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EXAMINANDO OS FATORES QUE PODEM CONTRIBUIR PARA UMA

REDUÇÃO DO CUSTO LOGÍSTICO NA DISTRIBUIÇÃO E NO


TRANSPORTE PELO SISTEMA MODAL RODOVIÁRIO.

Por:
Júlio César da Silva, discente do curso de Administração da Pontifícia Universidade
Católica de Minas Gerais campus Poços de Caldas.

Gestão e Conhecimento, v. 4, n. 2, março/junho 2008.


http://www.pucpcaldas.br/graduacao/administracao/revista/
Resumo

A melhoria nos índices de crescimento econômico ocorridos nos últimos anos


despertou nas indústrias brasileiras uma preocupação no que se refere à temática
logística. Se anteriormente este departamento era visto, quase exclusivamente, como
apenas um setor de remessa, agora ele faz parte de um momento novo e passa a ser um
assunto estratégico, determinando, em muitos casos, o lucro ou o prejuízo de um
negócio. Nesta abordagem, o presente trabalho procura esboçar uma argumentação
crítica sobre a importância dos fatores de impacto do frete no custo logístico e algumas
particularidades presentes nesta modalidade de distribuição, pois entende-se que à
medida que serviços de transporte mais baratos vão se disponibilizando para as
empresas, estas poderão oferecer uma redução no preço final das mercadorias,
garantindo a disponibilidade de produtos a um número maior de consumidores e
colaborando para ampliar a margem de lucro dos negócios.

Palavras-chave: logística, distribuição, frete e transporte rodoviário.

1. Introdução

Na década de 1980 e início dos anos 90, o Brasil passava por um período de
instabilidade econômica caracterizado por uma moeda instável e altas taxas de juros.
Nesta época era extremamente viável aos produtores, a estocagem dos produtos em
grandes quantidades, aguardando um melhor momento para disponibilizá-los ao
mercado. Outra prática recorrente neste período era a de manter grandes estoques da
matéria-prima utilizada na fabricação, uma vez que os preços oscilavam
constantemente, tornando-se difícil saber qual seria o preço de determinada matéria-
prima no dia seguinte.
Neste contexto, as questões de atendimento ao cliente e a operacionalidade dos
produtos, eram assuntos que não demandavam atenção (BERTAGLIA, 2005). O plano
Real permitiu a estabilidade econômica e propiciou a abertura do mercado brasileiro ao
mundo globalizado. Com o advento das privatizações de algumas empresas, até então
públicas, o Brasil passou a figurar como destino do capital mundial, atraindo
investimentos oriundos do exterior.
Com o fortalecimento da economia, a produção brasileira começou a ser
aquecida e as questões de atendimento ao cliente começaram a ser o foco de trabalho de
muitas organizações. O foco no cliente passou a constituir-se a ordem do dia, fazendo
com que as empresas, paulatinamente, se adaptassem às necessidades de seus clientes,
como forma de manter e ampliar seus mercados.
Conceitos até então desconhecidos pelas empresas brasileiras – como Supply
Chain Management – desde muito tempo, difundidos no exterior, chegam no Brasil para
auxiliar estas empresas no atendimento das necessidades de seus clientes. Assim, o
enfoque Logístico começa a tomar forma com um atraso de 10 anos em relação a outros
países (NOVAES, 2003).
Alvarenga (2000), salienta que antes da abertura econômica brasileira o setor de
logística era um departamento visto, quase exclusivamente, como apenas um setor de
remessa. Entretanto, agora ele faz parte de um momento novo, no qual, passa a ser um
assunto estratégico, determinando, em muitos casos, o lucro ou o prejuízo de um
negócio.
Segundo pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Transporte (2006),
75% da malha rodoviária brasileira apresenta algum grau de imperfeição. Deste total
38.4% foram avaliadas como regulares, 24.4% como ruins e 12.2% como péssimos. E
evidenciou também que a falta de infra-estrutura incide diretamente nos custos
operacionais de uma empresa e torna-se um entrave para o crescimento econômico do
país.
Atualmente, o modo rodoviário é o meio mais expressivo usado para o
transporte de cargas no Brasil, atingindo quase todos os pontos do território nacional. A
respeito das condições da malha rodoviária, Alvarenga (2000), afirma que “se apresenta
bastante prejudicada, o que aumenta o tempo de entrega e encarece os custos
operacionais”.
Em contra partida, Ballou (1993), afirma que “à medida que serviços de
transporte mais baratos vão se disponibilizando, a estrutura econômica começa a
assemelhar-se à de uma economia desenvolvida, contribuindo para aumentar a
competição no mercado, influenciando diretamente na economia enquanto escala de
produção, refletindo nos custos de mercadorias e colaborando para a margem de lucro
da empresa”.
Nesta abordagem, o presente artigo constitui-se em uma análise dos fatores e
condições que podem colaborar para a redução do custo logístico na distribuição e no
transporte de cargas via sistema rodoviário. Para tanto, realizou-se uma revisão
bibliográfica dos principais autores quanto a referenciação teórica sobre a temática
logística, Supply Chain Management e logística reversa, em seguida, procura-se esboçar
uma argumentação crítica sobre a importância do processo logístico na atualidade e
concluir com uma exposição sobre os fatores de impacto do frete no custo logístico e
algumas particularidades presentes no transporte rodoviário.

2. Referencial Teórico

2.1 Supply Chain Management

O conceito de Supply Chain Management, que traduzido para o português


significa “Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento”, engloba vários processos, tais
como, suprimentos, produção, distribuição e administração de pedidos (BERTAGLIA,
2005).

2.2 Logística Reversa

A etimologia da palavra logística é de origem francesa logistique, do verbo


loger, que significa “alojar” (DBLP, 1986). É comum a sua aplicação no meio
empresarial referindo-se à parte do processo da cadeia de suprimento que planeja,
implementa e controla o fluxo e estocagem de bens, serviços e informações relacionadas
desde o ponto de origem ao ponto de consumo, visando atender aos requisitos dos
consumidores (CLM, 1999).
Segundo Lambert (1998), logística reversa envolve o retorno dos produtos à
empresa vendedora por motivo de defeito, excesso, recebimento de itens incorretos, ou
outras razões. A logística reversa é uma área de estudo da logística empresarial que visa
o estudo do retorno dos produtos descartados pelos clientes.

2.3 Competitividade

O termo competitividade no presente artigo refere-se ao conjunto de fatores


logísticos que podem representar um diferencial na composição do preço final dos bens
produzidos pelas indústrias.
2.4 Planejamento Estratégico

De acordo com Torence (2002), o planejamento estratégico pode ser entendido


como uma ferramenta que auxilia no processo de gestão, possibilitando o
aperfeiçoamento de seus produtos e serviços, frente às necessidades dos clientes, à
análise do setor de atuação, do mercado, dos concorrentes, dos valores a serem
oferecidos aos clientes e das vantagens em longo prazo.
Para Almeida (2001), considera-se como planejamento estratégico o processo
que consiste na análise sistemática dos pontos fortes e pontos fracos, das oportunidades
e ameaças do meio ambiente, de forma a estabelecer objetivos, estratégias e ações que
possibilitem um aumento da competitividade.

2.5 Custo Brasil

Identificam-se como principais componentes do Custo Brasil a carga tributária,


os custos portuários, os transportes, os encargos trabalhistas, os financiamentos, a
energia e telecomunicações e, finalmente, a regulamentação governamental. A todos
estes componentes do Custo Brasil, pode-se associar ineficiências estruturais e inter-
relacionadas (INFO, 2007).

3. A Logística nos dias Atuais

A Logística nos dias atuais é peça fundamental para uma empresa, no que tange
a competitividade frente a seus concorrentes, diferenciando a empresa no mercado e
agregando valor a seus produtos e serviços. A Logística também assume papel
importante no planejamento estratégico das empresas ajudando, tanto na formulação
quanto no cumprimento deste planejamento de forma que a empresa alcance os
objetivos propostos.
No atual cenário de crescimento da economia brasileira, nota-se a falta de
profissionais qualificados para as funções que envolvem a logística empresarial. Tal
fato, força alguns profissionais, que atuam na área, a procurar conhecimentos e
informação sobre este setor, tais como: cursos profissionalizantes de tecnologia em
nível superior, cursos do ensino superior que, embora não estejam diretamente
relacionado a temática mas que também já introduziram a disciplina de Logística em
seus currículos devido a exigências do mercado e a importância da discussão do tema.
Investimentos na infra-estrutura nacional impulsionada pelo governo tendem a
ser mais freqüentes, o que aquece a economia gerando empregos, melhorando a infra-
estrutura do país e ajudando a reduzir o Custo Brasil. A recuperação e expansão da
malha rodoviária, considerado o principal modal de transporte de cargas do país,
juntamente com a recuperação e expansão da malha ferroviária, que apresenta um custo
bem mais baixo em relação ao modal rodoviário, tende a figurar como prioridade no
Plano Acelerado de Crescimento (PAC), lançado pelo governo federal no início de
2008. Uma tendência, que já é realidade em alguns lugares do país e que pode espalhar
por outros lugares são as privatizações das malhas ferroviárias e rodoviárias. As
manutenções destes modais são de fundamental importância tanto para o fluxo de
velocidade de mercadorias, como também para a segurança da carga e das pessoas
envolvidas. Contudo, é importante ressaltar que tais privatizações podem acarretar em
alta nos preços dos produtos final em função da cobrança de pedágios.
A chegada de operadores logísticos internacionais que se fundem com empresas
nacionais visando uma melhor prestação do serviço, parece se firmar, e as parcerias
entre empresas e prestadores de serviços tendem a ser mais freqüentes, devido à alta
especialização destes operadores.
As empresas tendem a ser mais flexíveis e o controle das operações logísticas
geram necessidades de softwares que auxiliem na administração dos estoques, no
controle dos custos com os transportes, no gerenciamento da carga à distância e na
administração de pedidos para atender de forma mais rápida o cliente.
Na forma de trabalho atual das empresas a redução dos estoques aumenta o giro
de produtos e faz com que a logística se torne mais rápida e flexível, sendo que erros e
atrasos tornam-se inadmissíveis, pois acarretará impactos negativos em toda a cadeia de
abastecimento.
Outra tendência para o setor é a questão da Logística Reversa que visa
responsabilizar a empresa por toda a vida útil do produto. A importância da Logística
Reversa, a questão de proteção do meio ambiente e a responsabilidade social da
empresa frente à comunidade onde ela esta inserida, faz desta modalidade, uma
condição que deve ser observada pelas empresas a qual, sem dúvida, poderá implicar
em acréscimo na composição final do custo logístico.
4. Custos Operacionais no Processo Logístico

Para Ernest (2000), o processo logístico empresarial tem como meta garantir a
disponibilidade de produtos e materiais nos mercados e pontos de consumo com a
máxima eficiência, rapidez e qualidade, com custos controlados e conhecidos. Hoje,
considera-se que a logística pode ser aplicada em todos os setores de uma organização,
pois facilita o fluxo de produtos e serviços, na busca por qualidade com custos
competitivos, tendo como objetivo a confiança e a credibilidade dos clientes.
No Brasil, segundo Taylor (2005), o preço do frete responde por dois terços do
gasto logístico de uma empresa e entre 9 e 10% do Produto Nacional Bruto,
encarecendo o preço final do bem ou serviço. Nesta perspectiva, pode-se afirmar que a
composição do sistema de transporte, tais como, a frota, veículos,vias, terminais e o
plano de gerenciamento e operações que interagem entre si, são fatores e condições que,
impreterivelmente, impactarão significativamente nos custos operacionais do processo
logístico.
Outro fator importante diz respeito ao impacto financeiro do prazo de entrega.
Como são os processos logísticos de uma empresa que determinam o prazo e os pedidos
que serão atendidos, e por conseqüência, serão estes mesmos processos que
determinaram o prazo em que serão recebidos os valores acordados no processo
comercial, o que impacta diretamente o caixa da empresa.
No entanto, um funcionamento adequado e eficaz do sistema logístico de uma
empresa, em termos de planejamento estratégico, gestão e treinamento de recursos
humanos e uma gestão eficiente de informações podem contribuir para uma redução no
preço final dos produtos. A tais fatores é possível acrescentar a otimização da
capacidade de cargas dos veículos, a manutenção preventiva da frota e o investimento
em tecnologias, como impactantes na redução de custo logístico na distribuição e
transporte pelo sistema modal rodoviário.

5. O Impacto do Frete Rodoviário no Custo Logístico – CEL/COPPEAD (2006)

Os gerentes responsáveis pelo departamento de logística de uma empresa devem


estar atentos a algumas particularidades presentes no transporte rodoviário. Assim,
torna-se essencial a análise do frete tendo em vista a especificidade das rotas, o tipo de
veículo utilizado e o tipo de contratação a ser estabelecida. O presente tópico utilizará as
informações oferecidas em estudo realizado pelo Centro de Estudos Logísticos –
Coppead/UFRJ (2006).

5.1 O preço do frete conforme as diferentes rotas

As regiões com maior demanda por serviços de transporte, em geral, possuem os


preços de fretes mais caros. Por sua vez, regiões que aproveitam o retorno dos
caminhões às cidades de origem , após terem realizado suas entregas, obtêm descontos
significativos na composição média dos preços, reduzindo a ociosidade dos caminhões
e, conseqüentemente, diminuindo os custos do frete.
Outro resultado verificado no Painel de Fretes é que destinos cujas cidades
situam-se na região sudeste do país têm o preço médio por quilometro rodado mais
barato do que os destinos localizados nas regiões do norte e nordeste brasileiro. De
acordo com a pesquisa, isto se dá devido às más condições das estradas daquela região e
pelo alto índice de roubo de cargas praticado nas mesmas.

