PODER LEGISLATIVO

Função típica elaborar leis e fiscalizar. Como função atípica: Jurisdicional: julgar o presidente por crime de responsabilidade – art. 52 CF (Senado Federal) Administrativa: atos de administração. Ex: conceder férias para seus servidores Estrutura: Congresso Nacional Assembléia Legislativa Câmara Legislativa do DF Câmara Municipal ou Câmara dos Vereadores Câmara Territorial O único órgão do poder legislativo que é bicameral é o Congresso Nacional = princípio do bicameralismo federativo. Nos demais âmbitos da federação vigora o princípio do unicameralismo.

Congresso Nacional

Câmara dos Deputados Senado Federal

Senado Federal = representantes dos Estados. Eleitos pelo principio majoritário aquele que tiverem mais votos no estado é eleito. São 3 por estado e com 2 suplentes cada um= 81 senadores. Mandato de 8 anos. Câmara dos Deputados = representantes do povo. São 513 deputados eleitos pelo principio proporcional (conforme a população de cada estado). Cada estado coloca no Congresso Nacional um numero de deputados proporcional à sua população. Tem mandato de 4 anos. Legislatura = perído de 4 anos de mandato dos deputados.

Câmara dos Deputados

Senado Federal

representantes do povo representantes dos Estados e DF Principio da proporcionalidade Principio majoritário 8 a 70 por estado = proporcional à 3 por estado população Total = 513 deputados Total = 81 senadores Mandato de 4 anos Mandato de 8 anos Idade = 21 anos Idade = 35 anos OBS: o prof. Lenza entende que para ser Presidente da Câmara além de ser brasileiro nato, deveria ser exigido também outro requisito que se exige do Presidente da República, que é o de ter idade superior a 35 anos. Isso porque na ausência do

presidente e do vice-presidente quem assume a presidência é o Presidente da Câmara dos Deputados. Ele também deveria ter 35 anos e ser brasileiro nato. O art. 12, §3º já prevê que o presidente da Câmara deva ser brasileiro nato, mas não estabelece a idade mínima de 35 anos. § 3º - São privativos de brasileiro nato os cargos: I - de Presidente e Vice-Presidente da República; II - de Presidente da Câmara dos Deputados; III - de Presidente do Senado Federal; IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal; Fazendo-se uma interpretação da CF, para ser presidente da Câmara deve ser exigida a idade mínima de 35 anos. Para todos os outros cargos na linha sucessória da presidência se exige 35 anos (senado e STF). Somente para Câmara dos Deputados isso não é exigido já que podem ser 21 anos para ser eleito, mas ainda sim o deputado deve ter 35 anos.

REUNIÕES
As reuniões no congresso nacional podem ser: Ordinárias Extraordinárias Conjunta Preparatória

Sessão legislativa ordinária – art. 57, caput
Art. 57. O Congresso Nacional reunir-se-á, anualmente, na Capital Federal, de 2 de fevereiro a 17 de julho e de 1º de agosto a 22 de dezembro. 2 de fevereiro a 17 de julho 1 de agosto a 22 de dezembro Recesso: 18/07 a 31/07 e 23/12 a 01/02 de 90 dias reduziu para 55 dias. 02/02 17/07 01/08 22/12

OBS: O ativismo judicial encontra fundamento na CF em razão da omissão legislativa. Algumas leis exigidas pela CF 88 até hoje não foram editadas. Isso faz com que diversos dispositivos constitucionais de eficácia limitada fiquem sem aplicação. Ex: direito de greve do servidor, nepotismo, aposentadoria especial do servidor, feto anencefálico, etc. A omissão não tem razão de ser, não pode ser justificada por 20 anos. Principalmente quando se impede o exercício de direitos, quando se pode dar efetividade e um direito previsto na CF. Daí também se defender o efeito concretista do mandado de injunção, determinando qual lei aplicável ao caso concreto quando omissão legislativa impedir o exercício de direitos.

Recesso e convocação extraordinária – art. 57, §6º

A convocação durante o recesso deve ser feita pelo Presidente do Senado (que é o presidente do CN) nos seguintes casos: Decretação de estado de defesa: Presidente da República decreta e submete a controle (posterior e imediato) pelo CN. Pedido de autorização para decretar estado de sitio: controle político prévio pelo CN. Intervenção federal Em situações de crise o Presidente pode decretar estado de defesa, estado de sitio e intervenção federal. Isso exige controle político do CN. Na decretação do estado de sitio o controle é prévio (deve pedir autorização antes), no estado de defesa é posterior e imediato (pode decretar antes e submeter ao CN depois). Compromisso e posse do Presidente e Vice. Podem ainda convocar sessão extraordinária em caso de urgência e interesse público relevante: Presidente da República Presidente da CD Presidente do SF Maioria dos membros de ambas as casas Em qualquer dessas hipóteses é preciso maioria absoluta de cada uma das Casas do Congresso Nacional para instalação da sessão. CUIDADO: Havendo sessão extraordinária, não há mais pagamento de parcela indenizatória isso hoje é VEDADO. Art. 57, § 6º: A convocação EXTRAORDINÁRIA do Congresso Nacional far-se-á: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 50, de 2006) I - pelo Presidente do Senado Federal, em caso de decretação de estado de DEFESA ou de intervenção federal, de pedido de autorização para a decretação de estado de sítio e para o compromisso e a posse do Presidente e do Vice-Presidente- Presidente da República; II - pelo Presidente da República, pelos Presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal ou a requerimento da maioria dos membros de ambas as Casas, em caso de URGÊNCIA ou interesse público RELEVANTE, em todas as hipóteses deste inciso com a aprovação da maioria absoluta de cada uma das Casas do Congresso Nacional. Somente pode ser apreciado em sessão extraordinária o que estiver na pauta. Exceção: podem apreciar medidas provisórias que estiverem em vigor. Estas são automaticamente incluídas na pauta de convocação. Art. 57, § 7º Na sessão legislativa extraordinária, o Congresso Nacional somente deliberará sobre a matéria para a qual foi convocado, ressalvada a hipótese do § 8º deste artigo, VEDADO o pagamento de parcela indenizatória, em razão da convocação. § 8º Havendo medidas provisórias em vigor na data de convocação extraordinária do Congresso Nacional, serão elas automaticamente incluídas na pauta da convocação.

§4º Sessão preparatória para inicio da sessão ordinária. do meio ambiente. 57. Sessão preparatória – art. Pergunta: uma lei pode ser aprovada dentro da comissão temática? SIM!! Desde que não haja proibição no regimento interno. III . COMISSÕES PARLAMENTARES Art. . 58. vedada a recondução para o mesmo cargo na eleição imediatamente subseqüente. art 57. a partir de 1º de fevereiro. II . para mandato de 2 (dois) anos. no primeiro ano da legislatura.elaborar o regimento comum e regular a criação de serviços comuns às duas Casas. 57. Objetivo: posse dos membros eleição das mesas com mandato de 2 anos. §4º diz que é VEDADA a recondução para o mesmo cargo na eleição subseqüente. a Câmara dos Deputados e o Senado Federal reunir-se-ão em sessão conjunta para: I .inaugurar a sessão legislativa.receber o compromisso do Presidente e do Vice-Presidente da República. etc.Sessão conjunta – art. Caso alguém discorde disso. para a posse de seus membros e eleição das respectivas Mesas. §3º Hipótese em que deputados e senadores se reúnem para juntos: Inaugurar a sessão legislativa Elaborar regimento comum Receber o compromisso do Presidente e vice Conhecer do veto e sobre ele deliberar § 3º . Ex: comissão da educação. O Congresso Nacional e suas Casas terão comissões permanentes e temporárias.Além de outros casos previstos nesta Constituição.conhecer do veto e sobre ele deliberar. A eleição de mesas da AL do estado poderia readmitir a reeleição para o mesmo cargo se assim previsto na CE. constituídas na forma e com as atribuições previstas no respectivo regimento ou no ato de que resultar sua criação. § 4º Cada uma das Casas reunir-se-á em sessões preparatórias. As comissões podem ser de dois tipos: Temática: em razão da matéria – art. de 2006) OBS: o art. IV . O STF já decidiu em caso concreto que esse dispositivo não é norma de reprodução obrigatória nas Constituições Estaduais. poderá requerer que a matéria seja discutida no plenário. 57. §2º Criada para cuidar de determinado assunto. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 50. 58.

em conjunto ou separadamente.às comissões. a aprovação da comissão perde o efeito e deve ser apreciada novamente no plenário. VI . Chegando no Senado o projeto de lei provavelmente será apreciado por uma comissão de educação tbm.convocar Ministros de Estado para prestar informações sobre assuntos inerentes a suas atribuições. É importante desmistificar essa idéia de que tudo que se discute e aprova deve ser no plenário do Congresso. a competência do Plenário. V . Se for aprovado vai direto para o Senado e NÃO passa no plenário. Na verdade os projetos de lei são discutidos e votados pelas comissões. na forma do regimento.apreciar programas de obras. IV . opinando pela aprovação ou rejeição do projeto. alguma controvérsia entre os parlamentares. planos nacionais.solicitar depoimento de qualquer autoridade ou cidadão. Ex: a comissão de meio ambiente aprovou um projeto de lei. representações ou queixas de qualquer pessoa contra atos ou omissões das autoridades ou entidades públicas.As comissões parlamentares de inquérito. encaminhadas ao Ministério Público. Com isso. III . Normalmente se imagina que as matérias sejam votadas somente no plenário no CN.§ 2º . Se chega ao plenário é porque houve algum confronto. Quando comissão não vota. para que promova a responsabilidade civil ou criminal dos infratores. mas não concordando com isso. além de outros previstos nos regimentos das respectivas Casas. . em razão da matéria de sua competência. ela funciona como órgão emissor de parecer. II . se for o caso. cabe: I . serão criadas pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. Isso não vincula em nada a apreciação do plenário. mediante requerimento de um terço de seus membros. Ela apenas dá um parecer sobre a matéria a ser discutida. Especial ou temporária – RI Criada para uma determinada missão ou finalidade. O que a CF fez foi garantir que a matéria possa ser remetida ao plenário quando houver assinatura de 10% dos membros da Casa. salvo se houver recurso de um décimo dos membros da Casa. Ex: projeto de lei sobre educação é votado na comissão sobre educação. § 3º . 58. Estas comissões especializadas em determinada matéria votam como se estivesse todo o CN votando. Não é o acontece. reclamações. Comissão Parlamentar de Inquérito: Art.receber petições. regionais e setoriais de desenvolvimento e sobre eles emitir parecer. se obteve assinatura de 10% dos deputados para que a matéria fosse rediscutida no plenário. sendo suas conclusões. elas votam em nome da Casa legislativa.realizar audiências públicas com entidades da sociedade civil. que terão poderes de investigação próprios das autoridades judiciais. para a apuração de fato determinado e por prazo certo. Se aprovada já vai ao Presidente para sanção.discutir e votar projeto de lei que dispensar.

