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1) Recuperação envolve o alivio de tensões residuais, redução no numero de discordâncias, e aumento na ductilidade.

Já na recristalização, os grãos equiaxiais e livres de tensão são formados, repondo os antigos grãos. 2) Fibramento mecânico envolve o alinhamento das impurezas, inclusões, e vazios na peça durante a deformação. A recristalização geralmente modifica a estrutura do grão, mas não elimina o fibramento mecânico. 3) Dois pedaços da mesma liga podem ter diferentes temperaturas de recristalização se eles terem sido trabalhados a frio em montantes distintos. O pedaço que foi trabalhado a frio numa maior intensidade terá armazenado mais energia para conduzir o processo de recristalização, e por isso sua temperatura de recristalização será menor. 4) Pode ocorrer em algumas regiões antes de outras quando a peça eh trabalhada de forma desigual, como eh geralmente no caso de deformação no processamento de materiais, a partir do momento em que varie os montantes de trabalho a frio as temperaturas de recristalização vão ser distintas umas das outras. E uma outra forma de ocorrer eh quando a região em questão possui varias espessuras, as espessuras mais finas irão aquecer para a temperatura de recristalização mais rapidamente. 5) Distinguindo peças de trabalho quente x trabalho frio: - a superfície de acabamento do trabalho a frio pode ser mais suave do que a do trabalho a quente e mais brilhante também. - os valores de dureza podem ser retirados da peça, o local que foi trabalhado a frio pode ser mais difícil de retirar esse valor. - as duas peças podem ser submetidas aos testes mecânicos e terem suas propriedades comparadas. - a peça que foi trabalhada a frio provavelmente terá tensões residuais. 6) Materiais dúcteis se tornam frágeis em temperaturas mais baixas. Isto pode gerar situações desastrosas caso a temperatura de teste do material não corresponda à temperatura efetiva de trabalho. Um exemplo disso são materiais/produtos feitos com baixa concentração de carbono, que acabam se tornando frágeis quando em contato com temperaturas baixas. 7) Problemas causados por fatores como a geometria da peça, propriedades mecânicas e químicas do material a forjar, lubrificação, máquina e ferramentas, projeto da peça conformada e usinagem podem ser algumas das “pistas” para isso estar acontecendo. 8) No forjamento o metal é deformado no estado sólido, então grandes esforços são requeridos para se mudar as formas iniciais para a configuração desejada. Quanto maior a espessura de parede maior será a força de deformação necessária. Na

na fundição o metal é vazado na cavidade do molde. Consequentemente os componentes fundidos podem ter as mais variadas formas e secções. em presença de atrito. utiliza-se na maioria dos casos um certo excesso de material. . que tem de ser fina para assegurar o preenchimento total da matriz e tolerâncias rigorosas. que já na etapa de esboço se permite escapar por entre as duas matrizes.fundição. No forjamento o metal sólido é forçado na cavidade da matriz. gera alta pressão de conformação. Isto porque uma rebarba fina. formando uma rebarba que por vezes é removida (cortada) antes do forjamento final nas matrizes de acabamento. o metal parte do estado líquido preenchendo diretamente o molde até a forma desejada. 10) Diante da dificuldade para se distribuir precisamente o material nas etapas de forjamento livre. Na etapa de acabamento o excesso de material também forma rebarba.