[Link]
br/app/noticia/gerais/
2016/07/10/interna_g
erais,781950/cresce-
numero-de-
reclamacoes-contra-
poluicao-sonora-em-
[Link]
[Link]
no-trabalho-pode-ser-um-risco-para-perda-
auditiva,[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
Imóveis residenciais em áreas barulhentas de Belo Horizonte sofrem desvalorização
média de 20%. Os vilões da vizinhança são casas noturnas, igrejas, vias com intenso fluxo
de veículos e points de bares e restaurantes, onde é grande a aglomeração de pessoas até
altas horas. Além do prejuízo, muitos proprietários enfrentam dificuldades para vender a
casa ou o apartamento. A alternativa, diz especialista, pode ser apelar à Justiça.
Segundo dados da Associação dos Moradores de Belo Horizonte, as regiões com maior
intensidade de ruído, hoje, são Pampulha, Lourdes, Savassi, Santa Tereza, Buritis e
Coração Eucarístico.
O presidente da Comissão de Direito Imobiliário da Ordem dos Advogados do Brasil em
Minas (OAB-MG), Kênio de Souza Pereira, afirma que imóveis em áreas assim registram
depreciação média de 20% no mercado. Mas o baque no bolso pode ser maior. “Chega a
30% em alguns casos”, afirma o corretor de imóveis Fabiano Botelho.
Segundo ele, a tranquilidade é um fator decisivo para quem busca um
novo lar e, por isso, “o barulho dá margem à depreciação”.
No bairro de Lourdes, por exemplo, é comum encontrar imóveis disponíveis nas ruas
próximas aos bares, mas o medo do ruído acaba afastando compradores, diz Lúcia Pinheiro
Rocha, fundadora da Associação dos Moradores do Bairro de Lourdes (PróLourdes).
“Esses imóveis têm menos circulação e fluidez, por estarem próximos de lugares
barulhentos. Conheço uma pessoa que estava quase vendendo, mas quando o interessado
viu os bares, optou por comprar em outro lugar”, conta, afirmando que, para fechar negócio,
alguns proprietários chegam a baixar o valor em 15%, se comparado ao preço cobrado nas
ruas paralelas.
[Link]
pre%C3%A7o-de-im%C3%B3veis-em-bh-1.685947
Os professores estão voltando às escolas para mais um ano letivo. No
entanto, muitos ainda não perceberam os estragos que um inimigo invisível
pode causar: o barulho em sala de aula! Pesquisa realizada pela Academy
at University of Gothenburg, na Suécia, revelou que sete em cada dez
professores da Educação Infantil já têm dificuldades de audição. O mal
afeta principalmente professoras jovens, entre 18 e 44 anos.
Pode não parecer, mas as professoras da Educação Infantil correm alto risco
de danos auditivos devido à profissão. Comparadas com mulheres da
população em geral, as professoras dos primeiros anos escolares apresentam
sintomas de perda auditiva precocemente. Isso acontece em razão do
elevado barulho com que convivem diariamente. São gritos, choros,
carteiras arrastando, campainhas estridentes, além de muita agitação
das crianças, recheada de brincadeiras, correrias e muitas conversas em
alto volume.
Toda essa overdose sonora leva os professores à fadiga auditiva induzida
por ruídos, hiperacusia e dificuldade de compreensão de fala. A fadiga
auditiva é uma sensação de pressão no ouvido, de ficar com o ouvido cheio,
ou um zumbido. Dependendo do tempo de exposição ao barulho, as células
auditivas podem até morrer.
Dos 4.718 professores da Educação Infantil entrevistados na
pesquisa, 71% tinham fadiga auditiva causada por ruídos
induzidos e 46% dificuldade de compreensão de fala.
[Link]
professoras-da-educacao-infantil-tem-fadiga-auditiva-e-dificuldades-para-ouvir
[Link]
sp,[Link]
[Link]
[Link]
Mapa acústico do
Minhocão
[Link]
mapeamento-de-ruido
Mapa acústico de Fortaleza