Art. cuja composição reproduzirá. . Isso é direito público subjetivo das minorias. Só existem quando estão no efetivo exercício da atividade. 57 que vai de 02/02 a 17/07 e de 01/08 a 22/12 (dois períodos). injuria. Imunidade material. mas não aqui. O STF já entendeu em caso concreto que qualquer mecanismo de submissão do requerimento da minoria (1/3) à deliberação majoritária dos membros é INCONSTITUCIONAL. IMUNIDADES PARLAMENTARES Prerrogativas inerentes a efetiva atividade parlamentar. Essa imunidade é civil e penal. 58. Art. É o ultimo dia antes de cada recesso. Tratase de um dos períodos da sessão ordinário da ul ma reunião dentro do período da sessão ordinária. palavras e votos O parlamentar no exercício da função não comete crimes de opinião. com atribuições definidas no regimento comum. Isso não quer dizer que ele pode dizer o que quiser. salvo flagrante de crime inafiançável. 2. § 4º . Objeto = fato determinado Prazo certo COMISSÃO REPRESENTATIVA – art. a proporcionalidade da representação partidária. Se 1/3 dos membros fez o requerimento para instalação da CPI ela DEVE obrigatoriamente ser instalada. real ou substantiva = exclusão da prática do crime. formal ou adjetiva = regras sobre prisão e processo Não podem ser presos. eleita por suas Casas na última sessão ordinária do período legislativo. Pergunta: a partir de quando o parlamentar possui imunidade material? A partir da POSSE e não da diplomação. Podem ser de dois tipos: 1. nesse contexto. Se tiver 1/3 é o que basta para que seja criada.Criação = mediante requerimento de 1/3 dos deputados ou 1/3 senadores “requerimento de um terço de seus membros” requerimento é pedido. calunia.É incompatível com o decoro parlamentar. 55. § 1º . 58. o abuso das prerrogativas asseguradas a membro do Congresso Nacional ou a percepção de vantagens indevidas. Essa sessão não é a mesma do art. Imunidade processual.cujo procedimento for declarado incompatível com o decoro parlamentar. Essa comissão é eleita pelas casas na ultima sessão ordinária do período legislativo. solicitação. difamação. não pode ser motivo para abusos. quanto possível. além dos casos definidos no regimento interno. Caracteriza-se como falta de decoro parlamentar o abuso de prerrogativa. bem como inviolabilidade civil pela opiniões. §4º Durante o recesso (18/07 a 31/07 e 23/12 a 01/02) será criada uma comissão para representar o CN. A imunidade que ele adquire desde a expedição do diploma é a processual. CUIDADO: o dispositivo diz “sessão ordinária” do período legislativo.Durante o recesso. haverá uma Comissão representativa do Congresso Nacional. Perderá o mandato o Deputado ou Senador: II .

53. feita pela EC 35/2001 o art. O §4º estabelece um prazo para apreciação do pedido de sustação do processo. o Prof diz que deve ser voto ABERTO. Com a alteração do dispositivo não se repetiu a regra. os membros do Congresso Nacional NÃO poderão ser presos. A partir desse momento ele só pode ser preso por FLAGRANTE de crime inafiançável. que.CUIDADO: a imunidade só alcance crimes posteriores à expedição do diploma (ato formal que antecede a posse). sustar o andamento da ação. 53. 53. Antes dessa redação. Art. até a decisão final. competência em razão do cargo é do STF O STF recebe os autos e apenas comunica a casa respectiva para que ela decida se o processo deve parar. Ela nunca autorizava. . por crime ocorrido após a diplomação. O pedido pode ser feito até a decisão final. para que. o Supremo Tribunal Federal dará ciência à Casa respectiva. Art. A suspensão do processo exige pedido de partido político e aprovação da maioria absoluta da Casa. que vai decidir manter ou não a prisão. poderá. 53. os autos serão remetidos dentro de 24 horas à Casa respectiva. Quem julga: Parlamentar federal = STF Art. Quorum para relaxamento da prisão = maioria dos membros (maioria absoluta) Pergunta: O parlamentar pode ser processado? SIM!! Antes da EC 35 era preciso uma autorização previa da Casa. por iniciativa de partido político nela representado e pelo voto da maioria de seus membros. Art. § 2º Desde a expedição do diploma. Ele é eleito em outubro. § 3º Recebida a denúncia contra o Senador ou Deputado. desde a expedição do diploma. em seguida o TSE emite um documento que lhe permite tomar posse (diploma). Agora o processo pode ser iniciado SEM previa licença da casa e independentemente dela. Os autos do flagrante serão encaminhados à casa respectiva no prazo de 24 hs. resolva sobre a prisão. pelo voto da maioria de seus membros. OBS: Somente existe imunidade parlamentar para o processo para crimes cometidos APÓS diplomação. podendo ocorrer até a decisão final do processo. Se for antes não haverá imunidade. salvo em flagrante de crime inafiançável. § 4º O pedido de sustação será apreciado pela Casa respectiva no prazo improrrogável de 45 dias do seu recebimento pela Mesa Diretora. Nesse caso. Essas regras seriam contraditórias? NÃO!! O prazo de 45 dias começa a correr do pedido de sustação. serão submetidos a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal. Nesse caso a casa legislativa NADA poderá fazer e o processo segue normalmente só que no STF. §1º Os Deputados e Senadores. enquanto o §3º diz que a sustação pode ocorrer até a decisão final. Fazendo interpretação dessa modificação. §2º previa que o voto deveria ser fechado. 53.

mas não tem imunidade. se ele não se reeleger o processo e remetido a julgamento pela justiça comum. A sumula 394 que estabelecia a perpetuatio jurisdictiones foi cancelada em 1999 após o julgamento do inquérito 687. Súmula 394/STF (cancelamento pelo Supremo Tribunal Federal). Prerrogativa de foro: crime cometido antes ou depois da diplomação (não importa). III. CUIDADO: não confundir foro privilegiado por prerrogativa de função com imunidade. ADI 2797 / DF.628/02 foi declarada INCONSTITUCIONAL pelo STF. Como não tem imunidade para o processo (porque o crime é anterior à diplomação) o STF não precisa comunicar a Casa respectiva. no tempo. criminosos se elegiam para deputado como se isso fosse uma espécie de escudo protetivo para não serem processados por crimes cometidos antes. Se o crime é anterior à diplomação o STF não é obrigado a comunicar a casa legislativa e o processo continua até que haja condenação. A lei 10. Se o crime é anterior à diplomação não existe imunidade. Agora isso não ocorre mais. Ele pode e vai ser julgado no STF e o processo corre normalmente sem sustação pela casa respectiva. Antes da emenda 35. Isso ampliou a competência dos tribunais. Lei 10.628/22 alterou o CPP restabelecendo a competência do STF para julgar o parlamentar mesmo após o termino do mandato. Ele tem foro.Até a decisão final o partido político pode pedir a sustação.628/2002. Foro especial por prerrogativa de função: extensão. somente a CF principio de reserva constitucional de competência = somente a CONSTITUIÇÃO pode estabelecer competência de tribunal superior (art. assim que for expedido o diploma o parlamentar somente pode ser julgado pelo STF. Todos os processos que estavam correndo em foro privilegiado por prerrogativa de função após a extinção do cargo deveriam ser remetidos à justiça comum. estendendo a prerrogativa de função ainda que a pessoa não mais exercesse aquela função para a qual existia a prerrogativa. Feito o pedido. que acrescentou . FORO PRIVILEGIADO DOS PARLAMENTARES Deputado ou senador comete crime antes da eleição e consegue ser eleito: crime eleição diplomação posse O processo será remetido a julgamento pelo STF após a expedição do diploma. 102. Terminado o mandato. CUIDADO: A lei NÃO pode ampliar a competência dos tribunais. A prerrogativa decorre do CARGO que ele exerce. Imunidade: crime ocorrido APÓS a diplomação Terminado o mandato se não for reeleito o processo volta para julgamento na justiça comum. A lei 10. O STF então entendeu que não era mais da sua competência o julgamento do processo se o réu não é mais parlamentar. 105. a casa terá prazo de 45 dias para apreciar. Ainda que o crime seja cometido antes da diplomação. 109 ou 114). A lei não pode ampliar esta competência. ao momento posterior à cessação da investidura na função dele determinante.