5.2 O preço do frete de acordo com o tipo do veículo utilizado

O perfil da frota de caminhões utilizada para transporte de cargas é outro


componente importante na formação do preço do frete rodoviário. Comparado ao
transporte por carreta, o preço do frete para empresas que utilizam caminhão truck é
15% mais baixo. Por sua vez, uma carreta possui o dobro de capacidade em relação ao
truck, o que faz com que o preço do frete seja menor neste caso.
Assim, quanto maior o veículo, maior será a consolidação de carga e,
conseqüentemente, maior será o ganho de escala no transporte de mercadorias. Os
custos de aquisição e manutenção de caminhões maiores, embora sejam mais elevados,
são compensados pelo maior volume de carga transportados numa mesma viagem.
Neste caso, os preços de frete se tornam proporcionalmente menores nos veículos de
grande porte.
5.3 O preço do frete tendo em vista o tipo de contratação

De maneira geral, as grandes empresas contratantes de serviços de transporte no


Brasil possuem um poder de barganha e uma força de negociação alta em relação aos
transportadores menores. Neste contexto, observa-se que as empresas usuárias de tais
serviços têm, na maioria das vezes, como prática contratar os serviços de empresas
especializadas em transporte (transportadoras) visando a segurança da carga e a garantia
de entrega da mercadoria ao cliente, em tempo hábil.
No entanto, deve-se observar que se as grandes indústrias pressionarem seus
transportadores por preços baixos, tendo em vista a necessidade de diminuir os custos
logísticos, certamente, ocorrerá um detrimento na qualidade do serviço prestado, o que
por sua vez, implicará na insatisfação dos clientes usuários do produto final destas
indústrias.

5.4 O preço do frete em relação ao sistema “um para um” e o sistema


“um para muitos”.

Novaes (2004), descreve uma distribuição física de materiais detentora de duas


configurações, a saber: distribuição direta, também denominada “um para um” e
distribuição fracionada, chamada popularmente de “um para muitos”.
A distribuição “um para um”, conhecida no meio logístico como carga direta, é
caracterizada pelo carregamento do veículo na indústria ou em um centro de
distribuição (CD) e descarregamento da carga em um local determinado pelo cliente. Na
maioria das vezes, nesta modalidade de transporte, procura aproveitar ao máximo a
capacidade de carga do veículo visando o aproveitamento do custo com o frete.
Quanto a distribuição “um para muitos”, conhecida também como cargas
compartilhadas ou fracionadas, pode-se descrever como uma operação que objetiva em
consolidar uma carga com produtos oriundos de vários clientes e não de apenas um
cliente como no sistema de carga direta. Neste modelo de distribuição a carga é
transportada até um CD e, posteriormente, é despachada ao destino final.
Uma análise mais detalhada pode evidenciar diferenças relevantes em relação às
duas configurações supracitadas. Na distribuição direta é possível obter um ganho de
escala considerável, uma vez que, nesta modalidade, a carga sofre um número reduzido
de movimentações e pode ser entregue ao cliente em um prazo menor. Já no sistema
“um para muitos” ocorre o contrário, o números de movimentações da carga é alto, o
que aumenta consideravelmente o risco de se danificar os materiais envolvidos, o
processo operacional sofre encarecimento devido ao aumento de efetivo para trabalhar
este modelo e a entrega da carga é mais demorada.
Para as duas modalidades propostas por Novaes (2004), apresentam vantagens e
desvantagens que devem ser observadas. No entanto, os clientes e usuários dos serviços
de logística devem escolher a modalidade que melhor se adequa ao seu processo de
distribuição, uma vez que cada modalidade atende um tipo de expectativa.

6. Considerações Finais

Objetivou-se, ao longo deste trabalho, conhecer os fatores e as condições que, se


geridas de maneira eficiente, poderão contribuir para a redução do custo logístico. O
preço do frete é um componente que impacta, de maneira significativa, na composição
deste custo. Assim, os gestores das empresas contratantes deste tipo de serviço devem
analisar as oportunidades de ganho de eficiência e produtividade por meio do melhor
planejamento da ocupação dos veículos e da melhor definição do perfil da frota
utilizada, entre outras ações gerenciais que possam alcançar reduções na conta fretes, o
que propiciará uma redução no custo total da logística.
Ao mesmo tempo em que, aos gestores cabe encontrar o melhor preço praticado
no mercado, cabe também, garantir um padrão mínimo de segurança e qualidade do no
serviço, pois caso esse processo seja diferente, tal fato poderá implicar na insatisfação
do cliente final. Nesta abordagem, uma alternativa que pode ser aproveitada pelos
departamentos de logística das empresas é a modalidade de carga fracionada, o que, sem
dúvida, proporcionará um preço menor de frete.
Por fim, cabe ressaltar que a escolha do perfil dos transportadores a serem
utilizados depende de cada empresa. Essas escolhas podem causar impactos nos níveis
de serviço prestados e nos custos. De maneira geral, é preciso avaliar todos os
componentes que fazem parte do custo de logística, de modo a conciliar melhor
aproveitamento dos veículos com gestão eficiente do sistema, o que proporcionará, em
médio prazo, uma redução nos custos com transporte rodoviário.
7. Referências

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