Análise Combinatória e Probabilidade

Augusto César de Oliveira Morgado

João Bosco Pitombeira de Carvalho

Paulo Cesar Pinto Carvalho Pedro Fernandez

Conteúdo
1. Introdução 1.143 que é Combinatória? 1.2 Um Pouco de Histbria 1.3 Conjuntos 2. Combinações e Permutaçcies 17 2.1 Introdução 17 2.2 Permutações Simples 27 2.3 Combinações Simples 31 2.4 Permutações Circulares 41 2.5 Permutações de Elementos nem Todos Distintos 45 2.6 Combinações Completas 48

A

Q

~

I

S

I

C

A

~

~

~

~

ADQUIRIDO DE

3. Outros Métodos de Contagem 3 . 1 O Princípio da t nclusão-Exclusão
3.2 3.3 3.4 3.5

56
56 68 72 77 81

Permutações Caóticas 0 s Lemas de Kaplansky O Princípio da Reflexão O princípio de Dirichlet

4 Números Binomiais .
4 . 1 O Triângulo de Pascal 4.2 O Binômio de Newton 4.3 Polinômio de Leibniz

5 . Probabilidade

5.1 Introdução

118 118

5.2 Espaço Amostrat e Probabilidades de laplace 119 5.3 Espaços de Probabilidade 125 5.4 Probabilidades Condicionais 140 5.5 A Distribuição Binomial 165

Apêndice 1 Apêndice 2 Apêndice 3 Respostas dos Exercícios Bibliografia

Prefácio

Este l e x t o foi escrito como parte. de iim projeto de treinamento de professores de Matemática do 2Q grau, financiado pela Fundasão VITAE, e iniciado no Rio de Janeiro, em janeiro de 1991. Aproveitamos para agradecer h VITAE por esta iniciativa.

A Analise Combinatória tem sido frequentemente indicada por professores do 2Q grau como sendo a parte da Matemática
mais difícil de ensinar.

Apesar de repleta de problemas capazes de motivar os alunos, é considerada uma disciplina complicada, em que os alunos têm dificuldade de encontrar a fórmula correta para cada problema. Neste texto procuramos resolver problemas de contagem através do uso de alguns princípios fundamentais, evitando, sempre que possível, recorrer ao uso de fórmiilas.

O livro incorpora a experiência dos autores em ensinar Análise Combinatória a alunos de 2Q grau, especialmente por parte do
primeiro autor.

Rio de Janeiro, marco de 1991.

Augusto César de Oliveira Morgado João Bosco Pitombeira de Carvalho Paulo Cezar Pinto Carvalho Pedro Fernandez

1 O que é Combinatória ? O que é Análise Combinatória ou simplesmente Combinatória? A maior parte dos alunos do 2Q grau responderia que ela é o estudo das combinações. as funções geradoras. arranjos e permutações.I. a Análise Combinatória trata de vários outros tipos de problemas e dispõe. arranjos e permutações. podemos dizer que a Análise Combinatória é a parte da Matemática que analisa estruturas e relações discretas. sem que seja necessário enumerar seus elementos. de outras técnicas para atacá-los: o princípio da inclusk-exclusão. além das combinações. arranjos e permutações. Isso no entanto é uma resposta parcial pois. são conceitos que permitem resolver um tipo de problemas de Analise Combinatória: os de contagem de certos tipos de subconjuntos de um conjunto finito. embora conibinações. N o entanto. Dois tipos de problemas que ocorrem frequentemente em . Pelo menos uma delas. o principio das gavetas de Dirichlet. a teoria de Ramsey são exemplos de técnicas poderosas de Análise Combinatória. Introdução 1. é mais simples ou pelo menos tão simples quanto o estudo das combinações. arranjos e permutações façam parte da Análise Combinatória. De maneira mais geral. o princípio das gavetas de Dirichlet.

2 Introdução

Cap.1

Cap.1

h

Introdução

3

Anklise Comhinatorja são: 1) Demonstrar a existência de suhconjiintos de elementos de um conjunto finito dado e que satisfazem certas condições 2) Contar ou classificar os subconjuntos de um conjunto finito e que satisfazem certas condições dadas. Embora a Análise Combinatória disponha de técnicas gerais que permitem atacar certos tipos de problemas, é verdade cluc a soliição de iim problema combinatório cxige qiiase sempre e n g e nhosidade e a compreensão plena d a situaqão descrita pela problema. Essc i! um dos encantos desta parte da matemática, em que problemas fáceis de eniinciar revelam-se por vezes difíceis, exigindo uma alta dose de criatividade para sua solução. Por que privilegiar o estudo das combinaqões, arranjos e i permutações em um primeiro curso de Análise Combinatória?

torno dc: 300 a.C. O triângulo de Pascal era conhecido por Chu Shih-Chieh, na China, (cm torno de 1300) e antcs disso pelos hindiis e árabes. O matemático hindu Báskhara (1 114-1185?), conhecido geralmente pela "fórmula dc B áskhara" para a solução de equações do 2Q graii, sabia calcular o níimcro de permutações, de combinações c dc arranjos de 71 objetos. O mesmo aconteceu com o matemático e filósofo religoso francês Levi ben Gerson (1288-1344), que nasceu e trabalhou no siil da França, e que, entre outras coisas, tentou demonstrar o 5" Postulado de Euelides. O nome coeficiente binomial foi introduzido mais tardc por Michael Stifel (1486'7-1567), yiie mostrou, em torno dc 1550, como calcu)'' Sabemos lar ( I s)'&a partir do desenvolvimento de (1 i x'-. também qiie o matemático árabe Al-Karaji (fins do seciilo X) conhecia a lei de ror.mação dos elementos do triângulo de Pascal,

+

Em primeiro lugar, entre os vários tipos de "números para
contagem" da Análise Combinatória, eles são certamente os mais simples e de liso mais amplo. Além disso, eles permitem resolver uma grande quantidade de problemas de Análise Combinatória. Outra razão para sei1 estiido é a aplicalriilidade desses números a problemas de probabilidades finitas, um campo de aplicaqão impoi-tantc da Análise Combinatória.

O primeiro aparecimento do triângulo de Pascal no Ocidente foi
no fsontispício de um livro de Petrus Apianus (1495-1552). Niccal8 Fontana Tartaglia (1499-1559) relacionou os clernentos do trihgulo de Pascal com as potências de (a: ZJ). Pascal (16231662) piiblicou um tratado em 1654 mostrando como iitilizblos para achar os coeficientes do desenvolvimento de ( a h)". Jaime Bernoulli (1654-1705), em seu Ars Conjectandi, de 1713, usou a inlerpretação dc Pascal para demonstrar que

+

+

Por outro lado, se a aprendizagem destes conceitos se faz de maneira mecânica, limitando-se a empregá-los em situações padronizadas, sem procurar habituar o aluno com a análise cuidadosa de cada problema, cria-se a impressão dc que a Análise Combinakória é somente um jogo de fórmulas complicaclas.

A segunda parte deste livro de Jaime. Bernoiilli 6 dcdicada h teoria
das combinaqões e permiitações.

1.2 Um pouco de Hist8ria
O desei~volvimcntodo binômio (1 + z)" esth entre os primeiros problemas estudados ligados à Análise Combinatória. O caso n = 2 já pode ser encontrado nos Elementos de Euclides, em

Isaac Newton (1646-1727) mostrou como calciilar diretamentc (1 2)" sem antes calciilar (1 -t- s)"-'. Ele mostrou que c.ada coeficiente pode ser detei-minado, iisando o anterior, pela fósmilla

+

4 Introdução

Cap.1

Cap.1

Introdução

5

Em verdade: Newton foi além disso, e mostrou como desenvolver (x y)", onde ?. 6 iim níinieru racional, obtendo neste caso um desenvolvimento em síirie infinita.

+

A Ailálise Comhinatór-ia tcni tido iim c.r+escimento explosivo nas últimas ci6cadas. A irriportância dc problemas de enumeração
terri cr-esr:ido enormerrierite, devido a necessidades cm tcoria dos grafos, em análise de algoritmos, etc,. Muitos problemas importantes pode.m sei. mode.lados matematicamente cmmo problemas de teoria dos grafos (I>ioblemas de pesqiiisa operacional, de armazenamento de infoi-maqões em bancos de dados nos compiitadores, e tambkm problemas de matematica "riura" , como o famoso prohlerna das 4 cores).

lJma outra dircqão dc gciicraliza~ão t~?or.ema binômio do do é considerar potãicias da forma

o chamado teorema mutinomial, que foi descoberto por Leibniz (1646-1716) e demonsti-aclo também por Johann Bemoiilli (1667-

1748).
Abraham De Moivre (1667-1754), Daniel Bei-noulli (17001782) e Jacques Phillipc Marie Binet (1786-1856) mostraram como achar diretamente os níimeros de Fibonacci*, se? ser necessário calcular todos eles, até o qiie desejamos. Para isso, De Moivl-e utilizou pela primeira vez uma técnica extremamente poderosa, a das funções geradoras. Esta técnica, miiilo útil para estiidar sucessões recorrentes, foi bastante desenvolvida por Euler (17071783), em sei1 1ivr.o clássico Introductio in Analysan Infinitorum, onde ele a utiliza para, atacar o problema das partiqõcs de um inteiro. O interesse de Eiiler por este problema siirgiir devido a uma pergunta cliie lhe foi feita pelo matemátic.~ frances Phillipe Naudé, cliie trabalhava em Berlim, em uma carta, na qual, cntr-e outras coisas, ~iergiii~lava qiiantas maneiras iim níimeio pode de ser. esc,r.ito corno soma de inteiros positivos distintos. Esta pcrgunta, prontamente respondida por Euler: foi a origem da "teoria das partiqões" ou "11ai.ti tio numerorum" , c.omo esc.reveu Euler. Mas suas contribiiiç.ões h Análise C:omliii~atórianão se limitaram a isso. Várias obras suas, militas M a s sobre ~irobabilidades, contêm resiil tados importantes da Análise Combinaliiria. Em particiilar-, devemos a ele o eniinc,iado e ct solução do Probl~rnada.9 Sete Pontes d e Konigsberg, iim leor-ema da Teoria dos Gra,fos, parte miiito importante, atiialmente, da Analise C:ornbjnatória.
*Fibonacci. tambCiii conhecido par L ~ o t i n r d ode Pisa ( 11 7 5 ? - 1250?)

J k em 1937 o matemático híiiigaio-anieric:ano Cieorge Pólya (1887- 19S5) iiltroduziii nova e imy ortailte técnica de enumeraqão, qire se tem prestado as mais variadas aplicaçõe.~, permitindo tratar, de maneira iinificada, desdc a eniirncração do níimero de isômeros dc iima substância, ati! a eiiumeração de grafos, principalmente árvores, resolvendo problemas qiie ate então eram atacados sorrietlte por m6todos "ad hoc". Como dissc Pólya, sua teoria é lima maneira dc enumerar configuraqões não- equivalentes relativamente a iim grupo de permiitações dado. TJm exemplo simples de aplicação da teoria do Pólya éI o de determiizar o numero dc: tctraedros regulares "difer.entes" com faces pintadas com duas ('01-es,preto e braiico, por exemplo. Podemos ter iim tetraedro todo prcto, outro lodo bi-ai1c.0, um com uma face branca E? as oiitras pretas, etc. Dois tetraedros são considerados "diferentes" se iini deles ilão pode s ~ iobtido do oiiti-o por. meio de i-otaqões. .
Oiitra tcoria importante de Cornliinatáiia foi criada pelo lógico inglês F. P. ltamsey (1903- 1930); ela garante a existêiw.ia de certas configurações. 1.Jmdos exemplos mais simples do chamado leorema dc Ramsey afirma que se tivermos no plano um conjunto de 71. po~itos,com ?i 2 6 : rio qual não h& tres pontos colineares, então, se iiiiirmos todos os pontos dois a dois. iisando duas cores distintas, por- exemplo preto ri branco, para traqar os segmentos de rela qiie tinirao os pontos, então foi.qosarriente teremos formado um trjâilgulo ciijos lados são todos da mesma cor (preto ou 1 m n (-,o). )

*

Cap.1

Introdução

7

Diz-se geralmerile (1"" a Teoria das Probal>ilidadesorigii~ouse coni Blaise Pascal (1623-1 662) e I'ierre de Fyt-mat (1601-1665), devido ii. ciiriosidade dc iim cavall-ieir-o:o Chevalier- de Méré, jogador apaixonado, cliie em c,artas disciitiu com Pascal problemas relat'ivos h probabilidade de ganhar erri cei-lo jogos de cartas. Despertado seu intcressc pclo assiinto, Pascal corresliondeii-se com Fe.rmat sobre o que hoje chama~+iarnos probabi1idadc.s finit as. de
Mas erri verdade a teoria elementar- das probabilidades já

primeiro e G no segiindo.

Além de Cardano, Joha~inesKeplcr- (1571- 1630) fez alguruas obscrvaçõcs solrire pr-oliabilidaties, em um livro piiblicado em 1606 ( D e S t d l n nova in pede ,5'e~pcntarii), que estuda as difeem rentes opiniões sobre o apararecirnento dc lima cstrcla brilhai-ile

em 1604.
Tambbm Galileii (1 564-1642) preocupou-se com as probabilidades, estudando os jogos dc! dados, para responder a pergunta de um amigo: Com três dados, o i-iíirnel-o 9 e o níimero 10 podem ser obtidos de seis maneiras distintas, cada iirxi deles. No entanto, a experigncia mostra clric 10 é obtido rriajs freqiientemcnte do que 9. Como explicar isso? Galileii estiidou riiidadosamente as probabilidades eilvolvidas c: mos tsoii, corret amentc! cliie, de 2 16 casos possíveis, 27 são favoráveis ao aparecimento do niimero 10 e 25 são favorAveis ao aparecimento do i~úmero 9.
Malgrado investigaqões dcs tcs pi-eciirsores, a Teoria das Probabilidades só começa a se deseilvolvcr realmente a partir dos trabalhos de Pascal. Já vimos como Pasc.al estudou o triángulo aritmktico que leva seli nome. Ele o aplicou a o estiido dos jogos de carlas. C:hristiail Hiiygeiis (1629-1695) piitilicoii em 1657 o primeiro tratado de Teoria das Probabilidades, o De Ratóociniis in Ludo Aleae.

tinha sido objeto de atenqiio bem anles. Levando cm conta o fascínio que os jogos de azar sempre exerceram sobre os homens, estjmulai~do-os ac.har maneiras seguras de ganhar, não é de esa palitar que milito cedo problemas relativos a jogos dc cartas ou dc dados tcilham atraído a atenqão tle pessoas com mentes mais especulativas. Já na Divina CornLdia, de Dante Alighieri (12651321), há tinia referitncia a ~~robabilidades jo os de dados. Em em ver-dacle, o deseiivolvimento da Analise C:ombinat8ria deve-se em grande parte à 1iet:essidadc: de resolver prol>lernas cie contagem originados na teoria das lirobabiliciades.

5 .

A primeira obra conhecida em qiie se estudam as proljabilidades & o livro De Ludo Alearí, (Sobre os jogos de Azar), de
Jerbnimci Chr-dano (1501- 157F), piil~licadocm 1663. possível que o iritercsse de Clai-dano pelo assiiilto se deva a sua paixão pelos jogos de azar. Nas palavras de Isac Todhunter, em sua liistoria d a Teoria Mnfemúfica dn Probabilidade, "O livro pode ser bem descrito como iirn manual para jogadores. Contdm miii to sobre jogos, com dcscriqões de jogos e com as ]ir-eocupaqões que se deve terpara se proteger de adversários dispostos a ti+apacear;a discussão relativa as probabilidades são parte pcqiicna de seli tratado". IJma tradução para o ingles moderno do livro de Carclano encontra-se no livro Cardano, the Ciam,biing Scholar, de oystcn ore.

A Teoria das Probaliilidadcs iião dcspertoti logo grande jnteresse entre os matematicos quc SE: seguiram a l'asval e Fermat, os q u i s estavam atraídos pelas inves tigaqões relativas ao calciilo, criado por Newtoii e Leibnitz. No entanto, perccbcii-se imediatamente a utilidade da Teoria das Pt~ohabilicladespara estudarsituações como taxas dc mortaliriade, premios de seguros, etc. São iniirncras, ainda no seciilo XVIII, as publicações est;-tlistieas sobre impostos, doenq-as!condenaqões, et (:. organizadas pclos governos, qiie viram logo o podei. deste instrumento de obsei-vaqão soc.ia1. Em ? 662, John Graiint (1 620-1674) iitiliza os segistros de
!

Na parte dedicada probabilidade (:ardano mostra, entre outras coisas, de qiiantas riianeiras podemos obtci- um níimero, lançanrio dois dados. Assim, por exemplo, III pode scs obtido dc 3 maneiras: 5 em cada tiado, G no primeiro e 4 110 segundo, c 4 no
a

Euler (1710-1 761) e Simpson (1687-1768) também esludaram este problcma. Conhecido como Teorema de Bernoulli.it trtlo.i(-iilar-. Os primeiros resiiltados estatísticos realmente iitilizados (pai' quase iirn século. cliviclc dida eni faixas d~ largiiias igiiais. ( : ~ i t a m e n l eo matc. 4 o cliamado pmblcrncr. são as tabelas calciiladas por 12ic. que envolve matemátic. que já citamos. ! ~ . pelas companhias de segiir-os inglesas). posteriormeilte utilizada por De Moivre. De 1loivi. coni a 27' < n. rliici iilicioii as iiivcst igaçors s o l i i ~ picil~lema de o a r h a i as 1ii. ecoiiomia e política.s.-li. Passoii-se em seguida a utilizar a ideia de Crrauilt no cálculo de rcndas vitalícias.-i disrl't. mais coiit.rnrii. ao acaso.r estas coisas mcllioi.t?oria das ])i-oliriliilir-lac-Irs I.il~lat:e.i-ol~lcniaiilt. ~ s s a i ~ l r s .4l~iaharri De h~loivr-e.riz dado origem . sol>re iirn problrnla dr rnfit~n~tltira.e csc'rrveii iirn tratacio soljre o assiiili. iiirlirrericlt~iitrh ~iii. o t t c .rii cussõcs filosiificas sol~i-c cpir h o acaso. I I ~ P R U L ~ ~( O I7I 0 7 ..oi1t61il miiitoq ~ii.:ivista. lioih retas ~i.o vcli stitil. ])os ~ x r m p l ojh em sriii iiltimos anos rle vicia. a ? . ao llip ~iergnntarern .so. com Li. i t s l i 1iar-a rcstilvri vhrios problemas de PI-obabilidacles. por cxcmplo.tani1ic.tlikt :L ~ [I ~ I J C < ? > . (Ia agi~llia Hiifiiiil*: (lonsidcrc i i r i i a Arca.iiit. qtr.1742) publicoii lima tabela de taxas de mortalidade em 1693. niiiito conliecirlo. I'i*oteslaiitr fra~ic+s. o.ia I solire o assiiiito com Lr~iliiziz. ei~coi~trarnos teorema dc importincia decisiva em iirn Teoria das Probabilidades.~cliic! foi risacio clui-ante miiito tempo! o U o ~ ~ t t + i r i . nome que lhe foi dado pelo matemático francês Siméon Poisso~i(1781-1840).slit. T J m ]. Seu diário mostra qiie ele comeqoii a interessar-se pelos problcmas de combinatória e de probabilidades em toi-ilo de 1685. A Teoria (Ias Pro1i. pi'e fei to d e Ams t e r d a n ~ que consiil t avam freqiie~itement Hiiygens . No famoso livro de Jairn~dcrnouiii.i.. coniliiirnento 27-.o iilgli+s Thornas Bayes (1702.mktic:o cliic.8 Introdução Cap.5 i ~ t iIilglatcrra.lmlios.A Lei dos Grandes Níimeros deii origem a disciissõcs conccituais ou filosóficas sobre o eonccito de probahilidadc.i ~ d t ) ~ a i ~ .nuis I .alclas L a i ~ c r stilwe ~ s t rcgigo. cios cliiais c-ondiizerii ri i-csiiltaclos iriespcratlos algiiiis oii à prinic4i-a vista ~ ) a r . iitilizanclo os registros de falcc.t.hard Price (1723-1791) cm 1780. é lambem chamado de Lei dos Grandes Números. ~ d : \ e r ~<. Alhm dt-! vArias invest igaqõt-. fariioso lartil)bm 1iot. 56 ~ici. lima agiilha (I(.1 i ~ 3 ) . e sobre o problema.ovávc:is.tGilidadcs c.a. oiidr viveu at siia moi-L(>. que dependem d a esperança dc vida. plaiia. ~. (:m qii(' t:stão incliiícios do n-iuitos de seiis tialialhos.oliabilidaclt:s clas caiisas de um evento oliscivaclo.~ssaiite. Manteve longa correspondênc.i~l)alhos iniliorl. A primeira tentativa séria de cál<:ulo de rendas vitalícias é devida a Johan i c Wi t t (1625-1672) juntamente rorn Johan Hiidde (1628-1704). l > o s s i v ~ l n ~ c ~ i i t ~ . Este teosema foi a primeira tentativa de deduzir medidas estatísticas a partir de ~irobabilidades.17fil). Outros se interessaram por este problema.foi oljrigado a reíiigiai-st~pni 1(iK. Newtoii...ol)l~mas int ( ~ ~ .t. O teorema permite tambem deduzir qual a probabilidade de cada um dos eventos acoritecei.1 falecimentos para determinar a t a x a de mortalidade erri Londres. Jaime Bernoulli fui o primeiro tie itma longa linhagem de matemáticos c sábios de lima família siiíqa. i-clsliondeii "lirocJiii.do cliic cii" .cs cni vilcrios c. Dc N l o i ~ r . MaLt3rriátic.c o SI. clcst-i-ivolvr 1-1 teoria (?1e das sii(:tissfics i-eroircli~tc>s. aAcn. Em ~iai. o CIUP SGO 1iiolia1)iidadc.s soliir> ~irobabilidades.i~iiiiii liara a t.il)ilidadede qiic a agiiHia corte urna das ~ ~ a r a l ~ l O srrsilltaclo.foi .cliic3 levari tava 01) j q õ r s rio l'roi-cma de Bcriiorilli . clc con1iec.dc~ a Li-lplacc (1 749-1827) 1)at em cont riliiiiyões ao assiii~to. após um grande número de experimentos eles terão sido obtidos aproximadamente o mesmo número de vezes.imento da diocese dc Northampton. siias vnilfoi *<:-nrEp9 l. Ele afirma.c. O astrônomo Edmiind Halley ( 1656. Oiit. ( l Devemos ailida citar c) rnatrn-1Atic. Arr Cnjectandi. i 4 r / n c 1 . citi riluit o i-t. ( i . Q i i d a pro1~. sabendo como se comportaram em iirn grande níirnei'o tle experimcntos.i-o matenihtico qii(>miiilo sr dcdicoii à teoria das probaIiilidades e qiic.. cliie se dois evciltos são igiialmentc pi.

introduzidas tecnicas ~ioderosas! como a das fiinqões geradoras. a int cgr-a1 L (1) representa o conjunto que tem como íinico elemento o número 1.1 Introdução 0 Cap. oiitras áreas da matc. Observe que o coiijunto vazio C! subconjiinto de clualíluer conjunto A . ? j .1 ilustra esta situação. a cardinalidade de A . . Encoilt iamos nesle t rahalho! em pai-tieiilai. = {x l x tem a propriedade n ) .1 Ca p. e escreveremos A Por exemplo. deveria haver um elemento x E 4 tal que x 4 A .Assini.ii~dicaiãoelcrnentos desses conjiii~tos. como por exemplo A . 8 1. A Figura 1. O conjunto vazio será representado pela letra 4. a . . relacionada com a Distr. 1 Introdução 11 tribuições a. Z . 5eus iníimeros trabalhos sobre as prol-iahilicladcs foram incorporados em seu monumental 'rsatado Analítico das Probabilidades. . comum a todos os seus elementos. .. etci. diremos que A é um i subconjunto próprio de 3 . 1. o coiljiirito cliic consiste! 110s DI~MCI.ica! c:onio a mecâriic:a analítica. o propósito dcste capitulo i sirnplesrriente revisar. Usaremos o símbolo # A para repl-(!sentar o ní~mero elementos do conjunto de A .onjiintos. . Lctras minúsculas . onde são disr. / ' e- dt.OS L e 3 ~ ~ 1 . Y .rnei~tos ser& iiirlicado sirri~ilesnici~te listando seus ~lemcntos.:3). descreve o coi~juntodos inteiros pares positivos.as ! c. ( b não pcrtence a A ) .. 1.i-apidamen te essas iloqões básic.eti.2. a f A . Com efeito. ao mesmo lempo.t o universal cm uma si tiiaqão delerminada.idcis iniimei-os problemas de probabilidades. . fixar a notação qiie usarenios nos eapítiilos posteriores. .1 - A = {1. z : w . diremos que A é iim subconjunto de B e escreveremos simbolicamente A C B .el)iesentatio por Fig. Um conjiinto com iim niiriicro reduzido de ele. Um conjiinto pode tambkm ser descrito por uma p~opriedade r .3 Conjuntos Certamente o leitor desta monografia está familiai-ixado com os r-iidimentos da teoria dos cor~~iiintos.5. Se A C B mas existe um elemento 1 E B tal que 1i A .a~maiúsculas. Se todo elemento de um conjunto A é também elemento de um conjunto B. A letra grega fi (ômega) representará o conjun. t. iildicharão c.ão de pertencer ser& indicada pela letra grega E e escsevescnios por exemplo. . o q i i ~ im~-iossiv~l. 6 A rclaq. 1. se isso não fosse verdade.n~át. a. aproxiniações para probaliilidades iisando os mhtodos do ciilciilo integral. onde atacou o psol>lema da estabilidade do sistema solar.iit.iliiiiqão Noi-niiil. Por exerriplo. isto é.

. Dixernos qur: dois c:oii*iuntosA e R são disjun.ersecqão 6 rcl~reseiitada por A í' B fl C: Fig. .4 o Mais geralmciitc. .le sombreada da Figura 1. A U B U C : ' = {w E I l l w E. . G i-eprcscntada por ~ € 1 3 oii w €C).A2.3 iliistia a iilter-set:<ão de A C B. dizemos que eles são d i ~ ~ i i i i n tquando forem disjiintos tomados 2 a 2.onjiiiitos A c! B . conjiii~tos I . Qiiando temos mais dr! dois coiliimtos. Dados clojs c. A ~iai. definimos o conjunto intersecpio de A c L3 como o ronjiiiito tios elt~meiitosque pertencem simultaiieameiitc! a A c-: . . B e C .2 ilustra o conjunto A U B .1 Introdução 13 Dados dois c-onjuiltos A P B iildicavemos por A U B o conjunto dos elenicntos qiic pei-tcncem a A oii a R .1 Cap. Sirnl)olicameiltc. B . AUI3 = {ÚJ f A parte da Figiira 1. 1. A . 011 seja! . coiliiiiltos A i.iio d~ A coni I j .. 1.. A Q .jiintos..eseritada por iliistr-a o caso d c ti-6s coizjuntos disjiiiltos.12 Introdução Cap.L B .3 No c. Fig. A. por A U B U c. C. A Figura 1. o conjunto dos elementos qiie ~ierteiicema pe.aso de termos por exeml~lotr-&scon.2 A iiilião de trEs coiljiintos A . . 6 tiefinida dc A analogarrien te e re~ii.toa se A í'B = 4. h l I r ~€ A 011 w E B).10 menos um dos conjuntos A e B." ser-á ieprese~-itatlo. isto é. a int. a iii~ião ri. A . Estc coniiinto 4 chamado uri.4 oii A ixlterserqão tie ri. .

4.B . 6. A U ( B W C ) (AU1i)UC.eitos definidos anteriormente. A U A ' : = R. A " = {w f R l w de A . A C B sc! e soineiite se A U I3 = B . A n (13 U C ) = ( A n B ) u ( A nc).5 indica o r:omplementai- Teorema 1. A u ( B n C ) = ( A u 1 3 ) n ( A L J C ) . a difereiiça A - I1 cr! c. O Teroerna 1.oiljiintos A c H . A S.. diferença própria. Dados um conjiiilto A . 1. ~ 11. Fig. lista. ( A u B ) . A parte sarnbi. An(r3nc) ( A n ~ ) n c . A n (fi = 4 . C 10. (AC)' = A : A C B se e soineiitc se BC: A". PW~L 10d0 roi~jiirito c fl. 9.6 mostra a diferença deAcB. ( A n 13)': = Ac u B c . I . @ = (1. 1. A parte sombreada da Figura 1. chamr-li-emos de prnduto .5 h denions tr-aqão deste tcorema 6 deixada c:omo exercício.nto complementar de A o conjiinto dos elementos de 61 qiie não pertencem a A. A n A" = 4.6 B C A .iuiitos. s/''= s. i! i-epreseiitado geralmente de por A .A u 4 = A . Dados dois c.eada da Figiir-a 1.i! cl-iamado conjiinto d i f ~ r e n q a A e B .A c n ~ 3 ~ . A C R se c sornenlcl se A í l B = A . 8 . A). Dados dois conjuntos A e B . 7. chamaremos conju. as propriedades mais importantes que relacionam os conc. o conjiinto _ A n B C = { w ~ S 1 1 w ~ eA w $ B ) Ii~trodusirnos agora a noqão ( 1 pro clu to c-artcsiano dc dois ~ con. 5. a scguii. Simbolicamente Se Fig.hamatio. 3.

as. . .~Erii gri-al.ai-lrsiailo cic t r& c~oi!j iiiilos 4 cletii~ido foi*rria dt? srrnrllzaiitr~ Iri~i~aiido trr. As operações aritmétjcas são também motivadas (c aprendidas pelas crianças) atravks de siia aplicação a problemas dc contagem.os 1 . 2. . E A. ( L . 0 1 1 sclja. . ( c l l ) . . . .ertas regras. . . Sinzholic.o das i~-ii~il.1 2. . .4 A A. todos não-vazios.oiijini(. . A .tirilados (a.i A i i n ~ (doi-ijunto íiilito 1150-vazio.ir. .r.osA -i . A primeira líicnica malernritiça aprendida por uma crianqa 6 "contar'". TJma p n r t ~ q i o dr A 6 lima fariiilifi c l t ~c. A 2 .ou seja.1 Introdução Neste capitiilo são apresentadas as ferramentas I>asic.-~s. sem que scja necessário eniirnerar seus elemelitos. ti<. clefiiiiclo t.ascple nos perrni tem determinar o ~iíimero elemeiltos de coiij untos formade dos de acordo com c.çin. .ir:ion orlo ~ic%los r-oiijiiiilos A 1. A k. os roi~iiintosA 1 . . a operação clc adiç. ..-lo rit~strlt:apít iilo 6 a . o piricliitci c'art~siaiici 1 x A 2 x . A 2 . r i 2 E A Z . o n ~ l e (r[] r i ] E '41. onde rr C iirii t~lpri~t~~iLo tlr /i tb h 6 iirii el<!rrierilo dr TJ. h ) . . .onio o c. .j~irl t o. .c*s dr~ dr cii. A 2 . i ) c~oii.onjuiil. . A k . Dizrmos tanibem que A foi ' po?*l. A p .iiiiito ~).jiirzt. . . A íiltim. . .. e tais cliic: A procura por tkcnicas dc contagem está dir-etamente vinculada 2t história da Matemática e à forma pela qual as pessoas tcm seii primeiro contato com esta disciplina.Iti Introducão Cap. .ão í: sempre introduzida em conexão com um problema de contagem: . Por exemplo. 1ji~rtiqã0 i i n ~ de con- DefiriiçZo: Sfi..ilos P ~ liigai tle ~ i a i .tc. .r~o A por 13 o <. enumerar os elementos dc um conjunto de forma a determinar quantos são os seus elementos...o~i.ameilte O ~ ) ~ . noq. sc tcmos I s. Combina~óes Permutações e rn~. x . ot c l ~ i o (. A siro disjiiiitos dois-adois siiii iir-iião 6 o coiijiiiito A .

há duas alternativas para a volta. Dc c~uantos modos pode ser colorida a bandeira? Solução: A primeira listra pode ser. no cxemplo. decisão d i . O nrimero de casais é portanto 4 -t 4 + 4 = 3 x 4 = 12. o níimcro de maneiras de se formar um casal (isto é. a segunda dc 2 modos (não podemos iisar a cor empregada no.asal homeni-mulher? Chamando os homens dc hi.2: Uma bandeira 6 formada por cluatro listras. Exemplo 2. ~it'imcira listra).a~ depois disso. com p e q elementos.s e se. Paido-Rio.onjuilto A u B Fig. ao lado do "Princípio da Adiqão".colot. constitiii a ferramenta básica para rcsolver os problemas dc contagem aliordados a nível de 2Q grau. rluc devem ser coloridas usando-se apenas as cores amarelo. podemos que chamar dc "Principio de Adição": constituído por todos os casais possíveis. Paro. o cliial diz: S P urna decisa"o rii pode ser tornada de :c m0.. Depois disso. motivar tal principio. A resposta é 3 x 2 = 6.neirrr. posso usar como transporte o trem.icla de 3 modos.1 ilustra iim princípio básico de co~ltageni.ollier. n a volta o mesnio meio de transporte iisado na ida? A scguir apresentamos o "Principio da Multiplicaqão". de tomar as decisões d i e d z ) 6 3 x 4 = 12.ada a. e as miilheres de ni1. na2. m3. respectivnmenf. ser tomada dc: 4 maneiras.18 Combinações e P e r m u t a ç õ e s Cap. + Exemplo 2. Se A e B são d o i s conjun. Solução: H& 3 modos de ess. O 0 exemplo acima ilustra o Principio Fundamental da Enurnemção oii Principio da Multiplicação. Dc quantos modos é possível selecionar um c.1 A figura 2. mq 6 fácil ver qire há 4 casais nos quais o homem é h i . d z : escolha da rniilhei. oiitros 4 nos quais o homem é hz c outros 4 nos quais o homem é h3. O Exemplo 2. uma vez tom.1: Para fazer uma viagcm Rio-S. consideramos o exemplo a scguir.e.eiras então o numero de maneiras de se tomarem as decisões d i P d2 é mp. a terceira de 2 modos (não podemos usar a c-or empregada na segunda -listra) e a quarta de 2 modos (iião podemos usar a cor empregada na terceira listra). o transportc: dc ida. não devendo listras adjacentes ter a mesma cor.2 Combinações e Permutações 10 Assim. que. o ônibus ou o avião. li2.tos disjuntos. A resposta 6 3 x 2 x 2 x 2 = 24. para formar um casal devemos tomar as decisões d l : escolha do homem. Niima sala há 3 homens e 4 mulheres. De quantos modos posso escolher os transportes se não desejo iisai. d z pode e.a decisão d2 puder ser tomada dc y man. Como d i pode ser tomada de 3 rnai1eii. 2. e n t k o A U B possui p (I elementos. Note qiie o uso do Princípio de Multiplicação permite obter o número dc clcmcntos do c.3: Quantos niimcros natiirais de ti-&s algarismos distintos (na base 10) cxistem? .essário enumerar seus elementos. branco c cinza. sem qiie seja ncc.

pscolhido de 8 nzodos (iião liodemos iisar ncni o zero nem o . do qiie a dos tlois oiiti.i~ldarles adiadas coslurr~arn ttar~sfomar-.olhido 1 . algarismo T e n . Pai-o.iri~eii.4: Quailtos iiúmeros natiirais de 4 algaijsmos (na base 10) qiie sejarri menores qiie 5000 e divisíveis por 5.6 oii 81.isrno e aqiieles c u j o iiltimo algai-ismo i difei-ciitc de zero.ismo s i i podc sei. esc-olha essa c~iic!6 mais prolilenlAlicii. (+seolhitio de 9 modos (i160 ~x)dernos usar o zcro!). e agora estac! mos diatitci dc: iim ~>r. ilum total dc 1 x !I x 8 = 72 iiiimcros. veil rer este imliasse. Logo. o zt!ro foi iisaclo como iiltimo algai-ismo.adarnr?nt os iiíimeros que têm zero como íiltimo c! algai. i-csposta 6 9 x 9 x 8 648.3 cliic se come~ássemos pelo íiltimo algarismo teríamos 10 rnodos de esc. Exeniplo 2 6 Qiiantos são os iiirmei-os natiirais Iiai.-llga~.2 Cap. z t ~ o teri~cis4 niodos dr rsrollicr o íillirizo algarismo (2. em gra.2 Combinacães e Permutacões 21 Solução: O primeiro algarismo pode sei. ttlrnos 4 x 8 x X = 25Ci níirrieros - 1 modo (tem cluc ser 5) 3 modos (iião poth?scr 55) 4 modos 4 modos .ol)leri-ia: cliiai~tos de rriodos potfemos t?s<. depende! $1..o algarismo ( i ~ ã o i o r l ~ n i o s iiem o zero iwrri ~ iisar o algarismo jií iisatio 1 a iiltima casa) e 8 modos clr ~s(-oIhei.ais cumplicada d~ k que r1.pai. h resposta í i E ii~tei-essailtri obscr-\lar no exemplo 2. A a 1- A i-csposta c? 1 x 3 x 4 x 4 48.tlgado ai~tei-ioi-mciiite) . Qiiantas placas l-iodcm ser forniadas? de Snluçcio: Ckla letra pode ser ~scoll-iida 26 modos c cada algarismo clt! 10 modos distintos. o primeiro algarisnio pode ser psc-olhicio de !I rriodos (não po dcmos iisar o algarismo já txmpregado lia íiltima (:asa). Y c 1V iricliisive) segiiidas por quatro algarismos.-l 8 6 (não poclerrios iisar.i.t?vem(na base 10) com tres algarismos distiiltos? Solupio: O últirno algai. 9 modos de escolher o primeiro c 8 modos de c~s(.o algarismo iitilizado aiitcriormcnte) c o terceiro de 8 rnodos (não podemos iisai. Ultirrio 1 ~ O algai-ismo. O primeiro algarisrrio pode ser csc.eri~os diias al tesiiativas: a) ''abl-ir'' o ~ixoblema casos ( q u 6 a allei-nativa mais i~utiiral). l g ~ ~ m a c i s ã .6 oii 8 ) .se.e. zcro!).isxtlo i10 nicio ( i ~ ã o ~iodemos lisai. a r(?s~ios í! 7 (não podemos usar nem o zero nem til os dois algar-ismos usados aiitcriormcntc). potlem ser forrilados iisando-se apcilas os algarismos 2: 3: 4 e 5') Solu<:ão: Temos: filtimo algarismo -Primeiro algarismo S(?giinrlr.s demais.. o primeiro algai. tlrn ~ Clontamos sc. c l n devc s e r tornada c?n. O são Exemplo 2.alga1 o i.s que sc . já I claro cliic pssa dific:iilda& i ~ ã o ? .ismo do número liodc sei.20 Combina~õese Permutações Cap. os dois algai-isnios já empregados ilas rasas rxtrcmas). o segiin(io algarismo de 9 rriodos (não podemos usar.5: -4s lilacas dos aiiton~hvcis foi-rriatlas por duas leli-as ( I C . ' : Exemplo 2.sdiJijiculdndea.. t.oll-ieio do meio.~ i l -algarismo o Tci-niiilantlo c-lrri zero t t ~ r ~ o smorlo ( 1 es(-0111~1. o ~ii-imeiioalgitrismo? A resposta e: depcndc! Se o algarismo zero tiver sido iisadu em alguma das últimas casas. . Sc o zcro não foi usado conio íiltirno algarismo.t~scolhiclode 5 modos (0.: estni. o m. teria ovorritlo se tivésscrnos comeqado yvla escolha do primriro algarismo do númcro. primeiro lugar. 9 modos dc riscoll~ci. Se u .2:4.es~iosl.4.olhei-o íiltirno algarismo.ismo emli-regado n a íiltima casa).os algarismos (o psinwii-o algiirismo i ~ ã o pode sei.. pc~iíiltimo o algarismo (ilão podcmos iisar o algai-isri~o emlii.7~dr. o. Tpi-rninai~dorni i i n ~nlgarisrilo difcicilte dt. Caso coiitrário.cilhe. 8 modos dc cscolhei*o ~>i.os dois algarismos já utilizados ai~tcrioimente). os dois algarismos já empregados aiztei-ioi-n~eiitc). Dai a iccomei~dação: I ' c q u m ~ sdijir:.

num total dc: 1 x 4 x 8 = 32 níimeros.2 Cap. 11) iião'tCm digitos iguais a 3.i.9. portanto. 9. O conjuilto A possui I elemenlos e o c-otljiix-ito U possui 7 elcmcntos. Qiiantas c-oleqões não vazias de revistas dessa 1i. Esscs 360 níimerso irieluern números cnnicçados por zero: cliie deverri ser descoiitados. num total de 5 x t3 x 9 = :360 níinieros. A resposta é. Quantos ni1mci. teríamos 5 modos de cscolher o último algarismo. c) tem as pro~irieclaclesa) e I>) simullãileamenle.320 = 328 níimeros. A resposta é.32 = 328 níimeros.jctoras f : A + U ? Quantos divisorcs riatusais possui o iií1rnei. escolher o íiltimo (2+4. i1 modos de escolher o primeiro e 8 modos de esrolher o do meio.etario dc: iirn consc.ri. Quantas são as exti-aqões rias quais a primeira carta é de c:.ias'! . G exemplares igiiais da revista B e 10 cxcmplarcs iguais da revista C. 7.It'da). 3 preferem sentar de costas e OS demais 1180 tem prcfcrfincia. primeiro algarismo. com cinco a1ternativas por questão? 3 Quantos inteiros há entre 1000 e 9999 ciijos algarismos são . modo que niio liaja duas torres na mesma linha nem lia mesma roliiria'? 12.7.9'? Exercícios 1. A resposta seria 648 . Qiiantos sãoosgabaritos possíveis d e i i m t e s t e d e 10questões dc míiltipla-escolha. 4 modos r clt. Quantas palavras contendo 3 letras difcre~ites podem ser formadas com iirn alfabeto de 26 letras? 2.os siibcoiljiintos possui um conjiinto qiie tem mentos'? .o~ cluatio dígitos são maiorcs que 2400 e: dc a ) tem todos os dígitos diferentes. r~speitaiido-seas ~ii'eferFnc. distintos? De quantos modos difereiites podem sercscolhidos um presidcntc: E! nni sec.7..B'! Quantas são as i fiinqões ii1.6oii 8 ) c 8 modos de escolher o do meio (rião podemos usar os dois algarismos já empregados nas casas extremas). um baralho coriliim (52 cartas) sacam-sc sucessivamentc: e sem rcposi~ão três cartas. Q i i a i ~ ~ o s os iiúrncros liatiirais de 4 dígitos qiie possiiem são pelo menos dois dígitos iguais? 10.a é possível formar? 13. Eril uma banca há 5 yxemlilares igiiais da rcvista A . De qiiatitos modos 1-)odemosarrumai 8 torres igiiais em um t abiileiro de xadrez (8 x 8) (1. 5 . Ignorando o fato de zero i ~ ã o poder sei.6. 360 . a segunda 6 iirn rei e a terceira não é uma dama'? 14. 6.2 Combinações e Permutações 23 terminados em iirn algai-ismo diferente dc zcro. De quantos modos 3 pessoas podem scritar-se em 5 cadeiras em fila? 15.5 oii 6. sendo 5 de frente e 5 do costas. portanto 712 1 256 = 326.asa. Qitant.ipas. niim total de 5 x 8 x 8 = 320 ilúmeros). b) Ignorar uma das reslrzções (cliic: é. 11.lho qiie tem 12 membros? * 4. I l r a 10 passageiros! 4 pi. Qiiantos números diferentes podem ser formados multiplicando alguris (011 todos) dos níirneros 1.5. Começando em zero terrios 1 rnodo de ~ s c o l h e o primeiro algarismo ( O ) . uma alternativa mais sofistic.9.~rii sentar de frente.efei. De ~liia~ltos moilos os passageiros podem se sciitar. ele- claro tarnhém qiie poderíamos ter resolvido o problema dcterminaildo todos os ilíimeros de :I algarismos distintos (9 x 9 x 8 = 648) e abatendo os níimeros ímpares de :I algarismos distintos (5 na íiltima c.o 360? Quantos siio pai-es? 8. Qiiai~tassão as fiiiiçõcs f : A . I J m vagão de meti-o tem 10 bailcos individiiais.22 Combinacões e Permutações Cap.tric. 8 ila primeira c 8 na segunda.

j.cs cada. Eni iim coiiriirso h6 t r6s caiidiclatos c ririco ~xamiilaciores: devrndo cada cxamiiiatlor votar eni iini caiidi~lat~8. Dc cliiailtos mciclos pssa c. 25.1 I? 8 não st3 altriam (IP ( : . a) Qiiaiitas siio as pala\~rast3r 5 1cti.~ diito de ties ii~t.cI9c) s ã o i n ~ p a r c s c p o s 100 siit3ni 11-6sdígitos rlistiiltos? 18.2 a) Qual é a soma dos clivisoi-es inkt-!irost3 ~iositivosde 720'? b) De qiiailtos modos 720 podc ser clccomposto em iirri pi-odiito de dois iiiteiros l)ositivosn! 17.tm icpresentados por 1 oii 2 seiladores.il)iiiclos'? b) R.omliosto (. Qiiai~tasvezcs o algai-ismo zero 6 escrito? c ) De qiiantos modos 7110 pode ser d e c o m ~ i o s tclrn iirri 1ii. Qiiailtos tipos dtl firlias rxis t ~ r i i ? . O código moi-se lisa "palavras" coiitcndo de 1 a 4 "letihas".o.~tinln.s eniin(10 ciado. 11111 9 só rarlão ~iodc: represeiltai.seqõesá de A ate H ? h dc dígitos (iiiclusive os romeqados 23. i ~ l ) ~ ~ ' a ])ara baixo c como Ci de c a l ~ c ç apara tjaixo se ticlilsformii c n ~ . as "'letras" sc-mdo ponto e t.i. Firhas po dcm scr aziiis. rctangiilares oii triaiigiilares: finas ou grossas.ciros positivos'? d) De qiiailtos modos 144 ~ i o ser~ ciec.omiss. vermelhas o i i amarrlas. todos os níimc?ros de cinco dígitos'? No Senado k'ederal.io podc ser formada? 24.-~iito-ii~tr. e ' Olj1C)S 86190)..2 Com binacões e Permutações 25 16. (:onio 0. Fig.1 Combinações e Permutações Cap. Quantas rotas livi-rs de . H& (liias tstradas ~irii~cipais cidade A até i cidade B.2 Cap.cniilares. Qiiai~tosilíimci-osiiiteiros~iltrc r. da l ligatias por 10 estradas secund&ri:is. c:ii.st-i'? 22.a~diskiiitas ilc iim nlfabeto de 26 letras lias cjuais a letra A iigii1.al eslc. Deve-se formar.2.m iim prod diito dr dois iiltciros positivos'! 26.esei~la~it. Escrevem-sct i~íimeros ci~ico por zcro) crri cartões.dois i~íirrier-os( p o ~ ~ ~ x e r n ~ ~ 1 0 .s para ~ . Qiial f o iiúmcro rilíi~irno de cait6t.cfaqa o item a) suprimindo a palavra di. CJiiariti~s"palavras" cixistem no código rrioi. 21.orriissHo de modo qiie todos os eslados c o Disti*ito Fedc~i. ~ p r e s e n t a i . c.rayo. rorno lia iigiiia 2.a niiis i1ão i! a letra inicial da palavra'? a) 110s cliiais o iilgarismo 2 iigiira? I)) iios cliiitis o algarismo 2 ilão figiira'? 20.2. 2.iirrio. Escrev~m-seos ii~teii-oscl(? 1 ate 222 222. cluantos Ilr riiodos os votos podcm scr disti. o Distrito l+-dera1 os 2ti estatlos da fpo dcraqão tEm 3 repr.

1 ct2.ltla iinia p ~ m u i . .o c l ~ . ri.c.. 1 riioclo t l t \ t~st. .erode modos d t o?dc?ra?.para o mapa n a figura.2 Com binacões e Permutacões 27 27. : (i.4 Solu<:io: .tdjaceiitt.: (7 anagramas de l ~ l t . .4 Cada oi-drilaqão dos li olijrtos 6 r1iiirri.tailto.IA c]iit3 ~ '. O n?im. para os objvtos 1.oliit~r olijctu que o o(:iipari o iiltirrio lugar. A figura 2.o ( 1 xi-lcll. ~ ' 1 ' 1 ~ 1f): = 7! == 5040. objetos distiritos sível ordená-los'? Fig 2 3 .ossão os anagrarrias tla palavi-a P R .olliicl. oIiigai-. Assini o i1iin1oi. 213. 132. s ~ i . . a consoailtr final dr A ni. T . qiie iini. c-lr qiiar-itos ri-iotlos 6 pos- a) De quanlos modos esse mapa pode ser coloi-iclo (cada país com lima cor. P0 Exemplo 2. Por exemplo. países com u m a linha fronteira comiim não podeni ter a mesma cor) SP dispomos de X cores diferentes'? 1)) Qiial o menor valor clrt cliie perriiitc colorir o mapa? 28.-i d~ 4 maiic+ii-as. A .oliiei o que ciciipai-6 o srguiido liigar. Assim. as 5 lrhini-as i-rst>intc~s poc-leni . 6 0 Fig 2.A c40i~soai~lc iilichial po(h.ai.tiit*ii-as i . O! = I .-i orderiaqão das letras P ...(>es: 123. u c a) lle cliiailtos nzodos possívt31 cnolo(.o~ igiiais? 2. R12 e 321.. i.t i ! (.2. dcfillt>-s~ = 1). li.á o ~ i i .1 riiodos d~ txsc.i r i i t 3 i i .. 231.3 mostra iim mapa com 4 países 29.60: Cada anagrama de I-'RATIC:~ iiacla rriais t.odc ~)cimiitayc?essirilpltls dc 11 objetos distintos rrlii-c~st~ribcld(ii o r .. C O. rc..7: Qiiar-it.? i o~jetos distiritos c' Refaqa o ~iroblema aiiterioi. ~ ~ T J C : O ' Soluç.2 Permutações Simples Dados li.s cie iini t uliii1cii. No caso gcr-xl (~rricisi niodos dc esrollier r o objcto rliic' ot4iiliar. r r q ~ o srmples de ? i o j i j ~ t o s(> o i~iírnci.3 h& G ordtwa<. Poi..ez ~ ( 8 x 8):' b) Qiial seria. ?i . a scsposta se fossem dois i-ris 1jranc. i.I-'.m i-ri i~cgi-o iinl lirarico cm casas riio . 2.26 Combinações e Permutações Cap.

oliiei scii liigai.ontada 2 x /i! x A! vezes (2 por c-aliso.iitar em 3 liaiiros dois h ~ g a r cacla. 4 ! . a) b) c) d) e) cluc c. o segiiildo c l 8 motios. 6.9: Dc qiiantos rriodos 5 rapazes 5 moqas ~ i o d e m s(: ir. nioqa'. .om as cinco ci. 2. Como h á 8! modos de colocar as pessoas em fila.as basta escoll-icr uma ordem para elas: o cliie poderia sci.2 Combinações e Permutações 20 ser arrumadas entre essas diias consoaiitc?~ P5 = 5 ! modos. A rí!sl>osta (r! 10 x B x ( x 4 x 2 x 5! = 4fiO 800.Ela é idilntica a d i v i s k e f g l i / n b c d (os grupos formados s%oos mesrilos: um griipo í: { a . 4! por.11: Dri cluailtos modos potlemos dividir 8 pessoas em dois grupos de 4 pessoas cada? Soluqão: A divisão pode ser feita colocanclo as 8 pesscias em fila e dividindo-as de modo cliic: iim dos gr+iipos seja formado pclas 4 primeiras pe. A dc resposta t: 4 x 3 x Ii!= 141211.feito cle 5! = 120 motios.de 1 0 modos.2 Cap. ~s rrioclo qiic (>ri1 cada l-ianco firliitlm iim i+al)ax iiriia. Excniplo 2.ssoas e o oiitro pclas 4 íaltirrias. O Exemplo 2.omeqam por corisoante e terminam ~ i o r vogal? qiie têm as lctr-as C:.oda o qiie importa 6 a posiçiio relativi~das (:riancas c~ntrr: e a roda A U C D E pode sei "virada" si roda EABCID. apesar de identicas foram coiitadas como se fossem clistiiitas.ntos cm cada griipo. 4 ! 8! O vezes.ai~to consiclcrenios a divisão I L ~ C L I / Cf g l ~ . d ) e n oiit. 4. c. (:orno cada roda podr sei.li.da ordcm dos grupos.am cor-itacias como se fossem distintas.5 o : A primeira vista pai-ct. a i-csposta Iiarecx ser $! Eiltrei. Eiitretanto.' (I Soluçio: O ~ii-imciro rapaz pode esc.P qiit! liasa formar iirria roda c. divisões como rcbcd/c f g h e r n d b / e fgli. ! Exercícios I. o níimero de divisões i 2x4!x4! = 35. Cada divisão foi c. 2. causa d a orcleni dos c?lementos iio IU griilio e 4! por causa da ordem dos elemeiitos iio 2U griilio). P juntas nessa ordem? qiií? tGrn as letras C ! P juntas e m qiialqiier ordem'! A! qiie têm as vogais P as corisoantes iiltercaladas? quc têm a letra C no lu lugar e a lctra A ri6 2" liigar? f } que tem a letra C no 1" liigar oii a letra A no 2" Iiigar? g) qiie tênl a letra C no lQlugar ou a letra A 110 2Q lugar oii a lctra P no 3" liigar'? Permiitam-se de todos O S modos possíveis OS algarismos 1. l i . pois lia i.10: De cliiant os modos ~iorlt?mos formar.28 Combinações e Permutações Cap.to de 4 modos P O ~ p ~ i i C ~lC2 nlocios. C : O ~ O C R ~ O OS raprizcs. na nossa coiltagern de 8!. 7 *f! escrevem-se os números assim formados em ordem crescente. i O Exerriplo 2.ltiaroda 5 vezes cle c a resposta 6 120/5 = 24. j . cssas divisões fo~.i-o 6 {e.: que diferem pela ordem dos elerne. 2. as sodas A B C D E e EABCIII são igiiais. Al&m disso.lima roda com 5 <:i-iaiiqas'? Se contamos S! divisões e cada divisão foi contada 2 . g .ianq. o cliiai. temos cliie colocar ~ o S as 5 moqas nos 5 liigares rluc soliraram! o q i i c pode ser feito de 5! modos. Quantos siio os aiiagramas da palavra C:AP~TIJLO: Fig. ) ) . A . o terreiro de (i ~ modos. Não obstante."vir.ttlaW d e cirico modos! a nossa c:oiltag~ni 120 rodas coiltoii <:.

De qiiaiitos modos 6 possivel sclecioiiar os jogos de primeira rodada'? 14.ri1 r. i-aliaatls c n i riioqas ~>odt.Iirssoas d c s s a s 7 não ficliiem (~ i i i i l t as'? 4.-itlos Brasil e sci. é para 7.ii~litos'? 1Tn1 c u l ~ otle macic.-tr jiiiltos (.-issão as fiiilqões s.1~1)os 4! CIP ' (. t ~ t r a e d r o de regiilai-. o tio li. ( ' s ~ ~ ~ l r (10 a3. 3.mai. Um campeonato i: dispiitado por 12 c:liibes em rodadas de G jogos cada.nios formar gravando iiíimeros a G sobre as F&c:~s ixidistiriguíveis de iirri cubo cle madcira? c. li? 1)) vrii trbs g1. 3 dc física 2 de estatistica. pirâmide qiiadi-angiilar reglilar. 2. Se A 6 J: A 5.a Lerri iima facc clr racia cor. ..) qual 0 '200'j algiii. l l t l (111alit rno(los (: 1)os~i'1. ~ii. rlirwntos riiodos 7.:id~ii-as em os s t ~ tila tltl motlo q i ~ (Irias (Ivt rrnii~iada.ésima ~iosiqão inferior a k + 4 . . 1)t~legatios 1 1~I1 ~ i a í s r s ( clevc1rn se stiiltar tmi 10 cadeiras cm fila. .rniitaqR~sdos ~iiililri-os( 1 .iitivosC? 13.a~ s~ em fila dr mocio (pie as nioyas firliirm juilLasn? 9.onst~c. siliiarlo à r l i w i t i t (10 2 C .:]O Combinacões e Permutações Combinações e Permutações 31 a) q ~ 111gat. (10 (I(.tr~~s (.iilios (I(. clotlec-adro icgiilar.iis'? 11 c l c n ~ ~ i l t oqii:ti~t.itit3qamjiiiitos:' 6.oiljiiilto com A liiic>lo1. .t 20.lrliicl o o tlos Estados 1'~iido s i i o ~ l)o~lt\iii s~iltfil. 13~ cluniitos rnocios isso 1io(l(~ feito st3 os del~g. Qiiai~tassãoaspermiitaçõessim~ilesdosi~íimei~os. 1)) números de 1 a 8..tls? 10. t i l..rii. de modo c ~ i i c : livi-os rlc.ii.isma de I-icxagoilal icgular: f ) níimeros de 1 a 5.is~tiocsri-ito? d ) (liia1 i soma dos iiiínir%r-os i assjni forriiados? Resolva o problema ailterior para: a) i~iimeros 1 a 4. c) niimeros de 1 a 1 2 .t\l ~ l iar 7 ~ I P S S O N Sr n c.ic. D e qiiniitos riiocios ~iotlrriios dividir 12 pessoas: a ) r m (leis gr. 10) nas cliiais o 7 ~ s t A .. I)t.. rml>ora i rd i12o rircrssai*i. nas cliiais o elemento qiie ociipa a k.r n ~ iirila prateleira 5 ( l livros de rnatcmitiw.) (\nl uni gi-~lpo 5 P llrll g r ~ i ~ ) o 7'? rl) c3ni sois griilios d e 2? t3m dois griil>os de 4 dois gl~ilios 2'? dc (1) 8 .2.rri (-ci1oc. o(-tacclro regular.o (i24 17'? li) cliial o iiiíriici o (~II(~O ~ I I I U I BG" liigai'! O Quailtos dados diferentes pode.irne~it[~ 1iig.. . icosaedro i-egiilar: e ) iliim~i-os 1 a 8. De qiiaiitos modos 4 ~iossívclrolocai. i ~ oriqia o iií1rli[31. . gi. Poi-tiigal c-levrrii sorit. Qiii~rltasSGO as lic11. - iiril c. Quai-itos dados ili ft3rrilt~s i o d r n i o s ~ foi. d) ilíirneios de 1 .-ivailclo i~íimeros 1 a G sol>i-e dc rsstis f. iini mrsmo assiiiltci I>ri.

omamos um vértice c n ~ R e dois em R' oii tcimamos rim vkrticc em I$' e dois em R . No caso gei.14: De cluantos modos ~~odernos inrliiindo pelo menos duas mulheres. resposla parccc sri.32 Combinações e Permutações Cap.%o lima vez para cada ordem de esrrever sriis elemc~i~tos. rlc l de 3 rnodos.2 Cap.: escolhas de 3 pontos crn K r as 6 escolhas 8 possive. { a l . Assini.ti-a formar uma. a i. Exemplo 2. C = 10. : 11. <i3) rorrio dif~i-cliitrd r {(i2.13: hlai-ram-sc! 5 pontos sol:)i-e lima i-cta R e 8 pontos sohi-e iiriia reta R' paralela a H. A rcsposta 6 Poderíamos tambíim pensar assim: Para formar iim triângulo devemos escoll-ier três pontos.12: SoluqGo: Qiiailtas saladas contenc1oex.n 1.2 Combinações e Permutações 33 (1 iliírrie~. C: r o do 2 O tipo 6 X C:. O l ~ t c m o s ( l 4 homens.icla caorniiiil.f ~ i t a 5 nioclos. 5 . ( r . n : { ) . 1 .is dc 3 pontos em R'. sc rliss~rrioscliir h á 5 modos de t~scoll-ier 1" eleo mcnto da vorilhiriaqiio i porque es tamos considcraiido as escolhas : n 1 P 112 como dif(3rentes e portanto ~ s t a r n o s (..). A resposta 6 Exemplo 2. st.6 pessoas. resposta 60 cstamos n . I L : ~ } . raz. C'orii efeito. s8o id6iihic. i do 2O.lassc p clr: é represeritado por C:. não situados ria niesma reta. Corno em cada combinaqão os elernen tos podem s t escritos ~ r r iP:3 = 3! = 6: ordens. < .ttam~nt~ frutas 4 pod~mos forrnax. O número do modos de cscolher 3 <ias 13 pontos 6 C?:<.das 10 frutas..o rlenoniinador por ( 1 1 . entre os treze: poiltos dados.esposta 6 60/6 = 10. 2 mulheres 3 rnulhert!~ 2 homens.orili-ldas como se fossem diferentes. objetos . r ~ : ~ ) En? siirna. s r clisponios c3e 10 fi..C.01he. coiltando <. 1)ex-isai. O 4 mullieres Exeniplo 2. d~ 4 rnodos e a do 3". por ~xf>rnl>lo i . no.4i1aliscmos rsta i-t3sl.I c1esscs 13 poiitos'? Poderíamos tamhkm contar toda as est:olhas de 6 pessoas C abater as escollias sem rniillicrcs (C!) e com agerias u m a mulher (4 . Entretanto. n2.a~(\ foram c. ( c 2 ) .mos iiiirria comliiiiaqiio. 3 liomens. { a 2 . caclcc coml~iilayãofoi contada ~ G vexes. O número de triâiigulos (10 l Q tipo i.i~tas difersntcls? 1'. em um grupo de 7 homens e 4 mulheres? Solução: As alternativas são: Iírria cix yirtissiio a1tcli+i~ativa 1)ode ser oti t i ~ l amil1tiplicando o i~iiniei-ncioi. c l r . A resposta 6 esc.osta: a PS<-olha 1" clcmento da comclo l'iiiiaqão potle sei. Qiianlos triAngiilos cxistcm com vbrticcs erri . a g ) . 4 o qiie pode ser feito dr = s'":jli = L10 modos.t(. Desse total devcrnos retirar as C'. 5 x 4 x 3 = 60. A r-espost a é (~7~) . salada basta escoll-i~r.ode combiiiações sirril>lcs de c.al temos Soluça"~: Para formar iim triângiila ou t. v ~ r i f i ((L canioi qiit1 as cnmbiiiaqfies {ai.i.oiitando q.p)!. Logo.

t ~ ) com . conta: mos cada divisão duas vezes.e~.. exemplo. Quailtos são os níimcros naturais de 7 dígitos nos cluais o dígito 4 figura exatamcnte 3 vezes c: o dígido 8 exalamente 2 vezes? Exercicios 1. . M 1M2M3 M4H1H 2 foi c. I.i. oiitra qiiando 1 I 1 c hd:3 foram as rniilheres escolhidas inicialmente C et(:. 6 Ern um torneio iio cliial cada participante enfrenta todos os demais iinio.34 Combinações e P e r m u t a ç õ e s Cap. . Quaiitos são os ~iúmcrosnaturais de 7 dígitos nos íluais o dígito 4 figiira exatameiite 3 vezes e o dígito 8 cxatarrienle 2 vezes? 11. c . Quaiitas diagonais liossiii iim polígoiio de Quailtas cliagonais l~rissiii: a) iirri ?i.C$ . C depois escolhcm-sc: 4 pessoas quaisqiier ei1ti. 2.iláteros c.& = { I .3 pontos existem? 5.6 x 126 = 756. seleção com 1 goleiro. ~ior3 lionieiis! MiiZ/12M:~I-11H~fI. Essa T Jma quando h.{ a . Quantos são os participailtes'? 7. estritamerite crescentes? E interessante comparar esta soliiqão com a do exemplo 2. r .. = {1. se cada um deve convidar 6 pcssoas? 9.. .Tm homem tcm 5 amigas c 7 amigos. A resposta parece.. . única vez. Dc quantos modos 6 possível escalar a.c as 9 qiie solirai-am (C:). lados? 4.2 Combinações e Permutações 35 IJm erro muito comiim é o seguinte: Como o grupo dc 6 pcssoas devc conter pelo rrienos diias miilheres: primeiramerite escolhem-se duas miilheres (C:).. obtem-se a rcspost a (errada) C': . e H poi~tos sobre uma reta R' ~iaralela I<.Ii e Mg foram as mulheres escoll-iidas iizirialmexite.ipar da cori~issão nela estivesse determinada miilher? se 2. C x i. Escohido o IY griipo. 4 mcios de. b. Quailtas são as fiinqõcs J : I. G zagiieiros. J & urna selesão com as 4 miilhei-es.-t resposta c. siibconjiintos corn p elcmcntos) de ( n i . por exemplo. Qiiantos qiiadr. A explicação do erro í! simples. Sejam I .2 Cap. g . A resposta i ! Tem-sc 5 lioiitos sol~rc: uma reta R. o c:taedro i-egiilar? L) um icosaedro regiilar'? c) um dodec.~. sobram 4 pessoas e só há 1 modo de formar o segundo grupo.. Quailtos são os p-siibcon.tlac:antes. d ) e foi coiltacla como se fosse dife! g renle.omissães ~ > o d e m forrria(ilts? ser 10. O 1. n. n z : .ontada 6 vezes e obtem-se lima resposta errada muito maior qiie . .ju~itos (isto é. são jogadas 780 partidas. campo c 2 atacantes? 3. ni 5 n. . a) Quan tas c. Poi.11.oi. . O 11) Qiial seria a resposta se um dos homens não acxitasse partic. 8. ex~rriylo. seleqiio foi contada 3 vczes. sei. Assim. . . Sua esposa tem 7 amigas e 5 amigos. iima se1cg:ão c. Uma comissão formada por 3 homciis e 3 miilheres deve ser eseoll-iida em um gr-iipo dc 8 homens c 5 mu1hei. . f . h) i idêntica a {c. 7 nieios de campo e 4 . 4 xagtieiros.m ) e -t 1. l i ) {(L. d } ( c .15: De cliiantos rriodos podemos dividir H pessoas em 2 grupos de 4 pessoas cada? Soluqão: O primeiro grupo pode ser escolhido (le modos. h .onvcxos com vkrtices em a 4 desses 1.om 3 mu1hri. f . Para a sclcqão brasileira foram (:onvocados dois goleiros.aedro regiilar? d) um ciilrio? e) um prisma hexagonal rcgiilai'! Exeniplo 2.) nos quais: ..cta.2. Eiitretanto.e~e Considere. De qiiantos modos eles podem convidar 6 amigas e ti amigos.

todas do mesmo ilaipe)'? j) um "royal str-aight flusl-i" (10: valete: ({arria. a ) Qiiantas siio as retas cliie c:olitGm dois desses pontos? 13) Qiial i: o iiíin~ero rriixirno cle ~ i o i ~ t o s interseqão dessas rle rctas'! 15.& cartas cm um griilio e duas em oiitro gr-u]>o) ? g) uma seqiienria (5 cartas de griipos conseciitivos. oti tros gi-iipos difei. Iiaiis. rei e A de iirn s mcsmo iiaipc)? 12. ~ i t ã o e eles são ~ ~ o i l t o s ( { e C1.as três crn ti. ilo máximo.. Qiiantos são.. não sendo todas do mcsnio naipe)'? 17.a. 19.2 Com b i n a ~ õ e s Permutações 37 e . : d) pelo merios iim dos cleme~itos L I . a) nl fig1ir.(7:8. O conjiinlo A possiii p elerrieiltos r o conjunto B possiii n sobrejetoi*as elemei~tos. Siio dados.ticc?.10. valete. Sabe-se que toda.36 Combinacões e Permutações Cap. a) Qiiai~tas são as extraqfies possíveis? Qiiai~tas são as extrn~ões lias qiiais se forma: l i ) um par (diias cartas cm um mesmo griipo c as oiitr. De um baralho d e ~icirlriei.li. latlos tr? siiporiha cliie não h& diias de siias rliagonais cliie sejam ~iaialclas nem três cliie concorram eni iim mesrnti ponto qiie não se-\o. espadas). cliiaritos niodos fi casais podem se sentar ilessas 1iolt1.4C~liAr~. os pontos Cr i ~ ~ t e r s ~ q i ~ oS S retas que são distiiltos dos l C i ~ S ]x)ritosdados? 110 18. (1 ~ h) iirn "ffiish" (5 c:ai. dama. Qiiai~tossãoosaiiagramasda~ialaviaC!AK. vez qiie 4 poiitos (1s C são rolilanarc~s.xo dri a) Qiiailtos são os pontos dc iillcrseqão drssas diagonais? li) Qiiai~tos desses ~iontos iiitcrscq.Determine o iiíimcio dc! fiiilçõcs f : A para: - 13.9. C:onsitlere iirn ~ioligoilocoi~vt-. [ c) cxatamcnte iim (10s ~lernt~iltos1 : C L íigli1. C:oilsidci-e r i ( ? ? . ? i pontos tais rliic entre as ic?tas por elcs determinadas não 11A duas r d a s pasalclas. Chnsidere iini coiljiiiito C de '20 ~ioiltosdo cspaqo qiic tem um siilriconjiinto C1 formado por 8 pontos colilanarcs. a2 iigiira. vki. Lima fila de cadeiras iio cinenia tem 20 ~ioltt-onas. entre os cliiais riso eni há 3 poiltos coliileares. duas em outro grupo e lima erri iini terceiro d ) lima ti-ii~ca t r k cartas e n ~ grupo e as oiitr-as duas em ( iirn dois oiitros griipos diferentes)? e) um "forir" (cliiatro cartas eni um grupo e uma em outro gru]>o)? C) um "f~illIiaild" (ti.oi-iascle modo que iiei-ifiiirn marido se sente separado tie siia rriiilliei-'! ?+ 110 .ei~tes) ? c) dois pares (diias cartas em iirn grupo.ts do mesmo ilaipe. De cluantos modos 6 ~iossíveldividir 20 pcssoas: a) e n I)) em c) em d) em ~ dois gi-iipos de 10? cliiakro griipos dc 5 ? iirri gi-iipo dc. cada iirn desses griilios aliarecendo erri I naipes: copas. rei c ás. sacam-se simiiltaiieamentc 5 cartas. oiitros. ti. c ) nl e a! íigiiram.a: h) n l i ~ ã o figura.4TIJBA? Qiiantos começam por vogal? plailo. 12 e iim clc 8? LrGs griipos de G e um dc 2? 16. > 2) ~ioritos iirri plailo. CJiiantos são os plaiios cliic coiltem pelo merios trks pontos de G ? 14. n i o sendo clas de 5 gr-ii1~)s c:oriset:iilivos)'? i) um "straight flush" (5 cartas de griipos conscciitivos.ão são interiores ao poligodr c) Qiiaiitos sko cxterior~s? De 20.

ampeonato dispiitado por 20 clulies. De qiiantos modos i ~iossívelcolocar. rl) Idem. b) Idem! relações rcflcxivas. confianqa e vito'ria? 28. Siilionhaclue ri. a direita oii para ljaixo? h! M A M T h Í A T E M A 'I' E M A 'I' Ir. . Qiiantos são os jogos de um r. Em uma escola. t ~ . modo rliie cada ~irofessorparticipa de exatameiite diias bancas e cada diias bancas tem exatarriente um pro~ C S S O I 'e hd M T M M A A T T G E M M A A T I T I C I C A h 4 A ' I ' E M A T n~ c-ornrim. :r professores se distribuem em 8 bancas examii~adorasde. relaqões reflexivas: simdtricas c ailti.diirantc 7 dias consecutivos. a) Qual 6 u níimei-o millimo ~iossivel cadeados? de 26. e ) Idem. 7 jantares para 3 aluilos c. n i 2 . g) Idem.em fila h homeils e m. h!l A E M A T 25. cliiaiitas chaves cada cientista deve do ter? Depois de ter dado um ciirso.cbo1 de 5 jogadores cada.. iim ~-irofessor resolve sc despedir de seus 7 aliiilos of(<recendo.38 Combinações e Permutações Cap. relações sim4tricas c: ailti-simciitricas. c) Idem.ojá estacionado. de modo que os homens eriti-e si e as miilhcrcs entre si fiquem em ordcm cresccntc clc alturas? 22. pode fazci. Novc cicntist as traball-iam niirn projcto sigiloso. f ) Idem. De qiiantos rriodos elv.í-10s t. Se o 1" carro pode escohei qiialrliier vaga e cada iim dos outros carros ao eslacionar deve jiistapor-se a i i n ~ cnari. no cyiial todos se enfrentam lima íinica vez? 30.ões. ! mulheres. Por riuestGes de segurança. .odos se liouver pelo menos 5 cientistas presentes. rclaqões anti-simeti-icas. . as (luais são esc.ada. De rliiai-itos modos 15 jogadores podem ser divididos em 3 times de basqiiet.i-itas com os clcmcntos em ordem crescente dr: iildices. 31. carros estãoemfila~iaraentrai-emiirriestaeionamento que possiii 11 vagas. 11) Idem. Qiiaritas sGo as eombir-iaçõesrias cliiais o elemenlo (18 oc. de qiiaiitos modos i possível formar a ! palavra " M A T E M Á T T C : ~ ~partindo de iim M e indo sempre para . O conjunto A possiii ?i.2 Cap. b) $e não são pcrmit idas repct. De r~iiantosmodos se pode iluminar uma sala que possui m lâmpadas? 32. Ernpi-egaildo dcz consoantes c cinco vogais. ( l No cliiaciro abaixo.uI>a o :jU liigai-? 24. todos de alturas diferentes.simétricas. elementos. lado a lado. relações simétricas. relaqões reflexivas c ant i-simírtricas. cluanlos são os rnodos possíveis dos carros ociiparem as 11 vagas? 1)) Na sit i i a ~ ã o itern a ) . n 2 . . deiiomiiiados esperança.2 Combinações e Permutações 39 21. de aliiiios cornpareqa a rnais de rim jantar? 23. i-elaqões reflexivas sirnkt ricas. 27.iç. a ) Determine o ~iúmero relaq-ões qiie podem ser construídas de eni A .os c:oi~vitessc elc não deseja cliic rim mesmo pai. calcule o numero de palavras de seis lelras qiie se podem formar sem uasr consoar-ites nerri vogais adj accnt cs: a) Se são permitidas rcpetiq-ões. 29. Formam-sc! as comliinaqões simples de classe 5 dos clementos n l . os planos s#o giiai-dados erri tim cofre protegido por mitilos cadeados de modo que só 6 possível a1)i.

iirn r.qjas casas são todas pretas oii lirancas.oiijiiilto dc o atlctas formam-se t times de k atietas cada.de atletas fica jiirito. 34.6 '? 1):il.ros abaixo são iriteiros para qiialr~iiei. 5 13(3]~.OVC qlK? L .íi<+iilci. em todo tahiilciro 7 x 4 cujas casas são todas pretas oii Ijr-ancas. PI. E f k i l ver qiie ( P C ) . .or. e r:onsitfer-sn-ios s ecluivnlentcs disliosiqficls qiir 1-jossan~ c.6 37.i-c.es não t6m riecessariamente coit?s diferentes). . 2.miit ac. C:. Mostre rliie. natural.c.os c-lisliiltos.asas dos vkrtices da mesma roi-. De tei'rnirie: a ) de c~iiantos timcs cada atleta participa. r?sc~riililo. 36. sempre existt? iin-i i.oii~c-iílir t. b) Iletermii~e cliiantos professores há em cada banca. Prove qiie iim prodiito de p inteiros conseciitivos é sempre divisível por y ! .o o mesmo oc. 2.1 ol).s clistiiltos eni i 3 lugares. n Fig.2 cap.H i-epi-c~st~nt.ntrcl si pai. Todos os atletas participam de iim rriesnlo nuniero de tirnes t? cada par de atletas fica junto 110 mesmo time iim mesmo nilimero de vexes.niiitaqõ(+s rirrrrliticis dc: ? i oljjt-!l.o. 38.oloc. 6 em geral.o pol..t~illr r.40 Combinações e Permutações Cap.1 dai-cs . qiie os númc. S(->I ? 2 1. Prove.abiileii*o casas adjaceiit.. 39. (Ir morlo cliie r l s (X. rio qiial nerihiim rc?tarigiilo tcm as 4 c.isdisposiyc'irs pcictc~n~ (.itlir por rotaqão'! Mostrc: qiie existe iini tabuleiro G x 4.õcjs c.o qiiv ~ ) ( ~ I ~ I ~ I ~ i r~ ~ ~)(l .jetos (Iisti~itosem r i 7 lugares eqiiiespacadcis t i n ~torno (I(.":32 .2 Combinaç6es e Perm utacões 41 a) Calciilc x.3! = ( niocios cio c. 35... Pai.4 Permutações Circulares Dci rjuailtos modos po~I(~111os colo(:a~.itda (PC). Prove.etAi-igulocujas 4 casas extreri~as tCni a mesma c m . No inicio dc lima festa há G rapazes dcsacorn~iai~hados 10 e mosas desacomliailhadas. = . qiic i-ota~%.oiiic. iisando iim ai-giimenlo combiiiatório. niin-it?ro cie pel.ir. b) eni cliiantos times cada pai. caso dct no 11 = :I tt?mos $ $ .imcir. 40.. (Ol>servaqGo:no t.ai :3 o1)jrt. A partir de um c. iisaildo iim argiimcnto comliinatiirio. 7'! 33. Qiiantos são os*?stadospossíveis no fim d a festa? 80rntaiilo as ti-& ~ii. rom i ~ si * i ~ i11t i m a s .& i divisível ! pai.. c. A resposta desse pi-ol~leriia se1.. ~ o s s I i : l irii~)ori:ir~~ liigiir(-~s ~s os rllit* os objctos ochii]inn?iI<i passo (111(~ nas I )oi.~~. cliTt~i.

= (71 .a A na roda. . o qtte importa não i o lugar de cada ! criança e sim a yosiqão relativa das crianças entre si.16: com ?L Quantas rodas de ciranda ~iodeni formadas ser Fig. Considerando a cqiiivalêincia. há n .. cliie precede 3. há 1 modo de colocar. 1 preccde 3. Nas três primeiras figuras. 3 há modos de colocai. b) Corno o cpie impor-ta é a posiqão relativa dos objetos. Logo.1 modos de colocar o n-iisimo e íiltimo objcto.42 Combinações e Permutações Cap. A resposta é . mesma. de modo que duas determinadas dessas crianças não fiquem j i intas ? Solução: crianqas. olhando os círculos em sentido antihorário. Podertios formar ( P C ) s= 4! rodas com as eirico outras Podcmos verificar que ( P C ) . Há agora 5 modos de colocar a crianq. 1 precede 2. portanto.I)! dc dois modos: a) Se não consid(~rássemas eq~iivalentesdis~iosiqõesque possam coincidir por rotação.. qiie precede 2. portanto.. A resposta é: Há agora 4 modos de <:olocar a cx-iança B na roda scm colocá-la junto de A .o 1 olijeto no circulo (onde quer giie o colot-luemos. cada pcrmutaqão circular é gerada por ?idjsposiqões. a ~iosiqão relativa dos olijetos 6 a mesma. ele será o íinico ob jeto no circiilo). a posiqão relativa dos objetos é o.o 4Q objeto (imediatamei~te ap0s o 1' oii imcdiatamente após o 2' ou iniediatamcnte ap8s o 3') .8 crianqas'? Solução: Como a roda gira. Nas trGs últimas figuras. qiic ])i-cccde 1. há 1 modo de colocar o 2" olijeto (ele ser& o o1. .2 Cap.ijeto imediatamente a~iíis o 1iá 2 modos de ~:olocar 3Q objeto (imeO diatamente ap8s o 1" oii imediatamente após o P).7 Exem plo 2 1 : De rliiantos modos podemos formar urna roda de ciranda com 7 cr-iaiiqas. 2. qire psececle 1.2 Combinações e Permutações 43 o que importa é apenas a posiqão relativa dos objetos entre si. Exeniplo 2. ter-íamos ?L! disposiqões. Logo.

3. . D r cliiaiitos ~izodost i casais podem formar lima roda de ciranda clc riiodo rliie c'acla homem Iiprmaneqo. iima tiirriialina c lima amctista.ntem frcho. iirria ~ s m ~ r a l d a .it .nianrqam juntas? 1 2. I J m a prilsrira drve sei.a i ~ ã o trni fcrl-io r o liraqo só ~ i o d c ciltrar na 1iiilsc.siia miilhci-'? O ilíimero tado por Pi :3.2 Combinações e Permutações 45 Exercícios 1. a ~ fosst3ni clistiiltos.-tilagi.2 Cap.2. Dc qiiaillos rilodos ? i casais podrni formar lima roda cle ciranda de modo c l i i ~ cada liornrrn permaileqil ao lado de siia miill-iei.a tios clois st~rit idos.cis liigai-es oi-ide seião ccilocados os A i C.ama 3! vezes. r ) qiip it pii1srii.2 C~F! ailagranlas dc: "TA 1U'A l t A " seiií i. 4 " ? i-esh i pusta n & o 6 P7 = 7! = 5010. DP c1iiai-itos riiodos 5 mulhcres li h o n i c ~ ~ c i d ~ m ps for-mar iima p:"'"= cC"-c?35 x i 4 1= íj x 1 = 210. lle qiiantos nio(kis 5 nie~iiiios 5 meiiiiias podem formar lima c xoda de c:ii. os liigares para os T.a rmi uni st>iiticlo: (1) cliicl a ~ ~ i l s r i i iião leni ft~c'hoc o l~i. Pelo fato d~ b ' r ~ ' ht c ~ letras repetidas. fiiialmentc.os ailagranias ~iossiii pa1avi.om vbi-tices i i ~ s s ~ iso i ~ t o s ? 6. i~íirnerode aiiagramas de TÁRTARA. iima Agiia-mariilha. D r cliiaiitos ~ i ~ o d o is rriailqas podrm formar lima soda dc ? cii-aida d e niocio cluc drias dessas criancas permaiieqarn jiiritas? E (IP nwdo ~ 1 1 p (~p < 1 1 ) dessas c. Qiiaiitos (iacios tlifei-eiitcs cxistrm sc a sonia das fwcs opostas devc S P ~ 7') Iri) Sc as letras fossem difert~rites.. 2R e 2T c n ~ liigarcs.li~ (Ir modo qiir as rniillicrcs I)ci.5 Permutações de Elementos nem Todos Dis- tintos Qiiai~l. rravejado. oii izíimcro de ~ j e r m u t a ~ õ c s 7 letras das cliiais 3 sao igiiais a A .(i111 iim riilji. ~ i o i c!xemlilo. Para deterrnii~ai.44 Combinações e Permutações Cap. Analoganieilte contanzos cada anagrama 2! vezes Iior sereni igiiais 0 s R e 2! vezes por serrrn igiiais os T. 2 de iguais a Ii e 2 iguais a i'. 2 A c TA R2T A lZ i A seiiam ailagramas difriic2iltes. Logo. 7.emos u m iiúmei-o de ailagramas meno]. do cliie o cliic obtería.ii(. iim iiiiicn modo dc: csr:olhei.riaiiqas pri. roch dr+ir.aiitia dtl rnoilo rliic pessoawle rncsrno sexo tiao ficliieni jiintils? 2. Depois i disso ternos C: rilodos rlc ciçcrilhc~i. Logo.cssaiian-iente coilvexos) cxis tem c. Quantos ?i-Ggotlos (iGo nec. R os OS e. contamos ( d a . ~ r n ~ c l i o iim relógio ri~gastarlo110 kcho.eprt?seri- 4.olitcriamos P7 = 7!magramas. -------. oht.o dc modos de cscolhei. o podcmos pensar de dois niodos: a) Para foi-mar iim ailagi-ania cie "TÁ H ~ ' A RA" t cimos qiic? ar-iiimar 3 A . iim lopázio.ii.mos s e as 1 ~ t i .T'+ ~ . (.a >a RTA ~ . C!omo os A são igiiais. Siio dados ir ~>oilt»s círc-iilo. I l t ~cliiai~l~os modos isso ~iocltlw r ftlilo siil)ondo: a) cluc\ a 1~ilseii. &. ' l ' A R l T A R . f t1 li) clup a pii1st~ii.e qiic pessoas dc mesnio sexo i ~ ã o iiqiicm juiilas'? 5.liigai-es 1iai-a c-oIo~:a~. 7 O r1íimc:i.o1)o(i(~~ i i t r a rna -a 1iii1srii.to lado (i(.mitnryaril jiiiitas? da 8.. .

.n .-.b. - A!(n . podcm ser formados usando apenas os algarismos 1.. .0).[I! .19: Qiiantos sito os anagramas dc "URIJGTJAI" que começam por vogal? Solu(:ão: Temos P6 2'111"'1 comeqâdos em [ i . ( ..p . Cap. z ) o i i para o ponto (2.8. A)! Fig. 1).6.. . z ) oii para o ponto ( x . z ) .1.h TI. chegar ao ponto ( n .m)! / j ! ( ? l . nu IJ). palavra "MATE- Solução: Como temos 3 letras A . Quantos são os 9 caminhos cliie a partícula pode toniar para.1 + + + E fácil ver que.. e.46 Com binaçóes e Permutaç6es Cap. Quantos i~íimeras 5 algarismos podem ser formados usando de apenas os algarismos 1. temos. na qual há 7 avenidas na dirnção norte-si11 c! G avenidas na direqão leste-oeste. Po 3 11. Y ) 011 para o ponto (x. (n. . X igiiais a l ( n . . a resposta é Exemplo 2. estando no ponto ( x .X = n ) é + + Exemplo 2. 2 letras M . 2 letras T .1. .9 a) Qiiantos si20 os ti-ajctos de coniprimeiito mínimo ligando o ponto A ao ponto B ? b) Quantos desses trajetos passam por C ? 2..A!' resposta a qual chegaríamos diret amente pelo segundo raciocínio. Qiiantos são os caminhos cliie a partícula pode tomar par.3. o ponto (x + 1./3 .k rt! - 11 ! ! A ! ! n!B!.. chegar ao ponto ( a . para + 0+ + k + A = n. 1 letra I e 1 letra E. k)! - Exercícios 1.18: MATICA" '? Qiiantos são os anagramas do. .. .. partindo do ponto (0. pode mover-se para o ponto (x l . y 1 .. a!(?].0). y . onde n > O e h > O? 4..I. ! - C. . . maiores que G 000 000.I.2e 31 . Quantos níimei-os de 7 dígitos. onde n > + + + O .8? 3 Uma partícula. + 1 ) . A resposta c? 3.. o níimeco de permutações de Ir ohjetos dos qiiais ct são igiiais a a.i3 . começados Uma paticiila. A figiir-a 2.0. 2... . .:.6.stai~cia ponto ( 2 .. .1. partindo do ponto (0. no caso geral. 1 letra C. h ) ..2 Combinações e Permutações 47 p. z y.. 0 iguais a h .6.fl..1.fl - p)! X qi-a-o = -. * C.a)! - a . pode mover-se para . Assim.l em A e Pg'' começados em I . c ) . g . l ~ > O c ! C > O ? 5 ..9 represelita o mapa de uma cidade.2 ct.1.

e2 + a::I +:e4 + + xfi t :r:? 25 = 4- Assini. por (lx~rnplo.i: i k c1 cluailtidade quc vamos comprar' de sor\7etcs (-10 1" s. 2.. Dr moclo gt.itlos.c1 7 sal~ores. 2 Combinaqões e P e r m u t a ç õ e s 49 2. cliias iilcógilitas). (I scria o nlodo cir rscoil~ci.o prolilenia da chorriy dos soivctes . ..omplctas de classc 3 tios olijelus ( 1 . c ~ icni rlima loja dr 4 ~~ s (1uo os of(1rer. : i : .iimai-em fila. isto 6. seria o isto r-iií~i~cro modos de cnonilii. : I : T j: a ( l i ~ a i ~ t i ~ l ~ P ~ Ic I O Scon-il>rarde ! C~U ~ l I V soi. ciilrr.48 Combinaqões e Permutações Cap. tima vez..1 Flg. . 6 (i iiiin1~i.vcLtls (10 7" siiljoi.t~c. .i: i150 iz<?gativns (isto 6 . s:ilicir. 0. .i: + .I 1.4 nfi .c cm 7 saboi.mos.i forrnai. .R: dc dois modos: C a) C R $ 6 o iiílrnei-o cie modos de selc4cionar p o1 rt.as. : 6 o iliimciro clc moclos d~ csccilh~i..xor-vcitks d i f v ~ .c2. lima i-rliicbseiitaqão rl~v<~riicis ai-i."li. l'ortanto C R 4 .Ógiiitas 6 4 . CR: 6 o 1iíirnei. ní~rnrl+o 6 por de romb77irxcòr. b) C Iig 6 o i~úmc?i.t .. r r ~ os *of~i-c~c.. x . qiic vanlos c.50 iio cscliierna. 6. . = 35. ~ L i n l o s0 1 n i o . intc~rlii-dai.. c?n-i Pai-n cfcliiar <.1~1.os distintos tliltrr Podc. 7 oIijet.o d c soluqõ~scrri iiltriros i150 negativos da ecliiaqao ..-i~. C'.obC' p ti ol~jrtos distii~tos datlos. (I(> o11tr-o ri-ioclo. poitxiltci. I< chlai-oc ~ i i c a 1 . coniI~ii-iaqGris as c.valoics 1iar-a os vai-ikveis . 7 snl~or<~s'.ainli6ni iiilt!i-l>i. vamos rialriilar C R $ . i~iteii-os. hbb rrr ddd ntch nnr riori i hbr hhd crri crL rrd d d t ~ c~br d d L nbd ddr nrd hrd Porlrrnos t.. . . .I:I clr% i-iiodos dr rsrolliei. rcpicsciitaq.o) cliir? I. P C R .10 rnostra algiirnas soliiqões d a ecluitqi-lci bem como siia.. oridr .trlos 3 a 3 são crrrri O cluaclrti da ligiti-u 2.r: os 7 salioi-t>sof~i.ietos ~ i ~ t . i : ~ a rliiai~tidad(i i .c!t. r .' Pnl ~ j ~ i i l i modos~ ~ t .I: 1 : .. ti o1ijet.6 Combinações Completas 6 liossivt~l h o n ~ l ~ 4 asorvt~trs n itma loja rluP c . jot./. 4 o iií~nzei-o 1 1 Ora. d i .o iilorlos ( 1 c\srolhri. . Volten-ios c:ornpi*i dos 4 soi-ir('t-(~s loja cliir os oF(ii-r>r. r ~ + Vanios agora rcsolvci. .r cl(vem sei. 4 holas (pois t3ni c.s cornplctrrs tle chlassc4 ri(.2 Ca p.i-o Inclsnlo o l ~ j c t o mais rlc.10 l * l Pai-. ~ . valriidn clsc-o1hc.-il-ior.eiros não ~icgativos. ~irolilrma rc~pi*csriitada C R$.os.c.-lrla soliiqão o total dc iinidac-lcs ilas iric. liola.ompi-ar de sorvrtes do 2 ?sa1)nr . ~ Chrnlirar 4 sorvetes cni lima loja C ~ U POS O~PI-PC'P vrn 7 sabores é tomar iima soliiq") p n ~ iiltciros 1150 nc~gativoscla cqiiaqiio Dv A i-r~sli<~sla o t: C'.rs.o soluqõcs da ecliiilqEri :c 1 i.lrT.travo (cada bola represei~ta iinza iinidade iio valoi. dist iiltos cli-tdos. ra. olijeloh ( h s b a ~ t o s nRo pnti-e ? r ribjetos ou + .4 ol).I. niaioi-(2s o i i igllitis a xv1..r~s d l f r w n l ~ s c1iti. cla ii~cógnit cada traqo é usado a. para seliarai. i *7 ol>j(->tos de ~ c? distjiltos.= p dc: n: 2 eni iiit.o~ distiiltos dados. . d lom.orillii-il rlcvrimos riscol11c:i. -4 ihc'slicisli[lcss~ .

z. 1 0 1 O 1 1 1 1 x+y+z 5 1 0 3 3 1 E c1ai. y. Portanto. Para fazeium problema recair no oiitro.+ x T L= p teríamos p bolas e ? i . h . c '> O e . . No caso geral.ulai.i: + y + z 5 5 ? Solupio: As soltiqões inteiras não-negativas tle x dividem-se em vários grupos: soluqões onde x + y .tivas x 3 2 2.o que existe lima correspondência liiunívoca entre as soluqões inteiras não-iicgativas c l ~ .'~''''''.-.1 traqos. isto 4.exrniplo.omx>2.. Foi.24: Qiiai~tos os anagramas da 1)alavi.(z folgas. C R $ = C$ = 210.a "PIRAC:Isão GABA" qiie não possiiem duas letras A juntas? Soluqxio: O níimei-o de modos de ai-i-iimar as letras diferentes de A é P. Exemplo 2. ~ O O problema que sabemos resolver 6 contar as soliições inteiras com as vai. . algumas solirqões c as t.para determinar o iliimei-o de soliiqões intciiras c não negativas de x 1 +x2 -i-.23: Quantas são as soluç.aqos).z~2? Exemplo 2.iáv(?is seildo maiores oii iguais a zero.21: De qiiailtos modos podemos comprar 3 refiigcrantes cm lima loja onde 1 á 5 tipos de refrigerantes? 1 Soluçüo: C R = C.. onde z I z . Mas...c-tg+z+f. = 35...tssãoassolii~õesinteirasenãonegativas de :e -ty + z = 5? Logo.20: Qiiant. A resposta 6 A equaqão + + + - +3 +z < 5 + z = 5. para calc. f O 2 2 4 O quadro a segiiii.2 Combinações e Permutações 51 i& z l + x 2 4-. o iiíimei-o de modos de fazer isso é = 4) defina-se a folga da soliiyão por f = 5 .2 Cap. z Logo. lima dessas arriirnayões B Outra soluçcio: Em cada soliiqão inteira niio-negativa de .50 Combinações e Permutações Cap. A resposta 6 + y + z = 20 traiisfor-ma-st*em a + b + c = 14 e as z.espci. o i~írmero de soliiqões inteiras não-negativas da ineqiiaqão z -I 3 z 5 5 6 igiial ao iiiimcro dr soliiqõcs inteiras não-negativaçc1e.. + y -ta ) .c.ões inteiras da eclua~ão z+I. Excniplo 2. usamos 6 ti. pomos Exemplo 2 2 2 : Qiiailtas são as soluqões inteiras e iião-negativas da inequaqão . z > 2 e inteiros transformam-sc! cm n . = 120.+~=20c.1 y -1.5 c i i i e 6 ~ ~ : = ~ 2 = 5 6 . Logo.z 5 5 e as soliiqões iilteiibas nãon: negativas de x + + -1 z i -f = 3.~'>2. O + Exemplo 2.r: + ?I z = 4.+ x 7 clue - e G traqos (para separar 7 incógnitas.. CRrl.i. onde i'estriqões inteiros. O. 14 = 14 c.rriostro. C R g = c.

c z . devemos decidir cluantas letras colocaremos em cada um dos 4 espaqos. A resposta 6 12.2 Cap. ciija resposta í: C R = C:. que haja duas letras A juntas). 10. Faqamos Qiiant as sno as soluq..a~ positivas de :C -1 p + z < 10? Qiiaiitas são as peqas de um domiiló comiiml 6. 73 A resposta i ! Exercicios 1. 5..ões intci1. va~.formadas? 11.eii. nessas casas. Qiiai~tas são as soliiqões intciras não-i~cgativas dc . ocuparemos 3 espaços (uma letra A em cada) e deixaiemos 5 espaços vazios. } : Qiiantas são as + + + 7.rnos cle iim poiincimio hornog9neo do grau p coni H variáveis'! ! do 9. Dcvemos escolher xl.''1 modos. 6leti-as B e 5 lctras C de moclo cliie riso liaja diias letras 13 juntas? 8 .211. Podci-íamos também pensar assim: Quaiitas são as soliicões inteiras 1iã. x ~ . Como em nenhum espaqo podcm cntrai. . .2 Combinações e Permutações 53 Agora temos cliie colocar as letras A 110s 8 cspaqos assinalados. De cliiailtos modos podem ser pintadas (iokjetos igiiais usando 3 cores diferentes? t$mos agora cliie colocar as leti-as P. Quaiitos i~íimercisinteiros entre 1 e 100 000 tem soma dos algarismos igiial a c'? 13. com sz 2 1 e x g 2 1 (para impedir. -t e I = {1 I..as liositivas de z -1 y + z = 10? 4.i&veis'? e c. Quailtas (de caixas difer~nt~cs podem sei. E . duas leti-as A . 0-níirnero de modos de cscolher os espaqos rliic ocupasemos 6 ( 8 . ~ + + + Escolhidas cliianl as letras irão para cada espaço. I = 1 fiinqões f : I. Quantas são as soliições iiiteiras não-ricgativas de 2. Qiiaiztas são as soliiqões int. R . C . I .4 (z. Qual 6 o iiíimero máximo de tel. D e q i i a n t o s m o d o s ~ ~ o d e m o s c o l o c a r e m i i l a 7 l e t r a s A ..52 Combinações e Permutações Cap. ilgo desc.. C o cliie pode ser feito titi P7 2.. A fálirica X ])i-cidiiz 8 tipos de bomlrions qiie são veilditlos em caixas de 30 Irioml~o~is um mesmo tipo o11 sortidos). Qual i o níimero mziximo de tc?i. I . por exemplo. =nQ de letras 2 quc colocaremos no i-bsimo es~iaqo) inteiros iião-negativos tais qiie x1 22 x:j 2 4 = 7.mos de iim l>olint">rnio grau p com 11. Agora..o-iiegativas de Colocamos as leti-as A (1 modo) 3.aimos no l-iroblema de achar o número de soluq-ões inteiras nãonegativas de x i 712 y3 xq = 5.resccntes'? L } .

2 Combinações e Permutações 5 5 nas cliiais exatamente 3 incógnitas são iiulas? Em quantas pelo merios três são i~iilas? d) Quantas são as fiinqões f : A + B não-decrescentes? e ) Sugira uma definiqão foi-mal para Cg.54 Com binaçães e Permutações Cap. Os níimer-os inteiros corilpiheendidoseiltrc: 100 000 e 999 999 são divididos em classes de motlo cliie dois númcros diferentes estão n a mesma classe se C só se elcs tem os mesmos algarismos. a) Quantas são as fiinqões j: A + A liijetoras? b) Siigii-a uma defi~iiqãoformal para PTL- + +z + ?j 21. Assim. i ~ o conjunto {I.olocar G ankis diferentes em 4 dedos? .CR*. . d) O i~íimcro seleqões desordenadas.2 Cap. nas rluais de nao há 3 letras A acijaceiltes. 14. se repetições não são permitidas (essas seleqões são denominadas arranjos simples de classe p das r~ Iiolas). h) O níimevo de seleqõcs dcsordenadas (isto é. Quaiitos inteiros entre 1 e 100 000. das ciiiajs devem ser escolhidas p a) O riílrnero A:. seleções que só diferem pela ordem são consideradas iguais). 150) dc modo que a soma dos níimeros escolhidos seja divisível por 3'' E se os ilúmeros devcssem ser dislintos? 22. Determine: ?L bolas. Qiiaiitas classes são assim formadas? 15.B esli+itarneiilecrescentes? . . 19. 2 . . se re~ieliçõessão perde mitidas. - . a) Qiian~as são as fiiiqões f: A --+ B? Iri) Quantas são as fiinqões injetor-as f :A B? c) Quailtas são as fiinqões f : A . Ag e A R%. Também são usados os nomes arranjos c o n ~ reposiqão oii arranjos com repetição). E 16. não necessariamente distintos.ões são permitidas (cssas seleções são chamadas de arranjos completos de classe p das ?L bolas. iilclusivc.se repetiq. por exemplo. têm a propriedade: "cada dígito 6 menor o u igual ao seu sucessor"? 17. 552 221 e 125 252 est. #B - Sejam A e B conjrintos de níimeros naturais com # A = p e 71. c) O iiíimeso AR$ de seleqões orde~iadas. existema? 18. cle sclcqões ordenadas. De cluantos modos podemos escolher 3 iiíimcros. 20. Q i i a n ~ a s ~>crmutações 7 letras A e 7 letras B . .ão n a mesma classe. De qiiantas maneiras 6 possível c. Urna iirna contkm bolas. se repetições não siio ~icrmitidas. diferi~ido apenas na ordcm. Quaiitas são as soliiqões inteiras não-negativas de x w = 20 nas qiiais x > Y? Seja A iim conjunto com # A = ri.

lusão-Exclusão é uma fiirmula para contar o ~iiimcro clenientos cliie pertencem à iiiiião de vários condc jui~los iião neçessariameiltc! disi uiitos.i~tos A ( . / #A +#B -#(A n B ) = (X + g ) = . . ( ti b) # ( A U 11) i o llurri(l~. ele afirma qiie A justificativa pode ser obtida de dois modos diferentes: a) Supoilhamos cliic haja y elementos eorniins a A e 3 %que alem clisso haja z elementos cliie p e r t e n ~ a ma A e não a B e z c./ ) A } A todos OS (1e R ( # B ) . liorlarito cic-:vrimos clest.3.~ / . os elc!m~tltns rlc A f' R foi+:~mcoritados cliias vezes.1 O Princípio da Inclusão-Exclusão Na introduq-ão ao eapitiilo anterior fizemos refcriincio. B. {{(A u B u r )= //-A I- 11 -1 #.lementos q i i e pertenq. . B mas nao a A (ver ligura 3.arn il.Y x + 3 + 4 = { { ( AU R ) .i ~clvmr!iitos (pie ]>crioi?(:<-~iii i>cii> merios um dos coi~jiii~tosc.1 #/-(A n)n ( A n c: ..rlcnieiltos dc A U U A os coritamos todos os ~leiiit.o . a um principio elementar de contagem qiie estabelece que o i~iimeio elementos de da iinião de conjuiitos disjiintos 6 a soma rios iiíimeros de elcmentos de cada conjiiiito.t (y -t z ) . Outros Métodos de C o n t a g e m 57 Outros Métodos de Contagem 3. Na sua v e r s á ~ mais siniples. Temos # ( A u B ) =:e -t y + z . Para c:oi~lai. dc Ao fazermos isso.01-1 U taia st?giindci c:oilt agcn-i rlcsses t?lemt?i~los oktcmos r (I O Principio da Iiic. itnla t?ni jf A oiiti-a (?ri1 -/I.1).{ I n r:) ) I i #(A nB n C:).

C:APITI.# ( a n G ) n i { { ( An B - nc). ( A 8). . A prova do Prii~cíl. oii A em z0 lugar. Chntados três vezes e descontados três vezes significa que eles não estão sendo contados.liií-10s na contagem c ob tcmos # ( A U B U C )= # A .Triri~os - .ontar lima vcz # ( A n B ) .JL 0 qiie têm C em 1" liigar.orijuntos tci-íamos Exemplo 3. R e C.om os ~ilernent~os de A i7 C e B n C. obtida usando o 1. Portanto. de R ( # B ) e dc C ( # C ) .3 Outros Metodos de Contagem 59 Em srirna.. os coiitanios os elenieiits dc A ( # A ) .58 Outros Métodos de Contagem Cap. siibtraindo os das iiitcrseqões quatro a quatro ctc.ndo c.# ( ~B ) .io (iisaiiclo o moclo b) esta ilo Ap&iidic~ IJma prova por ind~iq.1: 3 ou 7? Solução: Oiitra justificativa: # ( A U B uC) i o i~íimero elemeiitos que pertencem a pelo menos ! cle um dos coiijuntos A . tcnios Para quatro c. oii P e n 3" lugar ~ ou I em 4' lugar'! . isto k . Mas então os elcmcntos cle A n B n C foram contados ti-& vezes (em # A : em # B e em # C ) (-! ciescontados três vezes (em # ( A fi R ) .ttopode tarnti6ni sei. Pelo Priiicipio da Iricliisão-I3xclusã0. em # ( A n C) e em # ( B í l C ) ) . rliie são divisíveis l>or 21). Mas então os elementos de A n B foram contados diias vezes (uma em # A e outra em # B ) ! o mesmo ocorre. devemos desc.. Excniplo3. sirljtraiildo os ilíirneros de dc: das jnlerseqões dois a dois. Para coi~tar elemeiitos de A U B UC. (pois A í l B 6 o coiiiiiito dos itileiros entre 1 c 1000 que siio divisíveis por 3 e 7.# C Quaiitos iilteiroseiltihc? e 10110 sãodivisíveis por 1 Defina-se: A = Conjiinto dos ii~teii-os cntrc 1 e 1000 cliie são divisiveis por 3. Queremos calciilat. Devemos pois iiic. 3 Conjiii~to dos iiit. somando os das interseçõcs três a três. # ( A n C )t-t # ( B n C ) .t # B -I.{{(A n c ) .2: Quaiitos são os ailagi-amas da lialavi-a. modo a. o iiíimero de elementos da iiiliko 6 otiiido sorriando os níimero~ elemenlos <I<-!cada conjunto.eiros ei-itrc 1 c 100(1 que são divisíveis por 7.

ligt. A z.os A 1 .. U A. . / / ..i. A P = !:onjiinto dos anagramas dr! C:APITT.. A = A +/(Ai n Az) = # ( A l n A : 3 ) = + / ( A In A . .i-as fixas ri! = 24. .. c3t?sst-! A parte c ) + c) O ~~riine~oeIilcrnc?titos do de cotljrliito A i U A2 U - . de p a) O iiiíri~t..{{(AI n n:3 n A 4 ) = # ( A 2 n A:<n A 4 ) = riu c l ariagramas dc C:APÍTT.i. Silva (1814-1878).o cilciririi tos de $1 qiic jic~i-tetireincz c?sataine~ile ( p 5 n ) dos rcii. da Escola Naval de I'orlugai. . #A:< = / [ A 4 = 11" cle anagramas de C:AP~TT. Ali = corijiiiito dos . ' : C Eri tão: # ( A 1 n A s n A S ) = # ( A I n A P n n 4 ) -.-lii.lrti. A.ls clc! Cc\PITI JLO qiie lêni I cm 4" lugar.JLO qiip têm 3 ~ letras fixas = 5! = 120. ! A.. - C:APITTJLO cliir: têm h) p(p Pelo P riiicipio (Ia 1iic:liisHci-fSxt:liisão. .n0 do aiiagranias de 1 4 l(~t. . O ~iiirncr-(1 c?leinc+ri dc f1 qrre ~ierteiiceina de tos 5 ? L ) dos ccii!jr~iitns A I : A2.( A n A 2 n A:3n A 4 ) .caliispnl SI..oiljiiilto ( b i s aiiagramas de C:APITIJLO cpit? têm G' cm 1" liigai.e 1 o Teorerria: Sqjain 61 rltir c:ot~jiiiitri. . O I O P riiiciliio da Iilc-liisao-Ex t:liisiici pode scr generalizada. . ) = #(A2nA:3) A ) = ( A duas letras fixas = 6! = 720.: parcelas em Sz etr . Ilanicl I\iigiist() do. 6 pelo rnciiios ~IIP <" a resposta.UO Outros Métodos de Contagem Cap.c. .juiitos teorcmâ é devida ao mi~temritico portugiiês. Pi-ovarcmos ilo Ap6ildic.A A 2 .. 1 : coiliiiilto dos aiiagramas tl!.5040. siiliroi..C ~ P ~ T I J L O A qiic tem P em 3" lugiii. A .3 Outros Métodos de Contagem 61 A =. 6 .JLO (lu(-:têm iirna letra fixa : 7! -.jrrii t. profcssoi. .JLO rliici tèm A em 2" Iiigai. #(A2n 1 1 " c I ~ a n a g i ' a m a s d ~ ~ : ~ ~ í ~ r tem ~ 0 c ~ i i e 1~ = (obspivr que 112 C ~iai.

r: E = {x E Z 1 1 1 x 5 1CI00). ESSE! 11Umer0 6 R AI = {. iio nomv de Tórmiila do [:i-ivo Svlvcst(?r (1814.3 Outros Métodos de Contagem 63 A 1)o. Exeniplo 3. rio caso geral. A/i Temos = {:r: E $1 (1 j = Pai-tc.i.. Ii~tt?ira) que é a resposta da prinicira pergiinta. A:i = { : c f1 1 7 divide x). Esse níimero i ! que i! a resposta da scgunda pei-giinta. AIi. chasoy = A par-t. corn~irccndidos cnti-e 1 c 10011 inrliisivc. hl ] 2 divide : c ) .A 2 .e a ) .3 Cap. (I O . A2.3: Qiiaiitos s#o os inlciros.tc a) d o koi-cm:~.ti2 Outros Métodos de Contagem Cap.1897). A:j. Queremos calriilai. 3: 7 10'? E por pelo r n ~ i l o sdois'? Qiieremos calcular o ni1rnei. ( 1 0 divide :c). A2 = {:r E Si 1 3 ciivicle :i:). Notc! cluc os valores de S o O e SI iião foram iililizados.o de e1crnelltos tlue pertencem a exatamente dois dos conjiintos A i . . A:3i A4.o n í i n ~ ~ i dc elerneiilos quc petencem a -o pelo menos dois dos c. cliic siio divisíveis por ílxt-ltamcnt~ ciois clos riiimeros 2. i! conhccicla pclo 6 tl(widi-l ao algehrista iiigles J. 6 devida ao malemático francês C:i'lmille Joidail (1858-1 922). 3.onjiiiitos A 1.

w iI. o 1)l-inlos corri 120 t> no coii. 5. o iiíini<?i-o c.crn exatani<iiilezt!~.ani 7 são piirrios corii 7 s 5 o I . 7 c 1I.irnos cnorii71 li50 sno siiprrior-es il I r . Assini.5 Excriiplo 3. 2 .-. . . ist. .iri~os corii 729.ti.los dc pi (1 5 &o . c ~ ( 7 -) li 1x)is os intcli~. . . .iii. Logo: 5 L' U -.iiiilto (1. . 120) 11232 11í1n1o1. q t i < ' 550 primos cJcirn7 1 e rneiioi.4: Pai-.0 intt~ii-os tlt.i-rniizai. . ~iositivos qiir são 1il.t3s o i i igiiais a i r .# f k = ? l .i~cloo niirn~1.l(?niei~tos 61 qiie sgo de de I"-imos corri 1 1 .i 5 K).iltl. .: A 2 : .arii o s.i inltlii-o ~ i o s iivo 11 rlrtiiic-sr ( 1 1 ) como t st.3 Cap. 4.3 Outros Métodos d e Contagem 6. . oii seja. i: l'ois o riíimvi-o dc elerriei~tos(i(\61 qiie p(:rtcnc. A.o ~ ~ .odos coiijiiiilos -4 1. - f1 == C:oiijiiiito clos iiitt-?ii*os positivos mrilorc3s ou igiiais a 7 1 .1 Outros Métodos de Contagem Cap. o iiiimcio de clcrnenlos de i1 clue n. no ( .io ~ ~ r i r i i o s 12 coiii 12 são 1. A i == C:oiGiiiito cios elementos c]<! $1 q i i ~ nnílt.o 6.2o pcrtciicerii n i-ienhiin~ dos c. r\ssiiii..osclric3 nao siilic3i. o11 so. por ~ x c ~ n i l ) l~ ( 1 ' 2 ) 4 pois os iiilt3ii-os liosilivos cliic o. 3. (j. .ospcisiti~.5. . . iião siilj(+~.01-ij iiiitos A 1 : A 2 . - Qiicrcmos c1ttbt. 'Temos v(?i) t~ e assim siicí~ssivameilltt. . 7129) 1iA 48ti iiiirilr>i-os])i. i i ~{ i l .2 .il.-ic. : A . 2..

( l i .o~ 3.'jsicn rssa clisti-il>iijq. c~slalistica Boltzcle dc m a i ~ n. Iltllermiilr o 11U~ri~1-o p~i-miitaqõrsdas lctas A A R T3CCD D nas rliiais i1Bo 119 lrt.ículaspor i~iveis t.2. / i partíciilas iguais poi. . . 2 .ikiiiqão 6 charriacia de cstatístic.. : 1 1 ) rias cluais não figiii-am (em posiqõ~scoiisccuti\ras r 113 ordt~mriada) nem o par 12.ntes ao c-oi7jiinto { 1 . .gia6 rlianiada (I(.3. Qiiaiitos iiltciros cnti-e 1 e 1 000 000 não são iiem rliiatli. t 2. 7? rlis16. rliiailto vale .to as soliiq(it~s ii~teir-os não-negativas de x qiiais pc.osL? (eni I.s todos os níveis ficam o ciipaclos? ciiiai-itos riiodos ~iocieri-ios i-iljiiii /i partíciilas igiiais dist poi. i-iem por :I e i-iprri por S? 3. 7 e 1O? 2.1-tl1 e 1000 i~ic'liisivc?: a) são cli\lisívcis lioi.pelo menos l i .ão 6 chaniacla rl$. 3.ei mais d c lima partíciila'? (em' Físic-a t-:ssa tlis Lriliiiiq.r i níveis distintos'? ( r m Física essa disti. a) De qiianlos rriocios podemos rlisliiliiiir 11.cic. 8.?i..i.10 rnexios lima iiicógnita 4 maior que 7? +y + c7 = 17.teilcc.ras iguais acljac~ntes.cs talistica de k r n ~ iniiac).) i Dr 7 . Qiiaiitos são os elenient. 1. (1) sGo divisíveis poi. Dc 11. 6 ~ dos níimeros 2: 3.? i níveis <lisbint. 7 e 1O? 13. Em qiiantos dos 613 i-esiiltados possivcis soma dos ~ i o n t o s 12? 6 tias 4.2.iinia cariailycl d i f ( ~ r c ~ in siia.titi O u t r o s Métodos de Contagem Cap.ailqarn-sc 3 dados.3 Outros Métodos de Contagem 67 o t 10. . . ~i. sentadas pnl t oi.0~ conjiii~o (1. qiie tErii todos os dígitos pct.lirlo mciios iim (bis níin-ieros 2. 18.atlos ~ierfeitos iirni riilios pci-fritos'? - De cliiaiil.ai-do liigai. Qiiai~tases~leriesde ~iolígonosregiilarcs de 101) lados cxistem? rião são divisíveis por ncnl-ium dos riíimeros 2.ltan~eilte r iim dos iií1mei. 3. : 500) qiie são divisíveis por :I oii 5 mas não são divisíveis lioi. níveis djstiiitos s r iieiil-ium nivcl ~iriclrcont. 11em ( i pai' 2. Qiiaiitos ii-iteiros ci11.tic-iilas cle tintas poi. ncm o pai. .110 de rim casrossel. direita? ~tc~ Exercícios I. .. 2 c 3 figriran~todos'? . 9.ti.ii~i. . .) l i ) l3n1 ciiiaiitas dessas distriLi1iqõc.t de Bose-Eii~sttliil). Detern~iilt~ iliinicro de p ~ r r r i uaqões de (1. ti) I3m c~iiantastlessas tlisli. Qiiantos são os iiltriios d r n dígitos. Se p 6 iim primo. de modo cluc cada crianqa passe a tci. 7 e 10? li) 14. 3 ) ? Em qiia~itosdeles os inteiros 1. p ( p ) ' ? do t 15.I ) ? ) ..ris motlcis pudemos distriliiiii. 12 Quantas s..ibui<(irs todos os i~íveisficam ociipados? Qiiaritos inteiros cXilti-c:1000 r IQ000 iilclusive iião são divisív~is iIcrn poih2. Oito criailqas ~ s t ã o qilantos riiodos elas ~ioclemt. 7 c 10? c) são clivisivcis ~ i o cx.&o pi-trt. .

. 2 . . . A2. i r i i i 1 tivo.~.o) qiiai~don c ~ i ~ h i i n ~ iiíii?ier.tsdr ( 1 .trític~. ? a ) .o n i n e i . . . d<il>ci.o D. i E {1.4) são 2143. ~iermiitaqõrqcaóticas de ( 1. '2.l os r10 rlas ~irrrniilaqõcs (1.1 i-l Assirii.. pol. Logo. Relilrneilt.conjirilto das ~ ~ c ~ ~ . = C /.. . 6 al>roxirnadameiitr igiial a ? L ! / ( : .GX Outros Métodos de Contagem Cap..miit. . 2. . 3.vai-qiie i).2 Permutações Caóticas zoi-o dcs conjuritos A i ! A 2 ! . .2. . . .i-&siniolugar.lir~icalciilai. o iiiirilero cie ~ieirriiitaqfitls c. . : A. P. . 3241. I? intrrcssanttl ol)spi. . Assim.! i -.112.3 Outros Métodos de Contagem ti9 3. 11) 4 s. Q i i ~ i * ~ n ic. õ c:s2.I ) ! (1 -- = 7. dita caótica (ou desoi-dc1iameilt. 3121. i a ) qtie l i ~ r t r i l c e m t3xatarneiltezero cic x clos chonjiiiitosA 1 . 2413..o níimci-o de e l p r n ~ i ~ t o s vonjiinto f.j -.~ i i .-iyãotios iií~meros (1. 2341.+li) E7 . ? r ) e r r i (pie o iiíimero i ocupa clc! (1 o . . 6 [TIIIH l>ei. Temos: . 4321. 4123. as 5112. .2:.~i~iiti-lq+s caíiticas de (1. ~ x e m l i l o . . . . ..ci c>slA1 0 seti liigai. .ilciilai..3. 4312. . rlefiiia-se A.. as 1iermutaqOp5 2143 c! 3142 são catiticas mas 1342 1 1 6 1 t to I 1 i n i i o ) . .12. : r i ) 6. mais . A . . n ) . (?I - I)! E TI. m i i ~ a q . ...

'TO O u t r o s Métodos de Contagem
I

Outros Métodos d e Contagem

71

prec:is;irnent,c! D,, i o inlt?ii.o mais ~ii.óximocic i

ii!/e.

1 c para ri = 2. Olisci.ve cliie iiossa afirniaqão 6 v~rdadcira 1iai-a 7). Vamos ~>rovA-la liara r i > 2. Com efeito sahemos qiie

se ta > 2. Logo, para I r > 2, D,, 6 iim inteiro sitiiado a lima distância rrieilor qiie 1/2 do riíirnei+or i ! / r : . Assim, V,, ; o inteiro ! mais pr-óximci (IP ? & ! / C , SC? ?t > 2.

Exercicios
1. Suponho. # A = 71. Quantas são as fiinqões f : A + A para as cluais a ccliiaqão j ( : c ) I x não possiii soluq-ão? Qiiaiitas são as fiiilções f: A + A bijetoras para as cliiajs a ecliiaqão f ( x j - :c 1150 possiii soliicão?
2. Qiiantas são as p ~ i . m i i t a y ã ~l s (1.2,3.4,5.6.7) rlut3 têm t e n-icntc! 3 elen~ei~tos s e i i liigai pi-imitivo? 110

Ora, D,,a6 iillciro

P

3. Determine o i~íimcio pci-rniitaq0rs c'k1ótic.a~ (1,2,3,4,5,6,7. dr cle 8,9,10) nas qiiais os níimcros 1,2,3,4,5ociiriam. eni algiima ordem, os cinco primriii-os liiaai-cs.

5

li!

(

(I,

i- I ) !

-I(11

1

De cluaritos modos 6 possivcl colocar B t n r r ~ s F>i-aric.as em um tabuleiro de xadrcz h' x 8 de rriorlo cliit3 ii~nhiimatorrt. ficliw lia
4. -1* * *

+ 2)!

diagonal branca e 11Go haja diias torres lia nicsma lir-ihic oii na mesma coliina?

7 2 Outros Métodos de Conragem

Cap.3

Cap.3

Outros Métodos de Contagem

7.7

6.

Prove

cyiit?

(dciiiiiiiclo I_lo

1)

Ora, para formal- iim 3-siibcorijui~tosem elernentos conscciitivos devemos colocar :I sinais e :J sii-iais - Prn fila. sem rliic haja dois sinais conseciitivos. Para fazcr isso, rolocamos os sinais - (1 modo), c r.oloranios os sinais -1- 110s 4 rspaqos assinalados, na figura 3.2. c.om no miixinio iini sinal ~ i o i espaqo C * (: modos). A rt3sliost;-L e11tiio. 1 x C: = 4 . 6

+

+

diirailtc. iinio. nIesIila hora, fi 8. Dois ni6rlic.o~clcwem oxiiniii~ai-. l);i<'i~i~lcs. g;-istaiido 10 niiniitos c.om c.at1i-l ~iat.iriil(n.C:a(ia iim dos Ci 1)ariei-ilos dev(3 s t t~xaminaíiolic.10~ dois mítdic:os. DE cluantos ~ rriodos podc sci fcito u t i ~ l-ioriirio c.on~liativcl'?
9. Qiiitiitas sGo as liermiitaqões dc->(1 , 2, . . . , 2 7 1 ) nas quais rirriliiini i i í l ~ n ~ r o i~iiliar cdiipa o scii liigar pi'iiiiilivo? o

Fig. 3.2

No caso geral temos p sii-iais t , li - p siliais - para arrumar sem que haja dois siilais -t coi~s~ciitivos. Ternos I rilodo cle colocai P os sinais - t: C71-pil modos dcl co1ot:ai- os sinais

+.

Acabamos de obter o

3.3 Os Lemas de Kaplansky
ciiiatit,os rilorlos i. 1iossí\7rl formai. iim p-siilic.oiijiinto (islo .c: iim siiliroi~.i~ii~it p c!lcrrieritos) dv (1. 2, . . . , ? i ) iio qual i ~ ã o chorri liaja i-iíin1ei.o c:onst?c~iitivos'!Por exemplo, para ?i. = ti c? y - 3, ~iociemos oli ter a 1)artii. dc { 1, 2, R, 4 , 5: 6) os sc!griiiitcs :I-siilic:oi~jiiiilos ilos (liiitis iião 1iH c?leriic.iltoscoiiscciitivos:
llt.

Primeiro Lema d e Kaplarisky: O tii.íinr?i.ode p- sirbcot~jtrritcis dc 11,2, . . , 1 1 ) iios qrznis iião 1i;i iiiíiric+i.os co~iseciitivns . 6

Exemplo 3.5:

Poderíamos tci- concliiido qiie lia c1iiati.o B-çiiG c,cil~j iintos d ~ { 1,2.3, i 4 .??.G) sem c-!leri-ic~ii c.oiiscciitivos st:m i~cc:t?ssirladc! eniimci-Atos cie
10s c:xai.islivamc!i~tct. A r i foi-riiar iirn siiL coi1.iiiilto. riiai.c:aIi-ios corii o sinal -t os cilc~i~ciiitos c.oi-ijiiii o rlri(-: Tai.20 ~ ) a i . clo sul)coiijun [.o do t t~ e c-ori~ sirial - os e l o r n ~ i ~ t o s 1150 fai.Ho ~iai.L(i siil)c:oi~juiito. o que c10 Assim,
r
-,

As ti& provas de iim vestiliiilai. (levem sei. r-ealizadas na primeira semana do ano. D r qiiaiztos riiodos (: ~ i o s s i v ~ l escolher os dias das provas cle modo rliicl i ~ ã o haja ~ii.ovas pni dias coizsecutivos'?
Soluçãor Devcmos formar urii siili<-orijuiltocltl 3 cIcmcntos iio coiijunto (30s 7 dias da primeira spmana, dc: morlo que não haja dias (:oiiser.iitivos no siili c:oiij iiiito. A rcsl~osa é t

{1,3,5) seria rrlji-csriitado 1)or 1- - i- - -I--; (2.5.6) ( c p c 115o 6 iini S U I ~ C : O ~ ~ ~viili~lopois 2 c! R são I~I~~O c.oiisticiitivos) scria n-]arcado - - t - --i-.

+

Exeniplo 3 6 1Tmi-l fila tem 15 rarlciras lias cliinis (1evt.m serih~r.: se 5 homens. rlr niciclo rlii(' 1150 iicliiprri clois 11rin-ic.i-i~ st.ilt;tdos rm cadeiras roiitígiias. Dc. cliiant ris morlos iqso ~iotl(%t roi to'? s ~

74 Outros Métodos de Contagem

Cap.3

Cap.3

Outros Métodos

de Contagem 75

Solução: Devemos inicialmente escolher 5 cadeiras sem que haja 5 cadeiras conscc.utivas. Isso pode ser feito de f (15: 5 ) = C15-5+1 = modos; escolhidas as 5 c.adeiras, devemos designar a cada homem lima cadeira, o qiie pode ser feito cie P5 = 5! modos. A resposta é C , x 5 ! = 55 440. : O

Exemplo 3 7 Quantos são os anagramas da palavra MISSIS.: SIPI 110s quais não há diias letas i coilset:utivas? ;
Soluqão: abaixo:
Devemos colocar as letras de MISSISSIPI nas casas

Agora os elementos "1" e "n" são coilsecutivos. De quantos é possível formar iim p-sul>conjunto de {1,2!. . . ,?i) no qi~alnão haja números consecutivos? Ora, o número total de subconjiintos será a soma do número de siibr:onjiintos nos quais O elemento "1" figura com o ilúrnero de siibconjiintos nos quais o elemento "1" não figiira.

Devemos inicialmente escolher 4 casas sem que haja casas consecutivas para colocar as letras L;, o q i i e ~iotleser feito de J(10,4) = ~ f ( ) - ~= C = 35 modos. +~ :
Agora devemos arrumar as letras restantes (4 letras I , 1 letra M e 1 lctra P) nas 6 casas restantes, o cliie pode scr feito de

a) Siibconjiintos nos cliiais o elemento "1" figiira. Para formá10s devemos escoll~erp - 1 elementos em { 3 , 4 , . . . , ri. - 1) (pois se o "I" figura, o "2" e o "?L') xlão podem figlira~.)para serem os companheiros do "1" no siibconjiinto, não podendo ser escolhidos elementos conseciitivos. O níirnero de modos de qiie isso pode ser feito é

b) Siibconjiintos nos cliiais o elemcnto "1" iião figiira. Para forma-los devemos escoll-ier p elemei~los { 2 , 3 , . . . , n ) , não poem dendo ser escolhidos elemeritos conseciitivos. Isso pode sei. feito P modos. Portanto, a resposta é de f ( n 1 , p ) = CTi-l-p+l =

modos. A resposta é 35 x 30 = 1050.
Suponhamos agora que os elementos de { 1 , 2 , . . . jam arriirnados em c:ír.ciilo, como na figura 3.3.
,TI)

este-

-

(ti

- p - I)!p

+ (?a

-

p)!

p!(?l*- 2 p ) !

Fig. 3.3

Acaliamos de obter o

r.. Qiian~os são os modos de escolher os riias de aiila. o coi1. Xtefaqa o problema aliterios 110caso (.6) 4 tal qiie eilti-e 1 e 4 hA c-lois elementos. . De cluiintos niodos 6 possível formar uma roda dc: ciranda com 7 meninas e 12 meninos sem que haja (liias meninas em ~iosições adj acentes'? Os Lcmas de Kalilaiisky foram constriiidos em 1943 pelo rriatemát ieo ~:ailadense-aniericano Irvjng Kaplansky para a resolucão do clzamado Problema de Lucas que se encontra no Apêndice 6. 5 pessoas deverri se seiztai. r i ) iios qr~ais i 5 0 há ~ilílnerc>s O I I S ~ C ~ L ~ ~ V O O I I r C é.rnqunr. . no c.tic~s iiHo-c.ri de p.I ) .aclas em torno de iima mesa circular.2. . r ) ) . y + 1 ) oiipai-ao ponto (x + 1 .3.& elementos.ia de p elernciilos igiiais a 1 c q elementos igiiais a O se dois clcmentos iguais a. .F)? 3. Quailtos s G o os ariagramas de nra.juiito {1. 2 . (Sugestão: divida os subconjiintos em dois grupos: aqueles qiie contêm algum tios elementos 1 .tplansky). clcmentos não cscolhidos ]>arao siibeoijunto? 8. . .feita se não deve haver oc.3 Outros Métodos d e Contagem 77 Segurido Lerna de Kaplarisky: O iiiíinei.ando 110 ponto (x. . 2 ..iipaqão simiil tinea de duas c. durante iirn semestre. Dado iirn dcrágono.4. . . a) Quantos são os trajetos possíveis (ia partícula tle (0.olhidos para o siibcoiljunto liaja. 2 . (Generalização do 2U Lema ({e K. se Hiigo não deseja ter aiilas erri dias consecutivos? 7. Solz~cão: Hiigo cleve escolher 3 dos elerilentos do conjrinto domingo. y .oasecii~ivos seilclo o domingo e o sábado dias e conseciitjvos. O iiíimcro dc modos dr! fazer isso i : Exercícios 1. sesta. tomando n. cliiaiitos são os ti-iiingiilos ciijos vbrtices são v&i. pode se movimentar para Y oponto (z + 1 . 2 . lielo menos r . c os quc não contêm nenhum rios clementes { 1 .onseciitivos do deciigono? 3. zero não ~iorlernsei adjarenles'? .3 Cap.4 O Princípio da Reflexão Uma particiila. 5 ..7 6 Outros Métodos de Contagem Cap. que iiao possuem duas letras n coi~sec:ii tivas? 2. (Genet. .adciras arljacentes? 2. entre fi e 4 há ti. subado. .su kcoi~juntos de { 1 .iihciilar. = 6 . . Excmplo 3. .! quarto. não podendo escolher dois dias c. em 15 cadeiras coloc. . C S s i d e r a r i d o 1 e 71 coino caiisecutivos. por exemplo. .erria de Kaplansky}. De qiiailtos modos p o d ~ m o sformar lima seqiienr. cst. igual a De qiiaiitos modos ~iodcmos formar. terça. .5.lima setli'iencia de p clcmentos iguais a 2. quinta. De íliiantos modos 6 ~>ossível formar iim p-subconjiiiito de ( 1 .oitiuiito. ?L) de modo cliie entre cada dois elementos csc. De quantos modos isso pode sei. segunda. . enlre 5 ct 1 h& iirn elemento.0) a (6. ) .a. (1 elcnientos iguais a 1 P r elementos igiiais a O se dois elementos igiiajs a zero não poclcm scr adjacentes? 4.Nesse caso.alização do I " J.8: Hugo deve ter aula de tenis triis vezes por seniaiia.

O) e a (10. D :(:c. li& 120 niodos de marchar a apuraqão.4)'! Temos S + D = 10 e S . - O niinicro de trajetos i. todo trajeto do ponto (0.O) a ( 8 .1). eni unia eleiqão com 2 candidatos S e D e 10 eleitores.O) e o primeiro toclue na reta y = -1. +~ OU de descida. . de qiiantos modos pode marchar a apuração'? O gr&fico ii1dic. D = 3 e a Parafraseando. c) Fig. . Dai S 7 c D = 1.. -2) até o ponto (10. Logo.O) a (10.4 Quantos desses tsajetos tocam na reta y = -11 Os movimentos permitidos para a partícula são de subida S: ( s . IJma interessante paráfrase desse problema e a seguinte: numa eleiqão h á 8 eleitores e dois c:andidatos. a abscissa da partícula avança iima unidade. lima reflexão em torno da reta y = -1 do trecho entre (0.O) o primeiro toquc! na reta y = -1) em iim trajeto de (0. a qual 6 vencida pelo candidato S por 4 votos de diferença. 1'01. G ) devemos ter S D = 8 (eni cada movimento.4) que toca na reta y = -1.1 do trecho do trajeto entre (0.D = 6 (cm cada movimento de subida a ordenada aumenta I iima iinidade e em cada niovimento de descida a ordenada diminui lima iinidade). -2) até o ponto (10.O) a (10. y ) quantos votos já foram apiii-ados (z) e qiial a vantagcm do canclidato A (y). Clomo de (0.l) no gráfico do trajcto indica que quando o 3'voto acaba de ser apiirado.O) a (8. a presenç. transformado. o total de movimentos de subida e descida deve ser 8) e . de siitiida ou descida. S resposta 6 L : 7. Se o candidato S ganha por G votos CIF! diferenqa.D = 4.3 Outros Métodos de Contagem 79 b) Quantos são os trajetos de (0. P) 4 (s + I . o candidato S tem iima vantagem de um voto.4) qiie toque na reta y = -1 pode sei. Para qiie ela v& de (0. y .4).1 . + Todo trajeto de (0. em um trajeto do poi~to(0. 3.78 Outros Métodos de Contagem Cap. P?' 8! = -= 7!1! 8. 1) N a figura 3. por lima reflexão em lorno da reta y = . Reciprocamente.4) (um tal trajeto obrigatoriamente toca n a reta y = -1) pode ser transformado (poi.a do ponto (3.TJ) + (x t.a cm cada ponto (z.rito pela particula foi SSDSSSSS. exemplo.4 o trajeto desr.6) siia abscissa avançou 8 iiiiidades.

a~ são as filas CIIIF: ter20 problemas dri troco se a.am ila reta ?J = -1 6 igiial ao ilíimero de caminhos de (O. no milximo. 10 I e1ci toses! vcncicla ])~310 caililidato S por 4 votos de diferença. Sejam esses ní1rner.9: Dado iim conjunto de 13 pessoas. ~ rr~cixirn. . 101 iiíirneros ao acaso.iiic~ma. 11 = 2 9 e 1> 6 iini dos inteiros E ímpares 1 .inteiro n se escreve sob a forma 11 = Y b .aqões possívcis crn algum rm momcilto ele ~ s t A desvantagem. . Se 1 7 r2 < 1-1. h-umafiladec.ão.3 Cap. - 4 2. . A i.o.lorom dois c:antljdatos. 1iá dois níinieros tais qiic um d ~ l e s divide o oiitro. Esse íilt imo i: fác:il de calciilai.o .] = 2"Ib c 1i2 = Y 2 b .~. No <-:iiLi~~it. 3 .200).rve. . . Militas vezes.. 199.ri.00. cmpata) (Iestle o piirneiro voto apurado'? r ) Nas cliiais o caiirlidato A permanece seniprt-! eni vailtagerri oii empatado com o candicli~toI ] ? Exemplo 3. 5 . -2) a (10. : = 45.. escolherrios 101 números.aseaiido. que qualcluei. ..i. li) Nas quais o c. . o i~íimerototal dc objetos nelas colocados O será. o quc sc deseja E: determinar a existencia oii ilão clc conju~itos satisf. Exercícios 1. 1 ~ 1 divide t z ~ . 7 1 . Exeniplo 3. Soluçio: Obse.00'? de Exemplo 3. Mostre que pelo menos iim dos segmentos qiic eles determinarri tem c:ornliriniento mcnor clue oii igual a a. .~zei~do ccrtas proa priedades. 2 . a) Qiiailtas s8o as filas ~iossíveis? I)) Qiitiiltas s%o as filas cyiie terão proiilcmas de troco se a I->illielt~i.iao m t ? p a ti-aliall-iar. O cliie coriclui a demonsti.S D . Temos . . ern 45 das 120 possivcis nini.11: Esc.10: Escoll-ia.c. dois deles Lerão o mesmo h. Ora. r i . Se r i < r 2 . o Princ'ipio rlu. um objeto.3 .i . 2 16 = 2 4 .. . . Prova: A thci~icaiisi-lda l i x a iesolvcr a liarte c) 6 conhecitia pelo nome (IP Pi-iiicíliio da R.4).Ç + L ) = 10 .has da . Por exemplo. { I . conterci y ~ l o mcnos dois objetos. Se. A e i ~ t r a d a ciista R$ 5.olli~m-se ~ i o n t o s acaso sobrc! a superfície 5 ao de u m qiiadrado tie lado 2. em O Princípio das gavetas de Dirichlet: Se l i .o 45/120 = 37: 5% das apiii. 0 0 ~ ~ i ( 1 i . .25.~ietascntão pelo m e n o s uma delas 71. - Pai-afi. pessoas t e m r i o t a s d c R S 5 . c . o ci~ndidato perdcdor c!rri algiiri-i ii~omeiztoc3stevt3 em vantagem.~ gu.OO. objetos forem colocados em. onde r é iim iilteii-o não-negativo e .1 ~ 2 divide 1 1 1 . em primeiro lugar.Lnece e r r i vantagem (nem sccliici.iaseilgailarii. o que 6 lima coritradição. l i ll-ietcria comcqa a trabalhar com rliias i ~ o t a s R$ 5.iro ímpar.aç. 36 h 22 9.or. P ~ i i r i i a <?I~iq.. no máximo.lildidato A vcncr ]ioih 15 x 5.lis si ir-do) Se cada iima das gavctas contiver. há 20 eleitores e o c.cfl~xão. 6 iirn inte.I gu. E iil tt~i-essanlc? ol~sei-var como as apai-6iic.5 O Principio de Dirichlet A Análise Cambinatória não se ociipa apenas com a contagem cie elementos dc coiljuiltos. entre os i-ifímeros escoll-iidos. Numa tlleiqão com dois caiididatos A c B . 2 . O candiclato S terri 70% da votaqão. 711 < n t ) 11(lssoadtrn-i notas dc R $ 10. ZOO).sem troco? c c:) Qii1-lnt.andirlato A 1ierm.3 Outros Métodos de Contagem 8 1 Acaliamos de provar qiie o iiíimer-o cle trajetos dc (0. (por .r 0 Outros Métodos d e Contagem 3 Cap.. há 100 ~iossibilidadespara b. Mostr-P clii~. 25 = ' . IJrna ferramei~tasiinl>lcs para resolver algui~sdesses problemas i. dentre os elementos r10 conjunto { 1 .v~lrasd~ Dirirhlet".O) a (10. Qiiantas são as marchas da apiiraqão: a ) I'ossívcis'? Assim.liiii-aqã.rspostil i P 3.4) (111~ i.6: sriiilo S = 8 II = L. se ?i. pelo menos • duas delas aniversariarri rio mesmo n i k .

3 6 . portaillo.1 gavetas.os iguais. I = i). .s pessoas coi~hece t. Most r-e q11e existem nattir'ais r e 1.+i f h + a [ é miiltiplo de nt. n 2 .3 Cap. 2 . Então é mííltiplo de nt e o resiiltado está demonstrado O princípio de Dirichlet pode ser reformuIado do modo seguinte: .o colocados em ri. + + Soluçrio: Divida o riuadi-ado de lado 2 em cl~ialroquadrados de lado 1.1)/tã] objetos.82 Outros Métodos de Contagem Cap. (Obs.?e nt objefos sã. que chamaremos de Si e .onhecem O outras. no máximo. . níimeros inteiros ( n > 1).12: Mostre que cirii um c. deixará o i-csto nulo.. na 2" gaveta as pessoas qiie conhecem 1 outra. . tais qiie (L. Os restos possíveis são. Apesar de termos 71 gavetas. ) nenhuma dessas somas divididas por ni.1 pessoas então é impossível que haja alguma pessoa c.ociipadas simiil taneamente.) ! Soluqno: Observe.. que se alguma da. . em s~. ou i seja. "c.13: I dado iim conjiinto A = { a l .a. pois pela segiincla observação H. qiie clivididas por na cleixani rest. pelo princípio de Diiic:hlet. . ri. a demonstração está concluída (nesse caso r = 1 e I j . A distância eiitrc esses dois pontos será no máximo igual à diagonal do quadrado qiie 6: h. 5 I <_ nz. as ? L pessoas são colot-adas em.oiilicceiido O outras. .: Se n conhece b .ximo 72 .3 Outros Métodos de Contagem 83 Soluçio: Considere as somas Fig.o que conclui a 1 < 1 .Sj. Obscivc.1 outras.jiinto de ?i pessoas há sempre duas pessoas ~111~: c. pelo mcnos dois pei-teilcerão a iim mesmo cliiadrado de lado 1. .oilhecetn exatamente o mesmo número de pessoas da conjiinto.a..l ) / t t ] -i 1 objetos. Dos 5 poiitos.odas as oiitias 71.1.. Como há n somas e h k apenas na . r] [(?!L. . na ?ia gaveta as pessoas cliie conhccem ~t . -i.onheccr" i iima i-elaqão sim6tric. ~ o que é lima contradiqão. primeira e a iíltima das gavetas não podem ser.1 das outras pessoas. n . Prova: Se cada gaveta contiver no máximo então o níimero de objetos serii no mikimo Exeniplo 3... há duas delas. entiío pelo menos urna gaveta contém [(nk. Suponha i > j . =j + 1.on.) de ? . WL Se alguma dessas somas (digamos S j ) for djvisivcl por nL. . quc qualquer das pessoas tio coiijiinto coiihecc: no mínimo O e 110 má. IJsenios agora o principio de Dirichlet pondo ila 1" gaveta as pessoas que c. gavetas.1 restos possíveis. . - (1. . 1 . em primeiro lugar. 1 conhece a . . a. Caso contrário.guiido liigar. (Obs: [x]í! o maior iiltciso menor que oii igiial a z). Exeniplo 3.

. algiim n i 6 maior qiie oii igiial a 100. p d o menos 4 pessoas tem o mesmo signo.u. os qirais estão pintados de branco 200 ou de lireto. Gire A dc um sctor (isto i de 3Ci0°/200) maiztendo B fixo.No clisco B não sal>emos rluantos setoi-es são braiicos. rodando o disco A .~n.ssim. Solupio: C:om efvito. objetos n a ?i. em algiirna posiqão o iiíimei-o de coiilcidEncias 6 maior qiie oii igiial a 100. havcilt 100 posiq-õcs em que esse setor de 1 ter& a mesma cor que o r:orresyontiente setor de A . cliie p Excrcicios Em siima. h Sejam gaveta.fixe iim setoi. Daí temos Daí. + + + + uma d a s ga.nativas por qiiestão).(CZ(JJ = 100 x 200. cada um deles dividido e n ~ setores igiiais. de Prova: Colo~~iic? sobre R . fossern menores que p + 1. e Se a riihdia i n-iaior quc 99.io o níimei.terd pelo m.-esirno.vetas con. Coloqiiemos o disco A sohi-e o (lis(:o B . ternos ni = 40 P ? i = 12.I--I L ~ ~ ) / T Ifor rna. .re . O o qiie é iima coiitradiçiio.15: São dados dois discos A e B .. . se iirna mPdia aritmética de números for maior O então pelo mcnos iini dos iiíimcros 6 maior cpe 1-1.. m.antliciatos responderam dc rriodo idêntico as k primeiras questões da ~irova". No disco A hii 100 setoias lii-ancos c 100 setores prctos. (LI + n2 + . 3 Assim o número total dc coincidências scrri.3 Cap. Prova: Se todos os (L.14: Em iim griipo de 40 pessoas.. Qual é o 2. terianlos Com er(+ito. Conside..kdia f nl a2 4-.~e CL. lima prova do veslil'iiilar (25 questões de múltipla-escolha com 5 altei.20: "Pelo menos dois r. E m u r n a g a v e t a h á . em ordem dcscoi~hecida.1 ubjetos. ou se-ia. E. ccilovando cada pessoa (objeto) na gaveta do 'scii signo. . 5 n p . Seja nl o níimero de setores soA lirepostos qiie tem cores coint:identes. 11. obter iirna posição na qiial pelo meilos 100 sctorcs de A tenham a mesma cor que os corres~ion(iei~tes B. 12meiasbi-an<. um. Chiltiniie com esse processo ate obter Ei11. O possivcl cntão. de modo que os setoi-es dc! A ficliism exatameilte sohre os setores de 1. gaveta. i" gavetc~. + (L. do disco U (preto. Exemplo 3.enos p 4.o dc: setoi-cs de B . Logo.3 - Outros Metodos de Contagem 85 Exeniplo 3. 100 vezes o ní1mei. Em siima. Quantas meias devemos retirar ao acaso para termos certeza de obter um pai. Coloquemos objelos n. pclo menos iima gavrta c o i i t ~ r á 40-1 + 1 = 4 o l > j ~ t o s .. i n t ~ i r v positivo dado.84 Outros Métodos de Contagem Cap. Svja então rt2 o i~rirnei-ode se! tores solrirepostos cliic t6m cores coincidentcs.de meias da mesma cor'? 63 127 cai~didatosromprti-eccram a. Como A tcm 100 sctores pretos.o total de coincidiincias 6 C L ~ n2 .^ c s g a p.ior que p.-I afii-rnaq... sucessl:~iam. at& E n l â o s e o. nz objetos na P g a v e t a E: a.as(? 12meiaspretí~s. por exemplo). l-iclo mcnos um dos ( t i é também maior ! que 99.

+ 7.86 Outros Métodos de Contagem Cap. 1 1 . I )-siilric. na base 10. . 10. 8. Prove qiie todo níimei-o iialiiral tem um míiltiplo que se escreve.l ) x existe uni c. . . 2. apenas com os algarismos O e I . . no máximo. Prove que qiiaisquer trks semiplanos. . . 9. 11. em algiim desses subconjiintos existe iirn elemento que é igual a a soma de dois elementos. . pelo meilos uma partida por dia mas não mais CIIIF! doze partidas por seniaila.3 Cap. Mostre que cada iirn dos inteiros { 1 .2. .3 Outros Métodos de Contagem 87 maior valor de k para o qiial podcmos garantir qiie a afirmação acima é verdadeira? 3. pelo menos 1in-i dos segmentos determinados por esses pontos teni comprimento menor que 2. n ) est.ididalos responde. . são inteiras. : 1978) í! par tido em 6 subconjiintos. Prove qiie se o corijunto { I . Um mestre de xadrez: preparanclo-se para iim torneio. . Prove rliie existe iirn conjunto de dias consecutivos durante os rliiais ele joga exatameri te 20 partidas.onjuilto de oito pontos inteiros do R" tais qiie i~enhiim(10s pontos n16dios dos segmentos que ligam csses pontos í! inteiro. l/tt. : 11) De iirn exemplo de iini c. . 3 2 . . TJrn ponto (x. .e 1990 pontos em um plano. 5 . Sejam z um iliirnero real e 11 iim inteiro ~iositivo.iija distancia a algum inteiro d. Mostic cliie o ponto mkdio de algum dos segmentos que ligam esses pontos i inteiro. do mesmo siibconjuiito. C!onsider. Sz. 2 . conjunto de dez inteiros positivos de dois dígitos cada. Prove qiie em qualcliier coniiinto de 52 iiiteiros existe iirn par de inteiros c i i j a soma oii ruja diferença é divisível por 100. . . S e j a ~ ~ i i m i n t e i r o í r n p a r r n a i o r q u~ l q j a A es iiriiamatriznx t z simetrica tal quc cada linha e cada coliiila dc A 6 formada pclos níimeros {1. (11 . não iiecessariamenle distintos. 4.les coiitérn mais de 1327 desses poiltos. 13. Mostre qiie em todo ( 1 1 . joga. Qiial é o níirncro mínimo de pcssoas cluc deve haver em iirn griipo para c l i i ~possarrios garantir cliie nele haja pclo menos 5 pessoas nascidas no mcsmo mks'? 6. 12. 2 n ) há tirn par de elemeritos lais qiie iirn deles divide o oiitro. i possível obter dois subconjuntos disjuntos ! ciijos elementos tem a mesma soma. . 14. . . z ) do R ' 6 inteiro se todas suas coordenadas y ~ a) Consiclere iirn conjrinto de nove pontos inteiros do R3 . Refaqa o problema antcrior para a afirmaqão: "Pelo menos 4 ca. Prove que dado cliialcliiei.ritos em alguma ordem.. Mostrc qiie se escolhemos 800 pontos dentro de um cubo de aresta 10. ) aparecr na diagoiial principal de A. tkni iiiterseqão não-vazia. 15. durante onze semanas.Mostre qiie enlre os níimeros s. .onjunto de {1.2.ram de modo idêntico as k primeiras questões da p i-ova" . . tais cliie cada um cle.

de C12é 'cF2. Justificativa: Consideremos um grupo forrnatfo por uma mulher e n homens. elcm. o elemento da linha I L e coluna p i! C. em um.4.$.qunis. terrios formado pelos iiúmeros Cg (chamados ~Vumeros Binomiais. Números Binorniais Cap.i-p (que está na linha rc atrasado em p coliiilas em rclação ao fim da linha) são elementos da liiiha ?L que estão situados err1 posiqõcs ecliiiclistarites dos extremos. somando dois elementos con. Portanto C: (que rlst. : Urna pi-o~iriedade dos niímeros binomiais que nos permite construis rapidamente o Triângulo de Pascal 6 a 71. 4.1 O Triângulo de Pascal Chamamos de Triângulo de Pascal o quadro Como o ilúnirlro total cle siibgriipos ti! a sorna do níirnei-o de subgriipos dos qiiais a niiill-iei.4 Números Binomiais 83 um subgrupo formado por p 1 pessoas 6 ~1). O níirnei-o de modos de selecionar nesse grupo Relação das Conibiriações Coniplcrrieritares: C: = Ou seja. O iiíirncro de modos de sclccionai. Se contamos as linhas c colunas do Triângulo começando em zero.e por p homens C: 1 x C = C$ e o número dc modos de selecionar um : subgrupo de p 1 pessoas formado só por homens ó C:+ + + '. Assim. Coeficientes Binorniai. a . por c?xemplo! a comy lemeiiti-li.os como Cz e C'::-p são clzamaclos de Combinaqões 4 Gomplemen talrs.9 d o s ~zttrmo.s ou ainda Numeros Combinatdrios). na linha 71 avanqado em p coluna sem relação ao inicio da linha) e C. 'TL+ + Rclagão de Stifel: C: + CP+' :=: C' 1 Ou seja. Repare que no triAngiilo dc Pascal a lirilia ? L chomeqacrn C e ter: mina em C::.á.iini subgi-iipo formado ~ielamulhci. Númet.s i o i.secutivos de uma mesma linha oblemos o e l e m e n t o situado abaixo da última parcela.cntos equidàstantp.o de siibgrupos dos quais a miilliei não participa.participa coni o 11rirriei.n rnes~na linfia d o tricingulo d e Pnscnl.

. + + C: 6 o níinicro de siibc.. x 2 .olhido para o subcoi~juiito)oii com o sirial .2": p1.(iiidicando que o elemento não foi escolhido). Mas.. : Teorema das Lirihas: C. .-i. 4. para formar um subc. Então C: C: i C: .onjunto de A = {1. . Como o iiíimei-o de rnodos de marcar os clementos é...k ) ! . 2 x 2 x . + c. ." é o níimero total'de siihcoi~iintos(1s A .+ .90 Números Binomiais Cap. .. L . . ?a vaie YL.+ c. a soina dos elernel~tosda. ? a } devemos marcar cada elemento de A com o sinal + (iiidicanclo cliip (i elemento foi csc. .4 Números Binomiais 91 Jiist ificativa: O C! f . 1EI i ~ o to C g1 . . .:= y l .2. : elel~lell C ~ I esta to I ~ avaiiqado irrna lililia e rIin.C:. . O 1 Orl seja. n ) . liiilia. .oiljuntos com p elementos do conjrinto A = (I.ovamos C ~ U C iliimei-o de siiliconjuntos O de um conjiii~loroni 7 1 elerrientos C! Justificativa: + + Teorema das Colirrias: Exemplo 4. a solna dos c l e l n c ~ ~ lde iiina ctiliiiict do tiliAiigr1lo (cornqa~ido t~s iio pi<inej~*o c-IIeii~~ii d a C'OIIIIIR) i . .i C = 2'". .z coluiia sobre a iiItiina liarccda da soma. .1: Soluçào: + + c. Qiial 6 o valor da soma L i Fig. . C: Ou seja.2 ?L = k= 1 C"(i' (?t - I)! Justificativa: Apliqiiemos a relaqão de S tifel aos elementos da I)!(?.

k-1 Somaildo (c simpli fic. . ~ de prodiitos de inteiros c:oiis(?ciitivos. isto é: vamos tc.-tYL2*? Soluçâo: A sorna lirdidit 6 ( i = CkZ.2: Qual rl: o valor da soma Então. Excniplo 4..3: Qiial 6 o valor da soma S .Vamos tentar Iraiisforrriar o poliiiômio do 2v grau k 2 cm um polinomio do 2u grau no qual apai-eqani c n vez de ~~rocliitos iiiteiros iguais.1'L+22+.4 Números Binomiais 93 Exemplo 4.aiztio ~ > a r t : ~ liguais qiie apar-eccm em as merribrus opostos) obtemos O exemplo anterior iios rnoslioii como c~alculailima soma na qual cada parccla 6 iim 111-ocliitorle inteiros coi~secutivos..92 Números Binomiais Cap.iltar oljtcr uma identidade clo tipo Temos isto 6 .

ori:diJ) 6 igiid :%c) e1einenl.- + c:+p c:+.94 Números Binomiais Números Binomiais 95 Excrnplo 4. do tl-iiiiigiilo de PczscnI (c»meçaridn tio pi-iineji+o eleineri tu da diag... iiina Orr seja.+ c. + c. parcclrt. - . 2 t . t.. : d e 111na paiaiela a Iiipo teririsn). .4: Calciilc o valor da soma Tecweina das Diaggorinis: Temos U 1 c.... a soina dos elein(?iitrisde ~Ijl-~g'O~id (isto ..o gile c+sstá iinediatamente abaiso da iil tiina.

sinal de o 1 .e o sriguiiitc é faz s ~ i l t i d o 13a1.) e que 1 3 segunda :' x metade os elementos V S ~ . CZ" - CT. O Ilri-i oiitr-o fato irnl~oi-la1-il. desde qiis p seja iim inteiro positivo.ilrei-r. - 1 .4 Números Binomiais 97 Como r r ! . : xia O que sigiliii('a esse teoit~ma? l < l ~ aiirnia qiie El. C > C:+'). Logo.2 p < O: Fig. por exemplo.-irnosesta. 6 C+ .JI)! são ~iositivos. ( p o rilesmo dc r i + I)! - c ( 1 1 .7 ) ( h ) (-6) = 71) 4! .õcs Clomplcment ares.rr real. i - ( i )( .3ti N Úmeros Binomiais Cap. Justificativa: Ti'rr~ios lirimeira metade dc cada linha os clementes cstão eni oi.?i rtwl e cliialcluri. % Ocm orckxn cleci-csccilte (cada termo í! maior que o anterior. seqiio com algiimas oLscrvaqõ(~s: u expressão iisantio s i i c e s s i ~ ~ a nte C:oml )inaq.p in teiio liao-iiegativo o 1)iiioniial de ? L sobre p por J i i s t ificativa: Assim. temos () . Defini I-(\moscilt ao para rlualquci.<lemcrescente (cada termo Ê mcilor qiic o scguiiite.a qiialrlriri. o Teorema i~il dris Cloliiiliis c C:onil>ii-i.C. C: < C .-lyões Clon~pl~mcntares..2 p . < O se :' ri.

al qualquer e p inteiro não-negativo. e 4. escreva as sete prirrieiras linhas do triâilgulo de l'ascal. P! continua tendo sentido.. e o Terirema das Diagonais um real cliialc~iiei' p inteiro não-negativo. iliimero de p-siibconjuntos de um conjunto c.98 Números Binomiais Cap. íliie E interessante observar qiie mesmo sc n não for iim inteiro não-negativo coiztjnua sendo verdade a Relação de Stifel supondo 71. 6 igual a C. Enquanto qiie o Teorema das Linhas 5. C: não tem sentido mas 2. Determine iim c! r:onj iinto qiie possiia exak arnente 48 subco~i-\ o Teorema das Combinações Complementares juiztos. supoi~do urn re. Se ?a iGo 6 inteiro não-negativo. Quantas soliiqões distintas . por um processo análogo ao iisado no texto para provar a relação de Stifel. X k um subconjiinto não-trivial de A se A. não têm sentido se ?i. Se A possiii 5 clemciitos. fazendo as contas. Prove. Prove. 6. fazendo as contas.( - 7 .A e X # 4 . solíiveis em ágiia e incapazes de reagir entre si." ( ? L p + 1. X é um subronjunlo prbpi-io de A sc X C A e X # A . qrie ( . : n o Teorema das Coluilas S . ilão for iim inteiro nãenegativo.om n elementos. que C = C7ldP. usando um argumento combinatório. Prove. 3. cluaiitos são os siibcorijuatos ~>ro~-ii-ios dc A? Quantos são os subconjiintos não-triviais de A? 9.C A ti X j/. Prove. 1Jsando a relação de Stifel. Tem-se Ta comprimidos de siilistkncias distiiitas. a relação de $tifel: É claro que se 7t í: inteiro não-negativo. A possiii 512 subconjiintos. 8. cliial 6 a ní~mei-o elementos dc! de A? 7.4 Números Binomiais 99 Exercícios 1.

~ da ?I.escrito na fo~. Tem-se lima rede de caminhos (figura 4.. C:alcule o valor dc k=O 15. Prove q i i e todo poliomio P(:c) de grair p pode scr.ten? 21000 homens.'? 14. 17.100 Números Binamiais Cap..rria 19. Do ponto A pai. i i ~ d ~ ~ qO a ! ã Tcorcnia das C:oliinas.feitos a partii. O mesmo ocorre cm cada ci. .irrieiro r. A 4 o zetho&imo ci. t C ? L ' - .C..4 C a p. Ao chegar ao pi.hegam ao késimo criizamci~to 1inl-i. C:al(:iileo valor de 20. Em uma sala h# 7 liirnliadas. iisaildo iim ai-giimento c:omI)inatí>i..io. Mctade parte ila dircqão I! c mctade ria diieqão ni. 11.iilc o valor da soma Fig. Quaiitos (:oqucteis (mistiii. C a l r i i i ~ valor de o I1 k k 2 C. Prove. 1)m. Prove. .uzameilto da linha zcro. Calc. Pi-ovc. Quantos liori~ensc. Calcule o valor da soma 25.as cle duas oii mais liebidas) podem sei.4 N Úmeros Binomiais 101 po dc~m oli tidas dissolveiido-se iim oii mais desses cornpr-imidos serem iini copo com ágiia? 10.riizameiito cada gi-ripo se rlivide: lima metade segiie n a riiiec.de 7 ingie(1ienles distiiitos'? 2 1..~zamento.i-to1 : a outra na direqão nz.. C:alculc: o valor de O 1 S = C. 16. assim.t. 22.4 2 3 . por indiição. C:alcule o valor da soma 18. Niimrvemos as linhas e os r:ruzamcntos e n ~ cada lii~liaa partir do zero. 4. a l~í>i. Dc cjuantos modos podc seiiliinii~iacla sala? a ?L 13. o Teorrima das Linhas.4).mula de Eide~.

Prove..L--= FTItl+ I.c.. seja máximo. J3etei. 34. ..ul lal qiie 1 < 27.) 35.+ c.4 Cap.4 Números Binomiais 103 26.-'c. Calcule o valor da soma s = O 2 c. 4. . p < ?a. Fig.. 32. dado) é nxiximo? 40. 33. Det.. Prove qiie 29...'? 11) Foi-rnados todos os p-siibc:onjiintos rle A : erri cada iim deles eoi~sidcia-sco clem~iitoniínimo do sii1)r:oiljuiito.. a partir da Fiii-miila dc Eiilei.erna das Diagoilais.. 2~ 9-P Resolva a eqiiaqão C15-p= CIR-p.. Y ara cluc valor de k . a Fiirmula de Lagrange (1736-1813) Provc cliie &. !?i.c. Qiiaiito vale a media ari t~netica clesses míi~imos'! 36.I'eoi..ermine p liara qiie Resolva a ccluação C:] 31. + 4 a) Qiianlos são os p-suliconjuiltos de A lios cliiais o elcmerito mínimo k igiiãl a I.5 Provc.102 Números Binomiais Cap. A i: o conjuiito { 1 ! 2 .mine p paro. . que seja máximo. Prov~ qiic-!em cada coliiiia ( ~ x c e t o c..oliina zero) os elemena los do trikilgiilo d~ Pascttl estão em orrlern crescente.. O nfimeso de Filioi~acciI.. e p 6 iim natut. -1 .. por incliiqão. c. o '. 37.c&-1 - 30. i: definido como a soma dos elemeritos da 11-@sima"diagorial iilv~rsa"do Triâi~giilo Pzlscal: de (11.

cleii. parcelas iguais o. 1 6 (z+n)'=la ox 1 i . . O termo em x 2 é .5: Olhando para o triângulo de Pascal Obtemos ( z + a ) O = i a Ox O = 1 i) O dc?seiivoIviine111. Eirtão ( 2 : n)'l 6 uma sarna onde há.k (-10s ~iaiílnteses o piodiitn será igiial a n z c (O k 7 1 ) .4 Números Binomiais 105 4.inos clo cleseiivolviir~c-11 iin or-dein aciina os to (isto 6. escol11ei.l a1 z o = x + a (x + a ) 2 (i.5k = 2.6: Determine o coeficiente de x2 no descnvolvimento de (x3 .a)" siio os e l e do t i . Isso p«<ie ser feito de rnodus.l/s2)'. para cada k t O 1. nk:eTL+li. Solução: O termo genérico do desenvolvimento é Cada termo do produto 6 obtido escolliendo-se cm cada yarkntescs u n ~ oii iini n c ri~iilti~ilic. k 71-k est:olhido erri li. L } .4 O = la"s2 Prova: Temos Exemplo 4. + + 2a1s1+ l a 2 x 0 = x 2 + 2 a x "I-.mos n cm b: dos ~ ~ a r k i i t ~ sz sse14 se c . . 2 + a ) 3 = 1a0x3 + 3a1x2 -1. . . .2 O Binôrnio de Newton Exemplo 4. islo < < (i) (1) + No termò em x 2 temos 27 .sscgiindo as potGiicias decrcsccrites de s ). k = S .1) (z -1 a)" possui ri. + 1 te]-mos. Para cada valor :c os de L-. iii) E~scr-c+vr~idci tei.aiiclo-sr escolliiclos.i e r l tos d i l i l l l l i ~ I .3.zdo. d o Triiiiigl~lo ~ I d~ PEZSCFLI.dcri: I.O 5 k 5 ?i.3a2x1 + l a 3zo = x 3 -1. k .x2 + 3a2x + a3 (x + a ) 4 = 1a0x4 + 4n1x3 + 6u2x2 + 4a3x1 + 1a4x0 = 24 + 4as% 66G2 + + . o tci-ino d c ui. oi. de ii) Os cocilicic~iles drscrivolviin~ritcidc? (z t .104 Números Binomiais Cap.

Se na fórmula dá do binômio fizermos x = 1. a soma dos coeficientes de iim polinõmio em z é o valor niimérico do polinõmio liara x = I. (66 .7: Determine o termo máximo do desenvolvimento de ( I -t. Principio da Iilclusão. • temos Exemplo 4. 1 < 16.Exclusão.651.126.10: Calciile: 65 1 Segue-se. O ternio geiiéi-ic..9: obtemos Se lia fórmiila do l-iiiliimio fizermos s = n = 1. .k ) ! 3 k ' (k . . usado i 0 1 Apêndice 1 para provas o O isto é. 66 . portanto Tk+l > Tk (o11seja.2x2)I5? SoIi~ção: Ora.4 Números Binomiais 107 Resposta: . 113)'~. cntão.2. Logo.. se Solução: . analogamente. c~uc! uma oiilra prova do Teorema das Linhas.k > L . . Exemplo 4. A resposta k . isto é. 3 . Logo.18. • Exemplo 4.1)!(66 .1. . Tk+i> Tk : para k f (1.4 Cap. Tk+l < Tk para k f {17.106 Nijmeros Binomiais Cap. .k)! 3k-1 Assim. isto k . cada termo 6 maior cliic: o anterior) se Exemplo 4.s. que o termo máximo 6 ti^ = (li6)5"65 Resposta: (iB) 1 v. .k)! ! 3k 65! rliie 6 resultado importante. Solução: ~ ( 1= Ao ) + A1 + AP + + A?&.8: Q i i a l i a soma dos coeficientes do desenvolvi! mento de (x3 .0 do desenvo~vimentoé Em suma. 16) c. n = -1 ol>temos k ! ( 6 5 .

temos + a)" ordenado de e Derivando obtemos Dai resulta Multiplicando ambos os membros por x obtemos 'n / \ c) Fazendo s - 1 em b) obtemos Portanto.o coeficiente de T pelo expoente de x em k Tc.ordenado do modo usual." 2 que é a resposta. Calcule a soma dos termos de ordem par. e dividir o yroduto pelo expoente de n (em Tk) alimentado de um unidade.4 Números Binomiais 109 Exemplo 4.12: No desenvolvimento de (x modo usual. diminuir o expoente de x em uma unidade e miiltiplicai.11: Considere o desenvolvimento dc (x i. para obter Tktl partir de Tk basta aumentar o a expoente de n em iima unidade. segundo as potências decrescentes de x. = (x + a)'" 2 (x -0)'" I O Uma soIução mais sofisticada seria Exemplo 4. Solução: Temos Daí e T +T4 + . Por exemplo.108 Números Binomiais Ca p. Isso nos permite obter rapidamente desenvolimentos. desse desenvolviment o. isto é. .

para todo n tal que Inl Determine 0 c.se (veja algum livro de Cálciilo qiie fale sobre a skrie Ginomial) qiie a fórmula acima i valida para todo x tal que 1x1 > Ia]. o desenvolvimento de possui um termo independente de x'? 2. Determii~e termo central do desenvolvimento de o 7 Para que valores de . 6.4 Cap. Exercícios 1. . Determine o coeficiente de x 3 110 desenvolvimento dc é válida ainda que 11. ! por exemplo.110 Números Binomiais Cap. C:alciile a soma dos coeficientes dos tcrmos dc ordem par do desei~volvirnentode (2x2 .) 2 ( 1 + x ) ~ ~ . li.4 Números Binomiais 111 Os c-oeficien~es foram obtidos assim: 3 Determiiic: o termo iiidependente de . 11. niiio seja um inteiro positivo. da b) Supoiido-o ordenado segundo as potencias decrescentes da primeira parcela. i 4. real. Qiial i o maior. (i . 5. Calcule o termo máximo e o termo mínimo do desenvolvirncnto de (1 -t 1/2)lZ0. Determiile a sonia dos do desenvolvimento dc C a) Stipondo o desenvolvimento ordenado segundo as potências crescei~tes primeira pai-cela.r no desenvolvirnento de Encerramos esta seção observando que na realidade a fórmula do binômio 00 . Detcrmiiie o quinto termo do desenvolvimento de 8. 9. Assim. . 10. Determine o coeficiente de x28 no desenvolvjmento de (X + qZ0(52 .3?/)".1y. Prova.oeficientc de 110 desenvolvimento de < 1 c todo ti.dos nítrneros ! tr= 10150 P h = 1 0 0 ~ ~ + 9 9 ~ ' ? .

Partindo de e igualando coeficientes adequados. e igualando coeficientes adequados. Calcule 6:~~. 2 ) tais que Y C Z C A? 24. 21..4 Números Binomiais 113 12. + On]ímpar para todo n natural é (Obs: 17. Calcule o valor da soma 16. prove mais uma vez a Fórmula de Euler 14. Caicule o valor da soma 22. prove mais uma vez a Fórmula de Lagrange: 19. Prove que [(2 [ ]=parte inteira). Calcule o valor de: 15. A é um conjiinto com n elementos e B é um seu p-subconjunto. Partindo de .112 Números Binomiais Cap. Prove que 4747 + 7777 é divisível por 4. Demonstre por indução a Fórmula do Binômio. Determine o coeficiente de x6 no desenvolvimento de 20. 25. = qP? 18. a) Quantos são os conjuntos X tais que B C X C A? b) Quantos são os pares ordenados (Y. Calcule o valor das somas 23. Qual é o termo máximo da sequência de termo geral a.

(n:2 + sx . O termo ~(1'222. nz dentre os que soI>raranlpara pttgw-mos o n. .( n l .4.4 Números Binomiais 115 4. n..pegarmos o z J para fatcli-. . Prova: O terrno genérico c10 prodiitri é obtido escolheiido-se em cada parênteses iini x i e mi. xgr aparece no desenvolvimento L \ Somando c: reduzindo os termos semelhantes o\>temos vezes.114 = . Polinômio de Leibniz P<idemosobter uma geiler-alixaqão da fórmula do bin6mio.. n p i. Logo.aisqrrenli c u 2 + . ..iinteses 0 1 deles 11~1-il. n2.er. . em f i z dos parênteses escolhermos 22 etc.nl..~ltiplicando-st: escolhidos. esteiiderido-se 0 soniatcii. . olrtriernos :ryl 22' .cr2 . ) .I 1 onde ai. se em os dos par~ntescs~scolhcimosxl. .114 Números Binomiais Cap.3. . . Abaixo temos tima tabela dos valores y ossíveis rle cri. pai. . Ora. x O P p apai.Mas isso pode ser feito de + + + + + motlos. a:j são inteiros não-negativos tais que 0 1 +a2 +arj.ioa todos tis vaIores j i t ~ i r o 11Ro-negativos ~ s dc?ciil. . rr3 e os coresp ondentes termos do desenvolvimentri...e tantas vezes rliiantos são os modos de escolhermos nos ?i. Solução: . . . . n::' x ? . inteiros não-iicgativos c ctl nz -t n p = 1 1 .2 (:orno fatos ctc. n2. + n P = ? i .

15: Dediiza u m a fórmula para o cálculo do quadrado de um polinômio. Deduza uma fórrniila para o cálculo do cubo de um polinômio. a . As soluções são ffl n2 '33 Termo O 1 2 4 2 O 2 3 4 602" 480x4 240x4 Exercícios 1. Determine a soma dos coeficientes do desenvolvimento de Exemplo 4. .4 Números Binomiais 117 Exemplo 4. • 2. + + + 4. 3. Para que o expoente de x seja 4 devemos ter isto é. Solução: -. é portanto. I-Iá dois tipos de soluções para a equação acima.são inteiros não-negativos tais que ni a2 . Obteremos então termos da foram sf (1 5 i 1 n ) . ( x . Quantos termos possui o desenvolvimento de (z1+ 22 + 2 3 + zq)20? onde ai. = 2. Assim. Logo.3~ ~ + p2. E . forma 2 x i x J (1 5 i < j 5 n ) . as. Determine o coeficiente de 2 1 7 no desenvolvimento de (1-1-s5+x ) 7 20 Somando.. A resposta .. E i) Um dos n E igual a 2 c os demais são iguais a zero.116 Números Binomiais Cap. . 780. .14: Determine o coeficiente de x 4 no desenvolvimento de (' . o termo em z 4 do desenvolvimento i 780x4. por exemplo. a. ii) Dois dos n são iguais a 1 e os demais são iguais a zero.2 + 2)6. o quadrado de um polinômio é igual à soma dos quadrados dos seus termos mais a soma dos duplos produtos dos seus termos. Obteremos então termos da.4 Cap.

A razão deste número para o de todos os casos possíveis é a medida dessa probabilidade. A teoria do azar consiste em reduzir todos os acontecimentos do mesmo gênero a um certo número de casos igualmente possíveis.Cap. Este caso particular é muito importante. várias propriedades.iim fenômeno aleatório particular varia em siia complexidade matemática. A pro habilidade introduzida nesta scção tem. O qiie vamos fazer agora é estudar uma série de fenômenos aleatórios relat ivarnent e simples e int eressantes.2 Espaço Amostra1 e Probabilidades de Laplace Nesta secão vamos tratar de iim caso particular da sitiiaqão geral que sei-a desenvolvida na seção seguinte. e a maior parte dos exemplos e exercícios deste capitulo são relativos a esta seção. Fenômenos aleatórios acontecem constante mente em nossaavida ditiiia. a qual é portanto uma fração cujo numerador é o número de casos favoráveis e cujo denominador é o número de todos os casos possíveis. ou seja. Diremos que um experimento é determinz'stico quando repetido em condições semelhantes conduz a resultados essencialmente de "casos favorávejs" sobre o número de "casos possíveis" foi a primeira definição formal de probabilidade.icnte do número 5. Consideremos o seguinte experimento aleatório: jogue um dado e observe o número mostrado na face de cima.5 Probabilidade 119 Probabilidade idênticos. como veremos. e fixar uma série de idéias e noções que são totalmente gerais. e em determinar o i~úmero casos favoráveis ao acontecimento de cuja probabilidade é buscada. c apareceu pela primeira vez em forma clara na obra Liber de Ludo Aleae de Jerônimo Cardano (1501-1576). Mas todos esses modelos têm ingredientes básicos comuns. São frequentes perguntas tais como: choverá amanhã? Qual será a tempe. Os experimentos que repetidos sob as mesmas condições pro duzern i-esiiltados gei-almeritediferentes sesão chamados cxperimentos aleato'rios. O modelo matemático utilizado para estudar. tais que estejamos igualmente inseguros sobre sua existência. Pierre Simon Laplace Ensaio filosófico sobre as Probabilidades 5.atura m k i m a no próximo domiiigo? Qual será o iiíimero de ganhadores da Loteria Esportiva? Quantos habitantes tes&o Brasil n o ano 2000? A Teoria das Probabilidadcs é o ramo da Matemática cluc cria. A definiqiio de probabilidade como quoc.i. dependendo do fenômeno estudado. desenvolve e em geral pesquisa modelos que podem ser utilizados para estudar cxpcrimentos oii fenômenos aleatórios. .1 Introdução Uma das aplicações mais importantes dos resultados anteriores é na Teoria das Probabilidades. Elas serao tomadas como definição de uma fiinqão de conjunto que também chamaremos probabilidade na seqão seguinte.

ou seja o evento A vai ocorrer mais ou menos a metade das vezes. E fácil descrevê-lo em nosso exemplo: ={1. Passamos agora à segunda etapa: a de calcular a probabilidade de um evento A .3 - #(a) 6 5' 1 1) Para todo evento A . o subconjunto espaço amos tral 6 eram chamados casos possíweis.6) de nosso exemplo.2. da seguinte forma Conscquências imediatas desla definição são as seguintes propriedades: #(A) probabilidade deA = -. O que está por trás dessa intuiçiio é o seguinte: Definimos então Probabilidade de A = P ( A ) = níimero de casos favoráveis níimero de casos possíveis a) os eventos elementares são todos igualmente "prováveis" . Consideremos o caso do evento A = {2. c) Todo evento A é um união de m eventos elementares onde m 5 n. 4) Se A í' B = 4 então P ( A U B ) = P ( A ) -1. que permitem a iitilização desta definição de pr-obabilidade. Por exemplo. Os eIementos do espaço amostral são chamados eventos elementares. Os subconjuntos do espaço amostral serão chamados eventos.1: TI-&moedas são jogadas simitltai-ieamente. 6 #(R)=6.. 3) P(4) = O (porque # ( 4 ) = 0). De outra forma: explicatar qual é o conjunto de possáueis resultados do experimento e calcular o número de elementos contidos nele. Qual é a probabilidade de obter 2 caras? Qiial é a probabilidade de obter pelo menos 2 caras'? . Os elementos do Exemplo 5. O P ( A ) 5 1.P ( B ) ..120 Probabilidade Cap.. 2) P ( R ) = 1. Defina então 1 probabilidade = níimero de casos favoráveis níimero de casos possíveis ' Vamos então resumir as considerações feitas até agora.5 Cap. E claro intuitivamente que se repetimos o experimento um grande número de vezes obteremos um número par em aproximadamente a metade dos casos.5 Probabilidade 121 A primeira tarefa consiste em descrever todos os possíveis resultados do experimento e calcular o seu numero.. o espaço amostral R. é o evento que acontece se o número mostrado na face de cima é par. < Laplace referia-se aos elementos de A (ou eventos elementares que compõem A ) como os casos favordveis. Este conjunto é chamado Espaço Arnostrai. b) o número de elementos de A ( # ( A ) = 3) é justamente a metade dos elementos de (#(a) 6 ) . = Estas considerações motiva a definição de probabilidade de um evento como A . Suponha que os experimentos aleatórios têm as seguintes características: a) Há irm i~úmero finito (digamos ?a) de eventos clementarcs (casos possiveis).4. b) Os eventos elementares são igualmente provhveis. A iiniiio de todos os eventos elerrient ares é.

mas o leitor i aconselhado em ! todos os casos a defini-lo com precisão. O Exemplo 5. Esses pares estão sombreados na figura 5.3: Dois dados são jogados simultaneamente. Solução: O espaqo amostral S1 consiste de todos os pares (i.1 descreve o espaço amost ral completamente. Nos exemplos seguintes não descrcverernos precisamente o Espaqo Amostral. Solução: Os pares tais qiie o máximo e menor que 3 são (1. T T ) ) T # (fl) = casos possíveis = 8. (. O .0 Amostral não é descrito com tanto cuidado.( T H H ) .( T T H ) . A figura 5. ( H H T ) . Na maior parte dos problemas concretos o Espaq.1. ( 2 1 e . 5. ( T H T ) .122 Probabilidade Cap. cara e com T coroa.2: Dois dados são jogados simultaneamente. Seja A o conjunto dos pares ( i . ( H T T ) .5 Cap. Calcular a probabilidade de que o máximo seja maior ou igual a 3.j) tais que i + j = 7. ( H T H ) . Donde: fl = { ( H H H ) .1). Este é um costume generalizado (e às vezes perigoso). 2 Portanto o níimero daqueies nos quais o máximo é maioi.ou igual a 3 é 32 e probabilidade procurada 32/36 = 819. O Exemplo 5.2). Temos que #(A) = 6 e portanto 4 1 Resulta que #(B) = 4 e P(B)= 8 = 7. Calcular a probabilidade de que a soma dos números mostrados nas faces de cima seja 7.5 Probabilidade 123 Solução: Vamos indicar com H . O espaço amostral é então . Se A indica o evento "obter 2 caras" temos que Assim # ( A ) = 3 e portanto Flg.j ) onde i e j são inteiros positivos compreendidos entre 1 e 6.1 Se B denota o evento "obter pelo menos duas caras" temos O número de eventos elementares (casos passíveis) é igual a #{R) = 36.

calcular a probabilidade de que dois países determinados A e B se encontrem no mesmo grupo.98 0. O número de casos favoráveis é igual a 71 (71.os.124 Probabilidade Cap. com 4 paiscs cada um. 5. para diferentes valores de r .03 0. .ões por excesso desta probabilidade. em um grupo com 35 pessoas. oii scja o níirnero de casos possíveis é 24! Consideremos o diagrama d a figura 5. .4: Soluçlao: O número de casos possíveis é igual a ?iy. a probabilidade de duas delas tercm nascido no mesmo dia do ano.89 0. restam para B três lugares c os times restantes podem ser dispostos em 22! formas diferentes. 19 0. Qual é a probabilidade de que nenhum objeto seja escolhido mais de lima vez? Exemplo 5. Portanto o número de permutações com A c B no primeiro grupo é A probabilidade procurada é portanto 5.006 5. a probabilidadc! de que toda4 façam anos em dias diferentes é dada pela fórmula anterior com ?i365.30.5: Para a Copa do Mundo 24 países são divididos em seis grupos. 11 0.30 O . A probabilidadc é portanto igual a + Exemplo 5. (Na realidade a escolha não é feita cic forma completamente aleatória).5 Cap.3 Espaços de Probabilidade 1 Vamos inti.r 1) ( r fatores).1 + + + Fig.1 dá aproximaç.75 0.2 representa os 24 times divididos em G griipos.5 Probabilidade 125 Suponi-iamos que de ? L objetos escolhemos r ao acaso com reposição.L) ( n . por exemplo. Se r pessoas são escolhidas ao acaso.114 35 40 50 60 Tabela 0. Quantas permutações existem tais que A e B pertencem ao primeiro grupo? A pode ser colocado cm 4 lugares.1)( n . Supondo que a escolha do grupo de cada país é fcita ao acaso. = A tabela 5.59 0. Solução: Vamos tomar como espaço amostra1 o conjunto de todas as permutações de 24 clcment.onseíliiências mais oii menos imediata da definição. para r = 30 a ~ii'obabilidade menor do que 0. por exemplo.2. r Probabilidade 5 5 1O 15 20 25 30 0. Os rcsultados são bastantes é surpreendentes. (aniversários no mesmo dia) é maior do que 80%. qiie Uma aplicação interessante deste resultado é ti seguinte: suponhamos qiie o aniversário de uma pessoiepossa cair com igual probabilidade em qualquer dos dias do ano.ot1uzir agora a noqão geral de probabilidade e provar várias propriedades qiie são c.

+ P ( 3 ) = P ( A .A ) e P ( B . para todo evento A C S1. i = 1. .126 Probabilidade Cap.B ) + P ( B . O Corolário: Se A Em geral. . n níimeros não-negativos e tais que p l p2 . sejam fi um conjunto com n elementos.P ( B - A).. Portanto Várias conseqüências simples e úteis d&definição de probabilidade estão contidas nas seguintes proposições. . Se p l = p2 = . . Em geral cla é diferente da probabilidade de Laplacc) introduzida na seção 5. para A C I). 2) ~ ( $ = o. = 1.1) que não são desta forma particular.B ) + P ( A n B)..2: A probabilidade que usamos até agora e que continuaremos usando na maior parte deste trabalho é a que se obtém definido P ( A ) como o quociente do iiiimero de elementos contidos em A (casos favoráveis) pelo número de elementos de fl (casos possíveis). e p i . n e . ' Proposição 5. ..P ( B . ~ ( a ) 1 = 1. Dcrnonstração: Sabemos que < Portanto P ( A ~= 1 . . 3 ) Se A e B são eventos disjuntos (também chamados mutuamente exclusivos) P ( A U 3 )= P ( A ) P ( B ) . temos P ( R ) = P ( A u ( B .A ) O (porque P é uma probabilidade) resulta que P ( A ) 5 P ( B ) .A ) . + + + + Demonstração: Temos que P ( A ) = P ( A .P ( A ) . p 2 . = l / n obtemos a probabilidade dc Laplace como caso particular. Proposição 5.P ( A ) . Existem muitas probabilidadks (ou seja.A ) .2. 1) e l definindo Se A cB então P ( A ) = P ( R ) .P ( B .A ) Demonstração: Como B = A U ( B .. .1: P ( A c ) =. .5 Probabilidade 127 I Definição 5. Um exemplo simples se obtém tomando f = {O. p. funções com as propriedades 1. . Definamos P ( { w i ) ) = p.2.p.3: P ( A U B ) = P ( A ) > O + P ( B ) . 2 e 3 da definição 5. em geral.. O ) + Um resultado mais geral está contido n a seguinte Proposição 5. P ( A ) =soma dos P ( ( w i ) ) =soma dos pi com wi E A (ou seja P ( A ) é a soma das probabilidades dos elementos pertencentes a A ) .P ( A n B). Demonstração: Como P ( A ) = P ( B ).A ) + P ( A í l R ) + P ( A í l B). P(B) = P(B -A) Somando: P(A) +P ( AnB). = p . A fiinção P assim obtida é uma probabilidade sobre ri.1 . e portanto P ( A ) = P ( B ) . C B então P ( A ) 5 P ( B ) .1: Seja iim espaço amostra1 (conjunto).A ) ) = P ( A )+ P ( B . U m a função P definida para todos os subconjuntos de R (chamados eventos) é chamada uma probabilidade se 1) O 5 P ( A ) 1. .

A 2 . antcs de efet iiar o cálculo.128 Probabilidade Cap. silvo madificaqõcs evidentes.xpcrimcnto 6 o niimero de caras.) ! Solução: O niimero de casos possíveis i igual ao das perniiitaç.) onde A 1.epresentc?mos como ariteriormente cara e coroa com as letras H c T.parte dos casos sem referência específica. P 1 ) e (R2.. observando neste r. O liar (a.ondições da dcfiniqão 5. seção 3. Nos exemplos seguintes as propriedades das probabilidades serão iisadas na maior. mas estes ficaram totalmente misturados.bilidade P definida sobrt: os sii1ic:onjiintos (eventos) de fk.liisão-Exc:liis#(i pode-se estabelecer uma fórmula para P ( A -L U A 2 U A. Este niimero foi cal<:iiladono.6: Uma rec. Deeidiii.ra1 Temos então dois espaqos de pioliakilidades (111. . (E interessante tentar adivinhar o comportamento dessa probabilidade qiiando n i gr-andc.ec.aç.P) é chamado Espaço d e Proba bilidndes. como o que estarnos . I como definimos 3 P2? Se qiieremos iim modelo que "represente" o fenômerio rcal (no sentido tle qiie as frcqiiiincias relativas "aproximcm" as probabilidades do modelo) deveríamos definir Pz da seguinte forma Proposição 5. podcriamos tomar como espaço amostral o c. qiie representam o mesmo fenômeno aleatório. Exemplo 5. seja! para cliialqi~er ou fiinção de coiljiintos satisfazcndo as c. . eventos. IC. .~ cáiciilos dc quase todas as probabilidades. 1 cara! ou 2 caras. . Note-se que sobre o o r n e s m oespaço amostrak (1 é posshel definzr muitas probabilidades diferentes. Ii-iti-odiizinios a ~ioqão Espaqo Amostra1 como um objcto de iinivocamentc dctcrminado por iim dado fcnômeno aleatói-ici.le por um par de o bjetos: o espaço amostral f (ou l conjunto dc eventos elemeiltares) E! lima pro ba.t demoristi. Podcmos tomar como espaqo amost.2 e é igual a e como Pl a ~ii. enunciamos o resiiltado scm apresentar iima prova. .onjunto f12 = {O: 1 .ão 6 a mesma.ões i de ?i.~iiobabilidade.1. então devolvê-los a esmo.5 Cap. que é 1 1 ! . os As técnicas desenvolvidas nos C:apitulos 2 e 3 podem scr utilizadas com proveito. Um fenomeno aleatório é representado matema.oliabilidatIe cliie faz todos os eventos elementares (pontos de rll) igiialmcntc prováveis. A prohahilidade sei$ qiiase sempre a introduzida na seqão 5. Existe alP2) gum motiva qtw determine a preferencia de um moclelo solrire um outr-o? A resposta é afirmativa: um modelo cm que os eventos elementares sejam igiialmeiite prováveis i! mais conveniente porque facilita geralmcnt. Como. Calcular a probabiliclade cie que nenhiim homem r. Isso não é estritamente certo. elementos. 2 ) correspondente a observar O cai-as.5 Probabilidade 129 Com as mesmas tecnicas usadas pai-a descrever e provas O Princípio da 1nr. são ?i. O i~íimero casos favoraveis 6 igiial ao dc dos permutaqões caóticas de um coiijiinto con1 ?a elementos. c.ticnrrien.4: As propriedades provadas nas proposições anteriores são válidas pai-a cliialqiier.ebao seu.epcionista recebeu ? L chapéus.2.orrio ~iodemos pclo seguinte exemplo ver simplcs: jogucmos uma moeda duas vezes c: observemos o níimero dc caras obtidas. Mas. A.

Esta conclusão é válida em geral para quase todos os jogos de azar. Um jogador compra n bilhetes em lima extração. o níimero de casos possíveis é Para contar os casos favoráveis sejam A i o conjunto de distribuições de bolas pelas ui-nzts que deixam vazia a primeira urna. É interessante observar a conclusão deste resultado: jogar tudo Esta probabilidade se estabiliza rapidamente qiiando n aumenta.Ol. (O limite desta expressão qiiando n + oo i e-' N 0. Em outras palavras.um prêmio. Portanto a probabilidade de não ganhar i! igual a Exemplo 5. Vamos calcular primeiro a probabilidade de não ganhar. é portanto igual a i A demonstração desta desigualdade e feita no Apêndice 3./ N ) ". I7 I I > Exemplo 5. O número de casos possivcis é igiial a Nn. para 11 4 a varia+ é menor que 0. (Ambos os jogadores apostam porthnto a mesma importância).8: Seis bolas diferentcs são colocadas em três umas diferentes.5 Cap. Os casos favoráveis (neste caso não ganhar) são ( N . Para calcular a outra probabilidade procedemos da seguinte maneira.7: 1Jma loteria tem N números e só .(1.1)". pelo Princípio de Inclusão-Exclusão. Logo.5 Probabilidade 131 A probabilidade buscada 6 igual ao quociente destes números.37.130 Probabilidade Cap. Qual é a probabilidade de ciiie. Outro compra só um bilhete %emn exti+açõesdiferentes. em geral. o jogo "frio" é melhor (porém. parece provocar menos "satisfação" . pelo Princípio da Multiplicação. porque joga-se menos tempo). Afirmamos a ue Portanto. Qual deles tem maior probabilidade de ganhar o prêmio? Solução: Se todo o dinheiro é jogado numa única vez a probabilidade de ganhar é n / N . todas as urnas estejam ocupadas? Soluçio: A escolha da urna em que cada uma das 6 bolas é colocada pode ser feita de 3 modos diferentes.) : d e urna só vez é melhor d o que ir jogando aos poucos. ou equivalentement e. Temos agora: e a de ganhar Temos que comparar agora n / N e 1. 4 . A2 o conjunto das distribuições que deixam vazia a segunda urna e A3 das distribuições que deixam vazia a terceira.

Calcular a probabilidadc dc! q i i e ele seja divisível por 3 ou por 5. e os divisiveis por 3 e 5 simultaneamente são 300115 = 20. cle onde p = 1 z. Solução: Scjam A e E os eventos ciiic acontecem se o número escolhido for divisivel por 3 c por 5 i-espectivamente. Portanto Assim.ori. t 3 p 6 p 18p = 1. + + ou seja 28p = 1. É 3 vezes mais provável que A vença do que B .ováve1 que B vença%o q i i e C e é 3 vezes mais provável qiie C vença do cliie D . a probabilidade procurada é o espaço amostral que consiste dos qilatro possíveis resullados do experimento: u11 c.om Solução: a) P ( A u 8 )2 P ( A ) = $: .132 Probabilidade Cap. Soluçãor Vamos indicar c. Sejam A e B eventos tais 2 4 cliie P ( A ) = 5 e P ( B ) = 9.11: Seja P iima probabilidade sobre os everitos (subconjiintos) de um espaço amostral R. Temos Como a soma das probabilidades têm qiie ser igual a 1. 2 vezes mais pi. w~ c. i.10: TJm torneio é disputado por 4 times A .9: Um número entre 1 e 300 é escolhido aleatoriamcntc. Provc que: a ) P ( A u B ) $.esponde a que C ganhe o torneio.5 Probabilidade 133 Assim.orrcsponde a quc A ganhe o torncio. ou Aivisíveis por 5 são 300/5 = 60. wd corresponde a qiic D ganhe o torncio. Os números entre 1 e 300 divisíveis pai' 3 são 100. Excrriplo 5. Tcmos y ortanto w2 corresponde a que R ganhe o torneio. B. C e D. resulta que p . Exemplo 5. Seja p = P ( w 4 ) .. b) P ( A n B C )5 %< > C) 5 P ( A n B ) < i. Temos que calcular P ( A U B). Qiiais as ~irobaliilidadesde ganhar para cada um dos times? Y Exemplo 5.

6 000 lêem C . Calcular as probabilidades de A i i = 1. Os algarismos 1.idade tem 30000 habitantes e très jornais A .5 Probabilidade 135 b) 3. a) Calciilar a probabilidade de que o níimero escrito seja par. Exercícios 1.8. Qual 4 a probabilidade de que um habitante leia: a) pelo menos um joi-nal. calcular: a) A probabilidade de qile homens e niiilheies se sentem em cadeiras alternadas. Uma pesquisa de opinião revela que: 12000 lêem A . Qual 6 a probabilidade de clue duas pessoas determinadas A e B façam parte do mesmo gi-iipo? 7. . .134 Probabilidade Cap. B e C. (Pôquer com dados) Cinco dados são jogados simiiltaneamente e os resultados sito classif cados em: 4. três iguais. Ai todos diferentes. A8 = uma sequência. Calcular a probabilidade de que exat amente uma urna seja deixada desocupada. Uma caixa contém 20 peças em boas condiqões e 15 em más condições. Ilma amostra de 10 peças é extraída. . b) só um jornal.2.3. b) Se a escolha fosse c. 4500 lêem A e C. A5 = fiill (três iguais e dois iguais). A7 = 'cinco iguais. 7000 leem A e B. Uma c. 2 . Supondo qiie se sentararri aleatoriamente nas 10 cadeiras. Calcular a probabilidade de que ao menos lima peça na amostra seja defeituosa. . b) A probabilidade de qiie as rxiiilheres se sentem juntas.. 5 homens e 5 mulheres compram 10 cadeiras consecutivas na mesma fila de um teatro. 1000 lêem L3 e C.2.4.om reposiqão qual seria a probabilidade? 5. 8 000 lêem E . formando um níimero de cinco algarismos. Dez pessoas são separadas em dois grupos de 5 pessoas cada um. Colocam-se aleatoriamente b bolas em b urnas. = A2 = A3 = A4 = 6 . B e C . Este cartões sito escolhidos (sem reposição) aleatoriamente e os algarismos que vão aparecendo são escritos da esquerda para a direita. dois pares.5 são escritos em 5 cartões diferentes. A6 7 quatro iguais (pôquer). um par. 500 lêem A .

b) siipondo a extração sem reposição. b) uma quina.ontenclo ? L bolas.oroa = 1/2) 6 jogada ri. sc O 5 k 5 r . Sejam A e H eventos tais cjuc 18. Calcular8. Consideremos lima iirna c. Determine a probabilidade de serem sacadas 2 bolas de cada cor: a) supondo a extração com reposição. O tipostador escolhe 6. Um jogador é premiado: a) com 10 pontos. No jogo da Loto sso sortcadas 5 dezenas distintas entre as dezenas 01 . . 16. Calcular aprobabilidade de obter 12 c. C) P ( B C ) . Escolhe-se. sc acerta os resultados dos 10 primeiros jogos e erra os dos 3 últimos.esultados. d) a Sena Anterior ou a Posterior. ' a) P ( A U B ) .02 . IJrri rií~mero a probabilidade de que seja divisível por 5 oii por 7. ao acaso. c) a Senã Principal. Calciilar P ( i ) para 1 5 i 5 n. 5 (quina). 13.00. 4 bolas pi-etas e 4 bolas vermelhas. Determine a probabiiidade de um apostador fazer: + > + a) uma quadra. Qual a probabilidade de quc exatamente k das bolas nessa amostra sejam brancas.omo sorna dos resultados dos três dados. 9. 17. escolhe 6 dessas 50 dezenas e é premiado se são sorteadas 4 (quadra). Calcular. uma amoslra de r bulas. vezes. 4 (quadra) ou 5 (quina) das dezenas escolhidas. No jogo da Sena são sorteadas 6 dezenas distintas entre as dezenas 01 -02.5 Probabilidade 137 entre 1 e 200 í:escolhido aleatoriamente.a probabilidade dc obter-se exatamente k caras. Dois dados são jogados simultaneamente. b) P ( A C ) . Urna urna contém 4 bolas brancas. N a Loteria Esportiva há 13 jogos e o apostador.1 = 50).50. das qiiais 71 1 2 1 são brancas c r t 2 1 são pretas com ?a = 7 ~ 1 71. Calcular a probaliilidade de obter 7 como soma dos i. Determine a probabilidade de um apostador que escolheu 10 dezenas fazer: a} um terno. a vitória do time 2 oii o empate. 19. 15. deve indicar em cada iim delcs a vitória do time 1. e ) P ( A c n B). TJma nioeda cquililracla (probabildade de cara = protiabilidade de c. se acerta os resultados dos 10 primeiros jogos e acerta apenas um dos resultados dos 3 íiltimos. 4 vezes mais ~irovável cara do que coroa. 12. Sacam-se 6 bolas dessa iirna. b) uma quadra. b) com 11 pontos. Aos números inteiros entrc 1 e são designadas prohabilidades proporcionais aos scus valores. Três dados são jogados simultaneamente. 11.9 ou 10 dezenas e é premiado se são sorteadas 3 (terno)..5 Cap.99 . O apostador. Calciilar as probabilidade de cara dar e coroa. d) P ( A n W). c) a quina. 14. Uma moeda foi cunhada de tal forma que i.7. .8. .2. O 5 k 5 ?i.Ol . com r 5 1 1 1 e r 5 rc2. 10. 6 (Sena Principal) das dezenas por ele escolhidas ou se as dezenas sorteadas são escolhidas aumentadas (Sena Anterior) ou diminuídas (Sena Posterior) de uma unidade (50 1 = 01.136 Probabilidade Cap. f ) p ( A Cn B ~ ) .

28. entre os quais João e Pedro.138 Probabilidade Cap. Nos cartões da Sena. Quando o dono retorna ainda estão estacionados m dos n carros. Supondo que em cada jogo os resiiltados possíveis tenham probabilidade iguais. c) idem. Escolhem-se ao acaso duas peqas de um dominó. Em um grupo de 10 pessoas. Qual é a probabilidade de uma particular pessoa ser sorteada? 32. 11 pontos. Determine a probabilidade das 6 dezenas sorteadas: 20. Qual é a probabilidade de duas determinadas pessoas ficarem no mesmo grupo? Em um armário há 71 pares de sapatos. mesma linha. Qual é a probabilidade do centro do circulo se interior ao triangulo? + . Bolas são colocadas ao acaso nas urnas. a) A psoba1)ildade de os homens c as mulheres se sentarem em Iiigares alternados. com com com com 10 pontos. Os sorvetes são distribiiídos ao acaso. b) pertencerem a apenas duas linhas. f ) pertencerem a linhas diferentes. . 27. 5 numa linha e 1 na outra. e) pertencerem a apenas très linhas. b} A probabilidade das mulhel-es se sentarem juntas. até que alguma urna receba duas bolas. Qual a probabilidade de haver entre esses pks exatamente k pares de sapatos? 24. Qual é a probabilidade de colocarmos exatamente p bolas nas urnas? Cinco horriens e cinco miilheres sentam-se aleatoriamente em dez cadeiras em círculo. 13 pontos.ias serem respeitadas? 31. 12 pontos. se acerta os resultados dos 13 jogos. Um carro estaciona entre n outros em fila e não numa ponta. Qual é a probabildadc delas possuirem um número comum? 21. a) Qual C a probabilidade das vagas vazias serem consecutivas? I>) Qual é a probabilidade de náo haver duas vagas vazias conseciitivas? a) pertencerem à. 3 numa linha e 3 na outra. 23. as dezenas são apresentadas em um quadro com 5 linhas e 10 colunas. Escolhem-se 3 dos seus vértices. estarem vazias? 30. Um polígono regular de 2n 1 lados está inscrito em um circulo. Retiram-se ao acaso p pes de sapatos desse armário.5 Cap. se acerta os resiiltados dos 10 primeiros jogos e acerta apenas dois dos resultados dos 3 últimos. Calcule: 22. Há 8 carros estacionados em 12 vagas em fila. 4 numa linha e 2 na outra. são postos ao acaso em uma fila. d) com 13 pontos. As demais não têm preferência. não sendo permitido haver dois botões em uma mesma casa. n de côco e n de chocolate. duas em cada. qual é a probabilidade de haver exatamente m pessoas entre João e Pedro? Uma caixa contém 2n sorvetes. determine a probabilidade de um apostador ser premiado: a) b) c) d) 26. Em um grupo de 2n pessoas. formando-se um triângulo. Doze pessoas são divididas em três grupos de 4. Qual é a probabilidade das duas vagas adjacentes ao seu carro 29. Qual é a probabilidade de não haver dois botões nem na mesma linha nem na mesma coluna? 25. quatro são sorteadas para ganhar um prêmio. Tem-se n urnas.5 Probabilidade 139 c) com 12 pontos. Colocam-se ao acaso n botões em um tabuleiro n x n . Se n homens. Qual é a probabilidacle de todas as 1ireferênc. uma de cada vez. a (a c n ) pessoas preferem coco e I> (I> < ? L ) pessoas preferem chocolate. d) idem.

Em iim roda são colocadas. i. 5. " 4. Esta é a probabilidade # de B a práori.ado de João ser maior ou igual ao resultado de Pedro? 35. . Probabilidades Condicionais Consideremos o experimento que consiste em jogar um dado nãoviciado. n pessoas. OU seja. C ) P ( A n ( B ü C)]. ( A ~ C= P ) P ) Introduzimos em geral a seguinte a) P ( A u B u C). . C. B . Qual é a probabilidade de duas determinadas dessas pessoas ficarem juntas? 34. Temos que P ( B ) ( B ) / # ( n ) = 316 = 1/2. ) Seja A tal que P ( A ) > O.C.2: DadosdoiseventosA e U . b) Exatamente dois dos eventos A .P ( B ) 4. como vamos chamá-la doravante.. Esta opinião é quantificada com a introdução de uma "probabilidade a posteriori" ou.( A ~ I B= i. B . então. probabilidade condicional de B dado A . Representaremos este número pelo símbolo P ( B / A ) .1) C também escrita como Se P ( B ) > O temos também 5 -4. b) P ( ( R u c ) / A ) = P ( B / A ) P ( c / A ) . Qual é a probabilidade do result. . Sejam 0 = { I . Proposição 5. sido 2. de ocorrência de: a) Exatamente um dos eventos A . P ( A ~ B = 6 . d) No máximo dois desses eventos. P ( A ) = P(B nC)= A. Nossa opinião sobre a ocorrência de B se modifica com esta informação. uma vez realizado o experimento. A equação (5. Siiponhamos que. se B n C = 4 . 2. Então P ( f i / A ) = I. alguém nos Antes de passar aos exemplos indicaremos algumas propriedades básicas da noção de probabilidade condicional. d) P(L(A n B )u c1 1 Definição 5.P ( A ri B n C ) A.(3 U C)]. antes que o experimento se realize. isto é. + . aprobabilidade condicional de B dado A é o níimero P ( A nB ) / P ( A ). 6 ) e B = { I . A = { 2 .5: a P(4/A)= O . quer dizer. 24). . e) No máximo um desses eventos. P I A ) = P(B) = P(C) = P ( B C ) = O. ao acaso. cada um. definida por 36. b) P [ A . que A ocorreu. Temos então simbolicamente 37. . O5 P ( B / A ) < I. Calcule: 2.5 Cap.am. já que. João e Pedro lanç. 10) ter exatamente 5 elementos no seu lugar primitivo? informe que o resultado do mesmo é um número par. 4 . c) Pelo menos dois desses eventos.140 Probabilidade Cap.Determine a probabilidade = 4.P ( 6 ) = = 1 Q.2. 6 } . . somente poderá ter ocorrido B se o resultado do experimento tiver. Qual é a probabilidade de lima permutação dos números (1.5 Probabilidade 141 33. fixado A a proba bjljdade coridicional é oii tra pro habilidade sobre o espaço arnostral R. p ( A n C ) = ) Note-se que este niimero só está definido quando P ( A ) > 0. . um dado não-tendencioso.

5 Probabilidade 143 Demonstração: Esboço da Demonstração: Para dois conjiintos A I e A2 a fbrrn~ila válida proque. n ~ . qual é a probabilidade de que seja homem? Seja A o cvento que ocorre se a pessoa escolhida fala francès e B se a pessoa escolhida é homem. Verifiquemos a fórmula é para três conjuntos ( 7 1 = 3) A I .á classficado da seguinte forma: fala inglês - fala alemão 35 33 fala francês 47 52 P ( ( 3 n A) u (C n A ) ) P(A) . isto é. No caso geral o raciocínio é semelhante e usa o Principio de Indução Completa.142 Probabilidade Cap. ) O.12: Um grupo dc pessoas es t. .2).6: (Teorema do produto) Se P ( A i n A 2 n . + homens mulheres 92 101 + Escolhe-se lima pessoa ao acaso. Temos Como O 5 P ( A n B ) < P ( A ) temos que é 0 resultado desejado.P(BnA) P(CnA) P(A) P(A) = P(B/A) P(c/A). coincide com (5. Temos Solução: Proposição 5. A 2 e As. . Exemplo 5. Sabendo-se que esta pessoa fala francês. # então e portanto .

P ( C / F ) = 0 . as probabilidades que ocorrem no lado direito da igualdade não estão explícitas no enunciado.5 Probabilidade 145 Note-se que Pelo Teorema do Produto: Isto sempre acontecerá se.14. Tais diagramas são úteis sempre que o experimento aIeatório possua diversos estágios. 2 x Logo. 32 + 0. Um pênalti a favor do Brasil acabou de ser marcado: a) Qual a probabilidade do pênalti ser colirado por um jogador do Flamengo e ser convertido? Cada uma das probabilidade do lado direito pode ser calculada com auxilio do Teorema do Produto.144 Probabilidade Cap. Solução: Uma forma prática de resolver problemas como este é recorrer a diagrama d e Qrvore. P(C)= P(F nc) + ~ ( F n c ) . Isto é: c = ( F n c ) u (Fnc).13: Numa prova h&7 perguntas do tipo verdadeirofalso. Temos que 128 ' Solução: Note que.14: Sabe-se que 80% dos pênaltis marcados a favor do Brasil são cobrados por jogadores do Flamengo. 4 = 0. Exemplo 5. P ( F n C) = P ( F ) . Logo e portanto a probabilidade buscada é igual a 1/64.3. Para fazer uso dessas pro babiiidades condicionais. 8 x 0 . A probabilidade desejada 6: P ("cobrador é do Flamengo" e "pènalti é convertido)') = P ( ~ f l C } . Calcular a probabilidade de acertarmos todas as 7 se: a) escolhcrrnos aleatoriamente as 7 respostas. P ( F / C ) . ainda pelo Teorema do Produto. poderíamos ter escrito: P ( F í l C )= P ( C ) . na probabilidade considerada. P ( C ) = O . 7 = 0. do enunciado.32. / \ Y / F C .P ( c / F ) = 0 . O Exemplo 5. todos os pontos do espaço amostra1 são igualmente prováveis. Note que. b) escolhermos aleatoriamente as respostas mas sabendo que há mais respostas "vcrdadeiro" do que "falso". b) Qual a probabilidade do pênalti ser convertido? Solução: a) Há 27 = 128 possibilidades e portanto P [acertas os 7 testes] = 1 - b) Seja A o conjunto de todos OS pontos com mais respostas "V" do que "F". p ( F n c )= P ( F ). decompomos o evento C : "o pênalti é convertido" na união de dois eventos disjuntos: "o cobrador é do Flamengo e o pènalti é convertido" e "o cobrador não é do Flamengo e o pênalti é convertido". O. apenas sabemos as probabilidades condicionais do pênalti ser convertido. L Y O diagrama apropriado para o problema em questão é dado na figura 5. dado que o batedor seja do Flamengo ou pertença a um outro clube. A probabilidade dc um pênalti ser convertido é de 40% se o cobrador for do Flarnengo e de 70% em caso contrário. 46. No entanto. 14 = O.

2 x 0 . 5 4 (siga os caminhos na árvore que levam a "não verte").89) fosse maior do que a probabilidade "a priori" do jogador escolhido ser do Flamengo (0. O . temos novamente: (siga o caminho correspondente na árvore). ' Converte (C) Para calculá-la recorremos h definição de probabilidade codicional e ao diagrama de árvore introduzido no item (b).8). I__________________----------------- ~ ã Converte o (€1 j 0. Qual é a probabilidade de que o cobrador tenha sido iim jogador do Flamengo? Solução: A probabilidade pedida é uma probabilidade condiqtie cional ( P ( F / C ) ) não é explicitamentc dada no enunciado. 5. 8 x 0 . 0.4 Os níimeros em cada ramo representam as probabilidades condicionais do evento associado ao final do ramo.146 Probabilidade Cap.5 Probabilidade 147 r--'---------A'---------------------. A probabilidade correspondente a cada caminho é calculada usando o Teorema do Produto. 3 = 0 .3 \\ ~ ã Converte (C) o A decomposição do evento "pènalti é convertido" em eventos disjuntos é feita.). tomando-se todos os caminhos sobre a árvore que levam a este evento. (Observe que o fato de o pênalti ter sido desperdiçado fez com que a probabilidade "a posteriori" do batedor ser do Flamengo (0. 5.2 Fig. dado a sequência de eventos que nos conduziu ao início do ramo. 6 + 0 .3 \ Converte (C) NGo do F1aTgO Fig. Não Converte (C) --+ j Não do Barnengo r-----------------------------------. c) Um pênalti foi marcado a favor do Brasil e acabou de ser desperdiçado. no diagrama. P@) = 0 . Temos Desta forma.

) > O.6 Fig. . = P ( ( 6 ) ) = 1/10. .15: Consideremos dois dados: um deles equilibrado = P ( ( 6 ) ) = 1/61 e outro viciado com (P((1)) = P ( ( 2 ) ) = P((1)) = 1/2 c ~ ( ( 2 ) ) = . Dado que Verõnica não recebeu a carta. P ( A . .dos dados ao acaso e se efetuarn dois lançamentos. QuaI a probabilidade condicional de que o dado escolhido tenha sido o viciado? de que o carteiro a entregue é de 9/10.. 5.5 Probabilidade 149 Exemplo 5. 5.7: (Teorema da Probabilidade Total) Se B é um evento contido numa união de eventos disjuntos Exempo 5. qual é a probabilidade condicional de que Marina não a tenha escrito? Solução: Entrega 9y Solução: Não perde / Escreve / / Dois uns 2/10 \ ~ ã escreve o Fig. .5 Cap. Escolhe-se um . P ( A 2 ) > O . . A probabilidade de que o correio não a perca é de 9/10. . . Proposição 5. A probabilidade de que Marina escreva a carta é de 8/10...16: Marina quer enviar uma carta a Verõnica. 2 4 = - 1 +2 -= 1 36 5 - 36' P (não escreve) P (não recebe) 2/10 - 1 1 1 P[dado viciado e dois uns] = .148 Probabilidade Cap.5 Temos + P (não escreve lnão recebe) 1 1 P[observar dois iins] = .= 2 4 8' 2 _ + & ' _ + 8 9 ' _4 ' -4 10 10 10 10 10 10 25 - O A probabilidade buscada é então igual a Os três últimos exemplos poderiam também ter sido resolvidos utilizando os dois resultados gerais a seguir. A probabilidade P ( A 1 ) > O. obtendo-se dois uns.

.18: Proposição 5. Exemplo 5. . i = 1. 3 0 ~ 1 16' . n .2. ) . Sabendo-se que o Fluminense ganhou um jogo naquele dia de agosto.150 Probabilidade Cap.. Num exame há 3 respostas para cadapergunta e apenas uma de.a. Se cle deu a resposta correta para uma das perguntas. Exemplo 5. qual é a probabilidade de que a adivinhou? Solução: Utilizando o Teorema de Bayes temos 1 0. para cada pergunta. 70 x 3 h P[adivinhou/resposta correta] = 7 - 0 . qual a probabilidade de que nesse dia? Utilizando o Teorema de Bayes temos Solução: - Demonstração: Temos que P[choveu]P[ganhou/choYeu] Plchoveu ] P[ganhou/chow~i] +P[não choveu]P[ganhoii/não choveu] Então.0 . Um estudante sabe 30% das resposta do exame. Usando a identidade obtida na proposição anterior obtemos O a fórmula pedida. então. se P ( B) > 0. . para i. Portanto.5 Probabilidade 151 então p(B) = P ( A I } P ( B / A+ P ( A ~ ) P ( B I A ~ ) ~) Demonstração: Temos que +. ) P ( B / A .las 6 certa.17: Durante o mês de agosto a probabilidade de chuva em um dia determinado é de 4/10. 7 0 x $ i . O Fluminense ganha um jogo em iim dia com chuva com probabilidade 6/10 e em um dia sem chuva com probabilidade de 4/10.+P ( A .7 ilustra a situação do teorema. um aluno tem probabilidade 1/3 de escolher a resposta certa se ele está adivinhando e 1 se sabe a respost. P(Ai/B)1 P ( B n Ai) P(B) A figura 5.8: (Teorema de Bayes) Nas condições da pr* posições anterior. .

I A . . (que é válida mesmo que se tenha P ( A ) = O).3: se Dois eventos A e B são chamados independentes P ( A n B ) = P ( A ) . De outra forma: a ocorrência de A não melhora nossa posição para "predizer" a ocorrência de B. Em símbolos P ( B / A ) = P ( B ) ( P ( A ) > O). Seja A o evento "o ás dc copas está entre as 13 cartas" e B o evento "as 13 cartas são do mesmo naipe".5 Cap. Esta última identidade é tomada como definição da independência de dois eventos. . . Temos então Sabe 03/ .8.70 \ Adivinhou ' 7 . se A é um evento. então: Resposta errada Exemplo 5. l porque.0 .Resposta cometa 1 Definição 5. Isto é: A extensão da noção de independência para n eventos A i . é feita naturalmente pensando no Teorcma do Produto. Dizemos que eles são independentes se para toda est:olha de . So Eução: Introduzimos finalmente a noção de independência de eventos. Provar que A e B são independentes. A definição que se encontra mais abaixo capta a idéia intuitiva da não influência de um evento A sobre a ocorrência ou não de outro evento B.152 Probabilidade Cap. A 2 .5 Probabilidade 153 A árvore corespondente é dada na figura 5. / 0. Esta identidade é equivalente a Portanto P ( A n B ) = P ( A )P ( B ) ou seja A e B são evcntos indcO pendentes. Esta idéia é formalizada dizendo que a probabilidade condicional de B dado A é igual a probabilidade de B . Resposta correta ' Uma conseqüência imediata desta definição é que o vazio C$ e o espaço amostra1 f são independentes de qualqiier outro evento.19: Treze cartas são escolhidas de um baralho comum de 52 cartas.P ( B ) .

1 identidades (2n .ui3 e wd. A 2 . 5.e P a pr-ohabilidade que associa a cada ponto o valor.9 com 4 pontos w i . tomados dois a dois os eventos são independentes. a probabilidade da interseção é igual ao produto das probabilidades. A i . Não é suficiente vcrificar todas as identidades tomando os suhconj untos de a dois elementos. Mas os três simultaneamente não são independentes porque Exemplo 5. comparece . Formalmente: Sejam Definição 5. Este resultado pode parecer surpreendente. Em geral. O jogador vencerá o torneio se ganhar dois jogos consecutivos. . w2. tem-se três eventos correspondentes à primeira coluna. eventos são independentes. Para provar que 3 eventos são independentes temos qiie verificar 4 identidades.?t . respectivamente. A .154 Probabilidade Cap.1 é igual ao número de subconjuntso com 2 ou mais elementos contidos num conjunto de n elementos). pois A .5 Cap. em um torneio. Ou seja. como o seguinte exemplo mostra. . Os resultadas dos jogos são independentes e as probabilidades dele ganhar de A e de B são 1/3 e 2/3 respectivamente. ganha de 3 e ganha de A ) A probabilidade do jogador vencer se escolher a segunda série BAR é Fig. i z .ri.1/4.5 Probabilidade 155 um níimero arbitrário deles.n . são independentes se V k . ganha de B ou perde para A .4: ' V i l . k segunda linha e à diagonal. para provar que . de um série de 3. . a primeira série é mais favorável. Resulta que Nota: Para provar que 2 eventos são independentes só devemos vcrificar uma identidade. é necessário verificar 2'' . . .20: Um jogador deve enfrentar. Seja St o espaço amostra1 apresentado na figura 5. . dois outros A e B. o adversário mais difícil.. Que série de jogos é mais favorável para o jogador: A B A ou BAB? Solução: A probabilidade do jogador vencer se escolher a primeira série A B A é (ganha de A . e .9 Ou seja. i k .

Queremos calcular P (C). 5. Observe que para circular corrente entre A e B é necessário que o relé 1 esteja fechado e que pelo menos um entre 2 e 4 e pelo menos um entre 3 e 5 também o estejam.3. i = 1.10 No calculo utilizamos a fórmula para calcular a probabilidade da união de 4 eventos não disjuntos e o fato dos eventos serem independentes. Se todos os relés funcionam independentemente.21: A probabilidade de fechamento de cada relé do rjrcuito apresentado na figura 5. DestaformaC = A 1 n ( A 2 U A 4 ) n ( A J U A 5 ) .2.4.10 é igual a p . o jogador tem duas chances para derrotar A .5.156 Probabilidade Cap. O que acontece intuitivamente é que o jogo com A na segunda série é decisivo.5 Probabilidade 157 duas vezes na primeira série. Logo . Na primeira série. Flg. O ' Exemplo 5. Seja C o evento que ocorre se há corrente entre os terminais A e B . qual é a probabilidade de que haja corrente circulando entre os terminais AeB? Solução: Seja A i o evento que ocorre se o relé está fechado. O < p < 1. Temos Obtemos uma solução mais simples para o problema se prestarmos mais atenção à estrutura do circuito.

. . R e C são eventos independentes. Nota: . Sejam A e B dois eventos independentes tais que Uma moeda é jogada 6 vezes.5 Probabilidade 159 Exercícios 1. dá a resposta correta. sabendo que a soma dos resultados foi 7. . 3. . i = 1. . constata-se que 6 defeituosa.. Se o número Calcule é 9. obter pelo menos 2 caras. então a) A . Ele sabe dar a so~uçáo correta para 40% das questões. B2. Qual é a probabilidade de que a peça tenha sido produzida pela máquina A? 6 . Jogeu um dado duas vezes. B.B . A máquina A produz 1000 peças. Se 12. . C C são independentes. Duas máquinas A e B produzem 3000 peças em um dia. Uma moeda equilibrada é jogada duas vezes. e nos outros casos decide na cara ou coroa. Sejam A e E os eventos: 4. . . Três urnas I. 2 brancas e 1 preta e 3 brancas e 2 pretas.A . B C são independentes.158 Probabilidade Cap. calcular a probabilidade condicional de. Calcule a probabilidade condicional de obter 3 na primeira jogada. Quando ele responde uma questão cuja solução conhece. . examinando-a. b) A C .II e III contêm respectivamente 1 bola branca e 2 pretas. são independentes. são independentes onde Bi é igual a algum dos A j OU A. e P ( A U B ) = 1/3.5 Cap.. A: cara na primeira jogada. 11. Uma moeda é jogada 4 vezes. que e branca. A máquina B produz as restantes 2000. 7 .. P ( Au B ) .. qual é a probabilidade de que ele sabia a resposta? 8. Qual é a probabilidade condicional de que a urna escolhida foi a II? 10. então Bi. das quais 3% são defeituosas. P ( A ) = 1/4 Calcule P (3). primo qual é a probabilidade de que seja ímpar? 2. Se uma questão foi respondida corretamente. Sabendo-se que no primeiro lançamento dei1 coroa. P ( A Cu B C ) e P ( A Cn B ) . B: cara na segunda jogada. A e B são eventos independentes tais que Em geral se A i. A 2 .11 Calcule a probabilidade de que haja corrente circulando entre os terminais A e B. das quais 1%são defeituosas.2. Uma urna é escolhida ao acaso e dela é retirada uma bola. r . Provar que se A . 5 . Escolhe-se ao acaso um número entre 1 e 50. Com as mesmas hipóteses do exemplo 5. Verifique que A e B são independentes. Sabendo que o primeiro resultado foi cara. calcular a probabilidade condicional de que o número de caras nos seis lançamentos supere o número de coroas. Um estudante resolve um teste com questões do tipo verdadeiro-falso. Da produção total de um dia uma peça é escolhida ao acaso e.

5% da população tem a doença. n Sf d) Wn . 19. na certeza de Wl.1710) . B= o resultado do 2Qlançamento é par. 4 ) defina NI. c) haver iim encontro na posição i e não haver um encontro na posição j (i # j ) . 20. como sendo o evento " N recebeu pelo menos k ases" e defina analogamente Sk. com reposição. Repartem-se as 52 cartas de um baralho comum por 4 parceiros. 15. duas cartas de um baralho comum (52 cartas). C= a soma dos resultados é par.5 Probabilidade 161 13. 2 . Calcule a probabilidade de na permutação formada: a) haver exat amente k encontros (k 5 n ) . . Calcule: 17. . Entretanto o teste aponta um resultado "falso positivo" para 1% das pessoas sadias testadas. . ao acaso. Sacam-se. (Problema de Chevalier de Méré) Determine a probabilidade de obter: a) ao menos um 6 em quatro lançamentos de um dado b) ao menos um duplo 6 em 24 lançamentos de um par de dados.5 Cap. b) haver um encontro na posição i dado que há exatamente k encontros na permutação. sucessivamente e sem reposição. A e B são independentes? e A e C? e B e C? e A . 2 . em um grupo de 10 homens. S. Urna pessoa com um molho de n chaves tenta abrir uma porta. b) supondo que ela não faz isso. E. Apenas uma das chaves consegue abrir a porta. Calcule as probabiliE dades de a> Wf b) N2 n S 2 C) N . Caso o número i ocupe o i-ésimo lugar. N . haver pelo menos um canhoto? *Picrrc Rernond de Montrnnrt (1878. T I . Qual é a probabilidade de. A probabilidade de iirn homem ser canhoto é h. 21. Uma urna contém 10 bolas numeradas de 1 a 10. W k . Um exame de laboratório tem eficiência de 95% para detectar uma doença quando essa doença existe de fato. 3 . qual é a probabilidade de uma pessoa ter a doença dado que o seu exame foi positivo? 16. Se 0. Qual é a probabilidade dela só coseguir abrir a porta na k. k . Jogue um dado duas vezes. B e C? N~ n SI n E I n Wl f ) )V3 n W1 g) ( N 2 U S 2 ) n E2 h} E2.éisima tentativa: a) supondo que após cada tentativa mal sucedida ela descarta a chave usada.W3 e) 1 . Considere os eventos: 4 A= o resultado do 1" lançamento é par.160 Probabilidade Cap. dizemos que há um encontro na posição 1. Para cada k E { 1 . 18. uma permutação simples dos números 1 . . 4 bolas dessa urna. Sacam-se. d) haver um encontro na posição i dado que não há encontro na posição j (i # j ) . (Problema dos Encontros de Montmort*) Forma-se. W . recebendo cada um 13 cartas. Calcule a probabilidade de a 1" carta ser uma dama e a 2" ser de copas. Sejam X e Y respectivamente o mínimo e o máximo dos números das bolas sacadas.

Em um torneio como o descrito no exercício anterior. As decisões são tomadas por maioria. falado a verdade? 29. Quantas pessoas você deve entrevistar para terh probabilidade igual ou superior a 0. 2n jogadores de igual habilidade disputam um torneio. A saca a 1" bola. etc. as pessoas falam a verdade com probabilidade Suponha que A faz uma afirmação e que D diz que C diz que B diz que A faloii a verdade. A lanqa uma moeda não-viciada . 31.162 Probabilidade Cap. a) se o lago possui k peixes.. marca-os e coloca-os de novo no lago. com reposição. Resolva o problema anterior supondo extraçáo sem reposição. Qiial é a probabilidade de A obter mais 71 + 1 vezes 24. bolas dessa urna até que uma bola vermelha seja retirada. uma pessoa conta um boato para uma outra pessoa. Sacam-se. Qual é a probabilidade do segundo melhor jogador ser vice-campeão do torneio? + 32. Eles são divididos cm grupos de 2. A vence B ).5 Probabilidade 163 22. 33. 5. peixes no mesmo lago e constata que dois desses peixes haviam sido marcados por você. Qual dos júris tem maior probabilidade de acerto? Um dia você captura dez peixes em um lago.mesma moeda caras que B? c B lanc. Qiial a probabilidade de em cada grupo haver tantos rapazers quanto moças? 30. sem reposição. Outro júri tem probabilidade p de tomar. Uma iii-na contém n bolas aziiis e 1i bolas brancas.s de encontrar pelo menos uma que aniversarie hoje? 25. ao acaso. A e I3 sacam alternadamente. n ( 7 1 > 1) bolas de uma urna que contém 9 bolas numeradas de 1 a 9. Calciile a probabilidade do boato ser contado m vezes: a) sem retomar k primeira pessoa. Qual é a probabilidade do produto dos niimeros das n bolas extraídas ser divisível por 10? Quantas vezes. a qual por siia vez o conta para tima terceira pessoa. Qual i a probabilidade de A ter : 28. Em lima cidade.. os jogadores tem habilidades diferentes e não há surpresas nos resultados (se A é melhor que B. no mínimo. Em uma cidade com n 1 habitantes. uma decisão correta. se deve lançar um dado não tendencioso para que a probabilidade de obter algum 6 seja superior a 0. Dois dias após. Scja Ai o evento "a i-ésima bola sacada é azul". b) sem repetir nenhiima pessoa. Os perdedores são eliminados e os vencedores são divididos novamente en grupos de 2 e assim por diante até restar apenas um jogador que é proclamado campeão. Calcule Um júri de 3 pessoas tem dois jurados que decidem corretamente (cada um) com probabilidade p e um terceiro jurado quc decide por cara ou coroa. Uma urna contém 3 bolas vermelhas e 7 liolas brancas. Sacamsc sucessivamente bolas dessa urna e.a a vezes. ?a 23. Qual é a probabilidade de A sacar a bola vermelha? 2 7 . encontrar dois peixes marcados? . você captura vinte 35.9? 34. ela é devolvida a urna e são acrescentadas h urna mais p bolas de mesma cor qiic a bola sacada. qual era a probabilidade de. cada vez que uma bola é sacada. capturando vinte peixes. e jogadores de um mesmo grupo jogam entre si. Qual é a probabilidade de dois jogadores A e B se enfrentarem durante o torneio? Qual é a probabilidade do jogador A jogar exatamcnte k partidas? 26. 2 N rapazes e 2N moças são divididos ao acaso em dois grupos de 2 N pessoas cada.

as outras duas. Deseja-se estimar a probabilidade p de um habitante de determinada cidade ser um consumidor de drogas. em um grupo de 4 pessoas: a) haver alguma coincidência de signos zodiacais? b) as quatro terem o mesmo signo? c) duas terem um mesmo signo e.5 Probabilidade 165 b) para que valor de k essa probabildade é máxima? 36. c) De uma urna que contém 6 bolas brancas e 4 bolas pretas. responda A segunda pergunta. fmcasso = a bola é branca. A Distribuição Binomial Consideremos agora iim experimento com apenas dois resultados possíveis. e que se O resultado for cara. responda it primeira pergunta e. Em um lote de 1000 "chips". N5o se deseja perguntar diretamente ao entrevistado se ele usa drogas.2. nesta urna. O prisioneiro deve colocar do modo que preferir as bolas nas duas uinas (nenhuma das urnas pode ficar vazia). no caso n = 3 jogamos a moeda três vezes. longe das vistas do entrevistador. condenado. Adotase então o seguinte procedimento: propõe-se ao entrevistado duas perguntas do tipo SIM-NÃO: 5. Isso. significa . escolher uma urna e. outro signo? d) três terem um mesmo signo e . se for coroa. 6 . pois ele poderia se recusar a responder ou. a outra. a) sendo p i a probabilidade de um habitante da cidade responder sim. então. 50 bolas pretas e duas urnas iguais. o que seria pior. Assim. Se a bola for branca ele será libertado e .3 ou 4. 6 e 4 respectivamente. Supondo que no lote houvesse k "chips" defeituosos: a) Calcule a probabilidade de em uma amostra de 20 "chips" haver exatamente iim "chip" defeituoso. realizando-o um número fixo n de vezes. Suponhamos ainda que a probabilidade p de sucesso mantenha-se constante ao longo das provas. caso contrário. Suponhamos agora que façamos repetições (provas) do nosso experimento. fracasso = o resultado é 1.1 2 sao 2 . outro signo? e) todas serem signos diferentes? 38. As urnas serão embaralhadas e o prisioneiro devera.5. no exemplo a . Qual é a probabilidade de. b) Jogamos um dado não viciado e pomos sucesso = o resultado é 5 ou 6.164 Probabilidade Cap. uma bola. Nos nossos exemplos os valores de p . Qual seria. Chamaremos de p a probabilidade de sucesso e g = 1 . jogamos o dado triis vezes. de olhos fechados. por exemplo. que chamaremos de sucesso e fracasso. mentir. Uma firma fabrica "chips" dc computador.p a probabilidade de fracasso. I) Você usa drogas? 11) seu aniversário é anterior ao dia 2 de julho? Pede-se ao entrevistado que jogue uma moeda. 37. fmcnsso = coroa.5 Cap. uma amostra de 10 "chips" reveloii 1 "chip" defeituoso. sua estimativa de p? m. sacamos succssivarnente 3 bolas da urna. Para iso realizamse entrevistas com alguns habitantes da cidade. Por exemplo: a) Jogamos uma moeda não-viciada e pomos sucesso = cara. Um prisioneiro possui 50 bolas brancas. sacamos uma bola e pomos sucesso = a bola é preta. b) Determine o valor de k que maximiza a probabilidade calculada no ítem a}. qual é a relação entre p e p l ? I>) se foram realizadas 1000 entrevistas c obtidos 600 sim é razoável imaginar que p i N 0 . Como deve proceder o prisioneiro para maximizar a probabilidade de ser libertado? 39.

Suponhamos finalmente que as provas sejam independentes. ( l .k fatores pois as provas são independentes.k fracassos em uma ordem pré-determinada. Qual é a probabilidade de otilei-mos exatamente 5 caras? Soluçúo: Pondo sucesso = cara. em outra ordem..( l . por exemplo. é igual a A pi-obabiliclade dele acertar exatamente k = 4 questões é E a probabilidadc dele accrtar pelo menos 4 cluestões é . Isso.P ) n-k ) k fatores n .sso em cada prova é p . Pelo teorema binomial.onhecimento do resultados de algumas provas não altere as probabilidades dos resultados das demais.k fracassos em qualquer ordem é ?L-k multiplicado pelo número de ordem possíveis que pk(l . na qual de a probabilidade de suce.23: 1/2.p) é ) (para escolher uma ordem baí ta escolher em quais das n provas ocorrerão os k siicessos)..~ = p k (1 . p . temos p = 115 cm cada prova.5 Probabilidade 167 que a probabilidade de obter cara em qualquer dos lançamentos é Exemplo 5.166 Probabilidade Cap. a probabilidade seria a mesma pois apenas a ordem cios fatores se alteraria.24: T Jm aluno marca ao acaso as respostas em iim teste múltipla-escolha com 10 qiiestões e cinco alternativas por qiiestão. E claro que.5 Cap. Pelo teorerna binomial. temos p = 1/2 em cada prova e as provas são independentes. Qiieremos achar a probabilidadc dc k = 5 sucessos em n = 10 provas. e as provas são indcpenclerites. que o c. a resposta é i! o seguinte: Qual é a probabilidade de o b t e m o s k sucessos nesses n provas? q i i e queremos resolver O problema A probabilidade de nessas n provas obtermos k sucessos e. Qual í! a probabilidadc dcle acertar exatamente 4 questões? Pondo sucesso = acerto. significa que as bolas são sacadas com reposição. Acabamos de provar o Teorema Binoniial: A probabilidade de ocorrerem exatamente k sucessos ern tima sequê~icia n provas independentes. Solução: p p p . isto é.P ) . A probabilidade pk dele acertar k questões é a probabilidade dele obter k sucessos em 11 = 10 provas. os succssos na k primeiras provas e os fracassos nas demais: v ' k vezes 71-k SS---SFF---F vezes Exemplo 5. em eonseqii&ncias. .71 . no exemplo c. . Jogamos uma moeda não-viciada 10 vezes. A probabilidade de obtermos k sucessos e n .

A probabilidade de A ganhar uma partida é 0. ele pega (ao acaso) uma das caixas e retira daí um palito. Para que valores de p um avião com 3 motores é preferível a um a.168 Probabilidade Cap. em certa hora ele pega uma caixa e constata que ela está vazia. por exemplo) dependa de um par de genes. Toda vez que ele quer acender um cigarro. com reposição. ocorrerão 5 sucessos antes que ocorram 3 fracassos se e só se nas 7 primeiras provas ocorrerem pelo menos 5 sucessos. O primeiro que obtiver 12 vitórias ganha a série. Qual é a probabilidade de nesse momento a outra caixa conter exatamente k (O 5 k 5 n ) palitos? 8. queremos a probabilidade de ocorrerem 5 siicessos antes que ocorram 3 fi-acassos.5 Cap. Seja X o número do 1a. de modo que quando ele retira o último palito de uma caixa. Suponha que pai e mãe sejam híbridos e tenham 4 filhos.Lança-se repetidamente um par de dados não tendenciosos. cada uma com n palitos.4 de dar cara.idas. m i t e m l t i c o polonês . Representemos por A um gen dominante e por a um gen recessivo.25: Joga-se uma moeda não-viciada. Suponha que uma caracteristica (como a cor dos olhos. Filhos recebem um gen do pai e um da mãe. Qual é a probabilidade de serem obtidas 5 caras antes de 3 coroas? Solução: Pondo sucesso = cara. 4 bolas de uma urna que contém 7 bolas brancas e 3 bolas pretas.6? 5. Qual a probabilidade de serem sacadas 2 bolas de cada cor? Qual seria a resposta no caso sem reposição? 2. Calcule: 3.vião com 5 motores? 6. Uma moeda tem probabilidade 0.5 Probabilidade 169 Exernplo 5. Motores de avião funcionam independentemente e cada motor tem um probabilidade p de falhar durante um voo. a) Qual é a ~robabilidadedo primeiro filho ser um recessivo puro? b) Qual é a probabilidade de exatamente um dos 4 filhos ser um recessivo puro? 7. Dois adversários A e B disputam um série de 10 part. Qual é a probabilidade de A ganhar a série? 4. Dominantes puros e híbridos são semelhantes em relação à caracterist ica. Lançando-a 12 vezes qual o mais provável valor do número de caras obtidas? Exercicios 1. O matemático é meio distraído. Como a probabilidade de k sucessos em 7 provas S a resposta é ganhar a série sabendo que em cada partida as probabilidades de A e B vencerem são respectivamente 0. Qual é a probabilidade de obtermos duas somas iguais a 7 antes de obtermos três somas iguais a 3? 9.4 e 0. Qual é a probabilidade de A *Stefan Banach (1892-1945). um com genes aa é um recessivo puro e um com genes Aa é um híbrido. Dois adversários A e: B disputam uma série de partidas.6 e não há empates. Ora. Lança-se um dado não viciado até a obtenção do terceiro 6.nçamento em que isso ocorre. ( Oproblema das caixas de fósforos de Banach*) Um matemático sai de casa todos os dias com duas caixas de fósforos. Assim um indivíduo com genes A A é dominante puro. Sacam-se. Como ele fuma muito. No momento o resultado 6 6 x 4 a favor de A . ele não percebe que a caixa fica vazia. Um avião voa com segurança se a maioria de seus motores funciona.

. em das parcelas de Sp+i etc. A n subconjuntos de R e sejam Demonstração do caso a Como é óbvio que. ele é contado 1 = 1 vez. é contado em parcelas de S p . . A . . A 2 . . . . . se um elemento : de S1 pertence a menos do que p dos conjuntos A i . . A n . . . o que devemos provar é que se um elemento de (n pertence a exatamente p dos conjuntos então ele é contado uma vez na soma a p e que se um elemento pertence a mais do que p dos conjuntos A i .Sp+2. então ele não é contado na soma ap. A 2 . . Logo.. é c) O número de elementos do conjunto A i U A U. (E) Um elemento de R que pertence a exatamente p O . . . . Seja f um conjunto. . A. + (i z) (PP) +j (j > das . . . . é contado uma vez em S p e não é contado em Sp+i.UA. . .. Ora. A 2 . . . ele não é contado na soma a p . . A 2 . . A . A 2 . é Um elemento de (It que pertence a exatamente p dos conjuntos A I . A . . . . . a soma a p é então: a) O número de elementos de Si que pertencem a exatamente p dos conjuntos A i . é Demonstração do Principio da Inclusão-Exclusão. . .Apêndice 1 Apêndice 1 171 b} O número de elementos de fl que pertecem a pelo menos p dos conjuntos A i . . . . A 2 . A z . A . l Sejam A i . . p j < n ) dos conjuntos A i . Sn.

prova-se a versão probabilistica do princípio da Inclusão-Exclusão.k)! p! j ! k=O Demonstração do caso b: Temos Demonstração do caso c: De modo análogo. .p) no 2P membro é (O "-P k p+k = &(-I) k=O j ( .) ( ) p+j p+k C k=O - (P k ) ! ( p j ) ! k!p!(p+ L)!(j.Apêndice 1 Apêndice 1 173 Logo. o número de vezes que ele é contado na soma ap é: 0 coeficiente de SpFSj 5 j 5 n .k)! + + (P + j)! p! c(-~)E i I k=O k!(j .

Devemos colocar as cinco mulheres M l . .5 de modo que Mi não pode ocupar os lugares 5 e 1. . onde U. . b) A probabilidade de ocorrência de pelo menos p dos eventos A I . . . A n é Tem-se n ( n > 1) casais que devem se sentar em 2n cadeiras diferentes em torno de um círculo de modo que pessoas de mesmo sexo não se sentem juntas e que nenhum homem fique ao lado de sua mulher. An eventos e sejam A Solução de Kaplansky para o Problema de Lucas. Calculemos U .. M3. . A p .3. De quantos modos isso pode ser feito? Numeremos os lugares de 1 a 2n. é A resposta do problema de Lucas é 2 ( n ! ) U . An é c) A probabilidade de ocorrência do evento A i U A:. A s . . devemos colocar os homens nos lugares a eles reservados (n! modos). U .Apêndice 1 Apêndice 2 Sejam A i . . 5 nos lugares agora numerados M 1. ent 50: a) A probabilidade de ocorrência de exatamente p dos eventos A l . sendo vedada a colocação de alguma mulher ao lado de seu marido. . é o número de modos de colocar as n mulheres nos n lugares vazios. M p . .. Escolhido qual o sexo que ocupará os lugares impares (2 modos). . Só falta agora colocar as n mulheres nos n lugares restantes.2.4.M4. A exigência de pessoas de mesmo sexo não se sentarem juntas exige que os homens ocupem os lugares pares e as mulheres os impares ou vice-versa. A 2 . M2 . . sendo vedada a colocação de alguma mulher ao lado de seu marido. A figura A I ilustra o caso n = 5.U A . .

. (OBS: 1 . ocupa o i-ésimo lugar. ~ kA 2 .. n . . A.1 = n ) .176 Apêndice 2 Apêndice 2 177 não pode ocupar 1 e 2. A: = conjunto das permutações das mulheres em que Má ocupa o ( E .k ( 2n-k ) intrrreqõer do tipo ii) - k)! e com as demais parcelas nulas. + + . que contenha dois conjuntos consecutivos (imaginando. ...A:. . ) . e a resposta do problema de Lucas* é + A i = conjunto das permutações das mulheres em que M . para I 5 i 5 n . Para calcular Sk observemos que: i) Uma interseção de k dos conjuntos A i . = conjunto das permutações das mulheres. 2n . A1 parcelas iguais a (n Portanto.. iii) Há.k)! elementos (k 5 n ) ... . . A . . Por excmplo: Ai n A i n é vazifi pois M l não pode ocupar simultaneamente os lugares 1 e n. possui ( n .1)-ésimo lugar. e M1. A . M4 não pode ocupar 3 e 4 e M 5 não pode ocupar 4 e 5. . Definamos... . . ii) Uma interseção de k dos conjuntos A i . pelo segundo Lema de Kaplansky. . elementos com k elementos em posições pré-fixadas e. 2 . ( 2) =21i. A i . . Logo. qiie não contcnha dois conjuntos consecutivos (imaginando-os em circiilos) é uma permutação de n. ( n ! U. Queremos determinar U. os em círculo!) é vazia. As. número de elementos de 0 que não pertencem a nenhum dos conjuntos A. Sk é uma soma com H 5 Flg. portanto. . n A. M 3 não pode ocupar 2 e 3.. A.. Arrumemos os 2n conjuntos na ordem (Observe que essa fórmula vale para k = O pois So = n ! ) . Pelo Princípio da Inclusão-Exclusão. .. A. í: vazia pois o n-ésimo lugar não pode ser ocupado simultaneamente por M. A . A. A i . A $ . A I . A 2 . ( n > 1).

N Demonstrasão da desigualdade (1 - h)n> 1 - Com o mesmo raciocínio aplicado agora a e portanto Continuando temos . - n N 1 n .Apêndice 3 Apêndice 3 e finalmente n-n (I-.) o que prova a desigualdade.

'+ . x c ~ ~ x-~ n4-6n3+lln2+2n. 3) 4a) 3. 33a) 33b) . P B B P . 14i) . 30a) 250000. 7c) 792. 2) 300. 7a) 462. 14c) 24192. 1152. 9) 12960. 24 . .34).1 488 864376. 1%) C:. Seção 2. 4) n!. 756 756. 2a) 81' 2b) 46721. 22) 12 4! ~ o x ~ .Respostas dos Exercícios Respostas dos Exercícios 181 / I1 Seção 2 3 . 10) 14976. 12a) 2. 26) 5333280. 14a) 201 376. 6 ) 40. 13a) = 92378. 5) 30. 13d) 543 182640. !.t . 27) nZ-7. 19c) n(n-3)(n-4)(7i-5) . i i d ) ~ C ~ Z : + C ~ I . 20) 138378240.: x 1 = 125 970. 14j) 4. 28h) 1. lg) 13080. i a ) 560.x ~ 3! + 151 200. 28e) I*. 18) n'"-1''n-2'("-31.4 + Seção 2. 7e) 51 975. 9) 564480. 4b) 36. l d ) 9360.5 i a ) 462. =C~-C:-~. 37) 424051. l b ) 434. 15b) 7 24 1 16) 1085. 1 la) 11 520. l l e ) ZC~I. 2 ~ ~ . 5 ) 280. :: llb) C l l c ) C::. 512. 3) . 24) H. 29) 190.. 12e) 3 360. 14e) 224. l b ) 210. 2 ) 6300. 12c) 7983 360.1 0 . 8 ( 10) 720. 8) 267 148. 4e) 18. 7) C r . 14) 6 x 4n-3. 15a) n ! . 14h) 208. 28f) 3+. P B P B . 14f) 1344. 13c) C. 7d) 10 395.2 lc) 4320. 5) 8 640. B B P P . 31) 2m . l b ) 720. l f ) 2c) 1. 12d) 10 395. x . 8 lSb) n(7z-l)(n-2)(n-3) 19a) i ( n 3 . . r 1 ) . 14g) 4080. 28d) 2 " ~ 3 2 - Seção 2. 32b) 7 . 12f) 30.a a-1 34a) As linhas são P P R B . 28a) 2 ' ~ ~2%) . 11) 30. 13) 60 15) 2 x 3"-2.1. 6) 604800. 21a) 126. ]Sc) (n+Z)!n(3n+l) 16. ~35n . 4c) 100. B P B P . 22 = 4 x 1016. . 4d) 4.!. 14d) 10 752. 3) 3 600. 14b) 107520. 17b) 6 985 440. 17a) 12 972 960. 32a) 28. 25) 2 26) 2"-'. 12b) 1680. 7b) 5775. 1%) = 13b) ~ . a B P P B . Z h g ) 2''. l e ) 720. Seção 2. 40) Não. 30b) 86400.. 8 w. 23) 126." 28c) 2 : . . 4) w. $ . 21h} 70. l l a ) C:.

é. 7b) 3" . lb) 286.+ n + q ] 2) 315. 30) p = 10 ou p = 11.4 Ia) ( n + n ) ! . 2a) T5 = T . 18) 9 n(n+1)(4n+5).3 6) .1 ia) 62. 12) 210. : 35b) . n-1 . 4) 45. 38) . lc) 419. 1. Q número de funções f : A + B não-decrescentes. . 3) 2 5 . 9) 11 . 5 ) 28.1.1 ) k Cn(2n. 2) 126. 9) . 35a) C: :. 2 1000-n .182 Respostas dos Exercícios Respostas dos Exercícios 183 Seção 2. 13b) 3 711. 12) (n+2)2"-'. 24) C 6 6 7 2"(3. 14) 1 . 13) 3n . ) a k=O 21) (-l)Pc:-. 8) O 4) -1760. 17) 301 750. 3) 36. 10) l-1Y"'5n . 18a) . 4) 84. 20) 6n4 +20nS -3n2 -571 . 6) 504. ld) 714. Seção 4. n. 7) Impossível. lc) (m+n)!. 20a) n!. é o número de bijeções f:A t A onde # A = R . 2a) 15 504. 2) 2400. 5) 755. .~ . 8a) 31. 18b) n! 19d) 6. 2b) 7752. 3) termo máximo é T41 = -#e o termo mínimo é T 2 = p. e0 1 k 1936. 1 8 ~ )nP. 39) (n+m n Seção 3. 2"+' -1 11) 127. 11) 28. 1 3 ) ( 7 1 + l ) n 2 " . 6) - [h . 13a) 3420. k=O . n. 8b) 30. 12) 3".1. 31) p = 1 ou . 7a) 3". 14) 24.p.2 la) ( n . T.3 n-l 6) 9. 9) 2" . 27) 28) n-1 ~ L C ~ . 8) 190 800 9) C ( .359072. 21a) 191 300. A: é 0 número de funções f: A -+ B injetoras e ARK é o número de funções f:A t B .1 5) x(-l) P k C k ( p .~ 29) p = 5 . 32) = 3.l)n. Seção 3. g 3) T5 = 210.k)!. 4) 14 833.p. C: é o número de funções f : A -+ B estritamente crescentes. 7) 10) 10295472. ) n! lb -560 280 1) T = 70x4. = 14. 21b) 183 800. 22) c: . 16) 2001. 37) k = O . 20b) P. Seção 3. 11) a. 17) 1016.5 Seção 3. 7) n múltiplo de 5 . Seção 3. n2-5n+2 . . 8) . 22) 60 480.k)". 14) 5 004. l b ) $ ( m + n ) ! . #B = n.. 15) 825.6 1) 20. 2c) 10659.4n-'. 10) 120. 2b) T5 = F. C RP.

. 9) 5 e j.l8. 37d) h. lb) Oi3. 7 4 25 216' 4 m. b l! 11) - 12) . 7. 3 6 ) Uma urna recebe uma bola branca e a outra recebe 41 as 99 bolas restantes. 15a) i 1 5 b ) . P ( A 5 ) = P(A6) = m 5 7 1 P ( A 8 ) = m. 37b) 3 7 4 -. Sim. 2) P ( A l ) = 3 .184 Respostas dos Exercícios Respostas dos Exercícios 185 Seção 4. 34) As probabilidades são iguais. 576 :Ooo- 3%) 99 ou 100. 4b) 25 ijjgi 25 a. 2c) 898 223 5038848 = 2a) O.tb . 35a) -w.7.43 5 ) p > 8) 9) 5 .~-k r . 1 .3 5 1) 0. Aproximadamente O.4 '"' - 14) Sim. 37e) 1 492. 22. 1679616 78 125 1953125 2b) 2519424 . 0. S i m e N ã o . 1 8) B. 3a) E. i. 6b) a.26d6. g. 48) . 2007 25 25 6) 5. 38a) p i = T. .38b) 39a) ). ( zoo> ' Seção 5. 37a) gs. . 13. Sb) E.?8. 0. 4) '7 05. 4 1 a. Seção 5.P ( A 2 )3 $.5 Ia) 0. 13) 7b) 41. 6a) a. P ( A 3 ) = 1 m 1 P ( A 4 ) = m. 3 P(A7) = 1 5) 10) *a$&. " 3) Aproximadamente 0.999 aproximadamente. (n-ly.63.3 Seção 5.

Moscou .Bibliografia Bibliografia 187 1 1 "i de Cuantas Formas?" .Rio Nogueira .Tradução para o espanhol de L. Singer Company . Números de Fibonacci. Relações de Recorrência. [8] "Applied Cominatorics" .Nova Iorque .Coleçáo "New Mathematical Library" volume 15 . Teoria da Contagem de Polya.1972 .2 1 9 paginas.São Paulo .McGraw Hill .1972 . Vilenkin 5 Tradução para o espanhol de Juan Jose Tolosa . Lacaz Netto .300 páginas. Contém 180 problemas.1956 . Perrnut ações e Combinações. Teoria da . Pavimentações do Plano.197'2 .1968 .202 páginas.1972 . ' [6] "Introduction to Combinatorics" .Livraria Nobel . Ermoláev .158 páginas.Ivan Niven-Random House. números de Catalán. em sua maioria resolvidos. funções geratrizes e partições de um inteiro. Princípio de Dirichlet. Teorema de Euler. Árvores. Configurações Comhinatórias. Funções Gerat rizes . A. L. Funções Gerat rizes . Permutações com Posições Restritas.158 páginas. D. A . Polinômios de Torres.Nova Iorque . W . B.E'. [7] "Introduction to Combinatorial Mathematics" .Editora Mir . Princípio da Inclusão-Exclusão.Rio de Janeiro .Gerald Berman e K.1978 . Redes.2" Edição .28 Edição 2 .Nova Iorque 1984 .Editora Mir . Permutações com Posições Restritas. Çircui tos Eulerianos e Hamiltonianos. Quadrados Latinos e Partições de Inteiros.Alan Tucker . Os livros a seguir abordam principalmente tópicos um pouco mais avançados.N. todos resolvidos ou com solução indicada. Circuitos Eulerianos e Hamiltonianos. Relações de recorrência.Londres . Part içóes de Inteiros.Moscou . com o mesmo grau de complexidade. Aborda Grafos. Programação Dinâmica e Designações. Números de Stirling. o Problema das Quatro Cores.447 páginas. [4] "Triângulo de Pasca17' . contém 439 problemas. Relações de Recorrência. Liu . Polinômios de Torres. Colorações.John Wiley and Sons .C. Um curso sob a forma de problemas. Frye~ Academic Press . Aborda Permutações e Combinações.38 páginas. Polinõmios Cromáticos. Contém cerca de 100 exercícios resolvidos e aborda também funções - (31 'Lições de Análise Combinatória" . Grafos. Mapas na esfera. Números Cromáticos. [I] "Mathematics of Choice" . The L. Redes. o Lema de Sperner. Configurações Combinatórias.4a Edição . Funpóes Gerat rizes. Aborda também números de Fibonacci. Principio da Inclusão-Exclusão. Princípio da Inclusão-Exclusão. 1 1 "Lições de Análise Combinatória)' . Aborda também relações de recorrência. Uspenski-. A borda Permutações e Combinações.Editora Fundo de Cultura . Programação Linear.393 páginas. Análise Combinat6ria Os lavros abaixo abordam mais ou menos as mesmas coisas que e s t e livro.V.

Michael Townsend . Partições de Inteiros. Geratrizes. Permutações e Combinações. Os livros a seguir sóo excelentes textos pam um curso de probabilidade em n. A borda Permiit açóes e Combinações.374 páginas. Teorema de Ramsey. ~ l ~ o r i t m dGrafos. Frederick Mosteller . Permutações e Combinações. [13]"Introductory Combinatorics" . Aborda Principio de Dirichlet. 11 "Basic Techniques of Combinatorial Theory" . Configurações Combinatórias. Triângulo de Pascal. 1 4 "Combinatoriai Mathematics" 11 . Matrizes de zeros e uns.z'vel de GrnduaçGo. Princípio da Inclusão-Exclusão.1984 . - Aborda História da Combinatória.2a Edição .Califórnia . todos resolvidos. Probabilidade.Prcnticc Hall . 9 Cohen .Nova Iorque . Princípio da lnclusáo-Exclusão. Colorações e Problemas de O tjmização. Binômio de Newton e Polinômio de Leibniz.387 paginas.Clarendon Press páginas. . Polinômios de Torres. 12oberts .1969 . G rafos.John Wiley and Sons . Princípio de Dirichlet. Relações de Recorrència. A borda PermiitaqOes e Combinações. Principio da Inclusão-Exclusão. Modelagem Combinatória em Teoria da Computação e Jogos com Grafos.1977 . - Wesley - Massachussets - Contém 56 ~>roblemas intcressantissimos de Probabilidade. Fiinçáo de Moebius e Teoria da Contagem de Polya.North Holland . 1 0 "Elementary Combinatorial Analysis" . Circuitos Eulerianos e Hamiltonianos. Triângulo de Pascal. Aborda o Princípio da Incliisáo-Exclusão.188 Bibliografia Bibliografia 189 Contagem de Polya. Relações de Reeorrência. Configurações Combinatórias. Relações de Rccorrência.Exclusão. . Designayões e Colorações.The Benjamin Cummings Publishing Co.The Mathematical Association of America .Herbert John Ryser . Combinações e Prrmutaqões. [I11 "A First Course in Combinatorial Mathematics" derson . TriBngulo de Pascal .134 A borda Induqão .154 paginas. Teorema de Ramsey. Grafos. Binômio de New ton. Teorema de Ramsey.Richard A . A.Addison 1965 . Princípio da Inclusão-Exclusclo. Permanentes.Nova Iorque . o Problema de Lucas.606 páginas. . Funqões Geratrizes.233 páginas. Configurações Combinatórias. Probabilidade [I61 "Fifty Chailenging Problems in Probability with Solutioris" - [12]"Applied Cumbinatorics" Fred S. Inc. Aborda Permutaçóes e Combinações. Principio de Dirichlet. Relações de RecorrÊncia.1989 .1978 . Configurações Combinatórias.1987 .Martin Eisen . Rrualdi . Designações. Funções Gerat rizes .Cor11 don and Breach . Sistemas de Representantes Distintos e Problemas de O timização.Ian AnOxford .New Jersey . Funções Geratrizes. Recorrència.Nova Iorque . Códigos Corretores de Erros. Probabilidade. - 1151 "Discrcte Mathematics: Applied Combinatorics and Graph Theory" .297 páginas. Principio da Inclusão-Exclusão.Daniel I. Números de Stirling c de Catalán. Teoria de Ramsey. Códigos Corretores de Erros e Empacotamento de Esferas.1965 .88 páginas. Funções s. Teoria da Contagem de Polya e Grafos. Principio da Inclusão.The Carus Mathematical Monographs volume 14 . Funqões Geratrizes. Permutações Caóticas. Teoria da Contagem de Polya.

236 páginas. Probabilidade.1983 . Esperanças. l Aborda Combinatória.Edgard Blucher . Funções Geratrizes de Momentos e finçoes Características. 119) "Probabilidade: Aplicações A estatística" . Aborda Probabilidade. Variáveis Aleatórias Mult idimensionais . Aborda Combinatória. [20] "Introdução à Teoria da Probabilidade" .Japão 1960 .Ema11 nuel Parzen . Probabilidade. Stone .Paul L. Confiabilidade. . 1 1 L'Introduçáoh Teoria das Probabilidades e suas Aplicações" 21 .Paul G. Funções de Variáveis Aleatúrias . Esperanças e Teoremas Limites.São Paulo .464 páginas. Inc .John Wiley and Sons e Toppan Printing Company LTD . Variáveis Aleatórias Unidimensionais e Mult idirnensionais. Esperanças.305 páginas.Rio de Janeiro . Variáveis Aleatórias Unidimensionais . Distribuições Discretas Univariadas.Tradução de Ruy Lourenço Filho .1976 .Livraria Interciência . um livro que influenciou várias geraçks (a primeira edição é de 1950). Variáveis Aleatórias Unidimensionais e Bidimensionais.269 páginas. Passeio Aleatório. Probabilidade. Estimação e Testes. Teoremas Limites.Tradução de Fernando Yassov Chiyoshi . Funções Geratrizes de Momentos.William Feller . Sidney C. Port. Variáveis Aleatórias Unidimensionais e Multidimensionais e Teoremas Limites.Sheldon Ross .190 Bibliografia Bibliografia 17 "A First Course in Probability" . Tradução de Flávio Wagner Rodrigues e Maria Elisa Fini. O livro.1978-. Esperanças e Teoretnas Limites. Aborda Combinatória. Passeio Aleatório e Processo de Poisson. Probabilidade.Rio de Janeiro . Hoel. no original.2" edição . Teoremas Limites.LTC .Nova Iorque . Meyer . é em dois volumes com 17 capitulos no primeiro volume e 19 no segundo volume. Este é um clássico. A tradução para o Português contém Ò 10 primeiros capítulos do s primeiro volume. Titulo original: "Introductory Probability and Statistical Applications" .Mac Mil11 lan Publishing Company.426 páginas. Distribuição Normal. 1 8 "Modern Probability Theory and its Applications" . Aborda Combinatória. Charles 3. Distribuições Amostrais.1976 . Titulo original: "Iiltroduction to Probability Theory".

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful