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AALA ATM adaptation layer, camada de adaptação ATM . Subcamada da camada de enlace dependente

A

ATM adaptation layer, camada de adaptação ATM. Subcamada da camada de enlace dependente do serviço. A AAL aceita dados de diferentes aplicativos e apresenta-os à camada ATM na forma de segmentos de payload ATM de 48 bytes. As AALs são constituídas de duas subcamadas: CS e SAR. As AALs se diferenciam na temporização da origem-destino usada, se usam CBR ou VRB e se são usadas em transferência de dados do modo orientado à conexão ou sem conexão. Atualmente, os quatro tipos de AAL recomendadas pelo ITU-T são AAL1, AAL2, AAL3/4 e AAL5. Consulte AAL1, AAL2, AAL3/4, AAL5, CS e SAR. Consulte também ATM e camada ATM.

AAL1AAL5 , CS e SAR . Consulte também ATM e camada ATM . ATM adaptation layer

ATM adaptation layer 1, camada 1 de adaptação ATM. Uma das quatro AALs recomendadas pelo ITU-T. A AAL1 é usada para orientados à conexão sensíveis ao atraso que exigem taxas de bits constantes, como, por exemplo, vídeo descompactado e outros tráfegos isócronos. Consulte também AAL.

AAL2e outros tráfegos isócronos. Consulte também AAL . ATM adaptation layer 2, camada de adaptação ATM

ATM adaptation layer 2, camada de adaptação ATM 2 . Uma das quatro AALs recomendadas pelo ITU-T. A AAL2 é usada para serviços orientados à conexão que suportam uma taxa de bits variável, como, por exemplo, alguns tipos de tráfego isócrono de vídeo e voz. Consulte também AAL.

AAL3/4tráfego isócrono de vídeo e voz. Consulte também AAL . ATM adaptation layer 3/4, camada de

ATM adaptation layer 3/4, camada de adaptação ATM 3/4. Uma das quatro AALs (originada de duas camadas de adaptação distintas iniciais) recomendadas pelo ITU-T. A AAL3/4 suporta tanto os links sem conexões como os orientados à conexão, mas é principalmente usada para a transmissão de pacotes SMDS pelas redes ATM. Consulte também AAL.

AAL5de pacotes SMDS pelas redes ATM. Consulte também AAL . ATM adaptation layer 5, camada de

ATM adaptation layer 5, camada de adaptação ATM 5. Uma das quatro AALs recomendadas pelo ITU-T. A AAL5 suporta serviços VRB orientados à conexão e é usada predominantemente para transferência do IP clássico por tráfego ATM e LANE. A AAL5 usa a SEAL e é a menos complexa das recomendações AAL atuais. Oferece sobrecarga de largura de banda baixa e requisitos de processamento mais simples em troca da

capacidade de largura de banda reduzida e do recurso de recuperação de erro. Consulte também AAL e SEAL.

AARPde recuperação de erro. Consulte também AAL e SEAL . AppleTalk Address Resolution Protocol, protocolo de

AppleTalk Address Resolution Protocol, protocolo de solução de endereços AppleTalk. Protocolo na pilha de protocolos AppleTalk que mapeia os endereços de enlace para um endereço de rede.

ABMmapeia os endereços de enlace para um endereço de rede. Asynchronous Balanced Mode, modo balanceado assíncrono

Asynchronous Balanced Mode, modo balanceado assíncrono. Um modo de comunicação HDLC (e protocolo derivado) que suporta comunicações ponto-a-ponto entre duas estações, onde ambas podem iniciar a transmissão.

ABRduas estações, onde ambas podem iniciar a transmissão. 1.) Available bit rate, taxa de bit disponível

1.) Available bit rate, taxa de bit disponível. Classe de QOS definida pelo ATM Forum para redes ATM. A ABR é usada para conexões que não exigem relacionamentos de temporização entre a origem e o destino. A ABR não fornece nenhuma garantia em termos de perda de célula ou atraso, fornecendo apenas o melhor serviço possível. As origens do tráfego ajustam suas taxas de transmissão em resposta às informações que recebem descrevendo o status da rede e sua capacidade de entregar os dados com sucesso. Compare com CBR, UBR e VBR. 2.) Area border router, roteador de área limítrofe. Roteador localizado na extremidade de uma ou mais áreas OSPF que conecta essas áreas à rede de backbone. Os ABRs são considerados membros doba ckbone OSPF e das áreas conectadas. Portanto, eles mantêm tabelas de roteamento que descrevem a topologia de backbone e a topologia de outras áreas.

Abstract Syntax Notation Onea topologia de backbone e a topologia de outras áreas. Consulte ASN.1 . AC Corrente Alternada

Consulte ASN.1.

ACáreas. Abstract Syntax Notation One Consulte ASN.1 . Corrente Alternada . Corrente elétrica que reverte sua

Corrente Alternada. Corrente elétrica que reverte sua direção com regularidade e continuamente. É a forma de energia elétrica encontrada em prédios residenciais e comerciais. A abreviatura para esse termo é AC.

ACFe comerciais. A abreviatura para esse termo é AC. Advanced Communications Function, função de comunicações

Advanced Communications Function, função de comunicações avançadas. Um conjunto de produtos SNA que fornecem processamento distribuído e compartilhamento de recursos. Consulte também ACF/NCP.

ACF/NCPde produtos SNA que fornecem processamento distribuído e compartilhamento de recursos. Consulte também ACF/NCP .

Advanced Communications Function/Network Control Program, função de comunicações avançadas/programa de controle de rede. O NPC da SNA principal. A ACF/NCP reside no controlador de comunicações e tem interface com o método de acesso SNA no processador host para controlar as comunicações derede. Consulte também ACF e NCP.

ACKas comunicações derede. Consulte também ACF e NCP . Consulte confirmação . ACR Allowed cell rate,

Consulte confirmação.

ACRtambém ACF e NCP . ACK Consulte confirmação . Allowed cell rate, taxa de células permitida

Allowed cell rate, taxa de células permitida. Parâmetro definido pelo ATM Forum para o gerenciamento de tráfego ATM. A ACR varia entre a MCR e a PCR e é controlada dinamicamente pelo uso de mecanismos de controle de congestionamento. Consulte também MCR e PCR.

ACSEde congestionamento. Consulte também MCR e PCR . Association control service element, elemento de serviço de

Association control service element, elemento de serviço de controle de associação. Uma convenção OSI usada para estabelecer, manter ou terminar uma conexão entre dois aplicativos.

adaptadormanter ou terminar uma conexão entre dois aplicativos. Consulte NIC (placa de rede) . adaptador de

Consulte NIC (placa de rede).

adaptador de terminaldois aplicativos. adaptador Consulte NIC (placa de rede) . Dispositivo usado para conectar as conexões ISDN

Dispositivo usado para conectar as conexões ISDN BRI às interfaces existentes como, por exemplo, a EIA/TIA-232. Basicamente, um modem ISDN.

adaptive differential pulse code modulationpor exemplo, a EIA/TIA-232. Basicamente, um modem ISDN. Consulte ADPCM . ADCCP Advanced Data Communications Control

Consulte ADPCM.

ADCCPdifferential pulse code modulation Consulte ADPCM . Advanced Data Communications Control Protocol, protocolo de

Advanced Data Communications Control Protocol, protocolo de controle de comunicações de dados avançado. Um protocolo de controle de enlace orientado ao bit padrão ANSI.

Address Resolution Protocol, protocolo de resolução de endereçode controle de enlace orientado ao bit padrão ANSI. Consulte ARP . adjacência Relacionamento formado entre

Consulte ARP.

adjacênciaprotocolo de resolução de endereço Consulte ARP . Relacionamento formado entre roteadores de vizinhança

Relacionamento formado entre roteadores de vizinhança selecionados e nós de extremidade com a finalidade de troca de informações de

roteamento. A adjacência é baseada no uso de um segmento de meio comum.

administrador de redeadjacência é baseada no uso de um segmento de meio comum. Pessoa responsável pela operação, manutenção

Pessoa responsável pela operação, manutenção e gerenciamento de uma rede. Consulte também operador de rede.

ADPCMde uma rede. Consulte também operador de rede . Adaptive differential pulse code modulation, modulação de

Adaptive differential pulse code modulation, modulação de código de pulso diferencial adaptável. Processo pelo qual exemplos de vozes analógicas são codificados em sinais digitais de alta qualidade.

ADSUsão codificados em sinais digitais de alta qualidade. ATM DSU . Adaptador de terminal usado para

ATM DSU. Adaptador de terminal usado para acessar uma rede ATM através de um dispositivo compatível com HSSI. Consulte também DSU.

Advanced Communications Functionum dispositivo compatível com HSSI. Consulte também DSU . Consulte ACF . Advanced Communications Function/Network

Consulte ACF.

Advanced Communications Function/Network Control ProgramDSU . Advanced Communications Function Consulte ACF . Consulte ACF/NCP . Advanced Data Communications Control

Consulte ACF/NCP.

Advanced Data Communications Control ProtocolFunction/Network Control Program Consulte ACF/NCP . Consulte ADCCP . Advanced Peer-to-Peer Networking Consulte

Consulte ADCCP.

Advanced Peer-to-Peer NetworkingData Communications Control Protocol Consulte ADCCP . Consulte APPN . Advanced Program-to-Program Communication

Consulte APPN.

Advanced Program-to-Program CommunicationADCCP . Advanced Peer-to-Peer Networking Consulte APPN . Consulte APPC . Advanced Research Projects Agency Consulte

Consulte APPC.

Advanced Research Projects Agency. Advanced Program-to-Program Communication Consulte APPC . Consulte ARPA . Advanced Research Projects Agency Network

Consulte ARPA.

Advanced Research Projects Agency NetworkCommunication Consulte APPC . Advanced Research Projects Agency Consulte ARPA . Consulte ARPANET . AEP

Consulte ARPANET.

AEPAPPC . Advanced Research Projects Agency Consulte ARPA . Advanced Research Projects Agency Network Consulte ARPANET

AppleTalk Echo Protocol, protocolo de eco AppleTalk. Usado para testar a conectividade entre dois nós AppleTalk. Um nó envia um pacote para outro nó e recebe uma cópia, ou eco, desse pacote.

agentepara outro nó e recebe uma cópia, ou eco, desse pacote. 1.) Geralmente, o software que

1.) Geralmente, o software que processa consultas e retorna respostas no lugar de um aplicativo. 2.) No NMSs, processo que reside em todos os dispositivos gerenciados e informa os valores de variáveis especificadas para as estações de gerenciamento. 3.) Na arquitetura de hardware da Cisco, uma placa processadora individual que fornece uma ou mais interfaces de meios.

AGS+individual que fornece uma ou mais interfaces de meios. Roteador multiprotocolo high-end da Cisco otimizado para

Roteador multiprotocolo high-end da Cisco otimizado para internetworks de grandes corporações. O AGS+ executa o software Cisco IOS e apresenta uma abordagem modular que fornece escalabilidade fácil e eficiente.

AIPmodular que fornece escalabilidade fácil e eficiente. ATM Interface Processor, processador de interface ATM . A

ATM Interface Processor, processador de interface ATM. A interface de rede ATM para roteadores de séries do Cisco 7000 projetada para minimizar o gargalo de desempenho na UNI. O AIP suporta a AAL3/4 e a AAL5. Consulte também AAL3/4, AAL5 e Cisco 7000.

AISe a AAL5. Consulte também AAL3/4 , AAL5 e Cisco 7000 . Alarm indication signal, sinal

Alarm indication signal, sinal de indicação de alarme. Em uma transmissão T1, um sinal todo composto de uns transmitido no lugar do sinal normal para manter a continuidade da transmissão e para indicar ao terminal receptor que existe uma falha de transmissão localizada no terminal que está transmitindo, ou no upstream desse terminal. Consulte também T1.

alarm indication signalou no upstream desse terminal. Consulte também T1 . Consulte AIS . alarme Mensagem que notifica

Consulte AIS.

alarmetambém T1 . alarm indication signal Consulte AIS . Mensagem que notifica um operador ou administrador

Mensagem que notifica um operador ou administrador sobre um problema na rede. Consulte também evento e trap.

a-lawum problema na rede. Consulte também evento e trap . O padrão companding ITU-T usado na

O padrão companding ITU-T usado na conversão entre os sinais analógicos e digitais em sistemas PCM. O a-law é usado principalmente em redes de telefone européias e se parece com o padrão mu-law norte-americano. Consulte também companding e mu-law.

algoritmoRegra ou processo bem definido para encontrar uma solução para um problema. Na rede, os

Regra ou processo bem definido para encontrar uma solução para um problema. Na rede, os algoritmos são usados geralmente para determinar a melhor rota para o tráfego a partir de uma fonte específica para um destino específico.

algoritmo de árvore estendida (spanning tree algorithm)partir de uma fonte específica para um destino específico. Algoritmo usado pelo spanning tree protocol para

Algoritmo usado pelo spanning tree protocol para criar uma árvore estendida. Às vezes abreviado como STA. Consulte também árvore

algoritmo de Dijkstraárvore estendida e protocolo de árvore estendida . Consulte SPF . algoritmo de Nagle Na verdade,

Consulte SPF.

algoritmo de Nagleárvore estendida . algoritmo de Dijkstra Consulte SPF . Na verdade, dois algoritmos de controle de

Na verdade, dois algoritmos de controle de congestionamento separados que podem ser usados nas redes baseadas em TCP. Um algoritmo reduz a janela de envio. O outro limita os datagramas pequenos.

algoritmo de roteamento Bellman-Forda janela de envio. O outro limita os datagramas pequenos. Consulte algoritmo de roteamento de vetor

algoritmo de roteamento de estado de link (link state)de roteamento de vetor de distância (distance vector) . Algoritmo de roteamento no qual cada roteador

Algoritmo de roteamento no qual cada roteador transmite ou faz a difusão seletiva das informações considerando o custo de se alcançar cada um de seus vizinhos para todos os nós na internetwork. Algoritmos de estado de link (link state) criam uma visualização consistente da rede e não são, portanto, sujeitos a loops de roteamento, mas eles obtêm isso pelo custo de tráfego mais estendido e pela dificuldade computacional relativamente maior (comparado com os algoritmos de roteamento de vetor de distância (distance vector)). Compare with algoritmo de roteamento de vetor de

algoritmo de roteamento do vetor de distância (distance vector)vector) . Consulte também algoritmo de Dijkstra . Classe de algoritmos de roteamento que iteram no

Classe de algoritmos de roteamento que iteram no número de saltos em uma rota para encontrar o caminho mais curto. Os algoritmos de roteamento do vetor de distância (distance vestor) chamam cada roteador para enviar sua tabela de roteamento inteira em cada atualização, mas apenas para seus vizinhos. Os algoritmos de roteamento do vetor de distância (distance vector) podem ser propensos a loops de roteamento, mas são, em termos de computação, mais simples que os algoritmos de roteamento de link state. Também chamado de algoritmos de roteamento de Bellman-Ford. Consulte também algoritmo de roteamento de estado de link (link state) e SPF.

algoritmo KarnAlgoritmo que melhora a estimativa de tempo de ida e volta ajudando os protocolos da

Algoritmo que melhora a estimativa de tempo de ida e volta ajudando os protocolos da camada de transporte a distinguir entre amostras corretas e incorretas de tempo de ida e volta.

aliasamostras corretas e incorretas de tempo de ida e volta. Consulte entidade . allowed cell rate

Consulte entidade.

allowed cell ratede tempo de ida e volta. alias Consulte entidade . Consulte ACR . alocação da largura

Consulte ACR.

alocação da largura de bandaConsulte entidade . allowed cell rate Consulte ACR . Consulte reserva de largura de banda .

alternate mark inversionda largura de banda Consulte reserva de largura de banda . Consulte AMI . AM Amplitude

Consulte AMI.

AMde banda . alternate mark inversion Consulte AMI . Amplitude modulation, modulação por amplitude . Técnica

Amplitude modulation, modulação por amplitude. Técnica de modulação onde as informações são conduzidas através da amplitude do sinal da portadora. Compare com FM e PAM. Consulte também modulação.

American National Standards InstituteCompare com FM e PAM . Consulte também modulação . Consulte ANSI . American Standard Code

Consulte ANSI.

American Standard Code for Information Interchange. American National Standards Institute Consulte ANSI . Consulte ASCII . AMI Alternate mark inversion, inversão

Consulte ASCII.

AMIStandard Code for Information Interchange Consulte ASCII . Alternate mark inversion, inversão de marca alternada .

Alternate mark inversion, inversão de marca alternada. Tipo de código de linhas usado em circuitos T1 e E1. Na AMI, os zeros são representados por 01 durante cada célula de bit e os uns são representados por 11 ou 00, alternadamente, durante cada célula de bits. A AMI exige que o dispositivo emissor mantenha a densidade de uns. A densidade de uns não é mantida independente do fluxo de dados. Às vezes chamada de inversão de marca alternada de codificação binária. Compare com B8ZS. Consulte também densidade de uns.

amplitude. Compare com B8ZS . Consulte também densidade de uns . Valor máximo de uma onda

Valor máximo de uma onda analógica ou de uma onda digital.

analisador de protocoloConsulte analisador de rede . analisador de rede Dispositivo de monitoramento de rede que mantém

Consulte analisador de rede.

analisador de redeanalisador de protocolo Consulte analisador de rede . Dispositivo de monitoramento de rede que mantém informações

Dispositivo de monitoramento de rede que mantém informações estatísticas que levam em consideração o status da rede e de cada dispositivo conectado a ela. Versões mais sofisticadas que usam inteligência artificial podem detectar, definir e solucionar problemas na rede.

anelpodem detectar, definir e solucionar problemas na rede. A conexão de duas ou mais estações em

A conexão de duas ou mais estações em uma topologia lógica circular. As informações são passadas seqüencialmente entre estações ativas. Token Ring, FDDI e CDDI são baseados nessa topologia.

anel em slot (slotted ring)Token Ring, FDDI e CDDI são baseados nessa topologia. Arquitetura da LAN baseada em uma topologia

Arquitetura da LAN baseada em uma topologia em anel na qual o anel é divido em slots que circulam continuamente. Os slots podem estar vazios ou cheios e os transmissores devem começar do início de um slot.

anel principale os transmissores devem começar do início de um slot. Um dos dois anéis que compõem

Um dos dois anéis que compõem um anel FDDI ou CDDI. O anel principal é o caminho padrão para as transmissões de dados. Compare com anel

anel secundárioas transmissões de dados. Compare com anel secundário . Um dos anéis que compõem um anel

Um dos anéis que compõem um anel FDDI ou CDDI. O anel secundário é normalmente reservado para caso de falha no anel principal. Compare com anel principal.

anel virtualde falha no anel principal. Compare com anel principal . Entidade em uma rede SRB que

Entidade em uma rede SRB que conecta de maneira lógica dois ou mais anéis físicos entre si, local ou remotamente. O conceito de anéis virtuais pode ser expandido pelos limites de roteadores.

ANSIvirtuais pode ser expandido pelos limites de roteadores. American National Standards Institute . Organização

American National Standards Institute. Organização voluntária composta de corporações, do governo e de outros membros, que coordena atividades relacionadas com padrões, aprova padrões nacionais americanos e desenvolve posições para os Estados Unidos em organizações de padrões internacionais. O ANSI ajuda no desenvolvimento de padrões internacionais e dos EUA relativos, entre outras coisas, às comunicações e às redes. O ANSI é um membro da IEC e da ISO. Consulte também IEC e ISO.

ANSI X3T9.5Consulte X3T9.5 . APaRT Automated packet recognition/translation, reconhecimento/conversão de pacote automático .

Consulte X3T9.5.

APaRTANSI X3T9.5 Consulte X3T9.5 . Automated packet recognition/translation, reconhecimento/conversão de pacote automático

Automated packet recognition/translation, reconhecimento/conversão de pacote automático. Tecnologia que permite que um servidor seja conectado à CDDI ou à FDDI sem exigir a reconfiguração dos protocolos de aplicativos ou de rede. O APaRT reconhece tipos específicos de pacotes de encapsulamento da camada de enlace e, quando esses tipos de pacotes são transferidos de um meio para outro, converte-os no formato nativo do dispositivo de destino.

APIconverte-os no formato nativo do dispositivo de destino. Application programming interface, interface de

Application programming interface, interface de programação de aplicativo. Especificação de convenções de chamada de função que define uma interface para um serviço.

Apollo Domainde função que define uma interface para um serviço. Conjunto de protocolos de rede proprietário desenvolvido

Conjunto de protocolos de rede proprietário desenvolvido por Apollo Computer para a comunicação em redes proprietárias Apollo.

APPCpara a comunicação em redes proprietárias Apollo. Advanced Program-to-Program Communication, comunicação

Advanced Program-to-Program Communication, comunicação programa-a-programa avançada. Software SNA da IBM que permite a comunicação em alta velocidade entre programas em computadores diferentes em um ambiente de computação distribuída. A APPC estabelece e encerra conexões entre programas que estão se comunicando e consiste de duas interfaces, uma interface de programação e uma interface de troca de dados. A primeira responde a pedidos de programas que solicitam comunicação; a segunda estabelece sessões entre programas. O APPC é executado em dispositivos LU 6.2. Consulte também LU 6.2.

AppleTalkem dispositivos LU 6.2. Consulte também LU 6.2 . Série de protocolos de comunicações projetados pela

Série de protocolos de comunicações projetados pela Apple Computer. Duas fases existem atualmente. A fase 1, a versão mais antiga, suporta uma única rede física que tem apenas um número de rede e que está em uma zona. A fase 2, a versão mais recente, suporta várias redes lógicas em uma única rede física e permite que as redes estejam em mais de uma zona. Consulte também zona.

AppleTalk Address Resolution Protocole permite que as redes estejam em mais de uma zona. Consulte também zona . Consulte

Consulte AARP.

AppleTalk Echo Protocolas redes estejam em mais de uma zona. Consulte também zona . AppleTalk Address Resolution Protocol

Consulte AEP.

AppleTalk Remote AccessConsulte AEP . Consulte ARA . AppleTalk Transaction Protocol Consulte ATP . AppleTalk Update-Based Routing Protocol

Consulte ARA.

AppleTalk Transaction ProtocolConsulte AEP . AppleTalk Remote Access Consulte ARA . Consulte ATP . AppleTalk Update-Based Routing Protocol

Consulte ATP.

AppleTalk Update-Based Routing ProtocolARA . AppleTalk Transaction Protocol Consulte ATP . Consulte AURP . application programming interface Consulte

Consulte AURP.

application programming interface. AppleTalk Update-Based Routing Protocol Consulte AURP . Consulte API . applique Placa de montagem, usada

Consulte API.

appliqueAURP . application programming interface Consulte API . Placa de montagem, usada principalmente no chassis da

Placa de montagem, usada principalmente no chassis da Cisco AGS+, MGS e CGS, contendo hardware de conector que permite a conexão à rede. Os appliques convertem os sinais de comunicação de uma interface da rede em sinais esperados pelo padrão de comunicação usado (como por exemplo, EIA/TIA-232 ou V.35). Consulte também fantail.

APPNexemplo, EIA/TIA-232 ou V.35). Consulte também fantail . Advanced Peer-to-Peer Networking . Aprimoramento da

Advanced Peer-to-Peer Networking. Aprimoramento da arquitetura SNA original da IBM. A APPN lida com o estabelecimento de sessão entre nós de pares, cálculo de rota transparente dinâmica e prioridade no tráfego para o tráfego APPC. Compare com APPN+. Consulte também APPC.

APPN+APPC. Compare com APPN+ . Consulte também APPC . Próxima geração da APPN que troca o

Próxima geração da APPN que troca o algoritmo de roteamento por troca de rótulo pelo roteamento da fonte. Também chamado roteamento de alto desempenho. Consulte também APPN.

aprendizado inversoroteamento de alto desempenho . Consulte também APPN . Processo algorítmico usado para rotear tráfego que

Processo algorítmico usado para rotear tráfego que supõe informações assumindo condições de rede simétricas. Por exemplo, se o nó A receber um pacote do nó B através de um nó intermediário C, o algoritmo de roteamento de aprendizado inverso vai assumir que A pode alcançar B de forma otimizada através de C.

ARAC, o algoritmo de roteamento de aprendizado inverso vai assumir que A pode alcançar B de

AppleTalk Remote Access, acesso remoto AppleTalk. Protocolo que fornece aos usuários do Macintosh acesso direto às informações e aos recursos em um site remoto AppleTalk.

ARCnetinformações e aos recursos em um site remoto AppleTalk. Attached Resource Computer Network, rede de computadores

Attached Resource Computer Network, rede de computadores de recursos conectados. Uma LAN de barramento de token de 2,5 Mbps desenvolvida no final dos anos 70 e início dos anos 80 pela Datapoint Corporation.

áreaanos 70 e início dos anos 80 pela Datapoint Corporation. Conjunto lógico de segmentos de rede

Conjunto lógico de segmentos de rede (baseados em CLNS, DECnet ou OSPF) e de seus dispositivos conectados. As áreas são geralmente conectadas às outras áreas através de roteadores, criando um único sistema autônomo. Consulte também sistema autônomo.

area border routersistema autônomo. Consulte também sistema autônomo . Consulte ABR . área não stub Área do OSPF

Consulte ABR.

área não stubsistema autônomo . area border router Consulte ABR . Área do OSPF com uso intenso de

Área do OSPF com uso intenso de recursos que contém uma rota padrão, rotas estáticas, rotas intra-área e rotas externas. Áreas não stub são as únicas áreas de OSPF que podem ter links virtuais configurados por elas e são as únicas áreas que podem conter um ASBR. Compare com área stub. Consulte também ASBR and OSPF.

área stubcom área stub . Consulte também ASBR and OSPF . Área OSPF que transporta uma rota

Área OSPF que transporta uma rota padrão, rotas intra-áreas e rotas inter- áreas, mas não transporta rotas externas. Os links virtuais não podem ser configurados através de uma área stub e não podem conter um ASBR. Compare com área não stub. Consulte também ASBR e OSPF.

Áreas de captaçãocom área não stub . Consulte também ASBR e OSPF . Zona que está dentro da

Zona que está dentro da área que pode ser servida por um dispositivo de internetworking, como, por exemplo, um hub.

ARMdispositivo de internetworking, como, por exemplo, um hub. Asynchronous response mode, modo de resposta assíncrono .

Asynchronous response mode, modo de resposta assíncrono. Modo de comunicação HDLC envolvendo uma estação principal e pelo menos uma estação secundária, onde a estação principal ou uma das secundárias podem iniciar as transmissões. Consulte também estação principal e estação secundária.

ARPuma das secundárias podem iniciar as transmissões. Consulte também estação principal e estação secundária .

Address Resolution Protocol, protocolo de resolução de endereços. Protocolo da Internet usado para mapear um endereço IP para um endereço MAC. Definido no RFC 826. Compare com RARP. Consulte também proxy ARP.

ARPARFC 826. Compare com RARP . Consulte também proxy ARP . Advanced Research Projects Agency .

Advanced Research Projects Agency. Organização de desenvolvimento e pesquisa que é parte do DoD. A ARPA é responsável por vários avanços tecnológicos nas comunicações e nas redes. A ARPA virou DARPA e depois ARPA novamente (em 1994). Consulte também DARPA.

ARPANETdepois ARPA novamente (em 1994). Consulte também DARPA . Advanced Research Projects Agency Network . Rede

Advanced Research Projects Agency Network. Rede de comutação de pacotes inovadora estabelecida em 1969. A ARPANET foi desenvolvida nos anos 70 pela BBN e financiada pela ARPA (e mais tarde pela DARPA). Finalmente, evoluiu para a Internet. O termo ARPANET foi retirado oficialmente em 1990. Consulte também ARPA, BBN, DARPA e Internet.

ARQConsulte também ARPA , BBN , DARPA e Internet . Automatic repeat request, pedido de repetição

Automatic repeat request, pedido de repetição automático. Técnica de comunicação onde o dispositivo receptor detecta erros e solicita retransmissões.

arquitetura abertareceptor detecta erros e solicita retransmissões. Arquitetura com a qual outros desenvolvedores podem

Arquitetura com a qual outros desenvolvedores podem legalmente desenvolver produtos e para a qual existem especificações de domínio público.

arquitetura de descobertae para a qual existem especificações de domínio público. O software APPN que permite que uma

O software APPN que permite que uma máquina configurada como um EN de APPN localize automaticamente os NNs principal e secundário quando a máquina é trazida para uma rede APPN.

árvore estendida (spanning tree)secundário quando a máquina é trazida para uma rede APPN. Subconjunto livre de loop de uma

Subconjunto livre de loop de uma topologia de rede. Consulte também algoritmo de árvore estendida e protocolo de árvore estendida.

ASde árvore estendida e protocolo de árvore estendida . Consulte sistema autônomo . ASBR Autonomous system

Consulte sistema autônomo.

ASBRde árvore estendida . AS Consulte sistema autônomo . Autonomous system boundary router, roteador de fronteira

Autonomous system boundary router, roteador de fronteira de sistema autônomo. ABR localizado entre um sistema autônomo OSPF e

uma rede que não usa o OSPF. Os ASBRs executam tanto no OSPF como em outros protocolos de roteamento, como o RIP, por exemplo. Os ASBRs devem residir em uma área OSPF não stub. Consulte também ABR, área

ASCIIstub. Consulte também ABR , área não stub e OSPF . American Standard Code for Information

American Standard Code for Information Interchange. Código de 8 bits para representação de caracteres (7 bits mais paridade).

ASM-CSpara representação de caracteres (7 bits mais paridade). Servidor de comunicação multiprotocolos da Cisco designado

Servidor de comunicação multiprotocolos da Cisco designado para conectar dispositivos assíncronos a qualquer LAN ou WAN usando TCP/IP, LAT ou SLIP. Pode ser configurado para ter interface com a Ethernet, com LANs Token Ring ou com as redes seriais síncronas.

ASN.1com LANs Token Ring ou com as redes seriais síncronas. Abstract Syntax Notation One . Linguagem

Abstract Syntax Notation One. Linguagem OSI para descrição de tipos de dados independentemente das estruturas do computador específico e das técnicas de representação. Descrita pelo padrão internacional ISO 8824. Consulte também BER (basic encoding rules, regras básicas de codificação).

association control service element(basic encoding rules, regras básicas de codificação) . Consulte ACSE . AST Automatic spanning tree .

Consulte ACSE.

AST. association control service element Consulte ACSE . Automatic spanning tree . Função que suporta a

Automatic spanning tree. Função que suporta a resolução automática de árvores estendidas em redes SBR, fornecendo um único caminho para os quadros exploradores estendidos passarem de um nó específico na rede para outro. A AST é baseada no padrão IEEE 802.1. Consulte IEEE

ASTAno padrão IEEE 802.1. Consulte IEEE 802.1 e SRB . Advanced Software Technology and Algorithms, algoritmos

Advanced Software Technology and Algorithms, algoritmos e tecnologia de software avançados. Componente do programa HPCC que visa desenvolver o software e os algoritmos para implementação em computadores de grande desempenho e sistemas de comunicações. Consulte também HPCC.

Asynchronous Balanced Modee sistemas de comunicações. Consulte também HPCC . Consulte ABM . asynchronous response mode Consulte ARM

Consulte ABM.

asynchronous response modee sistemas de comunicações. Consulte também HPCC . Asynchronous Balanced Mode Consulte ABM . Consulte ARM

Consulte ARM.

asynchronous time-division multiplexingConsulte ATDM . Asynchronous Transfer Mode Consulte ATM . ATDM Asynchronous time-division multiplexing,

Consulte ATDM.

Asynchronous Transfer Modeasynchronous time-division multiplexing Consulte ATDM . Consulte ATM . ATDM Asynchronous time-division multiplexing,

Consulte ATM.

ATDMATDM . Asynchronous Transfer Mode Consulte ATM . Asynchronous time-division multiplexing, multiplaxação por

Asynchronous time-division multiplexing, multiplaxação por divisão de tempo. Método de envio de informações semelhantes ao TDM normal, com a diferença dos slots de tempo serem alocados conforme a necessidade ao invés de serem pré-atribuídos a transmissores específicos. Compare com FDM, multiplexação estatística e TDM.

atenuaçãocom FDM , multiplexação estatística e TDM . Perda de energia do sinal de comunicação. aterramento

Perda de energia do sinal de comunicação.

aterramento. atenuação Perda de energia do sinal de comunicação. Ponto de contato elétrico neutro. ATG Gateway

Ponto de contato elétrico neutro.

ATGaterramento Ponto de contato elétrico neutro. Gateway de tradução de endereço . Função do software de

Gateway de tradução de endereço. Função do software de roteamento DECnet da Cisco que permite que um roteador roteie várias redes DECnet independentes e estabeleça uma conversão do endereço especificado pelo usuário para nós selecionados entre as redes.

ATMpelo usuário para nós selecionados entre as redes. Asynchronous Transfer Mode, modo de transferência

Asynchronous Transfer Mode, modo de transferência assíncrona. Padrão internacional para comutação de células onde vários tipos de serviços (como, por exemplo, voz, vídeo ou dados) são conduzidos em células de comprimento prefixado (53 bits). As células de comprimento prefixado permitem que o processamento da célula ocorra no hardware, reduzindo, assim, os atrasos no trânsito. O ATM é designado para aproveitar os meios de transmissão de alta velocidade, como, por exemplo, E3, SONET e T3.

ATM adaptation layerde alta velocidade, como, por exemplo, E3, SONET e T3. Consulte AAL . ATM adaptation layer1

Consulte AAL.

ATM adaptation layer1como, por exemplo, E3, SONET e T3. ATM adaptation layer Consulte AAL . Consulte AAL1 .

Consulte AAL1.

ATM adaptation layer2como, por exemplo, E3, SONET e T3. ATM adaptation layer Consulte AAL . ATM adaptation layer1

Consulte AAL2.

ATM adaptation layer3/4Consulte AAL2 . Consulte AAL3/4 . ATM adaptation layer5 Consulte AAL5 . ATM data service unit

Consulte AAL3/4.

ATM adaptation layer5Consulte AAL2 . ATM adaptation layer3/4 Consulte AAL3/4 . Consulte AAL5 . ATM data service unit

Consulte AAL5.

ATM data service unitConsulte AAL3/4 . ATM adaptation layer5 Consulte AAL5 . Consulte ADSU . ATM Forum Organização internacional

Consulte ADSU.

ATM ForumConsulte AAL5 . ATM data service unit Consulte ADSU . Organização internacional fundada em 1991, em

Organização internacional fundada em 1991, em conjunto, por Cisco Systems, NET/ADAPTIVE, Northern Telecom e Sprint e que desenvolve e promove acordos de implementação baseada em padrões para a tecnologia ATM. O ATM Forum cresce com os padrões oficiais desenvolvidos pelo ANSI e pelo ITU-T e desenvolve os acordos de implementação antes dos padrões oficiais.

ATM interface processoros acordos de implementação antes dos padrões oficiais. Consulte AIP . ATM management Consulte ATMM .

Consulte AIP.

ATM managementpadrões oficiais. ATM interface processor Consulte AIP . Consulte ATMM . ATM UNI Consulte UNI .

Consulte ATMM.

ATM UNIprocessor Consulte AIP . ATM management Consulte ATMM . Consulte UNI . ATMM ATM management, gerenciamento

Consulte UNI.

ATMM. ATM management Consulte ATMM . ATM UNI Consulte UNI . ATM management, gerenciamento de ATM

ATM management, gerenciamento de ATM. Processo que é executado em um switch ATM que controla a tradução VCI e atende à taxa. Consulte também ATM e VCI.

ATPVCI e atende à taxa. Consulte também ATM e VCI . AppleTalk Transaction Protocol, protocolo de

AppleTalk Transaction Protocol, protocolo de transação AppleTalk. Protocolo de nível de transporte que permite trocas de pedidos por respostas confiáveis entre dois clientes.

atrasoAppleTalk . Protocolo de nível de transporte que permite trocas de pedidos por respostas confiáveis entre

O tempo entre a iniciação de uma transação por um emissor e a primeira resposta recebida pelo emissor. Também, o tempo necessário para mover um pacote da fonte para o destino através de um determinado caminho.

atraso de distorçãoda fonte para o destino através de um determinado caminho. Problema com um sinal de comunicação

Problema com um sinal de comunicação causado pelas velocidades de transmissão não-uniformes dos componentes de um sinal através de um meio de transmissão. Também chamado de atraso de grupo.

atraso de grupomeio de transmissão. Também chamado de atraso de grupo . Consulte datraso de distorção . atraso

atraso de propagaçãogrupo . atraso de grupo Consulte datraso de distorção . Tempo necessário para que os dados

Tempo necessário para que os dados trafeguem por uma rede, de sua origem ao seu destino final.

atributotrafeguem por uma rede, de sua origem ao seu destino final. Dados de configuração que definem

Dados de configuração que definem as características de objetos do banco de dados como: chassis, placas, portas ou circuitos virtuais de um dispositivo específico. Os atributos devem ser predefinidos ou configuráveis pelo usuário. Em um switch LightStream 2020, os atributos são definidos usando-se o programa de configuração ou os comandos da

CLI.

Attached Resource Computer Networko programa de configuração ou os comandos da CLI. Consulte ARCnet . attachment unit interface Consulte

Consulte ARCnet.

attachment unit interfaceCLI. Attached Resource Computer Network Consulte ARCnet . Consulte AUI . atualização de roteamento Mensagem

Consulte AUI.

atualização de roteamentoARCnet . attachment unit interface Consulte AUI . Mensagem enviada de um roteador para indicar o

Mensagem enviada de um roteador para indicar o alcance da rede e informações de custo associadas. As atualizações de roteamento são normalmente enviadas em intervalos regulares e depois de uma alteração na topologia da rede. Compare com atualização relâmpago.

atualização flashtopologia da rede. Compare com atualização relâmpago . Atualização de roteamento enviada de modo assíncrono em

Atualização de roteamento enviada de modo assíncrono em resposta a uma mudança na topologia de rede. Compare com atualização de

AUIenviada de modo assíncrono em resposta a uma mudança na topologia de rede. Compare com atualização

Attachment unit interface, interface de unidade de acoplamento. Interface IEEE 802.3 entre uma MAU e uma placa de rede. O termo AUI também pode se referir à porta traseira do painel onde um cabo da AUI se conecta, como, por exemplo, aqueles encontrados em uma placa de acesso Ethernet LightStream da Cisco. Também chamado cabo transceptor. Consulte também IEEE 802.3, MAU, and NIC (placa de rede).

AURPtambém IEEE 802.3 , MAU , and NIC (placa de rede) . AppleTalk Update-Based Routing Protocol,

AppleTalk Update-Based Routing Protocol, protocolo de roteamento baseado em atualização AppleTalk. Método de encapsulamento do tráfego de AppleTalk no cabeçalho de um protocolo externo, permitindo a conexão de duas ou mais internetworks AppleTalk não contínuas através de uma rede externa (como, por exemplo, TCP/IP) para formar uma WAN AppleTalk. Essa conexão é chamada de túnel AURP. Além disso, para sua função de encapsulamento, o AURP mantém tabelas de roteamento para toda a WAN AppleTalk trocando as informações de roteamento entre roteadores exteriores. Consulte também túnel AURP e roteador exterior.

auto reconfiguraçãoConsulte também túnel AURP e roteador exterior . Processo executado por nós dentro de um domínio

Processo executado por nós dentro de um domínio em falha de uma rede Token Ring. Os nós executam, automaticamente, diagnósticos para tentar reconfigurar a rede ao redor das áreas em falha. Consulte também domínio de falha.

Automated Packet Recognition/Translationdas áreas em falha. Consulte também domínio de falha . Consulte APaRT . automatic repeat request

Consulte APaRT.

automatic repeat requestAutomated Packet Recognition/Translation Consulte APaRT . Consulte ARQ . automatic spanning tree Consulte AST .

Consulte ARQ.

automatic spanning treeConsulte APaRT . automatic repeat request Consulte ARQ . Consulte AST . autonomous system boundary router

Consulte AST.

autonomous system boundary routerrequest Consulte ARQ . automatic spanning tree Consulte AST . Consulte ASBR . available bit rate

Consulte ASBR.

available bit rateARQ . automatic spanning tree Consulte AST . autonomous system boundary router Consulte ASBR . Consulte

Consulte ABR.

B8ZSB Substituição de 8 zeros binários . Tipo de código de linha, usado nos circuitos

B

Substituição de 8 zeros binários. Tipo de código de linha, usado nos circuitos T1 e E1, em que um código especial é substituído sempre que 8 zeros consecutivos forem enviados através do link. Esse código é, então, interpretado na extremidade remota da conexão. Essa técnica garante a densidade de uns, independentemente do fluxo de dados. às vezes chamado de substituição de 8 zeros bipolar. Compare com AMI. Consulte também densidade de uns.

back plane. Compare com AMI . Consulte também densidade de uns . Conexão física entre um processador

Conexão física entre um processador de interface ou placa e os barramentos de dados e os barramentos de distribuição de energia dentro de um chassis da Cisco.

back pressurede distribuição de energia dentro de um chassis da Cisco. Propagação do upstream das informações de

Propagação do upstream das informações de congestionamento de rede através de uma internetwork.

backbonede congestionamento de rede através de uma internetwork. A parte de uma rede que funciona como

A parte de uma rede que funciona como o caminho principal do tráfego que é mais freqüentemente originado de, e destinado a, outras redes.

backbone encapsuladofreqüentemente originado de, e destinado a, outras redes. Backbone não distribuído em que todos os segmentos

Backbone não distribuído em que todos os segmentos de rede estão interconectados através de um dispositivo de internetworking. Um backbone encapsulado pode ser um segmento virtual de rede existente em um dispositivo, como, por exemplo, um hub, um roteador ou um switch.

backoffcomo, por exemplo, um hub, um roteador ou um switch. O atraso de retransmissão imposto quando

O atraso de retransmissão imposto quando ocorre uma colisão.

backup de discagematraso de retransmissão imposto quando ocorre uma colisão. Característica suportada pelos roteadores Cisco, que

Característica suportada pelos roteadores Cisco, que fornece proteção contra o tempo de espera WAN permitindo que o administrador de rede configure uma linha serial de backup através da conexão comutada por circuito.

backward explicit congestion notificationConsulte BECN . balanceado, não balanceado Consulte balun . balanceamento de carga No roteamento, a

Consulte BECN.

balanceado, não balanceadobackward explicit congestion notification Consulte BECN . Consulte balun . balanceamento de carga No roteamento, a

Consulte balun.

balanceamento de cargaBECN . balanceado, não balanceado Consulte balun . No roteamento, a capacidade de um roteador distribuir

No roteamento, a capacidade de um roteador distribuir o tráfego para todas as portas de rede que estão na mesma distância do endereço de destino. Algoritmos de balanceamento de carga corretos usam as informações de confiabilidade e de velocidade de linha. O balanceamento de carga aumenta a utilização de segmentos de rede, aumentando assim, a largura de banda efetiva da rede.

balunrede, aumentando assim, a largura de banda efetiva da rede. Balanced, unbalanced . Dispositivo usado para

Balanced, unbalanced. Dispositivo usado para comparar impedância entre uma linha equilibrada e uma desequilibrada, normalmente cabo coaxial e de par trançado.

banco de dados de configuraçãodesequilibrada, normalmente cabo coaxial e de par trançado. Arquivo de configurações de atributos criado usando o

Arquivo de configurações de atributos criado usando o configurador do LightStream da Cisco. Um banco de dados global segura as informações de configuração para todo o backbone do ATM baseado no LightStream e é armazenado no NMS. Um banco de dados local, armazenado em cada switch ATM LightStream 2020, contém apenas as informações de configuração para aquele switch. Os dados de configuração incluem definições de chassis, placas, portas, VCs e os atributos que os descrevem. Consulte também configurador.

banco de dados de configuração globalque os descrevem. Consulte também configurador . Consulte banco de dados de configuração . banco de

banco de dados localglobal Consulte banco de dados de configuração . Consulte banco de dados de configuração . banda

banda basede dados local Consulte banco de dados de configuração . Característica de uma tecnologia de rede

Característica de uma tecnologia de rede onde apenas uma freqüência portadora é usada. A Ethernet é um exemplo de uma rede de banda base. Também chamado banda estreita. Contraste com banda larga.

banda de proteçãochamado banda estreita . Contraste com banda larga . Banda de freqüência não utilizada entre dois

Banda de freqüência não utilizada entre dois canais de comunicação que fornece a separação dos canais para impedir a interferência mútua.

banda estreitaConsulte banda base . banda estreita ISDN Consulte N-ISDN . banda larga Sistema de transmissão

Consulte banda base.

banda estreita ISDNbanda estreita Consulte banda base . Consulte N-ISDN . banda larga Sistema de transmissão que multiplexa

Consulte N-ISDN.

banda largabanda base . banda estreita ISDN Consulte N-ISDN . Sistema de transmissão que multiplexa vários sinais

Sistema de transmissão que multiplexa vários sinais independentes em um cabo. Na terminologia de telecomunicações, todo canal que tem uma largura de banda maior do que um canal de voz (4 kHz). Na terminologia de LAN, um cabo coaxial em que é usada a sinalização analógica. Também chamado wideband. Contraste com banda base.

banner motdTambém chamado wideband . Contraste com banda base . Comando usado para configurar uma mensagem do

Comando usado para configurar uma mensagem do dia em que é exibida ao fazer o login e é útil para transmitir mensagens que afetam todos os usuários da rede, como, por exemplo, interrupções iminentes do sistema.

Banyan VINEScomo, por exemplo, interrupções iminentes do sistema. Consulte VINES . barramento 1. Caminho comum de sinal

Consulte VINES.

barramentoiminentes do sistema. Banyan VINES Consulte VINES . 1. Caminho comum de sinal físico composto de

1. Caminho comum de sinal físico composto de fios ou outros meios pelos quais os sinais podem ser enviados de uma parte do computador à outra. Às vezes chamado de supervia. 2. Consulte topologia de barramento.

barramento de tokende supervia . 2. Consulte topologia de barramento . Arquitetura de LAN que usa a passagem

Arquitetura de LAN que usa a passagem de token por uma topologia de barramento. Essa arquitetura de LAN é a base para a especificação de LAN IEEE 802.4. Consulte também IEEE 802.4.

BARRNetde LAN IEEE 802.4. Consulte também IEEE 802.4 . Bay Area Regional Research Network . Rede

Bay Area Regional Research Network. Rede regional que serve à área da baía de San Francisco. O backbone da BARRNet é composto por quatro campi da Universidade da Califórnia (Berkeley, Davis, Santa Cruz e San Francisco), pela Universidade de Stanford, pelo Lawrence Livermore National Laboratory e o NASA Ames Research Center. A BARRNET agora faz parte do BBN Planet. Consulte também BBN Planet.

bashfaz parte do BBN Planet. Consulte também BBN Planet . Bourne-again shell . Shell UNIX interativa

Bourne-again shell. Shell UNIX interativa com base na Bourne shell tradicional, mas com funcionalidade aumentada. A bash shell do LynxOS é

apresentada quando você efetua log in em um switch ATM LightStream 2020 como root (bash#) ou como fldsup (bash$). Consulte também conta

basic encoding rules(bash$). Consulte também conta fldsup e conta root . Consulte BER . Basic Rate Interface Consulte

Consulte BER.

Basic Rate Interfacee conta root . basic encoding rules Consulte BER . Consulte BRI . Basic Research and

Consulte BRI.

Basic Research and Human Resourcesrules Consulte BER . Basic Rate Interface Consulte BRI . Consulte BRHR . baud Unidade de

Consulte BRHR.

baudBRI . Basic Research and Human Resources Consulte BRHR . Unidade de velocidade de sinalização igual

Unidade de velocidade de sinalização igual ao número de elementos de sinais discretos transmitidos por segundo. Baud é sinônimo de bits por segundo (bps) se cada elemento do sinal representar exatamente 1 bit.

Bay Area Regional Research Networkse cada elemento do sinal representar exatamente 1 bit. Consulte BARRNet . BBN Bolt, Beranek, and

Consulte BARRNet.

BBNbit. Bay Area Regional Research Network Consulte BARRNet . Bolt, Beranek, and Newman, Inc . Empresa

Bolt, Beranek, and Newman, Inc. Empresa de alta tecnologia localizada em Massachusetts que desenvolveu e manteve o sistema central gateway da ARPANET (e mais tarde, a Internet). Consulte também BBN Planet.

BBN Planet(e mais tarde, a Internet). Consulte também BBN Planet . Empresa subsidiária da BBN que opera

Empresa subsidiária da BBN que opera uma rede nacional de acesso à Internet composta em parte pelas antigas redes regionais BARRNET, NEARNET e SURAnet. Consulte também BARRNet, BBN, NEARNET e SURAnet.

Bctambém BARRNet , BBN , NEARNET e SURAnet . Committed Burst . Medida tarifária negociada nas

Committed Burst. Medida tarifária negociada nas internetworks de frame relay. A quantidade máxima de dados (em bits) que uma internetwork de frame relay está comprometida a aceitar e transmitir na CIR. Consulte também Be e CIR.

Bee transmitir na CIR. Consulte também Be e CIR . Excess Burst . Medida tarifária negociada

Excess Burst. Medida tarifária negociada nas internetworks de frame relay. O número de bits que uma internetwork de frame relay vai tentar transmitir depois que o Bc for acomodado. Dados Be são, em geral,

entregues com uma probabilidade mais baixa do que os dados Bc porque podem ser marcados como DE pela rede. Consulte também Bc e DE.

beaconmarcados como DE pela rede. Consulte também Bc e DE . Quadro de um dispositivo de

Quadro de um dispositivo de Token Ring ou de FDDI que indica um problema sério com o anel, como, por exemplo, um cabo rompido. Um quadro de beacon contém o endereço da estação assumida como desligada. Consulte também domínio de falha.

bearer channelcomo desligada. Consulte também domínio de falha . Consulte canal B . Because It's Time Network

Consulte canal B.

Because It's Time Networkdomínio de falha . bearer channel Consulte canal B . Consulte BITNET . BECN Backward explicit

Consulte BITNET.

BECNcanal B . Because It's Time Network Consulte BITNET . Backward explicit congestion notification, notificação

Backward explicit congestion notification, notificação inversa de congestionamento explícito. Conjunto de bits uma rede frame relay em quadros que viajam na direção oposta aos quadros que encontram um caminho congestionado. O DTE ao receber quadros com o conjunto de bits BECN pode pedir que os protocolos de nível mais alto tomem a ação de controle de fluxo apropriada. Compare com FECN.

Bell Communications Researchação de controle de fluxo apropriada. Compare com FECN . Consulte Bellcore . Bell operating company

Consulte Bellcore.

Bell operating companyFECN . Bell Communications Research Consulte Bellcore . Consulte BOC . Bellcore Bell Communications Research.

Consulte BOC.

BellcoreBellcore . Bell operating company Consulte BOC . Bell Communications Research. Organização que faz pesquisa

Bell Communications Research. Organização que faz pesquisa e desenvolvimento em benefício da RBOCs.

BERque faz pesquisa e desenvolvimento em benefício da RBOCs. 1.) Bit error rate, taxa de erros

1.) Bit error rate, taxa de erros de bit. A taxa de bits recebidos que contêm erros. 2.) Basic encoding rules. Regras de codificação das unidades de dados descritas no padrão ISO ASN.1. Consulte também ASN.1.

Berkeley Standard DistributionRegras de codificação das unidades de dados descritas no padrão ISO ASN.1. Consulte também ASN.1 .

Consulte BSD.

BERTBit error rate tester . Dispositivo que determina a BER em um determinado canal de

Bit error rate tester. Dispositivo que determina a BER em um determinado canal de comunicações. Consulte também BER (taxa de erros de bits).

BGPConsulte também BER (taxa de erros de bits) . Border Gateway Protocol . Protocolo de roteamento

Border Gateway Protocol. Protocolo de roteamento interdomínios que substitui o EGP. O BGP troca informações que podem ser alcançadas com outros sistemas BGP. É definido pelo RFC 1163. Consulte também BGP4 e EGP.

BGP4definido pelo RFC 1163. Consulte também BGP4 e EGP . BGP Versão 4 . Versão 4

BGP Versão 4. Versão 4 do protocolo de roteamento inter-domínios predominante usado na Internet. O BGP4 suporta o CIDR e usa mecanismos de agregação de rotas para reduzir o tamanho das tabelas de roteamento. Consulte também BGP e CIDR.

BIGAtabelas de roteamento. Consulte também BGP e CIDR . Bus Interface Gate Array, gate array de

Bus Interface Gate Array, gate array de interface de barramento. Tecnologia que permite que o Catalyst 5000 receba e transmita quadros da sua memória de comutação de pacotes para sua memória buffer local do MAC, sem a intervenção do processador do host.

big-endianlocal do MAC, sem a intervenção do processador do host. Método de armazenamento ou de transmissão

Método de armazenamento ou de transmissão de dados em que o bit ou byte mais importante é apresentado primeiro. Compare com little-endian.

binárioé apresentado primeiro. Compare com little-endian . Um sistema numérico caracterizado por uns e zeros (1

Um sistema numérico caracterizado por uns e zeros (1 = ligado, 0 = desligado).

binary coded alternate mark inversioncaracterizado por uns e zeros (1 = ligado, 0 = desligado). Consulte AMI . binary synchronous

Consulte AMI.

binary synchronous communicationbinary coded alternate mark inversion Consulte AMI . Consulte BSC . bipolar Característica elétrica que

Consulte BSC.

bipolarAMI . binary synchronous communication Consulte BSC . Característica elétrica que denota um circuito com

Característica elétrica que denota um circuito com polaridades negativa e positiva. Contraste com unipolar.

bipolar 8-zero substitution. bipolar Característica elétrica que denota um circuito com polaridades negativa e positiva. Contraste com unipolar

Consulte B8ZS.

BISDNConsulte B8ZS . Broadband ISDN, ISDN de banda larga . Padrões de comunicação ITU-T projetados para

Broadband ISDN, ISDN de banda larga. Padrões de comunicação ITU-T projetados para tratar de aplicativos de largura de banda alta, como, por exemplo, de vídeo. A BISDN atualmente usa a tecnologia ATM sobre os circuitos de transmissão baseados na SONET para fornecer taxas de dados de 155 a 622 Mbps e maiores. Contraste com N-ISDN. Consulte também BRI, ISDN e PRI.

bisynccom N-ISDN . Consulte também BRI , ISDN e PRI . Consulte BSC . bit Dígito

Consulte BSC.

bittambém BRI , ISDN e PRI . bisync Consulte BSC . Dígito binário usado no sistema

Dígito binário usado no sistema numérico binário. Pode ser 0 ou 1.

bit error rateusado no sistema numérico binário. Pode ser 0 ou 1. Consulte BER . bit error rate

Consulte BER.

bit error rate testerbinário. Pode ser 0 ou 1. bit error rate Consulte BER . Consulte BERT . bit

Consulte BERT.

bit poll/finalConsulte BER . bit error rate tester Consulte BERT . Consulte P/F . BITNET "Because It's

Consulte P/F.

BITNETtester Consulte BERT . bit poll/final Consulte P/F . "Because It's Time" Networking Services . Rede

"Because It's Time" Networking Services. Rede acadêmica de baixo custo e baixa velocidade que consiste principalmente em mainframes da IBM e linhas arrendadas de 9600 bps. A BITNET agora faz parte da CREN. Consulte também CREN.

BITNET IIIA BITNET agora faz parte da CREN. Consulte também CREN . Serviço de discagem que fornece

Serviço de discagem que fornece conectividade para os membros da CREN. Consulte também CREN.

bits de códigopara os membros da CREN. Consulte também CREN . Controla funções (como, por exemplo, configuração e

Controla funções (como, por exemplo, configuração e término de uma sessão).

bits por segundo. bits de código Controla funções (como, por exemplo, configuração e término de uma sessão). Abreviado

Abreviado por bps.

bloqueioEm um sistema de comutação, uma condição em que nenhum caminho está disponível para completar

Em um sistema de comutação, uma condição em que nenhum caminho está disponível para completar um circuito. O termo também é usado para descrever uma situação em que uma atividade não pode começar antes que outra tenha sido concluída.

BNNnão pode começar antes que outra tenha sido concluída. Boundary network node, nó de rede limite

Boundary network node, nó de rede limite. Na terminologia do SNA, um nó de subárea que fornece suporte de função limite para os nós periféricos adjacentes. Esse suporte inclui a tradução de seqüência, ritmo e endereço. Também chamado boundary node.

BOCritmo e endereço. Também chamado boundary node . Bell operating company . Consulte RBOC . Bolt,

Bell operating company. Consulte RBOC.

Bolt, Beranek, and Newman, Inc.node . BOC Bell operating company . Consulte RBOC . Consulte BBN . boot programmable read-only

Consulte BBN.

boot programmable read-only memoryRBOC . Bolt, Beranek, and Newman, Inc. Consulte BBN . Consulte boot PROM . boot PROM

Consulte boot PROM.

boot PROM. boot programmable read-only memory Consulte boot PROM . Boot programmable read-only memory . Chip montado

Boot programmable read-only memory. Chip montado em uma placa de circuito impresso usado para fornecer instruções executáveis de inicialização a um dispositivo de computador.

BOOTPde inicialização a um dispositivo de computador. Protocolo usado por um nó de rede para determinar

Protocolo usado por um nó de rede para determinar o endereço IP de suas interfaces Ethernet, para afetar a inicialização de rede.

Border Gateway Protocolinterfaces Ethernet, para afetar a inicialização de rede. Consulte BGP . boundary network node Consulte BNN

Consulte BGP.

boundary network nodea inicialização de rede. Border Gateway Protocol Consulte BGP . Consulte BNN . boundary node Consulte

Consulte BNN.

boundary nodede rede. Border Gateway Protocol Consulte BGP . boundary network node Consulte BNN . Consulte BNN

Consulte BNN.

BPDUde rede. Border Gateway Protocol Consulte BGP . boundary network node Consulte BNN . boundary node

Bridge protocol data unit, unidade de dados de protocolo de bridge. Pacote de aviso de protocolo de árvore estendida que é enviado em intervalos configuráveis para trocar informações entre bridges em uma rede. Consulte também PDU.

bpsentre bridges em uma rede. Consulte também PDU . Bits por segundo . BRHR Basic Research

Bits por segundo.

BRHRem uma rede. Consulte também PDU . bps Bits por segundo . Basic Research and Human

Basic Research and Human Resources, pesquisa básica e recursos humanos. Componente do programa HPCC projetado para dar suporte à pesquisa, ao treinamento e à educação em ciências da computação, engenharia de computadores e análise de sistemas. Consulte também HPCC.

BRIe análise de sistemas. Consulte também HPCC . Basic Rate Interface, interface de taxa básica .

Basic Rate Interface, interface de taxa básica. Interface da ISDN composta de dois canais de suporte e um canal de dados para comunicação de voz, vídeo e dados comutados por circuito. Compare com PRI. Consulte também BISDN, ISDN e N-ISDN.

bridgecom PRI . Consulte também BISDN , ISDN e N-ISDN . Dispositivo que conecta e passa

Dispositivo que conecta e passa pacotes entre dois segmentos de rede que usam o mesmo protocolo de comunicação. Bridges operam na camada de enlace (camada 2) do modelo de referência OSI. Em geral, um bridge vai filtrar, encaminhar ou encher um quadro de chegada baseado no endereço MAC desse quadro. Consulte também relé.

bridge designadano endereço MAC desse quadro. Consulte também relé . A bridge que incorre no custo de

A bridge que incorre no custo de caminho mais baixo ao encaminhar um quadro de um segmento para a bridge de rota.

bridge localencaminhar um quadro de um segmento para a bridge de rota. Bridge que interconecta diretamente as

Bridge que interconecta diretamente as redes na mesma área geográfica.

bridge protocol data unitdiretamente as redes na mesma área geográfica. Consulte BPDU . bridge remota Bridge que conecta entre

Consulte BPDU.

bridge remotageográfica. bridge protocol data unit Consulte BPDU . Bridge que conecta entre si segmentos de rede

Bridge que conecta entre si segmentos de rede fisicamente desiguais através de links de WAN.

bridging de conversãoBPDU . bridge remota Bridge que conecta entre si segmentos de rede fisicamente desiguais através de

Bridging entre redes com protocolos de subcamada MAC diferentes. As informações MAC são convertidas em formato da rede de destino na bridge. Diferencie de bridging de encapsulamento.

bridging de frame relayna bridge. Diferencie de bridging de encapsulamento . Técnica de bridging, descrita na RFC 1490, que

Técnica de bridging, descrita na RFC 1490, que usa o mesmo algoritmo de árvore estendida que as outras funções de bridging, mas permite que pacotes sejam encapsulados para transmissão através de uma rede de frame relay.

bridging de trânsitopara transmissão através de uma rede de frame relay. Bridging que usa o encapsulamento para enviar

Bridging que usa o encapsulamento para enviar um quadro entre duas redes semelhantes através de uma rede diferente.

bridging transparenteentre duas redes semelhantes através de uma rede diferente. Esquema de bridging, geralmente usado nas redes

Esquema de bridging, geralmente usado nas redes Ethernet e IEEE 802.3, onde as bridges passam os quadros um salto de cada vez, baseado nas tabelas que associam nós de extremidade às portas de bridge. A bridging transparente é chamada assim porque a presença de bridges é transparente para os nós de extremidade de rede. Diferencie de SRB.

broadcastpara os nós de extremidade de rede. Diferencie de SRB . Pacote de dados que vai

Pacote de dados que vai ser enviado a todos os nós em uma rede. Broadcasts são identificados por um endereço de broadcast. Compare com multicast e unicast. Consulte também endereço de broadcast.

broadcast and unknown servere unicast . Consulte também endereço de broadcast . Consulte BUS . broadcast SDLC Recurso que

Consulte BUS.

broadcast SDLCbroadcast . broadcast and unknown server Consulte BUS . Recurso que permite a um roteador da

Recurso que permite a um roteador da Cisco que recebe um broadcast de todas as estações em uma linha multidrop virtual propagar o broadcast para cada linha SDLC membro da linha multidrop virtual.

BSCpara cada linha SDLC membro da linha multidrop virtual. Binary synchronous communication . Protocolo da camada

Binary synchronous communication. Protocolo da camada de enlace orientado a caracteres para aplicativos half duplex. Com freqüência é chamada simplesmente de bisync.

BSDCom freqüência é chamada simplesmente de bisync . Berkeley Standard Distribution. Termo usado para descrever

Berkeley Standard Distribution. Termo usado para descrever uma variedade de sistemas operacionais do tipo UNIX baseados no sistema operacional UC Berkeley BSD.

BTBurst Tolerance, tolerância de burst . Parâmetro definido pelo ATM Forum para o gerenciamento de

Burst Tolerance, tolerância de burst. Parâmetro definido pelo ATM Forum para o gerenciamento de tráfego ATM. Para as conexões VBR, a BT determina o tamanho do burst máximo de células contíguas que podem ser transmitidas. Consulte também VBR.

bufferque podem ser transmitidas. Consulte também VBR . Área de armazenamento usada para tratar de dados

Área de armazenamento usada para tratar de dados em trânsito. Os buffers são usados em internetworking para compensar diferenças na velocidade de processamento entre dispositivos de rede. Os bursts de dados podem ser armazenados em buffers até que eles possam ser tratados por dispositivos de processamentos mais lentos. Às vezes chamado de buffer de pacote.

buffer de pacotemais lentos. Às vezes chamado de buffer de pacote . Consulte buffer . buraco negro Termo

Consulte buffer.

buraco negrode buffer de pacote . buffer de pacote Consulte buffer . Termo de roteamento de uma

Termo de roteamento de uma área de internetwork onde os pacotes entram mas não saem, devido às condições adversas ou à configuração precária do sistema dentro de uma parte da rede.

burst garantidoprecária do sistema dentro de uma parte da rede. O maior burst de dados acima da

O maior burst de dados acima da taxa garantida que será temporariamente permitido em um PVC e não etiquetado pela função de policiamento de tráfego para ser largado no caso de congestionamento de rede. O burst garantido é especificado em bytes ou células. Compare com burst máximo. Consulte também taxa garantida.

burst máximocom burst máximo . Consulte também taxa garantida . Especifica o maior burst de dados acima

Especifica o maior burst de dados acima da taxa garantida que será permitido temporariamente em um PVC ATM, mas que não será abandonado pela função de policiamento de tráfego, mesmo que exceda a taxa máxima. Essa quantidade de tráfego será permitida apenas temporariamente. Na média, a fonte de tráfego precisa estar dentro da taxa máxima. Especificado em bytes ou células. Compare com burst garantido. Consulte também taxa máxima.

burst tolerancecom burst garantido . Consulte também taxa máxima . Consulte BT . BUS Broadcast and unknown

Consulte BT.

BUStambém taxa máxima . burst tolerance Consulte BT . Broadcast and unknown server, servidor de broadcast

Broadcast and unknown server, servidor de broadcast e desconhecidos. Servidor multicast usado em ELANs que é usado para

enviar o tráfego endereçado a um destino desconhecido e para encaminhar tráfego de multicast e broadcast aos clientes apropriados. Consulte também ELAN.

bus and tag channelaos clientes apropriados. Consulte também ELAN . Canal IBM, desenvolvido nos anos 60, incorporando tecnologia

Canal IBM, desenvolvido nos anos 60, incorporando tecnologia de fios múltiplos de cobre. Substituído pelo canal ESCON. Consulte também canal

Bus Interface Gate ArrayESCON. Consulte também canal ESCON e canal paralelo . Consulte BIGA . byte Termo usado para

Consulte BIGA.

bytecanal paralelo . Bus Interface Gate Array Consulte BIGA . Termo usado para se referir a

Termo usado para se referir a uma série de dígitos binários consecutivos que são operados como uma unidade (por exemplo, um byte de 8 bits).

CAoperados como uma unidade (por exemplo, um byte de 8 bits). C Consulte impedimento de congestionamento

C

cabeamento backbone8 bits). CA C Consulte impedimento de congestionamento . Cabeamento que fornece interconexões entre wiring closets,

Cabeamento que fornece interconexões entre wiring closets, wiring closets

e POP e entre prédios que façam parte da mesma LAN. Consulte

cabeamento da Categoria 1façam parte da mesma LAN. Consulte cabeamento vertical . Uma das cinco classificações de cabeamento UTP

Uma das cinco classificações de cabeamento UTP descritas no padrão EIA/TIA-568B. O cabeamento da Categoria 1 é usado para comunicações telefônicas e não é adequado à transmissão de dados. Compare com

e UTP.

cabeamento da Categoria 2da Categoria 5 . Consulte também EIA/TIA-568B e UTP . Uma das cinco classificações de cabeamento

Uma das cinco classificações de cabeamento UTP descritas no padrão EIA/TIA-568B. O cabeamento da Categoria 2 é capaz de transmitir dados

cabeamento da Categoria 3da Categoria 5 . Consulte também EIA/TIA-568B e UTP . Uma das cinco classificações de cabeamento

Uma das cinco classificações de cabeamento UTP descritas no padrão EIA/TIA-568B. O cabeamento da Categoria 3 é usado em redes 10BaseT e pode transmitir dados em velocidades de até 10 Mbps. Compare com cabeamento da Categoria 1, cabeamento da Categoria 2, cabeamento da

e UTP.

cabeamento da Categoria 4da Categoria 5 . Consulte também EIA/TIA-568B e UTP . Uma das cinco classificações de cabeamento

Uma das cinco classificações de cabeamento UTP descritas no padrão

EIA/TIA-568B. O cabeamento da Categoria 4 é usado em redes Token Ring

e pode transmitir dados em velocidades de até 16 Mbps. Compare com

e UTP.

cabeamento da Categoria 5da Categoria 5 . Consulte também EIA/TIA-568B e UTP . Uma das cinco classificações de cabeamento

Uma das cinco classificações de cabeamento UTP descritas no padrão EIA/TIA-568B. O cabeamento da Categoria 5 é usado para executar CDDI e pode transmitir dados em velocidades de até 100 Mbps. Compare com cabeamento da Categoria 1, cabeamento da Categoria 2, cabeamento da Categoria 3 e cabeamento da Categoria 4. Consulte também EIA/TIA-568B

e UTP.

cabeamento verticalda Categoria 4 . Consulte também EIA/TIA-568B e UTP . Cabeamento de backbone. Consulte cabeamento de

Cabeamento de backbone. Consulte cabeamento de backbone.

cabeçalhoCabeamento de backbone. Consulte cabeamento de backbone . Informações de controle localizadas antes dos dados quando

Informações de controle localizadas antes dos dados quando se encapsula dados para a transmissão de rede. Compare com trailer. Consulte também PCI.

cabode rede. Compare com trailer . Consulte também PCI . Meio de transmissão de fio de

Meio de transmissão de fio de cobre ou fibra óptica coberto por uma capa protetora.

cabo blindadode cobre ou fibra óptica coberto por uma capa protetora. Cabo com uma camada isolante blindada

Cabo com uma camada isolante blindada para reduzir EMI.

cabo coaxialou fibra óptica coberto por uma capa protetora. cabo blindado Cabo com uma camada isolante blindada

Cabo que consiste em um condutor cilíndrico externo oco que envolve um condutor de um único fio interno. Dois tipos de cabos coaxiais são atualmente usados em LANs: cabo de 50 ohms, que é usado para sinalização digital, e cabo de 75 ohms, que é usado para sinal analógico e sinalização digital de alta velocidade.

cabo de dropsinal analógico e sinalização digital de alta velocidade. Geralmente, um cabo que conecta um dispositivo de

Geralmente, um cabo que conecta um dispositivo de rede (como um computador) a um meio físico. Um tipo de AUI. Consulte também AUI.

cabo de fibra ópticaa um meio físico. Um tipo de AUI. Consulte também AUI . Meio físico capaz de

Meio físico capaz de conduzir transmissão de luz modulada. Comparado com outros meios de transmissão, o cabo de fibra óptica é mais caro, mas não é suscetível à interferência eletromagnética e pode atingir taxas de dados mais altas. Às vezes chamado de fibra óptica.

cabo de transceiverde dados mais altas. Às vezes chamado de fibra óptica . Consulte AUI . cache de

Consulte AUI.

cache de nomesde fibra óptica . cabo de transceiver Consulte AUI . Método pelo qual os nomes de

Método pelo qual os nomes de hosts descobertos remotamente são armazenados por um roteador para uso em decisões futuras de encaminhamento de pacotes para permitir acesso rápido.

calhade encaminhamento de pacotes para permitir acesso rápido. Tipo de canal pregado na parede com tampa

Tipo de canal pregado na parede com tampa removível usado para suportar cabeamento horizontal. A calha é suficientemente grande para conter vários cabos.

California Education and Research Federation NetworkA calha é suficientemente grande para conter vários cabos. Consulte CERFnet . CAM Content-addressable memory,

Consulte CERFnet.

CAMand Research Federation Network Consulte CERFnet . Content-addressable memory, memória endereçável por

Content-addressable memory, memória endereçável por conteúdo. Consulte memória associativa.

cama da de enlace de dadospor conteúdo . Consulte memória associativa . Camada 2 do modelo de referência OSI . Essa

Camada 2 do modelo de referência OSI. Essa camada fornece trânsito de dados confiável através de um link físico A camada de enlace de dados lida com endereçamento físico, topologia de rede, disciplina de linha, notificação de erros, entrega ordenada de quadros e controle de fluxo O IEEE dividiu essa camada em duas subcamadas: a subcamada MAC e a subcamada LLC. Às vezes simplesmente chamada de camada de enlace. Corresponde, a grosso modo, à camada de controle de enlace de dados do

modelo OSI. Consulte também camada de aplicação, LLC, MAC, camada

camada ATM, camada de sessão e camada de transporte . Subcamada independente de serviços da camada de

Subcamada independente de serviços da camada de enlace em uma rede ATM. A camada ATM recebe os segmentos payload de 48 bytes a partir da AAL e anexa um cabeçalho de 5 bytes a cada um, produzindo células de ATM de 53 bytes padrão. Essas células são passadas para a camada física para a transmissão através do meio físico. Consulte também AAL.

camada de aplicaçãoatravés do meio físico. Consulte também AAL . Camada 7 do modelo de referência OSI .

Camada 7 do modelo de referência OSI. Essa camada fornece serviços aos processos de aplicativo (como por exemplo, correio eletrônico, transferência de arquivos e emulação de terminal) que estão no exterior do modelo OSI. A camada de aplicação identifica e estabelece a disponibilidade dos parceiros de comunicação pretendidos (e os recursos exigidos para conectá-los), sincroniza aplicativos de cooperação e estabelece acordo em procedimentos de recuperação de erro e controle da integridade dos dados. Corresponde aproximadamente à camada de

camada de apresentação, camada de sessão e camada de transporte . A camada 6 do modelo de referência

A camada 6 do modelo de referência OSI. Essa camada garante que as

informações enviadas pela camada de aplicação de um sistema sejam legíveis para a camada de aplicação de outro sistema. Acamada de apresentação é também relacionada às estruturas de dados usadas por programas e, portanto, negocia a sintaxe da transferência de dados para a camada de aplicação. Corresponde aproximadamente à camada de

camada de controle de caminho, camada de sessão , and camada de transporte . A camada 3 no modelo de

A camada 3 no modelo de arquitetura SNA. Essa camada executa serviços

de seqënciamento relacionados à reunião de dados apropriada. A camada

de controle de caminho é também responsável pelo roteamento. Corresponde aproximadamente à camada de rede do modelo OSI. Consulte também camada de controle de fluxo de dados, camada de

camada de controle de enlace de dadosde transação e camada de controle de transmissão . A camada 2 no modelo arquitetônico SNA

A camada 2 no modelo arquitetônico SNA. Responsável pela transmissão

de dados por um determinado link físico. Corresponde, a grosso modo, à

camada de controle de fluxo de dadosde transação e camada de controle de transmissão . A camada 5 do SNA modelo arquitetônico

A camada 5 do SNA modelo arquitetônico Essa camada determina e

gerencia as interações entre os parceiros de sessão, particularmente o fluxo de dados. Corresponde à camada de sessão do modelo OSI. Consulte também camada de controle de enlace de dados, camada de controle de caminho, camada de controle físico, camada de serviços de apresentação, camada de serviços de transação e camada de controle de transmissão.

camada de controle de transmissãode transação e camada de controle de transmissão . Camada 4 no modelo de arquitetura SNA

Camada 4 no modelo de arquitetura SNA. Essa camada é responsável por estabelecer, manter e terminar sessões SNA, dar seqüência às mensagens de dados e controlar o fluxo de nível de sessão. Corresponde à camada de

camada de controle físicode apresentação e camada de serviços de transação . Camada 1 no modelo de arquitetura SNA

Camada 1 no modelo de arquitetura SNA. Essa camada é responsável pelas especificações físicas dos links físicos entre os sistemas finais. Corresponde à camada física do modelo OSI. Consulte também camada de

camada de enlacede transação e camada de controle de transmissão . Consulte camada de enlace de dados .

camada de rede. camada de enlace Consulte camada de enlace de dados . Camada 3 do modelo de

Camada 3 do modelo de referência OSI. Essa camada fornece conectividade e seleção de caminho entre dois sistemas finais. A camada de rede é a camada em que ocorre o roteamento. Corresponde aproximadamente à camada de controle de caminho do modelo SNA. Consulte também camada de aplicação, camada de enlace de dados, camada física, camada de apresentação, camada de sessão e camada de transporte.

camada de serviços de apresentação, camada de sessão e camada de transporte . A camada 6 do modelo de arquitetura

A camada 6 do modelo de arquitetura SNA . Essa camada fornece

gerenciamento de recursos de rede, serviços de apresentação de sessão e alguns gerenciamentos de aplicativos. Corresponde aproximadamente à camada de apresentação do modelo OSI. Consulte também camada de

camada de serviços de transaçãode transação , and camada de controle de transmissão . Camada 7 no modelo de arquitetura

Camada 7 no modelo de arquitetura SNA. Ela representa as funções de aplicativo de usuário, como, por exemplo, planilhas eletrônicas, processador de texto ou correio eletrônico pelos quais os usuários interagem com a rede. Corresponde aproximadamente à camada de

camada de sessãode apresentação e camada de controle de transmissão . Camada 5 do modelo de referência OSI

Camada 5 do modelo de referência OSI. Essa camada estabelece, gerencia e encerra sessões entre aplicativos e gerencia trocas de dados entre as entidades da camada de apresentação. Corresponde à camada de

camada de transporte, camada de apresentação e camada de transporte . Camada 4 do modelo de referência OSI

Camada 4 do modelo de referência OSI. Essa camada é responsável pela comunicação de rede confiável entre nós de extremidade. A camada de transporte fornece os mecanismos para estabelecer, manter e terminar circuitos virtuais, detectar e recuperar falhas de transporte e controlar o fluxo de informações. Corresponde à camada de controle de transmissão do modelo SNA. Consulte também camada de aplicação, camada de

camada física, camada de apresentação e camada de sessão . Camada 1 do modelo de referência OSI

Camada 1 do modelo de referência OSI. A camada física define as especificações funcionais, de procedimentos, mecânicas e elétricas para ativar, manter e desativar o link físico entre os sistemas finais. Corresponde à camada de controle físico no modelo SNA. Consulte também camada de aplicação, camada de enlace de dados, camada de rede, camada de apresentação, camada de sessão e camada de transporte.

caminho virtual, camada de sessão e camada de transporte . Agrupamento lógico de circuitos virtuais que conectam

Agrupamento lógico de circuitos virtuais que conectam dois locais. Consulte também circuito virtual.

caminho virtual permanenteAgrupamento lógico de circuitos virtuais que conectam dois locais. Consulte também circuito virtual . Consulte PVP

Consulte PVP.

Canadian Standards AssociationConsulte CSA . canal 1.) Um caminho de comunicação. Vários canais podem ser multiplexados por

Consulte CSA.

canalCanadian Standards Association Consulte CSA . 1.) Um caminho de comunicação. Vários canais podem ser multiplexados

1.) Um caminho de comunicação. Vários canais podem ser multiplexados por um único cabo em certos ambientes. 2.) Na IBM, o caminho específico entre computadores de grande porte (como, por exemplo, mainframes) e dispositivos periféricos conectados.

canal Bexemplo, mainframes) e dispositivos periféricos conectados. canal Bearer . No ISDN, um canal full-duplex de 64

canal Bearer. No ISDN, um canal full-duplex de 64 kbps usado para enviar dados do usuário. Compare com canal D, canal E e canal H.

canal Dusuário. Compare com canal D , canal E e canal H . 1.) Data channel, canal

1.) Data channel, canal de dados. Canal ISDN full-duplex, de 16 kbps (BRI) ou de 64 kbps (PRI). Compare com canal B, canal E e canal H. 2.) No SNA, um dispositivo que conecta um processador e o armazenamento principal aos periféricos.

canal de dadosum processador e o armazenamento principal aos periféricos. Consulte canal D . canal de encaminhamento Caminho

Consulte canal D.

canal de encaminhamentoaos periféricos. canal de dados Consulte canal D . Caminho de comunicações que transporta as informações

Caminho de comunicações que transporta as informações de um iniciador de chamada a uma parte chamada.

canal Ede um iniciador de chamada a uma parte chamada. Echo channel, canal de eco . Canal

Echo channel, canal de eco. Canal de controle de comutação de circuitos ISDN de 64 kbps. O canal E foi definido na especificação ISDN do ITU-T de 1984 mas, caiu na especificação de 1988. Compare com canal B, canal De canal H.

canal ESCONde 1988. Compare com canal B , canal D e canal H . Canal da IBM

Canal da IBM para conectar mainframes a periféricos como, por exemplo, dispositivos de armazenamento, unidades de backup e interfaces de rede. Esse canal incorpora tecnologia de canal de fibra. O canal ESCON substitui o canal de barramento e tag. Compare com canal paralelo. Consulte também canal de barramento e tag.

canal Hparalelo . Consulte também canal de barramento e tag . Canal de alta velocidade . Canal

Canal de alta velocidade. Canal de taxa principal ISDN full duplex operando a 384 Kbps. Compare with canal B, canal D e canal E.

canal lógicoCaminho de comunicação não-dedicado comutado por pacotes entre dois ou mais nós de rede. A

Caminho de comunicação não-dedicado comutado por pacotes entre dois ou mais nós de rede. A comutação de pacotes permite que muitos canais lógicos existam simultaneamente em um único canal físico.

canal multiplexador de blocológicos existam simultaneamente em um único canal físico. Canal ao estilo da IBM que implementa o

Canal ao estilo da IBM que implementa o canal FIPS-60, um padrão de canal norte-americano. Esse canal também é chamado de canal OEMI e canal mux de bloco 370.

canal mux de bloco 370é chamado de canal OEMI e canal mux de bloco 370 . Consulte canal multiplexador de

canal OEMImux de bloco 370 Consulte canal multiplexador de bloco . Consulte canal multiplexador de bloco .

canal paralelo. canal OEMI Consulte canal multiplexador de bloco . Canal que usa o barramento e tag

Canal que usa o barramento e tag cables como meios de transmissão. Compare com canal ESCON. Consulte também canal de barramento e tag.

canal virtualESCON . Consulte também canal de barramento e tag . Consulte circuito virtual . canaleta Canal

Consulte circuito virtual.

canaletae tag . canal virtual Consulte circuito virtual . Canal pregado na parede com uma tampa

Canal pregado na parede com uma tampa removível usado para suportar cabeamento horizontal.

canaleta decorativatampa removível usado para suportar cabeamento horizontal. Tipo de canal pregado na parede com tampa removível

Tipo de canal pregado na parede com tampa removível usado para suportar cabeamento horizontal. A canaleta decorativa é grande o suficiente para suportar dois cabos.

carga pagadecorativa é grande o suficiente para suportar dois cabos. Parte do quadro que contém informações da

Parte do quadro que contém informações da camada superior (dados).

Carrier Detectquadro que contém informações da camada superior (dados). Consulte CD . carrier sense multiple access collision

Consulte CD.

carrier sense multiple access collision detectParte do quadro que contém informações da camada superior (dados). Carrier Detect Consulte CD . Consulte

Consulte CSMA/CD.

Catalyst 5000Sistema de comutação modular da Cisco que permite conexão a Ethernet, CDDI, FDDI, LANs do

Sistema de comutação modular da Cisco que permite conexão a Ethernet, CDDI, FDDI, LANs do ATM e backbones. O switch do Catalyst 5000 executa a comutação de pacotes armazenar e encaminhar e permite que o usuário dedique conexões de 10 ou 100 Mbps aos segmentos de LAN existentes ou às estações finais de alto desempenho.

Catalyst Workgroup SwitchLAN existentes ou às estações finais de alto desempenho. Série de switches do grupo de trabalho

Série de switches do grupo de trabalho da Cisco que aperfeiçoa o desempenho da rede dos grupos de trabalho cliente/servidor Ethernet. O Catalyst Workgroup Switch integra os aperfeiçoamentos de software para o gerenciamento de rede e fornece uma interface de 100 Mbps aos servidores e às estações de trabalho dedicadas de Ethernet a desktop.

catenetàs estações de trabalho dedicadas de Ethernet a desktop. Rede em que os hosts são conectados

Rede em que os hosts são conectados a diversas redes, que, por sua vez, são conectadas aos roteadores. A Internet é um exemplo relevante de um catenet.

CATVA Internet é um exemplo relevante de um catenet. Cable TV, televisão a cabo . Sistema

Cable TV, televisão a cabo. Sistema de comunicação em que vários canais de programação são transmitidos às residências usando cabo coaxial de banda larga. Anteriormente chamada de Televisão de antena comunitária.

CBDSchamada de Televisão de antena comunitária . Connectionless Broadband Data Service, serviço de banda

Connectionless Broadband Data Service, serviço de banda larga sem conexão. Tecnologia européia de rede WAN baseada em datagrama, de alta velocidade, comutada por pacote. Similar ao SMDS. Consulte também SMDS.

CBRpor pacote. Similar ao SMDS. Consulte também SMDS . Constant bit rate, taxa de bits constante

Constant bit rate, taxa de bits constante. Classe de QOS definida pelo ATM Forum para redes ATM. A CBR é usada para conexões que dependem de sincronização precisa para garantir entrega não distorcida. Compare com ABR (available bit rate), UBR e VBR.

CCITTCompare com ABR (available bit rate) , UBR e VBR . Consultative Committee for International Telegraph

Consultative Committee for International Telegraph and Telephone. Organização internacional responsável pelo desenvolvimento dos padrões de comunicações. Agora chamada de ITU-T. Consulte ITU-T.

CCSinternacional responsável pelo desenvolvimento dos padrões de comunicações. Agora chamada de ITU-T. Consulte ITU-T .

Common channel signaling, sinalização de canal comum. Sistema de sinalização usado em redes de telefonia que separa informações de sinalização dos dados de usuário. Um canal especificado é designado exclusivamente para transportar informações de sinalização para todos os outros canais no sistema. Consulte também SS7.

CD

CD

Carrier Detect, detetor de portadora. Sinal que indica se uma interface está ativa. Também, um sinal gerado por um modem que indica que uma chamada foi conectada.

CDDI

CDDI

Copper Distributed Data Interface, interface de cobre de dados distribuídos. Implementação dos protocolos de FDDI nos cabeamentos STP e UTP. A CDDI transmite a distâncias relativamente curtas (mais ou menos 100 metros), fornecendo taxa de dados de 100Mbps usando uma arquitetura de anel duplo para fornecer redundância. Baseada no padrão Twisted Pair Physical Medium Dependent (TPPMD) do ANSI. Compare com FDDI.

CDP

CDP

Cisco Discovery Protocol, protocolo de descoberta Cisco. Protocolo de descoberta de dispositivo, independente de protocolo e de meios, que é executado em todos os equipamentos fabricados pela Cisco, inclusive roteadores, servidores de acesso, bridges e switches. Ao usar o CDP, um dispositivo pode anunciar sua existência aos outros dispositivos e receber informações sobre outros dispositivos na mesma LAN ou no lado remoto de uma WAN. É executado em todos os meios que suportam SNAP, inclusive LANs, Frame Relay e meios ATM.

CDPD

CDPD

Cellular Digital Packet Data, dados de pacote digital celular. Padrão aberto para comunicação de dados sem fio (wireless) em mão dupla por canais de telefone celular de alta freqüência. Permite a transmissão de dados entre um link de celular remoto e um NAP. Opera a 19,2 Kbps.

CDVT

CDVT

cell delay variation tolerance, tolerância de variação de demora da célula. Parâmetro definido pelo ATM Forum para o gerenciamento de tráfego ATM. Nas transmissões da CBR, determina o nível de demora de sincronismo que é tolerável para as amostras de dados levadas pela PCR. Consulte também CBR e PCR.

cell delay variation tolerance

cell delay variation tolerance

Consulte CDVT.

cell line cardConsulte CLC . cell loss priority Consulte CLP . Cellular Digital Packet Data Consulte CDPD

Consulte CLC.

cell loss prioritycell line card Consulte CLC . Consulte CLP . Cellular Digital Packet Data Consulte CDPD .

Consulte CLP.

Cellular Digital Packet Datacard Consulte CLC . cell loss priority Consulte CLP . Consulte CDPD . célula A unidade

Consulte CDPD.

célulaCLP . Cellular Digital Packet Data Consulte CDPD . A unidade básica para comutação e multiplexagem

A unidade básica para comutação e multiplexagem do ATM. As células contêm identificadores que especificam o fluxo de dados a que elas pertencem. Cada célula consiste em um cabeçalho de 5 bytes e 48 bytes de payload. Consulte também comutação de célula.

célula de Operation, Administration, and Maintenancede payload. Consulte também comutação de célula . Consulte célula OAM . célula OAM Operation,

Consulte célula OAM.

célula OAMAdministration, and Maintenance Consulte célula OAM . Operation, Administration, and Maintenance cell, célula de

Operation, Administration, and Maintenance cell, célula de manutenção, administração e operação. Especificação ATM Forum para células usadas para monitorar os circuitos virtuais. As células OAM fornecem um loopback de nível de circuito virtual no qual um roteador responde às células, demonstrando que o circuito está ativo e que o roteador está operacional.

células por segundoo circuito está ativo e que o roteador está operacional. Abreviatura cps . CEMAC Circuit emulation

Abreviatura cps.

CEMACestá operacional. células por segundo Abreviatura cps . Circuit emulation access card, placa de acesso de

Circuit emulation access card, placa de acesso de emulação de circuito.Placa de emulação de circuito T1 ou E1 no switch ATM LightStream 2020. Consulte também placa de acesso.

central officeATM LightStream 2020. Consulte também placa de acesso . Consulte CO . Centrex PBX da AT&T

Consulte CO.

Centrextambém placa de acesso . central office Consulte CO . PBX da AT&T que fornece discagem

PBX da AT&T que fornece discagem interna direta e identificação automática do número do PBX de chamada.

CEPTConférence Européenne des Postes et des Télécommunications . Associação de 26 PTTs européias que recomenda

Conférence Européenne des Postes et des Télécommunications. Associação de 26 PTTs européias que recomenda especificações de comunicação ao ITU-T.

CERFnetque recomenda especificações de comunicação ao ITU-T. California Education and Research Federation Network . Rede

California Education and Research Federation Network. Rede TCP/IP, baseada no sul da Califórnia, que conecta internacionalmente centenas de centros de ensino superior e também fornece aos assinantes acesso à Internet. A CERFnet foi fundada em 1988 pelo San Diego Supercomputer Center e pela General Atomics e é financiada pela NSF.

CFRADCenter e pela General Atomics e é financiada pela NSF. Consulte Cisco FRAD . CGS Compact

Consulte Cisco FRAD.

CGSe é financiada pela NSF. CFRAD Consulte Cisco FRAD . Compact Gateway Server, servidor de gateway

Compact Gateway Server, servidor de gateway compacto. Roteador multiprotocolo de médio da Cisco projetado para pequenos a médios ambientes regionais e distritais. O CGS é um roteador de 2 slots que suporta até quatro interfaces (todas do mesmo tipo).

Challenge Handshake Authentication Protocolque suporta até quatro interfaces (todas do mesmo tipo). Consulte CHAP . Channel Interface Processor Consulte

Consulte CHAP.

Channel Interface ProcessorHandshake Authentication Protocol Consulte CHAP . Consulte CIP . channel service unit Consulte CSU . CHAP

Consulte CIP.

channel service unitCHAP . Channel Interface Processor Consulte CIP . Consulte CSU . CHAP Challenge Handshake Authentication

Consulte CSU.

CHAPConsulte CIP . channel service unit Consulte CSU . Challenge Handshake Authentication Protocol . Recurso de

Challenge Handshake Authentication Protocol. Recurso de segurança suportado em linhas que usam o encapsulamento PPP que impede o acesso não autorizado. O CHAP mesmo não impede o acesso autorizado, ele meramente identifica a extremidade remota. O roteador ou servidor de acesso determina se o aquele usuário tem acesso. Compare com NAK.

chat scriptse o aquele usuário tem acesso. Compare com NAK . Seqüência de texto que define a

Seqüência de texto que define a conversação de login que ocorre entre dois sistemas. Consiste em pares de envio esperados que definem a seqüência que o sistema local espera receber de um sistema remoto e o que o sistema local deve enviar como resposta.

CheapernetTermo da indústria usado para se referir ao padrão IEEE 802.3 10Base2 ou ao cabo

Termo da indústria usado para se referir ao padrão IEEE 802.3 10Base2 ou ao cabo especificado por esse padrão. Compare com Thinnet. Consulte também 10Base2, Ethernet e IEEE 802.3.

checksum. Consulte também 10Base2 , Ethernet e IEEE 802.3 . 1.) Método de verificar a integridade

1.) Método de verificar a integridade dos dados transmitidos. Um checksum é um valor total computado de uma seqüência de octetos obtida de uma série de operações aritméticas. O valor é recomputado na extremidade de recepção e comparado para verificação. 2.) O checksum calculado dos campos de cabeçalho e dados.

checksum do cabeçalho2.) O checksum calculado dos campos de cabeçalho e dados. Campo em um datagrama IP que

Campo em um datagrama IP que indica a verificação da integridade no cabeçalho.

CIAIP que indica a verificação da integridade no cabeçalho. Consulte IP clássico no ATM . ciclos

ciclos por segundono cabeçalho. CIA Consulte IP clássico no ATM . Consulte hertz . CICNet Rede regional que

Consulte hertz.

CICNetIP clássico no ATM . ciclos por segundo Consulte hertz . Rede regional que conecta organizações

Rede regional que conecta organizações acadêmicas, de pesquisa, sem fins lucrativos ou comerciais, na região Centro-oeste dos Estados Unidos. Fundada em 1988, a CICNet era uma parte da NSFNET e era financiada pela NSF até a dissolução da NSFNET em 1995. Consulte também NSFNET.

CICSdissolução da NSFNET em 1995. Consulte também NSFNET . Customer Information Control System, sistema de controle

Customer Information Control System, sistema de controle de informações do cliente. Subsistema do aplicativo da IBM que permite que as transações inseridas em terminais remotos sejam processadas simultaneamente por aplicativos de usuários.

CIDRprocessadas simultaneamente por aplicativos de usuários. Classless interdomain routing, roteamento de interdomínio

Classless interdomain routing, roteamento de interdomínio sem classe. Técnica suportada pelo BGP4 e baseada em agregação de rota. O CIDR permite que os roteadores agrupem rotas para reduzir a quantidade de informações de roteamento transportadas por roteadores centrais. Com o CIDR, diversas redes IP aparecem para redes fora do grupo como uma única e grande entidade. Consulte também BGP4.

CIOo CIDR, diversas redes IP aparecem para redes fora do grupo como uma única e grande

Cisco Information Online, informações on-line da Cisco. Serviço on- line disponível aos clientes da Cisco, que fornece serviços eletrônicos e informações on-line relacionadas aos produtos Cisco. Os serviços do CIO incluem informações sobre produtos, atualizações de software, notas de lançamentos, dicas técnicas, notas sobre configuração, folhetos e ofertas de download.

CIPnotas sobre configuração, folhetos e ofertas de download. Channel Interface Processor, processador de interface de

Channel Interface Processor, processador de interface de canal. Interface de conexão de canal para roteadores da série Cisco 7000. O CIP é usado para conectar um mainframe host a uma unidade de controle, eliminando a necessidade de um FEP para conexão de canal.

CIReliminando a necessidade de um FEP para conexão de canal. Committed information rate, taxa de informações

Committed information rate, taxa de informações garantida. A taxa a que uma rede Frame Relay concorda em transferir informações sob condições normais, definida pela média dentro de um intervalo mínimo de tempo. A CIR, medida em bits por segundo, é uma das principais medidas tarifárias negociadas. Consulte também Bc.

circuit emulation access cardmedidas tarifárias negociadas. Consulte também Bc . Consulte CEMAC . circuito Caminho de comunicação entre

Consulte CEMAC.

circuitoBc . circuit emulation access card Consulte CEMAC . Caminho de comunicação entre dois ou mais

Caminho de comunicação entre dois ou mais pontos.

circuito abertocircuito Caminho de comunicação entre dois ou mais pontos. Caminho interrompido ao longo de um meio

Caminho interrompido ao longo de um meio de transmissão. Circuitos abertos normalmente impedem a comunicação pela rede.

circuito virtualabertos normalmente impedem a comunicação pela rede. Circuito lógico criado para garantir comunicação

Circuito lógico criado para garantir comunicação confiável entre dois dispositivos de rede. Um circuito virtual é definido por um par de VPI/VCI e pode ser permanente (um PVC) ou comutado (um SVC). Circuitos virtuais são usados em Frame Relay e X.25. No ATM, um circuito virtual é chamado de canal virtual. Às vezes abreviado como VC. Consulte também PVC, SVC, VCI, rota virtual e VPI.

Cisco 1000também PVC , SVC , VCI , rota virtual e VPI . Qualquer um dos extensores

Qualquer um dos extensores e roteadores de LAN Cisco 1000 series. Os Cisco 1000 series são produtos fáceis de instalar, baratos de acesso multiprotocolo projetados para pequenos esritórios e outras instalações remotas. Os Cisco 1000 series incluem roteadores de ISDN, um roteador assíncrono e extensores de LAN. Consulte também extensor de LAN.

Cisco 2500Qualquer um dos roteadores e servidores de acesso da série Cisco 2500, incluindo os roteadores

Qualquer um dos roteadores e servidores de acesso da série Cisco 2500, incluindo os roteadores de LAN únicos, roteadores de low-end e missões específicas, combinações roteador/hub, servidores de acesso e roteadores de duas LAN. O Cisco 2500 é projetado para pequenos escritórios e outros locais remotos e executa o software Cisco IOS. Às vezes chamado de Cisco Access Server 2500 series.

Cisco 4000IOS. Às vezes chamado de Cisco Access Server 2500 series. Qualquer roteador Cisco 4000 series projetado

Qualquer roteador Cisco 4000 series projetado para funcionar em uma grande variedade de ambientes de computação em rede. Os roteadores Cisco 4000 series executam o software Cisco IOS e podem ser otimizados para ambientes específicos com configurações personalizadas.

Cisco 5100ambientes específicos com configurações personalizadas. Plataforma de comunicações de dados da Cisco que combina

Plataforma de comunicações de dados da Cisco que combina as funções de servidor de acesso da Cisco com modems analógicos e digitais, CSUs e bancos de canal T1. O Cisco 5100 é otimizado para acesso por modem de alta velocidade e é bem adequado aos aplicativos de discagem, incluindo acesso ao host, correio eletrônico, transferência de arquivos e acesso de discagem a LAN. Também conhecido como Cisco Access Server 5100.

Cisco 7000a LAN. Também conhecido como Cisco Access Server 5100 . Qualquer um dos roteadores da série

Qualquer um dos roteadores da série Cisco 7000 (o Cisco 7000 ou o Cisco 7010), uma plataforma de roteador de high-end que suporta uma grande variedade de interfaces de rede e tipos de meios e é projetada para uso em redes corporativas. Os roteadores da série Cisco 7000 executam o software Cisco IOS e suportam reconfiguração de software on-line, OIR, inicialização rápida, monitoramento de ambiente, autodiagnósticos, fontes de alimentação redundantes e memória Flash.

Cisco 7500fontes de alimentação redundantes e memória Flash. Qualquer um dos roteadores Cisco 7500 series, uma plataforma

Qualquer um dos roteadores Cisco 7500 series, uma plataforma de rotesdor multiprotocolo projetada para uso em redes corporativas. Os roteadores Cisco 7500 series executam o software Cisco IOS e implementam uma arquitetura de multiprocessador distribuída que consistem do CyBus, o RSP e o VIP. Consulte também CyBus, RSP e VIP.

Cisco Access Server 2500o RSP e o VIP. Consulte também CyBus , RSP e VIP . Consulte Cisco 2500

Consulte Cisco 2500.

Cisco Access Server 5100, RSP e VIP . Cisco Access Server 2500 Consulte Cisco 2500 . Consulte Cisco 5100

Consulte Cisco 5100.

Cisco Discovery Protocol, RSP e VIP . Cisco Access Server 2500 Consulte Cisco 2500 . Cisco Access Server

Consulte CDP.

Cisco Extended BusConsulte CDP . Consulte CxBus . Cisco FRAD Cisco Frame Relay access device, dispositivo de acesso

Consulte CxBus.

Cisco FRADConsulte CDP . Cisco Extended Bus Consulte CxBus . Cisco Frame Relay access device, dispositivo de

Cisco Frame Relay access device, dispositivo de acesso de frame relay da Cisco. Produto da Cisco que suporta os serviços de SNA de Frame Relay do IOS Cisco e pode ser atualizado para ser um roteador de multiprotocolo de função integral. O Cisco FRAD conecta os dispositivos do SDLC ao Frame Relay sem necessitar de uma LAN existente. No entanto, o Cisco FRAD realmente suporta LANs conectadas e pode executar a conversão do SDLC em Ethernet e Token Ring. Consulte também FRAD.

Cisco Frame Relay access devicedo SDLC em Ethernet e Token Ring. Consulte também FRAD . Consulte Cisco FRAD . Cisco

Consulte Cisco FRAD.

Cisco Information Online. Cisco Frame Relay access device Consulte Cisco FRAD . Consulte CIO . Cisco Workgroup Adapter

Consulte CIO.

Cisco Workgroup AdapterCisco FRAD . Cisco Information Online Consulte CIO . Série de adaptadores de grupos de trabalho

Série de adaptadores de grupos de trabalho da Cisco que permitem que as estações de trabalho se conectem às interfaces CDDI ou FDDI operando a 100 Mbps.

Cisco Workgroup Concentratorse conectem às interfaces CDDI ou FDDI operando a 100 Mbps. Série de concentradores de grupos

Série de concentradores de grupos de trabalho da Cisco que combinam o fator da forma compacta dos concentradores de grupos de trabalho com a versatilidade dos hubs modulares. Suporta de 4 a 32 combinações de portas de CDDI ou FDDI.

ciscoBus controllerSuporta de 4 a 32 combinações de portas de CDDI ou FDDI. Consulte SP . CiscoFusion

Consulte SP.

CiscoFusionportas de CDDI ou FDDI. ciscoBus controller Consulte SP . Arquitetura de internetworking da Cisco que

Arquitetura de internetworking da Cisco que "funde" as vantagens de escalabilidade, estabilidade e segurança das últimas tecnologias de roteamento com os benefícios de desempenho da comutação de ATM e LAN e os benefícios de gerenciamento das VLANs. Consulte também software Cisco IOS.

CiscoViewda comutação de ATM e LAN e os benefícios de gerenciamento das VLANs. Consulte também software

Aplicativo de software de gerenciamento de dispositivo baseado em GUI que fornece status dinâmico, estatísticas e informações de configuração amplas para os dispositivos de internetworking da Cisco. Além de exibir uma visualização física dos chassis do dispositivo Cisco, o CiscoView também fornece funções de monitoramento de dispositivo, capacidades básicas de solução de problemas e pode ser integrado a várias das principais plataformas de gerenciamento de rede baseadas no SNMP.

CiscoWorksplataformas de gerenciamento de rede baseadas no SNMP. Série de aplicativos de software de gerenciamento de

Série de aplicativos de software de gerenciamento de internetwork baseados no SNMP. O CiscoWorks inclui aplicativos para monitoramento de status do roteador e do servidor de acesso, gerenciamento dos arquivos de configuração e solução de problemas de rede. Os aplicativos do CiscoWorks são integrados em diversas plataformas de gerenciamento de rede baseadas no SNMP, incluindo SunNet Manager, OpenView HP e IBM NetView.

Class A stationSNMP, incluindo SunNet Manager, OpenView HP e IBM NetView. Consulte DAS . Class B station Consulte

Consulte DAS.

Class B stationOpenView HP e IBM NetView. Class A station Consulte DAS . Consulte SAS . class of

Consulte SAS.

class of serviceA station Consulte DAS . Class B station Consulte SAS . Consulte COS . classless interdomain

Consulte COS.

classless interdomain routingB station Consulte SAS . class of service Consulte COS . Consulte CIDR . CLAW acesso

Consulte CIDR.

CLAWCOS . classless interdomain routing Consulte CIDR . acesso de link comum para estações de trabalho

acesso de link comum para estações de trabalho. Protocolo da camada de enlace usado pelos sistemas da série RISC System/6000 conectados ao canal e pelos dispositivos IBM 3172 que executam TCP/IP off-load. O CLAW melhora a eficiência do uso do canal e permite que o CIP forneça a funcionalidade de um 3172 nos ambientes de TCP/IP e suporte conexão direta de canal. A saída do processamento do mainframe TCP/IP é uma série de datagramas IP que o roteador pode comutar sem modificações.

CLCIP que o roteador pode comutar sem modificações. Cell line card, placa de linha de célula

Cell line card, placa de linha de célula. Placa no switch ATM LightStream 2020 que, em conjunto com uma placa de acesso, suporta até duas portas de borda OC-3c ou uma porta de entroncamento OC-3c. Uma CLC pode ser configurada como uma placa de borda ou uma placa de entroncamento.

Clear To Send

Clear To Send

Consulte CTS.

CLI

CLI

Command line interface, interface de linha de comando. A interface da linha de comando no LightStream 2020 que é executada em NPs e Sun SPARCstations e é usada para monitorar e controlar uma rede ATM.

cliente

cliente

Nó ou programa de software (dispositivo de front-end) que solicita serviços de um servidor. Consulte também servidor de back-end, front end e servidor.

CLNP

CLNP

Connectionless Network Protocol, protocolo de rede sem serviços de conexão. Protocolo da camada de rede OSI que não exige que um circuito seja estabelecido antes que os dados sejam transmitidos. Consulte também CLNS.

CLNS

CLNS

Connectionless Network Service, serviço de rede sem fio. Serviço da camada de rede OSI que não exige que um circuito seja estabelecido antes que os dados sejam transmitidos. O CLNS roteia as mensagens aos seus destinos independentemente de qualquer outra mensagem. Consulte também CLNP.

CLP

CLP

Cell loss priority, prioridade de perda de célula. Campo no cabeçalho da célula do ATM que determina a probabilidade de uma célula ser abandonada se a rede ficar congestionada. Células com CLP = 0 têm tráfego garantido, são improváveis de ser abandonadas. Células com CLP = 1 são tráfegos de melhor esforço, que podem ser abandonadas em condições de congestionamento com o objetivo de liberar recursos para tratar do tráfego garantido.

CMI

CMI

Coded mark inversion, inversão de marca codificada. Técnica de codificação de linha ITU-T especificada para transmissões de STS-3c. Também usada em sistemas DS-1. Consulte também DS-1 e STS-3c.

CMIP

CMIP

Common Management Information Protocol, protocolo de informações de gerenciamento comum. Protocolo de gerenciamento

de rede OSI criado e padronizado pela ISO para o monitoramento e o controle de redes heterogêneas. Consulte também CMIS.

CMISo controle de redes heterogêneas. Consulte também CMIS . Common Management Information Services, serviços de

Common Management Information Services, serviços de informações de gerenciamento comum. Interface de serviço de gerenciamento de rede OSI criada e padronizada pela ISO para o monitoramento e o controle de redes heterogêneas. Consulte também CMIP.

CMNSo controle de redes heterogêneas. Consulte também CMIP . Connection-Mode Network Service, serviço de rede do

Connection-Mode Network Service, serviço de rede do modo de conexão. Estende a comutação X.25 local a uma variedade de meios (Ethernet, FDDI e Token Ring). Consulte também CONP.

CMT(Ethernet, FDDI e Token Ring). Consulte também CONP . Connection management, gerenciamento de conexão . Processo

Connection management, gerenciamento de conexão. Processo de FDDI que trata da transição do anel através dos seus diversos estados (desligado, ativo, conectado e assim por diante), como definido pela especificação ANSI X3T9.5.

COpor diante), como definido pela especificação ANSI X3T9.5. Central office, escritório central . Escritório da empresa

Central office, escritório central. Escritório da empresa de telefonia local ao qual todos os loops locais em uma determinada área se conectam e no qual ocorre a comutação de circuitos das linhas dos assinantes.

CODECocorre a comutação de circuitos das linhas dos assinantes. Coder-decoder, codificador-decodificador . Dispositivo que

Coder-decoder, codificador-decodificador. Dispositivo que usa tipicamente a PCM para transformar sinais analógicos em fluxo de bits digitais e para transformar de volta sinais digitais em analógicos.

coded mark inversione para transformar de volta sinais digitais em analógicos. Consulte CMI . coder-decoder Consulte CODEC .

Consulte CMI.

coder-decoderem analógicos. coded mark inversion Consulte CMI . Consulte CODEC . codificação Processo pelo qual os

Consulte CODEC.

codificaçãoinversion Consulte CMI . coder-decoder Consulte CODEC . Processo pelo qual os bits são representados por

Processo pelo qual os bits são representados por voltagens.

codificação bifásicaProcesso pelo qual os bits são representados por voltagens. Esquema de codificação bipolar originalmente desenvolvido

Esquema de codificação bipolar originalmente desenvolvido para uso na Ethernet. As informações de sincronização são alojadas e recuperadas do

fluxo de dados síncrono sem a necessidade de pontas de prova de sincronização separadas. O sinal bifásico não contém energia corrente direta.

codificação diferencialO sinal bifásico não contém energia corrente direta. Técnica de codificação digital pela qual um valor

Técnica de codificação digital pela qual um valor binário é denotado por uma alteração de sinal em vez de um nível de sinal específico.

codificação em forma de ondade sinal em vez de um nível de sinal específico. Técnicas eletrônicas usadas para transportar sinais

Técnicas eletrônicas usadas para transportar sinais binários.

codificação Manchestereletrônicas usadas para transportar sinais binários . Esquema de codificação digital, usado pela IEEE 802.3 e

Esquema de codificação digital, usado pela IEEE 802.3 e pela Ethernet, onde uma transição de meio tempo de bit é usada para a função de relógio e um 1 é denotado por um nível alto durante a primeira metade do tempo de bit.

codificação Manchester diferencialum nível alto durante a primeira metade do tempo de bit. Esquema de codificação digital onde

Esquema de codificação digital onde uma transição de meio tempo de bit é usada para clocking e uma transição no começo de cada tempo de bit denota um zero. O esquema de código usado pelas redes IEEE 802.5 e Token Ring.

codificadorde código usado pelas redes IEEE 802.5 e Token Ring. Dispositivo que modifica as informações para

Dispositivo que modifica as informações para o formato de transmissão exigido.

código de correção de erroas informações para o formato de transmissão exigido. Código que tem inteligência suficiente e incorpora

Código que tem inteligência suficiente e incorpora informações de sinalização suficientes para permitir que muitos erros sejam detectados e corrigidos no receptor.

código de detecção de errosque muitos erros sejam detectados e corrigidos no receptor. Código que pode detectar erros de transmissão

Código que pode detectar erros de transmissão através da análise de dados recebidos, com base na observância pelos dados das diretrizes estruturais apropriadas.

coleção de MIBpelos dados das diretrizes estruturais apropriadas. Técnica de monitoração usada pelo protocolo SNMP para

Técnica de monitoração usada pelo protocolo SNMP para agrupar as informações necessárias para monitorar a rede.

colisãoMIB Técnica de monitoração usada pelo protocolo SNMP para agrupar as informações necessárias para monitorar a

Na Ethernet, o resultado de dois nós transmitindo simultaneamente. Os quadros de cada dispositivo se chocam e são danificados quando eles se encontram nos meios físicos. Consulte também domínio de colisão.

collision detectionmeios físicos. Consulte também domínio de colisão . Consulte CSMA/CD . command line interface Consulte CLI

Consulte CSMA/CD.

command line interfacede colisão . collision detection Consulte CSMA/CD . Consulte CLI . Committed Burst Consulte Bc .

Consulte CLI.

Committed BurstConsulte CSMA/CD . command line interface Consulte CLI . Consulte Bc . committed information rate Consulte

Consulte Bc.

committed information rateinterface Consulte CLI . Committed Burst Consulte Bc . Consulte CIR . common channel signaling Consulte

Consulte CIR.

common channel signalingConsulte Bc . committed information rate Consulte CIR . Consulte CCS . Common Link Access for

Consulte CCS.

Common Link Access for WorkstationsConsulte CIR . common channel signaling Consulte CCS . Consulte CLAW . Common Management Information Protocol

Consulte CLAW.

Common Management Information ProtocolCCS . Common Link Access for Workstations Consulte CLAW . Consulte CMIP . Common Management Information

Consulte CMIP.

Common Management Information Services. Common Management Information Protocol Consulte CMIP . Consulte CMIS . common part convergence sublayer Consulte

Consulte CMIS.

common part convergence sublayer. Common Management Information Services Consulte CMIS . Consulte CPCS . Common Programming Interface for

Consulte CPCS.

Common Programming Interface for CommunicationsCMIS . common part convergence sublayer Consulte CPCS . Consulte CPI-C . common transport semantic Consulte

Consulte CPI-C.

common transport semanticCPCS . Common Programming Interface for Communications Consulte CPI-C . Consulte CTS . Compact Gateway Server

Consulte CTS.

Compact Gateway ServerCPCS . Common Programming Interface for Communications Consulte CPI-C . common transport semantic Consulte CTS .

Consulte CGS.

compandingConsulte CGS . Contração derivada de processos opostos de compressão e expansão. Parte do processo de

Contração derivada de processos opostos de compressão e expansão. Parte do processo de PCM pelo qual valores analógicos são arredondados logicamente para valores de nível discreto em uma escala não-linear. O número de nível decimal é codificado em seu equivalente binário antes da transmissão. O processo é revertido no terminal de recebimento usando a mesma escala não-linear. Compare com compressão e expansão. Consulte também a-law e mu-law.

compatibilidade de velocidadee expansão . Consulte também a-law e mu-law . Recurso em um dispositivo de destino que

Recurso em um dispositivo de destino que fornece capacidade de buffer suficiente para permitir que uma fonte de alta velocidade transmita dados em capacidade máxima, mesmo que o dispositivo de destino seja de baixa velocidade.

complete sequence number PDUmesmo que o dispositivo de destino seja de baixa velocidade. Consulte CSNP . compressão A execução

Consulte CSNP.

compressãovelocidade. complete sequence number PDU Consulte CSNP . A execução de um conjunto de dados através

A execução de um conjunto de dados através de um algoritmo que reduz o espaço necessário para armazenamento ou a largura de banda necessária para transmitir o conjunto de dados. Compare com companding e expansão.

Compressed Serial Link Internet Protocolconjunto de dados. Compare com companding e expansão . Consulte CSLIP . comprimento total Campo dentro

Consulte CSLIP.

comprimento totalCompressed Serial Link Internet Protocol Consulte CSLIP . Campo dentro de um datagrama IP que indica

Campo dentro de um datagrama IP que indica o comprimento total do cabeçalho + os dados.

computação (processamento) distribuídaIP que indica o comprimento total do cabeçalho + os dados. Consulte computação cliente-servidor . computação

computação cliente/servidordistribuída Consulte computação cliente-servidor . Termo usado para descrever os sistemas de rede de

Termo usado para descrever os sistemas de rede de computação distribuída (processamento) em que as responsabilidades de transação são divididas em duas partes: cliente (front end) e servidor (servidor de retaguarda). Ambos os termos (cliente e servidor) podem ser aplicados aos programas de software ou aos dispositivos de computação reais.

Também chamados de computação distribuída (processamento) com coputação ponto a ponto. Consulte também RPC.

Compare

computação ponto-a-pontoChamadas de computação ponto-a-ponto para cada dispositivo de rede executar partes de servidor e de

Chamadas de computação ponto-a-ponto para cada dispositivo de rede executar partes de servidor e de cliente de um aplicativo. Também descreve a comunicação entre as implementações da mesma camada do modelo de referência OSI em dois dispositivos de rede diferentes. Compare com computação cliente-servidor.

Computer Science Networkdiferentes. Compare com computação cliente-servidor . Consulte CSNET . comunicação Transmissão de

Consulte CSNET.

comunicação. Computer Science Network Consulte CSNET . Transmissão de informações. comunicação por satélite

Transmissão de informações.

comunicação por satéliteCSNET . comunicação Transmissão de informações. Utilização de satélites orbitais para transmitir dados

Utilização de satélites orbitais para transmitir dados entre diversas estações baseadas na terra. As comunicações por satélite oferecem alta largura de banda e custos que não estão relacionados com a distância entre as estações terrestres, os atrasos de propagação longos e a capacidade de broadcast.

comunidadeatrasos de propagação longos e a capacidade de broadcast. No SNMP, um grupo lógico de dispositivos

No SNMP, um grupo lógico de dispositivos gerenciados e NMSs no mesmo domínio administrativo.

comunidades SNMPgerenciados e NMSs no mesmo domínio administrativo. Esquema de autenticação que permite que um dispositivo de

Esquema de autenticação que permite que um dispositivo de rede inteligente valide os pedidos do SNMP de origens como o NMS. Um switch LightStream 2020 ATM, por exemplo, responde somente a pedidos do SNMP que venham de membros de comunidades conhecidas e que tenham acesso privilegiado necessário a esse pedido. Consulte também SNMP.

comutação autônomanecessário a esse pedido. Consulte também SNMP . Recurso em roteadores da Cisco que fornece processamento

Recurso em roteadores da Cisco que fornece processamento mais rápido de pacotes por permitir que o ciscoBus comute pacotes independentemente, sem interromper o processador do sistema.

comutação de bypassindependentemente, sem interromper o processador do sistema. Permite que uma interface Token Ring particular seja

Permite que uma interface Token Ring particular seja terminada e, portanto, removida efetivamente do anel.

comutação de célulade bypass Permite que uma interface Token Ring particular seja terminada e, portanto, removida efetivamente do

Tecnologia de rede baseada no uso de pequenos pacotes, ou células, de tamanho fixo. Como as células têm comprimento fixo, elas podem ser processadas e comutadas em hardware a velocidades altas. A comutação de célula é o princípio de muitos protocolos de rede de alta velocidade, incluindo ATM, IEEE 802.6 e SMDS. Consulte também cell.

comutação de circuitosincluindo ATM, IEEE 802.6 e SMDS. Consulte também cell . Sistema de comutação em que um

Sistema de comutação em que um caminho de circuito físico dedicado deve existir entre o remetente e o destinatário enquanto durar a "chamada." Usado intensamente na rede de empresas de telefonia. A comutação de circuitos pode ser contrastada com contenção e passagem

de token como um método de acesso ao canal e de comutação de

mensagens e comutação de pacotes como técnica de comutação.

comutação de grupo de trabalhoe comutação de pacotes como técnica de comutação. Método de comutação que fornece função de bridge

Método de comutação que fornece função de bridge transparente de alta velocidade (100 Mbps) entre redes Ethernet e função de bridge conversora de alta velocidade entre Ethernet e CDDI ou FDDI.

comutação de mensagens (message switching)conversora de alta velocidade entre Ethernet e CDDI ou FDDI. Técnica de comutação que envolve a

Técnica de comutação que envolve a transmissão de mensagens de nó para nó através de uma rede. A mensagem é armazenada em cada nó até que o caminho para encaminhamento esteja disponível. Contraste com comutação de circuitos e comutação de pacotes.

comutação de pacotes (packet switching)com comutação de circuitos e comutação de pacotes . Método de rede no qual os nós

Método de rede no qual os nós compartilham largura de banda entre si ao enviar pacotes. Compare com comutação de circuitos e comutação de

mensagens. Consulte também PSN (packet-switched network).

comutação de pacotes armazenar e encaminhar. Consulte também PSN (packet-switched network) . Técnica de comutação de pacotes na qual os quadros

Técnica de comutação de pacotes na qual os quadros são processados completamente antes de serem encaminhados à porta apropriada. Esse processamento inclui o cálculo do CRC e a verificação do endereço de destino. Além disso, os quadros devem ser armazenados temporariamente até que os recursos de rede (como um link não usado) estejam disponíveis para encaminhar a mensagem. Diferencie de comutação de pacotes cut- through.

comutação de pacotes cut-throughDiferencie de comutação de pacotes cut- through . Abordagem de comutação de pacotes que escoa dados

Abordagem de comutação de pacotes que escoa dados através de um switch para que a leading edge de um pacote faça sair o switch na porta de saída antes que o pacote termine de entrar na porta de entrada. Um dispositivo que usa comutação de pacotes cut-through lê, processa e encaminha pacotes assim que o endereço de destino é encontrado e a porta de saída é determinada. Também conhecida como comutação de

pacotes on-the-fly. Contraste com comutação de pacotes armazenar e encaminhar.

comutação de pacotes on-the-flycom comutação de pacotes armazenar e encaminhar . Consulte comutação de pacotes cut-through . comutação

comutação de processos (process switching)on-the-fly Consulte comutação de pacotes cut-through . Operação que fornece total avaliação de rota e

Operação que fornece total avaliação de rota e balanceamento de carga por pacote através de links WAN paralelos. Envolve a transmissão de quadros inteiros para a CPU do roteador onde eles são empacotados novamente para a entrega para ou de uma interface WAN, com o roteador fazendo uma seleção de rota para cada pacote. A comutação de processos é a operação de comutação mais intensa de recursos que a CPU pode executar.

comutação de silíciomais intensa de recursos que a CPU pode executar. Comutação baseada no SSE, que permite processar

Comutação baseada no SSE, que permite processar pacotes independentemente do processador do sistema SSP (Silicon Switch Processor). A comutação de silício fornece comutação de pacotes dedicados em alta velocidade. Consulte também SSE e SSP (Silicon Switch Processor).

comutação lentatambém SSE e SSP (Silicon Switch Processor) . Processamento de pacotes executado em velocidades de nível

Processamento de pacotes executado em velocidades de nível de processo, sem usar um cache de rota. Diferencie de comutação rápida.

comutação rápidausar um cache de rota. Diferencie de comutação rápida . Recurso da Cisco através do qual

Recurso da Cisco através do qual um cache de rota é usado para acelerar a comutação de pacotes através de um roteador. Contraste comcomutação lenta.

concentradorde um roteador. Contraste co m comutação lenta . Consulte hub . concentrador de grupo de

Consulte hub.

concentrador de grupo de trabalho CDDI/FDDIco m comutação lenta . concentrador Consulte hub . Consulte concentrador de grupo de trabalho da

condicionamento de linhaConsulte concentrador de grupo de trabalho da Cisco . Uso de equipamento em canais de voz

Uso de equipamento em canais de voz privado para melhorar as características analógicas, permitindo assim taxas de transmissão mais altas.

condutorem canais de voz privado para melhorar as características analógicas, permitindo assim taxas de transmissão mais

Todo material com uma resistência baixa à corrente elétrica. Todo material capaz de transmitir uma corrente elétrica. Consulte isolante.

conectado ao canalde transmitir uma corrente elétrica. Consulte isolante . Relativo à conexão de dispositivos diretamente a um

Relativo à conexão de dispositivos diretamente a um computador por canais de dados (canais de entrada/saída).

conector BNCcomputador por canais de dados (canais de entrada/saída). Conector padrão usado para conectar o cabo coaxial

Conector padrão usado para conectar o cabo coaxial IEEE 802.3 10Base2 a uma MAU.

conector DBpara conectar o cabo coaxial IEEE 802.3 10Base2 a uma MAU. conector de barramento de dados

conector de barramento de dados. Tipo de conector usado para conectar cabos seriais e paralelos a um barramento de dados. Os nomes do conector DB têm o formato DB-x, ondex representa o número de (fios) dentro do conector. Cada linha é conectada a um pino no conector, mas em muitos casos, nem todos os pinos são atribuídos a uma função. Os conectores DB são definidos por vários padrões EIA/TIA.

conector de barramento de dadosconectores DB são definidos por vários padrões EIA/TIA. Consulte conector DB . conector DIN conector da

Consulte conector DB.

conector DINconector de barramento de dados Consulte conector DB . conector da Deutsche Industrie Norm . Conector

conector da Deutsche Industrie Norm. Conector multipinos usado em alguns computadores compatíveis com Macintosh e IBM PC e usado em alguns painéis processadores de rede.

conector registered jacke IBM PC e usado em alguns painéis processadores de rede. Consulte conector RJ . conector

Consulte conector RJ.

conector RJde rede. conector registered jack Consulte conector RJ . conector Registered jack, conector registrado . Os

conector Registered jack, conector registrado. Os conectores padrão usados originalmente para conectar linhas telefônicas. Os conectores RJ agora são usados para conexões de telefone e conexões 10BaseT e para outros tipos de conexões de rede. RJ-11, RJ-12 e RJ-45 são tipos populares de conectores RJ.

conexão ATM usuário-usuárioRJ-11, RJ-12 e RJ-45 são tipos populares de conectores RJ. Conexão criada pela camada ATM para

Conexão criada pela camada ATM para fornecer comunicação entre dois ou mais usuários de serviço ATM, como, por exemplo, os processos do ATMM. Essa comunicação pode ser unidirecional, usando uma VCC ou bidirecional, usando duas VCCs. Consulte também camada ATM, ATMM e VCC.

conexão duplaTopologia de rede na qual um dispositivo está conectado à rede por dois pontos de

Topologia de rede na qual um dispositivo está conectado à rede por dois pontos de acesso independentes (pontos de conexão). Um ponto de acesso é a conexão principal e o outro é uma conexão em espera que é ativada caso haja uma falha na conexão principal.

confederação autônomaque é ativada caso haja uma falha na conexão principal. Grupo de sistemas autônomos que usam

Grupo de sistemas autônomos que usam suas próprias informações de alcance e roteamento de rede mais do que usam as informações recebidas de outros sistemas ou confederações.

Conférence Européenne des Postes et des Télécommunicationsrecebidas de outros sistemas ou confederações. Consulte CEPT . confiabilidade Taxa esperada de keepalives

Consulte CEPT.

confiabilidade