os §§ 1º e 2º ao artigo 84 do C. inclusive os de que sejam demissíveis "ad nutum". § 7º A incorporação às Forças Armadas de Deputados e Senadores. Os Deputados e Senadores não poderão: I .inviolabilidade dos Vereadores por suas opiniões. normas que os Estados devem necessariamente seguir e reproduzir em duas constituições. mas elas são mais restritas: somente válidas dentro da circunscrição do Município. só podendo ser suspensas mediante o voto de dois terços dos membros da Casa respectiva. embora militares e ainda que em tempo de guerra. b) aceitar ou exercer cargo. função ou emprego remunerado. 5. OBS: as normas sobre imunidades são normas centrais da CF. empresa pública. nem sobre as pessoas que lhes confiaram ou deles receberam informações. Art. por arrastamento. autarquia. só podendo ser suspensos mediante voto de 2/3 dos membros da Casa respectiva e por atos praticados fora do CN. Inconstitucionalidade do § 1º do art. acrescido pela lei questionada e. da regra final do § 2º do mesmo artigo. . Impedimentos dos parlamentares: Art. de 2001) Deputados estaduais também tem imunidade material e processual. § 8º As imunidades de Deputados ou Senadores subsistirão durante o estado de sítio. As imunidades subsistirão durante o estado de sitio. Pergunta: suplente do parlamentar também tem essa prerrogativa? NÃO!! a prerrogativa decorre de um efetivo exercício da função parlamentar. sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público.desde a expedição do diploma: a) firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público. Além disso. palavras e votos no exercício do mandato e na circunscrição do MUNICÍPIO. dependerá de prévia licença da Casa respectiva. Processo Penal: pretensão inadmissível de interpretação autêntica da Constituição por lei ordinária e usurpação da competência do Supremo Tribunal para interpretar a Constituição: inconstitucionalidade declarada. os vereadores não possuem imunidades relativas (processuais) apenas possuem imunidades materiais. § 6º Os Deputados e Senadores não serão obrigados a testemunhar sobre informações recebidas ou prestadas em razão do exercício do mandato. que manda estender a regra à ação de improbidade administrativa. Se é suplente não esta exercendo a função parlamentar. nas entidades constantes da alínea anterior. 54. Tbm os distritais tem estas imunidades. 29. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 35. salvo quando o contrato obedecer a cláusulas uniformes. nos casos de atos praticados fora do recinto do Congresso Nacional. 27 da CF diz ainda que as imunidades dos deputados federais e senadores tbm se aplica aos deputados estaduais. CUIDADO: Os vereadores também têm imunidades. O art. VIII . que sejam incompatíveis com a execução da medida. 84 CPP.

Para alterar seria preciso ter PEC nesse sentido. isto está expressamente previsto na CF. 55. apenas se declara uma situação que já era verificável antes. OBS: apesar da crítica da mídia sobre a questão de o voto ser secreto. II . d) ser titulares de mais de um cargo ou mandato público eletivo. 55. Perderá o mandato o Deputado ou Senador: III . para que soubéssemos quem votou a favor e contra a cassação do mandato no caso Renan Calheiros.cujo procedimento for declarado incompatível com o decoro parlamentar. IV . V .II . por voto secreto e maioria absoluta. a perda do mandato será decidida pela Câmara dos Deputados ou pelo Senado Federal. ou de partido político representado no Congresso Nacional.que perder ou tiver suspensos os direitos políticos. seja de oficio ou mediante provocação de qualquer dos membros.que sofrer condenação criminal em sentença transitada em julgado. assegurada ampla defesa. As pessoas queriam que o voto fosse aberto. controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público. Perda do mandado: art. Perderá o mandato o Deputado ou Senador: I . § 3º . em cada sessão legislativa. Art. . mediante provocação da respectiva Mesa ou de partido político representado no Congresso Nacional. II e VI e §2º Exige provocação da mesa ou partido político e depende da aprovação da maioria absoluta da Casa respectiva. Na extinção. II e VI. VI .Nos casos previstos nos incisos III a V. O voto deve ser SECRETO.desde a posse: não podem: a) ser proprietários.quando o decretar a Justiça Eleitoral. b) ocupar cargo ou função de que sejam demissíveis "ad nutum". OBS: não confundir com a cassação que depende de aprovação da maioria absoluta dos membros da casa e o provimento tem natureza constitutiva. "a". assegurada ampla defesa. ou nela exercer função remunerada. 55 Cassação: incisos I. à terça parte das sessões ordinárias da Casa a que pertencer. § 2º . Art. nem há voto secreto. nas entidades referidas no inciso I. de ofício ou mediante provocação de qualquer de seus membros. Extinção: inciso III.Nos casos dos incisos I. Não exige maioria absoluta. salvo licença ou missão por esta autorizada.que deixar de comparecer.que infringir qualquer das proibições estabelecidas no artigo anterior. "a". IV e V e §3º A perda do mandato é apenas reconhecida pela Mesa da casa respectiva. a perda será declarada pela Mesa da Casa respectiva. c) patrocinar causa em que seja interessada qualquer das entidades a que se refere o inciso I. nos casos previstos nesta Constituição.

Promulgação B. Geral B. OBS: veja que a diferença entre lei ordinária e lei complementar não esta na fase de iniciativa. Popular E. 61.PROCESSO LEGISLATIVO Fases: 1) Fase iniciativa A. Qualquer membro ou comissão da Câmara Qualquer membro ou comissão do Senado Presidente da república STF Tribunais superiores PGR Cidadãos B. ao STF. Iniciativa geral – art. 61. 60. caput Art. Conjunta F. do Senado Federal ou do Congresso Nacional. Deliberação executiva Sanção Veto Fase complementar A. aos Tribunais Superiores. Parlamentar ou extraparlamentar Fase constitutiva A. ao PGR e aos cidadãos. I a III . A iniciativa das leis COMPLEMENTARES e ORDINÁRIAS cabe a qualquer membro ou Comissão da Câmara dos Deputados. ao Presidente da República. Deliberação parlamentar Discussão Votação B. 67 G. Publicação 2) 3) 1) FASE INICIATIVA A. Privativa D. na forma e nos casos previstos nesta Constituição. Concorrente C. Art. Iniciativa concorrente – art.

d) organização do Ministério Público e da Defensoria Pública da União. bem como normas gerais para a organização do Ministério Público e da Defensoria Pública dos Estados.disponham sobre: a) criação de cargos. seu regime jurídico. §5º estabelece uma iniciativa compartilhada. entre presidente da república e PGR: Art. II . Iniciativa privativa ou reservada . 84. funções ou empregos públicos na administração direta e autárquica ou aumento de sua remuneração. dada a relevância ou peculiaridade da matéria. as atribuições e o estatuto de cada Ministério Público. §5º a organização do MPU também foi atribuída ao PGR. reforma e transferência para a reserva.Art. serviços públicos e pessoal da administração dos Territórios. 125. estabelecerão a organização. Alguns assuntos tem iniciativa reservada a determinada pessoa. promoções. A Constituição poderá ser EMENDADA mediante proposta: I . Entretanto. II .do Presidente da República. MPT. remuneração. VI. estabilidade. matéria tributária e orçamentária. 125. provimento de cargos. Trata-se de uma exceção à iniciativa privada. dos membros da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal. O art. § 5º . do Distrito Federal e dos Territórios. manifestando-se. provimento de cargos. e) criação e extinção de Ministérios e órgãos da administração pública. cada uma delas. b) organização administrativa e judiciária. MPM e MP do DF). seu regime jurídico. estabilidade e aposentadoria.São de iniciativa PRIVATIVA do Presidente da República as leis que: I . Tem que DECORAR!! Iniciativa reservada ao Presidente de República: § 1º .fixem ou modifiquem os efetivos das Forças Armadas. observado o disposto no art. alínea “d” se estabelece que caberá ao presidente da república a iniciativa exclusiva para normas sobre organização do MPU (compreende o MPF. Para encaminhar o projeto de emenda somente são legitimados: Presidente da República 1/3 de deputados 1/3 de senadores Mais da metade das Assembléias Legislativas (cada uma representada pela metade de seus membros). c) servidores públicos da União e Territórios. observadas. f) militares das Forças Armadas. CUIDADO: veja que no inciso II.Leis complementares da União e dos Estados. 128. III .de mais da metade das Assembléias Legislativas das unidades da Federação. pela maioria relativa de seus membros. no mínimo. essa regra é excepcionada na própria CF: Art.de 1/3. 60. cuja iniciativa é facultada aos respectivos Procuradores-Gerais. relativamente a seus membros: C.

Outra questão é a do inciso II. onde houver. c) a criação ou extinção dos tribunais inferiores. serviços públicos e pessoal da administração dos Territórios. observado o disposto no art. observados os seguintes princípios: Art. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão: I . transformação ou extinção dos cargos. e a iniciativa de lei para fixação da respectiva remuneração. II . Tanto a organização administrativa. Compete privativamente: II . empregos e funções de seus serviços. Iniciativa reservada ao judiciário Art. b) a criação e a extinção de cargos e a remuneração dos seus serviços auxiliares e dos juízos que lhes forem vinculados.dispor sobre sua organização. os serviços públicos e pessoal da administração tudo isso se refere a Território. d) a alteração da organização e da divisão judiciárias. Iniciativa reservada ao executivo Art. a matéria tributaria e orçamentária.os orçamentos anuais. 93. . 96. Iniciativa reservada ao Senado (nesse caso indelegável) Art. observados os parâmetros estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias. Compete privativamente ao Senado Federal: XIII .o plano plurianual. funcionamento. 52. toda a alínea trata de matéria exclusivamente relacionada ao território.As regras do art. Caso isso não seja respeitado e lei estadual terá um vicio formal de iniciativa. matéria tributária e orçamentária. alínea “b”: b) organização administrativa e judiciária. 60.ao Supremo Tribunal Federal. criação. aos Tribunais Superiores e aos Tribunais de Justiça propor ao Poder Legislativo respectivo. de iniciativa do Supremo Tribunal Federal. Se não for de Território a iniciativa não é privativa o Presidente da República. §1º são de normas de reprodução obrigatória nas constituições estaduais e devem ser reproduzidas. III .as diretrizes orçamentárias. disporá sobre o Estatuto da Magistratura. as matérias tributarias (quaisquer que fossem a sua aplicação) deveriam exclusivamente ser encaminhadas pelo presidente da república? Essa duvida surgiu em razão do emprego da expressão “dos Territórios” toda matéria listada na alínea se refere a Territórios ou somente os “serviços públicos e pessoal da administração”? Hoje isso já está pacifico. atribuindo ao Governador do Estado a iniciativa exclusiva para as mesmas matérias na esfera estadual. Lei complementar. polícia. 165. inclusive dos tribunais inferiores. bem como a fixação do subsídio de seus membros e dos juízes. quanto a judiciária. 169: a) a alteração do número de membros dos tribunais inferiores. pergunta: em razão desta previsão.

mas aquele que deveria iniciar o processo legislativo se mantém inerte (nada faz). Iniciativa popular . No momento da tramitação a sanção presidencial pode convalidar o vicio de iniciativa? Pode o presidente sancionar para corrigir o vicio? NÃO!! é vicio insanável. mediante: a soberania popular é exercida através do VOTO e mediante: I . § 3º e § 4º. não adianta sanção. A sanção presidencial NÃO convalida o vício de iniciativa. com valor igual para todos. desde que se observem dois pressupostos: A matéria nova deve ter pertinência temática com o projeto que esta em discussão A emenda do parlamentar não pode acarretar aumento da despesa Pergunta: se a matéria é de iniciativa reservada do presidente. 63. Ex: art. referendo e iniciativa popular. Art.iniciativa popular. ressalvado o disposto no art. e. nos termos da lei. por meio de seus representantes.plebiscito. A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto. §2º do ADCT e art. 14. aquele que tem iniciativa reservada pode encaminhar quando quiser. Sumula 5 do STF dizia exatamente o contrario!! Essa sumula esta CANCELADA!! Não tem mais aplicação. poderá de algum modo ser compelido a fazêlo? O STF entende que não existe a obrigatoriedade de encaminhar o projeto. II . 166. do Senado Federal. 35. incurável!! Não tem jeito. dos Tribunais Federais e do Ministério Público. A participação direta ocorre por meio de plebiscito. 5º da EC42/2003. 60. III . Pergunta: é possível inserir uma emenda parlamentar em projeto de iniciativa reservada? Se a iniciativa é privativa do presidente e ele encaminha o projeto. Não há como forçá-lo a isso. bem como de forma indireta.Pergunta: se a iniciativa é reservada.nos projetos sobre organização dos serviços administrativos da Câmara dos Deputados. Isso quer dizer que é possível sim a emenda parlamentar no projeto de iniciativa reservada. não pode vir uma D. A democracia no Brasil é semi direta ou participativa já que o exercício do poder ocorre de forma direta pelo povo. podem os deputados modificar seu conteúdo? Para responder isso se utiliza da previsão contida no artigo 63 da CF: Art.nos projetos de iniciativa exclusiva do Presidente da República. §1º) haverá um vício no processo de formação da lei (formal) por violação a pressuposto subjetivo (vício formal subjetivo). OBS: as questões já decididas pelo povo através de referendo e plebiscito não podem ser instituídas de forma contrária pelo legislador ou mesmo pelo constituinte através de emenda. mas o projeto de lei foi encaminhado por um deputado (violando o art. a não ser que exista um prazo previsto para isso.referendo. Ex: se o povo disse que quer o presidencialismo. II . Não será admitido aumento da despesa prevista: I .

Isso somente poderia ser feito após novo plebiscito ou pelo constituinte ORIGINÁRIO. NÃO CABE INICIATIVA POPULAR NAS MATÉRIAS DE INICIATIVA RESERVADA!! O projeto de iniciativa popular deve ser encaminhado ao Câmara dos Deputados. Era mais fácil ser encaminhado diretamente ao CN. Ex: lei que proíbe a comercialização de armas seria inconstitucional já que o povo já disse que deve ser mantido. A questão é que pretendiam aplicá-la às próximas eleições e não se tinha ainda obtido o numero mínimo de assinaturas (isso também não ocorreria a tempo). Leis de iniciativa popular que existem no Brasil: Lei 8930/94: modificou a lei de crimes hediondos apesar de ser indicada como lei de iniciativa popular (Projeto Gloria Peres) esse projeto foi convertido por iniciativa do Presidente da República. Seria preciso aproximadamente 1 milhão e 300 mil assinaturas (devendo estas assinaturas ser conferidas com o título). Os projetos de iniciativa popular deve se circunscrever a um só assunto. mesmo tendo obtido a quantidade de assinaturas necessárias. cargos novos. atribuição de competência. . Os autores entendem que esse instituto é decorativo. cargos novos. já que o povo não precisa conhecer técnicas de redação de lei. Inicia-se na Câmara dos Deputados e qq vicio de forma deve ser corrigido pelo legislativo. já que é impossível atingir esse numero de eleitores. através de uma nova constituição. Isso porque.124/05: Cria o fundo nacional para a moradia popular. CONCURSO: nos projetos de iniciativa popular o Senado é sempre a casa revisora (CORRETO). Pessoas que se valiam de mecanismos para comprar votos dos cidadãos.emenda instituindo o parlamentarismo. atribuição de competência e gestão de recursos. Em razão do princípio da anualidade eleitoral a lei que modifica o procedimento eleitoral só pode ser aplicada 1 ano após a publicação e entrada em vigência. Assim 57 deputados encamparam o projeto e enviaram para votação. Lei 9840/99: dispõe sobre a proibição da captação de sufrágio. Objetivo: facilitar a assinatura pelo cidadão.124/05: única e verdadeira lei de iniciativa popular que se conseguiu criar no Brasil. Para isso é preciso que contenham ao menos 1% de assinaturas. Tanto é que ela foi publicada em 1º de outubro de 2001 e já pode ser exigida nas eleições de 2002 (com diferença de um ano e um dia). Violaria o princípio da soberania popular. Lei 11. Iniciativa popular Os cidadãos podem apresentar projeto de lei para apreciação no CN. distribuídos por 5 estados com ao menos 3/10 dos eleitores desse estado. Cria o fundo nacional para a moradia popular. Trouxe novas normas sobre administração publica. Lei 11. Trouxe novas normas sobre administração pública. Também é indicada como um exemplo de lei de iniciativa popular em alguns manuais. elas deveriam ser conferidas.

CONCURSO: via de regra. Alguns estados membros trouxeram em suas constituições estaduais a possibilidade de PEC de iniciativa popular para alteração da constituição ESTADUAL. Conclusão: só cabe iniciativa popular para projeto de lei ordinária e complementar. ampliativa. caput Lei delegada: somente o Presidente da República Medida provisória: somente o Presidente da República Decreto legislativo: não. §1º. A iniciativa das leis COMPLEMENTARES e ORDINÁRIAS cabe a qualquer membro ou Comissão da Câmara dos Deputados. 61. do Senado Federal ou do Congresso Nacional. Para sustentar sua posição disse: como é o povo quem elege o presidente ele pode iniciar projeto de lei de sua competência reservada. A CCJ analisou isso e deu seu parecer no sentido de que o eventual vicio formal subjetivo estaria superado já que o projeto foi apresentado pelo povo. somente é utilizado para instrumentalizar as matérias de iniciativa reservada à Câmara dos Deputados e Senado Federal. que jamais poderia ser corrigido. Tecnicamente essa lei conteria uma vicio formal subjetivo insanável. mas existem varias decisões no sentido de que NÃO cabe iniciativa popular nos projetos de iniciativa reservada. somente é utilizado para instrumentalizar as matérias de iniciativa reservada ao Congresso. Em quais espécies normativas caberia iniciativa popular ? Emenda: Não há previsão explicita. não cabe iniciativa popular nos projetos de iniciativa reservada (CORRETO). O STF ainda não apreciou esta questão. 61. II. Aplicando-se o principio da soberania popular a doutrina sustenta a possibilidade. Fazendo interpretação sistemática ampliativa caberia tbm emenda. 61. 61. Lei complementar: sim – art. PEC de iniciativa popular? Pode o povo encaminhar projeto de emenda à CF? Para encaminhar o projeto de emenda somente são legitimados: Presidente da República 1/3 de deputados 1/3 de senadores Mais da metade das Assembléias Legislativas (cada uma representada pela metade de seus membros).O art. . O STF ainda não se posicionou sobre essa questão. ao STF. aos Tribunais Superiores. mas é cabível por interpretação sistemática. caput Lei ordinária: sim – art. mas é cabível por interpretação sistemática. na forma e nos casos previstos nesta Constituição. ao PGR e aos cidadãos. Pergunta: Pode o povo encaminhar projeto de emenda à CF? Não há previsão explicita. “a” e “e” estabelece que estas matérias são de iniciativa do Presidente da República. Art. ampliativa. Resoluções: não. ao Presidente da República.

48. Projeto de lei encaminhado pelo parlamentar. G. Não é parlamentar: o presidente da república. XIII quorum de 5% Art. 67 CF Uma vez rejeitado o projeto ele não pode ser reapresentado princípio da irrepetibilidade. Deliberação parlamentar .iniciativa popular de projetos de lei de interesse específico do Município. Sessão legislativa = período que vai de 02/02 a 17/07 e 01/08 a 22/12. Agora NÃO se exige mais iniciativa conjunta!! F. da Câmara dos Deputados. e 153. III. pelo menos. A partir da reforma da previdência houve a modificação do art.fixação do subsídio dos Ministros do Supremo Tribunal Federal. II. 150. do Senado Federal e do STF. 39. § 4º. 153.A lei disporá sobre a iniciativa popular no processo legislativo estadual. I. § 2º. §4º § 4º . E.Leis estaduais: art. Lei municipal: art. na mesma sessão legislativa. da cidade ou de bairros. 67. 5% do eleitorado. 29. Iniciativa parlamentar A. através de manifestação de. Iniciativa do art. o PGR. FASE CONSTITUTIVA – 2ª fase Discussão Princípio do bicameralismo = o projeto de lei ordinária e complementar necessariamente deve ser discutido nas duas casas parlamentares. Exceção: se houver encaminhamento da maioria absoluta dos membros ele pode ser reaprecido na mesma sessão legislativa. XV da CF: XV . Somente na sessão legislativa seguinte se poderá discutir a matéria novamente. o povo. Todos eles deveriam assinar o projeto de lei para fixar esse teto. XIII . mediante proposta da maioria absoluta dos membros de qualquer das Casas do Congresso Nacional. INICIATIVA CONJUNTA A emenda 19 estabeleceu teto do funcionalismo e disse que a fixação do que ganha o ministro do STF seria estabelecida por uma lei de iniciativa conjunta dos Presidentes da República. A matéria constante de projeto de lei rejeitado somente poderá constituir objeto de novo projeto. 27. observado o que dispõem os arts. STF. 29. Art. Casa iniciadora: é a que começa a discussão e votação do projeto (quem delibera primeiro) Casa revisora: é a que revisa o projeto da outra.

que. do Supremo Tribunal Federal e dos Tribunais Superiores terão início na Câmara dos Deputados.Se o Presidente da República considerar o projeto. Caberá a Câmara dos Deputados apreciar a emenda feita pelo Senado Federal. Se ele rejeitar a emenda prevalecerá a redação ORIGINAL do texto que foi encaminhado. Sanção: aprovação do Presidente de República o Sanção expressa: quando feita dentro dos 15 dias ÚTEIS que o presidente tem para vetar. o Tácita: quando não se manifestar sobre a aprovação do projeto. CONCURSO: a casa iniciadora prevalece sobre a casa revisora (CORRETO). O silêncio do presidente importa sanção da lei. no todo ou em parte. Porque no caso de emenda o casa iniciadora tem o poder a aceitar ou rejeitar a emenda feita pela Casa Revisora. Se ele rejeitar vale o texto original. A Casa na qual tenha sido concluída a votação enviará o projeto de lei ao Presidente da República. vetá-lo-á total ou parcialmente. aquiescendo. A discussão e votação dos projetos de lei de iniciativa do Presidente da República. E desse modo segue para sanção ou veto do Presidente. Presidente da República STF Tribunais superiores iniciativa popular câmara dos deputados: inicia a deliberação nos projetos de lei enviados por O Senado Federal somente será casa iniciadora quando se tratar de projeto de iniciativa de senadores ou de Comissão do Senado. inconstitucional ou contrário ao interesse público. § 1º . Art. no B. 64. Deliberação executiva . 66. Havendo modificação no conteúdo do projeto pelo Senado ele deve obrigatoriamente retornar à casa iniciadora. Ao receber o projeto da Camara dos Deputados o senado pode: Rejeitar o projeto = será arquivado Aprovar integralmente o projeto = segue para deliberação executiva (sanção ou veto) Emendar o projeto = nesse caso ele deve retornar à Câmara dos Deputados. O executivo pode sancionar ou vetar o projeto de lei aprovado.Para saber qual e a casa iniciadora e revisora é preciso saber onde o projeto deve ter início: Art. o sancionará.

de inciso ou de alínea. Manuel Gonçalves Ferreira Filho. parágrafo. de parágrafo. mas com estes “pingentes” ou riders. Pode ser total ou parcial: o Total: todo o projeto o Parcial: parte do projeto. dentro de trinta dias a contar de seu recebimento. 66.O veto será apreciado em sessão conjunta. será o projeto enviado. Na época em que não havia veto parcial eram identificados como “pingentes” ou “caudas orçamentárias”.prazo de quinze dias úteis. § 3º . § 5º . Art.Se o veto não for mantido. em escrutínio secreto. Art. contados da data do recebimento.O veto parcial somente abrangerá texto integral de artigo. CONCURSO (prova oral): o que são Riders? Isso foi colocado em uma nota do Prof. ao Presidente da República. 66. Vem da experiência americana e estão ligados às leis orçamentárias. Características do veto: Deve ser EXPRESSO: não existe veto tácito Deve ser motivado e por escrito: a motivação deve constar do texto do veto. ao Presidente do Senado Federal os motivos do veto. . só podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos Deputados e Senadores.Decorrido o prazo de quinze dias. Veto: deve ser EXPRESSO e motivado. O legislativo faz a lei. o executivo veta este veto pode ser derrubado. para promulgação. O veto é superável ou relativo Pode ser derrubado. Sempre é supressivo: não existe veto aditivo. inciso ou alínea constante no projeto de lei. Veto político: quando entender que o projeto é contrario ao interesse público Veto jurídico: quando entender que o projeto é inconstitucional. e comunicará. Como se tratava de lei orçamentária é havia necessidade de aprovação para o exercício seguinte ele acabava sendo aprovado. Não existe veto sem motivação. Isso decorre do principio dos freios e contrapesos. dentro de quarenta e oito horas. Veta o texto todo ou não veta. o silêncio do Presidente da República importará SANÇÃO. CUIDADO: o veto parcial deve ser de todo o texto de artigo. O Presidente vetava todo o projeto ou aprovava tudo. Não pode vetar apenas uma palavra. § 2º . O veto somente pode retirar alguma coisa e NUNCA para acrescentar. Para vetar alguma coisa necessariamente tem que motivar. § 4º . Eram colocados na lei orçamentária quando não se admitia o veto parcial. Não pode ser oral.

A lei entra em vigor 45 dias contados de sua publicação se prazo diferente não for previsto.§ 6º Esgotado sem deliberação o prazo estabelecido no § 4º. Sessão conjunta Prazo de 30 dias Maioria absoluta Escrutínio secreto CONCURSO: a característica de ser superável ou relativo configura a idéia do “pocket” veto? Em determinadas situações o congresso não tinha como analisar projeto. O veto deve ser apreciado em sessão conjunta no prazo de 30 dias. O veto SEMPRE deve ser apreciado pelo Congresso Nacional. Promulgação: ato pelo qual de atesta a validade e executoriedade da lei. É ato do Presidente da República. Sempre! Não cabe retratação do veto. Deve ser feito no prazo de 48 horas! § 7º . guardado na gaveta já que o veto não tinha como ser apreciado. Uma vez vetado o projeto segue para o Congresso para a apreciação do Congresso Nacional. nos casos dos § 3º e § 5º.Se a lei não for promulgada dentro de quarenta e oito horas pelo Presidente da República. Vacatio legis = período que vai da publicação da lei até a sua vigência. o veto será colocado na ordem do dia da sessão imediata. principio da anualidade. caberá ao Vice-Presidente do Senado fazê-lo. é o ato que marca a Processo legislativo constitucional sumário ou regime de urgência Em determinadas matérias de iniciativa reservada ao presidente da república ele poderá solicitar urgência na tramitação. o Presidente do Senado a promulgará. Só poderá ser rejeitado com voto de maioria ABSOLUTA ( = maioria dos membros e não maioria dos presentes). isso porque o projeto de lei vira lei com a sanção ou derrubada do veto. Se este não o fizer: ao Vice-Presidente do Senado OBS: veja que aqui já se fala em “LEI” e não projeto de lei. O veto “embolsava” o projeto de lei. Se o presidente não promulgar a lei dentro de 48 horas caberá: Ao presidente do Senado Federal em 48 horas. Exceções: principio da anterioridade tributaria. . até sua votação final. B. Fase complementar – 3ª fase A. e. sobrestadas as demais proposições. etc. se este não o fizer em igual prazo. Publicação: ato pelo qual de torna publica a vigência da lei. Somente nessas matérias. sua vigência. Isso era comum na época da ditadura em que o projeto acabava ficando “embolsado”.

§ 1º . em até quarenta e cinco dias. Observe que no regime sumario o processo legislativo leva no máximo 100 dias.Como é iniciativa do presidente a casa iniciadora será a Câmara dos Deputados. Em seguida o projeto passa para o Senado que terá também 45 dias. no caso do § 1º. observado quanto ao mais o disposto no parágrafo anterior. 64. Para editar MP é preciso ter muita urgência e relevância. Veja: havendo urgência o presidente pode solicitar esta rápida apreciação da matéria e dentro de 100 dias (no máximo) a lei já estará pronta. nem se aplicam aos projetos de código. sobrestar-se-ão todas as demais deliberações legislativas da respectiva Casa. com exceção das que tenham prazo constitucional determinado. até que se ultime a votação. em 100 dias o presidente consegue aprovar um projeto de lei.O Presidente da República poderá solicitar urgência para apreciação de projetos de sua iniciativa. a Câmara dos Deputados e o Senado Federal não se manifestarem sobre a proposição. do Supremo Tribunal Federal e dos Tribunais Superiores terão início na Câmara dos Deputados. § 2º Se. Limitações expressas ou explicitas A. Porque se pede urgência. cada qual sucessivamente. nem mesmo no regime de urgência. Ela terá prazo MÁXIMO de 45 dias para apreciar a matéria. A discussão e votação dos projetos de lei de iniciativa do Presidente da República. EMENDAS CONSTITUCIONAIS Limitações ao poder de reforma: 1. Daí se criticar a edição de medida provisória e exigir que tenha extrema urgência e relevância da matéria de tal ponto que não possa esperar o devido processo legislativo. Formais ou procedimentais Iniciativa: o Presidente da República o 1/3 de deputados . No caso de eventual emenda pelo Senado federal ele volta para a Câmara que tem 10 dias para apreciar. § 4º . CUIDADO: Esses prazos não correm nos períodos de recesso e esse procedimento não se aplica a projeto de código. O STF começou a fazer o controle dessas medidas provisórias para verificar se existe mesmo essa urgência “urgentíssima” a justificar a sua edição.Os prazos do § 2º não correm nos períodos de recesso do Congresso Nacional. § 3º . que dá um caráter OBJETIVO à interpretação de urgência e relevância. Art.A apreciação das emendas do Senado Federal pela Câmara dos Deputados farse-á no prazo de dez dias. Isso esta sendo analisado pelo STF.

§4º.a separação dos Poderes.Não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a ABOLIR: melhorar ou aumentar pode. Art. secreto. Não pode haver deliberação sobre PEC durante a vigência de estado de sitio e estado de defesa. em ambos. § 5º . Não se pode alterar o titular do poder constituinte.A proposta será discutida e votada em cada Casa do Congresso Nacional. Limitações materiais expressas Art. três quintos dos votos dos respectivos membros. Ele apenas promulga lei (prazo de 48 horas ou se não o fizer o Presidente do Senado). São limitações que impedem o poder constituinte derivado reformador fazer qualquer alteração no sentido de alterar as limitações expressas. não pode é reduzir os direitos.a forma federativa de Estado. 60. III . OBS: NÃO é o Presidente da República quem promulga a PEC.A Constituição não poderá ser emendada na vigência de intervenção federal.os direitos e garantias individuais. 60. I .A matéria constante de proposta de emenda rejeitada ou havida por prejudicada NÃO pode ser objeto de nova proposta na mesma sessão legislativa. Limitações implícitas LEI COMPLEMENTAR X LEI ORDINÁRIA Quorum de aprovação Lei complementar Maioria absoluta Lei ordinária Maioria simples ou relativa . II . B. A PEC jamais será reapreciada na mesma sessão legislativa. em dois turnos. Quorum de aprovação: 3/5 em cada casa e em dois turnos Art. Somente na sessão legislativa seguinte. Promulgação: mesas da Câmara e do Senado com seu respectivo número de ordem. universal e periódico.o 1/3 de senadores ou o mais da metade das Assembléias Legislativas (cada uma representada pela metade de seus membros). IV . § 2º . 60. PEC rejeitada: NÃO pode ser reproposta. Ex: não pode alterar o art. Art. de estado de defesa ou de estado de sítio. considerando-se aprovada se obtiver. § 4º . 60. 2. OBS: nem mesmo se houver manifestação da maioria absoluta dos membros do CN (só a lei pode se reapreciada na mesma sessão legislativa se houver encaminhamento da maioria absoluta). 60.o voto direto. § 1º . Limitações Circunstanciais C.

presente a maioria absoluta de seus membros. art. O art. Vem sempre indicadas pelo constituinte. 154. foi editada a lei 9430/96. Salvo disposição constitucional em contrário. . Posteriormente. 47 Ex: dos 100 membros = 51 devem estar presentes. Segundo o STF o que existe são âmbitos de competência diferentes. tem campos de atuação diferentes e regulam questões diferentes. as deliberações de cada Casa e de suas Comissões serão tomadas por maioria dos votos. § 4º: A lei poderá instituir outras fontes destinadas a garantir a manutenção ou expansão da seguridade social. §4º e incisos do art. mas isso não era necessário. I. O STF disse que existem duas formas de custear a seguridade social = regulamentar as matérias que já estão previstas no art. Art. II da Lei complementar 70/91. pois ela poderia ser estabelecida por lei ordinária. É o que sobrar (matéria residual) CF. 195 tratam de competência discriminada na CF. Cada uma atua dentro de uma matéria fixada na Constituição. A lei complementar 70/91 estabelecia a isenção da COFINS sobre as sociedades civis de prestação de serviços de profissão legalmente regulamentada. 56 teria supostamente revogado o art. Isso gerou a seguinte duvida: poderia a lei ordinária revogar isenção trazida por meio de lei complementar? Os advogados tributaristas sustentavam que não era possível a revogação porque a lei ordinária seria hierarquicamente inferior à lei complementar (em razão do quorum de aprovação). 195.Quorum de instalação Matérias Ex: 100 membros não importa o numero de presentes = 51 devem aprovar Maioria absoluta Ex: dos 100 membros = 51 devem estar presentes. Matérias taxativamente previstas na CF. ex: 100 membros estão presentes = devem aprovar. Isso porque elas tratam de matérias diferentes. A discussão chegou ao STF que consagrou o entendimento que tal hierarquia entre lei complementar e lei ordinária NÃO existe. Maioria absoluta = metade mais um dos MEMBROS Maioria simples = metade mais um dos presentes O STF não entende que exista hierarquia entre lei complementar e lei ordinária. que em seu art. 47. competência residual. Maioria = segundo o STF é o primeiro numero inteiro superior à metade. Qq matéria que não seja de outro tipo de lei. 194. O STF já disse que competências discriminadas na CF podem ser tratadas por meio de lei ordinária (é o caso da lei 8213/91). Somente existe a exigência de lei complementar quando se quer criar nova fonte de custeio (competência residual). 60 31 Maioria absoluta – art. OBS: a COFINS foi regulada por lei complementar. 195 (competência discriminada) ou criar nova fonte de custeio (competência residual). obedecido o disposto no art. 6º.

III . é materialmente ordinária. 49 CF quando for competência privativa da CD – art. STF entendeu que se tratava de legislação sobre processo e não sobre procedimento e com isso declarou a inconstitucionalidade. diretrizes orçamentárias e orçamentos. autorizando o presidente a editar a lei. o Nacionalidade. . Não podem ser objeto de delegação: as matérias de competência exclusiva do CN – art. os de competência privativa da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal. É delegada porque o CN é quem atribui essa competência através de resolução.Não serão objeto de delegação os atos de competência exclusiva do Congresso Nacional. LEI DELEGADA A lei delegada é lei de atribuição do Presidente da República. É preciso ter delegação. 52 matéria reservada a lei complementar: legislação sobre: o organização do poder judiciário e MP: carreira e garantia e seus membros. se COFINS poderia ser regulamentada por lei ORDINÁRIA (matéria da lei ordinária) a isenção também poderia ter sido revogada por lei ORDINÁRIA. sendo vedada qualquer emenda.planos plurianuais. nem a legislação sobre: I . CONCURSO (CESPE): A lei complementar materialmente ordinária pode ser revogada por lei ordinária (CORRETO) Resultado: Fazenda Pública agora pode cobrar a COFINS de quem não estava pagando. Sendo assim. 51 matérias de competência privativa do SF – art.nacionalidade. direito individual. Entendeu o STF que embora seja formalmente complementar a LC 70/91. § 1º .art. políticos e eleitorais. Sem delegação o Presidente não pode editar lei delegada. a carreira e a garantia de seus membros. A resolução do CN estabelece qual a matéria pode ser legislada pelo Presidente. 68.organização do Poder Judiciário e do Ministério Público.Assim. pode ser revogada por lei ordinária. II . §3º votação única. 68. Trata-se de uma exceção ao princípio da indelegabilidade de atribuições. Mas e quem já tinha sentença individual transitada em julgada em sentido diverso: Notícias: lei estadual de SP que estabelecia o interrogatório por vídeo-conferência. político e eleitoral o planos plurianuais. A resolução do CN pode ocorrer de duas formas: estabelecendo controle da lei delegada editada pelo presidente . cidadania. Todos os processos que já tinham feito interrogatório desse modo terão que ser anulados e se es verem presos devem ser colocados em liberdade. a matéria reservada à lei complementar. direitos individuais. cidadania. diretrizes orçamentárias e orçamentos Art.

Falta de relevância e urgência = vicio formal por violação a pressupostos objetivos do ato. promulga e publica. de 2001) § 7º Prorrogar-se-á uma única vez por igual período a vigência de medida provisória que. Em caso de RELEVÂNCIA e URGÊNCIA. desde a edição. Na pratica o presidente dispõe de algo muito mais rápido que é a MP. desde que exista previsão expressa na Constituição do Estado e na lei orgânica do Município e desde que dentro de uma idéia de simetria se observe os requisitos da CF. § 3º . 68. 2. Caso não seja convertida a MP em lei perde a sua eficácia desde a sua edição. Pressupostos constitucionais Relevância Urgência 2008 o STF recentemente decidiu que tem poder para aferir os pressupostos de relevância e de urgência para edição de determinada MP. Prazo de duração da MP O prazo é de 60 dias!! Esse prazo é automaticamente prorrogado por mais 60 dias. 62 Presidente da República Governador de estado e DF Prefeito CUIDADO: o STF entende que o governador e prefeito pode editar MP. OBS: somente existem até hoje 2 leis delegadas. prorrogável. nos termos do § 7º. não tiver a sua votação 1. contado de sua publicação.Sem prever o controle pelo CN: presidente edita. o Presidente da República poderá adotar medidas provisórias. art. art. O Presidente não está totalmente livre para dizer o que é relevante e urgente (não é caso de discricionariedade). . 62. devendo o Congresso Nacional disciplinar. uma vez por igual período. se não forem convertidas em lei no prazo de sessenta dias. no prazo de sessenta dias. § 3º As medidas provisórias. Art. Legitimados para edição de MP: art.Se a resolução determinar a apreciação do projeto pelo Congresso Nacional. Deve o CN regulamentar os efeitos dela decorrentes através de um decreto legislativo. por decreto legislativo. este a fará em votação única. CONCURSO: o prazo de duração da MP é de 120 dias (ERRADO). devendo submetê-las de imediato ao Congresso Nacional. podendo a MP ser declarada inconstitucional por não preencher os pressupostos constitucionais. com força de lei. O prazo é de 60 dias prorrogado automaticamente por mais 60 dias. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32. 62. vedada qualquer emenda. 3. CF. ressalvado o disposto nos §§ 11 e 12 perderão eficácia. as relações jurídicas delas decorrentes. MEDIDAS PROVISÓRIAS CF.

encerrada nas duas Casas do Congresso Nacional. § 4º O prazo a que se refere o § 3º (60 dias) contar-se-á da publicação da medida provisória. pelo plenário de cada uma das Casas do Congresso Nacional. 57. em sessão separada. Porque se vier o recesso do CN o prazo de 60 dias para de ser contato. 62. § 8º As medidas provisórias terão sua votação iniciada na Câmara dos Deputados. O presidente pode editar uma MP2 para atacar a MP1. mas caso seja convocada por qq motivo. Art. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32. Se ele não regulamentar os efeitos da MP rejeitada continuam por ela regidos. de 2001) CUIDADO: Quando CN não regulamentar os efeitos decorrentes da MP eles conservam-se regidos pela MP. Art. ela NUNCA revoga a lei. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32. Isso porque se trata de um veiculo normativo efêmero. Ver ADI 1315. Antes da EC 32 a apreciação ocorria em sessão conjunta. CF. Eficácia da MP Espécie normativa que tem força de lei. Não editado o decreto legislativo a que se refere o § 3º até sessenta dias após a rejeição ou perda de eficácia de medida provisória. . ainda que trate de mesma matéria. serão elas automaticamente incluídas na pauta da convocação. Não é preciso fazer convocação extraordinária para apreciação de MP. CONCURSO: uma MP pode vigorar por mais de 120 dias (CORRETO). Tramitação Editada a MP ela deve ser submetida de imediato ao CN. art. Apesar de ter força de lei. de 2001) 4. rejeitada a MP2 continua valendo a MP1. antes de serem apreciadas. 5. de 2001) § 9º Caberá à comissão mista de Deputados e Senadores examinar as medidas provisórias e sobre elas emitir parecer. A apreciação da MP é feita em SEPARADO em cada uma das casas do CN. § 8º Havendo medidas provisórias em vigor na data de convocação extraordinária do Congresso Nacional. O Congresso Nacional reunir-se-á. A MP apenas suspende a eficácia da lei. Fica suspenso durante o recesso. de 2 de fevereiro a 17 de julho e de 1º de agosto a 22 de dezembro. 62. na Capital Federal. de 2001) Rejeição da MP Caso seja rejeitada a MP a matéria deve ser regulamentada pelo CN por meio do decreto legislativo. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32. as relações jurídicas constituídas e decorrentes de atos praticados durante sua vigência conservar-se-ão por ela regidas. § 11. a apreciação da MP é automaticamente incluída na pauta. Nesse caso. não revoga. suspendendo-se durante os períodos de recesso do Congresso Nacional. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32. Ela é passageira. anualmente.

64. Entre essas regras. subseqüentemente. até que se ultime a votação. § 4º . Veja que a aprovação de uma lei seguindo esse regime pode demorar no máximo 100 dias. em cada uma das Casas do Congresso Nacional. A CF prevê em seu art. 62. na mesma sessão legislativa. todas as demais deliberações legislativas da Casa em que estiver tramitando. de 2001) Depois de 45 dias contados da sua publicação a MP entra em regime de urgência cam suspensas todas as outras deliberações = “travamento da pauta” do CN pára tudo para apreciar a MP. Daí se questionar a edição de MP. Reedição de MP Antigamente a MP era reeditada por anos. Art. Veja que a EC 32 trouxe regras novas sobre as MP. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32. Art. Neste regime. Em seguida ela será apreciada em sessão SEPARADA pelo plenário de cada uma das Casas do CN. § 10. É vedada a reedição. de modo que não se possa aguardar os 100 dias. nem se aplicam aos projetos de código. ficando sobrestadas. de medida provisória que tenha sido rejeitada ou que tenha perdido sua eficácia por decurso de prazo. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32. estabeleceu o constituinte derivado que as MPs que estavam em vigor até aquele momento continuariam em vigor: a) Até que uma nova MP fosse editada e as revogasse explicitamente b) Até que o CN deliberasse sobre a matéria da MP 6. CUIDADO: esse regime de urgência não se confunde com aquele próprio das leis complementares e ordinárias de iniciativa do Presidente da República. REGIME DE URGÊNCIA DAS MEDIDAS PROVISÓRIAS Art. entrará em regime de urgência. de 2001) CONCURSO: é vedada e reedição de MP rejeitada ou que tenha perdido a eficácia pelo decurso do tempo (ERRADO). a matéria deve ser apreciada no prazo de 45 dias pela CD e em seguida pelo SF por mais 45 dias. A MP pode ser reeditada na sessão legislativa seguinte. É VEDADA reedição de MP na mesma sessão legislativa. 64 e §§ a possibilidade da solicitação de urgência para apreciação de leis da iniciativa do Presidente da República. § 6º Se a medida provisória não for apreciada em até quarenta e cinco dias contados de sua publicação. agora não pode mais. Na prática gera uma grande problema já que não se consegue aprovar todas as MPs. O STF entende que a MP deve ter uma “urgência urgentíssima”. OBS: esse prazo para aprovação da lei de iniciativa do Presidente não corre durante o recesso e nem pode ser requerido quando se tratar de projetos de código.Os prazos do § 2º não correm nos períodos de recesso do Congresso Nacional.Assim que receber a MP uma comissão mista (formada por Deputados e Senadores) vai examinar e emitir parecer sobre ela. . 62. Havendo emenda o prazo para revisão é de 10 dias.

processual penal e processual civil. É VEDADA a edição de MP: art. 62. o artigo modificado não pode ser objeto de regulamentação por MP. Alguns casos podem ser regulamentados por MP. 246 fez foi estabelecer uma restrição à edição de MP para regulamentação de artigo modificado por emenda. O que sobrar pode ser regulamentado por lei ordinária. . de 2001) O que o art. Isso significa que hoje existem MP vigentes há 8 anos (desde a publicação da emenda 32/2001) e que vão continuar valendo até que venha outra MP ou até que o CN aprecie a matéria nela contida. É vedada a adoção de medida provisória na regulamentação de artigo da Constituição cuja redação tenha sido alterada por meio de emenda promulgada entre 1º de janeiro de 1995 até a promulgação desta emenda. inclusive. Antes de 95 ou após 11/01/2001 pode ser editada para qualquer assunto. Pergunta: é possível a regulamentação de artigo da CF por medida provisória? Todo artigo que for modificado por emenda de 01/jan/95 a 11/set/01 NÃO pode ser regulamentado por MP.Não havendo nova MP e nem deliberação do CN ela continua valendo indefinidamente. art. de 2001) CUIDADO: ocorreu uma perpetuação da MP con nua valendo inde nidamente até que seja revogada ou apreciada pelo CN. §1º Sobre as seguintes matérias: nacionalidade. Não editado o decreto legislativo a que se refere o § 3º até sessenta dias após a rejeição ou perda de eficácia de medida provisória. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 32. §1º OBS: podem ser editadas MPs para regulamentar artigos da CF entre 01/01/95 e 11/09/01? SIM!! Desde que seja dispositivo de redação originária da CF. as relações jurídicas constituídas e decorrentes de atos praticados durante sua vigência conservar-se-ão por ela regidas. Isso significa que aqueles artigos que forem alterados por emenda depois da EC 32 a antes de 01/jan/95 podem ser regulamentados por MP. Ex: casos em que a própria CF exige a lei complementar. Quando? Quando houver relevância e urgência Quando isso não for vedado pela CF o Artigos alterados por emenda entre 01/01/95 e 11/09/01 não podem o Art. desde que haja relevância e urgência e não haja vedação expressa. 01/jan/1995 periodo que NÃO pode haver regulamentação 11/set/2001 Pergunta: pode a CF ser regulamentada por MP? SIM! Somente é obrigatória a regulamentação por outros meios quando isso for expressamente indicado. direito penal. cidadania. 246. Ver art. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32. 62. 2º da EC 32/2001. direitos políticos. A vedação para MP é só para artigos alterados por emenda dentro desse período. Art. § 11. organização do Poder Judiciário e do MP: a carreira e a garantia de seus membros. partidos políticos e direito eleitoral. CF. Se a emenda foi feita entre 01/jan/95 a 11/set/01. 62.

