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Colégio Trilíngüe Inovação Rua Mato Grosso 420-E Fone/Fax: (49) 3322.4422 Chapecó – Santa Catarina CEP.

Colégio Trilíngüe Inovação Rua Mato Grosso 420-E Fone/Fax: (49) 3322.4422 Chapecó – Santa Catarina CEP. 89801-600

Profa. Denise Ortigosa Stolf

Aulas

Sumário

Catarina CEP. 89801-600 Profa. Denise Ortigosa Stolf Aulas Sumário Potenciação Radiciação Bibliografia 2 4 8

Potenciação

Radiciação

Bibliografia

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POTENCIAÇÃO

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Slide 4 Potência de um número real com expoente inteiro negativo Para todo número racional
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Potência de um número real com expoente
inteiro negativo
Para todo número racional a, com a π 0, definimos:
n
1
=   1 
1
n
a
=
, em que
n
é um número natural e
é o inverso de
a
.
Potenciação
n
a
a 
a
Profa. Dra. Denise Ortigosa Stolf
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Sinal de uma potência de base não nula
Potência de um número real com expoente natural
Expoente
Base positiva
Base negativa
A potência a n do número inteiro a, é definida como um produto de n fatores
iguais. O número a é denominado a base e o número n é o expoente.
Par
Potência positiva
Potência positiva
Ímpar
Potência positiva
Potência negativa
a n = a ◊a ◊a ◊
◊a
1424 434
n
vezes
a é multiplicado por a n vezes
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Propriedades
Potências de 10
1ª) Produto de potências de mesma base
n
m n
+
m
Para facilitar a escrita de número com muitos dígitos iguais a zero, podemos
utilizar potências de 10.
a
a
= a
2ª) Quociente de potências de mesma base
n
m
n
m
a
:
a
=
a
Quando temos um número multiplicado por uma potência de base 10
positiva, indica que iremos “aumentar” o número de zeros à direita ou
“movimentar” para direita a vírgula tantas casas quanto indicar o expoente da
base 10. Veja alguns exemplos:
3ª) Potência de uma potência
(
n
)
m
54
x 10 5 = 5400000
Acrescentamos 5 zeros à direita do 54
n
m
a
=
a
2050
x 10 2 = 205000
Acrescentamos 2 zeros à direita do 2050
4ª) Potência de um produto ou de um quociente
0,00021 x 10 4 = 2,1
“Movimentamos” a vírgula 4 casas para a direita
n
n
n
(
a )
b
=
a
b
0,000032 x 10 3 = 0,032
“Movimentamos” a vírgula 3 casas para a direita
n
n
n
(
a :
b
)
=
a
:
b
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Quando temos um número multiplicado por uma potência de base 10 negativa, indica que iremos “diminuir” o número de zeros à direita ou “movimentar” a vírgula para esquerda tantas casas quanto indicar o expoente da base 10. Veja alguns exemplos:

54

x 10 -5 = 0,00054

“Movimentamos” a vírgula 5 casas para a esquerda

2050

x 10 -2 = 20,5

“Movimentamos” a vírgula 2 casas para a esquerda.

Lembrando que 20,5 = 20,50

0,00021 x 10 -4 = 0,000000021

“Movimentamos” a vírgula 4 casas para a esquerda

0,000032 x 10 -3 = 0,000000032

“Movimentamos” a vírgula 3 casas para a esquerda

32500000 x 10 -4 = 3250

“Diminuímos” 4 zeros que estavam à direita

a vírgula 3 casas para a esquerda 325 00000 x 10 -4 = 325 0 “Diminuímos”

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Um número escrito na notação científica é o produto de um número entre 1 e
Um número escrito na notação científica é o produto de um número entre 1 e
10 por uma potência de 10.

Assim, a distância do Sol à Terra, em notação científica, é aproximadamente 1,5·10 8 km e a espessura de um vírus é 8·10 -4 mm.

à Terra, em notação científica, é aproximadamente 1,5·10 8 km e a espessura de um vírus

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Slide 10 Bibliografia Notação científica Físicos, químicos, biólogos, engenheiros, astrônomos e outros
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Bibliografia
Notação científica
Físicos, químicos, biólogos, engenheiros, astrônomos e outros cientistas
utilizam números com muitos zeros. Como já vimos, estes números podem
ser escritos de várias maneiras, usando potências de 10.
DANTE, Luiz Roberto. Tudo é matemática. São Paulo: Ática, 2005.
A
distância do Sol à Terra, por exemplo, é, aproximadamente, 150000000 km
e
pode ser indicada por 150·10 6 Km ou 15·10 7 Km ou 1,5·10 8 Km ou
0,15·10 9 Km.
A espessura de um vírus é, aproximadamente, 0,0008 mm ou 8·10 -4 mm ou
GIOVANNI, José Ruy; CASTRUCCI, Benedito; GIOVANNI JUNIOR, José Ruy.
A conquista da matemática. São Paulo: FTD, 1998.
0,8·10 -3 mm ou 0,008·10 -1 mm.
GUELLI, Oscar. Matemática em construção. São Paulo: Ática, 2004.
Nos trabalhos científicos, para facilitar os cálculos e a comunicação, quando
aparecem números com muitos zeros, esses números são escritos numa
forma padrão chamada notação científica.
Scipione, 2006.
MIANI, Marcos. Matemática no plural. São Paulo: IBEP, 2006.
Saraiva, 1997.
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ANDRINI, Álvaro; VASCONCELLOS, Maria José. Novo praticando matemática. São Paulo: Brasil, 2002.

BIGODE, Antonio José Lopes. Matemática hoje é feita assim. São Paulo: FTD, 2006.

EDIÇÕES EDUCATIVAS DA EDITORA MODERNA. Projeto Araribá: Matemática. São Paulo: Moderna, 2007.

GIOVANNI, José Ruy; GIOVANNI JUNIOR, José Ruy. Matemática: pensar e descobrir. São Paulo: FTD, 2005.

GUELLI, Oscar. Matemática: uma aventura do pensamento. São Paulo: Ática, 1998.

IMENES, Luiz Márcio; LELLIS, Marcelo Cestari. Matemática paratodos. São Paulo:

MORI, Iracema; ONAGA, Dulce Onaga. Matemática: idéias e desafios. São Paulo:

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RADICIAÇÃO

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Slide 4 Radiciação Profa. Dra. Denise Ortigosa Stolf 1 4 Slide 5 Raiz enésima de
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Radiciação
Profa. Dra. Denise Ortigosa Stolf
1
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Raiz enésima de um número real
2º Caso: O índice n é ímpar.
Consideremos um número real a e um número natural n, com n = 2.
Vamos examinar o conceito de raiz enésima desse número, indicada
pela expressão:
Temos dois casos a examinar:
Através dos exemplos dados, podemos dizer:
1º Caso: O índice n é par.
Dado um número real a e sendo n é um número natural ímpar, a
expressão
n a
é um único número real b tal que b n = a.
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Já vimos que não se define a raiz quadrada de um número real negativo, pois
ao elevarmos um número real ao quadrado não obtemos um número real
Radical aritmético e suas propriedades
negativo. Esse fato se estende quando temos a raiz quarta ou a raiz sexta ou a
raiz oitava,
e assim por diante, de um número real negativo.
Assim:
Podemos dizer que:
Quando o número real a é positivo (a > 0) e n é um número natural par,
diferente de zero, dizemos que a expressão é igual ao número real
n a
positivo b tal que b n = a.
Quando o número real a é negativo (a < 0) e n é um número natural
par, diferente de zero, dizemos que a expressão
conjunto dos números reais.
n a
não é definida no
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Slide 3

5

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Propriedades

Propriedades

Slide 10

5 Slide 7 Propriedades Slide 10 7 10 Slide 11 8 11 Slide 12 Simplificando radicais:
7 10 Slide 11 8 11 Slide 12 Simplificando radicais: extração de fatores do radicando
7
10
Slide 11
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Slide 12
Simplificando radicais: extração de fatores do
radicando
Se um ou mais fatores do radicando têm o expoente igual ao índice do
radical, esses fatores podem ser extraídos do radicando e escritos como
fatores externos (sem o expoente).
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Slide 8

Slide 9

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Slide 13

Introduzindo um fator externo no radicando

Introduzindo um fator externo no radicando Um fator externo pode ser introduzido como fator no radicando,
Um fator externo pode ser introduzido como fator no radicando, bastando para isso escrevê-lo com
Um fator externo pode ser introduzido como fator no radicando,
bastando para isso escrevê-lo com um expoente igual ao índice do
radical.
ser introduzido como fator no radicando, bastando para isso escrevê-lo com um expoente igual ao índice

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Slide 16

16

16

Adicionando, algebricamente, dois ou mais radicais Slide 17 Multiplicando e dividindo expressões com radicais de
Adicionando, algebricamente, dois ou mais
radicais
Slide 17
Multiplicando e dividindo expressões com
radicais de mesmo índice e de índices diferentes
Observe os seguintes exemplos:
• Se os índices forem iguais, basta usar as propriedades dos radicais.
OBS.:
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17
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Veja agora como simplificar algumas expressões:
• Se os índices forem diferentes, devemos reduzir os radicais ao mesmo
índice para depois efetuar as operações.
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Slide 14

Slide 15

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Slide 19 Slide 22 Produtos notáveis 19 22 Slide 20 Slide 23 Simplificando expressões com
Slide 19
Slide 22
Produtos notáveis
19
22
Slide 20
Slide 23
Simplificando expressões com radicais
Potenciação de uma expressão com radicais
20
23
Slide 21
Slide 24
Racionalizando denominadores de uma
expressão fracionária
Potências com expoente fracionário
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Slide 25

Bibliografia

ANDRINI, Álvaro; VASCONCELLOS, Maria José. Novo praticando matemática. São Paulo: Brasil, 2002.

BIGODE, Antonio José Lopes. Matemática hoje é feita assim. São Paulo: FTD, 2006. DANTE, Luiz Roberto. Tudo é matemática. São Paulo: Ática, 2005.

EDIÇÕES EDUCATIVAS DA EDITORA MODERNA. Projeto Araribá:

Matemática. São Paulo: Moderna, 2007.

GIOVANNI, José Ruy; GIOVANNI JUNIOR, José Ruy. Matemática: pensar e descobrir. São Paulo: FTD, 2005. GIOVANNI, José Ruy; CASTRUCCI, Benedito; GIOVANNI JUNIOR, José Ruy. A conquista da matemática. São Paulo: FTD, 1998.

GUELLI, Oscar. Matemática em construção. São Paulo: Ática, 2004. GUELLI, Oscar. Matemática: uma aventura do pensamento. São Paulo: Ática,

1998.

IMENES, Luiz Márcio; LELLIS, Marcelo Cestari. Matemática paratodos. São Paulo:

Scipione, 2006.

MIANI, Marcos. Matemática no plural. São Paulo: IBEP, 2006. MORI, Iracema; ONAGA, Dulce Onaga. Matemática: idéias e desafios. São Paulo:

Saraiva, 1997.

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idéias e desafios . São Paulo: Saraiva, 1997. 25 BIBLIOGRAFIA ANDRINI, Álvaro; VASCONCELLOS, Maria José.

BIBLIOGRAFIA

ANDRINI, Álvaro; VASCONCELLOS, Maria José. Novo praticando matemática. São Paulo:

Brasil, 2002.

BIGODE, Antonio José Lopes. Matemática hoje é feita assim. São Paulo: FTD, 2006.

DANTE, Luiz Roberto. Tudo é matemática. São Paulo: Ática, 2005.

EDIÇÕES EDUCATIVAS DA EDITORA MODERNA. Projeto Araribá: Matemática. São Paulo:

Moderna, 2007.

GIOVANNI, José Ruy; GIOVANNI JUNIOR, José Ruy. Matemática: pensar e descobrir. São Paulo: FTD, 2005.

GIOVANNI, José Ruy; CASTRUCCI, Benedito; GIOVANNI JUNIOR, José Ruy. A conquista da matemática. São Paulo: FTD, 1998.

GUELLI, Oscar. Matemática em construção. São Paulo: Ática, 2004.

GUELLI, Oscar. Matemática: uma aventura do pensamento. São Paulo: Ática, 1998.

IMENES, Luiz Márcio; LELLIS, Marcelo Cestari. Matemática paratodos. São Paulo: Scipione,

2006.

MIANI, Marcos. Matemática no plural. São Paulo: IBEP, 2006.

MORI, Iracema; ONAGA, Dulce Onaga. Matemática: idéias e desafios. São Paulo: Saraiva, 1997.