Você está na página 1de 78

Restrições Impostas pelo

Ambiente Natural

Adriele Pereira, Dener Pimenta, Glaice Kelly, Joice Oliveira,

Joice Vidigal, Letícia Rios, Rubens Vieira, Tatiana Carvalho

Deficiência de Oxigênio nos Solos

Deficiência de Oxigênio nos Solos

Naturalmente o solo é pobre em oxigênio devido a

ação da:

Respiração das raízes;

oxigênio devido a ação da: • Respiração das raízes; • • A n i m a

devido a ação da: • Respiração das raízes; • • A n i m a i

Animais do solo;

Microorganismos

aeróbios.

ação da: • Respiração das raízes; • • A n i m a i s d

Deficiência de Oxigênio nos Solos

Área não inundada

Deficiência de Oxigênio nos Solos • Área não inundada • Área inundada X X O Oxigênio

Área inundada

X X
X
X

O Oxigênio atmosférico se difunde muito vagarosamente em solos densos, molhados ou inundados

Deficiência de Oxigênio nos Solos

Causas:

Inundações;

de Oxigênio nos Solos Causas: • Inundações; • Deslizamento; • Pouca drenagem; Tundra • Solos

Deslizamento;

de Oxigênio nos Solos Causas: • Inundações; • Deslizamento; • Pouca drenagem; Tundra • Solos compactados.

Pouca drenagem;

de Oxigênio nos Solos Causas: • Inundações; • Deslizamento; • Pouca drenagem; Tundra • Solos compactados.

Tundra

Solos compactados.

de Oxigênio nos Solos Causas: • Inundações; • Deslizamento; • Pouca drenagem; Tundra • Solos compactados.

Deficiência de Oxigênio nos Solos

Resultados de um solo livre de oxigênio:

Predomínio de microorganismos anaeróbios.

oxigênio : • Predomínio de microorganismos anaeróbios. Ambiente redutor no qual varias substancias estão presentes

Ambiente redutor no qual varias substancias

estão presentes em concentrações tóxicas.

no qual varias substancias estão presentes em concentrações tóxicas . • Reposição limitada de nitrogênio;

Reposição limitada de nitrogênio;

Deficiência de Oxigênio nos Solos

Solos argilosos:

Deficiência de Oxigênio nos Solos • Solos argilosos: Oxigênio • Solos pedregosos e arenosos: Oxigênio

Oxigênio

Deficiência de Oxigênio nos Solos • Solos argilosos: Oxigênio • Solos pedregosos e arenosos: Oxigênio

Solos pedregosos e

arenosos:

Oxigênio

Deficiência de Oxigênio nos Solos • Solos argilosos: Oxigênio • Solos pedregosos e arenosos: Oxigênio
Deficiência de Oxigênio nos Solos • Solos argilosos: Oxigênio • Solos pedregosos e arenosos: Oxigênio

Deficiência de Oxigênio nos Solos

Spp. de solos encharcados: (poucas)

Herbáceas helófitas;

Poucas spp arbóreas:

(poucas) • Herbáceas helófitas; • Poucas spp arbóreas: Amieiro -Choupo; -Salgueiro - Amieiro Salgueiro Choupo

Amieiro

-Choupo; -Salgueiro - Amieiro

(poucas) • Herbáceas helófitas; • Poucas spp arbóreas: Amieiro -Choupo; -Salgueiro - Amieiro Salgueiro Choupo

Salgueiro

(poucas) • Herbáceas helófitas; • Poucas spp arbóreas: Amieiro -Choupo; -Salgueiro - Amieiro Salgueiro Choupo

Choupo

Deficiência de Oxigênio nos Solos

Árvores de mangue e palmeiras (Nipa fruticans)

Solos • Árvores de mangue e palmeiras ( Nipa fruticans ) Geralmente a maioria das plantas
Solos • Árvores de mangue e palmeiras ( Nipa fruticans ) Geralmente a maioria das plantas

Geralmente a maioria das plantas morre em

uma situação de inundação do que de deficiência

hídrica do solo.

Distúrbios funcionais e padrões de injúria

Distúrbios funcionais e padrões de

injúria

Raízes respiram anaerobicamente por algum

tempo;

PP O2 cai pra 1-5 kPa (hipoxia) CR > 1

Vias alternativas são ativadas e o estado energético do sistema adenilato cai.

Distúrbios funcionais e padrões de

injúria

Distúrbios funcionais e padrões de injúria
Distúrbios funcionais e padrões de injúria

Distúrbios funcionais e padrões de

injúria

Nessas condições:

Sessa crescimento da raiz;

Morrem os apêndices;

Desenvolvem as raízes adventícias.

Partes mais velhas = intumescência da casca e

lenticelas hipertrofiadas

Distúrbios funcionais e padrões de

injúria

Em anoxia, a respiração = desassimilação

anaeróbia.

Sem oxidação terminal = acumulo de acetaldeído e etanol;

• de etanol = deficiência de oxigênio

de etanol = deficiência de oxigênio

Distúrbios funcionais e padrões de

injúria

Formação intensa de ac. abscísico, etileno e

• Formação intensa de ac. abscísico, etileno e fechamento parcial dos seus precursores estômatos, epnastia

fechamento parcial dos

seus precursores

estômatos, epnastia a abscisão.

Há a degeneração do sistema celular de

membrana, desintegração de mitocôndrias e

microcorpos e inibição de enzimas.

Distúrbios funcionais e padrões de

injúria

Distúrbios funcionais e padrões de injúria

Sobrevivendo sob a deficiência de

oxigênio

Sobrevivendo Sob a Deficiência de

Oxigênio

Adaptação funcional:

Ausência de incremento da concentração da

enzima ADH.

Metabolismo das proteínas é ajustado após a

ativação genética.

Sobrevivendo Sob a Deficiência de

Oxigênio

20 diferentes polipeptídeo de anaerobiose

de Oxigênio 20 diferentes polipeptídeo de anaerobiose Isoenzimas capazes de repor as enzimas originais (ADH
de Oxigênio 20 diferentes polipeptídeo de anaerobiose Isoenzimas capazes de repor as enzimas originais (ADH

Isoenzimas capazes de

repor as enzimas originais

(ADH aeróbia)

Produto final: etanol não

tóxico

enzimas originais (ADH aeróbia) Produto final: etanol não tóxico Ácido lático, ácido chiquímico e ácido málico.

Ácido lático, ácido chiquímico e ácido málico.

Sobrevivendo Sob a Deficiência de

Oxigênio

A atividade da ADH na condição de hipóxia proporciona uma indicação quantitativa da sensibilidade particular de uma espécie em relação à deficiência de oxigênio.

uma indicação quantitativa da sensibilidade particular de uma espécie em relação à deficiência de oxigênio.

Sobrevivendo Sob a Deficiência de

Oxigênio

Adaptações morfológicas:

Tecidos de ventilação (aerênquima)

Sobrevivendo Sob a Deficiência de Oxigênio • Adaptações morfológicas: – Tecidos de ventilação (aerênquima)

Sobrevivendo Sob a Deficiência de

Oxigênio

Volume do sistema de espaços intercelulares

no parênquima radicular

Plantas de pântano: 20% a 60% Plantas em solos bem arejados: inferior a

10%

Sobrevivendo Sob a Deficiência de

Oxigênio

Raízes bem arejadas

Sob a Deficiência de Oxigênio Raízes bem arejadas Liberam oxigênio para o rizoplano Ação de

Liberam oxigênio para o rizoplano

Ação de desintoxicação de

substâncias redutoras

potencialmente danosas.

arejadas Liberam oxigênio para o rizoplano Ação de desintoxicação de substâncias redutoras potencialmente danosas.

Sobrevivendo Sob a Deficiência de

Oxigênio

Plantas que crescem em solos muito densos ou pouco

arejados

Obter

que crescem em solos muito densos ou pouco arejados Obter oxigênio Sistema de raízes laterais Em

oxigênio Sistema de raízes laterais

pouco arejados Obter oxigênio Sistema de raízes laterais Em áreas inundadas Partes submersas do tronco e

Em áreas

inundadas

oxigênio Sistema de raízes laterais Em áreas inundadas Partes submersas do tronco e dos ramos emitem

Partes submersas do tronco e

dos ramos emitem densos

feixes de raízes aquáticas.

Sobrevivendo Sob a Deficiência de

Tipos extremos de

especialização

Sob a Deficiência de Tipos extremos de especialização Oxigênio Mangue: lenticelas cobrindo raízes respiratórias

Oxigênio

Mangue: lenticelas cobrindo

raízes respiratórias

(pneumatófaros)

Espécies de pântano

(Cupressaceae e Taxodiaceae):

produzem “raízes joelho”

Seca

Seca

• Seca Seca fator de estresse pouca água disponível

Seca

fator de estresse

• Seca Seca fator de estresse pouca água disponível

pouca água disponível

Seca

Intensa evaporação;

Água ligada osmoticamente aos solos salinos;

Congelamento dos solos;

Absorção inadequada de água pelas plantas

que crescem em solos muito rasos.

Seca

Seca

Seca • Seca período sem precipitação • Conteúdo de água no solo • Plantas sofrem com

período sem precipitação

Seca • Seca período sem precipitação • Conteúdo de água no solo • Plantas sofrem com

Conteúdo de água no solo

Seca • Seca período sem precipitação • Conteúdo de água no solo • Plantas sofrem com

Plantas sofrem com a ausência de água.

Seca

Regiões polares

• Regiões polares precipitação

precipitação

 
 

Não atingem condições de aridez

temperaturas.

temperaturas.

 

Seca

Regiões secas, as raízes da vegetação aberta

alcançam horizontes permanentemente

úmidos na proximidade do lençol freático ou de rios.

Seca Aridez precipitação evaporação

Seca

Aridez

Seca Aridez precipitação evaporação

precipitação

Seca Aridez precipitação evaporação

evaporação

Seca

Para a comunidade vegetal estabelecida é

importante que o abastecimento de água seja

assegurado durante o período de maior demanda e durante o período de crescimento.

Seca

Seca

Seca

A curva de temperatura serve como

referência do curso anual do poder evaporativo da atm.

Curva de precipitação abaixo da curva de

temperatura

do curso anual do poder evaporativo da atm. • Curva de precipitação abaixo da curva de

período de seca

Seca

Avaliação do grau de estresse da planta:

medidas de umidade de solo Análise da distribuição da precipitação

Seca

Somente a planta por si mesma é capaz de

mostrar onde e quando a ausência de água se torna um fator de estresse.

Seca

O quanto uma planta sofre em seu habitat devido às condições de seca depende:

Da sua capacidade de resistência à seca

Das condições preponderantes no hábitat.

capacidade de resistência à seca  Das condições preponderantes no hábitat. Índice relativo de dessecação (IRD).

Índice relativo de dessecação (IRD).

Seca

Seca

Seca

Seca • IRD planta está sujeita a um estresse pouco intenso. • Os valores de IRD
Seca • IRD planta está sujeita a um estresse pouco intenso. • Os valores de IRD

IRD

planta está sujeita a um estresse

pouco intenso.

Os valores de IRD

sujeita a um estresse pouco intenso. • Os valores de IRD revelam o padrão do estresse

revelam o padrão do

estresse de uma determinada vegetação ou de um determinado habitat.

Seca

IRD dá uma ideia de variações dos valores de:

Deficiência hídrica no solo; Deficiência hídrica na atmosfera; Grau de seca em um local.

Seca

Seca

Distúrbios funcionais e padrões de injúria

Deficiência hídrica

funcionais e padrões de injúria Deficiência hídrica Dimuição do volume celular Aumento da concentração
funcionais e padrões de injúria Deficiência hídrica Dimuição do volume celular Aumento da concentração
funcionais e padrões de injúria Deficiência hídrica Dimuição do volume celular Aumento da concentração

Dimuição do volume celular

Aumento da

concentração

Progressiva desidratação do

protoplasto

Respostas ao déficit hídrico

Diminuição da turgescência;

Diminuição do processo de crescimento;

Limitação

do

metabolismo

de

proteínas

e

aminoácidos ( e de enzimas);

Interrupção da divisão celular;

Queda na fertilidade do pólen (meiose com

anomalias).

( e de enzimas); • Interrupção da divisão celular; • Queda na fertilidade do pólen (meiose

Figura 6.58 a, b

Figura 6.58 a, b

Ácido abscísico - ABA

Sintetizado na raiz mediante estresse hídrico;

Transportado para toda a planta;

Funções:

• Transportado para toda a planta; • Funções:  Fechamento estomático;  Predomínio de processos

Fechamento estomático;

Predomínio de processos catabólicos;

Aceleração da senescência; Dessecação e abscisão das células.

Figura 6.60

Figura 6.60

Respostas ao déficit hídrico

Células se contraem;

Diminui o volume celular;

Aumenta a concentração de solutos;

Limitação da fotossíntese e respiração;

Fragmentação do vacúolo central;

Aumento e posterior degradação dos tilacóides;

Desintegração dos polirribossomos;

Morte das células.

• Aumento e posterior degradação dos tilacóides; • Desintegração dos polirribossomos; • Morte das células.

Respostas ao déficit hídrico

A princípio, a maior parte dos processos é

reversível;

Se a reidratação ocorrer, algumas plantas podem restaurar suas estruturas.

Assim, o destino da célula depende:

suas estruturas. • Assim, o destino da célula depende:  Do grau de destruição das membranas;

Do grau de destruição das membranas; Da capacidade de reparo da célula.

SOBREVIVÊNCIA SOB O

ESTADO DE SECA

Sobrevivência sob o estado

de seca

Resistência à seca

Sobrevivência sob o estado de seca Resistência à seca Capacidade da planta de superar períodos de

Capacidade da planta de superar períodos de estiagem

Quanto mais tempo forem capazes de evitar o decréscimo do potencial hídrico do protoplasma Fuga

Quanto mais tempo forem capazes de evitar o decréscimo do potencial hídrico do protoplasma

Quanto mais tempo forem capazes de evitar o decréscimo do potencial hídrico do protoplasma
Quanto mais tempo forem capazes de evitar o decréscimo do potencial hídrico do protoplasma Fuga à
Quanto mais tempo forem capazes de evitar o decréscimo do potencial hídrico do protoplasma Fuga à
Quanto mais tempo forem capazes de evitar o decréscimo do potencial hídrico do protoplasma Fuga à
Quanto mais tempo forem capazes de evitar o decréscimo do potencial hídrico do protoplasma Fuga à
Quanto mais tempo forem capazes de evitar o decréscimo do potencial hídrico do protoplasma Fuga à
Quanto mais tempo forem capazes de evitar o decréscimo do potencial hídrico do protoplasma Fuga à
Quanto mais tempo forem capazes de evitar o decréscimo do potencial hídrico do protoplasma Fuga à

Fuga à dessecação

Quanto mais tempo forem capazes de evitar o decréscimo do potencial hídrico do protoplasma Fuga à

Tolerância à

dessecação

As perspectivas de uma planta sobreviver a um stresse de seca extremo são tanto maiores

sobreviver a um stresse de seca extremo são tanto maiores Quanto mais o protoplasma aguentar a

Quanto mais o

protoplasma aguentar a dessecação sem ficar danificado

Sobrevivência sob o estado

de seca

Não precisa ser resistente à seca para viver em regiões de

deficiência hídrica

à seca para viver em regiões de deficiência hídrica Possíveis mecanismos de sobrevivência de plantas em

Possíveis mecanismos de sobrevivência de plantas em regiões secas (xerófitas)

XERÓFITAS QUE ESCAPAM DA SECA

Plantas não

resistente à seca

Produção

de

sementes

resistentes à dessecação

Órgãos perenes resistentes

à dessecação

à seca • Produção de sementes resistentes à dessecação • Órgãos perenes resistentes à dessecação

Pluvioterófitas

Pluvioterófitas • São plantas vasculares efêmeras que germinam após uma chuvada forte • Completam rapidamente

São plantas vasculares efêmeras que germinam após uma chuvada forte

Completam rapidamente o seu ciclo de vida

Anuais de inverno

São neutras em relação a duração do dia, florescem com água disponível

Sobrevive no período de seca na forma de semente

Vantagem adaptativa

no período de seca na forma de semente Vantagem adaptativa Rápida resposta do ciclo ontogenético em

Rápida resposta do ciclo ontogenético em relação à disponibilidade de água

Geófitas

Geófitas • Órgãos subterrâneos como rizomas, tubérculos e bulbos • Período de chuva: produzem nova parte

Órgãos subterrâneos como rizomas, tubérculos e bulbos

Período de chuva: produzem nova parte aérea utilizando carboidratos estocados, possibilitando o desenvolvimento de flores e frutos num curto

período de tempo

Evite em Relação a Dessecação

Evite Em Relação À Dessecação

A dessecação é adiada por mecanismos para

manter um conteúdo hídrico favorável.

Adiamento por:

absorção de água mais eficiente;

redução da perda de água;

capacidade de condução;

formação de estoque.

Evite Em Relação À Dessecação

Evite Em Relação À Dessecação
Evite Em Relação À Dessecação

Evite Em Relação À Dessecação

Melhor absorção de água por um sistema

radicular extenso

Raízes de plantas de deserto possuem de 2 a

5m de profundidade

Nestes tipos de raízes, grande parte são

suberizadas ou podem estocar água

Situação crítica na falta de espaço para

crescimento das raízes

Evite Em Relação À Dessecação

A capacidade de condução da água aumenta

com a ampliação da área de condução do sistema e redução da distância de transporte

A redução da transpiração ajuda na conservação da água disponível

Redução mais rápida através de fechamento de

estômatos

Redução mais efetiva por enrolamento das folhas

Evite Em Relação À Dessecação

Folhas sob deficiência hídrica apresentam

menor área foliar específica (AFE)

Evite Em Relação À Dessecação ● Folhas sob deficiência hídrica apresentam menor área foliar específica (AFE)

Evite Em Relação À Dessecação

Os mecanismos de evite em relação à

dessecação alcançam o máximo de perfeição se acoplados à redução da superfície e alta

resistência à transpiração

Capacidade de estoque de água é dada pelo

grau de suculência.

da superfície e alta resistência à transpiração ● Capacidade de estoque de água é dada pelo

Evite Em Relação À Dessecação

O movimento de água dos tecidos de estoque

torna-se significativo durante períodos prolongados de seca

Algumas espécies estocam água no xilema e no córtex

torna-se significativo durante períodos prolongados de seca ● Algumas espécies estocam água no xilema e no

Evite Em Relação À Dessecação

Plantas suculentas podem viver durante anos

de seca

Acomodam água em tecidos especializados,

posicionados no interior de folhas e ramos

Utilização de carboidratos capazes de se

hidratarem em células, dutos e cavidades

Evite Em Relação À Dessecação

Durante o verão, de 30% a 40% da água é

perdida durante a transpiração

Durante períodos secos a água estocada na

base do tronco é usada em primeiro lugar

O movimento da água oriunda dos caules e

raízes com destino às folhas é mais eficiente para a manutenção do balanço hídrico

Tolerância à Dessecação

Tolerância à Dessecação

Capacidade que o protoplasto de uma

determinada espécie tem de tolerar perdas severas de água

Medidas de tolerância: Valores mais baixos

para o estado de hidratação de uma planta em

que os primeiros efeitos irreversíveis apareçam

Dados mais apropriados para medida dessa

tolerância são osmolalidade e potencial hídrico

Espécies Sensíveis à Dessecação

Protoplasma da maioria dos vegetais é altamente sensível à perda de água.

Nível de resistência pode

ser aumentado por meio

de uma rustificação às condições secas.

à perda de água. • Nível de resistência pode ser aumentado por meio de uma rustificação

Espécies Sensíveis à Dessecação

Talófitas

Algas planctônicas e

macroalgas marinhas mais sensíveis

Algas da zona entre marés

mais tolerantes

Talófitas  Algas planctônicas e macroalgas marinhas mais sensíveis  Algas da zona entre marés mais
Talófitas  Algas planctônicas e macroalgas marinhas mais sensíveis  Algas da zona entre marés mais
Talófitas  Algas planctônicas e macroalgas marinhas mais sensíveis  Algas da zona entre marés mais

Plantas Tolerantes à Dessecação

Entre as talófitas muitas espécies são capazes de

tolerar uma dessecação completa.

Espécies do gênero Selaginella e algumas pteridófitas também são tolerantes.

• Espécies do gênero Selaginella e algumas pteridófitas também são tolerantes. Selaginella lepidophylla
• Espécies do gênero Selaginella e algumas pteridófitas também são tolerantes. Selaginella lepidophylla

Selaginella lepidophylla

Plantas Tolerantes à Dessecação

Também encontradas entre as cormófitas:

Ramondia serbica

Algumas espécies do gênero

Haberlea

Muitas espécies chamadas de “plantas ressurgentes(Myrothamnaceae, Scrophulariaceae, Lamiaceae,

Poaceae e Liliaceae)

Scrophulariaceae, Lamiaceae, P o a c e a e e L i l i a c

Myrothamnus flabellifolius

Plantas Tolerantes à Dessecação

Todas as plantas capazes de tolerar a dessecação

sobrevivem por meio de uma transição para o

estado anabiótico.

Outro fator, é a capacidade do protoplasma de algumas espécies de se hidratarem de uma maneira coordenada.

A planta sob Estresse

A planta sob Estresse