Você está na página 1de 55

Grupo: Larissa Cerdeira Troitino Guilherme Capel de Jesus

Artrópodes
• Grande sucesso evolutivo • Distribuição geográfica extensa • 1/3 de todas as espécies de organismos vivos são insetos • Importância ecológica: Polinizadores, vetores de doença, pragas de agricultura, parasitismo.

Evoluíram em duas Ordens: Isoptera (cupins) e Hymenoptera (que incluem formigas, vespas e abelhas)

Características principais:
•Membros da sociedade cooperam no cuidado dos juvenis •Há divisão reprodutiva de trabalho •Há sobreposição de pelo menos duas gerações

Em abelhas:
•Rainha (Fêmea sexualmente madura) •Alguns zangões (Machos sexualmente maduros) •Várias operárias (Fêmas reprodutivamente inativas)

Todos os insetos endotérmicos são heterotérmicos

•Endotermia: (alto) custo metabólico: aquecem em períodos frios, se resfriam quando necessários

•Temperatura próxima ao ambiente
•Origem da Termogênese: Muscular •Atividades: Vôo, corrida, canto, aquecimento pré-vôo, atividades sociais, incubação da cria

•Hipótese: Endotermia evoluiu repetidamente e independentemente em espécies pertencentes a várias ordens e famílias em Insecta

Contrações Tetânicas Tremor Muscular Considerável tensão e muito calor Funcionamento controlado de ATPases do sistema contrátil muscular Aquecimento pré-vôo e termorregulação Energia química liberada aparece como calor .

• Gênero Bombus (mamangavas): Termogênese por ciclos fúteis envolvendo hidrólise de ATP via funcionamento simultâneo de fosfofrutoquinase (enzima da glicólise) e de frutose-1.6-bifosfatase (envolvida na gliconeogênese) • Estudos com abelhas sem ferrão e com Bombus norte-americanas detectaram baixa atividade da frutose-1. . mas de forma diferente.6-bifosfatase não ocorrência de ciclos fúteis ou ocorrendo.

denominado invólucro Função: Conservação de calor nos discos para um melhor desenvolvimento da cria .• Importante para manutenção da homeostasia dentro do ninho • Padrões térmicos variam nas colônias de diferentes espécies • Alguns meliponíneos apresentam lamelas de cerume em torno da região dos discos de cria.

.

ferormônios e etc) • O metabolismo e a termorregulação em insetos sociais são aspectos pouco estudados mas importantes para entender a sua socialidade. umidade relativa.Melipona quadrifasciata • “Mandaçaia” • Abelhas indígenas sem ferrão • 2 subespécies : Melipona quadrifasciata quadrifasciata e Melipona quadrifasciata anthidioides • Comportamento sofre influência de: temperatura. número de indivíduos na colônia. . • Ajudam a melhorar a manutenção de meliponários e a realizar planejamentos de polinização agrícola mais eficazes.

• Ninhos em troncos ocos de árvores • Entrada do ninho apresenta um orifício que desemboca próximo aos discos de cria. provavelmente “ectotérmicas” dependem dessa temperatura elevada • Temperaturas anormais de incubação podem afetar a aprendizagem e memória de curta duração em futuras operárias • Atividade de vôo também é influenciada pela temperatura interna da colônia . • Jovens e larvas. • Nesses discos a temperatura é maior e mais estável em relação à temperatura ambiente. envolvidos por invólucro.

• Ninhos mantidos em temperatura ambiente e as abelhas podiam forragear nos jardins do IBUSP • Alimentação artificial era periodicamente. cobertas com isopor e tampa de madeira ou tecido escuro.• Sete colônias de Melipona quadrifasciata anthidioides • Mantidas em caixas-ninho tampadas por placas de vidro. exceto durante o período dos experimentos de termorregulação .

além do ambiente externo .Colônias Abertas • Livre acesso ao ambiente externo • Estudada a termorregulação colonial por meio de séries temporais de temperatura dentro e fora da colônia • As variações de temperatura foram estudadas na região dos potes de alimento e na região dos discos de cria.

