ROTINAS DE ENFERMAGEM SCMG

Diretoria Executiva: Profa. Helenisa Maria G. de O. Neto – Diretora Geral Dr. Marcelo do Carmo Netto – Diretor Técnico Prof. Sergio Machado – Diretor Administrativa Dr. Roberto Pedrosa – Diretor Clínico

Elaboração: Enf. Mara Helena J. B. H. Borges – Gerência de Enfermagem e Supervisão de Enfermagem Aprovação: Enf. Sorreylla Paula S. Vasconcelos – Coordenadora SCIH/CCIH

2010
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APRESENTAÇÃO
“O que se opõe ao descuido e ao descaso é o cuidado”. Cuidar é mais que um ato; é uma atitude. Portanto abrange mais que um momento de atenção, de zelo e desvelo. “Representa uma atitude de ocupação, preocupação de responsabilização e envolvimento afetivo com o outro.” Leonardo Boff

As atividades desenvolvidas pela equipe de enfermagem são compostas por um conjunto de ações administrativas e técnicas que tem como objetivo qualificar a assistência prestada ao cliente. A fim de que se obtenham resultados positivos em todo o processo que envolve o atendimento ao cliente por parte da equipe de enfermagem é necessário que haja uma rotina de trabalho que agilize e facilite o cumprimento das atividades de forma ordenada, e propicie a presença de uma equipe bem treinada e tecnicamente habilitada.

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SUMÁRIO:

I. II. III. IV. V. VI. VII. VIII. IX X XI XII XIII XIV XV XVI XVII XVIII XIX XX XXI XXII

Admissão de pacientes Solicitação de exames Transferência de pacientes Alta hospitalar Óbito Sinais vitais Administração de medicamentos Técnica para mensuração de glicemia capilar Administração de sangue ou hemoderivados Movimentação e transporte de pacientes Promoção de controle segurança do paciente Higienização do paciente Drenagem torácica Cuidados com ostomias Sondagem nasogástrica Sondagem nasoenteral Atendimento a parada cardiorespiratoria (PCR) Preparo de material para intracath Montagem de pressão venosa central (PVC) Aspiração oronasotraqueal Cuidados com pacientes traqueostomizados Atribuições dos enfermeiros supervisores
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05 06 07 09 10 13 25 43 44 45 51 57 64 66 68 70 72 79 81 83 85 87

Nefrologia e Ortopedia XXVIII Rotina Operacional Posto 2C – Unidade de Hematologia/ 110 Oncologia XXIX XXX XXXI XXXII XXXIII Rotina Operacional Posto 2D .XXIII XXIV XXV Atribuições Ideais dos Enfermeiros Atribuições dos Técnicos de enfermagem 89 90 Rotina Operacional Posto 1A – Enfermarias de Convênios e 92 Particular XXVI XXVII Rotina Operacional Posto 2A – Obstetrícia e Berçário 94 Rotina Operacional Posto 2B – Unidade de Transplante 99 Renal .Neurologia Rotina Operacional Posto 3C .UTR.Pediatria Rotina Operacional Posto 2E .Urologia 118 123 139 141 144 146 XXXIV Rotina Operacional Posto 3D – Clínica Cirúrgica XXXV Rotina Operacional Posto 3F – Apartamentos de Convênios 147 e Particulares XXXVI Rotina Operacional do Plantão Noturno XXXVII Bibliografia 147 148 4 .Cardiologia Rotina Operacional Posto 3A – Clínica Médica Rotina Operacional Posto 3B .

Caso o paciente necessite de isolamento seguir recomendações da Rotina de Biossegurança da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH). Observar higiene do paciente. desinfecção de ambiente. Verificar prescrição ou necessidade de isolamento. Conferir o prontuário quanto ao nome completo do paciente. 5 . artigos e roupas da CCIH. 1. se necessário. O leito deverá passar por limpeza e desinfecção conforme recomendações básicas para limpeza. Encaminha-lo ao banho de aspersão ou realizar banho no leito.I. Não admitir pacientes com ferida operatória infectada com pacientes cirúrgicos não infectados ou em pós-operatório imediato (POI). Não admitir pacientes cirúrgicos com pacientes portadores de feridas infectadas. ADMISSÃO DE PACIENTES: A admissão de pacientes somente será realizada mediante a liberação do leito por parte do (a) enfermeiro (a) supervisor (a) do setor. número do leito e registro hospitalar.  Procedimento: Receber o paciente na unidade de internação. Recomendações importantes: Não admitir paciente clínico com paciente cirúrgico.

seguindo recomendações da Rotina de Controle de Infecção de Sítio Cirúrgico da CCIH. Orientar o paciente quanto as normas da instituição. Comunicar ao serviço de nutrição e dietética sobre a internação informando o nome. Verificar sinais vitais. SOLICITAÇÕES DE EXAMES: Conferir a solicitação no pedido de exames devidamente preenchido e carimbado pela equipe médica. quando solicitado. Organizar o prontuário para facilitar o manuseio pela própria enfermagem. motivo da internação. 6 . acompanhado pelo maqueiro. Fazer admissão do paciente no prontuário com: horário da admissão. Observar e orientar o paciente quando necessário jejum ou outros preparos para o exame. Conferir o preenchimento completo dos cabeçalhos dos impressos. sinais vitais. encaminhá-los aos setores competentes. Em caso de paciente cirúrgico fazer o preparo pré-operatório indicado a cada procedimento. leito e tipo de dieta.  Se houverem pedidos de exames. Agendar os exames conforme solicitação e anotar data e hora no pedido. estado do paciente. II.Oferecer pijama ou camisola da instituição. Encaminhar o paciente ao setor de exames.

 Encaminhar o pedido ao Serviço Social para agendamento. Em caso de exames laboratoriais solicitar a coleta ao setor de laboratório.  Solicitar o maqueiro e encaminhar o paciente.  Anotar na solicitação de transporte orientações sobre precauções adicionais para o paciente que será transportado. juntamente com relatório médico justificando a necessidade da realização deste. na noite anterior ao exame.Em caso de coleta de amostras de urina.  O paciente deverá ser acompanhado por um técnico de enfermagem.  Exames de alto custo deverão ser autorizados pelo auditor do SUS. devidamente identificado. orientando o paciente sobre os cuidados para coleta. Observações:  Para realização de exames a serem feitos em outra instituição de pacientes do SUS. o pedido médico deve ser encaminhado ao serviço social para agendamento.  Preencher solicitação de transporte via internet.  Solicitar relatório médico justificando o exame. fezes e/ou escarro. 7 . 2. e preenchimento de termo de responsabilidade médica autorizando a remoção do paciente .  Confirmar data e horário do exame e necessidade de preparo do paciente. fornecer o pote coletor. 1. Encaminhamento de pacientes do SUS para exames externos:  Procedimento:  Conferir se o pedido médico está preenchido corretamente.

Transferência Interna:  Procedimento: Entrar em contato com o (a) enfermeiro (a) da unidade de internação para solicitar a vaga. Informar à enfermeira da unidade solicitada as condições do paciente. Conferir se o novo leito já está pronto (limpo. TRANSFERÊNCIAS DE PACIENTES 1. Conferir o prontuário. Acionar o maqueiro e encaminhar o paciente para a outra unidade. observando que roupas e qualquer artigo utilizado na assistência ao paciente deverão ser recolhidos pela equipe da enfermagem. Encaminhar para internação o formulário próprio para lançar no sistema da Prefeitura a transferência de leito. Fazer a transferência do paciente no sistema da MV. Anotar no livro de enfermagem a transferência do paciente. III. Observar orientações da Rotina de Biossegurança para Ambulância da CCIH. Arquivar na chefia de enfermagem o formulário com o recebido da internação. as anotações de enfermagem. 2. desinfetado e forrado). Comunicar ao serviço de nutrição e dietética sobre a transferência informando o nome e o número do novo leito. Transferência para outras instituições: 8 . exames e checagem de medicações anteriores. Solicitar a desinfecção terminal do leito ao Serviço de Higienização e Limpeza (SHL).

o paciente na ambulância na presença de um familiar e de Transportar um profissional da enfermagem. para internação o formulário próprio para lançar no sistema Encaminhar MV e na Prefeitura a alta hospitalar por transferência. o prontuário do paciente verificando se está completo. a limpeza terminal do leito. Providenciar Anotar no livro de enfermagem a transferência do paciente. 9 . Preencher solicitação de transporte via internet. As vagas somente são negociadas entre médicos. Anotar no prontuário do paciente: hora. Observar Fechar cuidados de Biossegurança durante o transporte. Arquivar na chefia de enfermagem o formulário com o recebido da internação. com assinatura do médico assistente e confirmação do contato de vagas entre os médicos de ambas as instituições. condições do paciente e acompanhamento familiar e de enfermagem. ALTA HOSPITALAR  Procedimento:  Conferir se a alta hospitalar está assinada pelo médico assistente. juntamente com o encaminhamento médico. Solicitar à central de vagas a transferência para que ela faça os devidos contatos e aguardar o retorno. Procedimento: Verificar a solicitação de transferência no prontuário do paciente. IV. de acordo com a gravidade do paciente. Solicitar o preenchimento de termo de responsabilidade médica autorizando a remoção do paciente.

 Avisar aos familiares e/ou responsável sobre a alta e aguarda o seu comparecimento para liberar o paciente.  Solicitar que o funcionário do atendimento assine o aviso de alta e lance no sistema.  Solicitar cobertura para óbitos na farmácia.  Recolher e anotar no livro de enfermagem a alta do paciente.  Encaminhar roupas e artigos usados na assistência ao paciente ao expurgo e hampers.  Retirar a roupa do paciente.  Retirar sondas e cateteres se houver. V. Realizar evolução de enfermagem referente à alta do paciente.  Solicitar a desinfecção terminal do leito ao Serviço de Higienização e Limpeza.  Acompanhar o paciente até a saída.  Colocar biombos se necessário. 10 . deixar a 2º via com o mesmo e anexar a 1º via ao prontuário.  Preencher o aviso de alta em duas vias. ÓBITO  Procedimento:  Providenciar declaração de óbito para ser preenchida pelo médico que assistiu ao óbito em 03 vias  Comunicar aos familiares.  Solicitar que o familiar ou responsável assine o aviso de alta.  Fazer tamponamento apenas dos orifícios que estiverem drenando secreções.

 Arquivar a via branca na chefia de enfermagem para posteriormente ser encaminhadas para Secretaria Municipal de Saúde (SMS). data e hora do óbito.  Colocar o corpo na cobertura para óbitos e colocar nova etiqueta. Marcar o óbito no censo de controle e registro de enfermagem. Lançar o óbito no sistema MV.  Anotar o óbito no prontuário do paciente. Organizar os pertences do paciente e entregar à família.      Solicitar maqueiro para transporte do corpo para o necrotério. médico responsável. Anotar o óbito no prontuário do paciente. e fixar a mandíbula com atadura se necessário. leito. junto com o formulário da Fundação Municipal de Desenvolvimento Comunitário (FUNDEC) para a pessoa responsável pelo corpo.  Encaminhar para internação o formulário próprio para lançar no sistema da Prefeitura e/ou Convênios a alta hospitalar por óbito.  Colocar etiqueta na pele do paciente com: nome completo. 11 .  Preencher a ficha de identificação de cadáver.  Alinhar o corpo do paciente.  Arquivar a via rosa dentro do prontuário do paciente para ser arquivada. conforme orientações do “folder de óbitos”. Trocar curativos se necessário.  Solicitar a desinfecção terminal do leito.  Lançar o óbito no livro de declaração de óbito.  O (a) enfermeiro (a) do setor deverá entregar a via amarela. unir as mãos e conter com ataduras.  Orientar a família sobre os procedimentos para sepultamento.

Recomendações importantes:  Em caso de morte violenta. sendo: a ficha rosa da declaração de óbito. caso não estejam no mesmo. nestes casos o médico deverá preencher o encaminhamento ao IML ou SVO.  O óbito deverá ser lançado na estatística da Comissão de Óbito pela secretária da enfermagem.  A secretária da enfermagem deverá conferir os papeis do óbito e arquivar no prontuário. 12 .  A ficha de identificação e a via da funerária deverão ser arquivadas no prontuário do paciente. encaminhar o corpo ao Instituto Médico Legal (IML). Instituto Médico Legal – IML ou Serviço de Verificação de Óbito SVO  Em caso de IML ou SVO  Solicitar que o médico preencha o encaminhamento no formulário próprio do IML/SVO. a ficha de identificação do cadáver e a ficha da funerária. 1.  O responsável pela funerária assina a ficha de identificação do cadáver e o enfermeiro assina e recebe uma via da ficha da funerária. em caso de Feto Morto acima de 500gr e paciente sem diagnostico fechado (ex: menos de 24 horas de internação). encaminhar o corpo ao Serviço de Verificação de Óbitos (SVO). O (a) enfermeiro (a) do setor deverá entregar o corpo no necrotério para a funerária.

e comunicar o óbito e solicitar a remoção do corpo.  Entregar o corpo ao SVO juntamente com a via branca do formulário.  Preencher a ficha de identificação de cadáver.  Entregar o corpo ao IML. Entregar o encaminhamento médico (via branca) à família em caso de IML.  Encaminhar a família ao distrito policial mais próximo à instituição juntamente com o encaminhamento médico para registrar a ocorrência. após a devida identificação do mesmo.  Solicitar à família que leve uma das vias ao IML para recolhimento do corpo. Observação: 13 . A secretária de enfermagem deverá conferir e anexar no prontuário a ficha de identificação de cadáver e encaminhamento do IML/SVO e lançar o óbito na estatística da Comissão de Óbitos. a enfermeira deverá ligar no Serviço de Verificação de Obito – telefone 3524-1970. após a devida identificação do mesmo. Registrar o óbito no livro de declaração de óbito da enfermagem.  Preencher a ficha de identificação de cadáver.  Solicitar que o responsável pela coleta do corpo assine a ficha de identificação de cadáver. Em caso de SVO.  Solicitar que o responsável pela coleta do corpo assine a ficha de identificação de cadáver. não sendo necessário entregar nenhuma via do formulário para a família.  Registrar o óbito no livro de declaração de óbito da enfermagem.

O calor é gerado por processo metabólico e é distribuído no organismo pelo sangue por meio dos vasos sanguíneos. 14 . 14h00min. 18h00min. 06h00min e sempre que necessário. 24h00min.  Fatores patológicos. por evaporação do suor. Temperatura A temperatura indica o nível de calor a que chega o corpo. O organismo perde calor por radiação e condutibilidade da pele. por evaporação pulmonar. solicitar a desinfecção terminal do necrotério ao funcionário do SHL. pela urina. Não está autorizada a visita de familiares ao necrotério.  Idade. pelas fezes e pela saliva.  Se observada a necessidade. Há alguns fatores que alteram a temperatura:  Fatores fisiológicos. SINAIS VITAIS 1.  Processos inflamatórios e infecciosos. ou conforme prescrição médica. A temperatura normal do corpo é mantida pelo equilíbrio entre a produção e eliminação de calor. Horas de verificação: 08h00min. VI. durante o processo de respiração.

 Retirar as luvas imediatamente após o uso e lavar as mãos em seguida e entre um paciente e outro.  Usar um par de luvas de procedimentos para cada paciente. neurogênica.1. exceto para pacientes em precauções de contato. Variação de temperatura:  Hipotermia – menor ou igual a 35ºC  Temperatura Fisiológica – 35.5º a 37ºC  Estado febril. esfigmomanômetro e termômetro.1. quando indicado  Para pacientes em precauções de contato individualizar estetoscópio. desidratação ou tóxica. 1.2.40. É uma reação do organismo diante de determinada agressão que pode ser de origem infecciosa. Observação:  Não é necessário o uso rotineiro de luvas de procedimentos para verificação de sinais vitais. Classificação da febre: 15 .0º C  Febre – 38.  Observar orientações da Rotina de Biossegurança da CCIH.0º a 40ºC  Hiperpirexia.5º a 38.0º a 39ºC  Pirexia-39.0º a 41º C 1.37.3. Definição de febre: A febre é a modificação patológica da temperatura.

1.  01 recipiente para o algodão usado.4.  01 recipiente com álcool a 70%.  Caneta e papel para anotações.  Colocar o termômetro na axila de forma que fique o bulbo em contato com a pele.  Ondulante.não há grandes oscilações diárias.  Enxugar a axila do paciente ou orienta-lo fazer. fraturas de membros superiores. Contínua. Procedimento:  Orientar o paciente sobre o procedimento.5.alterna períodos de febre e sem febre. pacientes muito magros e lesões axilares. Material necessário para verificação da temperatura: Bandeja contendo:  01 recipiente com algodão seco.  Verificar se a coluna de mercúrio está abaixo de 35º em caso de termômetros não digitais. 16 .  Intermitente.há oscilação diária.manifesta-se geralmente às mesmas horas aparecendo e desaparecendo com intervalo de dias e semanas. 1. permanece em um mesmo nível. Esses períodos variam de dois a três dias.  Remitente.1 Axilar Esta técnica é contra-indicada nas queimaduras de tórax.  01 termômetro.

Oral ou bucal Esta técnica somente é indicada quando os termômetros são individuais e quando não houver contra-indicação.  Fazer a leitura.2.  Anotar o valor da temperatura.5.  Pedir para que o paciente cerre os lábios.  Desprezar o algodão sujo.  Desprezar o algodão sujo. crianças. de preferência colocando a mão no ombro oposto.  Limpar o termômetro com algodão embebido em álcool a 70% e guarda-lo junto aos artigos do paciente.  Fazer a leitura.  Colocar o termômetro embaixo da língua do paciente. 1.  Registrar no prontuário os resultados conforme os horários de rotina.  Abaixar a coluna de mercúrio para 35ºC. como: intervenções cirúrgicas na boca. firmando o termômetro no canto da boca.  Desinfetar o termômetro com algodão embebido em álcool 70%.  Após cinco minutos retirar o termômetro. pacientes inconscientes.  Após cinco minutos retirar o termômetro. Procedimento:  Verificar se a coluna de mercúrio está abaixo de 35º em caso de termômetros não digitais.  Anotar o valor da temperatura. 17 . inflamações na boca. Pedir para que o paciente comprima o braço de encontro ao corpo.

: a temperatura também pode ser verificada na região inguinal. Registrar no prontuário os resultados conforme os horários de rotina. 1. Procedimento:  Colocar o paciente na posição de Sims – decúbito lateral esquerdo com perna direita flexionada. perineal e inflamações no reto e ânus.  Lubrificar a ponta do termômetro (ex: óleo mineral).5. É contra indicado em pacientes que sofreram cirurgia retal. caso haja contra indicação nas regiões citadas anteriormente.  Registrar no prontuário os resultados conforme os horários de rotina.  Passar álcool a 70% e guarda-lo junto aos artigos do paciente.  Anotar o valor da temperatura.3. Obs.  Fazer a leitura.  Lavar o termômetro com água e sabão. O termômetro deve ser de uso individual.  Introduzir a ponta do termômetro no reto.  Desprezar o algodão sujo.sob o queixo e o joelho. 18 . Retal É o mais eficiente entre os métodos de verificação de temperatura.  Após cinco minutos retirar o termômetro. Usado nos casos de impossibilidade de utilizar a técnica bucal e axilar.

Pulso O pulso é verificado na artéria radial. lipotimia que aumentam ou diminuem a freqüência cardíaca. Há fatores que afetam o pulso normal.emoções.1.febre. Patológicos. 2.2. exercícios físicos. Fisiológicos. pediosa e tibial posterior. femural. As artérias mais comuns para verificar o pulso são a temporal facial.pulso lento com menos de 60 batimentos por minuto. braquial. Taquiarritmia . Tabela de freqüência cardíaca Homem 60 a 70 batimentos por minuto Mulher 65 a 80 batimentos por minuto Criança 120 a 125 batimentos por minuto Lactentes 125 a 130 batimentos por minuto 2.pulso rápido com mais de 120 batimentos por minuto 19 . inguinal. Alterações na freqüência cardíaca Bradiarritmia . carótida. pediosa. umeral. como. temporal e carótida. radial. Basta tocar nos pontos anatômicos corretos para verificar o pulso do paciente. cubital. poplítea.2.

É caracterizado de acordo com a intensidade das contrações cardíacas. ocorrem as arritmias cardíacas. deitado ou sentado. Volume do pulso O volume do pulso pode variar entre amplo e cheio ou pequeno e vazio. Procedimento:  Manter o paciente em posição confortável. No pulso de tensão baixa a artéria é mole.  Anotar a freqüência. Ritmo cardíaco Ritmo cardíaco é uniforme e com intervalos iguais.  Colocar o dedo indicador e anelar no local e pressionar levemente. Quando há alterações. 2. 2. Tensão das artérias No pulso de tensão alta a artéria é dura. Não usar o dedo polegar. pois sua pulsação poderá ser confundida com a do paciente.4. fácil de ser comprimida. Irregular – os batimentos cardíacos não uniformes. ritmo e volume de acordo com os horários indicados.  Contar o número de batimentos do pulso em um minuto.3.2.  Comunicar ao enfermeiro ou médico qualquer alteração no ritmo cardíaco. 20 .5. se o pulso verificado for radial. O ritmo do pulso pode ser: Regular – os batimentos cardíacos são uniformes. sem comprimir o local.  Apoiar o braço. difícil de ser comprimida.

Bradpnéia – freqüência respiratória lenta e com profundidade normal. Alteração na freqüência respiratória Taquipneia. Respiração É a troca de gazes entre o organismo e o meio ambiente que consiste basicamente na absorção de oxigênio.2. Tabela de freqüência respiratória Homem 15 a 20 movimentos por minuto Mulher 18 a 20 movimentos por minuto Criança 20 a 25 movimentos por minuto Lactentes 30 a 40 movimentos por minuto 3.3. Ritmo 21 . e a eliminação de gás carbônico. A respiração pode ser costal superior (mulher).3. costal inferior (homem) e abdominal ou diafragmática (criança). . Espanopnéia – freqüência respiratória lenta e profunda. Polipnéia – freqüência respiratória aumentada e superficial. 3. Hiperpinéia – freqüência respiratória aumentada e profunda. Oligopnéia ou hipopnéia – freqüência respiratória lenta e superficial. através da expiração que permite a saída do ar contido nos pulmões. pela inspiração que permite a entrada de oxigênio nos pulmões.freqüência respiratória rápida e superficial.1. 3.

nos casos de indivíduos sadios.  Observar quando o tórax sobe e desce.  Ser natural. Kusmaul – é a respiração profunda e ruidosa. chamado eupnéia. O paciente apresenta-se cianótico. ou pode ser anormal. com a pele em tom de cinza-azulado que se manifesta inicialmente em torno dos lábios e se estende para as extremidades de mãos e pés. ou os movimentos do abdômen e contar durante um minuto. não deixando que o paciente perceba que sua respiração está sendo contada. Dispnéia – dificuldade de respirar. Biot – respiração periódica caracterizada pela presença de períodos de apnéia de duração variável de até 30 segundos. seguida de pausa. Procedimento  Manter o paciente sentado ou deitado no leito. e após uma pausa o ciclo reinicia. como descrito a seguir: Apnéia – parada respiratória.  Comunicar ao enfermeiro ou médico qualquer alteração na freqüência e ritmo respiratório. depois uma breve e queixosa expiração. pois pode causar-lhe ansiedade. seguida de nova pausa. 22 . o que pode alterar a freqüência.  Anotar o número de movimentos respiratórios por minuto. bradpnéia e apnéia.O ritmo pode ser normal e uniforme. Pode ser repetida em intervalos regulares e irregulares. Cheyne-stoke – respiração que apresenta períodos de dispnéia. As fases de taquipnéia duram cerca de 30 segundos. Os movimentos respiratórios aumentam e diminuem.

Elasticidade Resistência Quantidade Viscosidade Alguns fatores podem modificar a pressão arterial: Fisiológicos – idade.1. Patológicos – convulsões.5 mínima se aproximam) 23 mmHg . 4. Os fatores que determinam o grau de tensão sobre os vasos são: Força de contração do músculo cardíaco. hemorragias. Pressão arterial Definida como a pressão exercida nas paredes dos vasos sanguíneos pela força de contratibilidade do músculo cardíaco que bombeia o sangue. arteriosclerose. vascular periférica. das paredes arteriais. Tabela de variação da pressão Pressão arterial normal ou 140 a 110 fisiológica sistólica Pressão arterial normal mmHg ou 90 a 70 fisiológica diastólica Pressão (hipertensão) Pressão (hipotensão) arterial arterial mmHg elevada 150X110 mmHg baixa 100X60 mmHg Pressão convergente (máxima e 120X90. sanguínea. sexo. postura. do sangue circulante. aumento da pressão intracraniana. digestão. drogas.4.

Sentir a pulsação da artéria braquial com as pontas dos dedos na parte anterior da articulação do cotovelo do paciente.  Desinfetar as olivas do estetoscópio com algodão embebido no álcool antes de colocar nos ouvidos.2. Ajustar o manguito ao braço acima do cotovelo. 24 .    Apoiar sempre o braço aproximadamente na altura do coração. deitado em posição confortável ou de acordo com orientação médica. Colocar o paciente sentado. Perna – artéria pediosa.  Material: Estetoscópio. Algodão embebido em álcool a 70%. Preparar o aparelho. Locais para a verificação da pressão arterial: Braço – artéria braquial. Álcool a 70%. Esfigmomanômetro.Pressão divergente (máxima e 120X40 mínima se distanciam) mmHg 4. Coxa – artéria poplítea. Procedimento:     Orientar o paciente quanto ao procedimento. Testar o aparelho de PA.

sem desperdício de recursos.  Abrir lentamente a válvula e observar no manômetro o número correspondente ao primeiro ruído – pressão sistólica máxima.  Nos casos de dúvidas.  Colocar o diafragma do estetoscópio sobre a artéria braquial do paciente. Durante a fase de preparo o profissional de enfermagem deve ter muita atenção para evitar erros. 1. verificar novamente. a fim de obter os melhores resultados junto ao paciente. 1. e o segundo ruído – pressão diástole mínima. ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS 1. INTRODUÇÃO A administração de medicamentos é um processo que envolve uma seqüência de ações a serem desenvolvidas pelo profissional de enfermagem. Desprender Anotar Após os valores pressóricos verificados. verificar os sinais vitais informar o paciente sobre os valores e deixá-lo confortável. Desinfetar o diafragma com algodão embebido no álcool antes e após colocar no paciente. o manguito. RECOMENDAÇÕES GERAIS: 25 .  Fechar a válvula de ar e insuflá-la rapidamente até que o movimento indique no manômetro 200mmHg aproximadamente. assegurando ao máximo que o paciente receba a medicação corretamente.  Comunicar ao enfermeiro ou ao médico qualquer alteração na avaliação fisiológica da pressão arterial. VII.

26 . em casos de emergência. Nesse caso. Lavar sempre as mãos antes do preparo. dosagem e via de administração.  Ler e conferir o rótulo da medicação três vezes – quando pegar o medicamento. número do leito. administração e logo após o procedimento. evitando atividades paralelas.  Observar o aspecto e as características da medicação antes de prepará-la. antes de colocar o medicamento no recipiente próprio para administração. podendo ser usado o próprio invólucro se não contaminado. aceitável faze-lo baseado apenas em orientação verbal.  As medicações devem ser administradas sob prescrição médica.  Utilizar bandeja devidamente limpa. sendo. distrações e interrupções.  Proteger a seringa ou frasco com medicamento para evitar contaminação. quando a situação estiver sob controle. nome da medicação.  Identificar o medicamento preparado com o nome do paciente.  Preparar o medicamento em ambiente com boa iluminação.  Concentrar a atenção no trabalho. via de administração e horário. e ao colocar o recipiente na prateleira ou desprezar o invólucro. todas as medicações usadas devem ser prescritas pelo médico posteriormente. que podem aumentar a chance de cometer erros. e antes de administrá-la.  Fazer desinfecção das ampolas e ou dos frascos antes de quebrar e ou aspirar à medicação.  Preparar somente quando tiver certeza do medicamento prescrito.

conforme Programa de Gerenciamento de Resíduos da CCIH. 27 .  Utilizar luvas de procedimentos para medicações via sonda gástrica ou nasogástrica. via retal e parenteral.  Não se deve nunca esquecer de registrar o medicamento que o paciente tenha recebido (checar a medicação). conferir cuidadosamente a identidade do paciente.  Devolver no final do plantão os medicamentos não utilizados e em hipótese alguma acumular “sobras”. nunca deixando-a sozinha junto ao paciente. Deixar o local de preparo de medicação sempre em ordem e limpo. “bolado” à caneta e a justificativa anotada no prontuário do paciente.  Permanecer junto ao paciente até que tome o medicamento.  Manter a bandeja sempre a vista durante a administração. Convencionalmente em nosso meio. o horário correspondente é circundado.  Antes de administrar o medicamento. utilizando álcool a 70% para desinfetar a bancada. para lixo infectante.  Em caso de recusa do medicamento. dentro da enfermaria do paciente.  As luvas de procedimentos e o algodão devem ser desprezados na lixeira com saco branco leitoso.  Nunca reencapar agulhas ou concitá-las da seringa para desprezar.  A administração do medicamento deve ser feita pelo profissional que o preparou. o profissional de enfermagem deve relatar imediatamente o fato ao (a) enfermeiro (a) e/ou médico e anotá-la no prontuário. quando o medicamento não foi administrado por algum motivo.

 Lavar as mãos. evitando assim. que o líquido escorra sobre ele.  Checar na prescrição médica.  Observar se o paciente ingeriu a medicação.2. horário e número do leito. 28 .Oral  Material:    01 bandeja. via de administração e dose. 01 copinho. tornando difícil a leitura.  Diluir o medicamento se necessário.  Perguntar o nome do paciente sem sugestionar.  Conferir novamente a medicação e prescrição médica verificando data.  Levar a bandeja de medicação junto ao leito do paciente. nome da medicação. Identificar os copinhos com o nome do paciente. Medicamento prescrito. 1.  Lavar as mãos. paciente.1. Procedimento: Conferir a prescrição médica e medicação a ser administrada. 2. hora.VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS 2.  Oferecer o medicamento. Cuidados importantes:  Agitar o frasco de medicamento líquido antes de entorná-lo pelo lado oposto ao do rótulo.1.

facilitando desse modo a colocação precisa do medicamento. Se necessário trocar o frasco na farmácia. além de fatores que influenciam a administração. condições relativas à deglutição.  Se houver dificuldade na identificação do medicamento.  No caso de administração de medicação sublingual. não administrá-lo. Em casos de aceitação parcial ou perdas acidentais de uma parte deles. não se devem oferecer líquidos com a medicação sublingual. será possível registrar adequadamente o ocorrido e ou repor a medicação perdida.  Se um paciente recebe vários medicamentos simultaneamente. controle hídrico. entre outros. observar a colocação do medicamento sob a língua do paciente e orientá-lo para que deixe ali. náuseas.  Observar se o paciente não está com indicação de jejum. a prática mais segura é a de usar recipientes separados. como sonda nasogástrica. drágeas ou cápsulas no recipiente sem tocá-las diretamente com a mão. possibilitando a identificação segura dos medicamentos que efetivamente o paciente recebeu. sem mastigá-lo ou engoli-lo. Devolva-o à farmácia e solicite outro medicamento com identificação legível. 29 . verificar sempre a data de validade e condições de armazenamento antes de administrálo ao paciente.  Colocar comprimidos.  O frascos multi-doses deverão ser diluídos quando abertos: Frascos multi-doses que ficam “estocados” no posto. até ser totalmente dissolvido.  Segurar o recipiente graduado (copinho) e vidro ao nível dos olhos para despejar o líquido até a altura correspondente à dose. vômitos.

denominada lavagem intestinal (de 1000 a 2000ml) ou em pequena quantidade. a fim de evitar obstrução da mesma. 2.2.  Formulações sólidas – denominada supositório – possuem formato e consistência que facilita sua aplicação. Material:  1 frasco de Clister ou Fleet Enema (conforme prescrição médica)  Papel higiênico.  01 par de luvas de procedimento.  01 comadre. chamada de clister (150 a 500ml). Via retal As formulações destinadas para uso retal podem ser sólidas ou líquidas.  Formulação líquida – pode ser em grande quantidade. 30 .  01 sonda retal. No uso de medicação via SNE ou SNGLavar( 10 a 20ml de água pela seringa sob pressão) logo após a administração da medicação. preparo para procedimentos cirúrgicos ou exames (ex: colonoscopia). os resultados manifestam-se dentro de 15 a 30 minutos. Dissolve-se em contato com a temperatura corporal e é indicado principalmente para a estimulação da peristalse para facilitar a defecação. Geralmente são usadas na lavagem intestinal para a remoção das fezes em caso de fecaloma. não devendo ser partido.  Procedimento:  Explicar ao paciente o procedimento. mas podem tardar até uma hora. Quando efetivo.

Via Parenteral A via parenteral é utilizada quando se deseja uma ação imediata da droga.  Mornar quando for solução glicerinada ou soro fisiológico.  Colocar o paciente em posição de Sims.  Retirar o material usado.  Fazer a higiene intima. ou quando há interferência na assimilação 31 da droga pelo trato .  Colocar biombo. para não expor o paciente. deixando o papel higiênico à mão. procedendo a mesma forma de instalação.  Lavar as mãos. ou encaminha-lo ao banheiro. quando não há possibilidade de administração por via oral.3. 2.  Retirar as luvas de procedimentos. calçar luvas de procedimentos.  Introduzir a sonda retal lubrificada (ex: xilocaína gel ou óleo mineral) no ânus do paciente. nos casos de pacientes dependentes.  Limpar e organizar o material. Preparar o material. deixando o sistema instalado até o final da solução. (decúbito lateral esquerdo e perna direita fletida).  Fazer anotação de enfermagem no prontuário.  Lavar as mãos. Observação: No caso de irrigação gota a gota acrescentar um equipo ao material.  Colocar o paciente na comadre.  Afastar a prega interglútea e instilar o líquido.

gastrointestinal. A enfermagem utiliza comumente as seguintes formas de administração parenteral: intradérmica, subcutânea, intramuscular e endovenosa.

Observação: Observar recomendações de rotina de controle de infecção decorrente sanguínea de CCIH.

2.3.1.Preparo da Medicação:   Observar o prazo de validade, o aspecto da solução, bem como a integridade do frasco; Certificar que todo o medicamento está contido no corpo da ampola, pois o estreitamento do gargalo faz com que uma parte do medicamento muitas vezes , fique na sua parte superior;     O mesmo cuidado deve ser observado com o pó liofilizado no frasco ampola; Lavar as mãos com água e sabão; Observar a integridade dos invólucros que protegem a seringa e a agulha; Monte a seringa com a agulha respeitando a técnica asséptica; Desinfetar toda a ampola com algodão embebido em álcool a 70% destacando o gargalo, no caso do frasco ampola, levantar a tampa metálica e desinfetar a borracha;   Proteger o gargalo da ampola com algodão na hora de quebrá-lo; Aspirar ao diluente (no caso de frasco ampola) introduzi-lo dentro do frasco e deixe que a força da pressão interna do frasco, desloque o ar para o interior da seringa;  Homogeneizar o diluente com o pó liofilizado sem sacudir;

32

Introduzir o ar da seringa para o interior do frasco. Este procedimento visa aumentar a pressão dentro do frasco, facilitando a retirada do medicamento, visto que os líquidos movem-se de uma área de maior pressão para a de menor pressão;

  

Manter o frasco invertido para baixo, enquanto aspira ao medicamento; Proteger a agulha com o protetor e o êmbolo da seringa com o próprio invólucro; Identificar o material com fita adesiva com o nome do paciente, número do leito, medicamento, horário, dose e via de administração;

2.4..Intradérmica É a introdução do medicamento na derme. É raramente usada para tratamento, porém incide na disseminação de vacinas.

2.4.1 Volumes máximos administrados – 0,1 a 1,0ml.

2.4.2. Locais de aplicação :  Face interna ou ventral do antebraço;  Região escapular (parte superior das costas);  Parte inferior do deltóide direito (exclusivamente para a vacina BCG);

Material:  01 bandeja;  01 seringa de 3ml ou 5ml;  01 agulha para injeção 03X07;
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 01 bola de algodão;  05ml de álcool;  Luvas de Procedimentos;  Medicamento prescrito;

Procedimento:
Lavar

as mãos; a medicação fazendo a desinfecção da ampola e, após a

Preparar

aspiração do medicamento, colocar o protetor na agulha;
Orientar Calçar

o paciente quanto ao procedimento;

luvas de procedimentos a agulha em ângulo de 15º em relação à superfície da pele;

Posicionar Introduzir Checar

a agulha com o bisel para cima para formar uma pápula;

na prescrição médica;

OBS.: Não fazer a anti-sepsia da região, o que causaria o desenvolvimento de reações falso-positivas em testes de

hipersensibilidade e a redução da atividade das vacinas administradas.

2.5. Via subcutânea É a introdução do medicamento na região subcutânea. É utilizada para drogas que não necessitem de absorção imediata e sim quando se deseja uma absorção continua. Podem ocorrer lesões inflamatórias locais, sendo de grande importância o rodízio da aplicação como um método profilático.

2.5.1. Volume máximo administrável – 3 ml.
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seringa de 1ml. Preparar a medicação fazendo a desinfecção da ampola e. do álcool a 70%. Região abdominal – hipocôndrios direito e esquerdo. anterior e posterior dos braços. 05ml Medicamento Procedimento: Lavar as mãos. Faces externas. de procedimentos.Locais de aplicação: Parte superior externa dos braços. Região intermediária lateral das costas (próxima ao quadril direito e esquerdo). Material: 01 01 01 bandeja. agulha 13X25. Luvas 02 bolas de algodão. Face lateral externa e frontal das coxas. direita e esquerda.2. prescrito.2. Orientar o paciente quanto ao procedimento. exceto a região periumbilical. colocar o protetor na agulha. 35 . após a aspiração do medicamento.5. Regiões glúteas. Calçar luvas de procedimentos. Regiões supra-escapular e infra-escapular.

Posicionar a agulha em ângulo de 90º em relação à superfície da pele.Fazer anti-sepsia da pele de cima para baixo.1.Locais para aplicação : Regiões Região Região deltoideanas. dorsoglútea. Não friccionar o local após a aplicação.6. escolher o local de aplicação. 2. Checar na prescrição medica.2.Via intramuscular É aplicada no tecido muscular através da pele. Assegure Não hesitar em aplicar a injeção. 2. 36 . O desconforto da aplicação desse medicamento pode ser minimizado com os seguintes cuidados: Manter Ao a técnica asséptica durante todo o procedimento.Volume máximo administrável – 3 ml. lentamente as soluções. 2. sem expô-lo desnecessariamente. Retirar luvas e lavar mãos. Introduzir a agulha com bisel para baixo.tendo a desvantagem de ser dolorosa pela introdução da agulha e absorção do medicamento. a privacidade do paciente.6. ventroglútea. uma pressão no local administrado com a extremidade dos dedos. Checar na prescrição médica. observe a condição do músculo. Injetar Fazer para auxiliar na absorção da droga.6.

01 agulha 30X06. administrar diclofenaco de sódio e penicilina benzatina na região deltóide.  Material :        01 bandeja. 2.Região anterolateral da coxa (músculo vastolateral). 37 . após a aspiração do medicamento. Medicamento prescrito. 01 seringa de 3ml ou 5ml. 30X07 ou 30X08. colocar o protetor na agulha. 05ml do álcool a 70%.6. Preparar a medicação fazendo a desinfecção da ampola e. Nessas medicações só usar agulhas 30x8.Recomendações importantes: Não administrar medicamentos por via intramuscular na região dorsoglútea em crianças de 0 a 2 anos. 02 bolas de algodão. Rodiziar o local de aplicação. em qualquer idade. adultos excessivamente magros ou com mais de 60 anos.  Procedimento: Lavar as mãos. Escolher a seringa de acordo com o volume a ser injetado.3. Priorizar Não a região vastolateral da coxa em crianças menores de 1 ano. Luvas de procedimentos.

extravasamento de sangue da veia no espaço intersticial por transfixação da veia.Orientar o paciente quanto ao procedimento. As soluções administradas por essa via devem ser cristalinas. Abscessos. Calçar luvas de procedimentos. caso as recomendações preconizadas não sejam observadas. 38 . Fazer uma leve compressão no local após a administração. anti-sepsia inadequada no local da punção e material contaminado. Via endovenosa: A via endovenosa é usada quando se deseja uma ação rápida do medicamento ou porque outras vias não são propícias. Introduzir a agulha com bisel para baixo. não oleosas e sem flocos em suspensão. Posicionar a agulha em ângulo de 90º em relação à superfície da pele. Alguns acidentes podem acorrer na administração de medicamentos endovenosos: Esclerose da veia – aplicação sucessiva no mesmo local. Aspirar antes de injetar o medicamento. Sua administração deve ser feita com muito cuidado. considerando-se que a medicação entra direto na corrente sanguínea. 2. Checar na prescrição médica. Injetar lentamente o líquido. Hematoma.administração de medicamentos fora da veia. Fazer anti-sepsia da pele de cima para baixo.7. verificando se algum vaso foi atingido. podendo ocasionar sérias complicações ao paciente. Retirar luvas e lavar as mãos.

longa permanência de dispositivos endovenosos ou drogas irritantes. vertigem.Volume máximo administrável – não há limite. 2.Flebite. 2.Locais de aplicação:  Região cefálica (crianças). tremores. Pode se tratar do choque pirogênico que ocorre quando existe pirogênio no medicamento. 39 . Choque .1. pé (rede do dorso do pé). Ocorre por deslocamento da agulha ou pela sua penetração na parede do vaso. antebraço (intermediária cefálica. intermediária basílica. ou seja. exceto nos casos em que a patologia contra-indique volumes elevados.7. pode ocorrer o estado de choque. palidez.7.  Ulnar  Mão: rede do dorso da mão. substância produzida por bactéria.  Região temporossuperficial e regiões epicranianas. agitação.passagem do líquido para o tecido subcutâneo. mediana e radial).2.  Região dos membros inferiores: perna (face posterior do joelho). ansiedade. Infiltração. Êmbolos – deslocamento de resíduos de medicamentos mal diluídos ou coágulos de sangue podem agir como êmbolos. cianose. produzindo reações como febre e alergias.  Região dos membros superiores: braço (cefálica e basílica). choque anafilático devido à hipersensibilidade do paciente ao medicamento. vasodilatação geral. safena magna e tibial anterior.quando se aplica determinado medicamento.

 Preparar a medicação fazendo a desinfecção da ampola e.  30 cm de esparadrapo ou micropore. Procedimento:  Lavar as mãos. 40 . Para facilitar a visualização d veia na mão e braço.  Calçar luvas de procedimentos. Material: Mesmo da injeção intramuscular.  Fazer anti-sepsia da pele de cima para baixo.  01 pacote de gaze. após a aspiração do medicamento.  Inspecionar as condições da veia e selecionar a mais apropriada. acrescentando em caso de grande volume de medicação:  01 bandeja  01 Equipo.  Orientar o paciente quanto ao procedimento.  Posicionar o paciente deitado ou sentado. convém o paciente cerrar o punho durante a inspeção e a punção venosa.  01 cateter intravenoso (abocath ou jelco). colocar o protetor na agulha.  Fixar a veia e fazer a punção.  Garrotear o braço aproximadamente 10 cm acima da veia escolhida.  Luvas de Procedimentos.  Medicamento.Obs: Observar orientações adicionais na Rotina de Prevenção de Infecção de Corrente Sanguínea da CCIH.

Venóclise: Venóclise é a administração endovenosa de regular quantidade de líquido através de gotejamento controlado. evitando assim reações adversas.  Retirar o garrote. de fácil acesso.  O local escolhido deve ser seguro.7.  Evitar punção venosa de membros inferiores em pacientes adultos. facilitando a introdução. interrompa a aplicação e comunique o fato o(a) enfermeiro(a) ou médico. Recomendações importantes:  Seguir Rotina de Controle de Infecção para acesso vascular para a manutenção da punção. já que muitos medicamentos podem produzir efeitos indesejáveis de imediato.  Evitar “tapinha” sobre o local a ser puncionado. para ser infundido num 41 .8.  Retirar o cateter ou agulha e comprimir o local. 2. paralisia ou membro do mesmo lado em que foi feita uma mastectomia.2. confortável ao paciente.  Retirar luvas e lavar as mãos. pois permitem o rompimento da veia no momento da punção.  Não puncionar membros com fístula arterio-venosa para hemodiálise. Inserir o cateter ou agulha em um ângulo de 15º a 30º graus mantendo a pele esticada com o bisel voltado para cima.  Administrar lentamente o medicamento.  O seguimento escolhido deve ser mais longo que a agulha.  Checar na prescrição médica. paresia. Nesses casos. 2.

registrando no rótulo: o nome do paciente. 42 .9% e ringer simples. prevenindo infecção.  Estabelecer a punção venosa em local longe de articulações e de fácil acesso.1. Comunicar o caso o(a) enfermeiro(a).  Realizar a punção com técnica asséptica. número de gotas por minuto. tempo em que a solução deverá ser infundida. caso houver. os medicamentos e seus complementos do soro. inclusive sua fixação.8.período de tempo pré-determinado. a solução a ser injetada. a fim de detectar precocemente a infiltração nos tecidos adjacentes. para facilitar manutenção da via e oferecer conforto ao paciente.  Não puncionar veias esclerosadas (são veias com paredes espessas e endurecidas). início e término. Recomendações importantes:  Atentar para a identificação. data e assinatura.  Manter a observação constante no local. contaminação. 2. As soluções mais utilizadas são a glicosada 5%. mantendo todo o conjunto de punção limpo. É indicada principalmente para repor perdas de líquidos do organismo e administrar medicamentos. na presença de sinais de flebite (edema e hiperemia local). devido a deficiência circulatória. refluxo sanguíneo e entrada de ar.  Retirar o dispositivo da punção e providenciar outra via de acesso venoso.  Manter as conexões do sistema bem adaptadas evitando extravasamento de solução. fisiológica 0.

evitando refluxo.TÉCNICA PARA MENSURAÇÃO DE GLICEMIA CAPILAR É a verificação. VIII.  Orientar aos pacientes que deambulam manterem o frasco elevado para promover gotejamento contínuo. que não deve ser alterado em casos de atraso.  Orientar o paciente não abrir ou fechar o gotejamento.  01 unidade de fita de glicoteste.  Não injetar medicamentos perfurando o frasco de soro ou deixar agulhar tipo “suspiro” para evitar contaminação do sistema.  Evitar excesso de polifix ou tree-wall. Garantir a infusão do volume e dosagem dentro do tempo estabelecido. hora e assinatura do profissional responsável.  Administração de medicações de horário pela “borrachinha” do equipo: fazer desinfecção do local antes da introdução da agulha. Registrar no local da punção data.  Aparelho de HGT. para evitar a sobrecarga cardíaca.  Material. 43 . por meio de amostra de sangue capilar. coagulação sanguínea e obstrução do cateter. Para isto. deve-se controlar constantemente o gotejamento. da quantidade de glicose presente na corrente sangüínea.

 Anotar o resultado no prontuário.  Fazer a leitura.  01 unidade de agulha 13x4. de maneira que a gota de sangue pingue na fita reagente conectada ao aparelho.  Calçar luvas de procedimentos.  Posicionar um dos dedos em que será realizado o teste.  Retirar as luvas.  01 pacote de gaze.  Limpar o dedo do paciente.  Aguardar por 30 segundos aproximadamente.  Lavar as mãos.  Esperar a gota de sangue pingar sobre a fita – não esfregar o dedo na fita .  Procedimento:  Preparar o material.  Comprimir o dedo acima do local a ser puncionado. Observação: 44 .  Lavar as mãos.  Realizar anti-sepsia do dedo com álcool 70%.5(agulha de insulina)  Luvas de procedimentos.  Orientar o paciente quanto ao procedimento.  Fazer um pequeno furo com agulha de insulina no dedo. 01 bola de algodão.  Organizar o material.

Qualquer alteração. 45 . OBS.  Encaminhar o pedido de administração de sangue ou hemoderivados para o setor . solicitar o responsável técnico do banco de sangue e avisar ao médico. ADMINISTRAÇÃO DE SANGUE OU HEMODERIVADOS 1 Procedimentos de Enfermagem:  Avisar ao banco de sangue sobre a prescrição e anotar no pedido o horário e o nome do funcionário que o atendeu.  Caso haja Intercorrências durante a transfusão.  Manter o gotejamento de acordo com a prescrição médica.  Seguir orientações da Rotina de Controle de Infecção de Corrente Sanguínea da CCIH.  Observar o posicionamento da agulha.  O técnico do Banco de Sangue deverá instalar punção venosa exclusiva para administração do sangue ou hemoderivados.: A instalação e a troca das bolsas de sangue ou hemoderivados é de responsabilidade do Banco de Sangue. evitando a infiltração nos tecidos.  Pacientes com difícil acesso venoso deverão ser avaliados pelo enfermeiro responsável e suspender as medicações. não sendo permitido usar a mesma via do soro e medicações. IX.  Observar anormalidades. se for o caso. comunicar a enfermeira ou medico do paciente e medicar conforme prescrição médica e de acordo com o resultado do HGT.

3.  Evitar esforços desnecessários e lesões corporais. e levantar ou transportar o paciente para um determinado local através da utilização de movimentos planejados.  Administrar medicamento conforme prescrição.  Vermelhidão e taquicardia. 46 .  Aliviar a pressão de determinada área (evitar escaras).MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE DE PACIENTE CONCEITO: É mover.  Cefaléia.2.  Preencher notificação para Corisca.2.CONDUTAS  Interromper a transfusão e avisar ao médico.  X.Reações Pirogênicas: 2.  Verificar a temperatura meia hora após o início dos calafrios.OBJETIVOS:  Proporcionar conforto e segurança ao paciente.  1. 2.SINTOMAS  Calafrios súbitos e febre.

O primeiro fator importante ao se mover ou levantar o paciente, é o emprego de uma boa mecânica corporal por parte da enfermagem e de outra pessoa que ajude. Devem-se evitar esforços desnecessários, prevenindo danos para si e para o paciente. Os movimentos devem ser planejados. É bom fazer uma pequena contagem para todos agirem juntos, somando forças, empregando princípios de ergonomia. Por exemplo, contar 1 – 2 – 3 – já!

Procedimentos comuns:  Lavar as mãos antes e após qualquer procedimento;  Calçar luvas de procedimentos;  Orientar o paciente sobre o procedimento;  Registrar no prontuário todos os procedimentos realizados com o paciente;  Deixar a unidade em ordem;

DECÚBITO DORSAL PARA LATERAL DIREITO OU ESQUERDO

1.1.1-DUAS PESSOAS  Procedimento:  Dobrar em leque o sobrelençol até a altura dos pés;  As duas pessoas executantes devem colocar-se à esquerda do paciente;  1ª pessoa: colocar o braço direito sob o ombro do paciente, apoiando a cabeça. Em seguida colocar o braço esquerdo sob a região lombar;

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 2ª pessoa: colocar o braço direito sob a região lombar e o esquerdo sob o terço superior da coxa;  Colocar o braço esquerdo do paciente sobre o tórax, o direito semiflexionado e abduzido sobre o leito e flexionar o joelho esquerdo;  Colocar uma das mãos sobre o quadril do paciente e virá-lo delicadamente para o lado direito;  Colocar um travesseiro apoiando a cabeça, pescoço e ombro, outro amparando as costas e um terceiro entre os membros inferiores;  Colocar o braço esquerdo do paciente de modo que não pressione o tórax;  Cobrir o paciente;  Deixar a unidade em ordem.

OBS: Para as mudanças de decúbito inverso seguir os mesmos passos, mudando o posicionamento dos executantes e do paciente.

1.1.2-DUAS PESSOAS COM LENÇOL  Procedimento:  Dobrar em leque a colcha e o sobre lençol;  Ficar uma pessoa de cada lado do paciente;  Soltar o lençol móvel;  Enrolar as extremidades laterais do lençol bem próximo do paciente;  Executar a técnica da seguinte maneira: ambos seguram o lençol na altura do ombro e do terço superior da coxa;  Colocar o paciente para o lado esquerdo com movimentos

sincronizados;

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 Colocar o braço esquerdo do paciente sobre o tórax, deixando o outro semiflexionado e abduzido sobre o leito e flexionar o joelho esquerdo;  Colocar uma das mãos sobre o ombro e a outra sobre o quadril do paciente e virá-lo delicadamente para o lado direito;  Colocar um travesseiro apoiando a cabeça, pescoço e ombro, outro amparando as costas e outro entre os membros inferiores;  Colocar o braço esquerdo de modo que não pressione o tórax;  Prender o lençol;  Cobrir o paciente.

OBS: Para movimentar o paciente do decúbito dorsal para a lateral esquerda, seguir as mesmas regras, mudando o posicionamento do paciente;

2.MOVIMENTAÇÃO DO PACIENTE PARA A CABECEIRA

2.1- QUANDO O PACIENTE AUXILIA  Procedimento:  Dobrar em leque a colcha e sobre lençol até altura dos pés;  Proteger as grades de cabeceira com travesseiros;  Solicitar ao paciente, que flexione os joelhos, apoiando firmemente as pernas e pés no colchão;  Apoiar o ombro e a coxa do paciente com as mãos;  Orientar o paciente solicitando-o para dar um impulso com os pés no sentido da cabeceira;  Colocar o travesseiro e arrumar a cama;  Cobrir o paciente.
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 No caso SVD. fechar infusões venosas.  Dobrar em leque o lençol e o cobertor até os pés. Proteger as grades da cabeceira com o travesseiro.  Enrolar as extremidades laterais do lençol bem próximas ao paciente. Ficar uma pessoa de cada lado do paciente.TRANSPORTE DO PACIENTE DA CAMA PARA A MACA (QUATRO PESSOAS COM LENÇOL)  Procedimento:  Antes do procedimento. Enrolar as extremidades laterais do lençol bem próximos do paciente.  Desprender as roupas de cama. 50 . devem portar-se duas pessoas á direita e duas pessoas á esquerda do paciente. e SNG.  Em quatro pessoas. SNE ou SVD. Soltar o lençol móvel ou lençol. Deslocar o paciente para a cabeceira da cama com movimentos sincronizados.2.2-QUANDO O PACIENTE NÃO AUXILIA (DUAS PESSOAS COM LENÇOL MÓVEL OU LENÇOL)  Procedimento: Dobrar em leque o sobrençol até a altura dos pés. Cobrir o paciente e deixar a unidade em ordem. Colocar o travesseiro e arrumar a cama. exames demorados abrir sonda enquanto aguarda. Ambas as pessoas devem segurar o lençol na altura do ombro e na região coxofemoral. 3.

51 . drenos. CUIDADOS IMPORTANTES: Fazer a desinfecção concorrente da maca e da cadeira de rodas após cada transporte. Agasalhar o paciente nos dias frios.  Colocar a maca paralela ao leito. etc. 5. Puxar a cadeira de rodas pelas costas ao descer a rampa.  Afastar a maca da cama. sondas. palidez. próxima do pacientes. DA CAMA PARA A CADEIRA DE RODAS (DUAS PESSOAS COM LENÇOL)  Procedimento:  Colocar a cadeira de rodas próximas aos pés da cama. Levantar a cabeceira e sentar o paciente na borda da cama observando sinais de vertigem.  Transportar o paciente da cama para a maca num só movimento. Deixar travada. Transportar com movimentos sincronizados para a cadeira de rodas.  Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem. Cuidados com infusões. arrumar as roupas e levantar as grades laterais. Passar o paciente para a beira da cama com movimentos simultâneos. Utilizar corretamente a mecânica corporal a fim de evitar lesões corporais e desgastes desnecessários. dietas. Deixar a unidade em ordem. etc. 4...  Colocar o lençol sobre o paciente. Enrolar as bordas laterais do lençol próximos do paciente.

de modo a facilitar a observação ao examinador e manter o conforto e a privacidade do paciente. PROMOÇÃO DE CONFORTO E SEGURANÇA DO PACIENTE 1.1. ARGOLAS DE ALGODÃO (diminuir a pressão de regiões com proeminências ósseas. 1. físico.3.   ROLO . a enfermagem deve ajudar o paciente a adotar posições específicas. com travesseiro ou cobertor.MÉTODOS PARA PROPORCIONAR CONFORTO FÍSICO.CONFORTO: Bem-estar físico e mental. 1. dor ou inquietação. como cotovelos.  Tratamentos e cirurgias. estado isento de ansiedade. calcâneos. joelhos e região occipital). 52 .TIPOS DE CONFORTO: Espiritual.2. 1. psicológico.  Realizar exames físicos.XI.  De acordo com a região a ser examinada.POSIÇÕES DO CORPO FINALIDADES:  Proporcionar conforto.

 Recomenda-se usar: lençóis, campos, perneiras. E isolar o paciente com biombo se necessário.  O funcionário deverá lavar as mãos antes e pós o procedimento e calçar as luvas de procedimentos.

1.3.1.Decúbito Horizontal- ou decúbito dorsal  O paciente se deita de costas, com as extremidades inferiores em extensão ou ligeiramente flexionadas para permitir o relaxamento dos músculos abdominais.  Sob a cabeça colocam-se travesseiros (1 ou 2)  Os braços cruzam sobre o tórax ou estendidos.  Cobrir o paciente com lençol (solto do colchão).

Procedimento:

 Lavar as mãos;Explicar o procedimento e a finalidade ao paciente;  Colocar a mesa de exame ou o leito na posição horizontal;  Deitar o paciente horizontalmente de costas;  Manter os membros superiores ao longo do corpo em posição anatômica e os inferiores alinhados;  Manter o paciente protegido com o lençol, expondo apenas a área a ser examinada;  Deitar o paciente em posição confortável após exame;  Lavar as mãos;  Proceder às anotações no prontuário.

1.3.2.Posição de fowler.

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O paciente fica semi-sentado, com apoio nos joelhos e nos pés.

Indicada:  Descanso e conforto;  Exames;  Melhorar respiração (paciente cardíacos e pulmonares);  Evitar aspiração em pacientes com dietas por SNG ou SNE.

Existem duas variações da posição de fowler que podem ser classificadas como:

Semi – fowler: é uma elevação da cabeça de aproximadamente 30º, posição confortável para o paciente que deve ficar com a cabeça e o tórax ligeiramente elevados;

Posição usada em caso de pacientes com SNG ou SNE, para prevenir pneumonias aspirativas;

Fowler alta - É a posição totalmente sentada, ou seja, com a cabeceira da cama elevada a um ângulo de 90º.

Procedimento:

 Lavar as mãos;  Explicar ao paciente a finalidade e o procedimento;  Colocar o paciente em decúbito dorsal;  Elevar os pés da cama;  Elevar a cabeça e o tórax do paciente até formar um ângulo de 45º em relação ao nível normal do leito;  Proteger o paciente com lençol expondo a região a ser examinada;  Deitar o paciente em posição confortável após exame ou tratamento;
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 Lavar as mãos;  Fazer anotações no prontuário.

1.3.3.Decúbito Ventral ou Prona Paciente deitado sobre o abdome, com a cabeça voltada para o lado.

Indicação:  Exames da coluna vertebral.  Exames da região cervical.

Para conforto pode ser de: Curta duração: mãos pendentes, cabeça voltada para o lado, sem travesseiros, e os pés sobre a cama. Longa duração: os braços fletidos, voltados para cima ou ao longo do corpo. Os pés elevados com travesseiros, à cabeça para o lado com pequeno travesseiro em baixo.

1.3.4.Decúbito lateral ou SIMS Pode ser “direita” ou “esquerda” conforme deitado sobre o lado direito ou esquerdo.

Indicação: Lavagem intestinal, aplicação de medicamentos por via retal, verificação de temperatura retal e repouso.

Procedimento:

 Colocar biombo;  Lavar as mãos;
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5.3.Ginecológica.  Flexionar as pernas: a direita em ângulo agudo (perto do paciente) e a esquerda menos flexionada.3. Indicação: exames ginecológicos. 1.  Procedimento:  Colocar biombo. 56 . colocar travesseiro pequeno para servir de apoio.6.  Colocar travesseiro sobre o tórax e cabeça do paciente.  Cobrir o paciente com dois lençóis ou campo fenestrado.  Os braços flexionados nos cotovelos. Indicação: exames vaginais e retais.Genupeitoral.  Deitar o paciente sobre o lado.  Lavar as mãos.  Calçar as luvas de procedimentos.  Procedimento:  Colocar biombo. Calçar as luvas de procedimentos.  Posicionar o paciente ajoelhado e com o peito apoiado na cama.  Colocar braço esquerdo para trás do corpo e o braço direito em qualquer posição. 1.

a planta dos pés sobre o colchão e os joelhos bem afastados um do outro.8.  O Paciente é colocado em decúbito dorsal. vagina e bexiga. 57 .  Lavar as mãos. hemorragias. choque).Litotômica.  Procedimento:  Colocar biombo.Tredelemburg. com as pernas flexionadas sobre as coxas. Lavar as mãos. 1.3.  Melhorar retorno venoso (varizes.7. 1. hipotensão. com os ombros e a cabeça ligeiramente elevados As coxas bem afastadas são flexionadas sobre o abdome.  Operação ou exame de períneo.  As nádegas devem ficar um pouco fora do colchão.  Posicionar o paciente deitado de costas.3. Indicação:  Parto.  Calçar as luvas de procedimentos. Indicações:  Facilitar drenagem de secreções brônquicas. É considerada uma modificação da ginecológica.  Calçar as luvas de procedimentos.

com dependência parcial ou total da enfermagem.  Cuba rim. Finalidades  Favorecer a manutenção das funções da pele. para facilitar o procedimento.  Material:  Bandeja contendo:  Bacia.  Proporcionar conforto e bem estar físico e mental. 58 .  Jarro.  Estimular a circulação. XII.  Procedimento: Posicionar o Paciente com o corpo inclinado. para descolar o intestino para o abdome.  Cinco bolas de algodão ou pacotes de gases. com a cabeça em plano mais baixo que o resto do corpo. com declive de 30 a 45º.HIGIENIZAÇÃO DO PACIENTE 1.  Limpar e proteger a pele.  Sabonete. Cirurgia de órgão pélvico.BANHO DO PACIENTE ACAMADO Conceito É a higiene corporal do paciente acamado.

iniciando pela parte interna.  Biombo. 59 .  Hidratante corporal ou óleo mineral. os panos de limpeza. a cuba com a solução.  Pano de limpeza. o álcool a 70% e o saco de lixo pequeno.  Pente.  Preparar o ambiente:  Fechar a janela  Proteger o leito com biombo  Desocupar a mesa de cabeceira  Lavar as mãos.  Roupa de cama.  Trazer o hamper. Par de luvas de procedimento.  Observar as condições do paciente.  Álcool a 70%.  Procedimento:  Conversar com o paciente sobre o procedimento.  Comadre forrada.  Calçar as luvas de procedimentos.  Balde. toalha de rosto e de banho. pijama ou camisola.  Saco plástico pequeno  Uma pinça.  Hamper.  Limpar a mesa de cabeceira. se necessário.  Reunir o material.  Papel toalha.

 Colocar a toalha sobre os membros inferiores e lavá-los separadamente. lavar.  Deixar o paciente confortável.  Trocar as luvas de procedimentos.  Levar o material para a unidade: colocar a bandeja na mesa de cabeceira.  Organizar a unidade. a camisola do paciente e travesseiros extras. nunca no chão.  Colocar a toalha de rosto protegendo o tórax e descer o lençol protetor do paciente até a região pubiana.  Lavar e pentear os cabelos.  Lavar as mãos do paciente na bacia. iniciando pelo lado oposto. separadamente e enxugar bem. 60 . se houverem.  Lavar os pés na bacia. a comadre na cadeira. dando especial atenção à base dos seios e axilas.  Lavar e enxugar o tronco anterior. Passar a bandeja para a mesa de cabeceira.  Virar o paciente em decúbito lateral.  Lavar e enxaguar o rosto do paciente. iniciando pela parte mais distal.  Soltar a roupa do leito. encaminhando o material ao expurgo.  Lavar e enxugar os membros superiores. iniciando pelo oposto. as roupas nos pés do leito e o balde sobre a toalha de papel no chão. aos pés do leito. descobrindo um lado de cada vez.  Retirar a colcha. deixando os pés por último.  Desprezar as roupas usadas diretamente no hamper.  Trocar a roupa de cama procedendo à limpeza diária.  Dobrar a roupa e colocar no espaldar da cadeira. se tiver condições. massagear a região dorsal com a solução indicada (óleo glicerinado ou hidratante corporal). iniciando pela parte distal do braço oposto. enxugar.

 Cuidar do material. evitando a proliferação de bactérias.  Registrar no prontuário o procedimento.  Evitar cansar o paciente. após as refeições e antes de se deitar (no mínimo 4 vezes ao dia). 1.  Lavar as mãos.  As unhas devem ser cortadas e limpas sempre que necessário. bem como qualquer alteração observada na pele do paciente.  Retirar as luvas. Higienização Oral A promoção e manutenção de boas condições de higiene da boca e dos dentes são fundamentais para saúde e conforto do paciente.  Organizar e realizar o corte de cabelos.Observações:  Retirar bem o sabonete da pele a fim de evitar irritação. registrando-as  Observar as condições da pele e proeminências ósseas. atentando para não deixar a sujidade dos fios de cabelos nos enxovais. É hábito a escovação dos dentes pela manhã. quando houver necessidade.  Expor o paciente estritamente o necessário. hidratar e massagear estas regiões a fim de evitar úlceras de decúbitos.  Durante o banho observar rigorosamente as condições físicas e mentais do paciente.  Em caso de paciente masculino fazer a barba. A 61 . referente à pacientes de longa permanência na unidade. 2.1.

62 .  Solução anti-séptica ou solução bicarbonatada.  Espátula com gazes ou escova de dente do paciente em bom aspecto. Material  Escova de dentes.  Cuba rim. O paciente que faz uso de prótese dentária (dentadura) também necessita de cuidados de higiene para manter a integridade da mucosa oral e conservar a prótese limpa.  Bandeja. língua e lábios. Prevenir a cárie dentária. pois tem risco aumentado para pneumonia. das gengivas. Observar orientações da Rotina de Prevenção de Pneumonia Hospitalar da CCIH.higiene oral compreende: limpeza dos dentes.  Creme dental ou solução dentifrícia. Paciente com dieta por SNG ou SNE e TOT necessitam higiene rigorosa. Toalha de rosto ou papel toalha.  Conservar a boca livre de resíduos alimentares.  Manter a integridade da mucosa oral Proporcionar conforto e bem estar ao paciente. bochechas. estomatites e outras infecções.  Copo com água . Finalidades  Evitar mau hálito.

não só orientando-o numa boa higienização. como também identificando anormalidades como dispnéia.  Recolher a bandeja. colocar o dentifrício e entregá-la.  Sentar o paciente ou colocá-lo em Fowler  Proteger o pescoço e tórax com a toalha.  Colocar cuba-rim sob o queixo do paciente. lipotímia.  Lavar as mãos. Procedimento:  Lavar as mãos.  Explicar para o paciente sobre o que vai ser feito. 63 . cansaço. Quando o paciente tem condição de tomar banho de aspersão.  Fazer anotações no prontuário. escovando todos os dentes. lavar e guardar o material. umedecer a escova ou espátula com gazes com água.  Retirar a cuba-rim e secar os lábios com a toalha.  Orientar e auxiliar o paciente sobre a maneira correta de fazer a escovação. aproximando a cuba-rim para escoar o líquido da boca.  Em pacientes totalmente dependentes realizar a higiene oral por ele. 3.  Oferecer água para bochechar várias vezes. gengivas e língua (usar sonda de guedel se necessário).  Levar a bandeja e colocá-la sobre a mesa de cabeceira.Banho de Aspersão É o banho de chuveiro. tontura e calafrios. o pessoal da enfermagem deve acompanhá-lo e supervisioná-lo.  Secar a escova e guardá-la ou desprezar espátula com gazes.

XIII. fazendo a desinfecção concorrente. enquanto o paciente está no banho. evitando acontecimentos desagradáveis como quedas.  Auxiliar o paciente no que for necessário.  Colocar uma cadeira para o paciente sentar.  Fechar a porta sem trancar. promoção do relaxamento muscular.  Trocar o enxoval do leito do paciente. ferimentos e mesmo fraturas de membros.O banho tem várias finalidades como: limpeza da pele.  Lavar as mãos. favorecimento do bem estar. aliviando fadiga e cansaço. DRENAGEM TORAXICA 64 .  Procedimento:  Providenciar o material necessário. Roupas e Ambientes” da CCIH.  Proteger o paciente após o banho evitando que se resfrie. verificando as condições do banheiro. estimulação da circulação.  Fazer anotações no prontuário das reações apresentadas durante o banho Observações: As técnicas de limpeza e desinfecção concorrente da unidade do paciente estão descritas nas “ Recomendações Básicas para Limpeza Desinfecção e Esterilização de Artigos. A pessoa que acompanhar o paciente deve observar as reações que ele pode apresentar durante o banho. se necessário.

a pressão da cavidade torácica é inferior á pressão atmosférica.O mecanismo normal da respiração opera sob o principio da pressão negativa. água ou sangue da cavidade. Sempre que o tórax é aberto.  Pneumotórax – presença de ar na cavidade. fazendo com que o ar se desloque para dentro dos pulmões durante a inspiração.  Evitar compressão do tubo e extensão para não impedir a drenagem. O ar ou líquido (sangue. para que não entre ar nos pulmões. líquido seroso. ou seja. Para realização desta drenagem é necessária a implantação de um dreno no tórax do paciente que estará ligado ao sistema de drenagem. O dreno torácico implantado no sistema pleural é capaz de remover qualquer coisa do espaço pleural. pus. Também conhecido como drenagem em selo d’ água. existe uma perda da pressão negativa o que resulta em colabamento do pulmão. Utilizado quando há:  Hemotórax – presença de sangue na cavidade. 65 .  Empiema – presença de secreção purulenta. suco gástrico) formam coleção no espaço interpleural. Cuidados de Enfermagem:  O dreno poderá ficar fora do selo d´água. Observação: Este procedimento só deve ser realizado no Centro Cirúrgico. é uma técnica de evacuação de ar. restringindo a expansão pulmonar e reduzindo a troca gasosa.

pressão no tórax. cor e odor) e presença de sinais flogísticos e edema subcutâneo ao redor do dreno.  Incentivar o paciente a inspirar profundamente e a tossir. sintomas de hemorragia.Infantil: 250 ml 66 .  Realizar curativo no local de inserção do dreno uma vez ao dia. mudança na ausculta pulmonar. sinais vitais.  Observar o aspecto da drenagem (volume. Ordenhar o dreno a cada 24h.  Observar a flutuação do nível de líquido.  Observar o selo d´água que deve ser: . respiração rápida e superficial. enfisema subcutâneo.  Durante a troca do vidro trocar o vidro ou desprezar o conteúdo de drenagem pinçar o dreno.9% ou água destilada.  Colocar SF 0. pois aumenta a pressão intrapleural favorecendo a drenagem e fazendo o pulmão expandir.  Observar as condições do paciente: cianose. enxaguar o frasco com SF 0. conforme orientações do Manual de Curativo da CCIH.  Para transportar o paciente manter o vidro de drenagem abaixo do nível do pulmão.Adulto: 500 ml .  Se trocar ótimo  Se desprezar.9% ou água destilada conforme o paciente (adulto ou criança).  Colocar rótulo no frasco informando data da troca selo d’agua assinatura de quem realizou o procedimento.

ou impossibilidade de restaurar a evacuação trans-retal.XIV.  01 Gaze estéril. ou o seu tratamento. Em alça: realizado em íleo ascendente. lavar com água e sabão. 1. inexistindo a possibilidade de reconstrução do trânsito intestinal. 67 . Tipos : Terminal : possui somente um estoma realizado em caráter definitivo. transverso ou descendente.  01 bolsa para colostomia (se necessário troca).  Após avaliação.Limpeza Material  250 ml Soro fisiológico a 0. Definitiva ou permanentes: são realizados após a retirada da parte doente do intestino por amputação completa do órgão. se necessário. Em dupla boca que pode ser: Próximas: Quando realizados em uma única colostomia ( as duas bocas) Afastadas : Quando duas bocas são realizadas em alça terminal em nível de flanco esquerdo.9%. CUIDADOS COM OSTOMIAS CONCEITO Colostomias: São realizadas para promover o restabelecimento ou a cicatrização da parte do intestino afetada pela doença.

2.  Retirar o adesivo.  Aplicar a placa com o aro sobre a região.  Recortar o orifício marcado. do dreno ou da ostomia. de acordo com o diâmetro da fístula.  Secar a área ao redor com gaze estéril. 1. Lavá-la com soro fisiológico a cada vez que se desprezar o conteúdo no vaso sanitário.9%. Marcar na bolsa o círculo com um guia de corte. soltando apenas o clamp que a fecha na parte inferior.Cuidados diários com Colostomia: Esvaziar a bolsa (no mínimo uma vez por plantão e sempre que necessário). em posição cefalocaudal. em movimentos circulares. a partir da parte inferior da bolsa plástica até que esteja segura. solicitando ao paciente que enrijeça a região.  Observar para que o orifício não fique apertado demais garrotando a ostomia.  Adaptar a bolsa plástica à parte inferior do aro na placa. Procedimento:  Limpar a região da colostomia com soro fisiológico a 0.  Exercer uma leve pressão à roda.  Retirar o protetor que recobre a face superior da placa. 68 . ou grande demais facilitando o contato da secreção direta com a pele lesando-a. para confirmar se ela se encontra devidamente encaixada.  Puxar suavemente a bolsa para baixo.

Observação: Em caso de dois estomas. cor.  Proceder à limpeza ao redor da colostomia com gaze e soro fisiológico a 0. 2. clampeando-a e puxando-a.  Introduzir cerca de 15 a 20cm da sonda no estoma a ser irrigado. etc..  Retirá-la. odor.  Deixar fluir o material fecal de 15 a 20 minutos.  Após o efeito desejado proceder à limpeza ao redor da colostomia e secar a área com gaze. Registrar no prontuário: característica do débito de colostomia.9%. SONDAGEM NASOGÁSTRICA E a introdução de uma sonda via nasal ou oral no estômago do paciente com a finalidade de drenagem de líquidos. medicamentos e hidratação de pacientes impossibilitados de deglutir. 69 .  Retirar a bolsa de colostomia e desprezá-la. Fixar nova bolsa de colostomia com placa protetora. volume.  Deixar a solução correr vagarosamente. XV..Lavagem intestinal pela colostomia  Procedimento:  Lubrificar a sonda. observar na prescrição médica qual deles será irrigado.O clamp poderá ser reutilizado nas trocas do mesmo paciente. infusão de alimentos.  Fechar a sonda quando terminar a solução evitando a entrada de ar.

 01 seringa de 10 ml ou 20ml.  Xilocaína gel. OBS: Verificar rotina da CCIH para Prevenção de Pneumonia Hospitalar.  01 estetoscópio.  01 unidade de sonda nasogástrica.  Colocar o paciente em posição de fowler ou sentado.  01 pacote de gaze.  Medir a sonda da boca ao lobo inferior da orelha e deste até o estômago.Material  01 bandeja.  Lubrificar a sonda com xilocaína gel.  01 unidade de bolsa coletora descartável ( em caso de drenagem).  01 equipo para dieta.  100 ml de água filtrada.  Procedimento:  Explicar o procedimento para o paciente. com a cabeça ligeiramente inclinada para frente.  Preparar o material.  01 toalha.  01 par de luvas de procedimento.  Proteger o paciente com a toalha.  20 cm de esparadrapo. 70 .  Lavar as mãos e calçar as luvas de procedimentos.

ou seja. pedindo para que o paciente degluta a sonda. Introduzir pela boca ou narina.  Lavar as mãos. permitindo a infusão de dietas e medicamentos aos pacientes impossibilitados de deglutir. respirando pela boca.  Verificar se a sonda está no estômago: aspirar com seringa o conteúdo gástrico.  Anotar no prontuário tipo e número da sonda. para facilitar a introdução da sonda.  Retirar luvas de procedimentos.  Manter cabeceira elevada enquanto o paciente estiver sondado.  Fixar a sonda em “T”.  Instalar dieta se for o caso.  Oferecer água ao paciente se necessário. reações do paciente durante o procedimento. aspecto da drenagem. para evitar muito atrito e lesões nesta área .SONDAGEM NASOENTERAL É a introdução de uma sonda via nasal ou oral que passa pelo estomago e fica introduzida até o duodeno. e fixar a sonda sobre o material. testar com copo com água observando borbulhas na água e auscultar infusão de ar com seringa de 20 ml colocando o esteto na região gástrica. Em paciente com terapia nutricional por sonda. XVI. preferir sempre as SNE por menor risco de bronco aspiração.  Conectar bolsa coletora (em caso de NSG aberta). 71 .  Organizar o material. proteger a base até a ponta do nariz com micropore ou outro material adesivo mais suave.

 Xilocaína gel.  01 toalha. Material  01 bandeja.  Lavar as mãos e calçar as luvas de procedimentos.  Preparar o material.  01 unidade de sonda nasoenterica com fio guia. 72 .  01 par de luvas de procedimento.  Proteger o paciente com a toalha.  Colocar o paciente em posição de fowler ou sentado.  01 pacote de gaze.OBS: Verificar rotina da CCIH para Prevenção de Pneumonia Hospitalar.  20 cm de esparadrapo.  01 estetoscópio.  01 equipo para dieta.  100 ml de água filtrada. com a cabeça ligeiramente inclinada para frente.  01 seringa de 20 ml.  Medir a sonda da boca ao lobo inferior da orelha e deste até a região hipogástrica. lubrifica-lo com xilocaina gel e introduzi-lo novamente.  Procedimento:  Explicar o procedimento para o paciente.  Retirar o fio guia da sonda.

 Retirar luvas de procedimentos.  Anotar no prontuário tipo e número da sonda. proteger a base até a ponta do nariz com micropore ou outro material adesivo mais suave. XVII. injetando ar com a seringa e auscultando com o auxilio de um estetoscópio a região hipogástrica.  Fazer Rx confirmatório.  Lavar as mãos. 73 .  Verificar se a sonda está corretamente posicionada.  Aguardar 03 horas para infundir a dieta.  Manter a cabeceira sempre elevada do paciente a fim de evitar bronco aspiração. reações do paciente durante o procedimento. Lubrificar a sonda com xilocaína gel. para evitar muito atrito e lesões nesta área. ou seja. pedindo que degluta a sonda e respire pela boca.  Fixar a sonda em “T”. se o paciente estiver consciente solicitar a sua colaboração. ATENDIMENTO A PARADA CARDIORESPIRATORIA (PCR): Conceito de PCR: É a interrupção súbita e brusca da circulação sistêmica e da respiração. e fixar a sonda sobre o material. aspecto da drenagem.  Retirar o fio guia.  Introduzir a sonda pela narina com fio guia.  Organizar o material.

Sinais e sintomas que precedem PCR  Dor torácica  Sudorese  Tontura  Escurecimento visual  Perda de consciência  Alterações neurológicas 2. 3. Verificar a respiração ( olhe/ ouça/sinta) Promover abertura das vias aéreas. antes mesmo da chegada de outras pessoas ou equipamentos adequados. pois permite iniciar prontamente as manobras de reanimação.A constatação imediata da PCR. assim como o reconhecimento da gravidade da situação é de fundamental importância.Medidas iniciais:  Verificar nível de consciência do paciente e confirmar se o paciente está em PCR    Solicitar ajuda.Sinais clínicos de PCR  Inconsciência  Ausência de movimentos respiratórios  Ausência de pulsos em grandes artérias ou ausência de sinais de circulação. realizando: 74 . Qualquer profissional que constata uma PCR tem por obrigação iniciar as manobras de atendimento e solicitar ajuda 1.

providencia ventilação com ambu com O2.  Solicita médico. 1 enfermeiro. MOV (Monitor.   Solicitar carro emergência.  A enfermeira deverá acompanhar a transferência  Registra dados do atendimento no prontuário. aspirar vias aéreas superiores). promover com rotina descrita.  Posiciona junto à cabeça do paciente (retirando prótese se houver. ventilação e transferência do paciente.o Alinhamento da cabeça com tronco.  Providencia vaga na U. o Tração anterior da mandíbula.  Orienta os técnicos de enfermagem na monitorização do paciente e obtenção do acesso venoso.  Auxilia o médico na intubação. Enfermeira:  Avalia responsividade. 2 técnicos de enfermagem. 75 do paciente e solicitar acompanhamento médico do plantonista. avalia via aérea. mantém via aérea aberta. .T.  Checa pulso e avalia ritmo. Oxigênio e veia). carro de emergência e desfibrilador.  Em caso de óbito. 4. e auxilia transferência. se necessário.I. o Extensão do pescoço.  Solicita serviço de apoio.Técnica para reanimação cardiovascular Equipe 1 médico.

 Solicita verbalmente as medicações a serem administradas. Paciente grave.  Ocorrendo melhora ou estabilidade do quadro. proceder com rotina de óbito. Requisita medicações e materiais usados. Em caso de óbito.     Se não houver acesso venoso.  Reavalia periodicamente o paciente. fazer a transferência e prescrever as medicações utilizadas. checa a intubação.  Caso evolua para óbito. Aspira vias aéreas.  Inicia as compressões torácicas. reanimado deve ser transferido acompanhado pelo maqueiro.  Intuba o paciente.     Organiza aparelhagem usada. anotando no prontuário a ocorrência. Aspira e administra medicações solicitadas pelo médico. Repõem carinho de emergência.  Monitoriza com as pás e realiza o choque se indicado. Técnico de enfermagem:  Abaixa a cabeceira posicionando o paciente. providencia.Médico:  Reavalia rapidamente paciente. enfermeiro e médico. preencher a declaração de óbito e ou fazer relatório de encaminhamento para SVO. 5.COMPOSIÇAO DO CARRINHO DE EMERGÊNCIA PRODUTO 76 QTDE . se necessário.

5 Ambú adulto Eletrodos Fio guia Óculos Látex Umidificador Abocath n 18 Abocath n 20 Abocath n 22 Abocath n 24 Cânulas de guedel Lâmina de bisturi n 11 Fio mononylon 3.0 Laringo com laminas Vidro de aspirador Equipo para bomba Equipo macrogotas Frasco de gel Tábua Bird Conexão do Bird 02 02 01 02 10 02 02 03 02 02 02 02 02 02 02 02 01 02 03 02 01 01 01 02 PRODUTO Polifix SNG n 18 77 QTDE 02 01 .0 Luva estéril n 8.5 Luva estéril n 8.Luva estéril n 7.

Medicações Adrenalina Atropina Bic.9 % 500 ml Seringa 20 ml Seringa 10 ml Seringa 5ml Seringa 1 ml Agulha 40x12 Agulha 25x7 78 02 01 02 05 03 03 03 10 05 QTDE . Gluconato de cálcio Amiodarona Xilocaína sem vaso 2 % Glicose 50% 20 ml Lasix Dopamina Noradrenalina Fentanil 30 ml Xilocaína gel dobutamina 20 20 10 03 03 02 02 02 02 05 02 05 10 05 02 01 01 02 PRODUTO Soro Ringer 500 ml Soro glicosado 5 % 500 ml SF 0. De sódio Dormonid (midazolan) Fenergan Diazepan Flebocortid 500 mg Sulfato de mag.

5 Tubo orotraqueal n 8.  O carro de urgência deverá ser prioridade.  A limpeza geral do carro de urgência deverá ser feita no primeiro dia útil de cada mês.0 Tubo orotraqueal n 8. portanto ele não poderá falhar no momento da urgência por não ter sido checado com antecedência. no início de cada plantão e imediatamente após o uso.0 Tubo orotraqueal n 7.Agulha 25x8 Tubo orotraqueal n 6.5 Sonda uretral n 8 Sonda uretral n 10 Sonda uretral n 12 Sonda uretral n 14 SNG n 18 Luva estéril n 6.5 Luva estéril n 7.0 Tubo orotraqueal n 6.  Conferir data de validade dos materiais estéreis (realizar troca quando necessário)  Conferir validade dos internos descartáveis (incluindo validade da esterilização)  Após atendimento de paciente em PCR: realizar desinfecção dos equipamentos utilizados com água e sabão e ficção de álcool a 70%.5 Tubo orotraqueal n 7. 79 .0 05 01 01 01 02 02 01 02 02 04 02 02 01 01 6.ORIENTAÇÕES GERAIS  O carrinho de emergência deverá ser revisado e completado pelos funcionários da enfermagem da unidade.

PREPARO DE MATERIAL PARA INTRACATH Para cateterização venosa central utiliza-se um dispositivo venoso profundo que é introduzido pela veia jugular interna ou subclávia.  01 fio de sutura mononylon 3.XVIII. Essa via de acesso é viabilizada nos momentos em que o paciente não apresenta mais acesso venoso periférico. desembocando na veia cava superior para infusão de medicamentos e nutrição parenteral.  01 intracath(Kit) para Subclávia nº16x12 adulto.5. infusão rápida de drogas ou controle de pressão venosa central.  10 ml de xilocaína a 2% sem vasoconstritor. OBS: Verificar orientações de Rotina Prevenção de Infecção de Corrente de Sanguínea Material  01 bandeja de pequena cirurgia.  01 polifix (se não houver torneirinha de 3 vias).0 com agulha 2cm cortante.  01 seringa de 20ml.  01 agulha 30x7 ou 13x4.  01 par de luvas estéril. nos casos de pacientes que necessitem de um grande volume de soluções injetáveis.  01 lamina de 11 ou 15. 80 .

3.Organizar o material.Tirar as luvas.  01 pacote de gaze. gorro. 01 equipo para infusão.Fazer curativo local. 15.Levantar a cabeceira do leito.Organizar o material.9% 250 ml. 12.Posicionar o paciente no leito em decúbito dorsal-horizontal.Lavar as mãos.  01 campo estéril  Procedimento 1.Oferecer ao médico máscara. 16. 6. conforme manual de curativos da CCIH. 8. máscara. 10. álcool 70% ou clorexidina  50 cm de micropore ou esparadrapo.Oferecer solução anti-séptica. 7.Aguardar o termino do procedimento (fixação do cateter).  01 capote estéril.Abrir o soro. avental e luvas. 2. 81 .Abaixar a cabeceira do leito se necessário. lavar as mãos. 13. calçar luvas de procedimento. 11.Pedir ao paciente que vire a cabeça para o lado para realização da punção.Aguardar a punção. 14.  01 frasco de solução fisiológica 0. conectar a solução fisiológica 0.9% no equipo e polifix e retirar o ar do sistema. 9. 4.  50 ml PVPI 10%.Orientar o paciente quanto ao procedimento. 5.Entregar o equipo ao medico para conexão com cateter.

reto com cabeceira e pés do leito na mesma direção. XIX. Observação Já instalado cateter venoso central.  01 frasco de soro de 500 ml.  01 suporte de soro.  01 régua de medida de PVC. sem nenhuma inclinação para cima ou para baixo.  Procedimento:  Organizar o material  Colocar o material à beira do leito do paciente. 18. 82 .  40 cm de fita adesiva. Observação:  Preferir salas de procedimentos.17.  Promover ambiente limpo e protegido com biombo se necessário.Fazer anotações de enfermagem. MONTAGEM DE PRESSÃO VENOSA CENTRAL (PVC) Material  01 equipo com fita graduada para PVC.  Colocar o paciente em decúbito dorsal.Anotar gastos/ repor o material se necessário.

 Fechar as vias de infusão de outras soluções. para ser conectada ao cateter central. fique posicionada para cima.  Instalar a via única do equipo (a mais comprida) no cateter central do paciente. 83 .  Marcar no suporte de soro com a fita adesiva o ponto zero para medida de PVC. o ponto zero da fita. apêndice xifóide. para baixo.  Abrir o acesso de passagem de solução do equipo de PVC para o paciente. ou na linha axilar media. e a via única ( mais comprida). com a bolha de ar centralizada.  Fixar a fita graduada no suporte de soro com o zero da medida da linha entre o paciente e o suporte. indicando precisão na medida.Passos para realizar a medida:  Pinçar a solução do equipo de PVC. para destaque. sendo removido todo o ar. pois ele já estará preenchido com o soro fisiológico. 1.  Fixar o equipo no suporte de modo que a via dupla. Posicionar uma das extremidades da régua de PVC na linha do tórax anterior.a tampa da via dupla para medida e aguardar a descida da solução no equipo. mantendo-a em linha reta de modo que a ampola com água da régua de PVC se mantenha alinhada.  Circular com uma caneta vermelha. (uma via ficará para instalação do soro fisiológico e a outra para a medida). de acordo como determinado pela medida da régua .  Direcionar a outra extremidade ao suporte de soluções posicionado ao lado.  Retirar todo o ar do equipo de PVC com o soro fisiológico.

Datar e assinar o dia da troca.  Trocar o equipo a cada 24 horas.9%. 84 .  Valores normais: 7 a 12 cm de água OBS.  Pinçar o equipo.  Anotar na ficha de controle do paciente.  Tampar a ponta do equipo usada para a realização da medida.  Marcar o ponto de oscilação o qual determina a medida do PVC. Material:  Luva estéril. APIRAÇAO ORONASOTRAQUEAL: 1. XX.  Colocar máscara. Observar em qual ponto da fita graduada há oscilação da solução. A técnica: Utilizar técnica asséptica na aspiração endotraqueal:  Lavar as mãos com água e sabão antes e após o procedimento.  Máscara. Verificar outras orientações da rotina de prevenção de infecção de corrente sanguínea da CCIH.  Cateter de aspiração estéril com furos (sonda de aspiração ou sonda uretral).  Borracha látex. seringa de 20 ml estéril.  Soro fisiológico 0.  Trocar equipo sempre que apresentar sangue em sua parede interna.  Preencher novamente o equipo de PVC com o soro.  Gorro e avental.  Fechar a via do equipo de PVC para o paciente e abrir a das outras soluções. 1.  Vidro aspirador.  Óculos.1.

mantendo a mão direita sem contaminação.  Se o paciente estiver sob ventilação mecânica.  Desprezar a secreção do frasco coletor no final de cada aspiração no vaso sanitário.  Deixar o látex devidamente protegido. 85 .  Lavar as mãos. pois é de uso único.  Após o procedimento retirar as luvas.e .  Pegar o cateter com a mão direita enluvada.  Retirar a máscara. Calçar luvas.  Segurar o látex e ligar o aspirador com mão esquerda.  Aspirar na seguinte seqüência: traqueostomia ou cânula orotraqueal.  Não introduzir o cateter sem antes dobrar o látex para evitar lesão de mucosa pela sucção.  Durante a aspiração instilar soro fisiológico em pequena quantidade para facilitar o desprendimento de secreções espessas. nariz e boca. dentro de um saco coletor estéril. O cateter deverá ser desprezado.  Após o procedimento.  Durante a aspiração realizar movimentos circulares com cateter (nunca em movimentos de vai . o procedimento deve ser rápido oxigenando o paciente a cada aspiração com O2 a 100% com auxílio de Ambu. gorro.vem). no expurgo. irrigar ponta do cateter com soro fisiológico mantendo o aspirador ligado fazendo assim a limpeza do látex e também do cateter.  Conectar o látex tendo cuidado para não contaminar a luva e o cateter. óculos e capote.

O paciente com traqueostomia apresenta um risco de aquisição de Infecção Hospitalar entre 5 a 35% (em média). 86 .  Aspiração traqueal de 2/2h e S. manter a que você tem maior destreza.S.. XXI.O.  A cada aspiração.S. para sua proteção. de acordo com a prescrição da enfermagem. lavar as mãos e usar luvas estéreis.  Usar um cateter para cada aspiração. Observação:  Quando se refere em manter a mão direita sem contaminação é. 1. CUIDADOS COM PACIENTES TRAQUEOSTOMIZADOS:  O paciente com traqueostomia apresenta um risco de aquisição de Infecção Hospitalar entre 5 a 35% (em média).  Trocar o látex e o vidro de aspiração a cada 24 horas.  Manter a região da traqueostomia sempre limpa.2 Rotina de aspiração:  Aspiração oral – sempre que necessário. Trocar cadarço de fixação da cânula de traqueostomia diariamente. ou S. trocando as gazes todas as vezes que acumular secreção.  A traqueostomia deve ser realizada com técnica asséptica. Enxaguar o frasco.O. Referindo a esquerda que deverá ficar de luva.

 Aspirar a cânula externa enquanto a cânula interna esta em solução.  Remover suavemente a cânula. Se necessário. secando com gaze.  Realizar aspiração sempre que necessário para evitar obstrução e diminuição da luz na cânula.  Registrar o procedimento no prontuário. mantendo a cânula fixa. tendo-se o cuidado de seguir a curva da mesma. instilar soro para auxiliar a retirada de resíduos e crostas de sua parede.  Retirar a cânula da solução. 87 .  Se necessário trocar o cadarço.  Aspirar o paciente pela técnica preconizada. Quando a cânula externa de traqueostomia necessitar ser trocada. deverá ser substituída por outra esterilizada. remover qualquer resíduo de secreção da mesma .  Secar com compressa estéril  Fazer a limpeza em volta da cânula com soro fisiológico.  Calçar as luvas.  Preparar o material  Desconectar o circuito de umidificação. Orientações para a limpeza da cânula: 1. Cânula interna (macho):  Lavar as mãos. pois a manobra pode desencadear forte acesso de tosse. 1.  Imergir a cânula em solução filológica. Verificar que não tenham permanecido partículas estranhas.1 Material :  Cuba pequena estéril  Soro fisiológico  Gase  Luva estéril A. usando técnica asséptica.  Reinserir a endocânula fixando-a no ponto indicado. caso o paciente esteja recebendo oxigênio. como linhas de fibra de gazes.

 Cumprir e fazer cumprir regulamentos da instituição. e participação para intervenção na realidade).  Distribuir os funcionários de acordo com a necessidade do serviço.  Determinar a escala diária dos leitos. Observação: Seguir demais orientações quanto a prevenção de pneumonia Hospitalar. em geral pelo profissional enfermeiro que responde pela organização técnico-administrativo do trabalho. participar e estimular a equipe a participar de cursos trabalhos e pesquisas realizadas na própria clínica ou em outras instituições. retificação. é imprescindível que o supervisor possua capacidade de ouvir. para avaliação dos mesmos. estimulação. portarias. aconselhamento e motivação. bem como instrumentalizar suas próprias ações. XXII. em presença de secreção ressecada com risco de obstrução da mesma. A supervisão é compreendida como um instrumento que contribui para a identificação de problemas. rotinas. compreender as necessidades dos outros.  Receber o plantão na chefia de enfermagem observando as principais ocorrências e pendências para serem concluídas. para realização de diagnósticos e intervenção na realidade.B. de ensino (acompanhamento do processo de ensino-aprendizagem. Para que haja efetivo desenvolvimento das pessoas. Utiliza técnicas psicológicas.  Prever e solicitar materiais necessários para o funcionamento do serviço. orientação e treinamento) e de controle (conferencia. ATRIBUIÇÕES DOS ENFERMEIROS SUPERVISORES  O ENFERMEIRO SUPERVISOR A supervisão de enfermagem é uma das atividades desenvolvidas no cotidiano hospitalar. sendo orientações. propondo soluções.  Planejar. 88 . Cânula externa:  A troca deve ser realizada pelo medico. circulares e outras instituições. seguindo técnica asséptica. priorizando-os.

 Encaminhar materiais hospitalares danificados para manutenção.  Evoluir pacientes graves.  Realizar Curativos de grande porte de CDL ou Intracth.  Prescrever cuidados de enfermagem.  Puncionar jugular se necessário.  Prestar assistência a Parada Cardiorrespiratória junto com a equipe médica.  Desobstruir sondas vesicais de demora com irrigação. solicitar manutenção quando detectado algum problema.  Emitir parecer técnico na compra ou locação de materiais ou equipamentos. rotinas e procedimentos do seu setor e deixar disponível a toda equipe no local de trabalho.  Puncionar Port-a-Cath. exames e preparo do paciente para cirurgias e exames.  Zelar pela conservação de equipamentos hospitalares. sendo revisado periodicamente. Liderar.  Definir tipos de isolamentos.  Encaminhar pacientes graves a UTI.  Passar sonda Nasogástrica.  Estabelecer sistemas e fazer orientação contínua quanto à prevenção de riscos ocupacionais.  Verificar prontuários.  Observar o funcionamento dos equipamentos e materiais existentes na unidade. além de captar as necessidades de sua equipe de trabalho.  Passar Sonda Vesical de Alivio.  Avaliar os pacientes graves e solicitar a avaliação do plantonista geral quando necessário. supervisionar e executar.  Fazer escala de serviço dos técnicos de enfermagem.  Realizar visitas aos pacientes. na ficha de equipe multidisciplinar.  Elaborar manual de normas.  Passar sonda Nasoenterica.  Instalar PVC.  Avaliar as infusões de medicações em pacientes mais graves e monitorar sua infusão nos casos de quimioterapias e drogas vasoativas. acompanhar transferência do paciente até a UTI.  Passar Sonda Vesical de Demora. 89 .

 Comunicar parecer médico a outras especialidades.  Orientar acompanhante quanto às normas do hospital. repondo corretamente. IML ou SVO. quando possível.  Elaborar projetos científicos.  Lançar alta por óbito no sistema de imediato no horário correto e encaminhar para setor de internação o memorando comunicando o óbito para ser lançado no sistema na Prefeitura e Convênios. detectar problemas e oferecer soluções para o bom andamento do serviço.  Realizar treinamento periódico dos funcionários sob sua supervisão. entregar a declaração de óbito.  Avaliar o desempenho da equipe.  Providenciar transporte e solicitar o técnico de enfermagem para acompanhar nos exames extras hospitalares. esclarecer as duvida dos técnicos de enfermagem. parecer da nutrição. como parecer psicológicos. Implementar programas de educação continua e aperfeiçoamento para os técnicos de enfermagem.  Orientar a mãe quanto à importância de amamentar o recémnascido para não oferecer chupetas.  Orientar a mãe sobre o perigo da amamentação cruzada.  Avaliar resultados de exames e comunicar o plantonista ou ao médico assistente.  Checar o carrinho de emergência e solicitar novos materiais.  Encaminhar o paciente para exames fora quando não são realizados na Instituição. e orientar quanto ao registro do mesmo.  Avaliar as necessidades do paciente não observada pelo médico e interceder por ele junto à equipe.  Realizar eletrocardiograma.  Entregar o corpo a funerária. parecer de serviço social.  Avaliar a necessidade de acompanhamento para pacientes e autorizar sua permanência no hospital.  Supervisionar.  Esclarecer duvida de pacientes sobre cuidados após cirurgias e altas.  Receber o familiar no horário de visita orientar e se necessário permitir a entrada de mais de duas pessoas ou o deslocamento do paciente para contato com filhos e netos menores.  Acompanhar e assistir o plantonista nos casos de óbitos. mamadeiras ou outros alimentos. 90 .

 Prevenção de situações problemáticas.  Planejamento e desenvolvimento das ações de enfermagem segundo os critérios e as prioridades definidas. procedimentos.  Elaboração.  Identificação das necessidades de orientação e treinamento dos funcionários. transferência interna e externa de pacientes. solicitação de vaga extra-hospitalar e transporte. materiais.  Estabelecimento.  Planejamento. XXIII. recuperação da saúde e reabilitação das pessoas. proteção. XXIV. respeitando os preceitos éticos e legais.  Previsão e provimento de recursos humanos. ATRIBUIÇÕES IDEAIS DO ENFERMEIRO A enfermagem é uma profissão comprometida com a saúde do ser humano e da coletividade.  Caracterização da clientela atendida. utilização e avaliação de métodos de trabalho.  Manutenção de um sistema de informações eficientes. físicos e orçamentários necessários ao desenvolvimento das atividades de enfermagem.  Atender e anotar as solicitações da Gerência. Na enfermagem. implantação e avaliação de normas. o elemento supervisor desenvolve junto aos funcionários atividades diversificado como:  Discussão dos valores e objetivos de serviços de enfermagem.  Avaliação da qualidade da assistência de enfermagem prestada. como exames não rotineiros.  Identificação das necessidades de assistência de enfermagem. Atuar junto aos residentes orientandos e auxiliando nos procedimentos e protocolos.  Promoção de integração do pessoal de enfermagem e manutenção de estratégias para sua motivação.  Orientação com avaliação dos funcionários durante a execução das atividades. ATRIBUIÇÕES DOS TÉCNICOS DE ENFERMAGEM 91 . execução e avaliação de programas de desenvolvimento de pessoal. Atua na promoção. rotinas e manual dos serviços de enfermagem.

 Comunicar com o laboratório exames de rotina e de urgências.  Preparar e administrar as medicações.  Marcar exames como EDA. orientar quanto as normas do hospital. ECG.  Medir débito da sonda Vesical de Demora e dreno de tórax.  Realizar o relatório de enfermagem completo e coerente com o estado geral do paciente. USG. horários de visitas.  Chamar plantonista da Instituição em caso de parada Cardio Respiratória e intercorrências.  Promover organização do posto..  Trocar o selo d´agua do dreno tórax. com SSVV e intercorrências. EEG.  Solicitar coleta de gasometria. ECO.  Comunicar ao banco de sangue as hemotransfusão. comunicar a chefia caso necessite de manutenção ou substituição.  Realizar enteróclise e pequenos curativos. álcool.  Observar e puncionar acesso venoso para administrar soro e medicamentos.  Fazer previsão e requisitar material de consumo dos postos como luvas. 92 ...  Instalar oxigênio para o paciente conforme prescrição médica. exames e pacientes graves.  Retirar sonda vesical de demora. levando-o até seu leito e apresentando-o para os demais da enfermarias. máscaras.  Atender a equipe médica quando solicitada. anotando aspecto e volume. etc. etc.  Aferir e anotar SSVV no prontuário e em caso de alteração comunicar a supervisora.  Entrar em contato com a supervisão em caso de dúvida em relação a medicações. realizar banho no leito nos mais graves e acamados. nasogástrica.  Receber o paciente no momento da admissão. e materiais estéreis. TC.  Proporcionar e zelar pelo conforto e organização do posto e das enfermarias deixando ambiente limpo e tranqüilo.  Receber o material permanente do posto e zelar pelas suas perfeitas condições de uso.  Realizar trocas de leitos encaminhando os pacientes ao banho.  Verificar prescrição médica e buscar os medicamentos na farmácia quantas vezes for necessário. Receber o plantão dos colegas nas enfermarias para estar ciente do estado de cada paciente. nasoenteral e drenos conforme prescrição medica.

não denegrir sua imagem.  Perceber complicações em pacientes graves e comunicar a chefia.  Entregar uma via do papel da alta para a internação lançar no sistema da MV e da Prefeitura e ou Convênios.  Arquivar a via assinada pela internação no prontuário do paciente. ROTINA OPERACIONAL POSTO 1A – ENFERMARIAS DE CONVÊNIOS E PARTICULAR O Posto I-A ou Enfermarias de Convênios e Particular está localizado no 1º andar desta Instituição e atende a todas as especialidades clínicas e cirúrgicas em sistema de convênios e particular. RECURSOS HUMANOS POSTO 1A Equipe composta de: 93 . preparar e encaminhar o paciente no horário correto para exames. respeitar o paciente e suas limitações.  Registrar a alta do paciente no prontuário e no livro do posto de enfermagem. procedimentos e cirurgias.  Manter-se informado do quadro clínico. nos casos graves chamar a chefia.  Chamar maqueiro e auxiliar o mesmo em todas as remoções de pacientes.  Preparar material e auxiliar nos procedimentos médicos e de enfermagem.  Ser ético.  Ouvir o paciente nas solicitações. no livro de admissão e na lista de pacientes do posto. medicação. XXV. esta unidade possui 13 enfermarias de 02 leitos e 01 enfermaria de 03 leitos.  Orientar. 1.  Orientar o paciente na alta hospitalar e comunicar a família.  Comunicar a chefia em casos de exames e pareceres avisados ou não. Fazer admissão no prontuário.  Acompanhar o paciente até a portaria com a chegada da família e pegar a assinatura dos responsável no papel da alta. procurando transmitir segurança durante o tratamento. exames e procedimentos dos pacientes sob seus cuidados.

fezes. 08 técnicos de Enfermagem no período noturno. ESTRUTURA FÍSICA DO POSTO 1A 01 Posto de Enfermagem  Uma copa  01 Banheiro para os funcionários 3. 04 em cada plantão fazendo 12x36hs. Endoscopia: Avisar na sala de endoscopia no período vespertino e aguardar resposta da secretária do setor. sendo 03 no plantão diurno e 04 no outro plantão fazendo 12x36hs. 2. Seguir técnica de coleta descrita pelo laboratório para coleta de exames efetuados pela enfermagem: EAS. urocultura. escarros. CARACTERÍSTICAS. proteinúria 24h. 94  E INFORMAÇÕES . ESPECIFICAÇÕES NECESSÁRIAS SOBRE O SETOR: Rotina para exames: Devem ser agendados pelo funcionário do setor Tipos:  Exames laboratoriais: Devem ser colocados na caixa de exames do posto de enfermagem. Avisar imediatamente o laboratório quando os exames forem de urgência. swab e etc. Eletroencefalograma e Tomografia Computadorizada: Avisar nos respectivos setores assim que solicitados e já agendar data e horário. Cateterismo Arterial : Atentar para guias autorizadas(se convênio) e avisar funcionário da hemodinâmica. 07 técnicos de Enfermagem no período diurno.  04 supervisoras de Enfermagem. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. aguardar rotina. caso não sejam.  Exames de imagem: Ultra-sonografia e Ecocardiograma: Avisar no setor USG quando solicitado o exame e aguardar marcação no período vespertino pela secretária do setor.

C.3 leitos / ginecologia 95 .G enfermeiros). ROTINA OPERACIONAL POSTO 2A – OBSTETRÍCIA E BERÇARIO 1. sendo 13 de 02 leitos e 01 de 03 leitos. horário. conhecida com Ala Madre Paulina e admite pacientes do SUS. RX e Eletrocardiograma: seguem rotina própria dos setores de origem e são recolhidos e encaminhados pelos maqueiros.5 leitos / obstetrícia ENF 2A 04 – 2015 A 2017 . se o paciente precisar de ambulância o hospital disponibiliza de acordo com a rotina do setor de serviços (via Intranet ) e um técnico de enfermagem tem que acompanhá-lo). *OBS: Em casos de exames não realizados na instituição o enfermeiro deverá tomar todas as providências relacionadas ao mesmo: agendamento e transporte (para sair da instituição o médico responsável pelo paciente tem que preencher termo de autorização liberando-o sair do hospital e descrever qual tipo de transporte o paciente pode utilizar. CARACTERÍSTICA DA CLÍNICA O posto da obstetrícia e Berçário da Santa Casa de Goiânia localiza-se no 2º andar. se RX técnico em radiologia. O setor dispõe-se de 25 leitos dos quais admitem pacientes cirurgiados da ginecologia. A enfermaria de Convênios e Particulares possui 14 enfermarias. salvo emergências (em pacientes acamados e graves esses exames são feitos no leito. se E. preparo se necessário e nome do funcionário que agendou.Para todos: Anotar no prontuário data. Os leitos dispõem-se da seguinte maneira: ENF 2A 01 – 2000 A 2004 – 5 leitos / obstetrícia ENF 2A 02 – 2005 A 2009 – 5 leitos / obstetrícia ENF 2A 03 – 2010 A 2014 .3 leitos / obstetrícia ENF 2A 05 – 2018 A 2020 . obstetrícia e otorrinolaringologia. XXVI.

 Estar atento com drenos.  Estimular a deambulação precoce. E trocar os absorventes quantas vezes forem necessário. CUIDADOS NO PÓS-OPERATÓRIO (Especifico para pacientes da Ginecologia Obstetrícia)  Orientar o paciente a permanecer em decúbito dorsal.  04 supervisoras de Enfermagem.  Orientar higiene das mamas e mamilos antes e após as mamadas.  Observar sangramentos. 3. 04 técnicos de Enfermagem no período noturno. várias vezes ao dia. RECURSOS HUMANOS DO BERÇÁRIO  02 técnicos de Enfermagem no período diurno. RECURSOS HUMANOS DA OBSTETRÍCIA POSTO 2A Equipe composta de:  04 técnicos de Enfermagem no período diurno.4 leitos / ginecologia 2.  02 técnicos de Enfermagem no período noturno. incisão cirúrgica e involução uterina. 01 em cada plantão fazendo 12x36hs. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. pois pode haver retenção urinária. usando água morna e sabão. após 06 horas para parto normal e após 24 horas para parto cesariana.ENF 2A 06 – 2021 A 2024 . tipos de dieta. nas primeiras horas após o parto. sem interrupção.  Orientar a realização da higiene corporal e íntima. sondas. jejum e outros.  Proporcionar sono e repouso adequado. 4. 01 em cada plantão fazendo 12x36hs. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs. das unhas. em caso de cesariana.  Observar aspecto da ferida operatória.  Observar a micção. após micção e evacuação. mantendo-os secos e protegidos. episiorrafia. pois a mãe geralmente está exausta após o parto. 96 . 02 em cada plantão fazendo 12x36hs.

 Observar aspecto das fezes.  Observar eliminação urinaria e anotar seu aspecto. OBS. durante a manipulação do RN. 6. OBS. e comunicar a supervisora. Seguir orientações da Rotina de Prevenção do Sítio Cirúrgico da CCIH. RN NO BERÇÁRIO  Devem-se usar luvas de procedimentos nos primeiros 12h e se sangue ou secreção e aventa ( devem ser trocados entre o cuidado de um RN e outro). lembrando que sua coloração normal é verde-escura e pastosa.  Checar o preenchimento correto dos papéis.  Manter Alcool gel glicerinado para anti-sepsia das mãos após lavagem.  Usar Máscara desvartáveis.  Aferir e anotar temperatura.  Aspirar secreções das vias aéreas superiores se necessário. até a alta 97 .  Lavar as mãos antes e depois de tocar no RN. 7.  Manter o RN aquecido e em decúbito lateral.  Usar sabonete de glicerina para dar banho no RN e retirar o vermix cavernoso das dobras da pele delicadamente. ALOJAMENTO CONJUNTO Alojamento conjunto é o sistema hospitalar em que o recémnascido sadio permanece com a mãe 24 horas por dia. se em barra.  Observar atentamente o nível de oxigenação do RN. Verificar demais orientações na Rotina para controle de Infecção em Recém Nascidos: Berçário e Alojamento Conjunto. sabonete individual. Orientar a puérpera para que quando as mamas estiverem ingurgitadas fazer aplicações de compressas quentes. quantidade e freqüência.  Registrar no relatório todas as intercorrências.  Anotar corretamente os procedimentos executados e as alterações observadas. para evitar riscos de hipotermia e bronco aspiração.

 Registrar nos prontuários da mãe e do RN as condições evidenciadas e condutas tomadas de modo a fornecer informações necessárias para ações de outros profissionais da equipe.  Supervisionar os cuidados prestados pela mãe.  Realizar os primeiros cuidados com o RN. fornecendo todas as orientações necessárias. higiene. reconhecendo assim. medicações. OBS.  Trazer o RN para junto da mãe. 8. deambulações. também situações que necessitem ajuda de outros profissionais da saúde.  Esclarecer sobre as rotinas gerais da unidade de modo a situá-la melhor no ambiente. de modo que haja integração de suas experiências anteriores e expectativas.  Dar oportunidade ao pai participar nos encontros com a mãe nas enfermarias. RN EM INCUBADORA O RN poderá ser colocado em berço comum. ou em uma incubadora. Colocam-se em 98 . berço aquecido. Observar rotina para parto na Rotina da CCIH e Rotina para Controle de Infecção em Recém Nascidos.  Avaliar as condições físicas e emocionais do RN. incentivando a mãe a participar deste acompanhamento com o objetivo de que ela se sinta capaz de conhecer e avaliar seu filho. Este sistema possibilita à prestação de todos os cuidados assistenciais a mãe e ao filho. fornecendo a mãe informações precisas sobre as condições de seu filho no momento de sua admissão na unidade. com dietas.  Proporcionar condições para que a mãe possa reconhecer seu filho. mostrando-se disponível para auxiliá-la na amamentação ou situações que lhe pareçam difícil.  Esclarecer cuidados específicos.  Acompanhar a evolução diária do RN. como troca de roupa. incentivando o cuidar do filho. dependendo de suas condições. e orientar a mãe.hospitalar. associando sempre estas orientações com hábitos da mãe.  Preparar alta da mãe e do RN.  Curativo do Cordão Umbilical com álcool a 70% descoberto. medidas de higiene com o coto umbilical e avaliação de temperatura.

 O RN poderá estar em berço ou em incubadora. hipotérmico. mesmo em desuso para receber urgências. CUIDADOS COM RN EM FOTOTERAPIA Fototerapia é o tratamento a base de luz visando à retirada da bilirrubina impregnada na pele do RN. A fototerapia é usada nos casos de icterícia neonatal.  Veja Cuidados com incubadora na Rotina de Prevenção de Infecção em RN da CCIH.  A incubadora deverá ser mantida ligada. 9.  A temperatura ideal da incubadora é de 36 a 37° graus. prematuro ou com qualquer outra alteração. devido à ação do calor. para o mesmo não resfriar.  Manter a higiene rigorosa da incubadora. o que necessitará atenção constante da equipe de enfermagem para observar suas condições.  Orientar a mãe a lavar as mãos antes de tocar o RN.  O RN deverá estar despido.incubadora os recém-nascidos com problemas respiratórios. pouco peso.  Lavar as mãos e antebraço com água e sabão e álcool a 70% glicerinado toda vez que manusear o RN. Cuidados de enfermagem  Controlar o tempo de permanência da lâmpada fluorescente ligado com anotação da data e números de horas/dia.  Cuidado ao administrar oxigênio ao RN.  Abrir as janelas da incubadora somente quando for manusear o RN. para evitar queimadura.  Estar atento a punção venosa pra prevenir flebites.  Manter as lâmpadas a 50 cm do RN. sendo fundamental o uso de fraldas para proteção do períneo e das gônadas. para evitar infecção cruzada.  Observar atentamente prescrição médica. observando posição correta do Hood.  Lembrar que o RN não será ouvido quando estiver dentro da incubadora. 99 .

 A fototerapia pode ser intermediaria ou contínua de acordo com a prescrição medica. Thomé. Gonçalves. XXVII. essa doença era fatal.  Limpeza freqüente do berço. pois pode ocorrer desidratação devida a sudorese pela ação do calor. mesmo que a prescrição médica seja continua. delimitando seu espaço à sua região. antes da introdução da diálise. com restrições de proteínas. 1994 pg.  Retirada do RN da fototerapia para a amamentação. desinfecção semanal e quando tiver alta com álcool a 70%. porém restritiva ao paciente. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2B – UNIDADE DE TRANSPLANTE RENAL – UTR. levando a uremia (Barros. substancia rica em potássio e líquidos. aos hospitais e médicos. Proteção ocular para impedir o ressecamento da córnea. com diminuição na filtração glomerular. A IRC é um estado clínico que requer controle dietético rigoroso. Manfro.  Controlar o estado de hidratação do RN. DPA) e hemodiálise). melhorando a qualidade no atendimento com o transplantado renal. possibilitaram uma nova alternativa terapêutica a estes pacientes. OBJETIVO GERAL Esta rotina visa proporcionar conhecimento técnico. evitando assim lesões graves por ação da luz.84).  Retirar o RN da fototerapia 15 minutos antes do banho para que seu corpo não sinta diferença de temperatura. 2. CONCEITO Insuficiência Renal Crônica (IRC) se caracteriza pela a perda progressiva e irreversível da função renal. pois pode ocorrer um hiper aquecimento pela ação do calor da lâmpada.e a aplicação das diferentes formas de diálise (peritoneal (CAPD.  Proporcionar mudança de decúbito para que a desempregnação seja uniforme. permitindo uma sobrevida maior.  Controlar rigorosamente a temperatura corporal.científico para equipe de enfermagem. NEFROLOGIA E ORTOPEDIA 1. 100 . Na ausência de material próprio manter os óculos com papel escuro e gazes.

penetrando no rim através do hilo renal. TRANSPLANTE RENAL . A urina é drenada para os cálices menores e destes os cálices maiores.BREVE HISTÓRICO Dos vários programas substitutivos da função renal no tratamento da insuficiência renal crônica (IRC). são reto peritoneais. passando pela pelve renal e ureter até a bexiga. 3. visando à substituição do órgão doente. hematúria. A fisiopatologia da IRC o rim quase sempre está atrofiado havendo perda da função filtrativa dos glomérulos causando proteinúria. o transplante renal é o mais efetivo para reabilitação socioeconômica do paciente urêmico (Pereira et al. ESTRUTURA FÍSICA DA UNIDADE 101 . onde há sua irrigação. com a introdução do esquema clássico de imunossupressão. 5. 4. Artéria renal é um ramo da aorta abdominal. Foi estabelecida como terapêutica adequada para a insuficiência renal crônica no início da década de 60. que é a associação de azatioprina e prednisona ( Manual Pratico de Diagnóstico e Tratamento – Atualização Terapêutica.O transplante renal é um método terapêutico para o paciente com IRC. 2003). oligúria. 2006). para um receptor com a doença renal. ANATOMIA Os rins são órgãos pares situados em cada lado da coluna vertebral. recuperando a função renal e permitindo a reintegração social total do paciente. anúria. envolvendo o rim de um doador vivo ou cadáver humano.

 Pacientes com insuficiência renal aguda e crônica. ar comprimido e vácuo. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2B Diurno:  04 funcionários no plantão impar. (UTR)  Cada enfermaria é composta por 01 banheiro. CARACTERÍSTICA DA INTERNAÇÃO  Pacientes para transplante renal.  01 expurgo. CUIDADOS PRÉ. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem. 9. 6. fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par. pacientes com fratura.OPERATÓRIOS 102 .  01 isolamento com 02 leitos que constituem a Unidade Fechada do Transplante Renal.  Falta de imunossupressores. fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par. 7. 08 enfermarias com 03 leitos cada sendo o total de 25 leitos. TIPOS DE PACIENTE  Transplantados  Renal Crônico  Renal Agudo  Ortopédicos Cirúrgicos  Buco-maxilo 8.  01 banheiro para funcionários.  Complicações de transplante realizados na SCMG. cada leito com entrada canalizada de O2. fazendo 12x36hs Noturno:  04 funcionários no plantão impar.

Quando necessário. 5. laboratório). 18. retirada de esmalte.Avaliar presença de infecção.Realizar relatório de encaminhamento ao centro cirúrgico. centro cirúrgico. juntamente com todos os exames.Preparar psicologicamente o paciente e sua família. oferecendo a roupa do hospital. bijuterias. retirada de prótese dentária. preparo da pele (higiene corporal).É o preparo bio-psico-sócio-espiritual e emocional do paciente e familiares para enfrentar o trauma anestésico/cirúrgico.Checar acesso dialítico (se FAV presença de frêmito e CDL se limpo).Manter dieta zero de 8 a 12 horas antes da cirurgia. a avaliação física e continuidade do tratamento. 14. T.Receber o paciente na unidade do transplante. 6. 1.Averiguar e anotar diurese ( se presente). 7. comunicar ao médico nefrologista e à enfermeira responsável do horário.Encaminhá-lo ao banho.Preparar e aguardar para encaminhar paciente para hemodiálise. solicitar laboratório para coletar exames e fazer reserva no banco de sangue. através de orientações sobre o que vem a ser o transplante renal e a melhora da qualidade de vida.Internar paciente se for doador vivo 1 dias antes do transplante para exames complementares e se for doador cadáver aguardar o mesmo chegar. CME.Aguardar chamada do centro cirúrgico. 12. 9. 11. PA.Pesar o paciente. reunir pertences e entregar a família. providenciar local adequado para realizar as trocas. 103 . checar a administração dos mesmos e caso ocorra qualquer intercorrências ou falta de medicações ( principalmente imunossupressores e antibióticos).Assim que paciente internar em seu leito. 4-Preparo pré-operatório como: jejum. 16. 3. 17. 2. 15. 8. hemodiálise.Encaminhar paciente para hemodiálise um dia antes da cirurgia e solicitar que traga seu capilar para o hospital no final da sessão e o paciente que realizar diálise peritonial. 13. realizar a medicação já prescrita pelo médico nefrologista. R) no prontuário.Comunicar a supervisora qualquer intercorrência e relatar no prontuário. sinais vitais ( P. ao qual o paciente será submetido.Comunicar os setores da instituição envolvidos no processo do transplante ( banco de sangue. para encaminhar o paciente. minimizando ansiedade. eliminações. 10.

controle da dor. CUIDADOS PÓS.19. 20. alterações na recuperação pós-operatória. 104 .OPERATÓRIOS A avaliação da enfermagem neste período. R) e verificação dos mesmos de hora em hora. Pós Operatório Imediato.: A monitorização das complicações pós-transplante renal é prioritária e depende de uma grande parcela dos cuidados e observações da enfermagem. reposição de líquidos. visa detectar e intervir precocemente nas possíveis complicações pós-operatórias do Transplante Renal. soroterapia para reposição volêmica e bandeja para sinais vitais). testar os equipamentos necessários para o recebimento do paciente. medicações utilizadas no ato cirúrgico. cuidados na prevenção de infecções. 5. com ênfase na monitorização do balanço hidro eletrolítico. manutenção e estímulo da deambulação precoce. aspiração de vias aéreas superiores.Avaliar paciente ao recebê-lo na UTR quanto aos sinais vitais (PA. O período das primeiras 24h do pós-operatório do transplante renal está associado à instabilidade hemodinâmica e a necessidade de reposição parenteral de grande quantidade de líquidos. 4. 3.Preparar o ambiente da Unidade Fechada do transplante renal (UTR). Portanto. temos que ter uma equipe bem treinada e comprometida com o serviço e com o paciente transplantado renal.Conferir limpeza terminal da unidade e providenciar desinfecção do mobiliário da UTR. OBS. montar kit para oxigenoterapia. conforme prescrição médica. enfocando a ocorrência de complicações no intra-operatório. Os cuidados pré-operatórios são similares aos realizados com os pacientes cirúrgicos de médio porte.Instalar oxigênio quando necessário. 10. limpeza geral do ambiente. Por isso. P. T. reposição volêmica.Ter conhecimento de como foi o procedimento cirúrgico.Conferir e providenciar material necessário para receber o paciente no POI ( preparar cama de operado.Avaliar estado de hidratação do paciente: condições clínicas.POI 1. 2. 6. a equipe de enfermagem deve ter conhecimento prévio da história do paciente.Trocar lençóis e roupas do paciente provindo do centro cirúrgico.

evitando prevenção de complicações vasculares.Manter curativo oclusivo no 1º PO somente em local do dreno.Aferir SSVV de 1/1 hora. 17. 105 . 14. 10. pulmonares.Avaliar Ferida Operatória (FO) com relação a presença de hemorragias e hematomas ( solicitar enfermeira ou equipe médica quanto a qualquer anormalidade). lavando com água e sabão. 19.Observar acesso venoso.Realizar balanço hídrico rigoroso. 23.Troca do curativo sempre que necessário pela enfermeira responsável. utilizando técnica asséptica.POM 1-Encaminhar paciente ao banho de aspersão após liberação médica. 12. 24. evitando infecções.7. 18. 9. só a equipe multidisciplinar.Agendar exames. 13. 2-Aferir sinais vitais de 2/2 horas. Pós Operatório Mediato.Realizar banho no leito.Medir diurese de 1/1 hora e realizar reposição hídrica. trocando sempre que necessário. 15. conforme prescrição médica.Manejo do controle da dor. terá acesso à mesma. sondas. 22. incisão cirúrgica aberta (só manter oclusivo quando houver sangramento).Administrar medicação conforme prescrição médica.Cuidados com acessos vasculares (FAV). Em caso de incisão cirúrgica manter aberta no 1º PO. e o doador (a) quando na sua alta. o mesmo deverá utilizar máscara de proteção. 3-Medir diurese de 1/1 hora. se funcionante. 8.Observar manutenção e funcionamento da sonda vesical de demora (principalmente obstrução). 20. realizando reposição hídrica conforme prescrição médica. 11.Estimular deambulação o mais precoce possível (conforme orientação médica).Manter paciente em decúbito dorsal. 21.Quando o paciente necessitar de realização de exames ou hemodiálise (fora da UTR). data e horário. 16.Durante o período na UTR (até 5º PO). conforme prescrição médica. drenos. 4-Realizar curativo se houver dreno manter oclusivo.Avaliar função renal: controle de diurese de hora em hora. 25.Registrar em prontuário todas intercorrências. úlceras de decúbito (dentro da UTR).

observar presença de rubor. entre outros).ao aparecimento de sinais de infecção: observar condições clínicas do receptor e doador. etc. técnica cirúrgica). se necessário. realizar higiene oral adequada e avaliação da cavidade oral (monilíase oral). hematúria.: Os funcionários que trabalham na unidade de Transplante Renal deverão se afastar se apresentarem qualquer reação infecciosa como gripe. avaliar a evolução da cicatrização. presença de sedimentos. Ver outras Orientações na Rotina de Controle de Infecção de Sítio Cirúrgico da CCIH. calor na ferida operatória.  Justificativa do cuidado – a função renal no período pós-operatório imediato está relacionada com a formação de urina (24-48hs) e normalização da creatinina e uréia sérica. 7-Estimular a deambulação. quando necessária com prescrição médica. diarréia. ardência ao urinar. enquanto ocorre a regeneração das células tubulares. viroses. densidade. 6-Administrar medicação de urgência. resfriados. 8-Encaminhar paciente para hemodiálise. 2 – Infecção: Cuidados de Enfermagem – monitorar a evolução da temperatura. com enfoque nas alterações de suas características (volume. realizar controle de diurese. investigar queixas de mal-estar. edema. avaliar condições das inserções de cateteres e drenos. 9-Educar o paciente sobre os cuidados domiciliares. Devido à terapêutica 106 . Justificativa do cuidado . vômitos. OBS. COMPLICAÇÕES E CUIDADOS DE ENFERMAGEM 1 – Disfunção Precoce do Enxerto:  Cuidados de Enfermagem – Realizar balanço hídrico rigoroso e avaliar o resultado. cor. odor. presença de doenças sistêmicas. 11. tosse dificuldade respiratória e diarréia. A demora no funcionamento do enxerto é definida como a necessidade de diálise durante os primeiros sete dias após o transplante.5-Administrar medicação imunossupressora de horário conforme prescrição médica. alterações da defesa imunológica (utilização de imunossupressores. OBS.

avaliar presença de edema ou abaulamentos próximos à incisão cirúrgica. retenção urinária. e outros). Prednisona e Ciclosporina. a febre poderá ser mascarada. cor. depois. realizar lavagem da sonda conforme orientação médica. Se não fizer uso. odor. A negligência em tomar estas drogas pode causar rejeição ao rim ou torná-lo doente. presença de sedimentos. presença de sedimentos. Se a obstrução persistir. principalmente de membros inferiores e peri-incisão cirúrgica. entre outros). hematúria. e o paciente poderá referir desconforto abdominal. hematoma ou linfa. densidade. evitando. hematúria. extravasamentos de urina. avaliar a presença de dor na FO. Se a obstrução ocorrer. o rim será rejeitado pelo organismo e o paciente retornará à diálise. as mais importantes são: Azatioprina.  Justificativa do cuidado – a obstrução pode ocorrer devido presença de coágulos e torção das vias urinárias. avaliar presença de evolução de edema. 3 – Obstrução do trato-urinário: Cuidados de enfermagem – realizar controle de diurese com enfoque nas alterações de suas características (volume. cor. Este paciente fará uso de várias medicações. o volume urinário diminui. Nas primeiras semanas em doses mais altas. 12. compressão externa por edema. odor. densidade. E estas drogas deverão ser ministradas conforme prescrição médica e em horários determinados rigorosamente. a dose irá diminuindo. a bexiga pode tornarse hiperestendida e ocorrer um rompimento da anastomose ureterovesical. medicamentosa. manter sonda vesical pérvia observar a ocorrência de dobras na extensão. CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM AS DROGAS MAIS UTILIZADAS O transplantado renal terá que fazer uso dos medicamentos par toda à vida. 4 – Linfocele:  Cuidados de enfermagem – realizar controle de diurese com enfoque nas alterações de suas características (volume. portanto a rejeição (o organismo reagirá contra o rim tentando destruí-lo). 107 . monitorar presença de secreção purulenta ou sinais de infecção em incisão . ao longo do tempo. rejeição aguda ou ureter. trações ou obstruções por coágulos. por este motivo esta não pode ser o único parâmetro de avaliação.

5-Prograf ou Tacrolins – Geralmente a administração é pela manhã. podendo levar a hipertensão e desencadear diabetes. REINTERNAÇÃO POR INTERCORRÊNCIA Se o paciente necessitar reinternar por alguma complicação ou infecção.Estas drogas têm doses variadas de acordo com o peso e suas condições clínicas. com uma anamnese rigorosa 2. é necessário uma avaliação minuciosa: 1. encaminhar o paciente para o isolamento. acne. 108 . Caso suspeita ou comprovação da infecção. geralmente em cápsula Efeitos Colaterais: Pode associar-se a hipertensão dependendo da dose. Efeitos Colaterais: Poderá associar. com associação de três tipos de medicamentos. 2. 3. 4. administrado pela manhã. Iniciar antibioticoterapia criteriosamente e horário.se a hipertensão. Realizar admissão do paciente. aumento das gengivas. crescimento de pêlos. 4-Cellcecpt ou Micofenolato de Mofetil – Poderá provocar diarréia ou vômitos e também ocasionar a queda de leucócitos e anemia. Avaliar indícios de infecção. 13.Azatioprina – Geralmente ingerida a noite.se ao aumento de gorduras no sangue ( colesterol e triglicérides). 6-Rapamune ou Rapamicina – Pode associar. conforme prescrição médica. Efeitos Colaterais: Pode causar problemas no fígado (icterícia) e diminuição dos leucócitos. Efeitos Colaterais: Aumento do apetite. aumento do colesterol e às vezes desencadeando diabetes. 3-Ciclosporina ou Sadimun – É ingerida 02 vezes ao dia a cada 12 horas. e da quantidade de gordura no rosto e nas costas. As drogas mais utilizadas são: 1-Prednisona ou meticorten – É um corticóide.

Xilocaína injetável sem vasoconstricção. Agulha 25/ 7. Esparadrapo. Lâmina de bisturi nº 11 ou 15. Rotina para Biópsia Renal Percutânea Preparar o material necessário: 1. 13. Procedimentos: 109 .) 4. aguarde sua passagem nos postos. ECO.. preparo prescrito pelo médico. caso não seja. material necessário e nome do funcionário que agendou o exame. 12. 3. 5. Anotar data. horário. Quando exame de alto custo encaminhar relatório médico com justificativa para o Serviço Social e aguardar resposta data. Exames de imagem (USG. 5. TC. Agulha 40/ 12. encaminhar para o serviço social para ser autorizado junto à diretoria. 2pacotes de gazes. fezes. Seguir técnica de coleta descrita pelo laboratório para exames colhidos pela enfermagem (EAS. Polvidine tópico. Bandeja de pequena cirurgia. Seringa 20 ml. Devem ser colocados na caixa de exames do setor.) devem ser agendados pela supervisão e quando não realizados na Instituição. Peso (saco de areia). local e horário da realização do exame. 11. Recipiente com formol. 6. 7.14. 8.. escarro. ROTINA PARA ENCAMINHAMENTO DE EXAMES E BIÓPSIA RENAL Rotina para exames Quando exames Laboratoriais: 1. 2. 02 agulhas semi-automáticas para biópsia renal. 6. 10. 3. Avisar imediatamente o laboratório quando o exame for de urgência. . 9. 01 pacote de compressa. 4. 2.

Auxiliar médico assistente durante o procedimento. .Observar aspecto da diurese. como hemocultura e hemograma. XXVIII. . 1. Dispõem de equipe qualificada sendo uma enfermeira especialista em oncologia e técnicos em enfermagem capacitados para manipulação e administração de fármacos. Alguns fatores 110 .Após o término arrumar o quarto.. quantidade e anota. .Anotar e comunicar intercorrências. TOXICIDADE GASTRINTESTINAL Os efeitos colaterais mais comumente encontrados na maioria dos pacientes sob quimioterapia são as náuseas e os vômitos. A comunicar se alteração.Preparar o paciente. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2C – UNIDADE DE HEMATOLOGIA/ONCOLOGIA A Santa Casa de Misericórdia de Goiânia oferece assistência humanizada a clientes que necessitam de tratamento oncológico e hematológico.Orientar o paciente quanto ao repouso absoluto por 4 horas e manutenção do peso sobre o local da punção.1.Aferir SSVV de 15 em 15 minutos na 1ª hora.Transportar o paciente para o leito em maca.la.Promover a desinfecção do leito para biópsia e arrumá-lo. sendo seis enfermarias com três leitos e um isolamento. . . .Encaminhar material ao laboratório de anatomia patológica. . após verificar de 30 em 30 minutos até completar 4 horas. para clientes da oncologia e hematologia. Na instituição são destinados dezenove leitos. aferir P. . .Recolher material utilizado. CUIDADOS GERAIS PARA PACIENTES DA UNIDADE DE ONCOLOGIA E HEMATOLOGIA 1. sendo que a enfermagem deverá solicitar o serviço do laboratório para realização do mesmo. Os clientes ao serem admitidos na unidade deverão ser verificados os sinais vitais e observados a solicitação de exames.Deixar preenchido o formulário da sala. . .

manteiga de cacau). em decorrência da alteração do paladar. 1.2. Estomatite refere-se especificamente a mucosa oral. sialorréia. condimentos.3.9%). taquicardia.3. Bochechos com solução salina (SF 0.1. SINAIS CLÍNICOS  Palidez cutânea.1SINAIS CLÍNICOS DA MUCOSITE Hiperemia. 1. a via de administração .2. ulceração. 1. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM 111 . a dose . dor na região da garganta e epigástrio.influem na ocorrência de náuseas e vômitos. sensação de fraqueza.1. 1. Aplicar lubrificante labial (ex. hemorragia e infecção secundária. dor.1.2. 1. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM     Inspecionar cavidade oral. alimentos muitos salgados ou com odores fortes. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Administrar o antieméticos antes das refeições. 1. tontura. 1. edema. ANOREXIA É a perda do apetite ocorrendo principalmente em pacientes em usos de quimioterapia. sudorese.2. a velocidade de aplicação e a combinação dos fármacos. MUCOSITE (ESTOMATITE) É o termo genérico usado para designar a inflamação da mucosa. salivação excessiva.  Encorajar o paciente a evitar gorduras.2.  Estimular a ingestão de pequenas porções de alimentos a intervalos menores. Orientar a escovação dos dentes com escova macia. perspiração.1.

pelo intestino. Acontece em decorrência da neuro toxicidade. como o uso de suplementos nutritivos que ofereçam complementação dietética de grande valor.5. 1. vômitos e desequilíbrio eletrolítico.4. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Questionar ao paciente sobre sua função intestinal. 1. 1. 1. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Avaliar o padrão intestinal habitual do paciente  Pesar em intervalos regulares  Orientar quanto à importância da manutenção da ingestão hídrica adequada.5.  Avaliar ruídos hidroaéreos. 112 . OBSTIPAÇÃO A obstipação consiste na dificuldade e diminuição da evacuação. principalmente dos quimioterápicos do grupo dos alcalóides da vinca.  Estimular a ingestão de alimentos ricos em proteínas e calorias. alimentação por sonda.1.1. A não correção do estado obstipativo pode levar a náuseas.  Informar ao médico sobre a evolução da obstipação. Orientar o paciente sobre a importância de a ingestão alimentar mesmo durante o quadro de inapetência.  Promover o contado com o serviço de nutrição sempre que necessário. DIARRÉIA Definida como liberação anormal e freqüente de matéria fecal. acompanhada ou não de cólicas abdominais. mais ou menos liquida.  Hidratação adequada.  Avaliar turgor cutâneo e umidade das mucosas.4.  Instruir o paciente da importância da ingestão de fibras. nutrição parenteral.  Casos mais graves devem ser avaliados quanto à necessidade de medidas alternativas.

1. sudorese. urticária e hipotensão.  Ataxia cerebral: dismetria. fala pastosa. bronco-espasmo. cólica abdominal e impotência.6. 1. ataxia.  Informa sobre a transitoriedade da obstipação. dormência nas extremidades dos membros superiores e inferiores. Orientar na pratica de exercícios físicos diários e da deambulação.  Neuropatia craniana: toxicidade. vômitos. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Orientar o paciente e familiar para ficarem atentos quanto aos sinais e sintomas da neuro toxicidade para pacientes internados. 1. SINAIS E SINTOMAS Exantema cutâneo maculopapular. prurido. cefaléia.  Aracnóide e irritação meninge: náuseas. depressão e sonolência.7. tontura e raramente. REAÇÕES ALÉRGICAS E ANAFILAXIA É um tipo de reação orgânica imunológica e passageira que se caracteriza por contração da musculatura lisa e vaso dilatação periférica devido à liberação de substancias farmacologicamente ativas iniciadas pela ligação do antígeno ao anticorpo. 113 . 1. edema periorbitário. neurorretinite óptica. rigidez da nuca.  Neuropatia periférica: Parestesias em mãos e pés. febre.  Alertar sobe o perigo da obstipação.7. obstipação.1. formigamento e dormência mialgias. TIPOS DE ALTERAÇÃO Alterações mentais confusão. NEUROTOXICIDADE Alguns fármacos quimioterápicos apresentam uma maior incidência no que se refere aos sintomas provocados no SNC. tosse dispnéia. nistagmo e vertigem.  Instituir medidas preventivas contra a obstipação.1.2. perda do paladar.6. 1.6. paralisias e encefalopatia. fraqueza muscular. sensações de queimação. vômitos.

1. dor. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Manter em mãos agentes farmacológicos e equipamentos de emergências. TOXICIDADE DERMATOLÓGICA DAS DROGAS Toxicidade local ocorre quando a droga atinge os tecidos vizinhos ao local primário da inoculação da mesma e apresenta sinais e sintomas variados: flebites.1.  Proceder a atendimento de emergência conforme critérios médicos.  Manter acesso venoso permeável.  Realizar a técnica de reanimação cardiopulmonar. CUIDADOS DE ENFERMAGEM IMEDIATOS DURANTE A REAÇÃO ALÉRGICA  Comunicar o médico imediatamente.1. Extravasamento – é o escape ou infiltração de drogas do vaso sanguíneo para os tecidos vizinhos. 2.3. foto sensibilidade. 114 .9% ou SG 5%.2. principalmente em casos de hipotensão. principalmente quando o paciente apresentar cianose. hiperpigmentação e outras.  Ajudar o paciente a controlar a ansiedade. desconforto respiratório e edema.7.  Interromper imediatamente a infusão.1. descoloração venosa e necrose tecidual pos-extravasamento. 2. urticária. Já a toxicidade sistêmica inclui os seguintes sinais e sintomas: alopecia.  Obter sinais vitais pré-quimioterapia. eritema.  Alerta especial quando da administração do medicamento ao primeiro indicio de reação.  Monitorar sinais vitais e cada 5 minutos. DEFINIÇÕES 2.7. urticária.  Manter a via venosa com SG 0.1.  Administrar oxigênio 02 l/m por cateter nasal ou máscara aos dispnéicos.  Aumentar o fluxo de soro.

calor.1. podendo necrosar o tecido e comprometer tendões e articulações. Drogas irritantes – são aquelas que causam reação cutânea menos intensa quando extravasadas.  Pacientes com infusão contínua durante longo período de tempo.  Pacientes idosos devido à maior fragilidade capilar.2. Drogas vesicantes – são aquelas que causam irritação severa com formação de vesículas e destruição tecidual quando infiltrados fora do vaso sanguíneo. desconforto e eritema.2. 2. Pode estar presente sinal de inflamação (dor. Com drogas vesicantes a lesão geralmente aparece gradualmente. Os sintomas são: prurido em ausência de dor e dificuldade do retorno venoso.3.1. calor.  Administração dos quimioterápicos por pessoa sem o devido treinamento.  Pacientes que estão incapacitados de se comunicar sobre as sensações de dor que ocorrem durante o extravasamento. 2. As reações imediatas de extravasamento são: queimação.  Localização inadequada da punção. FATORES DE RISCO QUE CONTRIBUEM PARA O EXTRAVASAMENTO DE QUIMIOTERÁPICOS  Pacientes com enfermidades vasculares periféricas. CARACTERÍSTICA DA LESÃO TECIDUAL O tempo de duração de lesão tecidual depois do extravasamento de medicamento é variável.  Escolha de equipo ou scalps inadequados.  Pacientes que tenham recebido radioterapia na área da punção.2.1. síndrome de Reynaud. A ulceração pode aumentar por 02 ou 03 meses. diabetes. Pode haver dor e queimação sem necrose tecidual ou formação de vesículas. PREVENÇÃO DO EXTRAVASAMENTO 115 . rubor e edema) e não há dificuldade de retorno venoso.2.2. 2. 2.2. dor. Inicialmente o agente tóxico causa dor durante o extravasamento e após 7 a 10 dias aprecem eritemas. seguidos por uma ulceração progressiva.

com distúrbios motores ou sensoriais e excessivamente puncionados.  A fossa ante cubital deve ser evitada ao máximo. de preferência com scalp. 1. portanto. Solicitar ao paciente a manutenção da mão ou do membro imóvel durante a aplicação do fármaco. Não administrar fármaco vesicante em infusão continua prolongado através de veia periférica puncionada com scalp ou jelco.  Fixar o scalp com adesivo transparente. 3 . dor. imobilidade) freqüentemente irreparável. ruptura e espasmo. Evitar jelco porque pode retardar a percepção de pequenos extravasamentos. e agulha comum.  Puncionar com cuidado a veia escolhida. moveis e distantes de articulações. 116 . submetidos a cirurgia. submetidos à irradiação. 2 .  Evitar o uso de veias puncionadas há mais de 24 horas.  Escolher a via que ofereça à melhor proteção as articulações tendões e nervos. vesicantes antes dos não-vesicantes. pois a veia esta mais estável e menos irritada no inicio do tratamento e. nervos.Testar o retorno venoso. edemaciados.Observar queixa do edema e hiperemia que indiquem aos sinais de extravasamento. queimação e aguilhadas são os sintomas de extravasamento. acarretam comprometimento articular. de difícil correção. ocasionando prejuízo funcional do membro (contratura.Observar as queixas do paciente. por serem mais calibrosas. menos susceptível a lesões. 4. correspondentes a mastoidectomia.  Em geral recomenda-se a aplicação dos quimioterápicos. que cause o menor prejuízo anatômico e funcional e que ofereça melhores condições cirúrgicas caso ocorra extravasamento. com lesão ou metástases.  Certifica-se do posicionamento correto do scalp ou Jelco antes de administrar o quimioterápico por meio das seguintes manobras. assegurando a imobilização da agulha dentro do vaso e o reconhecimento imediato de reações locais de infiltração do fármaco. Pois no local existem estruturas importantes (artérias. tendões) que quando lesados. menos tortuosa. apesar de ter as veias mais calibrosas e acessíveis. Neste sentido. são mais adequadas às veias do antebraço. mesmo que apresentem bom retorno venoso.Administrar inicialmente apenas o soro fisiológico. por ser difícil mobilização e fixação.  Evitar punção de membros inferiores.

tipo de agulha e calibre. conforme recomendado.  Aplicar o antídoto ou compressas frias e/ou quentes. Paciente com contagem maior ou igual a 4.  Notificar o médico do paciente e registrar a ocorrência em prontuário ou outro impresso específico.  Remover o scalp e elevar o membro acima do nível do coração.2.3. queimação. A técnica mais adequada consiste na menos irritante ao endotélio venoso. A neutropenia é caracterizada por valores de 117 .000/mm até menor ou igual a 2. Sempre que possível. como dor. especialmente ao tratar-se de fármaco vesicante. mas sempre. local.  O retorno venoso deve ser checado pelo menos a cada 2 ml de fármaco administrado. O uso do antídoto deve ser prescrito pelo medico assistente e autorizado por protocolo definido pela Instituição.  Conectar uma seringa ao scalp para aspirar a medicação residual existente. 2. sendo importante registrar data e hora. formigamento. 3. especialmente dos vesicantes.000/mm podem receber a dose total prevista. prurido ou agulhada.  Após aplicação do fármaco. concomitante a infusão do soro de manutenção. tratamento realizado e assinatura do enfermeiro responsável.  Instruir o paciente para relatar imediatamente qualquer anormalidade.  Manter a área puncionada sob observação constante durante o período de infusão do antineoplásico. quantidade extravasada. deve ser feita em push (em bolus) (administram-se dois ml e esperam-se 15 segundos e assim sucessivamente). lavar a veia com pelo menos 20 ml de soro ou água destilada antes de retirar o scalp. sinais e sintomas apresentados.  Evitar exercer pressão sobre o local do acidente. NEUTROPENIA Pacientes que recebem quimioterapia devem ser cuidadosamente monitorados para determinar a ocorrência e a duração da mielossupressão. MEDIDAS DE ENFERMAGEM IMEDIATAS EM EXTRAVASAMENTOS  Parar imediatamente a infusão e manter a agulha no local. a infusão dos quimioterápicos. fármaco administrado e seqüência.

armário com chave para guardar medicamentos. Cada enfermaria é composta por 01 banheiro. ESTRUTURA FÍSICA DO POSTO 2-D       A pediatria está localizada no 2º andar. 01 expurgo.00/mm e 500 /mm definem neutropenia moderada e severa. possui também uma sala para preparo de medicação. Valores menores ou iguais a 1. 01 banheiro para funcionários. XXIX. uma para tratamento cirúrgico. três são destinadas para tratamento clínico. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs.neutrófilos inferiores a 1. podendo sofrer ajustes ou mesmo suspensão. o que dependerá do quadro clinico do paciente. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2D – PEDIATRIA 1. Nesses casos. 4. sendo composta por: 04 enfermarias com 05 leitos cada sendo o total de 20 leitos. 118 . fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem. a dose deve ser revista pelo medico antes de ser liberada. fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par.500/mm. Das quatros enfermarias. A ocorrência de febre na vigência de neutropenia carcteriza uma emergência oncologica. cada leito com entrada canalizada de O2. Conforme idade da criança é colocada em berços ou camas. ar comprimido e vácuo. fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par. respectivamente.  A clínica também possui uma sala com maca para procedimento (punção venosa). banheiro com uso exclusivo dos funcionários. com material de emergência. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2C Diurno:  03 funcionários no plantão impar. fazendo 12x36hs Noturno:  03 funcionários no plantão impar.

 Encaminhar para higienização corporal no chuveiro quando a criança tiver acima de 1 ano.  02 funcionários no plantão par. soros e cobertores. fazendo 12x36hs. 01 bebedouro. proceder ao curativo com álcool a 70% conforme recomendado.  Observar a pele do bebê. 119 . fazendo 12x36hs. 2.  Auxiliar a mãe conforme necessidade. e um armário para guarda dos brinquedos.  Realizar a troca de lençol do leito.  Observar coto umbilical.pia com bancada e um armário para guardar roupas.  No espaço comum do posto. 01 televisão com vídeo cassete.  Orientar a mãe quanto à higienização genitália. nariz e ouvido.  Oferecer e orientar quanto ao uso do sabonete neutro.  Oferecer roupa limpa. HIGIENIZAÇÃO  Oferecer bacia estéril quando for RN até 06 meses. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. fazendo 12x36hs. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2D Diurno:  02 funcionários no plantão impar.  04 supervisoras de Enfermagem. existem mesas infantis com cadeiras para as crianças. fazendo 12x36hs.  02 funcionários no plantão par. Noturno:  02 funcionários no plantão impar. 3.

 Identificar o material coletado com o nome do paciente e registro.  Oferecer a máscara e aerosol com a medicação para a mãe. NEBULIZAÇÃO  Preparar a medicação conforme prescrição.  Incentivar a alimentação quando estiver inapetente. PREPARO PARA EXAMES  Orientar a mãe quanto á necessidade do jejum para exames.  Orientar o paciente e a mãe quanto ao procedimento e ajustar a máscara nas vias aéreas superiores. 5.  Incentivar aleitamento materno de acordo com a idade da criança.  Encaminhar o material junto com o pedido do exame para o laboratório. 6.  Observar a aceitação das dietas. 4.  Aos lactentes serão oferecidas mamadeiras conforme prescrição. ALIMENTAÇÃO  A alimentação será fornecida pelo serviço de nutrição para criança e a mãe ou acompanhante. 120 .  Auxiliar a mãe na alimentação conforme necessidade.  Oferecer recipientes para coleta de exames de fezes e urina.  Auxiliar laboratório na coleta de sangue levando a criança e a mãe para a sala de procedimentos. Solicitar que mãe ou acompanhante realize os banhos das crianças abaixo de 01 ano com observação da enfermagem.

 Observar nível de consciência da criança. Seguir rotina conforme Manual do Curativo 7.  Orientar a mãe quanto à importância do repouso e continuidade de jejum.  Abrir sondas e drenos se houver. Ligar o ar comprimido.1.  Anotar diurese conforme prescrição. POI .  Administrar medicação conforme prescrição.  Encaminhar material para o CME para limpeza e desinfecção. 121 . na bolsa coletora.  Observar drenagem de curativos.  Retirar o material da unidade.CIRURGIAS UROLÓGICAS  Observar curativos e proceder à troca conforme necessidade e prescrição médica. Seguir rotina conforme Manual do Curativo  Observar cor e aspecto da diurese.  Manter o leito limpo e seco.  Orientar a criança e a mãe quanto à importância da deambulação e repouso. observando cor. aspecto e odor.  Realizar troca de curativos conforme necessidade e se houver prescrição.  Posicioná-la no leito conforme cirurgia. 7.  Abrir venóclise e controlar o gotejamento.  Aguardar o tempo da nebulização. CUIDADOS PARA PACIENTES CIRÚRGICO  Receber a criança e passá-la da maca para o leito.

Observar local do curativo.  Orientar a mãe quanto à necessidade da sonda vesical de demora. P.3.I.CIRURGIAS ORTOPÉDICAS   Manter criança de repouso conforme prescrição.2. 7. Manter repouso no leito até 1º P. Manter talas de gesso em posição anatômica de acordo com prescrição médica. Seguir rotina conforme Manual do Curativo. 122 . Apalpar artéria pediosa.ABLAÇÃO  Receber o paciente. Administrar medicação conforme prescrição. náuseas e vômitos e registrar em prontuário. POI . passando-o da maca para leito em decúbito dorsal. POI. Aferir sinais vitais e anotar no prontuário. 7. Observar eliminações fisiológicas e anotar. 7.CIRURGIAS DA OTORRINO      Receber a criança posicioná-la no leito de acordo com a cirurgia.  Administrar medicação conforme prescrição para dor. e observar cianose de extremidades.4.    Orientar o paciente para não fletir o membro do procedimento. Realizar troca de curativo conforme prescrição.O. Realizar troca de curativo conforme prescrição.O. Aferir sinais vitais e anotar no prontuário.    Manter o leito limpo e seco.

CARACTERISTICA DA CLÍNICA No posto de enfermagem e realizado o preparo dos medicamentos e a guarda dos materiais como bandejas. desfibrilador e um foco portátil). Há um pequeno hall com cadeiras e uma TV 29 polegadas que foi doação de um paciente para entretenimento no final da tarde com horários estipulados de ligar e desligar a televisão. Administrar com rigor anticoagulante conforme prescrição médica. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2E – CARDIOLOGIA 1. com um total de 09 enfermarias de 03 leitos e 04 enfermarias de 02 leitos. XXX. sendo que 16 leitos são destinados a pacientes cirúrgicos. ablação e cirurgia cardíaca. As roupas sujas 123 . Há também um pequeno expurgo para guardar materiais contaminados como comadres. estetoscópio. luvas. implante de marca.      Manter a criança de repouso conforme prescrição. estudo eletrofisiológico. ESTRUTURA FÍSICA O posto da cardiologia está situado no 2º piso. 08 leitos masculinos. 08 leitos femininos e os restantes destinados aos pacientes clínicos.passo. material de emergência (monitor cardíaco. Os atendimentos realizados no setor são: clínicos. 2. No posto ao lado. de acomodações simples. escaninho para papeletas. sendo denominado posto 2E. é reservado para prescrição médica com balcão formicado e mesa de granito. desfibrilador. cateterismo cardíaco. Revisar o curativo compressivo. Manter o leito limpo e seco. compadres. enxovais e pijamas para os pacientes. Realizar troca de curativo conforme prescrição. látex. etc. mesinha com gavetas para guardar aparelhos de pressão arterial. Administrar medicação conforme prescrição. materiais para curativos. impressos e a guarda de papeletas de alta hospitalar. angioplastia. possui 37 leitos.

quando o paciente recebe anticoagulantes orais ou parenterais. 124 . fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. fazendo 12x36hs Noturno:  04 funcionários no plantão impar. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem.são acondicionadas em hampers que estão localizados entre as enfermarias.  Oferecer coletor de diurese para aferir e anotar diurese: observando cor. 3. hematomas.  Orientar e mantê-lo em repouso no leito: membros inferiores elevados. aspecto e odor. CUIDADOS COM PACIENTES CLÍNICOS QUANDO ADMITIDOS Após admissão observar conforme rotina:  Edema. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2E Diurno:  04 funcionários no plantão impar.  Cianose de extremidades. fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par.  Estado geral do paciente: unhas. 4. pele e cabelo. dispnéia.  Observar com rigor sangramentos orais.  Administrar medicação prescrita com rigor.

debilitado.  Observar nível de consciência.  Ouvir e tentar solucionar queixas. proceder à higienização no leito ou chuveiro de acordo com o estado geral do paciente. para passar no paciente.  Providenciar emolientes / hidratantes para pele.  Quando paciente acamado.  Proceder à mudança de decúbito de 2/2 horas. para evitar úlceras por pressão.  Proporcionar ambiente calmo e tranqüilo.  Proporcionar terapias no leito em estados graves de ICC com uso de drogas vaso ativa em bomba de infusão. Administrar oxigênio úmido sob cateter nasal ou máscara de macronebulação.  Manter o paciente limpo e seco. Hidratar a pele do paciente com óleo de girassol. edema MMII.  Solicitar atendimento psicológico sempre que detectar necessidade. 125 . conforme prescrição médica. principalmente em proeminências ósseas.  Observar funcionamento intestinal.  Aspirar secreções orais ou pela tranqueostomia com técnica asséptica conforme necessidade (ver rotina de prevenção de Pneumonia da CCCIH). dersani ou trigliceril. nos casos de rachaduras.  Realizar  massagem de conforto.  Liberar acompanhante familiar de acordo com o estado geral do paciente.

Verificar e anotar os sinais vitais de 1/1 hora. Autorizar acompanhante familiar conforme estado do paciente. Colocar o paciente em posição de fawler mais oxigênio terapia conforme prescrição.  Proporcionar terapias. Administrar medicação conforme prescrição do médico. Retirá-lo do quarto para o banho de sol e socializá-lo com outros pacientes. atividades manuais. conforme estado geral do paciente. 4. Solicitar dieta livre para nutrição e observar aceitação. Observar cianose de extremidades. CATETERISMO CARDÍACO 126 . TV.     Administrar medicação S. 5. CUIDADOS COM O PACIENTE COM INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO:      Mantê-lo em repouso absoluto no leito. Proporcionar sono/repouso/ambiente calmo e tranqüilo. Observar com rigor temperatura da água quando encaminhado para higienização corporal.O S em caso de precordialgia. livros.   Restringir número de visitas.  Orientar familiares quanto à necessidade de visitas regulares.

 Solicitar maqueiro para encaminhar paciente com os exames para hemodinâmica. passando-o da maca para leito em decúbito dorsal. orientá-lo para não fletir o membro do procedimento.  Apalpar artéria pediosa.  Receber o paciente.I DE CATETERISMO CARDÍACO  Preparar leito do paciente. e observar cianose de extremidades. Sua indicação é para mostrar obstruções das artérias que irrigam a musculatura do coração (coronárias).Exame cardiológico evasivo feito para diagnosticar ou corrigir problemas cardiovasculares.O.  Revisar o curativo compressivo. ANGIOPLASTIA Desobstrução de artérias coronária ou ponte de safena que estejam comprometidas por uma placa de gordura ou um coágulo. Preparo para Cateterismo Cardíaco  Encaminhar paciente para higienização corporal e oral. 4. P. 5. como a visualização de um estreitamento geralmente formado por uma placa de gordura na artéria coronária. principalmente PA e pulso. É feito 127 . oferecendo roupa do hospital.  Aferir a anotar sinais vitais.1.  Orientá-lo quanto jejum.  Retirar roupa íntima prótese dentária e guardar no armário de pertences.

P.  Aferir a anotar sinais vitais.I DE ANGIOPLASTIA  Preparar leito do paciente. orientá-lo para não fletir o membro do procedimento. passando-o da maca para leito em decúbito dorsal. 5. principalmente PA e pulso.O.I DE ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO 128 .1. 6. posicionado e inflado no ponto que está obstruído.  Orientá-lo quanto jejum.  Solicitar maqueiro para encaminhar paciente com os exames para hemodinâmica.usando-se um balão que.  Retirar roupa íntima prótese dentária e guardar no armário de pertences. PREPARO PARA ANGIOPLASTIA  Encaminhar paciente para higienização corporal e oral. oferecer roupas (pijamas) do hospital.  Receber o paciente.2.  Administrar com rigor anticoagulante conforme prescrição médica.1. e observar cianose de extremidades. P. com a finalidade de detectar e avaliar uma arritmia cardíaca.X).O. ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO É um exame realizado por meio de introdução de cateteres que chegam até o coração e são guiados por imagem radiológica (R. restabelece circulação sanguínea local. 6.  Apalpar artéria pediosa.  Revisar o curativo compressivo. 5.

3.  Passar da maca para leito. que usa a energia de radiofreqüência aplicada diretamente nos focos das 129 .2.  Retorno ambulatorial conforme orientação médica.  Encaminhar paciente para higienização corporal e oral.  Observar local da punção. Receber paciente cordialmente chamando-o pelo nome.  Fazer troca de curativo.  Fazer troca de curativo compressivo conforme prescrição médica.1º P. 6.  Manter ambiente calmo tranqüilo para repouso no leito.  Verificar e anotar sinais-vitais.  Administrar medicação conforme prescrição médica. 7. ORIENTAÇOES PARA ALTA  Manter repouso em casa por 24h. 6. não dobra o membro do procedimento. jugular e femoral. mantendo curativo oclusivo.  Oferecer dieta conforme prescrição.O DE ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO  Verificar Sinais Vitais.  Observar queixas e solicitar avaliação médica.  Medicação conforme prescrição médica. ABLAÇÃO Tratamento utilizado para acabar com as arritmias cardíacas.  Orientar paciente quanto repouso no leito.

 Observar queixas e medicações.arritmias.  Fazer troca de curativo.  Oferecer dieta conforme prescrição.  Manter ambiente calmo tranqüilo para repouso no leito.1. 7. com índice de cura hoje em torno de 95 a 98%.I DE ABLAÇÃO  Receber paciente cordialmente chamando-o pelo nome. 7.  Orientar paciente quanto repouso no leito.  Passar da marca para leito. ORIENTAÇÕES PARA ALTA  Manter repouso em casa por 24h.  Medicação conforme prescrição médica. não dobrou o membro do procedimento.  Observar local da punção.  Fazer troca de curativo compressivo conforme prescrição médica. mantendo curativo oclusivo.  Verificar e anotar sinais-vitais.O.  Retorno ambulatorial conforme orientação médica. P. jugular e femoral.O DE ABLAÇÃO  Verificar Sinais Vitais. livrando inclusive o paciente do uso de medicamentos. 7. 130 .  Encaminhar paciente par higienização corporal e oral.2.1º P.3.

8.A e Pulso.O. principalmente P. 8. fazendo o trabalho do marca-passo natural. 131 .I DE MARCA-PASSO  Preparar o leito do paciente.8.  Solicitar acompanhamento familiar de acordo com o estado do paciente.  Solicitar maqueiro para encaminhar pacientes mais exames para centro cirúrgico de maca ou cadeira de rodas.  Orientá-lo quanto ao repouso no leito.1.  Observar sangramento no local.  Orientá-lo para não dobrar o membro superior do lado da ferida operatória. com a finalidade de estimular o coração através de eletrodos. PRÉ OPERATÓRIO DE IMPLANTE DE MARCA-PASSO  Aferir pulso e encaminhá-lo para higienização corporal com auxílio. passando-o da maca para o leito em decúbito dorsal.  Aferir e anotar sinais vitais. MARCA-PASSO Aparelho implantável no paciente com peso de mais ou menos 14 gramas no tecido subcutâneo. fios muito finos que transportam estímulo elétrico até o coração.  Receber o paciente.2. quando este não funciona de forma adequada. P.  Oferecer camisola ou pijama limpo.  Retirar prótese e roupa íntima.

4. 0.F.9% o Secar o Ocluir o Manter aberto após 24h 8.  Realizar a troca de curativo na ferida operatória. ORIENTAÇÕES PARA ALTA DE MARCA PASSO  Não usar colchão magnético.  Orientar a família e o paciente caso observe hiperemia e ou drenagem pela ferida operatória retornar. DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL 132 .8.  Uso restrito do celular.  Orientar o paciente e a família quanto à importância de administrar a medicação correta.  Não passar em porta giratória de banco. observando: o Hiperemia o Exsudado local o Alergia do esparadrapo o Edema Curativo o Lavar com S.1º P.O DE MARCA-PASSO  Encaminhar o paciente para higienização corporal e oral com auxilio  Oferecer o desjejum e observar aceitação.  Orientar quanto à importância da data e hora do retorno ambulatório.3. 9.  Cuidados com a ferida operatória.

salvando a vida do paciente. PRÉ OPERATÓRIO DE IMPLANTE DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Aferir pulso e encaminhá-lo para higienização corporal com auxílio.  Receber o paciente. e também reverter uma arritmia. passando-o da maca para o leito em decúbito dorsal.  Solicitar maqueiro para encaminhar paciente e os exames para centro cirúrgico de maca ou cadeira de rodas.A e Pulso.  Solicitar acompanhamento familiar de acordo com o estado do paciente.  Orientá-lo quanto ao repouso no leito.2.  Retirar prótese e roupa íntima.O. 9. 9.I DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Preparar o leito do paciente.  Observar sangramento no local. P. 133 .  Orientá-lo para não dobrar o membro superior do lado da ferida operatória. provocando uma descarga elétrica.  Aferir e anotar sinais vitais.Aparelho implantável com peso de mais ou menos 14 gramas é implantado na altura do tórax.  Oferecer camisola ou pijama limpo.1. principalmente P. que tem como função estimular o coração a bater de forma sincronizada.

 Orientar quanto à importância da data e hora do retorno ambulatório.O DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Encaminhar o paciente para higienização corporal e oral com auxilio.  Não passar em porta giratória de banco. 9.4.3.  Realizar a troca de curativo na ferida operatória.1º P.  Oferecer o desjejum e observar aceitação.F.OBS: Caso haja descargas continuas do gerador (choque) comunicar com o cardiologista e colocar imã no local do aparelho. observando: o Hiperemia o Exsudato local o Alergia do esparadrapo o Edema Curativo o Lavar com S.9% o Secar o Ocluir o Manter ocluido nas primeiras 24h 9. 0. ORIENTAÇÕES PARA ALTA DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Não usar colchão magnético.  Orientar o paciente e a família quanto à importância de administrar a medicação correta. 134 .

CUIDADOS PARA CIRURGIAS  Orientar o paciente sobre a hora e data ao da cirurgia. 10.  Ouvir a tentar solucionar dúvidas e queixas do paciente. 10.  Orientar a família e o paciente caso observe hiperemia e ou drenagem pela ferida operatória retornar. vai desde o momento da internação até 24 horas antes da cirurgia.G o Bioquímica o Eletrocardiograma o Ecodopler o Cateterismo Cardíaco o Raios-X de Tórax  Orientar paciente quanto a dieta. Neste período que são realizados todos os exames pré-operatórios. 135 . Cuidados com a ferida operatória.  Observar:  Presença de feridas na pele  Estado de conservação dos dentes e mucosa oral. PRÉ-OPERATÓRIA MEDIATO É o período em que o paciente aguarda procedimento cirúrgico.  Uso restrito do celular.  Rever exames já realizados como: o Hemograma Completo o E.  Cabelos e couro cabeludo.C.1.

 Conferir com o paciente todos o pertences. PRÉ-OPERATÓRIO IMEDIATO É o período em que o paciente aguarda procedimento cirúrgico.  Retirar próteses / roupas íntimas/ adornos do paciente.  Administrar medicação conforme prescrição médica: . rotular e guardar. camisola/pijama limpos. vai desde o momento da internação até 24h antes da cirurgia. 12.11.  Orientar paciente sobre dieta zero de acordo com horário da cirurgia.  Aferir e anotar sinais vitais. PÓS-OPERATÓRIO DE PACIENTES ENCAMINHADOS DA UTI  Preparar o leito do paciente  Receber paciente passando-o da maca para o leito em decúbito dorsal  Observar o nível de consciência e colocá-lo em posição de Fowler  Colocar roupa do hospital. oferecendo camisola e pijama limpos.Ansiolítico leve.  Aferir e anotar medidas antropométricas.  Solicitar maqueiros e encaminhar e encaminhar o paciente com os exames para o centro cirúrgico.  Informar o horário correto do procedimento cirúrgico.  Encaminhar paciente para higienização corporal com clorexidina e oral. 136 .Antibioticoterapia profilática na indução anestésica .

aspecto e volume  Observar a presença de S. abrir a sonda.  Solicitar acompanhamento familiar.  Entregar todos os pertences. Observar o paciente quanto: o Cianose de extremidades o Dispnéia o Náuseas/ Vômitos o Aspecto da ferida operatória  Observar a presença de drenos fechados. 137 .D.  Orientar quanto à prevenção de dor.V. observando cor.  Orientar quanto à importância da deambulação.  Orientar quanto à importância da aceitação das dietas oferecida. 13. CURATIVOS CIRÚRGICOS (Conforme manual de Curativos)  Lavar as mãos.  Orientar quanto à importância da higienização oral e corporal.  Orientar o paciente quanto a importância da deambulação e repouso. ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O PACIENTE  Observar e comunicar caso tenha drenagem de líquidos pelo orifício dreno.  Levar o material até a unidade do paciente.  Aferir e anotar sinais vitais. 14. náuseas e vômitos. abrir o dreno. incluído prótese dentaria.  Ouvir e tentar solucionar queixas.

 Proceder ao curativo (Conforme manual de Curativos). 15. E. Bioquímica.  Usar máscara.  Retirar pontos de acordo com a cicatrização (10 dias após cirurgia).  Abrir pacote de curativo. PACIENTE CIRÚRGICO  Observar ferida operatória. drenagem e edema local. ORIENTAÇÕES PARA ALTA 15.  Limpar o leito da ferida com S. 0.9% secar com gaze estéril. Solicitar os acompanhamentos para se retirarem do quarto.  Retirar curativo sujo conforme a técnica asséptica.  Encaminhar o paciente para deambulação assistida. 138 .G. Ecodopler e demais exames). se não tiver presença de secreção deixar aberto após primeiras 24h.  Qualquer intercorrência solicitar avaliação do plantonista.C.  Orientar pacientes quanto aos exames externos para controle: ( Raio-X.  Calçar luvas.  Recolher material de curativo.  Observar aspecto do curativo se há presença de hiperemia. conforme a técnica asséptica. F. caso intercorrências procurar sempre orientação do médico assistente.1.  Orientar paciente quanto ao retorno e medicação.  Ocluir ferida operatória se houver drenagem .  Orientar paciente.

Foi ele o introdutor da anamnese como etapa inicial do exame médico.  Solicitar orientação de nutricionista.  Aguardar chegada dos familiares na recepção de internação.  Família assina alta do paciente. compreendendo a história da doença que leva o doente a procurar o médico.  Orientá-lo sobre medicação.  A internação lança alta no sistema. XXXI. com Hipócrates. Retornar com urgência ao hospital para avaliação e conduta.  Quando solicitar paciente de alta na recepção. e o exame físico do paciente em 139 .500 anos.  Orientá-lo sobre o retorno. a enfermagem encaminha o paciente de cadeira de rodas até a portaria e entregao para os familiares. ROTINA OPERACIONAL POSTO 3A – CLÍNICA MÉDICA A palavra Clínica vem do grego klíne.  Comunicar familiares por telefone sobre a alta do paciente.Orientar o paciente que se houver deiscência da ferida operatória após alta. já agendado. cama.2. A Clínica Médica. então Klinikós era o médico que atendia os doentes acamados.  Auxiliar o paciente a se vestir se houver necessidade. na Grécia. PACIENTES CLÍNICOS  Comunicar ao paciente sobre sua alta. que significa leito. nasceu na Ilha de Kós. tal como a conceituamos hoje. há 2. 15. Médico se dizia Iatrós. Com ele nasceu a observação clínica.

oxímetro de pulso. que vêm somar qualidade e interdisciplinaridade ao cuidado dos pacientes. dermatologia e gastroenterologia. em busca de dados para a elaboração do diagnóstico e do prognóstico (REZENDE. ensino. 2002). e 1 enfermaria feminina também com 6 leitos. pesquisa oferecem um cuidar diferenciado. O posto de enfermagem da clínica segue a padronização da instituição. suporte para guarda de prontuários. tendo ainda um isolamento com 2 leitos e uma enfermaria para atendimento ao paciente grave. endocrinologia. moléstias infecciosas e parasitárias entre outras. possui ainda um balcão utilizado para realização de relatórios. respirador carrinho de emergência com materiais e mecânico (BIRD MARK 7). identificada como posto 3 A. evoluções e prescrição médica. a qual possui um leito equipado com monitor cardíaco. pneumologia. e profissionais das áreas de medicina. contendo um balcão com pia destinado principalmente para o preparo de medicações. totalizando 21 leitos clínicos. Box enumerados de acordo com os leitos para guarda de kits de medicações. enfermagem. nas diferentes cardiologia. medicamentos. discentes. soluções. entre outros. 140 . psicologia e fisioterapia entre outras. especialidades: reumatologia. fonoaudiologia.seus menores detalhes. materiais estéreis. A Unidade de Clínica Médica é destinada ao tratamento de patologias eminentemente clínicas nefrologia. bombas de infusão. Possui 2 enfermarias masculinas com 6 leitos cada. nutrição. exames e impressos. A Clínica Médica da Santa Casa de Misericórdia de Goiânia está situada no 3º andar. que dentro da proposta de interação entre assistência. Na Clínica o cuidado dos pacientes envolve docentes. armários para guarda de materiais como enxovais.

A estrutura organizacional da clínica no que se refere a recursos humanos.NEUROLOGIA A Neurologia é a especialidade da Medicina que estuda as doenças estruturais do Sistema Nervoso Central (composto pelo encéfalo e pela medula espinhal) e do Sistema Nervoso Periférico (composto pelos nervos e músculos). Doença estrutural significa que há uma lesão identificável em nível genético-molecular (mutação do material genético DNA). dentre outros profissionais que dão apoio ao atendimento aos pacientes. XXXII. Em outras palavras. ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 B . visando atender pacientes clínicos referenciados pelas unidades básicas e unidades de urgências após a liberação da Autorização de Internação Hospitalar (AIH) pela central de vagas municipal (controle e avaliação). órgãos ou sistemas) ou tecidual (alteração da natureza histológica ou morfológica própria de cada tecido. órgão ou sistema). bem como de seus envoltórios (que são as meninges). diurno par e diurno Impar) e 03 técnicos de enfermagem por plantão. As internações são exclusivamente custeadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). noturno impar. Os leitos oferecidos pelo setor estão disponibilizados em enfermarias masculinas e femininas. as quais devem ser interpretadas (REED. 2008). conta com: 04 enfermeiras supervisoras 12x36h uma em cada turno (noturno par. existe uma alteração neuroanatômica ou neurofisiológica que produz manifestações clínicas. além da equipe médica composta por Stafs e residentes. bioquímico (alteração de uma proteína ou enzima responsável pelas reações químicas que mantêm as funções dos tecidos. 141 .

contendo um balcão com pia destinado principalmente para o preparo de medicações. suporte para guarda de prontuários. diurno par e diurno Impar) e 02 técnicos de enfermagem por turno. fisioterapia entre outros. possui ainda um balcão utilizado para realização de relatórios. além de acadêmicos dos cursos de medicina. diurno par e diurno Impar) com 06 leitos cada. O atendimento aos pacientes da clínica de neurologia acontece de forma multidisciplinar. entre outros. noturno impar. contando ainda com 04 enfermeiras supervisoras 12x36h uma em cada turno (noturno par. fisioterapia. 2. armários para guarda de materiais como enxovais. ocorrendo assistência por meio de médicos stafs e residentes. evoluções e prescrição médica. enfermagem. sendo uma enfermaria masculina e outra feminina. materiais estéreis.1. soluções. A mesma conta com 04 enfermeiras supervisoras 12x36h uma em cada turno (noturno par. nutrição. bem como um isolamento com 2 leitos e uma enfermaria com 6 leitos desativada no momento. servindo de repouso para enfermagem. TIPOS DE LEITO Leitos masculinos e femininos para pacientes em tratamento de distúrbios neurológicos eminentemente clínicos. bem como assistência prestada por equipes de apoio como psicologia. noturno impar. 142 . CARACTERÍSTICAS DA CLÍNICA DA NEUROLOGIA A clínica de neurologia é destinada ao tratamento clínico de pacientes com patologias da especialidade. Box enumerados de acordo com os leitos para guarda de kits de medicações. exames e impressos. fonoaudiologia. O posto de enfermagem da clínica segue a padronização da instituição.

 Avaliar liberar acompanhante familiar de acordo com o estado geral do paciente. assim como a capacidade de deglutição.  Solicitar atendimento psicológico sempre que detectar necessidade.  Observar nível de consciência. principalmente em proeminências ósseas.  Administrar medicação prescrita com rigor. 4.3.  Promover à mudança de decúbito de 2/2 horas e providenciar colchão caixa de ovo para evitar úlceras por pressão.  Promover hidratação corporal do paciente.  Em casos de hemiparesia evitar punções venosas no lado afetado. CARACTERÍSTICAS DA INTERNAÇÃO São admitidos pacientes referenciados pelas unidades básicas de saúde e unidades de urgências após a liberação da Autorização de Internação Hospitalar (AIH) pela central de vagas municipal (controle e avaliação).  Em casos de disfagia. Cuidados gerais com pacientes neurológicos clínicos  Avaliar o quadro geral do paciente. solicitar avaliação da fonoaudiologia.  Proporcionar ambiente calmo e tranqüilo.  Realizar cuidados com nutrição enteral. As internações são exclusivas do Sistema Único de Saúde (SUS). 143 .  Realizar massagem de conforto.  Supervisionar a aceitação da alimentação.

UROLOGIA O posto da Urologia da Santa Casa de Misericórdia localiza-se no 3º andar. C04: 3049 a 3054 – 06 Leitos Cirúrgicos/Urologia. debilitados. C05: 3055 a 3060 – 06 Leitos Cirúrgicos/02 Urologia. sendo: Enf. Ala A e compreende Enfermarias do SUS.  Ouvir e tentar solucionar queixas. C03: 3043 a 3048 – 06 Leitos Cirúrgicos/Urologia.  Estimular o paciente quanto à auto-ajuda para executar as atividades de vida diárias (AVD´s)  Observar funcionamento intestinal. C01: 3041 . 2. C02: 3042 – Leito Cirúrgico/Vascular. Enf. ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 C .Leito Cirúrgico/Proctologia. XXXIII. Enf. proceder à higienização no leito ou banho de aspersão de acordo com o estado geral do paciente. distribuídas em 20 leitos.  Quando pacientes acamado.  Realizar cuidados na incontinência vesical (bexiga neurogênica) (Ver Rotina prevenção de infecção de vias urinárias). Aspirar secreções orais ou pela traqueostomia com técnica asséptica conforme necessidade (Rotina Prevenção de Pneumonia).  Realizar a higiene oral. Enf. Enf. 02 Proctologia e 02 Vasculares.  Manter o paciente limpo e seco. CUIDADOS NO PRÉ-OPERATÓRIO 144 .

verificar sinais vitais e relatar no prontuário.  Caso haja obstruções de sondas.  Preparar o paciente para procedimento cirúrgico. caso sangue presente.  Verificar sinais vitais e relatar no prontuário.  Respeitar o paciente. relatando no prontuário o horário e quadro clínico do paciente. 145 . drenos comunicar urgente à supervisão de enfermagem. CUIDADOS NO PÓS-OPERATÓRIO  Receber o paciente tendo cuidado com drenos. Rotular o leito com placa de jejum e orientar o paciente.  Estar ciente do diagnóstico do paciente.  Observar irrigação. ferida operatória.  Orientar ingesta hídrica de acordo com prescrição. aspecto da diurese.  Encaminhar paciente ao banho de aspersão ou realizar banho no leito se necessário. 3.  Encaminhar paciente ao Centro Cirúrgico.  Observar sondas. suas limitações e seu estado físico e mental. queixas do paciente. orientando quanto à retirada de próteses e/ou adornos e também quanto ao esvaziamento vesical.  Posicionar paciente de acordo com prescrição médica. bem como exames e procedimentos e se necessário avisar à supervisão de enfermagem.

A enfermeira supervisora é responsável pelo posto 3D – clínica cirúrgica e também pelo posto 2C – unidade de Hematologia/Oncologia. INTRODUÇÃO O posto da Clínica Cirúrgica da Santa Cada de Misericórdia está localizado no 3º piso da Ala Júlia Miranda. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem. sala de procedimento com lavatório com porta sabão e porta papel e 01 isolamento. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. RECURSOS HUMANOS Diurno:  03 funcionários no plantão impar. 146 . 2. 01 posto de enfermagem. Possui 03 enfermarias do SUS com 06 leitos (3061 a 3079) com banheiro e lavatório para profissionais. Comunicar à supervisão de enfermagem caso haja procedimentos a serem realizados por enfermeiros. XXXIV. fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par. fazendo 12x36hs Noturno:  03 funcionários no plantão impar. ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 D – CLÍNICA CIRÚRGICA 1. fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par.

Centro Cirúrgico. ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 F – APARTAMENTOS DE CONVÊNIOS E PARTICULARES O Posto 3F ou Apartamentos de Convênios e Particulares está localizado no 3º andar do Hospital Santa Casa de Misericórdia de Goiânia e atende a todas as especialidades clínicas e cirúrgicas em sistema de convênios e particular. semi-crítico. ESTRUTURA FÍSICA DO POSTO 3F       01 Posto de Enfermagem. Depois disto. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs. em estado crítico. 01 Banheiro para os funcionários. esta unidade possui 10 apartamentos de luxo com 02 leitos e 04 apartamentos de luxo com 01 leito e 01 sofá cama. intermediário e auto-cuidado. 1. ROTINAS OPERACIONAIS DO PLANTÃO NOTURNO O trabalho é realizado no período das 19 as 07hs. 01 Expurgo. Unidade de Terapia Intensiva. encaminhados do Pronto Atendimento. O plantão noturno tem uma rotina própria. 01 Copa. a 147 .  04 supervisoras de Enfermagem. sendo que a maior parte das atividades assistenciais é realizada até as 24hs. XXXVI. RECURSOS HUMANOS POSTO 3F Equipe composta de:  04 técnicos de Enfermagem no período diurno. científicos. 01 Posto para Prescrição Médica. O enfermeiro exerce assistência de enfermagem dentro de princípios. clínicos e cirúrgicos.XXXV.  04 técnicos de Enfermagem no período noturno. 01 DML. 2. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. éticos e de humanização a pacientes adultos e pediátricos.

016. dentro dos limites éticos-legais. Estado do Mato Grosso. “ Manual de Neonatologia” São Paulo. deve-se identificar em qual plantão ocorreu o fato e qual o enfermeiro responsável para que se possa esclarecer e solucionar as dúvidas. Edital: Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da área de enfermagem.equipe de enfermagem fica a disposição para atender as solicitações dos pacientes e as intercorrências com os mesmos. Brasil: Ministério da Saúde Secretária de Gestão de Investimentos em Saúde. Em torno das 05 horas. 04 e 06 horas. CASANOVA. Em quanto isso a equipe de enfermagem presta assistência básica de urgência. “Manual de Neonatologia “São Paulo. ou se julgar necessário para que se passe o caso para o supervisor tomar as devidas providências. 2003. “ Assistência Hospitalar a RecémNascidos: recomendações para padronização” In: DINIZ. Brasília. 148 . Revinter.1993. CAM “ Alojamento Conjunto” In: DINIZ.M. p. 13066.   XXXVII. DOU N° 167 de 1/09/93. São coletadas amostras de sangue dos pacientes que estiverem hemodinamicamente instáveis. LD. seção I.1993. EMA. São administradas medicações de rotina as 02. BIBLIOGRAFIA BRASIL. são realizadas as avaliações e registros dos pacientes para o término do plantão às 07 horas. em caráter de urgência. Quando houver algum problema. 26 de agosto de 1993. sendo que todos os encaminhamentos são realizados pela equipe de enfermagem da unidade. MINISTERIO DA SAUDE. CAM. Normas básicas para Alojamento Conjunto. SEGRE. 1-8. SANTORO JR. EMA. SEGRE. Não há serviço de apoio disponível. A ordem do local reflete o nosso compromisso com o bem estar de todos. 17-19. Em situações de urgências/emergências o médico plantonista é acionado e aguardado para tomar as condutas médicas necessárias. Revinter. “Portaria MS/GM n° 1. p.

. L. U. Santa Casa de Misericórdia de Goiânia realizou correção e sugestões da rotina. Editora Rosa. 1994. ed. R.1028-29. Porto Alegre: Artes Médicas.br/pdf/neurologia. FUJIMA. 1999. S. rotinas e técnicas de enfermagem. Normas.com MOTA. Diagnóstico e Tratamento. Disponível em: =http://www. necessitam de informação especializada. Trat.pdf . Q. Ana Letícia Carnevalli. H. Rotinas do Serviço de Higienização e Limpeza e do setor de internação do Transplante Renal da SCMG. Thomé. KURGANT. Nefrologia: Rotinas. Gonçalves. Manfro. S. et al.htm. Acesso em: 18 de junho de 2008 NEVES. Acesso em: 16 de junho de 2008 CAMPUS. Rev. FLÁVIA Hering e Srougi: Urologia. São Paulo: Ed. 149 . J. Brunner e Suddarth. P.br/dneuro/neurociencias/vol12_4/avc. CCIH. Neurologia: noções básicas sobre a especialidade. C. que assistem pacientes com Acidente Vascular Cerebral. 2004. Bases Doutrinárias da Burocracia na Saúde. Internet: wttp://www. BG. 2003.P. REED.. Enfermagem Médica Cirúrgica. Jotacê. E. 1998. Paulina. F. Neurociências. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.P. E. Bare. L.usp. Edição. 1.F. Disponível em: http://www.8. p.. Profissionais da saúde.U.unifesp. FONTES..C. PRESOTO.V.fm. Ed. Administração em Enfermagem.M.Barros. diagnóstico e tratamento.pdf4free. São Paulo: Iátria.. M. Smeltzer.

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