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TEXTO DE APOIO

rocha é um agregado sólido que ocorre naturalmente e é constituído por um ou mais minerais ou mineraloides. A camada externa sólida da Terra, conhecida por litosfera, é constituída por rochas. O estudo científico das rochas é chamado de petrologia, um ramo da geologia. Os termos populares pedra e calhau se referem a pedaços soltos de rochas, ou fragmentos.

Para ser considerada como uma rocha, esse agregado tem que ter representatividade à escala cartográfica (ter volume suficiente) e ocorrer repetidamente no espaço e no tempo, ou seja, o fenômeno geológico que forma a rocha ser suficientemente importante na história geológica para se dizer que faz parte da dinâmica da Terra.

As rochas podem ser classificadas de acordo com sua composição química, sua forma estrutural, ou sua textura, sendo mais comum classificá-las de acordo com os processos de sua formação. Pelas suas origens ou maneiras como foram formadas, as rochas são classificadas como ígneas, sedimentares, e rochas metamórficas. As rochas magmáticas foram formadas de magma, as sedimentares pela deposição de sedimentos e posterior compressão destes, e as rochas metamórficas por qualquer uma das primeiras duas categorias e posteriormente modificadas pelos efeitos de temperatura e pressão. Nos casos onde o material orgânico deixa uma impressão na rocha, o resultado é conhecido como fóssil.

Tipos de rochas

Ígneas (ou magmáticas)

TEXTO DE APOIO rocha é um agregado sólido que ocorre naturalmente e é constituído por umminerais ou mineraloides . A camada externa sólida da Terra, conhecida por litosfera , é constituída por rochas. O estudo científico das rochas é chamado de petrologia, um ramo da geologia. Os termos populares pedra e calhau se referem a pedaços soltos de rochas, ou fragmentos. Para ser considerada como uma rocha, esse agregado tem que ter representatividade à escala cartográfica (ter volume suficiente) e ocorrer repetidamente no espaço e no tempo, ou seja, o fenômeno geológico que forma a rocha ser suficientemente importante na história geológica para se dizer que faz parte da dinâmica da Terra. As rochas podem ser classificadas de acordo com sua composição química, sua forma estrutural, ou sua textura, sendo mais comum classificá-las de acordo com os processos de sua formação. Pelas suas origens ou maneiras como foram formadas, as rochas são classificadas como ígneas , sedimentares , e rochas metamórficas . As rochas magmáticas foram formadas de magma , as sedimentares pela deposição de sedimentos e posterior compressão destes, e as rochas metamórficas por qualquer uma das primeiras duas categorias e posteriormente modificadas pelos efeitos de temperatura e pressão . Nos casos onde o material orgânico deixa uma impressão na rocha, o resultado é conhecido como fóssil . Tipos de rochas Ígneas (ou magmáticas) Rocha í g nea O granito , um exemplo de rocha ígnea . ∑ Essas rochas são resultados da solidificação e consolidação do magma (ou lava ) , daí o nome rochas magmáticas. Também conhecida como rochas ígneas. " id="pdf-obj-0-41" src="pdf-obj-0-41.jpg">

O granito, um exemplo de rocha ígnea.

Essas rochas são resultados da solidificação e consolidação do magma (ou lava), daí o nome rochas magmáticas. Também conhecida como rochas ígneas.

O magma é um material pastoso que, há bilhões de anos, deu origem às primeiras rochas de nosso planeta, e ainda existe no interior da Terra. São as rochas formadas a partir do resfriamento do magma. Podem ser de dois tipos, a saber:

Vulcânicas (ou extrusivas) - são formadas por meio de erupções vulcânicas, através de um rápido processo de resfriamento na superfície. Alguns exemplos dessas rochas são o basalto e a pedra-pomes, cujo resfriamento dá-se na água. O vidro vulcânico é um tipo de rocha vulcânica de resfriamento rápido.

Plutônicas (ou intrusivas) - são formadas dentro da crosta por meio de um processo lento de resfriamento. Alguns exemplos são o granito e o diabásio.

Sedimentares

O <a href=magma é um material pastoso que, há bilhões de anos, deu origem às primeiras rochas de nosso planeta, e ainda existe no interior da Terra. São as rochas formadas a partir do resfriamento do magma . Podem ser de dois tipos, a saber: ∑ Vulcânicas (ou extrusivas) - são formadas por meio de erupções vulcânicas, através de um rápido processo de resfriamento na superfície. Alguns exemplos dessas rochas são o basalto e a pedra-pomes , cujo resfriamento dá-se na água. O vidro vulcânico é um tipo de rocha vulcânica de resfriamento rápido. ∑ Plutônicas (ou intrusivas) - são formadas dentro da crosta por meio de um processo lento de resfriamento. Alguns exemplos são o granito e o diabásio . Sedimentares Rocha sedimentar As rochas sedimentares fazem parte de 80% da superfície dos continentes; são as rochas formadas através do acúmulo de detritos, que podem ser orgânicos ou gerados por outras rochas. Classificam-se em: ∑ Detríticas - são as rochas formadas a partir de detritos de outras rochas. Alguns exemplos ∑ são o arenito , o argilito , o varvito e o folhelho . Químiogénicas - resultam da precipitação de substâncias dissolvidas em água. Alguns ∑ exemplos são o sal-gema , as estalactites e as estalagmites . Biogénicas - são rochas formadas por restos de seres vivos. Alguns exemplos são o calcário conquifelo , formado através dos resíduos de conchas de animais marinhos, Possui o mineral cálcite.; e o carvão , formado a partir dos resíduos de vegetais. Metamórficas Rocha metamórfica " id="pdf-obj-1-35" src="pdf-obj-1-35.jpg">

As rochas sedimentares fazem parte de 80% da superfície dos continentes; são as rochas formadas através do acúmulo de detritos, que podem ser orgânicos ou gerados por outras rochas. Classificam-se em:

Detríticas - são as rochas formadas a partir de detritos de outras rochas. Alguns exemplos

são o arenito, o argilito, o varvito e o folhelho. Químiogénicas - resultam da precipitação de substâncias dissolvidas em água. Alguns

exemplos são o sal-gema, as estalactites e as estalagmites. Biogénicas - são rochas formadas por restos de seres vivos. Alguns exemplos são o calcário conquifelo, formado através dos resíduos de conchas de animais marinhos, Possui o mineral cálcite.; e o carvão, formado a partir dos resíduos de vegetais.

Metamórficas

O <a href=Quartzito , um exemplo de rocha metamórfica . São as rochas formadas através da deformação de outras rochas, magmáticas, sedimentares e até mesmo outras rochas metamórficas, devido a alterações de condições ambientais, como a temperatura e a pressão ou ambas simultâneamente. Alguns exemplos são o gnaisse , formado a partir do granito; a ardósia , formada a partir do argilito ; o mármore , formado a partir do calcário , e o quartzito , formado a partir do arenito . OBS.: As rochas mais antigas são as magmáticas seguidas pelas metamórficas. Elas datam das eras Pré-Cambriana e Paleozoica . Já as rochas sedimentares são de formação mais recente: datam das eras Paleozoica , Mesozoica e Cenozoica . Essas rochas formam um verdadeiro capeamento, ou seja, encobrem as rochas magmáticas e as metamórficas quando estas não estão afloradas à superfície da Terra TEORIA DE WEGENER Wegener, em 1912 elaborou uma teoria publicada com o título "Gênese dos Continentes e Oceanos". Segundo essa teoria supõe-se que os continentes são formados por fragmentos de blocos de sial boiando sobre o sima - camada viscosa. Esses blocos flutuam em equilibrio isostático e sofrem uma deriva em direção oeste e norte. Assim, os grandes dobramentos que deram origem às cordilheiras do Himalaia, Alpes, Montanhas Rochosas e os Andes encontram explicação nesta teoria. Quase todos os geólogos aceitam a teoria isostática de movimento vertical no bloco de sial , bem como o movimento horizontal - a deriva - do sima subjacente. Segundo alguns autores como E. De Martonne e M. Codur seriam resultantes do movimento de rotação da Terra e também da força de atração da Lua. Até o Paleozóico médio no Carbonífero, os continentes formavam um único bloco. No Mesozóico teve início a divisão do Continente de Gondwana dando origem a América do Sul, África, Madagascar, Austrália, Índia e Antártida; e também a separação da América do Norte da Eurásia dando lugar ao Oceano Atlântico. Segundo De Martonne a hipótese da deriva continental explica: 1- agrupamentos das antigas plataformas; 2- os abatimentos de grande amplitude; 3- as afinidades de flora e fauna de regiões atualmente separadas; 4- a glaciação ocorrida durante a era Primária em torno do polo Austral que abrangia todas as terras de Gondwana. Os movimentos verticais e horizontais podem ser observados atualmente. Ex. A Groenlândia se afasta da Europa cerca de 20 a 30 m/ano. A Escandinávia é um caso de elevação da região numa acomodação isostática também relacionada com fatores externos como o derretimento de geleiras. Embora tenha a seu favor a isostasia, os argumentos geodésicos, geofísicos, paleontológicos e paleobotânicos, tem seus opositores com críticas como por exemplo o encaixe dos litorais da África com a América do Sul e a Europa são aproximados; " id="pdf-obj-2-2" src="pdf-obj-2-2.jpg">

São as rochas formadas através da deformação de outras rochas, magmáticas, sedimentares e até mesmo outras rochas metamórficas, devido a alterações de condições ambientais, como a temperatura e a pressão ou ambas simultâneamente. Alguns exemplos são o gnaisse, formado a partir do granito; a ardósia, formada a partir do argilito; o mármore, formado a partir do calcário, e o quartzito, formado a partir do arenito.

OBS.: As rochas mais antigas são as magmáticas seguidas pelas metamórficas. Elas datam das eras Pré-Cambriana e Paleozoica. Já as rochas sedimentares são de formação mais recente: datam das eras Paleozoica, Mesozoica e Cenozoica. Essas rochas formam um verdadeiro capeamento, ou seja, encobrem as rochas magmáticas e as metamórficas quando estas não estão afloradas à superfície da Terra

TEORIA DE WEGENER

Wegener, em 1912 elaborou uma teoria publicada com o título "Gênese dos Continentes e Oceanos". Segundo essa teoria supõe-se que os continentes são formados por fragmentos de blocos de sial boiando sobre o sima - camada viscosa. Esses blocos flutuam em equilibrio isostático e sofrem uma deriva em direção oeste e norte. Assim, os grandes dobramentos que deram origem às cordilheiras do Himalaia, Alpes, Montanhas Rochosas e os Andes encontram explicação nesta teoria. Quase todos os geólogos aceitam a teoria isostática de movimento vertical no bloco de sial, bem como o movimento horizontal - a deriva - do sima subjacente. Segundo alguns autores como E. De Martonne e M. Codur seriam resultantes do movimento de rotação da Terra e também da força de atração da Lua. Até o Paleozóico médio no Carbonífero, os continentes formavam um único bloco. No Mesozóico teve início a divisão do Continente de Gondwana dando origem a América do Sul, África, Madagascar, Austrália, Índia e Antártida; e também a separação da América do Norte da Eurásia dando lugar ao Oceano Atlântico. Segundo De Martonne a hipótese da deriva continental explica: 1- agrupamentos das antigas plataformas; 2- os abatimentos de grande amplitude; 3- as afinidades de flora e fauna de regiões atualmente separadas; 4- a glaciação ocorrida durante a era Primária em torno do polo Austral que abrangia todas as terras de Gondwana. Os movimentos verticais e horizontais podem ser observados atualmente. Ex. A Groenlândia se afasta da Europa cerca de 20 a 30 m/ano. A Escandinávia é um caso de elevação da região numa acomodação isostática também relacionada com fatores externos como o derretimento de geleiras. Embora tenha a seu favor a isostasia, os argumentos geodésicos, geofísicos, paleontológicos e paleobotânicos, tem seus opositores com críticas como por exemplo o encaixe dos litorais da África com a América do Sul e a Europa são aproximados;

que as semelhanças glaciais nas regiões austrais seriam explicadas por correntes marinhas, a altitude, e não acreditam que a força da rotação da Terra seja suficiente para provocar a migração continental. Estudos mais recentes no entanto levam a revalidação da teoria da movimentação horizontal das terras brasileiras demonstrando sua separação da África, a partir do Jurássico, há mais de 120 milhões de anos. Os estudos confrontam ocorrências de depósitos glaciais pré- devonianos em ambas as regiões - Cabo na África e Paraná no Brasil; Os típicos seixos de gnaisse de quartzitos tanto em território africano como no Brasil, sendo que não há correspondentes formações glaciais brasileiro-uruguaio-argentino pré-gondwânicas que poderiam ter fornecido essas rochas. Para Reinhard Maack, o movimento horizontal da crostra terrestre durante longos períodos geológicos tem grande importância na configuração dos continentes atuais. Como os movimentos tanto os horizontais como os verticais são lentos e progressivos só uma observação prolongada pode esclarecer dúvidas que persistam.

à Teoria da Deriva dos Continentes de Wegener, levaram ao aparecimento, na década de 60 do século XX, da Teoria da Tectónica de Placas.

O termo tectónica provém da palavra grega tekton que significa “construir”. Para a formulação desta teoria foi também essencial o conhecimento da distribuição dos sismos e erupções vulcânicas no planeta, já que a distribuição destes são reflexo da posição e movimentação das placas tectónicas.

A Teoria da Tectónica de Placas parte do pressuposto de que a camada mais superficial da Terra - a litosfera - está fragmentada em várias placas de diversas dimensões que se movem relativamente umas às outras, sobre um material viscoso, mais quente. Aquelas placas denominam-se placas litosféricas ou tectónicas e as zonas de contacto entre elas são geralmente regiões geologicamente activas, designadas por fronteiras ou limites de placa.

Principais placas Tectonicas

A Teoria da Tectónica de Placas estabelece que, ao contrário do que pensava Wegener, não são os continentes que se movem mas sim as placas litosféricas.

