ELEMENTOS ACIDENTAIS DO NEGÓCIO JURÍDICO  PLANO DA EFICÁCIA  Espécies: Condição, Termo (ex: prazo) e Encargo Em suma são inseridos para

atender as pessoas. OBS: Moreira Alves (um dos que escreveu a parte geral do Código Civil). O cultor do Direito pontifica (ensina) que a colocação das matérias anteriormente abordadas (Direito Civil I) justifica-se “se atentar para as circunstancias de que depois de se estabelecerem os requisitos de validade do negócio jurídico se trata de dois aspectos ligados à manifestação de vontade: a interpretação e a representação”. Em seguida disciplinam-se a condição, o termo e o encargo, que são auto limitadores da vontade (isto é, uma vez apostos à manifestação de vontade tornam-se inseparáveis daqueles. Finalmente, a parte patológica do negócio jurídico: DEFEITOS E INVALIDADE.

I – CONDIÇÃO  Conceito: art. 121 CC.
CAPÍTULO Da Condição, do Termo e do Encargo III

Art. 121. Considera-se condição a cláusula que, derivando exclusivamente da vontade das partes, subordina o efeito do negócio jurídico a evento futuro e incerto.

 Elementos:  Voluntariedade As partes devem querer e determinar o evento. Se a eficácia do negócio jurídico for subordinada por determinação de lei não haverá condição, mas sim conditio iuris (juris) – condição legal.  Futuridade (tem que se cumprir) – está relacionado ao lapso temporal.

Que o acontecimento a que subordina-se a eficácia ou a resolução do negócio jurídico seja para o futuro.  Incerteza

Deve ser para todos e não apenas para o declarante. Se o acontecimento fosse certo, como a morte não seria mais condição e sim termo.  Possibilidade

Há de ser natural e juridicamente possível. Se impossível, não há incerteza e não se verificará o estado de pendência próprio do ato condicionado.  Espécies Quanto à licitude (para inserir uma cláusula no NJ, deve verificar se é lícita) Sua previsão legal encontra-se na primeira parte do art. 122. Ela impõe a vigoração do princípio da liberdade de condicionar o nascimento ou a extinção de direitos.
Art. 122. ”São lícitas, em geral, todas as condições não contrárias à lei, à ordem pública ou aos bons costumes; entre as condições defesas se incluem as que privarem de todo efeito o negócio jurídico, ou o sujeitarem ao puro arbítrio de uma das partes”.

Quanto à possibilidade Está prevista no art. 124, mostra-se presente nos casos em que não podem ser cumpridas por nenhum ser humano (é fisicamente impossível); ou em outros quando não restrita ao devedor, hipóteses que se tem por inexistente-resolutivas consideradas não escritas (fisicamente impossível genérica); e também quando há choque em proibição expressa ex: art. 426, ou lesão à moral e bons costumes (o professor cita exemplo de que uma pessoa não pode pedir a alguém para ir prostituir-se, como cláusula), bem assim não fazer coisa impossível.

“Art. 124. Têm-se por inexistentes as condições impossíveis, quando resolutivas, e as de não fazer coisa impossível”. “Art. 426. Não pode ser objeto de contrato a herança de pessoa viva”.

Quanto à fonte de onde promanam o o Causais, potestativas e mistas Promíscuas

de fato alheio à vontade das partes. 420. III . quando suspensivas.as condições física ou juridicamente impossíveis.as condições incompreensíveis ou contraditórias. art. entre as condições defesas se incluem as que privarem de todo efeito o negócio jurídico. ou o sujeitarem ao puro arbítrio de uma das partes”. A condição resolutiva é a que extingue. Se no contrato for estipulado o direito de arrependimento para qualquer das partes. As potestativas são as que decorrem da vontade ou de poder de uma das partes. e quem as recebeu devolvê-las-á. em geral. inclusive a um acontecimento que depende da vontade exclusiva de um terceiro. Art. todas as condições não contrárias à lei. mais o equivalente. Art. à ordem pública ou aos bons costumes.as condições ilícitas. ”São lícitas. 128. Art. . ou de fazer coisa ilícita. Em ambos os casos não haverá direito a indenização suplementar. Art. Quanto ao modo de atuação Suspensiva Resolutiva A condição suspensiva impede que o ato produza efeitos até a realização do evento futuro e incerto. do fortuito. 125. quem as deu perdê-las-á em benefício da outra parte. 123 inciso 3º (perplexa). resolve o direito transferido pelo negócio jurídico. As mistas são as condições que dependem simultaneamente da vontade de uma das partes e da vontade de um terceiro. Art. Art. ex: devolver a casa. II . 122. 122. Neste caso.420 e 2º parte do art. ocorrido o evento futuro e incerto. 123. as arras ou sinal terão função unicamente indenizatória.São causais por quanto dependem do acaso. Invalidam subordinados: os negócios jurídicos que lhes são I .

enquanto esta se não verificar. 125. A lei em determinados casos lança o dia inicial e final (dies a quo e dies ad quem). O termo inicial suspende o exercício. b) Termo de direito É o que decorre da lei. Art. 131. podendo ter como unidade de medida a hora. mas não a aquisição do direito”. a sua realização. para todos os efeitos. o mês ou o ano. se aposta a um negócio de execução continuada ou periódica. o dia. c) Termo de graça . desde que compatíveis com a natureza da condição pendente e conforme aos ditames de boa-fé. não tem eficácia quanto aos atos já praticados. TERMO DIES A QUO INÍCIO PRAZO . É a cláusula contratual que subordina a eficácia o negócio jurídico a EVENTO FUTURO E CERTO. o direito a que ela se opõe. 2) Espécies a) Termo convencional. salvo disposição em contrário. extingue-se. Pode-se definir o presente instituto como sendo o dia ou momento em que começa ou se extingue a eficácia do negócio jurídico. 128. a que ele visa. 131. não se terá adquirido o direito. TERMO CERTO DIES AS QUEM CONCRETIZAÇ 1) Conceito Art.Art. neste ponto difere da condição (que é um evento futuro e certo – já foi estudado anteriormente). Sobrevindo a condição resolutiva. “Art. mas. Subordinando-se a eficácia do negócio jurídico à condição suspensiva.

computam-se os prazos. se este terminar o curso até os 23 anos de idade. excluído o dia do começo. promessa. § 2o Meado considera-se. § 3o Os prazos de meses e anos expiram no dia de igual número do de início. em qualquer mês. se faltar exata correspondência. e o final presentear o estudante com a biblioteca. logo não devo mais nada) É o que ocorre quando se determinam a data da cessação dos efeitos do ato negocial. e) Termo incerto Quando certo e inevitável no futuro. considerar-se-á prorrogado o prazo até o seguinte dia útil. Os 23 anos que está no meio é o exemplo do item em questão. está a incerteza de quando isso ocorrerá. 135. acontece que diante da certeza da morte. extinguindo-se as obrigações dele oriundas. É o que fixa o momento em que a eficácia do negócio jurídico deve ter início. “Art. 3) Prazo É o intervalo entre o termo inicial e o termo final. Salvo disposição legal ou convencional em contrário. § 1o Se o dia do vencimento cair em feriado. g) Termo final ou resolutivo (resolveu. no que couber. retardando o exercício do direito. f) Termo inicial ou suspensivo Ex: Um professor promete uma biblioteca jurídica a um aluno. as disposições relativas à condição suspensiva e resolutiva”. ou no imediato. Logo existe o tempo inicial. d) Termo certo Quando se reporta à determinada data do calendário ou a determinado lapso de tempo. § 4o Os prazos fixados por hora contar-se-ão de minuto a minuto”. . o seu décimo quinto dia.É a dilação de prazo concedida ao devedor. seja incerto quanto à data de sua verificação. Ex: questão de doação que só vai se operar com a morte do doador. 132. Ao termo inicial e final aplicam-se. e incluído o do vencimento. “Art. ou entre a manifestação de vontade e o advento do termo.

” DEFEITOS DO NEGÓCIO JURÍDICO Os defeitos podem ensejar a invalidade do NJ. Se desta última espécie for o encargo. o Ministério Público poderá exigir sua execução. Art. caso forem a benefício do doador. . um carcinoma). 553. e incluído o do vencimento.  Não pode ser aposta em negócio jurídico a título oneroso (contraprestação). coação. lesão e estado de perigo. Parágrafo único.4) Meado Considera-se em qualquer mês o seu 15º dia.  Tem característica marcante a obrigatoriedade (é coercitiva) .fraude contra credores e simulação.  Vícios sociais (quem mais séria.se não fizer não há que se falar em adimplemento.erro. a esta adere. Vícios sociais consubstanciam-se em atos contrários à boa fé ou à lei. Salvo disposição legal ou convencional em contrário. “Art. se este não tiver feito. 132. restringindo-a. § 2o Meado considera-se. de terceiro. ou do interesse geral. depois da morte do doador. em qualquer mês. prejudicando terceiro. o seu décimo quinto dia”. Nos vícios da vontade o prejudicado é um dos contratantes. pois há manifestação da vontade sem corresponder com o seu íntimo e verdadeiro querer. .  É a cláusula acessória às liberdades. * Encargo ou Modo  Trata-se de uma determinação que imposta pelo autor de liberalidade. O donatário é obrigado a cumprir os encargos da doação. excluído o dia do começo. 553 “Art.  Vícios de consentimento ou de vontade (diferente de vícios sociais). computam-se os prazos. . anulabilidade. dolo.

