QUEIXA-CRIME (Art.

138 c/c 145 do CP)
Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito da ____ Vara Criminal da Comarca de (xxx) Autos nº

NOME DO QUERELANTE, (Nacionalidade), (Profissão), (Estado Civil), portador da Carteira de Identidade nº (xxx), inscrito no CPF sob o nº (xxx), residente e domiciliado à Rua (xxx), nº (xxx), Bairro (xxx), Cidade (xxx), Cep. (xxx), no Estado de (xxx), por seu procurador infraassinado, mandato anexo, vem à presença de V. Exa. oferecer

QUEIXA CRIME

contra NOME DO QUERELADO, (Nacionalidade), (Profissão), (Estado Civil), portador da Carteira de Identidade nº (xxx), inscrito no CPF sob o nº (xxx), residente e domiciliado à Rua (xxx), nº (xxx), Bairro (xxx), Cidade (xxx), Cep. (xxx), no Estado de (xxx), pelos fatos e fundamentos que a seguir expõe: 1. O Querelante é proprietário do restaurante (xxx), localizado à Rua (xxx), nº (xxx), Bairro (xxx), nesta cidade, conforme comprova a certidão em anexo. 2. No dia (xx/xx/xxxx), por volta das (xxx) horas, o Querelado se encontrava no interior do referido estabelecimento, em companhia de colegas, e, com animus de ofender a honra objetiva do Querelante, passou a dizer aos seus colegas, em alto e bom som, para que todos ali presentes também pudessem ouvir, que, no ano de (xxx), o Querelante teria se apropriado indevidamente da quantia de R$ (xxx) (valor expresso) do estabelecimento (xxx), local onde anteriormente laborava e, por esse motivo, havia sido dispensado do emprego, dando azo à resilisão do referido contrato. 3. De fato, o ofendido prestava serviço naquele estabelecimento. No entanto, seu contrato foi rescindido de forma amigável, justamente pelo fato de que o Querelante iria iniciar sua vida empresarial, com a abertura de seu próprio negócio. Faz prova do alegado por meio da declaração do sócio-gerente do referido estabelecimento. Destarte, as imputações desonrosas, tipificadas como crime, são totalmente falsas e descabidas. 4. O artigo 138 do Código Penal prevê:

atribuindo ao Querelante fato falso definido como crime (art. (Local. No dia ___ de ____ do corrente ano. sabendo falsa a imputação. 168 do CP).SSPMG.detenção. apresentar a indicação do provável autor do fato). de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos. Cédula de Identidade n. de uma feita que o querelado na mesma data e hora estava no Supermercado Tudo de bom. 138. _________. DR. ________. §2º É punível a calúnia contra os mortos. data e ano). Deve-se. §1º Na mesma pena incorre quem. Configurado o crime do artigo 138 do Código Penal e com base no artigo 145 do mesmo diploma legal. Com efeito. imputando-lhe falsamente fato definido como crime: Pena . CPF n. na presença de diversos circunstantes. . portador da cédula de identidade n. CPF n.Art. Caluniar alguém. após oitiva das testemunhas arroladas em anexo. mui respeitosamente. _______ . Termos que. juntamente com sua esposa. residente na rua __________________________________________. ao final. procuração anexa . pelos fatos e fundamentos que passa a expor: I DOS FATOS e FUNDAMENTOS (narrar de forma circunstanciada o fato a ser investigado e os detalhes já conhecidos pelo requerente.SSPMG. REQUER: A citação. realizando as compras do mês. e multa. Tal fato evidentemente não é verdadeiro. solteiro. brasileiro. casado. JUIZ DE DIREITO (JUIZ FEDERAL) DA ___ VARA CRIMINAL DA COMARCA DE BELO HORIZONTE (OU DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DE MINAS GERAIS) . brasileiro. o Querelado praticou o crime de calúnia. EXCELENTÍSSIMO SR. vem. à presença de Vossa Excelência oferecer QUEIXA-CRIME em face de Beltrano de tal . Beltrano de tal). de lá retirando uma televisão de 42 polegadas. a propala ou divulga. interrogatório e. por seu advogado abaixo assinado. a condenação do Querelado nas sanções penais previstas no dispositivo legal supra mencionado. Fulano de tal . 5. também. o requerente foi acusado levianamente pelo querelado (Sr. filho de Ciclana de tal e de Beltrano de Tal. residente na rua _______________.:______________ . Pede deferimento. (Nome e assinatura do advogado). de ter cometido crime de furto ao adentrar a residência de um outro cidadão morador da cidade.

aplicadas ao querelado as penas previstas no Código Penal Brasileiro. (art. devendo ser processada segundo o rito definido na Lei n. 9099/95 . Exa. O querelante adianta não ter interesse em conceder ao querelado o benefício da suspensão condicional do processo. 2) Qualificação. 89. outrossim. requer seja recebida a presente queixa-crime.Imputando ao querelante falsamente o cometimento de crime. Requer-se. ______________________________ Advogado OAB-MG Ofendido/Querelante:_________________________ . Belo Horizonte. ___ de ___ de ____. 387. do CP. inciso II. Rol de testemunhas : 1) Qualificação. 138. pelo que se requer sejam a ele aplicadas as penas do citado dispositivo penal. o querelado cometeu grave ofensa à honra objetiva e subjetiva do primeiro. da Lei 9099/95 c/c art. II DOS PEDIDOS Isso posto. perante as pessoas de sua convivência. com a designação de Audiência de Instrução e Julgamento e. então. 77. seja arbitrado por V. já que tem costume de proceder desta forma em relação aos demais vizinhos. por entender que tal medida não será suficiente para impedir que ele repita a conduta delitiva em outras oportunidades. Agindo desta forma. caput. do CPP. 3) Qualificação. Pede e espera deferimento. nos termos do art. o querelado enquadrou-se (cometeu) a conduta descrita no art. IV. do CP) Nestes termos. o valor dos danos causados pelo crime. após a oitiva das testemunhas abaixo arroladas e apreciação dos documentos que ora se junta (ou que instruem o Termo Circunstanciado de Ocorrência) sejam.

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