Nas fronteiras das placas denominadas por cristas ou dorsais, é criada nova litosfera oceânica que depois pode ser consumida nas zonas de subducção, no limite oposto dessas placas. O motor do movimento relativo das placas é o calor interno da Terra que é transferido até à superfície através de células de convecção que se situam na astenosfera Placas Tectônicas são porções da crosta terrestre (litosfera) limitadas por zonas de convergência ou divergência.

Segundo a Teoria da “Tectônica das Placas”, a litosfera é constituída de placas que se movimentam interagindo entre si, o que ocasiona uma intensa atividade geológica, resultando em terremotos e vulcões nos limites das placas.

Atualmente considera-se a existência de 12 placas principais que podem se subdividir em placas menores. Elas são: Placa Eurasiática, Placa Indo-Australiana, Placa Filipina, Placa dos Cocos,

Placa do Pacífico, Placa Norte-Americana, Placa Arábica, Placa de Nazca, Placa Sul-Americana, Placa Africana, Placa Antártica e Placa Caribeana.

Placa do Pacífico, Placa Norte-Americana, Placa Arábica, Placa de Nazca, Placa Sul-Americana, Placa Africana, Placa Antárticamovimentos das placas são devidos às “correntes de convecção” que ocorrem na astenosfera (camada logo abaixo da litosfera): as correntes de convecção são causadas pelo movimento ascendente dos materiais mais quentes do manto (magma) em direção à litosfera, que, ao chegar à base da litosfera, tende a se movimentar lateralmente e perder calor por causa da resistência desta e depois descer novamente dando lugar à mais material aquecido. No meio dos oceanos Atlântico , Pacífico e Índico existem cordilheiras que chegam a atingir até 4000 mil metros acima do assoalho oceânico chamadas de Cordilheiras “Meso-oceânicas”. Estas cordilheiras se originam do afastamento das placas tectônicas nas chamadas “zonas de divergência”. São locais onde as correntes de convecção atuam em direções contrárias originando rupturas no assoalho oceânico pelas quais é expelido o magma da astenosfera. Dessa forma, ao esfriar, o magma (ou lava basáltica) causa a renovação do assoalho oceânico. Outro tipo de movimento das placas tectônicas acontece nas chamadas “zonas de convergência” onde as placas se movimentam uma em direção à outra. Nesse caso, pode acontecer de uma placa afundar por sob a outra nas zonas de subducção . Isso acontece entre uma placa oceânica e uma placa continental porque a placa oceânica tende a ser menos densa que a placa continental o que faz com que ela seja “engolida” por esta última. Um exemplo é a zona de subducção da Placa de Nazca em colisão com a Placa continental Sul-Americana e responsável pela formação da Cordilheira Andina. Quando o movimento de convergência ocorre entre duas placas continentais, ou seja, de igual densidade, ocorre o soerguimento de cadeias montanhosas como o Himalaia, por exemplo, que está na zona de convergência das placas continentais Euroasiática e Arábica. Movimentos tectônicos " id="pdf-obj-4-4" src="pdf-obj-4-4.jpg">

Placas Tectônicas

Os movimentos das placas são devidos às “correntes de convecção” que ocorrem na astenosfera (camada logo abaixo da litosfera): as correntes de convecção são causadas pelo movimento ascendente dos materiais mais quentes do manto (magma) em direção à litosfera, que, ao chegar à base da litosfera, tende a se movimentar lateralmente e perder calor por causa da resistência desta e depois descer novamente dando lugar à mais material aquecido.

No meio dos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico existem cordilheiras que chegam a atingir até 4000 mil metros acima do assoalho oceânico chamadas de Cordilheiras “Meso-oceânicas”. Estas cordilheiras se originam do afastamento das placas tectônicas nas chamadas “zonas de divergência”. São locais onde as correntes de convecção atuam em direções contrárias originando rupturas no assoalho oceânico pelas quais é expelido o magma da astenosfera. Dessa forma, ao esfriar, o magma (ou lava basáltica) causa a renovação do assoalho oceânico.

Outro tipo de movimento das placas tectônicas acontece nas chamadas “zonas de convergência” onde as placas se movimentam uma em direção à outra. Nesse caso, pode acontecer de uma placa afundar por sob a outra nas zonas de subducção. Isso acontece entre uma placa oceânica e uma placa continental porque a placa oceânica tende a ser menos densa que a placa continental o que faz com que ela seja “engolida” por esta última. Um exemplo é a zona de subducção da Placa de Nazca em colisão com a Placa continental Sul-Americana e responsável pela formação da Cordilheira Andina.

Quando o movimento de convergência ocorre entre duas placas continentais, ou seja, de igual densidade, ocorre o soerguimento de cadeias montanhosas como o Himalaia, por exemplo, que está na zona de convergência das placas continentais Euroasiática e Arábica.

movimentos tectonico são também classificados em Orogênicos e Epirogênicos.

OROGÊNESE é o termo usado para a formação de grandes cinturões de montanhas, seja pelo choque entre placas, seja por grandes falhamentos, seja pela acumulação de diversos episódios vulcânicos. Neste último caso, acontece quando repetidas erupções vulcânicas empilham-se, originando elevações na superfície continental ou no fundo do oceano. O exemplo atual mais evidente de orogênese é a Cordilheira do Himalaia.

EPIROGÊNESE é o termo usado para a movimentação vertical de extensas porções continentais, seja de soerguimento ou elevação (epirogênese positiva) seja de rebaixamento (epirogênese negativa). Este deslocamento pode ser originado tanto pelos movimentos tectônicos como pelas variações do nível do mar. Neste caso, para áreas continentais, acontece epirogênese positiva tanto se a placa for soerguida como

se o nível da água do oceano diminuir. As alterações do nível do mar aconteceram no passado devido a mudanças climáticas globais que ocorreram repetidas vezes na história da Terra. A deformação causada na porção central da placa da América do Sul pelo seu choque com o fundo do Pacífico, dá origem ao rebaixamento de toda a região

do Pantanal,

que

abrange

Brasil

e Paraguai.

Nas rochas, estes processos podem causar quebras ou dobras.

TECTÔNICA QUEBRÁVEL – usamos este termo para o que acontece com as rochas da Litosfera quando são submetidas a movimentos e estão “frias” e portanto se quebram, dando origem a FALHAS, FRATURAS e DIACLASES. Esta última refere às “rachaduras” das rochas originadas durante sua formação.

TECTÔNICA DOBRÁVEL – quando as rochas são submetidas a pressões em regiões profundas, estando aquecidas. Resulta que as rochas são ‘dobradas’, ou seja deformadas, dando origem a rochas metamórficas. Os processos tectônicos têm como importantes conseqüências os abalos sísmicos, que é assunto de outro texto deste blog.

Vulcão é uma estrutura geológica criada quando o magma, gases e partículas quentes (como cinzas) escapam para a superfície terrestre. Eles ejectam altas quantidades de poeira, gases e aerossóis na atmosfera, interferindo no clima. São frequentemente considerados causadores de poluição natural. Tipicamente, os vulcões apresentam formato cónico e montanhoso.

A erupção de um vulcão pode resultar num grave desastre natural, por vezes de consequências planetárias. Assim como outros desastres dessa natureza, as erupções são imprevisíveis e causam danos indiscriminados. Entre outras coisas, tendem a desvalorizar os imóveis localizados em suas vizinhanças, prejudicar o turismo e consumir a renda pública e privada em reconstruções. Na Terra, os vulcões tendem formar-se junto das margens das placas tectónicas. No entanto, existem excepções quando os vulcões ocorrem em zonas chamadas de hot spots (pontos

quentes). Por outro lado, os arredores de vulcões, formados de lava arrefecida, tendem a ser compostos de solos bastante férteis para a agricultura.

A palavra "vulcão" deriva do nome do deus do fogo na mitologia romana Vulcano. A ciência que estuda os vulcões designa-se por vulcanologia.

Tipos de vulcão

quentes). Por outro lado, os arredores de vulcões, formados de <a href=lava arrefecida, tendem a ser compostos de solos bastante férteis para a agricultura . A palavra "vulcão" deriva do nome do deus do fogo na mitologia romana Vulcano . A ciência que estuda os vulcões designa-se por vulcanologia . Tipos de vulcão Monte Erebus , um exemplo de vulcão-escudo. Vulcão Mayon , exemplo de um estratovulcão . Uma das formas de classificação dos vulcões é através do tipo de material que é eruptido, o que afecta a forma do vulcão. Se o magma eruptido contém uma elevada percentagem em sílica (superior a 65%) a lava é chamada de félsica ou "ácida" e tem a tendência de ser muito viscosa (pouco fluida) e por isso solidifica rapidamente. Os vulcões com este tipo de lava têm tendência a explodir devido ao facto da lava facilmente obstruir a chaminé vulcânica . O Monte Pelée na Martinica é um exemplo de um vulcão deste tipo. Se, por outro lado, o magma é relativamente pobre em sílica (conteúdo inferior a 52%) é chamado de máfico ou "básico" e causa erupções de lavas muito fluidas capazes de escorrer por longas distâncias. Um bom exemplo de uma escoada lávica máfica é a do Grande Þjórsárhraun (Thjórsárhraun) originada por uma fissura eruptiva quase no centro geográfico da Islândia há " id="pdf-obj-6-19" src="pdf-obj-6-19.jpg">

Monte Erebus, um exemplo de vulcão-escudo.

quentes). Por outro lado, os arredores de vulcões, formados de <a href=lava arrefecida, tendem a ser compostos de solos bastante férteis para a agricultura . A palavra "vulcão" deriva do nome do deus do fogo na mitologia romana Vulcano . A ciência que estuda os vulcões designa-se por vulcanologia . Tipos de vulcão Monte Erebus , um exemplo de vulcão-escudo. Vulcão Mayon , exemplo de um estratovulcão . Uma das formas de classificação dos vulcões é através do tipo de material que é eruptido, o que afecta a forma do vulcão. Se o magma eruptido contém uma elevada percentagem em sílica (superior a 65%) a lava é chamada de félsica ou "ácida" e tem a tendência de ser muito viscosa (pouco fluida) e por isso solidifica rapidamente. Os vulcões com este tipo de lava têm tendência a explodir devido ao facto da lava facilmente obstruir a chaminé vulcânica . O Monte Pelée na Martinica é um exemplo de um vulcão deste tipo. Se, por outro lado, o magma é relativamente pobre em sílica (conteúdo inferior a 52%) é chamado de máfico ou "básico" e causa erupções de lavas muito fluidas capazes de escorrer por longas distâncias. Um bom exemplo de uma escoada lávica máfica é a do Grande Þjórsárhraun (Thjórsárhraun) originada por uma fissura eruptiva quase no centro geográfico da Islândia há " id="pdf-obj-6-24" src="pdf-obj-6-24.jpg">

Vulcão Mayon, exemplo de um estratovulcão.

Uma das formas de classificação dos vulcões é através do tipo de material que é eruptido, o que afecta a forma do vulcão. Se o magma eruptido contém uma elevada percentagem em sílica (superior a 65%) a lava é chamada de félsica ou "ácida" e tem a tendência de ser muito viscosa (pouco fluida) e por isso solidifica rapidamente. Os vulcões com este tipo de lava têm tendência a explodir devido ao facto da lava facilmente obstruir a chaminé vulcânica. O Monte Pelée na Martinica é um exemplo de um vulcão deste tipo.

Se, por outro lado, o magma é relativamente pobre em sílica (conteúdo inferior a 52%) é chamado de máfico ou "básico" e causa erupções de lavas muito fluidas capazes de escorrer por longas distâncias. Um bom exemplo de uma escoada lávica máfica é a do Grande Þjórsárhraun (Thjórsárhraun) originada por uma fissura eruptiva quase no centro geográfico da Islândia

cerca de 8000 anos. Esta escoada percorreu cerca de 130 quilómetros até ao mar e cobriu uma área com 800 km².

Vulcão-escudo: o Havaí e a Islândia são exemplos

de locais

onde são

encontrados vulcões que expelem enormes quantidades de lava que gradualmente constroem uma montanha larga com o perfil de um escudo. As escoadas lávicas destes vulcões são geralmente muito quentes e fluidas, o que contribui para ocorrerem escoadas longas. O maior vulcão deste tipo na Terra é o Mauna Loa, no Havaí, com 9000 m de altura (assenta no fundo do mar) e 120 km de diâmetro. O Monte Olimpo em Marte é um vulcão-escudo e também a maior montanha do sistema solar.

Cones de escórias: é o tipo mais simples e mais comum de vulcões. Esses vulcões são relativamente pequenos, com alturas geralmente menores que 300 metros de altura. Formam-se pela erupção de magmas de baixa viscosidade, com composições basálticas ou intermediárias.

Estratovulcões : também designados de "compostos", são grandes edifícios vulcânicos com longa atividade, forma geral cônica, normalmente com uma pequena cratera no cume e flancos íngremes, construídos pela intercalação

de fluxos de lava e produtos piroclásticos, emitidos por uma ou mais condutas, e que podem ser pontuados ao longo do tempo por episódios de colapsos parciais do cone, reconstrução e mudanças da localização das

condutas. Alguns dos exemplos de vulcões deste tipo são o

Teide na

Filipinas e o Monte Rainier nos EUA. Por outro lado, esses edifícios vulcânicos são os mais mortíferos da Terra, envolvendo a perda da vida de aproximadamente 264000 pessoas desde o ano de 1500.

Caldeiras ressurgentes: são as maiores estruturas vulcânicas da Terra, possuindo diâmetros que variam entre 15 e 100 km². À parte de seu grande tamanho, caldeiras ressurgentes são amplas depressões topográficas com uma massa elevada central. Exemplos dessas estruturas são a Valles (EUA), Yellowstone (EUA) e Cerro Galan (Argentina).

Vulcões submarinos: são aqueles que estão abaixo da água. São bastante comuns em certos fundos oceânicos, principalmente na dorsal meso- atlântica. São responsáveis pela formação de novo fundo oceânico em diversas zonas do globo. Um exemplo deste tipo de vulcão é o vulcão da Serreta no Arquipélago dos Açores.

Vulcanologia

Secção transversal através de um <a href=Estratovulcão (escala vertical é exagerada): 1. magmática 9. Câmara Camadas de lava emitidas 2. Rocha pelo vulcão 3. Chaminé 10. Garganta 4. Base 11. Cone parasita Depósito 5. de lava 12. Fluxo de lava 6. Fissura 13. Ventilação 7. Camadas de cinzas emitidas 14. Cratera pelo vulcão 15. Nuvem de cinza 8. Cone Génese dos vulcões Os movimentos e a dinâmica do magma, tal como a maior parte do interior da Terra , ainda são pouco conhecidos. No entanto é sabido que uma erupção é precedida de movimentos de magma do interior da Terra até à camada externa sólida ( crosta terrestre ) ocupando uma câmara magmática debaixo de um vulcão. Eventualmente o magma armazenado na câmara magmática é forçado a subir e é extruído e escorre pela superfície do planeta como lava, ou o magma pode aquecer água nas zonas próximas causando descargas explosivas de vapor; pode acontecer também que os gases que se libertam do magma projectem rochas , piroclastos , obsidianas e/ou cinzas vulcânicas . Apesar de serem sempre forças muito poderosas, as erupções podem variar de efusivas a extremamente explosivas. A maioria dos vulcões terrestres tem origem nos limites destrutivos das placas tectónicas , onde a crosta oceânica é forçada a mergulhar por baixo da crosta continental, dado que esta é menos densa do que a oceânica. A fricção e o calor causados pelas placas em movimento leva ao afundamento da crosta oceânica, e devido à baixa densidade do magma resultante este sobe. À medida que o magma sobe através de zonas de fractura na crosta terrestre, pode eventualmente ser expelido em um ou mais vulcões. Um exemplo deste tipo de vulcão é o Monte Santa Helena nos EUA , que se encontra na zona interior da margem entre a placa Juan de Fuca que é oceânica e a placa Norte-americana . " id="pdf-obj-8-2" src="pdf-obj-8-2.jpg">

Secção transversal através de um Estratovulcão (escala vertical é exagerada):

  • 1. magmática 9.

Câmara

Camadas

de

lava

emitidas

  • 2. Rocha pelo

 

vulcão

  • 3. Chaminé 10.

Garganta

  • 4. Base 11.

Cone

 

parasita

Depósito

  • 5. de

lava 12.

Fluxo

de

lava

  • 6. Fissura 13.

Ventilação

  • 7. Camadas de cinzas emitidas 14.

 

Cratera

pelo

vulcão 15. Nuvem de cinza

 

8. Cone

Génese dos vulcões

Os movimentos e a dinâmica do magma, tal como a maior parte do interior da Terra, ainda são pouco conhecidos. No entanto é sabido que uma erupção é precedida de movimentos de magma do interior da Terra até à camada externa sólida (crosta terrestre) ocupando uma câmara magmática debaixo de um vulcão. Eventualmente o magma armazenado na câmara magmática é forçado a subir e é extruído e escorre pela superfície do planeta como lava, ou o magma pode aquecer água nas zonas próximas causando descargas explosivas de vapor; pode acontecer também que os gases que se libertam do magma projectem rochas, piroclastos, obsidianas e/ou cinzas vulcânicas. Apesar de serem sempre forças muito poderosas, as erupções podem variar de efusivas a extremamente explosivas.

A maioria dos vulcões terrestres tem origem nos limites destrutivos das placas tectónicas, onde a crosta oceânica é forçada a mergulhar por baixo da crosta continental, dado que esta é menos densa do que a oceânica. A fricção e o calor causados pelas placas em movimento leva ao afundamento da crosta oceânica, e devido à baixa densidade do magma resultante este sobe. À medida que o magma sobe através de zonas de fractura na crosta terrestre, pode eventualmente ser expelido em um ou mais vulcões. Um exemplo deste tipo de vulcão é o Monte Santa Helena nos EUA, que se encontra na zona interior da margem entre a placa Juan de Fuca que é oceânica e a placa Norte-americana.

Ambientes tectónicos

Os vulcões encontram-se principalmente em três tipos principais de ambientes tectónicos:

Limites construtivos das placas tectónicas

Este é o tipo mais comum de vulcões na Terra, mas são também os observados menos frequentemente dado que a sua actividade ocorre maioritariamente abaixo da superfície dos oceanos. Ao longo do sistema de riftes oceânicos ocorrem erupções espaçadas irregularmente. A grande maioria deste tipo de vulcões é apenas conhecida devido aos sismos associados às suas erupções, ou ocasionalmente, se navios que passam nos locais onde existem, registam elevadas temperaturas ou precipitados químicos na água do mar. Em alguns locais a actividade dos riftes oceânicos levou a que os vulcões atingissem a superfície oceânica: a Ilha de Santa Helena e a Ilha de Tristão da Cunha no Oceano Atlântico e as Galápagos no Oceano Pacífico, permitindo que estes vulcões sejam estudados em pormenor. A Islândia também se encontra num rifte, mas possui características diferentes das de um simples vulcão.

Os magmas expelidos neste tipo de vulcões são chamados de MORB (do inglês Mid-Ocean Ridge Basalt que significa: "basalto de rifte oceânico") e são geralmente de natureza basáltica.

Limites destrutivos das placas tectónicas

Ambientes tectónicos Os vulcões encontram-se principalmente em três tipos principais de ambientes tectónicos: Limites construtivos dasriftes oceânicos ocorrem erupções espaçadas irregularmente. A grande maioria deste tipo de vulcões é apenas conhecida devido aos sismos associados às suas erupções, ou ocasionalmente, se navios que passam nos locais onde existem, registam elevadas temperaturas ou precipitados químicos na água do mar. Em alguns locais a actividade dos riftes oceânicos levou a que os vulcões atingissem a superfície oceânica: a Ilha de Santa Helena e a Ilha de Tristão da Cunha no Oceano Atlântico e as Galápagos no Oceano Pacífico , permitindo que estes vulcões sejam estudados em pormenor. A Islândia também se encontra num rifte, mas possui características diferentes das de um simples vulcão. Os magmas expelidos neste tipo de vulcões são chamados de MORB (do inglês Mid-Ocean Ridge Basalt que significa: "basalto de rifte oceânico") e são geralmente de natureza basáltica. Limites destrutivos das placas tectónicas Diagrama de limite destrutivo causando terremotos e uma erupção vulcânica. Estes são os tipos de vulcões mais visíveis e bem estudados. Formam-se acima das zonas de subducção onde as placas oceânicas mergulham debaixo das placas terrestres. Os seus magmas são tipicamente "calco-alcalinos" devido a serem originários das zonas pouco profundas das placas oceânicas e em contacto com sedimentos. A composição destes magmas é muito mais variada do que a dos magmas dos limites construtivos. Hot spots ou pontos quentes Os vulcões de hot spots eram originalmente vulcões que não poderiam ser incluídos nas categorias acima referidas. Nos dias de hoje os hot spots referem-se a uma situação bastante mais específica - uma pluma isolada de material quente do manto que intercepta a zona inferior da " id="pdf-obj-9-32" src="pdf-obj-9-32.jpg">

Diagrama de limite destrutivo causando terremotos e uma erupção vulcânica.

