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3 SÃO GABRIEL E REGIÃO - NOVEMBRO de 2011
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SÃO GABRIEL E REGIÃO - NOVEMBRO de 2011

ESTATUTO DA BRIGADA MILITAR

LEICOMPLEMENTARN.º 10.990, de 18 DE AGOSTO DE 1997.

MILITAR LEICOMPLEMENTARN.º 10.990, de 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Militares

Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Militares

da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul

e dá outras providências.

(D.O.E. de 19.08.97) Edição CORAG Assessoria de Publicações Técnicas Porto Alegre,

DO PROVIMENTO

Art. 9° – O ingresso na Brigada Militar é facultado a todos os brasileiros, sem distinção de raça, sexo ou

de crença religiosa, mediante concurso público, ob-

servadas as condições prescritas em lei.

Art. 10 – São requisitos para o ingresso na Brigada

Militar:

I – ser brasileiro;

II – possuir ilibada conduta pública e privada;

III – estar quite com as obrigações eleitorais e mili-

tares;

IV – não ter sofrido condenação criminal com pena

privativa de liberdade ou qualquer condenação incompatível com a função

policial-militar;

V – não estar respondendo processo criminal;

VI – não ter sido isentado do serviço militar por

incapacidade física definitiva; e

VII – obter aprovação nos exames médico, físico,

psicológico e intelectual, exigidos para inclusão,

nomeação ou matrícula.

Parágrafo único – As condições específicas, confor-

me o quadro ou qualificação, serão as previstas no

regulamento de ingresso.

Justiça Militar Estadual

Procure seus Direitos Endereço:RuaBuenosAires, s/nº,PrédiodoForo Telefone: (55) 3222-3330 Telefone do Plantão: (55) 9614-6273

OUVIDORIA DA JME

O Ouvidor estará atento às reivindicações do ci-

dadão, sempre disposto a ouvir, procurando esta- belecer uma parceria em prol da comunidade,

buscando qualidade e eficiência na prestação jurisdicional e austeridade administrativa.

O Ouvidor agirá em defesa dos direitos e interes-

ses do cidadão, recebendo, avaliando e encami- nhando as manifestações, sempre na busca de soluções, respondendo no menor prazo possível e de forma aberta, honesta, objetiva e precisa, com transparência, integridade e respeito http://www.tjmrs.jus.br/encontre/ ouvidoria_detalhes.asp

Dicas para ser motivado

POR SOELI DE OLIVEIRA As plantas dependem do clima para sobreviver e crescer. Nós, seres huma- nos, podemos criar o clima onde vivemos. Temos nas mãos o poder para criar o nosso próprio destino. Para isso, aí vão algumas dicas:

Não se leve tão a sério! Sorria mais. Pessoas ale- gres têm mais facilidade para fazer amizades e ga- nhar dinheiro. Amigos e dinheiro não gostam de cara feia. Trabalhe menos! Porém, seja mais produti- vo colocando mais inteli- gência no que faz. Se ligue no presente! Viva intensamente o aqui e o agora. Est e é o único tempo sobre o qual temos controle. Suas realizações de hoje são a ponte para o futuro. Lamentavelmente, setenta e cinco por cento das pessoas vivem presas ao passado, vinte por cen- to vivem apreensivas com relação ao futuro, e apenas cinco por cento vivem o presente. Conviva com pessoas positivas! Pessoas negati- vas são verdadeiras san- guessugas de nossas ener- gias.

Com frequência nos or- gulhamos por ser o povo do ‘jeitinho’, do ‘fazejamen- to’, do “deixa a vida me le- var, vida leva eu” como muito bem canta o sambis- ta Zeca Pagodinho. Ago- ra, pergunta-se: qual a im- portância do planejamen- to? Quais são os seus obje- tivos? Quais são as suas metas? Onde pretende che- gar? Qual a sua estratégia? Há um pensamento atribu- ído ao grande filósofo e pensador romano Séneca, que diz que “quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve”. O céu é o limite! A ati- tude de uma pessoa, deter- mina a altitude que ela po- derá chegar na vida. Todos nós somos dotados de ha- bilidades e potencialida- des. O que você está fazen- do com elas? Está sentan- do tijolos ou construindo uma catedral? Ninguém escapa da lei da semeadu- ra. Colhemos o que planta- mos. Somos hoje produtos de nossos pensamentos e ações do passado. Seremos amanhã o que fizermos com os recursos que temos no presente. Objetivo é o que preten- demos alcançar. As metas

são frações mensuráveis dos objetivos no curto pra- zo. As estratégias são os caminhos ou meios para alcançar os objetivos. Para alcançar o sucesso, com frequência a estraté- gia adotada é mais impor-

tante que o trabalho. Há pessoas que se orgulham em dizer “o meu nome é trabalho! ” e o “meu sobre- nome é dedicação!”. O em- prego do esforço por si só poderá levar o indivíduo a se enterrar cada vez mais, se ao invés de estar cons- truindo uma catedral, es- tiver cavando um buraco. Invista mais em você! Assuma um sério compro- misso com a sua formação. As mudanças são graduais

e contínuas. Compreenda

que o aprendizado tem de ser vitalício. É preciso pré-

disposição para aprender, aprender e aprender! Pro- cure não perder nenhuma

oportunidade para se de- senvolver. Cada ano a mais na escolaridade represen-

ta em média 15% a mais no

salário. Quem não investe em si, perde o direito de re-

clamar dos empregadores que não investem em seus colaboradores. A primei- ra pessoa que tem obriga-

HISTÓRICO

ção de investir em nós, so- mos nós mesmos. Neste início do século convivemos com três tipos de empresas. Primeiro, as que os dirigentes e colabo- radores vivem na zona de conforto, não buscam in- formações – este tipo de or- ganização terá vida curta. Está a caminho da falência. Segundo, as que os dirigen- tes aprendem, porém os funcionários estão acomo- dados. Pararam no tempo. Não aprendem nem se comprometem. Com frequ- ência dizem “sou apenas funcionário aqui” – estas organizações terão exis- tência de médio prazo. Em terceiro lugar, estão as empresas em que os diri-

gentes e colaboradores são comprometidos e não per- dem oportunidades para aprender. Estas organiza- ções têm futuro. Você já parou para refletir em qual desses grupos a sua empre- sa se encontra? Soeli de Oliveira é consultora e palestrante nas áreas de marketing, varejo, atendimento e mo- tivação do Instituto Tec- nológico de Negócios, e- mail: soeli@sinos.net – Novo Hamburgo – RS.

JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

No Rio Grande do Sul, a Justiça Militar existiu an- tes mesmo da Justiça Co- mum, tendo chegado a bor- do das naus portuguesas que integravam a expedição militar de Silva Paes, em 1737. Em 1763, oMarquês do

Pombal condensou a disper- sa legislação penal militar portuguesa. Em 1808, com a vinda da família real para o Brasil, Dom João VI criou o Conselho de Justiça Supre- mo Militar, embrião do atu- al Superior Tribunal Mili-

tar, que foi o primeiro órgão permanente de Justiça Cas- trense a operar no País. Com a criação do Corpo Po- licial da Província – em- brião da Brigada Militar, surgiu logo anecessidade de se garantir a disciplina da

Força Pública, que não ape- nas fazia o policiamento urbano, como, também, ti- nha a atribuição de prote- ger o território, recebendo instrução militar. Foi, en- tão, instituída a Justiça do próprio Corpo Policial

en- tão, instituída a Justiça do próprio Corpo Policial A FOLHA DA CLASSE, UM JORNAL DOS

A FOLHA DA CLASSE, UM JORNAL DOS TEMPOS MODERNOS, SEMASSINATURA SEM CUSTOS PARA O LEITOR, DISTRIBUIÇÃO GRATUITA NA FRONTEIRA OESTE, AGORA ON-LINE SITE . http://www.folhadaclasse.com.br

LEVANDO SUA PUBLICIDADE E NOTICIAS DA ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DE NIVEL MÉDIO DA BRIGADA MILITAR DE SÃO GABRIEL, COM RADIO WEB 24 HORAS NO AR.

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