GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA – FAETEC EDITAL Nº 008

/2010 DISPÕE SOBRE RETIFICAÇÕES AO EDITAL DE ABERTURA DO CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS EFETIVOS DAS CLASSES DOCENTE E ESPECIALISTA TÉCNICO PEDAGÓGICO DO QUADRO PERMANENTE DA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA – FAETEC. O PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA – FAETEC, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor, e tendo em vista a autorização exarada no Processo Administrativo nº E-26/34845/2009, torna públicas as seguintes RETIFICAÇÕES AO EDITAL DE ABERTURA do Concurso Público destinado a selecionar candidatos para provimento de cargos efetivos das classes Docente e Especialista Técnico Pedagógico, todos de Nível Superior, do Quadro Permanente da Fundação de Apoio à Escola Técnica – FAETEC. 1. RETIFICAÇÃO DA QUALIFICAÇÃO MÍNIMA PARA PROFESSOR FAETEC I - MÚSICA E SOCIOLOGIA Onde se lê: CARGO: PROFESSOR FAETEC I (para atuar nas disciplinas da Educação Básica)
Área / Eixo / Curso Linguagens, Códigos e suas Tecnologias Ciências Humanas e suas Tecnologias Disciplina Carga Horária Semanal 20 h 40 h 20 h Sociologia 40 h 21 1 1.911,57 Nº de Vagas* R 7 19 10 1 D Vencimentos R$ 955,77 1.911,57 955,77 Qualificação Mínima Licenciatura Plena em Música Licenciatura Plena em Sociologia

Música

Leia-se:
Área / Eixo / Curso Linguagens, Códigos e suas Tecnologias Ciências Humanas e suas Tecnologias Disciplina Carga Horária Semanal 20 h Música 40 h 20 h Sociologia 40 h 21 1 1.911,57 19 10 1 1.911,57 955,77 Nº de Vagas* R 7 D Vencimentos R$ 955,77 Qualificação Mínima Licenciatura Plena em Música ou em Educação Artística com habilitação em Música Licenciatura Plena em Sociologia ou em Ciências Sociais

2. RETIFICAÇÃO DA QUALIFICAÇÃO MÍNIMA PARA PROFESSOR FAETEC I PRODUÇÃO DE ÁUDIO E VÍDEO E EVENTOS Onde se lê: CARGO: PROFESSOR FAETEC I (para atuar nas disciplinas da Educação Profissional)

Área / Eixo / Curso

Disciplina

Carga Horária Semanal 20 h

Nº de Vagas* R D 02

Vencimentos R$

Qualificação Mínima Graduação em Comunicação Social com habilitação em Cinema ou Rádio e TV; Tecnólogo em Produção Audiovisual. Graduação em Produção Cultural; Tecnólogo em Eventos. Graduação em Medicina com especialização em Dermatologia; Graduação em Fisioterapia com especialização em Estética

Produção de Áudio e Vídeo Produção Cultural e Design Eventos

955,77

20 h 40 h

01 04

955,77 1.911,57

Ambiente, Saúde e Segurança

Estética

20 h

02

955,77

Leia-se:
Área / Eixo / Curso Disciplina Carga Horária Semanal Nº de Vagas* R D Vencimentos R$ Qualificação Mínima Graduação em Cinema; Graduação em Comunicação Social com habilitação em Cinema ou Rádio e TV; Tecnólogo em Produção Audiovisual ou Cinema Graduação em Produção Cultural; Graduação em Relações Públicas; Tecnólogo em Eventos Graduação em Medicina com especialização em Dermatologia; Graduação em Fisioterapia com especialização em Estética; Tecnólogo em Estética

Produção de Áudio e Vídeo Produção Cultural e Design

20 h

02

955,77

20 h Eventos 40 h

01 04

955,77 1.911,57

Ambiente, Saúde e Segurança

Estética

20 h

02

955,77

3. RETIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS OS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS / SUGESTÕES BILBIOGRÁFICAS ABAIXO RELACIONADOS SUBSTITUEM AQUELES PUBLICADOS NO EDITAL DE ABERTURA DO CONCURSO PÚBLICO 3.1. CARGO: PROFESSOR INSTITUTO SUPERIOR CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS (para todas as disciplinas) Aspectos Filosóficos da Educação: Concepções de Educação e tendências pedagógicas; as principais teses e teorias sobre o pensamento pedagógico brasileiro. Aspectos Sociológicos da Educação: A relação entre educação, ideologia e política; as relações sociais na escola; democratização da escola: autonomia, autogestão, participação e cidadania. Aspectos

de (Orgs. São Paulo: Scipione. 142. Diário Oficial da União. 2005. Celso. 23/12/96. D. 2005 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE – Lei Federal nº 8069/90. 1997. S.). Porto Alegre: Editora da UFRGS. INSTITUI O PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO . História das Idéias Pedagógicas. 2002. Papirus Editora. Gestão Escolar Democrática: concepções e vivências. São Paulo: Ática. São Paulo: Cortez. MEDEIROS. São Paulo: Cortez. 2001. Fernando. São Paulo: Martins Fontes. Celso dos S. 2002. Medidas e dispositivos legais de proteção à criança e ao adolescente. Currículo. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. SP. . DELORS. Antonio Flávio (org. Cultura e Sociedade.394. DANTAS. O paradoxo de aprender e ensinar. Isabel Letícia P. Sugestões Bibliográficas: ALVES.9. Alice Casimiro . BRASIL. O Ensino Superior na contemporaneidade brasileira: desafios e avanços. 36 e os arts. 1993.1. Belo Horizonte: Autêntica. Porto Alegre : Artes Médicas. Vygotsky – aprendizado e desenvolvimento em processo sóciohistórico. Filosofia da Educação. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. SANCHO. LA TAILLE. de 20 de dezembro de 1996. Maria Beatriz. 2009. Avaliação: uma prática em busca de novos sentidos. 2006. Desenvolvimento psicológico e educação: psicologia evolutiva. de 18 de dezembro de 2009 do Rio de janeiro. O. 2002. OLIVEIRA.ed.). RAPPAPORT. BRASIL. ano CXXXIV. Piaget. SAVIANI. LUCKESI. Marta Kohl de. Lei nº 5597. Rio de Janeiro. SP: Libertad. Lev. Diário Oficial da União. Construção do Conhecimento em sala de aula. Legislação da educação profissional: LDB 9394/96. KOHAN. Campinas. n. Autores Associados. 1999. v (FALTA ALGUMA COISA) LUCE. FIORI. Vygotsky. Brasília/DF: Gráfica do Senado. O Projeto político-pedagógico. SILVA. Juana Maria. 1998. 1. Aspectos da Política Educacional Brasileira: A LDB 9394/96. Currículo. v. A Nova LDB: Trajetória. Gestão e organização da sala de aula. Decreto 5154. 1992. Porto Alegre. Paulo. MOREIRA. 2006.83327841.154/04. Regulamenta o § 2º do art.). MOREIRA. Tomás Tadeu. São Paulo: Summus. Aspectos do Cotidiano Escolar: Projeto Institucional. História da Educação. Brasília/DF: Gráfica do Senado. 96 p. GHIRANDELLI JUNIOR. OLIVEIRA. Demerval. COLL. 39 a 41 da Lei nº 9. Clara Regina. transversalidade e a transdisciplinaridade. Cláudia. Lei n. de 20/12/1996. Planejamento educacional. J. p 27.Psicológicos da Educação: Teorias do desenvolvimento e da aprendizagem.). Yves de. 1677-7042. Criar currículo no cotidiano. ed. Maria Teresa (org. Porto Alegre: Artmed. 2. 2006.ed. VASCONCELLOS. GADOTTI. LOPES. 2002. E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Campinas: Editora Autores Associados. VYGOTSKY. Da nova LBD ao Novo Plano Nacional de Educação: por uma outra política educacional. HERNANDEZ. extensão e cultura. Psicologia do desenvolvimento: teorias do desenvolvimento – conceitos fundamentais. São Paulo: EPU. 2004. Políticas de integração curricular. interdisciplinaridade. R. 2002. São Paulo: Cortez. W. Antonio Flávio (org. Wagner da Rocha. Cipriano Carlos. Currículo: políticas e práticas. que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. v. pesquisa. César et. 2009. As funções do ensino superior: ensino. DAVIS. Tecnologias para transformar a Educação. 1994. Artmed. ESTEBAN. São Paulo.: EdUerj / Faperj. 1.394. 17. Decreto nº 5. .PEE/RJ. de 23 de julho de 2004. Jacques. Moacir. São Paulo: Libertad. SAVIANI. Rio de Janeiro: DP&A. al. Nilda (org. 1.). São Paulo: Cortez. 1998. p 18. Marta Kohl. VASCONCELLOS. Heloysa. A educação para o século XXI: questões e perspectivas. Filosofia. A avaliação como parte integrante do processo de ensino-aprendizagem. Planejamento – Projeto de ensino-aprendizagem e projeto político-pedagógico. Wallon: teorias psicogenéticas em discussão.. Rio de Janeiro: Governo do Estado do Rio de Janeiro. Ano CXLI Nº 1. 2008. Limites e Perspectivas. 249.

zoneamento ambiental. 1.4 As garantias constitucionais contra os abusos da Administração Pública. Despersonalização das pessoas jurídicas. Ilícito contratual (relativo) e extracontratual (absoluto). 1. ________________. Ações constitucionais. Interpretação e integração das leis. 3. Interesse legítimo.1 Lei de Introdução ao Código Civil (Decreto-lei nº 4. Classificação das pessoas jurídicas. 1. 1. Prescrição aquisitiva e extintiva.13 Direitos Autorais/Copyright: diferenças. Personalidade. Forma dos atos jurídicos e sua prova.14 O papel da OMPI/WIPO. agrícola. II e III. Conceito e classificação.8 Poluição do solo: resíduos industriais. conservação. 12 a 14. direitos e deveres individuais e coletivos. Defeitos dos atos jurídicos. Proteção do patrimônio natural. conceito.8 Propriedade intelectual: marcas/patentes/direitos autorais. 3. 4. Ordenamento jurídico material. Direitos da personalidade. 4. 9º. cidadania e direitos políticos. 1. 3.6 Princípios constitucionais da organização e função administrativas. Vigência.23 Os crimes de "pirataria" de software. 4. Habeas data.6 Unidades de conservação da natureza. à liberdade.2 Pessoa física. Políticas urbana. Direitos individuais e coletivos.1 Introdução e noções gerais. Temas de Direito Constitucional. 5º da Lei de Introdução ao Código Civil). 4. 1.5 A propriedade como direito. à igualdade. Modalidades dos atos jurídicos. Classificação. 2. Estado das pessoas. tóxicos e perigosos. Pessoas jurídicas públicas. 3. I. 1º a 6º. Prescrição da ação e prescrição do direito material. PROFESSOR INSTITUTO SUPERIOR .2 Direitos e deveres fundamentais. Domicílio. Relação jurídica material. Sugestões Bibliográficas: BARROSO. 4. 4. Direito Constitucional: 1. Conceito e classificação.657/42): arts. Direito adquirido e expectativa de direito. incorpóreas ou intangíveis.11 Direito Ambiental Internacional. 1. Ilícito penal. Fontes do direito. 3.9 Poluição sonora.3 Características e autonomia do Direito de Informática. 4.3. 4.910/32 e Decreto-lei n.5 Direito Administrativo e Administração Pública no Estado Federal Brasileiro. 20. Direito Civil: 2. 3.DIREITO .CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 1. Nulidades dos atos jurídicos. Direitos absolutos e relativos.18 Computadores e sistemas de informação. 3.11 A proteção brasileira aos Direitos Autorias.2. 3. Conceito e classificação. Agrário e Ecológico. Informação Ambiental. 2. Faculdade jurídica. Princípios. Norma jurídica. 2.1 Tutela jurídica do meio ambiente: o Direito Ambiental na Constituição de 1988. 4. 4.7 A ordem social na Constituição. Rio de Janeiro: Renovar.22 A autoria do software. Pretensão material.4 O Direito de Informática e o mundo moderno.21 As leis da Informática no Brasil . Bens. Competências federativas. Prescrição contra a Fazenda Pública (Decreto n.9 Evolução da propriedade intelectual. direito à vida. Proteção aos incapazes. Direito objetivo e subjetivo. 4.2 Competências legislativas. eficácia. regime jurídico. Habeas corpus. São Paulo: Saraiva. . 3. Espécies de capacidade. Capacidade. Conseqüências dos atos ilícitos.17 Direito de Informática: conceito e abrangência. Personalidade jurídica. à segurança e à propriedade.8 Direito Constitucional Urbanístico.7 Poluição atmosférica. modificação e perda dos direitos. 3.1 Princípios do Direito Constitucional. Curso de Direito Constitucional Contemporâneo. Conflito de leis no tempo. Ação civil pública. Direito Ambiental: 3. Ação popular. hierarquia e revogação das leis. Meio ambiente. Direito público e privado. Opção de nacionalidade.20 Aplicação dos Direitos Autorais/Copyright e a proteção do software. Ato ilícito. Poder potestativo. Luis Roberto. 4. 4.6 Bens ou coisas materiais ou tangíveis. fundiária e da reforma agrária. Classificação das leis pela sua natureza. Poluição das águas doces. 4. Bens públicos. 4.4 Prevenção e reparação do dano ambiental: responsabilidade civil por danos ao meio ambiente (Lei 7347/85). Fins sociais da lei e exigências do bem comum (art. 4. Código Florestal (Lei 4771/65). 4.10 Proteção do patrimônio cultural: regime jurídico do tombamento. Pessoas jurídicas. 4. 4. 4. 3. mares e zonas costeiras. Mandado de injunção.comentários e histórico.5 Poder de polícia ambiental: Licenciamento ambiental.3 Direitos sociais. Ações de estado.3 Cidadania e Meio Ambiente: Estudo Prévio de Impacto Ambiental. civil e administrativo. e imateriais. 4. 4. Aquisição.597/42). transferência. 4. padrões ambientais. nacionalidade. Direito e moral. Elementos e forma. Direito e Informática: 4. Mandado de segurança individual e coletivo. 4.19 O Regime Jurídico dos Programas de Computador.2 A Evolução histórica da Informática e o Direito. Negócio jurídico. Ato jurídico.12 Direitos Morais e Patrimoniais do Autor.15 Os crimes contra o Direito Autoral.3 Fatos jurídicos.7 A propriedade intelectual como produto e bem de utilidade.10 A Convenção de Berna e a UCC-Universal Copyright Convention. Prescrição e decadência. Grupos não personificados ou despersonalizados. Incapacidade. Responsabilidade.16 Direito e tecnologia da informação.

1998. Guilherme José Purvin de. Direito Ambiental Constitucional. José Carlos Costa. 2009. 2009. André Lipp Pinto Basto. SILVA. 2000. GUERRA. Direito de Informática. TEPEDINO. e LEITE.. Gustavo Kloh M. ________________. São Paulo: Revista dos Tribunais. São Paulo: Atlas. BENJAMIN. Newton De e SIMÃO Filho. J. _____________. NEVES. NETTO. In Revista de Direito Ambiental. A inteligência artificial. DERANI. Rio de Janeiro: Renovar. N. O Direito autoral no show business. São Paulo: Saraiva. Antônio Herman (coord. 4. Heloísa Helena BARBOZA. Dano Ambiental: do individual ao coletivo extrapatrimonial. Rio de Janeiro: Esplanada. Proteção judicial do direito do autor. Ação civil pública e reparação do dano ao meio ambiente. Vol. Marco Aurélio.). (orgs). I – A Música. CAVALIERI FILHO. Instituições de direito civil. Direito Constitucional Ambiental Brasileiro.. Comentário Contextual à Constituição. Firly (orgs. Rio de Janeiro: Lumen Juris. PEREIRA. Aspectos Processuais do Direito Ambiental. São Paulo: Saraiva/IDP. São Paulo: Malheiros. e Maria Celina BODIN DE MORAES. 4ª ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária. MACHADO. 2. José Rubens Morato. De Gutemberg à Internet. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais. Vol. Direito Ambiental. 2004. Curitiba: Letra da Lei. 1998. Carlos Alberto. Responsabilidade civil pelo dano ambiental. In BENJAMIN. AMARAL. Manoel Messias. 2003. Marcelo Buzagio (orgs). jurisprudência. Rio de Janeiro: Forense. 1998. 2000. prática. Maria Celina Bodin de. ____________. 2000. ARAÚJO. A reglobalização do Estado e da sociedade em rede na era do acesso. Pietro. Florianópolis: Boiteux. 2007.MENDES. Direito Ambiental em Debate. 2007. Édis. Alessandra Rapassi Mascarenhas. 17ª ed. Lisboa: Biblioteca básica de ciência e cultura. 2004. Curso de Direito Ambiental. Direito & Internet – aspectos jurídicos relevantes. GOMES. Caio Mário da Silva. DANTAS. direito. 2006. São Paulo: Malheiros.). CANOTILHO. . São Paulo: Editora Max Limonad. GRECO. MILARÉ. Nehemias. 2004. PRADO. TEPEDINO. SILVA. 2007. Rio de Janeiro: Forense. Internet e Direito.). Direito Ambiental Brasileiro. Rio de Janeiro: Record. GANDELMAN. Rio de Janeiro: Renovar. Gustavo. José Afonso da. Orlando. 1997. LEITE. glossário. São Paulo: Malheiros. Os princípios da Constituição de 1988. ed. Prescrição e decadência no direito civil. São Paulo: Malheiros. 2003. Direito Ambiental das áreas protegidas: o regime jurídico das unidades de conservação. Direito civil: introdução. Henrique. MIRRA. G. In FIGUEIREDO. 1997.br: aspectos jurídicos da Internet no Brasil. Curso de Direito Constitucional Positivo. José Rubens Morato. Código civil interpretado conforme a Constituição da República. Os Tribunais Brasileiros e a implantação da Responsabilidade Penal à Pessoa Jurídica. 2007. ed. Direito do Ambiente: doutrina. rev. (coord. Cristiane. Direito autoral no Brasil.). José Guilherme Purvin (coord. 5ª edição. Rio de Janeiro: Gryphus. São Paulo: Revista dos Tribunais. Rio de Janeiro: Renovar. Rio de Janeiro: Forense Universitária. Francisco. Gustavo. 2ª edição. Temas de direito civil. FIGUEIREDO. Antônio Herman V. 2ª edição. MORAES. MARZOCHI. 2003. São Paulo: Atlas. 9: 5 – 52. 2ª edição. 1999. Programa de responsabilidade civil. O princípio da solidariedade. Curso de Direito Constitucional. PAESANI. Rio de Janeiro: Lumen Juris. Porto Alegre: Síntese. TEPEDINO. 3ª edição. BITTAR. Isabella Franco e NASCIMENTO FILHO. São Paulo: LTr. Proteção Jurídica do Software. OLIVO. Introdução ao direito civil. GUEIROS JR. José Afonso Da. Bauru – SP: EDIPRO. Paulo Affonso Leme. Luis Carlos Cancellier de Olivo. Direito do Autor. Marcelo de Luca. ANTUNES. Adalberto (coordenadores) e outros. PERLINGIERI. Liliana Minardi. In PEIXINHO. São Paulo: Dialética. José Joaquim Gomes. Paulo de Bessa. A parte geral do novo código civil: estudos na perspectiva civil-constitucional. Rio de Janeiro: Renovar. 1997. LUCCA. 6a ed. São Paulo: LTr. Edmir Netto de. Gilmar Ferreira. 2000. 2001. GANASCIA. São Paulo: FTD. Direito Ambiental Econômico. O direito civil na legalidade constitucional. (orgs) et alli. LUPI. 1993. São Paulo: Juarez de Oliveira. 2. Rio de Janeiro: Forense Universitária. Rio de Janeiro: Renovar. Rio de Janeiro: Lumen Juris. Sérgio. Álvaro Luiz Valery. Introdução à Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação”. Gustavo.

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A Geografia.Inclui novo dispositivo à Resolução CNE/CEB 1/2005. relevo. ZABALA. Porto Alegre: Artmed. a globalização e território na América Latina. meio técnico e meio técnico-científico-informacional. RESOLUÇÃO CNE/CEB nº 1. Nelson. O Espaço Industrial: localização das indústrias (fatores determinantes). Objetivos Gerais. A natureza da globalização e a globalização da natureza. urbanização em países desenvolvidos e subdesenvolvidos. Os Espaços Urbano e Regional: as cidades e as metrópoles. Segregação no ambiente urbano. a questão das nacionalidades. Moema. que atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para o Ensino Médio e para a Educação Profissional Técnica de nível médio às disposições do Decreto nº 5. Metodologia. Sociologia da Educação. Impactos das sociedades sobre o meio ambiente. os países de industrialização recente e os subdesenvolvidos. natureza e pensamento geográfico. PARECER CNE/CEB 04/98. movimentos separatistas. O Brasil e o mercado mundial. 2006. Domínios morfoclimáticos.Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico. natureza/questões socioculturais. solos. PARECER CNE/CEB 15/98.Localização: coordenadas geográficas. Quadro natural: recursos e aproveitamento econômico. 1998. os Parâmetros Curriculares e a Cartografia – A Geografia no contexto dos Parâmetros Curriculares. Organismos supranacionais. vegetação. RESOLUÇÃO CNE/CEB nº 4. São Paulo: Ática.154/2004.Atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para o Ensino Médio e para a Educação Profissional Técnica de nível médio às disposições do Decreto nº 5. geologia. Concentração e dispersão espacial da indústria. Região e organização espacial. Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental e para o Ensino Médio. O Espaço Agrário: as novas relações cidade x campo. A População e Espaço Geográfico: dinâmica. Cartografia temática e representação espacial. grandes potências industriais. As regiões brasileiras e os contrastes regionais. teorias demográficas. tipos de indústria. mudanças ambientais globais e meio ambiente. problemas ambientais urbanos. TOSCANO. o processo de industrialização nos países pioneiros. distribuição e estrutura da população. temas e teorias da Geografia. o Sudeste como pólo industrial do país e a desconcentração industrial. O Espaço Industrial Brasileiro: O processo de industrialização no Brasil. Introdução à Sociologia Educacional.154/2004.Petrópolis: Vozes: 2008. hidrografia. Diretrizes Curriculares para o Ensino Fundamental. A Formação territorial do Brasil: A ocupação e a construção do território nacional. Os diferentes modelos de produção industrial. a atual divisão internacional do trabalho. RESOLUÇÃO CNE/CEB nº 4. O Espaço Geográfico do Brasil – A Natureza do Território Brasileiro: grandes paisagens naturais. O Brasil e suas diferentes regionalizações. os sistemas agrícolas. megacidades e cidades globais. blocos econômicos supranacionais. O Espaço da Circulação: transportes e comunicação no mundo atual. Meio natural.MEC. PROFESSOR FAETEC I . a agropecuária em países desenvolvidos e subdesenvolvidos. rede e hierarquia urbana. Diretrizes Curriculares para o Ensino Médio.9. da geomorfologia.GEOGRAFIA . A agricultura nos países desenvolvidos e nos subdesenvolvidos.CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS A história do pensamento geográfico: Conceitos. 3. Brasília. de 3 de fevereiro de 2005 . O conhecimento geográfico e sua importância social. A Geografia das redes. migrações internas e externas. O Espaço Mundial – A Geopolítica Mundial: Da Guerra Fria à nova ordem mundial: do mundo bipolar ao mundo multipolar. A revolução técnico-científica. A era da Globalização. Categorias. Cartografia: os mapas e as visões de mundo . terrorismo. domínios morfoclimáticos. O Brasil na Economia Global: O Brasil na economia-mundo. A produção mundial de energia e suas diferentes fontes. de 7 de outubro de 1999 . A modernização das atividades agrícolas. principais bacias hidrográficas e águas territoriais brasileiras. A natureza e sua importância para o homem: Os diferentes componentes do quadro natural e seus processos (clima. A Prática Educativa – como ensinar. Projeções. As dinâmicas e os processos da climatologia. Meio ambiente. A organização do Estado brasileiro. crescimento. As transformações políticas no mundo contemporâneo. As diferentes formas de regionalização do espaço mundial. 1996 / 2000. águas oceânicas). 13ª ed. A questão do método e a crítica do conhecimento. Conflitos étnicos atuais. A produção da globalização. da hidrografia. Infraestrutura e serviços urbanos. Antoni. Escalas. as fontes de energia no . Políticas territoriais. do relevo e dos solos. de 27 de outubro de 2005 . Estratégias de uso e conservação na natureza. PILETTI.

2001. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. A. e TERRA. A questão urbana. Sugestões Bibliográficas: BAUMAN. GOMES. Antonio. GEIGER. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. L. Geormofologia e Meio Ambiente. Segregação nas cidades brasileiras. e EGLER. 1995. CAMARGO. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. A questão do trabalho nas cidades: a expansão da economia informal. R. L. D. David. Roberto Lobato. CASTRO. A População e o Espaço Geográfico Brasileiro: Estrutura da população. Geomorfologia do Brasil. A era do globalismo. Bertha K. e ALVES. As formas do espaço brasileiro. na atualidade: Educação e Geografia.C. M. 1997. Carlos Walter. 2ª ed. 2ª ed. P. 2007. Sandra Baptista e GUERRA. M. 3a ed. 4a ed. Adair Martins. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. 2001.uma nova potência regional na economia mundo. Antônio José Teixeira e CUNHA. São Paulo: Contexto. Geografia e Meio Ambiente no Brasil. GUERRA. Sandra Baptista da (organizadores). R. favelização. HARVEY. BECKER. 1996. O. BECKER. 5ª edição. GOMES.R. Brasil: questões atuais da reorganização do território. CUNHA. IANNI. A Geografia Política do desenvolvimento sustentável. CORRÊA. CHRISTOFOLETTI. 1983. CASTRO. Bertha K.1980.. a reforma agrária. dinâmica demográfica.C. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. : Jorge Zahar Editor. GUERRA. L.E. 1999. J. 1999. 1991. Rio de Janeiro: Editora UFRJ. Sandra Baptista da (organizadores). 2006. 1997. O planejamento ambiental no Brasil. COELHO. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. Geografia – espaço e vivência. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. A sustentabilidade e a conservação do meio ambiente. Globalização – As consequências humanas. Petrópolis: 2002 CASSETI. 2001. BOLIGIAN.L. 1999. Mariana (orgs). modernização do espaço agrário. GOMES. Ensino da Geografia. São Paulo: Ática. São Paulo: Editora Unesp. Região e Organização Espacial. Antonio José Teixeira (organizadores). 1995. L. São Paulo: Paz e Terra. São Paulo: Atual. 2003. A ruptura do meio ambiente. As unidades de conservação no Brasil. Hierarquia e rede urbana. R. V. A condição urbana: ensaios de geopolítica da cidade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.C. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. I. A Condição Pós-Moderna.Brasil. CASTELLS. as relações de trabalho no campo. 2001. Zygmunt. P. BECKER. R. . Estratégias de Ensino-Aprendizagem. 152p. CORRÊA. Conflitos no campo. 2008. Loyola. Juan Díaz et PEREIRA. Volume I. São Paulo: HUCITEC. O Espaço Agrário Brasileiro: A produção agropecuária no Brasil. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. São Paulo: Edgard Blucher. GUERRA. L. Impactos Ambientais Urbanos no Brasil. Migrações. São Paulo: Oficina de Textos. Geomorfologia. 1986. P. São Paulo: Paz e Terra. Geografia e modernidade. 1993. Sandra Baptista da (organizadores). periferização e metropolização. Editora Vozes. A exploração econômica dos recursos naturais. 2000. Brasil . (orgs. Bertha e MIRANDA. 1992. Ambiente e Apropriação do Relevo. O espaço urbano. BECKER. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil.. Processos interativos Homem-Meio Ambiente. 1994. 1994. Meio Ambiente: Questões e problemas ambientais no campo e nas cidades. Antônio José Teixeira e CUNHA. São Paulo: Ed. M. Desenvolvimento urbano e impactos ambientais nas metrópoles brasileiras. J. Um futuro para a Amazônia. Políticas demográficas. Geografia Geral e do Brasil. Antônio José Teixeira e CUNHA. CASTELLS. A sociedade em rede. Rogério & PORTO-GONÇALVES. P. : Bertrand Brasil. Bertha K. CORRÊA. urbanização.C.) Geografia: Conceitos e temas. A. São Paulo: Ática. estrutura interna das cidades brasileiras. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Geormofologia: uma atualização de bases e conceitos. DREW. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. para a Educação Básica. e CORRÊA.C. A nova des-ordem mundial. Iná Elias et alii (org). HAESBAERT.. et alii (orgs). 2002. São Paulo: Moderna. Cláudio. BORDENAVE. Estratégias metodológicas do ensino da Geografia. Problemática socioespacial das metrópoles brasileiras. Questões étnicas no Brasil. Trajetórias Geográficas. 2005. funções urbanas.H. 2003.P. O Espaço Urbano Brasileiro: A organização do espaço urbano. R. distribuição da população pelo território.C..

SANTOS. SANTOS M. Eustáquio. SPOSITO. L. O mundo contemporâneo: os grandes acontecimentos mundiais da Guerra Fria aos nossos dias. as instituições sociais básicas. J. Rio de Janeiro: Record. São Paulo: Moderna. Pensar e ser em Geografia. MOREIRA. A. João Carlos e SENE. 2005. Técnica. 2005. crescimento e desenvolvimento: o biológico. D. C. 2005. cultura e organização social. São Paulo: EDUSP. MORAES. Geografia Geral e do Brasil: espaço geográfico e globalização. Rio de Janeiro: Record.10. 2006. O desafio metropolitano: um estudo sobre a problemática socioespacial nas metrópoles brasileiras. Campinas-SP: Armazém do Ipê (Autores Associados). Geografia do Brasil. e ARAÚJO. 2004. 2 e 3. São Paulo: Editora Contexto. MAGNOLI. 2005. e MENDONÇA. São Paulo: Moderna. M. Geografia: a construção do mundo – Geografia Geral e do Brasil. 2005. São Paulo: Scipione. D. Rio de Janeiro: IBGE. São Paulo: Contexto. E. MAGNOLI. M.L. (org. São Paulo: Scipione. SOUZA. L. Atlas Geográfico Escolar. São Paulo: Ática. R. Geografia Geral e do Brasil. MAGNOLI. Eustáquio. Geografia Geral. M. J. fenomenológico-existencialista. PORTO-GONÇALVES. Aspectos Psicológicos da Educação – a relação desenvolvimento / aprendizagem: diferentes abordagens. Natureza. Projeto de Ensino de Geografia. W. 2001. S. São Paulo: UNESP. 2008. 1996. e ARAÚJO. São Paulo: Saraiva. MOREIRA. 2005. 3. Projeto de Ensino de Geografia. MOREIRA. Geomorfologia: Ambiente e Planejamento. O Brasil. 2004.IBGE. Aspectos do . L. antiautoritário. educação para o controle e para a transformação social. Sociedades. MOREIRA. São Paulo: EDUSP. MARTINS. 2008. L. Projetos de pesquisa: estratégias de ensino e aprendizagem em sala de aula. Geografia: Ensino Médio. ROSS. a relação escola / família / comunidade. João Carlos e SENE. São Paulo: Atual. Geografia do Brasil. 2005. São Paulo: Hucitec. D. R. VESENTINI. 2006. Natureza. 1991. Por uma outra globalização – do pensamento único à consciência universal. desigualdades sociais.C. socialista. A globalização da natureza e a natureza da globalização. Tecnologias. ROSS. Geografia e Filosofia: contribuição para o ensino do pensamento geográfico. Tecnologias. 2004. tempo: Globalização e meio técnico científico informacional. Sociedades. Ruy. O desenvolvimento cognitivo e afetivo. PORTO-GONÇALVES. Parâmetros Curriculares Nacionais– Geografia. Aspectos Sociológicos da Educação – as bases sociológicas da Educação. A natureza do espaço: técnica e tempo. Território e Sociedade no início do século XXI. Para onde vai o pensamento geográfico? Por uma epistemologia crítica.R. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: Moderna. MAGNOLI. SILVEIRA. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. C. C. 1998. Continente em chamas – globalização e território na América Latina. D. o psicológico e o social. Educação e Sociedade no Brasil. Volumes 1. razão e emoção. E. S.S. São Paulo: Hucitec. I. 2002. escolanovista. O pensamento pedagógico brasileiro: correntes e tendências na prática escolar. 1994. e SILVEIRA. LUCCI. A L. Rio de Janeiro: Record.O e MENDES. J. CARGO: PROFESSOR FAETEC I . e ARAÚJO.L. M. R.W. J. M. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. São Paulo: Editora Contexto. BRANCO. TAMDJIAN. Brasília. SANTOS. 2007. A. MEC. São Paulo: FTD. 2004. Ruy. positivista. 1990.EDUCAÇÃO PROFISSIONAL CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS (para todas as disciplinas) Aspectos Filosóficos da Educação – o pensamento pedagógico moderno: iluminista.S. J. 2002. 2000. SANTOS. M. (org). W. Geografia Geral e do Brasil: estudos para a compreensão do espaço. espaço. 2002. crítico. O desafio ambiental. Território e sociedade no mundo globalizado: Geografia Geral e do Brasil.). a Educação como processo social. a relação pensamento / linguagem – a formação de conceitos. Tendências atuais:liberais e progressistas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil.

Dispõe sobre a instituição e implantação do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio. Envelhecimento cutâneo. Magistério: Construção Cotidiana. Eletroterapia aplicada em estética. Anatomia do Sistema Linfático. Técnicas e Procedimentos Estéticos. Parâmetros. MEC.Atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para o Ensino Médio e para a Educação Profissional Técnica de nível médio às disposições do Decreto nº 5.154/2004. TOSCANO. PARECER CNE/CEB 15/98. Doenças eritemato-escamosas. as relações interativas em sala de aula: o papel dos professores e dos alunos. a função social do ensino: os objetivos educacionais. 3. Legislação sanitária. Avaliação: Mito e Desafio. Thales Cezar. Doenças dos anexos cutâneos. os direitos da criança e do adolescente. Resolução CNE/CEB nº 4. OLIVEIRA. Antoni.diagnostico e tratamento. Diretrizes Curriculares para o Ensino Médio. São Paulo: Atlas. São Paulo : Ática. Tatuagens e ”Piercings”. 2005. 1999. Procedimentos em cirurgia dermatológica. Nelson. Porto Alegre: Mediação. Sugestões Bibliográficas: CANDAU. Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. Toxina Botulinica – uso e indicações. Brasília. DAVIS. 1990. São Paulo : Cortez. DEL-CAMPO. Moacir. Hanseníase. de 27 de outubro de 2005 . Cândido Alberto. São Paulo : Cortez. Dermatoses ocupacionais. 2007. A Educação em Novas Perspectivas Sociológicas. Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico. 2002. de 7 de outubro de 1999 . Métodos diagnósticos nas doenças de pele. Resolução CNE/CEB nº 1. Implantes faciais . Diretrizes. Doenças do couro cabeludo. Anatomia da face e pescoço. GADOTTTI.Cotidiano Escolar – a formação do professor.ESTÉTICA . Vera Maria (org. Diretrizes Curriculares para Ensino Médio. Introdução à Sociologia Educacional. que atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para o Ensino Médio e para a Educação Profissional Técnica de nível médio às disposições do Decreto nº 5. LUCKESI.11. LEI FEDERAL nº 9394/1996 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. a sala de aula e sua pluralidade.). os conteúdos de aprendizagem. Úlceras de pele. São Paulo: Ática. Nazaré. Psicologia da educação. Filosofia da educação. 2008. Doenças de pele associadas ao vírus da AIDS. Discromias. Atual. a relação professor / aluno. Referenciais Curriculares Nacionais para Educação Profissional de Nível Técnico. HOFFMANN. 2000. Eletrocirurgia. Claudia. Moacir. Petrópolis: Vozes. 2002. Jussara. OLIVEIRA. de 3 de fevereiro de 2005 . Pensamento Pedagógico Brasileiro. MEC. FONTANA. Doenças inflamatórias e pruriginosas. Semiologia cutânea.materiais. PROFESSOR FAETEC I . Medidas e Dispositivos Legais para a Educação – A LDB atual. Dermatoses por agentes químicos. Imunopatologia da pele. indicações e contra-indicações. Embriologia e Histologia da pele.154/2004. Cipriano. Resolução CNE/CEB nº 4. 6ª ed. fiscos e mecânicos. Doenças sexualmente transmissíveis. Brasília. São Paulo: EPU. Zilma. de 9 de julho de 2008 . A Prática Educativa – como ensinar. Noções de cosmetologia.Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico. Resolução nº 3. 13ª ed. 2006. Roseli.CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Fisiopatologia da pele. 2004. Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Profissional de Nível Técnico. Angioedema e urticária. Transtorno Dismórfico Corporal. o Estatuto da Criança e do Adolescente. 1996 / 2000. Porto Alegre: Artmed. Sociologia da Educação. Colagenoses. ZABALA. GOMES. Sugestões Bibliográficas: . Terapêutica Dermatológica. Eduardo Roberto. PILETTI. 1998. Dermatoses infecciosas e parasitárias. GADOTTTI. Psicologia e Trabalho Pedagógico. CRUZ. a avaliação como processo. 1997.Inclui novo dispositivo à Resolução CNE/CEB 1/2005. Moema. História das Idéias Pedagógicas. Queimadurasdiagnostico e tratamento.Petrópolis: Vozes: 2008. a organização social da classe. São Paulo : Ática. Estatuto da Criança e do Adolescente: Provas e Concursos.

Análise Cinemática de Mecanismos. Normas Técnicas. Tensões em Vasos de Pressão de Paredes Finas e Espessas. Turbinas. Análise de Escoamentos. Escoamentos Compressíveis e Incompressíveis. Estática: Forças no Plano e no Espaço. Vibrações Mecânicas Com e Sem Amortecimento. Patricia. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico. Estudo dos Resistores. Amadeu Zenjiro. Dinâmica da Partícula: Leis de Newton. Freza. Legislação Sanitária. Primavera. São Paulo: E. Engrenagens Cilíndricas de Dentes Retos e Helicoidais. Ligações em Triangulo e Estrela. Rio de Janeiro: LTC. Desenho técnico e tecnologia gráfica. Furadeira. Análise de Estruturas: Treliças e Máquinas.anvisa. 3. Embreagens e Acoplamentos. Potência. Áreas e Volumes. SOBOTTA. Charles J. Rebites. VIERCK. Estado Plano de Tensões.FITZPATRICK’S. Mecânica geral. Maria Teresa. . Programas Computacionais: Auto Cad. Condutores Elétricos. Medidores de Potência. Flambagem. Desenho: Vistas e Cortes.CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Dinâmica: Cinemática da Partícula: Movimento Retilíneo e Curvilíneo. Tensões Normais e Cisalhantes. FERREIRA. Válvulas. 2. Luis Novaes Ferreira. Tensões Principais no Estado Geral.www. Momento de Inércia de Áreas e de Massa. Tensões em Molas Helicoidais. Freios. Solda. Ministério da Saúde. Torno. Corrente e Tensão Motores Elétricos. Tensões Flutuantes. 7. Equilíbrio Termodinâmico. Termodinâmica: Propriedades da Termodinâmica. Segurança do Trabalho e Meio Ambiente: Conceitos básicos em geral. Proteção de Equipamentos. RAMOS-e-Silva e Castro. Fatores Modificadores do Limite de Resistência a Fadiga. Problemas Métricos e Poliedros. Eletromecânica: Noções de magnetismos e campo magnético.12. Estado Plano de Deformações. Estado Geral de Tensões. Compressores. Atlas de Anatomia Humana. Deformação por Cisalhamento. Esmerilhadora. Sistemas Equivalentes de Forças Atuando em um Corpo Rígido. 2004. MATSUMURA. Solda. Centro de Gravidade: Linhas. Trem de Engrenagens. Fundamentos da Dermatologia. Molas.MECÂNICA . Segunda Lei da Termodinâmica. Desenho técnico básico. Resistência dos Materiais: Lei de Hooke. Sugestões Bibliográficas: FRANÇA. Ciclos Termodinâmicos. Blücher. 20ª ed. Trabalho e Calor. Esmerilhadora. Mecânica dos Fluidos: Estática dos Fluidos. Propriedades de uma Substância Pura. Cinemática de Corpo Rígido. Solicitações Axiais. Primeira Lei da Termodinâmica. FRENCH. Flexão. Equilíbrio de Corpos Rígidos em Duas e Três Dimensões. MICELI. Eletricidade: Conceitos básicos sobre Eletrostática: Lei de Coulomb. Dimensionamento de Eixos. Fundamentos de físico-química. Energia e Quantidade de Movimento. Eixos. Solid Work. Gilbert William. 2002. 5ª ed. MS Project. Normas Técnicas em mecânica e eletricidade. Tensões Admissíveis. Guia para o Controle da Hanseníase. ed. Torção. ed. Furadeira. ROBBINS CR.gov. ed. Concentração de Tensões.br AZULAY & AZULAY. Gerador. Dermatologia. São Paulo: Globo. 4ª ed. Equipamentos: Motor Diesel. Resistência a Fadiga para Vida Finita e Infinita. 2007. Instalações de Motores Elétricos. 2006. Mecanismos: Sistemas Articulados. PROFESSOR FAETEC I . Site da ANVISA . Elementos de Máquinas: Parafusos. Deformações Devidas à Variação de Temperatura. Campo Elétrico. Coeficiente de Poisson. Leis Básicas para Sistemas e Volumes de Controle. 7ª ed. Bomba. Diagrama Tensão x Deformação. Gases Ideais e Reais. Dermatology in general medicine. Fadiga. Tensões Principais e Tensão Cisalhante Máxima. Medidas Elétricas. Bomba. Chemical and Physical Behavior of Human Hair. Forças em Vigas e Cabos. Manutenção. Chavetas. Desenho de Maquinas. Capacitores sobre Eletrodinâmica: Corrente Elétrica. 2008. CASTELLAN. Noções sobre Geometria Descritiva: Métodos Descritivos. Proteção e Controle de Circuitos. Thomas E. Atrito. Torno. Cabos de Aço. Tensões no Regime Elástico. Métodos da Energia e da Quantidade de Movimento. Critérios de Resistência. 2. Deformações em Eixos Circulares. Compressores. Círculo de Mohr. Válvulas. Freza. Turbinas. Potencial Eletrostático. 2002. Geradores e Receptores e Circuitos Elétricos. Equipamentos: Motor Diesel. Dinâmica de Corpo Rígido no Plano: Forças e Acelerações. Transformador. Concentração de Tensões.

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Lei nº 11. Lei nº 11. Decreto nº 5. Lei nº 12.475/97.Dispõe sobre o ensino da língua espanhola. Normas de Educação Profissional Técnica de Nível Médio.Esclarecimentos para a implementação da Língua Espanhola como obrigatória no Ensino Médio.CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Constituição Federal e o direito a educação.274/06.Define Diretrizes Operacionais para a implantação do Ensino Fundamental de 9 (nove) anos. Consultar Parecer CEB/CNE nº 31/02. Lei nº 12. Constituição Estadual (capítulo III. RESOLUÇÃO CNE/CEB nº 4. artigos 306 a 321) Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9. Recuperação Paralela.Dispõe sobre o tratamento excepcional para alunos portadores de afecções que indica.013/09. de 3 de fevereiro de 2005 . Organização e Funcionamento da FAETEC (Estatuto da FAETEC). 60 da Lei no 9. regulamenta o parágrafo único do art. Sugestões Bibliográficas: Legislação: Constituição Federal (capítulo III. Lei nº 11. Resolução CNE/CEB nº 1. Lei nº 12.394. de 14 de janeiro de 2010 . Resolução nº 5/09 . e Educação de Jovens e Adultos desenvolvida por meio da Educação a Distância. Lei nº 10.15. que atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para o Ensino Médio e para a Educação Profissional Técnica de nível médio às disposições do Decreto nº 5. Normas de Educação a Distância. Lei nº 11.161/05 . Diretrizes da Educação Básica e da Educação Profissional.061/09. Titulo V – Capítulo I e Capítulo II.276/99. Lei nº 11.Fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Parecer CEB/CNE nº 06/98 . Arquivo escolar: tipos de arquivos.020/09.301/06.Atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para o Ensino Médio e para a Educação Profissional Técnica de nível médio às disposições do Decreto nº 5. Parecer CEB/CNE nº 38/06 . Documentação e escrituração escolar.788/08.525/07. Constituição Estadual e o direito a educação.571/08 . seção I. Decreto nº 2. Parecer CEB/CNE nº 39/04 . Lei nº 12. Lei nº 9. Lei nº 12.684/08. Título III – Capítulo I.700/08.622/05.RESOLUÇÃO CNE/CEB nº 1. arquivamento de documentos escolares.Define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica. de 20 de dezembro de 1996. de 13 de novembro de 2007. Lei nº 12. Formação dos Profissionais para atuação na Educação Básica. Lei nº 11.114/05.056/09. Capítulo IV. Normas de matrícula.Aplicação do Decreto nº 5. conforme dispõe a Lei nº 11. alterações e regulamentos: Lei nº 12. e acrescenta dispositivo ao Decreto no 6. que dispõe sobre o tratamento excepcional para os portadores de afecções. Currículo na Educação Básica e na Educação Profissional.709/03.154/2004.645/08.769/08. Lei nº 11.061/09. Lei nº 11.Inclui novo dispositivo à Resolução CNE/CEB 1/2005.069/90 Estatuto da Criança e do Adolescente Título I. Lei nº 11.044/68. Decreto nº 3. Lei nº 8.287/01. Capítulo V.Institui Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos nos aspectos relativos à duração dos cursos e idade mínima para ingresso nos cursos de EJA. de 27 de outubro de 2005 . .741/08. Lei nº 10. INSPETOR ESCOLAR . Decreto-lei nº 1. de 15 de junho de 2010 .Entendimento a respeito da vigência do Decreto nº 1. idade mínima e certificação nos exames de EJA. Lei nº 10.330/06. (Ler Parecer CEB/CNE nº 06/98 e CNE/CEB nº 31/2002). Resolução nº 4/10 .044/69 .394/96.014/09. Lei nº 11. Decreto nº 5.154/04. Capítulo II. aproveitamento de estudos e progressão parcial. artigos 205 a 214).Inclusão obrigatória das disciplinas Filosofia e Sociologia no currículo do ensino médio.154/2004 na Educação Profissional Técnica de Nível Médio e no Ensino Médio.154/2004.668/98. Decreto nº 6. Normas de Educação Especial. composição do arquivo escolar (dados referentes aos alunos e à instituição).Dispõe sobre o atendimento educacional especializado. Lei nº 11.287/10. O Estatuto da Criança e do Adolescente e a educação. 3.161/2005.793/03.253. seção I. Lei Federal nº 11. Resolução CNE/CEB nº 3. Estrutura e Funcionamento da Educação Básica. Parecer CNE/CEB nº 18/07 .

Resolução CNE/CEB nº 1. de 3 de fevereiro de 2005 . os malefícios do fumo. PROFESSOR INSTITUTO SUPERIOR – ENGENHARIA AMBIENTAL Incluir nas Sugestões Bibliográficas os seguintes itens: AHRENS.154/2004.16 da Deliberação CEE nº 253/00 deste Conselho. Deliberação CEE nº 253/00 . no Sistema de Ensino do Estado do Rio de Janeiro.faetec. Resolução CNE/CEB nº 4. para alunos maiores de 18 anos. relativa à obrigatoriedade de apresentação de comprovante. Lei Estadual nº 4.064/93 – Estabelece a obrigatoriedade dos estabelecimentos de ensino localizados no estado.Dispõe sobre a instituição e implantação do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio. que altera a Lei nº 9.Resolução nº 3. Deliberação CEE nº 312/08 .Atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para o Ensino Médio e para a Educação Profissional Técnica de nível médio às disposições do Decreto nº 5. de 27 de outubro de 2005 .Estabelece normas para a Educação Especial na Educação Básica.Altera e Consolida o Estatuto da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro – FAETEC e dá outras providências.Altera os artigos 3º e 4º da Deliberação CEE nº 223/97.Fixa normas para autorização e encerramento de funcionamento de instituições de ensino presencial da Educação Básica.651/96 . (consultar Deliberação CEE Nº 264/2000).154/2004. Deliberação CEE nº 238/99 . no ato da matrícula.1. de 7 de outubro de 1999 . 139 páginas.784/06 – Altera a Lei nº 2. S. Lei Estadual nº 2. afixarem em local visível. em todos os níveis e modalidades.rj.gov.327/10 . de estarem em dia com obrigações militares. Deliberação CEE nº 239/99 ..Altera normas para o funcionamento de cursos destinados à educação para jovens e adultos.Regulamenta o arquivamento eletrônico de documentos escolares de instituições de ensino vinculadas ao sistema estadual.645/05 . 8º. Decreto nº 42. Restauração Florestal: Fundamentos e Estudos de Caso. Resolução CNE/CEB nº 4. bebidas alcoólicas e drogas. Deliberação CEE nº 316/10 . Parecer CEE nº 766/02 (N) . 1° Edição. POMPÉIA. Deliberação CEE nº 264/01 .Responde consulta da Coordenadoria Regional da Região Serrana II. Lei Estadual nº 4.Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico.pdf.684/2008. Deliberação CEE nº 291/2004 . Deliberação CEE nº 241/99 . que atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para o Ensino Médio e para a Educação Profissional Técnica de nível médio às disposições do Decreto nº 5. 9º e 12. Disponível em http://www.394/1996 (LDB). Embrapa Florestas. e revoga a alínea “d” do art.Dispõe sobre a inclusão de Filosofia e Sociologia nas Matrizes Curriculares do Ensino Médio nas escolas que integram o Sistema de Ensino do Estado do Rio de Janeiro. 23 da Deliberação CEE nº 231/98 e as Deliberações CEE nº 242/99 e 247/99 (consultar Deliberação nº 285/2003).Regulamenta o processo de reclassificação nas unidades escolares de educação básica. nos termos da Lei nº 11. em todas as suas etapas e modalidades. 7º.Dá nova redação ao caput do art.Inclui novo dispositivo à Resolução CNE/CEB 1/2005.Fixa normas para funcionamento de Curso de Educação de Jovens e Adultos e de Exames Supletivos. da Deliberação CEE nº 259/00. Deliberação CEE nº 285/03 .br/dad/images/stories/decreto4232710.Regulamenta o arquivamento de documentos escolares em instituições de educação básica do sistema estadual.Fixa normas para matrícula de alunos na Educação Básica. 11 e ao art.Dispõe sobre o ensino de noções de reciclagem. S. Deliberação CEE nº 225/98 .Dispõe sobre a execução vocal do Hino Nacional nas escolas públicas e particulares da Rede de Ensino do Estado do Rio de Janeiro. Deliberação CEE nº 259/00 . RETIFICAÇÃO DE SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS 4. 4. revoga os art. de 9 de julho de 2008 . 2005 . e dá outras providências. com destaque.

M. ISO 14001 Sistemas de Gestão Ambiental: Implantação Objetiva e Econômica. ISSO 14001 Sistemas de Gestão Ambiental: Implantação Objetiva e Econômica. R.FERRETTI.. E. B. Editora Atlas. 604 páginas. GANDARA. L.. CARPANEZZI. S. DURIGAN. 4.2. A. S. B. M. B. Introdução à química da água: ciência. JESUS. 261 páginas. BRITEZ. ROLIM. B... MARTINS. 2009. SEIFFERT. 2009. G. vida e sobrevivência..A. M.. E. LUCHESE. KAGEYAMA. O. R.. E. 2009. 264 páginas. V. B.. E. 3ª Edição. R. A. Editora UFV. P. Y. F. G.. Editora Atlas. Ecologia de Florestas Tropicais do Brasil. LENZI. 3ª Edição. FAVERO.. PROFESSOR FAETEC I – MEIO AMBIENTE Incluir nas Sugestões Bibliográficas o seguinte item: SEIFFERT. . 264 páginas. 2009.. LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora S. M. A.

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