Estes são os tipos de vulcões mais visíveis e bem estudados. Formam-se acima das zonas de subducção onde as placas oceânicas mergulham debaixo das placas terrestres. Os seus magmas são tipicamente "calco-alcalinos" devido a serem originários das zonas pouco profundas das placas oceânicas e em contacto com sedimentos. A composição destes magmas é muito mais variada do que a dos magmas dos limites construtivos.

Hot spots ou pontos quentes

Os vulcões de hot spots eram originalmente vulcões que não poderiam ser incluídos nas categorias acima referidas. Nos dias de hoje os hot spots referem-se a uma situação bastante mais específica - uma pluma isolada de material quente do manto que intercepta a zona inferior da

crosta terrestre (oceânica ou continental), conduzindo à formação de um centro vulcânico que não se encontra ligado a um limite de placa. O exemplo clássico é a cadeia havaiana de vulcões e montes submarinos; o Yellowstone é também tido como outro exemplo, sendo a intercepção neste caso com uma placa continental.

A Islândia e os Açores são por vezes citados como outros exemplos, mas bastante mais complexos devido à coincidência do rift médio Atlântico com um hot spot. Não há consenso acerca do conceito de "hotspot", uma vez que os vulcanólogos não são consensuais acerca da origem das plumas "quentes do manto": se têm origem no manto superior ou no manto inferior. Estudos recentes levam a crer que vários subtipos de hot spots irão ser identificados.

Previsão de erupções

<a href=crosta terrestre (oceânica ou continental), conduzindo à formação de um centro vulcânico que não se encontra ligado a um limite de placa. O exemplo clássico é a cadeia havaiana de vulcões e montes submarinos; o Yellowstone é também tido como outro exemplo, sendo a intercepção neste caso com uma placa continental. A Islândia e os Açores são por vezes citados como outros exemplos, mas bastante mais complexos devido à coincidência do rift médio Atlântico com um hot spot . Não há consenso acerca do conceito de "hotspot" , uma vez que os vulcanólogos não são consensuais acerca da origem das plumas "quentes do manto": se têm origem no manto superior ou no manto inferior. Estudos recentes levam a crer que vários subtipos de hot spots irão ser identificados. Previsão de erupções Erupção do vulcão Stromboli , na costa da Sicília , Itália . A ciência ainda não é capaz de prever com certeza absoluta quando um vulcão irá entrar em erupção, mas grandes progressos têm sido feitos no cálculo das probabilidades de tal evento ter lugar ou não num espaço de tempo relativamente curto. Os seguintes factores são analisados de forma a ser possível prever uma erupção: Sismicidade Microssismos e sismos de baixa magnitude ocorrem sempre que um vulcão "acorda" e a sua entrada em erupção se aproxima no tempo. Alguns vulcões possuem normalmente actividade sísmica de baixo nível, mas um aumento significativo desta mesma actividade poderá preceder uma erupção. Outro sinal importante é o tipo de sismos que ocorrem. A sismicidade vulcânica divide-se em três grandes tipos: tremores de curta duração, tremores de longa duração e tremores harmónicos. ∑ Os tremores de curta duração são semelhantes aos sismos tectónicos. São resultantes da fracturação da rocha aquando de movimentos ascendentes do magma. Este tipo de sismicidade revela um aumento significativo da dimensão do corpo magmático próximo da superfície. ∑ Crê-se que os tremores de longa duração indicam um aumento da pressão de gás na estrutura do vulcão. Podem ser comparados ao ruído e vibração que por vezes ocorre na canalização em casas. Estas oscilações são o equivalente " id="pdf-obj-10-21" src="pdf-obj-10-21.jpg">

Erupção do vulcão Stromboli, na costa da Sicília, Itália.

A ciência ainda não é capaz de prever com certeza absoluta quando um vulcão irá entrar em erupção, mas grandes progressos têm sido feitos no cálculo das probabilidades de tal evento ter lugar ou não num espaço de tempo relativamente curto. Os seguintes factores são analisados de forma a ser possível prever uma erupção:

Sismicidade

Microssismos e sismos de baixa magnitude ocorrem sempre que um vulcão "acorda" e a sua entrada em erupção se aproxima no tempo. Alguns vulcões possuem normalmente actividade sísmica de baixo nível, mas um aumento significativo desta mesma actividade poderá preceder uma erupção. Outro sinal importante é o tipo de sismos que ocorrem. A sismicidade vulcânica divide-se em três grandes tipos: tremores de curta duração, tremores de longa duração e tremores harmónicos.

Os tremores de curta duração são semelhantes aos sismos tectónicos. São resultantes da fracturação da rocha aquando de movimentos ascendentes do magma. Este tipo de sismicidade revela um aumento significativo da dimensão do corpo magmático próximo da superfície.

Crê-se que os tremores de longa duração indicam um aumento da pressão de gás na estrutura do vulcão. Podem ser comparados ao ruído e vibração que por vezes ocorre na canalização em casas. Estas oscilações são o equivalente

às vibrações acústicas que ocorrem no contexto de uma câmara magmática de um vulcão.

Os tremores harmónicos ocorrem devido ao movimento de magma abaixo da superfície. A libertação contínua de energia deste tipo de sismicidade contrasta com a libertação contínua de energia que ocorre num sismo associado ao movimento de falhas tectónicas.

Os padrões de sismicidade são geralmente complexos e de difícil interpretação. No entanto, um aumento da actividade sísmica num aparelho vulcânico é preocupante, especialmente se sismos de longa duração se tornam muito frequentes e se tremores harmónicos ocorrem.

Emissões gasosas

À medida que o magma se aproxima da superfície a sua pressão diminui, e os gases que fazem parte da sua composição libertam-se gradualmente. Este processo pode ser comparado ao abrir de uma lata de um refrigerante com gás, quando o dióxido de carbono se escapa. O dióxido de enxofre é um dos principais componente dos gases vulcânicos, e o seu aumento precede a chegada de magma próximo da superfície. Por exemplo, a 13 de Maio de 1991, 500 toneladas de dióxido de enxofre foram libertadas no Monte Pinatubo nas Filipinas. As emissões de dióxido de enxofre chegaram num curto espaço de tempo às 5 000 toneladas. O Monte Pinatubo entrou em erupção a 12 de Junho de 1991.

Deformação do terreno

A deformação do terreno na área do vulcão significa que o magma encontra-se acumulado próximo da superfície. Os cientistas monitorizam os vulcões activos e medem frequentemente a deformação do terreno que ocorre no vulcão, tomando especial cuidado com a deformação acompanhada de emissões de dióxido de enxofre e tremores harmónicos, sinais que tornam bastante provável um evento eminente.

Comportamento dos vulcões

às vibrações acústicas que ocorrem no contexto de uma câmara magmática de um vulcão. ∑ Osfalhas tectónicas . Os padrões de sismicidade são geralmente complexos e de difícil interpretação. No entanto, um aumento da actividade sísmica num aparelho vulcânico é preocupante, especialmente se sismos de longa duração se tornam muito frequentes e se tremores harmónicos ocorrem. Emissões gasosas À medida que o magma se aproxima da superfície a sua pressão diminui, e os gases que fazem parte da sua composição libertam-se gradualmente. Este processo pode ser comparado ao abrir de uma lata de um refrigerante com gás, quando o dióxido de carbono se escapa. O dióxido de enxofre é um dos principais componente dos gases vulcânicos, e o seu aumento precede a chegada de magma próximo da superfície. Por exemplo, a 13 de Maio de 1991 , 500 toneladas de dióxido de enxofre foram libertadas no Monte Pinatubo nas Filipinas . As emissões de dióxido de enxofre chegaram num curto espaço de tempo às 5 000 toneladas. O Monte Pinatubo entrou em erupção a 12 de Junho de 1991 . Deformação do terreno A deformação do terreno na área do vulcão significa que o magma encontra-se acumulado próximo da superfície. Os cientistas monitorizam os vulcões activos e medem frequentemente a deformação do terreno que ocorre no vulcão, tomando especial cuidado com a deformação acompanhada de emissões de dióxido de enxofre e tremores harmónicos, sinais que tornam bastante provável um evento eminente. Comportamento dos vulcões Indonésia - Lombok : Erupção do Monte Rinjani registrada em 1994 . " id="pdf-obj-11-40" src="pdf-obj-11-40.jpg">

Indonésia-Lombok: Erupção do Monte Rinjani registrada em 1994.

Erupções freáticas (vapor).

Erupções explosivas de lava rica em sílica (p.e. riólito). Erupções efusivas de lava pobre em sílica (p.e. basalto) Lahars .

Emissões de dióxido de carbono.

Todas estas actividades podem ser um perigo potencial para o Homem. Para além disso a actividade vulcânica é muitas vezes acompanhada por sismos, águas termais, fumarolas e gêisers, entre outros fenómenos. As erupções vulcânicas são frequentemente precedidas por sismos de magnitude pouco elevada.

Activos, dormentes ou extintos?

Não existe um consenso entre os vulcanologistas para definir o que é um vulcão "activo". O tempo de vida de um vulcão pode ir de alguns meses até alguns milhões de anos. Por exemplo, em vários vulcões na Terra ocorreram várias erupções nos últimos milhares de anos mas actualmente não dão sinais de actividade.

∑ Erupções freáticas (vapor). ∑ Erupções explosivas de lava rica em sílica (p.e. <a href=riólito ). ∑ Erupções efusivas de lava pobre em sílica (p.e. basalto ) ∑ Lahars . ∑ Emissões de dióxido de carbono . Todas estas actividades podem ser um perigo potencial para o Homem. Para além disso a actividade vulcânica é muitas vezes acompanhada por sismos , águas termais , fumarolas e gêisers , entre outros fenómenos. As erupções vulcânicas são frequentemente precedidas por sismos de magnitude pouco elevada. Activos, dormentes ou extintos? Não existe um consenso entre os vulcanologistas para definir o que é um vulcão "activo". O tempo de vida de um vulcão pode ir de alguns meses até alguns milhões de anos. Por exemplo, em vários vulcões na Terra ocorreram várias erupções nos últimos milhares de anos mas actualmente não dão sinais de actividade. Shiprock , erosão remanescente da garganta de um vulcão extinto. Alguns cientistas consideram um vulcão activo quando está em erupção ou mostra sinais de instabilidade, nomeadamente a ocorrência pouco usual de pequenos sismos ou novas emissões gasosas significativas. Outros consideram um vulcão activo aquele que teve erupções históricas. É de salientar que o tempo histórico varia de região para região. Enquanto que no Mediterrâneo este pode ir até 3000 anos atrás, no Pacífico Noroeste dos Estados Unidos vai apenas até 300 anos atrás. Vulcões dormentes são considerados aqueles que não se encontram actualmente em actividade (como foi definido acima) mas que poderão mostrar sinais de perturbação e entrar de novo em erupção. Os vulcões extintos são aqueles que os vulcanólogos consideram pouco provável que entrem em erupção de novo, mas não é fácil afirmar com certeza que um vulcão está realmente extinto. As caldeiras têm tempo de vida que pode chegar aos milhões de anos, logo é difícil determinar se " id="pdf-obj-12-42" src="pdf-obj-12-42.jpg">

Shiprock, erosão remanescente da garganta de um vulcão extinto.

Alguns cientistas consideram um vulcão activo quando está em erupção ou mostra sinais de instabilidade, nomeadamente a ocorrência pouco usual de pequenos sismos ou novas emissões gasosas significativas. Outros consideram um vulcão activo aquele que teve erupções históricas. É de salientar que o tempo histórico varia de região para região. Enquanto que no Mediterrâneo este pode ir até 3000 anos atrás, no Pacífico Noroeste dos Estados Unidos vai apenas até 300 anos atrás.

Vulcões dormentes são considerados aqueles que não se encontram actualmente em actividade (como foi definido acima) mas que poderão mostrar sinais de perturbação e entrar de novo em erupção.

Os vulcões extintos são aqueles que os vulcanólogos consideram pouco provável que entrem em erupção de novo, mas não é fácil afirmar com certeza que um vulcão está realmente extinto. As caldeiras têm tempo de vida que pode chegar aos milhões de anos, logo é difícil determinar se

um irá voltar ou não a entrar em erupção, pois estas podem estar dormentes por vários milhares de anos.

Por exemplo a caldeira de Yellowstone, nos Estados Unidos, tem pelo menos 2 milhões de anos e não entrou em erupção nos últimos 640.000 anos, apesar de ter havido alguma actividade há cerca de 70.000 anos. Por esta razão os cientistas não consideram a caldeira de Yellowstone um vulcão extinto. Pelo contrário, esta caldeira é considerada um vulcão bastante activo devido à actividade sísmica, geotermia e à elevada velocidade do levantamento do solo na zona.

Alguns vulcões na Terra

um irá voltar ou não a entrar em erupção, pois estas podem estar dormentes por váriosYellowstone , nos Estados Unidos, tem pelo menos 2 milhões de anos e não entrou em erupção nos últimos 640.000 anos, apesar de ter havido alguma actividade há cerca de 70.000 anos. Por esta razão os cientistas não consideram a caldeira de Yellowstone um vulcão extinto. Pelo contrário, esta caldeira é considerada um vulcão bastante activo devido à actividade sísmica, geotermia e à elevada velocidade do levantamento do solo na zona. Alguns vulcões na Terra Ver artigo principal: Lista de vulcões Mapa mostrando as fronteiras entre as placas tectônicas e sub-recentes aéreas de vulcões. ∑ Ojos del Salado ( Andes , ChileNovarupta ( Alasca , EUA ) Maior vulcão da Terra ) ∑ Pico ( Ilha do Pico , Açores , Portugal ) ∑ Monte Baker ( Washington , ∑ Paricutín ( Michoacán , México ) EUA ) ∑ Monte Pinatubo ( Filipinas ) ∑ Vulcão de Cold Bay ( Alasca , ∑ Popocatépetl ( México-Puebla , México ) EUA ) ∑ Santorini ( Santorini , Grécia ) ∑ El Chichon ( Chiapas , México ) ∑ Soufrière Hills , ( Montserrat ) ∑ Pico de OrizabaMonte Rainier ( Washington , EUA ) ( Veracruz / Puebla , México ) ∑ Vulcão do Fogo ( Ilha do Fogo , CaboCotopaxi ( Equador ) Verde ) ∑ Monte Fuji ( Honshu , Japão ) ∑ Vulcão da Serreta , ( Açores ) ∑ Monte Hood ( Oregon , EUA ) ∑ Vulcão da Urzelina , ( Açores ) ∑ Monte Erebus ( Ilha de Ross , ∑ Monte Shasta ( Califórnia , EUA ) Antártica ) ∑ Monte Santa Helena ( Washington , EUA ) ∑ Etna ( Sicília , Itália ) ∑ Surtsey ( Islândia ) ∑ Krafla ( Islândia ) ∑ Tambora ( Sumbava , Indonésia ) ∑ Hekla ( Islândia ) ∑ Teide ( Tenerife , Ilhas das Canárias, ∑ Kick-'em-Jenny ( Granada ) Espanha) " id="pdf-obj-13-12" src="pdf-obj-13-12.jpg">

Ver artigo principal: Lista de vulcões

um irá voltar ou não a entrar em erupção, pois estas podem estar dormentes por váriosYellowstone , nos Estados Unidos, tem pelo menos 2 milhões de anos e não entrou em erupção nos últimos 640.000 anos, apesar de ter havido alguma actividade há cerca de 70.000 anos. Por esta razão os cientistas não consideram a caldeira de Yellowstone um vulcão extinto. Pelo contrário, esta caldeira é considerada um vulcão bastante activo devido à actividade sísmica, geotermia e à elevada velocidade do levantamento do solo na zona. Alguns vulcões na Terra Ver artigo principal: Lista de vulcões Mapa mostrando as fronteiras entre as placas tectônicas e sub-recentes aéreas de vulcões. ∑ Ojos del Salado ( Andes , ChileNovarupta ( Alasca , EUA ) Maior vulcão da Terra ) ∑ Pico ( Ilha do Pico , Açores , Portugal ) ∑ Monte Baker ( Washington , ∑ Paricutín ( Michoacán , México ) EUA ) ∑ Monte Pinatubo ( Filipinas ) ∑ Vulcão de Cold Bay ( Alasca , ∑ Popocatépetl ( México-Puebla , México ) EUA ) ∑ Santorini ( Santorini , Grécia ) ∑ El Chichon ( Chiapas , México ) ∑ Soufrière Hills , ( Montserrat ) ∑ Pico de OrizabaMonte Rainier ( Washington , EUA ) ( Veracruz / Puebla , México ) ∑ Vulcão do Fogo ( Ilha do Fogo , CaboCotopaxi ( Equador ) Verde ) ∑ Monte Fuji ( Honshu , Japão ) ∑ Vulcão da Serreta , ( Açores ) ∑ Monte Hood ( Oregon , EUA ) ∑ Vulcão da Urzelina , ( Açores ) ∑ Monte Erebus ( Ilha de Ross , ∑ Monte Shasta ( Califórnia , EUA ) Antártica ) ∑ Monte Santa Helena ( Washington , EUA ) ∑ Etna ( Sicília , Itália ) ∑ Surtsey ( Islândia ) ∑ Krafla ( Islândia ) ∑ Tambora ( Sumbava , Indonésia ) ∑ Hekla ( Islândia ) ∑ Teide ( Tenerife , Ilhas das Canárias, ∑ Kick-'em-Jenny ( Granada ) Espanha) " id="pdf-obj-13-17" src="pdf-obj-13-17.jpg">

Mapa mostrando as fronteiras entre as placas tectônicas e sub-recentes aéreas de vulcões.

Vulcões em outros locais do sistema solar

∑ <a href=Kilauea ( Havai , EUA ) ∑ White Island ( Baía de Plenty , NovaVulcão das Furnas ( Ilha de São Miguel , Açores ) ∑ Zelândia ) Vesúvio ,(Baía de Nápoles , na Itália ) ∑ Klyuchevskaya SopkaMendanha - inativo -, Serra do ( Kamchatka , Rússia ) Mendanha , Rio de Janeiro , Brasil ) ∑ Krakatoa ( Rakata , Indonésia ) ∑ Mayón , ( Filipinas ) ∑ São Domingos - inativo -, Serra de SãoMauna Kea ( Havai , EUA ) Domingos , Poços de Caldas , BrasilMauna Loa ( Havai , EUA ) ∑ El Misti ( Arequipa , Peru ) Vulcões em outros locais do sistema solar Monte Olimpus em Marte , o maior vulcão do Sistema Solar , com altura estimada entre 22 e 29 quilômetros . A Lua não possui grandes vulcões e não é geologicamente activa, mas nela existem várias estruturas vulcânicas. Por outro lado crê-se que o planeta Vénus seja geologicamente activo, sendo cerca de 90% da sua superfície constituída por basalto o que leva a crer que o vulcanismo desempenha um papel importante na modelagem da superfície volumosa do planeta . As escoadas lávicas estão bastante presentes e muitas das estruturas da superfície de Vénus são atribuídas a formas de vulcanismo que não se encontram na Terra. Outros fenómenos do planeta Vénus são atribuídos a erupções vulcânicas, tais como as mudanças na atmosfera do planeta e a observação de relâmpagos . " id="pdf-obj-14-176" src="pdf-obj-14-176.jpg">

Monte Olimpus em Marte, o maior vulcão do Sistema Solar, com altura estimada entre 22 e 29 quilômetros.

A Lua não possui grandes vulcões e não é geologicamente activa, mas nela existem várias estruturas vulcânicas. Por outro lado crê-se que o planeta Vénus seja geologicamente activo, sendo cerca de 90% da sua superfície constituída por basalto o que leva a crer que o vulcanismo desempenha um papel importante na modelagem da superfície volumosa do planeta. As escoadas lávicas estão bastante presentes e muitas das estruturas da superfície de Vénus são atribuídas a formas de vulcanismo que não se encontram na Terra. Outros fenómenos do planeta Vénus são atribuídos a erupções vulcânicas, tais como as mudanças na atmosfera do planeta e a observação de relâmpagos.

No planeta Marte existem vários vulcões extintos, sendo quatro dos quais grandes vulcões- escudo, largamente maiores do que qualquer um existente na Terra:

∑ ∑ Monte Arsia Monte Ascraeus ∑ ∑ Hecates Tholus Monte Olimpus ∑ Monte Pavonis
Monte Arsia
Monte Ascraeus
Hecates Tholus
Monte Olimpus
Monte Pavonis

Erupção do vulcão Tvashtar em Io, lua de Júpiter.

Estes vulcões encontram-se extintos há vários milhões de anos, mas a sonda europeia Mars Express encontrou indícios de que poderiam ter ocorrido erupções vulcânicas num passado recente em Marte.

Uma das luas de Júpiter, Io, é o corpo mais vulcânico de todo o sistema solar devido à interacção de forças com Júpiter. Esta lua está coberta de vulcões que expelem enxofre, dióxido de enxofre e rochas ricas em sílica, o que leva a que a sua superfície esteja constantemente a ser renovada. As suas lavas são as mais quentes que se conhecem no sistema solar, com temperaturas que podem ultrapassar os 1500 °C. Em Fevereiro de 2001 a maior erupção de que há registo no sistema solar ocorreu em Io.