alguma das qualidades a ele essenciais]. Possibilidades: 1ª parte – ex: em uma locação confunde-se a doação. Caberá ao juiz. o legislador o equiparou nos seus efeitos jurídicos.sendo de direito e não implicando recusa à aplicação da lei. O erro é substancial quando: I –[1ª parte . desde que o ato negocial seja viciado por erro ou ignorância.  Espécies A) Erro substancial (ou essencial).ao objeto principal da declaração]. em um outro Bairro menos privilegiado. passou em sua mente no momento da celebração do NJ.  OBS: Maria Helena Diniz “Embora a ignorância seja a ausência completa de conhecimento sobre algo e erro a falsa noção sobre algum objeto. II . ou a [3ª parte . desde que tenha influído nesta de modo relevante. analisar o caso concreto. [2ª parte . então você percebe que não fez um bom negócio). 3ª parte – ex: réplica. então você nota que o número está localizado em um Bairro privilegiado. na mesma rua existe uma outro nº igual ao seu. devido a sua experiência. .  Aplicação do princípio da cognoscibilidade (teoria da confiança= boa-fé objetiva + eticidade). será passível de anulação por existir deturpação da manifestação de vontade. Art. 139. for o motivo único ou principal do negócio jurídico”.interessa à natureza do negócio]. III .1) ERRO OU IGNORÂNCIA   * * Consiste e uma falsa representação da realidade (o agente enganeTorna-se difícil penetrar no íntimo do autor para descobrir o que se se sozinho). Assim sendo. mas.concerne à identidade ou à qualidade essencial da pessoa a quem se refira a declaração de vontade. 139 I “Art. 2ª parte – ex: terreno comprado (você compra um terreno tem por base somente o seu número. após a negociação você percebe que na verdade.

pensando ser esta um parente). porque refere-se a circunstancia de somenos importância que sem ele. Nº 02 – erro in corpore – é o que incide sobre a identidade do objeto. D) Erro Real É aquele causador de prejuízo concreto para o interessado. OBS: Nº 01 – O error in negotio (erro de negócio) – será aquele em que uma das partes manifesta a sua vontade pretendendo e supondo celebrar determinado NJ e na verdade realiza outro diferente. C) Erro Escusável . É o erro justificável. ignorância. Ex: se a pessoa adquirir um carro ano 2002 pensando ser 2006). exatamente o contrário de erro grosseiro ou inescusável. ou seja. qual seja. É o erro que se opõe ao substancial. do homem médio (princípio da cogniscidade) que decorre da teoria da confiança (boa fé objetiva+eticidade). (ex: a doação de uma obra a uma pessoa. Adotou-se o padrão abstrato para aferir a escusabilidade. seja ela destinatário da manifestação de vontade como também ao beneficiário. o seu desejo recai sobre objeto diverso daquele que tinha em mente. Obs: Erro é um vício de consentimento (defeito do negócio jurídico) B) Erro Acidental 4 anos . Nº 05 – error júris (erro de direito) – é o falso conhecimento. É Tangível e paupável. o ato não se realizaria. Nº 04 – erro in persona – pode-se referir tanto a identidade quanto a qualidade da pessoa. ou interpretação errônea da norma jurídica aplicável à situação concreta. Nº 03 – error in substantia ou qualitate – ocorrerá quando o motivo determinante do NJ é a suposição de que o objeto possui determinada qualidade e posteriomente se verifica inexistir. .refere-se a circunstancias de menos importância.é o erro justificável.É o que recai sobre as circunstancias e aspectos relevantes do negócio jurídico (se reconhecida a realidade o NJ não seria celebrado). de erro decorrente do não emprego de diligência ordinária.

Da Lesão . omissivo ou de consciência). de desvia-la de sua correta direção. Dolo é artifício. e aproveita ao autor do dolo ou a terceiro. Estudaremos o dolo no aspecto do direito material (é a vontade de fazer outro errar). O dolo induz o declaratário a erro . O dolo pode ocorrer em decorrência de apenas um ato ou uma serie de. que surge através de ato ilícito. do erro do declarante (dolo negativo . Dolo:  É o artifício ou expediente astucioso... mas erro provocado pela conduta do declarante. neste ocorrerá o dolo quando o agente quiser produzir o resultado (dolo direto ) ou quando assumir o risco (dolo eventual). Manobra para obter a declaração de uma vontade que não seria emitida se o declarante não fosse enganado. mas é por ele absorvido. Esse dolo é um vício (patologia) que precisa de medicação.no dolo há induzimento ao erro por parte do declaratário ou de terceiro . pode então buscar a sua anulabilidade). pelo declaratário ou por terceiro . desejo maligno de viciar a vontade do destinatário. Existe desde os primórdios da humanidade (ex: Eva no paraíso). Art. ou seja .E) Erro abstrativo ou impróprio É o de relevância exacerbada (intensa). quando se verificar o emprego de qualquer sugestão ou artifício com a intenção ou consciência de induzir ou manter em erro o autor da declaração (dolo positivo ou comissivo) . Dolo penal : é importante salientar que o dolo nos fatos jurídicos é diferente que o dolo no Direito Penal . o erro participa do conceito de dolo . enganar. DOLO Existirá dolo. Uso de técnicas para ludibriar. 157 § 2º e artigo 422. Dolo do direito obrigacional. que o negócio jurídico venha a se formar (inviabilizando a sua existência. impedindo. ou quando tenha lugar a dissimulação . empregado para induzir alguém à prática de um ato que o prejudica. que caracterizaria uma conduta ilícita. que apresenta uma profunda divergência em que as partes . fazendo com que haja uma lesão.

157. Não se confunde também com fraude. Distingue-se da simulação. 147. pois. o silêncio intencional de uma das partes a respeito de fato ou qualidade que a outra parte haja ignorado. “O dolo é tão sagaz.Art. Art. Art. ou reclamar indenização. contrária à boa fé e aquele através da intenção de praticar um ato que se sabe contrário à lei. 147 traz o chamado dolo bilateral e art. a vítima participa do NJ. os princípios de probidade e boa-fé. fazendo com que a vítima se equivoque. o terceiro responderá por todas as perdas e danos da parte a quem ludibriou. ou se a parte favorecida concordar com a redução do proveito. sobre a sua inteligência. Se ambas as partes procederem com dolo.  O dolo difere do erro porque este é espontâneo enquanto que aquele é provocado pela outra parte ou por terceiro. que às vezes alguém quer degradar o outro. se obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta. se a parte a quem aproveite dele tivesse ou devesse ter conhecimento. Pode também ser anulado o negócio jurídico por dolo de terceiro. mas somente a outra conhece a maquinação e hoje de má fé. exclusivamente. Ocorre a lesão quando uma pessoa. ou por inexperiência. 148 cc Art. 422. 150CC. Nos negócios jurídicos bilaterais. posto que o seu autor atuará. como em sua execução. este decorre da conduta processual reprovável (protelar). OBS: características:     O dolo pode levar o seu autor a indenizar os prejuízos que por ventura tiver causado. constitui omissão dolosa. sob premente necessidade. 150. em caso contrário. se for oferecido suplemento suficiente. pois. nenhuma pode alegá-lo para anular o negócio. provando-se que sem ela o negócio não se teria celebrado.  O dolo civil não se confunde com o dolo criminal e processual. Art. § 2o Não se decretará a anulação do negócio. Art. ainda que subsista o negócio jurídico. Art. embora ambos os vícios envolvam o emprego de manobras desleais. Os contratantes são obrigados a guardar. O mesmo ocorre em relação à coação. A) Dolo Principal . § 1o Aprecia-se a desproporção das prestações segundo os valores vigentes ao tempo em que foi celebrado o negócio jurídico. para que o outro saia em benefício”. assim na conclusão do contrato. 148.

e é acidental quando. constitui omissão dolosa. 147 e 150 CC. citando frases como: “o meu é o melhor produto. o negócio seria realizado. o comerciante que elogia demais seu produto. C) Dolo Bonus Dolus bonus seria um dolo menos intenso. já esperado. provando-se que sem ela o negócio não se teria celebrado. Nos negócios jurídicos bilaterais. a vontade de enganar. O dolo acidental só obriga à satisfação das perdas e danos. A doutrina defende que quem incorre nesta forma de dolo o faz por conta própria por não observar cuidados. fizer declarações inexatas ou omitir circunstâncias que possam influir na aceitação da proposta ou . 150. Art. palavras e até mesmo no silêncio maldoso. provando-se que sem ela o negócio não se teria celebrado. Art. 766 CC – Dolo comissivo. constitui omissão dolosa. o silêncio intencional de uma das partes a respeito de fato ou qualidade que a outra parte haja ignorado. No dolo. 766. por si ou por seu representante. Nos negócios jurídicos bilaterais. Se o segurado. Art. D) Dolo Malus É o dolo revestido de gravidade. Art. 146. deve haver o animus decipiendi. Art. como já citado. 147 – art. É o dolo tolerável. 147. 147. em detrimento dos concorrentes. o silêncio intencional de uma das partes a respeito de fato ou qualidade que a outra parte haja ignorado. *B) Dolo acidental Artigo 146 CC. Consiste em atos. Entretanto deve ser observado os princípios do Código de Defesa do Consumidor. destituído de gravidade suficiente para viciar a manifestação de vontade. Podendo ser citado como exemplo de dolo bom.É o configurado quando o NJ é realizado somente porque houve induzimento malicioso de uma das partes. E) Dolo positivo ou comissivo e dolo negativo ou omissivo (vide art. embora por outro modo. a seu despeito. 180 – traz um exemplo de dolo comissivo). o mais eficiente”. Este seria um dolo tolerável. ou reclamar indenização. contrapondo-se ao dolus malus que seria um dolo mais grave. nenhuma pode alegá-lo para anular o negócio. No dolus bonus não é observada esta vontade. Se ambas as partes procederem com dolo. exercido com o propósito de ludibriar e de prejudicar (divide-se em principal e acidental). Art. O art.

Pode ocorrer também com mero conhecimento da parte a quem aproveita. entre dezesseis e dezoito anos. Quer dizer que o NJ seja qual for. ele é calcado. O dolo do representante legal de uma das partes só obriga o representado a responder civilmente até a importância do proveito que teve. no ato de obrigar-se.148) Art. o terceiro responderá por todas as perdas e danos da parte a quem ludibriou. para eximir-se de uma obrigação. se a parte a quem aproveite dele tivesse ou devesse ter conhecimento. porém. declarou-se maior. ou se. 149. seu fundamento está na boa fé. neste caso. 180. são passiveis de anulação. ainda que subsista o negócio jurídico. Se a inexatidão ou omissão nas declarações não resultar de máfé do segurado. o representado responderá solidariamente com ele por perdas e danos. Geralmente o dolo vem de uma das partes contratantes. sendo assim. G) Dolo do representante (vide art. 149) Art. além de ficar obrigado ao prêmio vencido. . ou a cobrar. Dolo de terceiro. mas com cumplicidade de uma das partes. ou reclamar indenização. I) Dolo de Aproveitamento Demonstra que o instituto da lesão existe um aproveitamento que traz prejuízo à parte adversa. sem que dele tenha conhecimento o favorecido. 150. invocar a sua idade se dolosamente a ocultou quando inquirido pela outra parte.na taxa do prêmio. H) Dolo Bilateral Art. Parágrafo único. em caso contrário. o segurador terá direito a resolver o contrato. probidade. nenhuma pode alegá-lo para anular o negócio. Mostra inferioridade em relação à parte contraente. Porem. Art. segundo Venosa. mesmo após o sinistro. Pode também ser anulado o negócio jurídico por dolo de terceiro. Se ambas as partes procederem com dolo. não pode. ou seja. perderá o direito à garantia. Ninguém pode valer-se da própria torpeza uma vez que não há boa fé a defender. o dolo é intencionado por um terceiro for a da eficácia direta do negocio jurídico. estranho ao negocio jurídico. se. O menor. o dolo for do representante convencional. De uma forma genérica o dolo de terceiro pode ocorrer diretamente. F) Dolo de terceiro (vide art. por parte de um dos contratantes.Sendo que nos três primeiros casos. neste caso o negocio persiste mas o autor do dolo responde por perdas e danos por praticar o ato ilícito . 148. E ainda exclusivamente de terceiro. a diferença do prêmio.

contado: I . ou se a parte favorecida concordar com a redução do proveito. . sem justa causa. * LESÃO ART. se for oferecido suplemento suficiente. feita a atualização dos valores monetários. 178 – I Art. § 1o Aprecia-se a desproporção das prestações segundo os valores vigentes ao tempo em que foi celebrado o negócio jurídico. bastando que se comprovem as condições em que se viu forçado o lesado a celebrar o ato. a restituição se fará pelo valor do bem na época em que foi exigido.Art. se enriquecer à custa de outrem. e. Da Lesão Art. Parágrafo único. É de quatro anos o prazo de decadência para pleitear-se a anulação do negócio jurídico. Ocorre a lesão quando uma pessoa. quem a recebeu é obrigado a restituí-la. será obrigado a restituir o indevidamente auferido. ou por inexperiência. 178. do dia em que ela cessar. se obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta. mas o dolo aqui não precisa ser provado. B) subjetivo: O dolo de aproveitar-s de uma situação para locupretar-se da outra parte. 157 – premente necessidade ou inexperiência causa honerosidade excesiva. sob premente necessidade. dada a desproporção entre a sua prestação e a prestação da parte contrária (comutativos são os contratos de prestações certas e determinadas = contrato bilateral e oneroso). § 2o Não se decretará a anulação do negócio. Se o enriquecimento tiver por objeto coisa determinada. 157 – elemento subjetivo da lesão. Aquele que. se a coisa não mais subsistir.no caso de coação. Art. 884 Do Enriquecimento Sem Causa Art. Obs: O instituto da lesão visa a proteger o contratante que se encontra em posição de inferioridade em contrato de natureza comutativa. REQUISITO A) objetivo: É a configuração de luro exagerado em detrimento da desproporcionalidade da proteção da outra parte. 884. 157. Ver art.

no de erro. III . devido à desproporção existe entre as prestações das duas partes dispensando-se a verificação do dolo ou má fé da parte que se aproveitou. se for oferecido suplemento suficiente. estado de perigo. dolo. Agora trabalharemos outros dois institutos dos vícios de consentimento. OBS: estamos trabalhando com contratos bilaterais onerosos. visando a protegê-lo.II . Essa observação sintetiza o instituto da lesão. Art. se obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta.no de atos de incapazes. por estar sob premente necessidade. § 2o Não se decretará a anulação do negócio. 171-II Art. ante o prejuízo sofrido na conclusão do contrato. decorrente da iminência de sofrer algum dano material.  É toda ameaça ou pressão exercida sobre um indivíduo para forçá-lo. dolo. Na base da lesão há um risco patrimonial. do dia em que se realizou o negócio jurídico. *COAÇÃO A coação engessa a manifestação de vontade. Além dos casos expressamente declarados na lei. lesão ou fraude contra credores. sob premente necessidade.§2º do art. estado de perigo ou lesão. ou por inexperiência. § 1o Aprecia-se a desproporção das prestações segundo os valores vigentes ao tempo em que foi celebrado o negócio jurídico. .por incapacidade relativa do agente. 157. do dia em que cessar a incapacidade. ou por inexperiência. 157 encontra-se um fundamento do princípio da conservação dos contratos.por vício resultante de erro. ou se a parte favorecida concordar com a redução do proveito. 171. coação. * Princípio da conservação dos contratos . fraude contra credores. II . a praticar um ato ou realizar um negócio jurídico. Art. contra a sua vontade. OBS: É um vício de consentimento decorrente o abuso praticado em situação de desigualdade de um dos contratantes. é anulável o negócio jurídico: I . Ocorre a lesão quando uma pessoa.

152. Vicia o negócio jurídico a coação exercida por terceiro. No apreciar a coação. Art. É o vício mais grave e profundo que pode afetar o negócio jurídico. 155. D) Acidental: Sem ela o NJ assim mesmo se realizaria. se a coação decorrer de terceiro. a saúde.  REQUISITOS A) deve ser causa determinante do ato. conhecimento . B) deve ser grave. e esta responderá solidariamente com aquele por perdas e danos. mas o autor da coação responderá por todas as perdas e danos que houver causado ao coacto. C) deve ser injusto. pois impede a manifestação de vontade. O tempo é contado a partir de quando cessar a coação. a tutela da confiança da parte que recebe a declaração de vontade sem ter. ter-se-ão em conta o sexo. OBS: Prevalece o princípio da boa fé.  Coação exercida por terceiros Arts 154 e 155 Art. E) deve consistir ameaça de prejuízo à pessoa ou a bens da vítima ou a pessoa de sua família. D) deve dizer respeito a dano atual e iminente. o temperamento do paciente e todas as demais circunstâncias que possam influir na gravidade dela. mas em condições menos desfavoráveis à vítima. se dela tivesse ou devesse ter conhecimento a parte a que aproveite. sem que a parte a que aproveite dela tivesse ou devesse ter conhecimento.  ESPÉCIES A) Absoluta ou física: Incorre qualquer consentimento ou manifestação de vontade. 152 Art. então a partir disso é 4 anos. Art. B) Relativa ou moral: Deixa-se uma opção ou escolha à vítima. C) Principal: É a causa determinante. a condição. Subsistirá o negócio jurídico. 154. a idade. nem podendo ter.

onde a pessoa. Parágrafo único. Ver o art. o juiz decidirá segundo as circunstâncias. nem o simples temor reverencial. Onerosidade excessiva da obrigação Subjetivos o o Crença do agente de que realmente se encontra em perigo.  Caracteres: Objetivos o o o Ameaça de grave lesão a direito do agente ou de pessoa de sua família. assume obrigação excessivamente onerosa. de grave dano conhecido pela outra parte. 153. *FRAUDE CONTRA CREDORES . assume comportamento que não teria normalmente caso não houvesse essa condição que pusesse a VIDA de familiar em risco. 156. 153). Do Estado de Perigo Art.do mencionado vício do consentimento (art. dessa forma equilibrando as prestações. Na próxima aula estudaremos os vícios sociais. Seguimento: Aqui encerramos os vícios de consentimento em relação à manifestação de vontade. *ESTADO DE PERIGO O objetivo aqui é a vida humana. e. ou a pessoa de sua família. 156 Parte da doutrina critica a solução adotada pelo legislador. Atualidade do dano. OBS: a crítica art. Não se considera coação a ameaça do exercício normal de um direito. argumentando que melhor solução seria reduzir o valor da prestação daquele que se obrigou em estado de perigo.  OBS: No estado de perigo há o temor de grande dano moral ou material. diante dessa possibilidade. Tratando-se de pessoa não pertencente à família do declarante. Configura-se o estado de perigo quando alguém. Art. 155) e há um excludente (art. eliminando a excessiva onerosidade. O conhecimento do perigo por parte do outro contratante. 156. premido da necessidade de salvar-se.

subtraindo-os à garantia comum dos credores com o fim de salvá-los de uma provável execução por dívidas. com a execução da dívida. fraude contra credores. créditos e direitos. prova desoneração do devedor e seus co-obrigados. de atos que desfalcam seu patrimônio. do dia em que cessar a incapacidade. pelo devedor. Estado de insolvência 1. A devolução voluntária do título da obrigação. 159 – (transmissão onerosa). . e o devedor capaz de adquirir. É de quatro anos o prazo de decadência para pleitear-se a anulação do negócio jurídico. a intenção de prejudicar do devedor ou do devedor aliado a terceiro. Sempre que os débitos forem superiores à importância dos bens do devedor. II . do dia em que ela cessar. B) SUBJETIVO: (consilium fraudis): que é a má fé. ainda quando ignore ou ante o fato de a garantia torna-se insuficiente depois de executada. onerando ou alienando bens. do dia em que se realizou o negócio jurídico.no de erro. art. ATOS FRAUDULENTOS CC. 178.no de atos de incapazes. a título gratuito ou oneroso. que desfalca seu patrimônio. III . ilidindo os efeitos da cobrança.  Elementos A) OBJETIVO: (eventus domini): que é todo ato prejudicial ao credor. Art.no caso de coação. contado: I . Constitui a prática maliciosa. Prova-se. em regra. 178 inciso II Art. se o credor for capaz de alienar.  OBS: Pratica fraude contra credores o devedor insolvente. 386 CC Art. 2. 386. 3. dolo. OBS: O ato de disposição e oneração de bens. ou na iminência de o ser. por tornar o devedor insolvente ou por ter sido realizado em estado de insolvência. estado de perigo ou lesão. quando por escrito particular. que acarrete ao devedor a redução de seu patrimônio em prejuízo de credor pré-existente traduz-se em FRAUDE. com o fim de colocá-lo a salvo de uma execução por dívidas em detrimento dos direitos creditórios alheios.

O credor quirografário. ou houver motivo para ser conhecida do outro contratante. 163 – (concessão fraudulenta de garantias). possibilitando a efetivação do RATEIO. em proveito do acervo sobre que se tenha de efetuar o concurso de credores. repondo o bem no patrimônio do devedor. aquilo que recebeu. 158. Presumem-se fraudatórias dos direitos dos outros credores as garantias de dívidas que o devedor insolvente tiver dado a algum credor. 158 – (transmissão gratuita ou remissão de dívida). 2. ou terceiros adquirentes que hajam procedido de má-fé. avalistas que pagaram a dívida. 161 CC Art. que receber do devedor insolvente o pagamento da dívida ainda não vencida. sub-rogando-se nos direitos do credor originário. aproveitando a todos os credores e não apenas ao que a inventou. como lesivos dos seus direitos. . ficará obrigado a repor. a pessoa que com ele celebrou a estipulação considerada fraudulenta. Tem por primordial efeito a revogação do negócio lesivo aos interesse dos credores sem garantia. CC. § 2o Só os credores que já o eram ao tempo daqueles atos podem pleitear a anulação deles. 159. Art. 162. que o ato tenha resultado prejuízo. Serão igualmente anuláveis os contratos onerosos do devedor insolvente. poderão ser anulados pelos credores quirografários. A ação. Art. 162 – (pagamento antecipado de dívida). ou ainda. § 1o Igual direito assiste aos credores cuja garantia se tornar insuficiente. se os praticar o devedor já insolvente. poderá ser intentada contra o devedor insolvente. Art. 158 e 159. que tenha a intenção de fraudar. quando a insolvência for notória. CC. cancelando a garantia real concedida em proveito do acervo que se tenha de efetuar o concurso de credores.  Requisitos 1. 161. a prova de insolvência. ainda quando o ignore. ou por eles reduzido à insolvência.Art. a existência de crédito anterior ao ato que se diz fraudulento.  AÇÃO PAULIANA OU REVOGATÓRIA Art. 163. OBS: Ela é movida pelos credores quirografários (sem garantia). nos casos dos arts. 3. 4. Os negócios de transmissão gratuita de bens ou remissão de dívida.

167. *SIMULAÇÃO (é mais difícil de ser provado) Art. O negócio jurídico nulo não é suscetível de confirmação. os atos praticados em fraude por serem anuláveis.  É a declaração falsa. mas. III . da vontade. com o fim de criar uma aparência de direito. confissão. visando produzir efeito diverso do ostensivamente indicado. mas subsistirá o que se dissimulou. nem convalesce pelo decurso do tempo. para ILUDIR TERCEIROS OU BURLAR A LEI. Art. É nulo o negócio jurídico simulado.aparentarem conferir ou transmitir direitos a pessoas diversas daquelas às quais realmente se conferem. desde que tenha patrimônio ainda para suprir a dívida. OBS: Esse é um vício social que eu tenho um prazo para buscar a anulabilidade (nulidade relativa). § 2o Ressalvam-se os direitos de terceiros de boa-fé em face dos contraentes do negócio jurídico simulado. Art. condição ou cláusula não verdadeira. 169. 169. requerem uma ação para o seu conhecimento. a pessoa pode vender bens. Fraude contra credores: Quando a alienação de bens LESAR os credores. . 167.contiverem declaração. II . ou transmitem. ou pós-datados. ≠FRAUDE CONTRA CREDORES E FRAUDE DE EXECUÇÃO OBS: Fraude de execução: Quando se der a alienação de bens do devedor já comprometidos por obrigação sua desde que esteja em curso alguma ação movida contra ele e desde que a execução recaia futuramente sobre esses bens. § 1o Haverá simulação nos negócios jurídicos quando: I .os instrumentos particulares forem antedatados. já é diferente da simulação que não possui prazo. enganosa. se válido for na substância e na forma. Durante a execução.

C) estará sempre a iludir ou prejudicar terceiros. dispensa-se o consentimento do cônjuge se o regime de bens for o da separação obrigatória. A simulação objetiva. na hipótese. Parágrafo único. por sua vez. No primeiro caso. Características A) falsa declaração bilateral de vontade. b) Relativa (meio termo – abarca a questão da dissimulação). está relacionada à natureza ou ao conteúdo do negócio. visando obter efeito diverso daquele que o NJ aparenta conferir. Há. Esta é o que resulta do intencional desacordo entre a vontade interna e a declarada. finge-se uma venda para ocultar uma doação. por exemplo. Os contraentes visam ocultar de terceiros o contrato real.  OBS: É geralmente um ato bilateral em que duas ou mais pessoas fingem a prática de um ato jurídico como. do artigo 102. como quando. Art. MODALIDADES DE SIMULAÇÃO (na simulação o NJ é nulo) RELATIVA A simulação relativa pode ser subjetiva ou objetiva. 496 CC. A parte que figura no ato não é aquela que deve aproveitar seus resultados. Em ambos os casos. uma interposição de pessoas. do Código Civil. salvo se os outros descendentes e o cônjuge do alienante expressamente houverem consentido. 496. É anulável a venda de ascendente a descendente. Ocorrerá sempre que alguém sob a aparência de um NJ fictício realizar outro que é verdadeiro. Art. É produto de um conluio ente os contratantes. a simulação se dá quanto à pessoa que figura no negócio. que é o querido por eles. Apresentam-se dois contratos: um real e outro aparente. a doação de homem casado à amante através de uma compra e venda simulada. A) Subjetiva . por exemplo.  É o vício social. B) exteriorização do ato que não reflete a intenção real das partes. É o caso do inciso I.  Espécies de Simulação (esse é o pior dos vícios) a) Absoluta (é podre mesmo) Ter-se-á esta simulação quando a declaração enganosa da vontade exprime um NJ bilateral ou unilateral não havendo intenção de realizar ato negocial algum.

Mas. Art. mas subsistirá o que se dissimulou. não podendo ser confirmado nem convalescido pelo decurso do tempo.contiverem declaração. É nulo o negócio jurídico simulado. § 2o Ressalvam-se os direitos de terceiros de boa-fé em face dos contraentes do negócio jurídico simulado. É nulo o negócio jurídico simulado. confissão. § 2o Ressalvam-se os direitos de terceiros de boa-fé em face dos contraentes do negócio jurídico simulado. ou pós-datados. Ex: preço inferior ao valor real. CC. em casos de simulação relativa.os instrumentos particulares forem antedatados. § 1o Haverá simulação nos negócios jurídicos quando: I . II . III . 167.contiverem declaração. mas por pessoas interposta fictamente.Se a parte contratante não tira proveito do NJ por ser o sujeito aparente. § 1o Haverá simulação nos negócios jurídicos quando: I . §1º. condição ou cláusula não verdadeira. confissão.aparentarem conferir ou transmitir direitos a pessoas diversas daquelas às quais realmente se conferem. CC. O NJ não é efetuado pelas próprias partes. . Art. EFEITOS DA SIMULAÇÃO O negócio jurídico é nulo. §1º. o NJ dissimulado poderá subsistir se for válido na substância e na forma. se válido for na substância e na forma. III . 167.os instrumentos particulares forem antedatados. B) Objetiva Se respeitar a natureza do NJ pretendido ao objeto ou a um de seus elementos contratuais. ou transmitem. mas subsistirá o que se dissimulou. condição ou cláusula não verdadeira. se válido for na substância e na forma. II . ou pós-datados. 167. ou transmitem. I. II e III.aparentarem conferir ou transmitir direitos a pessoas diversas daquelas às quais realmente se conferem. 167.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful