AVALIAÇÃO FORENSE DE AGRESSORES ADULTOS Abordagem categorial - explica o comporta/o anti-social e criminoso através de 1 agrupa/o de variáveis sócio

-demograficas, jurídicopenais e/ou psicometricas com perfis consistentes e contrastantes entre si ; 1 boa tipologia devera dar indicações sobre o trata/o e aloja/o dos sujeitos ( identificação+ separação = redução de problemas); + indicada para a criminalidade sexual e homicídios; intervenção remediativa. Abordagem desenvolvimental – resulta das respostas a algumas relacionadas com a variabilidade quantitativa e qualitativa da actividade criminosa em função da idade (ex: pq é q as pessoas começam a cometer actos anti-socias? pq é q algumas param de os cometer enquanto q outras continuam? Como explica, em termos de gravidade, a escalonada dos actos anti-socias?); Identificação de factores de risco e factores protectivos; + indicada para a criminalidade contra o património ou associada ao consumo de subst; identificação de ofensores crónicos e criminosos de carreira; intervenção preventiva. Desordem da personalidade anti-social (DSM) - A. Existe 1 padrão consistente de desrespeito e violação dos direitos de outrem, q ocorre desde os 15 anos de idade, indicado por 3 ou + dos seguintes critérios: 1 - Falhanço na conformidade às normas sociais no q diz respeito às questões legais através da execução repetida de actos susceptíveis de levar à prisão; 2 - Insinceridade (deceitfulness), traduzida pelo uso repetido da mentira, de subterfúgios ou da manipulação de outros para proveito ou prazer pessoal; 3 - Impulsividade ou incapacidade para planear o futuro; 4 - Irritabilidade e agressividade, indiciada pelo envolvi/o repetido em lutas ou assaltos; 5 Desrespeito temerário pela sua segurança ou dos outros; 6 - Irresponsabilidade consistente, verificável pelo constante falhanço na manutenção de 1 comporta/o laboral ou honrar de compromissos financeiros; 7 - Ausência de remorsos, verificável numa postura indiferente ou na racionalização de situações que envolveram o ferimento, o maltrato ou o roubo de outras pessoas; B. O indivíduo tem, pelo -, 18 anos de idade. C. Há provas seguras da existência de 1 desordem da conduta iniciada antes dos 15 anos. D. A ocorrência de comporta/os anti-sociais não surge exclusiva/ no decurso de episódios maníacos ou numa esquizofrenia. Características gerais das personalidades anti-socias - Dimensão Cognitiva ( Pensamento concreto vs abstracto; Pensamento alternativo deficitário; Pensamento consequente deficitário; Locus de controle externo; Distorções cognitivas;); Dimensão Emocional e Afectiva (Insensibilidade/superficialidade afectiva; Egocentrismo; Relaciona/o impessoal; bx auto-estima); Dimensão Comportamental (Agressividade; Impulsividade; Insinceridade/manipulação); Dimensão Biológica ( Hiporeactividade do SNA: Sub-activação Cortical). Avaliação - Instrumentos: Checklists /Entrevistas ( Entrevista Clínica (DSM); Psicopatia (PCL-R/PCL-SV); Risco de Violência (HCR-20; SVR-20; SARA;CRHC); Distorções Cognitivas (CDCOS); Crenças sobre a Violência (ECV; ECAS; ECVS; ECVC). Inventários/Questionários/Escalas (Ansiedade (STAI), Depressão (BDI), Agressividade (AQ); Sintomatologia Psicopatológica (BSI); Violência Conjugal (IVC) ). Avaliação Neuro-psicológica. Avaliação da Personalidade (16 PF; MMPI). Detecção da mentira e da simulação (SIMS). Funciona/o Familiar. Funciona/o Geral (trabalho, tempos livres, vizinhança; amigos). Protocolos de avaliação dos agressores conjugais -dimensões a avaliar: avaliação do funciona/ global (ele/os de avaliação: fuinciona/o individual, conjugal e familar); avaliação das ocorrências (ele/os de avaliação: avaliação das queixas e dos alegados episódios abusivos); avaliação psicológica – áreas centrais (ele/os de avaliação: Psicopatia, Funcio/o cognitivo (deficiência mental); Agressividade; Outras características de Personalidade (personalidade anti-social ou outras perturbações); Psicopatologia/sintomas psicopatológicos; Comporta/os, atitudes e crenças no âmbito da violência conjugal) ; avaliação do risco ( ele/os de avaliação: Factores estáticos vs dinâmicos; Níveis de risco; Risco de violência conjugal vs homicídio conjugal). Protocolos de avaliação dos agressores sexuais- dimensões a avaliar: funciona/o global (ele/os de avaliação: funciona/o individual, relacional na intimidade, sexual); avaliação de ofensas sexuais (ele/os de avaliação: História de Agressões ou Violência; História de Comporta/os Sexuais Abusivos; Análise do(s) episódio(s) das alegadas ofensas sexuais) Avaliação de áreas centrais especificas (ele/os de avaliação: Psicopatia; Funciona/o cognitivo (perturbações mentais); Agressividade; Outras características da personalidade (perturbações ou características relevantes); Crenças e Distorções cognitivas; Abuso de subst; Disfunções Orgânicas; Disfunções Sexuais; Estilo de vida criminal); avaliação da perigosidade do risco e tratabilidade (ele/os de avaliação: Factores individuais vs situacionais; Níveis de risco; Prognóstico (se submetido a intervenção terapêutica) ). Avaliação dos agressores: recomendações finais - Domínio de competências q vão para além dos conheci/os académicos e profissionais da psicologia; Lidar c/ situações adversas e c/ indivíduos por x inadequados do ponto de vista social e pessoal; Nem todos os agressores expressam animosidade de forma evidente; Postura de aparente cooperação; Características normativas do ponto de vista psicológico e 1 funciona/o psico-social ajustado; Avaliação ao longo de várias sessões (atenção a mudanças e oscilações comportamentais e emocionais inter-sessões); Avaliação compreensiva e abrangente (dados provenientes de múltiplas fontes, informantes e instru/os); Possibilidade de aceder à avaliação da vítima; Na tomada de decisão judicial ambas as avaliações são essenciais. INTRODUÇÃO À NEUROPSICOLOGIA FORENSE O papel da Neuropsicologia – Pesquisa das relações cérebro-comportamentais para a avaliação, diagnostico e trata/o de patologias (neuro)psiquiatricas. Avaliar e caracterizar os factores q influenciam os padrões neurocognitivos dos resultados dos testes para a compreensão da expressão, progressão ou recuperação da dça. A importância da Neuropsicologia Forense -melhores testes para avaliar as funções cognitivas; melhor conheci/o da genética, circuitos cerebrais e funções cognitivas; a função cotgnitiva é preditora do funciona/o no “mundo real”; novas estratégias terapêuticas para os défices cognitivos. O termo neuropsicologia Forense faz referencia a aplicação de conheci/os de Neuropsicologia a questões legais. A Neuropsicologia clínica sofreu gde desenvolvi/o graças a investigações e a publicações realizadas sobre conheci/os. Apenas nos últimos anos os neuropsicologos clínicos começaram a ter 1 participação imp e decisiva nos tribunais. Tornou-se freq o testemunho como perito q informa o juiz sobre as sequelas na conduta, emocionais e cognitivas q resultam das lesões no cérebro humano e ao mesmo tempo da imp das variáveis psicossocias na modulação do funciona/o e alt do cérebro. Objectivo e campo de aplicação da Neuropsicologia Forense - identificação das sequelas envolvidas no dano cerebral ligeiro como “ o síndrome pos–comocional”. Determinação do funciona/o intelectual prévio. A valorização da deterioração cognitiva. Relação entre a Neuropsicologia e Lei – o desenvolvi/o de estudos sobre as relações entre o cérebro e a conduta mediante métodos quantitativos. As estratégias interpretativas para inferir a presença, a localização e o tipo de neuropatologia. A tomada de decisão sobre assuntos legais, como a determinação da incapacidade. A descrição dos perfis cognitivos e de conduta característicos de cada dça neurológica. A determinação do prognostico. As implicações do funciona/o psicossocial. A decisão sobre as intervenções + apropriadas. Principais limitações da Neuropsicologia Forense - falta de praticas estandardizadas; ausência de 1 relação fiável entre a precisão critica e a educação e a experiência. Os limites gerais do juízo humano e as dificuldades na integração de dados complexos na inferência clínica. Problemas com a fiabilidade e validade dos juízos clínicos e a superioridade dos métodos actuais (seguros). As dificuldades para estimar os níveis de funcionamento pré-morbido. Os limites nas relações entre o desempenho num teste e a competência ecológica. Os problemas para avaliar a simulação. Interpretação das provas Neuropsicológicas-aspectos relativos à inferência neuropsicológica: humor e psicopatologia/personalidade (as alt do humor – ex: depressão; afectam o desempenho NP?); efeito da idade ( a idade afecta o desempenho da NP?); efeito da pratica - repetição ( qual o efeito da aprendizagem na repetição de certas provas?); pontuação de corte (pontuação q deferência doentes “orgânicos” dos outros com grau de erro <); frequente/ o grau de compromisso é imp, não simples/ se é ou não “significante”; imp ter em conta que o funciona/o pré-morbido ( ex: desempenho normal em alguns testes anterior/ á lesão cerebral podem indicar o grau de deterioração); padrão ou perfil NP. A comparação de pontuações a partir de ≠ testes NPs. Efeito da 1

idade – o efeito da idade sobre a memoria observa-se apos os 40 anos. Imp existir 1 grupo de controlo ou valores de referencia para a idade (escolaridade). Os défices estão relacionados com a “velocidade de processa/o da informação”?. Mtos dos testes NPs estandardizados usam 1 escala de cotação por idade (escolaridade). Efeitos da pratica (repetição): alterar as provas NPs aplicadas é imp - ex: fazer comparação dos desempenhos numa dça neurodegenerativa, ou num pré-pos cirurgia. Efeitos da pratica podem ser↓ por provas ou baterias paralelas. MAS: a “novidade” pode ser 1 factor crucial em algumas provas (ex: executivas). Não é claro q os doentes usem as mesmas estratégias qdo se repetem as provas. Personalidade/ humor: as alt podem ser consequência directa de 1 dça cerebral (“prosopagnosia” apos lesão do lobo frontal) ou resposta “normal” à situação presente (depressão c/ sintomas psicóticos; depressão pos-AVC). Mto frequente/ há 1 combinação de factores. Estas alt podem afectar o desempenho NP. Como avaliar o humor? BAck Depression Inventory (BD); Hamilton Depression Rating Scale (HDRS); Montgomery-Asberg Depression Rating Scale (MADRS). Hamilton Anxiety Rating Scale ( HARS); Beck Ansiety Inventory. Young Mania Rating Scale (YMRS). Factores que fazem suspeitar da presença de Simulação possibilidade de benefícios por manutenção das sequelas (indemnização económica, determinação de incapacidade laboral, etc.). falta de coerência entre o rendi/o do individuo nos testes e o funciona/o na sua vida quotidiana, ou entre as queixas da pessoa e os achados objectivos. Incompatibilidade entre os resultados das provas e o perfil dos sintomas próprios das lesões neurológicas subjacentes. Rendi/o mto pobre em tarefas motoras e sensoriais e desempenho normal em tarefas que avaliam capacidades cognitivas especificas como a memoria. Pouca colaboração ou atitude evasiva do individuo. Inconsistência entre as respostas do individuo de tal forma q falha em tarefas fáceis e á resposta correcta a perguntas q implicam os mesmos processos cognitivos ou q exploram as mesmas capacidades. Deverá ter-se em especial atenção para estas situações para q se demonstre e descreva esta possível simulação de sequelas neuropsicológicas no relatório pericial. Indicadores de falta de consistência interna na realização de provas neuropsicológicas – efeito da posição seriada, ou seja, a tendência a recordar os 1ºs dígitos e os últimos elementos de 1 serie (ex: lista de palavras) e com > precisão que os ele/os intermédios. Discrepância nos resultados de provas q avaliam os mesmos processos e capacidades e não podem ser explicadas por alt de atenção, motivação, dificuldade na tarefa, ou propriedades psicometricas das provas. Rendi/o mto bx em provas neuropsicológicas que a > parte das pessoas c/ lesão cerebral moderada a grave realizam bem. Padrão de execução “mal-bem-mal” nas avaliações seriadas. Bx fiabilidade teste-reteste em sessões de avaliação separadas. Presença de respostas ilógicas ou absurdas (ex: melhor recordar dos itens + difíceis do que dos + fáceis). Diagnostico diferencial entre simulação e perturbação factícia - simulação:existe 1 incentivo externo; compensação económica; evitar 1 responsabilidade legal; pode considerar-se adaptativo em certas circunstancias; os objectivos são aparentes; os sintomas desaparecem qdo já não são necessários. perturbação factícia: existe 1 necessidade psicológica de assumir o papel de doente; implica sp 1 determinado grau de psicopatologia; os sintomas mtas x são resolvidos depois de o processo judicial. Síndrome pos-comocional (DSM-IV) – A – historia de TCE q causou perturbação pos-comocional cerebral; B- provas objectivas que evidenciam deterioração da capacidade para fixar a atenção (concentração, alternar estímulos de atenção, tarefas cognitivas simultâneas) ou de memoria (aprendizagem ou evocação de informação) a partir destes testes neuropsicológicos ou técnicas de avaliação cognitiva quantificada. C- presença de 3 ou + dos seguintes sintomas apos o traumatismo q duram pelo – 3 meses: fadiga fácil; alt do sono; dores de cabeça ou cefaleias; vertigens ou tonturas; comporta/o irritável ou agressivo c/ o seu factor desencadeante; ansiedade, depressão ou labilidade emocional; alt da personalidade ( ex: comporta/o social ou sexual inapropriado); apatia ou falta de espontaneidade. D- os sintomas dos critérios B e C têm inicio depois do TCE ou que represente 1 agrava/o significativo dos sintomas préexistentes. E- todas as alt provocam e representam 1 ↓ significativa do nível prévio de actividade. F- estes sintomas não cumprem os critérios de diag de demência devido a TCE e não são melhor explicados pela presença de qq outra perturbação mental: demência, alt da personalidade, perturbação somatoforme, perturbação factícia e simulação. Perturbações (neuro)psiquiátricas vs Síndrome pos-comocional _ perturbação por stress pos-traumatico. Perturbação adaptativa. Perturbação de ansiedade. Perturbação do humor (depressão major). Abuso ou dependência de subst. Demência. Perturbação amnésica. Perturbação somatoforme. Perturbação factícia. Simulação. Dor crónica. Indicadores de falta de consistência interna na realização de provas neuropsicológicas – pontuações bx em provas motoras e sensoriais que não correspondem a 1 padrao anatómico da lesão. Pontuações em provas de atenção/concentração mto inferiores à da memoria geral. Memoria de reconheci/o exagerada/ alterada, inclusive pior que nas provas de evocação o recordar livre. Efeito reduzido da posição seriada em provas de evocação livre de material apreendido. Nenhum efeito da ajuda semântica nas provas de recordar diferido. Rendimento final < aquilo que seria esperado por “azar” ( mto azar). Pontuações no CVLT para a detecção de simulação de alt de memoria apos 1 TCE ligeiro a moderado - pontuação total no recordar livre. ↓ do efeito de primazia no recordar(?). evocação a longo prazo com ajuda semântica. Elementos correctos na prova de reconhecimento. Falsos + na prova de reconhecimento. Discriminação no reconhecimento. Domínios cognitivos alterados na lesão cerebral – atenção, memoria, funções executivas, processamento global. Provas + utilizadas para avaliar a atenção - Bender Visual Motor Gestall (BVMG) Test; d2 Test of Attention; Digit Vigilance Test; Hooper Visual organization test; Paced auditory Serial Addition Test (PASAT); Testo f variables of Attention (TOVA); Trail- Making Test (TMT) Parts A e B; Bell´s Test; Digit Span ( memoria de dígitos; prova que avalia a atenção e a capacidade de atenção sustentada e de memoria de trabalho. L.frontal que inclui o córtex dorso lateral pré-frontal (BA46) em particualr o dorsolateral pré-frontal direito anterior (BA9) e posterior (BA8)). Balloons Test: prova que avalia a atenção e mede a capacidade de atenção visual; Gyrus supramarginal do C. parietal (BA40); área temporo-polar (BA38); Área motora primaria ou gyrus pré-central (BA4). Memoria semântica – memoria para factos, conhecimento geral. Memoria episódica – memoria para acontecimentos. Memoria declarativa – memoria para aquilo q se tem consciência, q se tem conhecimento. Memoria procedimental – saber como. Memoria de curto prazo – memoria de acontecimentos recentes . Memoria de longo prazo – memoria de acontecimentos longinquos. Memoria de trabalho ( working memory) - memoria operativa . AVALIAÇÃO DA (IN)IMPUTABILIDADE Intervenção pericial psiquiátricano âmbito do Direito Penal - Inimputabilidade em razão de anomalia psíquica (artº. 20º do C.P.); Delinquentes por tendência (artºs. 83º e ss. do C.P.); Alcoólicos e equiparados (artºs. 86º e ss. do C.P.); Internamento de inimputáveis (artºs. 91º e ss. do C.P.); Internamento de imputáveis portadores de anomalia psíquica (artºs. 104º e ss. do C.P.); Perícia médico-legal (artº 52º da Lei nº 15/93, de 20 de Janeiro) Código de Processo Penal Capítulo VI –Da prova pericial Artigo 159º - Perícias médico-legais e forenses - 1 -As perícias ML e forenses q se insiram nas atribuições do INML são realizadas pelas delegações desta e pelos gabinetes ML. 2 –Excepcional/, perante manifesta impossibilidade dos serviços, as perícias podem ser realizadas por entidades terceiras, públicas ou privadas, contratadas ou indicadas para o efeito pelo instituto. 3 –Nas comarcas não compreendidas na área de actuação das delegações e dos gabinetes ML em funciona/o, as perícias ML e forenses podem ser realizadas por médicos a contratar pelo instituto. 6 –O disposto nos nºs anteriores é correspondente/ aplicável a perícias relativas a questões psiquiátricas, na qual podem participar tb especialistas em psicologia e criminologia. Lei nº 45/2004 de 19/08 Secção V Exames e perícias no âmbito da psiquiatria e psicologia forenses Artigo 24.º Realização das Perícias - 1. são solicitados pela entidade competente à delegação do Instituto da área territorial do tribunal q os requer. 2. Sp q a delegação não disponha de especialistas nestas áreas em nº suficiente para assegurar a resposta às solicitações, pode deferir os exames e perícias a serviços especializados do Serviço Nacional de Saúde. Lei nº 45/2004, de 19/08Artigo 2.º 1. são 2

q significa grosso modo q. por via desses limites. cível. Estando ausente a “liberdade de opção”. criminosos por acessos de paixão. por força de 1 anomalia psíquica grave. nem tende a tomar como exemplo o inimputável. aut administrativas. ainda assim. Modelo restrito: Impõe a existência de 1 doença mental comprovada pelos médicos e q constitui pressuposto indispensável para a declaração de inimputabilidade. a averiguar através de perícia médica. ≠ será a solução à luz do modelo lato: subsistindo dúvida insanável. o facto praticado não pode ser atribuído ao seu autor. recepção. a conclusão dependerá + da ponderação de interesses efectuada pelo juiz do que dos factos apurados pelos peritos. mas não se trata já necessaria/ de 1 dça. O facto mantém-se nocivo e reprovável.. recepção. a capacidade para avaliar a ilicitude deste ou para se determinar de acordo c/ essa avaliação sensivel/ ↓. através dos meios de análise de q os técnicos (v. q o mesmo é dizer insusceptível de responsabilidade e censura penal. não foi livre nas suas acções. em certas circunstâncias a fixar pela lei. Medidas de segurança em relação aos definitiva/ perigososos. Trata/o social c/ medidas de prevenção. Código PenalArtigo 20ºInimputabilidade em razão de anomalia psíquica . perante manifesta impossibilidade dos serviços.Os precursores: RafaelloGarofalo(1851-1914): “A Criminologia”( 1885). avaliados de forma empírica e necessaria/ subjectiva. a não ser na medida em q ela é inevitável à percepção q o ser humano tem do exterior e à pura actividade cognitiva. são. ao menos. tiver. no momento da prática do facto. por força de 1 anomalia psíquica. não naturalista. Este juízo não implica qq valoração. Inimputabilidade: Conceito normativo. causa e remédio” (1899). cuja finalidade é que a população tome consciência da dimensão e real valor da ameaça penal. Há 1 presunção de capacidade do indivíduo adulto. A decisão sobre a (in)imputabilidade basear-se-ia em parâmetros de normalidade e compreensibilidade dos comporta/os.Se a pena deve corresponder à culpa. 1 x estas verificadas. sem q por isso possa ser censurado. q avaliaria a capacidade do indivíduo em causa e pronunciaria 1 juízo definitivo e insindicável pelo juiz. objectivos de estabilização da criminalidade dentro de certos parâmetros) visa a população em geral. q remetem o juízo de capacidade penal exclusiva/ para o juiz. Excepcional/. Aqui se enquadra a figura do arguido que “pode ser declarado inimputável”. Criminologia Geral . outras) → requesição de ex periciais (foros: penal. e a inimputabilidade corresponde a incapacidade de culpa. para além de qq dúvida. a punição dos inimputáveis. ainda q efectiva/ não o seja. Pq não se punem os inimputaveis em razão de anomalia psiquica? . Mantém-se a exigência de 1 anomalia psíquica para q se verifique a inimputabilidade. família. triagem e estatística →distribuição de requesições dos exames → entidades requisitadas (departa/o de psiquiatria e saúde mental. triegem e estatística…. Modelo lato: Admite várias modalidades. q não se reconhece total/ no doente mental.Culpabilidade e responsabilidade. as perícias referidas no nº anterior. a verificação concreta da inimputabilidade só pode ser 1 questão de facto. 1ª abordagem multidisciplinar científica aplicada ao crime. a psiquiatria executa o exame pericial. àquele q é incapaz de compreender o significado do mal praticadoou. não é justo punir quem não tem culpa. nas delegações e nos gabinetes ML do INML. Classificação dos criminosos em alienados criminosos-natos. 2 – Pode ser declarado inimputável quem. Admitindo a retribuição como fim da pena. adquire mto > flexibilidade e. mas não pode ser conectado c/ o seu autor pq este é incapaz de culpa. não acidental e cujos efeitos não domina. criminosos habituais.Adoptando a teoria de q são questões de factos que se resolvem através de actos mera/ cognitivos. O crime é criado pela lei. Delitos convencionais (variáveis com as leis dos lugares)).realizadas. 3 –A comprovada incapacidade do agente para ser influenciado pelas penas pode constituir índice da situação prevista no nº anterior. Cesare Lombroso (18351909): “O Homem Delinquente” (1876). Origem do exame médico-psicológico do criminoso. funcionais. Modelos de inimputabilidade . q levariam à identificação do “criminoso nato”. Classificação dos crimes baseada nos afectos (Crimes naturais (em q predominam os afectos). A inimputabilidade é 1 conceito normativo. q só pode ser ilidida perante a comprovação de 1 estado patológico que afecte as suas faculdades mentais. se reconhecermos q a esta teoria terá de opor-se os limites constituídos pelo respeito da dignidade humana e pelo princípio da culpa. Modelo Misto: Consiste em fazer depender a decisão do juiz de 1 prévia avaliação médico-psicológica do indivíduo. e partindo todas elas da existência de uma dça mental q foi determinante para a prática do crime. Enriço Ferri( 1856-1929): Introduziu a abordagem sociológica e a utilização da estatística no estudo da criminalidade como facto social. de modo a que cada 1 receba o que merece pelos seus actos. o indivíduo será considerado imputável. contratadas ou indicadas para o efeito pelo Instituto. neurológicos. poderão ser realizadas por entidades terceiras. desde as moderadas (q quase consubstanciam 1 modelo misto) até às +s extremistas. Modelo Normativo: Caberia ao juiz decidir sobre a liberdade e capacidade de culpa do agente. “se converteu em objecto passivo de processos funcionais” abnormes. Isto é. não restam dúvidas de q. não deverá ser imposta qq pena ao indivíduo q. de algum modo. Noção de “estado perigoso” (temibilidade–adaptabilidade). disciplinar) → coordenação. por força de patologia mental. obrigatória/. INML. Verificação da inimputabilidade: questão de facto ou de direito? . constituindo esta o seu limite.. Trata-se da constatação de factos.Modelo Médico-Psicológico: A decisão sobre a inimputabilidade ou imputabilidade caberia exclusiva/ ao médico.e. relatório pericial → entidades requisitantes (magistrados. factos q ilidam essa presunção. devemos excluir.1 -É inimputável quem. de acordo c/ indícios q não a enfermidade mental medica/ comprovada. Todavia. trabalho. for incapaz. e questões de direitoas q impliquem juízos de valor.1 –A aplicação de penas e de medidas de segurança visa a protecção de bens jurídicos e a reintegração do agente na sociedade. 2. A prevenção geral de intimidação (e admitindo q esta atinja. Eixo da imputabilidade . 2 –Em caso algum a pena pode ultrapassar a medida da culpa. pelo q nada impediria que aos inimputáveis fossem aplicadas penas. Em sede de prevenção geral -. adiante designado por Instituto. Serviço de Psiquiatria forense – coordenação. neste caso as conclusões periciais (condições relativas ao momento da pratica do facto) são: capacidade de avaliar a ilicitude do facto e de 3 . Precursor do inquérito da personalidade e da criminologia Clínica. valerá 1 sistema semelhante ao in dubio pro reo. o juiz deverá decidir qual a melhor solução para o arguido. etc. em caso de dúvida. a declaração de inimputabilidade decorre inelutavel/ do juízo científico expresso nas conclusões da perícia. dispensando a colaboração do médico. Tratando-se de 1 categoria pura/ normativa. e não compete aos peritos declará-la mas tão só verificar as condições normativa/ exigidas. públicas ou privadas. A criminologia deve debruçar-se sobre o estudo do delinquente. Invocou a importância do determinismo social no comporta/o de certos criminosos e a necessidade de actuar sobre as condições de vida para evitar as recidivas. A psicologia criminal não é + do que 1 subconjunto da antropologia criminal. Teoria marcada pela ideia da existência de estigmas de degenerescência. para o modelo restrito. criminosos ocasionais. podendo incluir qq perturbação q afecte a capacidade de entender e querer. Consciência e vontade do facto ilícito. INML) → realização dos ex clínicos e complementares → relatório pericial → investigação. utilizando os inquéritos biológicos. Não se alcançando essa prova. BenignoDiTullio(1896-1979): O Homem deve ser encarado na sua totalidade. psiquiatras) dispõem e q. nos termos dos respectivos estatutos. Código PenalArtigo 40º Finalidades das penas e das medidas de segurança . 3 –A medida de segurança só pode ser aplicada se for proporcionada à gravidade do facto e à perigosidade do agente. q a pena se destina a punir o crime e assim realizar a justiça. este efeito é obtido qq q seja o indivíduo sobre quem recai a punição. “O Crime. se a aplicação de 1 pena. “A Mulher Criminosa e a Prostituta” (1896). de avaliar a ilicitude deste ou de se determinar de acordo com essa avaliação. Vigorando a presunção da capacidade penal de todos os indivíduos a partir de determinada idade. O crime deve ser perspectivado no sentido naturalista e humano. no momento da prática do facto. os mais exactos de q se dispõe. 4 -A imputabilidade não é excluída qdo a anomalia psíquica tiver sido provocada pelo agente com intenção de praticar o facto. embora falíveis e incompletos. não cabe qq pena. A necessidade de 1 compreensão bio-psico-antropológica do comporta/o delitivo: a pena deve adaptar-se à pessoa e não ao acto. Razão e liberdade no homem Intervenção psiquiatrica forense no qdro do código penal – na presunção de anomalia psiquica a entidade q requisita o exame é o tribunal ou o MP. só poderá concluir-se o oposto se forem demonstrados. os criterios de diagnostico ML são: 1-ausencia de anomalia psiquica.g. psicológicos. Desde há mto ligada a certas categorias –a menoridade e a anomalia psíquica grave–tem como tradução prática a não punição de quem é declarado inimputável. se de 1 medida de segurança. que depende do juízo do tribunal e tomará as perícias médicas apenas como 1 auxiliar entre outros. i.

Entrevista clínica: Paradigma do trabalho clínico (dimensões interactiva e discursiva). 3 – anomalia psiquica grave não acidental. sudação).). depoimentos. políticas ou revolucionárias (actos terroristas. a decisão judicial será a de inimputavel (artº 20º nº1) q pode ser sem perigosidade ou c/ perigosidade e neste caso serão administradas medidas de segurança. Avaliação global. Diagnóstico nosológico (DSM-IV TR. Linguagem. ritmo) e sistema de crenças. Modo de execução (uso de armas propria/ ditas. sugestivo de habitualidade criminal. Discurso. Antecedentes familiares (pais. vandalismo. etc. Escolha do tipo de entrevista. rejeição. Eventual prognose sobre a perigosidade Proposta de medidas terapêuticas ou psicossociais. Neutralidade benevolente. Discurso (volume. Avaliação do estado mental . Condução da entrevista clínica . Observação clínica do sujeito: Explicação dos objectivos e metodologia do exame. postura. Juízo crítico. Etapas do exame pericial psiquiátrico: Estudo do processo judicial. ou de instrumentos comuns usados como armas improvisadas). por isso. q. Agressores sexuais. 1 clínica instrumental( escalas clínicas. neste caso as conclusoes pericias serão as de incapacidade de avaliar a ilicitude do facto ou de se determinar de acordo c/ essa avaliação.). Selecção das peças pertinentes (auto de denúncia. Solicitação dos exames complementares de diagnóstico tidos por necessário (testes psicológicos. etc.. Variações do humor e respostas emocionais. Respeito. padrões distintos).). RNM. a decisão judicial será a de q pode ser declarado como inimputavel (artº 20º nºs 2 e 3) q pode ser sem perigosidade ou c/ perigosidade e neste caso serão administradas medidas de segurança. etc. Atenção. militar. incluindo o vestuário e adereços. Risco delitivo: Reduzido Psicoses: Semiologia dominante: Delírio.Tipos de entrevista: Não directiva. pausas. hábitos tóxicos.e.1 –Quem. violação. silêncios. de confronto) (vítima ocasional ou que desempenhou um papel de incitamento ou provocação. Gestos e posturas (aproximação. O bebé não desejado q cai dos braços da mãe e morre). Energia. contra a liberdade ou contra a autodeterminação sexual. Relações existentes entre a vítima e o homicida (situação de encontro. se deva ter em conta as motivações inconscientes (p. Conclusões médico-legais (em função do âmbito do exame). Concentração. 3 –O procedi/o criminal depende de queixa ou de acusação particular se o procedi/ pelo facto ilícito típico tb dependesse de 1 ou de outra. que inclui: 1 clínica “à vista desarmada” (a observação e a entrevista). Semi-directiva.e.premeditação). regularidade.). Avaliação do estado mental. Não culpado por razões de insanidade . a dor. Psicopatologia). contra a integridade física. conteúdo. impulsivo. Nalguns raros casos. Percepção do homicídio (limpo ou sujo). ele tem o mesmo grau de responsabilidade que teria se os factos fossem como ele julga que são. Memória. CID-10). impulsivo ou acompanhado de elaboração prévia . Entrevista clínica . Capacidade de abstracção. Análise estrutural: Perturbação quantitativa. Alt da memória e da atenção. neste último caso. por força de 1 grave perturbação mental: 1-Não era responsável pelos seus actos e. súbito e inesperado). Manifestações neurovegetativas (rubor. apenas morte da vítima ou morte associada a mutilação ou profanação do cadáver. Insight. Directiva. Sindromes psicopatologicos – classificação categorial . relatórios de investigação e outras diligências. Acto inscrito numa série. depressão . 3-Agiu de forma automáticae. A vítima (Relação com o agressor. Finalidades suprapessoais. Pensamento (forma. nomeada/ de carácter heredo-familiar). não era total/ responsável. Antecedentes pessoais biografia do sujeito.). médica e psiquiátrica. etc.).). num tribunal superior. Vocalização e modulação da voz (altura. Ameaças abertas ou veladas em relação a terceiros ou ao próprio. alucinações. Comunicação táctil (aperto de mão furtivo ou caloroso). desorganização da personalidade. o grau de perturbação mental era tal que a autora deverá ser considerada culpada não de homicídio. fornecida pelo próprio). Humor. decorrente da situação ou acompanhado de elaboração prévia (premeditação). etc.O estado mental é um perfil de pelo menos vinte funções psíquicas: Aparência. Informação sobre o comporta/o anterior e posterior à prática do crime. gestos e atitude. conflitos ideológicos. conteúdo. Perturbações exógenas – confusionais: Semiologia dominante : Obnubilação da consciência. contra o património. por isso. compreensiva e integrada: O autor do crime (Personalidade. Orientação. receptividade. ex. Afecto. de cólera. etc.Na > dos casos. Informação sobre o comporta/o do examinando na prisão (fornecida pelo próprio e registos do EP). Elaboração do relatório pericial: Preâmbulo. Investi/o do espaço (investi/o da relação através das posições dos lugares). inexplicável. Características do acto homicida . a decisão judicial será de imputavel (em principio) e cumprirá a pena.Aspectos não verbais: Mímica facial (expressões afectivas como a cólera. autismo. Pensa/o (forma. etc. continuum biográfico. exames periciais de outras especialidades. praticar 1 facto ilícito típico é punido com pena de prisão até 5 anos ou com pena de multa até 600 dias. sistemas de suporte familiar). social e laboral. i. pelo .. Outros (crimes contra o património. projectivos. Compulsivo (resultante de 1 perturbação da personalidade ou obsessão fantasista). e directa. a tristeza. através das peças processuais. Acto isolado. Aspecto físico e reacções durante a entrevista. irmãos.. etc. Olhar (fixação ou fuga). Interacção no momento da passagem ao acto). TAC. ritmo). nesse estado. Relato exaustivo de todos os ele/os apurados em cada 1 das rubricas atrás enunciadas.Avaliação do acto em si mesmo. se colocar em estado de inimputabilidade derivado da ingestão ou consumo de bebida alcoólica ou de subst tóxica e. nesse momento.Neuroses: Semiologia dominante: Angústia. O acto praticado (facto típico): Crime contra a vida. invoca q. Inteligibilidade das motivações do acto (morte por interesse. que não sabia q o q estava a fazer nesse momento era proibido por lei) ou 3-Qdo 1 pessoa está sob o efeito de 1 delírio q afecta a correcta avaliação da natureza e qualidade do seu acto. 2 –A pena não pode ser > à prevista para o facto ilícito típico praticado. fichas clínicas. etc. Comportamento psicomotor. em termos de probabilidade. Agressores contra a integridade física. processo biográfico. ameaça. Análise estrutural: Perturbação qualitativa. 2-Embora em condições para comparecer em tribunal. 2-(Em caso de homicídio) verificava-se 1 ↓ da responsabilidade relativa/ aos actos praticados. podem ser alegadas as seguintes situações relativa/ ao arguido: 1-Não se encontra em condições para comparecer em tribunal. Funcionamento familiar. algumas xs psicótico). Avaliação da (in)imputabilidade. consciente ou não). por razões afectivas de vingança. tóxicos. 3-Embora admita ter praticado o acto. o arguido afectado de 1 perturbação mental é submetido a julgamento. A passagem ao acto (Acto isolado. Motivações para a agressão – Social (o meio ou certos grupos têm 1 influência predominante no crime). Solicitação de documentos clínicos ou outros qdo necessários (relatório dos médicos assistentes. Código Penal Artigo 295º Embriaguez e intoxicação . Sugestionabilidade. está incapaz para participar no julgamento. Empatia. O arguido pode invocar que. 2 – anomalia psiquica. Relato dos factos q estiveram na origem do exame (fornecido pelo próprio e/ou familiares próximos). cônjuge e outras figuras de referência afectiva. ainda q. Personalidade prévia. de fúria) ou motivações pouco aparentes (carácter incompreensível. exames radiológicos. incluindo os registos dos interrogatórios da polícia. neste caso as conclusoes periciais serão: capacidade sensivel/ ↓ de avaliar a ilicitude ou de determinar de acordo c/ essa avaliação. Anomalia mental como defesa em tribunal . Incendiários.por negligência. Rendimento intelectual. etc. Atitude clínica do técnico: Semi-directividade. para suprimir 1 testemunha comprometedora. bem como de eventuais dças. no momento da prática dos factos. contemplando todas as etapas do desenvolvi/o. testes psicométricos. Risco delitivo: Reduzido. que não sabia o q estava a fazer nesse momento) ou 2-Que devido a essa anomalia ele não sabia que o que estava a fazer era errado (i. mas de infanticídio. Impulsivo (geral/ sexual. 4-(Em caso de bebé morto pela mãe). EEG. a alegria ou o espanto). de ciúme. documentos clínicos. segundo a sua natureza: Acto voluntário ou não. atitudes de sedução). análises clínicas. Contexto: Avaliação psicológica/psicopatológica. palidez.determinar de acordo c/ essa avaliação. Parte integrante do método clínico. débito. Principais tipos de arguidos sujeitos a exame pericial psiquiátrico: Homicidas. não deverá ser considerado culpado.e. Discussão (diagnóstico psicopatológico e explicação integrada e contextualizada de todos os elementos apurados em relação c/ os factos que deram origem ao exame). Nível de consciência. bem assim como eventuais dças somáticas ou mentais. Informação recolhida (indirecta.). Informação recolhida na 1ª entrevista: Avaliação do nível de funciona/o mental do sujeito. vocacional. etc. religiosa. 4 . Acto associado a 1 outra forma de criminalidade (roubo. boletins de internamento. Catatímico (acto frequente/ explosivo devido à tensão acumulada).O arguido tem de provar.). Situacional (1 conjunto de factores de stresse é causa do crime). agiu sob o efeito de 1 anomalia psíquica q verificava as Mc Naughten Rules(1843): 1-Que devido a essa anomalia ele não conhecia a natureza ou qualidade do seu acto (i. defesa contra a angústia. Percepção. não foi cometido qq crime. Biografia pessoal (escolaridade.

particular/ evidente na impulsividade das crianças de < de 3 anos.5% homicídios ocorriam durante o 1º surto.º 27.º .O interna/ compulsivo só pode ser determinado qdo for a única forma de garantir a submissão a trata/o do internado e finda logo q cessem os pressupostos q lhe deram origem.5 x < q o nº acima explicitado). Art. sem q por isso possa ser censurado.º e 35. próprios ou alheios. Art. nomeada/ por deterioração aguda do seu estado. sugere que as condutas anti-sociais seriam matizadas por traços de personalidade ligados a características individuais de produção de neurotransmissores. as autoridades de saúde pública e o MP. 2 – O interna/ compulsivo só pode ser determinado se for proporcionado ao grau de perigo e ao bem jurídico em causa. Cromossoma supranumerário (“cromossoma do crime”): Os homens portadores de um cromossoma Y supranumerário estariam sobrerepresentados nas populações de delinquentes. ex. onde é submetido a avaliação clínico-psiquiátrica c/ registo clínico e lhe é prestada a assistência médica necessária. 3 – A substituição é comunicada ao tribunal competente. de avaliar a ilicitude deste ou de se determinar de acordo com essa avaliação. Art.º 33.Factores de risco congénitos e hereditários (cromossomas supranumerários. de imediato. condutas agressivas . remetendo o expediente ao MP com competência na área em q se iniciou a condução. n.º 24. doentes com níveis bx de MAO-B no sangue apresentam desinibição. a capacidade para avaliar a ilicitude deste ou para se determinar de acordo c/ essa avaliação sensivel/ ↓. Risco delitivo: elevado. Codigo penal . Risco delitivo: Reduzido. entre os indivíduos portadores de dça mental.º . Demencias e oligofrenias: Semiologia dominante: Défice intelectual.º.º 7º -Definições: a) Interna/o compulsivo: internamento por decisão judicial do portador de anomalia psíquica grave.Princípios gerais: 1.º .Condução do internando: 3 – Qdo. 5 – O juízo técnico-científico inerente à avaliação clínico-psiquiátrica está subtraído à livre apreciação do juiz. Art. impulsividade.Substituição do internamento: 1 – O interna/o é substituído por trata/o compulsivo em regime ambulatório sp q seja possível manter esse trata/o em liberdade.Cessação do internamento: 1 – O interna/o finda qdo cessarem os pressupostos q lhe deram origem.º 23. Perturbações da personalidade Semiologia dominante: Conflitualidade social. 4 – A inimputabilidade não é excluída qdo a anomalia psíquica tiver sido provocada pelo agente com intenção de praticar o facto.090 doentes com esquizofrenia por ano (15. INTERNAMENTO COMPULSIVO Internamento compulsivo . nos termos dos artigos seguintes. sem prejuízo do disposto nos artigos 34. por virtude da anomalia psíquica e da gravidade do facto praticado. até 10 dias antes da data calculada para a revisão. c/ a eventual colaboração de outros profissionais de saúde mental. c/ a eventual colaboração de outros profissionais de saúde mental.º . Art. no momento da prática do facto. Anomalia psiquica grave e criminalidade – a importancia da implementação de medidas preventivas: Tx anual de homicídio de 0.º 25.Termos subsequentes: 1 – Qdo da avaliação clínico psiquiátrica se concluir pela necessidade de interna/o e o internando a ele se opuser.. é mandado internar pelo tribunal em estabelecimento de cura. por força de 1 anomalia psíquica. hereditariedade de características de tempera/o ou de carácter q conduzem à violência ou à delinquência). 2 – A substituição depende de expressa aceitação. e recuse submeter-se ao necessário trata/o médico. Art.º 36/98.º e 25. Fundamentos biológicos da delinquência .º Pressupostos: O portador da anomalia psíquica pode ser internado compulsiva/ de urgência.º .000 hab. O gene da MAO foi reconhecido nos cromossomas X. mto para além dela.º . Análise estrutural : Perturbação qualitativa. no prazo de 15 dias.º. mas o polimorfismo dos sintomas não permite estabelecer relações directas.º 26. tiver.Pressupostos: 1 – O portador de anomalia psíquica grave q crie. independente/ de requeri/o. agitação. 2 – A cessação ocorre por alta dada pelo director clínico do estabeleci/o.desorientação. de natureza pessoal ou patrimonial.º . apontam para 1% a 2% da população do sexo masculino portadores do cariótipo XYY. ou por decisão judicial. O sistema límbico está relacionado com condutas de desinibição e violência no homem. no momento da prática do facto. Risco delitivo: Reduzido.Avaliação clínico-psiquiátrica: 1 – A avaliação clínico-psiquiátrica é deferida aos serviços oficiais de assistência psiquiátrica da área de residência do internando. no animal. 1x q essa sobrerepresentação ocorria nas populações prisionais.º .º 34. previa/ a qq trata/o: 1.11 por 1. de relevante valor. fundamentada em relatório de avaliação clínico-psiquiátrica do serviço de saúde onde decorreu o internamento. houver fundado receio de q venha a cometer outros factos da mesma espécie. Art. Codigo penal. nalguns casos. salvo toxicofilias. A imaturidade do sistema frontal. exista perigo iminente para os bens jurídicos aí referidos. 1 relatório de avaliação clínicopsiquiátrica elaborado por 2 psiquiatras. Questão da existência de 1 “cromossoma do crime”. 3 – Sp q possível o interna/o é substituído por trata/o em regime ambulatório.º Revisão da situação do internado: 2 – A revisão é obrigatória. continuum (oligofrenias).º 12. 4 – Para o efeito do disposto no n. o estabeleci/o comunica.. não acidental e cujos efeitos não domina. Art.º . Análise estrutural: Perturbação quantitativa.Internamento de inimputáveis . Análise estrutural: Perturbação qualitativa. a entidade q tiver apresentado o portador de anomalia psíquica restitui-o de imediato à liberdade. Cálculos posteriores. 3 – A comprovada incapacidade do agente para ser influenciado pelas penas pode constituir índice da situação prevista no nº anterior. Influência genética nas condutas anti-sociais: O apareci/o de condutas violentas nos portadores de anomalias genéticas q provocam défices na produção de monomaminas.Pressupostos e duração mínima: 1 – Quem tiver praticado 1 facto ilícito típico e for considerado inimputável. for incapaz.º. por parte do internado. nos termos do artigo 20. continuum ou desenvolvi/o biográfico. 0.ordenando para o efeito q.º1. c/ a eventual colaboração de outros profissionais de saúde mental.Artigo 91.º 3. Art. por força de 1 anomalia psíquica grave.59 / 1000 doentes ou 1/629. seja c/ a delinquência. Art. Estruturas cerebrais e mecanismos fisiológicos que poderiam facilitar a passagem ao acto violento ou delinquente. sp q. Art.Legitimidade: 1 – Tem legitimidade para requerer o internamento compulsivo o representante legal do portador de anomalia psíquica. 38. imaturidade afectiva. nomeada/ a monoamino-oxidase: p. Mtas perturbações mentais estão associadas a disfunções das aminas biogénicas.Inimputabilidade em razão de anomalia psíquica: 1 – É inimputável quem. persiste até à adolescência e. tenha lugar nova avaliação clínico psiquiátrica. qdo a ausência de trata/o deteriore de forma acentuada o seu estado.º.º .Artigo 20.Confirmação judicial: 2 – Realizadas as diligências q reputar necessárias. n. 2 – Qdo o facto praticado pelo inimputável corresponder a crime contra as pessoas ou a crime 5 . trata/o ou segurança. 4 – Os serviços remetem o relatório ao tribunal no prazo máx de 7 dias.º 2 o estabeleci/o envia. como a dopamina. das condições fixadas pelo psiquiatra assistente para o trata/o em regime ambulatório. 2 – Pode ainda ser internado o portador de anomalia psíquica grave q não possua o discernimento necessário para avaliar o sentido e alcance do consenti/o.º 17.º .13 / 100. não seja possível a emissão prévia de mandado. ao tribunal judicial c/ competência na área a admissão daquele. o juiz profere decisão de manutenção ou não do interna/o. pela situação de urgência e de perigo na demora. A revisão da literatura) não permite concluir pela existência de qq relação entre 1 Y suplementar e delinquência.000 doentes na fase de pós-trata/o ou 1/ 9.Decisão final: 1 – .º 22.º 35. seja c/ a violência. 2 – Pode ser declarado inimputável quem.º . a serotonina. delírios e alucinações (psicoses sintomáticas). qq pessoa c/ legitimidade para requerer a sua interdição. qq agente policial procede à condução imediata do internando. 2 – Qdo a avaliação clínico-psiquiátrica não confirmar a necessidade de interna/o.Apresentação do internando: O internando é apresentado de imediato no estabeleci/o c/ urgência psiquiátrica mais próximo do local em que se iniciou a condução.º 13.Pressupostos da punição . Art. A origem de algumas condutas violentas pode ser encontrada numa ruptura do equilíbrio entre o sistema do córtex frontal (local de controlo das interacções e portanto da socialização) e o sistema límbico (zona de regulação das funções primárias de sobrevivência). a norepinefrina. de 24/7 Art. decorridos 2 meses sobre o início do interna/o ou sobre a decisão q o tiver mantido. devendo ser realizada por 2 psiquiatras. sp q.º . no prazo máx de 48h a contar da privação da liberdade nos termos dos artigos 23.LEI n. no prazo de 5 dias. 1 situação de perigo para bens jurídicos. a cargo de 2 psiquiatras q não tenham procedido à anterior. Art. geral/ transitória. processo (demências). por força dela. problemas pré-natais e perinatais. eventual/: estupor. Estruturas cerebrais e bioquímica do sistema nervoso: A estimulação eléctrica de certas zonas do cérebro –em particular do sistema límbico –provoca. verificando-se os pressupostos do artigo 12.º 8. c/ cópia do mandado e do relatório de avaliação. pode ser internado em estabeleci/o adequado.

Instabilidade emocional e variações do humor. c) função interpessoal. Comporta/o suicidário recorrente. Irresponsabilidade consistente. o interna/o finda qdo o tribunal verificar q cessou o estado de perigosidade criminal q lhe deu origem. Ansiedade e Perturbações do Comporta/o Alimentar. tiveram primeira/ 1 reacção de salvaguarda da saúde pública e. das funções psíquicas básicas. podendo ser livre/ consumida ou transaccionada. Cluster B: (Dramático & Emotivo): Perturbação Antisocial da Personalidade. História Familiar caótica. Grupo Heterogéneo de Condutas Patológicas – Adições comportamentais Dependência de Subst Psicoactiva (OMS. Perturbação Borderline da Personalidade. 1995 até aos nossos dias: Há 1 racionalidade que assenta numa visão de que o consumidor é 1 doente necessitando. Comporta/o Auto destrutivo. o interna/o tem a duração mín de 3 anos. dos processos sensoperceptivos e do comporta/o Droga . Conjunto de fenómenos cognitivos. Impulsividade e desconfiança. emocionais. Julgou-se que a utilização de estratégias punitivas seriam suficientes para desencorajar o uso de “drogas”. segundo critérios da OMS: Provoca dependência física/psíquica. Perturbação da Personalidade Sem Outra Especificação Dependência de Drogas de Abuso e Perturbações da Personalidade . Problemas Judiciais Perturbação Anti – Social da Personalidade: (A) Padrão pervasivo de desrespeito e violação dos direitos dos outros ( Falsidade e Mentiras freq.Défices de discernimento pessoal e social. Estado Emocional Negativo A relação entre dependências de drogas /Personalidade / actividade criminal . Estável c/ o tempo.. de segurança. DEPENDENCIA DE DROGAS DE ABUSO E PERTURBAÇÕES DA PERSONALIDADE – ASPECTOS MEDICO-LEGAIS Droga . Só pode ser aplicado se a subst for proibida. b) resposta emocional. Mesológico – Comunidade (desordem pública e insegurança). (1970-1975). Psicológico (défices funcionais. Estigmatização. cognitivas . 1964): Estado psíquico / físico. > Prevalência de Perturbação Obsessivo – Compulsiva e antiSocial da Personalidade nos Homens. c/ o fim de experimentar seus efeitos psíquicos ou evitar a sensação desagradável q a sua falta ocasiona. Cluster C: (Ansioso & Receoso): Perturbação Evitante da Personalidade. O consumo é penalizado de forma simbólica.e. comporta/os de riscos sexual. Padrões comportamentais: Comporta/o perseverativo. comportamentais e fisiológicos: Evidência subjectiva de condutas compulsivas para o consumo da(s) droga(s). Nas sociedades a perigosidade das toxicodependência é sentida a nível: Micro Social – Família (disrupção. Perturbação Histriónica da Personalidade. na qual a “droga” simbolizava delito. Perturbação Esquizóide da Personalidade. Perturbação da Identidade. na auto imagem e afectos e marcada impulsividade: (inicio na idade adulta): Esforço frenético para evitar o abandono real ou imaginário. efeitos na personalidade). Tendência para a recaída nos consumos após 1 período de abstinência. Definição de Perturbação da Personalidade: Padrão duradouro de experiência interna e do comporta/o q se desvia marcada/ do esperado na cultura da pessoa (DSM – IVTR). gastos. 2 – O interna/o não pode exceder o limite máx da pena correspondente ao tipo de crime cometido pelo inimputável. Indivíduo. Origina sofrimento e incapacidade a) Cognição percepção. física. prazer autista. alternância entre a idealização e a desvalorização. Pervasivo e inflexível. da construção e curso do pensa/o.TR): Cluster A: (Invulgar& Excêntrico): Perturbação Paranóide da Personalidade. sexual). Suicídio. Abuso de Subst. apesar das tentativas de interromper ou moderar o seu uso. Incapacidade de controlo inibitório do comporta/o. Subst. Toxicodependência. Não é suficiente provar q a subst tem determinados efeitos. Se a subst constar da Tabela é proibida. Incapacidade para avaliar as perdas a nível pessoal. Efeitos Físicos. face à “problemática da droga”. Adição: Subst Químicas. Presença de condutas de adm mto estereotipadas. Efeitos Tóxicos.Subst Psicoactiva com capacidade aditiva –Farmacológica/ activa sobre SNC. A dependências de drogas / Personalidade é complexa é imp não se fazer o diag de perturbação da personalidade baseado unica/ no comporta/o consequente à intoxicação ou abstinência ou associado a outras actividades ao “serviço” da manutenção da dependência.Aspectos Médico Legais: Toxicomania. Desenvolvimento da Conducta Adictiva: Factores sociais. Decreto Lei n º 15/93 de 22 de Janeiro: Define o regime jurídico aplicável ao tráfico e consumo de Estupefacientes e Subst Psicotrópicas. era considerado pelo nosso 6 . História familiar de Esquizofrenia. Macro Social – Sociedade alargada (efeitos na economia. abuso de subst. Categorias das Perturbações da Personalidade( DSM – IV. q contém o elenco de todas as subst proibidas. saúde pública e sistema judicial). Isola/o Social.Factores de Risco: > Prevalência de Perturbação Borderline da Personalidade nas Mulheres. Negação ou a não consciência do seu próprio problema. Reforço Positivo. Irritabilidade e agressividade (conflitos frequentes). Perturbação Obsessivo – Compulsiva da Personalidade. (C) Não ocorre exclusiva/ durante evolução de esquizofrenia ou de episódio maníaco Perturbação Borderline da Personalidade: Padrão global de instabilidade no relaciona/o interpessoal. Vários estudos corroboram que o consumo crónico de subst psicoactivas desenvolve processos de neuroadaptação . Reforço Negativo. de trata/o e não de prisão. Desencadeia 1 tendência natural para o ↑ progressivo das doses Ou q causa síndrome de abstinência. o q parece reflectir 1 insensibilidade às consequências futuras (“miopia” comportamental. Desejo de suspender os consumos. Violência e Homicídio. Perturbação Narcísica da Personalidade. dependência). o que resultou na Lei n º 30/2000 de 29 de Novembro. Excessiva ansiedade social q habitual/ não reduz nos ambiente de familiaridade). Senti/o crónico de vazio. O consumo de “drogas”. Bechara et al. Conjugação variáveis ecosociais (relações interpessoais e c/ o meio). Incapacidade de reexperimentar e evocar estados emocionais associados ao nefasto. É necessário provar qual a subst concreta e verificar a sua inclusão numa das referidas Tabelas. Impulsividade (i. A fronteira entre o lícito e o ilícito é traçada pelas Tabelas anexas a este decreto. na expectativa de q a intervenção do sistema judicial possa incentivar o trata/o e reinserção social do sujeito. inapropriada e dificuldade no controlo dos impulsos. 1983-1995: Associando o Tráfico às formas + graves de delinquência contemporânea. até 1 de Julho de 2001. d) controlo dos impulsos. Compulsão a consumir a subst de forma continuada. auto mutilações. O normativo inscreveu-se numa lógica criminalizadora do consumo. As adições seriam qq tipo de dependência face a algo ou a alguém e as características associadas a essa dependência escravizante são: espiral de autodestruição. “CravinCraving”. a lei agrava as penas e refere a necessidade de se aprofundarem as técnicas de investigação policial. nihilismo. Respostas comportamentais.Cessação e prorrogação do internamento: 1 – Sem prejuízo do disposto no n. salvo se a libertação se revelar compatível c/ a defesa da ordem jurídica e da paz social.Artigo 92. Codigo penal . Provoca alt indesejáveis e nefastas ao nível consciência. Perturbação Esquizotípica da Personalidade. Tendência a exibir comporta/os desinibidos ou impulsivos e a agir irresponsavel/. Se a subst não constar da Tabela não é proibida. Ausência de remorsos . posterior/ 1 reacção de defesa da tranquilidade dos cidadãos. vazio existencial. negligência. social e judiciais. Dependência. Perturbação Dependente da Personalidade. Qdro Legal do Tráfico e Consumo de Estupefacientes e Subst Psicotrópicas . Evidência de neuroadaptação c/ fenómenos de tolerância e abstinência. “binge eating”). Incapacidade para se conformar c/ as normas sociais.º 2 do artigo anterior. Dificuldades nas tomadas de decisão. 2002). Incapacidade de inibir a obtenção da satisfação imediata. perda de sentido da vida. Raiva intensa. História Familiar de Perturbação da Personalidade. Comorbilidade. racionalização e indiferença. Reduzida preocupação pelas consequências das suas acções. Conjugação variáveis biográfico – existenciais (relações c/ os acontecimentos e c/ as significações existenciais).º . (B) Ter idade mín de 18 anos. Comportamental (violência e negligência dos vários papéis sociais).Os efeitos nefastos das subst manifestam-se a vários níveis: Biológico (toxicidade. na sua mente e no seu espírito. Adição é qq realidade q torna a pessoa escrava de si mesma no seu corpo. Outros factores de Risco: Historia de abuso na infância (verbal. Depressão. ou seja. Tolerância. A intervenção legislativa qto à “problemática da droga” em Portugal evoluiu sob a égide de ≠ vertentes. Efeitos Gratificantes. (c) Existe evidência de alt do comporta/o antes dos 15 anos. Padrões comportamentais no Dependente de drogas . violência). Activacão de circuitos de recompensa. Fenómenos de tolerância podem estar ou não presentes.Conjugação de variáveis individuais (neuronais. ↑ da possibilidade de se expor ao risco. familiar. Ideação paranóide transitória reactiva ao stress ou sintomas dissociativos graves. abismo de incomunicação. Início da adolescência ou adulto jovem. condução perigosa.Os Estados. comportamentais e personalidade). Dependência Psicológica. Padrão de relações interpessoais intensas e instáveis.de perigo comum puníveis c/ pena de prisão > a 5 anos. Auto-administracão.Internamento de inimputáveis .

abrindo-se 1 nova lógica científica na arquitectura jurídica. A imputabilidade não é excluída qdo a anomalia psíquica tiver sido provocada pelo agente com intenção de praticar o facto. por força de 1 anomalia psíquica grave. 2-Na medida do possível.57º do CPP) desaparece e passamos a ter a designação de indiciado – indivíduo surpreendido a consumir. vivacidade. 40. evidenciou-se q a prevalência de traços psicopáticos ou características anti-sociais em toxicodependentes como sendo 1 dado documentado. O conceito de arguido (art. de avaliar a ilicitude destes ou de se determinar de acordo c/ essa avaliação.Em estado de intoxicação. a capacidade para avaliar a ilicitude deste ou para se determinar de acordo com essa avaliação sensivel/ ↓. não acidental e cujos efeitos não domina. assim pondo em grave risco a sua saúde ou revelando perigosidade social. longe de ser solucionador. 3-Os peritos podem requerer informações sobre os antecedentes criminais do arguido.º da Portaria nº 94/96 de 26 de Março. a culpa do agente e a determinação da sanção. a relação entre estes 2 fenómenos está longe de ser linear” e q a encarceração de indivíduos c/ problemas de consumo de droga. sob 1 perspectiva jurídica. b) a existência de grave risco para a sua saúde ou de perigosidade social decorrentes daquele estado. c/ vista à atenuação do mal-estar psíquico e psicobiológico. 52º dl 15/93 de 22 de Janeiro: “ Os eventuais reflexos do consumo na capacidade de avaliar a ilicitude dos seus actos ou de se determinar de acordo com a avaliação feita” – (caracteristica normativa de inimputabilidade). 2-A perícia deve ser deferida a serviços de reinserção social. Atenuação da Imputabilidade: “Indivíduos capazes de apreciar a ilegalidade do acto e c/ a capacidade crítica de agir de acordo c/ esse conheci/o. pode ser ordenado. existe 1 sujeito consumidor. Circunstâncias do crime. O q levou alguns autores à concepção de 1 padrão psicopatológico. Compromisso neurobiológico frequ. O processa/o das contraordenações e a aplicação das respectivas sanções competem a 1 comissão designada “comissão para a dissuasão da toxicodependência” (nº1 do art. é ordenada a realização urgente de perícia adequada à determinação do seu estado. 160.Art. pelo MP da comarca da sua residência. nesse sentido.71º (Diagnóstico e quantificação de subst): Concretizando essa perícia. Decreto-Lei nº15/93 de 22 de Janeiro Art. Decreto-Lei nº15/93 de 22 de Janeiro Art. Nesta medida. no decurso do inquérito ou da instrução. O seu estado no momento da realização da perícia.º (Perícia sobre a Personalidade): 1-Para efeitos da avaliação da personalidade e da perigosidade do arguido pode haver lugar a perícia sobre as suas características psíquicas independentes de causas patológicas. sem q por isso possa ser censurado. haja notícia de que o arguido era toxicodependente à data dos factos q lhe são imputados. A análise de sub-factores permitiu ainda afirmar q os sujeitos dependentes apresentam 1 correlação + c/ traços de ansiedade. q não se confinam aos territórios jurídicos. não despenaliza as condutas a consumir. Portaria nº 94/96 de 26 de Março: Procedimentos de diagnóstico e exames perícias para efeitos do exame previsto no art. a institutos de criminologia ou outros institutos especializados….Capítulo IV – Consumo e Tratamento .43º (Exame médico a consumidores habituais): Este exame não está dependente da prática de qq crime ou contraordenação previstos nas leis da “droga” ou sequer 1 crime conexo com essa actividade. Critérios de Imputabilidade: Nas circunstâncias do acto praticado. não pode ser focalizada. Coercivo ou Punitivo – em q o consumo e o tráfico de subst ilícitas constantes de 1 lista são considerados crimes e punidos em conformidade. sendo q a quantidade da subst tem q se reportar à prevista no mapa a que se refere o art. Existência de comorbilidade psiquiátrica /médica. no momento da prática do facto. A droga no q tange ao seu consumo e actos conexos. impulsividade. foi investigada a correlação droga. de modo privilegiado. adquirir e deter para consumo estupefacientes e subst psicotrópicas mas antes mantém-nas proibidas como ilícito de mera ordenação social. verifica-se que é nos heroinómanos em q a incidência de psicopatia é < e episódica. Presença de pervesidade. enquanto parecem não evidenciar serem conscienciosos. 2. Inimputabilidade. abertura.Art. Decreto – Lei nº15/93 de 22 de Janeiro .5º ) que estava sediada no Governo Civil do distrito. há características e traços q são consistentes no eixo temporal e contextual q levam a admitir haver aspectos referentes à personalidade q são comuns aos sujeitos dependentes de drogas de abuso. em q todos teriam em comum a perda de autocontrolo. É inimputável quem. º do Dec.43º do Dec. 1x q se está perante 1 fenómeno q. no momento da prática do facto.2º.Capítulo VI – Da Prova Pericial . Reconheci/o da natureza e qualidades do acto mas ausência do conheci/o do erro praticado. Existência de impulsividade. Consciência da ilicitude do acto. por força de anomalia psíquica. 20º CP: São contemplados os casos de intoxicação pelo álcool ou qq outra subst que conduzam o individuo a 1 estado tal que a acção praticada não é livre in actu. mas q na altura do acto estavam parcial/ incapazes de o fazer”. Até à presente data. os procedi/os de diag e os exames perícias têm por finalidade determinar: a) o eventual estado de toxicodependência da pessoa a eles sujeita. descriminaram a personalidade de sujeitos dependentes de acordo c/ o modelo dos 5 factores (modelo de personalidade criado por Costa e McCrae q dispunha os traços de personalidade em 5 factores. Os eventuais reflexos do consumo na capacidade de avaliar a ilicitude dos seus actos ou de se determinar de acordo com a avaliação feita. Modelo Médico – em q o consumo ou o abuso são o resultado de 1 estado doentio 7 .9. Art.ordenamento jurídico. Lei n º 15/93 de 22 de Janeiro. nomeada/ para a decisão sobre a revogação da prisão preventiva. assim como correlações – c/ características como a abertura a novas acções e a abertura a novas ideias.Código Penal – artigos 86º e 88º: Se 1 alcoólico ou pessoa c/ tendência para abusar de bebidas alcoólicas…é punido com 1 pena relativa/ indeterminada sp q os crimes tiverem sido praticados em estado de embriaguez ou estiverem relacionados com o alcoolismo ou com a tendência do agente” As acções praticadas sob efeito de drogas ou sob a necessidade premente de as consumir não são causa de inimputabilidade. Pode ser declarado inimputável quem. bem como sobre o seu grau de socialização.Lei nº 15/93 de 22de Janeiro. Noutro estudo. como crime de consumo ilícito de estupefacientes – art. Qdro Legal para determinação de Imputabilidade . Inimputabilidade em razão de anomalia psíquica . Fora da realidade por “defeito da Razão” Código de Processo Penal . comporta/o criminoso e psicopatia. no «combate» à toxicodependência foram utilizados os seguintes modelos: Modelo Penal. afabilidade (agreableness) e “conscienciosidade” (conscientiousness)).Art. Não pode ser realizado pelos serviços ML. surge como acréscimo de problemas a 1 problemática q já se evidencia. Lei nº45/2004 de 19 de Agosto: Estabelece o regime jurídico da realização das perícias médico-legais e forenses. o perito deve pronunciar-se sobre: A natureza dos produtos consumidos. A perícia pode relevar. Pode dizer-se q “embora se reconheça a existência de 1 ligação entre consumo de subst e comporta/os anti-sociais e criminosos. nos termos do nº1 do art. No nº 4 do art. tiver. realçam q os sujeitos dependentes exibem traços de neuroticismo e de afabilidade. sentido gregário. for incapaz. se deles tiverem necessidade. Estudos. em q os consumos de álcool e estupefacientes aparecem mtas xs associados c/ traços psicopáticos. Portaria nº 94/96 de 26 de Março Problemas Médico-Legais das dependências de subst de Abuso: Imputabilidade vs. Em estado de privação ou de “craving”. Lei nº 30/2000 de 29 de Novembro: A discriminalização que abrange as “drogas” constantes das Tabelas I a IV em anexo ao DL n º 15/93 de 22 de Janeiro. Critérios de Inimputabilidade: Nas circunstâncias do acto praticado verifica-se incapacidade para reconhecer a sua natureza e qualidades criminosas. depressão. extroversão. subjacente aos comporta/os aditivos. Á medida que a Lei se foi permeabilizando ao conhe/o científico. o q convoca abordagens diferenciadas e plurais. 20º do Código Penal: 1. No entanto. Diminuição da Imputabilidade na prática do crime? . Se houver indícios de q 1 pessoa é consumidora habitual de plantas subst ou preparações referidas nas tabelas I a IV. Os resultados. a impulsividade e a incapacidade para inibirem comporta/os anti-sociais. exame médico adequado. a saber: neuroticismo. A abordagem político-legislativa das questões suscitadas pela droga tem privilegiado o consumo e o consumidor enquanto actor social q protagoniza a realidade do fenómeno da toxicodependência desde a aprovação da Estratégia Nacional de Luta contra a Droga. os Ministros da Justiça e da Saúde vieram determinar os procedi/os de diag e exames perícias necessários à caracterização do estado de toxicodependência. a pessoa é capaz de apreciar o carácter permitido ou proibido dos seus actos e de determinar a sua decisão em função das valorizações que fez.art. vulnerabilidade.52º (Perícia médicolegal): 1-logo que. c/ frequência remete para 1 estado patológico caracterizado pela compulsão ao uso. a adquirir ou a deter para consumo estupefacientes ou subst psicotrópicas cuja quantidade não ultrapasse a necessária para o consumo médio individual durante o período de 10 dias. Capacidade de sentir culpa. a severidade punitiva cedeu a x a tentativas de compreensão/explicação dos comporta/os e dos seus actores. Toxicodependência e personalidade: Há evidências q indicam q o conceito de dependência vai além do domínio inter-pessoal. Não é sequer necessário que haja um inquérito. 4.

disposição de objectos. Para avaliações específicas (sintomatologia. sem relação afectiva estável. nestas classificações de drogados ou toxicodependentes. Escala de impulsividade de BARRAT. ao quebrar a relação psico-social c/ a sua dependência e resocializá-lo para 1 novo familiar e laboral. Áreas de avaliação em adultos: Esta área tem como base a avaliação da inteligência e das funções mentais. Os Modelos Mistos ou Integrados – q na base do bom senso penal e do q é interpretado como o interesse da sociedade e do indivíduo. RORSCHACH: psicodiagnóstico de rorschach. Grau de aculturação social. No processo de dependência de drogas. Raciocínio fluido e processa/o simultâneo de informação. a interacção de mecanismos biológicos básicos c/ múltiplos factores sociais. Para avaliação da personalidade: Mini Mult: versão reduzida do MMPI. BSI: inventário de sintomas psicopatológicos. Atenção e capacidade sequencial. falam do q sabem. SMC – escala de queixas de memória. MAST – Michigan Alcholism screening test. Maci: inventário clinico para adolescentes de Milton. Escala de demência . ASI – índice de severidade de adição. q por definição são: unidades especializadas q prestam cuidados a toxicodependentes q necessitam de interna/o prolongado c/ apoio psicoterapêutico e sócio terapêutico. Do ponto de vista das aprendizagens sociais. 8 . MMPI-2: inventário multifásico de personalidade do Minesota 2. > auto-estima. bem como determinados locais e contextos. em ≠s estagios do processo. 3º edição. organização grafo-perceptiva. raciocínio. história prévia de comporta/o anti-social ou outra condição psiquiátrica pré-existente. EMW: escala de memória de W. tanto no uso inicial qto na perpetuação do uso. linguagem. por via da regra. IPE – inventário de práticas educativas. Qq evento q reforça 1 padrão comportamental anterior pode ser considerado 1 reforçador deste comporta/o. tutores e cuidadores. compreensão. TRVB: teste de retenção visual de Benton. Audit – prova de auto-conhecimento. versão reduzida. A disponibilidade da droga. alerta. organização espacial. c/ envolvi/o de familiar e/ou. A sub escala de Realização é composta por 7 Sub testes: Comple/o de gravuras. PTSD – perturbação de stresse pós-traumático. ≠s factores podem ser + ou . Escalas relativas ao bem-estar da criança em relação ao exercício das responsabilidades parentais.imp. de 1 avaliação psicológica c/ vista à necessária “quantificação” dessas perturbações e 1 + correcta e ajustada apreciação de 1 eventual défice dessas capacidades. Auto – questionário marital. Avaliação breve de estado mental. pensamento. culturais e políticos influenciam o comporta/o de uso de drogas. mas factores relacionados à personalidade e biologia. Raciocínio não-verbal e pensa/o analítico. CSDD – escala cornell para a depressão na demência. Testes de personalidade. As drogas são ≠s e as pessoas tb. RZM – teste de frustração de rosenzweig. Atenção dividida e controlada. A escala de inteligência de Wechsler: proporciona-nos 1 informação + completa do funciona/o intelectual do individuo. EMW: escala de memória de Wechsler. EMBU – pais. Porém. Retenção de memória auditiva imediata e de memória de trabalho. sociais e ambientais tb influenciam a continuação do uso e as txs de recaídas entre aqueles q buscam trata/o. PCL-YV: Checklist de psicopatia revista. nada parece ter influenciado de modo apreciável a maré da dependência q foi mostrando períodos de fluxo e refluxo aparente/ indiferente aos esforços q os governos do + variado cariz político contra ela desencadearam. Organização perceptiva. embora em termos estatísticos não parecesse bem fundada. ECSV: escala de crenças sobre a violação. combinam as 2 perspectivas anteriores. pessoas e comporta/os associados c/ o uso de psicoestimulantes. Entrevista de Zerit de sobrecarga do cuidador. memória imediata.(busca de droga para evitação do desprazer). especial/ nos casos em q o uso da droga resulta em status e aprovação dos amigos. há vários possíveis modos de acção pelos quais os psico estimulantes podem reforçar o comporta/o de busca e consumo.pesquisa de símbolos. BG: teste Guestálicovisomotor. Para avaliação de sintomatologia: SCL-90-R: escala de avaliação de sintomas 90. energia e bem-estar) qto c/ os gatilhos q evocam estados aversivos (tais como a depressão e ansiedade) ou evocam a abstinência e seus efeitos desprazerosos. Grau de socialização. mtos têm esta «deficiência» do saber. Para se proceder a esta avaliação são necessários: Testes de nível intelectual. Memória remota. sp se manteve 1 esperança suspensa nas comunidades terapêuticas. capacidade de distinguir o essencial. A fissura (craving) pela cocaína e outros psico estimulantes está associada tanto c/ sinalizadores (gatilhos) q evocam recordações do reforço + (euforia. matrizes. Embora as acções de determinada droga sejam críticas para o processo. WAIS-III: Avaliação do desenvolvi/o cognitivo dos 16 aos 90 anos. PARI – questionário de estilos parentais. compreende diversos momentos de entre os quais a entrevista psicológica é fundamental. algumas situações sociais podem exercer efeito reforçador. PCL-SV: checklist de psicopatia revista. Eventual/ o equipamento necessário para o uso (p. composição de objectos. Questionário das funções psicossociais do consumo de álcool. As vulnerabilidades individuais para o uso e potencial dependência incluem os seguintes: adolescentes ou adultos jovens. informação. além de crenças acerca dos efeitos das drogas. Traços de personalidade caracterizados por comporta/os de busca de novidade e busca de sensações parecem estar relacionados c/ uso de múltiplas drogas. FCR: figura complexa de rey. Contudo. SVR-20: avaliação de risco de violência sexual. Factores biológicos. Atenção e concentração. ARASA: avaliação de risco de agressores sexuais adolescentes. FAT – familya perception test. A modelação parental e social exerce imp efeito reforçador. ECVC – escala de crenças sobre a violência conjugal. Os + poderosos são o reforço + (busca de droga para obtenção de prazer) e o reforço . Definição de inteligência: “ É a capacidade global ou agregada do individuo actuar c/ 1 finalidade de pensar racional/ e de lidar eficaz/ c/ o seu meu ambiente. memória de dígitos. Testes de processos cognitivos (avaliação de perturbações de percepção. diagnóstico. cubos. bender. EPQ: inventário de personalidade de Eysenck. TAT: teste de apercepção temática. Para avaliação da demência: GDS – escala de deterioração global. podendo levar a 1 perda de flexibilidade de uso de determinada droga.A: inventário multifásico de personalidade do Minesota para adolescentes. Planificação e organização perceptiva. Fornece informação sobre: Atenção. provavel/ são + imp em relação ao modo como os efeitos de determinada droga são percebidos. MPR: matrizes progressivas de raven. a sua aceitação social e pressões de pares podem ser os principais determinantes da experimentação inicial.. aritmética. Cage – questionário de alcoolismo. etc). concentração. capacidade viso-construtiva. seringas. atenção. Wais-III: escala de inteligência de Wechslerpara adultos 3º edição . A escala de inteligência integra 2s grupos distintos de subtestes: o grupo verbal e o grupo de realização. coordenação viso motora. ADAS – escava de avaliação da doença de Alzheimer. J-soap-II: avaliação do risco em agressores sexuais adolescentes. Independente/ dos efeitos farmacológicos. temos de reconhecer q entre eles encontramos pessoas que não sabem falar do q sentem. capacidade de categorização e de conceptualização. Para a avaliação cognitiva: Wais-R: Escala de inteligência de Wechslerpr adultos revista. podem tornar-se reforçadores secundários. versão adolescentes. Além disso.” A sub escala verbal é composta por 7 sub testes: vocabulário. IEP – inventário de estilos parentais materno e paterno. MCMI III: inventário clinico multiaxial de Milton III.etc): PCL-R: checklist de psicopatia revista. A avaliação clinica permite 1 categorização genérica das funções ou capacidades afectadas não podendo todavia prescindir. LP: labirintos de Porteus. IADL – escala de actividades instrumentais de vida diária. risco. sequência de letras e números. Raciocínio lógico-abstracto. CUIDA – questionário para a avaliação de candidatos à adopção.e. Fornece informação sobre: Compreensão das palavras e sua definição. FBI – inventário de comportamento frontal. mas sabem pouco. E é nesta fase q reconhecemos o papel das comunidades terapêuticas. Para avaliação da dinâmica familiar: PSI – índice de stresse parental. Screening: bateria neuropsicologica. mesmo nos períodos do + negro insucesso. NPI – inventário neuropsiquiátrico. memória. MMPI. código. AVALIAÇÃO PSICOLOGICA INSTRUMENTAL EM CONTEXTO FORENSE Avaliação em psicologia forense: A avaliação constitui 1 processo complexo. mesmo não querendo tratá-los em massa. SWLS – escala de satisfação com a vida. do sexo masculino. DAD – avaliação de incapacidade funcional na demência. isqueiro) e indicadores da disponibilidade da subst. não se presume q todas as pessoas que se tornam dependentes da mesma droga sintam os seus efeitos da mesma maneira ou sejam motivados pelo mesmo conjunto de factores. de amigos no uso de drogas. ECPF – escala de crenças sobre a punição física.do agente consumidor e nesta base são enviados a trata/o os consumidores e os pequenos traficantes q realizam essa operação apenas para sustentar o consumo próprio. Mas nestas fronteiras da realidade e da ilusão. Entre outras «deficiências». CDR – avaliação clinica da demência. edição revista. TP: Toulouse. HCR-20: avaliação de risco de violência (versão 2). GDS – escala de depressão geriátrica. c/ o objectivo de promover o seu trata/o e a sua resocialização.

e perturbações psicoticas. sentimentos de inutilidade e incapacidade. não apresentando estas. Fidelidade: Traduz a consistência dos resultados obtidos por 1 sujeito qdo testado nova/ c/ o mesmo teste ou c/ outro equivalente. pensa/o obsessivo. defices no controlo dos impulsos. insegurança.inclui as esclas esquizoide. fidelidade. 2 – depressão (D)3 mede o sintoma clinico depressivo. Haverá indício de deterioração orgânica? Na detecção da lesão cerebral orgânica são utilizados sobretudo testes de organização perceptiva e estrutural como por ex: Retenção visual de Benton. Constituido por 175 itens distribuidos por 24 escalas clinicas e 4 indices de validação. Wais-III. depressão. Esta situação verifica-se no caso de: o sujeito ter falsificado as respostas num sentido desfavoravel. bx tolerancia a frustação e explosoes agressivas. q são interpretadas atraves de perfis ou codigos que podem ser utilizados em concordancia na interpretação ou isolada/. Posterior/ à avaliação da validade do perfil incidir-se-á sobre as escalas clinicas. Estas escalas distribuem-se da seguinte forma: a) escalas clinicas de personalidade . em que exige ao examinando q compreenda a relação existente entre ≠s elementos geométricos. É constituído por 5 séries (a. Factores que interferem com a avaliação em contexto forense: Ansiedade situacional. O que é um teste psicológico? É 1 medida objectiva e padronizada de 1 amostra de comporta/o. inquietude. ou mesmo simulação. Ma – a triade psicotica. MMPI 2. não ter compreendido as questoes. Millon III – Inventario Clinico Multiaxial de Millon III. podendo a hipocondria pertencer a 1 qdro patologico + geral. ou apenas c/ base nestes tendo os codigos como objectivo condensar a informação. esquizofrenia e hipomania. ansiedade. medos. validade. O perfil psicotico acontece qdo esta presente 1 elevação das escalas Pa.qual a eficiência e o funcionamento intelectual? Testes aplicáveis: escalas de Wechsler. tendendo este a tentar transmitir a imagem de “normalidade”. podem envolver formas extremas de agressão. a alienação significativa das relações afectivas. 4 – desvio psicopatico (Pd) mede a tendencia q o sujeito apresenta para manifestar caracteristicas psicopaticas. Standarização/padronização: constância do material. O perfil psicopatico pode ser dado por 1 elevação isolada da escala Pd e possivel elevação de Ma ou até elevação conjunta das escalas Pd. compulsões. pensa/o confuso. sociais e intelectuais com o mundo externo que podem determinar 1 comportamento bizarro manifesto.escala de validade/falsidade (F): permite controlar a verdade do teste. dificuldades sexuais e sensações peculiares. tendendo a optar sp pela resposta que o favorece + do ponto de vista social. 1 determinado resultado seja reconhecido como medida de inteligência). por ex. TAT. ter dado respostas ao acaso. senti/o de perseguição.histeria (Hy) mede a presença de sintomas histericos de conversão. instabilidade emocional. das regras de aplicação e das regras de interpretação.acentuada de 1 conjunto de funções intelectuais. dependente. A considerar: inexistência de estudos no nosso país. Eventuais ganhos secundários. fins periciais. ausencia de interesses profundos. Para alem destes perfis a interpretação da prova tb pode ser efectuada c/ base em codigos. os stalkers são. Características: Standarização. imputáveis. necessidade de trata/o psiquiátrico/psicológico. Em suma esta prova permite identificar trações de personalidade + realçados no sujeito baseando-se em escalas de validade e escalas clinicas. podendo a sintomatologia depressiva estar associada a outras perturbações. 1 – hipocondria (Hs) mede as sensações cinestesicas normias q no entanto são sentidas de forma exagerada e desagradavel pelo individuo. assim como traços de caracter histerico. 5 – paranoia (Pa) mede em simultaneo as perturbações caracteriais onde a paranoia é caracterizada por 1 psicorigidez. Remete para ideias e comprota/os estranhos. não figurativos. Mini-Mult: surgiu em 1968. È 1 instru/o psicometrico q pretende proceder à avaliação dos principais elementos da personalidade atraves de 8 escalas q representam traços de personalidade e ainda á detecção de psicopatologia aquando da sua existencia. percebendo a sua atitude perante a prova.wais III. 3. histeria. verificando-se 1 dificuldade crescente de prancha por prancha. Constituido por 71 itens. paranoia. preocupações e sintomas relacionados c/ a saude corporal. Estas últimas exigem o estabeleci/o de normas que permitem atribuir significado a 1 resultado obtido. Pode revelar imaturidade. negação desses problemas e canalização dos conflitos para a via somatica. suspeição e bizarrias. Remete para queixas e sintomas somaticos. Remete para sintomas depressivos (melancolia. obsessoes. o que é? Padrão de comporta/o intrusivo. b. Remete para o padrao de comporta/o anti-social. psicopatia. desconfiança e hipervigilancia. atraves de Kincannos. Se o resultado for elevado: revela 1 atitude defensiva por parte do sujeito. q gera 1 senti/o real de medo por parte da pessoa alvo. separação precoce da mãe. histrionica. fornecendo dados acerca da personalidade do individuo atraves de nºs que correspondem às 2 ou 3 escalas + salientes do perfil. tidas como. 4. agressiva. Se o resultado for bx revela autocrítica. matrizes progressivas de raven. dificuldade no controlo dos impulsos e das emoções. Expectativa face às repercussões dos resultados.é solicitada pelo próprio ou pelo seu terapeuta.Haverá deterioração mnésica? O que é? A deterioração mnésica é a perda precoce + ou . bx autoconfiança. etc. fobias. 9 . É 1 versão reduzida do Inventario Multifasico e Personalidade de Minnesoita (MMPI) de Hathaway e Mckinley surgido em 1951. atitude de reserva. insatisfação. problemas na infância. auto-desvalorização. euforia. compulsiva. alienação social e familiar. As escalas de validade são: 1. inteligência média ou superior. Relaciona-se c/ a auto-agressão.acentuada de eficiência mnésica.1. As escalas de validade pretendem avaliar a competencia do sujeito para responder às perguntas. 6 – psicastenia mede algumas perturbações psicologicas como a fadiga fisica e intelectual. falta de confiança. por ex. Remete para ideias de referencia.escala de correcção (K): o resultado desta escala é essencial/ utilizado como factor de correcção para q melhor se possa discriminar as escalas clinicas. anti-social. entre outros. A determinação faz-se. É 1 instrumento objectivo de avaliação da personalidade. Millon III. antecedentes criminais e/ou psiquiátricos. Testes para uma avaliação em psicologia forense . STALKING. através da escala de memória de Wechsler. dificuldade em aprender com os erros. A chamada deterioração mental é a perda de eficiência precoce e + ou . evitativa. impulsividade e instabilidade do humor. imaturidade. apatia. d.Testes das matrizes progressivas de RAVEN ou PM38 . D. 3 . O mito e a realidade: Avaliação psicológica em contexto clinico e em contexto forense . Mesmo existindo notas elvadas o resultado não é unívoco. permitindo ainda interpretar a eventual existencia de distorções e defensividade. Hy). ou mesmo ter 1 anomalia mental grave. TESTES PARA UMA AVALIAÇÃO EM PSICOLOGIA FORENSE Testes + utilizados para a avaliação da personalidade: Mini-Mult. frequente/ associados a violência doméstica. incapacidade de concentração. (Pt)7 – esquizofrenia (Sc) mede sintoms caracteristicos da esquizofrenia. indecisoes. Remete para queixas. desconfiança. Remete para estados hipomaniacos. Validade: grau de garantia em q 1 teste mede o que efectiva/ pretende medir (há vários critérios para a validação de 1 prova. lentificação motora. 2. onde se podem verificar delirios paranoides. fins terapêuticos. casa dos 30. Rorschach. 2. o + das xs. constando nestas geral/ 1 de 3 tipos de perfis básicos: neurótico. O perfil neurotico esta presente qdo a elevação recai sobre as 3 primeiras escalas – a triade neurotica (Hs. 3. 8 – hipomania (Ma) mede a hiperactividade do pensa/o e da acção. Figura complexa de Rey. Os sujeitos têm 1 longa historia de exageros nas dores e há 1 procura de compaixão. Haverá deterioração mental? O que é? A partir de certa idade há uma deterioração fisiológica normal e progressiva que afecta designada/ certas funções intelectuais. egocentrismo. A estrutura da prova é constituida por 3 escalas de validade e ainda 8 escalas clinicas. revestindo a forma de assédio e perseguição de tonalidade ameaçadora explicita ou implícita. Em contexto forense – Solicitado pelas entidades oficiais. estas não serão validadas. As escalas clinicas por outro lado pretendem avaliar os traços de personalidade + salientes. fuga de ideias. distorções da realidade. depressiva. c. A escala não tem valor diag. As escalas clinicas são: hipocondria. psicotico e psicopático. sendo esta validação indispensável para q.teste de raciocínio lógico-abstracto ou teste de factor g. necessidade de melhor adequação da legislação penal. e) com 12 pranchas cada 1. Retrato robot: solteiro ou divorciado. casos habitual/ delicados. Pa e Ma. irritabilidade. egocentrismo. Como se avalia a deterioração mental? Screening neuropsicológico para a deterioração/ Wais-III. motivação para mudar e presença consciente da problematica pessoal. psicastenia. Sc. relação especifica c/ nenhuma estrutura. Se o resultao foi + elevado do que as escalas clinicas.escala de mentira (L): o resultado permite apresiar em que medida o sujeito se esforça por falsificar os resultados. > grau de cooperação do sujeito. narcisica. Remete para fobias. para q se possa concluir correcta/ 1 sequencia inacabada. etc. delirios persecutorios e de grandeza. pessimismo.Em contexto clinico .

Classificação Estatística Internacional de Doenças e Perturbações de Saúde Relacionadas (CID-10. Traumatismo psíquico isolado sem lesão física associado a consequências de tipo exclusiva/ psíquico. auto-destrutiva.). perturbações persistentes do humor. Perturbações mnésicas. aprender. Tipos de acontecimentos traumáticos . mas em função da avaliação. cuja intensidade e consequências podem ser avaliadas tendo em conta o terreno psicológico. perturbação depressiva. Síndromo pós-comocional (?). feito prisioneiro de guerra. certa e exclusiva com o evento traumático em causa. 16 para a mulher e 15 para o homem. entrar em relação c/ o outro. As perturbações da adaptação (neurose pós-traumática. afectividade. organização psicotica. Continuidade evolutiva ou encadea/o clínico. Agressão sexual. envolvendo consequências de tipo orgânico associados ou não a consequências de tipo psíquico resultantes de lesão cerebral. trata/os e medica/os prescritos. conhecer. Referências nosográficas: Classificação das perturbações num qdro nosológico preciso. c/ especial incidência nos seguintes parâmetros: Estudo exaustivo da biografia do sujeito. 6. TAT – é composto por 20 pranchas. psiquiatria. a actividade mental mobiliza simultanea/ diversas áreas. 1 descompensação temporária compreensível na evolução da sua perturbação mental a justificar trata/o até à sua remissão (regresso ao estado anterior). estado-limite e paranóide. angustia. Circunstâncias do dano psíquico .). no entanto.Traumatismo físico c/ TCE confirmado. Agressão criminosa. associada ou não a qq tipo de lesão física. Dificuldades particulares: Incerteza relativa/ à etiologia de certas perturbações mentais. Realidade e intensidade do traumatismo (não).Problemas diários de “resolução automática” têm efeitos benignos. Não existe evidência científica q 1 traumatismo físico possa estar na génese de 1 esquizofrenia (a sua etiologia é multifactorial) ou de 1 psicose maníaco-depressiva (associada a perturbações genéticas e biológicas). Tipo de intervenções médico-cirúrgicas (neurocirurgia. em função das circunstâncias e da vivência do traumatismo físico. Avaliação pericial das perturbações mentais . 3. Tipo e duração dos cuidados médicos (interna/o hospitalar. Estabelecimento do nexo de causalidade (critérios gerais. até se resolver o problema. Situações pontuais indutoras de stresse crónico provocam desgaste psicológico q se prolonga no tempo. associada ou não a perturbações psicotraumáticas em função das circunstâncias e da vivência do traumatismo físico. Testemunhar ou tomar conheci/o de aconteci/os traumáticos. Perturbações cognitivas associadas a uma alt da personalidade (síndromo frontal). Nexo de causalidade em psiquiatria . Abuso sexual infantil. Direito do Trabalho (reparação do dano q implique perda da capacidade de ganho). traços depressivos. com relevância para o encadeamento anátomo-clínico e o período que decorreu entre o traumatismo e as primeiras manifestações psicopatológicas). etc. Possíveis consequências psíquicas de traumatismos físicos . Identificação ou demonstração de 1 estado anterior. Critérios gerais parcial/ sobreponíveis aos utilizados para averiguar a eventual relação entre 1 cancro e 1 traumatismo (7 critérios propostos por Muller e Cordonnier.negativista. para outros. imaturidade. Perturbações neurocognitivas ligeiras. permitindo comunicar. caracteristicas afectivas e emocionais. Teste de Rorschach – mobiliza o conjunto do sujeito.Estabelecido com base em dados etiopatogénicos. etc. mas a expressão de 3 tipos de actividade intelectual a níveis diversos –abstracção. 1992). Avaliação dos défices cognitivos pós-traumáticos: O cérebro é o órgão + complexo e imp do sistema nervoso. a inteligência não seria 1 função distinta. Manif clínicas destes qdros psicopatológicos não justificam a fixação de 1 IPP de natureza psiquiátrica em relação directa. etc. imagem de si. Evolução clínica.Acidentes graves.). Perturbações mentais encontradas na sequência de traumatismos .Série das perturbações neuropsicológicas dos traumatismos cranianos. Série das perturbações ansiosas e série das perturbações da adaptação.Direito Penal( tipificação do crime e graduação da pena). responder. na sequência de um traumatismo físico ou emocional. Traumatismo físico sem TCE.1925): 1. DSM-IV-TR. c/ tendência a prolongarem-se no tempo. Crenças e valores relacionados c/ objectivos. num indivíduo com antecedentes psicóticos. Certeza do diag actual. As funções neuropsicológicas são de importância primordial. exames complementares de diag. Ainda q certas áreas do cérebro pareçam especializadas em processos mentais específicos. com vista a conhecer: A natureza do traumatismo e das lesões sofridas. ambulatório. torturado ou obrigado a deslocação forçada devido a condições de guerra. que incluem: A perturbação de stresse agudo e a perturbação de stresse pós-traumático. q inclui: Demências pós-traumáticas (?).Estão ligadas a: Aspectos genéticos.Lesão cerebral envolvendo perturbações neurológicas.O julga/o de gravidade extrema é feito. reabilitação. Ausência de anterioridade e integridade prévia da região traumatizada. perturbação somatoforme. neuropsicológicas (perturbações das funções cognitivas) e psico-orgânicas (reacções psicoafectivas ligadas à lesão cerebral). d) escalas de sindromes graves – inclui as escalas de perturbações do pensamento.Estudo exaustivo de todos os documentos médicos (processos e relatórios clínicos. Psicoses e traumatismo . Traumatismo indirecto q resulta de 1 aconteci/o no qual o sujeito não se encontra directa/ implicado (dano por ricochete). 5. etc.). outras especialidades. o da integração e o da execução. Contextos de avaliaçãodo dano psíquico . Exposição a situações de combate no decurso da vida militar.inclui as escalas perturbação da ansiedade. Estado anterior e personalidade de base. Pode. enquadra/o em qdros psicopatologicos. Manual de Estatística e Diagnóstico das Perturbações Mentais (Associação Americana de Psiquiatria. medicina interna. Aconteci/os traumáticos provocam efeitos graves. traços ansiosos. recordar. dependencia do alcool. Direito Civil (reparação personalizada e integral do dano). relação c/ o outro.Avaliação clínica. segundo critérios internacional/ reconhecidos. perturbação bipolar. mesmo depois da causa original ter desaparecido. ocorrer. Características da personalidade. depressão major e perturbações delirantes. Transtornos psiquiátricos e dças físicas prévias. significado e impacto q determina na pessoa. Observação Apresentação (cuidada/descuidada. Consequências de acontecimentos de vida . não em função do tipo de aconteci/o em si. construção de modelos e resolução de problemas. Abuso físico ou negligência grave na infância. 10 . dependencia de subst e perturbação de stress pos-traumatico. Quociente de inteligência. b) escalas de patologia grave da personalidade – inclui as escalas esquizotípica.). Situações pontuais indutoras de stresse provocam desgaste psicológico delimitado. Vulnerabilidades pessoais . 7.O cérebro funciona de 1 forma global. etc. Aconteci/os +s e . Lesões de qq outra parte do corpo c/ a vivência particular de alt da imagem corporal e de eventual incapacidade física sequelar. Pode-se concluir a partir do RCH ou TAT que se trata de: organização neurotica. sem qq lesão física . Aspectos gerais da avaliaçãodo dano psíquico . OMS. crenças e valores. psicoterapia. Perturbações psicotraumáticas isoladas.Não raras xs é invocado. borderline. AVALIAÇÃO DO DANO PSIQUICO Traumatismo psíquico – Conceito: Aconteci/o q irrompe na vida do sujeito de forma traumática. Não existe consenso sobre o conceito de“inteligência”: para uns.q se podem ter reflectido na personalidade. operando 3 processos fundamentais: o da percepção. etc. Acontecimentos traumático e pessoa . Este pormenor leva a compreender pq há seres humanos q podem sentir certos aconteci/os como traumáticos embora não correspondam verdadeira/ ao q se costuma designar por trauma. Verosimilhança do diag etiológico. tratar-se-ia de função cognitiva geral. Desastres naturais. c) escalas de sindromes clinicos . até a situação ficar resolvida. Ser raptado.etc. nomeada/ psicofármacos. envolvendo consequências de tipo orgânico associadas a consequências de tipo psíquico resultantes das circunstâncias do traumatismo físico e/ou da repercussão das lesões corporais. permitindo avaliar: aspectos das funções cognitivas.Nesta situação pode confundir-se em parte c/ o prejuízo moral e o papel do perito psiquiatra consiste em analisar os elementos psicopatológicos distinguindo-os dos problemas existenciais. 2000). o desenvolvi/o de 1 pe rturbação mental processual de natureza psicótica. Pede-se ao sujeito que conte 1 historia. 4. capacidade de auto-controlo e agressividade. habitual/ súbita e inesperada. social e cultural onde se manifesta. Outros (CGA. 2. agressividade contida ou explosiva. Período de tempo decorrido entre o evento traumático e o aparecimento das perturbações. Concordância de localização entre as sequelas e a região traumatizada (não).

S. São provas padronizadas: 1-Avaliação de nível intelectual:Teste WAIS-R ou Matrizes Progressivas de Raven.Parâmetros de avaliação: sequelas lesionais. instável.) não são independentes.Avaliação dos défices neuropsicológicos . 4-Avaliação da atenção. juízo crítico. indemnização ou isenção de certas obrigações).P. Ressonância afectiva (empatia.I. Exames complementaresde diagnóstico: Análises clínicas. (quociente intelectual) pelo de Q. elevado. construção sintáctica).Manif psíquicas. Dissimulação: Ocultar ou minimizar os sintomas c/ a finalidade de obter benefícios ou evitar certas consequências (p. perturbação factícia e dissimulação – Simulação: Produção intencional de sintomas ou o seu exagero grosseiro c/ o propósito de obter benefícios (p. ex. embotada.P. Nível intelectual (normal. Com moderada repercussão . Figura Complexa de Rey. desde q estabelecido 1 nexo de causalidade c/ o aconteci/o traumático. Gaudêncio e L. Sisson (1987): Traduzida para português por F. vocabulário. patrimoniaise extrapatrimoniais . Perturbações mentais decorrentes de lesão cerebral orgânica e outras perturbações mentais . Parâmetros de avaliação do dano psíquico. Estado psíquico permanente doloroso caracterizado por perturbações persistentes do humor (> 2 anos). agilidade/embotamento intelectual). Ducarne de Ribaucourt. > q a soma das partes).11 a 15 “. A sua valorização pericial só deve ter lugar após. Primado da avaliação clínica. orientação). Contacto (dócil. reticente. C/ grave repercussão . Ter presente.16 a 25 pontos.. as competências relacionais e o coping. pelo . Actual/ fala-se de inteligência emocional. Com ligeira repercussão . MiniMult. sintomas de hiperactivação fisiológica e alt do padrão de comporta/o. o Teste de Luria). desenhando-se.4 a 10 “. Perdigão (1993). sociabilidade e consciência do seu próprio valor. A inteligência não é definida pelo Q. 8-Avaliação global dos défices neuropsicológicos: Bateria de Testes Neuropsicológicos de Halstead. baseado numa entrevista psiquiátrica semi-estruturada. Nível de conhecimentos gerais (bom. 5-Avaliação da praxia. lesão ou disfunção cerebral: Perturbação orgânica da personalidade. eufórico. C/ ligeira repercussão . de 1 evento traumático q excede os mecanismos de defesa do indivíduo.P). ex. neutro. 1997 . Potenciais evocados.E. A avaliação ML do dano psíquico não se deve quedar pela mera determinação das competências técnicas e conceptuais. Estudo da personalidade: 1 . frouxa.A. por si sós. Quantum doloris. Raciocínio (encadea/o. 2-Avaliação da memória:Escala de Memória de Wechsler. RMN. Humor (estável. Outras perturbações mentais: Outras perturbações psíquicas não especificadas. TNI por Acidentes de Trabalho ou Doenças Profissionais (Anexo I do Decreto-Lei nº 352/2007. Além disso. Vieira e A. Martins. depressivo. Antunes. Memória (normal. Testes das funções psicológicas . como. Perturbações mentais decorrentes de lesão cerebral orgânica. 6-Avaliação perceptiva (para estes 3 últimos.Perturbações mentais decorrentes de lesão cerebral orgânica. verbais. Perturbações persistentes do humor . mudança de trabalho). ilógico c/ produção delirante. Capacidade geral de autocrítica (conservada. Teste de Apercepção Temática de Murray (TAT). não contemplam a totalidade das aptidões intelectuais. Simulação.). Avaliação diagnóstica e prognóstica (DPA). Exame do estado actual (PSE). em consonância. colaborante. ex. obnubilação. de 23 de Outubro) Capítulo I –B) Psiquiatria (de acordo com as classificações da CID-10 e do DSM-IV): Perturbações persistentes do humor. K. reexperiência penosa do aconteci/o traumático. hipomnésia. em contexto litigioso. Levin. O Q.Incapacidade temporária (total ou parcial). fluxo ideativo. sofrível. Juízo (grau de crítica. ausente). C/ grave repercussão .N. Overall e R. Inventário de Avaliação do Dano Corporal.M. médio. Adaptada à avaliação médico-legal do dano por I. qdo independente de processo psicopatológico (artº 160 C. confusão. Avaliação dos défices cognitivos pós-traumáticos . não existe qq medida objectiva do nível de funciona/o cognitivo anterior ao traumatismo. prejuízo profissional ou prejuízo juvenil. 1 tendência para substituir a avaliação do Q. (quociente emocional). TAC crânio-encefálica e tomografia computorizada de emissão de fotão único. estados fóbicos. q os seus resultados reflectem. Remissão para o artigo 3 (perturbações cognitivas) do sub-capítulo “Neurologia”. J. a qual inclui 5 instrumentos: História psiquiátrica e descrição sócio-demográfica. estados obsessivos. espaciais. neologismos. mutismo). mediadas pela ansiedade e provocadas pela ocorrência.16 a 25 pontos. indiferença. adequação.Baterias de testes psicológicos e neuropsicológicos. Testes das funções psicológicas. qdros psicóticos. o qual representaria 1 melhor indicador do comporta/o das pessoas em diversas situações. em regra. Tabela de avaliação de incapacidades permanentes em direito civil (Anexo II do Decreto-Lei nº 352/2007. combinação subtil de auto-controlo. como as suas capacidades criativas e o seu conheci/o do meio natural e social. reduzido). 1989). Questionário de Personalidade de Catell. pobre). Síndrome pós-concussional. Albuquerque (1993/94). e não pode ser c/ ele confundida. etc. F. as medidas específicas dos testes (capacidade verbal. O factor de stresse deve ser intenso e/ou prolongado. amnésia). de Teresa Magalhães. Perturbação de stresse pós-traumático. maniforme). súbita e imprevisível.Avaliação dos aspectos motores.4 a 10 “. Estudo radiológico do crânio (vários planos e incidências). W.16 a 25 pontos. admitindo-se. 2 .Subsequentes a “lesões físicas pós-traumáticas geradoras de sequelas graves e necessitando de trata/o complexo e de longa duração”. 1 qualidade complexa. 3-Avaliação da linguagem (estudo das afasias):Teste de Head e Teste de B. abstracção. Índice de Cornell. mas os seus efeitos devem ser avaliados de 1 forma integrada e compreensiva (o todo é. 7-Deterioração mental orgânica:Testes de retenção visual (Teste de Benton. C/ moderada repercussão . todavia. As emoções são indissociáveis da razão–“A percepção das emoções exerce 1 influência imp na capacidade de discerni/o.P.P. sobretudo. incontinência). estados fóbicos e obsessivos). as orientações teóricas de quem os concebeu e de quem os aplica. Perturbação factícia e patomimia: Produção de sintomas visando desempenhar o papel de doente (único benefício aparente). Escala Neurocomportamental (Neurobehavioral RatingScale –NRS)de H. frieza. Perturbação de stresse pós-traumático. interferência de fenómenos alucinatórios). prejuízo sexual. Perturbação de stresse pós-traumático . O tipo de défice cognitivo está relacionado c/ a zona cerebral lesada. adequado/desadequado). é 1 medida de performances intelectuais q. A sintomatologia inclui condutas de evita/o (de situações ou pensa/os q evoquem o trauma). Dano estético.As limitações dos testes psicométricos . A. c/ repercussão a nível do funciona/o social. Nível de consciência (lucidez. variável.4 a 10 “. hipermnésia.I. indiferente. Outras perturbações mentais (p. sem ignorar a utilidade e as limitações dos testes psicométricos. Bender. Goethe. Tipo de linguagem (articulação. Prejuízo de afirmação pessoal (PAP). Questionário de Personalidade de Eysenck (EPI). D. C/ ligeira repercussão . negativismo). de 23 de Outubro) . p. devendo ter em conta.11 a 15 “. Os sistemas neuronais q alimentam a 1ª encontram-se combinados c/ aqueles q subjazem à 2ª”. ↓.Questionários: Inventário Multifásico da Personalidade de Minnesota (MMPI). Escala para avaliação de 1 incapacidade (DAS).2 anos de evolução.Técnicas projectivas: Teste Psicodiagnóstico de Rorschach. Capacidade de abstracção (grau de dificuldade na formulação de conceitos). para efeitos do artº20 C. Incapacidade permanente parcial (IPP). a possibilidade de simulação. deliróide). Rorschach). não traduzindo certos aspectos da inteligência dos examinados.E. 11 . Pensa/o (lógico. orientação espacio-temporal. Discurso (espontaneidade. utiliza-se. Perturbações da personalidade e do comportamento devidas a doença. ex. Martins. Escala de cotação dos indivíduos c/ perturbações mentais (PIRS).adequação/extravagância do vestuário). Probabilidade de repetição de factos típicos semelhantes ou seja a perigosidade.Os testes são úteis para medir as performances individuais em determinadas condições. C/ moderada repercussão . oposição. funcionais e situacionais.I. Instrumentos de avaliação complementar do dano psíquico .11 a 15 “. A PSIQUIATRIA E A PSICOLOGIA NA AVALIAÇÃO PERICIAL EM SEXOLOGIA FORENSE Apesar de não específicas. High. Escala OMS para a Avaliação de 1 Incapacidade Psiquiátrica (OMS/DAS. labilidade.Capítulo X – Psiquiatria (de acordo c/ as classificações da CID-10 e do DSM-IV): Perturbações da adaptação: Reacção depressiva prolongada. o tipo de perícias e de questões suscitadas são: Responsabilidade criminal e avaliação de pressupostos ML de (in)imputabilidade do arguido de crimes sexuais (artº 159 C.E. laboral ou de outras áreas importantes da actividade do indivíduo: C/ grave repercussão . Electroencefalograma. Percepção (normal. necessaria/. sensoriais e emocionais. por ex. Avaliação dos défices cognitivos pós-traumáticos: Em regra.

P. As fantasias.175º). insuspeitada/. Atraso mental. não é competente para avaliar pressupostos medico-legais de inimputabilidade. implicando trasvestir-se. pretendendo Tribunal avaliar eventual inimputabilidade Perícia sobre a Personalidade. Perturbações da Excitação Sexual. correcções espontâneas. Avaliação de pessoa inconsciente ou incapaz de opor resistência (artº154 C. Voyeurismo.P.170º). implicando o acto de observar. Outras perturbações de personalidade. q de algum modo ajudem o Tribunal a ajuizar da credibilidade de 1 testemunho. contexto. Fantasias. zoofilia. Pedofilia. recorrentes e intensos. B. Abuso sexual de pessoa incapaz de resistência (art.16 anos e é pelo – 5 anos mais velho q a criança ou crianças no Critério A. recorrentes e intensos. Fantasias sexual/ excitantes. Perícia prevista no art. perde relevo a avaliação da personalidade (mencionada no nº 3 do artigo citado). Perturbação de controle de impulsos. pretendendo o Tribunal avaliar a Perigosidade. Fantasias sexual/ excitantes. Perturbação da Identidade de Género sem outra especificação.173º). Recurso à prostituição de menores (art. A perícia prevista no art. Aversão Sexual. Perturbação da Excitação Sexual na Mulher. Perturbação anti-social de personalidade. descrição de interacções. será pois. apresentada como científica. Especificar se: Com Disforia de Género Voyeurismo. Ejaculação Precoce. Frotteurismo. Violação (art. Fantasias sexual/ excitantes. Sadismo sexual.164º). impulsos sexuais ou comporta/os. ou os impulsos sexuais ou fantasias provocam mal-estar clínica/ significativo ou dificuldades interpessoais. clismafilia e urofilia ).169º). agredido. Esta perícia é frequente/ confundida por Psiquiatras/Psicólogos. isto sem prejuízo. e ainda q possa expor considerações sobre estrutura lógica. Abuso sexual de crianças (art.166º). ou seja. Voyeurismo.P. se o pretendido é efectiva/ avaliar a capacidade do testemunho. não simulado) em q o sofrimento psicológico ou físico (incluindo humilhação) da vítima é sexual/ excitante para a pessoa. Actos sexuais de adolescentes (art..A. admissão de falhas de memória. A pessoa actuou debaixo destes impulsos sexuais. 159º do Código do Processo Penal. preso ou submetido a qq outro sofrimento. não simulado) de ser humilhado. implicando tocar ou roçar-se em alguém q não o permite. e não sobre a sua credibilidade.P. implicando actividade sexual com 1 criança ou crianças na pré-puberdade (geral/ com 13 anos ou -). para efeitos do artº 163. ou os impulsos sexuais ou fantasias provocam mal-estar clínica/ significativo ou dificuldades interpessoais. Desejo Sexual Hipoactivo. Considera-se perigoso verter aos autos matéria subjectiva. ou os impulsos sexuais ou fantasias provocam mal-estar clínica/ significativo ou dificuldades interpessoais. Perturbações da Excitação Sexual. impulsos sexuais ou comporta/os. provocam mal-estar clínica/ significativo ou dificuldade no funciona/o social. Especificar se: Sexual/ atraído por Homens/Sexualmente atraído por Mulheres/Sexualmente atraído por Ambos. ocupacional ou em outras áreas. Masoquismo sexual.º 160 C. durante 1 período de pelo .P. ou os impulsos sexuais ou fantasias provocam mal-estar clínica/ significativo ou dificuldades interpessoais. durante 1 período de pelo – 6 meses. Dispareunia (não devido a um estado físico geral). Disfunções Sexuais – Perturbações do Desejo Sexual. roupa interior feminina).174º). elaboração e estrutura da narrativa. ocupacional ou noutras áreas. q é a avaliação psicométrica e/ou neuropsicológica em particular da atenção e da memória. Lenocínio (art.). Fantasias sexual/ excitantes. Perícia Médico-Legal e Psiquiátrica nos termos do art. 12 . recorrentes e intensos. Importunação sexual (art. Com efeito. 165. Parafilia Sem Outra Especificação . e q à partida se presume “subtraída à livre apreciação do julgador” (art.6 meses. inexorável/ . Situações clínicas: Parafilias e outras . Parafilias. durante 1 período de pelo . Disfunções Sexuais induzidas por Subst. Fantasias sexual/ excitantes. impulsos sexuais ou comporta/os. Vaginismo (não devido a um estado físico geral).165º). q a pretendem ver como. C. Pedofilia. B. B. Procriação artificial não consentida (art. Parafilias .A.Fetichismo. obedecer ao objecto de perícia para o q fará 1 avaliação cognitiva e não da personalidade. Abuso sexual de pessoa internada (art.).Cuja credibilidade não pode assentar na perícia psicológica efectuada – perícia essa cuja realização apenas está prevista no C. Pornografia de menores (art. Perturbação Eréctil no Homem.6 meses. Perturbações do Orgasmo. ou os impulsos sexuais ou fantasias provocam mal-estar clinica/ significativo ou dificuldades interpessoais. Em Adolescentes ou Adultos. recorrentes e intensos. provocam mal-estar clínica/ significativo ou dificuldade no funciona/o social. Especificar se: Sexual/ atraído por Homens/Sexual/ atraído por Mulheres/Sexual/ atraído por Ambos/ Não Atraído Sexual/ por Nenhum. impulsos sexuais ou comporta/os. implicando o acto (real.Perturbação da Identidade de Género.163º).Disfunções Sexuais. A pessoa actuou debaixo destes impulsos sexuais.171º). implicando a exposição dos próprios orgãos genitais a 1 estranho de forma inesperada. Especificar se: Limitado a Incesto. ou obedecer estrita/ ao articulado realizando “Perícia Sobre a Personalidade” q não é em si competente para avaliar a capacidade de testemunhar. Pedofilia . competência essa q é do tribunal.167º). Crimes contra a liberdade sexual e Crimes contra a autodeterminação sexual .A.levanta desde logo algumas dificuldades e inconsistências. nos termos do art.6 meses. durante 1 período de pelo – 6 meses. Frotteurismo . durante 1 período de pelo – 6 meses. A pessoa actuou debaixo destes impulsos sexuais.A. impulsos sexuais ou comporta/os. 160º do Código do Processo Penal.P. com vista a determinar a capacidade ou incapacidade da mesma e presença ou ausência de discernimento e vontade em matéria sexual. impulsos sexuais ou comporta/os. C. recorrentes e intensos. impulsos sexuais ou comporta/os. Fetichismo transvestido. durante 1 período de pelo . Voyeurismo . implicando o acto (real. ao tribunal. impulsos sexuais ou comporta/os. A pessoa actuou debaixo destes impulsos sexuais. impulsos sexuais ou comporta/os.168º). Fetichismo. provocam mal-estar clínica/ significativo ou dificuldade no funciona/o social. não para avaliar capacidades de testemunho. mas como avaliadora de credibilidade de depoimentos. Exibicionismo. Masoquismo Sexual . Fetichismo Transvestido. recorrentes e intensos. A pessoa tem pelo . Disfunções Sexuais.Avaliação da capacidade de testemunho de menor de 18 anos (artº 131 C. Fantasias sexual/ excitantes.Exibicionismo . Especificar o tipo: Tipo Exclusivo/Tipo Não Exclusivo. Disfunções Sexuais devidas a um Estado Físico geral. B. recorrentes e intensos.). B. Acórdão da Relação de Lisboa (nota 19 – do acórdão 7071/2005-3 de 18/01/2006) . coprofilia. durante 1 período de pelo . Perturbação do Orgasmo na Mulher. O dilema pericial. para importar acima de tudo 1 realidade pericial bem ≠. ocupacional ou noutras áreas imp. Abuso ou dependência de álcool ou drogas. impulsos ou comporta/os sexuais. q se está a despir ou envolvida em actividade sexual. Os fetiches não se limitam a peças de vestuário feminino utilizado no trasvestismo (como no Fetichismo Trasvestido) ou a objectos concebidos para a estimulação táctil dos genitais (por ex vibrador). maturidade e socialização daquele indivíduo.6 meses. e por xs até por Juristas. Parafilia sem outra especificação.Coacção sexual (art. Parafilia Sem Outra Especificação. impulsos sexuais ou comporta/os. 163º do C. Sadismo Sexual. Perturbação do Orgasmo no Homem. importando sim para o Tribunal melhor aferir sobre a culpa do agente para determinação da respectiva sanção penal.P. Sem critérios para doença mental.176º). Perturbações de Dor Sexual. Perturbações da Identidade de Género .172º). B. Perturbações do Desejo Sexual. 1 pessoa nua. Perturbações Sexuais e da Identidade de Género . quantidade de detalhes.(Exs: escatologia telefónica. 154º do Código do Processo Penal pretendendo-se como objecto a avaliação psiquiátrica e/ou psicológica de vítima de crime sexual. Enfatiza-se q o perito não se deve pronunciar sobre a veracidade de 1 testemunho. Fantasias sexual/ excitantes. necrofilia. para os < de 16 anos e pq o perito apenas pode e deve pronunciar-se sobre a capacidade da pessoa em causa conservar em memória e reproduzir os aconteci/os q presenciou.P. As fantasias. recorrentes e intensos.A. Fetichismo . Abuso sexual de menores dependentes (art. Esse juízo pertence. Sadismo Sexual .P. envolvendo a utilização de objectos inanimados (por ex. Fraude sexual (art.P. A pessoa actuou debaixo destes impulsos sexuais. e 178 C. durante 1 período de pelo .P.A. As fantasias. 131º .6 meses. Lenocínio de menores (art. B. Fetichismo Transvestido . Masoquismo Sexual. Perturbações Sexuais – Parafilias: Exibicionismo. Psicoses crónicas. Frotteurismo. q sp deva o perito se pronunciar sobre o desenvolvi/o. A Pericia sobre a personalidade prevista no art. B.A.A. detalhes supérfluos. sobre os aspectos perceptivos e cognitivos do depoimento. Perturbações da Identidade de Género. Em crianças.

qdo isso não for possível ou conveniente.Ajustamento Psico-social: Desvio sexual.I. controle-se o narcisismo dos peritos. resposta aos quesitos (se os houver). conclusões (Diagnóstico psiquiátrico formulado. Instrumentos utilizados. Passado de ofensas violentas não sexuais. prisão etc). a interferência ou não daquela anomalia psíquica em concreto. Antecedentes pessoais e familiares sumários. Art. para decisão judicial sobre a credibilidade das declarações…): conclusões.Proc.As perícias ML constituem para a Justiça 1meio de prova. a perícia adequada para avaliar essa mesma perigosidade. Perturbação mental grave.Vítima de abuso na infância. referidas nos nºs anteriores. avaliar e relatar factos que digam respeito a si ou a outrem. MACI (versão adolescentes experimental). ordenadas anterior/ ao depoimento não impedem que este se produza. Apesar de não serem específicas. identificação do examinado.º . -). aproveitando-se do seu estado ou incapacidade. Mini Mental State … MMPI-2 . Art. 3. Importa aqui 1 avaliação + abrangente. 131º. no momento da prática do facto.. q estabelece o regime jurídico da realização das perícias ML e forenses. MMPI-A (versão adolescentes-experimental).. se delas tiverem necessidade. assim como as questões médico-legais que suscitam. A perícia deve ser deferida a serviços especializados . visa-se determinar o estado de desenvolvi/o do menor. assim como da análise de todo o processo de socialização. Problemas associados ao uso de subst. cumpra-se a legis artis. caso se considere não existir anomalia psíquica grave. houver fundado receio de q venha a cometer outros factos da mesma espécie. Planos futuros: Ausência de planos realistas. trata/o e segurança. avaliação de risco de violência sexual . da psicologia e quem sabe se da imagiologia… Avaliação Pericial em Sexologia Forense . 2. Rorschach.MCMI-II – Inventário Multiaxial de Millon. .Perícia sobre a personalidade . 5ª secção) .. em psicologia. Passado de ofensas não violentas.R. 2) Probabilidade de repetição de factos típicos semelhantes (perigosidade). Centro Saúde. ?. Problemas no emprego. 3 – A comprovada incapacidade do agente para ser influenciado pelas penas pode constituir índice da situação prevista no nº anterior. por força de 1 anomalia psíquica.Acórdão do Supremo (S. cartas de tarot e bolas de cristal precisam-se. informação (O examinado é arguido… os motivos para o exame são…).. Atitudes de apoio ou desvalorização das ofensas sexuais. Mudança recente (+. científicos ou artísticos. S. . avaliando-se tb a capacidade de culpa do indivíduo. 4-As indagações.D. Ofensas sexuais com agressões físicas. Ofensas sexuais de múltiplos tipos.P. Escalada na frequência ou gravidade das ofensas sexuais.1-Qq pessoa q não se encontrar interdita por anomalia psíquica tem capacidade para ser testemunha e só pode recusar-se nos casos previstos na lei. tem lugar qdo a percepção ou apreciação dos factos exigirem especiais conheci/os técnicos. Perícias médico-legais . administrativa. avaliação clínica ( Entrevistas de avaliação realizadas. conforme aludido no art. nº 3 do C. não define exames específicos nestas perícias em situações de crimes sexuais.131º) – preambulo. Eysenck Personality Scales. conclusão (atente-se o articulado legal). a perigosidade.…. discussão (Análise de elementos sobre a capacidade para testemunhar e se desejado. elementos esses coadjuvantes do tribunal.Quem tiver praticado 1 facto ilícito típico e for considerado inimputável.P.-20 . ou seja. e confiemos no avanço da psiquiatria. O).Abuso sexual de pessoa incapaz de resistência . tendo a finalidade de esclarecer e auxiliar a autoridade judicial. a culpa do agente e a determinação da sanção. Para efeito de avaliação da personalidade e da perigosidade do arguido pode haver lugar a perícia sobre as suas características psíquicas .Inventário Multifásico de Personalidade de Minnesota (versão experimental).com a perícia mencionada no art. exame directo (Relato dos factos .165º C. Observação actual). sem q por isso possa ser censurado. é punido c/ pena de prisão de 6 meses a 8 anos.incluindo os serviços de reinserção social... de acordo com o artº 151º do Código Processo Penal.. Imputabilidade. Código Penal .até lá. qdo isso for necessário para avaliar da sua credibilidade e puder ser feito sem retardamento da marcha normal do processo.P. sp q. de avaliar a ilicitude deste ou de se determinar de acordo com essa avaliação. policial. no momento da prática do facto. por força de 1 anomalia psíquica grave.Quem praticar acto sexual de relevo c/ pessoa inconsciente ou incapaz. em sociologia ou em psiquiatria.J. SCL-90-R. S. são: 1) Responsabilidade criminal: (In)Imputabilidade. Relativa/ à probabilidade de repetição dos factos típicos semelhantes (2).530/99. profissional e sócio-cultural.R (Sexual Violence Risk – 20) .C. elementos em q se baseia o relatorio. não acidental e cujos efeitos não domina. Propostas terapêuticas e Prognóstico). Os peritos podem requerer informações sobre os antecedentes criminais do arguido. nomeada/ para a decisão sobre a revogação da prisão preventiva. Extrema minimização ou negação das ofensas sexuais.independentes de causas patológicas. por outro motivo.É inimputável quem.P.e baixas capacidades cientificas…. Perspectiva Optimista: Haja bom senso.Avaliação clínica. CODIGO PENAL . identificação. A perícia pode relevar. Antecedentes pessoais.Artigo 160.. Matrizes Progressivas de Raven. 131 C. Hamilton Depression.. será sobre a personalidade. a capacidade para avaliar a ilicitude deste ou para se determinar de acordo c/ essa avaliação sensível/ ↓.B. nos termos do artigo 20º. Ofensas sexuais com uso de armas ou ameaças de morte. elementos em q se baseia o relatório.Inimputabilidade em razão de anomalia psíquica .Artigo 91º .Modelo(s) de relatórios periciais Artigo 159º: preambulo.1. Passado de fracasso em medidas alternativas ou de flexibilização.PMK ). No 1º caso (1). 2 – Pode ser declarado inimputável quem. exame indirecto.C. especial/ no plano psíquico. mas q necessaria/ deverá aprofundar a reflexão.A imputabilidade não é excluída qdo a anomalia psíquica tiver sido provocada pelo agente c/ intenção de praticar o facto. avaliação instrumental. baseando-se no princípio geral de que 1 prova pericial. tiver. Exame Pericial . ou particular. ou. informação. 4) Pessoa inconsciente ou incapaz de opôr resistência. 0. o grau de maturidade. O actual sistema legal das perícias médico-legais. e q não deve abdicar do estudo de factores de risco de violência reconhecidos na literatura científica. Escala de Memória de Wechsler (WMS-III). Ofensas sexuais: Frequência elevada de ofensas sexuais. P.T. q lhe permitem avaliar da credibilidade q deve ser atribuída ao testemunho prestado ou a prestar Perícias médico-legais . caberá ao psiquiatra pronunciar-se sobre ela.R.V. pelo que forçosa/ são realizadas perícias em tudo sobreponíveis a quaisquer outras. e das 13 . for incapaz. Da entrevista de avaliação junto da alegada vítima… salienta-se… (…) descrição do alegado abuso sexual (…) revelação (…). Precogs. discussão. 2-A autoridade judiciária verifica a aptidão física ou mental de qq pessoa para prestar testemunho. ou seja.Para avaliação da Capacidade do Testemunho (art. caso seja medico-legalmente avançado a presença de pressupostos de inimputabilidade. Ideação suicida/homicida. Das entrevistas de avaliação junto de… salienta-se…. 160º do CPP. Segurança Social.P. Serviços contactados (exs:escola. 4 . 3-Tratando-se de depoimento de < de 18 anos em crimes contra a liberdade e autodeterminação sexual de menores. incluindo as perícias de psiquiatria e psicologia.1 . aquando da acusação pelo Ministério Público. O valor da prova pericial em penal e o estado actual da ciência psiquiatrica e psicológica. 3) Capacidade de testemunho. De 7/12/1999. Problemas de relacionamento. discussão. Porém. 159º do CPP q implicará referência ao diag. identificação do examinado.L. exame indirecto. Perigosidade. Teste de Retenção Visual de Benton. Observação psicopatológica actual. Cotação: Presença (N. Psicopatia. Atitudes negativas face à intervenção. em ordem a detectar se possui ou não capacidade para compreender.Artigo 20º . avaliação cognitiva e da personalidade.Situação actual: enquadra/o familiar. resposta aos quesitos (se os houver).Modelo(s) de relatórios periciais Artigo 160º: preambulo. exame directo (Breve relato dos factos.. na capacidade da avaliação e determinação do arguido (no momento da prática dos facto q lhe é imputado) e conforme o art.1. Figura Complexa de Rey. Toulouse-Piéron.. por virtude da anomalia psíquica e da gravidade do facto praticado. 91º do CP.. o tipo de perícias que habitual/ são solicitadas pelo Tribunal nestas situações. TAT. bem como sobre o seu grau de socialização.Capacidade e dever de testemunhar . de opor resistência. Código do Processo Penal . 20º do CP. que cremos + psicológica que psiquiátrica. avaliação instrumental ( Ex: WAIS-III. a especialistas em criminologia. é realizada a perícia prevista no art. além de facilitar o enquadra/o do tipo legal de crime. para a avaliação de pressupostos ML de (in)imputabilidade. pode ter lugar perícia sobre a personalidade. exame indirecto. é mandado internar pelo tribunal em estabeleci/o de cura. Risco de violência sexual: Baixo / Moderado / Alto Pericias psiquiatricas e psicológicas em sexologia forense -Perspectiva Pessimista: Altas expectativas para baixos resultados. conforme decorre do art. Antecedentes familiares. Exames complementares de diagnóstico). H.

processar mental/ a informação. designadamente profissionais de direito. Qdros conversivos. SIMULAÇÃO Simulação . seja por entrar em matéria q apenas ao tribunal compete. ML – perigosidade – relembramos ser este termo 1 constructo jurídico. em geral. no sistema de justiça.Esconder ou minimizar sintomas. assim como a necessidade de + investigação nesta área. 30% dos esquizofrénicos respondem às suas alucinações. Simuladores são + personalidades antisociais. Beneficiar dissimulando algo que incapacite.º 163 CPP. como se pode constatar nas classificações internacionais de doenças e a sua evolução ao longo dos anos. q não é.Incentivos externos / Papel de Doente. Os simuladores ficam "satisfeitos" c/ a hospitalização e métodos de diag benignos. em substituição das categorias de diag das classificações internacionais de dças (embora se reconheça q estes fornecem 1 nomenclatura universal/ aceite e compreensível). tendo em conta que é social/ + censurável abusar de pessoa inconsciente ou incapaz de opor resistência (4). O + imp é estar atento a inconsistências entre o q é reportado e o q é observado: Alucinações e psicose . Mudar para trabalho + cómodo. é confundida com a de veracidade de testemunho. a opinião é de q o verdadeiro perito (psiquiatra ou psicólogo) não o deverá fazer. c/ efeito. reter em memória e depois reproduzir) mas tb aspectos de personalidade a descrever na perícia. Esta avaliação. não rara/. até pq quem avalia a verdade ou a mentira é tão somente o Tribunal. mas o prognóstico é sp reservado. Contexto criminal. de acordo c/ a sua própria avaliação. sendo q outras estruturas reguladoras do comporta/o sexual. não esquecendo q o contributo da psiquiatria e psicologia forense é sp condicionado e dependente do país em análise. não bastando 1 mera quantificação de QI. em termos cognitivos repita-se. Psicofármacos para as condições associadas Terapias cognitivas têm impacto >r às psicodinâmicas. 2º os quais só algumas das pessoas portadoras de dça mental. Tais condutas estarem catalogadas como dça mental. aqui. intelectual/ e emocional/ é ou não aquele doente capaz. têm dificuldades semelhantes. C/ efeito. A > dos ofensores sexuais não tem 1 diag de parafilia. As Situações Clínicas: A Sexualidade Humana é 1 tema multi. apoiando-se no contributo de ≠s disciplinas. Riscos de chamar mentiroso. Dissimulação . em particular. melhor se detecta a Simulação. de se avaliar e de se determinar. evitar serviços / serviços militares. aspecto último q não está efectiva/ prevista na nossa legislação. Habitual/ levantam questões ≠s das q são abordadas no domínio clínico. constando esse quesito em despacho judicial.utilização de terminologia ultrapassada. Este conceito estende-se a outros diag. está apta a dar 1 precioso contributo perante o crescente interesse e ↑ de estudos científicos recorrendo a dados estatísticos para análise dos factores de risco descritos pela literatura médico-psicológica. Qto à 2ª questão. estando ausentes incentivos externos (fugir da justiça. Limitá-la a 1 condição médica é 1 visão redutora e q omite as múltiplas relações entre o sexual e todas as vertentes da vida humana. se o examinado não souber. dissociativos e personalidade histeriforme. nos termos do art. não contínuas. mas não existe nenhum sistema classificativo c/ validade universal.Produção intencional de sintomas ou o seu exagero. Existem. pela natureza e intensidade destes. trans e inter dispiciplinar. q poderão dificultar a interface entre ambas. em q em termos psicológicos se procura o controle. enquanto q nos simuladores são + provável/ recriados os mesmos sintomas. A Psiquiatria e a Psicologia Forense englobam 1 gde variedade de domínios do saber. para actuações + concertadas e uniformes Cientes de q a avaliação em Psiquiatria e Psicologia Forense é 1 tema complexo. a empatia é imp. A motivação é apenas assumir o papel de doente. enquanto q os factícios são + personalidades borderline. para aplicação de 1 pena > ou<. nomeada/ a referência à idade mental. Autores consideram ser imp conciliar/ compreender as ≠s terminologias. Porém. Qdros conversivos. A classificação dos comporta/os sexuais anormais é influenciada pela apreciação sociocultural num dado período histórico. e nos crimes sexuais. seria + útil caracterizar cada tipo de ofensor sexual numa perspectiva dimensional. q pode incluir não só queixas subjectivas como sinais autoinflingidos e exagero de condições médicas préexistentes. se prova efectiva/ em julga/o essa mesma prática. é o pedido de avaliação da capacidade de testemunhar nos termos do art. A 3ª questão colocada – a da avaliação da capacidade de testemunho – é aquela em q de forma evidente admite-se ter 1 posição firme. lidam c/ os mesmos problemas. raiva c/ o modelo médico. Estes arguidos têm histórias pessoais e criminais únicas.. Por isso deve perguntar-se sp o q ele faz para as ↓. As alucinações tendem a ↓ qdo os pacientes se envolvem em actividades motivadas. Na perturbação factícia é reportada 1 variedade de sintomas. Envolver a família. ou relações com médicos. o ser controlado e o ter "atenção". O ofensor sexual é alguém q sendo acusado e condenado por crime sexual. psiquiatras e especialistas de outras disciplinas q. é mtas xs solicitado q medico-legal/ sejam avaliadas eventuais vítimas. dado q o ordena/o jurídico tem os seus próprios critérios. Para a 4ª questão em análise – avaliação da consciência e capacidade de opor resistência – existe total sintonia c/ o exposto por autores nacionais. O psiquiatra neste tipo de avaliação deve transcender o simples colocar de diag. inclusiva/ por magistrados. Final/. Trabalhar em contexto forense exige 1 conheci/o eclético. Encontramos no passado dça séria na família.Indemnização. no sentido da integração de conceitos q possam ser úteis em ambas as áreas. obter benefícios lucrativos). desconfie. Implica não só um analisar das competências ditas superiores cognitivas (por ex: da capacidade de fixar a atenção. consensual. Surge clássica/ em personalidades borderline. do q a 1 modelo estrito e normativo. cremos q a medicina legal e em particular a psicologia forense. a par de formação específica. mto embora c/ 1 paralelo claro de natureza clínica. Simulação de doença psíquica – Qto melhor se compreender a fenomenologia e se tiver conheci/os em psicopatologia. 131º CPP. Perturbação Factícia . não quer dizer q não haja lugar a sanção penal.características psíquicas em geral. assim como a promoção da colaboração entre psicólogos. como a religião e a justiça. é perigoso verter aos autos matéria subjectiva apresentada como científica.é a produção intencional de sintomas físicos ou psíquicos. dissociativos e personalidade histeriforme. Atenção que os verdadeiros Doentes Mentais tb podem simular. Pensão.As alucinações dos esquizofrénicos são intermitentes. e mto . c/ considerações em termos clínicos. narcísicas e histeriónicas. Abordagem: Não antagonizar. alguns modelos de classificação q têm esta heterogeneidade em conta. Campos de acção da simulação . A delimitação entre comporta/os sexuais normais e patológicos de 1 forma precisa não é possível. Os termos aberração. bem identificados e de claras indicações. classificando os ofensores em eixos multidimensionais. ao denominado risco de violência. podem ser susceptíveis a q se reconheça a sua responsabilidade penal. como por ex fazer diag. O termo ofensor sexual é 1 constructo jurídico. Em 88% vêm de fora da cabeça. (acerca da 1ª questão levantada) aderimos c/ > convicção a 1 modelo misto e lato de inimputabilidade. da saúde mental ou de outras áreas das ciências sociais e humanas. Qdros conversivos. q prepare para as tarefas q serão confiadas. desvio foram substituídos pela designação Parafilia q coloca ênfase no q atrai o indivíduo (filia) com implicações na terapêutica que está recomendada em situações q envolvam agressão sexual. enquanto q nas perturbações factícias são quase sp pedidos testes dolorosos e de risco. Interna/os curtos. fornecendo tipologias úteis e pormenorizadas dos ofensores sexuais. na área penal. É q pese embora frequente/ seja solicitado. O diag de parafilia não supõe por si mesmo 1 modificação da imputabilidade. Fazer diag diferencial. É extrema a utilidade q a Psiquiatria tem para o Direito qdo se trata da avaliação da (in)imputabilidade. nomeada/ a avaliação de 1 alegado perfil. Perturbação Factícia – Produção de sintomas "c/ o fim" de assumir o papel de doente. seja pq se o fizer arrisca seria/ a perder-se em considerações + pessoais do q objectivas ou de ciência. enquanto q a simulação é + 1 estado temporário. existem ≠s terminologias na área legal e na área clínica. Simulação vs perturbações factícias . O parafílico é alguém c/ o diag de parafilia. Alucinações visuais 14 . Mais dúvidas surgem relativa/ a algo que às xs é pedido. e averiguar se cognitiva/. q pouca informação útil traz face à variabilidade da capacidade funcional dentro de cada nosologia. O termo parafilia é 1 constructo médico. 1/3 são acusatórias. do ponto de vista clínico as capacidades pragmáticas daquela pessoa naquela situação. 154º CPP. Pode haver no passado abuso físico ou sexual. q se prenunci pericial/ sobre credibilidade de testemunho. Mais 1x têm de ser medico-legal/ analisadas. e q se presume subtraída à livre apreciação do julgador (art. dissociativos e personalidade histeriforme. motivado por incentivo externo. do ponto de vista ML. perversão. e as atitudes e crenças relacionadas c/ a ofensa sexual pode variar. Perturbação factícia é + como 1 traço de personalidade. os autores discutiram o q pode ser realizado à luz da legislação portuguesa. consumir drogas. O 3º caso (3) que frequente/ chega à ML.

. De culpa. é total nessa lacuna.estruturados. deve juntar-se o máx de dados possíveis. qdo comparados com os P. Dimensões de Vivência delirantes . perda de concentração. Medição de respostas fisiológicas (pulso. de modo a detectar se tem algum nível dos medica/os por ele referidos como tendo sido ingeridos para a dça em causa. Confirme essas alucinações ou delírios do passado nos registos dos hospitais.Já foi dito q os adultos na comunidade contam em média 1 mentira/dia. Perguntas indirectas são melhores q as directas para a acuidade de previsão. Os simuladores simulam apenas qdo observados.D.. o embotamento. Estabelecer boa relação clínica é útil para a colheita de material para detectar simuladores.. repetição das mesmas palavras. Um "verdadeiro" black-out tem 1 preciso ponto de início. pode ser útil.informações sobre a sua actividade. Mas é + fácil detectar verdades ( 67 % ) do q detectar mentiras (44 %) cuja acuidade é até < ao acaso. Ter insectos/parasitas por bx da pele. Alucinoses Alcoólicas _ Seguem-se à cessação ou redução de álcool. Simulador recusa + empregos pouco exigentes. · Simulação – a mentira o indivíduo. As análises toxicológicas q podem traduzir o oposto do pretendido. Clínica/ aparecem em estados tardios de alcoolismo. Mas também ficam + rígidos. mas é dificil reportar sintomas subtis como características da insónia. variação diurna. Dependência/ Abuso/ Doseamento. Nihilismo. qdo mto. reproduzem a bx de atenção e bx de memória e. As questões a colocar sobre alucinações não devem incluir essa palavra ( pelo . e os simuladores tendem a dizer q a estruturação foi imediata (Percepção delirante não é interpretação delirante). "The interview may be prolonged to promote fatigue in the malingerer". .sudação.3 de 5 filas.(. c/ + ou – pormenores. erros no discurso: repetição de frases ou de palavras.inicial/). Isto talvez pq.não são freq. rara/ ou mal.O problema dos critérios diag. Mentem em ¼ das interacções. Tipos de delírios + freq . Delirium Tremens .De dça. o aconteci/o é sonhado algumas xs e. Nos não delirantes é possível estimular a dúvida. Descubra se o simulador já teve oportunidade de observar casos de psicose. ou outras. Tudo isto dá trabalho. Obtenha o registo criminal detalhado. não são punidos por mentir. desconhecendo o indivíduo qdo terminou ou "acordou".. As pessoas têm tendência a dar credibilidade ao q dizem os outros. Obter observações dos guardas prisionais. mas como se diz. ideias de suicídio. o q necessária/ não deixa de influenciar o comporta/o verbal e não Verbal . Daí que seja teórica/ irrecuperável após 30 min.A dependência do álcool / O Abuso do Álcool/o Consumo do álcool/ a alcoolémia. O simulador fala da repetição do pesadelo “sp igual”.S. pelo q detectam + verdades do q mentiras. Se os q mentem acreditarem q mentir ↑ os movimentos.. Desorganização. Simular Atraso Mental . Ser envenenado. apresentam mtos sorrisos e 15 . no mín. ABC da detecção da simulação . Os delírios demoram semanas a estruturar-se. Suspeitar de alucinações de monstros. salvo em qdros orgânicos /cerebrais ou por drogas. É + difícil para os simuladores imitar a forma do q o conteúdo. dão as pistas .Observação do comportamento não verbal. Mentiras . Delírios e psicose . A memória processual (ex. mas continua capaz de ver TV.. Simulador alega depressões associadas.etc. jogar cartas e actividades recreativas. não é fácil distinguir 1 verdadeira de 1 falsa amnésia. ao mentir. Os simuladores chamam +s a atenção para a sua dça. 1 discurso é construído e pode não ter bases de evidência ou não ser memorizado. alt das vibrações vocais. perda de interesse.) Depois do evento traumático. Repare-se que bastam 2 ou 3 ideias chave. durante a ingestão alcoólica anterior. Os simuladores tendem a "over act" o papel. gradual/. Observação do comportamento não verbal: Conteúdo emocional: Culpa. q levam a “dizer” q estão a mentir. Simular Mania . perguntas indirectas e amplas. Por outro lado. peça-lhe para fazer 1 análise ao sangue.O simulador diz-se incapaz para trabalhar. nos esquizofrénicos.Questões legislativas: a figura do consumidor habitual.A. ao contrário do q se possa pensar. mas tb.Convicção. não se contradizer. Pessoas c/ black-outs não se comportam diferente/ do que qdo embriegadas sem amnésia. Faça 1 história detalhada sobre dças e alucinações do passado. Os q falam verdade podem ter relatos + ou . Preocupação / Pressão. Bioquímica/ o black-out está associado a 1 rápida subida de alcoolémia. Velhos mentem . Rey Fifteen Item Test. os q mentem podem não ter qq ansiedade ou senti/o de culpa e até estarem habituados ou ser-lhes fácil.Difícil manter por mto tempo a pressão de discurso.S. Ser possuído por “demónios”. Simulação de amnésia . Tenha o cuidado de colocar questões claras e directas.são bem + difíceis de simular q os +. Bastante vivenciadas. Simular P. Religião / Místicas. todavia estão descritos casos raros em q beber de novo pode recuperar memória gravada imediata/ antes do black-out.os simuladores devem ser suspeitados. Medo. o "toque" não é bizarro e a vivência/preocupação não é tão significativa. As expressões faciais. enfatizando novas queixas físicas. Nos delírios não importa tanto o q se diz. "Toque" orgânico indicia verdadeira amnésia. Respostas fisiológicas (em si próprio normais ) acontecem. mostram variações do tema do evento traumático. e assim terem comporta/os não verbais de ansiedade. Simular Abuso de subst . mas reivindica tenaz/ os seus sintomas pós traumáticos. ainda que parcial. tem 1 fim vago no tempo. Pedir para memorizar. reflectir previa/ na consistência da resposta. Pedir protecção à polícia. Extrovertidos mentem + que os introvertidos. ao contrário das testemunhas. Antes de entrevistar o arguido.A acuidade da predição ronda os 57 %. Após fazer a avaliação psiquiátrica/psicológica a 1 eventual simulador.. Barricar-se no quarto. Perguntar “está ele a ser sincero?” é melhor que “está ele a mentir?”. poder-se-á lembrar de alguma coisa? Os simuladores respondem geralmente "Não" Os amnésicos tendem a responder "Talvez". se eu lhe for dando pistas. Os que falam verdade podem tb ter medo q pensem que eles estão a mentir.A intoxicação alcoólica aguda pode causar episódios de perda de memória. pelo q frequente/ os simuladores se esquecem deles. empregos). Têm geral/ crítica. e "toque" de personalidade indicia falsa amnésia. Ser descendente da família real. e isto sem mentir. em contraste c/ os psicóticos q relutante/ discutem os seus sintomas. Amor (erotomania). Três possibilidades abstractas e clássicas de detectar mentiras . Black-Outs alcoólicos .Atenção que psicóticos "reais" tb podem simular. Obtenha cópias de todos os relatórios médicos. depois. Os arguidos. o nível de actividade motora de 1 maníaco. passa por processos emocionais.D. A amnésia é anterograda. Os delírios (reais) aparecem mto associados a estratégias: Mudar de residência. Mentiras descrissão de comportamentos não verbais – características vocais: discurso hesitante. períodos de latência: períodos de silencio entre as questões e as respostas. e experiência conteúdos complexos. A atenção à voz parece ser o + útil.). É relevante ter conheci/o de algo q o arguido não suspeita q se sabe.. Os que falam verdade. Os profissionais para quem é imp a avaliação da credibilidade revelam a tendência inversa. Mesmo para o + experiente clínico. serviço militar. Por outro lado. Ciúme. Obtenha registos escolares. Quem não tiver memória grave/ deteriorada (visivel a "olho") relembra pelo .S. podem inibi-los e assim terem -.que os + novos. Bizarria. T. pois na realidade elas são pratica/ inexistentes. Análise do conteúdo do discurso. realiza operações de controle (ou tentativa de controle) cognitivo. pelo que rara/ é simulação bem sucedida.. Extensão para várias áreas de vida.T. outros ele/os vão sendo incluídos no sonho. mas tb tácteis e por x auditivas. . exige tempo e capacidades. Difícil enganar clínicos experientes. se for caso disso.fidedignas para detectar mentiras. Comprar e transportar armas. ou não estarem mínima/ preocupados c/ o serem ou não detectados. . Pedir apoio da psicologia sp e mesmo assim. Simular Depressões . Essencial/ auditivas.Registos podem fácil/ ser confirmados (escola. ou seja. Excitação.T. Longas viagens para despistar perseguidores. susceptíveis de sugerir verdadeiras alucinações. Tem habitual/ curta duração e é geral/ permanente. Simuladores fornecem . Conteúdo cognitivo: Os q mentem têm. recorrer a memória. mas tb Civil e Penal. Perguntas: Acha que. Os sintomas .Frequente em sede de Direito de Trabalho. As alucinações são essencial/ visuais. a > parte das pessoas faz movi/ não intencionais. Perseguição. É esta subida q bloqueia o passar de memória a curto para longo prazo. frases incompletas. guiar carro) não é geral/ afectada. características faciais: olham para a face do entrevistadro. Tendências futuras. É fácil simular inibição. As pessoas serem duplos. q pensar em respostas plausíveis.Expressão facial. Genuínos pesadelos dos P. militares e histórias sobre tendência para dças mentais..T. há + verdades do q mentiras. no dia a dia.D. a concretização ou a pobreza.

O tutor do interdito deve cuidar especial/ da saúde deste. ao não satisfazer as guidelines providenciadas pelo Supremo Tribunal dos Estados Unidos da América e criadas a propósito do caso Daubert em 1993. 131 C. Qdo não seja possível ou outras razões desaconselhem o deferi/o da tutela nos termos das alíneas anteriores.1-Qq pessoa q não se encontrar interdita por anomalia psíquica tem capacidade para ser testemunha e só pode recusar-se nos casos previstos na lei. pessoas. Mas pode: eventual/ perfilhar.Proc. Não surpreende q a SVA não preencha os critérios de admissibilidade como prova pericial em Tribunal. sobre os aspectos perceptivos e cognitivos do depoimento. 1 das dificuldades do mentiroso é saber o q dizer qdo não sabe o q se sabe. Art. surdez-mudez ou cegueira. o q se reflecte no seu comporta/o não verbal. 163º do C.” Quem pode requerer a interdição? .C. Qq parente sucessível. ultrapassando a possibilidade de prova “para além da dúvida razoável“ q é exigida.530/99.Artigo 1935º . À pessoa designada pelos pais. É maleável e de limites variáveis. na voz. + pistas dará.Existe relação de subordinação específica à figura do curador. perguntas banais. Não podem testar. nos olhos.O cônjuge do interditando. mesmo as q mentem. embora de carácter permanente.gargalhadas. rotineiras e depois íntimas. Características verbais: produção não estruturada do discurso. consoante a sentença. exercer poder paternal . Aos filhos maiores (o + velho. raiva.Cuja credibilidade não pode assentar na perícia psicológica efectuada – perícia essa cuja realização apenas está prevista no C. em função: da complexidade da mentira. o Interdito é equiparado ao Menor (art. A qq dos progenitores. gde nº de detalhes: descrições especificas do lugar. > a possibilidade de ser observada no comporta/o (forma) ou de se “trair” (conteúdo). De 7/12/1999. toxicodependência). admissão de falhas de memória.P. alcoolismo. 1 pessoa suspeita de mentir deve ser encorajada a falar. descrissão das interações: informações envolvendo os entrevistadores e outras pessoas. 3 causas de interdição . A incapacidade dos Inabilitados por Anomalia Psíquica implica: Não pode: casar . Adultos incapacitados. Os 5 critérios. Qto a uns. Igual/. se mostrem incapazes de reger conveniente/ o seu património” (art. movi/os dos braços e mãos como suplemento do discurso q apresentam. para os < de 16 anos (. elaboração e estrutura da narrativa. que é constituído por 2 vogais (parentes ou afins do interditando) e presidido pelo Ministério Público. e q à partida se presume “subtraída à livre apreciação do julgador” (art. INTERDIÇÃO E INABILITAÇÃO Interdição . A sentença especifica os actos autorizados e limites concretos.P. É grave que a inabilitação. Esse juízo pertence.Aproxima-se da incapacidade absoluta. E ainda permanentes. 139º CC). detalhes supérfluos.). 2-A autoridade judiciária verifica a aptidão física ou mental de qq pessoa para prestar testemunho. O Ministério Público. e por xs até por Juristas. Pessoas ≠ têm variáveis ≠.P. 131º. 151º do CC). 944º e seguintes CPC). Não podem casar. do cônjuge. correcções espontâneas. Padrão de actuação do TUTOR . A quem incumbe a tutela do interdito? . Enfatiza-se q o perito não se deve pronunciar sobre a veracidade de 1 testemunho. 5ª secção) – c/ a perícia mencionada no art.(art. O tutor deve exercer a tutela com a diligência de 1 bom pai de família. excitação. q a pretendem ver como. Inabilitação . margens de erro q consideramos inaceitáveis. movi/ não funcionais das mãos e dedos sem movi/to dos braços. generica/ aceite pela comunidade científica.Cessando a causa que determinou a Interdição. sujeita a revisão interpares / cientifica/ publicado. ou o q exerce poder paternal. como estas são mto específicas para cada situação. 152º CC).. por serem > a 30% (% de erro ideal/ calculado para os melhores centros e técnicos c/ especial treino e formação naquela entrevista). em cada circunstância. ou pelo abuso de bebidas alcoólicas ou de estupefacientes. pernas. em testa/o ou docu/o.2. pescoço e tronco. punhos.P. e não sobre a sua credibilidade. A Inabilitação é suprida por curatela . inexoravelmente . ou seja. hora. culpa. do tutor ou curador.V. ouvido o Conselho de Família. dependendo do estado no momento. pode esta ser levantada a requeri/o do próprio interdito. A Interdição é suprida por tutela . e ainda se estiver internado em Hospital Psiquiátrico: Director do Hospital (desde que no interesse do interditando). Mentiras – Guidelines: As mentiras só são detectadas se os indivíduos sentirem determinadas emoções ( medo. qto a outros ainda.P. Não podem perfilhar. A Interdição pode não ser permanente . ordenadas anterior/ ao depoimento não impedem q este se produza. Acórdão do Supremo (S. reprodução do discurso. da motivação do indivíduo que mente. Capacidade e dever de testemunhar . Movimentos: manipulações pessoais: coçar a cabeça. não para avaliar capacidades de testemunho. A conclusão de q é mentira deve ser extraída apenas qdo outras possibilidades foram excluídas. somos pessoal/ de opinião q não deve este instru/o ser formal/ utilizado. Em termos de Lei. cabe ao Tribunal designar. ou aquele que o tribunal entende que melhor desempenhará o cargo). e ainda q possa expor considerações sobre estrutura lógica. testar. Esta grelha de avaliação tem. Surdez – mudez. assim como aqueles q. movi/os dos: pés. elementos esses coadjuvantes do tribunal.B. ainda art. já testada.A (Statement Validity Assessment). Sejam actuais.P. não seja de tal modo grave que justifique a sua interdição. etc.. 4-As indagações.) e pq o perito apenas pode e deve pronunciar-se sobre a capacidade da pessoa em causa conservar em memória e reproduzir os aconteci/os q presenciou. O curador. os sinais observam-se nos movi/os das mãos ou dos dedos. ao tribunal.A . a q deverá obedecer 1 prova pericial.). 138º CC (cf. de acordo c/ o q for determinado na sentença. A validade dos diversos indicadores de mentira define-se. Qto + falar. Grelha C. detalhes do local do aconteci/to nas não relacionados c/ o aconteci/o temporal ou contexto espacial.P.Anomalia psíquica. q lhe permitem avaliar da credibilidade q deve ser atribuída ao testemunho prestado ou a prestar Acórdão da Relação de Lisboa (nota 19 – do acórdão 7071/2005-3 de 18/01/2006) .Ainda q alguns ele/os propostos analisar nesta perícia estejam incluídos no protocolo do S. podendo para esse efeito alienar os seus bens (vender bens deste). Pedir para descrever assuntos do dia a dia .J.. mas como avaliadora de credibilidade de depoimentos. Considera-se perigoso verter aos autos matéria subjectiva.“Podem ser inabilitados os indivíduos cuja anomalia psíquica. ou qdo o indivíduo tenta passar 1 imagem credível. movi/os para alterar a posição que apresentam. contexto. detalhes não usuais. visa-se determinar o estado de desenvolvi/o do <. Não só há poucas chaves não verbais para a detecção de mentiras. o grau de maturidade. avaliar e relatar factos q digam respeito a si ou a outrem. surdez-mudez ou cegueira se mostrem incapazes de governar sua pessoa e bens” art. correcções espontâneas. Não exercem o poder paternal.T. das implicações da descoberta da verdade. pela sua habitual prodigalidade. explicitando razões Ministério Público. mas apenas qdo: Forem incapacitantes. Cegueira. ao qual o observador está atento. em ordem a detectar se possui ou não capacidade para compreender. ele/os de carácter clínico justificativo. especial/ no plano psíquico. nº 3 do C.Existe relação de dependência total da figura do tutor. de facto. descrição de interacções. apresentada como científica.(Princípios gerais) . qdo isso for necessário para avaliar da sua credibilidade e puder ser feito sem retardamento da marcha normal do processo.é a propensão para efectuar despesas ruinosas e injustificadas (mania.P. objectos e aconteci/os. competência essa q é do tribunal.Podem ser interditados do exercício dos seus direitos todos aqueles que por anomalia psíquica. referidas nos nºs anteriores. ou qdo lhes é difícil/ “fabricável”. qto a outros. de qq parente sucessível e do Ministério Público” (art. do grau de planea/o da mentira. Prodigalidade . 143º CC): Ao cônjuge. quantidade de detalhes. para ser qualificada como tal: a existência de hipótese cientifica testável. 3-Tratando-se de depoimento de < 18 anos em crimes contra a liberdade e autodeterminação sexual de <. cabeça. das características individuais do mentiroso. 16 ... q de algum modo ajudem o Tribunal a ajuizar da credibilidade de 1 testemunho. Não existe 1 padrão típico de comporta/o enganador. pode ter lugar perícia sobre a personalidade. esta perícia é frequente/ confundida por Psiquiatras/Psicólogos. % de erro conhecida. etc. A incapacidade dos Interditos por Anomalia Psíquica é + vincada . A linha de base deve ser 1º observada.

a especie de afecção de q sofre o requerido.Relativa/ sexualidade é dito.. prazo para a entrega do relatório. sendo o seu comporta/o motor algo estereotipado. o relatório pericial deve precisar. Exemplo 2: Atraso de Desenvolvimento – Sumaria/ e em conclusão: Do ponto de vista psiquiátrico o examinando apresenta 1 irreversível Atraso de Desenvolvi/o. interdições são freq: Atrasos de Desenvolvi/o (Paralisia Cerebral. E.. escrita. e o q pensa sobre ter filhos e os educar?. sem verbigerações ou neologismos num discurso q é pobre. q indiciem patologia psicótica em actividade ou orgânica-demencial grave. abstracção. Ainda assim. O pensa/o apresenta 1 curso de ritmo lento.Falha porém ao ser ↑ a complexidade das questões. Optou-se por não questionar directa/ sobre o libido.. 950º e seguintes C. .estando medicado com psicofármacos. “A administração do património do inabilitado pode ser entregue no todo ou em parte ao curador” . sendo consultado previa/ a informação clinica presente aos autos . Não é admitido segundo exame nesta fase do processo. onde é referido. mas q é dia 13 e mês de Fevereiro.. pelo respectivo director. Ditado aos Autos: 1. Postura 1 pouco tensa... cumprindo prescrições que aí vierem a ser determinadas. não tendo sido referida desinibição sexual ou espontanea/. ao exame do requerido. etc. faz recados?. conheci/o sobre se beneficia clinica/ c/ a nomeação de curador... conteúdo sem ideias delirantes detectadas admitindo-se porem desconfiança presente.. Juízo critico nesta data e em termos gerais apenas parcial/ mantido.Art. apetite ou sono. memoria. sabendo referir por ex q hoje é 5ª feira... como se disse. 2. Preâmbulo: Na sequência do auto de interrogatório judicial procedeu-se à observação psiquiátrica de. No interrogatório judicial responde correcta. houve ainda oportunidade de entrevistar acompanhantes do interditando/inabilitando à audiência (. responsabilizar-se pelas despesas.ºs 950 e seguintes do C. que dela cuide supervisione e se sinta afectiva/ próxima.Social/ diz. se agrava/o. Especificar data de inicio.V.O diag terá sido colocado... é agressivo?. sendo q devem ser dadas indicações relativa/ a nível de capacidade e o q pode ou não consegue fazer. ainda q receoso.G.. lenta/ progressivo.2. Especificar a extensão da incapacidade. c/ assistência do autor . Art. decorrente em termos causais de situação pouco esclarecida como é habitual nestes casos. o curador autoriza actos do inabilitado.). Logo após o interrogatório procede-se. devida/ analisados os argumentos da petição inicial. sendo feito pelo próprio sem ou c/ ajuda (?)..C..O diag é imp mas pode em absoluto ser irrelevante.N. sendo q previa/ foram atenta/ consultados os autos. as conclusões da perícia são ditadas para a acta. 4.. pode continuar-se o exame no local + apropriado e proceder-se às diligências q se mostrem necessárias 3. de etiologia provavel/ degenerativa (tipo Alzheimer) / vascular. O examinando passa o seu dia a dia. 4. não se apurando alucinações actuais. q pode promover exame numa clínica da especialidade.. tem namorada?.. a Dependência traço de personalidade e a Idade avançada não são fundamentos da incapacitação jurídica. referir se justifica Inabilitação. idade aparente correspondente à real. Especificar a presença ou ausência de pressupostos médico-legais para interdição. Sendo q a manutenção de acompanha/o humano e inserção familiar é vantajosa. sexualidade?. obedece a ordens?. R. Linguagem bem articulada. sp que possível. mas suportado c/ rubrica de Exames Complementares de Diag (por ex . Sindromes Cerebrais Orgânicos (qdo gravesDemências (vasculares ou degenerativas)... o q resultará de deficit cognitivo decorrente de atraso de desenvolvi/o descrito. crónico.E. mas qdo os peritos não cheguem a 1 conclusão segura sobre a capacidade ou incapacidade do arguido.. sozinho ou acompanhado. a extensão da sua incapacidade. Importa sim a sintomatologia clínica e intensidade ou qualidade da sua interferência concreta no processa/o de informação cognitiva e na realidade concreta e pragmática do seu dia a dia particular. nunca excedendo 1 mês.De deslocação para compras. será ouvido o requerente. vestuário e arranjo cuidado. Está inquieto.Como medida de trata/ propõe-se q faça segui/o regular pelo médico de clínica geral. sabe o que é casar?. mas sem apresentar ecopraxias. lenta/ progressivo e q conheceu definitivo agrava/o. A avaliação é primordial/ clínica. perturbação da sede.º950º: Interrogatório . A Incapacidade física. referir se justifica Inabilitação.Função do curador: Assistência. provas psicométricas e TAC – CE) e desenvolvendo: Antecedentes pessoais e psico-sociais. O qdro clínico terá sido notado. gere ou não dinheiro de bolso?.)...º951º . Face ao exposto.º. Status pós A.A curatela .C): A ser realizado de acordo c/ o modelo anterior em q é ditado aos autos. Outros ( função hepática. não fazendo medicação psiquiátrica. dos representantes do requerido e do perito ou peritos nomeados.P..Exame pericial: 1. em particular os argumentos do articulado e documentos clínicos de suporte. especial/ se para inabilitações.. Enquadra/o Actual: O(A) examinando(a) passa o seu dia-a-dia.C. procedeu-se à observação pericial psiquiátrica de. sendo q de acordo c/ os relatos obtidos a deterioração definitiva incapacitante irreversível terá ocorrido.Relatório pericial . mas em q vai mantendo (embora c/ dificuldade) a pragmática. concentração) e intelectivas (calculo. q relevam do prejuízo das faculdades cognitivas (atenção.etc). de forma tímida mas minima/ adequado. 3. actua ao lado (assistência). Pode-se requerer: A interdição de 1 inabilitado. Qdo se pronuncie pela necessidade da interdição ou inabilitação. Especificar medidas de trata/o proposto. A conversão de interdição em inabilitação. no caso contrário. relativa/ ao seu comporta/o.....consta tb docu/o clinico de serviços oficiais de saúde. por isso em rigor não podemos dizer q qdros implicam interdições e quais implicam inabilitações. A curatela: a pessoa é inabilitada.. + representação.. auto e alo-psiquica/ no espaço e no tempo..Acção Especial de Interdição/Inabilitação . qdro este que é arrastado. Interdição e Inabilitação . no caso em apreciação e face aos défices e razão social se deverá equacionar manter colocação em local vocacionado como é o presente lar. Biótipo normolineo. o tutor age em x do interdito (representação). estamos no inverno. A senso-percepção encontra-se conservada. Discussão e Conclusões: Especificar diag.Dças de causas genéticas ou metabólicas). e havendo ainda oportunidade de obter dados através da entrevista (acompanhante) do examinando. formal/ pobre.Art. História Clinica Sumária (procurar data de inicio).Igual/ sobre eventual agressividade. raciocínio. Interdição e Inabilitação – qdros clinicos . expressão facial e mímica concordante c/ o discurso. Observação psicopatológica actual. O humor tem colorido eutímico (normal).. podendo formar imediat/ juízo seguro.Em situações sociais (explorar relação em casa c/ familiares idas a compras. Caso não integre pressupostos ML para interdição. insight sobre as suas limitações e se beneficia clinica/ com a nomeação de curador. sem alt de descontinuidade actual.demência por multi-enfartes). q na pratica a impedem de governar pessoa e bens irreversivel/. pensa/o e afectividade. consciente.. Deficiências Mentais / Atrasos Mentais (qdo graves . relativa/ à capacidade para gerir pessoa e bens e necessidade de vir a ser nomeado tutor.. mas sem desorganização nesta data.. estando os afectos ligeira/ embotados e admitindo-se reacções emocionais impulsivas. Contacto minima/ adequado. c/ atraso mental. Dentro do prazo marcado. exames complementares de diagn: Testes psicológicos. a data provável do começo desta e os meios de trata/os propostos. Observação psicopatologica / Exame Mental: Qto à observação constata-se q se apresenta na sala 1 pouco lentificado. Alcoolismo e Toxicodependências. admitindo-se 17 .Clinica/ é seguido.M. a almoços c/ amigos.P. Caso não integre pressupostos ML para interdição.Sumaria/ e em conclusão: A examinanda apresenta 1 qdro de demência. sendo q relativa/ à memória surge prejudicada. podendo ser afirmado haver severa deterioração cognitiva.. beneficiando da nomeação de tutor. de semblante infantil.Exemplo 1: Demência . à rua. apenas escassa/ orientado. Exames imagiológicos ( T. ainda que possam ser úteis ou até necessários. para este efeito pode ser autorizado o interna/o do arguido pelo tempo indispensável. podendo qq dos presentes sugerir a formulação de certas perguntas. Desta forma foi possível confirmar aspectos já referenciados aos autos como..C.... Autismo)..A..tem por fim averiguar da existência e do grau de incapacidade do requerido e é feito pelo juiz . automatismos ou obstruções.. O levanta/o parcial da inabilitação mas O levantamento da Inabilitação não pode ser deferido antes de 5 anos sobre o trânsito em julgado da sentença que o decretou e As formas previstas pela lei para o suprimento das incapacidades são: A tutela: a pessoa é interditada.A extensão da incapacidade. leitura. Modelo de relatorio/Protótipo: Na sequência de interrogatório judicial e como previsto nos art. Relatorio pericial psiquiatrico . na ausência de exames complementares melhor se afere da descrição feita e observação no auto de interrogatório judicial e exame médico. processa/o. sendo q devem ser dadas indicações relativa/ a nível de capacidade e o q pode ou não consegue fazer. Esquizofrenias (mas podem ter pressupostos para interdição se deficit imp ou de longa data). por ex.) face às previsíveis dificuldades de comunicação. Foca a atenção mas surge disperso. dosea/o de drogas. inabilitações são freq: Qdros clínicos anteriores de grau ou intensidade sintomática <. sp que possível.(afasia. A natureza do processo demencial em causa é. e se se revelar necessário por especialista em neurologia/psiquiatria. fixando-se.Adultos incapacitados . Ainda assim. somos do parecer integrar a examinanda pressupostos ML conducentes a 1 interdição.tidos como adequados..

Previsões clinicas vs actuariais – 1 razão para o clinico alterar 1 previsão estatistica.. relacionado c/ a expressão emocional e q vai corresponder a 1 comporta/o de ataque ou pelo . Traços de personalidade associados à violencia – Impulsividade. Mas + investigação é necessaria sobre a forma como os clinicos avaliam o risco de violencia. e eventual/ da especialidade de psiquiatria c/ apoio psicológico e socio-reabilitativo de aprendizagem. violencia planeada e intencional. Negligência da aderência à medicação. a especificidade nosologica ronda 58%. Acertar 1 em cada 3 é 1 bom resultado. varios objectivos. essencial/ emotiva. entre aqueles que real/ se tornaram violentos q foram previstos como tal e especificidade nosologica como a proporção de sujeitos.natureza multifactorial bio-psico-social. Violencia afectiva/impulsiva – intenso arousal e actividade S. mas tudo depende de querermos acima de tudo evitar os falsos + ou falsos -. Crime reflectindo perturbações de personalidade /maneira de ser e estar disfuncional e social/ desadaptativa (não necessaria/ patológica). insights.Psiquiatras e psicológos de 1 maneira geral sobrepredizem a violência. esquemas.capacidade ↑ da pessoa se tornar autora de 1 crime. o objectivo é ↓ o senti/o de ameaça. 3. sendo q ainda q não tenham sido feitos exames complementares psicológicos. Exacerbação dos conflitos inter-pessoais no contexto dos consumos. a especificidade diagnostica ronda 83%. Relações afectivas superficiais. raiva e disforia presentes e freq. medio. atenção. Bx capacidade introspectiva. Fragilidades do Método Actuarial que limitam a sua utilização na avaliação do risco . Avaliação actuarial: a utilização de metodos estatisticos. Face ao exposto somos do parecer que o examinando beneficie da nomeação de tutor. Interdição e Inabilitação . essencial/ cognitiva. e qdo comparado com as predições/avaliações clinicas. A sensibilidade nosologica ronda 60%. tendo sido apontados erros de 40 a 95%. no caso concreto considera-se ser de manter/equacionar no futuro colocação em lar. Situacional. mudanças na caracterização legal (em psiquiatria) e do estigma envolvido. não é percebida a ameaça previa.Crime em resposta a sintomas psicóticos. O > risco de violência em Doentes Mentais é a ocorrência de co-morbilidade com abuso de álcool e drogas. Da “perigosidade” ao “risco de violencia”: Mudança de Linguagem ou Mudança de paradigma? . sem consciencia da emoção.O perigo é motivação do legislador: exs. Inabilidade para tolerar crítica.. para 1 decisão administrativa clinica c/ fundamentação cientifica psicologica.Condução em estado de embriaguêsDetenção de arma proibida. Condução perigosa.disposição visando a defesa ou afirmação contra alguém ou alguma coisa. Violencia predadora – minimo arousal e bx actividade do sistema nervoso vegetativo. prototipos. violencia reactiva e imediata. A sensibilidade nosologica ronda 49%. Existirá Perigo sp q a produção do resultado desvalioso é + provavel q a sua não produção. Crimes de perigo:Crimes de perigo concreto . difusa. a especificidade nosologica ronda 85%. Crimes de perigo abstrato . q real/ se revelaram violentos.anos de idade. da direcção e do grau da relação entre dça mental e violência. A relação é fraca mas +. Crime como gratificação de "desejos compulsivos". entre os q se revelaram não violentos. q sendo raro. não é tido em conta pelas estatisticas. Padroes de relação entre crime e doença mental . a sensibilidade diagnostica ronda 52%. Tipo de crime ou violência para q é feita a previsão. Comporta/os anti-sociais repetitivos. A decisão clinica do risco é tomada por clinicos com base em: violencia previa. Exacerbação dos conflitos inter-pessoais no contexto dos consumos. Avaliação clinica: a exactidão das predições clinicas é melhor q o acaso da sorte. a sensibilidade diagnostica ronda 53%. Desinibição do comporta/o agressivo pelas subst. Possiveis mecanismos de ligação entre abuso de subst e violência.Variação ao longo das décadas do teor.É a probabilidade de 1 dano futuro que se consubstancializará na pratica de 1 novo crime. Dificuldade em obter os mesmos resultados em contextos clínico. Esta é a expressão manifesta e viva da agressão e transporta a destrutividade no comporta/o relacional.Muda o foco de atenção da qualidade para a probabilidade. A gde maioria dos doentes mentais não são violentos. As pessoas não são “consistentes utilizadores automaticos de pistas racionais solucionadores de problemas mecanica/” antes usam intuição. personalidade de processos cognitivos (de avaliação de perturbações de percepção. Alguns defensores de avaliações clinicas. Difíceis de generalizar a amostras ≠s das q foram utilizadas na sua construção 2. q real/ se revelaram não violentos. Doença mental e violência .O perigo faz parte do tipo: ex. estavel ou inerente. Frequência. agora preferem as actuariais. experiencia clinica ou juridica.1. Exarcebação de sintomas psicóticos. Classificação qto ao Bem Juridico . Aparência Física e Vestuário. focada e dirigida. Conduzir de forma rude. A extensão da incapacidade é moderada a significativa. Egocêntricos. falta de agradabilidade na entrevista. Possiveis mecanismos de ligação entre abuso de subst e violência . As potenciais vítimas rara/ são desconhecidos. Abordagem Actuarial versus Abordagem Clínica: Avaliação mista q tenha em conta dados estatísticos estáticos ponderados por dados clínicos dinâmicos. passivel de classficar 1 risco bx. memória. A agressão transporta a intenção de infligir mal. Dça mental provocada pelo crime (depressão em reclusos. ainda q em outros grupos profissionais o erro seja >. Probabilidade. confundindo-se c/ violência.Crimes de dano. a data de inicio é arbitrada no 1º ano de vida. Perigosidade . avaliar o risco está a 1 passo do manejo do risco. pressenti/o de ameaça previa. Colheita de várias fontes e confirmação da informação. Período prolongado de follow-up vs violência iminente. Tendência para projectar a culpa.Desinibição do comporta/o agressivo pelas subst.V. Simulação de dça mental.. Negligência da aderência à medicação. Prognose da perigosidade – avaliação do risco de violencia – se considerar-mos face a 1 paralelo a 1 modelo medico: violencia como dça ou nosologia. alto. e especificidade diagnostica como a proporção de sujeitos. Tendem a ignorar os factores com bx probabilidade prévia e informações específicas de cada caso. De acordo c/ informações clínicas e relato de acompanhantes. Sexo. Bx de empatia. Ainda que preferencial/ a inserção familiar deva ser privilegiada em termos humanos e de acompanha/o e suporte. Bx tolerância à frustração. Eminência. a descrição da entrevista e observação são suficiente/ eloquentes permitindo afirmar q mto embora responda minima/ a questões básicas (seja no interrogatório judicial seja no exame médico) em termos pragmáticos o funciona/o social e autonomia são seria/ prejudicados. principais defensores: Jonh Monahan e Henry Steadman nos USA e Snowden no UK. mas ainda assim é modesta. constata-se que a exactidão das predições actuariais melhora na especificidade mas não na sensibilidade. Coincidência entre crime e dça mental. sendo 1 afecto primário. 18 . temos: sensibilidade nosologica como a proporção de sujeitos. a especificidade diagnostica ronda 64%. raciocínio. mas actual/ afirma-se: Existe relação entre Dça Mental e Violência.Aspectos psicológicos: Para se proceder a esta avaliação são necessários: testes de: nível intelectual. tensão nas entrevistas. Avaliação do risco de violencia . é q este pode notar a presença de 1 factor decisivo. creças ou scripts. AVALIAÇÃO DE RISCO DE VIOLENCIA Agressividade . entre os q foram previstos como violentos. risco como conceito + actual e definido como “sistematic way of dealing with hazards and insecurities induced and introduced by modernization itself”. não implica algo de fixo. linguagem. Contexto. Consciencia da experiencia emocional. q foram previstos como tal e sensibilidade diagnostica como proporção de sujeitos.) . As condutas violentas qdo ocorrem são nos episódios agudos e geral/ acompanhantes tardios. PTSD após crime de familiar).N. ↑ de exposição ao ambiente predatório em torno dos consumos de subst ilícitas.à sua motivação. sendo q foi melhor evidenciada e desde aí diag após os. predictor como marcador diag. etc. ↑ de exposição ao ambiente predatório em torno dos consumos de subst ilícitas. Componentes de análise do risco – Magnitude. pensa/o. mas algo que frequente/ é avaliado. q dele possa cuidar e c/ quem mantenha afectividade. integrando pressupostos ML previstos para interdição. Principais viezes: Tempo de Previsão. Exarcebação de sintomas psicóticos. entre os q foram previstos como não violentos. uso de alcool e drogas. Deve o examinando manter segui/o médico regular em consultas de medicina familiar.

Desorganização (afecto inapropriado. Psicose é consequência de violência (por ex o stress de motor em família despoleta qdro clínico psicótico. provocadora. Mudanças nos factores de risco ao longo do tempo.1995 s – actualidade. Egoísmo. Direcções Futuras na Avaliação do Risco: a) Área dos riscos dinâmicos. Simples correlação como no exemplo nº de igrejas e nº de famílias podendo haver variável intermédia: Personalidade? Abuso de subst? Falta de suporte social? Acontecimentos de vida stressantes?. Interacções potenciais entre fact. incendiárias ou sádicas. raiva. Perturbação de personalidade. Preditores ligados a antecedentes criminais . inafectividade. A dça mental pode ser 1 significativo factor de risco . Recaidas e reagudizações em psicoticos – factores de não aderencia ao trata/ incluem: natureza da dça. alucinações de comando. toxicodependência. Atraso de desenvolvi/o. Consumo de álcool e drogas. Modelo teórico precisa-se. intervenção e gestão do risco . actuadas anterior/. imprevisibilidade. agitação ou não. Introspecção difícil dificuldades de comunicação. juizo clinico não estruturado: pobre juizo estatistico/actuarial: bom. Não aderência a trata/o. nem vale a pena). Dça psicótica. 3ª variável?). Factores epidemiológicos: Idade. de risco dinâmico e estáveis e entre as ≠s variáveis entre si). A predição de violência é melhor do q o acaso. sexo masculino. Desemprego. frequencia e aceitação de efeitos secundarios. Designação nominal de perseguidor. b) Área de investigação apoiada em ensaios clínicos (Identificação de fact. e concomitante abuso de subst. contexto especifico. relação terapeutica. Preditores de actuação comportamental . atenção deve ser dada a: tempo (a fiabilidade perde-se com o ↑ do tempo. impulsividade. juizo clinico não estruturado: pobre. moral ou intelectual. Condutas aditivas. O desenvolvi/o de vários instrumentos desenvolveu e melhorou a validade dos julgamentos de risco. Atitudes .Itens do instrumento predeterminados: Não é considerada qq outra informação extrerna.Estrato Socio-Cultural. Implicações futuras: Atenção ao viez da Publicação (são publicados os +). dirigidos a factores. isolamento social. Interacções potenciais entre factores de risco dinâmicos e estáveis e entre as ≠s variáveis entre si (ex. Havendo relação Psicose-Violência então há 3 possibilidades nenhuma delas provadas ou excluída . agitação. Ideação suicida ou homicida. Stress ou depressividade. jovem. Na actualidade aconselha-se 1 avaliação mista. frustração dos indivíduos psicóticos. 4. sobre que circunstâncias situacionais e em combinação com que factores pessoais se está associada a > risco de violência?”. com base em factores de risco estatistica/ conhecidos. Condenações prévias por violência física ou sexual. precedidas de medo e raiva. juizo estatistico/actuarial: bom. Misto de comporta/os impulsivos. Os avanços da investigação permitiram o desenvolvi/o de standarts de avaliação de risco. Ameaças de morte à vitima. comorbilidade c/ abuso de subst. juizo clinico não estruturado: pobre. Auto-mutilações. grau de insigh. Três gerações de avaliação de risco de violência . distancia ao local e politica de saude. clínico. Acesso a meios letais e à vitima. Psicose desestabilizada ou desorganizada – Comporta/o e afectos ilógicos. Multiplicidade e gravidade de infracções. sistematizadas. A predição de violência a longo prazo de doentes em ambulatório é habitual/ incorrecta. mas depende da agudização. trata/o ou não. Abuso de álcool e drogas. consumos de drogas). isto é. histórico. juizo profissional estruturado: bom. que o certo é que gde nº de violentos não são doentes. mas não elevado. Motivo.Delírios e alucinações de comando c/ motivos a/ou intenção. perturbações de comunicação. A questão “Está a psicose associada a riscos de violência?” deve ser substítuida por “Que sintomas e aspectos particulares da psicose. Aliança terapêutica. Sintomas – (Pode ser até que ↓ mas é imprevisível).1960 s – 1981. Eventos traumáticos.1980 s – 1995. juizo estatistico/actuarial: aceitavel. Pode não proporcionar as informações + adequadas para programas de prevenção da violência. A predição de violência é análoga à previsão do tempo. e outras condutas de risco. principio: metodo claro e logico da comunicação das decisões do risco. As tx de violência são > ao no passado hipotizado.juizo profissional estruturado: aceitavel/ bom. Planos sem viabilidade. sexuais. 19 . Falta de supervisão parental. desorganização prediz no interna/o e ideacção paranoide no exterior. de risco dinâmico.1 em 2 predições tem acuidade . Situação de crise. Preditores ligados à potencial vitima . Acesso a instrumentos de violência e/ou porte de arma. áreas de investigação: a) Área dos riscos dinâmicos. e de outros factores.nos últimos 15 anos . falta de compaixão. Actos no passado violentos.Falha repetida de tentativas de reabilitação. Rigidez e falta de sensibilidade à mudança 5. associados a que personalidades. Na década de 90 foi estabelecido que psicose é 1 consistente e robusto. Componentes estáveis e específicos em determinado tempo. Sexo. b) Área de investigação apoiada em ensaios clínicos (Identificação de factores de risco dinâmicos. Cólera. Traumatismo craniano.Psicose causa violência ( Psicose focando ou organizando a decisão . ou permissiva. tanto +. comporta/o despropositado). Colocação em instituição ou família de acolhi/o.Precocidade de delinquência violenta. Plano concreto de agressão. e. Efeitos moderadores das variáveis. gde nº de doentes não são violentos. Educação fria. Traumatismo de parto.1ª Geração . Preditores ligados ao estilo de vida social Inadaptação socio-familiar. contextual . Implementação de programas de redução da violência. critica social. Condução de automóvel perigosa. criando conflitos inter – pessoais fáceis). será q relação entre 2 variáveis mudará em função de 1. instabilidade emocional. raiva. Marginalidade.Mentalização ou verbalização deficiente. factor de risco de violência Sendo 1 sintoma heterogéneo há a considerar a probabilidade da violência em: Sintomas +. Componentes estáveis e específicos em determinado tempo. imprudente. Personalidade psicopática. Outros preditores ligados ao estado mental . Plano especifico. Má relação com as pessoas no ambiente circundante. Surgem assim as check-lists. A psicose pode elevar em 2 a 3 x o risco.Proximidade geográfica e/ou afectiva vítima-agressor. Vitima hostil. deficiente ou doente mental. O conheci/o empírico dos factores de risco de violência . associadas a alucinações de comando de vozes conhecidas.Meio familiar abusivo. Mudanças nos factores de risco ao longo do tempo. A violencia é + provavel qdo as ideias delirantes forem – persecutorias. 2ª Geração . ressenti/o. Investigadores têm de dar + atenção aos detalhes qdo escrevem destacando quais os sintomas. principio: cobertura abrangente de factores de risco de violencia juizo clinico não estruturado: pobre. Dça Mental Grave sobretudo em agudização. prostituição. principio: processo de decisão susceptivel de revisão e explicação. Preditores ligados à infancia do examinado . ideacção paranoide e hostilidade. para orientar programas de prevenção e tratamento da violência. Analise dos modelos de avaliação do risco á luz dos 5 principios de avaliação e gestão efectivas do risco – principio: identificação fidedigna de factores rigorosos de risco e violencia. associadas a roubo de pensa/o. associadas a abuso de alcool e drogas. Insucesso escolar. alucinações de comando (especial/ vozes conhecidas). 3ª Geração: A combinação de factores de risco de violência em 4 domínios: estrutural. hostilidade. ou seja. Imaturidade psicológica. Factores de risco de violencia: Ameaça a vítima concreta. Extroversão com ansiedade.juizo estatistico/actuarial: aceitavel. sentimentos de injustiça. Os estudos de 2ª geração têm > acuidade. deixando de pensar claro. 3ª Geração . 2ª Geração: Pelo . principio: relevancia do esquema de avaliação para a gestão e ↓ do risco juizo clinico não estruturado: aceitavel juizo estatistico/actuarial: aceitavel. Mais do q 6 meses. Atitudes das vítimas. Relações interpessoais. Frequentar ambientes de delinquência. 1ª Geração: Os Clínicos têm 1 acuidade de previsão não mais de 2 em 3 .às intervenções médicas ou sociais. Brutalidade parental. Fantasias agressivas. Que sintomas em psicoticos fazem prever violencia: threat control-over-ride. limite ou impulsividade. hostil. O comporta/o no passado é melhor preditor do que o julga/o clínico. dependente. juizo profissional estruturado: bom. devendo ser comunicada como simples risco. avaliar clinica/. Perda precoce dos pais. Abuso na infância.juizo profissional estruturado: aceitavel/ bom. Tendem a não integrar os factores de risco dinâmicos. Ausência de projectos realistas. juizo profissional estruturado: bom. feminina. Inserção e controle de pensa/o..

Olha para si. intimidação: ex: manter-se calmo e colocar falsas acusações. o risco é proporcional à hipertimia.Demência. sendo freq a hostilidade e a irritabilidade. alcoolismo/ abuso de alcool. violencia sexual nas mulheres/ companheiras. 6. 10-15% dos detidos apresenta dça psiquiatrica. As respostas possiveis são: estar calmo e estabelecer limites. estado ou resultado: aceitou apos insistencia e negociando saidas ao jardim. Perturbações Dissociativas. Factores de risco para violencia fisica para c/ crianças – pais: não biologicos. So estagiarios. C/ trata/o apropriado a probabilidade de 1 pessoa com dça mental grave cometer 1 crime violento é significativa/ ↓. A > parte das pessoas com dça mental grave não comete crimes violentos. O problema fundamental ao nivel da saude publica no q diz respeito às dças mentias e à violencia. Perturbações F actícias. Delirium. ½ dos homens q violentam as suas mulheres tb são violentos para os seus filhos.solteiros ou jovens. a violencia como acompanha/o tardio da dça. Episódio Psicótico Breve. pais com: depressão. risco de ofensas corporais ou homicidios por razoes pueris. Disturbios da ansiedade: o mito do P. Ex teorico da avaliação de manejo do risco de violencia – factor de risco: psicose manejo: uso de medicação decanoato/acção retardada trabalhar aderencia aos cp. os atrasos mentais/oligofrenias. discordia familiar e maltratos na mulher. a capacidade dos serviços em garantir segui/o ambulatorio. Atraso Mental. A reacção possivel é a verificar discrepancias entre as palavras proferidas e os feitos. ser consistente. Psicose Esquizoafectiva. comporta/o dominante. Doenças mentais cuja irresponsabilidade é questionavel . factor de risco: abuso sexual. Parafilias. factores educacionais. manipulação de armas.S. intuição da experiencia valorizada como processamento cognitivo. organizada e/ou defensiva. as reacções são: viscerias e contratrasferencia. Aproximada/ 2/3 destas mulheres foram vitimas de violencia domestica. estado ou resultado: não ha vaga nem psicologis c/ experiencia. historia criminal previa. A reacção possivel é a de focar-se nas inconsistencias e nos objectivos. "Eu Estava Perturbado": Distinção entre Perturbações emocionais e Doença Mental.Perturbação de Personalidade. Violencia e diagnostico – esquizofrenia: formas paranoides e hebefrenicas. fantasias em praticar homicidio e/ou suicidio. co-morbilidade c/ abuso de drogas e alcool. Presença de “sintomas psicoticos” em esquizofrenia. Os doentes esquizofrenicos q aderiram a 1 trata/o não apresentam > risco de violencia q qq outra pessoa. Psicose Partilhada. qdo há interna/o o risco bx drastica/ em poucos dias).Que criterios usam os clinicos para se convencerem a si. Alegadas defesas por insanidade . factor de risco: vive sozinho manejo: viver c/ alguem qdo sair. fase aguda é ≠ da evolução cronica. O mito dos media sobre a violencia contra estranhos por parte dos pacientes esquizofrenicos violentos é rara/ confirmado na realidade. exigir confiança: ex: voce não confia em mim. agressoes em crianças. a violencia ligeira contra si. subtipos em interna/o + a forma desorganizada/ hebefrenica em ambulatorio a forma paranoide. nivel educacional bx. manejo: programa de psicoterapia. considera-se como vitima e procura justiça. Perturbações de Controle de Impulso (Perturbação Explosiva Intermitente). esquizofrenia (contradição entre os varios trabalhos e ao longo do tempo. Black-out Alcoólico. drogas. Fica calmo e estabelece limites. procurar pessoa q possa controlar isso qdo ele sair. conduta e condução perigosa. Sindrome de abstinencia leva a procura de drogas e por ai violencia.40 a 70 % de psiquiatras foram em algum momento vítimas de agressividade dos pacientes em > ou < grau (21% não verbalizaram isso com ninguém). Amnésia. esquizofrenia pode ↑ violencia homicida 8x em homens e 6x em mulheres. e para sugerirem em tribunal de libertação? – na globalidade os peritos usam criterios clinicos (os do H. Comparações negativas: ex: há profissionais melhores. Abuso e Dependência de Álcool e Drogas. Predição de homicidio em mulheres “ batidas” – aproximada/ 70% das mulheres assassinadas são mortas pelo marido/companheiro. crinaças c/ comporta/os desadequados/dificeis. O diag mesmo q em co-morbilidade. personalidade previa. estado ou resultado: avaliação funcional pela terapia ocupacional. Mania / Perturbação Bipolar.4% tem sindromes esquizomorfos ou dça bipolar ou depressão grave. Factores de risco para q os homens que espancam as mulheres pratiquem homicidio: uso de armas em evento previo. Fazer entrevistas familiares para poder trabalhar isso. senti/os de dominação.D. antes desorganização. distinguindo o clinico entre os “positiva/ conotados por todos” e os que são “cautelosa/ e intensa/ observados”. Frequente/ é referido amnesia. Psicose Orgânica (Tóxica). Demencias: desinibição sexual e do comporta/o. A reacção é a de pode ser verdade. Traumatismos Cranianos Triviais. A reacção é a contratransferencia. Pedir autorização ao tribunal para fins de semana encorajantes. Evita responsabilidade.P. na mania não esperar premeditação. Perturbações de Ansiedade. “a avaliação da. Situações a evitar – agressão verbal: ex: comentarios agressivos. + do q contra o outro. estado ou resultado: a mae não aceita.R-R). os esquizofrenicos são tb frequente/ vitimas de violencia. factor de risco: abuso de drogas. as ideias paranoides podem aparecer. a violencia + nos q tem exacerbações recorrentes. Infância Perturbada. parece ligeira/ predispor especial/ se temporal ou alt da personalidade organica. olha para o entrevistador.Esquizofrenia. é o abuso de alcool. É mto valorizado o comporta/o social durante a detenção e o ser integrado em treino de aptidoes sociais. a maioria dos homens violentos têm antecedentes de outras relaçoes violentas. c/ perturbação de personalidade. são as + representadas em comportamentos violentos atingindo os 60%. Violência em Técnicos de Saúde Mental . Condutas aditivas: o alcool e drogas ↑ a probabilidade de violencia em doentes mentais e na população em geral. Perturbação Esquizofreniforme. pais c/ pouca autoestima. As P.Insanidade Cultural. antecedentes familiares de violencia. mas provavel/ existe co-morbilidade – alcool. leva a mau prognostico. manejo: treino de formação profissional. Drogas facilitam tb psicoses. Violencia e dça mental. o risco é 3x > em homens e 4x > em mulheres. Personalidade e atitudes agressivas no quotidiano. a possivel reacção é a de clarificar as expectativas e estabelecer “contratos”. abuso de drogas e/ou alcool. factor de risco: sexo masculino. antecedentes familiares de violencia. gde nº de filhos. isola/o social. personalidade anti-social ou alcoolismo ↑ o risco 10x mais em homens e 40x mais em mulheres. culpabilidade. educação religiosa. associando-se a ideias hipocondriacas. Diagnostico psiquiatrico e violencia – a polemica a proposito da epilepsia. equacionar possibilidade. Depressão e Mania: possibilidade de suicidio ou homicidio altruista. As mulheres vitimas de violencia domestica estão + expostas a risco de homicio pelos seus maridos/companheiros apos abandonarem a relação. factor de risco:estar desempregado.C. exibicionismo. abuso de alcool/alcoolismo. Epilepsia: controversia: passado/presente. alguns nºs – risco de prisão em doentes mentais é 3x > à população. A reacção é o medo.a reacção é a indecisão. ou agressões sexuais. personalidade. procura de simpatia: ex: voce não acredita em 20 . Doenças mentais que podem vir a causar irresponsabilidade e perigo . Factores de risco: homens c/ antecedentes de violencia na infancia. profanações. pedagogia a ele e à familia. e bizarria acompanhante. A reacção é defensiva. psicose paranoide: violencia é premeditada. violencia ligeira. à exaltação passional e á depressão. Estabelece o seu proprio plano. refere falsas acusações. A resposta possivel é a de observar directa/ o comporta/o. violencia fora de casa. Ocasional/ delirium associa-se a violencia. furto e contra o patrimonio. confrontação: ex: acções legais. bx auto-estima. Coloca duvidas. pedido á administração e ao laboratorio. ansiedade e furis. factores de risco graves para violencia com mas mulheres inclui: homens violentos na sua generalidade. Antecedentes criminais principal/ envolvendo roubos e jogo. A reacção possivel é a de estabelecer limites e contingencias. Atraso mental: QI bx é risco de comporta/o violento. existam passagens ao acto. explicações: ex: nunca satisfeito c/ as explicações. sarcasmo. Qdo as pessoas c/ dça mental grave cometem crimes violentos. ainda que nesse qdro como nos outros estados ansiosos. e em equipa assitencial”é valorizada. 73% de enfermeiros reportam terem sido em algum momento vítimas de violência de pacientes. Depressão Psicótica / Perturbação Bipolar. 25-60% da população prisional tem perturbação da personalidade. A assitente social contactou 1 irmã. 86>% das ideias homicidas associam-se a ideias suicidarias. de ruina. factor de risco: tinha 1 arma em casa manejo: trabalhar ou ficar sem a arma. subindo para 5x mais se associar dça mental. Mecanismo postulado para o alcool é a desinibição e impulsividade. bx nivel educacional. manejo: analises obrigatorias regulares. pais c/ problemas psicologicos/psiquiatricos ou de saude. estado ou resultado: a mae disse q ja deitou a arma fora. intenção de matar. misticas e persecutorias. Perguntar ao consultor juridico o q pode ser feito qto à licença de porte de arma. fazem-no geral/ contra familiares ou outras pessoas significativas e não contra estranhos.T. estado ou resultado: falta de kit. caracteristicas familiares e setting social. eles testam os limites e o limiar de controlo. Perturbações Depressivas Não Psicóticas.

Acesso a meios letais e à vítima. em geral. além de facilitar o enquadra/o do tipo legal de crime. ou seja. Traumatismo craniano.Cultural. verbalizando c/ frequência a intenção de concretizar o acto. existe alguns estudos q têm vindo a identificar certas zonas cerebrais c/ o comporta/o violento. o doente q ouve vozes que lhe comandam as acções. podendo mesmo idealizar e premeditar a forma de o fazer. os ambientes c/ relações interpessoais violentas têm + propensão a desencadear comporta/os violentos. pelo que forçosa/ são realizadas perícias em tudo sobreponíveis a quaisquer outras. tendo a finalidade de esclarecer e auxiliar a autoridade judicial. Esta alt no vínculo afectivo parental não se trata de 1 patologia. promove 1 “campanha” de forma a denegrir a imagem do outro progenitor de forma a ser bem sucedido nos seus intentos. aquando da acusação pelo Ministério Público. etc). científicos ou artísticos. Estrato. No 1º caso (1).Ameaça a vítima concreta. é mtas xs solicitado q medico-legal/ sejam avaliadas eventuais vítimas. 2) Refira alguns contributos da psiquiatria e psicologia para a sexologia forense As perícias ML constituem para a Justiça 1meio de prova. aspecto último q não está efectiva/ prevista na nossa legislação. assim como as questões médico-legais que suscitam. O 3º caso (3) que frequente/ chega à ML. Modelo lato: Admite várias modalidades. Factores epidemiológicos: Idade. Há 1 presunção de capacidade do indivíduo adulto. cuja regulação de poder paternal esteja em disputa. sendo q outras estruturas reguladoras do comporta/o sexual. conforme aludido no art. processar mental/ a informação. qdo usados fórceps existem dados q indícios lesões. Misto de comporta/os impulsivos.mim. pertença anterior a grupos denominados de “gangs”. baseando-se no princípio geral de que 1 prova pericial. para a avaliação de pressupostos ML de (in)imputabilidade. Mantém-se a exigência de 1 anomalia psíquica para q se verifique a inimputabilidade. de forma a obter preferência ou estabelecer 1 relação preferencial c/ o filho. Final/.conceito em q 1 dos pais c/ a finalidade de alienar o outro. q remetem o juízo de capacidade penal exclusiva/ para o juiz. Consumo de álcool e drogas. qdo o sujeito direcciona a sua violência particular/ a 1 vítima em particular. existem estudos q relacionam actos de violência no adultos c/ o facto de na infância tb eles terem sido vitimas de violência ( ex: Violência Doméstica). Factores de risco de violencia . EXAMES 1) Caracterize breve/ os ≠s modelos de inimputabilidade Os modelos de inimputabilidade são:Modelo Médico-Psicológico. Importa não menosprezar o sofri/o e repercussões psicológicas e psiquiátricas futuras nas crianças expostas a conflitos de q resulta 1 desestruturação do vínculo afectivo parental. p. em violência doméstica existe reincidência de agressões qto + próximo os ex-cônjuges ficam a residir u1 do outro. não rara/. Dça Mental Grave sobretudo em agudização. Não aderência a trata/o. é para o sujeito de tal forma intensa q se torna como 1 “carga propulsora” para o acto violento. Crianças em sofri/o psicológico dever ser orientadas para intervenção terapêutica e não objecto de perícia. Rederecciona a responsabilidade. nos termos do art. Modelo Normativo. A delimitação entre comporta/os sexuais normais e patológicos de 1 forma precisa não é possível. e q não deve abdicar do estudo de factores de risco de violência reconhecidos na literatura científica. o agressor pode abrandar o impulso violento se a vítima se encontrar longe do seu alcance. As Situações Clínicas: A Sexualidade Humana é 1 tema multi. administrativa. qdo o sujeito tem 1 estória de vida passada envolvendo actos violentos. até pq quem avalia a verdade ou a mentira é tão somente o Tribunal. por xs c/ cadastro criminal em idade mto precoce. 4) Pessoa inconsciente ou incapaz de opôr resistência. Plano sem viabilidade. tendo em conta que é social/ + censurável abusar de pessoa inconsciente ou incapaz de opor resistência (4). 21 . e das características psíquicas em geral. Traumatismo de parto. são: 1) Responsabilidade criminal: (In)Imputabilidade. o sujeito por xs não sendo violento por natureza em certas circunstâncias pode ser autor de atitudes de violência extrema. os doentes em terapia devem ser “ensinados” a lidar c/ situações de stress extremo recorrendo a estratégias de gestão de stress. Modelo restrito. Modelo Normativo: Caberia ao juiz decidir sobre a liberdade e capacidade de culpa do agente. q estabelece o regime jurídico da realização das perícias ML e forenses. conforme decorre do art. o tipo de perícias que habitual/ são solicitadas pelo Tribunal nestas situações. Implica não só um analisar das competências ditas superiores cognitivas (por ex: da capacidade de fixar a atenção. insight exagerado: ex: voce é o melhor. ou particular. Actos no passado violentos. Abuso na infância. Plano específico. Esta avaliação. e c/ frequência enfrentam problemas com relaciona/os íntimos. a perícia adequada para avaliar essa mesma perigosidade. O actual sistema legal das perícias médico-legais. Do ponto de vista ML deve-se enfatizar q o conhecido por síndrome de alienação parental é 1 constructo operacional q escapa. normal/ + comum qdo há especificidade na identidade da vitima. desde as moderadas (q quase consubstanciam 1 modelo misto) até às +s extremistas. tem lugar qdo a percepção ou apreciação dos factos exigirem especiais conheci/os técnicos. que cremos + psicológica que psiquiátrica. A reacção possivel é a de focar-se na responsabilidade pessoal. Sócio . tanto em ambiente hospital como em tratamento ambulatório. para aplicação de 1 pena > ou<. 91º do CP. na capacidade da avaliação e determinação do arguido (no momento da prática dos facto q lhe é imputado) e conforme o art. Modelo Misto: Consiste em fazer depender a decisão do juiz de 1 prévia avaliação médico-psicológica do indivíduo. 159º do CPP q implicará referência ao diag. Motivo. 1 doente c/ esquizofrenia paranoide em descompensação tem 1 elevada probabilidade de se tornar violento. incluindo as perícias de psiquiatria e psicologia. não cumprir a medicação prescrita. Modelo Misto e Modelo lato. não define exames específicos nestas perícias em situações de crimes sexuais. avaliados de forma empírica e necessaria/ subjectiva. de acordo com o artº 151º do Código Processo Penal. assim como da análise de todo o processo de socialização. Relações inter-pessoais. constando esse quesito em despacho judicial. ou seja. Face ás definições. (ex: agentes da autoridade c/ arma de serviço. caso seja medico-legalmente avançado a presença de pressupostos de inimputabilidade. avaliando-se tb a capacidade de culpa do indivíduo.ex. Aliança terapêutica. é realizada a perícia prevista no art. à ciência jurídica e à ciência médico psicológica. Importa aqui 1 avaliação + abrangente. Porém. o agressor já visualizou o plano para levar a bom porto a sua acção. Atraso de desenvolvi/o. policial. Modelo restrito: Impõe a existência de 1 doença mental comprovada pelos médicos e q constitui pressuposto indispensável para a declaração de inimputabilidade. A reacção possivel é a de focar-se nos objectivos e não ligar. a interferência ou não daquela anomalia psíquica em concreto. mas q necessaria/ deverá aprofundar a reflexão. 131º CPP. trans e inter dispiciplinar. caçadores. de acordo c/ indícios q não a enfermidade mental medica/ comprovada. queixas recorrentes ou afasta/o silencioso e visivel/ hostil. é + fácil comporta/os de violência extrema se o agressor tiver acesso fácil a armas letais. Relativa/ à probabilidade de repetição dos factos típicos semelhantes (2). caberá ao psiquiatra pronunciar-se sobre ela. Desconfianças e excessiva hostilidade típicas destes sujeitos podem ser expressadas em discussões agressivas. Faz comentarios + e olha para si. reter em memória e depois reproduzir) mas tb aspectos de personalidade a descrever na perícia. a presença de 1 aliança terapêutica + c/ o paciente parece fazer crer q ↓ o risco de violência do doente psiquiátrico. 20º do CP. pessoas de difícil convivência. 2) Probabilidade de repetição de factos típicos semelhantes (perigosidade). é o pedido de avaliação da capacidade de testemunhar nos termos do art. é confundida com a de veracidade de testemunho. mas antes de 1 conceito sociológico. A reacção é a de q pode ter mudado. A decisão sobre a (in)imputabilidade basear-se-ia em parâmetros de normalidade e compreensibilidade dos comporta/os. Por ex. podendo incluir qq perturbação q afecte a capacidade de entender e querer. A reacção é a de ↑ o seu ego. como a religião e a justiça. 160º do CPP. Inserção e controle de pensa/o. Perturbação de personalidade. Alucinações de comando. será sobre a personalidade. qdo a significação interna do motivo. Limitá-la a 1 condição médica é 1 visão redutora e q omite as múltiplas relações entre o sexual e todas as vertentes da vida humana. Sexo. q avaliaria a capacidade do indivíduo em causa e pronunciaria 1 juízo definitivo e insindicável pelo juiz. a perigosidade. os indivíduos c/ Transtorno da Personalidade paranoide são. como ex. mas não se trata já necessaria/ de 1 dça. levanta-se a questão de q o síndrome de alienação parental não é + q 1 constructo académico q visa caracterizar alt no vinculo afectivo parental. Ainda assim. 154º CPP. Modelo Médico-Psicológico: A decisão sobre a inimputabilidade ou imputabilidade caberia exclusiva/ ao médico. as perícias não poderão ser desvalorizadas qdo da avaliação técnico-científica do sofri/o do menor seja pertinente. sindrome de alienação parental . q só pode ser ilidida perante a comprovação de 1 estado patológico que afecte as suas faculdades mentais. dispensando a colaboração do médico. caso se considere não existir anomalia psíquica grave. misturadas c/ a medicação. 3) Capacidade de testemunho. ainda pouco significante para outros. Apesar de não serem específicas.

pelo respectivo director. no sistema de justiça.têm dificuldades semelhantes. c/ considerações em termos clínicos. Caso não integre pressupostos ML para interdição. É q pese embora frequente/ seja solicitado. Factores que interferem com a avaliação em contexto forense: Ansiedade situacional. (acerca da 1ª questão levantada) aderimos c/ > convicção a 1 modelo misto e lato de inimputabilidade. O termo ofensor sexual é 1 constructo jurídico. Logo após o interrogatório procede-se. 4) Distinga perturbação da personalidade do conceito de psicopatia que é medido pela PCL-R ? 5) Enuncie qdros psicopatologicos + freq entre os doentes q são internados compulsiva/ . mas não existe nenhum sistema classificativo c/ validade universal. se prova efectiva/ em julga/o essa mesma prática. pela natureza e intensidade destes. insight sobre as suas limitações e se beneficia clinica/ com a nomeação de curador. melhor conheci/o da genética. será ouvido o requerente. ou mesmo simulação. ao denominado risco de violência. Qdo se pronuncie pela necessidade da interdição ou inabilitação. no sentido da integração de conceitos q possam ser úteis em ambas as áreas. q não é. do ponto de vista clínico as capacidades pragmáticas daquela pessoa naquela situação. q poderão dificultar a interface entre ambas. O termo parafilia é 1 constructo médico. existem ≠s terminologias na área legal e na área clínica. A valorização da deterioração cognitiva. como a determinação da incapacidade. deação homicida. Apenas nos últimos anos os neuropsicologos clínicos começaram a ter 1 participação imp e decisiva nos tribunais. não esquecendo q o contributo da psiquiatria e psicologia forense é sp condicionado e dependente do país em análise. q pouca informação útil traz face à variabilidade da capacidade funcional dentro de cada nosologia. Tornou-se freq o testemunho como perito q informa o juiz sobre as sequelas na conduta.Fornece melhores testes para avaliar as funções cognitivas. Sinais/sintomas de intoxicação alcoólica aguda. cremos q a medicina legal e em particular a psicologia forense. A tomada de decisão sobre assuntos legais. Diag + freq: Psicose esquizofrénica. sendo q devem ser dadas indicações relativa/ a nível de capacidade e o q pode ou não consegue fazer. A classificação dos comporta/os sexuais anormais é influenciada pela apreciação sociocultural num dado período histórico. a função cotgnitiva é preditora do funciona/o no “mundo real”. a opinião é de q o verdadeiro perito (psiquiatra ou psicólogo) não o deverá fazer. A Neuropsicologia clínica sofreu gde desenvolvi/o graças a investigações e a publicações realizadas sobre conheci/os. do ponto de vista ML. em geral. a especie de afecção de q sofre o requerido. sp que possível. Especificar a extensão da incapacidade.é solicitada pelo próprio ou pelo seu terapeuta.utilização de terminologia ultrapassada. responsabilizar-se pelas despesas. Expectativa face às repercussões dos resultados. desvio foram substituídos pela designação Parafilia q coloca ênfase no q atrai o indivíduo (filia) com implicações na terapêutica que está recomendada em situações q envolvam agressão sexual. Ditado aos Autos:. 3) Diga quais são as questoes q o psiquiatra deve clarificar nas suas conclusoes periciais se 1 processo especial de interdição/inabilitação as quais. novas estratégias terapêuticas para os défices cognitivos. A 3ª questão colocada – a da avaliação da capacidade de testemunho – é aquela em q de forma evidente admite-se ter 1 posição firme. Psicose afectiva. Outras Psicoses? 6) Distinga a avaliação psicologica em contexto clinico e em contexto forense. Sinais/sintomas de intoxicação com subst. Este conceito estende-se a outros diag. Existem. aqui. e q se presume subtraída à livre apreciação do julgador (art. O ofensor sexual é alguém q sendo acusado e condenado por crime sexual. c/ efeito. para actuações + concertadas e uniformes Cientes de q a avaliação em Psiquiatria e Psicologia Forense é 1 tema complexo. Para a 4ª questão em análise – avaliação da consciência e capacidade de opor resistência – existe total sintonia c/ o exposto por autores nacionais. assim como a promoção da colaboração entre psicólogos. O psiquiatra neste tipo de avaliação deve transcender o simples colocar de diag. a localização e o tipo de neuropatologia. da saúde mental ou de outras áreas das ciências sociais e humanas. Estes arguidos têm histórias pessoais e criminais únicas. q pode promover exame numa clínica da especialidade.sintomas + freq à data do internamento compulsivo: Ideação delirante. e as atitudes e crenças relacionadas c/ a ofensa sexual pode variar. 4. Discussão e Conclusões: Especificar diag. seja pq se o fizer arrisca seria/ a perder-se em considerações + pessoais do q objectivas ou de ciência. > grau de cooperação do sujeito. Em contexto clinico . fixando-se. relativa/ à capacidade para gerir pessoa e bens e necessidade de vir a ser nomeado tutor. em substituição das categorias de diag das classificações internacionais de dças (embora se reconheça q estes fornecem 1 nomenclatura universal/ aceite e compreensível). sp que possível. intelectual/ e emocional/ é ou não aquele doente capaz. as conclusões da perícia são ditadas para a acta. Especificar medidas de trata/o proposto. A descrição dos perfis cognitivos e de conduta característicos de cada dça neurológica. A decisão sobre as intervenções + apropriadas. q se prenunci pericial/ sobre credibilidade de testemunho. A Psiquiatria e a Psicologia Forense englobam 1 gde variedade de domínios do saber. emocionais e cognitivas q resultam das lesões no cérebro humano e ao mesmo tempo da imp das variáveis psicossocias na modulação do funciona/o e alt do cérebro. 2. Tais condutas estarem catalogadas como dça mental. fornecendo tipologias úteis e pormenorizadas dos ofensores sexuais. Mais 1x têm de ser medico-legal/ analisadas. a data provável do começo desta e os meios de trata/os propostos. O parafílico é alguém c/ o diag de parafilia. 22 . referir se justifica Inabilitação. não quer dizer q não haja lugar a sanção penal. não bastando 1 mera quantificação de QI. Qto à 2ª questão. fins terapêuticos. A determinação do prognostico. no caso contrário. inclusiva/ por magistrados. Porém. consensual. seria + útil caracterizar cada tipo de ofensor sexual numa perspectiva dimensional. Trabalhar em contexto forense exige 1 conheci/o eclético. de acordo c/ a sua própria avaliação. e nos crimes sexuais. Alt graves do humor. Psicose Paranóide. assim como a necessidade de + investigação nesta área. Mais dúvidas surgem relativa/ a algo que às xs é pedido. Objectivo e campo de aplicação da Neuropsicologia Forense . designadamente profissionais de direito. Dentro do prazo marcado. psiquiatras e especialistas de outras disciplinas q. Alt do comporta/o. nomeada/ a referência à idade mental. atitude de reserva. circuitos cerebrais e funções cognitivas. Não é admitido 2º exame nesta fase do processo. o relatório pericial deve precisar. é perigoso verter aos autos matéria subjectiva apresentada como científica. e averiguar se cognitiva/. nunca excedendo 1 mês. O termo neuropsicologia Forense faz referencia a aplicação de conheci/os de Neuropsicologia a questões legais. Autores consideram ser imp conciliar/ compreender as ≠s terminologias. q prepare para as tarefas q serão confiadas. como se pode constatar nas classificações internacionais de doenças e a sua evolução ao longo dos anos.Exame pericial: 1. pode continuar-se o exame no local + apropriado e proceder-se às diligências q se mostrem necessárias 3. Ideação suicida. É extrema a utilidade q a Psiquiatria tem para o Direito qdo se trata da avaliação da (in)imputabilidade. e mto . 7) Diga qual a + valia da avaliação neuropsicologica para a pratica clinica forense . alguns modelos de classificação q têm esta heterogeneidade em conta. C/ efeito. para este efeito pode ser autorizado o interna/o do arguido pelo tempo indispensável. dado q o ordena/o jurídico tem os seus próprios critérios. fins periciais. na área penal. 2º os quais só algumas das pessoas portadoras de dça mental. Determinação do funciona/o intelectual prévio.identificação das sequelas envolvidas no dano cerebral ligeiro como “ o síndrome pos–comocional”. Sem consciência mórbida. os autores discutiram o q pode ser realizado à luz da legislação portuguesa. está apta a dar 1 precioso contributo perante o crescente interesse e ↑ de estudos científicos recorrendo a dados estatísticos para análise dos factores de risco descritos pela literatura médico-psicológica. mto embora c/ 1 paralelo claro de natureza clínica. O diag de parafilia não supõe por si mesmo 1 modificação da imputabilidade. mas qdo os peritos não cheguem a 1 conclusão segura sobre a capacidade ou incapacidade do arguido. de se avaliar e de se determinar. Em contexto forense – Solicitado pelas entidades oficiais. ML – perigosidade – relembramos ser este termo 1 constructo jurídico. As implicações do funciona/o psicossocial. em termos cognitivos repita-se. lidam c/ os mesmos problemas. A > dos ofensores sexuais não tem 1 diag de parafilia. desconfiança. prazo para a entrega do relatório. nomeada/ a avaliação de 1 alegado perfil. podendo formar imediat/ juízo seguro. Especificar data de inicio. classificando os ofensores em eixos multidimensionais. ao exame do requerido. perversão. em particular. apoiando-se no contributo de ≠s disciplinas. Relação entre a Neuropsicologia e Lei – o desenvolvi/o de estudos sobre as relações entre o cérebro e a conduta mediante métodos quantitativos. As estratégias interpretativas para inferir a presença.º 163 CPP. Os termos aberração. Actividade alucinatória.º951º . Habitual/ levantam questões ≠s das q são abordadas no domínio clínico. alias se encontram previstas no nº3 do art 951º do CP Art. a par de formação específica. seja por entrar em matéria q apenas ao tribunal compete. Eventuais ganhos secundários. do q a 1 modelo estrito e normativo. Especificar a presença ou ausência de pressupostos MLs para interdição. a extensão da sua incapacidade. podem ser susceptíveis a q se reconheça a sua responsabilidade penal.

coordenação viso motora. 10) Assinale a resposta mais certa: A.P. referidas nos nºs anteriores. será pois. capacidade viso-construtiva. ao tribunal. Retenção de memória auditiva imediata e de memória de trabalho. matrizes. sobre os aspectos perceptivos e cognitivos do depoimento.8) Discuta a utilidade e limitações da WAIS III na avaliação psicologica em contexto forense . isto sem prejuízo. q de algum modo ajudem o Tribunal a ajuizar da credibilidade de 1 testemunho. descrição de interacções. memória de dígitos. capacidade de categorização e de conceptualização.a) é adequada para trabalhar na prevenção da delinquencia e criminalidade b) é relevante na explicação da criminalidade juvenil c) não resulta na explicação dos crimes de colarinho branco d) a+b e) todas as anteriores estão certas D. Esta perícia é frequente/ confundida por Psiquiatras/Psicólogos. Art. para importar acima de tudo 1 realidade pericial bem ≠. a) ambos os progenitores estiverem presos b) so estiver preso o pai c) 1 dos progenitores ja tiver estado preso d) se houver problemas de alcoolismo na familia e) todas as anteriores estão erradas E.1-Qq pessoa q não se encontrar interdita por anomalia psíquica tem capacidade para ser testemunha e só pode recusar-se nos casos previstos na lei.P.P. maturidade e socialização daquele indivíduo. disposição de objectos. quantidade de detalhes.Cuja credibilidade não pode assentar na perícia psicológica efectuada – perícia essa cuja realização apenas está prevista no C.. Fornece informação sobre: Compreensão das palavras e sua definição. informação. para os < de 16 anos e pq o perito apenas pode e deve pronunciar-se sobre a capacidade da pessoa em causa conservar em memória e reproduzir os aconteci/os q presenciou. e ainda q possa expor considerações sobre estrutura lógica. e não sobre a sua credibilidade. 131º . sequência de letras e números.P. Raciocínio fluido e processa/o simultâneo de informação. Planificação e organização perceptiva.P. composição de objectos. Esse juízo pertence.. A “reprodução familar da delinquencia” tem + tendencia a ocorrer-se. 2-A autoridade judiciária verifica a aptidão física ou mental de qq pessoa para prestar testemunho. Organização perceptiva. inexorável/ . competência essa q é do tribunal. Raciocínio lógico-abstracto. Atenção e concentração.pesquisa de símbolos. 131 C. Enfatiza-se q o perito não se deve pronunciar sobre a veracidade de 1 testemunho. LIMITAÇÕES? 9) Distinga a avaliação pericial da capacidade do testemunho nos termos do art 131º do CPP. perde relevo a avaliação da personalidade (mencionada no nº 3 do artigo citado). apresentada como científica. obedecer ao objecto de perícia para o q fará 1 avaliação cognitiva e não da personalidade. correcções espontâneas. Acórdão da Relação de Lisboa (nota 19 – do acórdão 7071/2005-3 de 18/01/2006) . detalhes supérfluos.. capacidade de distinguir o essencial. Raciocínio não-verbal e pensa/o analítico. admissão de falhas de memória. ou obedecer estrita/ ao articulado realizando “Perícia Sobre a Personalidade” q não é em si competente para avaliar a capacidade de testemunhar. aritmética. q a pretendem ver como.).a) incluir + variaveis relacionadas c/ o contexto social do agressor b) atender + a aspectos do funcionamento laboral 23 . e por xs até por Juristas. mas como avaliadora de credibilidade de depoimentos. A sub escala verbal é composta por 7 sub testes: vocabulário..P. concentração. ordenadas anterior/ ao depoimento não impedem que este se produza. Considera-se perigoso verter aos autos matéria subjectiva.. A sub escala de Realização é composta por 7 Sub testes: Comple/o de gravuras. Fornece informação sobre: Atenção. a) é doente mental b) é portadora do disturbio de personalidade anti-social c) é vitima de segregação social d) é reincidente e) todas as anteriores estão erradas C. 163º do C. Atenção dividida e controlada. A abordagem desenvolvimental.WAIS-III: Avaliação do desenvolvi/o cognitivo dos 16 aos 90 anos. O risco de homiocidio conjugal difere do risco de violencia conjugal por. compreensão. Grau de socialização. organização espacial. O dilema pericial.Capacidade e dever de testemunhar . organização grafo-perceptiva. A maioria das pessoas q se encontram presas. se o pretendido é efectiva/ avaliar a capacidade do testemunho. Memória remota....levanta desde logo algumas dificuldades e inconsistências. 3-Tratando-se de depoimento de < de 18 anos em crimes contra a liberdade e autodeterminação sexual de menores. pode ter lugar perícia sobre a personalidade. Com efeito.. qdo isso for necessário para avaliar da sua credibilidade e puder ser feito sem retardamento da marcha normal do processo. q sp deva o perito se pronunciar sobre o desenvolvi/o. código. . elaboração e estrutura da narrativa. A formula subjacente a construção de 1 sistema tipologico é: a) identificação + separação = redução de problemas b) avaliação + separação = redução de problemas c) separação + intervenção = redução de problemas d) avaliação + intervenção = redução de problemas e) nenhuma das anteriores esta correcta B. não para avaliar capacidades de testemunho. memória imediata. 4-As indagações. contexto. e q à partida se presume “subtraída à livre apreciação do julgador” (art. ou seja. q é a avaliação psicométrica e/ou neuropsicológica em particular da atenção e da memória. cubos. da questão de credibilidade q por xs é requerida a solicitação das partes A perícia prevista no art. Atenção e capacidade sequencial. Grau de aculturação social.

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