GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA – FAETEC EDITAL Nº 008

/2010 DISPÕE SOBRE RETIFICAÇÕES AO EDITAL DE ABERTURA DO CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS EFETIVOS DAS CLASSES DOCENTE E ESPECIALISTA TÉCNICO PEDAGÓGICO DO QUADRO PERMANENTE DA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA – FAETEC. O PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA – FAETEC, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor, e tendo em vista a autorização exarada no Processo Administrativo nº E-26/34845/2009, torna públicas as seguintes RETIFICAÇÕES AO EDITAL DE ABERTURA do Concurso Público destinado a selecionar candidatos para provimento de cargos efetivos das classes Docente e Especialista Técnico Pedagógico, todos de Nível Superior, do Quadro Permanente da Fundação de Apoio à Escola Técnica – FAETEC. 1. RETIFICAÇÃO DA QUALIFICAÇÃO MÍNIMA PARA PROFESSOR FAETEC I - MÚSICA E SOCIOLOGIA Onde se lê: CARGO: PROFESSOR FAETEC I (para atuar nas disciplinas da Educação Básica)
Área / Eixo / Curso Linguagens, Códigos e suas Tecnologias Ciências Humanas e suas Tecnologias Disciplina Carga Horária Semanal 20 h 40 h 20 h Sociologia 40 h 21 1 1.911,57 Nº de Vagas* R 7 19 10 1 D Vencimentos R$ 955,77 1.911,57 955,77 Qualificação Mínima Licenciatura Plena em Música Licenciatura Plena em Sociologia

Música

Leia-se:
Área / Eixo / Curso Linguagens, Códigos e suas Tecnologias Ciências Humanas e suas Tecnologias Disciplina Carga Horária Semanal 20 h Música 40 h 20 h Sociologia 40 h 21 1 1.911,57 19 10 1 1.911,57 955,77 Nº de Vagas* R 7 D Vencimentos R$ 955,77 Qualificação Mínima Licenciatura Plena em Música ou em Educação Artística com habilitação em Música Licenciatura Plena em Sociologia ou em Ciências Sociais

2. RETIFICAÇÃO DA QUALIFICAÇÃO MÍNIMA PARA PROFESSOR FAETEC I PRODUÇÃO DE ÁUDIO E VÍDEO E EVENTOS Onde se lê: CARGO: PROFESSOR FAETEC I (para atuar nas disciplinas da Educação Profissional)

Área / Eixo / Curso

Disciplina

Carga Horária Semanal 20 h

Nº de Vagas* R D 02

Vencimentos R$

Qualificação Mínima Graduação em Comunicação Social com habilitação em Cinema ou Rádio e TV; Tecnólogo em Produção Audiovisual. Graduação em Produção Cultural; Tecnólogo em Eventos. Graduação em Medicina com especialização em Dermatologia; Graduação em Fisioterapia com especialização em Estética

Produção de Áudio e Vídeo Produção Cultural e Design Eventos

955,77

20 h 40 h

01 04

955,77 1.911,57

Ambiente, Saúde e Segurança

Estética

20 h

02

955,77

Leia-se:
Área / Eixo / Curso Disciplina Carga Horária Semanal Nº de Vagas* R D Vencimentos R$ Qualificação Mínima Graduação em Cinema; Graduação em Comunicação Social com habilitação em Cinema ou Rádio e TV; Tecnólogo em Produção Audiovisual ou Cinema Graduação em Produção Cultural; Graduação em Relações Públicas; Tecnólogo em Eventos Graduação em Medicina com especialização em Dermatologia; Graduação em Fisioterapia com especialização em Estética; Tecnólogo em Estética

Produção de Áudio e Vídeo Produção Cultural e Design

20 h

02

955,77

20 h Eventos 40 h

01 04

955,77 1.911,57

Ambiente, Saúde e Segurança

Estética

20 h

02

955,77

3. RETIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS OS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS / SUGESTÕES BILBIOGRÁFICAS ABAIXO RELACIONADOS SUBSTITUEM AQUELES PUBLICADOS NO EDITAL DE ABERTURA DO CONCURSO PÚBLICO 3.1. CARGO: PROFESSOR INSTITUTO SUPERIOR CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS (para todas as disciplinas) Aspectos Filosóficos da Educação: Concepções de Educação e tendências pedagógicas; as principais teses e teorias sobre o pensamento pedagógico brasileiro. Aspectos Sociológicos da Educação: A relação entre educação, ideologia e política; as relações sociais na escola; democratização da escola: autonomia, autogestão, participação e cidadania. Aspectos

2008. 1677-7042. Marta Kohl. Lei n. Limites e Perspectivas. Jacques. 1. Planejamento – Projeto de ensino-aprendizagem e projeto político-pedagógico. Campinas. Gestão e organização da sala de aula. Brasília/DF: Gráfica do Senado. DANTAS. 1994. Moacir. Marta Kohl de. Regulamenta o § 2º do art. 1998. Gestão Escolar Democrática: concepções e vivências.ed. Legislação da educação profissional: LDB 9394/96. SAVIANI. MOREIRA. 2006. Autores Associados. Porto Alegre : Artes Médicas. Yves de. SILVA. Cultura e Sociedade. Aspectos da Política Educacional Brasileira: A LDB 9394/96. Cláudia. Psicologia do desenvolvimento: teorias do desenvolvimento – conceitos fundamentais. O paradoxo de aprender e ensinar. 2002. BRASIL. Porto Alegre. RAPPAPORT. Vygotsky. São Paulo: Libertad. BRASIL. História da Educação. 23/12/96. As funções do ensino superior: ensino. 1998. R. de 20/12/1996. 1992. DELORS. 142. César et. FIORI.394. extensão e cultura. 2009.9. São Paulo: Martins Fontes.: EdUerj / Faperj. n. Aspectos do Cotidiano Escolar: Projeto Institucional. Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. v. Demerval. 36 e os arts. 2005. Artmed.). 17. ESTEBAN. 2002. v (FALTA ALGUMA COISA) LUCE. Diário Oficial da União. 1. 2006. de 18 de dezembro de 2009 do Rio de janeiro. Lei nº 5597. Rio de Janeiro: DP&A. Filosofia. Wagner da Rocha. . São Paulo: Ática. 1993. E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Nilda (org. S. 1997. pesquisa. LOPES. transversalidade e a transdisciplinaridade. Paulo. Heloysa.). interdisciplinaridade. São Paulo: Cortez.ed. Planejamento educacional. de (Orgs. Belo Horizonte: Autêntica. São Paulo: Summus. Celso. Celso dos S. São Paulo: Cortez.). Maria Teresa (org. que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.83327841. COLL. 96 p. de 23 de julho de 2004. VASCONCELLOS. Tomás Tadeu. Currículo. MEDEIROS. Avaliação: uma prática em busca de novos sentidos. p 27. 2006. Rio de Janeiro. São Paulo: Scipione. 2002. Fernando.PEE/RJ.). Políticas de integração curricular. v. 2002. SP. 2004. Cipriano Carlos. Desenvolvimento psicológico e educação: psicologia evolutiva. al. KOHAN. Papirus Editora. DAVIS. VYGOTSKY. Construção do Conhecimento em sala de aula. 2009. São Paulo: Cortez. W. Da nova LBD ao Novo Plano Nacional de Educação: por uma outra política educacional. Porto Alegre: Artmed. Juana Maria. J. Filosofia da Educação. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. A educação para o século XXI: questões e perspectivas.154/04. SAVIANI. Decreto nº 5. 1. SANCHO. Clara Regina. Ano CXLI Nº 1. 39 a 41 da Lei nº 9. ed. Decreto 5154.Psicológicos da Educação: Teorias do desenvolvimento e da aprendizagem. 2005 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE – Lei Federal nº 8069/90. O. LA TAILLE. de 20 de dezembro de 1996. Criar currículo no cotidiano. Vygotsky – aprendizado e desenvolvimento em processo sóciohistórico. 2001. Currículo. Antonio Flávio (org. SP: Libertad. OLIVEIRA. GHIRANDELLI JUNIOR. Rio de Janeiro: Governo do Estado do Rio de Janeiro. 2. GADOTTI. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. O Projeto político-pedagógico. Currículo: políticas e práticas. D. OLIVEIRA. Medidas e dispositivos legais de proteção à criança e ao adolescente. 249. Piaget. Porto Alegre: Editora da UFRGS. A Nova LDB: Trajetória. 2002. O Ensino Superior na contemporaneidade brasileira: desafios e avanços. Alice Casimiro . São Paulo: Cortez. São Paulo: EPU. LUCKESI. 1999. ano CXXXIV. Sugestões Bibliográficas: ALVES.394.. INSTITUI O PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO .1. VASCONCELLOS. Diário Oficial da União. Brasília/DF: Gráfica do Senado. Lev. Isabel Letícia P. HERNANDEZ. São Paulo. Maria Beatriz. MOREIRA. p 18. História das Idéias Pedagógicas. A avaliação como parte integrante do processo de ensino-aprendizagem. Antonio Flávio (org.). Tecnologias para transformar a Educação. . Campinas: Editora Autores Associados.

Sugestões Bibliográficas: BARROSO. Ações constitucionais. . tóxicos e perigosos.20 Aplicação dos Direitos Autorais/Copyright e a proteção do software. Capacidade.7 A propriedade intelectual como produto e bem de utilidade. Personalidade. Mandado de segurança individual e coletivo. 20. 4.5 A propriedade como direito.18 Computadores e sistemas de informação. Elementos e forma. Mandado de injunção.4 Prevenção e reparação do dano ambiental: responsabilidade civil por danos ao meio ambiente (Lei 7347/85). à igualdade. Conflito de leis no tempo. Interesse legítimo.CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 1. Domicílio. padrões ambientais.9 Evolução da propriedade intelectual. Pessoas jurídicas. 4. à liberdade. Poluição das águas doces. direitos e deveres individuais e coletivos.9 Poluição sonora.7 A ordem social na Constituição. Direito e moral.8 Propriedade intelectual: marcas/patentes/direitos autorais. ________________.7 Poluição atmosférica. 4. Proteção do patrimônio natural.10 Proteção do patrimônio cultural: regime jurídico do tombamento. direito à vida. Poder potestativo.13 Direitos Autorais/Copyright: diferenças.1 Tutela jurídica do meio ambiente: o Direito Ambiental na Constituição de 1988. e imateriais. Incapacidade. Ilícito contratual (relativo) e extracontratual (absoluto). 1. Interpretação e integração das leis. Classificação das pessoas jurídicas. Curso de Direito Constitucional Contemporâneo. 3.2 Competências legislativas. conservação.6 Bens ou coisas materiais ou tangíveis. 2. 1. 3. 4. transferência. Ato jurídico. Conceito e classificação. Responsabilidade. Ação popular.22 A autoria do software. Despersonalização das pessoas jurídicas. zoneamento ambiental. 4. 4. Prescrição contra a Fazenda Pública (Decreto n. Relação jurídica material.1 Introdução e noções gerais. 4. 1. Direito Constitucional: 1. mares e zonas costeiras.1 Princípios do Direito Constitucional. Conseqüências dos atos ilícitos.8 Direito Constitucional Urbanístico. 4. à segurança e à propriedade. 2.3 Direitos sociais. 4.3 Características e autonomia do Direito de Informática.10 A Convenção de Berna e a UCC-Universal Copyright Convention. Bens públicos. Direito objetivo e subjetivo. 4. Aquisição. Espécies de capacidade. Código Florestal (Lei 4771/65).2 A Evolução histórica da Informática e o Direito.16 Direito e tecnologia da informação. Pessoas jurídicas públicas. Direito Civil: 2. Meio ambiente. incorpóreas ou intangíveis. Prescrição e decadência. Estado das pessoas.3 Cidadania e Meio Ambiente: Estudo Prévio de Impacto Ambiental. Forma dos atos jurídicos e sua prova. I. 4.4 As garantias constitucionais contra os abusos da Administração Pública. 3. Competências federativas.15 Os crimes contra o Direito Autoral. Pretensão material.6 Unidades de conservação da natureza. 3. Personalidade jurídica. Bens.3. 5º da Lei de Introdução ao Código Civil).3 Fatos jurídicos. Ação civil pública. Opção de nacionalidade. 1. PROFESSOR INSTITUTO SUPERIOR . 1º a 6º.597/42). Fins sociais da lei e exigências do bem comum (art. 4. Direito adquirido e expectativa de direito.2. Ações de estado. Luis Roberto. 3. Classificação das leis pela sua natureza. Modalidades dos atos jurídicos. 3. Negócio jurídico. Políticas urbana. Vigência. 4. 3. civil e administrativo. 4.DIREITO . 4. eficácia. Rio de Janeiro: Renovar.4 O Direito de Informática e o mundo moderno. agrícola.17 Direito de Informática: conceito e abrangência.comentários e histórico. 3. Direitos da personalidade. Agrário e Ecológico. cidadania e direitos políticos. Ilícito penal.19 O Regime Jurídico dos Programas de Computador. 4. Direitos individuais e coletivos. Direito e Informática: 4. Fontes do direito. 1. Direito público e privado. 9º. Direitos absolutos e relativos. Nulidades dos atos jurídicos. 4. modificação e perda dos direitos.2 Pessoa física. São Paulo: Saraiva. 3.2 Direitos e deveres fundamentais.5 Direito Administrativo e Administração Pública no Estado Federal Brasileiro.910/32 e Decreto-lei n. Princípios. 4. nacionalidade.1 Lei de Introdução ao Código Civil (Decreto-lei nº 4. Conceito e classificação. 2. Ato ilícito. Conceito e classificação. 4. Classificação.12 Direitos Morais e Patrimoniais do Autor. 1. Informação Ambiental. Direito Ambiental: 3. Defeitos dos atos jurídicos. Prescrição da ação e prescrição do direito material. Ordenamento jurídico material. 12 a 14. 4. Prescrição aquisitiva e extintiva. 1.23 Os crimes de "pirataria" de software.11 A proteção brasileira aos Direitos Autorias. 4. Grupos não personificados ou despersonalizados. Proteção aos incapazes.11 Direito Ambiental Internacional.14 O papel da OMPI/WIPO.657/42): arts.6 Princípios constitucionais da organização e função administrativas. 4. 3. II e III. Habeas corpus. Faculdade jurídica.21 As leis da Informática no Brasil .5 Poder de polícia ambiental: Licenciamento ambiental. hierarquia e revogação das leis. Norma jurídica. regime jurídico. 4. 3. conceito. Temas de Direito Constitucional.8 Poluição do solo: resíduos industriais. Habeas data. 4. fundiária e da reforma agrária.

PEREIRA. 1993. Proteção judicial do direito do autor. Rio de Janeiro: Lumen Juris. José Rubens Morato. Sérgio. Antônio Herman V. André Lipp Pinto Basto. Marcelo Buzagio (orgs). Maria Celina Bodin de. Gustavo. Henrique. Paulo de Bessa. José Afonso Da. Antônio Herman (coord. 2007.br: aspectos jurídicos da Internet no Brasil. Rio de Janeiro: Forense. A inteligência artificial. MORAES. PERLINGIERI. GANDELMAN. MARZOCHI. Gustavo Kloh M. Direito Constitucional Ambiental Brasileiro.). Direito Ambiental das áreas protegidas: o regime jurídico das unidades de conservação. PAESANI. glossário. Direito de Informática. Marcelo de Luca. Rio de Janeiro: Forense. CAVALIERI FILHO. 1997. 2003. Curso de Direito Constitucional. Lisboa: Biblioteca básica de ciência e cultura. 2007. e LEITE. Responsabilidade civil pelo dano ambiental. Gustavo. SILVA. Curso de Direito Ambiental. Paulo Affonso Leme. GRECO. 2007. . 2004. Gilmar Ferreira. São Paulo: Dialética. Francisco. PRADO. 2003. Comentário Contextual à Constituição. O Direito autoral no show business. 2007. Liliana Minardi. DANTAS. Direito do Ambiente: doutrina. O direito civil na legalidade constitucional. José Carlos Costa. Instituições de direito civil. Rio de Janeiro: Lumen Juris. 2009. São Paulo: Revista dos Tribunais. Direito Ambiental Brasileiro. SILVA. São Paulo: LTr. Newton De e SIMÃO Filho. Pietro. O princípio da solidariedade. direito. Gustavo. Rio de Janeiro: Lumen Juris. 2000. ARAÚJO. A reglobalização do Estado e da sociedade em rede na era do acesso. 9: 5 – 52. Orlando. NEVES. Caio Mário da Silva. 4ª ed. Direito do Autor. GUERRA. Direito Ambiental em Debate. Édis. Direito civil: introdução. GUEIROS JR. MACHADO. São Paulo: Juarez de Oliveira. LUPI. N. 2ª edição. Rio de Janeiro: Record. Programa de responsabilidade civil. Rio de Janeiro: Renovar.. G. ed. DERANI. GANASCIA. TEPEDINO. Introdução ao direito civil. São Paulo: Revista dos Tribunais. 2ª edição. In FIGUEIREDO. 2006. 1998. São Paulo: Malheiros. 1997. Alessandra Rapassi Mascarenhas. e Maria Celina BODIN DE MORAES. 6a ed. Firly (orgs. São Paulo: Malheiros. São Paulo: Malheiros. Edmir Netto de. Os Tribunais Brasileiros e a implantação da Responsabilidade Penal à Pessoa Jurídica. São Paulo: Editora Max Limonad. 4. Aspectos Processuais do Direito Ambiental. 1998. In PEIXINHO.MENDES. In Revista de Direito Ambiental. Prescrição e decadência no direito civil. (orgs). Direito Ambiental. São Paulo: Atlas. (orgs) et alli. (coord. Nehemias. 1999. Rio de Janeiro: Forense Universitária.). rev. OLIVO. J. Rio de Janeiro: Renovar. BENJAMIN. FIGUEIREDO. ____________. ANTUNES. Rio de Janeiro: Esplanada. LUCCA. Florianópolis: Boiteux. 2. MILARÉ. BITTAR. 2. LEITE. Direito & Internet – aspectos jurídicos relevantes. GOMES. Rio de Janeiro: Renovar. São Paulo: Malheiros. ed. ________________. Vol. Isabella Franco e NASCIMENTO FILHO. São Paulo: LTr. Ação civil pública e reparação do dano ao meio ambiente. José Guilherme Purvin (coord. Luis Carlos Cancellier de Olivo. Heloísa Helena BARBOZA. José Afonso da. Marco Aurélio. José Joaquim Gomes. De Gutemberg à Internet. Direito Ambiental Econômico. Rio de Janeiro: Renovar. Direito autoral no Brasil. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais. Internet e Direito.. São Paulo: FTD. Dano Ambiental: do individual ao coletivo extrapatrimonial. TEPEDINO. Proteção Jurídica do Software. Bauru – SP: EDIPRO. Temas de direito civil. 2000. Cristiane. jurisprudência. Os princípios da Constituição de 1988. 1998. TEPEDINO. 2000. A parte geral do novo código civil: estudos na perspectiva civil-constitucional. Código civil interpretado conforme a Constituição da República. Vol. 2001. 5ª edição. Álvaro Luiz Valery. 2ª edição. São Paulo: Atlas. Direito Ambiental Constitucional.). In BENJAMIN. Introdução à Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação”. Curso de Direito Constitucional Positivo. _____________. I – A Música. Rio de Janeiro: Forense Universitária. CANOTILHO. Rio de Janeiro: Forense Universitária. 2004. Manoel Messias. 2004. São Paulo: Saraiva.). José Rubens Morato. MIRRA. Rio de Janeiro: Renovar. 2000. Carlos Alberto. São Paulo: Saraiva/IDP. 17ª ed. prática. 1997. NETTO. AMARAL. 2009. 3ª edição. Adalberto (coordenadores) e outros. Rio de Janeiro: Gryphus. Porto Alegre: Síntese. 2003. Guilherme José Purvin de. Curitiba: Letra da Lei.

P. BARBOSA.3. A elaboração do projeto de pesquisa: elementos integrantes. Brasília: Brasília Jurídica. Ângela M. M. abordagens inatistas. de 20/12/1996. modernas e pós-modernas). PESQUISA EDUCACIONAL: O papel da pesquisa na formação do professor. 23/12/96. ALMEIDA. A constituição histórica da Universidade brasileira. ASPECTOS PSICOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO: Teorias do desenvolvimento e da aprendizagem: teorias psicogenéticas as contribuições de Piaget e de Vigotsky. GUEDIN. Escola reflexiva e nova racionalidade. objetos e métodos da avaliação. Jane. PAIVA. 1999. interdisciplinaridade. O Plano Nacional de Educação. 249. A reforma da Formação de Professores no Brasil: legislação da formação de professores. Alves. materiais curriculares e recursos didáticos. Rio de Janeiro: DP&A. transversalidade e a transdisciplinaridade. 2001. Multiculturalismo e educação. Lei n. 1. Estatuto da Criança e do Adolescente (Art.SANCHES. extensão e cultura. comportamentalista. ASPECTOS SOCIOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO: Educação e Sociedade no Brasil Atual: Problemas e Perspectivas. DIDÁTICA E PRÁTICA NO ENSINO SUPERIOR: O Projeto Institucional. Yossie Ussami Ferreira. APPLE. A relação sociedade e a visão de prática pedagógica. As funções do ensino superior: ensino. Rio de Janeiro: F. A relação dialética entre Escola. Psicologia do Desenvolvimento.83327841. Gestão e organização da sala de aula. A legislação que trata da educação especial no Brasil (Decreto Nº 6. TEORIAS E PRÁTICAS EDUCACIONAIS: Pensamento pedagógico brasileiro. A educação nas diversas épocas. Brasília: Líber Livro Editora. TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS: As tecnologias da comunicação e informação nas práticas educativas. A iniciação cientifica. p 27. O processo ação-reflexãoação no desenvolvimento do trabalho pedagógico. A complexidade do conhecimento. A educação na sociedade globalizada. O Ensino Superior na contemporaneidade brasileira: desafios e avanços.ed. Pressupostos epistemológicos: teorias do conhecimento. ano CXXXIV. A reprodução. Artigos 205 a 214 da Constituição Federal. LEITE. Formação de professores: caminhos e descaminhos da prática. A pedagogia de projetos e a pesquisa em sala de aula. construtivista. A formação continuada do professor. Diário Oficial da União. Direito Autoral. político e econômico da educação brasileira. HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA: A educação como processo de construção histórica. Cidadania e políticas públicas de inclusão educacional. 1998. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – (Em todos os seus artigos). Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. São Paulo: LTr. SOUZA. Educação de jovens e adultos (EJA). BRASIL. Sugestões Bibliográficas: ALARCÃO. Isabel. 18. histórico-cultural.394. A visão holística de homem. Hércoles Tecino. 2008. A pesquisa qualitativa e o trabalho educativo. homem e educação. Brasil. n. pesquisa. 2004. Brasília/DF: Gráfica do Senado. A história da escola no contexto histórico brasileiro.9. Legislação autoral. 1989. Práticas avaliativas: sujeitos. BIAGGIO. 1975. PROFESSOR INSTITUTO SUPERIOR ESPECÍFICOS EDUCAÇÃO CONHECIMENTOS EDUCAÇÃO E FILOSOFIA: Concepções de mundo. Carlos Fernando Mathias de. Porto Alegre: Artes Médicas. Planejamento educacional.394 / 96. Artmed. CURRÍCULO (TEORIA E PRÁTICA): Teorias curriculares (clássicas. Porto Alegre. Educação e poder. A organização e a estrutura dos sistemas de ensino no Brasil. Educação de Jovens e Adultos. ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO / LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL / POLÍTICAS EDUCACIONAIS: Bases legais que norteiam a educação brasileira. Maria Isabel de. Funções da avaliação escolar e a análise dos resultados. Petrópolis(RJ): Vozes. . Evandro.571/2008). Inês. 53 a 73 e 129 a 144). 3. Currículo. BOURDIEU. O contexto histórico-social. 2005. As Teorias Sociológicas e tendências ideológicas na educação. AVALIAÇÃO EDUCACIONAL: A avaliação como parte integrante do processo de ensino-aprendizagem. Estado e a Sociedade. A Lei nº 9.

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RESOLUÇÃO CNE/CEB nº 4. Diretrizes Curriculares para o Ensino Médio. A modernização das atividades agrícolas. A organização do Estado brasileiro. da hidrografia. Brasília. A revolução técnico-científica. Impactos das sociedades sobre o meio ambiente. águas oceânicas). O Brasil e o mercado mundial. 2006. O Espaço da Circulação: transportes e comunicação no mundo atual. a questão das nacionalidades.Inclui novo dispositivo à Resolução CNE/CEB 1/2005. Escalas. O Espaço Industrial Brasileiro: O processo de industrialização no Brasil. PARECER CNE/CEB 04/98. Estratégias de uso e conservação na natureza. A questão do método e a crítica do conhecimento. Meio ambiente. TOSCANO. As dinâmicas e os processos da climatologia. os sistemas agrícolas. PARECER CNE/CEB 15/98. solos. Porto Alegre: Artmed. urbanização em países desenvolvidos e subdesenvolvidos. a globalização e território na América Latina. O conhecimento geográfico e sua importância social. do relevo e dos solos. ZABALA. Objetivos Gerais. teorias demográficas.Localização: coordenadas geográficas. Cartografia temática e representação espacial. RESOLUÇÃO CNE/CEB nº 4. natureza e pensamento geográfico. os Parâmetros Curriculares e a Cartografia – A Geografia no contexto dos Parâmetros Curriculares. mudanças ambientais globais e meio ambiente.Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico. A agricultura nos países desenvolvidos e nos subdesenvolvidos. o processo de industrialização nos países pioneiros. Moema. A População e Espaço Geográfico: dinâmica. A Formação territorial do Brasil: A ocupação e a construção do território nacional. PROFESSOR FAETEC I .Atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para o Ensino Médio e para a Educação Profissional Técnica de nível médio às disposições do Decreto nº 5. Os diferentes modelos de produção industrial. Infraestrutura e serviços urbanos. que atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para o Ensino Médio e para a Educação Profissional Técnica de nível médio às disposições do Decreto nº 5. vegetação. Projeções.CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS A história do pensamento geográfico: Conceitos. Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental e para o Ensino Médio. O Espaço Mundial – A Geopolítica Mundial: Da Guerra Fria à nova ordem mundial: do mundo bipolar ao mundo multipolar. 3. São Paulo: Ática. temas e teorias da Geografia. A Geografia das redes. principais bacias hidrográficas e águas territoriais brasileiras. distribuição e estrutura da população. Região e organização espacial. hidrografia.154/2004. Organismos supranacionais. Políticas territoriais. grandes potências industriais. As diferentes formas de regionalização do espaço mundial.MEC. os países de industrialização recente e os subdesenvolvidos. RESOLUÇÃO CNE/CEB nº 1. O Brasil e suas diferentes regionalizações. de 3 de fevereiro de 2005 . A produção mundial de energia e suas diferentes fontes. A produção da globalização. 1996 / 2000.GEOGRAFIA . Meio natural. Quadro natural: recursos e aproveitamento econômico. As regiões brasileiras e os contrastes regionais. Domínios morfoclimáticos. A Geografia. meio técnico e meio técnico-científico-informacional. Os Espaços Urbano e Regional: as cidades e as metrópoles. o Sudeste como pólo industrial do país e a desconcentração industrial. Cartografia: os mapas e as visões de mundo . A Prática Educativa – como ensinar. Introdução à Sociologia Educacional. geologia. rede e hierarquia urbana. Concentração e dispersão espacial da indústria. relevo. a agropecuária em países desenvolvidos e subdesenvolvidos. Metodologia. as fontes de energia no . de 7 de outubro de 1999 . terrorismo. Segregação no ambiente urbano. domínios morfoclimáticos.154/2004. Conflitos étnicos atuais. migrações internas e externas. O Brasil na Economia Global: O Brasil na economia-mundo. Categorias. O Espaço Geográfico do Brasil – A Natureza do Território Brasileiro: grandes paisagens naturais. megacidades e cidades globais. 1998. As transformações políticas no mundo contemporâneo. Diretrizes Curriculares para o Ensino Fundamental. A natureza e sua importância para o homem: Os diferentes componentes do quadro natural e seus processos (clima. A natureza da globalização e a globalização da natureza. problemas ambientais urbanos. PILETTI. O Espaço Agrário: as novas relações cidade x campo. crescimento.9. de 27 de outubro de 2005 . A era da Globalização. Sociologia da Educação. da geomorfologia. 13ª ed.Petrópolis: Vozes: 2008. movimentos separatistas. a atual divisão internacional do trabalho. natureza/questões socioculturais. tipos de indústria. Antoni. Nelson. blocos econômicos supranacionais. O Espaço Industrial: localização das indústrias (fatores determinantes).

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5ª ed. Tensões Principais e Tensão Cisalhante Máxima. Solicitações Axiais. Capacitores sobre Eletrodinâmica: Corrente Elétrica. Legislação Sanitária. MICELI. Desenho de Maquinas. Desenho técnico básico. Campo Elétrico. Cabos de Aço.FITZPATRICK’S. Centro de Gravidade: Linhas.MECÂNICA . Manutenção. Ministério da Saúde. FRENCH. Ciclos Termodinâmicos. Vibrações Mecânicas Com e Sem Amortecimento. Critérios de Resistência. Embreagens e Acoplamentos. Compressores. Segurança do Trabalho e Meio Ambiente: Conceitos básicos em geral. FERREIRA. CASTELLAN. Análise de Escoamentos. Áreas e Volumes. Esmerilhadora. Proteção de Equipamentos. Momento de Inércia de Áreas e de Massa. Freza. Sugestões Bibliográficas: FRANÇA. Atlas de Anatomia Humana. Dermatology in general medicine. Dinâmica de Corpo Rígido no Plano: Forças e Acelerações. Amadeu Zenjiro. Energia e Quantidade de Movimento. Patricia. ed. Condutores Elétricos. Resistência a Fadiga para Vida Finita e Infinita.12. Tensões em Molas Helicoidais. Normas Técnicas em mecânica e eletricidade. Furadeira. Primeira Lei da Termodinâmica. Solda. Deformações Devidas à Variação de Temperatura. Problemas Métricos e Poliedros. Medidores de Potência. Eletromecânica: Noções de magnetismos e campo magnético. Elementos de Máquinas: Parafusos. Normas Técnicas. 2008. Estado Plano de Tensões.gov. PROFESSOR FAETEC I . SOBOTTA. Trem de Engrenagens. Análise Cinemática de Mecanismos. Equilíbrio Termodinâmico. Diagrama Tensão x Deformação. São Paulo: E. Desenho: Vistas e Cortes. Mecanismos: Sistemas Articulados. 2006. 20ª ed. Deformação por Cisalhamento. Torção. Site da ANVISA . Potência. Fundamentos da Dermatologia. Solda. Tensões Principais no Estado Geral. Tensões em Vasos de Pressão de Paredes Finas e Espessas. Primavera. Programas Computacionais: Auto Cad. 7ª ed. Furadeira. Flambagem. MS Project. Tensões Flutuantes. Freza.www. Forças em Vigas e Cabos. Dermatologia. 2002. Eletricidade: Conceitos básicos sobre Eletrostática: Lei de Coulomb. Métodos da Energia e da Quantidade de Movimento. ed. Freios. Luis Novaes Ferreira. 2. MATSUMURA. Blücher. 7. Cinemática de Corpo Rígido. Charles J. Dimensionamento de Eixos. Gerador. Guia para o Controle da Hanseníase. Esmerilhadora. Corrente e Tensão Motores Elétricos. Turbinas. Tensões no Regime Elástico. Gilbert William. Instalações de Motores Elétricos. Sistemas Equivalentes de Forças Atuando em um Corpo Rígido. Tensões Normais e Cisalhantes. Rio de Janeiro: LTC. Gases Ideais e Reais. ed. Potencial Eletrostático. Estática: Forças no Plano e no Espaço. Círculo de Mohr. Molas. Desenho técnico e tecnologia gráfica. Deformações em Eixos Circulares. Equilíbrio de Corpos Rígidos em Duas e Três Dimensões. Válvulas. Bomba. . Concentração de Tensões. 2002. Mecânica dos Fluidos: Estática dos Fluidos. Fundamentos de físico-química. Segunda Lei da Termodinâmica. Concentração de Tensões. ROBBINS CR. Equipamentos: Motor Diesel. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico. Flexão. 3. Fatores Modificadores do Limite de Resistência a Fadiga. Análise de Estruturas: Treliças e Máquinas. Resistência dos Materiais: Lei de Hooke. 2. Maria Teresa. Escoamentos Compressíveis e Incompressíveis. Mecânica geral. Estado Geral de Tensões. Chavetas. VIERCK. Tensões Admissíveis. Atrito. Turbinas. Rebites. Compressores. 2007. Bomba.CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Dinâmica: Cinemática da Partícula: Movimento Retilíneo e Curvilíneo. Eixos. Trabalho e Calor. Fadiga. Chemical and Physical Behavior of Human Hair. São Paulo: Globo. Leis Básicas para Sistemas e Volumes de Controle. Solid Work. Termodinâmica: Propriedades da Termodinâmica. Torno. Medidas Elétricas. Estudo dos Resistores. Thomas E. Coeficiente de Poisson. Válvulas. Transformador. Engrenagens Cilíndricas de Dentes Retos e Helicoidais. Geradores e Receptores e Circuitos Elétricos. Dinâmica da Partícula: Leis de Newton. Propriedades de uma Substância Pura. RAMOS-e-Silva e Castro. Noções sobre Geometria Descritiva: Métodos Descritivos. 2004. Proteção e Controle de Circuitos.br AZULAY & AZULAY. Equipamentos: Motor Diesel. 4ª ed. Torno. Estado Plano de Deformações. Ligações em Triangulo e Estrela.anvisa.

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DIDÁTICA E PRÁTICAS DE ENSINO: Gestão e organização da sala de aula. Rio de Janeiro: F. Práticas avaliativas: sujeitos. Planejamento educacional. 1975. 2001. A visão holística de homem. O processo ação-reflexãoação no desenvolvimento do trabalho pedagógico.SORGER. Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria de Educação Especial – MEC/ SEESP. Ana Maria Villela. CLASSE: ESPECIALISTA TÉCNICO PEDAGÓGICO CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS (para todos os cargos) EDUCAÇÃO E FILOSOFIA: Concepções de mundo. Zilma. M. CARVALHO. DAVIS. 1990. Didática. 1988. 2009 3. 53 a 73 e 129 a 144). ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO/LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL/POLÍTICAS EDUCACIONAIS: Bases legais que norteiam a educação brasileira. Sugestões Bibliográficas: ALARCÃO. Educação e poder. DP& A. modernas e pós-modernas).. O que é mídia-educação. O papel da afetividade na aprendizagem. ASPECTOS PSICOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO: Teorias do desenvolvimento e da aprendizagem. ASPECTOS SOCIOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO: A relação educação e sociedade: a função social da escola. BELLONI. Artmed. A complexidade do conhecimento. Vera Maria (org. A educação brasileira na contemporaneidade: desafios e avanços. Campinas. HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA: A educação como processo de construção histórica. 2001. TEORIAS E PRÁTICAS EDUCACIONAIS: Pensamento pedagógico brasileiro. Petrópolis. A inclusão na educação. AVALIAÇÃO EDUCACIONAL: A avaliação como parte integrante do processo de ensino-aprendizagem. Lígia Martha C. Rosita E. materiais curriculares e recursos didáticos. Escola reflexiva e nova racionalidade. A reprodução. Educação a distância.). PESQUISA EDUCACIONAL: O papel da pesquisa na formação do professor. A legislação que trata da educação especial no Brasil (Decreto Nº 6. L. A constituição da personalidade do indivíduo e suas relações com a educação. DECRETO 5154/2004 – Regulamenta a Educação Profissional DECRETO Nº 6. A EDUCAÇÃO PARA O TRABALHO: Decreto 5154/2004 – Regulamenta a Educação Profissional.571/2008). Porto Alegre: Artes Médicas.Fundamentos de design de moda Rio de Janeiro: Bookman. Mediação.). Rio de Janeiro. Parecer CNE/ CEB nº 17. OLIVEIRA.14. A formação continuada do professor. APPLE. 1989.. TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS: As tecnologias da comunicação e informação nas práticas educativas. A organização e a estrutura dos sistemas de ensino no Brasil. A constituição histórica da escola pública brasileira. 2001. BELLONI. Vozes. As políticas educacionais. a educação integral. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Porto Alegre.394 / 96. homem e educação. Educação brasileira e(m) tempo integral. A Lei nº 9. M. Magistério: Construção Cotidiana. Autores Associados. Vera Maria (org. da Costa e CAVALIERE. São Paulo : Cortez. Multiculturalismo e educação. Claudia. objetos e métodos da avaliação.571/2008 – Dispõe sobre o atendimento educacional especializado . 1999. Pressupostos epistemológicos: teorias do conhecimento. Alves. Campinas: Autores Associados. P. A relação sociedade e a visão de prática pedagógica. A escola frente as contradições sociais. Maria Luiza. A pesquisa qualitativa e o trabalho educativo. COELHO. Currículo. CURRÍCULO (TEORIA E PRÁTICA): Teorias curriculares (clássicas. 2000. Funções da avaliação escolar e a análise dos resultados. A pedagogia de projetos. 2001 BOURDIEU. interdisciplinaridade e transversalidade. os programas do Governo Federal para o desenvolvimento da educação pública brasileira. Richard . Estatuto da Criança e do Adolescente (Art. Brasília. São Paulo: Atlas. _________. currículo e saberes escolares. Psicologia da educação. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – (Em todos os seus artigos). Petrópolis: Vozes: 2008. Artigos 205 a 214 da Constituição Federal. BRASIL. Isabel. Constituição da República Federativa do Brasil. CANDAU. 6ª ed. Removendo barreiras para a aprendizagem: educação inclusiva. Porto Alegre. 2002. CANDAU.

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Diretrizes da Educação Básica e da Educação Profissional. Lei nº 11. conforme dispõe a Lei nº 11.330/06. de 27 de outubro de 2005 .154/04.Aplicação do Decreto nº 5.287/10. Consultar Parecer CEB/CNE nº 31/02. Lei nº 11.741/08. artigos 205 a 214).161/05 . Parecer CEB/CNE nº 06/98 . Lei nº 11.044/69 . Capítulo II. composição do arquivo escolar (dados referentes aos alunos e à instituição). Lei nº 11.069/90 Estatuto da Criança e do Adolescente Título I. idade mínima e certificação nos exames de EJA.Define Diretrizes Operacionais para a implantação do Ensino Fundamental de 9 (nove) anos. RESOLUÇÃO CNE/CEB nº 4. de 15 de junho de 2010 . Lei nº 9. Resolução nº 4/10 . Lei nº 11.274/06. Lei nº 11. Estrutura e Funcionamento da Educação Básica. Lei Federal nº 11. Decreto-lei nº 1. Lei nº 8.Entendimento a respeito da vigência do Decreto nº 1. Título III – Capítulo I. de 3 de fevereiro de 2005 . regulamenta o parágrafo único do art.Dispõe sobre o atendimento educacional especializado.Inclusão obrigatória das disciplinas Filosofia e Sociologia no currículo do ensino médio.Esclarecimentos para a implementação da Língua Espanhola como obrigatória no Ensino Médio. e Educação de Jovens e Adultos desenvolvida por meio da Educação a Distância.394/96.Dispõe sobre o ensino da língua espanhola. Lei nº 11. Documentação e escrituração escolar.700/08. que atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para o Ensino Médio e para a Educação Profissional Técnica de nível médio às disposições do Decreto nº 5. 3.Institui Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos nos aspectos relativos à duração dos cursos e idade mínima para ingresso nos cursos de EJA. Parecer CNE/CEB nº 18/07 . Normas de Educação Especial.Define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica. Lei nº 11. Normas de matrícula. Lei nº 11. seção I. Currículo na Educação Básica e na Educação Profissional. artigos 306 a 321) Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9. de 14 de janeiro de 2010 .Dispõe sobre o tratamento excepcional para alunos portadores de afecções que indica. Capítulo V. Decreto nº 5. Constituição Estadual (capítulo III. Lei nº 12. Resolução CNE/CEB nº 3. Formação dos Profissionais para atuação na Educação Básica. . de 20 de dezembro de 1996. (Ler Parecer CEB/CNE nº 06/98 e CNE/CEB nº 31/2002).056/09.RESOLUÇÃO CNE/CEB nº 1. Decreto nº 5.769/08.622/05.061/09.525/07.014/09. Lei nº 11. Resolução CNE/CEB nº 1. 60 da Lei no 9.161/2005. Decreto nº 3.645/08.253. Lei nº 12.668/98.044/68.154/2004 na Educação Profissional Técnica de Nível Médio e no Ensino Médio.287/01. alterações e regulamentos: Lei nº 12.154/2004. Titulo V – Capítulo I e Capítulo II. Normas de Educação a Distância.Fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil.Atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para o Ensino Médio e para a Educação Profissional Técnica de nível médio às disposições do Decreto nº 5.301/06. Lei nº 12. aproveitamento de estudos e progressão parcial. Parecer CEB/CNE nº 39/04 .394.013/09. que dispõe sobre o tratamento excepcional para os portadores de afecções.793/03. Lei nº 10.Inclui novo dispositivo à Resolução CNE/CEB 1/2005.276/99. Constituição Estadual e o direito a educação.571/08 . Decreto nº 2. Lei nº 12. Recuperação Paralela. e acrescenta dispositivo ao Decreto no 6. Resolução nº 5/09 . seção I. Lei nº 12. Lei nº 12.788/08. Capítulo IV.020/09. Parecer CEB/CNE nº 38/06 . arquivamento de documentos escolares. Arquivo escolar: tipos de arquivos. Normas de Educação Profissional Técnica de Nível Médio. Organização e Funcionamento da FAETEC (Estatuto da FAETEC).114/05. Sugestões Bibliográficas: Legislação: Constituição Federal (capítulo III. O Estatuto da Criança e do Adolescente e a educação. de 13 de novembro de 2007.061/09.709/03.475/97.CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Constituição Federal e o direito a educação.15. Decreto nº 6.684/08. Lei nº 11. Lei nº 10. INSPETOR ESCOLAR .154/2004. Lei nº 10.

Regulamenta o arquivamento de documentos escolares em instituições de educação básica do sistema estadual. Deliberação CEE nº 259/00 . revoga os art. Disponível em http://www.Regulamenta o processo de reclassificação nas unidades escolares de educação básica. de 27 de outubro de 2005 .Responde consulta da Coordenadoria Regional da Região Serrana II. relativa à obrigatoriedade de apresentação de comprovante. Deliberação CEE nº 241/99 . de 9 de julho de 2008 . (consultar Deliberação CEE Nº 264/2000). os malefícios do fumo.Fixa normas para autorização e encerramento de funcionamento de instituições de ensino presencial da Educação Básica. bebidas alcoólicas e drogas.064/93 – Estabelece a obrigatoriedade dos estabelecimentos de ensino localizados no estado.Dispõe sobre a execução vocal do Hino Nacional nas escolas públicas e particulares da Rede de Ensino do Estado do Rio de Janeiro. Deliberação CEE nº 285/03 . 11 e ao art.Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico. S.Dispõe sobre a instituição e implantação do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio.1. Resolução CNE/CEB nº 4. de estarem em dia com obrigações militares. Deliberação CEE nº 225/98 . POMPÉIA. Lei Estadual nº 4.Altera e Consolida o Estatuto da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro – FAETEC e dá outras providências. 8º. de 3 de fevereiro de 2005 .Dispõe sobre a inclusão de Filosofia e Sociologia nas Matrizes Curriculares do Ensino Médio nas escolas que integram o Sistema de Ensino do Estado do Rio de Janeiro.faetec. Deliberação CEE nº 253/00 . 139 páginas. Embrapa Florestas. PROFESSOR INSTITUTO SUPERIOR – ENGENHARIA AMBIENTAL Incluir nas Sugestões Bibliográficas os seguintes itens: AHRENS.Estabelece normas para a Educação Especial na Educação Básica. Deliberação CEE nº 238/99 .br/dad/images/stories/decreto4232710. nos termos da Lei nº 11.784/06 – Altera a Lei nº 2. Resolução CNE/CEB nº 1. em todas as suas etapas e modalidades.Regulamenta o arquivamento eletrônico de documentos escolares de instituições de ensino vinculadas ao sistema estadual. Restauração Florestal: Fundamentos e Estudos de Caso. Deliberação CEE nº 239/99 .Altera normas para o funcionamento de cursos destinados à educação para jovens e adultos. 9º e 12. afixarem em local visível.394/1996 (LDB).645/05 . com destaque.. Deliberação CEE nº 264/01 . no ato da matrícula. em todos os níveis e modalidades. para alunos maiores de 18 anos. e dá outras providências. Parecer CEE nº 766/02 (N) . Deliberação CEE nº 316/10 .pdf. S. 7º.327/10 .Fixa normas para funcionamento de Curso de Educação de Jovens e Adultos e de Exames Supletivos.16 da Deliberação CEE nº 253/00 deste Conselho.Dá nova redação ao caput do art. da Deliberação CEE nº 259/00. RETIFICAÇÃO DE SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS 4. 23 da Deliberação CEE nº 231/98 e as Deliberações CEE nº 242/99 e 247/99 (consultar Deliberação nº 285/2003). no Sistema de Ensino do Estado do Rio de Janeiro.Atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para o Ensino Médio e para a Educação Profissional Técnica de nível médio às disposições do Decreto nº 5.Resolução nº 3.rj.gov. Decreto nº 42. 4. e revoga a alínea “d” do art. que altera a Lei nº 9. de 7 de outubro de 1999 .Inclui novo dispositivo à Resolução CNE/CEB 1/2005. 1° Edição.684/2008. que atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para o Ensino Médio e para a Educação Profissional Técnica de nível médio às disposições do Decreto nº 5.154/2004.Altera os artigos 3º e 4º da Deliberação CEE nº 223/97. 2005 . Lei Estadual nº 4.Fixa normas para matrícula de alunos na Educação Básica. Deliberação CEE nº 291/2004 .154/2004.Dispõe sobre o ensino de noções de reciclagem. Lei Estadual nº 2. Deliberação CEE nº 312/08 . Resolução CNE/CEB nº 4.651/96 .

CARPANEZZI.. LENZI. A. SEIFFERT. A. Editora UFV. S. 604 páginas. F. ISSO 14001 Sistemas de Gestão Ambiental: Implantação Objetiva e Econômica. B. 2009. S. 264 páginas. B. Introdução à química da água: ciência. FAVERO. 3ª Edição. R. R..FERRETTI. Editora Atlas. PROFESSOR FAETEC I – MEIO AMBIENTE Incluir nas Sugestões Bibliográficas o seguinte item: SEIFFERT. vida e sobrevivência.. Y. LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora S. Editora Atlas. 3ª Edição. B.. JESUS. 4.2. M. 2009.. V. P. B. E. L. 2009. ROLIM.. B. ISO 14001 Sistemas de Gestão Ambiental: Implantação Objetiva e Econômica. E. 261 páginas. BRITEZ. M. E. 2009. DURIGAN.. M. MARTINS.A. Ecologia de Florestas Tropicais do Brasil. 264 páginas. R. KAGEYAMA. O. GANDARA. G. LUCHESE. G. . M. E. A.....

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