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Estamos iniciando o curso de Gestão Ambiental e Recursos Hídricos cujo objetivo é aumentar competitiva
Estamos iniciando o curso de Gestão Ambiental e Recursos Hídricos cujo objetivo é aumentar competitiva

Estamos iniciando o curso de Gestão Ambiental e Recursos Hídricos cujo objetivo é aumentar competitiva diante dos problemas ambientais ligados principalmente às questões agropecuárias e agroindustriais. O curso está estruturado num conjunto de 4 módulos e em vários momentos você será solicitado a participar de exercícios e testar seus conhecimentos. Desse modo é importantíssimo que você esteja aberto a receber novas informações e a associá-las ao seu dia-a-dia

Módulo I Objetivo: Fornecer informações na área ambiental e de recursos hídricos sobre a legislação

Módulo I Objetivo: Fornecer informações na área ambiental e de recursos hídricos sobre a legislação atual

O que caracteriza uma molécula orgânica? Seria o fato dela ter uma molécula de

carbono ligada com hidrogênio em seus radicais ou o tipo de arranjo desta molécula? Bom vamos pensar

O que diferencia de fato uma molécula orgânica além

do fato de ser um elemento composto de carbono e hidrogênio é a energia que liga estas moléculas e esta energia é proveniente da fotossíntese.

moléculas e esta energia é proveniente da fotossíntese. Esta energia é proveniente do processo da fotossíntese

Esta energia é proveniente do processo da fotossíntese que transforma energia solar em energia química. Podemos imaginar que toda a vida no planeta nada mais é do que a busca desta energia onde os organismos autotróficos (plantas, algas etc.) processam o seu próprio alimento e os organismos heterotróficos (animais) buscam sua energia em outros seres vivos, ou seja, todo o processo alimentar dos animais heterotróficos visa quebrar as moléculas orgânicas em busca da energia das suas ligações. Conceitos iniciais Cada vez mais espécies de plantas e animais sofrem mutações e evoluem.

espécies de plantas e animais sofrem mutações e evoluem. Os primeiros organismos fotossintéticos pr ovavelmente

Os primeiros organismos fotossintéticos provavelmente flutuavam sob a superfície das águas iluminadas pelo sol, e devido à escassez dos recursos minerais em mares abertos, as colônias destes organismos se concentravam nas encostas dos continentes. Como sabemos os fatores essenciais para os organismos fotossintéticos são: a luz, água, dióxido de carbono, oxigênio para a respiração e alguns minerais,

sendo que o oxigênio (O2) e o dióxido de carbono circulam mais livremente no ar

sendo que o oxigênio (O2) e o dióxido de carbono circulam mais livremente no ar que na água e o solo geralmente mais rico em minerais. Várias interações entre os organismos e seu ambiente influenciaram na evolução das espécies, além da seleção natural, como por exemplo:

- O acaso

- Relações internas entre caminhos bioquímicos e do desenvolvimento

- Também as relações internas entre diferentes órgãos, o que organiza a seleção por

exigir que as novas características sejam combatíveis com o restante da organização

interna do organismo.

- Fatores abióticos; clima, salinidade, tipo de solo e disponibilidade de água.

- Fatores bióticos; presas, predadores, agentes patogênicos, competidores e mutualistas.

- Interação entre indivíduos da mesma espécie; acasalamento, competição por

recursos e demais interações sociais Outro assunto que é de extrema importância e que vamos abordar agora é o solo com sua caracterização e capacidade de suporte.

que é de extrema importância e que vamos abordar agora é o solo com sua caracterização
Exercício Após ter visto como o solo é formado, assinale as alternativas que correspondem as

Exercício Após ter visto como o solo é formado, assinale as alternativas que correspondem as funções do solo. Assim que terminar clique no botão resposta.

(

) Biológico

(

) cobertura

(

) fonte de material

(

) suporte

(

) alimentar

(

) filtro

Gabarito no final da apostila

A Agroecologia é um ponto importante para a gestão ambiental e recursos hídricos

pois, é ela que mantém a base de recursos sobre a qual depende; Aliado a um mínimo de insumos artificiais de fora da propriedade, que controla pragas e doenças através de mecanismos internos e presentes dentro da mesma e que tenha a capacidade de se recuperar das alterações antrópicas causadas pelas atividades agropecuárias. Para estabelecer um agroecossistema sustentável é necessário gerar conhecimentos cientifico e habilidades técnico - gerencias para relacionar os vários aspectos do conhecimento. Sustentabilidade é um teste de tempo, um agroecossistema (fazenda) que vem produzindo por um longo período de tempo sem degradar seus recursos locais ou recursos de outro lugar, pode ser dito sustentável. Existem grandes questões sobre a sustentabilidade, como por exemplo:

O que é um longo período de tempo?

Como determinar a degradação que tem ocorrido?

Como criar sistemas sustentáveis se a prova da sustentabilidade continua sempre no

futuro?

São questões importantes que devem ser respondidas para estabelecer sistemas agroecológicos sustentáveis, então diante desse fato é imprescindível o papel dos

cientistas que tem como tarefas identificar parâmetros dos agroecossistemas, estabelecer características especificas que são fundamentais no funcionamento da agropecuária, determinar em que nível ou condição essas variáveis devem se manter para que a sustentabilidade ocorra.

Basicamente dois tipos de sistema sustentáveis ocorrem na realidade, para conhecer um pouco sobre cada

Basicamente dois tipos de sistema sustentáveis ocorrem na realidade, para conhecer um pouco sobre cada um deles passe o mouse sobre as setas.

um pouco sobre cada um deles passe o mouse sobre as setas. Ecossistemas naturais rico em

Ecossistemas naturais rico em biodiversidade, sustentável por longos períodos de tempo. Sistemas agrícolas tradicionais mais produtivos, produtividade só pode ser mantida com a adição em larga escala de matéria prima, recursos humanos e energia externa. Ambos têm suportado o teste do tempo mantendo sua produtividade por longos períodos e podem oferecer diferentes conhecimentos básicos. Os ecossistemas naturais nos dão um importante ponto de referência para entender as bases ecológicas da sustentabilidade, e os agroecossistemas tradicionais oferecem exemplos abundantes de práticas agrícolas sustentáveis.

exemplos abundantes de práticas agrícolas sustentáveis. Legislação Ambiental O homem sentiu que os recursos

Legislação Ambiental

O homem sentiu que os recursos ambientais são poucos e finitos, e que se não

descobrir novas alternativas energéticas e alimentares etc. a própria sociedade irá arcar com o prejuízo. Por isto que o enfoque dentro da questão ambiental tem uma visão de sustentabilidade ambiental. ”Desenvolvimento Sustentado” . É fundamental para a sociedade o adequado equilíbrio entre a oferta e a demanda dos recursos ambientais, sejam naturais (ar, água, solo), econômicos ou sócio-culturais, visando diminuir seus reflexos na vida do homem e permitindo a minimização de seus conflitos de usos. Demanda esta, que vai desde as necessidades básicas da vida (alimentação, roupa, moradia, saúde, educação, segurança) as necessidades econômicas, sociais, políticas e culturais.(A.J. Freitas) Para administrar estes conflitos, é fundamental uma política que estabeleça as diretrizes gerais, a organização administrativa e funcional necessária para tal e por um sistema de gerenciamento, constituído pelo conjunto de organismos, agências e instalações governamentais e privadas, para execução da política, por meio do modelo

adotado e tendo por instrumento, o planejamento ambiental.

O gerenciamento de um recurso ambiental, natural, econômico ou sociocultural.

consiste no conjunto de ações(leis, decretos, normas ou regulamentos) destinadas a

compatibilizar o uso, o controle e a proteção deste recurso avaliando a situação reinante com os princípios ditados pela respectiva política do recurso.

Os principais condicionantes jurídicos de um modelo brasileiro de gestão de recursos hídricos. 7

Os principais condicionantes jurídicos de um modelo brasileiro de gestão de recursos hídricos.

Os principais condicionantes jurídicos de um modelo brasileiro de gestão de recursos hídricos. 7
Os principais condicionantes jurídicos de um modelo brasileiro de gestão de recursos hídricos. 7
Os principais condicionantes jurídicos de um modelo brasileiro de gestão de recursos hídricos. 7
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Conceitos da legislação vigente: - No direito Brasileiro o direito de águas faz parte do

Conceitos da legislação vigente:

- No direito Brasileiro o direito de águas faz parte do Direito Administrativo.

- O domínio das águas públicas é declarado por ato de Outorga.

- As águas subterrâneas pertencem aos estados.

- Em âmbito federal a legislação que se aplica aos aspectos qualitativos das águas públicas é a lei ambiental.

- A prioridade para uso das águas públicas no Brasil é para abastecimento público.

- A atribuição legal do saneamento é do município.

- A ação civil pública pode ser movida por todas as entidades físico-jurídicas como: a união,associações constituídas por menos de 1 ano e fundações.

- A outorga do uso da água pressupõe que o poder público autoriza o uso em águas permanentes, de acordo com condicionantes por um determinado período.

- O licenciamento ambiental é dado por órgão estadual de Meio Ambiente.

Agrotóxicos Uso de Agrotóxicos:

Projeto de lei nº 02/97 de 18/02/97 que dispõe sobre o uso, a produção, o comércio, o armazenamento, o transporte e a fiscalização de agrotóxico, componentes e afins no Estado de Goiás. - Art. 1º - O uso, a produção, o consumo, o comércio, o armazenamento, transporte e a fiscalização e o destino final das embalagens de agrotóxicos e resíduos, seus componentes e afins, no território do estado de Goiás serão regidos por esta lei.

- Art.2º - Compete as secretarias de Agricultura, Meio Ambiente e Saúde a fiscalização do cumprimento da legislação estadual referente a agrotóxicos, resíduos seus componentes e afins e do que é outorgado pela legislação Federal vigente.

- Art.3º - Para efeito desta lei, considera-se:

a) - Agrotóxicos - os produtos químicos destinados ao uso nos setores de produção, no armazenamento e beneficiamento de produtos agrícolas, nas pastagens, na proteção de florestas, nativas ou implantadas, e de outros ecossistemas e também de ambientes urbanos, hídricos e industriais, cuja finalidade seja alterar a composição da flora ou da fauna , afim de preservá-las de ação danosa de seres vivos considerados nocivos, bem como as substâncias necessárias para ser bom desenvolvimento.

Parágrafo 1º - Os produtos domissanitários deverão ser regidos por normas estabelecidas pela Secretária de

Parágrafo 1º - Os produtos domissanitários deverão ser regidos por normas estabelecidas pela Secretária de saúde do Estado. Parágrafo 2º - A indústria importadora, produtora ou manipuladora de agrotóxicos e afins, postulante do cadastramento do produto, apresentará, obrigatoriamente documentos próprios ao secretário da agricultura .

- Art.4º - A comercialização, uso, consumo, e armazenamento, no território de

Goiás,de todo e qualquer agrotóxico e afins, estão condicionado a aprovação do pedido de cadastramento do produto perante a secretaria de agricultura que deverá

fornecer cópias a secretaria de saúde e a secretaria estadual do meio ambiente, para as respectivas ações desses órgãos e suas competências. Parágrafo 2º - A indústria importadora, produtora ou manipuladora de agrotóxicos e afins, postulante do cadastramento do produto, apresentará, obrigatoriamente documentos próprios ao secretário da agricultura .

- Art.4º - A comercialização, uso, consumo, e armazenamento, no território de

Goiás,de todo e qualquer agrotóxico e afins, estão condicionado a aprovação do pedido de cadastramento do produto perante a secretaria de agricultura que deverá fornecer cópias a secretaria de saúde e a secretaria estadual do meio ambiente, para

as respectivas ações desses órgãos e suas competências. Veja quais são os outros aspectos importantes deste Projeto de Lei:

Caberá à secretaria de agricultura caberá elaborar e publicar no diário oficial do Estado, até 6 meses,a listagem de agrotóxicos, seus componentes e afins de uso permitido no Estado. Todo estabelecimento que opera com agrotóxicos e afins não poderá funcionar sem assistência de profissional legalmente habilitado pelo CREA (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia). Os agrotóxicos só poderão ser comercializados diretamente aos usuários, através de apresentação do Receituário Agronômico prescrito por profissional legalmente habilitado no CREA. Deverá ser especificada no receituário agronômico, toda recomendação relativa a proteção ao meio ambiente. Utilização e destinação de embalagens e de responsabilidade do usuário. As embalagens usadas não poderão ser utilizadas para outros fins e deverão ser inutilizadas ou destruídas ou destinadas de acordo com orientação técnica. Penalidades previstas : sem prejuízo das responsabilidades civil e penal, acarretará pesadas sanções administrativas.

Veja abaixo os decretos sobre áreas de reserva legal e permanente: Decreto nº 4593 de

Veja abaixo os decretos sobre áreas de reserva legal e permanente:

Decreto nº 4593 de 13 de novembro de 1995 - Que regulamenta a lei nº 12596 de 14 de março de 1995, que dispõe sobre a política florestal do Estado de Goiás. Art 1º - Fica reconhecido como patrimônio natural do estado de Goiás o bioma cerrado, cujos integrantes são bens de interesse de todos os habitantes do estado. Art.2º - Todas as formas de vegetação existentes no território goiano, nativas ou plantadas, são bens de interesse comum a todos os habitantes do estado, observando-se o direito de propriedade, com as limitações que a legislação em geral e, especialmente, este decreto estabelece. Saiba mais:

Consideram-se áreas de preservação permanente em todo o território Goiano as florestas e demais formas de vegetação natural situadas em:

Nos locais de pouso de aves de arribação, assim declarados pelo conselho estadual do meio ambiente-CEMA, ou protegidos por convênio, acordo ou tratado internacional de que a união federal e signatária. Ao longo dos rios ou qualquer curso d’água, desde seu nível mais alto, cuja largura mínima em cada margem, seja de :

a) 30m para curso d’água, com menos de l0m de largura.

b) 50m para curso d’água de 10m a 50m de largura.

c) 100m para curso d’água de 50m a 200m de largura

d) 200m para curso d’água de 200m a 600m de largura

e) 500m para curso d’água com largura superior a 600m

Ao redor das lagoas ou reservatórios d’água naturais ou artificiais, desde que seu nível mais alto, medido horizontalmente em faixa marginal cuja largura mínima seja de ; 30m para os que estejam situados em áreas urbanas, e 100m para os que estejam em área rural exceto os corpos d’água com até 20ha de superfície, cuja faixa marginal seja de 50m. Nas nascentes ainda que intermitentes e nos chamados olhos d’água qualquer que seja a sua situação topográfica, num raio mínimo de 50m. Consideram-se também áreas de preservação permanente : as veredas, áreas com altitudes superiores a 1200m, nas encostas com declividades superiores a 100% ou 45º na sua linha de maior declive. Reserva legal de 20% da área do imóvel, não podem ser contabilizadas as áreas de reserva permanente.

O próximo assunto deste módulo é sobre a constituição federal. Exercício Sobre o Projeto de

O próximo assunto deste módulo é sobre a constituição federal.

Exercício Sobre o Projeto de lei nº 02/97 de 18/02/97

- Art.3º - Para efeito desta lei, considera-se:

Agrotóxicos - os produtos químicos destinados ao uso nos setores de desenvolvimento, armazenamento e beneficiamento de produtos agrícolas, nas pastagens, na proteção de florestas, nativas ou implantadas, e de outros ecossistemas e também de ambientes urbanos, hídricos e industriais, cuja finalidade seja preservar

a composição da flora ou da fauna , afim de preservá-las de ação danosa de seres vivos considerados nocivos, bem como as substâncias necessárias para ser bom desenvolvimento. Escreva aqui a resposta correta da atividade:

Meio Ambiente da Constituição Federal Agora que já terminou de fazer a atividade e fixou bem os conceitos que estudamos, vamos dar continuidade ao curso falando sobre a Constituição Federal.

V – controlar a produção, a comercialização

substâncias que comportem risco para a vida, a qualidade de vida e o meio ambiente;

e o emprego de técnicas , métodos e

VI – promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização

pública para a preservação do meio ambiente;

VII – proteger a fauna e a flor, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais à crueldade;

§ 2º - Aquele que explorar recursos minerais fica obrigado a recuperar o meio

ambiente degradado, de acordo com solução técnica exigida pelo órgão público

competente na forma de lei.

§ 3º As condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores, pessoas

§ 3º As condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente sujeitarão os

infratores, pessoas físicas ou jurídicas, a sanções penais e administrativas, independentemente da obrigação de reparar os danos causados.

§ 4º A Floresta Amazônica brasileira, a Mata Atlântica, a Serra do Mar, o Pantanal

Mato-Grossense e a Zona Costeira são patrimônio Nacional, e sua utilização far-se-á,

na forma da lei, dentro de condições que assegurem a preservação do meio ambiente,

inclusive quanto ao uso de recursos naturais.

§ 5º São indispensáveis as terras devolutas ou arrecadadas pelo estado, por ações

discriminatórias, necessárias a proteção dos ecossistemas naturais.

§ 6º As usinas que operem com reator nuclear deverão ter sua localização definida em

lei

federal sem o que não poderão ser instaladas.

VI

– promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização

pública para a preservação do meio ambiente;

VII – proteger a fauna e a flor, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em

risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais à crueldade;

§ 2º - Aquele que explorar recursos minerais fica obrigado a recuperar o meio

ambiente degradado, de acordo com solução técnica exigida pelo órgão público competente na forma de lei.

§ 3º As condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente sujeitarão os

infratores, pessoas físicas ou jurídicas, a sanções penais e administrativas, independentemente da obrigação de reparar os danos causados.

§ 4º A Floresta Amazônica brasileira, a Mata Atlântica, a Serra do Mar, o Pantanal

Mato-Grossense e a Zona Costeira são patrimônio Nacional, e sua utilização far-se-á,

na forma da lei, dentro de condições que assegurem a preservação do meio ambiente,

inclusive quanto ao uso de recursos naturais.

§ 5º São indispensáveis as terras devolutas ou arrecadadas pelo estado, por ações

discriminatórias, necessárias a proteção dos ecossistemas naturais.

§ 6º As usinas que operem com reator nuclear deverão ter sua localização definida em

lei federal sem o que não poderão ser instaladas.

Elaboração de Estudos de Impacto Ambiental

A necessidade da elaboração de estudos de impacto ambiental está relacionada a

uma imposição legal, tendo em vista a promulgação da resolução ‘CONAMA’ nº 01, de 23 de janeiro de 1986. Vale esclarecer, que os estados e os municípios podem traçar dispositivos legais complementando e que prescreve a legislação do plano federal.

Ainda que a imposição legal seja, evidentemente, a mais perceptível quanto a necessidade de se

Ainda que a imposição legal seja, evidentemente, a mais perceptível quanto a necessidade de se elaborar estudos de impacto ambiental, é possível vislumbrar, ainda, pelo menos mais três formas. Para conhecer quais são, clique nas figuras:

três formas. Para conhecer quais são, clique nas figuras: Natureza A forma ecológica evidencia-se, a medida

Natureza

A forma ecológica evidencia-se, a medida que se compreende, que a avaliação de

impactos ambientais tem a capacidade de selecionar a melhor alternativa de uma determinada ação impactante sob o ponto de vista ambiental. Quando uma ação ambiental é proposta, por exemplo, um empreendimento agrícola pode ser definido alternativo tecnológica e de localização do mesmo, incluindo-se a denominada

alternativa testemunha, ou seja, não executar o empreendimento. Considerando que essas alternativas apresentam perfis impactantes diferentes entre si, por meio de comparação das alternativas, torna-se possível optar pela melhor sob o aspecto ambiental. Carro álcool

A forma econômica pode ser mais bem percebida, quando se considera que a

avaliação de impactos ambientais preconiza a adoção de medidas ambientais preventivas (sistemas antipoluentes), desenvolvimento de equipamentos menos impactantes etc., que apresentam custos significativamente inferiores ás medidas de

cunho corretivo, ou seja, que são adotados após o surgimento do problema. Desse modo, são privilegiadas aquelas alternativas que contemplem uma maior possibilidade de adoção de medidas ambientais preventivas. Campo trator

A forma ética está relacionada ao grau de conscientização do agente responsável pelo

empreendimento impactante sobre o seu papel na sociedade. No caso de empreendimentos agrícolas, esse agente assume diversas denominações: pequeno produtor rural, médio produtor rural, grande produtor rural, cooperativas agrícolas, empresa agrícola, entre outras. Sob o aspecto ético, deve ser assumido que pessoas com maior massa crítica e grau de cidadania cumprem mais rigorosamente suas obrigações, no caso relacionado ás interferências no meio ambiente.

O conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA , no uso das suas atribuições que

lhe confere o artigo 48 do decreto nº 88.351, de 01 de junho de 1983, considerando a necessidade de se estabelecerem às definições, as responsabilidades, os critérios

básicos e as diretrizes gerais para uso e implementação da avaliação de impacto ambiental, como

básicos e as diretrizes gerais para uso e implementação da avaliação de impacto ambiental, como um dos instrumentos da política nacional do meio ambiente, resolve:

Artigo 1º - Para efeito desta resolução, considera-se impacto ambiental qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada

por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que,

direta ou indiretamente, afetam:

I-

a saúde, a segurança e o bem estar da população;

II

- as atividades sociais e econômicas;

III

- a biota;

IV

- as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente,

Artigo 2º - Dependerá de elaboração de estudo de impacto ambiental e respectivo relatório de impacto ambiental - RIMA , a serem submetidos á aprovação do órgão estadual competente, e do SEMA em caráter supletivo, o licenciamento de atividades

modificadoras do meio ambiente, tais como:

I - Estradas de rodagem com duas ou mais faixas de rolamento;

II

- Ferrovias;

III

- Portos e terminais de minério, petróleo e produtos químicos;

IV

- Aeroportos, conforme definidos pelo inciso I, artigo 48 , do decreto-lei nº32, de 18

de

novembro de 1966;

V

- Oleodutos, gasodutos, minerodutos, troncos coletores e emissários de esgotos

sanitários;

VI - Linhas de transmissão de energia elétrica, acima de 230 kv;

VII - Obras hidráulicas para exploração de recursos hídricos, tais como: barragens

para fins hidrelétricos, acima de 10 MW, de saneamento ou de irrigação, abertura de canais de navegação, drenagem e irrigação, retificação de cursos dágua, abertura de barras e embocaduras, transposição de bacias, diques;

VIII - Extração de combustível fóssil (petróleo, xisto, carvão);

IX - Extração de minério, inclusive os da classe II, definidos no código de mineração;

X - Aterros sanitários, processamento e destino final de resíduos tóxicos ou perigosos;

XI - Usinas de geração de eletricidade, qualquer que seja a fonte de energia primária

acima de 10mw;

XII - Complexo e unidades industriais e agroindustriais (petroquímicos, siderúrgicos,

cloroquímicos, destilarias de álcool, hulha, extração e cultivo de recursos hídricos);

XIII - Distritos industriais e zonas estritamente industriais;

XIV - Exploração econômica de madeira ou lenha, em áreas acima de 100 hectares ou

XIV - Exploração econômica de madeira ou lenha, em áreas acima de 100 hectares ou

menores, quando atingir áreas significativas em termos percentuais ou de importância

do

ponto de vista ambiental;

XV

- Projetos urbanísticos, acima de 100 ha ou em áreas consideradas de relevante

interesse ambiental, á critério da SEMA e dos órgãos municipais e estaduais

competentes;

XVI

- Qualquer atividade que utilizar carvão vegetal, derivados ou produtos similares

em

quantidade superior a dez toneladas por dia;

XVII - Projetos agropecuários que contemplem áreas acima 1.000 hectares ou menores, nesse caso, quando se tratar de áreas significativas em termos percentuais

ou de importância do ponto de vista ambiental, inclusive nas áreas de proteção

ambiental. Artigo 5º - O estudo de impacto ambiental, além de atender á legislação, em especial

os princípios e objetivo expresso na lei de política nacional de meio ambiente,

obedecerá as seguintes diretrizes gerais:

I - Contemplar todas as alternativas tecnológicas e de localização de projeto, confrontando-as com a hipótese de não execução do projeto;

II - Identificar e avaliar sistematicamente os impactos ambientais gerados nas fases de implantação e operação da atividade;

III - Definir os limites da área geográfica a ser direta ou indiretamente afetada pelos

impactos, denominada área de influência do projeto, considerando, em todos os casos, a bacia hidrográfica na qual se localiza;

IV

- Considerar os planos e programas governamentais, propostas e em implantação

na

área de influência do projeto, e sua compatibilidade.

Parágrafo único - Ao determinar a execução do estudo de impacto ambiental, o órgão estadual competente, ou a SEMA ou, quando couber, o município, fixarão as diretrizes adicionais que , pelas peculiaridades do projeto e características ambientais da área, forem julgadas necessárias, inclusive os prazos para conclusão e análise dos estudos. Artigo 6º - O estudo de impacto ambiental desenvolverá no mínimo, as seguintes atividades técnicas:

I - Diagnóstico ambiental da área de influência do projeto com completa descrição e analise dos recursos ambientais e suas interações, tal como existem,de modo a caracterizar a situação ambiental da área, antes da implantação do projeto,

considerando:

a) o meio físico – O sub-solo, as águas , o ar e o clima,

a) o meio físico – O sub-solo, as águas , o ar e o clima, destacando os recursos

minerais, a topografia, os tipos e aptidões do solo, os corpos d’água, o regime hidrológico, as correntes marinhas, as correntes atmosféricas;

b) o meio biológico e os ecossistemas naturais - a fauna e a flora, destacando as

espécies indicadoras da qualidade ambiental, de valor científico e econômico, raras e ameaçadas de extinção e as áreas de preservação permanente;

c) o meio sócio-econômico - o uso e ocupação do solo, os usos da água e a sócio-

economia, destacando os sítios e monumentos arqueológicos, históricos e culturais da

comunidade, as relações de dependência entre a sociedade local, os recursos ambientais e o potencial utilização futura desses recursos. II - Análise dos impactos ambientais do projeto e de suas alternativas, através de identificação, previsão da magnitude e interpretação da importância dos prováveis impactos relevantes, discriminando: os impactos positivos e negativos (benéficos e adversos), diretos e indiretos, imediatos e a médio e longo prazo, temporários e permanentes; seu grau de reversibilidade; suas propriedades cumulativas e sinergéticas; a distribuição dos ônus e benefícios sociais.

III - Definição das medidas mitigadoras dos impactos negativos, entre elas os

equipamentos de controle e sistemas de tratamentos de despejos, avaliando a eficiência de cada uma delas.

IV - Elaboração do programa de acompanhamento e monitoramento dos impactos

positivos e negativos, indicando os fatores e parâmetros a serem considerados. Parágrafo único - Ao determinar a execução do estudo de impacto ambiental, o órgão estadual competente; ou a SEMA ou, quando couber, o município, fornecerá as instruções adicionais que se fizerem necessárias, pelas peculiaridades dos projetos e características ambientais da área. Artigo 7º - O estudo de impacto ambiental será realizado por equipe multidisciplinar habilitada, não dependente direta ou indiretamente do proponente do projeto e que será responsável tecnicamente pelos resultados apresentados.

Artigo 8º - Correrão por conta do proponente do projeto todas as despesas e custos referentes á realização do estudo de impacto ambiental, tais como: coleta e aquisição dos dados e informações, trabalhos e inspeções de campo, análises de laboratório, estudos técnicos e científicos e acompanhamento e monitoramento dos impactos, elaboração do RIMA e fornecimento de pelo menos cinco cópias.

Artigo 9º - O relatório de impacto ambiental - RIMA refletirá as conclusões do estudo

Artigo 9º - O relatório de impacto ambiental - RIMA refletirá as conclusões do estudo

de impacto ambiental e conterá, no mínimo;

I - Os objetivos e justificativas do projeto, sua relação e compatibilidade com as

políticas setoriais, planos e programas governamentais;

II - A descrição do projeto e suas alternativas tecnológicas e locacionais, especificando para cada um deles. nas fases de construção e operação a área de influência, as matérias primas e mão de obra, as fontes de energia, os processos e técnicas operacionais, os prováveis efluentes, emissões, resíduos de energia, os empregos

diretos e indiretos a serem gerados;

III - A síntese dos resultados dos estudos de diagnóstico ambiental da área de

influência do projeto

IV - A descrição dos prováveis impactos ambientais da implantação e operação da

atividade, considerando o projeto, suas alternativas , os horizontes de tempo de

incidência dos impactos e indicando os métodos, técnicas e critérios adotados para suas identificação, quantificação e interpretação;

V

- A caracterização da qualidade ambiental futura da área de influência, comparando

as

diferentes situações da adoção do projeto e suas alternativas, bem como a hipótese

de

sua não realização;

VI

- A descrição do efeito esperado das medidas mitigadoras previstas em relação aos

impactos negativos, mencionando aqueles que não puderam ser evitados, e o grau de

alteração esperado;

VII - O programa de acompanhamento e monitoramento dos impactos;

VIII - Recomendação quanto á alternativa mais favorável (conclusões e critérios de ordem geral); Parágrafo único - O RIMA deve ser apresentado de forma objetiva e adequada á sua compreensão. As informações devem ser traduzidas em linguagem acessível, ilustradas por mapas, cartas, quadros, gráficos e demais técnicas de comunicação visual, de modo que se possam entender as vantagens e desvantagens do projeto, bem como todas as conseqüências ambientais de sua implementação.

Módulo II Objetivo: Apresentar os cuidados na utilização dos biossólidos a bordando também a importância

Módulo II Objetivo: Apresentar os cuidados na utilização dos biossólidos a bordando também a importância da reciclagem urbana. Neste módulo vamos começar falando sobre erosão solar e a importância do ciclo do carbono no agronegócio.

Os fatores climáticos são coadjuvantes no processo da erosão hídrica e acentua muito

com a participação dos ventos e temperatura nos processos erosivos dos solos. A comunidade cientifica nacional trabalha focado na ação dos ventos outros na temperatura, mas poucos trabalham com o fator irradiação solar. Para se ter idéia da importância desta questão vejamos um comparativo na Alemanha que está localizada entre os paralelos 47/58 grau norte, eles tem 3.349 milijaules por metro quadrado de irradiação solar, no Brasil que esta entre o paralelo 5 e o paralelo 34 temos 5.024 a 6.694 milijaules por metro quadrado de irradiação que é praticamente o dobro de

irradiação que recebe a Alemanha. Ou seja quanto maior a irradiação solar maior a temperatura do solo e maior a velocidade de decomposição dos estoques de carbonos.

O ciclo biogeoquímico do carbono acontece no planeta inteiro, é realizado

principalmente por seres vivos do solo cuja base de nutrição é o carbono. O carbono é fundamental para as plantas e para a vida do solo. Devemos manter o ciclo do carbono no solo, porque são os seres do solo que reciclam carbono, todos os nutrientes e alimentam as plantas. O metabolismo microbiano gera 70% do carbono na atmosfera na forma de CO2, está provado que a destruição da camada de ozônio tem tudo a ver com a agricultura que libera o carbono, ou seja, num processo de gestão na agropecuária deve-se procurar tecnologias que mantenham a vida nos solos e que aumentem a quantidade de matéria orgânica, permitindo maior retenção de carbono, minimizando ou evitando a liberação de co2.

O paradigma industrial ligado a produção de fertilizantes está direcionado a

suplementar as culturas com nutrientes a base de nitrogênio, fósforo, potássio e alguma coisa com enxofre, devemos levar em consideração um pouco de matéria orgânica na superfície mas devemos direcionar trabalhos de pesquisa para conhecer com maior profundidade a questão do ciclo do carbono e outros tipos biogeoquímicos do solo.

pesquisa para conhecer com maior profundidade a questão do ciclo do carbono e outros tipos biogeoquímicos
Sabemos que existe uma relação importante entre o ciclo do carbono e os efeitos solares,

Sabemos que existe uma relação importante entre o ciclo do carbono e os efeitos solares, não é verdade? Pois bem, essa irradiação aquece e destrói o estoque de carbono, principalmente a que está contida na matéria orgânica exposta diretamente, recebendo uma irradiação de 6600 milijaules por metro quadrado.

É importante trabalhar o conceito de erosão solar. Em regiões de clima temperado

este aspecto realmente é irrelevante, mas em nossas condições de clima tropical é fundamental para entendermos e poder fazer o manejo da matéria orgânica no solo e

produção agropecuária sem deteriorar o solo, a água e ar praticando uma agropecuária sustentável. Aspectos como: Quantos dias de sol a pino incide em nossa região? Quantos dias chovem? Quanto o solo recebe de irradiação São questões importantes na zona tropical pois destruição da camada de ozônio,

alterações do estoque de carbono são fenômenos importantes para a sustentabilidade do agronegócio.

A quantidade e a qualidade da matéria orgânica no solo depende do tipo de solo, da

declividade do terreno, do clima, da temperatura, da pratica de cultivo e da espécie

entre outros. Esta idéia é básica, no entanto há solos que tem mais matéria orgânica que outros.

A matéria orgânica ativa não coloidal com relação ao carbono/nitrogênio nos solos,

praticamente leva 10 anos para ser mineralizada. E a inativa que é coloidal com relação ao carbono/nitrogênio leva 12 anos e com 1500 anos de permanência no solo. Na estrutura do solo primeiro os polímeros orgânicos insolúveis em água, os polissacarídeos de origem microbiana, são fundamentais para a sua estrutura e não se agrega caso não tenha estes polímeros. (Polímero e um material utilizado em tratamento de água residuária, tratamento de esgoto, e aplicado para aglutinar sólidos, estes polímeros artificiais imitam o processo do polímero natural, que agrega a partícula, isto acontece com a diferença de carga elétrica, liga-se uma na outra. A função deste material e atuar como agentes cimentantes nas partículas do solo que influem fundamentalmente na capacidade de retenção de água do solo, esta e a ação

da matéria orgânica humificada. ) Segundo alguns autores a influência da matéria orgânica, na propriedade edáfica é a mais importante, a capacidade de armazenamento de água no solo influenciada pela matéria orgânica absolutamente fresca armazena 80% a mais de água, se a matéria orgânica estiver humificada o solo vira uma esponja que é capaz de absorver 400% a

mais do que seu próprio peso em água. Situação esta, que aumenta de importância em

mais do que seu próprio peso em água. Situação esta, que aumenta de importância em áreas do semi-árido onde poderemos trabalhar os solos como um estoque de reservatório natural de água. Quanto maior o teor de umidade, menor amplitude de variação da temperatura no solo, este e o efeito indireto da própria matéria orgânica. Nos solos humificados encontra-se 0.45 calorias por grama, por grau centígrado nas regiões tropicais e de 0.18/0.20 menos, quase 30% de capacidade de reação a variação de temperatura. Você deverá desenvolver estratégias para evitar o decréscimo de teor de húmus no solo, pois tal situação pode provocar mudanças negativas tais como:

-redução do teor de umidade, -aumento da amplitude térmica e diminuição do poder tampão do solo e -diminuição potencial de receber carga química do solo. Estas estratégias consistem em manter a população de microorganismo ativo para que ocorra mineralização da própria matéria orgânica. Dentro deste aspecto, como você acha que está a agricultura brasileira? Exercício Assinale uma alternativa

( ) a agricultura brasileira vem se modernizando e buscando técnicas mais

sustentáveis, como por exemplo: a rotação de cultura e plantio direto. Porém essas técnicas nunca buscam outras manter os estoques de carbono no solo que nossa agropecuária precisa.

( ) a agricultura brasileira vem se modernizando e buscando técnicas mais

sustentáveis como por exemplo: a rotação de cultura e plantio direto. Técnicas estas que buscam dentre outras coisas o aumento da matéria orgânica, no entanto ainda tem-se demonstrado pouco efetivo para manter os estoques de carbono no solo que nossa agropecuária precisa.

( ) a agricultura brasileira vem ser modernizando e buscando técnicas mais

sustentáveis como por exemplo: a rotação de cultura e plantio direto. Essas técnicas são eficientes para o estoque de carbono no solo que nossa agropecuária precisa. Veja o gabarito no final da apostila Diante da resposta correta da atividade, a agricultura necessita de matéria orgânica externa para manter o equilíbrio. Desta forma temos uma infinidade de material, resíduos de frutos, lixo urbano, resíduo de suínos, aves, bovinos, lodo de esgoto etc. desde que trabalhados corretamente podem suprir a grande demanda de matéria

orgânica por parte da agricultura. No lixo urbano, por exemplo, encontramos uma relação entre 2/34

orgânica por parte da agricultura. No lixo urbano, por exemplo, encontramos uma relação entre 2/34 carbono/nitrogênio. Encontramos um volume alto de matéria totalmente verde, proveniente das podas das árvores e gramas, normalmente estes materiais são queimados ou vão diretamente para os aterros sanitários, estes materiais poderia estar em um circuito diferente da coleta, racionalizando o processo de coleta e gerando insumo para a agricultura. Outros materiais passíveis de aproveitamento em grande escala pela agricultura:

serragem, papeis, jornais ou seja tudo que vem da atividade orgânica.

E possível estabelecer uma estratégia técnica e promover a recuperação de resíduos

orgânicos, fazendo a conversão destes em matéria orgânica. O uso da energia na compostagem (A compostagem é uma atividade desenvolvida em meio aeróbio controlado e realizada por colônia de microorganismo, já a biodigestão seria no meio anaeróbico.) é consumida para poder processar a energia das bactérias já a

biodigestão é produtora de energia. O produto final da compostagem é sólido e da digestão e líquido.

A história tem registrado a preocupação de antigas civilizações na reciclagem dos

resíduos orgânicos. Veja como evoluiu a compostatem nos países. Para começar

clique no globo

Na China, na Índia, na Coréia e no Japão, a prática de fertilização dos solos com uso de material fecal, humano e animal, tem sido mantida por milhares de anos (FENACHEM E MARA, 1983). Esta prática é tão importante que registros efetuados, em 1965, dão conta de que naquele ano, aproximadamente, 60 % de todo material fecal na zona rural da China foi utilizado como fertilizante e isso representou 22% dos nutrientes exigidos pelas plantações agrícolas (SHUVAL E YEKUTIEL, 1986). Outros 25% foram obtidos da utilização de esterco bovino (SHUVAL E YEKUTIEL, 1986; MARA E CAIRNCROSS, 1987). Este fato tem representado um fator de grande economia no País. Esta economia pode ser vista na forma direta, se for computado que hoje os 400 milhões da população adulta da Ásia reciclam, anualmente papa campos de cultivo, 136.000 toneladas de fósforo, 341.000 toneladas de potássio e 1.051.000 toneladas de nitrogênio, oriundos de dejetos orgânicos, (MARA E CAIRNCROSS, 1987).

de potássio e 1.051.000 toneladas de nitrogênio, oriundos de dejetos orgânicos, (MARA E CAIRNCROSS, 1987). 24
Países altamente industrializados, como os Estados Unidos e a Inglaterra, utilizam os lodos de esgotos

Países altamente industrializados, como os Estados Unidos e a Inglaterra, utilizam os lodos de esgotos reciclados como fertilizantes agrícolas. Na Inglaterra, 47% do total de lodo de esgoto produzido é aplicado no solo, principalmente para a produção de forrageiras utilizadas para a alimentação de caprinos e bovinos. (MARA E CAIRNCROSS, 1987). Na Índia, no Paquistão e no Ceilão, as práticas utilizadas em tempos remotos são seguidas até a presente data e envolvem o uso de compostagem natural de resíduos vegetais com estercos e cinzas. Esse material é empilhado por camadas, em leiras, e após sua humificação (10-12 meses) é incorporado ao solo para melhor produtividade agrícola (SHUVAL E YRKUTIEL, 1986; STRAUS, 1986). Vale ressaltar, que hoje a compostagem moderna dispõe de métodos mais rápidos, eficientes e seguros para a estabilização de resíduos orgânicos. Nos dias atuais não existem mais dúvidas quanto a grande importância da reciclagem dos resíduos orgânicos, como forma de suprir o déficit de nutrientes dos solos agricultáveis. Nesse sentido, uma grande atenção nos últimos anos, tem sido dada ao lixo urbano em face aos vários problemas sanitários, ambientais, econômicos e sociais associados a estes resíduos e ao grande potencial de nutrientes que este contém. A Reciclagem do Lixo Urbano O lixo urbano (É o lixo produzido pelas pessoas na rua, é formado em sua maioria por embalagens (plástico e papel), jornais, panfletos publicitários e outros. Esse lixo deveria ser jogado em lixeira, mas graça a omissão de governos municipais que não instalam lixeiras associada a falta de conscientização da população, podemos encontrar lixo em muitas ruas, de varias cidades brasileiras. Esse lixo ameaça é saúde pois atrai ratos e insetos que podem transmitir doenças, assim como pode entupir bueiros causando enchentes, já bastante conhecidas no período do verão. ) tem sido um dos maiores problemas das sociedades modernas. Entretanto estes problemas têm sido mais contundentes nos países em desenvolvimento, onde o crescimento populacional, aliado ao processo de industrialização, tem aumentado a produção de lixo e modificado sua composição. O crescimento urbanístico e as leis de proteção ambiental, por sua vez, têm restringido as áreas disponíveis para o enterramento do lixo (prática aplicada em 80% do lixo, produzido nos países pobres). Esse impasse tem levado à necessidade da busca de novas soluções para a destinação final do lixo urbano e, dentro de uma visão holística do problema, a reciclagem destes resíduos surge como uma das alternativas mais viáveis de equacionamento.

A reciclagem reduz o volume de lixo e, em conseqüência aumenta a vida útil das

A reciclagem reduz o volume de lixo e, em conseqüência aumenta a vida útil das áreas

de

enterramento, propicia grande economia de energia e de recursos naturais, além

de

favorecer a proteção ambiental; e contribui decisivamente para a garantia da saúde

pública.

A reciclagem do lixo urbano pode ser efetuada, a partir da operação de coleta seletiva,

com posterior seleção de materiais feitos em uma central de triagem e compostagem.

Reciclagem do lixo

Os componentes básicos do meio ambiente, formadores dos recursos naturais e responsáveis pela sustentação da vida na terra são: o ar, o solo e a água.

O homem, por meio de suas várias atividades, depende do uso desses recursos para

a produção de bens de consumo. As atividades de produção agrícola constituem-se

em um exemplo clássico de "atividade humana", diretamente dependente dos recursos naturais básicos e de grande importância para a sustentação do próprio homem no planeta. De modo geral, toda atividade humana, gera resíduo e toda a atividade agrícola ou agroindustrial, irá também gerar resíduos. O fato relevante, é que a grande totalidade

desses resíduos gerados é de origem orgânica. Sendo assim, estão nas atividades

agrícolas e industriais a grande possibilidade de recuperação da matéria orgânica, a produção de húmus e a restauração de solos para a própria atividade agrícola.

A composição gravimétrica (Método de análise química quantitativa através de

pesagens.) do lixo urbano no país, são orgânicos putrescíveis, ou seja, restos de frutas, legumes, comida, folhas etc. Se somarmos a estes resíduos a fração devida do papel e do papelão teremos um melhor entendimento da grande quantidade de resíduos orgânicos que consumimos e desperdiçamos nos centros urbanos. Entretanto, toda essa produção de resíduos orgânicos tem origem na prática e nas atividades agrícolas concentradas, principalmente, nas denominadas áreas ou zonas rurais. Projetos pilotos existentes no país mostram que é possível coletar, separadamente, esses resíduos, tratá-los por processos simplificados e de baixo custo e devolvê-los ao

solo de origem. Esta é uma ação que com certeza, traz enormes benefícios ambientais, sanitários, econômicos e sociais, contribuindo decisivamente, para o desenvolvimento de uma agricultura acessível e de fixação do homem no seu local de origem.

Os resíduos vegetais e animais constituem fontes produtoras de húmus. Nas propriedades agrícolas as principais

Os resíduos vegetais e animais constituem fontes produtoras de húmus. Nas propriedades agrícolas as principais fontes de húmus são os resíduos de culturas, os restos de alimentos, os estercos, além de outros resíduos agroindustriais. Esses resíduos representam uma importante fonte de energia, e, portanto, devem ser aproveitados, como alimento na produção de ração, ou reutilizados na geração de gás, ou vapor, ou reciclados por meio da produção de adubos, ou fertilizantes orgânicos. Além da energia física ou química, que os resíduos orgânicos geram com certeza, a mais nobre diz respeito à energia latente que esse fornecem aos microorganismos. Esta talvez seja a maior função da matéria orgânica no solo, que diz respeito a existência e a manutenção dos ciclos básicos da vida: fornecer energia aos microorganismos da camada superficial terrestre

A matéria orgânica é fonte importante e natural de macro e micronutrientes. Porém,

para que a matéria orgânica exerça, plenamente, esta propriedade às plantas é necessário passar antes por um processo de decomposição microbiológica acompanhada da mineralização de seus constituintes orgânicos. Sendo assim, a matéria orgânica ao ser biologicamente degradada, a um nível de elevada estabilização, gera o húmus (Pode ser entendido como um conjunto de compostos minerais possíveis de serem assimilados pelas plantas ( LAATSCH, 1952)). Estes

aspectos ressaltam a grande importância e a necessidade de reciclagem dos resíduos orgânicos e, por sua vez, destacam a compostagem, como um dos processos mais importantes para a reciclagem desses resíduos.

O Brasil é um País que enfrenta sérios problemas sociais, no campo da educação e no

setor de saúde, o que aumenta a suscetibilidade às doenças infecciosas, a exemplo das doenças relacionadas com os vetores biológicos, que proliferam nos locais de despejos inadequados dos resíduos orgânicos. A produção de alimentos encontra-se comprometida, em muitas áreas do País, principalmente, nas regiões pobres, dado ao crescente empobrecimento da fertilidade do solo, em virtude do contínuo plantio e do preço, em muitos casos, proibitivo, dos fertilizantes químicos. Este fato é ainda agravado pelas características climáticas, que levam a uma constante demanda de nutrientes e húmus no solo. Paralelamente sabe-se, que toneladas de resíduos

orgânicos, na forma de resíduos agrícolas, estercos, lodos de esgotos, resíduos agroindustriais estão sendo desperdiçadas e, paradoxalmente, associadas aos problemas ambientais e sanitários. Utilização de “Biossólidos” na agricultura

O lodo de esgoto é um produto que se acumula nos pátios nas estações de

O lodo de esgoto é um produto que se acumula nos pátios nas estações de

tratamentos de esgotos (ETEs), podendo constituir mais uma ameaça ao ambiente, caso não sejam encontradas alternativas viáveis. Dentre as alternativas de reciclagem do biossólido, a utilização agronômica é a que se

apresenta com maior potencial devido a sua atuação como fertilizantes e condicionador de solos. A presença de patógenos e parasitas constitui limitação ao uso nas condições em que o produto final tenha contato direto com o biossólido. Outra limitação é a presença de metais pesados, bastante comum em biossólido resultantes em área de alta concentração industrial

O biossólido tem sido testado como fertilizante na produção de algumas culturas, entre

elas o milho, mostrando resultados positivos da aplicação do material (Lourenço et. al., 1995). A Embrapa Cerrados iniciou um experimento em 1995, utilizando o biossólido da CAESB como fertilizante para milho, comparando-o a uma testemunha (sem

qualquer adubação) e a uma fonte tradicional de suprimento de fósforo (superfosfato triplo). Saiba mais

O biossólido úmido (80% a 90% de água) foi aplicado no solo nas doses de 54, 108 e

216 t ha equivalentes a 6, 12 e 24 t ha de material seco (10% de água).

A aplicação ao solo foi realizada com o uso de uma retroescavadeira, cujo volume da

cuba foi previamente determinado para garantir a quantidade de lodo aplicada em cada parcela.

O espalhamento foi realizado com o auxílio de pás e enxadas e após um período de

secagem para eliminação de excesso de água, o material foi incorporado ao solo com um arado de discos a uma profundidade média de 20 cm.

Os tratamentos com superfosfato triplo foram aplicados e incorporados na linha de

plantio na época da semeadura. Esses últimos receberam adubação nitrogenada (100

kg N há ano), potássica (80 kg K2O há ano) e micronutrientes (40kg há de FTE BR

12). A partir do segundo ano, adotou-se o sistema de plantio direto para o milho. Os resultados apresentados no quadro 3 referem-se aos três primeiros anos. As comparações foram feitas usando-se os níveis de P2O5 contidos no superfosfato triplo

e biossólido.

O biossolo da CAESB, onde o experimento foi realizado, manteve produtividades

razoáveis até o terceiro ano após sua aplicação sem o consumo de qualquer outro insumo, o que evidencia o seu efeito residual. É evidente que os efeitos observados não se devem apenas ao fósforo, mas também ao nitrogênio e a outros nutrientes.

Situação observada, na dose LEB1 (54 t há de biossólido), juntamente com os 240 kg

Situação observada, na dose LEB1 (54 t há de biossólido), juntamente com os 240 kg de P2O5 foram aplicados 320 kg de N, 160 kg de Ca, 13 kg de K2O e 37 kg de S ao solo. Muito provavelmente, o sinergismo entre os nutrientes e a melhor condição físico-hídrica do solo proporcionou a manutenção de efeito residual pelos três anos de observação experimental. Um ponto importante sobre o biossólidos é em relação ao transporte.

- Não esqueça de sinalizar com o cone;

- Deverá estar coberto com lona plástica;

- O caminhão utilizado deverá ter carroceria totalmente vedadas;

- O sistema de trava é essencial pois impede a abertura da tampa traseira.

Um grande questionamento quanto a utilização do biossólido é a acumulação de metais pesados no solo, pela aplicação sucessiva do material, e posterior aproveitamento pelas plantas e contaminação da cadeia alimentar, podendo causar severos riscos para a saúde humana. Têm-se verificado com os metais que as concentrações estão muito além do limite crítico segundo os padrões apresentados pela EPA (1994.), Veja um exemplo clicando aqui.

Pelo ponto de vista agronômico da produção de milho, a utilização do biossólido parece ser bastante viável, uma vez que ele fornece nutrientes necessários à planta, quando aplicado em doses elevadas.

Mas os riscos devem ser considerados pois os biossolidos, apesar de ainda ser gratuitamente colocados à disposição dos produtores, contém parasitas e patogênos que causam problemas de saúde públicas em caso de contaminação, se não forem tomadas às devidas precauções quanto à sua manipulação. Além disso, apesar do baixo conteúdo de metais pesados presentes no biossólido da CAESB, essa situação pode mudar, dependendo de uma mudança no perfil da comunidade. Isso demanda o monitoramento do nível desses elementos vinculando a um sistema de comunicação eficaz, de modo que os responsáveis pela política de uso dos biossólidos possam tomar as decisões com a devida presteza buscando-se evitar impactos ambientais a danos à saúde humana. Preliminarmente torna-se necessário a determinação da capacidade máxima de absorção, taxas de recarga e limites críticos de concentração dos metais pesados em nossos solos. O alto conteúdo de água do biossólido é fator que dificulta seu transporte (dão necessários 5 fretes para aplicação de 54 t há de

biossólido úmido) onerando o custo e sua manipulação no campo. Aliado a isso, o odor

biossólido úmido) onerando o custo e sua manipulação no campo. Aliado a isso, o odor desagradável causa rejeição do produto pelos operadores, manipuladores e usuários em geral. Todos esses fatores são elementos de desestimulo a aceitação e uso do biossólido . O dessecamento a um teor de 30% de água, poderia mudar o perfil do produto melhorando suas propriedades físicas e facilitando seu manuseio. Sabia Mais Para os elementos cádmio (ed), chumbo (pb) e mercúrio (hg,) , seriam necessários, respectivamente, 325, 1000 e 708 aplicações de 54 t há de biossólido úmido para se atingir os níveis críticos, caso o material mantenha sua composição química constante. Dentro dessa perspectiva, a contaminação por metais pesados, pelo uso do biossólido na experiência de Brasília, não constitui uma preocupação imediata. No entanto, isso não significa que o assunto metais pesados, tenha diminuído de importância. Na maioria dos locais onde o biossólido está sendo usado, há preocupação com os metais pesados surgiu depois que o material já havia sido incorporado ao solo. Na experiência de Brasília, têm-se realizado estudos sobre os parâmetros da contaminação a fim de evitar surgimento de problemas. Mais uma vez, as pesquisas cientificas específicas são imprescindíveis para determinação dos parâmetros de absolvição em nossas condições é um acompanhamento sistemático dos níveis dos metais pesados presentes no biossólido e de sua acumulação nas áreas de aplicação constante.

Módulo III Objetivo: Descrever os diversos processos de uma revegetação, os fatores intrínsecos e extrínsecos

Módulo III Objetivo: Descrever os diversos processos de uma revegetação, os fatores intrínsecos e extrínsecos inerentes a este processo. Solo

O solo é um ambiente que permite o desenvolvimento da vegetação e a reconstituição

ao longo do tempo. A existência de estudos ambientais antes da liberação da licença de instalação permite o conhecimento dos solos existentes. Para empreendimentos antigos este levantamento poder ser executado por correlação com outras áreas

semelhantes. Para entender do solo, é fundamental o conhecimento da pedogênese ou seja, o

processo de formação dos solos. Então a partir de agora vamos estudar cada um destes sistemas.

A chuva e o vento provocam desgastes nas rochas. As diferenças de temperatura

provocam expansão e contração das rochas, criando microfissuras que colaborarão para o desgaste destas consistindo no principal fator mecânico do intemperismo (decomposição das rochas). Os organismos vivos que se instalam no local, contribuem para o processo de

decomposição das rochas (intemperismo), através de ácidos orgânicos e da deposição de material orgânico colaborando desta forma para a formação da 1ª camada de solo.

A rocha é o material de origem dos solos, ela fornece os elementos químicos e as

partículas físicas do solo. Conforme o processo de degradação e da resistência, as partículas são maiores ou menores, gerando a granulométria encontrada nos solos, ou

seja, silte. argila e areia. Sendo assim a rocha e responsável pela composição química e mineralógica dos solos. De acordo com o relevo a formação dos solos e influenciada. propiciando solos mais profundos nas áreas planas e solos mais jovens nas áreas de declives.

O tempo de exposição dos solos aos demais fatores contribuintes da pedogênese

consiste num dos fatores de intemperismo. No entanto. a ação de um fator diferenciado pode ser bem mais marcante do que o próprio tempo, levando-nos a afirmar que, em muitos casos um solo intemperizado não significa ser um solo mais velho, uma vez que os demais fatores como chuva. organismos. etc., podem ser mais ou menos atuantes que o tempo. Existem também solos formados diretamente sobre o material de origem.

LATOSSOLOS Solos com minerais altamente intemperizados argilas 1:1, caracteriza-se pela remoção da sílica,

LATOSSOLOS Solos com minerais altamente intemperizados argilas 1:1, caracteriza-se pela remoção da sílica, prevalecendo os sesquióxidos. são solos normalmente profundos com boas correções físicas de estrutura. porosidade e permeabilidade. CAMBISSOLOS Solos mais novos com minerais ainda poucos intemperizados, horizonte B incipiente, possuem um teor mais elevado de silte na composição granulométrica. apresenta-se normalmente com perfis entre 1 e 2 m de profundidade. PODZOLICOS Solos com o horizonte B textural (gradiente), desenvolve uma nova suscetibilidade á erosão face o gradiente textural. Possuem perfis moderadamente profundos a profundos. LITOLICOS Solos recentes com um horizonte B incipiente ou ausente. Caracteriza-se pela presença de um horizonte A superficial ao material de origem. ALUVIAIS Solos formados nos terraços aluviais, que se caracterizam por serem solos de deposito aluviais. Existem outros tipos de solos, tais como os solonétzicos (presença de sais no perfil, podzols, hidromorficos, etc.), com pouca presença no sudeste brasileiro se comparados a estas classes citadas. Associada a pedogênese verifica-se uma ocupação vegetal que coincide com o processo de desenvolvimento do solo. Esta sucessão vegetal, além de ser um dos contribuintes do processo de pedogênese é também um moderador para o estabelecimento da revegetação de áreas degradadas. A partir da rocha, nota-se que a primeira comunidade vegetal a instalar são as plantas inferiores e segue uma seqüência. Esta seqüência além de possibilitar o ataque inicial com ácidos orgânicos possibilita a criação da camada orgânica, que misturado ao material mineral, inicia a formação dos horizontes. Dentro deste processo, as primeiras plantas superiores a se instalar são as gramíneas, que passam a colaborar com a pedogênese inclusive mecanicamente, uma vez que as raízes penetram nas fissuras da rocha e colaboram para o processo de quebra destas.

A partir das gramíneas outras plantas superiores começam a se instalar, iniciando-se com os herbáceos

A partir das gramíneas outras plantas superiores começam a se instalar, iniciando-se

com os herbáceos até o clímax de mata, passando por todos os extratos arbóreos. Agora que você já entendeu o processo de pedogênese, poderemos aplicar o processo de recomposição do solo nas áreas degradadas.

Para a reposição do solo é necessário prover o sistema de uma estabilidade e

posteriormente, utilizar componentes externos, reconstruir uma camada de solo capaz de sustentar uma cobertura vegetal. Sendo assim, é necessário ver a recomposição

do solo através da seguinte óptica:

A área a ser recomposta pela própria situação de degradação constitui um sistema

físico diferente das condições ideais de um solo, a porosidade, a velocidade de infiltração da água, a compactação, etc, diferem do ambiente natural. A preparação desta área é fundamental para possibilitar a integração a um novo solo a ser constituído.

O preparo da área degradada está intimamente relacionada com as condições de

degradação. Em alguns casos, a necessidade de uma recomposição topográfica de forma que se possa obter a estabilização da área através de desmontes e aterros com

a construção de um sistema de drenagem superficial, em outros casos, apenas a

operação de algumas práticas mais simples tais como subsolagem, escarificação e sulcamentos, associada a incorporação de fertilizantes e matéria orgânica.

A partir deste preparo, é necessário iniciar o processo de estabilização do terreno bem

como propiciar a manutenção do solo a ser constituído e esta estabilização depende das praticas conservacionistas (que será o próximo assunto a ser abordado).

O objetivo é procurar um equilíbrio granulométrico de forma a criar uma porosidade e

uma resistência aos processos erosivos. Outro fato a ser considerado é melhorar a fração argil acrescentando argilas 2:1 na mistura, melhorando a CTC e o poder de expansão do solo. Melhoradas as condições físicas do solo a ser retornado é importante também misturar

matéria orgânica que também auxilia na melhoria da estrutura física, aumentando o

poder de retenção da água, a resistência erosão, aumento da CTC, bem como permitir

o início da atividade biótica.

Melhoradas as condições físicas e orgânicas, o solo deve estar em condições de receber as alterações químicas necessárias, deve-se realizar a calagem para a

correção do alumínio. O fornecimento de cálcio + magnésio e a adubação para os demais

correção do alumínio. O fornecimento de cálcio + magnésio e a adubação para os demais macronutrientes.

A fonte de fósforo dever ser de menor solubilidade, no caso o fosfato natural, a fim de

garantir o suprimento deste elemento por mais tempo sem a necessidade de

adubação posterior.

Práticas Conservacionistas

A manutenção da cobertura do solo só é possível na ausência de erosão, desta forma,

você deverá empregar as práticas de conservação mais indicadas para este processo. Prática Mecânica São praticas para impedimentos mecânicos no controle de processo erosivo. As principais práticas são: o preparo de solo e plantio em nível, cordão em contorno, terraços e patamares. Prática Vegetativa Utiliza-se a vegetação como prática de contenção e erosão onde as principais são:

faixa de retenção, cobertura morta, alternância de capinas e coroamento. Prática Edáfica Procura melhorar o solo químico, física e biologicamente de maneira a proporcionar

um sistema mais produtivo e conseqüentemente mais resistente a erosão. Levando em consideração os fatores que você acabou de estudar nas telas anteriores, onde é propício manter a camada de solo. Vamos conhecer agora o processo de revegetação. As práticas e tecnologia conhecidas até o momento, partem do principio de que e necessário apresentar um processo natural. A recomposição de um solo de 20 cm é um processo que nas condições naturais, pode durar de 20 a 50 mil anos.

A revegetação deve adaptar-se ao sistema solo, o qual se conseguiu reconstituir. Não

se pode pensar em plantas que possuam raízes pivotantes, quando apenas tem-se um

solo cujo horizonte criado e raso.

O critério de seleção de plantas parte das condições naturais anteriores, daí, pretende

selecionar as plantas adaptadas ás condições do local. Cabe ao técnico que irá conduzir o processo de recuperação a seleção de plantas de acordo com o extrato arbóreo, que permite a plena adaptação às condições criadas. Vários são os processos utilizados para estabelecer uma comunidade vegetal sobre as áreas degradadas. Vamos conhecer os mais utilizados

Revestimento por Placas ou Leivas Este tipo de revestimento proporciona resultados mais imediatos obrigando, porém

Revestimento por Placas ou Leivas Este tipo de revestimento proporciona resultados mais imediatos obrigando, porém a um consumo maior de mudas, razão pela qual é mais indicado para regiões em que haja grande ocorrência das gramas indicadas. Conta também com a introdução de plantas adultas que sofrem o processo de estress

e adaptação.

Preparo do solo:

Deverá ser feito a partir da reconstituição da camada superficial do solo em aproximadamente 0 cm. Nas demais áreas, onde é permitido o preparo da mesma

com motomecanização deverá ser efetuado o processo de escarificação e se possível

a aração e gradagem para incorporação de corretivos e Matéria Orgânica.

Aplicação e incorporação dos adubos e corretivos Os adubos e corretivos deverão se aplicados sobre a superfície e incorporados no solo junto com uma aração superficial de 10 a 15 cm ou escarificação.

O

calcário e os adubos poderão ser misturados e aplicados de uma só vez, reduzindo

o

custo de aplicação.

Preparo das placas As placas deverão ter o formato regular com aproximadamente 40 cm x 20 cm e 6 cm de espessura. Plantio Uma vez preparado e adubado o solo, as placas deverão ser colocadas sobre a superfície justaposta e alternando as emendas. Em seguida fazer aplicação de terra para preencher as depressões ou vazios porventura existentes entre as placas. Grampeação das Placas Consiste em grampear cada placa com um pequeno grampeador cada placa com um pequeno espeque de bambu ou madeira.

Colocação de Prateleiras ou tabuas Podem ser colocadas tábuas de 1 5 cm de largura ou mesmos bambus rachados em cutelo sobre a face dos taludes devidamente apoiadas em estacas lixas a ele.

Construção de Degraus ou Banquetas Consiste este processo na construção de degraus ou mais propriamente de dentes na face do talude com 5 a 10 cm de largura. Irrigação

A execução do plantio deverá ser feita no período chuvoso para que não haja

necessidade de irrigação evitando, dessa maneira aumento dos custos do projeto.

Grama Via Estolões O plantio de grama estolonífera se destaca em relação às outras devido

Grama Via Estolões

O plantio de grama estolonífera se destaca em relação às outras devido aos seguintes

fatores:

Possibilitar uma rápida cobertura do solo, protegendo contra a erosão superficial em período não superior a 60 dias; Ter raízes profundas atingindo até 1,5 m de profundidade nos taludes evitando a erosão interna; Fornecer material para plantio retirado das próprias áreas já plantadas com ótimo

rendimento,

Permitir plantio mecanizado; Apresentar bom aspecto verde, durante o inverno; Dispensar importação de sementes.

Ordem de serviços

O plantio das gramas por estolões deve seguir a seguinte ordem:

- Preparo do solo,

- Aplicação e incorporação dos corretivos e fertilizantes,

- Preparo dos estolões,

- Plantio dos estolões com ou sem palha,

- Compactação do solo,

- Irrigação,

- Manutenção.

Revestimento por mudas

O plantio por mudas é o mais demorado para a obtenção dos efeitos desejados e

mais onerosos pela mão de obra que exige, mais oferece a vantagem de proporcionar

uma cobertura vegetal de excelente qualidade, graças a melhor seleção de mudas.

A maior vantagem deste processo reside no fato de não haver grande despesa com

transporte, daí o fato de encontrara sua maior aplicação em locais onde não há abundância desta grama

despesa com transporte, daí o fato de encontrara sua maior aplicação em locais onde não há
Plantio por sementes O revestimento por sementes aqui consiste em fornecer uma cobertura vegetal a

Plantio por sementes

O revestimento por sementes aqui consiste em fornecer uma cobertura vegetal a

custos baixos de implantação e manutenção, no controle da erosão , com ótimo aspecto visual se forem utilizadas semente de gramínea. Se leguminosas forem

utilizadas, e ainda uma consorciação das duas e houver uma exigência de bom aspecto visual, recomenda-se o seu uso apenas em taludes de aterro por não apresentarem superfície claramente perceptíveis pelos usuários.

superfície claramente perceptíveis pelos usuários. Hidrossemeadura A hidrossemeadura consiste no jateamento de

Hidrossemeadura

A hidrossemeadura consiste no jateamento de sementes em misturas com adubos

minerais, massa orgânica e adesivos, utilizando a água como veículo. Esse processo tem mostrado mais eficiente e prático apresentando as seguintes vantagens:

- Capacidade de cobrir áreas inacessíveis a outros meios de semeadura (declives íngrimes, por exemplo);

-

Rapidez e economia permitindo a formação de cobertura vegetal a custos baixos

na

implantação, manutenção e controle da erosão;

As

limitações do processo podem ser assim resumidas:

-

Pode ser anti-econômica, se não houver uma fonte de água para abastecer o

aparelho;

para o tratamento dos terrenos áridos é necessária a aplicação de cobertura morta após o lançamento da semente;

- A bomba centrífuga do aparelho pode reduzir severamente a incidência de

germinação, se for prolongada a agitação da mistura e semente por mais de 30 minutos. O fertilizante misturado com a semente e a água também pode prejudicar as bactérias

inoculantes, com relação as leguminosas, sobretudo se o pH da mistura for inferior a

5.

Etapas da Hidrossemeadura Conheça as etapas da hidrossemeadura. Conhecimentos e preparo da hidrossemeadura A primeira

Etapas da Hidrossemeadura Conheça as etapas da hidrossemeadura.

Conhecimentos e preparo da hidrossemeadura

A primeira etapa é a análise das características climáticas, topográficas , físicas e

químicas do solo , tipo de vegetação nativa existente e seus antecedentes históricos, e disponibilidade econômica.

É necessário que o solo a ser revestido seja analisado de maneira que possa saber

quais os índices de acidez e quais as suas carências químicas e orgânicas. Podemos tomar como válida a prescrição descrita acima para a semeadura a lanço, o solo a ser hidrossemeado deve ser preparado com a limpeza de todo e qualquer material que prejudique o aspecto visual (pedras, tocos e outros). Nas área onde não é possível a mecanização , faz-se o preparo por meio de enxadas e enxadões, riscando o terreno ou picotando, visando a formação de reentrâncias de facilitem a fixação das sementes.

Contudo o preparo dos solos nem é viável, em taludes de inclinação acentuada. Neste caso a hidrossemeadura é feita normalmente

Escolha da cobertura vegetal As precárias condições que apresentam os solos a serem hidrossemeados, as espécies vegetais a serem utilizadas devem se caracterizar por:

Agressividade, rusticidade, rápido desenvolvimento, fácil propagação, fácil implantação, baixo custo de implantação, pouco exigentes nas condições do solo, exigirem poucos cuidados de manutenção, adaptáveis ao clima da região, fácil integração na paisagem Normalmente, utiliza-se uma mistura de gramíneas e leguminosas. A inclusão de leguminosas perenes em misturas com gramíneas é feita com a finalidade de provocar um revestimento permanente sobre a superfície sujeita a erosão. A característica da fixação do nitrogênio do ar pelas leguminosas evita readubação e provoca , com o correr do tempo melhoramento das condições do dolo, tornando-o apto a receber sementes nativas da região.

Componentes da mistura Com a finalidade de aumentar a capacidade de retenção de água no solo, evitando assim um possível retardamento do crescimento nos períodos de seca mais prolongada, costuma-se incluir na mistura uma certa quantidade de vermiculita ou celulose obtida de resíduos de papel e papelão moídos num desintegrador. Em solos

de maior inclinação e nos excessivamente arenosos ou siltosos, a mistura adubo semente recebe uma

de maior inclinação e nos excessivamente arenosos ou siltosos, a mistura adubo

semente recebe uma quantidade dosada de hidro-asfalto com a finalidade de fixar melhor a mistura na superfície do solo.

O composto orgânico deve ser utilizado na mistura pois ele tem a atuação acentuada

tanto no aspecto químico como sob o aspecto físico. No que concerne ao combate a erosão os principais benefícios obtidos com a aplicação do composto orgânico num determinado terreno são:

Facilitar a drenagem

Melhorar a estrutura Aumentar a capacidade de absorver e reter a água Favorecer o fenômeno da capacidade

Aplicação do material

A aplicação do material se dá por intermédio de um conjunto chamada máquina

hidrossemeadeira.

Seu aspecto externo é o de um caminhão pipa convencional com as seguintes

diferenças:

Um eixo girador , com a finalidade de homogeneizara mistura; Uma bomba rotativa de alta pressão e de rotor aberto;

A aplicação é feita por meio de mangueiras, atingindo altura de 40m. A carga da

mistura deve ser colocada na hidrossemeadeira, no local de aplicação, depois de verificar o funcionamento do motor.

O tanque da hidrossemeadeira deve ser lavado após cada dia de utilização.

Com o objetivo de maior rapidez, a pipa poderá ser guardada com sua carga de água.

Período de plantio Em geral é melhor iniciar a hidrossemeadeira um pouco antes do período chuvoso. Caso na época do plantio o regime pluviométrico seja baixo a ponto de prejudicar a germinação das sementes lançadas, deve-se iniciar uma irrigação que atinja pelo menos 10 cm de profundidade do solo e perdure até pelo menos 50% das sementes germinarem. Neste período pode-se verificar em quais locais, que porventura existam falhas de aplicações e germinação, e efetuara reconstituição.

Revestimento por árvores e arbustos Quando um aspecto natural é desejado com espécies nativas é

Revestimento por árvores e arbustos Quando um aspecto natural é desejado com espécies nativas é indispensável que uma mistura de várias espécies seja plantada.

A arborização deve ser relacionada às ocorrências de valor paisagístico ao longo do

percurso, investigando-se as peculiaridades e necessidade de cada trecho, sem prejuízo da unidade da composição. Em obediência aos condicionantes de ordem ecológica, as espécies vegetais nativas devem ser preferidas as exóticas, de modo a ser mantida a similaridade da fisionomia típica da região com a da micropaisagem criada. As espécies eleitas para o plantio devem ter adaptação comprova0,da no ambiente a que se destinam. Veja, como deve ser a densidade do plantio:

A- Especificação das Covas B- Adubação mínima por cova 150g de calcário por cova C- Plantio da Muda D- Irrigação C- Época do Plantio E- Revestimento Vegetal da Área Plantada

Revestimento com arbustos Os revestimentos com espécies arbustivas são utilizados em canteiro central, tabudes de corte e aterro, áreas de trevo e de lazer visando, principalmente, a eliminação do ofuscamento causado pelas luzes dos faróis dos veículos, servi de barreira para a

Na

segurança do tráfego, melhorar as condições paisagísticas da rodovia e etc escolha de espécies arbustivas alguns critérios se destacam:

Crescimento limitado, Resistência ao vento, Sistema radicular não prejudicial ao pavimento, Adaptação comprovada da região, Formação de barreira densa mais flexível, Valor ornamental.

Execução do Plantio A- Especificações da Cova

B - Adubação das covas deverá ser aplicado, por cova , no mínimo.

C- Plantio

D- EPOCA E- Espaçamento G- Irrigação da área plantada Reconstituída a camada de solo, feito

D- EPOCA E- Espaçamento G- Irrigação da área plantada

Reconstituída a camada de solo, feito o plantio, cabe executar a manutenção desta área durante um determinado tempo, a fim de garantir o sucesso do plantio, principalmente com as práticas que você vai ver a seguir:

- Controle da erosão localizada: deverão ser identificados os principais focos que por ventura surjam e tomar as medidas necessárias.

- Adubação de cobertura: O plantio para a recuperação de áreas degradadas,

pressupõe a utilização de uma densidade de plantas bem maior que a normalmente utilizada, necessitando de uma adubação mais pesada e parcelada.

- Replantio: Nas áreas onde a germinação não foi favorável ou houve morte das

plantas por problemas fisiológicos ou patogênicos deverá ser realizado um replantio. - Irrigação: deverá ser prevista a irrigação da área, uma vez que a deficiência hídrica num sistema frágil, pode comprometer um stand final. Essa irrigação poderá ser de diversas maneiras, como caminhão pipa.

Tecnologia da informação como instrumento da gestão ambiental. Rede de computadores é uma designação genérica, que abrange qualquer sistema, interligando computadores e periféricos, e que permite a um usuário utilizar, num local, funções e serviços de processamento de dados remotamente situados. As redes significam a busca de uma melhor utilização de recursos e a necessidade de troca de informações entre diferentes sistemas de processamento. São versáteis, eficiente e inevitavelmente complexas. Hoje em dia, tem-se desde grandes redes de computadores, com ligações por satélites (internet), até pequenas redes, muito seguro e eficientes. Fisicamente, uma rede é composta por computadores, periféricos e nós (elementos de chaveamento na rede), que são interligados entre si por vias de comunicação denominadas enlaces físicos (fio telefônico comum ou par traçado, cabos coaxiais, fibra óptica, satélite, entre outros).

Computador é um conjunto formado pela combinação adequada de hardware e software Hardware é o equipamento, a maquina, com suas peças mecânicas e eletrônicas.

Software é o conjunto de procedimentos que fazem com que o computador seja útil, isto

Software é o conjunto de procedimentos que fazem com que o computador seja útil, isto é, execute tarefas que solucionem determinado problema. Inteligência Artificial para uso e gerenciamento ambiental

O processo de gestão ambiental em uma atividade agropecuária deve ter visão clara

das condições desejadas, para manutenção dos processos microbiológicos, químicos

e físicos dos solos, qualidade e disponibilidade da água, características climáticas, diversidade biológica nativa, além de áreas de sensibilidade especial a distúrbios. Além destes aspectos, as condições naturais nas atividades agropecuárias devem se

contrabalançar com os objetivos de rentabilidade específicos de cada atividade, e nas alterações que tais atividades causam no meio natural. O planejamento e o gerenciamento necessários para implementar essas metas devem levar em consideração várias incertezas que afetam os sistemas naturais, suas oscilações, e freqüentemente um grande conjunto de informações. As tarefas de planejamento e gerenciamento, agropecuário e ambiental são extremamente complexas. Dois tipos de necessidade são claros para se realizar tais

tarefas:

Necessidade de informação

Necessidade de tomada de decisão na presença de incerteza.

A construção de sistemas inteligentes, baseados em conhecimento, para auxiliar nos

processos de tomada de decisão relacionada a áreas de agropecuária e ambiental,

pode incrementar enormemente a eficiência desse planejamento. Seja um planejamento feito por proprietários de terras, por agentes financiadores e

investidores, por organizações que gerenciam parques florestais, ou por governos nas esferas municipal, estadual ou federal, todos podem se beneficiar da construção de tais sistemas. Áreas de aplicação A) – Sistemas de diagnostico Diagnosticar problemas, quantificar variáveis importantes em uma tarefa, e a parte

mais

importante de uma solução. Construir sistemas que realizem diagnósticos agropecuários e ambientais e uma das principais áreas de aplicação dessas ferramentas computacionais de conhecimento. Seguem alguns dos diagnósticos mais requisitados:

AI) – Diagnostico e recomendações de correção e adubação de solos; A2) – Classificação por imagens de condições de exploração e degradação ambiental;

A3) – Determinação de impactos ambientais; A4) - Determinação de aptidão agrícola de terras; A5)

A3) – Determinação de impactos ambientais; A4) - Determinação de aptidão agrícola de terras; A5) – Determinação de disponibilidade de recursos hídricos; A6) – Avaliação de qualidade da água, A7) – Zoneamento agroclimático; A8) – Determinação da capacidade de sustentabilidade de reservas naturais; A9) – Outros Integração do processo de decisão a SIGs: Sistemas Inteligentes de Informações Geográficas. O uso de ferramentas de apoio a decisão, aliada a facilidade de se relacionar dados importantes de uma região através de um SIG, transformarão de forma irreversível as tarefas de gerenciamento e planejamento agropecuário e ambiental. Tais sistemas são naturalmente muito complexos de realizar, contudo alcançáveis de grande retorno qualitativo e financeiro. Seriam os chamados Sistemas Inteligentes de Informações Geográficas (SIIG). Como exemplo, segue algumas das aplicações mais requisitadas a que eles serviriam:

B1) – Mapeamento de informações agrometeorológicas e planejamento sócio econômico; B2) – Planejamento de plantio e ocupações; B3) – Monitoramento de recursos hídricos; B4) – Monitoramento de recursos florestais; B5) – Avaliação por simulação de impactos ambientais, B6) – Planejamento para preservação de áreas naturais. B7) – Outros Leia com bastante atenção o exemplo da aplicação. Introdução O bom gerenciamento dos recursos naturais depende da disponibilidade de informações sobre o meio ambiente, variáveis econômicos, sociais e ecológicos em quantidade e com qualidade suficientes á elaboração de políticas ambientais, e à tomadas de decisões ligadas à manutenção e utilização dos recursos naturais.

O tratamento destas informações é hoje um requisito básico, necessário para

controlar e ordenar a ocupação das unidades físicas do meio ambiente, tão pressionadas por decisões que invariavelmente se contrapõem a uma lógica racional

de seu uso.(Assad, 1998).

O conhecimento impreciso está associado ao processo de tomada de decisão na agricultura onde percebe-se

O conhecimento impreciso está associado ao processo de tomada de decisão na

agricultura onde percebe-se o cruzamento de informações similares, ao invés de idênticas, decorrentes da aquisição do conhecimento de várias fontes. (Oliveira, 1997). Diante disso, invariavelmente ocorrerá dispersão de informação e aquisição de

conhecimento de forma empírica. O tratamento mais adequado do conhecimento, inserindo em sua base todas as informações sobre tipos de solos, clima, aptidão agrícola, analise físico química dos solos, características agronômicas das culturas, histórico das atividades sócias econômicas das áreas e conhecimento de especialistas

na área de engenharia agronômica, tornará possível a um sistema inteligente produzir

recomendações práticas e embasadas para planejamento agropecuário e ambiental. Objetivos Este trabalho tem como objetivo propor uma ferramenta computacional de integração de informações de mapeamento de aptidão agrícola de solos, dados meteorológicos, análise físico química do solo e conhecimento de especialista, de maneira a possibilitar um sistema automático para planejamento de atividades agrícolas. São descritas aqui a modelagem e a construção de um sistema especialista para diagnostico de aptidão agrícola para gestão ambiental, através de modelos de sistemas inteligentes (sistema baseado em conhecimento). Justificativa Este sistema especialista vem de encontro ao conceito de uma agricultura ágil, precisa, dinâmica, ecologicamente sustentável, possibilitando aos profissionais da área, acesso a um domínio tecnológico, importante na modernização dos processos, dando-lhes mais uma ferramenta na tomada de decisão e abrindo perspectivas para

incorporação de outras fontes de informação como imagens de satélites e agricultura

de precisão.

A modelagem e a aquisição do conhecimento deste sistema, relacionando o problema

de aptidão agrícola a questão ambiental da forma mais completa e uma situação original.

A escolha da região do Rio Araguaia como foco dos estudos, se deve pela importância

que a região tem no aspecto ambiental, aonde a mesma vem sofrendo uma grande

pressão em seus ecossistemas com projetos agropecuários e de infra-estrutura sem a devida avaliação dos impactos ambientais advindos destas atividades.

A sistematização do conhecimento de varias fontes de forma a proporcionar uma

ferramenta de auxilio a gestão agrícola e ambiental de forma eficiente, e ainda uma questão aberta em pesquisa.

Metodologia Nas questões agropecuárias e ambientais, de maneira geral, qualquer processo de tomada de decisão

Metodologia Nas questões agropecuárias e ambientais, de maneira geral, qualquer processo de tomada de decisão está associado ao conhecimento impreciso. A nível de campo o profissional de engenharia agronômica trabalha repassando informações advindos de cruzamento de experiências similares ao invés de idênticas, visto que, a aquisição de conhecimento muitas das vezes advém de varias fontes. Diante deste aspecto estabelecemos critérios estratégicos para solucionar questões agronômicas importantes de recomendação, estabelecendo regras de fatores que podem ser medidos como ex: relacionar latitude, longitude, temperatura, precipitação e altitude com aptidão agrícola dos solos; relacionar aptidão agrícola dos solos com histórico da área (qual a cultura plantada anteriormente, qual o herbicida utilizado anteriormente e teor de argila), e outras formas de correlação que a partir de uma implementação determinista auxilie o planejamento agropecuário e ambiental. As recomendações produzidas pela aplicação são: Qual a classe de aptidão de determinada área? Qual a indicação de uso? Qual a cultura a ser plantada? Qual a quantidade de fertilizante necessária para o desenvolvimento de determinada cultura? Qual a viabilidade econômica do empreendimento? Qual o risco econômico e ambiental do mesmo? Modelagem do conhecimento Os dados de aptidão agrícola foram da região do vale do Araguaia extraído do trabalho “ Diagnóstico Ambiental da Bacia do Rio Araguaia – Trecho Barra do Garças(MT) – Luiz Alves (GO)” (Del’ Arco,1999), a região estudada esta localizada na região central do Brasil, entre os paralelos 13 e 17 S e os meridianos 49 e 52 30’, abrangendo 80 352 km2, totalizando 60 municípios de 3(três) Estados brasileiros sendo 56 municípios em Goiás, 3 no Mato Grosso e 1 no Tocantins. Nesta região foram levantadas 24 classes diferentes de aptidão agrícola. A partir desta informação, foi realizada uma interpolação de pontos em um mapa simplificado de aptidão agrícola das terras com escala de 1/500 000. Nesta fase chegamos a 600 pontos, em uma distância de 10 minutos de cada ponto. Inicialmente para efeito de demonstração selecionamos 11 pontos que representam 11 diferentes classes de aptidão agrícola. A escolha dos pontos foi feita pelos critérios de dimensões (quantidade de área em 0km2 que este ponto representa) e pela distribuição espacial do mesmo dentro da região Definido os pontos fez-se o cruzamento de informações das aptidões agrícolas com outras informações como altitude, precipitação, temperatura, análises físicas e químicas do solo, histórico das áreas, características agronômicas de várias culturas,

habitualmente plantadas na região e conhecimento de especialistas (Engenheiros Agrônomos). Sendo que cada ponto no

habitualmente plantadas na região e conhecimento de especialistas (Engenheiros Agrônomos). Sendo que cada ponto no mapa representa uma latitude e longitude, iniciou-se um processo de simulação de recomendações agronômicas com dados reais (análises de solo, Histórico das áreas, consultas em publicações da EMBRAPA e entrevistas com engenheiros agrônomos). Organograma de solução 1ª regra) O usuário informa a latitude e longitude, o sistema processa as informações

pré conhecidas como temperatura, precipitação, altitude e aptidão agrícola. 2ª Regra) O usuário informa o histórico da área (Qual a cultura plantada anteriormente, agrotóxicos utilizados e teor de argila), o sistema elimina algumas culturas pelo critério de rotação de culturas, residuais de herbicidas e teor de argila 3ª Regra) O usuário informa o resultado da análise de solo( teor de matéria orgânica, fósforo, potássio, cálcio, magnésio. O sistema calcula a quantidade de corretivos e fertilizantes para as culturas sugeridas da regra 2. 4ª Regra) O sistema compatibiliza a recomendação de fertilizantes da regra 2 com as formulações existentes no mercado local. 5ª Regra) O usuário informa características do parque de máquinas e equipamentos agrícolas existentes. O Sistema dimensiona os equipamentos necessários e seus respectivos custos. 6ª Regra) O sistema compatibiliza as recomendações das regras 4 e 5, calcula a taxa interna de retorno, relação beneficio/custo e ponto de nivelamento dos empreendimentos, acompanhado de relatórios ambientais como riscos de estiagem, geadas, ataques de pragas e doenças. Estrutura do SIPAA SISTEMA INTELIGENTE PARA PLANEJAMENTO AGROPECUÁRIO E AMBIENTAL

A estrutura do sistema é flexível, possibilitando a inserção de novos dados e

alterações as já existentes. A aquisição do conhecimento e feita no formato de regras,

permitindo o crescimento da base de conhecimento reaproveitando as regras já existentes.

O jess é uma reimplementação do clips, escrito na linguagem JAVA que suporta a

maioria das capacidades do Clips sendo compatível com o mesmo, interpretando base de regras escritas em Clips e funcionando como uma máquina de inferência para sistemas especialista. A classe Jess possibilita que um applet Java utilize todo o

potencial da linguagem JAVA para implementar uma boa interface gráfica e ao mesmo tempo executar

potencial da linguagem JAVA para implementar uma boa interface gráfica e ao mesmo tempo executar regras em uma base de conhecimento. É o elemento integrador da base de conhecimento Clips e a aplicação JAVA.(Bigus, 1995). Avaliação

A modelagem e a aquisição do conhecimento deste sistema, relacionando o problema

de aptidão agrícola a questão ambiental da forma mais completa e uma característica inovadora deste trabalho, sendo que a modelagem foi complicada, extensa e naturalmente muito imprecisa, pois incorpora novos conhecimentos a todo o momento.

O tema e extremamente relevante, pois a sistematização do conhecimento de varias

fontes de forma a proporcionar uma ferramenta de auxilio a gestão agrícola e ambiental de forma eficiente ainda e uma questão aberta em pesquisa. Procurou-se neste sistema utilizar a melhor informação disponível com relação a manejo dos solos, zoneamento agroecológico, características agronômicas das

culturas trabalhadas, bem como a representação do conhecimento do ponto de vista computacional de maneira deterministica e eficaz.

A idéia que o sistema possa trabalhar em uma plataforma distribuída inclusive com

acesso a Internet.

Conclusão Fim do processo.

Módulo IV Objetivo: Abordar de forma simplificada técnicas que venham contribuir para colocar em prática

Módulo IV Objetivo: Abordar de forma simplificada técnicas que venham contribuir para colocar em prática o uso mais racional das terras, em busca de sustentabilidade.

O

uso dos solos, é realizado sem critérios de capacidade de uso e/ou aptidão agrícola,

o

que tem levado a queda de produtividade, menor retorno econômico, poluição e

assoreamento de mananciais, rebaixamento do lençol freático, deslocamento do homem do campo, perda da biodiversidade. Isso tudo resume em perda ou diminuição do potencial de sustentabilidade

Exercício Planejamento Conservacionista em Microbacias Sobre o comportamento que acabei de falar, responda: Este comportamento está atribuído a que? Assinale a alternativa correta

(

) À falta de crédito agrícola, falta de orientação técnica, dentre outros.

(

) À falta de orientação pessoal.

( ) À vasta distribuição de crédito, mas empregada de forma errada. Veja o gabarito no final da apostila.

O planejamento conservacionista é a etapa final, corresponde a fase dinâmica do

trabalho, que deve ser elaborado de acordo com a capacidade de uso de cada gleba e com as condições socioeconômicas e climáticas da propriedade.

“O uso adequado da terra é o primeiro passo em direção à agricultura correta.

Portanto, cada parcela de terra deve ser empregada de acordo com sua capacidade

de sustentação e produtividade econômica, de forma que os recursos naturais sejam

colocados à disposição do homem para seu melhor uso e benefício, procurando ao mesmo tempo preservar estes recursos para as gerações futuras”(Lepsch, 1991). Será apresentada uma síntese do levantamento de Meio Físico com visitas a atender a técnicos e/ou produtores, que se dedicam a trabalhos práticos de conservação do solo e que queiram implementar o planejamento conservacionista em microbacias. “Basicamente o planejamento deverá conter um mapa com o projeto do arcabouço da propriedade (estradas, carreadores, canais divergentes e escoadouros, cercas,

construções etc.) e um roteiro descritivo indicando as melhores explorações para cada gleba, (as práticas de conservação do solo aconselhadas e também um cronograma

de execução)”mBertolini & Bellinazzi 1994).

Impactos dos Sistemas de Produção nas Microbacias. As tecnologias empregadas nas propriedades com diferentes sistemas

Impactos dos Sistemas de Produção nas Microbacias. As tecnologias empregadas nas propriedades com diferentes sistemas de produção podem afetar de forma negativa ou positiva a sustentabilidade das microbacias. Os modelos de produção agropecuária, quando não eficientes, provocam impactos de graves conseqüências econômicas, ambientais e sociais, que se farão sentir ao longo do tempo.

provocam impactos de graves conseqüências econômicas, ambientais e sociais, que se farão sentir ao longo do
provocam impactos de graves conseqüências econômicas, ambientais e sociais, que se farão sentir ao longo do
provocam impactos de graves conseqüências econômicas, ambientais e sociais, que se farão sentir ao longo do
provocam impactos de graves conseqüências econômicas, ambientais e sociais, que se farão sentir ao longo do
Manejo dos Resíduos de Cultura A manutenção da estrutura, redução da temperatura, conservação de umidade,
Manejo dos Resíduos de Cultura A manutenção da estrutura, redução da temperatura, conservação de umidade,

Manejo dos Resíduos de Cultura

A manutenção da estrutura, redução da temperatura, conservação de umidade,

redução da formação de arestas superficiais, melhoria das condições químicas, pela reciclagem dos nutrientes, promovendo maiores rendimentos dos cultivos agrícolas, são benefícios decorrentes da manutenção dos resíduos das culturas de inverno, deixados sobre o solo para as culturas de verão. A grande mobilização do solo e a incorporação ou queima dos resíduos vegetais podem dificultar o estabelecimento das culturas, devido às oscilações de temperatura e à umidade em solo descoberto, principalmente durante a germinação, quando não há dossel de vegetação para proteção.

Adubação Verde Denomina-se adubação verde a planta cultivada ou não com a finalidade de enriquecer o solo e sua massa vegetal, embora se considere também, como adubo verde a utilização de espécies vegetais, tanto de gramíneas como de outras espécies naturais ou cultivadas. O cultivo de leguminosas constitui-se na prática mais difundida para essa finalidade. A razão se dá principalmente pelo fato de as raízes dessas plantas, em simbiose com bactérias do gênero Rhizobium, fixarem o nitrogênio do ar; além de sua riqueza em compostos orgânicos nitrogenados e a presença de um sistema radicular geralmente bem ramificado e profundo que promove a reciclagem de nutrientes das camadas inferiores. Rotação de Culturas

A rotação das culturas tem como objetivo principal criar melhores condições de

crescimento de uma cultura agrícola, pelo plantio desta após o cultivo de culturas adequadas, garantindo a execução de todas as operações em tempo hábil. A rotação

de culturas deve assegurar um controle eficiente de plantas daninhas e pragas com o

mínimo de despesas. A influência da rotação de culturas sobre a infiltração é muito maior com o preparo convencional do solo do que com o plantio direto. A rotação de

culturas contribui para o arejamento e melhor conservação da água de solo; sendo uma medida

culturas contribui para o arejamento e melhor conservação da água de solo; sendo uma medida de grande efeito no combate à erosão e ao deflúvio de água pluvial.

Uso do Solo Planejamento conservacionista tem a finalidade de maximizar a produtividade das terras agrícolas por meio de um sistema de exploração eficiente, racional e intensivo que assegure também a continuidade da capacidade produtiva do solo. Buscando garantir o aproveitamento da área agrícola, considerando as propriedades do solo, a declividade do terreno e as características das chuvas incidentes na região. Para a utilização racional do solo deverá ser considerada a sua capacidade de uso, que indica a intensidade de cultivo que pode ser aplicada ao solo sem que este sofra diminuição da capacidade produtiva por efeito da erosão. Na classificação das terras agrícolas, conforme a capacidade de uso e manejo do solo, os principais critérios que devem ser utilizados são: a) susceptibilidade do solo ao processo erosivo, a qual está condicionada á declividade do terreno e á erodibilidade do solo; b) Capacidade produtiva do solo, em função de sua fertilidade, da falta ou do excesso de umidade, da acidez, da alcalinidade, etc; c) potencialidade de mecanização da área, em função da pedregosidade e profundidade do solo, dos sulcos de erosão já existentes do grau de encharcamento do solo etc; e d) condições climáticas, em especial as características do regime pluviométrico.

Algumas Considerações

A cobertura do solo com plantas ou restos de cultura é o fator que mais influencia a

infiltração de água e perda do solo por erosão. Técnicas de manejo dos restos culturais, adubação verde etc., principalmente entre médios e pequenos produtores, são pouco difundidos e/ou utilizadas, e a prática da queimada como forma de facilitar

as operações de preparo do solo e plantio ainda é um problema real.

É de difícil conciliação o resultado econômico e a preservação do ambiente. O sentido

principal de utilização de utilização da terra que é de caráter privado é dado pelo seu

proprietário, portanto os resultados financeiros determinam as decisões deles. O produtor considera a terra como um bem que lhe proporciona ganhos financeiros, o que, muitas vezes em curto prazo, não combina com as práticas conservacionistas, cujos resultados são em longo prazo. Por outro lado, a população que necessita de alimento e da água de boa qualidade desconhece a importância e a necessidade das práticas conservacionistas.

Para que se obter sucesso em um programa conservacionista, faz necessário um processo educacional de

Para que se obter sucesso em um programa conservacionista, faz necessário um processo educacional de conscientização da classe produtora e de profissionais envolvidos, que usufrui as riquezas da terra, e principalmente das lideranças políticas, e sociedade como um todo. Este processo educacional pode ter início em cada município envolvendo ensino, pesquisa, extensão e liderança política, para elaboração e implantação de um eficiente Programa Conservacionista nas Bacias Hidrográficas Como último assunto do nosso curso, vamos abordar algumas práticas de monitoramento adotadas em projetos de pesquisa agropecuária que permite uma visão mais ampla do sistema agrícola, facilitando a tomada de decisão de maneira mais coerente com a realidade ambiental. Vamos detalhar também alguns relatos de estudos de casos. É um material muito interessante que gostaria que você lesse.

Gabarito Após ter visto como o solo é formado, assinale as alternativas que correspondem as

Gabarito Após ter visto como o solo é formado, assinale as alternativas que correspondem as funções do solo. Assim que terminar clique no botão resposta.

(x) Biológico

( ) cobertura

(x) fonte de material

( ) suporte

(x)

alimentar

(x)

filtro

Assinale uma alternativa ( ) a agricultura brasileira vem se modernizando e buscando técnicas mais sustentáveis, como por exemplo: a rotação de cultura e plantio direto. Porém essas técnicas nunca buscam outras manter os estoques de carbono no solo que nossa agropecuária precisa.

(x) a agricultura brasileira vem se modernizando e buscando técnicas mais

sustentáveis como por exemplo: a rotação de cultura e plantio direto. Técnicas estas

que buscam dentre outras coisas o aumento da matéria orgânica, no entanto ainda

tem-se demonstrado pouco efetivo para manter os estoques de carbono no solo que nossa agropecuária precisa.

( ) a agricultura brasileira vem ser modernizando e buscando técnicas mais

sustentáveis como por exemplo: a rotação de cultura e plantio direto. Essas técnicas

são eficientes para o estoque de carbono no solo que nossa agropecuária precisa.

Sobre o comportamento que acabei de falar, responda: Este comportamento está atribuído a que? Assinale a alternativa correta

(X) À falta de crédito agrícola, falta de orientação técnica, dentre outros.

(

) À falta de orientação pessoal.

(

) À vasta distribuição de crédito, mas empregada de forma errada.

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