em cartório após certificação de sua autenticidade e veracidade quanto ao seu conteúdo (dados oriundos dos mandados e respectivas certidões). ainda que acompanhado da necessária justificativa. Em cada vara ou setor haverá 1 (um) oficial de justiça. preencherá os mapas mensais individuais de mandados gratuitos. CGJ 11/96. poderá o DEGE exigir dos Oficiais de Justiça a remessa do mapa original arquivado em cartório. A relação completa a ser enviada ao DEGE deverá ser assinada pelo escrivão-diretor e pelo oficial de justiça encarregado (subitem 26. 5 Prov. bem como o mês em que ocorreu o cumprimento do mandado. bem como de cópias dos mandados nele relacionados e das correspondentes certidões. 8 26. – VI durante o mês pelos oficiais de justiça de todo o Estado. os escrivães-diretores encaminharão ao DEGE. CGJ 11/96 e 25/2002. assinando-os juntamente com o escrivão-diretor.1. Juiz Corregedor Permanente. 6 NOTA . 3 Provs. CGJ 8/85 e 34/2005. A exigência será publicada na Imprensa Oficial e dela deverá o escrivão-diretor dar ciência aos interessados. que.Cap. 3 NOTA .2. 1 26. quantidade de atos para fins de ressarcimento. as relações que não derem entrada no Departamento da Corregedoria Geral da Justiça (DEGE). O atraso no encaminhamento das relações por período superior a 02 (dois) meses anteriores àquele correspondente ao mês do ressarcimento. 9 Prov. no prazo do subitem 26. 6 Provs.2. sem prejuízo de suas funções. Prov. Havendo necessidade de examinar os atos praticados. CGJ 8/85 e 25/2002 4 Provs. até o 8º (oitavo) dia útil de cada mês. a relação completa dos oficiais de justiça sob sua responsabilidade. lotação.6. implicará no indeferimento do pedido de ressarcimento. .5.Suprimida. o pedido de ressarcimento será automaticamente indeferido e o respectivo expediente será arquivado definitivamente. indicado seu número nos mapas mensais previstos no subitem 26. número da agência bancária. referido no subitem 26. visto do MM. 7 26.1. Para o ressarcimento a que alude o item 25. arquivando o comunicado. e colherá na seqüência.4. Este certificará a autenticidade e a veracidade do conteúdo (dados oriundos dos mandados relacionados e correspondentes certidões). escolhido pelos demais. em agência do Banco Nossa Caixa S. As dúvidas serão apreciadas e decididas pelo Juiz Corregedor Permanente. observado o disposto na parte final do item 13 e no item 15. Decorridos 60 (sessenta) dias da data da publicação.1. 4 26.

depois de entregue ao seu representante. o Juiz Diretor do Fórum. Nas comarcas do Interior. a relação mensal dos mandados (modelo próprio) e cópias das certidões do respectivo cumprimento. CGJ 1/86. com prazo superior ao fixado no subitem anterior. 5 31-A. CGJ 10/2003. 7 Prov. e será efetuado através de depósito em conta corrente do oficial de justiça. deste Capítulo. e instruída com extrato do valor existente na conta corrente destinada à satisfação das diligências dos oficiais de Justiça que oficiam nas execuções fiscais promovidas pela Fazenda do Município de São Paulo. CGJ 1/2007.Cap. 1 1 27. atendendo sempre ao determinado pelo subitem 14. as quantias referentes ao pagamento das despesas com condução deverão ser também previamente adiantadas. que dará fé da impossibilidade de serem remetidas pelo interessado. aberta consoante o item 22. Em caso de execução fiscal proposta pela Fazenda Pública do Município de São Paulo junto à Vara das Execuções Fiscais da Capital. será observado. observada a disciplina fixada nos itens 13. atendendo às peculiaridades locais. 4 31. CGJ 1/86. CGJ 1/86. 3 Prov. deste Capítulo. 6 31-A.Fazendas Públicas 28.1. regulamentará o disposto nos artigos anteriores e solicitará à Corregedoria autorização para alterações de fundo que se fizerem necessárias. deste Capítulo.7. o Ofício das Execuções Fiscais municipais informará à Procuradoria Geral do Município quais processos estão em termos para a expedição de mandados. As cópias dos mandados e certidões relativas a processos que na data da publicação da exigência estiverem fora de cartório. ou primeiro dia útil subseqüente. Subseção I Despesas de Condução . CGJ 1/95 Prov. poderão ser substituídas por certidão do EscrivãoDiretor. A informação será transmitida até o dia dez de cada mês. Nas buscas e apreensões. exclusivamente.2. o disposto no item 16 deste Capítulo. CGJ 1/2007. – VI 26. 3 30. desde que entregue a relação até o dia 5 (cinco) daquele mês. em casos de crimes contra a propriedade imaterial. O ressarcimento de que trata o item anterior se fará no mês seguinte ao do cumprimento de mandados. 5 Prov. 14 e 15 e no subitem 26. 7 1 2 Prov. . Em caso de mandado de interesse das Fazendas de outros Estados e de Municípios não localizados na comarca em que tramitar o processo. O ressarcimento das despesas de condução do oficial de justiça será realizado pela Fazenda Pública interessada. 2 29.1. especialmente indicado. 6 Prov. 4 Prov.

a Fazenda do Município de São Paulo explicitará sua concordância e ciência de que os demais mandados somente serão expedidos quando houver requerimento expresso. 8 Prov. 9 31-A. Ao indicar os processos para os quais são direcionados os depósitos. A municipalidade de São Paulo. no prazo de trinta dias contados do recebimento da informação.2.10. CGJ 1/2007. para atender também aos mandados cujo cumprimento exija mais de uma diligência. de acordo com os valores disponíveis na conta corrente. . 4 Prov. 7 31-A. Após a conferência dos mapas pelo juízo os valores serão transferidos para a conta bancária indicada pelo Oficial de Justiça. 1 31-A. a fim de viabilizar o cumprimento de mandados urgentes. CGJ 1/2007.11. CGJ 1/2007. a expedição dos mandados seguirá a ordem cronológica da distribuição. 5 31-A. Caso não seja viável a compensação. 6 31-A.4. o Oficial de Justiça será intimado a depositar o valor em favor da municipalidade no prazo fixado pelo juízo. CGJ 1/2007. ou pelo critério da ordem cronológica na medida dos valores disponíveis em conta corrente. ou no primeiro dia útil subseqüente. se necessário. 7 Prov. 6 Prov.10 1 2 Prov.5. o valor das diligências pertinentes aos mandados que serão expedidos. depositará em conta judicial. 3 Prov. a municipalidade de São Paulo manterá reserva de contingência em montante capaz de atender ao cumprimento de cem mandados. 2 31-A. CGJ 1/2007. 20 e 30 de cada mês.3. no prazo de três meses contados da vigência deste Provimento ou quando se mostrar necessário. A municipalidade terá vista dos mapas mensais. Inexistindo indicação da Municipalidade quanto aos processos para os quais os depósitos são dirigidos. 5 Prov.8. CGJ 1/2007. Serão expedidos mandados em número proporcional ao montante do depósito. CGJ 1/2007.9. CGJ 1/2007. Prov. CGJ 1/2007. 10 Prov. Eventuais impugnações ofertadas pela municipalidade de São Paulo e acolhidas pelo juízo serão compensadas no mapa posterior.7. Em conta judicial específica. – VI 31-A.8 31-A. 9 Prov. O percentual de vinte por cento será revisto. O depósito será feito com acréscimo de vinte por cento. O descumprimento da obrigação poderá implicar em processo administrativo e na inscrição do valor na dívida ativa. Os mapas mensais relacionando os atos praticados serão acompanhados das certidões para verificação das diligências e apresentados ao juízo nos dias 10. CGJ 1/2007. 4 31-A.Cap.6. 3 31-A.

8 Provs. CGJ 26/93.recibo de entrega . Aplicam-se subsidiariamente. Essa guia é constituída de 5 (cinco) vias. no que couber.3.será entranhada nos autos da carta precatória a ser remetida. na conta corrente indicada pelo oficial de justiça no mapa. 8 35.Cap. CGJ 26/93. 3 Prov. O valor liberado será creditado pelo Banco Nossa Caixa S. 7 34. será oficiado à Corregedoria Geral da Justiça do Estado de origem para as providências relativas ao recolhimento dessas despesas. CGJ 26/93. Na falta desse depósito. CSM 748/2000 e CGJ 30/2001.2. juntamente com o escrivão-diretor que certificará sua autenticidade. 10 Prov. 6 Prov. Serão encaminhadas guias de depósito bancário relativo a despesas de condução de oficial de justiça às Corregedorias Gerais dos Estados da Federação. 1 32.2 32. com exceção das hipóteses de diligência gratuita ou de urgência.4. 4 Prov. . 3 32. O DEGE oficiará à Corregedoria Geral dos Estados da Federação informando o valor para depósito das diligências dos oficiais de justiça. para fins de ressarcimento. 10 36. o oficial de justiça. CGJ 26/93. – VI Subseção II Despesas de Condução .1. 5 33. os dispositivos contidos neste 1 2 Prov. 4 32.Cartas Precatórias Originárias de Outros Estados da Federação 32. deverá estar comprovado o recolhimento da despesa de condução do oficial de justiça. CGJ 26/93. (Agência 1170 – Corregedoria Geral da Justiça).6 34. Nas cartas precatórias oriundas de comarcas de outros Estados da Federação. CGJ 26/93. assim determinadas pelo juiz. 9 Capítulo. remetendo-o ao DEGE após estar assinado.1. atualizado periodicamente com o reajuste dos preços do combustível. 7 Prov. 9 Prov. em uma das agências desse estabelecimento de crédito. 5 Prov. preencherá mapa individual (modelo próprio). sendo que a quinta via . CGJ 26/93. CGJ 26/93. Cumprido o mandado e devolvido. Prov.A. CGJ 26/93. será oficiado ao Juízo de origem para complementação da verba. Havendo insuficiência do depósito. O mandado não será entregue ao oficial de justiça sem a comprovação do recolhimento das despesas de condução. para distribuição às comarcas. CGJ 26/93.

CGJ 26/2009. Caberá ao Corregedor Geral da Justiça baixar instruções necessárias à regulamentação do serviço. As anotações serão efetivadas exclusivamente no sistema. Em caso de cancelamento de distribuição. CGJ 11/93. os dados relativos ao processo devem remanescer cadastrados no sistema informatizado. 6 Prov. até entrega ao ofício de justiça da vara competente. na ordem dos sorteios. as petições relativas a: I . 4. . O encaminhamento dos feitos e petições distribuídas deverá ser feito através do livro de protocolo. deverá ser mantida a distribuição originalmente levada a efeito. nenhuma petição será confiada a advogado ou terceiro. 2 2-A. passando a distribuição dos feitos a ser realizada sob a sua presidência ou de Juízes que designar. Terão preferência.processos cautelares. mas apenas a evolução de classe. II . CONTADOR E PARTIDOR SEÇÃO I DA DISTRIBUIÇÃO . CGJ 36/2007. e sob nenhum pretexto. caso em que não haverá compensação para efeito de novas distribuições. de imediato. As petições e demais feitos que gozam de prioridade na distribuição deverão ser.1. Prov.falências. VI .4 2-C. V .2 deste Capítulo. 3 Prov.5 3. CGJ 26/2009. no qual será colhido o comprovante de recebimento. III . 3.ações de mandados de segurança.pedidos de recuperação judicial e extrajudicial. CGJ 26/2009.pedidos de sustação de protesto. 1 2. ressalvado o disposto no subitem 11-A. 1 2 Prov.CAPÍTULO VII DO DISTRIBUIDOR. Os Ofícios de Justiça não poderão fazer correção de classe de distribuição. 6 4. CSM 114/79. Em nenhuma hipótese poderá ocorrer sucessiva distribuição livre ou redistribuição livre para Vara de igual competência da mesma Comarca ou do mesmo Foro Regional ou Central. 4 Prov. 5 Prov. em nenhum caso. IV .3 2-B. com observação relativa ao cancelamento.DISPOSIÇÕES GERAIS 1. A correção de erro de classe pelo Ofício de Distribuição não viabiliza a alteração da Vara à qual o processo foi distribuído.ações de nunciação de obra nova e possessórias com pedido de liminar. Protocolada para distribuição. Caso seja necessário reativá-la. Nos Cartórios Distribuidores integrados ao sistema informatizado oficial fica eliminada a utilização de livros e fichas para as anotações de carga e descarga dos feitos e petições encaminhadas aos Ofícios de Justiça. A única conseqüência é a compensação para efeito de novas distribuições.1. encaminhadas ao ofício de justiça da vara correspondente.

CGJ 7/2002 e 26/2004.dias ímpares 2ª Vara . a petição inicial será imediatamente distribuída. 8. CGJ 26/2009. por escrito ou verbalmente. indicando o motivo no campo observação. conforme a seguinte tabela:8 Comarcas com 2 varas competentes: 1ª Vara . determinará o juiz. 8 Provs. das Normas de Serviço da Corregedoria Geral de Justiça. . Não importa prevenção de jurisdição o simples despacho de requisição de informações em pedidos de ordens de habeas-corpus. CSM 684. 11. quando da petição inicial constar requerimento nesse sentido e desde que haja expressa indicação do número do processo que em tese a justifica. CGJ 11/2007. a volta da petição para nova distribuição. em decisão fundamentada. será feita com observância da disciplina constante do Prov.1. a Distribuição das ações. na respectiva ordem de protocolo ou entrada.7 10. sob a presidência do Juiz Corregedor Permanente. Regularizado o serviço eletrônico. Suprimido. 3 Prov. deduzindo. 4 Prov. cada petição concernente às ações. A distribuição de pedidos de alimentos. 6. VIII . Ocorrendo paralisação do Sistema de Distribuição informatizado. onde houver mais de uma Vara. Prov. 4 7. Havendo objetos de inviável entranhamento aos autos do processo. preferencialmente. os feitos assim distribuídos serão remetidos ao Distribuidor respectivo. onde se regularizará a distribuição por prevenção. 7 Prov. CGJ 30/99 e 06/2010.1 4.5 9.declaração de insolvência civil. – VII nominados ou inominados. lavrando-se termo nos autos. com pedido de liminar. independentemente de despacho. CGJ 1/84 e 11/2005. 6 9. registrada e encaminhada ao Ofício contemplado com a distribuição. A distribuição será feita por dependência. processos e medidas preferenciais será imediatamente encaminhada ao ofício de justiça da vara a que foi distribuída. CSM nº 261/85. As petições despachadas em casas de juízes de direito deverão ser livremente distribuídas. VII . registrados e encaminhados. A petição distribuída por dependência será desde logo encaminhada ao juiz para que decida.2. Não sendo reconhecida a dependência.2 5. na hipótese de comparecimento pessoal do credor. para cumprimento ao disposto no item 84-A. 5 Prov. CGJ 7/2002.Cap. logo que apresentadas em juízo. processos e medidas preferenciais será realizada por Sorteio Manual. As petições e demais feitos serão distribuídos. 9. ele mesmo. CGJ 8/2009.outros casos entendidos urgentes pelo Juiz Corregedor da Distribuição. no despacho inicial. Distribuída e registrada. em tempo se lhe fará compensação. CGJ 7/2002. o qual nela certificará a hora do recebimento e a anotará no protocolo de distribuição. do Capítulo II. Em casos de incompatibilidade ou suspeição daquele a quem foi distribuído algum processo ou procedimento.dias pares 1 2 Provs.2. a pretensão. 6 Provs. se aceita ou não a competência. 3 6-A.

Cap. – VII Comarcas com 3 varas competentes: (dias) 1ª Vara – 1º a 10 2ª Vara – 11 a 20 3ª Vara – 21 a 31 Comarcas com 4 varas competentes: (dias) 1ª Vara – 1º a 07 2ª Vara – 08 a 14 3ª Vara – 15 a 21 4ª Vara – 22 a 31 Comarcas com 5 varas competentes: (dias) 1ª Vara – 1º a 06 2ª Vara – 07 a 12 3ª Vara – 13 a 18 4ª Vara – 19 a 24 5ª Vara – 25 a 31 Comarcas com 6 varas competentes: (dias) 1ª Vara – 1º a 05 2ª Vara – 06 a 10 3ª Vara – 11 a 15 4ª Vara – 16 a 20 5ª Vara – 21 a 25 6ª Vara – 26 a 31 Comarcas com 7 varas competentes: (dias) 1ª Vara – 1º a 04 2ª Vara – 05 a 08 3ª Vara – 09 a 12 4ª Vara – 13 a 16 5ª Vara – 17 a 20 6ª Vara – 21 a 24 7ª Vara – 25 a 31 Comarcas com 8 varas competentes: (dias) 1ª Vara – 1º a 03 2ª Vara – 04 a 06 3ª Vara – 07 a 09 4ª Vara – 10 a 12 5ª Vara – 13 a 15 6ª Vara – 16 a 19 7ª Vara – 20 a 24 8ª Vara – 25 a 31 Comarcas com 9 varas competentes: (dias) 1ª Vara – 1º a 03 2ª Vara – 04 a 06 3ª Vara – 07 a 09 4ª Vara – 10 a 12 5ª Vara – 13 a 15 6ª Vara – 16 a 18 7ª Vara – 19 a 21 8ª Vara – 22 a 25 .

17 e 27 8ª Vara .10.1° a 28 de junho 7ª Vara .3. 23 e 24 9ª Vara . 18 e 28 9ª Vara . 17 e 18 7ª Vara . 11.10. 15 e 25 6ª Vara .4. 14 e 24 5ª Vara . 20 e 30 Comarcas com 11 varas competentes: (dias) 1ª Vara .1° a 28 de dezembro 13ª Vara .19.1.1° a 28 de janeiro 2ª Vara . 19 e 29 10ª Vara . 12 e 22 3ª Vara . 26 e 27 10ª Vara .16. 13 e 23 4ª Vara .29.1° a 28 de outubro 11ª Vara . 14 e 15 6ª Vara . 20 e 21 8ª Vara . 11 e 12 5ª Vara .1° a 28 de abril 5ª Vara .4.7.Cap.1° a 28 de setembro 10ª Vara . 16 e 26 7ª Vara .30 e 31 Comarcas com 12 varas competentes: 1ª Vara 2ª Vara 3ª Vara 4ª Vara 5ª Vara 6ª Vara 7ª Vara 8ª Vara 9ª Vara 10ª Vara 11ª Vara 12ª Vara janeiro fevereiro março abril maio junho julho agosto setembro outubro novembro dezembro Comarcas com 13 varas competentes: (dias e mês) 1ª Vara .9.6. 5 e 6 3ª Vara .7.25.8.28 e 29 11ª Vara .13.1. 2 e 3 2ª Vara . 21 e 31 2ª Vara .1º a 28 de novembro 12ª Vara .1° a 28 de agosto 9ª Vara . – VII 9ª Vara – 26 a 31 Comarcas com 10 varas competentes: (dias) 1ª Vara .1° a 28 de maio 6ª Vara .1° a 28 de março 4ª Vara . 30 e 31 dos meses de janeiro a dezembro .22.2.1° a 28 de fevereiro 3ª Vara .1° a 28 de julho 8ª Vara . 8 e 9 4ª Vara .5.

ou da situação dos bens.037 do CPC) será feita livremente às Varas competentes do Foro do domicílio do autor da herança. bens de ausentes e vagos.122 do CPC). serão prévia e livremente distribuídos às Varas competentes. CSM 684. 3 Provs. CSM 516. que os distribuirá imediatamente a uma das Varas competentes.4. – VII 11-A.3). CSM 516 e CGJ 24/94. 1 2 Provs. CGJ 24/94. A distribuição de inventários.6 11-A. 7 Provs. na forma estabelecida no item 9. 5 Provs.3. 17:00 ou 18:00 horas. 1. Os Juízes ouvirão os cônjuges das 13:30 às 15:30 horas.4 11-A. 6 Provs. ao Distribuidor. estender o horário para distribuição para as 16:00. Provs. A arrecadação de herança jacente. 10 11-B. CSM 516.5. o Juiz mandará autuar a petição inicial e arquivar o processo (art. Os pedidos de conversão de separação em divórcio serão distribuídos por dependência. 9 Provs. CSM 516. 4 Provs. .6. CGJ 24/94. Se neste prazo a petição não for apresentada o escrivão autuará a cópia da inicial e remeterá os autos conclusos para que o Juiz determine o arquivamento do processo.2.11 11-B. CSM 684. 1. se assim for requerido ou determinado pelo Juiz. deste Capítulo. Os pedidos de homologação de separação.1. 96 do CPC). CSM 516. 1.9.7. bem como o registro e cumprimento de testamentos ou codicilos e os respectivos inventários ou arrolamentos serão distribuídos livremente a uma das Varas da Família e Sucessões competente para processar e julgar estas matérias. Nas comarcas com serviço de distribuição informatizado. CSM 516 e CGJ 24/94. 8 Provs. A petição deverá ser apresentada ao Juiz no prazo máximo de 5 (cinco) dias. divórcio e conversão de separação em divórcio. CGJ 24/94. desde que consensuais. CGJ 24/94.8. Os pedidos de separação e divórcio direto consensuais deverão ser apresentados em duas vias. Antes da apresentação dos cônjuges ao Juiz competente.122 do CPC). 10 Provs. CGJ 24/94. arrolamentos e alvarás autônomos (art.7 11-A. CSM 516. 2 11-A. CSM 684 e CGJ 30/99. salvo se houver extensão do horário para distribuição ( subitem 11-A. editando portaria a ser encaminhada ao Conselho Superior da Magistratura.1 11-A.5 11-A. CGJ 24/94. CSM 516.Cap.1. até às 15 horas. Nas Comarcas do Interior o Juiz Corregedor Permanente do Distribuidor poderá. será colada uma etiqueta de distribuição na petição inicial e outra na cópia. CSM 684 e CGJ 30/99. entregando ao advogado o original e retendo a cópia da petição inicial para posterior encaminhamento ao Juízo competente 3 11-A. Se houver reconciliação. o advogado providenciará a manifestação do Ministério Público na própria petição inicial (art.9 11-A. ou do lugar em que ocorreu o óbito (art. É competente o foro da residência de qualquer dos cônjuges. CSM 684 e CGJ 30/99. ou qualquer dos cônjuges não comparecer à audiência designada para ratificação do pedido. contados da data da distribuição. depois de ouvidos os juízes da Comarca. CSM 516 e CGJ 24/94. CGJ 30/99 e 25/2009. CSM 516 e CGJ 24/94. CSM 684 e CGJ 30/99. 8 11-A. CSM 684 e CGJ 30/99. 11 Provs. CGJ 30/99 e 25/2001.

4. uma vez oferecida e recebida a denúncia. 11/93 e 25/2001. Havendo a comunicação comandada no item antecedente. será distribuído por dependência. art. CGJ 14/2002 e 23/2002. será juntado ou apensado aos autos respectivos independentemente de distribuição.3 13. não passando pelos Cíveis. 1.1. Provs. observada a prevenção decorrente da falência6 devolvendo-as após ao ofício de justiça do Juízo universal. requerimento de alvará formulado por inventariante. caso feita por equívoco. havendo distribuição de requerimento de alvará não autônomo. CGJ 30/99 e 19/2000. estando vedada sua posterior redistribuição. 9 Prov.947/83. 10 Prov. serão remetidas pelo ofício de justiça ao distribuidor criminal para o processamento da distribuição. 8 Prov. por prevenção.9 14-A. tentada ou consumada.2. CGJ 15/2003.7 14-A. CGJ 30/99. sido distribuídos no período a que alude o subitem precedente. Deverá ser recusada a distribuição (livre ou por dependência) de requerimento de alvará formulado por inventariante. Os processos que tenham.037 do CPC). deverá ser dirigida ao Juízo pelo qual tramita ou tramitou o inventário ou arrolamento de bens do mesmo autor da herança. com numeração própria.2. Ocorrendo elisão da falência. será distribuído. com notícia de agressão dolosa à vida. 4 Prov. 3 Prov. CSM 684. Em todos Foros e Comarcas. Em qualquer hipótese. se de pedido autônomo se tratar (art.Cap. Realizados pedidos de certidão referentes ao processo de falência cuja 1 2 Provs. CGJ 15/2003.5 14. enquanto não for esse julgado. Exceto as hipóteses induvidosas de homicídio culposo e latrocínio. herdeiro ou sucessor fora da hipótese do artigo 1. entretanto.10 14-A. findo ou não. pesquisa relativa aos últimos 15 (quinze) anos e certificando a respeito de tal ocorrência. não mais persistirá a prevenção do juízo universal falimentar. deverá o cartório comunicá-la ao Distribuidor. CGJ 15/2003. CGJ 15/2003. 15. à Vara do Júri especializada competente.3. 3. As ações penais falimentares serão registradas somente nos Distribuidores Criminais. independente da numeração dos processos cíveis da Vara. 14.1.037 do CPC (alvará autônomo) e. 7 Prov. relativo a processo de inventário ou arrolamento. CGJ 25/2001. continuará preventa a Vara onde em trâmite o processo de falência para as ações a esse relacionadas. 6 L. far-se-á a distribuição livre.8 14-A. quando formulado por terceiro. As ações penais falimentares. autuado e processado em apenso. . 14. primeiramente. registrado. Interposto. Suprimido. todo inquérito policial ou comunicação de prisão em flagrante.1. herdeiro ou sucessor. recurso contra a decisão declaratória da elisão. realizando o Ofício de Distribuição. permanecerão naquela. para tanto. Haverá livro especial para registro das ações penais falimentares nos Ofícios de Justiça Cíveis.4 13-A. deverá ser cancelada. – VII 1 12.2 12. 5 Provs. CGJ 20/89. 14-A. após certificar a preclusão ou trânsito em julgado da decisão pertinente.

Prov.24 1. e organizados em função dos grupos de distribuição.03 1.32 1 2 Ação Civil Pública Ação Monitória Acidente do Trabalho Adjudicação Compulsória Alienação Judicial Anulação e Substituição de Título ao Portador Arbitramento de Aluguel Arresto Arrolamento de Bens Autofalência Busca e Apreensão .Alienação Fiduciária Busca e Apreensão . diretamente pelos Ofícios de Justiça informatizados ou pelo Ofício de Distribuição.22 1. 25/99 e 2/2007. remanesce a obrigatoriedade dos livros específicos do Distribuidor. A distribuição dos pedidos de falência deverá ser feita na classe “Pedido de Falência” e.1 14-B.14 1.28 1.15 1. 19/99 e 2/2007. CGJ 16/83.25 1.26 1. CGJ 16/83 e 2/2007.23 1.21 1.07 1. .17 1.Cap.31 1. O Serviço Judicial de Distribuição informatizado pelo Sistema Integrado de Primeira Instância observará os grupos e classes de ações discriminados nos itens que seguem.02 1.08 1.1. que serão escriturados em folhas soltas (modelo próprio). – VII elisão tenha se operado.04 1.Reserva de Domínio Cancelamento e Retificação de Registro Público em Geral Suprimida 6 Consignatória (em geral) Consignatória de aluguel Declaração de Insolvência Civil Declaratória (em geral) Depósito Despejo (ordinário) Despejo por Falta de Pagamento Dissolução e Liquidação de Sociedades Divisão e Demarcação Embargos de Terceiro Cumprimento de Título Executivo Judicial 7 Execução de Título Extrajudicial Execução Hipotecária Extinção de Condomínio Falência Indenização (ordinária) Liquidação Extrajudicial Mandado de Segurança Prov. em geral. CGJ 11/2005. O Grupo 1 (feitos de natureza civil ou comercial. CGJ 15/2001 e 2/2007.05 1. 6 Prov.01 1. CGJ 19/99.29 1.16 1.12 1.20 1.11 1. com índices correspondentes.27 1.18 1. 7 Provs.09 1. Nas Comarcas cujos Ofícios ou Seções de Distribuição ainda não tenham sido contemplados com o novo Sistema Integrado de Primeira Instância. inclusive em processos de recuperação judicial. 4 16. 3 Provs.30 1. CGJ 11/2005. não abrangidos pelos grupos seguintes) compreende as classes: 5 1. 5 Provs. em caso de decretação da falência.19 1. CGJ 15/2003.06 1.2 15.10 1. mediante obrigatória comunicação do Ofício de Justiça não informatizado. deverá ser cadastrada no sistema informatizado a evolução para a classe “Falência”.13 1. 4 Provs. o Distribuidor fará constar daquelas tal ocorrência. 3 3 15.

47 1. inclusive alimentos. 4 Prov. Manutenção.02 2. – VII 1.34 1. CGJ 2/2007.64 Medida Cautelar (em geral) Notificação. deverá ser considerada para efeito de expedição de certidões.51 1. 7 Prov.55 1. de que trata o caput.40 1. 5 Prov.A classe “1.54 1. CGJ 2/2007.03 2.46 1.478/68 Alimentos (ordinário) Alimentos Cumulada com Investigação de Paternidade Alimentos Provisionais Alvará Arrecadação de Bens Ausentes e Herança Jacente Arresto Prov. CGJ 2/2007.07 2.63 1.42 1. CGJ 2/2007.06 2.48 1.52 1.01 2.49 1.37 1. CGJ 11/2005.14”. 3 Prov.43 1. 6 Prov. Interdito) Precatória (em geral ) Precatória Inquiritória Prestação de Contas Procedimento Ordinário (em geral) Procedimento Sumário (em geral) Procedimento Sumário (Cobrança de Condomínio) Procedimento Sumário (Rep.45 1. O Grupo 2 (feitos relativos ao estado e à capacidade das pessoas.61 1.60 1. CGJ 11/2005.58 1. 10 Prov. Prov. Ac. 11 17.09 2.10 1 2 Abertura. de Veículos) Produção Antecipada de Provas Reconvenção Reivindicatória Renovatória de Contrato de Locação Revisional de Aluguel Sustação de Protesto Usucapião Recuperação Extrajudicial 1 Recuperação Judicial 2 Ação Declaratória Incidental 3 Carta de Ordem 4 Embargos à Adjudicação 5 Embargos à Alienação 6 Embargos à Arrematação 7 Embargos à Execução 8 Habeas Data 9 Incidente de Falsidade 10 NOTA .44 1.38 1. CGJ 2/2007.62 1.53 1.57 1. 8 Prov. CGJ 11/2005. Protesto e Interpelação Nunciação de Obra Nova Oposição Outros Feitos Não Especificados Pedido de Falência Pedido de Retificação de Área de Imóvel Possessórias em geral (Reintegração.59 1. 11 Prov.35 1. 12 Provs. embora suprimida para efeito de distribuição.Cap. CGJ 19/99 e 2/2007. CGJ 2/2007.33 1. Registro e Cumprimento de Testamento Ação Civil Pública Alienação de Bens Alimentos .41 1.Lei Especial nº 5.08 2.05 2. .39 1. CGJ 2/2007. e à sucessão e fundações) compreende as classes: 12 2. CGJ 2/2007.36 1.04 2.56 1. 9 Prov.50 1.

34 2. Prov.41 2.Oferta 3 Carta de Ordem 4 Incidente de Falsidade 5 Reconhecimento e dissolução de União Estável 6 18.04 1 2 Apuração de Remanescente Averbação de Rua Averbação em Matrícula Averbação no Registro Civil (em geral) 1 Prov. 5 Prov. 6 Prov.18 2.45 2. CGJ 2/2007.48 2.30 2. – VII 2.11 2. CGJ 2/2007.01 3.24 2.54 2.33 2.44 2.17 2.32 2.26 2.12 2.03 3.25 2.57 Arrolamento Arrolamento de Bens (cautelar) Busca e Apreensão de Menores Cancelamento de Usufruto Conversão de Separação em Divórcio Declaração de Ausência Divórcio (ordinário) Divórcio Consensual Emancipação Embargos de Terceiro Execução de Alimentos Exoneração de Alimentos Guarda de Menor Interdição Inventário Investigação de Paternidade e Maternidade (inclusive negatórias)1 Medida Cautelar (em geral) Modificação de Guarda Nulidade e Anulação de Casamento Nulidade e Anulação de Partilha e Adjudicação Nulidade e Anulação de Testamento Outorga Judicial de Consentimento Outros Feitos Não Especificados Partilha Precatória (em geral) Precatória Inquiritória Prestação de Contas Procedimento Ordinário (em geral) Produção Antecipada de Provas Reconhecimento e Dissolução de Sociedade de Fato Reconvenção Regulamentação de Visitas Revisional de Alimentos Separação (ordinário) Separação Consensual Separação de Corpos Seqüestro Sonegados Sub-rogação de Vínculo Suprimento de Idade e de Consentimento para Casar Suspensão e Extinção do Pátrio Poder Tutela Ação Declaratória Incidental 2 Alimentos .39 2.14 2.42 2.Cap.29 2.53 2.51 2.15 2.16 2. compreende as classes:7 3.56 2.38 2.19 2. O Grupo 3 (feitos relativos a registros públicos). CGJ 28/99.36 2.28 2.55 2. CGJ 2/2007. CGJ 2/2007.20 2. .46 2.02 3. CGJ 2/2007.49 2.27 2.40 2.31 2. 3 Prov.22 2.23 2. 7 Provs. 4 Prov.37 2.21 2.52 2.43 2.47 2.35 2.50 2.13 2. CGJ 19/99 e 2/2007.

26 3.45 3.38 3.15 3.43 3. 8 Prov. Notas) Reconhecimento de Paternidade ou Maternidade (em geral) 3 Registro de Casamento Nuncupativo Retificação de Protesto Retificação de Registro Civil (em geral) 4 Retificação no Registro Imobiliário Usucapião Averbação de Registro Civil (Adoção C. Óbito.08 3.36 3. 8560/92 . – VII 3.25 3.33 3.29 3.40 3. 109 9 Retificação de Registro Civil .Art.24 3. 8560/92 .20 3.21 3.27 3.31 3. CGJ 2/2007.19 3. Nascimento) 7 Pedido de Registro Civil (Doação de Órgãos .13 3.L. CGJ 2/2007. rés.32 3.30 3. CGJ 2/2007. 13 Prov.23 3.17 3.28 3. CGJ 2/2007. 3 Prov.47 3.Prov.10 3. CGJ 2/2007.18 3.14 3. O Grupo 4 (feitos em que a Fazenda Estadual. CGJ 2/2007. § único 12 Habilitação de Casamento 13 Incidente de Falsidade 14 19. CGJ 2/2007.07 3. 9 Prov.34 3. 3º.35 3.09 3. CGJ 2/2007.48 Averbação no Registro Imobiliário Cancelamento de Averbação Cancelamento de Cláusula Cancelamento de Hipoteca ou Anticrese Cancelamento de Protesto Cancelamento e Anulação de Registro Civil Cancelamento e Retificação de Registro Público Dispensa de Registro Especial Dúvida de Cartório de Notas Dúvida de Protestos Dúvida de Registro Civil Pessoas Naturais Dúvida de Registro de Imóveis Dúvida de Registro de Títulos e Documentos Dúvida Inversa de Protestos D úvida Inversa de Títulos e Documentos Dúvida Inversa de Registro de Imóveis Dúvida Inversa do Cartório de Notas Justificação Levantamento de Depósito Mandado de Segurança Medida Cautelar (em geral) Oposição Outros Feitos Não Especificados Pedido de Providências Pedido de Registro Civil (em geral) 2 Pedido de Retificação de Área de Imóvel Precatória (em geral) Reclamação (Reg. 6 Prov.art. 12 Prov. CGJ 2/2007. CGJ 16/97) 8 Retificação de Registro Civil .art.Cap. CGJ 2/2007. 10 Prov. suas autarquias e entidades paraestatais participem como autoras.22 3. 110 10 Reconhecimento de Paternidade . .41 3.12 3. Prov.11 3.16 3. CGJ 2/2007. 4 Prov. 14 Prov.art.Civil e Revogação) 5 Averbação de Registro Civil (Acréscimo de Patronímico) 6 Pedido de Registro Civil (Registro Tardio. 2º 11 Averbação .44 3. 11 Prov.46 3.L. 5 Prov. CGJ 2/2007. 7 Prov.06 3. assistentes ou opoentes.39 3. CGJ 2/2007. Civil e Tab.37 3.42 3.05 3. CGJ 2/2007. com exceção de falências e 1 2 Prov.

30 4.06 5. 6 Prov. Interdito) Precatória (em geral ) Precatória Inquiritória Procedimento Ordinário (em geral ) Procedimento Sumário Produção Antecipada de Provas Reconvenção Renovatória de Contrato de Locação Revisional de Aluguel Improbidade Administrativa (Lei nº 8.17 4. Adm. CGJ 2/2007.04 5.26 4.03 5. 8 Prov.07 4.12 4. O Grupo 5 (feitos em que a Fazenda Municipal.11 4. CGJ 2/2007. CGJ 2/2007.01 4. CGJ 2/2007.16 4. Protesto e Interpelação Outros Feitos Não Especificados Possessórias em geral (Reintegração. Prov.10 4. CGJ 2/2007. CGJ 2/2007. 11/2005 e 02/2007. CGJ 2/2007. CGJ 19/99.06 4.05 4. suas autarquias e entidades paraestatais participem como autoras.04 4.Cap. 5 Prov.21 4. 11 Provs.27 4.02 5. 3 Prov. Adm.18 4.19 4.429/92)2 Ação Declaratória Incidental 3 Carta de Ordem 4 Embargos à Adjudicação 5 Embargos à Alienação 6 Embargos à Arrematação 7 Embargos à Execução 8 Embargos à Execução Fiscal 9 Incidente de Falsidade 10 20.25 4. CGJ 19/99.15 4.22 4. 7 Prov.28 4. 10 Prov. Manutenção.29 4. Despejo (ordinário) Provs.03 4.33 4. Despejo (ordinário ) Despejo por Falta de Pagamento Embargos de Terceiro Execução Fiscal (ICMS ) Execução Fiscal (em geral ) Habeas-Data Mandado de Segurança Medida Cautelar ( em geral ) Notificação.13 4. 9 Prov.23 4.05 5.08 4.34 Ação Civil Pública Ação Monitória Ação Popular Consignação em Pagamento Declaratória (em geral) Desapropriação e Indenização p/Aposs.20 4. rés.02 4.01 5. CGJ 19/2001. assistentes ou opoentes. CGJ 2/2007.32 4.24 4. .09 4. – VII recuperações de empresários e de sociedades empresárias e declarações de insolvência civil) compreende as classes: 1 4. com exceção de falências e recuperações de empresários e de sociedades empresárias e declarações de insolvência civil) compreende as classes: 11 5. 11/2005 e 2/2007.07 1 2 Ação Civil Pública Ação Monitória Ação Popular Consignação em Pagamento Declaratória (em geral) Desapropriação e Indenização p/Aposs. 4 Prov.31 4.14 4.

20 5.32 5. 9 Prov. CGJ 19/99.14 6. Manutenção.25 5.05 6.08 6. 10 Provs.29 5.12 5.17 5.11 6. 6 Prov. 7 Prov. CGJ 2/2007. CGJ 2/2007.19 1 2 Ação Civil Pública Ação Monitória Ação Popular Consignação em Pagamento Declaratória (em geral) Desapropriação e Indenização p/Aposs.28 5. Protesto e Interpelação Outros Feitos Não Especificados Possessórias em geral (Reintegração. 3 Prov. 5 Prov.31 5.Adm.10 5.16 6.01 6.12 6.04 6.16 5. 4 Prov.09 6. CGJ 2/2007. CGJ 2/2007. Interdito) Precatória (em geral) Precatória Inquiritória Procedimento Ordinário (em geral ) Prov.19 5.11 5. CGJ 19/2001. . suas autarquias e empresas públicas participem como autoras.Cap.30 5. CGJ 2/2007. O Grupo 6 (feitos em que a Fazenda Federal. com exceção de falências e recuperações de empresários e de sociedades empresárias e declarações de insolvência civil) compreende as classes: 10 6. assistentes ou opoentes. Despejo (ordinário) Despejo por Falta de Pagamento Embargos de Terceiro Execução Fiscal (em geral) Habeas-Data Mandado de Segurança Medida Cautelar (em geral) Notificação.02 6.13 5.24 5.14 5. 11/2005 e 2/2007.09 5.18 6.10 6.33 Despejo por Falta de Pagamento Embargos de Terceiro Execução Fiscal (em geral) Habeas-Data Mandado de Segurança Medida Cautelar (em geral) Notificação.17 6.27 5.429/92)1 Ação Declaratória Incidental 2 Carta de Ordem 3 Embargos à Adjudicação 4 Embargos à Alienação 5 Embargos à Arrematação 6 Embargos à Execução 7 Embargos à Execução Fiscal 8 Incidente de Falsidade 9 21.15 6.21 5.06 6.26 5. Interdito) Precatória (em geral) Precatória Inquiritória Procedimento Ordinário (em geral) Procedimento Sumário Produção Antecipada de Provas Reconvenção Renovatória de Contrato de Locação Revisional de Aluguel Improbidade Administrativa (Lei nº 8. rés. Prov.18 5.07 6. CGJ 2/2007. Protesto e Interpelação Outros Feitos Não Especificados Possessórias em geral (Reintegração. 8 Prov. CGJ 2/2007. – VII 5.15 5.13 6.23 5. CGJ 2/2007.03 6. Manutenção.08 5.22 5.

14 Prov. 13 Prov. CGJ 2/2007. CGJ 2/2007.07 Embargos de Terceiro 8.02 7.02 Condenação ao Cump.04 7.09 Execução de Título Extrajudicial 8. 25/99 e 2/2007. CGJ 2/2007.21 Embargos à Arrematação 14 8. 12 Prov.Cap.16 Ressarcimento de Danos Causados em Acid.12 Possessórias (em geral) 8.03 7. que se aplica exclusivamente às Comarcas com vara especializada.26 6.20 Embargos à Alienação 13 8. 11 Prov.13 Precatória (em geral) 8. O Grupo 7 (feitos relativos a acidentes do trabalho). compreende as classes: 9 7. CGJ 19/99. CGJ 2/2007.25 6. de Fazer ou Não Fazer 8.20 6.30 6.29 6.14 Reivindicatória 8. CGJ 2/2007. CGJ 2/2007. CGJ 2/2007. CGJ 2/2007. – VII 6.01 Condenação em Dinheiro 8.06 Despejo 8. 9 Provs. 6 Prov.19 Embargos à Adjudicação 12 8.05 Ação Civil Pública Acidentária Acidente do Trabalho Outros Feitos Não Especificados Precatória (em geral) Precatória Inquiritória 23.15 Reparação de Danos (em geral) 8. CGJ 2/2007. 7 Prov. Obrig.24 6. 3 Prov. CGJ 1/2001. CGJ 2/2007.22 6. 10 Provs.17 Sustação de Protesto.27 6. 4 Prov.01 7. 5 Prov. 8. O Grupo 8 (feitos relativos ao juizado especial cível) compreende as classes: 10 8.04 Declaração de Nulidade de Contrato 8.18 Declaratória (em geral) 11 8.10 Medida Cautelar (em geral) 8.21 6. CGJ 2/2007.22 Embargos à Execução 15 1 2 Prov.11 Outros Feitos Não Especificados 8. 8 Prov. Veículo 8. 15 Prov. Prov.31 6.08 Execuções de Decisões do Juizado Informal de Conciliação 8.05 Desconstituição de Contrato 8. CGJ 2/2007.03 Condenação à Entrega de Coisa Certa 8. .28 6. CGJ 19/99 e 2/2007.23 6.32 Procedimento Sumário Produção Antecipada de Provas Reconvenção Renovatória de Contrato de Locação Revisional de Aluguel Ação Declaratória Incidental 1 Carta de Ordem 2 Embargos à Adjudicação 3 Embargos à Alienação 4 Embargos à Arrematação 5 Embargos à Execução 6 Embargos à Execução Fiscal 7 Incidente de Falsidade 8 22.

45 1 Descrição da Classe Busca e Apreensão Contravenção Penal .688/41) Crime Contra a Administração da Justiça (arts. 6.09 9. 130 a 136.343/06 Crime de Uso Indevido de Entorpecente (art.32 9. 312 a 337.37 9.688/41) Contravenção Penal . CP) Crime Contra a Paz Pública .06 9. CP) Crime de Sonegação Fiscal (L.35 9. 58 e 60.36 9. 9. – VII 24.137/90 Crime de Aborto (arts.16 9.artigo 157 do CP Crime de Sedução (art. 122. 197 a 207.Cap. L. 3.19 9.. CP) Crime Contra a Liberdade Individual (arts.01 9.30 9. CP) Crime de Periclitação da Vida e da Saúde (arts.503/97) Crime de Lesão Corporal Dolosa (art.14 9. CP) Crime de Seqüestro e Cárcere Privado (art.artigo 33 da Lei nº 11. 303. 213.04 9. CP) Crime Contra a Economia Popular (L. CP) Crime de Infanticídio (art. 148.43 9.729/65) Crime de Tortura (L. 124 a 128.28 9. 235 a 249. 16.03 9. 250 a 280.41 9. O Grupo 9 (feitos criminais) compreende as classes: 1 Cód.24 9. CP) Crime Contra a Incolumidade Pública (arts.Direção Perigosa Contravenção Penal . CP) Crime de Homicídio Culposo na Direção de Veículo Automotor (art. 171 a 179.521/51) Crime Contra a Família (arts. 129.artigo 288 do CP Crime Contra a Propriedade Imaterial (arts. 338 a 359.33 9.Jogo do Bicho (arts. 180. § 3º. 25/99.368/76) Provs.898/65) Crime de Apropriação Indébita (arts. D.250/67) Crime de Induzimento.22 9.503/97) Crime de Furto . 138 a 140.1.38 9.Lei nº 10. CP) Crime Contra a Ordem Tributária (L. 4.Vadiagem (art. 121. 9.503/97) Crime de Homicídio Doloso (art. 168 e 169. 289 a 311.44 9. 5. CP) Crime Contra as Relações de Consumo . 184 a 186.artigo 155 do CP Crime de Homicídio Culposo (art. CP) Crimes de Arma de Fogo . CP) Crime Contra a Administração em Geral (arts. CP) Crime de Atentado Violento ao Pudor (art. 59. CP) Crime de Roubo . CP) Crime de Estupro (art. 123.12 9.27 9.29 9.17 9.L. CP) Crime de Imprensa (L. Prodesp 9.07 9.25 9. L.11 9. CP) Crime de Falta de Habilitação para Dirigir Veículo Automotor (art.42 9.826/03 Crime de Receptação (art.137/90) Crime Contra a Organização do Trabalho (arts. 309. 3.L.10 9. CP) Crime de Lesão Corporal Culposa na Direção de Veículo (art.39 9.artigo 7º da Lei nº 8.40 9. CP) Crime de Abuso de Autoridade (L. D.31 9. Instigação ou Auxílio ao Suicídio (art.34 9.20 9. 2/2007 e 28/2007. 9.02 9.15 9. 4. 302. § 6º.26 9.21 9.23 9. L. 214 CP) Crime de Estelionato e Outras Fraudes (arts. 129. 8. CP) Crime Contra a Fé Pública (arts. 146 a 147 e 149 a 154.Falta de Habilitação para Dirigir Veículo Contravenção Penal . 121. CP) Crime de Lesão Corporal Culposa (art. 9. 217. CP) Crime Contra a Honra (arts.08 9. .18 9.13 9. CGJ 19/99. L.05 9.455/97) Crime de Tráfico de Drogas .

L. do CP Crime de Extorsão .Lei nº 7.53 9.Lei nº 11.82 9.64 9. Seqüestro e Medida Assecuratória.Lei nº 11.Lei nº 8.Lei nº 9.503/97 Justificação Criminal Interpelação Notificação Crime de Latrocínio .artigo 157.Lei nº 6. do CP classes: 1 24-A.Lei nº 8.609/98 Crimes de lavagem de dinheiro ou ocultação de bens.340/06 Crime de Corrupção de Menores .83 Crime de Usurpação.613/98 Crimes Previstos no Estatuto do Idoso .661/45) Crimes Resultantes de Preconceito de Raça. § 3º. § 3º.252/54 Crimes Contra o Meio Ambiente .61 9.Lei nº 9.296/96 Crimes Relativos a Transplante de Órgãos .Lei nº 10.54 9. direitos e valores .434/97 Crimes Contra a Propriedade Intelectual de Programa de Computador .78 9. de Informática ou Telemática . Etnia.69 9.60 9.01 Descrição da Classe Contravenção Penal .Lei nº 9. Etnia.65 9.741/03 Crime de Embriaguez ao Volante .716/89) Exceção.605/98 Crimes Contra Portadores de Deficiência .343/06 Outros Feitos Não Especificados Pedido de Explicações Precatória (em geral) Precatória Inquiritória Queixa Crime Carta de Ordem Crime de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher .77 9. Incidente de Falsidade e de Insanidade Mental do Acusado. 28/99. Cor. CGJ 19/99. O Grupo 10 (feitos relativos ao juizado especial criminal) compreende as Cód. 9.49 9. Esbulho Possessório e Dano (arts.79 9.Lei nº 8. 7.75 9.artigo 158 a 160 do CP Crime Contra o Serviço Postal e o Serviço de Telegrama . – VII 9.47 9. Prodesp 10. Religião ou Nacionalidade artigo 140.46 9.63 9.56 9.55 9.Lei nº 9.Lei nº 9. Religião ou Nacionalidade (Lei nº 9.artigo 210 a 212 do CP Crimes Relativos à Lei de Licitações Públicas .853/89 Crimes Contra Criança e Adolescente (ECA) .71 9.74 9.67 9. 2/2007 e 28/2007. Restituição de Coisa Apreendida.666/93 Crime de Injúria Consistente na Utilização de Elementos Referentes a Raça.51 9.72 9. CP) Outros Crimes de Trânsito (L. 161 a 166.50 9.58 9.artigo 306 da Lei nº 9.Direção Perigosa 1 Provs. .73 9.57 9.48 9.Cap.Lei nº 2.68 9.503/97) Outros Crimes Relativos a Drogas .459/97 e Lei nº 7. quando preparatórias Habeas-Corpus Habeas-Data Mandado de Segurança Outras Contravenções Penais Outros crimes contra os costumes (arts. Cor. 215 a 216 e 218 a 234.176/91 Crime de Violação de Comunicação Telefônica.62 9.069/90 Crimes Contra a Ordem Econômica (combustíveis) . 25/99.80 9.538/78 Crime Contra o Respeito aos Mortos . 186 a 190 do D.59 9.70 9.81 9. CP) Crime Falimentar (arts.52 9.76 9.66 9.

27 10. 215 a 216 e 218 a 234.artigos 282 a 284 do CP Furto de Coisa Comum .Lei nº 8.343/06 Crimes de Arma de Fogo .Lei nº 6.Lei nº 9.02 10.41 10.Lei nº 10.artigo 137 do CP Exercício Ilegal da Medicina.250/67) Crime de Lesão Corporal Culposa (art. CP) Crime de Falta de Habilitação para Dirigir Veiculo Automotor (art. 180.17 10.Falta de Habilitação para Dirigir Veiculo Contravenção Penal . – VII 10.28 10.18 10.artigo 156 do CP Crime de Improbidade Administrativa .33 10. CP) Crime de Lesão Corporal Dolosa (art.Lei nº 8. 1.42 10.25 10. CP) Crime de Periclitação da Vida e da Saúde (arts.21 10. CP) Crime de Estelionato e Outras Fraudes (arts. 59. 4.30 10.06 10.10 10.609/98 Crimes Previstos no Estatuto do Idoso .37 10.24 10.Jogo do Bicho (arts.47 10. 171 a 179. D.688/41) Contravenção Penal .04 10.26 10. § 6º. 146 a 147 e 149 a 154. 197 a 207.538/78 Crime Contra o Sentimento Religioso . 338 a 359. CP) Crime Contra a Fé Pública (arts. 58 e 60.09 10.39 10.13 10.503/97) Outros Feitos Não Especificados Precatória (em geral) Precatória Inquiritória Carta de Ordem Crimes Contra o Meio Ambiente .069/90 Crimes Contra a Propriedade Industrial .741/03 Crime de Rixa . 129.artigo 208 do CP Crime Contra o Respeito aos Mortos .31 10. CP) Crime Contra a Incolumidade Pública (arts. 8. CP) Crime Contra a Administração em Geral (arts.44 10.46 10.826/03 .16 10.Lei nº 10.artigos 286 e 287 do CP Crime Contra o Serviço Postal e o Serviço de Telegrama .688/41) Crime Contra a Administração da Justiça (arts. Charlatanismo e Curandeirismo . Esbulho Possessório e Dano (arts.279/96 Crimes Relativos a Transplante de Órgãos . 3.503/97) Crime de Imprensa (L.Cap. CP) Outras Contravenções Penais Outros crimes contra os costumes (arts. 9.L. 235 a 249. Arte Dentária ou Farmacêutica.36 10. CP) Outros Crimes de Trânsito (L.898/65) Crime de Apropriação Indébita (arts. 138 a 140. 168 e 169.48 10.05 10. 129. 309. 3.429/92 Crime Contra a Paz Pública . 184 a 186.43 10. CP) Crime Contra a Economia Popular (L. 4. CP) Crime de Sonegação Fiscal (L.29 10.078/90) Crime de Abuso de Autoridade (L.51 Contravenção Penal .Lei nº 11. CP) Crime Contra a Organização do Trabalho (arts.666/93 Outros Crimes Relativos a Drogas . CP) Crime de Receptação (art.Lei nº 9.521/51) Crime Contra a Família (arts.07 10.14 10.45 10. 5.22 10.434/97 Crimes Contra a Propriedade Intelectual de Programa de Computador .Lei nº 9.Vadiagem (art.Lei nº 8.15 10.343/06 Crime de Usurpação. D.605/98 Crimes Contra Criança e Adolescente (ECA) .40 10.50 10. CP) Crime Contra a Honra (arts. 9.L.12 10.Lei nº 9.35 10.38 10.49 10. CP) Crime Contra a Liberdade Individual (arts.20 10. L. 289 a 311.32 10. 130 a 136. CP) Crime Contra as Relações de Consumo (L.19 10.08 10. CP) Crime Contra a Propriedade Imaterial (arts. 161 a 166.729/65) Crime de Porte para Uso Pessoal de Drogas – artigo 28 da Lei nº 11.11 10. 250 a 280.03 10.23 10.artigo 209 do CP Crimes Relativos à Lei de Licitações Públicas . 312 a 337.34 10.

CGJ 23/2006. 1618 cc art. 3 Prov. Crime de Infanticídio (art. Lei 8.08 11.01 13. Instigação ou Auxílio ao Suicídio (art.17 13. Lei 8. 83 e seguintes.02 12. letra "e".069/90) Outros Feitos não especificados Precatória (em geral) 1 2 Provs.05 11.Cap. 148.01 11.06 12. parágrafo único.06 11.16 13.069/90) Apuração de Irregularidade em Entidades de Atendimento (arts. letra "b". Lei 8.18 13. O Grupo 13 (feitos relativos à infância e juventude . 121.04 12.em geral) compreende as 13. O Grupo 12 (feitos trabalhistas) compreende as classes: 2 12.02 11. letra "b". CP) Habeas-Corpus Habeas-Data Mandado de Segurança Outros feitos não especificados Precatória (em geral) Precatória Inquiritória 122.069/90) Execução de Alimentos Exoneração de Alimentos Fiscalização de Entidades de Atendimento (art. 148.07 13.069/90) Emancipação (art.10 13.15 13. 123. CP) Crime de Induzimento. 191/193.23 13.10 Crime de Aborto (arts.069/90) Execução (em geral) (art.14 13. 39 a 52.05 12.04 13. 33.05 13.21 13. inciso IV.09 11. §§ 1º.06 13. 148.03 12. CGJ 19/99. Provs.20 13.069/90) Investigação de Paternidade/Maternidade Mandado de Segurança Medida Cautelar (em geral) Modificação de Tutela (art.069/90) Ação Civil Pública (art.22 13. 148. parágrafo único. inciso VI e arts.12 13. CGJ 19/99 e 2/2007. Lei 8.25 Abrigo (art.069/90) Ação Mandamental Adoção Internacional (arts.03 11.02 13. 217.08 13. Lei 8. .069/90) Adoção Nacional (arts.13 13.069/90) Adoção Unilateral Alimentos (art.03 13. 148. Lei 8. 148. 39 a 52. CP) Crime de Homicídio Doloso (art.07 classes: 3 Ação Civil Pública Inquérito para Apuração de Falta Grave Medida Cautelar (em geral) Outros feitos não especificados Precatória (em geral) Precatória inquiritória Reclamações Trabalhistas 25-A.11 13. Lei 8. 101. Lei 8. 1638. parágrafo único. CP) 25. inciso VII.01 12.069/90) Alvará Apuração de Infração Administrativa (art. 25/99 e 2/2007. Lei 8.19 13.069/90) Autorização de Viagem (arts.07 11.069/90) Destituição do Poder Familiar Cumulada com Adoção (arts.04 11. Lei 8. 95 do ECA) Guarda (arts. 39 do ECA) Destituição e Suspensão do Poder Familiar (art. 2º e 3º. Lei 8. O Grupo 11 (feitos relativos ao júri) compreende as classes: 1 11. "g". 124 a 128.24 13. Lei 8.09 13. 194 a 197. Lei 8. – VII 24-B.

26 13. I do CP) Provs. 328 a 337 do CP) Atos infracionais previstos na Lei nº 10. Lei 8.20 14. 213 do CP) Extorsão (arts. 155 do CP) "Habeas-corpus" Homicídio culposo (art.503/97) Homicídio doloso (art. 309 da Lei 9.ato infracional) compreende as classes: 1 14.33 14.23 14. § 2º.15 14. 157. 129 do CP) Mandado de segurança Outros atos infracionais correspondentes a contravenções penais Outros atos infracionais contra a vida (arts. § 3º do CP e art.03 14.343/2006) Atentado violento ao pudor (art. 102 e 148. 215 a 234 do CP) Outros feitos não especificados Periclitação da vida e saúde (arts.29 14.069/90) Registro de Pessoas Interessadas em Adoção/Cadastro de Pretendentes a Adoção Representação do Conselho Tutelar Revisão Judicial de Decisão do Conselho Tutelar Revisional de Alimentos Suprimento de Idade e Consentimento Paterno e Materno para Casar (art.32 14. 157.29 13. 168 e 169 do CP) Aquisição.Cap. 58 e 60 do DL 3.826/2003 Estelionato e outras fraudes (arts. Lei 8. 171 a 179 do CP) Estupro (art.24 14.09 14. 303 da Lei 9.14 14. 137 do CP) Roubo simples (art.069/90) 25-B. § 6º do CP e art.04 14. Lei 8. guarda ou porte de entorpecentes para uso próprio (art.26 14. 158 e 160 do CP) Extorsão mediante seqüestro (art. § 3º do CP) Lesão corporal culposa (art.27 13. 214 do CP) Atos infracionais contra a honra (arts. letra "h".11 14. 121 do CP) Jogo do bicho e mendicância (arts. 130 a 136 do CP) Precatória (em geral) Precatória inquiritória Quadrilha ou bando e outros atos infracionais contra a paz pública (arts.06 14.13 14.31 14.32 13.31 13.08 14.16 14. 36/38 e 148.10 14. 121. 268 a 288 do CP) Receptação (art.18 14.01 14.30 14.503/97) Lesão corporal dolosa (art. CGJ 23/2006 e 25/2008.Arma de fogo (art. caput e § 1º do CP) Roubo qualificado . 302 da Lei 9.25 14.34 1 Ação civil pública Apropriação indébita (arts.33 13.28 13.159 do CP) Falta de habilitação e direção perigosa de veículo (art.069/90) Tutela (arts. parágrafo único. 138 a 140 do CP) Atos infracionais contra a liberdade individual (arts. – VII 13. letra "b".688/41) Latrocínio (art.27 14. 157.34 Procedimento Verificatório/Pedido de Providências Reconhecimento de Paternidade/Maternidade Registro Civil (arts. 129.05 14.503/97) Furto (art. 180 do CP) Rixa (art.28 14. 122 a 128 do CP) Outros atos infracionais contra os costumes (arts. .30 13. 146 a 154 do CP) Atos infracionais praticados por particular contra a administração em geral (arts.22 14.21 14.02 14. 28 da Lei 11.12 14. 148.07 14. O Grupo 14 (feitos relativos à infância e juventude .17 14.19 14.

Interdito) Precatória (em geral) Prestação de Contas Procedimento Ordinário (em geral) Procedimento Sumário (em geral) Produção Antecipada de Provas Reconvenção Recuperação Extrajudicial Recuperação Judicial Reivindicatória Renovatória de Contrato de Locação Revisional de Aluguel Revocatória Prov.33 16. O Grupo 15 (cartas precatórias cíveis).09 16.10 16. Medida Sócio-Educativa.07 16. Manutenção.04 15. CGJ 2/2007.39 Roubo qualificado . Protesto e Interpelação Oposição Outros Feitos Não Especificados Pedido de Falência Possessórias em geral (Reintegração.38 16.08 16.13 16.24 16.20 16. 33 da Lei 11. CGJ 2/2007. IV.30 16.40 1 2 Ação Civil Pública Ação Monitória Adjudicação Compulsória Alienação Judicial Anulação e Substituição de Título ao Portador Arbitramento de Aluguel Autofalência Busca e Apreensão . esbulho possessório e dano (arts.31 16.36 14.27 16. compreende as classes: 1 15.26 16.11 16.36 16.18 16. II do CP) Roubo qualificado (art.21 16.37 16. § 2º.Concurso de agentes (art. compreende as classes: 2 16. Prov.32 16.37 14.12 16.39 16.Reserva de Domínio Consignatória (em geral) Declaratória (em geral) Depósito Despejo (ordinário) Despejo por Falta de Pagamento Embargos de Terceiro Cumprimento de Título Executivo Judicial Execução de Título Extrajudicial Extinção de Condomínio Falência Indenização (ordinário) Liquidação Extrajudicial Mandado de Segurança Medida Cautelar (em geral) Notificação.29 16.01 16. III.28 16.Alienação Fiduciária Busca e Apreensão .02 16.23 16.03 15.38 14.06 16.22 16. 161 a 166 do CP).34 16.15 16. que se aplica exclusivamente à distribuição na Capital.04 16.05 16. O Grupo 16 (feitos de falência. que se aplica exclusivamente à distribuição na Capital.05 Precatória (em ação ordinária) Precatória (em execução) Precatória (em família e sucessões) Precatória (em acidente do trabalho) Precatória (outras) 25-D. 157. V do CP) Tráfico de entorpecentes (art.343/2006) Usurpação.17 16. .35 14.19 16.14 16.02 15.25 16.Cap.16 16. – VII 14. 157. 25-C.03 16.35 16.01 15. § 2º. de recuperação judicial e de recuperação extrajudicial).

CGJ 16/83.741/03) 17.05 Alimentos (arts.741/03) 17. 10.2. – VII 16. G 1. 2 28. compreende as classes: 1 17. 65 da Lei n.03 Ação de interdição parcial ou total (art.41 16. 79 da Lei n.18 Representação do Conselho Tutelar 17. L 2. . L 2.Cap. 4 28. 43 e 74. com os lançamentos pertinentes. da Lei nº 10. 27. 74. ambos da Lei n. G 3 .09 Execução 17.19 Revisional de Alimentos 26.08 Carta de Ordem 17. 5 Prov.1. da Lei n.01 Abrigo (art.43 16.04 Ação de responsabilidade por ofensa aos direitos assegurados ao idoso (art. G (Grupo) 1. 6 Prov.12 Mandado de Segurança 17. Prov. Cada folha conterá a indicação do: a) nome da comarca. L 2.741/03) 17. Cada registro de distribuição conterá: a) número de ordem de entrada na classe.11 Exoneração de Alimentos 17. Qualquer dúvida quanto às classes de distribuição ou classificação das petições deverá ser submetida ao Juiz Corregedor Permanente. 4 Prov.13 Medida Cautelar (em geral) 17. V e VI. Cada folha corresponderá a uma classe e será escriturada. 1 2 Prov. da Lei n.16 Procedimento verificatório 17. 6 30.46 16. CGJ 16/83. II. CGJ 16/83. I e 81. 3 28.).10 Execução de Alimentos 17. de acordo com o quadro discriminatório dos grupos e classes de distribuição. 10.17 Providências 17. 45.741/03) 17. CGJ 16/83. b) número da classe de distribuição e identificação da natureza do feito. As subseqüentes distribuições de feitos da mesma classe continuarão a ser efetuadas na folha assim iniciada. CGJ 16/83.42 16.06 Alvará 17.14 Outros feitos não especificados 17. 10. 10. G 3 etc. L 1. O Grupo 17 (feitos especiais relativos a idoso). G 2.47 Ação Declaratória Incidental Carta de Ordem Embargos à Adjudicação Embargos à Alienação Embargos à Arrematação Embargos à Execução Incidente de Falsidade 25-E. inclusive o respectivo número de ordem.15 Precatória (em geral) 17.44 16.07 Apuração judicial de irregularidades em entidades de atendimento (art. As folhas serão previamente rubricadas pelo Juiz Corregedor Permanente.02 Ação Civil Pública (art. II. até o seu eventual preenchimento.741/03) 17. 10. 3 Prov. 5 29. CGJ 2/2007. 74. por ocasião da primeira distribuição de feitos pertencentes à classe. L 1. G 2.45 16.741/03) 17. O número de controle será o do respectivo grupo (exemplo: L (Livro) 1.

preferencialmente.2. as petições em que figurem as mesmas partes e que tenham sido distribuídas nos últimos dois anos. 7 35-A. 6 Prov. que serão elaborados por livros ou fichas. 32. na respectiva ordem de protocolo ou entrada. Idêntico procedimento deverá ser observado na distribuição de petições iniciais de mandados de segurança e processos cautelares. . CGJ 11/2007. ainda. 5 35. limitada a pesquisa fonética aos últimos 120 (cento e vinte) dias. que comunicará o fato à Corregedoria Geral da Justiça. 86). CGJ 8/94. de competência das Varas da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Cap. em que incida a exigência legal de prova negativa de débito fiscal ajuizado. 7 Provs.4. nominados ou inominados. CGJ 16/83. providenciar-se-ão sua numeração em ordem crescente (1 a 300) e encadernação. identificação das partes. registradas e encaminhadas. 31. CGJ 16/83 e 15/2003. Prov.1. CSM 1486/2008 e CGJ 7/2008. – VII b) c) d) data da distribuição. caberá ao juiz competente decidir a seu respeito. 35. F. as folhas ainda incompletas terão seus espaços em branco inutilizados. 3 33.1 32. As petições iniciais. devolvê-las-á. Conterá a folha. far-se-á remissão aos números do livro. Nos índices. Nessa última hipótese.3. para imediata redistribuição. G 9. Entendendo o juízo que não se trata de expediente destinado a fraudar a regularidade das distribuições. Suprimido.1 1 2 Provs. com despacho fundamentado. a 35-A. Serão distribuídas à mesma vara especializada e compensadas. CGJ 20/2005. 4 Subseção I Da Distribuição Cível 34.1. 35. mesmo que não tenham sido abertas algumas classes ou que outras estejam sem o preenchimento total. coluna destinada às observações que se tornarem necessárias. com pedido de liminar. Nos feitos distribuídos. CGJ 16/83. referentes a acidentes do trabalho. do grupo e das folhas (exemplo: L 1.2. 5 Prov. 6 35-A. 4 Prov. Completando-se 300 (trezentas) folhas de um mesmo grupo. 35. 2 32. 3 Prov.1. Suprimido. serão distribuídas. vara para a qual o feito foi distribuído e especificação do ofício de justiça. Quando houver fundada suspeita de que a petição apresentada visa a burlar a regularidade das distribuições. Suprimidos. será reencaminhada pelo Juiz Corregedor Permanente.

para a qual. 8 Prov. O nome e demais dados de identificação do administrador ou sócio cujos bens particulares responderão pelas obrigações de pessoa jurídica serão comunicados ao cartório distribuidor. todos os processos cíveis extintos sem resolução do mérito serão distribuídos.1. .3. comunicar ao Distribuidor (ou. observada a respectiva classe.1 da Seção I deste Capítulo.1. CSM 1486/2008 e CGJ 7/2008. havendo fundada suspeita de que se trata de tentativa de burlar a regularidade das distribuições. CSM 1486/2008 e CGJ 7/2008. Nas Comarcas e Foros com mais de uma Vara. 4 35-B.4. CSM 1486/2008 e CGJ 7/2008. Para cumprimento do disposto nos subitens anteriores. lançar diretamente no sistema informatizado) o fundamento legal da sentença terminativa e a ocorrência ou não de citação. CGJ 11/82. comunicará o fato ao Tribunal de Ética da Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil para as providências pertinentes. relativos ao mesmo empresário ou à mesma sociedade empresária. Verificando o Magistrado que a ação foi reproposta sem a superação dos óbices determinantes da extinção do processo sem a resolução do mérito. até o despacho judicial na Vara para onde distribuídos. do Código de Processo Civil. 3 Provs. 2 35-B. 6 Provs. – VII 35-B. 9 Prov. 7 Provs.2. haverá compensação na distribuição. Os pedidos de retificação de registro imobiliário e de registro civil. CSM 1486/2008 e CGJ 7/2008. 10 Proc. Nas hipóteses de extinção do processo sem resolução de mérito.1. 10 1 2 Provs. sem prejuízo. 4 Provs. Também serão distribuídos à mesma vara e igualmente compensados. VI e IX.7 36. do artigo 267. CSM 1486/2008 e CGJ 7/2008. ao mesmo juízo perante o qual tramitou o primeiro feito. Na planilha mensal de movimento judiciário constarão campos próprios para registro do número de processos extintos com e sem resolução do mérito. CGJ 16/83. a distribuição será livre. na hipótese de repropositura da ação. CSM 1486/2008 e CGJ 7/2008. IV. segundo seu livre convencimento jurisdicional e. dessas naturezas. 3 35-B. 9 37. A distribuição de pedidos de falência e de recuperação judicial previne a competência da Vara. se o caso. 38.220-0.Cap. serão distribuídos eventuais novos pedidos. anotados no rosto dos autos respectivos e constarão das certidões que buscam informações sobre requeridos ou executados. 5 Provs. 5 35-B. 37. CG 59. TJSP e Prov. com base nos incisos I. com o trânsito em julgado. informado o Juízo sorteado. Provs. os diretores dos ofícios de justiça deverão. Será mantido segredo na distribuição de pedidos de falência contra sociedades seguradoras. 8 36-A. Resultando mais de uma ocorrência em varas diversas no universo pesquisado.6 36. Conflito de Competência nº 2. antes da citação. então.772/81. processando-se pelos respectivos Ofícios de Justiça. CGJ 11/82 e 11/2005. os feitos que gozam de prioridade na distribuição de que trata o subitem 4. CGJ 24/2006. serão distribuídos às Varas ou Juízos Cíveis. pronunciar-se-á fundamentadamente. onde não houver Juízo especializado.

As comunicações serão feitas no dia imediato ao da distribuição e dirigidas. CGJ 11/2005.1. de pedidos de falência. O disposto no item anterior não se aplica às execuções movidas pela Fazenda Nacional e pelos entes públicos federais de administração direta ou indireta. 8 43. CGJ 16/2006 e 2/2007. à margem da distribuição. Os distribuidores ficam obrigados a comunicar à Secretaria da Fazenda as distribuições que fizerem. 5 Prov. 2. o nome e o endereço do empresário ou da sociedade empresária objeto do pedido. na data da distribuição. Os feitos de concessão de justiça gratuita deverão ser entregues ao serviço de distribuição. A reconvenção. CGJ 11/82. – VII 39. 6 Provs. Suprimido.958/55. Das comunicações deverão constar. CGJ 31/99. à Diretoria de Arrecadação da Coordenadoria da Administração Tributária da Secretaria de Estado dos Negócios da Fazenda e. 7 42. 9 Prov. 4 Prov. a fim de poder ser cumprido o disposto no art. Para evitar perecimento de direito. 10 Prov. nas Comarcas do Interior. à execução fiscal. em caso de 1 2 impossibilidade de prévio Prov. ressalvado o que vier a ser decidido pelo juiz do feito. CGJ 6/83. 6 41. necessariamente. 20. 34 da Lei nº 6. em lugar de destaque. 3 D.2. Suprimido.1. As petições iniciais de execuções fiscais somente serão distribuídas se contiverem anotação explícita. 8 L. art. art. CGJ 16/2006. os embargos de devedor (à execução. de juros de mora e demais encargos legais. 3 40. de 1980. à alienação ou à arrematação) e os embargos de terceiro estão sujeitos a distribuição autônoma.830. sem prejuízo da vinculação da informação relativa à oposição de embargos de devedor ao registro da respectiva execução para efeito de expedição de certidão pelo Ofício de Distribuição. 10 44. CGJ 11/2005. na Comarca da Capital. 11 Prov. Nos Ofícios de Justiça ainda não informatizados com o sistema oficial ou naqueles que. 5. assim como a Vara à qual o feito foi distribuído.Cap. 8º. as intervenções de terceiro no curso da lide. CGJ 22/2003. a ação declaratória incidental. por este serão averbadas. não estejam integrados eletronicamente com o Ofício de Distribuição. Prov. embora informatizados. A distribuição do testamento determina a competência para o inventário e para as ações que lhe digam respeito. à adjudicação. 4 41. 2 40. O pedido de registro e cumprimento de testamento será distribuído por dependência à Vara para a qual tiver sido anteriormente distribuído o inventário. 7 Prov.1. CGJ 19/2005. §§ 1º e 2º e Prov. ao respectivo Posto de Fiscalização.2. o incidente de falsidade. a oposição. de recuperação judicial e de recuperação extrajudicial.1.9 43. § 2º. do valor da dívida monetariamente atualizado e acrescido de multa. 1 39.11 45.128/31. 43. 5 41. CGJ 16/2006. . para a necessária distribuição prévia.

CGJ 28/98 e 21/2002. precedida tal relação da seguinte advertência: “Certifica ainda que verificou constar contra (.2 47. 7/2001 e 38/2001.1. CGJ 12/91 e 38/2001. 5 Provs..5. Os processos de protesto. constarão das certidões expedidas pelos Distribuidores Cíveis. com qualificação completa e identificação do requerente.). salvo. ressalvado o teor do artigo 32.7 47. notificação ou interpelação nos quais tenha sido deferida a publicação de editais para os fins do artigo 870. .3.. devendo ser cadastrados no sistema informatizado em campo específico. que pode (ou “podem”) se referir a homônimos. 3 Provs. em razão da inexistência do número do documento de identificação pessoal (RG e/ou CPF) na base de dados do Distribuidor”.4. conforme o caso). mediante despacho judicial. poderá ser feita a distribuição ou praticado ato dele dependente. CGJ 28/98 e 37/2001.. não qualificada. 4 Provs.2. em qualquer hipótese.3 47. CGJ 1/90.6 47. salvo se houver decisão judicial ou administrativa em sentido contrário. Provs. do Código de Processo Civil. Quando a pesquisa eletrônica recair sobre a pessoa (natural ou jurídica) do próprio requerente (por si ou por procurador devidamente constituído). Os processos extintos constarão das certidões e dos relatórios de pesquisa eletrônica quando houver autorização do MM. CGJ 7/2001.1. 1 2 bancário.). os processos em que a pessoa. CGJ 20/2005. os de notificação. CGJ 7/2001. etc. Juiz Corregedor Permanente. Nas certidões expedidas em nome de pessoa que não tenha anotado na base de dados do Distribuidor outros elementos de identificação. CPF. Nas Certidões dos Distribuidores deverá constar a seguinte observação: “Esta certidão só tem validade no seu original.Cap.4 47. ordinariamente. será Prov. 45. 6 Prov. 46..5 47. abaixo) cujos autos tenham sido entregues definitivamente ao promovente e as cartas precatórias (sem prejuízo da manutenção de fichários para os demais fins). 7 Prov. as respectivas ações deverão ser relacionadas separadamente. No primeiro dia imediato em que houver expediente apresentada a prova de recolhimento da taxa judiciária. como RG e CPF. que apresentará documentos idôneos para tanto (RG. a seguinte distribuição (ou “as seguintes distribuições”. Nas certidões dos Distribuidores cíveis deverá constar a seguinte observação: "Esta certidão não aponta.1. os processos extintos constarão por autorização do Diretor do respectivo Ofício. da Lei nº 8. Nas certidões expedidas pelos Distribuidores Cíveis não constarão os processos extintos.666/93 (Lei de Licitações)".6. Os requerimentos previstos neste subitem serão arquivados em pastas ou classificadores. caso em que o pedido haverá de ser escrito e assinado. I e parágrafo único. – VII recolhimento da taxa judiciária. interpelação ou protesto (com a ressalva do subitem 47. contrato social. Suprimido.1 Subseção II Da Certidão do Distribuidor Cível 47. se houver autorização do Juiz Corregedor Permanente do respectivo ofício ou seção. nome da pessoa pesquisada.

deverá constar referência à falência cadastrada nos termos do item 14B deste Capítulo. 7 Prov.2 48. não tendo sido formalmente indiciada.8 50. contados da data do recebimento do respectivo pedido. passando então a utilizar-se do código para tipo passivo indiciado (IND) procedendo. da certidão. para fins exclusivamente civis.6 50. extinção da punibilidade e condenação. . concordata.5. – VII cujo nome foi pesquisado. 50. a certidão de distribuições cíveis indicará exclusivamente os pedidos de falência. o Distribuidor deverá fazer as anotações nas fichas 1 2 Prov. CGJ 16/99. Ao receber comunicações sobre arquivamento de inquéritos policiais. 3 49. As certidões expedidas e não retiradas pelos interessados dentro de 30 (trinta) dias. e do livro de registro geral de feitos. o Cartório do Distribuidor deverá registrar esse inquérito. absolvição. 50. CGJ 3/87 e 11/2005. realizará pesquisa referentemente ao denunciado ou querelado. quando da distribuição de ação penal. ressalvada a hipótese de requisição judicial da informação. o Distribuidor retificará o registro do inquérito policial.5 Subseção III Da Distribuição Criminal 50. também.7 50. O distribuidor do Foro Regional da Capital.3. anotando no pólo passivo o nome daquela pessoa. CGJ 6/2001.4 49.Cap. figura como autor(a)". O Distribuidor assinalará na capa dos autos se o material e o laudo pericial foram enviados ou não pela Polícia juntamente com os autos. 8 Prov. 9 Prov. O resultado acompanhará a petição inicial distribuída. os autos serão encaminhados ao juízo sorteado com o material e o laudo pericial. recuperação extrajudicial. devendo assim também constar das fichas correspondentes. 3 Prov. CGJ 6/2001. 5 Prov. recuperação judicial. CGJ 19/2002. As certidões requeridas serão expedidas no prazo de 5 (cinco) dias. contados da data da expedição. A anotação declarante não deverá constar das certidões de antecedentes. CGJ 16/99. A requerimento do interessado. junto à base-de-dados do Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt. às alterações nas anotações das fichas correspondentes.1.9 51. e no livro de registro geral de feitos. Provs.2. inventários e arrolamentos. pela autoridade policial ou mesmo por ordem judicial. CGJ 11/2005. Quando a pessoa investigada em autos de inquérito policial foi ouvida apenas em declarações. Sobrevindo o formal indiciamento.1. 4 Prov. CGJ 6/2001. Feita a distribuição. CGJ 9/92.4. 6 Prov.1. do Departamento Estadual de Polícia Científica.1 48. serão inutilizadas. utilizando-se do código para tipo passivo declarante (DEC). quando o caso. Sem prejuízo da natureza originária do feito distribuído.

CGJ 12/96. 3 Provs. CGJ 17/2005. após a comunicação do Juízo competente ao Distribuidor Criminal. CGJ 17/2005. suspensão do processo prevista no artigo 89 da Lei 9099/95 e conversão da pena restritiva de direito em privativa de liberdade. para os registros e anotações necessárias. 8 Provs. Prov. CGJ 31/2003 (suspenso pelo Prov. não convertida em privativa de liberdade. 7 Prov.1. 54.7 54. de pessoas não indiciadas nos inquéritos policiais e nos autos de prisão em flagrante delito. 52. d) declaração da extinção de punibilidade. 6 Prov. de pessoas indiciadas nos inquéritos policiais e nos autos de prisão em flagrante delito. c) não recebimento de denúncia ou queixa-crime. CGJ 3/2002. salvo se houver autorização expressa do Juiz Corregedor Permanente do respectivo ofício ou seção. – VII informativas.9 1 2 Provs. 4 Prov. o Distribuidor deverá proceder às anotações nas fichas e livros. Das certidões expedidas pelos Distribuidores não constarão as cartas precatórias. e) trancamento da ação penal. 53. 52. Atendido o pedido.2. a remessa dos respectivos autos. nos casos a seguir enumerados: 1 a) inquéritos arquivados. 9 Provs. mantendo-se fichário para os demais fins. pedido de explicação em Juízo. ou que tenha sua execução suspensa. reabilitação não revogada. julgada extinta. 53. CGJ 12/91 e 12/96. com os nomes dos indiciados e vítimas.5 condenação às penas do artigo 28 da Lei nº 11. 7/2001 e 27/2002. Ao receber comunicações sobre inclusão nas denúncias. solicitará ao Juízo a que for distribuído o inquérito policial ou o processo. será feita comunicação ao Distribuidor. imposição de medida de segurança. . CGJ 8/04) e Prov. em conseqüência de prevenção.8 54. a certidão voltará a ser positiva. h) pena privativa de liberdade cumprida.1. Proceder-se-ão às anotações nas fichas informativas quando as comunicações se referirem à não inclusão. f) absolvição. O juiz que se der por competente. interpelação e justificação. consistente em tratamento ambulatorial. 4 feitos relativos aos Juizados Especiais Criminais em que não haja aplicação de pena privativa de liberdade.343/06.3 suspensão do processo prevista no artigo 89 da Lei 9099/95. CGJ 22/2001. No caso de revogação de "sursis". data da abertura do inquérito e delegacia de polícia de origem. incluindo o nome das mesmas nos índices. i) j) l) m) n) o) p) q) r) condenação à pena de multa isoladamente. g) impronúncia. As certidões de antecedentes e os relatórios de pesquisa eletrônica serão expedidos com a anotação NADA CONSTA.6 representação criminal rejeitada ou arquivada. CGJ 12/96 e 3/2002. 2 b) indiciados não denunciados.Cap. nas denúncias. condenação à pena restritiva de direitos. 5 Prov.1. CGJ 24/2010. CGJ 11/2008.

As anotações nas fichas de distribuição serão procedidas pessoalmente pelo escrivão-diretor ou escrevente por ele indicado. 57. na forma prevista no subitem 42. 3 Provs. O disposto nos itens anteriores não se aplica às requisições judiciais. CGJ 6/2007. CGJ 22/82.3. os inquéritos policiais correspondentes não mais serão distribuídos. Após as anotações. 10 Prov. letra “e”. CGJ 16/99. da Lei Complementar nº 64/90. CGJ 19/89. I.210/84 e Prov.4 55. As certidões requeridas serão expedidas no prazo de 5 (cinco) dias. Prov. bem como as decisões relativas aos incidentes de execução de pena. juntando cópia dessa comunicação ao auto de prisão que será encaminhado ao escrivão-diretor do feito. L. As certidões de antecedentes para fins eleitorais serão expedidas com isenção de pagamento.1 54. CGJ 16/99. No caso de revogação de "sursis". CGJ 27/93 e 27/2002.7 56.1. serão inutilizadas.Cap. bem como observação expressa de que é expedida para fins eleitorais.1. CGJ 19/89. o ofício será arquivado pelo Distribuidor em pastas ou classificadores com índice e por ordem cronológica. 7 Título VII. 9 Provs. CGJ 19/89.2. 4 Prov. 8 Prov. 11 Prov.4. podendo ser destruído após dois anos.5. 5 Prov.8 56. após comunicação do Juízo competente ao Distribuidor.3 55. requerimento do pesquisado ou seu representante legal. a certidão voltará a ser positiva.10 56. CGJ 10/99.1. 6 56. – VII 54. o Distribuidor deverá comunicar o resultado da mesma à autoridade policial que preside o inquérito.4. CGJ 19/89. Para as anotações anteriores à data da vigência do presente Provimento utilizar-se-á o modelo próprio. instituído pelo Prov.11 57. para fins eleitorais. utilizando-se do impresso padronizado. 1 2 Prov. Das certidões de antecedentes. 6 Prov.2 54. Os ofícios de justiça obrigatoriamente comunicarão ao Distribuidor Criminal o desfecho do inquérito ou da ação penal. CGJ 19/89.3. contados da data do recebimento do respectivo pedido. Igual comunicação será feita pelo Ofício das Execuções Criminais quanto à revogação do "sursis" ou do livramento condicional.1. que nelas aporá sua assinatura. diretamente. conversão da multa ou restrição de direitos em pena privativa de liberdade. inc. constarão as distribuições acerca dos delitos elencados no artigo 1º. aos juízos sorteados. 7. As certidões expedidas e não retiradas pelos interessados dentro de 30 (trinta) dias. contados da data da expedição.5 56. Prevento o juízo por essa distribuição. devendo a autoridade policial remetê-los.9 56.3-A. do Capítulo II. CGJ 19/89 e 4/2001. Feita a distribuição da comunicação de prisão em flagrante. .

Cada processo de execução receberá um número composto de nove dígitos. 4 Prov. qualquer quantidade de entorpecentes. 5 Provs. Havendo pluralidade de delitos em que se veja indiciado o agente. sob a superintendência do Corregedor Geral da Justiça. 21/92 e 12/2005. é realizada pelo Departamento Técnico de Inquéritos Policiais e Polícia Judiciária-DIPO. o inquérito policial e qualquer espécie de processo-crime serão distribuídos à mesma Vara a que porventura tenha sido distribuída previamente a petição de habeas-corpus ou qualquer outro incidente processual. o Juiz Corregedor Permanente fará sorteio para identificação da classe. CGJ 21/92. CGJ 19/82. .crime. Na Comarca da Capital. 5 58.2. 21/92 e 12/2005. exceto a de natureza criminal do Fórum Ministro Mário Guimarães. ou outros atos do processo que dependam de autorização judicial ou medida a ele relativa. CSM 1299/2007. 3 Provs. CGJ 19/82.Cap. serão encaminhados à mesma Vara a que tiver sido distribuída a cópia do auto de prisão em flagrante. em primeira instância. 59.2. 2 57.PARCELAMENTO DE DÉBITO FISCAL.1. O ofício do Distribuidor não poderá receber. a distribuição das execuções fiscais relativas à cobrança da dívida ativa concernente ao Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) será feita por processamento eletrônico. 4 . o inquérito policial ou qualquer espécie de processo.3.1. 2 PARCELA MENSAL DE ESTIMATIVA. CGJ 12/2005. Prov. de relaxamento de prisão. O primeiro dígito que irá de 1 (um) a 5 (cinco). A cópia do auto de prisão em flagrante. SEÇÃO II DA DISTRIBUIÇÃO NA COMARCA DA CAPITAL 59. Existindo delito de gravidade equivalente.5. em primeira instância. do Fórum Ministro Mário Guimarães. a saber: 1 . 3 . nos Foros da Comarca da Capital.4-A. 60. liberdade provisória. ou de medicamento que a contenha. CGJ 21/92. a distribuição do inquérito policial ou flagrante dar-se-á na classe em que cominada a pena de maior gravidade. Suprimido. o inquérito policial ou qualquer espécie de processo-crime. 59.4. 1 57.2. A distribuição de natureza criminal. é realizada pelo Departamento Técnico de Primeira Instância-DEPRI.6 60. 5 1 2 Prov. de substância que determine dependência física ou psíquica. juntamente com o inquérito ou isoladamente.DÉBITO DECLARADO E NÃO PAGO. – VII 57. A petição de habeas-corpus será distribuída à mesma Vara que tiver recebido por distribuição a cópia do auto de prisão em flagrante. promovida pela Secretaria da Fazenda. Os pedidos de concessão de fiança. 60. 4 57. A distribuição de feitos de qualquer natureza. corresponderá à identificação do tipo do débito. 6 Prov.AUTO DE INFRAÇÃO E IMPOSIÇÃO DE MULTA. sob a superintendência do Corregedor Geral da Justiça. 3 57.

f) dos Anexos das Fazendas. serão cumpridas pelas respectivas Varas Especializadas.3. extraídas em processos de família. 9 Prov. As cartas precatórias. ou pertinentes à Jurisdição de Menores. 61. CGJ 2/2007. 3 Provs. b) de Família e Sucessões. c) vara sorteada. As petições iniciais e cartas de ordem.3. segundo a competência territorial. 8 Prov.6 62. E aquelas destinadas à perícia médica em processos de acidentes de trabalho cujo réu for a Previdência Social.4. rogatórias ou cartas de ordem concernentes à matéria de competência das Varas de Registros Públicos. "on line". CGJ 1/84. Provs. b) data da distribuição.1 61. consoante a matéria. A distribuição das cartas precatórias. CSM 759/2001 e CGJ 31/2001. 9 62. e) dos Juizados Especiais. devidamente acompanhadas de etiqueta adesiva. conforme a natureza do feito. que servirá de autuação. CGJ 2/2007. 6 Prov. Suprimido. Suprimido. c) de Acidentes do Trabalho. As Cartas Precatórias de interesse das Fazendas Públicas e suas autarquias.2. rogatórias e de ordem será feita aos Ofícios:2 a) Cíveis. CSM 679/99. e dirigidas à comarca da Capital serão distribuídas e processadas pelos Ofícios das Varas de Fazenda. .3 61. do 2º (segundo) ao 8º (oitavo). d) das Fazendas Públicas.1. As precatórias. rogatórias e de ordem expedidas para busca e apreensão de menores e para avaliações psicológica e social.4. precatórias ou rogatórias serão distribuídas por sorteio eletrônico. 61. sendo desde logo remetidas ao ofício de justiça da vara correspondente. Todas as petições protocoladas no horário regulamentar serão distribuídas mediante sorteio eletrônico. 7 Prov. 4 Provs. 5 Provs.4 61.Cap.5. CSM 759/2001 e CGJ 31/2001. por extenso e 1 2 Prov. ressalvada a competência do Serviço de Hastas Públicas e Anexos das Fazendas. serão cumpridas pelas Varas de Família e Sucessões. 8 62. CGJ 1/84. quanto às cartas para alienação de bens. As cartas precatórias. Suprimido.5 62. 7 62. nas respectivas classes. – VII DÉBITO TRANSCRITO PELO FISCO E NÃO PAGO.1. 61.2. CGJ 26/99 e 31/2001. CGJ 2/2007. rogatórias ou de ordem para alienação de bens serão cumpridas pelos Serviços de Hastas Públicas e Anexos das Fazendas Públicas. respeitados os ditames do Provimento CSM 759/2001. A referida etiqueta conterá os seguintes dados: a) número do processo e do protocolo respectivo. inclusive das comarcas do Interior. CSM 759/2001 e CGJ 31/2001. constará o número do processo e o 9º (nono) corresponderá ao dígito de controle. terão seus cumprimentos nas Varas de Acidentes do Trabalho.

pelos juízes de direito da comarca. 7 63. O sistema de processamento de dados emitirá ainda: a) livros de registro de feitos. erro ou alteração. 1 62. Revogado. Juiz Corregedor Permanente. dos cartórios cíveis. No “borrador de distribuição”. dos cartórios criminais. a ser implantado pela mesma empresa. do qual se enviará cópia à Corregedoria Geral da Justiça. CGJ 8/89 e 26/2009. o do “borrador de distribuição”. para publicação na imprensa oficial. sem qualquer rasura. dos distribuidores criminais. 6 Prov. Prov. será presidida pelo Juiz Corregedor Permanente do ofício ou alternadamente.3. 5 63. 3 Provs. A distribuição nas comarcas do Interior.4.6. b) livros de registro geral de feitos criminais. d) nomes das partes e do advogado subscritor da petição. nos casos em que a sentença de pronúncia não atinja todos os réus e haja necessidade de tramitação dos autos também na Vara Criminal.Cap. f) relatório da distribuição de pedidos de ordem de habeas-corpus. CGJ 6/98.5. CGJ 6/98.5. CGJ 1/84.3 SEÇÃO III DA DISTRIBUIÇÃO NAS COMARCAS DO INTERIOR 63. 5 Prov. atribuindo-se à sentença de pronúncia um protocolo próprio para este fim. será utilizado. 63. 7 Prov. CGJ 16/95 e CGJ 21/2008. CGJ 1/84. será utilizado folha de papel contínuo. CGJ 6/98. onde deverão ser arquivadas as folhas utilizadas. g) relatório da distribuição das cartas precatórias cíveis. 4 Provs. numerada e rubricada. poderá o Juiz Corregedor Permanente determinar a destruição das folhas do Borrador. e) relação das distribuições de inquéritos policiais e de cartas precatórias criminais. d) fichas com índice onomástico.2. 2 62. . conforme provimento que de comum acordo editarem. 6 63. c) livros de registro geral de feitos. – VII em caracteres numéricos. Fica instituído um classificador próprio e obrigatório.1. e com visto diário do MM. dos distribuidores criminais. onde houver mais de uma vara. para o “borrador de distribuição”. que será utilizado para as anotações de qualquer anormalidade que ocorra no 1 2 Prov. A distribuição dos processos ao Tribunal do Júri deverá ser feita livremente. 4 63. para publicação na imprensa oficial. borrão. deverá haver redistribuição do processo ao Tribunal do Júri. Nos casos em que a sentença de pronúncia atinja único réu ou todos os réus. preferencialmente. aproveitando-se os dados do sistema informatizado. denominado “livro de Ocorrências”. nos cartórios distribuidores. Nas Comarcas do Interior. além do sistema já existente. com o aperfeiçoamento já implantado pela Prodesp. onde a distribuição é feita através de microcomputador. para afixação em local público. Decorridos 02 (dois) anos da data da distribuição. Fica instituído um livro obrigatório.

será suprimida a emissão do Livro de Registro da Distribuição. Elaborada a conta. CGJ 37/2007. p.1.u.Cap. CGJ 20/2005.098/84. de acordo com o despacho que as houver deliberado e o disposto na legislação processual. 72. Sendo impossível a feitura do cálculo ou da conta. Na Comarca da Capital. 66. 4. L. CGJ 8/2002. § 1º. nos quais se incluirão todas as despesas reembolsáveis. O Contador. por deficiência ou inexistência de elementos essenciais. art. conforme disposição legal ou judicial. 6 69. e Prov. TJ 977/70.952/85. 9 Prov. 7 Prov. Aos Partidores compete fazer o esboço de partilha ou sobrepartilhas. 9 1 2 Prov. deverá destacar a parcela correspondente a honorários de advogado a que foi condenada. 3 3 65. 4 Prov CGJ 21/2011. devidamente informados. 70. 5 Port. 5 68. tais como as de publicações de editais pela imprensa. TJ 2. deverão os autos ser devolvidos aos respectivos ofícios de justiça. elaborar contas e cálculos. Suprimido.6. que deverá ser vistado pelo MM. 1 63. Nas Comarcas em que esteja implantado o Sistema de Distribuição Multiusuário da PRODESP. CGJ 6/98. sempre que houver necessidade. inclusive de natureza eleitoral. quando da elaboração da conta de liquidação nas execuções fiscais em que a Fazenda for vencida. de 1. 7 71. sendo indevida sua retenção a qualquer título.892. indenização de viagem e diária de testemunhas e outras previstas em lei. 4 67. Aos contadores incumbe proceder à apuração das condenações. Suprimido. 152. 8 Prov. – VII sistema de distribuição eletrônica dos feitos. os autos serão imediatamente devolvidos ao juízo de origem. Prov. os Partidores e Contadores terão atribuições e competências específicas. 123. 2 SEÇÃO IV DOS CONTADORES E PARTIDORES 64. 2º. Suprimido. bem como das fichas respectivas. 8 72. ambos afetos ao Departamento Técnico de Primeira Instância (DEPRI). 3 D. sujeitas à liquidação e. art. 6 Port. Suprimido. Juiz Corregedor Permanente. CGJ 9/93. CGJ 37/2007. . desde que necessárias e comprovadas nos autos.

591/66. utilizarão os impressos próprios. 7 Prov. 3 EC 17/80. Prov. Havendo necessidade de atualização e de continuidade de computação de juros. CGJ 4/86. Suprimido. Igualmente serão utilizados impressos para os cálculos de liquidação em processos de desapropriação direta ou indireta. Deverá também ser utilizado impresso próprio para os cálculos de liquidação em processos movidos por funcionários contra a Fazenda Pública para haver diferenças de vencimentos. 7 75.1. para cálculos de liquidação em processos de jurisdição cível. propondo. 5 74. Nas sucessões abertas a partir de 1º de janeiro de 1981. 8 76. Suprimido. 10 Prov. Os contadores judiciais da Capital e do Interior. .2.852/81 e L. No caso de sobrevir. o cálculo do imposto de transmissão "causa mortis" . 75. decisão judicial pela não expedição de requisitório reajustável. imediatamente. Suprimido.deve ser feito de maneira a permitir que os imóveis sejam separados em razão dos respectivos municípios de localização. Se o imóvel pertencer a mais de um município. com indicação da cota pertencente a cada município. CGJ 7/2003.284/86. 5 Prov. do Decreto-Lei Federal 2. será feito pelos interessados. Apurado o imposto.3. 6 74. o preenchimento das guias de recolhimento.2. à Corregedoria Geral da Justiça. 74. salvo determinação judicial contrária. 9. 9 Prov. O Departamento Técnico de Primeira Instância (DEPRI) deve comunicar todas as eventuais alterações de jurisprudência referentes a contas constantes de impressos. – VII 72. 2 73. CGJ 19/83. DL 1. 4 D. CGJ 14/81. formando um só conjunto aqueles localizados no mesmo município.10 Subseção I 1 2 Prov. CGJ 9/2001.1. 1º.652/81.2. CGJ 19/83.após a distribuição dos bens entre o cônjuge supérstite e os herdeiros ou legatários . parágrafo único e 33. no caso de determinação de requisição automaticamente reajustável.1. 16.4 73. novos modelos de impressos que sejam necessários. o imposto será calculado proporcionalmente à área localizada em cada município. obedecido ao disposto nos artigos 6º. 8 Prov. CGJ 37/2007. 6 Prov. 1 72. com remessa dos autos ao Contador. sem prejuízo da eventual fiscalização da Secretaria da Fazenda do Estado. p. os novos valores serão lançados nos mesmos impressos (coluna III).u. tantas quantos sejam os municípios. 9 77. CGJ 19/83. posteriormente. art.Cap. 3 73. o processo será devolvido ao Contador para nova conta simples.

CSM 320/87. . Antes de proceder à liquidação. CSM 320/87. desde que os respectivos programas sejam previamente aprovados pelo Coordenador dos Serviços de Processamento de Dados do Tribunal de Justiça. preparará o contador um plano de contas com todos os dados necessários ao processamento dos cálculos para que. 4 Prov.1 78. 2 2 78.Cap. 3 Prov. – VII Das Contas de Liquidação nas Execuções Acidentárias na Capital 78. 3 78. 4 1 2 Prov. dirimindo-se as dúvidas que porventura houver e corrigindo-se eventuais erros ou omissões.3.1. ouvido o Juiz de Direito responsável pelo Setor de Execuções Acidentárias. As contas de liquidação das execuções de condenação por acidente do trabalho serão elaboradas pelo contador judicial.2. se manifestem previamente os interessados. Os cálculos projetarão os resultados para o dia 30 (trinta) do mês da conta. Prov. CSM 320/87. facultado o uso de microcomputadores. As partes poderão também apresentar o plano de contas como proposta de acordo. sobre eles. CSM 328/87.

em nome dos interessados e à disposição do juízo. inclusive acessórios. e a segunda à instituição financeira. 6 Prov. se de Comarca ou localidade diversa daquela por onde tramitar o feito. por força de alvará judicial. CGJ 20/2003. para então operar-se àquela. de regra. e outra. CSM 320/87.3 2.CAPÍTULO VIII DOS DEPÓSITOS E LEVANTAMENTOS JUDICIAIS SEÇÃO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS 1. em até 48 horas da efetivação do depósito. sendo vedada a conversão do montante nominativo daquele em correspondente número de UPC. em seguida ao valor. CGJ 40/2001. A GDJ será. 7 Provs. poderá ser utilizada qualquer agência que. quando de seu preenchimento. Provs. ou em nome do próprio ofício de justiça. desde que este esteja previamente autorizado pelo juiz. para juntada aos autos. emitida em duas vias e. UFESP ou equivalentes. em folha branca.3. Em se tratando de depósito no BANCO NOSSA CAIXA S/A. de interesse da União ou de suas autarquias. será destinada ao depositante. 20/2003 e 6/2004. no mesmo prazo. tais elementos poderão ser consignados entre parênteses. caso em que deverão ser realizados na CAIXA ECONÔMICA FEDERAL.1. CGJ 6/2004.6 2. vedado manter os escrivães-diretores dinheiro em cartório ou em contas particulares. Os depósitos judiciais serão feitos no BANCO NOSSA CAIXA S/A. deva ser feito por ocasião de escritura. que conta com disciplina própria – será feito com rendimentos de juros e correção monetária. ressalvado o pagamento direto ao interessado. acima tratada. providenciará a transferência do numerário para a agência onde situado o juízo do processo. CGJ 20/2003. 3 Prov.4. Nos casos em que o pagamento.2 2.2. na instituição financeira referida nestas Normas.5. uma ao juízo. CSM 257/85 e CGJ 20/2003. ocorrerá de imediato caso o depósito se dê em dinheiro.GDJ). conforme dispuser a legislação pertinente. Quando houver necessidade ou conveniência. emitida de imediato.1 2. aquele a quem incumbir. o valor do depósito será sempre expresso em moeda nacional. mediante utilização de formulário específico (GUIA DE DEPÓSITO JUDICIAL . impresso a laser.7 2. A primeira via da GDJ. ou seu representante. 5 Prov. . Duas outras vias da GDJ serão emitidas pela instituição financeira e encaminhadas.4 2. CSM 257/85 e CGJ 20/2003. Todo depósito judicial – excetuando-se o destinado a despesas de condução de oficial de justiça. Se feito em cheque aguardar-se-á a compensação deste. salvo em se tratando de execuções fiscais ou ações referentes a tributos e contribuições federais. No primeiro caso o 1 2 Provs. CSM 257/85 e CGJ 20/2003. 4 Provs.6. A transferência do valor depositado. para o Departamento Técnico de Execução de Precatórios (DEPRE).5 2. o efetuará por meio de GDJ. fornecido pelo estabelecimento referido.

cópia reprográfica da conta de liquidação. em tempo real. para juntada ao processo. Em decorrência da implantação do novo Sistema de Pagamentos Brasileiro. 6 Prov.2 4. As moedas estrangeiras. no momento da abertura inicial da conta. segundo os valores vigentes no dia da efetivação do depósito. Os precatórios requisitando depósitos automaticamente reajustáveis deverão conter expressa advertência. que possibilitará aos clientes efetuar a transferência de recursos para essa finalidade. 40/2001 e 20/2003.6 5. 3 Provs. em até 48 horas da efetivação daqueles. será admitida a realização de depósitos judiciais BANCO NOSSA CAIXA S/A. 11 1 2 Provs. – VIII BANCO NOSSA CAIXA S/A emitirá a GDJ em três vias. CSM 257/85. 10 Prov.8 5. quando houver identidade de destinação das importâncias recolhidas.1 3.1. Caso existam várias pessoas físicas ou jurídicas condenadas a fazer depósitos. entregue ao alienante. 7 Prov.5. CGJ 20/2003. sem custas e emolumentos. com seus claros devidamente preenchidos. 4 Prov. CGJ 20/2003. . CGJ 20/2003. O BANCO NOSSA CAIXA S/A também emitirá comprovantes dos depósitos para envio.4 supra. a seguir. CGJ 20/2003.4. 9 Prov. pedras e metais preciosos serão depositados no BANCO NOSSA CAIXA S/A. CGJ 20/2003. 11 Prov. e ao Departamento Técnico de Execução de Precatórios. efetuados nos termos do item 5. mediante a utilização da transação denominada “Transferência Eletrônica Disponível (TED)”. CGJ 20/2003 e 6/2004.5 5.Cap. Os comprovantes de depósitos judiciais.7 5. ao juízo. juntamente com a guia respectiva. 5 Prov. CGJ 19/92. conseqüentemente.2. e a terceira para ser exibida pelo depositante na oportunidade da escritura. o número da sub-conta será atribuído automaticamente pelo sistema eletrônico de dados. um número “IDENTIFICAÇÃO DEPÓSITO”. a primeira destinada para o interessado-depositante. na qual se fará expressa menção.3. o BANCO NOSSA CAIXA S/A fornecerá ao depositante. As contas poderão receber depósitos em continuação. Prov. CGJ 19/83. Ao ser recebido um depósito judicial através de transação TED. no sentido de que os obrigados preencham devidamente os claros das contas. CGJ 20/2003. CGJ 19/83. para cada uma será determinado um número de conta e.3 5. sendo.9 6. número qualificado como “IDENTIFICAÇÃO DEPÓSITO”. a segunda para o estabelecimento de crédito. os obrigados apresentarão ao estabelecimento bancário. estarão disponíveis aos depositantes junto à agência do BANCO NOSSA CAIXA S/A detentora da conta.4 5. 10 6. através de outros estabelecimentos de crédito. Por ocasião dos depósitos.1. As vias destinadas ao juízo e ao Departamento Técnico de Execução de Precatórios (DEPRE) serão emitidas tal como previsto no subitem 2. Para que o depósito judicial possa ser efetuado nos termos do item 5. sendo. CGJ 20/2003. no dia seguinte à data da realização do depósito. 8 Prov.

devidamente numerado em campo próprio (1/2008. deverão ser firmados pelo escrivão-diretor e juiz. que será consignada em campo próprio. será submetido ao Juiz para subscrição. 2 7. o mandado será desarquivado e cancelado.1. 3 7. 8 Prov. Quando houver prévia consulta sobre o saldo da conta ou movimentação. bem como identificação das pessoas habilitadas a tanto. estendida a autorização aos casos de transferência de valores para conta já existente. Prov. sendo vedado o preenchimento em OTN's. em seguida. procedendo-se à sua juntada aos autos. 6 Prov. 9 1 2 Prov. CSM 283/86 e CGJ 19/2009. 6 8. 3/2008 e assim sucessivamente). "Resíduo de Conta". BTN's. 9 Provs. Em seguida. será assinado pelo Escrivão e então completado com a data de expedição.3. percentagens ou com uso de expressões "Saldo". CSM 257/85. 3 Provs. 5 8. 4 8. valendo como simples referência. – VIII 6. deverá constar do quadro respectivo o número da folha do processo que contém a procuração com os poderes bastantes para receber e dar quitação. com completa especificação do montante ou critérios para sua exata quantificação. 1 6. CSM 257/85. nessa oportunidade. contendo a data de emissão. mediante preenchimento de formulário eletrônico oficial e respectiva impressão em quatro vias. será arquivado em pasta própria no aguardo da presença do interessado. havendo prévia autorização judicial (decisão nos autos) para tanto.2. fornecido pelos estabelecimentos bancários.2. CSM 257/85 e CGJ 19/96. 4 Prov. 5 Provs. de forma periódica e sucessiva. Na hipótese de o levantamento ser deferido a procurador.2. que serão conclusos ao juiz para as providências cabíveis. Passados 90 (noventa) dias da data da emissão e sem que seja procurado.7 8. Quando houver necessidade ou conveniência. Nos pagamentos feitos em continuação. o escrivão-diretor deverá registrar o valor em moeda nacional. No preenchimento do mandado.Cap. sendo vedada a utilização de qualquer outro. é admitida a liberação por ofício ou alvará. 7 Prov. CGJ 19/83. CSM 283/86 e CGJ 37/2007. no quadro "Valor de Direito a Retirar".1. fixada a necessidade de revalidação anual nos casos de levantamentos por mandatários não advogados na causa. Os alvarás e ofícios expedidos para levantamentos em contas judiciais. O Mandado de Levantamento Judicial (MLJ) será emitido. CSM 257/85. Qualquer levantamento em conta judicial será feito mediante utilização de impresso próprio (MANDADO DE LEVANTAMENTO JUDICIAL-MLJ). só admitindo o depósito se os valores lançados forem encontrados exatos. desde que não impliquem no encerramento da conta judicial. UPC's. 8 9. tais elementos poderão ser consignados no quadro "Observações". . após. ou equivalente. CSM 257/85. 7. a partir dessa data (expedição) será contado o prazo de 30 (trinta) dias de sua validade.3. deverá constar do mandado o número do ofício-resposta ou referência indicada pelo estabelecimento depositário. O estabelecimento bancário deverá conferir cuidadosamente os cálculos. a guia do depósito assim admitido e a cópia reprográfica da conta de liquidação deverão ser remetidos ao ofício de justiça correspondente. 2/2008. CGJ 19/96. ressalvado o disposto no subitem seguinte.

Ocorrendo situações emergenciais. mediante relação.8 15. anotando o fato em sua relação e passando a aguardar nova provocação do interessado. serão entregues ao interessado que passará recibo na quarta via. o estabelecimento pagador efetuará a liquidação de acordo com a opção do interessado. destinando-se ao processo. o mesmo não poderá ser cumprido. o estabelecimento passará recibo na segunda via devolvendo-a ao ofício de justiça. CSM 257/85. . número da guia do depósito a que se refere. relações extras para um ou mais mandados expedidos no dia (emitidas ou não naquela data). ressalvados eventual perda ou extravio. item "9") aguardará o retorno do interessado no prazo máximo de 10 (dez) dias a contar do protocolo. juntando as 1ª. Ao lhe serem apresentadas as 3 (três) vias do mandado. 7 Prov. situação que será resolvida pelo juízo competente. e a juntará ao processo.1. 2/87. 3 b) no dia da conta judicial . 2/86. o interessado deverá recolher ao ofício de justiça o anterior. essa relação.mediante cálculo completo dos juros e da correção monetária. o escrivão-diretor passará recibo na 2ª via e dará baixa em sua relação. Transcorridos 45 (quarenta e cinco) dias da expedição do mandado. após assinadas pelo escrivão-diretor. 9 Prov. ao final de cada expediente. será devolvida ao ofício de justiça mediante relação diária. deverão constar. o escrivão-diretor relacionará em 2 (duas) vias os mandados expedidos. o estabelecimento pagador cancelará as providências internas que houver tomado e devolverá ao ofício de justiça. sem que o estabelecimento destinatário acuse o pagamento. será remetida ao estabelecimento pagador até às 10:00 horas do dia útil imediato. necessariamente. 4 Provs.ou dia útil imediato . o número do mandado (Ex. As três primeiras vias do mandado de levantamento judicial. 6 Prov. 4 11. CSM 257/85. nome do favorecido e valor. CSM 257/85. Se o interessado não protocolar as 3 (três) vias do mandado no estabelecimento pagador no prazo de 30 (trinta) dias.Cap. 6 13. já invalidado. para os fins do subitem "11. com base nas quartas vias retidas. 2ª e 4ª vias ao processo. após autenticação mecânica e com recibo do favorecido. mediante preenchimento em campo próprio: 2 a) imediatamente . CSM 257/85. A 2ª via do mandado. 5 Prov. Em "Observação" constarão os mandados eventualmente cancelados ou devolvidos no dia. CSM 347/88 e 1263/2006.). podendo inutilizar a 4ª via ou mantê-la em arquivo após carimbá-la "Cumprido em / / ".. Provs. durante o expediente.9 1 2 Prov.: 1/86. recebendo-a. 3 Provs. 1 11. Para a expedição de novo mandado. o escrivão-diretor cancelará a 4ª via apondo o carimbo adequado. Nas relações diárias do ofício de justiça para os estabelecimentos pagadores e vice-versa. que a manterá em arquivo na pasta onde se encontram as quartas vias retidas. O mandado protocolado dentro do prazo de sua validade (v. findo esse prazo sem o comparecimento do favorecido. mediante prévia autorização judicial. 7 14. 8 Prov.1". com atendimento do item "8". poderá o escrivão-diretor. encaminhar ao estabelecimento pagador. etc. – VIII 10. CSM 347/88 e 1263/2006. 5 12. CSM 347/88 e 1263/2006.1/87.. em impresso próprio. as vias que permaneceram retidas. nomes e valores.com remuneração “pro rata” referente à fração do mês entre a data do aniversário (mensal) do depósito e a data do efetivo resgate. CSM 257/85.ou dia útil imediato . CSM 283/86. afirmados em petição. o escrivão-diretor tomará as providências previstas no item "13". indicando número.

9 20. caberá ao responsável tributário. 6 18-B. feitos por intermédio do "Setor de Execuções Acidentárias" poderão ser efetuados com obediência aos itens seguintes. CSM 320/87. 3 Prov. fazendo-se nas duas primeiras vias do mandado as anotações relativas ao documento exibido. valores relativos a vários processos. na forma estabelecida pela legislação federal que rege a matéria. CGJ 37/2007. CSM 257/85. 8 SEÇÃO II DAS DISPOSIÇÕES ESPECIAIS . CSM 257/85. Prov. 1 2 Prov. CSM 257/85. quando o caso. 8 Prov. CGJ 37/2007. 4 Prov. Nas Varas de Acidentes do Trabalho da Capital. os depósitos e levantamentos. poderá o INSS incluir. por delegação constitucional (art. 9 Prov. processam-se em primeiro grau de jurisdição na Justiça Estadual. responsabilidade da instituição financeira depositária promover a retenção de imposto de renda quando do levantamento de depósitos judiciais.6. 6 Prov.1 16. § 3º. inclusive quanto àqueles pagos em cumprimento de decisões proferidas em processos de competência da Justiça Federal.1. Não cabe aos Ofícios de Justiça e às Contadorias judiciais fiscalizar ou prover a respeito da retenção de imposto de renda quanto a valores depositados judicialmente. Todos os juízes em exercício terão seus padrões de firmas para identificação nas agências ou postos dos estabelecimentos bancários. As relações de remessa diária serão confeccionadas e fornecidas aos ofícios de justiça pelos estabelecimentos bancários. No ato do levantamento o interessado ou seu procurador deverá provar sua identidade. CGJ 7/2003. 5 18-A. o INSS encaminhará ao setor demonstrativos dos valores depositados por processo. num único depósito judicial.4 18-A. Para pagamento de seus débitos apurados em execução. mas que. a 18-A. nem é.1. 7 Prov. Juntamente com a guia do depósito. 7 18-B. – VIII 15. Suprimidos. Suprimido. CGJ 37/2007. 5 Prov.1. A retenção de imposto de renda sobre rendimentos pagos em cumprimento de decisão judicial. resultantes de liquidações de sentenças. localizados nos respectivos Fóruns ou onde se efetivam os depósitos.ACIDENTES DO TRABALHO NA CAPITAL 19. 109. .2 17. da CF).3 18. Suprimido. no âmbito da competência da Justiça Estadual. 21. colhidos no setor competente do Tribunal de Justiça ou nas Diretorias de Fóruns. CGJ 37/2007.Cap.

CSM 320/87. como as liberações que se seguirem. mediante portaria que vigorará a partir de sua aprovação pela Corregedoria Geral da Justiça. Fica atribuída ao juiz responsável pelo Setor de Execuções Acidentárias.5 27. em nome dos respectivos credores. CSM 320/87. 5 Prov. Prov. Tanto a transferência.2 24. CSM 320/87. será ordenada ao estabelecimento depositário a transferência dos valores devidos para contas individuais. 3 Provs. após entendimentos com os órgãos locais do INSS e por portaria submetida à homologação da Corregedoria Geral da Justiça. CSM 320/87 e 37/2007. Para casos não enquadráveis nesta Seção. CSM 320/87. contando juros e correção monetária.4 26. – VIII 22.6 Justiça.Cap. 3 25. Havendo concordância dos procuradores dos autores. a disciplinação para o cumprimento das disposições constantes desta Seção. o Setor de Execuções Acidentárias cumprirá a sistemática da Seção precedente. 4 Prov. Autorizada a liberação do depósito. .6 1 2 Prov. em forma de relações subscritas pelo escrivão-diretor e pelo juiz. poderão ser feitas por mandado ao estabelecimento depositário. os valores àqueles devidos poderão ser transferidos para suas contas particulares. 6 Prov.1 23. CSM 320/87. Os juízes do Interior poderão adotar igual sistema.

1.1.3. bem como receberão as destinadas ao Tribunal de Justiça.1. 4 Prov.05. A remessa das petições recebidas pelos Protocolos das Unidades do Poder Judiciário será feita pelo sistema de malotes e as recebidas nas Agências da ECT serão encaminhadas pelo correio. 339/88.6 2. CSM 339/88 e CGJ 4/2003. nos dias úteis e no horário comercial (9:00 às 17:00 horas).1 1. 7 Prov. dará recibo na cópia da mesma.5 2.96. DO SERVIÇO ESPECIAL DE ENTREGA DE DOCUMENTOS SEED. inclusive via fac-símile. afixando uma via no verso da petição original e a segunda no verso da cópia que será devolvida ao requerente no ato da postagem. A ECT. correndo os defeitos de transmissão ou recepção por 1 2 Provs. O protocolo. CGJ 5/2003. 5 Prov. CSM 220. 9 Provs. ao receber petições. 6 Provs.1999. observando-se. NOTA .CAPÍTULO IX DO PROTOCOLO INTEGRADO. 1. ao receber a petição.800. CSM 339/88 e CGJ 35/99. . 3 Prov. CGJ 35/99. Pres. se houver. dirigidas a outras Comarcas do Estado. exceto as iniciais. CGJ 3/92 e Com. devolução esta que deverá ser requerida ao Juízo destinatário daquela peça.8 2. Justiça Militar. Os protocolos dos Foros do Estado receberão petições. DOJ de 30. CGJ 26/2000. 462/91.05. 1º e 2º Tribunais de Alçada Civil e Tribunal de Alçada Criminal.2 As petições previstas no item 1 poderão ser protocoladas nas Agências da ECT instaladas no Estado de São Paulo. DO SERVIÇO DE TELEX.2. 9 3. sendo devolvida pelo órgão destinatário. através do serviço de postagem via SEDEX.4 1. as normas da presente seção. DAS CÓPIAS REPROGRÁFICAS E AUTENTICAÇÕES E DO SERVIÇO DE ESTENOTIPIA SEÇÃO I DO PROTOCOLO INTEGRADO 1. diretamente ao Juízo destinatário. nos termos da Lei nº 9.Revogada. Somente serão recebidas petições via fac-símile durante o horário de atendimento ao público. TJ. As partes poderão utilizar sistema de transmissão de imagens tipo facsímile para a prática de atos processuais que dependam de petição escrita. inclusive quanto a erro ou endereçamento equivocados. devidamente chancelado o recebimento. 8 Prov. CGJ 4/2003. 227/85.7 A aquisição e o preenchimento do envelope padronizado de SEDEX serão de responsabilidade do interessado. CGJ 4/2003.2.3 Uma vez protocolada a petição em nenhuma hipótese será restituída pelo setor de protocolo. Prov. no que for aplicável. de 26. emitirá em duas vias o comprovante de postagem. CGJ 4/2003. e expedirá ficha que acompanhará a petição. 3.

1. Ofícios resposta de órgãos públicos e privados podem ser apresentados aos setores de protocolo geral das Comarcas da Capital e do Interior. desde que haja indicação na petição. 3 Provs.800. 11 Provs. – IX conta do transmitente. 6 CPC.Cap. art. 7 Provs. As petições de recursos dirigidas ao Supremo Tribunal Federal e ao Superior Tribunal de Justiça poderão ser apresentadas no protocolo integrado. Prov. recursos e demais papéis. requerendo adiamento de audiências. de 26. 343. exercer rigorosa conferência das remessas feitas diariamente. 3 4.2. Os setores de protocolo não deverão obstar o recebimento de petições. 435.7 5. 9.1. cabendo o exame dessas irregularidades ao juízo para onde forem destinadas. A remessa de petições via fac-símile não desobriga o usuário da protocolização dos originais nos protocolos dos Foros do Estado.1. guias de recolhimento ou documentos nelas referidos. CGJ 4/2003. a pretexto de estarem desacompanhados de cópias. no prazo e nas condições previstos no artigo 2º e parágrafo único da Lei nº 9. 8 Prov. 5 CPC. As petições e demais papéis que não digam respeito a feitos da Vara ou Ofício de Justiça serão imediatamente devolvidas ao setor de protocolo. substituição de testemunhas ou fornecimento de novos endereços de testemunhas poderão ser apresentadas no protocolo de Foro diverso daquele onde o ato deva ser praticado.05. As petições arrolando testemunhas. 11 8.1999. desde que destinados às unidades judiciárias do respectivo Fórum. As petições intermediárias acompanhadas de objetos de inviável entranhamento 1 2 Prov. 10 7.1 3.4 5. apresentando defesa prévia com rol de testemunhas. 12 9-A. CGJ 35/99. em destaque. art. nos limites das respectivas atribuições. CGJ 29/2003 e 02/2004. esclarecedoras de novos endereços de testemunhas.2 e DIPO 1. devendo os escrivães-diretores. CSM 272/86. 9 Provs. 4 Prov. CSM 209/85. As petições pertinentes a processos de natureza criminal em que esteja o réu respondendo em liberdade e relativas a apresentação de defesa prévia com rol de testemunhas. Aplica-se o previsto no item 4 para a contagem do prazo das petições protocoladas nas Agências da ECT. os laudos do Instituto Médico Legal e as Folhas de Antecedentes destinadas a todas as Comarcas e Varas do Estado. o término do prazo para recurso será certificado após 10 (dez) dias de sua ocorrência. . CSM 339/88. 12 Prov. 9 7. Nas Comarcas em que o malote tiver freqüência de até 2 (duas) vezes por semana. CSM 44/69. 2 4.6 somente poderão ser apresentadas no protocolo do Foro onde o ato deva ser realizado. quando do recebimento. 10 Prov. da condição de se tratar de réu solto. 863/04 e CGJ 13/04. 8 6. CGJ 13/90 e 10/2010.2) a receber. Ficam autorizados os protocolos do Foro Central da Capital (DEPRI 1. de substituição de testemunhas. em processos de natureza civil e em processos de natureza criminal com réu preso e aquelas requerendo esclarecimentos do perito e assistente técnico5 e depoimento pessoal da parte. CSM 339/88 e CGJ 3/92. CGJ 35/99. CGJ 3/92.

desde que a diligência deva se aperfeiçoar dentro dos limites territoriais da Comarca. A critério do juiz do feito. O preenchimento do protocolo do SEED. no qual deverá constar corretamente o número da relação (em ordem crescente). devendo ainda. 3 Prov. 6 Circular DAA-1/85-DEPRI. Os mandados não abrangidos pelo item 10 serão distribuídos igualitariamente entre os oficiais de justiça da Vara. Esses atos poderão ser praticados por remessa postal SEED. das Normas de Serviço da Corregedoria Geral de Justiça. bem como os de citação em ações de acidentes do trabalho. CSM 178/84 e CGJ 18/2008. CGJ 8/2009. a data em que a mesma está sendo remetida. 8 Circular DAA-1/85-DEPRI.1. os mandados de intimação em processos cíveis. criminais.Cap. As cartas deverão ser remetidas ao DEPRI 5. bem como dos impressos de intimações que vêm acompanhados do protocolo. a nomenclatura da unidade de trabalho expedidora. CSM 303/86. CSM 178/84.SEED 10. 7 Circular DAA-1/85-DEPRI.5. deverá ser observada tabela publicada periodicamente por ato do Conselho Superior da Magistratura. o nome do destinatário e o endereço correto para a entrega. na forma da 12. . 6 14. 8 16. 5 Provs. utilizando-se o impresso próprio. Distrital ou Comarca. CSM 178/84. deverão estar preenchidos corretamente. 2 10. da infância e da juventude e unidades de trabalho da Secretaria do Tribunal de Justiça. número de referência (processo. o número do processo. do Capítulo II. 4 13. 5 14. aos atos abrangidos pelas Comarcas agrupadas por força de Resoluções do Tribunal de Justiça que estendem a jurisdição de cada Vara ao território da outra do mesmo grupo.). Para recolhimento dos valores referentes às cartas postais.Serviço Especial de Entrega de Documentos. poderão ser enviados por intermédio do SEED . Frustrada a diligência. informações. vir acompanhadas de protocolo (impresso próprio) devidamente preenchido. o número de ordem. cópias reprográficas etc. 1 SEÇÃO II DO SERVIÇO ESPECIAL DE ENTREGA DE DOCUMENTOS . 3 11. Provs.1. lei. ofício etc. nome e endereço do destinatário e o CEP.Seção do SEED.). a exemplo da Resolução TJ nº 5/84. o ato poderá ser cumprido por oficial de justiça. as mesmas deverão ser envelopadas e fechadas. Aplica-se também. Os Ofícios Regionais e os Ofícios de Comarcas não devem deixar de mencionar qual o Foro Regional. para cumprimento ao disposto do item 84-A. 9 Circular DAA-1/85-DEPRI. 9 1 2 Prov. 4 Prov. Na necessidade de ser remetida a carta de intimação com mais peças (ofícios. o número de ordem. no que couber. constando o nome do expedidor.270 e 303/86 e Circular DAA-1/85-DEPRI. da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. 7 15.2 . acompanhadas da relação em 3 (três) vias. – IX aos autos do processo serão protocoladas e imediatamente encaminhadas ao Ofício ao qual dirigidas.

22. da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. utilizando-se do Serviço de Entrega de Correspondência Agrupada (SERCA).SEED. 1 2 Circular DAA-1/85-DEPRI. etc. art. que não possam ser transmitidas por outro meio de comunicação. É vedada a requisição de mensagens deprecando diligências para atos que serão realizados somente depois de 30 (trinta) dias. 4 Port. o juízo deprecado não poderá recusá-la. cortar pronomes de tratamento. SEÇÃO III DO SERVIÇO DE TELEX 20. TJ 2. mediante prévio exame do Juiz Diretor do Fórum.256/86. CSM 270/86.256/86.256/86. 8 Port. cortar pontos. quaisquer referências devem ser colocadas no corpo da mensagem.1. para os quais será utilizado o serviço de malotes. utilizando-se somente a parte anterior ao picote e em hipótese alguma grampear o referido protocolo. 3 19. CSM 270/86. da inquirição da testemunha. vírgulas e outros sinais gráficos. deverão ser expedidas. 3 CPP.256/86. Na falta de atendimento à intimação efetuada pelo sistema SEED. 2 18. cortar palavras desnecessárias. mandados de entrega de pessoas e coisas.Cap.278/86. cortar preposições e conjunções. alvarás de soltura. As comunicações oficiais "não urgentes". desde logo. O uso de teleimpressor (telex) é destinado exclusivamente a mensagens oficiais urgentes. 6 Port. A transmissão de mensagens para comarcas que não possuam equipamento telex (telexograma) só será admitida em caso excepcional. TJ 2. de preferência. 7 24. ofícios de levantamento. antes do seu cumprimento deverão ser confirmadas junto ao órgão expedidor.256/86. sem prejuízo da emergência e segurança que a medida exige. . pelos Juízes de Direito do Interior. Para a utilização do serviço de Entrega Especial de Documentos . TJ 2. Na redação do texto a ser transmitido deverão ser observados os seguintes a) b) c) d) e) f) redução do texto sem prejudicar a sua compreensão ou imprimir sentido diverso do desejado. quando desnecessárias ao entendimento. 6 23. caberá ao juízo expedir precatória para inquirição da testemunha na comarca de seu domicílio.1. 5 Port. 222 e Prov. Prov. – IX 17. Optando o juízo do processo pela deprecação. 7 Port.. As mensagens particularmente relevantes. 1 18. Os protocolos do SEED deverão ser colocados no lado esquerdo do envelope. TJ 2. se revestida das formalidades legais. deverão ser observadas as instruções constantes da Portaria TJ nº 2. 8 24. como por exemplo. 4 critérios: 5 21. TJ 2.

o dia e hora do recebimento da mensagem pelo destinatário. deverão requerê-las ao respectivo cartório ou unidade administrativa. As mensagens recebidas devem ser encaminhadas imediatamente ao destinatário. Mensalmente o Juiz Diretor do Fórum determinará o encaminhamento ao Departamento Técnico de Primeira Instância DEPRI.256/86. papéis e documentos. relatório das mensagens recebidas com os dados do item anterior para o seu visto e arquivamento. – IX 1 25. 9 Prov. Suprimido. de serviço próprio do Tribunal de Justiça ou terceirizado). do expedidor.1.2. CGJ 29/2005.256/86. 3 Port. 4 Port. arts. e efetuar o recolhimento da taxa devida. apresentando o impresso padrão (devidamente preenchido em uma ou em duas vias.256/86. CGJ 29/2005. livros. 3 27. As requisições serão arquivadas. 1º e 6º e Prov. CSM 917/2005.8 30. Port. § 2º. art.1.233/2005 e Prov.256/86. 7 Prov. O funcionamento dos serviços e arrecadação das importâncias cobradas pelas cópias reprográficas serão regulados em Portaria da Presidência do Tribunal de Justiça. 8 Prov. Suprimido.2. TJ 7. 10 Prov.11 31. ou pela Internet. um para cada processo. 6 28. 5 27. 5º. antes do arquivamento. anotando-se nelas. respectivamente. na Secretaria do Fórum. CSM 917/2005. 4 27. CGJ 29/2005. 7º.Cap. As mensagens só serão transmitidas após a prévia requisição próprio e expressamente autorizadas pelo Juiz Diretor do Fórum.10 31. relatório das mensagens expedidas e recebidas. Os interessados na obtenção de cópias reprográficas de peças dos autos. TJ 2. TJ 2. CGJ 29/2005. TJ 2. As mensagens urgentes não estão subordinadas ao horário de funcionamento normal dos serviços de "telex". 6 Port. Port.A. TJ 2. art.233/2005. Diariamente será apresentado ao Juiz Diretor do Fórum. 11 Prov. TJ 7. 2 26.9 31. segundo a ordem de expedição. Constarão da requisição o nome do destinatário.256/86. CGJ 29/2005. em impresso 26. o indicativo da máquina telex a ser chamada e o texto a transmitir.1. conforme se trate. nas agências do Banco Nossa Caixa S. 5 Port.256/86. TJ 2. Somente mediante vista e carga regulares poderão ser retirados autos de 1 2 Port. TJ 2. . em dinheiro. SEÇÃO IV DAS CÓPIAS REPROGRÁFICAS E AUTENTICAÇÕES Subseção I Das Cópias Reprográficas7 29. Port.

CGJ 29/2005. O valor arrecadado será recolhido ao Fundo Especial de Despesa do Tribunal de Justiça. 8. bem como aos funcionários designados pelas Diretorias dos Fóruns do Interior. requisitarão a extração gratuita de cópias para atender a despacho judicial. 7. art. CSM 917/2005.2 33. 6º e CGJ 29/2005.5 35. Nenhum serviço de reprografia será executado sem o prévio recolhimento da taxa devida. ressalvadas as hipóteses de isenção. 37. dos Juízes de Direito. 11 Provs. 4º.7 36. cabendo ao Departamento Técnico de Primeira Instância – DEPRI.2. CGJ 29/2005. CSM 917/2005. pelos Promotores de Justiça estagiários. entre os quais se incluem os de reparação do dano a que se refere o artigo 68 do Código de Processo Penal. dos Desembargadores.8 37.233/2005. A Procuradoria de Assistência Judiciária. utilizando-se de impresso próprio. incumbindo aos escrivães-diretores e diretores de Divisão numerar e rubricar todas as folhas. art. CSM 917/2005. 3º. 10 Provs.6 36. elaborar. 8 Prov. § 1º e CGJ 29/2005. c) fins criminais.1 Os postos de reprografia somente providenciarão a extração das cópias correspondentes ao valor efetivamente recolhido. com expressa referência ao motivo na requisição. Para expedição de formais de partilha.Cap. de Procedimentos Preparatórios e de Ações Civis Públicas. Est. 5º. para o fim exclusivo do exercício das atribuições explicitadas letras "c". da Corregedoria Geral da Justiça. 7 L. Os escrivães-diretores. caput. Suprimido. e o Ministério Público. 9º e CGJ 29/2005. art. 4 Prov. CSM 917/2005. art. art. 3 Provs. e pessoas designadas. Será permitida a extração de cópias reprográficas isentas de pagamento. d) os casos de assistência judiciária. Provs.1. . CSM 917/2005. CGJ 29/2005.3 34. art. CSM 917/2005. § 2º e CGJ 29/2005.4 35.1 32. Suprimido. Presidência. relatório e estatísticas referentes aos serviços reprográficos. exclusivamente para:9 a) atender a requisitórios da Presidência e Vice-Presidências do Tribunal de Justiça. 6 Prov. os diretores de Divisão. 5º. § 3º e CGJ 29/2005. § 1º e CGJ 29/2005. b) os serviços judiciários e de organização interna dos Ofícios e Varas. 5 Provs. observadas as formalidades impostas pelo artigo 7º da Portaria n. mensalmente. "d" e “e” deste item. art. e) os casos de Inquéritos Civis. CSM 917/2005. Provs.876/94. dos diretores de Departamento e de Divisão da Secretaria do Tribunal de Justiça.1. e CGJ 29/2005. por seus Procuradores estagiários. 6º. recolherá o interessado o valor relativo às cópias reprográficas diretamente no Banco Nossa Caixa ou pela Internet. e serviços administrativos das Diretorias e Secretarias de Fóruns.11 ou ou de nas 1 2 Provs. 8º e CGJ 29/2005. art. – IX cartório para extração de cópias. relativos a réus pobres. 9 Provs. CSM 917/2005. cartas e precatórias. dos Secretários do Tribunal de Justiça. da E. O valor das cópias reprográficas é o fixado periodicamente pelo Conselho Superior da Magistratura. 6º. solicitarão a extração de cópias reprográficas isentas pagamento. art.10 37.

cabendo-lhes a retirada dos autos mediante carga. a saída do processo do cartório não se mostrar conveniente à tramitação do feito. Não haverá atendimento de tais solicitações nas comarcas em que a Procuradoria de Assistência Judiciária e o Ministério Público dispuserem de aparelhamento próprio para a extração de cópias reprográficas. Se. 9 Prov.6. o respectivo atendimento. submeterá o pedido à apreciação do Juiz Corregedor Permanente. TJ 7. a critério do Juízo. 8 Prov. Havendo dúvida. Incumbe ao responsável pela Unidade Judicial.7 38-A. ou na ocorrência de impedimento legal. 5 38.3 37. Suprimido. o qual. quando necessário.1. A vedação contida no subitem acima é aplicável nas hipóteses previstas nas letras "c".2. 10 Prov. retornará ao cartório de sua procedência para as providências cabíveis. certificará nos autos a impossibilidade de extração da cópia solicitada. o escrivão-diretor providenciará a extração das principais. Na falta de indicação das peças.3. CGJ 13/96.2 37.10 38-C. "d" e “e” do item 37 e no subitem 37. Fica vedado o atendimento de pedidos de cópias de impressos codificados e padronizados. 4 Prov. CGJ 29/2005.233/2005. art. Suprimido.5.4 37. CGJ 29/2005. O escrivão-diretor. Sendo impossível a reprodução de peça de autos.13 39. CGJ 29/2005. CGJ 29/2005.4. . assim. Suprimido. tal fato será anotado no próprio impresso padrão. CGJ 29/2005. uma vez verificada a ocorrência das hipóteses previstas no item 37.14 1 2 Prov.9 38-B. 3 Provs. 5 Prov.1.6 38. CGJ 29/2005. § 4º e CGJ 29/2005. art. 7 Prov.7. 12 Prov. bem como quando se tratar de solicitação de cópias reprográficas por parte de réus presos ou através da Coordenadoria dos Estabelecimentos Penitenciários (COESPE) ou outros estabelecimentos prisionais. CSM 917/2005. de papéis ou quaisquer outros documentos. Prov.8 38-A.Cap. 14 Prov. – IX 37.12 39. Suprimido. 5º e Prov. Suprimido. Fica vedado o atendimento de pedidos de cópia integral dos processos. CGJ 29/2005. Suprimido. 6º. atender-se-á a solicitação nos termos do subitem 37. CGJ 1/70.1 37. CGJ 29/2005. CGJ 29/2005. de acordo com a anotação constante da requisição.2.11 38-D. 6 Port. 13 Prov. CSM 1877/2011.1. folha de livro. 11 Prov. CGJ 29/2005. Suprimido.

13 43. 10 Prov. 4º. Suprimido. no período da 10:00 às 18:00 horas. CGJ 29/2005. 13 Port. Suprimido. 4 Prov. CGJ 29/2005.7 41. em atendimento aos requerimentos apresentados nos períodos compreendidos por estes horários. CGJ 29/2005. parágrafo único e Prov. CGJ 29/2005. art. art.5.2.4 40. CGJ 29/2005. Suprimido.TJ 7. entendendo haver urgência. TJ 7. autos.1. 2º. 14 Prov. serão repassadas ao DEPRI ou à Secretaria da Administração do Fórum. As cópias não retiradas no prazo de 15 (quinze) dias úteis. 5 Prov.2. mediante carga.4. . 4º. a requerimento do interessado. b) em 48 (quarenta e oito) horas do recebimento dos autos no posto de reprografia.14 43. contados de sua efetiva extração. 12 Provs.233/2005. Port. Suprimido.5 40. CGJ 29/2005. ressalvada a hipótese prevista no subitem 42. Suprimido. quando houver a superação de 500 (quinhentas) folhas.2 39.1 39. 14:00 e 16:00 horas.1. Suprimido. papéis. CGJ 29/2005.11 42. – IX 39. art.Cap. TJ 7. Os Ofícios de Justiça remeterão diariamente. apenas para a entrega de cópias.1. O Juiz do feito. nas solicitações que não superem 500 (quinhentas) folhas.2. § 2º e CGJ 29/2005. 15 Port. A retirada das cópias reprográficas.9 41. CGJ 29/2005. CSM 917/2005. CGJ 29/2005. 2º e Prov.2. Os postos de reprografia atenderão aos interessados.3 39. 6 Prov. 8 Prov. art. com a apresentação do respectivo comprovante de recolhimento da taxa: a) em 24 (vinte e quatro) horas após o recebimento dos autos no posto de reprografia. livros e demais documentos aos postos de reprografia às 11:00. CGJ 29/2005. CSM 917/2005. CGJ 29/2005.233/2005. parágrafo único e Prov.1.15 44. Suprimido. Suprimido. mediante carga. 9 Prov. CGJ 29/2005.12 43.8 41.6 40.3. 7 Prov. CGJ 29/2005. ordenar o encaminhamento de autos. 1º. ao posto de reprografia. 3 Prov. Suprimido. conforme o 1 2 Prov. Suprimido.1. Suprimido. Prov. art. 11 Prov. para preferencial extração de cópias.233/2005. se dará diretamente pelo interessado nos postos de reprografia. poderá.10 42. CGJ 29/2005.

4. 11 Prov. será permitida apenas quando tenham sido extraídas no âmbito do Tribunal de Justiça. 29/2005 e 26/2011. art. 03/2004 e 29/2005. para posterior inutilização.14 45-D.12 45-C. art. 5 Provs. autenticadas as reproduções obtidas pelo meio previsto no item 45-A. Suprimido. livros. CSM 504/94. CGJ 29/2005.15 45-F. As cópias reprográficas de documentos originais. no que couber. 12 Provs. Não serão. 1º. livros e papéis em andamento ou arquivados nos Ofícios de Justiça ou unidades administrativas da Secretaria do Tribunal de Justiça. CGJ 29/2005. 3º e CGJ 29/2005. nenhuma autenticação será feita em documentos que não constarem de autos. 4º e CGJ 29/2005. TJ 7. 8 Prov. Ressalvada a hipótese de requisição judicial. CSM 504/94. art.4 45-A.10 45-B. 3/2004 e 26/2011. Essas mesmas regras se aplicam quando se tratar de documentos constantes dos prontuários de Magistrados e servidores do Poder Judiciário.1 45. A autenticação pressupõe específico requerimento do interessado. Suprimido.233/2005. em hipótese alguma. CGJ 18/2001. papéis e quaisquer outros documentos.6 45-A.13 Tribunais. será autorizado o exame ou vista de autos. Revogado. art. CGJ 18/2001 e 3/2004. CGJ 29/2005. Suprimido. Revogado. o item 50 e seguintes do Capítulo XIV. 3/2004.2. – IX caso.3 45-A. 6 Prov.11 45-C. 4º e Prov. 3 Provs. TJ 7. A autenticação de cópias reprográficas.5 45-A. assim autenticadas. CGJ 29/2005. CGJ 3/2004. 6º.5. CSM 917/2005.16 1 2 Port. 917/2005. Em nenhum caso será permitido o desencarte de peças processuais para a reprodução. CSM 504/94.1.7 45-A. 10 Provs. 13 Provs. 14 Provs. que não poderão recusá-las ou exigir autenticação pelas serventias de justiça extrajudiciais. 3º e CGJ 29/2005. 2º e CGJ 29/2005. terão validade perante todas as repartições públicas.1. art. 15 Provs. Nos postos de reprografia. destas Normas de Serviço.2 45-A. 16 Provs. CGJ 3/2004. nos termos desta subseção e observados.233/2005. parágrafo único e CGJ 29/2005.8 Subseção II Da Autenticação9 45-B.1. Port. É vedado às serventias autenticar documentos já autenticados pelos Juízos e 45-E. 4 Provs. 9 Prov. CSM 504/94.Cap. CGJ 29/2005. CGJ 18/2001. art. em hipótese alguma. art. CGJ 18/2001. . 7 Prov. 3º e Prov.3. art.

Cap. documentos e papéis pertinentes aos Ofícios de Justiça será realizada pelos respectivos escrivães-diretores. 9 Prov. em hipótese alguma.OFÍCIO DE JUSTIÇA”/“UNIDADE”. mediante o emprego de carimbo.11 1 2 Provs. Nas Comarcas em que os serviços de reprografia se encontram terceirizados. A autenticação mecânica deverá ser feita com o uso da cor azul.9 45-M. “ESTADO DE SÃO PAULO” (com ou sem o brasão respectivo). Não será. CGJ 29/2005. A chancela mecânica deverá conter necessariamente: a) referência quanto à origem do ato: "TRIBUNAL DE JUSTIÇA”. As chaves que acionam a máquina de chancelar ficarão em poder. para impressão macerada. Provs. 6 Provs. Fica autorizada a adoção de carimbo manual ou de processo de chancela mecânica. para autenticação de cópias de documentos extraídas mediante sistema reprográfico. CSM 917/2005.1. sendo todos solidariamente responsáveis pela regularidade da chancela e pelo seu eventual uso indevido. a autenticação de cópias extraídas de autos. CSM 917/2005. 8 Prov. livros. indelével.2. 3 Provs. § 1º e CGJ 29/2005. autenticada cópia reprográfica de outra reprodução reprográfica. 2º.4 45-L. c) nome. escrevente-chefe ou escrevente designado.2 45-I. 5 Prov. art. por quem quer que seja. do escrivão-diretor.. . “COMARCA DE. destituída de componentes magnetizáveis. cargo e assinatura do funcionário responsável. CGJ 29/2005. 1º. este último com o mesmo valor da assinatura de próprio punho do escrivão-diretor. 11 Prov. 2º. 4 Prov. o Juiz de Direito Diretor do Fórum designará funcionário para a realização dos serviços de reprografia e de autenticação. parágrafo único e CGJ 29/2005. d) data da prática do ato.3. deverá ser observado para uso de chancela manual. livros e classificadores pertinentes a unidades administrativas será realizada pelos respectivos diretores ou por seus substitutos. com utilização das expressões “CONFERE COM O ORIGINAL” e “AUTENTICO E DOU FÉ”.3 45-J. § 3º e CGJ 29/2005. art.5 45-M. CGJ 29/2005.”. oficiais maiores e escreventes especialmente designados pelos Juízes de Direito Corregedores Permanentes. A autenticação de cópias reprográficas de documentos constantes de autos. – IX 45-G. CGJ 29/2005.. com exceção da impressão macerada. CSM 917/2005.. “.8 45-M. a autenticação das cópias reprográficas será realizada pelo respectivo diretor ou por seu substituto. respectivamente. caput e CGJ 29/2005. 2º. CSM 917/2005. Também os carimbos deverão ficar em poder e sob a guarda dos responsáveis pela respectiva utilização.1 45-H. art. b) termo referente à respectiva autenticação. CGJ 41/99 e 29/2005. art. 7 Provs. CGJ 8/92 e CGJ 29/2005. escrevente-chefe e escrevente designado para operá-la.10 45-M. sem prejuízo da aposição da assinatura. 10 Provs.4. O previsto nos subitens acima. CGJ 29/2005. mas somente em relação a cópias que contenham a expressão “cópia extraída no Tribunal de Justiça de São Paulo”.. Nas Comarcas em que os serviços de reprografia não se encontram terceirizados. sem prejuízo de outras restrições previstas nesta subseção. Quando os autos do processo se encontrarem arquivados nas dependências do Arquivo Geral da Comarca da Capital.5.6 45-M.7 45-M.

3 SEÇÃO V DO SERVIÇO DE ESTENOTIPIA 46. O Corregedor Geral da Justiça ou o Juiz Corregedor Permanente. submetendo-os. letra c). 8 L. em seguida. XIV. 619/151 e JTA 93/380. Cap. 46. A transcrição poderá ser dispensada pelas partes interessadas. 4 L. a critério do juiz. art. O serviço de estenotipia não poderá ser recusado pelas procuradores. através da Corregedoria Geral. Os servidores responsáveis pelo serviço de autenticação deverão providenciar o registro de sua assinatura ou da chancela mecânica (NSCGJ. tratando-se de decisão ou sentença estenotipada. § 5º e CGJ 29/2005. não podendo ultrapassar cinco dias.2. – IX 45-N. TACRIM-SP-AI 413. 6 Prov. poderão suspender o uso da chancela mecânica ou manual. 12. 7 STF HC 66. 2º. CSM 917/2005.734-1-SP. 2º.1 45-N.2 45-O. § 2º e CGJ 29/2005. CSM 917/2005. começa a correr da intimação de sua transcrição. Cap.923-1-SP.2. 607/112. 3. item 1. Provido o Juízo ou Vara do serviço de estenotipia. Quando utilizadas nas audiências. o prazo para transcrição e juntada aos autos será fixado ao término da audiência. CSM 917/2005.1 deste Capítulo. inclusive com a apreensão de máquinas. 8 48. art.7 47. § 1º. à apreciação superior. Sua transcrição vernacular será juntada depois.1. inclusive do STF. prover os Juízos e Varas do Estado com o serviço de estenotipia. o prazo para recurso. se ao juiz não parecer inconveniente. A transcrição será subscrita pelo estenotipista e assinada pelo juiz. que informará sobre a disponibilidade de equipamentos e a respeito do volume de trabalho da unidade pretendente. 3. art. 6 47. CGJ 16/2002.947/83. 3 Provs. Provs. clichês e carimbos. art. 3. art. A estenotipia será utilizada nas audiências e nos serviços judiciários pertinentes. 12. intimando-se as partes. a justificar ou não a utilização da máquina.DEPRI. Os pedidos de chancela mecânica deverão ser dirigidos ao Departamento Técnico de Primeira Instância . NOTA . segundo o prudente critério do Juízo. partes ou seus 49. 2º. RT 603/147. sua não utilização implicará na 1 2 Provs. para fins de reconhecimento.Segundo reiterada jurisprudência. 4 46. 5 L.1. as fitas estenotipadas serão ali assinadas pelos interessados e juntadas desde logo aos autos. § 4º e CGJ 29/2005. art. salvo causa justificada. 12. "ex officio". observado o disposto nos itens 47 e 47.Cap. 5 47.947/83.1. XIV. § 2º. Enquanto não provido o serviço de estenotipia da transcrição eletrônica automática. item 52 e respectivos subitens) no tabelionato mais próximo à respectiva unidade de trabalho. Poderá o Tribunal de Justiça. na medida das disponibilidades de recursos materiais e de pessoal qualificado. respectivamente. da firma lançada em autenticação manual ou da chancela mecânica de autenticação (NSCGJ.947/83. .

– IX relotação do estenotipista para outro posto de trabalho. Prov. acompanhado de certidão do escrivão diretor do ofício judicial correspondente e com a anuência do juiz. com produção mínima de cento e vinte laudas no período. CGJ 16/2002. . 3 Prov. CGJ 3/95. através da Corregedoria Geral e por delegação à Corregedoria Permanente respectiva.1 será obrigatória a apresentação de relatório mensal pelo estenotipista. pelo Tribunal de Justiça. 50. ministrado a escreventes aprovados em teste de seleção.1. 3 51.2 50. O exercício da função de estenotipista dependerá da aprovação em curso regular. 1 2 LC 617/89. Do relatório deverão constar os números dos processos com a respectiva quantidade de laudas transcritas.Cap. Para fazer jus à gratificação de produtividade.

No Foro Central da Comarca da Capital funcionará o Ofício da Portaria dos Auditórios e das Hastas Públicas com a finalidade de realizar as praças e leilões judiciais das varas centrais da Comarca da Capital. 686. CGJ 8/90. Prov. funções essas exercidas por oficiais de justiça. devendo o escrivãodiretor.1. 4 Prov. num limite máximo de 2 (duas) praças e 2 (dois) leilões por dia. Tratando-se de leilão de bem móvel. Tratando-se de bem imóvel. quanto nas demais comarcas e varas. 5 2. CGJ 2/89. no Foro Central da Comarca da Capital. 3 Prov. e 697). 6 2. a praça será realizada. art. bem como à prévia e fundamentada autorização do Juízo por onde tem andamento o processo de execução. CGJ 1/94. será comunicada. CGJ 13/2005. sob a fiscalização do juiz de direito. 2 1. . sob responsabilidade pessoal e indelegável. até às 1 2 Prov. 7 2. ao Ofício da Portaria dos Auditórios e das Hastas Públicas. 8 2. A designação de praças e leilões. 1 1. estará condicionada ao prévio requerimento do credor. 5 Prov. As Varas de numeração par farão designações nos dias pares e as de numeração ímpar nos dias ímpares.3 1. tanto no Foro Central da Comarca da Capital. de falência. CGJ 8/85. garantido sempre o recurso correspondente à parte que se sentir prejudicada.1. somente pelo Ofício da Portaria dos Auditórios e das Hastas Públicas (CPC. 6 Prov. para cada vara. 7 Prov.2. art. CGJ 13/2005. A estrutura física do Setor de Hastas Públicas da Comarca da Capital poderá ser utilizada para a realização de leilões por leiloeiros oficiais somente na hipótese de ser esse o lugar designado pelo juiz (Código de Processo Civil.CAPÍTULO X DO OFÍCIO DA PORTARIA DOS AUDITÓRIOS E DAS HASTAS PÚBLICAS 1. Nas demais comarcas e varas as praças serão realizadas pelo porteiro das respectivas varas. 4 1. Os autos deverão ser entregues no último dia útil que anteceder a hasta. as quais serão apregoadas pelo Porteiro dos Auditórios. 705. 705 e 706) no pregão.3. até o 25º dia do mês anterior à data marcada.3. 8 Prov. quando não houver indicação de leiloeiro pelas partes ou houver impedimento legal para atuação destes. § 2º.2. no Foro Central da Comarca da Capital. a atuação de leiloeiro público (CPC. abrindo imediata conclusão ao juiz que responder pelo feito para que este determine a remessa dos autos às Hastas Públicas. CGJ 13/2005.4. elaborar certidão pormenorizada do atendimento aos artigos acima mencionados. exceto em caso de afastamento. CGJ 2/89. cujo escrivão-diretor fixará o horário na pauta de serviços. art. Incumbe aos respectivos ofícios de justiça verificar a observância ao disposto nos artigos 686 e 687 do Código de Processo Civil. inciso II). de concordata ou de recuperação judicial.

Nestas duas hipóteses. O prazo a que se refere o artigo 693 do Código de Processo Civil deverá ser aguardado no Ofício da Portaria dos Auditórios e das Hastas Públicas. e sem prejuízo do que se contém no subitem anterior. . fora do recinto do Fórum. elaborados e subscritos pelo escrivão-diretor do Ofício da Portaria dos Auditórios e das Hastas Públicas. Prov. compreendem-se a presidência. 3 Prov.2. positivos ou negativos. que fiscalizarão. 4 Prov. a realização das praças e leilões judiciais feitos pelo Ofício da Portaria dos Auditórios e das Hastas Públicas. Na falta ou impedimento do porteiro de auditórios. Suprimido. remetê-los-á ao juiz da causa para apreciação. ou no indicado pelo juiz da causa. suscitada ou não pelas partes interessadas. o juiz de direito designado poderá praticar atos jurisdicionais exclusivamente relacionados com a praça ou leilão.5. Funcionando como órgão administrativo e judicante. Realizada a praça ou o leilão. 5. 7 Prov. 5. 1 3. a fiscalização e a resolução de todos os incidentes que ocorrerem durante a realização dos leilões e das praças. em caráter excepcional. no Ofício da Portaria dos Auditórios e das Hastas Públicas. CGJ 1/94. Nos leilões realizados no local onde estiverem os bens. 6 6. motivadamente. 5. CGJ 1/94. os atos a que se referem os artigos 167 e 168 do Código de Processo Civil serão praticados pelo escrivãodiretor do Ofício da Portaria dos Auditórios e das Hastas Públicas. 7 7. art. com a súmula assinada do resultado dos leilões. entretanto.1. 4. 693. 3 5. CSM 81/74. – X 12:30 horas. 2 5.3. Mediante escala. por força de alguma ocorrência ligada a fatos ocorridos durante a realização da alienação judicial. devendo assinar os respectivos autos.5 receberá o juiz de direito designado quaisquer requerimentos vinculados àqueles atos. CGJ 1/94. em virtude de designação da Presidência do Tribunal de Justiça. somente podendo sustá-los. CGJ 2/89. serão designados juízes de direito. inclusive os relativos a pedidos de adjudicação e de remissão. organizada pela Presidência do Tribunal de Justiça. A partir do recebimento dos autos e até devolução ao ofício de origem. vedada a apreciação de matéria processual antecedente à remessa do processo às Hastas Públicas. 4 5. de preferência auxiliares da Capital. CSM 54/74. somente oficial de justiça da vara que determinar a realização da praça ou do leilão poderá ser nomeado "ad hoc" pelo juiz. Nas atribuições do juiz de direito designado na forma do item 5. 1 2 Prov. O juiz de direito designado zelará para que os leiloeiros devolvam. lavrados os autos com as cautelas devidas. onde será lavrado o auto de arrematação. mas sempre antes da confecção e assinatura dos respectivos autos. 6 Prov. os processos que lhes forem entregues. diariamente.Cap. 5 CPC. mediante carga e termo de remessa elaborado pelo ofício de justiça.4. o juiz de direito designado destacará funcionários do Ofício da Portaria dos Auditórios e das Hastas Públicas para fiscalizar a sua regularidade. pessoalmente.

o respectivo auto será lavrado. com as cautelas necessárias. . No caso de praças negativas. no prazo de 24 (vinte e quatro) horas.Cap. Os autos deverão ser devolvidos ao ofício de origem. – X 7. ao Ofício da Portaria dos Auditórios e das Hastas Públicas. que seja apresentado ao ofício de justiça onde se processe a execução. a ser subscrita pelo juiz fiscalizador. antes da data designada. para que possa o juiz fiscalizador determinar a devolução do feito à vara de origem. ou de arrematação. 10. para as anotações necessárias. contadas da assinatura do auto negativo. antes da assinatura do auto. por escrito. e que deverá ser arquivada no próprio ofício. em face do disposto nos artigos 693 e 788 do Código de Processo Civil. O Ofício da Portaria dos Auditórios e das Hastas Públicas deverá lavrar uma súmula. Sempre que o juiz da vara onde se processe a execução sustar a praça ou o leilão. o ofício respectivo deverá comunicar o fato. pelo Ofício da Portaria dos Auditórios e das Hastas Públicas. em ordem cronológica. Eventual pedido de remição. 11. deverá ser encaminhado incontinenti ao Ofício da Portaria dos Auditórios e das Hastas Públicas. incontinenti.1. 8. na qual constarão os atos praticados e as decisões proferidas enquanto o processo esteve sob sua responsabilidade. 9.

§ 2º.069/90. Os registros. parentesco e residência. a pessoa até 12 (doze) anos de idade incompletos. É vedada a divulgação de atos judiciais. art.CAPÍTULO XI DOS OFÍCIOS DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE E DOS SERVIÇOS AUXILIARES SEÇÃO I DOS SERVIÇOS DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE 1. Considera-se criança. 2º e Prov. 8. 143. policiais e administrativos que digam respeito a crianças e adolescentes a que se atribua autoria de ato infracional. 6 L. 7 5-A. cópia do requerimento (que consignará a qualificação do requerente e do menor. apelido.069/90.069/90. averbações e certidões necessários à regularização do registro civil da criança ou adolescente.2. Verificada a inexistência de registro de nascimento da criança ou adolescente. arts. e adolescente aquela entre 12 (doze) e 18 (dezoito) anos de idade. 2 3. conforme certidão de nascimento) permanecerá arquivada em cartório. 5 5. Os Ofícios da Infância e da Juventude. 8 1 2 L. Nos pedidos de autorização para expedição de RG em favor do menor que não esteja acompanhado do representante legal. A expedição de cópia ou certidão de atos judiciais. 7 L. 8. art. 3 3. 4 L. 141. 8. CG 6/91.069/90.u. .1. As ações judiciais de competência da Justiça da Infância e da Juventude são isentas de custas e emolumentos. somente será deferida pela autoridade judiciária competente. vedando-se fotografias. para os efeitos da Lei nº 8. custas e emolumentos.069/90. no fornecimento de informes a terceiros.069/90. o assento será feito à vista dos elementos disponíveis. 4. 143. cuidarão que se observem as limitações acima contidas. 1 2. 8. art. 102. se demonstrado o interesse e justificada a finalidade. são isentos de multas. art. CGJ 36/2007. p. 8. 3 L. policiais e administrativos que digam respeito a crianças e adolescentes a que se atribua autoria de ato infracional. mediante requisição da autoridade judiciária. ressalvada a hipótese de litigância de má-fé. § 1º. art. L. art. referência a nome. 8 Prov. 8. 143 e 144. 6 5. § 2º. filiação. 8.069/90. gozando de absoluta prioridade. Qualquer notícia a respeito de fato não poderá identificar a criança ou o adolescente. 5 L.069/90. 102.1. É dispensada a guarda de cópia do RG do solicitante ou da certidão de nascimento do menor. 4 3.

50. Suprimido.Cap. CGJ 25/98.3 Registro de Atas de Visitas a Entidades Governamentais e não Governamentais de Atendimento a Crianças e Adolescentes. relatórios. 50.5 9. destinando-se a primeira ao interessado e a segunda ao processo.9 13. CGJ 25/98. 11 Prov. Suprimido.8 12.1. Suprimido. CGJ 25/98. se verificatório ou contraditório. art. com índice. Todas as comunicações. 8.4 6. 10 Prov. Registro de Crianças e Adolescentes em condições de serem adotadas. 11. Os termos deverão ser lavrados em 02 (duas) vias. . CGJ 25/98. 4 Prov.7 12. CGJ 25/98.11 1 2 Prov. 9 Prov.1. CGJ 25/98. Desse registro. 6 Prov. requerimentos ou portarias que ensejem a instauração de qualquer procedimento deverão ser registrados no livro Registro Geral de Feitos.2 Registro de Pessoas Interessadas na Adoção. deverá constar a natureza do procedimento. o disposto nos itens anteriores. inclusive qualificação dos interessados.6 10. O livro Registro de Colocação em Casa de Semiliberdade e Internação conterá o registro da colocação. 8 Prov. 7. 7 Prov. 3 L. Além dos livros obrigatórios. no que couber. Registro de Sentenças. 8. Os termos poderão ser expedidos pelo sistema de processamento de dados. observado. 5 Prov.069/90.10 15. L. com todos os dados e elementos pertinentes à medida aplicada. deste Capítulo. art. 14. CGJ 16/84. sempre assinados pelo juiz e pelas partes. todos os elementos necessários e pertinentes. os ofícios da Infância e da Juventude deverão possuir os seguintes:1 a) b) c) d) e) Registro de Colocação em Casa de Semiliberdade e Internação. Nas Comarcas em que estejam instalados. sendo formado em folhas soltas. deles constando.1. Suprimido.069/90. CGJ 13/99. 8. CGJ 25/98. quando for o caso. – XI SEÇÃO II DOS LIVROS 6. Suprimido. os Serviços Técnicos da Vara da Infância e da Juventude se incumbirão da feitura dos livros mencionados nas letras "c" e "d". 7. Os termos deverão ser lavrados após a decisão judicial.

respectivamente.7 17. d) para arquivamento de guias referentes a penalidades administrativas. Os ofícios da infância e da juventude.Cap.3 SEÇÃO III DOS PROCEDIMENTOS 17.3. no mesmo dia. Retornando os autos.1 16. 8 17. c) para arquivamento de alvarás concedidos.3. CG 1599/98. a Corregedoria Permanente da Fundação Estadual do Bem Estar do Menor . remissão e representação. e) para arquivamento de portarias e provimentos do Juízo. CGJ 14/92. Suprimido. – XI 15. Distribuídos e autuados os documentos a que se referem os arts. b) para arquivamento de autorizações para viajar. Fica atribuída ao Juiz Coordenador do Departamento de Execuções da Infância e da Juventude . independentemente de despacho. o número da respectiva habilitação junto à Comissão Estadual Judiciária de Adoção Internacional. serão os autos encaminhados.2. que mantenham programas sócio-educativos de internação. quando houver dúvida fundada sobre o exato entendimento à manifestação do representante do Ministério Público. semiliberdade. bem como. Os autos serão conclusos para fins de homologação. ao representante do Ministério Público. da Lei Federal nº 8. Provimento CSM nº 555/96). 4 17. com informações de antecedentes.1. CGJ 5/2001. 3º. f ) para arquivamento das comunicações feitas à Comissão Estadual Judiciária de Adoção Internacional. CSM 892/04 e Proc. Fica atribuída aos Juízes das Varas da Infância e da Juventude e das Varas com jurisdição da Infância e da Juventude a Corregedoria 1 2 Prov.1. o escrivão-diretor expedirá os mandados e ofícios requeridos pelo representante do Ministério Público e deferidos pelo Juiz.3.2 16. CGJ 14/92. Prov. 7 Provs. liberdade assistida e prestação de serviços à comunidade (art.2. "caput". 5 Assento Regimental TJ nº 164. ou quando o determine o Juiz.DEIJ. dentro de 15 (quinze) dias do trânsito em julgado da decisão que deferiu a adoção. deverão também possuir os seguintes: a) para arquivamento de autorizações de trabalho. 177 e 179. e das entidades de atendimento estabelecidas na Comarca da Capital.1.1. 3 Prov. além dos classificadores obrigatórios. os critérios a seguir estipulados. CSM 739/2000 e CGJ 5/2001. do qual deverá(ão) constar o(s) nome(s) do(s) adotante(s) estrangeiro(s). inciso I. A Corregedoria Permanente das entidades de atendimento e os pedidos de remoção e de transferência de adolescentes deverão observar. O Classificador obrigatório previsto na alínea "f" será formado por cópia do ofício encaminhado à Comissão. designação de audiência. CGJ 25/98. 8 Provs. 6 17.069/90. . 4 Assento Regimental TJ nº 164.FEBEM.5 17. 6 Assento Regimental TJ nº 164. arquivamento.

quando efetuados pela FEBEM ou Secretaria do Estado a que ela estiver vinculada. CG 1599/98. de adolescente infrator. observado o disposto no artigo 127 do ECA. CSM 892/04 e Proc. competente para sua apreciação.Cap. ou órgão não pertencente ao Poder Judiciário. deverão ser dirigidos à Corregedoria Geral da Justiça. CG 1599/98.3-B. 1 2 Provs. Os pedidos de remoção ou de transferência. O pedido de remoção de adolescente infrator será feito pelo Juízo mediante a utilização de formulário próprio.3. ou congênere. com cópia das peças abaixo mencionadas: 6 I . liberdade assistida e prestação de serviços à comunidade. 4 17. CSM 892/04 e Proc. b) representação do Ministério Público. Os pedidos de remoção ou de transferência em internação provisória (artigo 108 do ECA) ou em cumprimento de medidas sócio-educativas de internação (artigo 122 do ECA) e de semiliberdade (artigo 120 do ECA).4. contendo representações anteriormente oferecidas e respectivas situações processuais. entidade religiosa ou seu representante. se realizado. CG 1599/98. CSM 892/04 e Proc. Considera-se remoção todo pedido que envolva o deslocamento de adolescente custodiado em cadeia pública. e) certidão de antecedentes atualizada. CSM 892/04 e Proc. sendo da responsabilidade do Senhor Escrivão Diretor instruir o pedido.3. e transferência todo pedido que represente movimentação do adolescente entre as entidades de atendimento.3-C. CGJ 5/2001. c) estudo psicossocial. 6 Provs. por entidade governamental ou não.3. Provs. para entidades de atendimento. Procurador do Estado. 3 17. Fica dispensada a remessa da representação quando esta não houver sido oferecida pelo Ministério Público. Ministério Público. Os pedidos de remoção ou de transferência. e este fato constar do pedido.3. CGJ 5/2001. 5 Provs. 5 17. . CSM 892/04 e Proc. CG 1599/98. que mantenham programas sócio-educativos de internação.3. deverão ser dirigidos ao Juiz Corregedor Permanente da entidade de atendimento onde aquele estiver custodiado. CGJ 5/2001. d) despacho interlocutório proferido na forma do artigo 108 do ECA. CG 1599/98. CGJ 5/2001. CGJ 5/2001. semiliberdade. 4 Provs. quando efetuados pelo próprio interessado.1 17.3-A. deverão ser dirigidos diretamente ao Juiz Corregedor Permanente da respectiva entidade de atendimento onde se pretenda internar o adolescente infrator. familiar ou pessoa que mantenha ou não qualquer vínculo com o adolescente infrator. obrigatoriamente. 3 Provs. CG 1599/98.3.Para internação provisória: a) boletim de ocorrência ou auto de flagrante. quando efetuados pelo Juízo. CSM 892/04 e Proc. – XI Permanente das entidades de atendimento estabelecidas nas respectivas Comarcas ou Foros Distritais do interior do Estado. 2 17. f) cópia de documento que comprove a identidade do adolescente. Advogado. para e entre entidades de atendimento localizadas no Estado. CGJ 5/2001.

b) O juízo interessado expedirá ofício.3. antecedentes . as solicitações de vaga (item b) deverão ser encaminhadas pelos Juízos da Infância e Juventude ao MM. idade. com os documentos elencados no item 17. descrevendo as características do adolescente (especificar sexo. III do ECA): a) sentença que aplicou a medida descumprida.3. . b) cópia de documento que comprove a identidade do adolescente.Cap. Havendo indicação de vaga em unidade 1 2 Provs.3. 1 17. o juízo interessado procederá na forma dos itens “a”. CGJ 5/2001. via FAX. CSM 892/04 e Proc.Para internação por prática de ato infracional (artigo 122. também via fax. Provs. objetivando esgotar todas as possibilidades de remoção/transferência para as unidades do Interior/Litoral.3. via SEDEX. contados da data em que proferida a decisão ordenando a internação/inclusão em semiliberdade. e existindo outra(s) unidade(s) que atenda(m) a mesma circunscrição judiciária. o pedido de remoção/transferência será então dirigido ao DEIJ. b) decisão que aplica a medida de internação em razão do reiterado e injustificável descumprimento da medida anteriormente imposta. d) No caso de deferimento. a seu critério. I e/ou II do ECA) ou inserção.artigo 122 do ECA. CG 1599/98. CSM 892/04 e Proc. No pedido de transferência de adolescente infrator feito pelo Juízo (item 17. que aguardam a remoção para unidades de internação/semiliberdade. CG 1599/98. deverá ser expedido ofício contendo os motivos. o juízo interessado oficiará ao Juízo Corregedor remetendo o pedido e documentos da remoção/transferência elencados no subitem 17. – XI II . CGJ 5/2001. e) Na hipótese de indeferimento. domicílio.Para internação por descumprimento de medida anteriormente imposta (artigo 122.4 que. desde o início. oficiará à Presidência da FEBEM requisitando indicação de unidade adequada no Estado para a recepção do adolescente. solicitando a “reserva da vaga”. “b” e “c” supra.notadamente se cumpriu anteriormente medida de internação na FEBEM . 17. A tramitação dos pedidos de remoção/transferência observará as seguintes etapas: 2 a) Em se tratando de adolescentes custodiados em cadeias públicas ou congêneres. consultando o Juízo Corregedor Permanente da unidade do Interior/Litoral sobre a possibilidade de remoção/transferência.3.5. III . Juiz Corregedor Permanente da unidade onde se pretenda a internação/colocação em semiliberdade no prazo de 24(vinte e quatro) horas. ressalvado ao Juiz Corregedor Permanente da entidade de atendimento para onde se pretenda transferir o adolescente infrator solicitar esclarecimentos/documentos adicionais. no regime de semiliberdade: a) sentença que aplicou a medida de internação ou semiliberdade. f) Persistindo o indeferimento. via SEDEX (Comunicado DEPRI de 09/10/02). bem como outros dados peculiares de seu perfil considerados relevantes).4 deste Capítulo. c) O Juízo Corregedor consultado responderá ao pedido no máximo em 24 (vinte e quatro) horas.4-A.3-A).

Juiz Corregedor Permanente destinatário. fora dos casos disciplinados neste Capítulo. i.6. CG 1599/98. sem prejuízo da comunicação ao Juízo solicitante. 2 17. sob pena de responsabilidade. CSM 892/04 e Proc. j) Na hipótese da internação ser aquela prevista no artigo 122.4. poderá avocar. CGJ 5/2001. ao Juízo do local onde o adolescente cumprirá as medidas (Prov. CGJ 5/2001. via malote. para a execução da medida serão remetidos pela Comarca interessada. Autorizada a liberação do adolescente infrator. deverá ser remetida cópia. a ser prontamente cumprida. decorrido o prazo de 40 dias. os Juízos Corregedores poderão solicitar providências aos Juízos envolvidos. Proferida a sentença.1. III. CSM 892/04 e Proc. com ou sem julgamento do mérito. o DEIJ oficiará ao Juízo Corregedor respectivo encaminhando o pedido e documentos da remoção/transferência. tal fato será imediatamente comunicado ao Juiz Corregedor Permanente da entidade de atendimento em que o adolescente infrator encontrar-se internado provisoriamente. A Corregedoria Geral da Justiça. CG 1599/98. 17. por SEDEX.b) remeter. CGJ 5/2001. após análise de sua conveniência por parte do MM. para as providências cabíveis. h) Nos casos de adolescentes custodiados por força de decreto judicial de internação provisória previsto no artigo 108 do ECA. CSM 892/04 e Proc. 4 Provs. solicitando a “reserva da vaga”. 3 Provs. preferencialmente por fax-símile. deverá: i. justificadamente. conforme o caso. Os pedidos de remoção/transferência somente serão aceitos por “fax”.Cap. do ECA. o Cartório. CG 1599/98. por decisão do Corregedor Geral da Justiça. via SEDEX. 3 17. sem prejuízo do item “a”. i) Concretizada a remoção ou transferência do adolescente infrator à entidade de atendimento que mantenha programas sócioeducativos de internação e semiliberdade. independentemente do trânsito em julgado. ainda pendentes de cumprimento. CSM 892/04 e Proc. g) A remoção ou a transferência do adolescente infrator só se efetivarão após autorização da Corregedoria Geral da Justiça ou do Juiz Corregedor Permanente da respectiva entidade de atendimento. ao Juiz Corregedor Permanente da entidade. para sua apreciação. . no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. 4 1 2 Provs.a) remeter guia e/ou os autos de execução relativo ao pedido de remoção/transferência. CG 1599/98. 1 17. – XI fora da Capital.6. os próprios autos. os eventuais outros processos de execução. CSM nº 554/96). que encaminhará ao órgão responsável pelo atendimento ao adolescente infrator a ordem de recepção. CGJ 5/2001. Provs. o pedido de remoção e de transferência de adolescente infrator dirigido a qualquer Juízo.5. Eventual pedido de remoção e de transferência de adolescente infrator não expressamente previsto neste Capítulo poderá ser apreciado ou encaminhado ao Juízo competente pela Corregedoria Geral da Justiça.

CGJ 4/99. em curso nas Varas da Infância e da Juventude do Estado de São Paulo.1.7 18. TJ. se possível. O procedimento para imposição de penalidade administrativa. especiais ou não.10 20. a competência é dos Juízes das Varas da Infância e da Juventude do Foro Central e dos Foros Regionais. CG 1599/98. Proc. CG 1599/98.Cap. Suprimido. CSM 515 e CGJ 19/94. Suprimido. serão remetidos. 7 Prov. CGJ 4/99. Suprimido. terá início por representação do Ministério Público. 8 L. Na Comarca da Capital.6 17-B.12 22. Quando apreendida arma ou objeto a autoridade policial e o escrivão-diretor deverão adotar.10. mediante ato normativo conjunto.5 17-A. deverão estar instruídos com o original ou cópia reprográfica da certidão de nascimento da criança ou do adolescente objeto de estudo sócio-educativo.9. . ou auto de infração elaborado por servidor efetivo ou voluntário credenciado.9 19. 8. comunicações e demais assuntos. Todos os processos envolvendo menores. por infração às normas de proteção à criança e ao adolescente. ainda que este não seja instaurado. As petições. 21. CSM 515 e CGJ 19/94. 10 Assento Regimental nº 164. art. os procedimentos previstos nos itens 95 e 99. Suprimido. Também os pedidos de remissão. 3 17. – XI 17.8.1. CG 1599/98. para as providências subseqüentes. Suprimido. para os fins do art. CG 1599/98. 136 da Lei Federal nº 8. 1 2 Proc. 5 Provs.7. Enquanto não instalado o Conselho Tutelar. 6 Provs. ou de qualquer outro documento que comprove a sua idade. 4 17-A. Suprimido. 2 17.069/90.11 21. Os editais de citação limitar-se-ão aos dados essenciais à identificação dos pais ou responsáveis. 4 Proc. deverão estar instruídos com o documento previsto neste item. 1 17. apresentados como exclusão do processo.8 19. 3 Proc. quando apresentados ao Plantão Permanente.069/90. o Juiz da Infância e da Juventude regulamentará a apresentação de criança. Capítulo V. 11 Prov. no ato. 194. ou no primeiro dia útil. 12 Prov. TJ. CGJ 16/2003.1. Seção IV. ao respectivo ofício. respectivamente. 9 Assento Regimental nº 164. ou do Conselho Tutelar. e assinado por duas testemunhas.

ao Juízo do local onde deva cumprir a medida sócio-educativa. e autuada como execução de medida sócio-educativa. CGJ 18/96 e CGJ 23/2011.3 22-A. 3 Provs.1. CSM 554/96. a remessa dos autos de execução para outra Comarca. CSM 554/96 e CGJ 18/96. o Cartório deverá autuá-la em apenso aos autos de execução. para lá serão encaminhados os autos de execução. se for o caso.5 22-B. O disposto no item anterior aplica-se às hipóteses de internação e semiliberdade. CSM 554/96 e CGJ 18/96. registrála e autuá-la.3. ou não. .4 22-A. Outras guias. 5 Provs. cumulativamente. se entender necessário. Proferida decisão que aplicar ao adolescente qualquer das medidas previstas no artigo 112. determinar que outras peças sejam trasladadas para a autuação referida no "caput" deste item. O procedimento instaurado para a apuração do ato infracional será arquivado. 8 Provs. que possa ser cumprida no foro de seu domicílio. CSM 554/96 e CGJ 18/96. 11 Provs.4.1 22-A. CSM 594/98. CSM 554/96 e CGJ 18/96.2. guia (modelo próprio). O Cartório anotará. em face de novos atos infracionais. o cartório. Recebida a guia de outra Comarca. Sempre que o adolescente for beneficiado com progressão para medida menos severa. após a expedição da guia. 7 Provs. Se o adolescente for domiciliado em outra Comarca.C. incisos II a VI. expedirá. 11 1 2 Provs.1. a guia e a cópia da sentença serão encaminhadas.3. o registro será feito em livro próprio.1. 10 Provs.2 22-A.7 22-B.6 22-B. Para o Cartório não integrado ao sistema informatizado oficial. desde que o adolescente se encontre cumprindo tais medidas em Comarca diversa. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. O Juiz poderá. caso seja a primeira medida aplicada. serão apreciados e decididos nos autos da execução. Provs. CGJ 20/98 e CGJ 23/2011. com as estabelecidas no artigo 101. em quarenta e oito horas. bem como. CSM 554/96 e CGJ 18/96. CSM 554/96 e CGJ 18/96. Os incidentes ocorridos na fase de execução.8 22-B.2.Cap. 10 22-C. ou. serão distribuídas e autuadas em apenso. referentes a medidas aplicadas ao mesmo adolescente. no registro de feitos. 6 Provs. CSM 554/96 e CGJ 18/96. as reavaliações periódicas. – XI Subseção I Da Execução de Medidas Sócio-Educativas 22-A. CSM 554/96 e CGJ 18/96. a qual será registrada e distribuída no sistema informatizado oficial. O Juízo competente para processar a execução poderá requisitar peças que entenda necessárias.9 22. do Estatuto da Criança e do Adolescente. 9 Provs. observada a parte final do item 22-A. CSM 554/96 e CGJ 18/96. para controle da execução e independentemente do trânsito em julgado. 4 Provs.

CSM 554/96 e CGJ 18/96. Ficarão. Provs.069/90. e Varas (Únicas. 6 24. 6 Provs.144/85. inclusive onde não houver Vara especializada. art. Os assistentes sociais e os psicólogos executarão suas atividades profissionais junto às Varas da Infância e da Juventude. a guia de execução provinda de outra Comarca será distribuída ao Departamento de Execução da Infância e da Juventude (DEIJ). 1 22-D.1. 7 L. CSM 554/96 e CGJ 18/96. assegurada a livre manifestação do ponto de vista técnico. os assistentes sociais e psicólogos responderão perante o juiz do feito. e mantida ou não a sentença apelada. Na Comarca da Capital. TJ 2. CSM 236/85. CGJ 7/2004 e CGJ 24/2011. poderá ser exigida pelo credor. . quando imposta aos adolescentes. prevenção e outras. Compete à equipe interprofissional fornecer subsídios por escrito mediante laudos. Os serviços atinentes a questões de família e infância e juventude. encaminhamento. Cumulativas ou Cíveis) que tenham jurisdição em matéria de Família e das Sucessões. tudo sob a imediata subordinação à autoridade judiciária. na forma do artigo 117 do Estatuto da Criança e do Adolescente e seu parágrafo único. 838/04 e CGJ 7/2004. 7 24. Pelos atos praticados nos processos. esta decisão também será comunicada ao Juízo do local aonde esteja sendo executada a medida. quando imposta para cumprimento em Comarca diversa. porém.8 24. do ECA. na audiência. CSM 838/04. do Serviço de Psicologia e do Comissariado de Menores Voluntário. 2 22-E. A medida prevista no inciso III do artigo 112 do ECA. A medida prevista no inciso II do artigo 112 do Estatuto da Criança e do Adolescente. Provs. mediante processo judicial adequado. 4 Provs. cumulativamente ou não. e bem assim desenvolver trabalhos de aconselhamento. importará em novo registro. 4 22-G. deverá especificar o prazo de duração e. 5 Provs. disciplinarmente subordinados ao magistrado competente na área da Infância e da Juventude. 3 Provs. 8. a cumprir 1 2 Provs. CSM 554/96 e CGJ 18/96.Cap.2. 151.2. para correto controle estatístico. ou verbalmente. – XI 22-C. VII. O recebimento dos autos de execução. 3 22-F. Os Serviços Auxiliares das Varas da Infância e da Juventude compõem-se do Serviço Social. 8 Port.3. de Família e das Sucessões. 5 5 SEÇÃO IV DOS SERVIÇOS AUXILIARES 23. a entidade. CSM 554/96 e CGJ 18/96. CSM 554/96 e CGJ 18/96. Subseção I Do Serviço Social e de Psicologia 24. Cumprido o disposto no artigo 198. orientação. na hipótese de sua primeira devolução. se possível.

838/04 e CGJ 7/2004. CGJ 26/99. para atendimento e orientação dos interessados encaminhados pelas Varas com competência para matérias relativas à Infância e Juventude e de Família e das Sucessões. no próprio recinto de cada Foro.2. 11 Provs. CSM 236/85 e CGJ 24/2011.8 27. ressalvados os casos de assistência judiciária. considerando a peculiaridade de cada caso concreto. CGJ 7/2004 e CGJ 24/2011. 6 Provs. ou o autor. CGJ 7/2004 e CGJ 24/2011.1. 2 24. ou onde designado. CGJ 7/2004 e CGJ 24/2011.1.1. Os setores técnicos de Serviço Social e de Psicologia apresentarão anualmente ao Juiz da Vara da Infância e da Juventude ou com competência para tal matéria o relatório de suas atividades. CGJ 6/91. Os assistentes sociais e psicólogos designados nas Comarcas-Sede do interior do Estado devem servir. 3 Provs. CSM 449/91. CSM 236/85 e CGJ 24/2011. no caso de determinação de ofício ou a requerimento do Ministério Público. o qual será levantado. 4 Provs. submetida à aprovação do Juiz da Vara da Infância e da Juventude ou com competência para tal matéria. 7 Provs. 8 Provs. no horário das 13 às 18 horas. mediante prévia solicitação do Juiz do feito ao Juiz de Direito Corregedor Permanente do Técnico. CSM 236/85. às demais Comarcas da mesma Circunscrição que não contarem com quadro próprio desses profissionais. após o oferecimento do laudo. 9 28.4 25. Os técnicos assinarão ponto diariamente nas Varas da Infância e Juventude ou com competência para tal matéria. de segundas às sextas-feiras. 838/04 e CGJ 7/2004. A distribuição entre os técnicos de cada setor será feita respectivamente pelo seu Assistente Social-Chefe e pelo seu Psicólogo-Chefe em cada processo. CSM 236/85. 11 1 2 Provs.1 24.3 25. 838/04. CSM 449/91. 838/04 e CGJ 7/2004. poderá ser determinado pelo Juiz da causa o depósito de valor até 05 (cinco) unidades das despesas de condução dos oficiais de justiça. serão atendidos pelos técnicos com posto de trabalho nas Varas da Infância e da Juventude ou com competência para tal matéria (Comarca ou Circunscrição Judiciária) para onde for distribuída. Os assistentes sociais e os psicólogos darão plantões diários. A designação de plantonistas será feita mediante escala elaborada pelos chefes dos competentes setores técnicos.4. com a atualização produzida.1. Nos processos afetos às matérias relativas a infância e juventude e família e sucessões. CSM 838/04 e CGJ 7/2004. 9 Provs. CSM 236/85. . 449/91. CSM 236/85.Cap. CSM 838/04. CGJ 7/2004 e CGJ 24/2011.A. será intimado a depositar esse valor em conta com atualização monetária em estabelecimento competente (Banco do Brasil S. vigentes na época. salvo quando houver designação pessoal pelo juiz da causa. com avaliação do trabalho realizado e proposta de medidas complementares. O técnico não receberá mandado ou processo para diligência sem o depósito fixado nos termos do item 26 e subitem 26. CGJ 4/92.7 26. 838/04 e CGJ 7/2004.5. O juiz do feito poderá fixar valor superior ao limite constante no item anterior. mediante autorização judicial. para a cobertura das despesas e transporte do técnico. 838/04. 10 Provs. 5 Provs. – XI mediante carta precatória. CSM 236/85. CSM 236/85.6 26. Os processos relativos à matéria afeta a família e sucessões serão atendidos pelos assistentes sociais e pelos psicólogos especialmente designados para tal mister pelo Juiz da Infância e da Juventude. Provs.10 28. CSM 838/04. CGJ 18/98. também. O requerente do laudo.). CSM 679/99.5 26. desde que sejam suficientemente justificadas.

CSM 1107/2006 e CGJ 7/2006. 3 Provs. 7 Provs. das 9:00 às 12:45 horas e das 13:15 às 17:00 horas. Tatuapé. 9 Provs. CSM 1107/2006 e CGJ 7/2006. 8 30. manifestações do Ministério Público e da decisão que determinou a visita. decorrentes de ordem dos Juízes das Varas de Família e Sucessões da Comarca da Capital. 8 Provs. 9 31. CSM 1107/2006 e CGJ 7/2006. .2. 3 29. Competirá aos técnicos elaborarem relatório da visita realizada. CSM 1107/2006 e CGJ 7/2006. mediante escala a ser elaborada pela Secretaria de Recursos Humanos – SRH. CSM 1107/2006 e CGJ 7/2006. comunicação ao Juízo sempre que houver duas faltas consecutivas do visitante ou do 1 2 Provs. Provs. 5 Provs. Os Assistentes Sociais e Psicólogos Judiciários das Varas de Família e das Sucessões do Foro Central e das Varas da Infância e da Juventude dos Foros Central e Regionais darão plantões aos sábados e domingos. CSM 1107/2006 e CGJ 7/2006.2. Os plantões serão realizados em turnos distintos. com a designação de dois Assistentes Sociais e dois Psicólogos Judiciários para cada turno. – XI Subseção II Centro de Visitas Assistidas do Tribunal de Justiça – CEVAT 29. 7 30.1. consignando as intercorrências. da Capital do Estado de São Paulo. 2 29. fixando-se a sua capacidade máxima de atendimento em 12 (doze) casos por período. Após se informar sobre os dias e horários disponíveis. CSM 1107/2006 e CGJ 7/2006. 1 29. 4 29. quando solicitados pelo Juízo. o Juízo que determinou a visita assistida reavalie a necessidade de sua manutenção. Recomenda-se que a cada período máximo de 06 (seis) meses. CSM 1107/2006 e CGJ 7/2006.2. comunicação ao Juízo requisitante da confirmação do agendamento a ser assinada pelo Juiz Coordenador. O “CEVAT” prestará serviços de assistência e monitoramento nas visitas de crianças e adolescentes por seus genitores.2.1. os Juízes levarão em conta os quatro períodos de atividade do “CEVAT”. Recomenda-se que não se designem visitas em horários diversos dos períodos integrais de atividades.Cap. remessa de relatórios a serem elaborados pelos técnicos. 6 6 30. recepção e montagem de pastas para cada visita agendada. no horário das 9:00 às 13:00 horas e das 13:00 às 17:00 horas. nº 50-A. funcionará no prédio situado na Rua Carlota Luiza de Jesus. na ficha individualizada de cada caso sob sua assistência ou monitoramento. ou em períodos sucessivos. O Escrevente Técnico Judiciário designado para prestar serviços junto ao “CEVAT” será o responsável pelo controle do agendamento das visitas. instruído com cópias de eventuais estudos periciais ou psicossociais.3.1. O “CENTRO DE VISITAS ASSISTIDAS DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA – CEVAT”. CSM 1107/2006 e CGJ 7/2006. o Juízo encaminhará ofício padronizado ao “CEVAT”.2. que deverão ser arquivadas no local da visitação para consulta dos técnicos.2. Ao regulamentarem a visita assistida. O “CEVAT” prestará atendimento aos sábados e domingos. 4 Provs. 6 Provs. 5 29.

e demais atividades necessárias para a boa administração do setor. O “CEVAT” rege-se pelas seguintes normas: 2 I . CSM 823/2003 e CGJ 34/2003. – XI visitado. II . ou quem o conduzir para a visita. As nomeações dos Voluntários. não poderá permanecer no recinto. As credenciais. certidão da justiça eleitoral e documento que comprove que o interessado prestou o serviço militar obrigatório. CSM 823/2003 e CGJ 34/2003.Não é permitida a entrada antes do horário determinado para a visita. fato que será comunicado ao Juiz do processo no primeiro dia útil após o ocorrido. CSM 823/2003 e CGJ 34/2003. serão feitas pelos Juízes da Infância e da Juventude.As portas permanecerão fechadas durante o período das visitas. 5 Provs. que serão assinadas pelos Juízes. O detentor da guarda do visitado.A critério dos técnicos poderá ser interrompida a visita. tanto na entrada quanto na saída dos períodos de visitas. CSM 1107/2006 e CGJ 7/2006. CSM 823/2003 e CGJ 34/2003. A folha de antecedentes e a certidão de distribuição criminal deverão ser requisitadas pelo próprio Juízo. b) cópia reprográfica da carteira de identidade. O expediente de nomeação dos Voluntários será autuado e instruído com: 5 a) questionário. e eventuais “crachás” de identificação permanecerão sob a responsabilidade dos respectivos chefes. Provs.O tempo de espera para o comparecimento do visitante ou do visitado é de 40 minutos. a ser respondido e assinado pelo interessado. 6 Provs.Todos serão identificados. 1 32. e somente poderão ser utilizadas durante os serviços que forem determinados. . cujo modelo já foi transmitido a todas as Varas e Comarcas. Subseção III Do Serviço Voluntário 33.É proibida qualquer atividade ou brincadeira que dificulte a observação do visitante ou do visitado pelos plantonistas.Não é permitida a realização de festas com a presença de convidados ou organizadas por empresas especializadas nesse tipo de atividade.1. VII .Cap.1. 4 Provs. VIII . c) folha de antecedentes e certidões de distribuição cível e criminal. 34. IV .4 34. VI .3 33. dele foi dispensado ou isentado. d) compromisso firmado pelo interessado. ou pelos Magistrados que estejam respondendo por tal jurisdição. V . CSM 1107/2006 e CGJ 7/2006. ou de ambos. na forma do item 37.É vedado o ingresso de pessoa não autorizada judicialmente a realizar a visita. a que alude o artigo 194 do Estatuto da Criança e do Adolescente.6 1 2 Provs. 3 Provs. III . elaboração da lista de visitantes e visitados para controle de ingresso no “CEVAT”.

Os Voluntários somente poderão realizar diligências munidos de mandados específicos. 11 Subseção IV 12 Programa de Proteção de Crianças e Adolescentes Ameaçados de 1 2 Morte da Provs.2 36. 8 Provs.Cap. CSM 823/2003 e CGJ 34/2003.5 É vedado ao voluntário. algemas ou qualquer outro instrumento de dissuasão. 4 Provs. em face de sua competência específica. A nomeação dos chefes será feita pela Corregedoria. A nomeação do Voluntário deverá ser comunicada à Corregedoria. para que conste do banco de dados dos voluntários em exercício no Estado. Os Juízes deverão proferir decisão justificando a nomeação. em cada caso. 5 Provs. emblemas. 6 Prov. expedidos. deverá o Juiz comunicar o fato à Corregedoria. CSM 823/2003 e CGJ 34/2003. CSM 823/2003 e CGJ 34/2003. os Juízes poderão exonerar o Voluntário. 9 Provs. 10 Provs. em planilha já em uso pelos ofícios. adesivos e outros meios indicativos de autoridade do Poder Judiciário. o porte de armas de fogo. no exercício das funções. as quais deverão ser conduzidas por Agente de Segurança do quadro do Tribunal de Justiça. 10 40. após entrevista pessoal com o interessado. de viaturas que integrem o patrimônio do Poder Judiciário. à vista de informações e propostas dos respectivos Juízes. ou alterada. relatório dos serviços prestados no mês anterior. plaquetas. CSM 823/2003 e CGJ 34/2003. 11 Provs. 7 38. CGJ 4/2004. de carteiras. sob qualquer pretexto ou circunstância. comunicando o fato à Corregedoria. CSM 823/2003 e CGJ 34/2003. – XI 34. armas brancas. para anotação. . CSM 823/2003 e CGJ 34/2003. mediante indicação do Juiz da Vara ou Comarca. 8 39. Provs. As Varas Especiais da Infância e da Juventude.1 35. Os Chefes do Serviço Voluntário deverão apresentar aos respectivos Juízes. 7 Prov. nos termos do Comunicado nº 10/93. 3 Provs. CSM 823/2003 e CGJ 34/2003. independentemente das providências disciplinares que entender por bem adotar.1. ou por justa causa.3 37. CGJ 4/2004. 37. A pedido do interessado.2. não contarão com quadro de Voluntários.2. pela autoridade competente.9 39.1. bem como participar de diligências de cunho policial. salvo a identificação regulamentada no subitem 33.3. CSM 823/2003 e CGJ 34/2003. Sempre que houver notícia de irregularidade praticada por Voluntário no exercício da função.4 37. distintivos. CSM 823/2003 e CGJ 34/2003. por conveniência do Juízo. em diligências determinadas pelos Juízes. 12 Prov. Os Voluntários somente poderão se utilizar. 6 37. É vedado ao voluntário o uso. A fixação do número de Voluntários será feita. CGJ 18/2006. devendo a indicação recair em funcionário do Poder Judiciário.1. com ou sem as Armas da República ou do Estado. ou de seu cargo e função. até o 5º dia útil de cada mês.

CGJ 18/2006. 1 40-A. CGJ 18/2006. 2 40-B. . Toda a comunicação entre os Magistrados da Infância e Juventude.3. O Juiz Administrador exercerá a função de Corregedor Permanente do programa. Ao Juiz Administrador competirá intermediar todos os contatos necessários entre o Magistrado que encaminhou o menor e os gestores do programa de proteção. 5 Prov. 8 40-E. preferencialmente dentre os Juízes Titulares das Varas Especiais da Infância e da Juventude. em conformidade com o que determina o Estatuto da Criança e do Adolescente. – XI Cidade de São Paulo 40-A. designando funcionários para atendimento da demanda. realizar a avaliação do caso pessoalmente e com o auxílio do Setor Técnico e. realizar os encaminhamentos necessários ao programa. Prov. com jurisdição em toda a Comarca da Capital. CGJ 18/2006. 4 Prov. 6 40-D. CGJ 18/2006. Juiz Administrador e Gestor do Programa deverá ser feita em caráter sigiloso. decidindo o que for necessário para que a proteção seja efetiva. se entender pela necessidade da proteção. 7 Prov. seja para solicitar eventual suspensão do cumprimento de medida sócio-educativa em cumprimento pelo mesmo. o Juiz Administrador passará a acompanhar a criança ou adolescente enquanto permanecer no programa. será comunicada ao Magistrado que encaminhou o menor pelo Juiz Administrador. 10 Prov. 7 40-D. denominado Juiz Administrador. 3 40-C. A solução dada ao caso. O encaminhamento da criança ou adolescente pelos Magistrados da Infância e da Juventude. 9 Prov. 4 40-D.Cap. CGJ 18/2006. 3 Prov. CGJ 18/2006. 8 Prov. Tendo sido aceita no programa. O Juiz Administrador organizará em sua serventia as pastas e classificadores necessários à recepção e acompanhamento dos casos que lhe forem apresentados. CGJ 18/2006. CGJ 18/2006. tomando todas as providências e medidas necessárias para que sejam atendidas as necessidades do menor. será feito nos seguintes termos: 10 1 2 Prov.1. CGJ 18/2006. para inclusão no projeto. seja para fins de apresentação do menor em juízo. 5 40-D. 9 40-F. tomando as cautelas necessárias e suficientes a garantir o sigilo necessário quanto à identidade do menor e local onde tenha sido acolhido. 6 Prov. O efetivo ingresso da criança ou adolescente no programa é de responsabilidade exclusiva do comitê gestor. Compete ao Juiz Administrador receber as crianças e adolescentes que forem encaminhados pelos demais Magistrados com jurisdição em matéria de infância e juventude. CGJ 18/2006. O relacionamento entre as Varas Especiais da Infância e da Juventude e Varas da Infância e da Juventude da Capital com o “Programa de Proteção de Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte da Cidade de São Paulo” será feito através de um Juiz especialmente designado para tanto.2.1.

de imediato. ou incluída na mesma região metropolitana. mãe ou responsável. devendo este estar acompanhado das peças necessárias à compreensão do pedido (não de eventual processo ou procedimento relativo ao menor) dando ciência do ocorrido ao Ministério Público. será aberto expediente sigiloso.069/90. tal circunstância será comunicada ao Magistrado que o encaminhou. b) a criança estiver acompanhada: b. b) de posse da avaliação o Magistrado deverá decidir a respeito da conveniência ou não de encaminhar o menor ao Juiz Administrador. 1 41. art. g) caso ocorra o desligamento do menor do projeto. i) em casos excepcionais competirá ao Juiz Administrador envidar esforços para que o adolescente encaminhado ao projeto seja preferencialmente aceito. 83. expressamente autorizada pelo pai.1. por ofício sigiloso. sem expressa autorização judicial. e) após o parecer será deliberado pelo Juiz Administrador se é o caso ou não de encaminhar o menor para o projeto. que encaminhará o menor. Nenhuma criança poderá viajar para fora da comarca desacompanhada dos pais ou responsável. – XI a) ao chegar ao conhecimento do Magistrado a necessidade de proteção de criança ou adolescente ameaçado de morte na Capital. h) caso o adolescente inserido no projeto esteja cumprindo medida em meio aberto ou semi-aberto. c) caso não exista processo ou procedimento relativo ao menor. solicitando a suspensão do cumprimento da medida sócio-educativa. § 1º. b. deverá ser efetivada de imediato a avaliação sumária do caso pelo Setor Técnico da Vara que teve conhecimento da notícia. 8. 8. f) tendo o menor sido aceito pelo projeto. 1 2 L. esse fato será de imediato comunicado ao Magistrado que o encaminhou. 83. No caso de existir algum processo ou procedimento.1) de ascendente ou colateral maior. onde será realizado estudo e parecer aprofundado do caso.Cap. familiar ou terceiros. SEÇÃO V DAS AUTORIZAÇÕES PARA VIAGEM 41.2) de pessoa maior. se na mesma unidade da Federação. deverá ser certificado nos autos o encaminhamento ao programa de proteção. L. até o terceiro grau. art. para o Setor Técnico. por notícia do próprio menor. dando ciência da decisão ao Ministério Público. tal fato será comunicado de imediato ao DEIJ. d) a criança ou adolescente deverá ser apresentada a servidor designado pelo Juiz Administrador. ou da Vara onde tramite algum procedimento relativo ao mesmo. onde reside.069/90. pelo Juiz Administrador. A autorização não será exigida quando: 2 a) tratar-se de comarca contígua à da residência da criança. comprovado documentalmente o parentesco. .

10 Prov. art. 8 43. § 2º. ou de tutela. O pedido de autorização de viagem.Carteira de Identidade. 4 d) viajar desacompanhado. 4 Port. CGJ 3/2007. autorizado expressamente pelo outro através de documento com firma reconhecida e fotografia atual da criança ou adolescente3. 5 42. residentes no exterior. através de documento com firmas reconhecidas e fotografia atual da criança ou adolescente. desde que autorizadas por seus pais ou responsáveis. Para fins do disposto nos itens 41 e 42 acima. nacional ou internacional. ou pelo responsável. ou do termo de guarda.1. 11 Prov. A própria serventia certificará a autenticidade das cópias apresentadas. CGJ 26/2008. a pedido dos pais ou responsável. 7 42-A. c) viajar desacompanhado. 8. se a criança ou adolescente: 2 a) estiver acompanhada de ambos os pais ou responsável.10 44-A. mediante o preenchimento de impresso próprio. O pedido de autorização de viagem internacional deverá ser distribuído. devendo estar acompanhado de cópia dos documentos pessoais do requerente e do menor (documentos de identidade . 6 42. quando estiverem retornando para sua residência no exterior. L. CGJ 3/2007. O documento mencionado nas alíneas do item anterior deve conter prazo de validade a ser fixado pelos subscritores. 84. excluídas as hipóteses de guarda e tutela provisórias (por tempo determinado – artigo 33. ou na companhia de terceiros maiores e capazes. b) viajar na companhia de um dos pais. além do tutor. e ser produzido em duas vias. mediante documento autêntico. nenhuma criança ou adolescente nascido no território nacional poderá sair do País em companhia de estrangeiro residente ou domiciliado no exterior. . Os interessados devem providenciar que ao documento de autorização a ser retido pela Polícia Federal esteja anexada cópia de documento de identificação da criança ou do adolescente. 8.2. CGJ 26/2008. 11 1 2 L. Quando se tratar de viagem ao exterior. 3 Prov. poderá ser formulado diretamente pela parte interessada em cartório. Sem prévia e expressa autorização judicial. por responsável pela criança ou adolescente deve ser entendido aquele que detiver sua guarda. e a outra deverá permanecer com a criança ou adolescente. CGJ 3/2007 e 26/2008. art. 83. § 1º do ECA). Passaporte etc) cuja viagem se quer autorizar. 8. ou na companhia de terceiros maiores e capazes. Conjunta 2/90 e Provs. 9 L. e após colheita de manifestação do Ministério Público. 1 42. CGJ 26/2008. a autorização é dispensável. – XI 41. art.069/90.Cap. 85. 8 Prov.069/90. autorizado expressamente por ambos os pais. CGJ 26/2008. sendo que uma deverá ser retida pelo agente de fiscalização da Polícia Federal no momento do embarque. ou com o terceiro maior e capaz que o acompanhe na viagem. deverá ser decidido de plano pelo magistrado. 6 Prov. CGJ 26/2008.2. registrado e autuado. 9 44. 5 Prov. caso não estejam autenticadas por cartório extrajudicial.069/90. A autoridade judiciária poderá. 7 Prov. Certidão de Nascimento. conceder autorização válida por 02 (dois) anos. caso não se entenda necessária a produção de outras provas além daquelas já constantes do requerimento.

sendo a primeira entregue à parte.1. sendo a primeira entregue à parte e a segunda deverá ser arquivada no Classificador de Autorizações para Viajar (nenhum outro documento deve ser arquivado neste classificador). 6 45. 4 44-F. o expediente deverá ser arquivado em pasta própria. – XI 44-B. registrado e autuado.3. 9 Prov. CGJ 3/2007. CGJ 5/2005. O requerimento mencionado no subitem 45. não devendo ultrapassar o prazo de 72 horas sem justa causa para tanto. formando-se simples expediente. As autorizações para viagem internacional devem ser expedidas em 3 (três) vias. CGJ 5/2005. CGJ 3/2007. 8 45. O requerimento de inscrição (modelo próprio) será fornecido pela Vara da Infância e da Juventude e deverá ser preenchido pelo próprio requerente. 4 Prov. . O requerimento. As autorizações para viagem nacional deverão ser expedidas no mesmo dia em que formulado o pedido. a segunda deverá permanecer nos autos do pedido.1. Deferida ou indeferida a autorização. CGJ 3/2007. podendo ser destruído no prazo de 02 anos após a concessão ou não da autorização. O pretendente à adoção deverá ser atendido pelo Setor Técnico da Vara da Infância e da Juventude de seu domicílio ou. O pedido de autorização de viagem nacional não deverá ser distribuído. 3 44-E.2.2. deverá ser protocolado no cartório da infância e juventude.2 deverá estar acompanhado dos seguintes documentos:10 1 2 Prov. 8 Prov. 6 Prov. As autorizações para viagem internacional deverão ser expedidas no menor prazo possível. Todo Juízo da Infância e da Juventude do Estado fica obrigado a manter cadastro de pessoas interessadas em adoção (brasileiros residentes em sua área de jurisdição) e de crianças e adolescentes em condições de serem adotadas. 10 Prov. 1 44-C. deverá ser atendido por cartorário devidamente preparado para prestar todas as informações necessárias ao processo de habilitação. na impossibilidade. As autorizações para viagem nacional devem ser expedidas em 2 (duas) vias. 7 45. CGJ 5/2005.9 45. Prov. CGJ 5/2005. acompanhado dos documentos arrolados no subitem 45. 5 SEÇÃO VI DA ADOÇÃO Subseção I Do Cadastramento em Juízo 45.Cap. CGJ 3/2007. 7 Prov. CGJ 3/2007. deverá ser promovido o arquivamento dos autos. e a terceira deverá ser arquivada no Classificador de Autorizações para Viajar (nenhum outro documento deve ser arquivado neste classificador). a não ser que existente justa causa para que se ultrapasse esse prazo. 5 Prov. Expedida a autorização. 3 Prov.3. 2 44-D. CGJ 5/2005.

A habilitação. serão eles remetidos ao Setor Técnico para entrevistas por Assistentes Sociais e/ou Psicólogos. 6 Prov. CGJ 5/2005. 45. 1 45. Após. 4 Prov. terá o Ministério Público vista dos autos. o pedido de habilitação deverá ser decidido por sentença. CGJ 26/2005. isso enquanto não estejam integrados no estado os dados de distribuição por meio eletrônico. 8 Prov. O cadastro de pessoas interessadas em adoção deve ser atualizado. ou Certidão de Nascimento. Prov. 10 Prov.6.7. Encerrada a avaliação técnica por meio de parecer conclusivo.9. 10 46. 1 2 Prov. 9 Prov. deverá ser requisitada certidão junto ao distribuidor de seu anterior domicílio. Competirá ao técnico convocar o interessado por meio de ligação telefônica.8. 6 45. CGJ 5/2005.4. 8 45.5. O juízo requisitará certidões do distribuidor forense cível e criminal. por cópia autenticada ou simples. constante do cadastro da vara de domicílio do pretendente.7. certificando-se a juntada de todos os documentos arrolados no subitem 45. se solteiro.Cap. 5 45. 3 45.10.7. CGJ 5/2005. c) comprovante de rendimentos. nos termos do item 47. Caso o requerente resida na comarca há menos de 10 anos. No prazo de 24 horas a habilitação deverá ser comunicada à CEJAI para inclusão no cadastro estadual. no prazo de 10 (dez) dias.1.1. 7 Prov.2. Cadastro de Identificação do Contribuinte. 45. CGJ 5/2005. 2 45. 3 Prov. estas deverão ser conferidas pela serventia frente aos originais e tal circunstância será certificada nos autos. juntandoas aos autos. 7 45. CGJ 5/2005. O requerimento deverá ser registrado e autuado. – XI a) cópia dos documentos pessoais do(s) requerente(s) (Carteira de Identidade. Tais documentos podem ser apresentados em seu original. .3. 5 Prov. Se deferida a habilitação o(s) requerente(s) será(ão) incluído(s) no cadastro da vara. sendo que as certidões deverão ser de expedição recente). CGJ 5/2005. a cada dois anos. se casado. Certidão de Casamento. pelo menos. justificadamente. Devidamente instruídos os autos. ou declaração equivalente. No caso de serem apresentados por cópias simples. CGJ 5/2005. Os pretendentes à adoção (brasileiros e estrangeiros residentes no País) deverão cadastrar-se junto ao Juízo da Infância e da Juventude de seu domicílio. CGJ 5/2005. No prazo de 45 dias deverá ser apresentado parecer conclusivo a respeito do pedido. 4 45. CGJ 5/2005. d) atestado ou declaração médica de sanidade física e mental. ser solicitado novo prazo. como dispõe o artigo 50 do Estatuto da Criança e do Adolescente. 9 46.11. ou. b) comprovante de residência.

. CGJ 5/2005.1. 4 Prov.2. Igual procedimento deverá ser adotado com relação às pessoas tidas como inidôneas para adotar. prévia ou posterior. o juízo deverá comunicar o fato à CEJAI para as anotações devidas e a atualização do Cadastro Central. 6 48.1. A inclusão no cadastro do Juízo da Infância e da Juventude do novo domicílio será feita segundo a data da habilitação do pretendente no juízo anterior. 6 Prov. 7 48. sem qualquer interferência.2. Sempre que uma pessoa cadastrada vier a iniciar estágio de convivência. 3 46. 5 47. comunicando-se à CEJAI. – XI será válida para todos os Juízos da Infância e da Juventude do Estado. Caso a adoção se consume. No caso de pretendente habilitado mudar de domicílio para local sujeito à jurisdição de outro Juízo da Infância e da Juventude. destinando-se exclusivamente a servir de apoio aos Juízes da Infância e da Juventude do Estado. Caso deferida a pretensão. esse fato também deverá ser comunicado à CEJAI. antes de autorizar o processo de adoção. deverá haver comunicação imediata à CEJAI. 3 Prov. 1 46. para que o pretendente volte a integrar o cadastro “ativo”.Cap. 9 Prov.3. o pedido será apreciado pelo julgador após manifestações do Setor Técnico e do Ministério Público. Caso a adoção se consume e o pretendente manifeste intenção de adotar outra criança ou adolescente. Caso a adoção não se consume e haja interesse do pretendente em permanecer cadastrado. fornecerá ao Juiz os dados referentes às 1 2 Prov. CGJ 5/2005. a pedido do pretendente. Prov. CGJ 5/2005. CGJ 26/2005. ao final da relação. 11 Prov. CGJ 5/2005. o pretendente deverá receber novo número de inscrição junto ao cadastro da vara. 7 Prov. na Comarca em que originalmente tenha feito a inscrição ou em outra. quando consultado. No prazo de 24 horas após a inclusão do pretendente em seu cadastro. O cadastro centralizado de pretendentes à adoção funcionará junto à Comissão Estadual Judiciária de Adoção Internacional (CEJAI). O Juiz do local onde se encontrar o adotando poderá solicitar do Juízo onde estiverem inscritos os pretendentes à adoção cópia integral do estudo psicossocial ou outras informações. 2 46. a Vara da Infância e da Juventude de seu antigo domicílio remeterá os autos da habilitação à Vara da Infância e da Juventude competente e excluirá de seu cadastro o pretendente transferido. esse fato deverá ser comunicado pelo juízo à CEJAI. Após o deferimento do cadastramento local. para futuras consultas dos demais Juízes do Estado. CGJ 5/2005. 4 47. CGJ 26/2005. 8 Prov. 10 Prov. CGJ 5/2005. 8 48. 9 49. 5 Prov. CGJ 26/2005. 10 50. CGJ 5/2005.4. O Cadastro Central. CGJ 26/2005. nas colocações feitas. 11 51. para que o nome do pretendente seja excluído do cadastro. o Juízo deverá encaminhar ao Cadastro Central a planilha com os dados colhidos. para a devida anotação no banco de dados do Cadastro Central.

a qualquer título. 129. 3 Prov.503/97) Periclitação da Vida e Saúde (Art. 302 da Lei 9. CGJ 6/99. 12 da Lei 6. O serviço de distribuição das Varas Especiais da Infância e Juventude da Capital será informatizado pelo SAJ .1. observando a ordem cronológica de inscrição. 2 52. 129 do CP) Lesão Corporal Culposa (Art. observando-se para o sorteio entre as Varas as seguintes classes de atos infracionais:4 CÓDIGO 5001 5102 5121 5127 5128 6001 6002 6003 6004 6005 6006 6007 6008 6009 6010 6011 6012 6013 6014 6015 6016 6017 6018 6019 6020 6021 6022 6023 1 2 DESCRIÇÃO Ação Civil Pública Mandado de Segurança Outros Feitos Não Especificados Precatória (em geral) Precatória Inquiritória Homicídio Doloso (Art. 157 do CP) Usurpação. em geral (328-337 do CP) Tráfico de Entorpecentes (Art. 155 do CP) Roubo (Art. 58 e 60 do Dec. . 146 a 154 do CP) Furto (Art. 137 do CP) Crimes Contra a Liberdade Individual (Art. 16 da Lei 6. 3 SEÇÃO VII DA DISTRIBUIÇÃO E DOS OFÍCIOS DE JUSTIÇA INFORMATIZADOS DAS VARAS ESPECIAIS DA INFÂNCIA E JUVENTUDE DA CAPITAL 53. 213 do CP) Atentado Violento ao Pudor (Art. poderá ser solicitada relação das seguintes. 309 da Lei 9. Lei 3. – XI dez primeiras pessoas que estejam cadastradas. Prov. CGJ 5/2005. 121. § 3º e Art.503/97) Jogo do Bicho e Mendicância (Art. 214 do CP) Outros Crimes Contra os Costumes (Art. O banco de dados de pessoas julgadas inidôneas somente poderá ser consultado em casos específicos.Sistema de Automação do Judiciário. 161 a 166 do CP) Estelionato e Outras Fraudes (Art. Esbulho Possessório e de Dano (Art. 180 do CP) Estupro (Art. 1 51.368/76) Porte de Arma (Lei 9437/97) Falta de CNH e Direção Perigosa de Veículo (Art. Quando nenhuma das pessoas cadastradas atender aos requisitos específicos. 215 a 234 do CP) Crimes praticados p/ particular c/ a Adm. 121 do CP) Homicídio Culposo (Art. sendo vedado o fornecimento. CGJ 5/2005. 122 a 128 do CP) Lesão Corporal Dolosa (Art. § 6º e 303 da Lei 9.503/97) Outros Crimes Contra a Vida (Art.368/76) Uso Indevido de Entorpecentes (Art. 130 a 136 do CP) Crimes Contra a Honra (Art. da relação dos assim considerados. 138 a 140 do CP) Rixa (Art. 4 Prov. 171 a 179 do CP) Receptação (Art.Cap. até o exaurimento dos inscritos.688/41) Prov. exclusivamente pelos Juízes. CGJ 5/2005.

CGJ 6/99. O SAJ emitirá para os ofícios judiciais as fichas que compõem o fichário-geral com as informações determinadas no subitem 10. que passa a ser obrigatória para as Varas e os Ofícios de Justiça. numeradas e rubricadas. . – XI 6024 6025 6026 6027 6028 6029 Outras Contravenções Penais Extorsão (Art. se a distribuição foi realizada por sorteio ou direcionamento (dependência . CGJ 6/99. exclusões e retificações feitas de modo geral nos dados registrados pelo Sistema serão definidas por níveis de criticidade cujo acesso será estabelecido pela Corregedoria Geral da Justiça. juízes. serão estabelecidos pela Corregedoria Geral da Justiça em expediente interno. das NSCGJ. alterados ou excluídos deverão ser 1 2 Prov. 6 Prov. mediante expressa determinação judicial. CGJ 6/99. CGJ 6/99.3 57. 8 Prov. 157. 9 Prov. que obedecerá a uma série única que não será alterada. Iniciada a operação do SAJ. e ainda o nome das partes e a identificação da classe observada na distribuição. Com a distribuição dos feitos será emitido o Livro de Registro de Feitos de cada uma das Varas. Será atribuído pelo Sistema a cada processo distribuído um "número de controle" interno do Cartório. cuja divulgação é vedada.4 58. 7 Prov. Prov. ainda. O Livro será organizado em ordem crescente numérica.7 61. A distribuição ou redistribuição será feita por direcionamento apenas nos casos de prevenção do Juízo. para efeito de divisão do serviço entre os funcionários. do Capítulo II. 168 e 169 do CP) Quadrilha ou Bando e Outros Crimes c/ a Paz Pública (Art.6 60. deverão ser excluídos todos os programas eventualmente utilizados. CGJ 6/99.2 56. sujeita a desvio para garantir o fator aleatório do sorteio. 3 Prov. 5 Prov. No Livro de Registro de Feitos deverá ser anotado o número do processo atribuído pelo SAJ (protocolo). 158 a 160 do CP) Latrocínio (Art.9 63. A distribuição será equilibrada pelo peso de cada classe. 4 Prov. reservando-se espaço para "observações" registradas pelos cartórios. oficiais de justiça. Os dados retificados. No Livro de Registro de Feitos deverá ser indicado.8 62.5 59. CGJ 6/99. CGJ 6/99. organizado em ordem crescente numérica pelo "número de controle" dos processos. O livro será formado a partir de folhas soltas.prevenção).1 55. promotores e outras providências necessárias à ordem do serviço. Os níveis de acesso às informações. sem prejuízo do número do processo (número do protocolo que seguirá série única). CGJ 6/99. seguindo o "número de controle" do processo.. estabelecido pela Corregedoria Geral da Justiça em procedimento interno. O SAJ emitirá os livros de carga dos feitos distribuídos para entrega aos ofícios judiciais. CGJ 6/99.2.Cap. As alterações. 268 a 288 do CP) "Habeas Corpus" 54. § 3º do CP) Apropriação Indébita (Art. e o respectivo credenciamento (senha) dos funcionários para operação do SAJ. com termo de abertura e encerramento.1.

ao qual deverá ser oficiado para informar sobre os novos dados.5 68. 6 Prov. CGJ 6/99. O serviço de distribuição deverá manter em uso Livro de Registro de Ocorrências. 3 Prov. onde serão anotadas todas as anormalidades eventualmente verificadas no funcionamento do SAJ. Prov. – XI conservados pelo Sistema. CGJ 6/99. CGJ 6/99 e CGJ 32/99. 4 Prov. Quando a mesma parte estiver vinculada a processos que tramitam em outras Varas.12 1 2 Prov. Da publicação no Diário Oficial das intimações expedidas pelo Sistema a respeito de processos sujeitos ao segredo de justiça deverá constar apenas as iniciais das partes. 12 Prov. 11 Prov. Os processos administrativos da corregedoria permanente vinculada a cada uma das Varas Especiais não deverão ser cadastrados no Sistema. Todas as entidades governamentais e não governamentais de atendimento a crianças e adolescentes.4 67. 9 Provs.3 66.9 72. Todas as operações realizadas no Sistema serão vinculadas ao usuário que as realizar. CGJ 6/99. Os processos eventualmente recebidos de outros Foros ou Varas deverão ser distribuídos pelo SAJ. CGJ 6/99. CGJ 13/99. Poderá ser criada uma série especial de numeração de processos para o cadastramento de feitos desarquivados ou ainda não cadastrados no SAJ.2 65. de acordo com os níveis de criticidade definidos.11 74. comunicando à Corregedoria Geral qualquer irregularidade. O prontuário da entidade de atendimento será autuado com cópia de seu registro no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. 5 Prov. É vedado ao funcionário credenciado a operar o Sistema ceder a respectiva Senha ou permitir que outra pessoa faça uso dela para ter acesso a ele. CGJ 6/99. CGJ 6/99. Os Diretores dos Ofícios de Justiça deverão comunicar prontamente ao DTI as alterações no quadro funcional da unidade para o processamento da revogação ou novo credenciamento.6 69. CGJ 6/99. serão individualmente cadastradas pelos Juízos da Infância e da Juventude com jurisdição no respectivo território. 8 Prov. 7 Prov. vedada a remessa direta entre as Varas. utilizando-se etiquetas previamente expedidas que ficarão sob a direta fiscalização dos Diretores dos Ofícios de Justiça. 10 Prov.7 70.1 64. as eventuais retificações de seus dados não serão aplicadas aos feitos de outro juízo.8 71. . Os Diretores do Serviço de Distribuição e dos Ofícios de Justiça realizarão auditoria semanal no Sistema. CGJ 6/99. CGJ 6/99.Cap. CGJ 13/99.10 SEÇÃO VIII DA FISCALIZAÇÃO DAS ENTIDADES DE ATENDIMENTO A CRIANÇAS E ADOLESCENTES 73.

previstas no item 75. devendo ser mantidos atualizados os dados constantes das fichas. carteira de identidade). assessorados por equipe do Setor Técnico. Os fichários de “crianças e adolescentes abrigados” e de “crianças e adolescentes desabrigados” deverão ser organizados por ordem cronológica de abrigamento (considerada data do primeiro abrigamento). CGJ 36/2005. com cópia no prontuário respectivo. semiliberdade e liberdade assistida. internação. .1. As fichas de abrigamento e desabrigamento deverão ser abertas 1 2 Prov.069/90. serão encaminhadas cópias das principais peças do processo. 9 76-B.1.Cap.1. onde constem as informações do atendimento. conforme modelos próprios.1. Competirá ao Diretor do Cartório das Varas da Infância e da Juventude manter fichário nominal das crianças e adolescentes abrigados e desabrigados a partir de 1° de janeiro de 2006. internação e semiliberdade. Prov. Os Juízes da Infância e da Juventude da Capital e do Interior quando do encaminhamento de crianças e adolescentes para as entidades referidas neste item. As duas visitas anuais às entidades de atendimento. lavrando-se ata para arquivamento em livro próprio. CGJ 18/2003. As demais entidades referidas no artigo 90 da Lei 8. farão visitas às entidades de atendimento que desenvolvam programas de abrigo. – XI 75. Quando necessário e a critério do Juiz de Direito. 8 Prov.3. para arquivamento no respectivo prontuário.5 76. fornecerão documento hábil de identificação (certidão de nascimento. CGJ 13/99. As Varas da Infância e da Juventude deverão manter Sistema de Controle de Crianças e Adolescentes Abrigados. CGJ 13/99 e 2/2002. Suprimido. 4 Provs. 9 Prov.4 76.3 75. deverão ser realizadas uma no primeiro semestre e outra no segundo semestre de cada ano.1 75. CGJ 13/99. CGJ 36/2005. As entidades que desenvolvam programas de abrigo.a. CGJ 2/2002.2 75. sob responsabilidade do Cartório e do Setor Técnico. Os Juízes da Infância e da Juventude da Capital e do Interior. 3 Prov. 6 Prov.6 SEÇÃO IX DO SISTEMA DE CONTROLE E ACOMPANHAMENTO DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES ABRIGADOS 76-A. CGJ 13/99. 7 76-B. 8 76-B. manterão prontuários individualizados de crianças e adolescentes por elas mantidas. 7 Prov. CGJ 36/2005. serão fiscalizadas a critério do Juiz de Direito que poderá delegar a função ao seu Setor Técnico. duas vezes por ano e obrigatoriamente.2. 5 Prov.

através dos Assistentes Sociais e Psicólogos Judiciários.a. os autos deverão ser remetidos ao Setor Técnico para abertura ou atualização da ficha de controle sob responsabilidade daquele setor. 9 1 2 Prov. Quando ocorrer o desabrigamento. A ficha deverá ser arquivada quando do desabrigamento da criança ou do adolescente. 6 76-E. podendo ser objeto de destruição. Quando do arquivamento do processo.Cap. 6 Prov. ou colocado em família substituta – as fichas deverão ser grampeadas à contracapa do processo.1. Competirá ao Setor Técnico. por meio mecânico ou incineração.1. a ficha deverá retornar ao fichário de “crianças e adolescentes abrigadas”. A ficha de controle do abrigamento ou desabrigamento será individual. CGJ 36/2005. CGJ 36/2005. 7 76-E. – XI imediatamente após a determinação judicial. respeitada a ordem cronológica do primeiro abrigamento. O preenchimento da ficha deverá ser feito pelos Assistentes Sociais e Psicólogos Judiciários que efetivarem o atendimento da criança ou adolescente.1 e 42. devendo a ficha estar sempre com os dados atualizados.c. 4 Prov. CGJ 36/2005. respeitadas as orientações constantes dos itens 42.1.b. 5 Prov. 3 Prov.1 76-B. . CGJ 36/2005. CGJ 36/2005. Recebidos os autos da serventia. em classificador ou pasta própria.por haver completado 18 anos de idade. 3 76-C.b.2 do Capítulo II. a abertura de Ficha de Controle e Acompanhamento de todas as crianças e adolescentes que sejam abrigados a partir do dia 1° de janeiro de 2006. CGJ 36/2005. 8 76-E. a ficha de abrigamento deverá ser anexada à de desabrigamento e mantida no fichário de “crianças e adolescentes desabrigados”. cinco anos após o arquivamento definitivo do processo ou quando o adolescente completar 18 anos de idade. ou seja. 8 Prov. assim que a serventia tomar conhecimento da decisão. CGJ 36/2005. CGJ 36/2005. ter voltado para a sua família. Imediatamente após o cumprimento da ordem de abrigamento ou desabrigamento. 5 76-E. CGJ 36/2005. 9 Prov. Caso ocorra novo abrigamento.1. destas Normas de Serviço. Prov. que só poderá ocorrer quando a criança ou adolescente tenha sido desabrigado . conforme modelo próprio. 2 76-B. com devolução dos autos no prazo máximo de 24 horas. a ficha deverá ser preenchida imediatamente.1. 4 76-D. 7 Prov. a não ser que exista alguma determinação a ser cumprida pelo Setor.

3 Provs. CSM 609/98 e CGJ 31/98. tiverem de ser decididos. 6 1. CSM 1154/2006 e CGJ 28/2006. 3 j) ao conhecimento de pedidos de arresto de navios estrangeiros surtos em águas nacionais. bem como a conseqüente liberação das embarcações eventualmente retidas no porto. CSM 1154/2006 e CGJ 28/2006. CSM 609/98 e CGJ 31/98. c) ao conhecimento de requerimento para a realização de exame de corpo de delito em casos de abuso de autoridade. O Plantão Judiciário destina-se exclusivamente: 1 a) ao conhecimento dos pedidos de habeas corpus em que figurar como coatora autoridade policial. 4 l) ao conhecimento de pedidos de protestos formados a bordo. sob pena de prejuízo grave ou de difícil reparação. inadiavelmente. f) ao conhecimento de pedidos de autoridade policial para proceder busca domiciliar e apreensão. exceção feita a incidentes verificados no cumprimento de decisão relativa a direito de visita. fora do horário de expediente forense. sem prejuízo.CAPÍTULO XII DO PLANTÃO JUDICIÁRIO SEÇÃO I DAS DISPOSIÇÕES COMUNS Subseção I Competência 1. desde que o pedido não possa ser apreciado em dia de expediente forense. da incidência do disposto nos artigos 14 e 17 do Código de Processo Civil. 7 1 2 Provs. e de outras ocorrências envolvendo menores. visando a decretação de prisão preventiva. do Código de Processo Penal. . de pedidos de liberdade em caso de prisão civil e dos casos criminais de comprovada urgência. na forma dos artigos 282. para garantia de dívidas. 4 Provs. CSM 609/98 e CGJ 31/98. 7 Provs. g) ao exame de representação da autoridade policial. d) à apreciação dos pedidos de concessão de liberdade provisória. ou à decretação de prisão temporária. parágrafo único. quando o caso. Não se destina o plantão judiciário à reiteração de pedido já apreciado no órgão judicial de origem ou em plantão anterior. i) às comunicações de prisão em flagrante delito.1. CSM 579/97 e CGJ 27/97. 2 h) ao conhecimento de casos de apreensão e liberação de crianças e de adolescentes recolhidos pelos agentes da autoridade. § 4º e 312. inclusive pelo descumprimento de medida cautelar. 6 Provs. de comprovada urgência ou necessidade. b) ao atendimento de pedidos de cremação de cadáver. Provs. CSM 1908/2011. 5 m) à apreciação de outros casos que. e) à apreciação dos pedidos de concessão de medidas cautelares por motivo de grave risco à vida ou à saúde de enfermos. 5 Provs.

4 4. 4 Provs. 4.Cap. As petições deverão ser submetidas à apreciação do Magistrado em duas vias. vedada a conversão em diligência. 6 6. onde serão arquivados os seguintes documentos. além de outros: 8 a) relação de habeas-corpus impetrados. CSM 579/97 e CGJ 27/97. CSM 579/97 e CGJ 27/97. 7. 6 Provs. . CSM 1898/2011. ao Ministério Público e à Defensoria Pública. b) ofícios expedidos. 5 Prov. O Magistrado que não puder comparecer ao plantão será substituído pelo seguinte. ser mantidas. Os livros utilizados no plantão são os seguintes: 7 a) Registro de Feitos. incumbindo-lhe permanecer acessível. no plantão. O Magistrado dará conhecimento do endereço em que poderá ser encontrado. na forma do artigo 310. sendo o número do telefone celular oficial de seu uso divulgado ao responsável pelo plantão policial da comarca-sede. b) Carga de Ofícios. à subseção local da Ordem dos Advogados do Brasil. c) Carga ao Distribuidor. CSM 1154/2006. 7 Provs. pastas quantas necessárias. estendendo-se até a reabertura do expediente do dia imediato.1. incisos I. do Código de Processo Penal.1. CSM 1154/2006 e CGJ 28/2006. deverá relaxar a prisão ilegal. O plantão realizar-se-á na Comarca da Capital e nas sedes de todas as Circunscrições Judiciárias. 3 Subseção III Das Disposições Gerais 4.2 Subseção II Das Comarcas que Participam do Sistema 3.5 5. CSM 1346/2007 e CSM 1848/2010. CGJ 28/2006. converter a prisão em flagrante em preventiva ou conceder a liberdade provisória. na ordem de designação constante da escala mensal. 8 Provs. 1 2 Provs. O Magistrado que despachar a petição reterá a segunda via e a remeterá ao Juízo competente no primeiro dia útil subseqüente. o juiz designado para atuar no plantão. ainda. CSM 1154/2006 e CGJ 28/2006. CSM 579/97. CSM 579/97 e CGJ 27/97. Devem. A competência do Juiz de Direito do plantão perdurará mesmo depois do seu encerramento. CSM 579/97 e CGJ 27/97. II e III. 1 2. 3 Provs. c) ofícios recebidos. – XII 2. Ao receber a cópia do auto de prisão em flagrante.2. Provs. CGJ 27/97. competindo-lhe as providências necessárias para comunicação tempestiva ao substituto.

. cabendo à autoridade ou agente credenciado a retirada do mandado.1. CSM 579/97 e CGJ 27/97. hipótese em que encaminhará o expediente ao Distribuidor ou Juízo competente no primeiro dia útil subseqüente. 7 15. Realizados 2 (dois) ou mais plantões consecutivos. serão instruídas com cópias das peças principais do procedimento respectivo. As petições de habeas corpus serão dirigidas ao Juiz de Direito instruídas com a respectiva cópia e conterão. Havendo apresentação de inquéritos policiais ou de auto de prisão em flagrante ao plantão judiciário. 8 Provs. Não se permitirá. poderá o Juiz de Direito autorizar que a petição na qual despachou sirva de mandado. poderão ser decididos pelo juiz que estiver à testa do Plantão Judiciário (v. CSM 579/97 e CGJ 27/97. 12. encerrando-o ao final. – XII 8. 9. 7 Provs. os encaminhará ao Cartório Distribuidor ou Juízo competente. 4 Provs. 5 13. 3 11. Nos dias em que não houver expediente forense. CSM 579/97 e CGJ 27/97. Encerrado o expediente do plantão o servidor responsável guardará os processos e papéis recebidos e. 2 10. Os termos de abertura e encerramento serão assinados pelo juiz que presida ao plantão. no dia útil seguinte.Cap. atendendo-se. 8 16. justificando-se a urgência e serão dirigidos ao Juiz de Direito por ofício. será entregue à autoridade coatora por Oficial de Justiça.1. CSM 579/97 e CGJ 27/97. orientando-se o portador a que providencie a sua normal distribuição. em duas vias. CSM 579/97 e CGJ 27/97. Os pedidos de busca e apreensão domiciliar. os pedidos de autorização para a cremação de cadáver. Seção X. No início do plantão o escrivão-diretor deverá lavrar termo de abertura dos trabalhos no Livro de Registro de Feitos. CSM 579/97 e CGJ 27/97. deverão estar fundamentados. estes serão devolvidos. com recibo indicativo da hora e local. CSM 579/97 e CGJ 27/97. quando for o caso. num só pedido. 3 Provs. 5 Provs. 9 1 2 Provs. O pedido de autorização independe de distribuição. 9 Provs.1. ao critério da prevenção. em casos de morte violenta daqueles que houverem manifestado a vontade de serem incinerados. CSM 579/97 e CGJ 27/97. a relação de vários pacientes presos por autoridades e fundamentos diversos ou em lugares diferentes. O ofício requisitório instruído com cópia da inicial. também fundamentadas e justificada a urgência.2. 13. Quando pertinente e desde que não haja servidor para cumprir a decisão. em duas vias. formulados pela autoridade policial. 14. Capítulo V. sempre que possível. Provs. As representações da autoridade policial relativas à decretação de prisão preventiva ou temporária. pela via mais rápida. para formalização e controle. Subseção II). desde que autorizada a expedição. 4 11. no dia útil imediato. 6 13. o escrivão-diretor transmitirá ao que lhe suceder os processos que dependam de informações da Polícia e de julgamento. CSM 579/97 e CGJ 27/97. a qualificação do paciente e o nome da autoridade coatora. 6 Provs. 1 8.

ou em que auxiliarem os Juízes designados pela Corregedoria Geral da Justiça. assim como a ordem numeral crescente das Varas Centrais e dos Foros Regionais. 3 Provs. segundo critérios estabelecidos pelo Conselho Superior da Magistratura. . a Procuradoria de Assistência Judiciária e a Delegacia Geral de Polícia poderão designar Promotor de Justiça. 6 Provs. Advogado e Delegado de Polícia para acompanhar o plantão.7 21. CGJ 28/2006 e CSM 1898/2011. 5 Provs. além da divisão entre finais pares e ímpares para os magistrados designados. 2 SEÇÃO II DO PLANTÃO JUDICIÁRIO NA COMARCA DA CAPITAL 19. sempre ligados aos Setores ou Varas a que pertencerem. seis Escreventes e três Oficiais de Justiça. que observará a seqüência acima indicada. CGJ 27/97. respectivamente.um dentre os Juízes de Direito Titulares e Auxiliares das Varas Cíveis. Atenderão ao plantão o Coordenador ou Escrevente Chefe. cabendo-lhe comunicar o fato ao substituto.6 20.dois. dos Foros Regionais e Juizados Especiais Criminais. por motivo de força maior. CSM 579/97 e CGJ 27/97. observada a legislação vigente. da Fazenda Pública. – XII 17. bem como dentre os Juízes de Direito Titulares e Auxiliares das Varas das Execuções Criminais da Capital. CGJ 28/2006 e CSM 1898/2011. CSM 579/97. Central e Regional. observar-se-á o mês em que recair a prestação do serviço. do Setor de Execuções Fiscais da Fazenda Pública e do Setor de Cartas Precatórias Cíveis. Na comarca da Capital o Plantão Judiciário será realizado nas dependências do Fórum Ministro Mário Guimarães. sempre mediante escala anual a ser elaborada pela Corregedoria Geral da Justiça e publicada pela Presidência do Tribunal. CSM 1154/2006 e CGJ 28/2006. do Setor de Execuções contra a Fazenda Pública. A Procuradoria Geral da Justiça. CGJ 27/97. mediante escala anual a ser elaborada pela Corregedoria Geral da Justiça e publicada pela Presidência do Tribunal. Responderão pelo Plantão três Magistrados. CSM 1154/2006.DIPO. domingos e feriados).1. O Magistrado que. excluídos os do Júri. nos dias em que não houver expediente forense (sábados. CSM 1154/2006. 21. CGJ 31/98.3 20. de modo 1 2 Provs. além dos Juízes de Direito Titulares e Auxiliares dos Juizados Especiais Criminais. A remuneração dos Magistrados e servidores que participarem do plantão será feita. 7 Provs. CGJ 28/2006 e CSM 1898/2011. sendo:4 I . de Acidentes do Trabalho. CSM 579/97 e CGJ 27/97. CSM 579/97. CSM 609/98. 1 18. no período de 9:00 às 13:00 horas. respeitada a ordem de numeração crescente das Varas Criminais Centrais. da Família e das Sucessões (Centrais e Regionais). que observará a sequência acima indicada. dos Juizados Especiais Cíveis.Cap. de Registros Públicos. CSM 1154/2006. com diárias e serviço extraordinário em pecúnia. 1155/2006. das Varas Criminais Centrais e das Varas Criminais dos Foros Regionais.5 II . conforme escala que será publicada mensalmente. de Falências e Recuperações Judiciais. CSM 1154/2006 e CGJ 28/2006. Quando os plantões forem presididos por Juízes de Direito Auxiliares da Capital. 4 Provs. não puder comparecer ao plantão será substituído pelo seguinte na ordem de designação. Provs.1. dentre os designados no Departamento de Inquéritos Policiais e Polícia Judiciária .

em 2 (duas) vias. deverão ser recebidos pelo escrivão-diretor de plantão. 9 Provs. CSM 579/97. que passará recibo. – XII que. que os encaminhará ao presídio.1. nos meses pares. 5 Provs. CGJ 27/97. CGJ 27/97.3 24. CSM 1154/2006 e CGJ 28/2006. no espaço destinado à assinatura do Juiz Corregedor dos Presídios. CSM 579/97. a remessa de uma das vias à vara expedidora. Incumbe à Secretaria do Tribunal providenciar a abertura e fechamento da sala do plantão. comunicando-se à Presidência do Tribunal de Justiça até o dia 20 do mês anterior ao plantão e afixada nas dependências do fórum. CSM 579/97. ao oficial de justiça de plantão. e nos meses ímpares. CSM 1154/2006 e CGJ 28/2006. em rodízio e mediante escala mensal elaborada pelo Juiz Diretor do fórum da sede. CGJ 27/97.4 25.Cap. certificando o escrivão-diretor na coluna de observações o respectivo cumprimento. Titulares. CSM 579/97. Os alvarás de soltura.7 SEÇÃO III DO PLANTÃO JUDICIÁRIO NAS COMARCAS DO INTERIOR 28. nas dependências dos fóruns das comarcas-sede de Circunscrição. O Plantão Judiciário nas comarcas do Interior do Estado será realizado nos dias e horário estabelecidos no item 19. Provs. CSM 579/97. no dia útil imediato. caberá aos Juízes de Direito designados no DIPO o conhecimento das questões urgentes enumeradas no item 1. . CGJ 27/97. Auxiliares ou Substitutos. Os alvarás de soltura expedidos no fim do expediente. o pessoal dos Ofícios de Justiça de números ímpares.8 29. 25. CSM 579/97. CSM 579/97. com efeito de designação. CGJ 27/97. O servidor responsável pelo plantão transmitirá ao Diretor do DIPO os processos e papéis que dependam de informações da Polícia e de julgamento. de comum acordo com os demais Juízes. fornecimento de material e requisição de policiamento. qualquer que seja a natureza das Varas onde tenham exercício.9 1 2 Provs.6 27. 6 Provs. ou ao distrito policial. Responderão pelos plantões todos os Magistrados da Circunscrição.2 23. 3 Provs. CGJ 27/97. 8 Provs.1 22. 26. 4 Provs. CGJ 27/97. Cumprido o alvará. CSM 579/97. às sextas-feiras. à autoridade que os deve cumprir. CGJ 27/97. CSM 1154/2006 e CGJ 28/2006. Os alvarás serão registrados no Livro de Registro de Feitos. para cumprimento. Os alvarás de soltura serão entregues. 7 Provs. assinados pelo juiz expedidor. sempre da Vara na qual estejam auxiliando os Magistrados designados. recomendando-se a sua realização pelo mesmo Magistrado para cada fim de semana. serão encaminhados pelo Juiz do Plantão Judiciário. o escrivão-diretor providenciará.2. Nos dias úteis fora do expediente forense normal.5 25. seja utilizado o pessoal dos Ofícios de Justiça de números pares. ou na véspera de dia feriado. O juiz de plantão os rubricará.

decorrentes da movimentação de Magistrados. Nos dias úteis. competindo-lhe as providências necessárias para comunicação tempestiva ao substituto. 4 1 2 Provs. fora do expediente forense normal. No caso de o mesmo Magistrado realizar o Plantão por dias seguidos.Cap. 30. CGJ 28/2006 e CSM 1898/2011. desde que sejam da mesma Vara e mesmas categorias funcionais a que se refere o “caput” deste item. poderão ser escalados servidores diferentes. atenderão ao Plantão no mínimo um Coordenador. três Escreventes e dois Oficiais de Justiça. CSM 1781/2010. CSM 807/2003.3 32. CG 2482/97. As adaptações na escala.1. CSM 807/2003 e Proc. Prov.2 31. .1. CSM 579/97 e CGJ 27/97. O Juiz que. Designados pelo Coordenador ou Supervisor. 4 Prov. por motivo de força maior. 3 Provs. não puder comparecer ao plantão será substituído pelo seguinte na ordem de designação constante da escala mensal.1 30. Supervisor ou Escrevente Chefe. por telex ou fac-símile. CSM 579/97. serão imediatamente comunicadas à Presidência. – XII 29. caberá aos Juízes Corregedores da Polícia Judiciária o conhecimento das questões urgentes enumeradas no item 1. CSM 1154/2006. de preferência lotados na Vara a que pertencer o Juiz de Direito escalado. CGJ 27/97.

SETOR DE EXECUÇÕES ACIDENTÁRIAS E SETOR DE PERÍCIAS ACIDENTÁRIAS .pesquisa de prevenção: IV/64 .registro em livro próprio: VII/14.sentenças condenatórias: remessa de cópias às vítimas ou familiares: V/31-A AÇÃO PENAL FALIMENTAR .2 .ÍNDICE ALFABÉTICO E REMISSIVO . "b" ADMINISTRAÇÃO GERAL .cadastro central: XI/50 a 52 . tb.retificação do procedimento: anotações: IV/12.petição inicial: requisitos: IV/64 .intimação pela imprensa: V/83-A a 83-E .TOMO I -AABERTURA DE LIVROS Vide: LIVROS ABUSO DE AUTORIDADE .anotação na autuação: IV/10 .1 AÇÃO ACIDENTÁRIA Vide: ACIDENTES DO TRABALHO AÇÃO DE ALIMENTOS . "d" .comunicações sobre seu desfecho: V/27.cadastramento: procedimento: XI/45 a 49 .isenção da taxa judiciária: III/7.distribuição por prevenção: VII/14 . "c" .2 ACIDENTES DO TRABALHO V.fiança criminal: procedimento: V/84 a 85-E .anotações na autuação: V/11.marcação de exames: IV/65 .exame de corpo de delito através do Plantão Judiciário: XII/1. "a" .remessa do mandado de citação através do SEED: IX/10 ACUSADO Vide: RÉU ADITAMENTO À INICIAL .não incidência da taxa judiciária: III/7.distribuição das petições iniciais: VII/35 .não incidência da taxa judiciária: III/7. "c" e 20 AÇÃO . "d" AÇÃO PENAL .remessa ao distribuidor criminal: VII/14 AÇÃO POPULAR . 13 e 16 .não incidência da taxa judiciária: III/7.recebimento: comunicações obrigatórias: V/27.NSCGJ .depósito e levantamento judicial: VIII/19 a 27 .seção de Corregedoria Permanente: livros obrigatórios: I/18 ADOÇÃO .

comunicação após o encerramento do inquérito ou processo: V/91 a 93 .de soltura: julgamento em Plenário do Júri: procedimento: V/54-A .extração de cópias reprográficas: II/130 .subscritos pelo escrivão-diretor: II/43 APELAÇÃO Vide: RECURSO(S) APREENSÃO E BUSCA DOMICILIAR Vide: BUSCA DOMICILIAR E APREENSÃO ÁRBITROS Vide: CONCILIADORES E ÁRBITROS (J.C.proibição de entrega a título de depósito: V/98 .exame de autos: II/93 .3 .confisco: V/96 .ADOLESCENTE Vide: CRIANÇA E ADOLESCENTE ADVOGADO(S) .E.número de inscrição na OAB: anotação no livro de carga e petições: II/99.prazo de eficácia: IV/27.extinção do processo: comunicação à 2ª Instância: IV/11 ALVARÁ(S) .de soltura: cumprimento pelo plantão judiciário: V/53 .remessa à Justiça Militar: V/101 ARQUIVAMENTO DE PROCESSOS .consulta de processos arquivados: procedimento na Capital: II/128 .C.de soltura: via telex: confirmação: IX/22 .autos com vista: excesso de prazo: IV/18 .em geral: instruções e procedimento: II/120 a 124 .carga de autos: procedimento: II/98 a 101 .1 . E J.de soltura: depositário infiel e alimentante faltoso: procedimento: V/52.provindas de componentes da polícia: providências: V/99 .de soltura: assinatura dos magistrados: V/48.2 .distribuição: IV/27.I.não restituição dos autos no prazo: penalidades: II/102 a 104 .vista de processos: II/96 . IV/26 .de soltura: requisitos: V/50 a 52 . 145 a 148 .para venda de bens de menores: prazo: IV/27.) ARMAS E OBJETOS .97 AGRAVO(S) DE INSTRUMENTO . IV/54.intimação pela imprensa: IV/58 a 63.retirada de processos criminais: II/95 .enumeração das caixas de arquivo: critério: II/123 .obrigação de assinar carga ou dar recibo: II/101 .acompanharão os inquéritos: V/88 e 178 .1.anotação na autuação: IV/10 .124 .anotação do número da caixa na autuação: II/121 .P.findos: certificação da taxa judiciária: III/13 .retirada de processos cíveis: II/91 e 94 .54. V/50.apreendidos: anotação na capa ou autuação: V/11 .100 .findo o processo: providências: V/95 .autenticidade da assinatura do magistrado: II/63.19 . VII/12 .não constituído: entrega de autos: II/100 . V/83-A a 83-E .2 . XII/21 .instruções e procedimento: V/86 a 101 .

de escrivão-diretor: acolhimento após a lavratura do ato: II/43 .E.designação: atribuição do juiz: II/75 .irregularidade no preenchimento da requisição: II/127 .requisição de processos: II/126 .adiamento e nova designação: providências: II/76 .127 ARQUIVO DE PROCESSOS Vide: ARQUIVAMENTO DE PROCESSOS ARQUIVO GERAL Vide: ARQUIVAMENTO DE PROCESSOS ARREMATAÇÃO Vide: CARTA(S) DE ARREMATAÇÃO ARRESTO .termos: traslado das cópias: II/80 . "j" . V/50.P.C.identificação das assinaturas: II/81 . IV/54.levantamento nas execuções extintas: IV/40 ARROLAMENTO Vide: INVENTÁRIOS E ARROLAMENTOS ASSINATURA(S) .5 .pesquisa histórica: II/132 .1..pagamento da taxa judiciária: III/10 ASSISTENTE TÉCNICO .distribuição prévia: VII/42 .assinatura pelos escrivães-diretores: II/64 . e J.admonitória: V/31.de magistrados: fichário: V/145 a 148.de magistrado: acolhimento após a prática do ato: II/44 .194 .I.termos: requisitos: II/77 a 79 AUTARQUIAS .de magistrado: autenticidade pelo escrivão-diretor: II/63. VIII/18 . "b" .adiamento: protocolização da petição: IX/5 .requisitos: II/63 AUDIÊNCIA(S) .exame dos processos com antecedência: II/83 .vista dos autos: IV/25 ASSISTENTES SOCIAIS E PSICÓLOGOS Vide: SERVIÇO SOCIAL E DE PSICOLOGIA ATOS DE COMUNICAÇÃO PROCESSUAL .isenção da taxa judiciária: III/6.qualificação: II/82 .isenção da taxa judiciária: III/6.2 ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA .autenticação: registro de assinatura em tabelionato: IX/39.2 . "c" ASSISTENTE .conciliação: J.nas fitas estenotipadas: IX/46.advertência: suspensão condicional do processo: V/193 .C.na Capital: procedimento: II/125 a 131 .: IV/88 a 93 e 114 .

química.certificação do registro da sentença nos autos: II/87 .retirada de processos criminais: II/95 .para levantamento de fiança criminal ou valores apreendidos: V/85-D .proibições: II/50 e 85 .certificação do decurso de prazo para recurso: II/88.número máximo de folhas: II/47 .certificação dos atos e termos: II/86 .3.vedação ao atendimento de pedidos de cópia integral do processo: IX/37.cíveis: anotações na autuação: II/119.pelo escrivão-diretor: II/5. inflamável.paralisação: providências: II/90.103 AUTO DE EXAME DE CORPO DE DELITO Vide: EXAME DE CORPO DE DELITO AUTORIZAÇÕES JUDICIAIS .remessa ao Contador e Partidor: IV/39 .abertura de novos volumes: II/47 .termos de movimentação: II/49 .2.registro da retirada e devolução: II/98 .arquivamento: instruções e procedimentos: II/120 a 124 .2 .segredo de justiça: II/93 .11 . 13. IV/10 . V/13.carga ao juiz e ao órgão do Ministério Público: II/48 . IV/13 .prazos para conclusão e execução dos atos processuais: II/89 .autuação: requisitos: II/45 . tóxica.retirada de processos cíveis: II/91 .assinatura da carga (ou recibo) pelo advogado: II/101 .85-E .criminais: sentenças condenatórias: remessa de cópias às vítimas ou familiares: V/31-A .por processo mecânico: possibilidade: II/5.criminais: colocação de tarjas coloridas: V/15 e 196 . "h". 46 e 70 .criminais: anotações na capa: V/11.remessa à segunda instância: providências: II/5.AUTENTICAÇÃO DE LIVROS .1.1 . IV/71. IV/38. 46 e 119. 16 e 196. XI/11 .vista dos autos em cartório: II/96 .1 . explosiva e/ou assemelhada: V/102 .não restituição no prazo: penalidades: II/102 a 104.3 .para viagem de criança ou adolescente: XI/41 a 44 AUTOS DE PRISÃO EM FLAGRANTE Vide: PRISÃO AUTOS DE PROCESSOS EM GERAL .de substância entorpecente.relação mensal de autos em poder das partes: II/105 .2.para cremação de cadáver: procedimento: V/186 a 192 .termo de juntada: II/84 .vista dos autos fora do cartório: II/97 AUTUAÇÃO .criminais: numeração das folhas: V/14 . XI/11 AUTENTICAÇÕES Vide: CÓPIAS REPROGRÁFICAS E AUTENTICAÇÕES AUTO DE APREENSÃO . IV/21 . IX/4 .retirada para extração de cópias reprográficas: IX/31.comerciais: VII/33.desentranhamento da contestação ou outras peças do processo: procedimento: II/106 a 108.

de testamentos: informações: IV/14-A CADEIA(S) PÚBLICA(S) .do "sursis": livro: V/2 AVISO(S) DE RECEBIMENTO ("A. 16 e 196.1 .controle e providências: IV/15 -BBOLETIM INDIVIDUAL . IV/10 .de pedidos de presos: V/153 ..livros: V/135 .cível: anotações que deverão ser efetuadas: II/119.competência para conhecimento nos dias úteis fora do expediente normal: XII/4 e 7 .criminal: anotação da necessidade de intérprete: V/16 .numeração das folhas a partir da autuação: V/14 .de imóvel: requisitos: II/109 .1 .adoção: XI/50 a 52 .funcionário: proibição de nomeação: IV/23 AVERBAÇÕES .criminal: anotações que deverão ser efetuadas: V/11.do indiciado: requisitos: V/185 BOLETINS DE ANTECEDENTES Vide: FOLHA(S) DE ANTECEDENTES BUSCA DOMICILIAR E APREENSÃO .adiantamento de numerário para as despesas com condução: VI/27 .exibição de títulos e provisões: I/15 AVALIADOR .1 .relativa à execução criminal: V/127 a 129 . IV/8 AUXILIARES DA JUSTIÇA .armas e objetos apreendidos: anotação: V/11 .no plantão judiciário: XII/1.requisitos: II/45. 13.interdição: V/159 a 163 .visita do Corregedor Permanente: I/11 CAIXA DE ARQUIVO Vide: ARQUIVAMENTO DE PROCESSOS CÁLCULO Vide: CONTADOR(ES) E PARTIDOR(ES) .R.anotações do Distribuidor: VII/50. "h".à margem da distribuição: hipóteses: VII/41 . "g" e 7 -CCADASTRO CENTRAL .execução fiscal: anotação do valor quando da distribuição: II/45.") .

48. "e" CARGA DE AUTOS .juntada das peças necessárias aos autos principais: II/74.2 .cumprimento e devolução: IV/50 .criminais: réu menor: V/75 .criminais: juntada aos autos.registro: II/14.4 . independente de despacho judicial: V/17 .requisitos: II/63.competência recursal: II/114.arquivamento das cópias: V/26 .criminais: para realização de interrogatório: V/76 a 79 .de interesse da Fazenda Pública: VI/31 .a advogados e promotores de justiça: II/48.expedição: número de vias: II/74 .relativas a imóveis: requisitos: IV/41 e 54 CARTA(S) DE ARREMATAÇÃO .”) CARTA(S) PRECATÓRIA(S) .transmissão em caso de urgência: II/74. 193.originária de outros Estados: despesas de condução: procedimento: VI/32 a 36 .referentes às execuções fiscais: registro: IV/2. IV/53 .CÂMARA ESPECIAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA .1 .questão de família: atendimento pelos assistentes sociais e psicólogos: XI/24.1 e 91 a 101 .1 e 193.de bens móveis: IV/43 .criminais: documentos que as instruirão: V/71.criminais: nomeação de defensor.R.distribuição na Capital: VII/61 .relativa a imóveis: requisitos: IV/41 e 54 CARTA(S) POSTAL(IS) Vide: SERVIÇO ESPECIAL DE ENTREGA DE DOCUMENTOS . 77.extração de cópias reprográficas: procedimento: IX/32 .2 .5 CARTA(S) DE SENTENÇA .retirada pelas partes: IV/51 .1 .criminais: intimação das partes: V/72 .criminais: prazos: V/69 .distribuição na Capital: VII/61 .3 . IV/2.prazo para defesa prévia: V/79 .expedição: quando frustrada a diligência pelo sistema SEED: IX/18 .a juiz de direito: II/48.1 .3 .para citação e penhora: IV/53.intimação de réus presos fora da comarca: V/65 .anotações necessárias: II/99 .lançamento no Livro Registro Geral de Feitos: II/14 .SEED e AVISO(S) DE RECEBIMENTO (“A.deverão mencionar o valor da causa: IV/53 .nas ações principais vinculadas à medida cautelar de sustação de protesto: IV/52 .criminais: inquirição de testemunhas: V/74 . dispensa do réu e apreciação de nulidades: V/73 .número de vias: II/74 .relativas a imóveis: requisitos: IV/41 e 54 CARTA(S) DE GUIA Vide: GUIA(S) DE RECOLHIMENTO E INTERNAMENTO CARTA(S) DE ORDEM .baixa nas cargas: certificação nos autos: II/22 CARTA(S) DE ADJUDICAÇÃO .

distribuição na Capital: VII/61 CARTÃO DE IDENTIFICAÇÃO .3 CARTEIRA FUNCIONAL .relativas a criança e adolescente: requisitos: XI/4 .criminais: anexação entrecapas: V/23 .de remessa de autos à segunda instância: providências: II/46 e 119.subscritas pelo escrivão-diretor: II/43 .para fins de inscrição de dívida: III/13 .de pesquisa na base-de-dados do IIRGD: procedimento: V/80.da impossibilidade de extração de cópias reprográficas: IX/38 .prazo de validade: VII/49 .de desentranhamento: II/106 .de oficiais de justiça: apresentação obrigatória: VI/5 CARTÕES DE AUTÓGRAFOS Vide: ASSINATURA(S) CARTÓRIO DISTRIBUIDOR Vide: DISTRIBUIÇÃO CARTÓRIOS E OFÍCIOS DE JUSTIÇA EM GERAL Vide: OFÍCIOS DE JUSTIÇA EM GERAL CARTÓRIOS EXTRAJUDICIAIS .criminais: expedição destinada a réus pobres: V/81 .3 .para averbação e cancelamento de imóvel: requisitos: II/109 .1 .1 .criminais: substituição por cópias reprográficas: V/83 .juntada aos autos independente de despacho judicial: V/17 ..criminais: arquivamento em pastas: V/26 .com anotação "NADA CONSTA": hipóteses: VII/54 CHAMAMENTO AO PROCESSO .correição ordinária: I/9 .subscritas pelos escrivães-diretores: II/43 CERTIDÕES DE ANTECEDENTES .Corregedoria Permanente: I/3 .sindicâncias e processos administrativos: I/4 .de antecedentes: fins civis: VII/47 e 54 .dos ofícios de justiça na Receita Federal: II/32.expedida pelo escrivão-diretor: procedimento: II/40 . IV/38.comunicações ao ofício de justiça da Corregedoria Permanente: II/31 .criminais: requisições assinadas pelo escrivão-diretor: V/47 .8 .transmissão em caso de urgência: II/74.5 CARTA(S) ROGATÓRIA(S) .relativas a imóveis: IV/41 .visita correcional: I/10 CENTRAL DE ADOÇÃO Vide: CADASTRO CENTRAL CENTRAL DE TESTAMENTO Vide: COLÉGIO NOTARIAL DO BRASIL CERTIDÃO(ÕES) .anotação na autuação: IV/10 .procedimento de dúvida: isenção da taxa judiciária: III/7.de óbito: encaminhamento de cópia reprográfica ao DIPO: V/29.

processamento: IV/102 a 108 COMISSÁRIOS DE MENORES Vide: SERVIÇO VOLUNTÁRIO COMPETÊNCIA .via telex: confirmação: IX/22 CONCILIADORES E ÁRBITROS (J.68 .CHANCELA MECÂNICA .E.1 .por edital: juntada aos autos do recorte da publicação: II/55.dos Contadores e Partidores: VII/77 .C.utilização do Serviço de Entrega de Correspondência Agrupada: IX/24 .do Plantão Judiciário: XII/15 .cumprimento pelos oficiais de justiça: VI/6 a 10 .no J.C.insuficiência de cópias da inicial: providência: IV/7.editais relativos a criança e adolescente: XI/20 .C.P.P. e J.C.mandados assinados pelos escrivães-diretores: II/64 .casos em que se exige: V/20 CONCORDATA Vide: FALÊNCIA(S) E CONCORDATA(S) .41 .enumeração: VII/15 a 25 CLASSIFICADORES .2 CITAÇÃO .C.por hora certa: VI/8 CLASSES PARA DISTRIBUIÇÃO .sobre procedimentos criminais: V/27 a 29 .testamento: informações: IV/14-A COLÉGIO RECURSAL (J.chaves da máquina de chancelar: responsabilidade: IX/40.dos Ofícios da Infância e da Juventude: XI/16 COLÉGIO NOTARIAL DO BRASIL .I.suspensão de seu uso: IX/41.P.prestação de serviço sem vínculo com o Estado: IV/83 CONCLUSÃO DE AUTOS .de prisão: V/170 .: IV/89 .1 .de pessoas jurídicas ou sociedades sem personalidade jurídica: VI/9 .C.de tutores e curadores: IV/4 .adoção do processo: IX/40 .P.I.de peritos: V/115 .) .): IV/84 .E.classificação dos processos em Segunda Instância: II/114 a 118 COMPROMISSO .90 .composição e funcionamento: IV/99 a 101 .de voluntários: XI/34 “d” COMUNICAÇÕES .85 . E J.) .compromisso e Livro de Presença: IV/84 .criminal: por editais: requisitos e procedimento: V/67.C. e J.dos Ofícios de Justiça: II/32 . E J.de conciliadores e árbitros (J.E.1 .C.I.I.E.escolha pelo Juiz Diretor: IV/82 .1 .

extraídas de autos com segredo de justiça: requisito: II/131.desentranhamento: IV/13 CONTRAMANDADOS .requisição pelos escrivães-diretores: IX/37.competência recursal: II/114.conversão de valores segundo índice corretivo da moeda: IV/55 .classificadores: VII/77 .de prisão: remessa: V/55 .de prisão: requisitos para expedição: V/50 a 52 CONTRIBUIÇÕES Vide: TAXA JUDICIÁRIA COORDENADORIA DE SAÚDE MENTAL Vide: ESCRITÓRIOS REGIONAIS DE SAÚDE (ERSAs) CÓPIAS REPROGRÁFICAS E AUTENTICAÇÕES .conta de liquidação: conversão de valores segundo índice corretivo da moeda: IV/55 .no Setor de Execuções Acidentárias: IV/78 .CONFISCO Vide: ARMAS E OBJETOS CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA . "D" CONSELHO TUTELAR .56 .1 .41 .cálculo de natureza eleitoral: VII/64 .5 .atribuições: VII/64 .de documentos e peças de processo: V/83. IV/39 .iniciativa para imposição de penalidade administrativa: XI/18 CONTA(S) DE LIQUIDAÇÃO .cálculo da retenção do imposto sobre a renda na fonte: VII/72 .utilização de impressos: VII/74 CONTESTAÇÃO .39 .cálculo de imposto de transmissão "causa mortis": VII/73 .cópias não retiradas: prazo para inutilização: IX/44 .5 . 145 a 148 .conta de liquidação nas execuções fiscais: VII/68 .autenticação: registro da assinatura no tabelionato: IX/39.horários de atendimento: IX/30 .local de pagamento: IX/34 .execução dos serviços.elaboração de cálculos e partilhas no Interior: VII/66 .instruções e procedimento: IX/29 a 45 .remessa de autos: III/8.56 .2 e 37.criminais: colocação em pastas: V/26 .receita diária: procedimento para o recolhimento: IX/36 .de prisão: assinatura dos magistrados: fichário: V/48.impossibilidade da realização do cálculo: VII/71 .65 .custos: competência para fixação: III/14 e IX/33 . mediante pagamento ou requisição: IX/31 a 35 .1 .com isenção de pagamento: IX/37 .79 .requisição pela Procuradoria de Assistência Judiciária e Ministério Público: IX/37.nas execuções acidentárias na Capital: uso de microcomputador: VII/78 .verbas sujeitas à retenção do imposto sobre a renda: VII/72 CONTADOR(ES) E PARTIDOR(ES) . IX/38 .adoção do processo de chancela mecânica: IX/40 .

.escala de Corregedores nas comarcas com mais de uma vara: I/3.4 CORREGEDOR GERAL DA JUSTIÇA .dispensa dos Juízes de Direito da Grande São Paulo de efetuar correições: I/9. "f" e 3. CORREGEDORIA PERMANENTE .função correcional: I/1 .vedada autenticação: IX/38-B.a quem compete: I/3 .avocação de sindicâncias e processos administrativos: I/4.expedição de cópia ou certidão de atos judiciais.designação de escrivão "ad hoc": critério: I/9-A . policiais e administrativos: requisitos: XI/4 .1 .cadastramento para adoção: procedimento: XI/45 a 49 .visto em livros: I/13.1 e 9 CREMAÇÃO DE CADÁVER .exigência dos títulos e provisões dos funcionários e auxiliares da justiça: I/15 .assuntos urgentes: plantão judiciário: XII/1.regulamentação: V/186 a 192 CRIANÇA E ADOLESCENTE .correição ordinária: I/9 .2 . II/21 e 28 CORREGEDORIA DA POLÍCIA JUDICIÁRIA Vide: SERVIÇOS DA CORREGEDORIA DA POLÍCIA JUDICIÁRIA CORREGEDORIA DOS PRESÍDIOS Vide: SERVIÇOS DA CORREGEDORIA DOS PRESÍDIOS CORREGEDORIA PERMANENTE V.alteração da escala de Corregedores Permanentes nas Comarcas com mais de uma Vara: I/3.competência do Plantão Judiciário: XII/1.2 .aplicação de penas e reexame de decisões: I/8 .1 . CORREGEDOR PERMANENTE . tb.alvará para venda de bens: IV/27.designação de escrivão "ad hoc" nas correições: critério: I/9-A .correição. tb.visitas periódicas às cadeias e outros estabelecimentos: I/11 .inexistência de registro de nascimento: procedimento: XI/5 .ordinárias: I/2.dos presídios: remoção de presos: V/144-A a 144-E .autorização para viajar: XI/41 a 44 .1 .transporte de livros e processos para outro local: I/14 . logo após seu provimento em qualquer comarca ou vara: I/10 .1 .remessa de cópia de provimentos e portarias aos Cartórios de Registro Civil: I/17 CORREIÇÕES .2 .3 .regulamentação do serviço de distribuição: VII/1 CORREGEDOR PERMANENTE V.após o provimento da Vara: I/10 .época da designação: I/3.extraordinárias: I/2.competência para realização de sindicâncias e processos administrativos: I/4 .requisição por estabelecimento prisional: II/130 . 38-D e 39.vedada a cópia integral do processo: IX/37.livros obrigatórios: I/18 .edital de citação: requisitos: XI/20 .3 .cartório extrajudicial: anotações no Prontuário Geral: II/30 . "b" e 24 .lançamento do "visto" do Juiz Corregedor: I/13 .distinção: XI/1 .

4 .3 .especial: isenção da taxa judiciária: III/6.1 .17.despesas com condução: adiantamento de numerário: VI/27 CURADOR(ES) . tb.sigilo na identificação e divulgação de atos: XI/3 CRIMES CONTRA A PROPRIEDADE IMATERIAL .comunicações: V/27 DENUNCIAÇÃO DA LIDE . "b".5 .relativas a criança e adolescente: isenção: III/7 "b".protocolização de petição: procedimento: IX/5 DEPÓSITO DE SUBSTÂNCIAS ENTORPECENTES Vide: SUBSTÂNCIAS ENTORPECENTES DEPÓSITO E GUARDA DE ARMAS E OBJETOS Vide: ARMAS E OBJETOS DEPÓSITOS E LEVANTAMENTOS JUDICIAIS .livros obrigatórios: V/164 DENÚNCIA .não incidência da taxa judiciária: III/7.internação provisória: horário para distribuição: XI/17.1 -DDÉBITO FISCAL ..DEPARTAMENTO TÉCNICO DE APOIO AO SERVIÇO DE EXECUÇÕES CRIMINAIS Vide: SERVIÇOS DE EXECUÇÕES CRIMINAIS DEFESA PRÉVIA .publicação: procedimento: IV/58 a 63 DECRIM .anotação na autuação: IV/10 DEPENDÊNCIA TOXICOLÓGICA .procedimento: XI/17 a 22 .isenção nos casos de certidões para fins criminais relativas a réus pobres: V/81 . XI/2 e 5.prova negativa: VII/34 DECISÕES INTERLOCUTÓRIAS . TAXA JUDICIÁRIA .comunicações que lhe serão feitas: V/27 .do vínculo matrimonial: isenção da taxa judiciária: III/6. "c" . XI/2 e 5. "c" CUSTAS JUDICIAIS V.réu interrogado por carta precatória: prazo: V/79 DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL Vide: RECEITA FEDERAL DELEGACIA DE POLÍCIA .internação em unidades da FEBEM: procedimento: XI/17.nomeação de médicos para exames de insanidade mental: V/110 DEPOIMENTO PESSOAL .

necessidade: V/19 e 25 . V/83-A a 83-E DESPESAS DE CONDUÇÃO .depósito insuficiente: VI/19 .depósitos em continuação: VIII/4 .de fiança criminal: procedimento: V/84 a 85-E . pedras e metais preciosos: VIII/5 .17 DESPESAS JUDICIAIS Vide: TAXA JUDICIÁRIA DIPO .efetuados com rendimentos de juros e correção monetária.padrão de firmas dos juízes: VIII/18 . VII/12 .remessa de relação diária das guias de levantamento: VIII/10 e 15 .9.procedimento: VIII/2.13 .retenção do imposto de renda: VIII/17 .distribuição de feitos criminais na Capital: VII/59.recolhimento após a distribuição da inicial: VI/16 . à disposição do juízo: VIII/1 .instituições onde serão feitos: VIII/2 .casos em que será dispensado: IV/15-A.pelas Fazendas Públicas: VI/28 a 31 .procedimento: II/106 e 108.1 DISTRIBUIÇÃO .dúvidas: decididas pelo juiz do processo: VI/23 .alvarás: IV/27.ações penais falimentares: VII/14 .validade do mandado de levantamento: VIII/8 .distribuição de feitos na Capital: VII/59 DESDOBRAMENTO DE LIVROS Vide: LIVROS DESENTRANHAMENTO . IV/13 DESPACHO JUDICIAL .acidentes do trabalho: VII/35 .de documentos: depende de despacho judicial: V/19 .nas ações acidentárias: VIII/19 a 27 .25 . V/17-18 e 24 .precatório requisitando depósitos: VIII/6 .por força de alvará judicial: VIII/3 .diligências gratuitas: ressarcimento: VI/24 . 12 .V.1 .competência para encaminhamento dos mandados e contramandados de prisão: V/59 .cartas precatórias originárias de outros Estados: recolhimento: VI/32 a 36 . IV/58 a 63.dos oficiais de justiça: VI/12 a 26 .levantamento: por procurador: VIII/8.3 .alimentos: pedido formulado pelo próprio credor: VII/13 .publicação pela imprensa: II/51. ACIDENTES DO TRABALHO .recolhimento do valor da fiança ao Tesouro Público: V/85-C .transferência de conta: VIII/7.de moedas estrangeiras.comunicações sobre cálculos: VII/76 .competência para autorizar levantamento e recolhimento de fiança criminal no Foro Central: V/85-D .1 e 7 .vedado aos escrivães-diretores manter dinheiro em cartório ou em contas particulares: VIII/1 DEPRI . tb.

4 .3. 46 e 70 .desentranhamento: procedimento: II/106 a 108.encaminhamento dos feitos e das petições: VII/3 a 6 . entrega.cópias em processos criminais: procedimento: V/26 .80.P. VII/50 a 59 .regulamentação do serviço: competência: VII/1 .I.nas Varas da Fazenda Pública: pesquisa de prevenção: VII/35.1 a 2.C.por dependência: VII/9 .3 .retificação de registro: VII/38 DISTRIBUIDOR Vide: DISTRIBUIÇÃO DÍVIDA ATIVA Vide: TAXA JUDICIÁRIA DIVISÃO DE EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA SECRETARIA DA SAÚDE DO ESTADO .classes: VII/16 a 25 .expedição de certidões: VII/47 e 54 .extinção do processo: comunicação: anotações: IV/12.de livros comerciais: VII/33.requisição de folha de antecedentes criminais: Foro Regional: procedimento: V/80.publicação da decisão: IV/60 -E- .7 .retificação do procedimento da ação: anotações: IV/12.livros: VII/15 .na Comarca da Capital: VII/11-A .8 .1 .informatizada: procedimento para redistribuição.ordem de sorteios: VII/4.conversão: dispensa de apensamento dos autos da separação ou desquite: IV/28 DOCUMENTO(S) .: conservação: IV/111 .execuções fiscais: requisitos e procedimentos: VII/39 e 60 .1 .1 . V/18 .de registro: VII/38 .paralisação no sistema de processamento de dados: VII/62.6 .recebimento das substâncias entorpecentes relativas a processos findos: V/106 DIVÓRCIO .2 a 12.1 .no J.internação provisória de adolescentes: horário: XI/17. rogatórias e de ordem: na Capital: VII/61 .juntado aos autos mediante termo: II/84 . IV/13 .folha de registro: VII/28 a 32 ..dúvida quanto às classes ou classificação das petições: procedimento: VII/26 .11-B e 59 a 62 .escrituração dos livros específicos: VII/15 .E.44 .não é devida a taxa judiciária: III/7.3 .processos do Tribunal do Júri: procedimento: VII/63. VII/11 e 63 .juntado aos autos.10 .relativos a criança e adolescente: procedimento: XI/17 DÚVIDA . devolução de autos e retificação: II/15.1 . e J.execuções fiscais: anotação do valor na capa dos autos: II/45.C.cível: VII/34 a 46 .nas Comarcas do Interior: II/2.criminal: anotações: V/27 a 29.reconvenção e intervenção de terceiros: anotações: IV/12 .5 .de cartas precatórias.de falências e concordatas: comunicações: VII/43 . independente de despacho: IV/15-A.

subscritos pelo escrivão-diretor: II/43 EMBARGOS À EXECUÇÃO . IX/4 .cartas precatórias: juntada das peças necessárias aos autos principais: II/74.certificação da autenticidade da assinatura do juiz: II/63.despesas com publicação: IV/44 .1 .1.vigilância sobre os processos: IV/20 ESCRITÓRIOS REGIONAIS DE SAÚDE (ERSAs) .de convocação do júri: V/67. IV/48.2 .balanço anual no Livro Registro Geral de Feitos: II/13 .4.6 .competência recursal: II/117 ENTORPECENTES Vide: SUBSTÂNCIAS ENTORPECENTES EQUIPE INTERPROFISSIONAL Vide: SERVIÇO SOCIAL E DE PSICOLOGIA ERRO Vide: PUBLICAÇÃO(ÕES) ESCREVENTE-CHEFE .entrega para fins de publicação: II/56 .carga de autos a advogados: II/98 a 101 .publicação nas ações penais privadas: procedimento: V/66 .1. IV/10 .dispensa da publicação: I/10.certidão: procedimento na expedição: II/40 .selecionará médicos psiquiatras: V/110 ESCRITURAÇÃO DE LIVROS Vide: LIVROS ESCRIVÃO-DIRETOR .certificação de decurso de prazo: II/88.1 .1. IV/31.certificação pessoal de publicações: II/52.autos relativos a criança e adolescente: procedimento: XI/17 a 22 .de citação.2 .certificação pessoal de publicações: II/52. IV/45 .arquivamento do comprovante das despesas de diligências dos oficiais de justiça: II/73.armas ou objetos apreendidos: providências: V/11 .expedição e afixação: II/53.2 .assinatura de mandados e ofícios: II/64.cartas: acompanhamento dos avisos de recebimento: IV/15 .EDITAIS .cível: anotações que deverá efetuar na autuação: II/119 "h".requisitos: II/54 .anotação na autuação: IV/10 .47 .1 e 68 .1.2 . V/50. V/83-E. IV/46 .de citação e intimação em processos criminais: procedimento: V/67. IV/54.justiça gratuita: anotação que deverá ser feita: II/54 .carga de autos a juiz e ministério público: II/48 . relativos a criança e adolescente: XI/20 .comunicação de irregularidades à Corregedoria Geral da Justiça: II/62 . V/46 .3 .cientificação aos oficiais de justiça da publicação relativa aos mandados gratuitos: VI/26.1 .não incidência da taxa judiciária: III/7. VI/17.67.averbação à margem da distribuição: VII/41 .de praça ou leilão: atualização do débito: IV/47 .para venda de bem imóvel: certidão atualizada: IV/48.4 .55. "f" EMBARGOS DE TERCEIRO . V/83-E.

providências após a sentença ou decreto da prisão preventiva: V/31 .2 .E.vedado manter dinheiro em cartório ou em conta particular: VIII/1 . editais e outros: II/43.remessa e controle de autos à segunda instância: providências: II/5. IV/13 .de sanidade mental: procedimento: V/110 a 118 .110 .vigilância sobre os processos: IV/20 ESTADO . e J. "c" e 20 EXECUÇÃO .editais criminais: providências para publicação: V/66 . V/46 . IV/59.1 .1 .1 .praças e leilões: observância aos artigos do CPC: X/2. 16 e 196.1 .contra devedor solvente: arrematação em favor da massa: IV/36 . termos.relação de autos fora de prazo: II/105 .competência para promover abertura e encerramento de livros: II/5. 46 e 119.C.67 . independente de despacho: IV/15-A.retificação do procedimento da ação: anotação: IV/12.requisição de cópias reprográficas: IX/37. V/18 a 24 .médico no Setor de Perícias Acidentárias: procedimento: IV/65 a 71 .escrituração de livros e papéis nos ofícios de justiça: procedimento: II/33 a 39 e 42 . 13.designação de "ad hoc" nas correições: critério: I/9-A .2.criminal: pena pecuniária: procedimento: V/36 .no J.para verificação de capacidade civil: V/110.1.isenção da taxa judiciária: III/6. precatórias.C.V/31-B .P..47 .4 .extinção de processo: providências: IV/12.mandado de prisão: procedimento: V/57 .extinção de processos: casos de comunicação à segunda instância: IV/11.3.1 . IV/38.comunicação à Seção de Depósito e Guarda de Armas e Objetos: processos findos: V/91 a 93 . V/13. alvarás.I.criminal: comunicação ao DIPO de certidão de óbito de réus ou indiciados: V/29.inutilização de livros e papéis: procedimento: II/42.2 a 12.31-A .: IV/109 .1 .42. XI/11 .1 .em caso de violência contra preso: V/158 . do CPP: providências: V/24 . "b" ESTENOTIPIA Vide: SERVIÇO DE ESTENOTIPIA EXAME .1 .suspensão condicional do processo: controle do prazo e providências: V/195 a 202 . V/83-B .subscrição das certidões.criminal: anotações que deverá efetuar na autuação: V/11.requerido junto ao Plantão Judiciário: XII/1.distribuição dos serviços: II/4 .distribuição informatizada: procedimento: II/15.fichários dos inquéritos devolvidos à polícia: V/12 .verificação das publicações e intimações: II/52.exame do recolhimento da taxa judiciária e contribuições: III/8 .1 EXAME DE CORPO DE DELITO .desentranhamento: procedimento: II/106 a 108.37 .juntada de documentos e vista de autos.no Setor de Execuções Acidentárias: IV/76 a 79 EXECUÇÕES ACIDENTÁRIAS Vide: SETOR DE EXECUÇÕES ACIDENTÁRIAS .diligências deferidas no prazo do artigo 499.

VIII/18 .EXECUÇÕES CRIMINAIS Vide: SERVIÇOS DE EXECUÇÕES CRIMINAIS EXECUÇÕES FISCAIS .intimação: IV/14 FAZENDA PÚBLICA .despesas de condução dos oficiais de justiça: VI/28 a 31 . II e III do CPC: providências: IV/49 FAC-SÍMILE . 267.de papéis: apuração de responsabilidade: V/151 FAZENDA ESTADUAL .distribuição: requisitos: VII/39 .segredo na distribuição: VII/36.depósito do valor: V/84 .44 .recolhimento do valor ao Tesouro Público: V/85-C .autorização para levantamento do depósito: V/85-B.5 FALÊNCIA(S) E CONCORDATA(S) .quantias devidas à Fazenda Nacional: depósito do produto da arrecadação: IV/34 .para controle de assinatura de magistrados: V/145 a 148.relativos a ICMS: distribuição: VII/60 EXTINÇÃO DO PROCESSO .85-E .processamento: II/3 .arrematação do produto dos bens pela massa nas execuções contra devedor solvente: IV/36 .dos ofícios de justiça cível: IV/6 .incineração: processamento: II/3.3 FIANÇA CRIMINAL .comunicação da sentença ao Distribuidor e pedido de informações: IV/35 .de inquéritos devolvidos à polícia: V/12 .remessa de relação à Junta Comercial do Estado e à Delegacia da Receita Federal: IV/32 .dos ofícios de justiça na Receita Federal: II/32.6 .comunicação pelo Distribuidor à Secretaria da Fazenda e à Junta Comercial do Estado: VII/43 .geral: índice do Registro Geral de Feitos: II/10 .lançamento no livro próprio: V/85-A .2 a 3.nas hipóteses do art.anotação do valor na autuação quando da distribuição: II/45.1 FALSIFICAÇÃO . 85-D .3 FICHA PADRÃO Vide: ASSINATURA(S) FICHÁRIO(S) .casos de comunicação à segunda instância: IV/11 .conta de liquidação: VII/68 .1 .remessa de cópia da sentença ou do edital à Procuradoria Fiscal do Estado e do Município: IV/33 .1 FICHA DE INSCRIÇÃO .85 .recusa da repartição arrecadadora no recebimento: procedimento: V/85-C.carta precatória e de ordem: transmissão em caso de urgência: II/74.relativo a criança e adolescente: anotações: XI/21 .distribuição na Comarca da Capital: pesquisa de prevenção: VII/35.

momento da expedição: V/32 .providências: V/143 FUNÇÃO CORRECIONAL .8 .vedada a nomeação como peritos: IV/23 -GGUARDA DE ARMAS E OBJETOS Vide: ARMAS E OBJETOS GUIAS DE DEPÓSITOS Vide: DEPÓSITOS E LEVANTAMENTOS JUDICIAIS GUIAS DE LEVANTAMENTO Vide: DEPÓSITOS E LEVANTAMENTOS JUDICIAIS GUIA(S) DE RECOLHIMENTO E INTERNAMENTO .32 .impetrado em segunda instância: pedido de informações: V/22 .remoção de sentenciado: remessa dos autos de execução criminal: V/132 .exercício: I/2 FUNCIONÁRIOS .modelo oficial: V/40 .FOLGA .juntada aos autos independente de despacho judicial: V/17 .do juiz e funcionários: Plantão Judiciário: XII/12 e 33 FOLHA(S) DE ANTECEDENTES .pesquisa na base-de-dados do IIRGD: certificação: V/80.33 .1 .extração de cópias reprográficas: procedimento: IV/54.anotação na autuação: V/13.33 .assinatura: V/48 .retificação: V/34 -H"HABEAS-CORPUS" .requisição e procedimento: V/47 e 80 FORMAL(IS) DE PARTILHA .independe do pagamento da taxa judiciária: III/7.oportunidade em que serão devolvidas: V/41 .participação do Plantão Judiciário: compensação: XII/12 e 33 .1 .a quem compete: I/1 .prazo para expedição: IV/29 FORO REGIONAL .anexação entrecapas: V/23 .peças instrutoras: V/32. IX/31 .comunicação à segunda instância: V/31-B .exibição dos títulos e provisões: I/15 .protocolização: IX/7 .distribuição criminal: pesquisa: VII/50.2 FUGA DE PRESOS .2 .

anotação na autuação da data da prescrição: IV/10.2 INQUÉRITO(S) POLICIAL(IS) . 5 e 29 .anotação na capa da necessidade de intérprete: V/16 .1.para verificação de insanidade mental: V/110 INCINERAÇÃO V. 6 . tb.arquivamento: comunicações: V/28.7 .classificador para guia de recolhimento: II/32.32.22 INQUÉRITO JUDICIAL .de analfabeto: procedimento: V/64.2 .comunicações sobre seu desfecho: V/27.averiguação da vida pregressa: V/180 .4 .distribuição das execuções fiscais na Comarca da Capital: VII/60 IMPRESSÃO DIGITAL .de substâncias entorpecentes ou assemelhadas: V/107 INDICIADO . "d" .pedido de informações: V/21 .preventivo: V/21.nas execuções fiscais: VII/68 -IIMPOSTO DE RENDA NA FONTE .1 IMPUTABILIDADE PENAL .3 . "a".em "habeas-corpus": V/21 .de processos de execuções fiscais: quando é permitida: II/3.1 "HABEAS-DATA" . "g" .retenção: VIII/17 IMPOSTO DE TRANSMISSÃO "CAUSA MORTIS" Vide: INVENTÁRIOS E ARROLAMENTOS IMPOSTO SOBRE CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS E SERVIÇOS (ICMS) .em ações de acidente do trabalho: IV/64 . 88 e 178 .identificação na Receita Federal: II/32.independe do pagamento da taxa judiciária: III/7.qualificação: V/179 INFORMAÇÕES .2 .no Plantão Judiciário: XII/1.arquivamento: anotações pelo Distribuidor: VII/51 .armas e objetos: etiquetados: V/86 .cálculo: VII/72 .apensamento: procedimento: V/5.1 HASTAS PÚBLICAS Vide: PRAÇAS E LEILÕES JUDICIAIS HONORÁRIOS DE ADVOGADO .apresentação no Plantão Judiciário: XII/18 . INUTILIZAÇÃO .acompanhados das armas e objetos: anotação na capa: V/11.não previne jurisdição: VII/8 ..

nomeação para réu estrangeiro: V/30 INTERROGATÓRIO .comarcas desprovidas de médicos psiquiatras: V/118 .relatório: V/182 e 184 .comunicações que lhe serão feitas: V/27 .28 .médicos selecionados pelos Escritórios Regionais de Saúde: V/110 .exclusão de peritos: V/111.1 .de despachos.entrega dos autos após o pagamento da taxa judiciária: IV/37 INTÉRPRETE . independente de despacho judicial: V/4 INSANIDADE MENTAL DO ACUSADO .requerimento de diligências: procedimento: V/9 . V/83-A a 83-E INUTILIZAÇÃO .C. no juízo deprecado: V/76 a 79 INTERVENÇÃO DE TERCEIROS .de réu estrangeiro: V/30 .E.pagamento ao perito: V/117 .C.processados em duas vias: V/176 . V/46 .publicação pela imprensa: II/51.vista ao M.de réu.autos do incidente: retirada pelo perito: V/116 .observância do prazo para conclusão: V/177 .anotação pelo Distribuidor: IV/12 INTIMAÇÃO(ÕES) . IV/14.: IV/91 .requisitos: II/63 INTERDIÇÃO Vide: CADEIA(S) PÚBLICA(S) INTERNAÇÃO Vide: INSANIDADE MENTAL DO ACUSADO INTERPELAÇÃO .I.realização do exame em réus: V/113 INSTITUTO DE IDENTIFICAÇÃO "RICARDO GUMBLETON DAUNT" .criminal: por editais: requisitos: V/43 e 67.fiança criminal: procedimento: V/84 a 85-E .mandados assinados pelo escrivão-diretor: II/64.P.justiça gratuita: procedimento: V/110.de réus presos: V/60 a 65 .remessa para outra vara ou comarca: procedimento: V/5 a 7 .5 INSTRUMENTOS DE ORDENS .no J.10 .peritos: compromisso: V/115 . decisões e sentenças: requisitos: II/51 .pesquisa na base-de-dados: certificação: V/80.1 .requisição de folha de antecedentes por autoridade policial: V/80.internamento do paciente: V/113.para defesa prévia: interrogatório no juízo deprecado: V/79 .2 .pedido de dilação de prazo: procedimento: V/8 e 183 ..1 .desnecessidade de autuação: V/3 .8 .P.fichário de inquéritos devolvidos à policia: V/12 .da Fazenda Estadual nos Juízos das Sucessões: IV/14 .. e J.anotação na capa do processo: V/16 . 58 a 63.

processamento no Colégio Recursal: IV/102 a 108 .95.certidões e diligências: providência das partes: IV/31-A .de documentos no J. V/50.P.ordem geral dos serviços: IV/87 a 94 .conciliadores e árbitros: IV/82 a 85 .mediante termo: II/84 .2 .de livros e papéis: procedimento: II/42.execução: IV/109 .audiências: IV/88.intimação da Fazenda Estadual: IV/14 . V/26 INVENTÁRIOS E ARROLAMENTOS .2. VIII/18 .112 .de cópias e peças de cartas precatórias: II/74.autenticação da assinatura pelo escrivão-diretor: II/63.conservação de documentos: IV/111 .: IV/112 .2 .) E JUIZADO ESPECIAL DE PEQUENAS CAUSAS (J.1 .Colégio Recursal: composição e funcionamento: IV/99 a 101 .visita correcional: I/10 JUIZADO INFORMAL DE CONCILIAÇÃO (J.110 . V/18 .formal de partilha: peças obrigatórias: IV/29.livros e classificadores: IV/86 .alvarás: prazo de eficácia: IV/27.2 .C.cálculo do imposto: VII/73 .designação de audiências: atribuição: II/75 .C.distribuição nas Comarcas do Interior: VII/11 .estatística mensal: remessa ao Conselho Supervisor: IV/113 .carga de autos: II/48. VII/12 .assinatura: fichários: V/145 a 148.I.2 .funcionamento: IV/81 .distribuição na Comarca da Capital: VII/11-B .alvarás: distribuição: IV/27.1 .I.) .E.2 .4 .prazo para recolhimento do imposto: IV/29. IV/54.testamento: previne competência: VII/40 -JJUIZ CORREGEDOR PERMANENTE Vide: CORREGEDOR PERMANENTE JUIZ DE DIREITO .42.E.recurso: prazo e processamento: IV/95 a 98 JUÍZO DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE Vide: OFÍCIO DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE JUÍZO DAS EXECUÇÕES CRIMINAIS Vide: SERVIÇOS DE EXECUÇÕES CRIMINAIS JUNTA COMERCIAL .formal de partilha: prazo para expedição: IV/29 .citação e intimação: procedimento: IV/89 a 91 .testamento: informações: Registro Central de Testamentos: IV/14-A . e J.C.1.remessa de relação das falências e concordatas: IV/32.C.2 .P.taxa judiciária: recolhimento: III/4.independente de despacho judicial: IV/15-A. 92 .1 ..93 e 114 .preparo: IV/95. VII/44 JUNTADA DE DOCUMENTOS AOS AUTOS .

escrituração: V/2 LIVRO CARGA DE AUTOS .escrituração em folhas soltas: VII/15 LIVRO DE REGISTRO DE FEITOS . "a" .1 .proibição de fazer pagamentos: IV/42 LEILÕES E PRAÇAS JUDICIAIS Vide: PRAÇAS E LEILÕES JUDICIAIS LITISCONSORTE .1.controle pelo Juiz Corregedor Permanente: II/21 .técnicos: apresentação pelos psicólogos: XI/26 LEILOEIROS . tb.1 e 3.JURADOS Vide: SERVIÇOS DO JÚRI JÚRI Vide: SERVIÇOS DO JÚRI -LLAUDOS .anotações pertinentes: IV/4 LIVRO COMUNICAÇÕES V.pagamento da taxa judiciária: III/10 LIVRO AVERBAÇÕES DO "SURSIS" .carga ao oficial de justiça: II/20. MANDADO(S) .do Plantão Judiciário: escrituração: XII/16 e 21.1 .“II” .outros registros: II/23 LIVRO COMPROMISSO DE TUTORES E CURADORES .5.3 LIVRO DE REGISTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE FEITOS .baixa nas cargas: II/22 .desdobramento: II/20 . tb.do Instituto Médico Legal: protocolização: IX/7 .escrituração: V/2 LIVRO DE FOLHAS SOLTAS .nos Ofícios de Justiça: II/5.da Corregedoria Permanente: I/18.comissão: III/3.baixa nas cargas: certificação nos autos: II/22 .2 .controle pelo Juiz Corregedor Permanente: II/21 .de constatação e toxicológico: requisitos: V/104 .desdobramento: II/19 LIVRO CARGA DE MANDADOS V. VI/2.relativos a acidentes do trabalho: procedimento: IV/69 .1 .nos Ofícios da Infância e da Juventude: XI/13 e 15 . COMUNICAÇÕES .

desdobramentos: II/18 LIVRO REGISTRO DE COLOCAÇÃO EM CASA DE SEMILIBERDADE E INTERNAÇÃO .nas delegacias de polícia e presídios: I/12 .1 .balanço anual: II/13 .de audiências de suspensão condicional do processo: escrituração: V/2.requisitos dos lançamentos: II/27 .escrituração: II/11 .organização em folhas soltas.anotações na coluna "observações": II/15 .termo de lançamento: I/10.sentenças que devem ser registradas: II/26 LIVRO REGISTRO DE TERMOS .1 .visto do Juiz: I/13 LIVRO PONTO .anotação a lápis: II/16 .cópia do termo encaminhado à Corregedoria Geral da Justiça: I/10.escrituração: requisitos e anotações: II/29 a 31 LIVRO REGISTRO DE INQUÉRITOS JUDICIAIS FALIMENTARES .índice: IV/3 LIVRO REGISTRO DE FÉRIAS E PRONTUÁRIO GERAL .lançamento de ausências ou afastamentos: II/8 LIVRO PROTOCOLO .dos assistentes sociais e psicólogos: XI/24.escrituração: XI/8. datilografadas: II/12 .transporte para outro local: I/14 .proibições: II/17 . 10 a 12 LIVRO REGISTRO GERAL DE FEITOS .formação mediante traslados ou cópias: II/24 .LIVRO DE VISITAS E CORREIÇÕES .escrituração: XI/13 LIVRO REGISTRO DE EXECUÇÕES FISCAIS .dos ofícios de justiça: escrituração: II/9 .4 .desdobramento: XI/9 .numeração em série renovável: II/25 .índice: requisitos: IV/5 LIVRO REGISTRO DE OBJETOS E VALORES DE PRESOS .2 .assinatura diária: II/6 .escrituração: IV/2 .dos oficiais de justiça: controle: II/5.escrituração: XI/14 LIVRO REGISTRO DE RETENÇÕES DO IMPOSTO SOBRE A RENDA .1 .visto mensal do Juiz Corregedor Permanente: II/28 LIVRO REGISTRO DE SENTENÇAS .índice: II/10 .encerramento diário: II/6.lançamentos: V/137 LIVRO REGISTRO DE PENALIDADES ADMINISTRATIVAS . VI/1 “b” .1.critério de escrituração: II/7 .

"f" .dos Ofícios de Justiça em geral: II/5 . "c" LIVROS DAS DELEGACIAS DE POLÍCIA .registro de procedimentos relativos a criança e adolescente: XI/7 LIVRO ROL DOS CULPADOS . XI/9 . autenticação e encerramento pelo escrivão-diretor: II/5.: IV/86 .Registro de Portarias do Juízo: V/134 .Registro de Entrada e Saída de Presos: V/135.dos Ofícios de Justiça Cível: IV/1 .Carga de Devolução de Alvarás: V/134 .Compromisso de Autoridades e Servidores da Justiça: I/18.dos Ofícios da Corregedoria dos Presídios e da Polícia Judiciária: V/134 . "a" .abertura.dos Ofícios de Execuções Criminais: V/124 . "b" .comerciais: VII/33. "i" LIVRO TERMOS DE AUDIÊNCIAS .desdobramento: II/18 e 20.dos Ofícios do Júri: V/119 . 46 e 70 .Registro de Termos de Visitas e Correições: V/135.dos Ofícios da Infância e da Juventude: XI/6 .42.lançamento do nome do réu: V/31. "d" .escrituração: V/2 .do Plantão Judiciário: XII/14 .Registro de Óbitos: V/135.Registro de Visitas Médicas aos Presos: V/135.1 .. IV/2.“II” .E.1 .Livro Tombo: I/18. "b" .registro de precatórias: II/14.da Seção da Corregedoria Permanente: I/18 .protocolo de audiências de suspensão condicional do processo: escrituração: V/2.2 .visto mensal pelo Juiz Corregedor Permanente: II/21 e 28 LIVROS COMERCIAIS .C.autenticação: VII/70 . e J.Carga de Autos e Papéis: V/134 .C.“III”.distribuição para visto em balanço: VII/33.dos Distribuidores: VII/15 . XI/11 . "b" .das cadeias públicas: V/135 .1 .dos Ofícios de Justiça Criminal: V/1 .Registro de Objetos e Valores de Presos: V/135.possibilidade de inutilização: II/42.das delegacias de polícia: V/164 . "a" .Registro de Controle de Requisições de Presos: V/134 .P. "d" . "e" .de visitas e correições: I/12 .I.do J.Registro de Visitas do Ministério Público: V/135. 46 e 70 LIVROS DA CORREGEDORIA DOS PRESÍDIOS E DA POLÍCIA JUDICIÁRIA .escrituração: requisitos e proibições: II/33 a 39 .“III”. "e" .Ponto dos Servidores: I/18.enumeração: V/164 LIVROS DA SEÇÃO DA CORREGEDORIA PERMANENTE .escrituração: XI/15 LIVROS .“IV” LIVROS DAS CADEIAS PÚBLICAS .Registro de Cópias de Flagrante: V/134 .2.“I” .

Registro de Sentenças: XI/6.Protocolo de Audiências de Suspensão Condicional do Processo: V/1. "b" LIVROS DOS OFÍCIOS DE JUSTIÇA CRIMINAL . "d" . "c" .Registro de Averbações do "Sursis": V/1. "a" LIVROS DOS DISTRIBUIDORES .organizados por grupos de classes: VII/15 a 25 LIVROS DOS OFÍCIOS DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE .Ponto dos Servidores: II/5.Liberdade Provisória com Fiança: V/1.Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça: II/5.Prontuário Geral: I/18. "e" . "f" .Registro de Colocação em Casa de Semiliberdade e Internação: XI/6.Registro de Testamentos: IV/1. "e" . "b" .1 . “e” .Rol dos Culpados: V/1. "c" LIVROS DO PLANTÃO JUDICIÁRIO .. "b" e 13 .Registro de Termos: XI/6.Carga à Divisão de Distribuição do DIPO: XII/14. "d" .Registro de Mandados e Contramandados de Prisão: V/124.Atas do Júri: V/119.Ponto dos Oficiais de Justiça: II/5. "c" . "a" . "h" .Carga de Autos aos Tribunais: V/124.Registro de Pessoas Interessadas na Adoção: XI/6 "g" .Cargas de Autos: II/5. "f" .Registro de Guias de Recolhimento e Internamento: V/124.Registro de Comunicações ao Instituto de Identificação "Ricardo Gumbleton Daunt" (IIRGD): V/1. "a" . "b" . "b" .Protocolo de Audiências: II/5.Registro Geral de Feitos: II/5.Alistamento Anual de Jurados: V/119. "a" .Registro de Sentenças: II/5.Registro de Feitos: XII/14.Termos de Audiências: XI/6.Registro de Alvarás de Soltura: V/124. "c" LIVROS DOS OFÍCIOS DO JÚRI . "c" e 14 . "i" .Registro de Inquéritos Judiciais Falimentares: IV/1. "a" .Registro de Portarias do Juízo: I/18. "a" . "b" .Registro de Penalidades Administrativas: XI/6.1 . "d" e 15 LIVROS DOS OFÍCIOS DE EXECUÇÕES CRIMINAIS . "j" . "f" . "d" .Protocolo de Autos e Papéis em geral: II/5. "a" .Registro de Guia de Transferência de Sentenciados: V/124. "c" LIVROS DOS OFÍCIOS DE JUSTIÇA CÍVEL .Registro das Retenções do Imposto sobre a Renda: II/5. "e" . "a" e 8 .Visitas e Correições: II/5.Registro de Criança e Adolescente: XI/6 "f" .Registro de Execuções Fiscais: IV/1.Carga de Ofícios: XII/14. "c" .Cargas de Mandados: II/5.Carga de Remessa de Certidões e Ofícios a Comarcas e Varas: V/124. "d" LIVROS DOS OFÍCIOS DE JUSTIÇA EM GERAL .Compromisso de Tutores e Curadores: IV/1. "g" . "b" .Registro de Feitos Administrativos: II/5.Registro de Feitos: I/18.

distribuição nas Varas da Fazenda Pública da Capital: pesquisa de prevenção: VII/35.livro: Carga de Mandados: desdobramento: II/20 .Sorteio de Jurados: V/119.distribuição nas varas ou setores: VI/2 .vedada a devolução sem cumprimento: VI/2.cargas: VI/2.Registro de Comunicações: V/119.assistência: averbação à margem da distribuição: VII/41 .de prisão: modelo: V/58 . "e" . VI/2. VI/3.2 a 2.de entrega de pessoas e coisas.gratuitos: mapas mensais: VI/26 .retenção além do prazo: VI/2.competência recursal: II/117 .de citação: requisitos: II/68 . "d" .. e os decorrentes de pronúncia ou condenação: forma de execução: V/56 .distribuição aos oficiais de justiça: II/65 .1 e 18 . "g" .de prisão: requisitos: V/50 e 58.de notificação e intimação: assinatura: V/47 . tb.prazo para cumprimento: II/73.diligências gratuitas: VI/24 .de prisão preventiva.insuficiência do depósito da condução: VI/19 .citatórios: expedição: V/46 .Fianças: V/119.de intimação: remessa pelo SEED: IX/10 e 13 .1 .5 .3 .competência recursal: II/117 .de citação em ações de acidentes do trabalho: IX/10 .de prisão: remessa: V/55 .Registro de Averbações do "Sursis": V/119.férias: procedimento: II/20.5 MANDADO(S) DE SEGURANÇA .Rol dos Culpados: V/119.critérios para a passagem de mandados de um oficial de justiça para outro: II/71.entrega ao oficial de justiça: II/67 e 70 . LIVRO CARGA DE MANDADOS .certificação da não propositura da ação principal: IV/31 .relação mensal dos mandados em poder dos oficiais de justiça: II/72 . "f" .relativos a imóveis: requisitos: II/109.oferecimento de condução a oficial de justiça: VI/20 .4 .recolhimento da condução: VI/17 .distribuição nas Varas da Fazenda Pública da Capital: pesquisa de . "h" .1. IV/41 . "c" -MMAGISTRADO Vide: JUIZ DE DIREITO e CORREGEDOR PERMANENTE MANDADO(S) V.anotação na autuação: IV/10 .extinção do processo: comunicação à segunda instância: IV/11 MEDIDAS CAUTELARES .de sustação de protesto: IV/30 . VI/2.Registro de Sentenças: V/119.1 . por telex: IX/22 .baixas: II/22 .de prisão: assinatura: V/48 .7 .

à disposição dos Juízes Corregedores: I/16 .1 . "f" . "e" MEDIDAS LIMINARES OU CAUTELARES PARA DESPACHOS INICIAIS .remessa de autos para manifestação: V/18 MOEDAS ESTRANGEIRAS .atribuições: VI/1 . "b".autorização para viajar: XI/41 a 44 .sigilo dos atos judiciais.assuntos urgentes: plantão judiciário: XII/1.depósito judicial: VIII/5 MULTA Vide: PENA MUNICÍPIO .1.isenção da taxa judiciária: III/6.ocorridos na prisão: V/136 OBJETOS Vide: ARMAS E OBJETOS OFICIAIS DE JUSTIÇA . policiais e administrativos: XI/3 . XI/2 e 5.3 .isenção da taxa judiciária: III/6.entrega após o pagamento da taxa judiciária: IV/37 NUMERAÇÃO DE LIVROS Vide: LIVROS -OÓBITO(S) . "b" .requeridas no Plantão Judiciário: XII/1.1 MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA E COMÉRCIO Vide: JUNTA COMERCIAL MINISTÉRIO PÚBLICO .1 . CRIANÇA E ADOLESCENTE e OFÍCIO DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE .de réus ou indiciados: comunicação ao DIPO: V/29.1 .sigilo na identificação: XI/3.alvará para venda de bens: IV/27.apresentação no Plantão Judiciário: XII/1.assinatura no livro ponto: II/5. VI/1.iniciativa para imposição de penalidade administrativa por infração às normas de proteção à criança e ao adolescente: XI/18 . "b" -NNOTIFICAÇÃO .1 MENOR(ES) V.carga de autos: II/48. tb.prevenção: VII/35. "a" .não incidência da taxa judiciária: III/7.3 .

registro da retirada e devolução de autos: II/98 OFÍCIO .baixa nas cargas: procedimento: II/22 .3 .3 .processos: instrução com documentos: XI/17-A .procedimento nas citações: VI/6 a 11 .oferecimento de meios para cumprimento dos mandados: VI/4.plantão: VI/1.5 .prazo para encaminhamento de mapas mensais: mandados gratuitos: VI/26.32 .cadastramento para adoção: procedimento: XI/45 a 49 .extinção do processo: comunicação: IV/12.remessa de mandados através do SEED: IX/13 ..diligências gratuitas: ressarcimento: VI/24 a 26 .movimentação dos processos: IV/7 a 57 . tb.2 .1.carga de mandados: VI/2. VI/2.juntada de documentos e vista de autos: independem de despacho: IV/15-A . "c" .3 .livros: XI/6 a 15 .distribuição de mandados: VI/2 .1 . CRIANÇA E ADOLESCENTE .serviço voluntário: XI/33 a 40 .prazo para cumprimento de mandados: II/73.livros: IV/1 a 5 .vedado o recebimento de numerário diretamente da parte: VI/4 OFICIAL MAIOR .cartas precatórias originárias de outros Estados: ressarcimento: VI/32 a 36 .formais de partilhas e cartas precatórias: cópias reprográficas: IV/54.autorização para viagem: XI/41 a 44 .1 .praças e leilões: observância aos artigos 686 e 687 do CPC: X/2.identificação: VI/5 .4 .férias: critério: II/20.critérios para a passagem de mandados de um para outro: II/71.1. IX/31 .Cadastro Central: adoção: XI/50 a 52 .2 a 2.vedada a indicação pelas partes e procuradores: II/66 . VI/2. VI/12 a 36 .despesas de condução: III/3.intimação pela imprensa: IV/58 a 63 .classificadores: XI/16 .intimação de réus presos: procedimento: V/60 a 64 .despesas de condução: Fazendas Públicas: VI/ 28 a 31 .4 .1 .procedimentos: XI/17 a 22 .devolução de mandados sem cumprimento: VI/2. VI/3.elaboração de fichários: IV/6 .1 e 18 .internação de adolescente: procedimento: XI/17.depósito insuficiente da condução: VI/19 .serviços da infância e da juventude: XI/1 a 5 OFÍCIO DA PORTARIA DOS AUDITÓRIOS E DAS HASTAS PÚBLICAS Vide: PRAÇAS E LEILÕES JUDICIAIS OFÍCIOS Vide: OFÍCIOS EXPEDIDOS OFÍCIOS DE JUSTIÇA Vide: OFÍCIOS DE JUSTIÇA EM GERAL OFÍCIOS DE JUSTIÇA CÍVEL .17.serviços auxiliares: XI/23 a 40 .12.de levantamento por telex: confirmação: IX/22 OFÍCIO DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE V.5 .

pagamento da multa: procedimento: V/35 .Serviço Especial de Entrega de Documentos .2 .testamento: informações: Registro Central de Testamentos: IV/14-A OFÍCIOS DE JUSTIÇA CRIMINAL .livros obrigatórios: II/5 .abertura de volumes: II/47 . V/26 .41 .assinaturas: II/64. 46 e 119.1 .baixa das cargas: II/22 .comunicações: desfecho do inquérito e da ação penal: V/27 a 29.remessa e controle de autos à segunda instância: procedimento: II/5.cartas precatórias: V/69 a 79 .atribuições: II/1 a 4 .suspensão condicional do processo: controle e fiscalização do benefício: V/193 a 202 OFÍCIOS DE JUSTIÇA EM GERAL .ordem geral dos serviços: II/33 a 124 .livros: V/1 .retificação do procedimento da ação: IV/12.1 .mandados e contramandados de prisão: procedimento: V/48 a 50 e 55 a 59 . 16 e 196.guias de recolhimento e internamento: V/32 a 34 e 40 .arquivamento de processos: procedimento: II/120 a 124 .classificadores obrigatórios: II/32 .dilação de prazo nos inquéritos: procedimento: V/8 .1 .perito: nomeação: concessão da justiça gratuita: V/110.livros e papéis: inutilização: II/42.pena pecuniária: procedimento na execução: V/35 a 37 .3 .ordem geral dos serviços: V/3 a 83-E . V/47 .folhas de antecedentes criminais: V/80 .inquérito policial: remessa para outra vara ou comarca: V/5 a 7 .sentenças condenatórias: remessa de cópias às vítimas ou familiares: V/31-A .inquérito policial: autuação: V/3 .anotações na autuação: V/11. V/13.requisição de réus presos: procedimento: V/44 a 45-B .certidões para fins criminais: V/81 a 83 .citação e intimação por editais: procedimento: V/67.paralisação de processos: providências: II/90 .remessa dos mandados através do SEED: IX/10 .disposições comuns: II/1 a 124 . IV/ 38.classificador: procedimento: IV/16 .1 e 68 .identificação na Receita Federal: II/32.3.salvo-conduto: requisitos: V/50 . 13.1 .2 .requisição de processos ao Arquivo Geral: II/126 .127 .serviço de telex: IX/20 a 28 .1 .protocolo integrado: instruções e procedimento: IX/1 a 9 .armas e objetos: depósito e guarda: V/86 a 101 ..serviço de estenotipia: IX/46 a 51 . VII/56 .arquivamento das cópias: IV/16.depósito de substâncias entorpecentes: V/102 a 109 .1 .alvará de soltura: procedimento: V/48 a 54-A .exame de sanidade mental: procedimento: V/110 a 118 .despesas judiciais: taxa judiciária: III/1 a 15 .1.SEED: IX/10 a 19 OFÍCIOS EXPEDIDOS .comunicação ao DIPO de certidão de óbito de réus ou indiciados: V/29.42.fiança criminal: procedimento: V/84 a 85-E .reprografia: horário de atendimento: IX/30 .

bem imóvel: expedição de mandado para registro: IV/48 .OPOENTE .pecuniária: conversão em detenção: V/38 e 122.para verificação de capacidade civil: V/110.salários provisórios: IV/24 .pecuniária: competência para processamento: V/122 .nomeação: justiça gratuita: V/110.médicos psiquiatras: nomeação nas comarcas: V/118 .nos exames de sanidade mental: V/115 .vista dos autos fora do cartório: IV/25.em ações de acidentes do trabalho: IV/65 a 75 .1 .pagamento: no exame de sanidade mental: V/117 .averbação à margem da distribuição: VII/41 -PPADRÃO DE FIRMAS Vide: ASSINATURA(S) PARTIDOR Vide: CONTADOR(ES) E PARTIDOR(ES) PARTILHAS Vide: CONTADOR(ES) E PARTIDOR(ES) PASTAS Vide: CLASSIFICADORES PEDRAS E METAIS PRECIOSOS .exclusão: V/111.processo administrativo: competência para aplicação: I/8 PENALIDADES ADMINISTRATIVAS .citação: VI/9 .1 .aos presos: V/154 .pecuniária: intimação para pagamento: V/35 a 37 .levantamento nas execuções extintas: IV/40 PERÍCIA . V/116 PESSOAS JURÍDICAS .por infração às normas de proteção à criança e ao adolescente: representação: XI/18 PENHORA .2 .depósito judicial: VIII/5 PENA .nomeação de funcionários: proibição: IV/23 .médicos psiquiatras: publicação anual da relação: V/111 .multa aplicada cumulativamente com a privativa de liberdade: V/39 .liquidação: V/37 .pagamento da taxa judiciária: III/10 OPOSIÇÃO .esclarecimentos: protocolização da petição: IX/5 .1 PERITO(S) .

25 e 26.assinatura pelos oficiais de justiça: II/5.6 e 29 .competência: XII/1.prisão preventiva requerida no Plantão Judiciário: XII/1.petições de "habeas-corpus": XII/5 .de acidentes do trabalho: requisitos: IV/64 .estrutura: XII/3 .recebimento de alvarás de soltura: XII/21 . "g".cremação de cadáver: V/187.nas Comarcas do Interior: XII/34 a 36 .1 e 26. "b" . "c" e 20 . VI/1.nas Comarcas do Interior: XII/25 a 37 . 7 e 30 .pedidos de prisão domiciliar e de busca domiciliar: XII/34 a 36 PONTO .ordem de sorteios: VII/4.assinatura pelos assistentes sociais e psicólogos: XI/24.1.prazo para autuação e registro: IV/7 .da Vara Especial da Infância e Juventude: XII/3.quando devem ser apresentadas no protocolo do foro da prática do ato: IX/5 .distribuição: XII/9 e 32 .de recursos: não recebimento pelo Protocolo Integrado: IX/6 .2.assinatura: proibições: II/7 .folga do juiz e funcionários: XII/12 e 33 .nome do advogado e número de inscrição na OAB: IV/26 .relativa a execuções fiscais: distribuição: VII/39 PETIÇÕES EM GERAL .criminais: juntadas aos autos independente de despacho judicial: V/17 .3 .inquéritos policiais: XII/18 e 35 .exame de corpo de delito: XII/1.lançamento das ausências ou afastamentos: II/8 .2 .recebimento de petições desacompanhadas de documentos: IX/8 .despachada em casa de juízes: distribuição: VII/7 .funcionamento e horário: XII/1 e 25 .substituição do juiz: XII/2. 8 e 31 .na Comarca da Capital: XII/1 a 24 .pedidos de busca domiciliar e apreensão: XII/1.pastas: XII/15 .submetidas a despacho judicial: V/19 PLANTÃO Vide: SERVIÇO SOCIAL E DE PSICOLOGIA PLANTÃO JUDICIÁRIO .competência para cumprir alvarás de soltura: V/53 .1 PLANTÃO PERMANENTE . "h". DISTRIBUIÇÃO . XII/1.3.entrega no ofício de justiça: VII/2 .1 . tb.2 . XII/21 a 23 .prisão temporária: XII/31 .de acidentes do trabalho: distribuição: VII/35 . 2.recebimento e remessa pelo Protocolo Integrado: IX/1 a 9 .2 .devolução ao setor de protocolo: IX/9 .livros: XII/14 .nas Varas da Fazenda Pública: pesquisa de prevenção: VII/35.escala: XII/2 e 26 . "b" e 24 .54.PETIÇÃO INICIAL V.1 .4 .1.recebimento de cópias de autos de prisão em flagrante: XII/19 .escrituração no livro Registro de Feitos: XII/16 e 21.

atos de violência: exame de corpo de delito: V/158 .para encaminhamento de mapas mensais: mandados gratuitos: VI/26.designação e organização da pauta: X/2 .para publicação das intimações: IV/58.atualização do débito após a publicação dos editais: IV/47 .dilação em inquérito policial: procedimento: V/8 .POPULAÇÃO CARCERÁRIA Vide: PRESO(S) PRAÇAS E LEILÕES JUDICIAIS .1 .de eficácia nos alvarás judiciais: IV/27.C.1 .entrega de autos no Ofício da Portaria dos Auditórios e das Hastas Públicas: X/2.súmula dos atos praticados: X/9 .no inquérito judicial: anotação na autuação: IV/10.fuga: V/143 .não fluência: retirada dos autos: II/94 .E.141 e 144-C . tb.1 .C.sustação pelo Juiz da Vara: X/11 PRAZO(S) .designação dos juízes nas Hastas Públicas: X/5 .P.: IV/95 .controle da população carcerária: V/156 . e J. V/83-A .assistência médica: V/140 .inquirição: V/138 .local de funcionamento na Capital para as Varas Centrais: X/1 .na ação penal: anotação na autuação: V/13 .ofícios de justiça: observância aos artigos 686 e 687 do CPC: X/2.1 .3 .para oferecimento de defesa prévia: réu interrogado no juízo deprecado: V/79 .1 .para cumprimento de mandados: II/73.para conclusão dos autos e execução de atos processuais: II/89 .certificação pelo escrivão-diretor: IX/4 .realização dos atos: X/3 .para recolhimento das custas e emolumentos: II/110 PRECATÓRIAS Vide: CARTA(S) PRECATÓRIA(S) PRECATÓRIOS .2 a 2.remição de bens: X/10 .I. IV/21 .1 .atos do Juiz Presidente: X/5.para autuação e registro das petições iniciais: IV/7 .atribuições do Juiz Presidente: X/5.fluência: os autos não poderão sair do cartório: II/94.requisitando depósitos: VIII/6 PREPARO Vide: RECURSO(S) PRESCRIÇÃO .2 PRESO(S) V.de paralisação dos autos: II/90.de recurso: J.controle da alimentação: V/157 . RÉU .realização nas comarcas do Interior: X/1.4 . VI/2.2 .2 .para cumprimento de cartas precatórias criminais: V/69 .certidão atualizada do registro de imóveis: IV/48.de recurso: corre em cartório: IV/38 .para exame de processos criminais retirados de cartório: II/95 .

12.3 PRISÃO . IV/38.posto em liberdade: anotação do endereço e comunicação ao IIRGD: V/144 .3.intimação de ato processual: V/60 a 66 . AUTOS DE PROCESSOS EM GERAL .sem exibição de mandado: V/56.visitas médicas: V/139 a 141 PREVENÇÃO .6 . AUTOS DE PROCESSOS EM GERAL .requisição para julgamento no Plenário do Júri: providências: V/54-A.1 PROCESSOS EM GERAL Vide: AUTOS DE PROCESSOS EM GERAL PROCESSOS FINDOS Vide: ARQUIVAMENTO DE PROCESSOS PROCURADORIA FISCAL DO ESTADO .relaxamento: V/173 .remoção: V/144-A. tb.144-E .preventiva: requerimento nos dias úteis fora do expediente normal: XII/4 e 8 .anotações na capa: V/11.movimentação: ciência ao Corregedor Permanente: V/144-B .1 . tb.170 .movimentação: IV/7 a 57 .2 .hipóteses: VII/57 . 119 e 119. "a" e 19 .publicação da decisão: IV/60 PROCESSO ADMINISTRATIVO Vide: SINDICÂNCIAS PROCESSOS CAUTELARES Vide: MEDIDAS CAUTELARES PROCESSOS CÍVEIS V.extinção: IV/7.comunicação à Corregedoria Geral da Justiça: I/5 . 13 e 16 . V/13.movimentação: V/3 a 68 .cópia do auto de flagrante: recebimento pelo Plantão Judiciário: XII/1.remessa do inquérito ou processo ao juízo prevento: VII/52 . 46 e 119.temporária: requerimento no Plantão Judiciário: XII/31 PROCEDIMENTO DISCIPLINAR .3 .153 .prestação de serviços internos: V/155 .extinção: comunicação ao Distribuidor: IV/12.1 .remessa à instância superior: providências: II/5.comunicação imediata ao Juiz competente e à família do preso: V/169 .54-A.comunicação ao Distribuidor: VII/52..preventiva: providências após a decretação: V/31 .saída ou soltura: V/142 .requisição: procedimento: V/44 a 45-B e 149 a 151 . "d" .distribuição: Varas da Fazenda Pública da Capital: VII/35.remessa à instância superior: II/46.2.1 .em flagrante: distribuição da comunicação: VII/57 .4 .penalidades administrativas: V/154 .pedidos e queixas: V/152 .fiança criminal: procedimento: V/84 a 85-E .1 PROCESSOS CRIMINAIS V. 144-D .remessa dos inquéritos aos juízes sorteados: VII/57.143 .3 .das ações penais falimentares: VII/14 .

petições em geral: recebimento e remessa: IX/1 . V/83-A.comunicações que lhe serão feitas: IV/33 PROCURADORIA FISCAL DO MUNICÍPIO .1 e 63.das intimações pela imprensa: II/51.ocorrência de erros: IV/58.da vítima e testemunhas na polícia: V/181 .comunicações que lhe serão feitas: IV/33 PRONTUÁRIO GERAL .1.grupos e classes: VII/15 a 25 QUALIFICAÇÃO .1 -QQUADRO DE CLASSES PARA DISTRIBUIÇÃO .negativa de débito fiscal: VII/34 PROVIMENTOS E PORTARIAS . 58 a 63. EDITAIS .nos depoimentos ou declarações: II/82 QUEIXA-CRIME . 5 e 8 .folhas de antecedentes: protocolização: IX/7 .recebimento pelo Cartório de Registro Civil: I/17 PSICÓLOGOS Vide: SERVIÇO SOCIAL E DE PSICOLOGIA PUBLICAÇÃO(ÕES) V.laudos do Instituto Médico Legal: protocolização: IX/7 .1 .18. V/83-A a 83-E .recebimento de petições de recursos: IX/1 e 6 .inscrição dos ofícios de justiça: II/32.certificação do decurso de prazo: IX/4 . tb.recebimento: comunicações: V/27 -RRECEITA FEDERAL ..procedimento ao receber petições: IX/3.remessa de relação de falências e concordatas: IV/32 .2 PROTESTO . IV/14.instruções e procedimento: IX/1 a 9 .3 .1 e 83-E.recebimento de petições desacompanhadas de documentos: IX/8 .2 .constituição do livro: I/18.entrega dos autos após o pagamento da taxa judiciária: IV/37 PROTOCOLO INTEGRADO .recurso dirigido ao STF e STJ: IX/6 PROVA .

e J.1 RECURSO(S) .RECIBOS .de réus presos: procedimento: V/44 a 45-B .certificação do decurso de prazo: II/88.no J.1 .de apelação: preparo: III/4.prazos correm em cartório: IV/38 . 145 a 148 .dirigido ao STF e ao STJ: protocolização: IX/6 .distribuição autônoma: VII/41.1 .E.C.indagação ao réu preso se pretende recorrer: V/60 a 64 .em sentido estrito: anotação na autuação e comunicação à segunda instância: V/13. IV/54.de Juízes de Direito: autenticidade pelo escrivão-diretor: hipóteses em que será exigido: II/63. 46 e 119.de correspondência expedida: arquivamento: II/41 RECONHECIMENTO DE FIRMAS .de réus presos: assinatura pelos magistrados: V/48.1.anotação pelo Distribuidor: IV/12 .distribuição informatizada: procedimento: II/15.I.1 .3.preparo quando diferido para final o recolhimento da primeira parcela da taxa judiciária: III/5. "b" . IX/4 .1 REGIME ABERTO DE PRISÃO .2.de sentenciados: remessa dos autos de execução criminal: V/132 RENUMERAÇÃO DE FOLHAS DE AUTOS .em procedimento administrativo: I/7 .2 e 31-B .de presos: V/144-A e 144-D . "NOTA" .competência dos Tribunais: II/114 a 118 .63.assinadas pelos escrivães-diretores: II/64 .P. IV/38.incidentais: extinção do processo: comunicação à segunda instância: IV/11 . V/13.de réus presos por telex: V/149 .C.não ocorrerá quando desentranhados documentos: II/107 REPRESENTAÇÃO Vide: SINDICÂNCIAS REPROGRAFIA Vide: CÓPIAS REPROGRÁFICAS E AUTENTICAÇÕES REQUISIÇÕES .agravo de instrumento: anotação na autuação: IV/10 .remessa e controle de autos à segunda instância: providências: II/5.termo de audiência: V/31 “j” REGISTRO(S) .1.: prazo e processamento: IV/95 a 98 .4 RECONVENÇÃO .prazo de decisão estenotipada: IX/47.sujeitos a preparo: III/10 REDISTRIBUIÇÃO: .da sentença: certificação nos autos: II/87 REMOÇÃO .criminais: as cópias serão arquivadas em pastas: V/26 .

V/83-A a 83-E .assinatura: V/48 .preso: protocolização de petição: IX/5 .144-E ROL DOS CULPADOS .4 .numeração em série renovável: II/25 .condenado: remoção ou mudança de residência: remessa dos autos de execução criminal: V/132 .exame de processos arquivados: II/131 SENTENÇA(S) .1 RETIFICAÇÃO DE REGISTRO .preso: requisição assinada pelos magistrados: V/48.anotações: IV/12.de peritos: IV/24 SALVO-CONDUTO .preso: intimação: V/60 a 66 .exame de autos em cartório: II/93 .preso: requisição: procedimento: V/44 a 45-B e 149 a 151 .54-A.pagamento da multa: procedimento: V/35 a 38 . "i" -SSALÁRIO .distribuição: VII/38 RÉU .comunicação pelo Distribuidor dos pedidos de falência e concordata: VII/43 SEGREDO DE JUSTIÇA .RESPONSABILIDADE FUNCIONAL .criminal: providências após a prolação: V/31 a 31-B . IV/58 a 63.3 .preso: requisição para julgamento no Plenário do Júri: providências: V/54-A.publicação pela imprensa: II/51.lançamento do nome do réu: V/31.interrogatório por precatória: procedimento: V/76 a 79 .requisitos para expedição: V/50 SEÇÃO DE DEPÓSITO E GUARDA DE ARMAS E OBJETOS Vide: ARMAS E OBJETOS SECRETARIA DA FAZENDA .escrituração do livro: V/2 .preso: transferência provisória ou remoção: V/144-A.estrangeiro: nomeação de intérprete: V/30 .registro: II/26 .exame de sanidade mental: V/110 a 118 . 145 a 148 .pobre: isenção de custas na expedição de certidão: V/81 .apuração de falsidade: V/151 RETENÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA Vide: IMPOSTO DE RENDA NA FONTE RETIFICAÇÃO DE PROCEDIMENTO . 144-D .certificação do registro: II/87 .

remessa de cartas: procedimento: IX/14 a 17 .juntada aos autos dos avisos de recebimento: IV/15 .1 .prazo para recurso: IX/47.1 .assinaturas nas fitas estenotipadas: IX/46.transcrição das fitas estenotipadas: assinaturas: IX/47.mensagens para comarcas sem o equipamento: procedimento: IX/23 . "NOTA" .transmissão de cartas de ordem ou precatórias urgentes: II/74.livro registro de atendimentos no plantão: XI/30 .distribuição na Comarca da Capital: VII/11-A .vedada a requisição de mensagens: IX/24.requisições: arquivamento: IX/27 .elaboração de laudos técnicos: XI/26 .recusa do serviço pelas partes ou procuradores: IX/48 .designação dos técnicos: XI/25.relatório diário: IX/27.apresentação de relatório: XI/27 .2 .SEPARAÇÃO JUDICIAL .3 .função de estenotipista: requisitos: IX/51 .utilização pelos juízes de direito do Interior: IX/19 SERVIÇO SOCIAL E DE PSICOLOGIA .redação da mensagem: critérios: IX/21 .encarregado do estudo social nas Varas da Família e das Sucessões: XI/25 .2 .dispensa da transcrição: IX/47.ficarão à disposição dos Juízes Corregedores: I/16 SERVIÇO DE DISTRIBUIÇÃO Vide: DISTRIBUIÇÃO SERVIÇO DE ESTENOTIPIA .confirmação de mensagens: IX/22 .gratificação de produtividade: IX/50 .SEED .4 .autorização para transmissão de mensagens: requisitos: IX/26 .requisição de réus presos: V/149 .instruções e procedimentos: IX/10 a 19 .assinatura de ponto: XI/24.instruções e procedimento: IX/20 a 28 .distribuição nas Comarcas do Interior: VII/11 SERVENTUÁRIOS .2 .25.depósito para cobertura de despesas e transporte: XI/25.frustrada a diligência: procedimento: IX/11 .1 .5 .conversão em divórcio: dispensa do apensamento dos autos da separação ou desquite: IV/28 .1 SERVIÇO DE REPROGRAFIA Vide: CÓPIAS REPROGRÁFICAS E AUTENTICAÇÕES SERVIÇO DE TELEX .relatório mensal: IX/27.comunicações não urgentes: providências: IX/24 .relotação de estenotipista: IX/49 .competência e atribuições: XI/24 .atividades: XI/24 .remessa de mandados de intimação e citação: IX/10 .transmissão de mensagens: horário: IX/28 .2 .24.prazo para transcrição das fitas: IX/47 .1 SERVIÇO ESPECIAL DE ENTREGA DE DOCUMENTOS .instruções e procedimento: IX/46 a 51 .plantão: XI/28 a 32 .1.

início do procedimento: V/125 .5 .numeração de registro: V/130 .Varas Especiais da Infância e da Juventude: não contarão com esse quadro: XI/40 SERVIÇOS DA CORREGEDORIA DA POLÍCIA JUDICIÁRIA .fiança criminal: autorização para levantamento e recolhimento: V/85-D .preso: competência para autorizar saídas: V/144-C .nomeação: procedimento: XI/33 .posto de trabalho no interior do Estado: XI/24.ordem dos serviços e procedimento: V/169 a 185 SERVIÇOS DA CORREGEDORIA DOS PRESÍDIOS .pluralidade de execuções: V/126 .3 .competência na comarca da Capital: V/120 .fixação do número de voluntários: XI/36 .preso: transferência provisória ou remoção: V/144-A.34 .24.1 .nomeação de chefe: XI/35 .requisição de presos: V/44 a 45-B e 149 a 151 .competência nas comarcas do Interior: V/121 .comunicações pertinentes: V/42 .fichas de controle: V/131 .libertação de presos: V/144 . 144-D .lançamentos no livro Registro de Objetos e Valores: V/137 .6 SERVIÇO VOLUNTÁRIO .alvarás de solturas: cumprimento: V/52 .livros: V/134 .editais de convocação nas comarcas do Interior: V/67.livros obrigatórios das cadeias públicas: V/135 .violência a presos: requisição de exame de corpo de delito: V/158 .editais de convocação na comarca da Capital: V/67.queixas e pedidos dos presos: V/152 .144-E .distribuição de processos ao Tribunal do Júri: procedimento: VII/63.autuação dos incidentes e vida pregressa: V/128 .punições administrativas aos presos: V/154 .óbitos ocorridos na prisão: V/136 ..autuação: V/127 .controle da alimentação dos presos: V/157 .153 .competência: pena de natureza pecuniária: V/122 .guias de recolhimento erroneamente confeccionadas: não recebimento: V/41 .fuga de presos: V/143 .informações sobre a população carcerária: V/156 .visita médica aos presos: V/138 a 141 e 154 SERVIÇOS DE EXECUÇÕES CRIMINAIS .preso: movimentação: ciência ao Corregedor Permanente: V/144-B .controle de assinaturas dos magistrados: V/145 a 148 .realização de diligência: XI/37 .relatório dos serviços: XI/38 .interdição de prédio de cadeia pública: V/159 a 163 .exame de sanidade mental e internação: procedimento: V/110 a 119 .exoneração de voluntário: XI/39 .saída ou soltura de presos: V/142 .remoção do sentenciado: V/132 SERVIÇOS DO JÚRI .livros obrigatórios: enumeração: V/124 .alvará de soltura: procedimento: V/54-A .129 .livros obrigatórios da Corregedoria dos Presídios: V/134 .2 .85-E .permissão aos presos para serviços internos: V/155 .

incineração: V/107 .competência: I/4 .atribuições e procedimentos: IV/65 a 75 .requisitos do mandado: IV/30 V/54- .3 ..réu requisitado para julgamento no Plenário do Júri: providências: A.relativas a processos findos: procedimento: V/106 .competência na Capital: IV/77 .4 SETOR DE EXECUÇÕES ACIDENTÁRIAS V.1 . II/5.livros: V/119 . "j" .remessa pelos cartórios à repartição policial de origem: V/105 SUSPENSÃO CONDICIONAL DA PENA .citação e intimação por edital: requisitos: V/43 e 67.livro: IV/66.petição inicial: requisitos: IV/64 . tb.1 "SURSIS" Vide: SUSPENSÃO CONDICIONAL DA PENA SUBSTÂNCIAS ENTORPECENTES . ACIDENTES DO TRABALHO .instruções e procedimentos: V/102 a 106 .3 .publicação das listas anuais: V/67.54-A.recurso: I/7 . tb.audiência admonitória: V/31.1 SUSPENSÃO CONDICIONAL DO PROCESSO .fiscalização e controle do benefício: V/193 a 202 .1 SUSTAÇÃO DE PROTESTO .proibição de recebimento pelos ofícios de justiça: V/102 .atribuições e procedimentos: IV/76 a 80 .laudo de constatação e toxicológico: V/104 .1 SISTEMA DE PROCESSAMENTO DE DADOS Vide: DISTRIBUIÇÃO SOCIEDADES .livro: escrituração: V/2.salários do perito: IV/72 SINDICÂNCIAS .contas de liquidação: na Capital: VII/78 SETOR DE PERÍCIAS ACIDENTÁRIAS V.apresentada no Plantão Judiciário: XII/1. ACIDENTES DO TRABALHO .1 .não recebimento pelo Distribuidor: VII/58 .procedimento: I/5 a 7 .auto de apreensão: requisitos: V/103 .estrutura: IV/67 .registro: I/18.seguradoras: segredo na distribuição de pedidos de falência: VII/36.

pagamento da taxa judiciária: III/10 TERMOS .relativos a criança e adolescente: XI/8 e 10 .para identificação das situações processuais em processos criminais: V/15 e 196 TAXA JUDICIÁRIA V.arquivamento de feitos: III/13 .ação popular: isenção: III/7."habeas-corpus" e "habeas-data": gratuidade: III/7.-TTARJAS COLORIDAS .de movimentação dos processos: requisitos: II/49 .verificação pelo escrivão-diretor: III/8 TELEX Vide: SERVIÇO DE TELEX TERCEIRO PREJUDICADO .abrange os atos processuais: III/3 .distribuição: mesma competência para o inventário: VII/40 .diferimento para final: III/5 .2 .reclamação administrativa contra cobrança indevida: III/15 .subscritos pelo escrivão-diretor: II/43 TESTAMENTO .de desentranhamento: II/106 . "h" .1 .forma de recolhimento: III/4 .distribuição: VII/45 .inscrição da dívida: III/13 . CUSTAS JUDICIAIS .de juntada de documentos: II/84 .falta de recolhimento: providências: IV/17 . tb.prazo para recolhimento: II/110 .intimação pela Imprensa Oficial: IV/61 .de audiências relativas a criança e adolescente: XI/15 .comunicação ao TRE: V/28.indicação de outras no relatório do inquérito: V/182 .nos processos de dúvida: III/7.nos recursos de litisconsorte.certificação dos atos e termos: II/86 .protocolização do rol: procedimento: IX/5 .criminal: casos de comunicação à segunda instância: V/31-B . opoente e terceiro prejudicado: III/10 .certificação: V/31.de audiência: requisitos: II/77 a 82 .1 . assistente.proibições: II/85 .não incidência: III/7 .3 .para identificação das situações processuais em processos cíveis: IV/9 .isenção: III/6 .de audiência: cópia nos autos: II/80 .qualificação na polícia: V/181 TÓXICOS Vide: SUBSTÂNCIAS ENTORPECENTES TRÂNSITO EM JULGADO DA SENTENÇA .informação: requisição ao Registro Central de Testamentos: IV/14-A TESTEMUNHA(S) .

competência recursal: II/114 e 118 TRIBUNAL DE ALÇADA CIVIL(2º) .compromisso: IV/4 -UUNIÃO .92 TRIBUNAL DE ALÇADA CIVIL(1º) .1 TUTOR(ES) .magistrado ao assumir vara ou comarca: I/10 VISITA DE CÔNJUGES .inutilização de documentos: V/26 .a filhos: no Plantão Judiciário: XI/29 a 31 VISITA MÉDICA .competência recursal: II/114 e 118 TRIBUNAL DE JUSTIÇA .comunicação sobre sentenças condenatórias: V/28.isenção da taxa judiciária: III/6.. "b" -VVARA DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE Vide: OFÍCIO DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE VARA DAS EXECUÇÕES CRIMINAIS Vide: SERVIÇOS DE EXECUÇÕES CRIMINAIS VERIFICAÇÃO DE CAPACIDADE CIVIL Vide: INSANIDADE MENTAL DO ACUSADO VIAGEM .exame de corpo de delito: V/158 VISITA CORRECIONAL .de criança ou adolescente: autorização: XI/41 a 44 VIOLÊNCIA A PRESO .processos findos: comunicação à Seção de Depósito de Guarda de Armas e Objetos: V/91 .competência recursal: II/114 TRIBUNAL DO JÚRI Vide: SERVIÇOS DO JÚRI TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL .Corregedor Permanente: I/11 .competência recursal: II/114 e 118 TRIBUNAL DE ALÇADA CRIMINAL .

prazo excedido pelo advogado: providências: IV/18 .19 VISTO DO JUIZ .1 e 24 .fluência de prazo: II/94.em livros: I/13. V/19 .abertura: II/47 VOLUNTÁRIO(S) Vide: SERVIÇO VOLUNTÁRIO -XXEROX Vide: CÓPIAS REPROGRÁFICAS E AUTENTICAÇÕES . 46 e 70 . II/21 e 28 VÍTIMA ..independente de despacho judicial: IV/15-A.aos presos: V/138 a 141 "VISTA" .1 .em balanços: distribuição dos livros: VII/33. V/20.qualificação na polícia: V/181 VOLUMES .de autos: II/96 .97.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful