GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA – FAETEC EDITAL Nº 008

/2010 DISPÕE SOBRE RETIFICAÇÕES AO EDITAL DE ABERTURA DO CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS EFETIVOS DAS CLASSES DOCENTE E ESPECIALISTA TÉCNICO PEDAGÓGICO DO QUADRO PERMANENTE DA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA – FAETEC. O PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA – FAETEC, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor, e tendo em vista a autorização exarada no Processo Administrativo nº E-26/34845/2009, torna públicas as seguintes RETIFICAÇÕES AO EDITAL DE ABERTURA do Concurso Público destinado a selecionar candidatos para provimento de cargos efetivos das classes Docente e Especialista Técnico Pedagógico, todos de Nível Superior, do Quadro Permanente da Fundação de Apoio à Escola Técnica – FAETEC. 1. RETIFICAÇÃO DA QUALIFICAÇÃO MÍNIMA PARA PROFESSOR FAETEC I - MÚSICA E SOCIOLOGIA Onde se lê: CARGO: PROFESSOR FAETEC I (para atuar nas disciplinas da Educação Básica)
Área / Eixo / Curso Linguagens, Códigos e suas Tecnologias Ciências Humanas e suas Tecnologias Disciplina Carga Horária Semanal 20 h 40 h 20 h Sociologia 40 h 21 1 1.911,57 Nº de Vagas* R 7 19 10 1 D Vencimentos R$ 955,77 1.911,57 955,77 Qualificação Mínima Licenciatura Plena em Música Licenciatura Plena em Sociologia

Música

Leia-se:
Área / Eixo / Curso Linguagens, Códigos e suas Tecnologias Ciências Humanas e suas Tecnologias Disciplina Carga Horária Semanal 20 h Música 40 h 20 h Sociologia 40 h 21 1 1.911,57 19 10 1 1.911,57 955,77 Nº de Vagas* R 7 D Vencimentos R$ 955,77 Qualificação Mínima Licenciatura Plena em Música ou em Educação Artística com habilitação em Música Licenciatura Plena em Sociologia ou em Ciências Sociais

2. RETIFICAÇÃO DA QUALIFICAÇÃO MÍNIMA PARA PROFESSOR FAETEC I PRODUÇÃO DE ÁUDIO E VÍDEO E EVENTOS Onde se lê: CARGO: PROFESSOR FAETEC I (para atuar nas disciplinas da Educação Profissional)

Área / Eixo / Curso

Disciplina

Carga Horária Semanal 20 h

Nº de Vagas* R D 02

Vencimentos R$

Qualificação Mínima Graduação em Comunicação Social com habilitação em Cinema ou Rádio e TV; Tecnólogo em Produção Audiovisual. Graduação em Produção Cultural; Tecnólogo em Eventos. Graduação em Medicina com especialização em Dermatologia; Graduação em Fisioterapia com especialização em Estética

Produção de Áudio e Vídeo Produção Cultural e Design Eventos

955,77

20 h 40 h

01 04

955,77 1.911,57

Ambiente, Saúde e Segurança

Estética

20 h

02

955,77

Leia-se:
Área / Eixo / Curso Disciplina Carga Horária Semanal Nº de Vagas* R D Vencimentos R$ Qualificação Mínima Graduação em Cinema; Graduação em Comunicação Social com habilitação em Cinema ou Rádio e TV; Tecnólogo em Produção Audiovisual ou Cinema Graduação em Produção Cultural; Graduação em Relações Públicas; Tecnólogo em Eventos Graduação em Medicina com especialização em Dermatologia; Graduação em Fisioterapia com especialização em Estética; Tecnólogo em Estética

Produção de Áudio e Vídeo Produção Cultural e Design

20 h

02

955,77

20 h Eventos 40 h

01 04

955,77 1.911,57

Ambiente, Saúde e Segurança

Estética

20 h

02

955,77

3. RETIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS OS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS / SUGESTÕES BILBIOGRÁFICAS ABAIXO RELACIONADOS SUBSTITUEM AQUELES PUBLICADOS NO EDITAL DE ABERTURA DO CONCURSO PÚBLICO 3.1. CARGO: PROFESSOR INSTITUTO SUPERIOR CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS (para todas as disciplinas) Aspectos Filosóficos da Educação: Concepções de Educação e tendências pedagógicas; as principais teses e teorias sobre o pensamento pedagógico brasileiro. Aspectos Sociológicos da Educação: A relação entre educação, ideologia e política; as relações sociais na escola; democratização da escola: autonomia, autogestão, participação e cidadania. Aspectos

Psicológicos da Educação: Teorias do desenvolvimento e da aprendizagem. DANTAS. W. 1. 1999. São Paulo: Summus.). GADOTTI. Marta Kohl de. São Paulo. 1997. Isabel Letícia P. Heloysa. Brasília/DF: Gráfica do Senado. ed. César et. Rio de Janeiro: Governo do Estado do Rio de Janeiro.394. São Paulo: Cortez.9. Cláudia. Artmed. 2002.ed. Clara Regina. SANCHO. A avaliação como parte integrante do processo de ensino-aprendizagem. Cultura e Sociedade. extensão e cultura. que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. J. Medidas e dispositivos legais de proteção à criança e ao adolescente. Da nova LBD ao Novo Plano Nacional de Educação: por uma outra política educacional. Yves de. pesquisa. LUCKESI. 2005. v. MOREIRA. 2002. RAPPAPORT.). 2002. 23/12/96. Campinas: Editora Autores Associados. Currículo. O Projeto político-pedagógico. Avaliação: uma prática em busca de novos sentidos. DELORS.). Lei nº 5597. Regulamenta o § 2º do art.. Cipriano Carlos. de 20 de dezembro de 1996. 2006. Jacques. SP: Libertad. Maria Beatriz. interdisciplinaridade. Construção do Conhecimento em sala de aula. 2. SAVIANI. 2009. São Paulo: Ática. . INSTITUI O PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO . Políticas de integração curricular. Diário Oficial da União. Lev. OLIVEIRA. Filosofia. 1998. 2005 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE – Lei Federal nº 8069/90. Vygotsky – aprendizado e desenvolvimento em processo sóciohistórico. Rio de Janeiro. Brasília/DF: Gráfica do Senado. São Paulo: Scipione. Demerval.ed. LA TAILLE. Fernando. Vygotsky. Belo Horizonte: Autêntica. Porto Alegre: Editora da UFRGS. MEDEIROS. GHIRANDELLI JUNIOR. Planejamento – Projeto de ensino-aprendizagem e projeto político-pedagógico. São Paulo: EPU. História da Educação. Marta Kohl. BRASIL. Paulo. Limites e Perspectivas. A Nova LDB: Trajetória. ano CXXXIV. COLL. Antonio Flávio (org. Aspectos da Política Educacional Brasileira: A LDB 9394/96. Lei n. Filosofia da Educação. Desenvolvimento psicológico e educação: psicologia evolutiva. p 27. de 20/12/1996. São Paulo: Cortez. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. MOREIRA. 2002. v (FALTA ALGUMA COISA) LUCE. p 18. Porto Alegre : Artes Médicas. 142. Decreto nº 5. DAVIS. 1. Decreto 5154. n. SAVIANI. São Paulo: Martins Fontes. Tomás Tadeu. 1994. Legislação da educação profissional: LDB 9394/96. de 18 de dezembro de 2009 do Rio de janeiro. Celso dos S. Sugestões Bibliográficas: ALVES. 1677-7042. Diário Oficial da União. 39 a 41 da Lei nº 9. Celso. Autores Associados. OLIVEIRA. Currículo: políticas e práticas. Rio de Janeiro: DP&A. VYGOTSKY. 36 e os arts. 2009. 249. 2006. de (Orgs. . 1. VASCONCELLOS. SILVA. 1998.PEE/RJ. al. Tecnologias para transformar a Educação. São Paulo: Cortez. Currículo. Alice Casimiro . São Paulo: Cortez.154/04. Planejamento educacional. transversalidade e a transdisciplinaridade.394. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. Ano CXLI Nº 1. 2002. KOHAN. Porto Alegre: Artmed.: EdUerj / Faperj. Antonio Flávio (org. Nilda (org. Campinas. S.). 1992. v. 1993. Aspectos do Cotidiano Escolar: Projeto Institucional. ESTEBAN. Papirus Editora. Gestão e organização da sala de aula. 2006. Wagner da Rocha. LOPES. E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. 17. História das Idéias Pedagógicas. São Paulo: Libertad. 2004. de 23 de julho de 2004. Maria Teresa (org. Piaget.83327841. Gestão Escolar Democrática: concepções e vivências. Psicologia do desenvolvimento: teorias do desenvolvimento – conceitos fundamentais. VASCONCELLOS.). BRASIL. HERNANDEZ. R. A educação para o século XXI: questões e perspectivas. O Ensino Superior na contemporaneidade brasileira: desafios e avanços. Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. D. SP. FIORI. Moacir. Juana Maria. O. 2001. Porto Alegre. 2008. 96 p.1. As funções do ensino superior: ensino. O paradoxo de aprender e ensinar. Criar currículo no cotidiano.

657/42): arts. civil e administrativo. Conceito e classificação.7 A propriedade intelectual como produto e bem de utilidade. 3. 4. zoneamento ambiental.8 Poluição do solo: resíduos industriais. transferência. Conceito e classificação. Conseqüências dos atos ilícitos. 1. 4.12 Direitos Morais e Patrimoniais do Autor.CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 1.comentários e histórico. Vigência.4 O Direito de Informática e o mundo moderno. mares e zonas costeiras. 4. Direitos da personalidade. Personalidade jurídica. 3. 12 a 14.3.6 Princípios constitucionais da organização e função administrativas.9 Poluição sonora. Ação civil pública. Prescrição e decadência. 3. Personalidade. Mandado de injunção. 4.15 Os crimes contra o Direito Autoral.10 A Convenção de Berna e a UCC-Universal Copyright Convention. 4.8 Direito Constitucional Urbanístico. 4. 4.4 Prevenção e reparação do dano ambiental: responsabilidade civil por danos ao meio ambiente (Lei 7347/85). 4.23 Os crimes de "pirataria" de software.3 Características e autonomia do Direito de Informática. Bens públicos. eficácia. Pessoas jurídicas públicas. Mandado de segurança individual e coletivo. padrões ambientais. 5º da Lei de Introdução ao Código Civil). 9º.2 Direitos e deveres fundamentais. 3. I. Competências federativas. Opção de nacionalidade. 4.21 As leis da Informática no Brasil . e imateriais.5 Poder de polícia ambiental: Licenciamento ambiental.18 Computadores e sistemas de informação. Classificação das leis pela sua natureza.3 Direitos sociais. Prescrição da ação e prescrição do direito material. Pretensão material. 4. Direito Ambiental: 3. 1º a 6º. 2. Prescrição contra a Fazenda Pública (Decreto n. conservação.7 Poluição atmosférica. direitos e deveres individuais e coletivos. 3.20 Aplicação dos Direitos Autorais/Copyright e a proteção do software. 4. Meio ambiente. Direito objetivo e subjetivo. Proteção aos incapazes. Relação jurídica material. Prescrição aquisitiva e extintiva. Poluição das águas doces.1 Lei de Introdução ao Código Civil (Decreto-lei nº 4. direito à vida. 1. Forma dos atos jurídicos e sua prova.2. Elementos e forma. Informação Ambiental. ________________. Conceito e classificação.910/32 e Decreto-lei n. Classificação. Direito e moral. Grupos não personificados ou despersonalizados. Defeitos dos atos jurídicos. II e III. Habeas data. 1. 2. 3. tóxicos e perigosos. Ato ilícito. Agrário e Ecológico.6 Unidades de conservação da natureza. 4. Direito adquirido e expectativa de direito. Negócio jurídico. Poder potestativo.7 A ordem social na Constituição.1 Princípios do Direito Constitucional. 4. Modalidades dos atos jurídicos. PROFESSOR INSTITUTO SUPERIOR . Sugestões Bibliográficas: BARROSO. Fins sociais da lei e exigências do bem comum (art. Ilícito penal. 4. 1. Ato jurídico. nacionalidade.1 Tutela jurídica do meio ambiente: o Direito Ambiental na Constituição de 1988. 3. 4. 4.13 Direitos Autorais/Copyright: diferenças. Habeas corpus.4 As garantias constitucionais contra os abusos da Administração Pública. Incapacidade. 4. Responsabilidade. Curso de Direito Constitucional Contemporâneo.2 A Evolução histórica da Informática e o Direito. Ordenamento jurídico material.1 Introdução e noções gerais. Faculdade jurídica. Ações constitucionais. Pessoas jurídicas.597/42). Luis Roberto. Ações de estado. Proteção do patrimônio natural. Despersonalização das pessoas jurídicas.11 Direito Ambiental Internacional. regime jurídico. fundiária e da reforma agrária.5 A propriedade como direito. Direito Constitucional: 1. Capacidade. Norma jurídica. 4. Direito Civil: 2. 4.14 O papel da OMPI/WIPO. 1. Interpretação e integração das leis.5 Direito Administrativo e Administração Pública no Estado Federal Brasileiro. Políticas urbana. Bens. Ação popular. 1. Direitos absolutos e relativos.6 Bens ou coisas materiais ou tangíveis. Princípios. Aquisição.3 Cidadania e Meio Ambiente: Estudo Prévio de Impacto Ambiental. à liberdade. agrícola. Rio de Janeiro: Renovar. Espécies de capacidade. São Paulo: Saraiva. Direito público e privado. Direito e Informática: 4. 4.16 Direito e tecnologia da informação. 4.DIREITO .10 Proteção do patrimônio cultural: regime jurídico do tombamento. .8 Propriedade intelectual: marcas/patentes/direitos autorais.9 Evolução da propriedade intelectual.2 Pessoa física. cidadania e direitos políticos.2 Competências legislativas. Interesse legítimo. 4. 3. Nulidades dos atos jurídicos. Ilícito contratual (relativo) e extracontratual (absoluto). incorpóreas ou intangíveis. Código Florestal (Lei 4771/65). Conflito de leis no tempo. Fontes do direito. 4. Direitos individuais e coletivos. hierarquia e revogação das leis.11 A proteção brasileira aos Direitos Autorias. 2. 1. 3. à igualdade.22 A autoria do software.17 Direito de Informática: conceito e abrangência. à segurança e à propriedade. 20. Classificação das pessoas jurídicas. modificação e perda dos direitos. 3. conceito. Estado das pessoas.19 O Regime Jurídico dos Programas de Computador. Domicílio. 4. Temas de Direito Constitucional. 3.3 Fatos jurídicos.

Direito Ambiental Brasileiro. Ação civil pública e reparação do dano ao meio ambiente. Caio Mário da Silva. 1999. Introdução à Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação”. LUCCA. Internet e Direito. GRECO. 1993. 2009. 1997. Gustavo. PERLINGIERI. Rio de Janeiro: Gryphus. BENJAMIN. 1998. (orgs) et alli. 2007. e Maria Celina BODIN DE MORAES. 2000. O princípio da solidariedade..br: aspectos jurídicos da Internet no Brasil. Francisco. In BENJAMIN. In FIGUEIREDO. Bauru – SP: EDIPRO. 4ª ed. MIRRA. André Lipp Pinto Basto. A reglobalização do Estado e da sociedade em rede na era do acesso. DERANI. PRADO. CAVALIERI FILHO. José Rubens Morato. 2ª edição. MACHADO. MARZOCHI. São Paulo: Juarez de Oliveira. Rio de Janeiro: Forense. 2000. PAESANI. Direito Ambiental Constitucional. Marco Aurélio. I – A Música. São Paulo: Malheiros. São Paulo: Malheiros. ANTUNES. São Paulo: Atlas. FIGUEIREDO. Porto Alegre: Síntese. Liliana Minardi. Rio de Janeiro: Renovar. 2ª edição. 3ª edição. PEREIRA. Paulo de Bessa. 2006.MENDES. 2004. Adalberto (coordenadores) e outros. De Gutemberg à Internet. _____________. São Paulo: Atlas. ____________. 9: 5 – 52. José Guilherme Purvin (coord. direito. Curso de Direito Ambiental. NETTO. 2003. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais. ARAÚJO. Dano Ambiental: do individual ao coletivo extrapatrimonial. Orlando. São Paulo: Saraiva. São Paulo: Revista dos Tribunais. Newton De e SIMÃO Filho. 6a ed. Curso de Direito Constitucional. Vol. e LEITE. Direito Ambiental Econômico. Direito Constitucional Ambiental Brasileiro. Antônio Herman V. (coord. GANASCIA. Programa de responsabilidade civil. Gilmar Ferreira. Rio de Janeiro: Renovar. Proteção judicial do direito do autor. Rio de Janeiro: Lumen Juris. Direito do Autor. Édis. Código civil interpretado conforme a Constituição da República. rev. OLIVO. Gustavo Kloh M. DANTAS. Rio de Janeiro: Record. 2004. Marcelo Buzagio (orgs). glossário. Marcelo de Luca. 2. 2000. Rio de Janeiro: Renovar. 2003. Lisboa: Biblioteca básica de ciência e cultura. Direito autoral no Brasil. 2007. Carlos Alberto. São Paulo: Malheiros. Direito Ambiental em Debate. 4. Heloísa Helena BARBOZA.). José Joaquim Gomes. 1997. G. GUEIROS JR. LEITE. Os Tribunais Brasileiros e a implantação da Responsabilidade Penal à Pessoa Jurídica. (orgs).). São Paulo: Dialética. Vol. Direito civil: introdução. prática. José Afonso Da. 2004. 2009. José Afonso da. 17ª ed. Antônio Herman (coord. SILVA. jurisprudência. Direito Ambiental das áreas protegidas: o regime jurídico das unidades de conservação. Gustavo. São Paulo: Saraiva/IDP. . GANDELMAN. Rio de Janeiro: Esplanada. Rio de Janeiro: Renovar. Paulo Affonso Leme. O direito civil na legalidade constitucional. São Paulo: LTr. J. Temas de direito civil. Aspectos Processuais do Direito Ambiental. N.). Edmir Netto de. MILARÉ. Comentário Contextual à Constituição. Introdução ao direito civil. A inteligência artificial. Prescrição e decadência no direito civil. 1998. In Revista de Direito Ambiental. TEPEDINO. 2003. Curitiba: Letra da Lei. Maria Celina Bodin de. AMARAL. SILVA. TEPEDINO. São Paulo: LTr. Nehemias. Guilherme José Purvin de. CANOTILHO. Pietro. Proteção Jurídica do Software. GOMES. Curso de Direito Constitucional Positivo. Cristiane. Rio de Janeiro: Forense Universitária. Rio de Janeiro: Lumen Juris. Álvaro Luiz Valery. Rio de Janeiro: Lumen Juris. ed. Sérgio. Rio de Janeiro: Forense Universitária. Isabella Franco e NASCIMENTO FILHO. Direito de Informática. 2ª edição. São Paulo: Revista dos Tribunais. O Direito autoral no show business. LUPI. José Rubens Morato. 1998. 1997. Florianópolis: Boiteux. MORAES. 2007. José Carlos Costa. BITTAR. ed.). Direito do Ambiente: doutrina. Rio de Janeiro: Forense Universitária. Henrique. Firly (orgs. Instituições de direito civil. Alessandra Rapassi Mascarenhas. TEPEDINO. 2001. 2007. Rio de Janeiro: Forense. In PEIXINHO. ________________. Manoel Messias. Responsabilidade civil pelo dano ambiental. Rio de Janeiro: Renovar. 5ª edição. São Paulo: Editora Max Limonad. NEVES. 2000.. Luis Carlos Cancellier de Olivo. Gustavo. Direito Ambiental. 2. GUERRA. Direito & Internet – aspectos jurídicos relevantes. São Paulo: Malheiros. São Paulo: FTD. Os princípios da Constituição de 1988. A parte geral do novo código civil: estudos na perspectiva civil-constitucional.

de 20/12/1996. A formação continuada do professor.571/2008). interdisciplinaridade. Isabel. Evandro.9. A organização e a estrutura dos sistemas de ensino no Brasil. Educação de jovens e adultos (EJA). As Teorias Sociológicas e tendências ideológicas na educação. ASPECTOS SOCIOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO: Educação e Sociedade no Brasil Atual: Problemas e Perspectivas. A educação nas diversas épocas. Gestão e organização da sala de aula. Estado e a Sociedade. n. TEORIAS E PRÁTICAS EDUCACIONAIS: Pensamento pedagógico brasileiro. Planejamento educacional. As funções do ensino superior: ensino. A iniciação cientifica. Petrópolis(RJ): Vozes. Alves. BOURDIEU. extensão e cultura. homem e educação. 1975. CURRÍCULO (TEORIA E PRÁTICA): Teorias curriculares (clássicas. ALMEIDA. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Práticas avaliativas: sujeitos. A educação na sociedade globalizada. Funções da avaliação escolar e a análise dos resultados. pesquisa. Escola reflexiva e nova racionalidade. histórico-cultural. Diário Oficial da União. 3. A complexidade do conhecimento. 1.SANCHES. Rio de Janeiro: F. objetos e métodos da avaliação. A reprodução. O contexto histórico-social. 1989. A constituição histórica da Universidade brasileira. Direito Autoral. Brasília: Líber Livro Editora. modernas e pós-modernas). APPLE. O Plano Nacional de Educação. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – (Em todos os seus artigos). GUEDIN. Artmed. transversalidade e a transdisciplinaridade. DIDÁTICA E PRÁTICA NO ENSINO SUPERIOR: O Projeto Institucional. Psicologia do Desenvolvimento. 53 a 73 e 129 a 144). Maria Isabel de. 2001. 18. ASPECTOS PSICOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO: Teorias do desenvolvimento e da aprendizagem: teorias psicogenéticas as contribuições de Piaget e de Vigotsky. AVALIAÇÃO EDUCACIONAL: A avaliação como parte integrante do processo de ensino-aprendizagem. Cidadania e políticas públicas de inclusão educacional. construtivista. O processo ação-reflexãoação no desenvolvimento do trabalho pedagógico. SOUZA. BRASIL. O Ensino Superior na contemporaneidade brasileira: desafios e avanços. M. 2004. A visão holística de homem. Legislação autoral. ano CXXXIV. Porto Alegre: Artes Médicas. abordagens inatistas.ed. Sugestões Bibliográficas: ALARCÃO. Brasil. TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS: As tecnologias da comunicação e informação nas práticas educativas. PESQUISA EDUCACIONAL: O papel da pesquisa na formação do professor. P. Carlos Fernando Mathias de. PROFESSOR INSTITUTO SUPERIOR ESPECÍFICOS EDUCAÇÃO CONHECIMENTOS EDUCAÇÃO E FILOSOFIA: Concepções de mundo. . Porto Alegre. Artigos 205 a 214 da Constituição Federal. 249. Educação de Jovens e Adultos. Currículo. A pedagogia de projetos e a pesquisa em sala de aula. A relação sociedade e a visão de prática pedagógica. São Paulo: LTr. A legislação que trata da educação especial no Brasil (Decreto Nº 6. Rio de Janeiro: DP&A. 1999. A reforma da Formação de Professores no Brasil: legislação da formação de professores. Formação de professores: caminhos e descaminhos da prática. 23/12/96.3. 1998. Jane. PAIVA. materiais curriculares e recursos didáticos. 2008.83327841. BARBOSA. Ângela M. Lei n. A relação dialética entre Escola. A elaboração do projeto de pesquisa: elementos integrantes. HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA: A educação como processo de construção histórica. A Lei nº 9. Educação e poder.394. comportamentalista. Multiculturalismo e educação. Hércoles Tecino. Yossie Ussami Ferreira. 2005. LEITE. Inês. Brasília/DF: Gráfica do Senado. A história da escola no contexto histórico brasileiro. Estatuto da Criança e do Adolescente (Art. p 27. político e econômico da educação brasileira. ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO / LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL / POLÍTICAS EDUCACIONAIS: Bases legais que norteiam a educação brasileira. Brasília: Brasília Jurídica. BIAGGIO. Pressupostos epistemológicos: teorias do conhecimento. A pesquisa qualitativa e o trabalho educativo.394 / 96.

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154/2004. idade mínima e certificação nos exames de EJA. e acrescenta dispositivo ao Decreto no 6.276/99. de 3 de fevereiro de 2005 . Lei nº 11. Resolução CNE/CEB nº 1. INSPETOR ESCOLAR . Titulo V – Capítulo I e Capítulo II.Dispõe sobre o atendimento educacional especializado. Decreto nº 6. Lei nº 12. Normas de Educação a Distância. Decreto nº 5. Lei nº 10. Lei nº 8. O Estatuto da Criança e do Adolescente e a educação.Inclui novo dispositivo à Resolução CNE/CEB 1/2005.161/05 . Capítulo IV.709/03. .394.CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Constituição Federal e o direito a educação.571/08 . e Educação de Jovens e Adultos desenvolvida por meio da Educação a Distância. Lei nº 11.154/2004. seção I. Lei nº 10.Define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica.Esclarecimentos para a implementação da Língua Espanhola como obrigatória no Ensino Médio. Decreto nº 2. Normas de Educação Profissional Técnica de Nível Médio. Lei nº 12. Lei nº 9. Lei nº 11.394/96.069/90 Estatuto da Criança e do Adolescente Título I.253.Define Diretrizes Operacionais para a implantação do Ensino Fundamental de 9 (nove) anos. Lei nº 11. de 20 de dezembro de 1996. Lei nº 11. que atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para o Ensino Médio e para a Educação Profissional Técnica de nível médio às disposições do Decreto nº 5. Documentação e escrituração escolar.287/10. Lei nº 11. Organização e Funcionamento da FAETEC (Estatuto da FAETEC). Lei nº 11. Diretrizes da Educação Básica e da Educação Profissional.Institui Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos nos aspectos relativos à duração dos cursos e idade mínima para ingresso nos cursos de EJA.Dispõe sobre o tratamento excepcional para alunos portadores de afecções que indica. Constituição Estadual (capítulo III. conforme dispõe a Lei nº 11. Lei nº 11. (Ler Parecer CEB/CNE nº 06/98 e CNE/CEB nº 31/2002). Resolução nº 5/09 . 60 da Lei no 9. Constituição Estadual e o direito a educação. seção I.700/08. composição do arquivo escolar (dados referentes aos alunos e à instituição).Aplicação do Decreto nº 5.793/03. artigos 205 a 214).014/09.622/05.Atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para o Ensino Médio e para a Educação Profissional Técnica de nível médio às disposições do Decreto nº 5.274/06.056/09. Lei nº 12. Recuperação Paralela. Lei nº 12. RESOLUÇÃO CNE/CEB nº 4.Entendimento a respeito da vigência do Decreto nº 1. aproveitamento de estudos e progressão parcial. Decreto nº 3. Capítulo II. Resolução CNE/CEB nº 3. Sugestões Bibliográficas: Legislação: Constituição Federal (capítulo III.788/08.061/09.15.061/09. de 27 de outubro de 2005 .Fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil.301/06. Parecer CEB/CNE nº 39/04 .Inclusão obrigatória das disciplinas Filosofia e Sociologia no currículo do ensino médio.Dispõe sobre o ensino da língua espanhola. Parecer CNE/CEB nº 18/07 . Arquivo escolar: tipos de arquivos.741/08. Lei nº 11. Estrutura e Funcionamento da Educação Básica.154/2004 na Educação Profissional Técnica de Nível Médio e no Ensino Médio. Normas de matrícula. arquivamento de documentos escolares. de 14 de janeiro de 2010 .475/97. Consultar Parecer CEB/CNE nº 31/02.668/98.525/07.044/68.330/06. de 13 de novembro de 2007. Título III – Capítulo I.769/08. Lei nº 12.114/05.RESOLUÇÃO CNE/CEB nº 1. regulamenta o parágrafo único do art.154/04.287/01. Parecer CEB/CNE nº 06/98 . Lei nº 11. que dispõe sobre o tratamento excepcional para os portadores de afecções. 3. artigos 306 a 321) Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9. alterações e regulamentos: Lei nº 12. Lei nº 12. Lei nº 11.645/08. Decreto-lei nº 1. de 15 de junho de 2010 .684/08. Lei Federal nº 11. Currículo na Educação Básica e na Educação Profissional. Lei nº 10.044/69 .020/09. Parecer CEB/CNE nº 38/06 . Normas de Educação Especial. Resolução nº 4/10 .161/2005.013/09. Capítulo V. Decreto nº 5. Formação dos Profissionais para atuação na Educação Básica.

revoga os art.Resolução nº 3. Restauração Florestal: Fundamentos e Estudos de Caso.154/2004. 8º. no ato da matrícula.645/05 . Resolução CNE/CEB nº 1.Estabelece normas para a Educação Especial na Educação Básica. de 3 de fevereiro de 2005 . S. Deliberação CEE nº 239/99 . relativa à obrigatoriedade de apresentação de comprovante.Regulamenta o processo de reclassificação nas unidades escolares de educação básica. Decreto nº 42.Dispõe sobre a instituição e implantação do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio.Fixa normas para matrícula de alunos na Educação Básica. Deliberação CEE nº 238/99 . Deliberação CEE nº 253/00 . Deliberação CEE nº 264/01 .394/1996 (LDB).gov.Responde consulta da Coordenadoria Regional da Região Serrana II.Altera e Consolida o Estatuto da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro – FAETEC e dá outras providências. Deliberação CEE nº 225/98 .651/96 . PROFESSOR INSTITUTO SUPERIOR – ENGENHARIA AMBIENTAL Incluir nas Sugestões Bibliográficas os seguintes itens: AHRENS.Dispõe sobre o ensino de noções de reciclagem.Fixa normas para funcionamento de Curso de Educação de Jovens e Adultos e de Exames Supletivos. que altera a Lei nº 9. 2005 .Fixa normas para autorização e encerramento de funcionamento de instituições de ensino presencial da Educação Básica. bebidas alcoólicas e drogas. de 9 de julho de 2008 . para alunos maiores de 18 anos. Deliberação CEE nº 291/2004 . Disponível em http://www. Deliberação CEE nº 316/10 . (consultar Deliberação CEE Nº 264/2000). 139 páginas. em todas as suas etapas e modalidades. no Sistema de Ensino do Estado do Rio de Janeiro. 7º. S. Deliberação CEE nº 241/99 .Altera normas para o funcionamento de cursos destinados à educação para jovens e adultos. em todos os níveis e modalidades. Lei Estadual nº 4. de estarem em dia com obrigações militares. Deliberação CEE nº 259/00 . POMPÉIA. de 7 de outubro de 1999 . os malefícios do fumo.Atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para o Ensino Médio e para a Educação Profissional Técnica de nível médio às disposições do Decreto nº 5.Dispõe sobre a execução vocal do Hino Nacional nas escolas públicas e particulares da Rede de Ensino do Estado do Rio de Janeiro.Dispõe sobre a inclusão de Filosofia e Sociologia nas Matrizes Curriculares do Ensino Médio nas escolas que integram o Sistema de Ensino do Estado do Rio de Janeiro. de 27 de outubro de 2005 .Regulamenta o arquivamento eletrônico de documentos escolares de instituições de ensino vinculadas ao sistema estadual. Resolução CNE/CEB nº 4. Deliberação CEE nº 285/03 . 1° Edição. RETIFICAÇÃO DE SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS 4.Regulamenta o arquivamento de documentos escolares em instituições de educação básica do sistema estadual.Altera os artigos 3º e 4º da Deliberação CEE nº 223/97. Lei Estadual nº 2.064/93 – Estabelece a obrigatoriedade dos estabelecimentos de ensino localizados no estado. e revoga a alínea “d” do art. 9º e 12.784/06 – Altera a Lei nº 2.pdf. e dá outras providências.faetec.Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico.br/dad/images/stories/decreto4232710.16 da Deliberação CEE nº 253/00 deste Conselho. 23 da Deliberação CEE nº 231/98 e as Deliberações CEE nº 242/99 e 247/99 (consultar Deliberação nº 285/2003).327/10 . com destaque.rj. Parecer CEE nº 766/02 (N) . 4..Inclui novo dispositivo à Resolução CNE/CEB 1/2005. Resolução CNE/CEB nº 4.Dá nova redação ao caput do art. 11 e ao art.154/2004.684/2008. Lei Estadual nº 4. afixarem em local visível.1. nos termos da Lei nº 11. Embrapa Florestas. da Deliberação CEE nº 259/00. Deliberação CEE nº 312/08 . que atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para o Ensino Médio e para a Educação Profissional Técnica de nível médio às disposições do Decreto nº 5.

M. F. ISSO 14001 Sistemas de Gestão Ambiental: Implantação Objetiva e Econômica. B. 264 páginas.FERRETTI. MARTINS. 2009. B. B. ROLIM. M. L. LENZI. 4. R. 604 páginas.2. V. S. Introdução à química da água: ciência. FAVERO. KAGEYAMA... Ecologia de Florestas Tropicais do Brasil.. S. G. A. G.A. BRITEZ... 2009. DURIGAN. E. A. GANDARA.. 3ª Edição.. O. 264 páginas. 2009. Editora Atlas. E. Editora UFV. A. LUCHESE. M. B.. B. R. Y. 3ª Edição.. CARPANEZZI. LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora S. P. M. vida e sobrevivência. PROFESSOR FAETEC I – MEIO AMBIENTE Incluir nas Sugestões Bibliográficas o seguinte item: SEIFFERT... Editora Atlas. E. R. JESUS. 2009. . E. ISO 14001 Sistemas de Gestão Ambiental: Implantação Objetiva e Econômica. SEIFFERT. 261 páginas.

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