IPI. III – reservada a lei complementar. e 154. IE. 49: DECORAR!! Art. É da competência EXCLUSIVA do Congresso Nacional: não precisa sanção I . 49. c) organização do Poder Judiciário e do Ministério Público. Efeitos da MP no direito tributário MP que implique instituição ou aumento de impostos somente produzirá seus efeitos se ela for convertida em lei antes do exercício financeiro seguinte (em que será exigido o imposto). Para matéria já disciplinada em projeto de lei aprovado pelo CN e pendente de sanção ou veto do Presidente da República. § 3º. processual penal e processual civil. V. diretrizes orçamentárias. Veja que isso somente é exigido para IMPOSTOS. II – que vise a detenção ou seqüestro de bens. direitos políticos. I. de poupança popular ou qualquer outro ativo financeiro. §3º (com força de emenda constitucional) é preciso que o decreto legislativo seja aprovado com quorum de emenda. Art. OBS: para aprovação de tratados na forma do art. orçamento e créditos adicionais e suplementares. IV – já disciplinada em projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional e pendente de sanção ou veto do Presidente da República. Art. . de poupança popular ou qualquer outro ativo financeiro. d) planos plurianuais. II. DECRETO LEGISLATIVO Serve para regulamentar as matérias exclusivas do CN art. exceto os previstos nos arts. 5º. ressalvado o previsto no art. IV. 62. 167. 167. só produzirá efeitos no exercício financeiro seguinte se houver sido convertida em lei até o último dia daquele em que foi editada. partidos políticos e direito eleitoral. Também NÃO pode ser editada a MP: que vise a detenção ou seqüestro de bens. 153. b) direito penal. diretrizes orçamentárias. ressalvado o previsto no art. acordos ou atos internacionais que acarretem encargos ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional. § 3º. Ressalva: não se aplica essa exigência quando se tratar de II. cidadania. orçamento e créditos adicionais e suplementares. IOF e impostos de guerra. 62. para matéria reservada a lei complementar ainda que tenha sido aprovada por maioria absoluta do CN.resolver definitivamente sobre tratados. § 1º É vedada a edição de medidas provisórias sobre matéria: I – relativa a: a) nacionalidade. II. § 2º Medida provisória que implique instituição ou majoração de impostos. a carreira e a garantia de seus membros.planos plurianuais.

sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa. III. § 4º. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. § 2º. em terras indígenas. X .fixar os subsídios do Presidente e do Vice-Presidente da República e dos Ministros de Estado. XIV .apreciar os atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão. §3º este decreto tem natureza CONSTITUCIONAL. é equivalente a emenda constitucional e deve ser estudado. 5º. autorizar o estado de sítio. por três quintos dos votos dos respectivos membros. XVI . III. observado o que dispõem os arts. 39. a alienação ou concessão de terras públicas com área superior a 2. XI. e 153. VI . XV . 150. XIII . observado o que dispõem os arts.autorizar o Presidente da República a declarar guerra. II.zelar pela preservação de sua competência legislativa em face da atribuição normativa dos outros Poderes. quando a ausência exceder a 15 dias. em cada Casa do Congresso Nacional.autorizar o Presidente e o Vice-Presidente da República a se ausentarem do País.autorizar referendo e convocar plebiscito. III . só o CN pode autorizar a exploração de terras indígenas. 37. incluídos os da administração indireta.mudar temporariamente sua sede.CUIDADO: o primeiro decreto legislativo aprovado na forma do art. Como ele foi aprovado nos termos do art. XVII . ou suspender qualquer uma dessas medidas. diretamente. IX . 5º. .aprovar. XII . Refere-se às normas de proteção a deficientes.500 hectares. II. XI . I.fixar idêntico subsídio para os Deputados Federais e os Senadores. § 3º Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados. a exploração e o aproveitamento de recursos hídricos e a pesquisa e lavra de riquezas minerais.escolher 2/3 dos membros do Tribunal de Contas da União. a permitir que forças estrangeiras transitem pelo território nacional ou nele permaneçam temporariamente. 37. de 2004) II . serão equivalentes às emendas constitucionais. 5º. Art.julgar anualmente as contas prestadas pelo Presidente da República e apreciar os relatórios sobre a execução dos planos de governo. 153. em dois turnos.aprovar o estado de defesa e a intervenção federal. ressalvados os casos previstos em lei complementar. e 153.fiscalizar e controlar. 39. V . 150. previamente. XI. VII .autorizar. a celebrar a paz. IV . VIII . 153. I. os atos do Poder Executivo. §3º da CF é o decreto 186/08. § 4º.aprovar iniciativas do Poder Executivo referentes a atividades nucleares. ou por qualquer de suas Casas. § 2º.

e pelo sistema de controle interno de cada Poder. legitimidade. Não existe sanção nem veto em relação a projeto de decreto legislativo. mediante controle externo. Decreto legislativo NÃO tem veto nem sanção do presidente. Cabe ao legislativo fazer o controle externo dos demais poderes. aplicação das subvenções e renúncia de receitas. Veja que o legislativo (congresso nacional) é quem exerce essa fiscalização. A fiscalização contábil. será exercida pelo Congresso Nacional. Ao exercer essa atividade ele tem o apoio técnico do tribunal de contas. será exercido com o AUXÍLIO do Tribunal de Contas da União. operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta. a cargo do Congresso Nacional. Se trata de matéria exclusiva do CN. XV. 71. Isso pode ser feito internamente ou externamente. ao qual compete: . Ele é aprovado por maioria simples e promulgado pelo presidente do SENADO FEDERAL. quanto à legalidade. financeira. O CN em cada um das casas aprecia o decreto legislativo. Art. RESOLUÇÃO Mecanismo que serve para: Autorizar a edição de lei delegada pelo Presidente da República Instrumentalizar as matérias privativas da CD – art. 52 (decorar!!) TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO O controle das contas públicas deve existir. 70. O controle externo. Art. economicidade.CONCURSO MAGISTRATURA: Qual o meio de autorizar referendo e convocar plebiscito? DECRETO LEGISLATIVO do CN – art. 51 (decorar!!) Instrumentalizar as matérias do SF – art. 49. orçamentária.

julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros. excetuada a apreciação da legalidade do ato de concessão inicial de aposentadoria.. É elaborada um lista tríplice de membros do MP e uma lista tríplice de auditores pelo próprio TCU. Composição do TCU = 9 ministros (3 escolhidos pelo Presidente e 6 pelo Senado Federal) 3 membros pelo Presidente (1 dentre os membros do MP que atuam no TCU. reforma e pensão.apreciar as contas prestadas anualmente pelo Presidente da República. Prerrogativas = semelhantes às dos ministros do STJ (aproximação com o STJ) inclusive com relação a vantagens e vencimentos. notórios conhecimentos e mais de 10 anos de atividade profissional. 6 membros escolhidos pelo CN (com os requisitos exigidos) Sede = DF Pessoal = quadro próprio Requisitos = brasileiro. aqui já se fala em julgar. Tribunal de contas estadual – art. não obstante os seus servidores estarem sujeitos ao regime celetista. Logicamente não se impede a revisão pelo judiciário.I . OBS: a carreira de MP do TCU é algo totalmente separado das demais carreiras do Ministério Público. idoneidade moral e reputação ilibada. 75 CF São chamados de conselhos de contas e são compostos por 7 conselheiros. Tanto é que este cargo jamais pode ser ocupado por membros de outros MPs (MPU ou MPE). . Sumula 347 STF o tribunal de contas no exercício de suas atribuições pode apreciar a constitucionalidade das leis e ato do poder público.. Empresas publicas e sociedades de economia mista também estão sujeitas à fiscalização do TCU. O presidente escolhe um dentre os indicados. Essa apreciação é feita de modo incidental é claro. II . Sumula vinculante nº 3 = Nos processos perante o Tribunal de Contas da União asseguram-se o contraditório e a ampla defesa quando da decisão puder resultar anulação ou revogação de ato administrativo que beneficie o interessado. Quando um processo puder repercutir em algum terceiro (anulação ou revogação de ato administrativo que o beneficie) deve ser assegurado a ampla defesa e o contraditório. mediante parecer prévio que deverá ser elaborado em sessenta dias a contar de seu recebimento. somente aprecia não julga. bens e valores públicos. 35 a 65 anos. um auditor do TCU e um terceiro de livre escolha que possua os requisitos). Esse é entendimento tranqüilo na jurisprudência. Isso somente não será exigido quando a questão for de ILEGALIDADE do ato de concessão de aposentadoria e pensão. ele somente faz isso de modo concreto e incidental. Não se pode chamá-lo para apreciar uma lei.

Sumula 653 STF No Tribunal de Contas estadual. NÃO SE ADMITE O APROVEITAMENTE DE MEMBROS DO MP ESTADUAL A partir de 88 não se pode mais criar TC municipal. composição e fiscalização dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal. As Constituições estaduais disporão sobre os Tribunais de Contas respectivos. no que couber. bem como dos Tribunais e Conselhos de Contas dos Municípios. Esses são os tribunais de conta de São Paulo. 1 auditor do TCE e um de livre escolha. 75. quatro devem ser escolhidos pela Assembléia Legislativa e três pelo Chefe do Poder Executivo estadual. 1/3 pelo governador 2/3 pela Assembléia Legislativa Como não é possível retirar 1/3 de 7 entende o STF que 3 devem ser escolhidos pelo governador e 4 pela Assembléia Legislativa. cabendo a este indicar um dentre auditores e outro dentre membros do Ministério Público. Eleição dos membros do TCU no âmbito estadual: princípio da simetria.Art. Rio de Janeiro. Entretanto. composto por sete conselheiros. Esses três são: 1 membro do MP que atua no TCE. Parágrafo único. e um terceiro à sua livre escolha. que serão integrados por sete Conselheiros. à organização. Pergunta: como fiscalizar as contas do Prefeito de Ribeirão Preto? Quem fiscaliza é a Câmara dos Vereadores (poder legislativo) com auxilio do TCE. As normas estabelecidas nesta seção aplicam-se. os que já existiam persistem. .

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