escolhida por ser um local intermediário entre a cria e o ambiente. na região externa à colônia 2) “Cria” : temperatura na região dos discos de cria 3) “Potes” : temperatura na região dos potes de alimento.• As séries temporais de temperatura foram obtidas por meio de carregadores de dados HOBO e StowAway • Colocados 2 ou 3 sensores em cada região do ninho • As séries temporais estão representadas como: 1) “Ambiente” : temperatura ambiente. .

com temperatura controlada e escuro constante • As temperaturas testadas foram entre 18ºC e 25ºC as quais. segundo experimentos preliminares. para ventilação. quadrifasciata morta . Controle • Caixa de madeira contendo uma colônia de M. mas com algumas modificações: • Caixas fechadas com tela metálica na entrada do ninho. e colocadas dentro de câmara climática ELETROlab 122FC/1.Colônias Fechadas • Regulação de temperatura obtida de maneira similar ao descrito anteriormente. possibilitam a visualização da expressão da ritmicidade da regulação da temperatura relativa na região dos discos de cria.

Número de indivíduos no ninho. 5. 6. 2. verificado por inspeção visual Diâmetro dos discos de cria Quantidade de cria Quantidade de movimentação de abelhas Quantidade e qualidade dos potes de alimento Agressividade (colônias “fortes” tendem a ser agressivas) .• As colônias podiam ser classificadas como “fortes” ou “fracas” baseado em alguns critérios tais como: 1. 3. 4.

sugerindo controle de temperatura próximo à cria.Colônias abertas • De forma geral. as temperaturas na região dos discos de cria eram mantidas mais elevadas do que na região dos potes de alimento e no ambiente externo. .

. Séries temporais de temperatura em colônia forte. Estão considerados também os valores de controle. principalmente com relação à amplitude da temperatura na região dos discos de cria e a complexidade de séries temporais nessa região. mantida fechada em câmara climática a 20ºC. nos controles as periodicidades detectadas na série temporal equivalem à da temperatura na câmara. em condições de temperatura constante. • Além disso. parecendo não haver influências da estrutura do ninho por si só.Colônias fechadas • Parece haver diferenças na termorregulação entre colônias fortes e fracas.

.

umidade relativa do ambiente e/ou luminosidade. relacionada. parece expressar uma ritmicidade endógena quando em condições de temperatura e escuro constante . além de ritmos endógenos • A regulação da temperatura dentro da colônia.• Há controle de temperatura d dentro de ninhos de Melipona quadrifasciata • A regulação de temperatura dentro da colônia apresenta variação diária. em colônias mantidas abertas. à temperatura ambiente. na região dos discos de cria.

.

Condições Ambientais temperatura umidade relativa Atividade de vôo intensidade luminosa chuva velocidade do vento .

Condições Internas da Colônia tamanho da colônia Atividade de vôo disponibilidade de alimento fonte de alimento .

temperatura ambiente temperatura da superfície corporal da abelha cabeça tórax abdômen .

viapalhoca.jpg .Locais • Dentro da colméia http://www.com.br/userfiles/images/abelhas%20mel%C3%ADferas.

Locais • No alvado (entrada da colméia) .

Locais • No bebedouro .

Locais • Durante o forrageamento .

Estratégias • Ajustes posturais no vôo Mecanismos comportamentais • Posicionamento no solo • Controle de fluxo de calor dentro de •colônias .

Estratégias • Controle de perda de calor Fisiológicas • Produção metabólica de calor .

umidade e quantidade de oxigênio no ambiente. que são provavelmente ectotérmicas e dependem diretamente da temperatura.Segundo Grodzicki e Caputa (2005) as abelhas sociais exibem uma combinação de características interessantes como: • Elas cooperam para a manutenção da colônia mantendo a temperatura quase constante durante todo o ano • Indivíduos separados da colônia são endotérmicos durante períodos de atividade motora e ectotérmicos durante inatividade. . A manutenção e controle da temperatura dentro da colônia são importantes para o sucesso do desenvolvimento da cria e também para a sobrevivência de abelhas jovens e larvas.

. como também a ocorrência da própria endotermia do inseto individualmente. A capacidade de termorregulação colonial é atribuída.Kleinhenz e colaboradores (2003) perceberam que as abelhas fazem a vibração dos músculos também dentro da colméia. em parte. para o aquecimento interno do ninho e individualmente das larvas e pupas em desenvolvimento. as características estruturais do próprio ninho (que garantem bom isolamento térmico).

as abelhas precisam perder o calor ganho durante o vôo. etc) Gama estrita de temperaturas corporais Tornar o vôo possível . radiação e convecção. para isso ocorrem os mecanismos de resfriamento corporal: como evaporação. mariposas.Durante temperatura ambiente alta. gafanhotos. Termorregulação Insetos alados (abelhas. libélulas.

Isto gera posteriormente o calor suficiente para o vôo. não necessariamente envolvidas no seu movimento de vibração muscular. Apis mellifera .vôo 40°C temperatura do ar 15°C .• Quando descansando ou andando devagar : • T corporal próxima da T do ar > não sendo sempre adequada ao vôo Elevação de sua temperatura corporal pela rápida geração de calor metabólico dentro da musculatura das asas.

• Durante o vôo a temperatura da superfície corpórea não é distribuída uniformemente entre as três partes do corpo (cabeça. tórax e abdômen) tórax cabeça abdômen Temperatura torácica em abelhas é independente da temperatura ambiente 7°C 25°C .

distribuindo assim o calor acumulado proveniente da ingestão pelo aumento da área. . cessam o vôo e vão para a sombra Bombeiam o sangue do tórax para o abdômen e cabeça.• Todavia. estes mecanismos podem vir a ser um problema no vôo de insetos devido ao superaquecimento.

achetudoeregiao.jpg .T ambiente processo de transferência de calor do tórax pra cabeça e abdômen válvula de escape para o excesso de calor endógeno http://www.com.br/ANIMAIS/gif_animal/mamiferos/abelha.

seria um mecanismo de aumentar a perda de calor através da convecção. Se a temperatura do ar estiver abaixo da temperatura corporal. Então. HARRISON. em altas temperaturas ambientes. ou pela alteração na distribuição de calor vindo da abelha. . abelhas voando mais rapidamente. 1998).• A perda de calor por convecção pode variar de acordo com a velocidade do vento sobre as abelhas. o calor será perdido por convecção através do calor proveniente da superfície corpórea (ROBERTS .

forrageando e no bebedouro. dentro da colméia.• As colméias utilizadas para o estudo tinham aproximadamente a mesma densidade populacional. • 237 abelhas foram utilizadas entre o período de novembro de 2007 a março de 2008 e obtiveram-se 709 registros de temperatura de superfície corpórea. nos horário entre 07:00 e 17:00 horas. • As coletas eram realizadas no ambiente natural. • As abelhas eram coletadas em quatro diferentes lugares de atividade: no alvado. . Essas coletas dependiam das atividades das abelhas e das condições climáticas.

. e rapidamente era aferida a temperatura da superfície das três partes do corpo da abelha: cabeça (entre os olhos). tórax e abdômen. A contenção utilizada foi a de segurar rapidamente a abelha presa pelas asas com o dedo polegar e indicador do apicultor.• Dentre as abelhas que foram coletadas no alvado foram escolhidas as que apresentavam intensa movimentação das asas. visando não alterar a temperatura corporal e sem gerar danos físicos a elas.3 °C). Já dentro da colméia as abelhas eram contidas quando estavam paradas sobre o quadro de ninho. • A técnica de contenção das abelhas teve que ser rápida. • A temperatura da superfície corpórea foi medida utilizando um micro termopar tipo T (1mm de diâmetro e precisão de 0. na região central da colméia. e elas eram coletadas quando estavam sobre as flores. • No período das coletas as abelhas apresentaram um grande interesse pelo forrageamento nas flores de um plantio de mamona próximo ao apiário de pesquisa.

• Abelha contida para a aferição da temperatura da superfície corpórea .

• Uma possível explicação para isto é que as abelhas no alvado. produzindo energia (calor) e conseqüentemente aumentando a temperatura da superfície corpórea.64 ± 0.11°C). na maioria das vezes.• A média da temperatura da superfície corpórea da abelha quando estava no alvado (35.13°C) foi superior ao das abelhas dentro da colméia (34. estão se preparando para o vôo por isso elas ativam os músculos com tremores. .49 ± 0.

. porém sem levantar vôo. 2003). Quando as abelhas estão no alvado.Existe também a comprovação da utilização da vibração dos músculos do vôo próximo ao ninho para o aquecimento das larvas e pupas. A abelha aproxima o tórax e o abdômen sobre o opérculo das células e promove o aquecimento por condução para os alvéolos de larvas e pupas (KLEINHENZ et al. . elas realizam movimento de bater asas repetitivamente. Kovac e Schmaranze (1996) afirmam que isto acontece para o surgimento de correntes de ar para dentro da colméia ajudando na circulação interna da mesma.

Já no lugar do forrageamento as abelhas eram mais expostas aos efeitos do ambiente externo à colméia. como a velocidade do vento e a sombra da própria flor. Diminuição na temperatura da superfície corpórea .

compreendendo o horário das 11:00 às 14:00 horas. WAINSENLBOIM. O que leva a crer que a procura maior por água neste horário é devido ao comportamento de resfriamento no interior da colméia. considerado as horas mais quentes do dia. 2001).As coletas no bebedouro eram realizadas nos horários em que as abelhas mais freqüentavam o bebedouro. no qual as abelhas coletam água e depois regurgitam no interior da colméia. Desta forma pode-se criar uma atmosfera úmida ou esta água ingerida pelas é passada por trofalaxia para as abelhas mais novas (nutrizes) e estas também são refrescadas (FARINA . .

.

justificando assim a hipótese de que este comportamento pode ser uma forma individual da abelha perder calor corporal por evaporação. Quando ocorre a diminuição da umidade relativa devido ao aumento da temperatura do ar isto faz com que esses fatores favoreçam o mecanismo de evaporação. http://www.O comportamento esporádico da abelha de regurgitar o líquido ingerido sobre o seu próprio corpo foi observado quando a temperatura do ambiente se apresentava muito alta.flickr.com/photos/morphyne/323824212/sizes/m/in/photostream/ .

.• Diferença da temperatura entre as regiões corpóreas da abelha nos diferentes locais.

1371/journal.http://www.0008967 .plosone.org/article/info:doi/10.pone.

. • O tórax foi a região do corpo que apresentou a maior temperatura de superfície. entre as partes do corpo. principalmente quando ocorrem elevações de velocidade do ar. que dependendo da atividade desenvolvida pela abelha e do local em que ela esteja. depois a cabeça e a parte mais fria foi o abdômen. Também.• O presente estudo confirmou que existe diferença de temperatura entre as partes do corpo de abelhas manejadas em uma região semi-árida. • A perda de calor por convecção é maior quando a abelha está forrageando. dependendo da atividade desenvolvida pela abelha ela apresenta diferenças. ou seja. há diferença de temperatura da superfície corpórea. • Ocorreu diferença de temperatura das partes do corpo em interação com os locais de coleta. ou não. E abelhas (manejadas) na região semi-árida aumentam a perda de calor por convecção.

D. 51. P. II. Heat Loss and The body temperatures of flying insects. 2005. N. Heat conduction within the body and its loss by radiation and convection.. BUCHMANN. n. Exp. FARINA. K. 1987. Temperature regulation of honeybees (Apis mellifera) foraging in the Sonoran Desert. 1999. Generalis. W. . n. J. Biol. S. 1959.CHAPMAN. Insect Physiol.. B. M. M. HRASSNIGG. 114. N. N. SCHAFFER. n. S. Oxygen consumption at different activity levels and ambient temperaturas in isolated honeybees (Hymenoptera: Apidae). Fundamentals of heat transfer. 2004. 2001..86-212.1985. LEONHSRD. J. Biol. New York: McMillan.) and the American cockroach (Periplaneta Americana L. Exp. W. p 1-15..). CRAILSHEIM. CAPUTA. L. Social versus individual behavior: a comparative approach to thermal behavior of honeybee (Apis mellifera L. n. Biol. COOPER. A. A. 24.. STABENTHEINER. Exp. Changes in thoracic temperature of honey bees while receiving nectar from foragers collecting at different reward rates. p. 26. GRODZIKI. M. J. J. p 001-012... Entol. A. p 315-322.. WAINSENLBOIM. J.J. p 1653-8. CHURCH. P.

Science n. 1960 HEINRICH. 1981. B. n. HEINRICH.1271. 328p. B. B. 129. Biol. p 73-87. Exp. Mechanisms of body-temperature regulation in honeybees. 20-8. n. HEINRICH. . USDA: Beltaville. I. J. p 53-61. Keeping a cool head: Honeybee thermoregulation. Regulation of thoracic temperature at high air temperatures. Biol. Biol. p 217-229. Biol. Apis mellifera. J. B. 85. 85. HEINRICH. Regulation of head temperature. Exp. New York: John Wiley & Sons. B. 1979a. Apis mellifera. II. 205. 1980a. Exp. Thermoregulation of African and European Honeybees during foraging. R. n. W. Exp. HEINRICH. 1979b. Least-Squares analysis of data with unequal subclass numbers. p 61-72. M. 80. n. J.HARRISON. Insect thermoregulation. 1987 HARVERY. Mechanisms of body-temperature regulation in honeybees. J. Roles of individual honeybee workers and drones in colonial thermogenesis. J. p 1269. n. attack and hive exits and returns. 1980b.

M. ed. SBPC: Ciência e Cultura. Arnold. p 5-3. 1990. HELLER. UNSWORTH. n. JOHNSON. 1112. Vol. KRONENBERG.. 2. Principles of environmental physics. J. BUJOK. Insect Physiol. H. D. S. LACTIN. Convective heat loss and change in body temperature of grasshopper and locust nymphs: Relative importance of wind speed. J. KERR. p 1071-1076. H. E.. n. PACHECO. 23. L. 1996. M. Hot bees in empty broodnest cells: heating from within. KOVAC.. n.. J. L. therm. p 4217-4231. MONTEITH. J. 1982. Exp. F. SCHMARANZE. Biol. Biol.. 42. p 490-495. J. FUCHS.. London: E. insect size and insect orientation. W. 206. D. 1998. n. R. TAUTZ. Vol.KLEINHENZ. 1989 . J. Colonial thermoregulation in honey beee (Apis mellifera).. Thermoregulation of honeybees (Apis mellifera) foraging in spring and summer at different plants. Temperatura em abelhas da espécie Melipona compressipes fasciculata. 41(5). S. Jornal of Comparative Physiology 148:65-76. L. 1. C. 2003.. F. B.

. n. SAS Institute Inc. 1995. The honey bee cluster as a homeothermic superorganism.. São Paulo: Nobel. 71: 277-281. 10 ed. American Zoologist. p 1187-1194. Mechanisms of thermoregulation on flying bees. J. S. 2000b. n. 202. 1983. Metabolic energy of intact honey bee colonies. NC. HARRISON. E. Introdução à Bioclimatologia Animal. n. SILVA. SCHMARANZER. SOUTHWICH E. p 641-645. Comparative Biochemistry and Physiology. 46. 75. . S. exp. 1999. 1998. Mechanisms of the stability during flight in the honeybee Apis mellifera. S. p 459-502. R. F. J. E.ROBERTS. Termorregulation of water collectiong honey bees (Apis mellifera). 1982. n. 2000. 285p. Cry. HARRISON. Version 6. User’s guide: Statistics. SAS INSTITUTE. n. F. Biol. Comparative Biochemistry and Physiology. Insect Physiol. 38. G. p 1523-1533. J. E. ROBERTS. J. SOUTHWICH.