Brain Girls - Jessy Bones

Brain Girls Jessy Bones
The Dangerous Girls In The World

Gabriella Izzo Felicio
The Dangerous Girls in the world.

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Capitulo 1 - Apresentações
Jessy observava seu reflexo pálido em cada janela. Percebia as outras garotas, porém estava sozinha como sempre. Nunca fora uma pessoa muito social. Via sua testa enrugada e seus cabelos loiros refletindo um brilho prateado. Seus olhos grandes e com cílios cumpridos agitavam-se curiosamente. Hayle, sua melhor amiga deveria estar em algum lugar dessas janelas, porém havia pedido para que Jessy fosse discreta, ela estava sendo o máximo possível. Via sua magra estrutura, porém não via sua amiga em lugar nenhum. Jogou seus cabelos médios longe de seus olhos e viu Hayle quase completamente escondida numa árvore. Viu a saída próxima que ela deve ter utilizado e saiu para encontra-la. -Hey! - gritou. Hayle lhe fez sinal para que calasse a boca e a chamou com um gesto impaciente. Correu para seu lado e agarrou o binóculo que ela lhe estendia. Olhou preocupada para o colégio um momento. Ele erguia-se numa magnificência branca e gigantesca, as janelas refletindo-nos com toda a clareza, e ficou com medo que algum dos supervisores as pegasse com aqueles binóculos. Porém quando Hayle lhe cutucou e a xingou por não estar olhando apenas esqueceu e passou a olhar na mesma direção que ela. - A qualquer momento agora vai chegar um caminhão deles. sussurrou excitada. - De quem? - disse do mesmo modo sussurrado que ela. - Shh! Você vai ver em poucos segundos...
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Depois de um tempo um ônibus chegou e parou em frente a nossa escola. Franzi o cenho tentando descobrir o que estava acontecendo. Até eu ver o primeiro par de calças sair do ônibus. Garotos. Um ônibus deles. Rolei os olhos e larguei o binóculo. Hayle fazia sons animados a cada novo par de calças que saia do ônibus. Decidi ignora-la e voltei para a escola. Em segundos fui levada por uma multidão de garotas e alguns garotos loucos para ver os novos alunos. Eles se esconderam de modo infantil esperando-os entrar. Um por um os alunos foram entrando... eu eu fui empurrada contra a parede por ninguém mais ninguém menos que Karine Slyzer. Ela me odiava desde o momento em que eu entrei na escola há três anos e destronei sua mente como a mais inteligente. - Olá Bones. - Slyzer. - sorri sem dentes. - Seus cabelos voltaram ao normal, bom para você. - sorri mais largamente. Ela era uns bons 20cm maior que os meus 1,50m, porém ela sabia que isso era apenas uma casca. Meu rosto poderia ser o de uma boneca de porcelana com curvas tão redondas e inocentes quanto, porém eu não era uma pessoa que se deixava esmagar por outras. Ela me olhava furiosa e me prendeu a um cano com uma algema que devia ter encontrado em algum lugar. - Se você não conseguir sair daí em dois minutos, você irá passar uma grande vergonha em frente aos alunos novos. - ela sorriu como o gato de Alice e foi se esconder junto com os outros. Ergui as sobrancelhas pelo desafio. Medi que estava largo em meu pulso fino. Rolei os olhos. A garota nunca mereceu o título de mais inteligente. Em segundos eu descobri a solução dolorosa, porém eficaz. Desloquei o pulso rapidamente e soltei-me das algemas.
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Estava colocando-o de volta quando os alunos começaram a entrar. Movi-me para longe da armadilha de tinta que ela tinha feito. Uma coisa ridícula realmente. Segundos antes de eu ouvir o barulho, que provavelmente ela supôs que seria encoberto pelos ruídos dos alunos, eu saltei para fora da armadilha da Marlin Mooron que levantaria a minha saia. Porém eu não tinha previsto a ultima armadilha onde ela tinha feito uma pequena bombinha de pressão que iria explodir e chamuscar grande parte da minha blusa e a parte posterior da saia. Enquanto os garotos passavam eu ria. - Esperta! - gritei por entre o barulho que se seguia agora. Não poderia me mover até que todos eles tivessem ido. Os garotos olhavam-nos com interesse. Quando eu coloquei a mão no traseiro para checar o estado percebi que tinha queimado um buraco na saia e um pouco da calcinha e mais da metade das costas. Assim que achei que todos os garotos tinham ido eu me descolei da parede e segui para o outro lado justo no momento que um ultimo garoto surgiu e viu minha roupa chamuscada. Senti minhas bochechas corarem enquanto ele passava por mim rindo. Eu ri junto um tempo depois, e ele voltou os olhos para mim. Eram violetas e estava em conjunto com um nariz reto e másculo, um queixo quadrado e forte que possuía uma covinha e lábios cheios porém masculinos abertos num sorriso largo que mostrava seus dentes brancos e retos. Senti-me pestanejar e meu coração trombar ao perceber quão lindo era aquele garoto. Ele deveria ter mais ou menos 1,80 se estendendo muito além de mim. Ergui as sobrancelhas enquanto ele fez o seguinte comentário:
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- Bela bunda Jessy. - e seguia reto.

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Capitulo 2 - Passado.
Arthur Donovan. - Vocês tinham que ter visto a cara da garota. - dizia Leonard rindo - parecia que nunca tinha visto tamanho charme antes. flexionou seus músculos como para se mostrar. - Vocês perderam a melhor parte. - disse Artie entrando no quarto e se jogando sobre a cama. - Oh sim? Melhor que o decote da garota morena no jantar. - Sim. Lembram-se da garota baixinha e loira com cara de boneca rindo como uma louca assim que nós entramos? - Sim, muito baixa para mim. - disse Andy. - Acontece que estava acontecendo uma brincadeira entre as garotas enquanto nós estávamos entrando. Uma tal de Karine Slyzer me disse para esperar um pouco antes de entrar e assim o fiz. Assim que vi uma sombra no corredor, como ela tinha me instruído, entrei e vi a garota com a parte traseira das roupas completamente queimadas. Os garotos fizeram ruídos de zombação e de inveja. - E como era a bunda dela cara? Só fiz a cara e o tamanho. - Redondinha! - disse Jared rindo sem fôlego. Todos os caras começaram a rir. - Essa nem é a melhor parte. Há uns três anos atrás nós estudávamos no mesmo colégio, eu era inteligente, claro, e

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também do time de futebol. A garota não se contentava em me humilhar todos os dias. - Não parece muito esse tipo de garota. - repetiu Jared, provavelmente sonhando com bundas. - Terrível cara. - murmurei e sorri. Claro que eu tinha uma grande parcela de culpa nisso. *** Jessy. Terminando de misturar o que era necessário eu tinha três bombas para o que eu iria chamar como vingança mais que merecida. Ri maldosamente. Hayle estava comigo e segurava os outros dois frascos com um sorriso maldoso. Nós fomos até o banheiro e o equipamos com câmeras para saber o momento exato em que Slyzer fosse tomar banho. Além das bombas que estavam sendo posicionadas haveria uma grande poça d’água que a impediria de fugir quando todos fossem checar o que havia acontecido. Felizmente o banheiro que ela sempre tomava banho era mais próximo da ala sul masculina, então eles chegariam muito antes que qualquer outros. Nós corremos para nos esconder. Slyzer chegou para seu banho sozinha como sempre e entrou no seu chuveiro habitual. Assim que tinha os cabelos e ao corpo ensaboados nós soltamos as bombas. Ela gritou e saiu correndo, porém os jatos de água tinham sido ativados e ela caiu no chão esperneando quando a ultima
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bomba tinha sido lançada, elas estavam fracas e só serviam para faze-la se assustar. Assim que ela conseguiu se levantar todos os garotos irromperam o banheiro para ver o que havia acontecido. Eles pararam em seco assim como ela. Eu comecei a rir, estragando o disfarce. Nós tínhamos colocado um receptor para que ela conseguisse ouvir. - Caboom. - disse alegremente no interfone. - Surpresa Slyzer! - Bones! - ela gritou raivosa, quase se esquecendo que tinha que se tampar. Correu buscar uma toalha enquanto eu ria. Hayle ria histéricamente. - Você viu o que acontece quando se mexe com as gêmeas, vadia. disse Hayle zombadora. Slyzer começou a chorar e saiu correndo do banheiro. Colocamos os punhos juntos em forma de vitória. Ela havia feito a mesma coisa com Hayle no primeiro ano, e eu achei que seria uma ótima maneira de vingança. Claro, havia apenas uns 100 meninos nessa época e agora havia uns 200. Mas ela merecia. Ouviu-se seu grito raivoso do corredor. - Vou te pegar Bones! Eu ri dela. Ela tentou arrombar a porta, mas isso não foi preciso, já que eu a abri. Assim que ela aproximava o punho da minha cara eu peguei um vidro de carrapatos guardados especialmente para esse momento. - Ops... - disse enquanto os derramava nela assim como ela havia feito no meu primeiro dia. Vi os meninos no corredor todos observando. - Feliz primeiro dia! - gritei - Espero que tenham apreciado o show.
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E fechei a porta quando Slyzer tinha se recuperado e perdido a toalha para afastar os carrapatos. - Ah, a doce vingança. Nunca pensei que ela chegaria se distrair tanto com uma coisa a ponto de cair nas suas próprias armadilhas. - disse Hayle. - Bem, eu imaginei que, como você tinha se distraído o suficiente ela também iria. - sorri e a cutuquei. - Como você é tonta. - ela rolou os olhos, mas tinha um sorriso nos lábios. - Agora vamos aproveitar as câmeras que eu coloquei no banheiro e no quarto dos meninos. - ela esfregou as mãos juntas e soltou uma gargalhada do mal. Slyzer estava gritando e chutando a porta, mas nós a ignoramos. Hayle colocou as câmeras para funcionar. - Você colocou audio? - lembrei-a. Ela se deu um tapa na testa. - Droga. - murmurou - Ok, na hora do jantar agente coloca. Eu ri e aproximei a câmera do dormitório 1, onde todos os garotos estavam reunidos. - Parecem estar se divertindo bastante. - observei. Os rapazes estavam rindo e zombando uns dos outros, havia um que não parava de mostrar seus músculos e outros que ficavam fazendo formas com as mãos e rindo. A imagem da câmera estava boa o suficiente para nós conseguirmos ler os lábios de alguns. Parecia que estavam fazendo comparações, e falando de como gostavam da escola nova. - Por que eles gostam daqui? - perguntei ausente. - Sério? - voltou-se para mim Hayle. Ergui as sobrancelhas para ela. - Eles chegaram ontem e já viram você e ela peladas.
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- Ah... eu não estava pelada. Eu estava só um pouco chamuscada. Ela rolou os olhos. - Não importa, o que importa é que agora eles estão presos num colégio com várias meninas que adoram fazer umas as outras passarem vergonha tendo que andar peladas pela escola. E sem professores para impedi-las. - Oh... e isso não ocorria nas outras escolas. Já vejo. Ela sorriu para a minha falta de preocupação por um garoto ter visto minha bunda. Afinal todos tinham visto Slyzer nua, isso é um castigo muito pior. Voltamos a observar os garotos. Havia entrado um no quarto, era o garoto alto que viu a minha bunda. Ele usava um óculos dessa vez e tinha ficado incrivelmente mais bonito. Jogou seus cabelos curtos para trás e sorriu para seus colegas. “Vocês são estúpidos?” - ele murmurou, e eles se voltaram para olha-lo. - “Vocês realmente acham que estão livres das brincadeiras dessas loucas? Se elas podem deixar uma colega nua na frente de 200 garotos, vocês realmente não acham que ela poderiam querer ver a reação de vocês?”. Eles se voltaram para ele murmurando muito rápido para que pudesse pegar alguma coisa. O garoto apontou para a câmera escondida e microscópica rolando os olhos. “Tirem isso daqui antes que um de vocês sejam pegos... e ele virou de costas para a câmera, de modo que não dava para vêlo. Segundos depois uma toalha foi colocada para a remoção da nossa imagem e logo a remoção da câmera. - Droga. - murmurou Hayle e eu ri. - Você ainda tem a do banheiro. - cutuquei-a.
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- Verdade! - seus olhos brilharam e ela mudou o programa para a seleção só para perceber que a do banheiro já tinha sido desativada. - Ah não. Dei tapinhas nas costas dela. - Pelo menos Slyzer já foi embora. - Ela vai querer se vingar de nós. - Ela está tão concentrada nos garotos que seus planos vão ter muitas falhas, pode acreditar. - sorri-lhe tentando lhe animar. Ela rolou os olhos e riu. - Vamos sair daqui, já está quase na hora da janta e eu estou morrendo de fome. Levantei-me do nosso quarto e saímos porta a fora. O corredor estava vazio. Começamos a andar, eu estava um pouco distraída e Hayle ainda estava pensando num jeito de impressionar e espionar os garotos. Mas dessa vez com audio. - Jessy, eu vou dar uma passadinha na sala de eletrônicos da Sra. Cock, precisamos de uma micromicrocâmera dessa vez. - ela bateu seu punho da sua outra mão e saiu com esse aviso. Dei de ombros e passei a observar o ambiente. Quando eu entrei há 3 anos atrás o colégio ainda tinha muito poucos meninos, e tudo era muito diferente. Todos os professores eram mulheres, havia uma área inteira fechada, pois não tinham muitas meninas inteligentes o suficiente para passar nos testes. As paredes ainda eram antigas e cor de vinho, mas já não tinha só imagens de mulheres no topo, sobre os homens. Agora havia uma porção de presidentes e cientistas que fizeram história se espalhando pela parede. Com a chegada dos garotos a escola era muito mais barulhenta, com garotas estúpidas e seus risinhos cada vez que um garoto punha os olhos em cima delas, esse tipo de coisa. O chão de
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carvalho escuro estava mais desgastado, já que agora o colégio dava bailes anuais cada vez com um tema diferente, e as garotas que não sabiam andar de salto o deixara todo riscado. Eu e Hayle nunca fomos a um desses bailes, mesmo que agora haja pelo menos uns duzentos meninos na escola e muitos já nos chamaram para ir. Eram três alas para garotos, a ala sul era a mais próxima do dormitório feminino onde dormem 60 garotos. A ala oeste tem 70 garotos e a ala norte onde dormem outros 70 garotos. Desviei de um grupo de garotas que conversavam animadamente no que imaginavam ser um sussurro. Isso me lembrava muito meu outro colégio, só que dessa vez aquelas garotas eram gênios não ignorantes líderes de torcida ou presidentes de classe. Imaginava o quanto isso iria prejudicar os estudos, pois havia realmente descarregado um caminhão deles esse ano, e a maioria era tão bonitinhos que eu via-as sem se concentrar nas aulas. Perdida em meus pensamentos esbarrei com alguém. - Oh, desculpe. - disse para o garoto. - cabeça nas nuvens. - Imaginei que estaria comemorando depois do que fez com Karine Slyzer. - a voz tinha um sorriso. Olhei para cima para encontrar com o sorriso do garoto do primeiro dia. Franzi o cenho. Conhecia aquele sorriso, aquele brilho nos olhos e aquele sotaque zombador de algum lugar. - Hm... quem falou que fui eu quem fiz? - Você não se lembra Jessy? - ele sorriu maldosamente. Observei-o mais uma vez... e empalideci murmurando xingamentos. - Arthur Donovan. - disse friamente. - Seu papai pagou para você conseguir entrar com a turma dos inteligentes? Achei que você preferisse líderes de torcida peitudas.
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Ele jogou a cabeça para trás e riu. - Jessy Bones. Só vejo que piorou nesses anos. - Eu tento. - respondi zombadora. - Na verdade, eu sou muito inteligente Jessy. Eu atingi a nota máxima no teste. Minha testa se enrugou duvidando. Só eu havia conseguido a nota máxima no teste desde 1890. Sim, era um colégio antigo. - Atá, o quarterback do time de futebol tirando a nota máxima? Lembro-me que tinha dificuldade de fazer 2 + 2. - Sim, mas eu tive uma ótima professora particular. - ele lhe sorriu. Tive que dar aulas de matemática para esse imbecil no meu ultimo ano na escola. Só tinha 14 anos e ele infernizou cada microsegundo da minha vida. - Sim, a mais inteligente. Se me da licença eu tenho mais o que fazer do que ficar aqui perdendo meu inteligente e bem poupado tempo conversando com um babaca. Ele riu de mim. - Percebo que a única coisa que mudou foi sua criatividade, seus insultos ainda são uma droga. Ergui uma sobrancelha e me movi para longe dele. - Bem, só não se esqueça misse inteligência, você bem que gostou daquele dia no lago com esse burro quarterback. Isso me fez empalidecer e com as mãos tremendo me virei para mostrar-lhe ambos dedos do meio e continuei indo de costas. Virei-me a tempo de quase trombar com um grupo de meninas e segui para a cafeteria. Babaca. Não tinha direito de falar do dia no Lago. Escutei sua risada se prolongar atrás de mim, e me perguntei quantos meninos já sabiam daquele infeliz evento. Que eu me lembre, ele era um garoto que adorava se gabar.
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Capitulo 3 - Espião
Segunda-feira. As coisas pareciam cada vez piores. As garotas que usualmente só falavam de química estavam discutindo qual garoto era mais “fofo”. Fofo, que palavra de quinta série. Minha atenção vagava de cinco em cinco minutos, e eu me via citando a tabela periódica... H - Li - Na - K - Rb - Cr - Fr... “Ah, aquele garoto de olhos verdes é tão “fofo”... Be - Mg - Cs - Sr - Ba - Ra... “Ah não, ele é muito baixinho! Prefiro aquele jogador de basquete, ele é muito mais “fofo”... B - Al - Ga - In - Ti... “E aquele sorriso! Muito “fofo”! Bocejei. C - Si - Ge - Sn - Pb... N - P - As - Sb - Bi... Bocejei novamente e percebi que Hayle estava na mesma situação que eu. Seus olhos abriam-se e fechavam num lento piscar, e ela igualmente bocejava. Suspirei e decidi que a pizza não estava muito boa, então me levantei para jogar fora. As outras garotas não notaram o súbito movimento. Passei perto da mesa em que Arthur Donovan estava sentado, que era ao lado do lixo. Olhei-o de relance e depois de jogar minha bandeja voltei para a mesa. Seu subconsciente havia a atormentado todo o fim de semana, pensando no por que de Donovan ter entrado justo na sua escola. Ela não era muito escolhida por jogadores de Futebol, pois eles ainda preferiam as burras líderes de torcida. Não podia parar de pensar que era somente para importuna-la. Se deu um tapa mental pelo estúpido pensamento e sacudiu a cabeça.

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Hayle a olhava quase babando na própria mão de tão entediada que estava. Porém seus olhos mostravam algum interesse momentos depois. Ela olhava além de mim. Segundos depois eu ouvi o barulho de cadeiras se arrastando e me virei para ver quem era. Era Donovan e o garoto que não parava de flexionar seus bíceps. As garotas pararam seus ruídos e eles se acomodaram na mesa. Donovan sorriu maliciosamente para mim e o garoto bíceps fez aquela estupidez para chamar a atenção de Hayle, que, por sua vez, ergueu as sobrancelhas de um modo sarcástico. - Então garotas. - disse Arthur como ele geralmente fazia ao cumprimentar as líderes de torcida da antiga escola. Foi minha vez de fazer uma cara sarcástica. As garotas os observavam como se fossem ratos de laboratório tendo o vírus da malária aplicado. - Ok, que divertido, ra-ra. Tchau. - disse rudemente. - Para Jessy, não seja estraga prazeres. - disse Linda, dando-me um tapinha no braço e sorrindo para Donovan. Eu a olhei como se ela não fosse nada mais que um rato. - Ok, agora essa é uma situação interessante. - disse Hayle, sua voz na defensiva e seus olhos ainda onde eu tinha recebido o pequeno tapinha. - Não acredito que você saiba as implicâncias que esse pequeno gesto dizem. - ela apontou para o meu braço. Linda se encolheu toda e eu agradeci minha melhor amiga ser uma valentona. - Ótimo. - murmurou Donovan - adoro confraternizações. Então garotas, sobre o que vocês conversavam tão animadamente? - ele deu um brilhante sorriso e eu tive vontade de soca-lo até a inconsciência - Nós... - começou Eveline.
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- Estávamos... hã... - continuou Linda. - Falando de futebol. - completou Lena com um sorriso forçado. Os meninos ergueram as sobrancelhas, provavelmente notando o tom falso na voz dela. Porém sorriram como se não tivessem. - Sim, sim, claro. Sobre qual jogo? - Hã... Rolei os olhos e Hayle sorriu para mim com cumplicidade. - Ok. - disse Hayle. Elas não estavam falando sobre futebol, e sim seus integrantes “fofos”. - ela colocou grandes áspas a palavra e fez com que soasse como se tivesse gosto ruim. As garotas murmuraram ficando vermelhas. - Pelo amor de deus. Me sinto até num convento nessa mesa. murmurou bíceps por baixo do fôlego. - Oh sim, o amigo. Qual é o seu nome de qualquer modo Sr. Meus Bíceps Não Param De Mexer Por Que Eu Acho Que Sou Gostoso? - disse em alto e bom som. - Hã... - ele gaguejou e ficou vermelho - Sou Leonard. - Bom. E você. - disse Hayle apontando para Donovan. - Arthur. Me surpreende Jessy não ter falado de mim para você, nós éramos muito int... Minha mão voou como um tapa no peito dele e ele exclamou em dor. Hayle arregalou os olhos a minha violência. Ela só ouvia as palavras venenosas, nunca viu-me mostrar nenhum sinal de violência, nem contra uma mosca. - Hm... - limpei a garganta - Arthur quis dizer que nós estudávamos juntos antes. Ele ainda murmurava em dor e esfregava o lugar onde eu havia batido. Mocinha. - murmurei por baixo da respiração.
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Você é má. - ele devolveu, porém ainda estava sorrindo de um jeito desconcertante. Absurdamente, ele havia ficado bonito nesses poucos anos que nós estivemos separados. Ele deveria ter crescido uns bons 20cm, suas espinhas ocasionais tinham sumido, seus dentes tinham sido concertados e seu cabelo cortado. Além do corpo... Ainda era magro mas com músculos evidentes de baixo da blusa apertada. Ele sorriu com a inspeção, pude notar quando eu voltei-me para olha-lo. Voltei minha atenção para as meninas. Estavam todas conversando animadas com Leonard, apenas Hayle havia percebido nossa conversa sussurrada e minha inspeção básica. Ela me olhava avaliativamente, e olhava a ele também. Seus olhos se fecharam em frestas, como sempre fazia quando algo a fascinava e ela queria resolver o mais rápido possível. Engoli em seco e torci para minhas bochechas coradas passarem despercebidas. Não passaram. Hayle sorriu para mim como se tivesse sacado tudo. O que não tinha, pois ela pensava sempre no presente. Eu teria que explicar para ela mais tarde. O sinal bateu e nós seguimos para as nossas aulas.

*** Nós estávamos no nosso quarto checando o equipamento. Slyzer tinha proferido uma ameaça hoje, e nós tínhamos que estar prontas para revidar a altura. Senti Hayle me observar e eu larguei o nitrato de cloro para olhala.
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Ela estava na cama sentada, me olhando pacientemente. Seus cabelos vermelhos estavam puxados para trás com uma faixa negra, seus olhos amarelos delineados com lápis negro e seus cílios puxados com máscara. Suas bochechas coradas com blush rosado e seus lábios tom de chiclete não refletiam a verdadeira ameaça por de baixo daquele rosto bonito e corpo alto elegante. Ela estava me esperando. Suspirei e sentei na cama a frente dela. - Então... - comecei e ela entrelaçou os dedos. Sinal que ela estava impaciente e não queria demonstrar. - Hm... Nós éramos tipo inimigos mortais... - Hmmm? - disse ela se esticando para frente. Seus olhos mostrando sua curiosidade. - Ok, eu vou falar logo. Ele era o estúpido aspirante a quarterback e eu era a nerd que estava pouco ligando para o que os outros pensam. Tipo o que eu sou agora. E eu tive que dar aulas para ele de matemática, simplesmente por que ele era estúpido de mais. rolei os olhos. - Aí teve um dia no lago. Eu tinha combinado de me encontrar com seu melhor amigo Henrique, por que eu tinha uma espécie de queda por ele. Estava escuro e Arthur apareceu no lugar, e nós nos beijamos... tipo, nos beijamos muito, aí Henrique chegou e eu descobri que eu estava na verdade beijando meu inimigo mortal. Foi meu ultimo ano na escola. Seus olhos brilhavam com excitação. - Então você acha que ele pode ter vindo aqui por causa de você? - Claro que não, que estupidez. - rolei os olhos. Ela me olhou seriamente e começou a meditar. Voltei a brincar com os elementos químicos até formar uma bomba de explosão que causaria fogo, não só barulho. Claro que havia a solução que iria fazer com que o fogo fosse apagado na hora. Talvez eu queimasse seu armário, já que todos já haviam visto nua. Ou talvez
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aquele cabelo loiro amarelo horrível que ela tem. Um sorriso maldoso abriu no meu rosto. - Eu estava pensando... - murmurou Hayle me afastando de meus pensamentos. - Sim? - Você gostava dele. Empalideci. - Não era do amigo dele coisíssima nenhuma. Vi você o olhando hoje, como se reencontrasse algo que há muito havia perdido e que gostava do que estava vendo, como se estivesse polido ou algo. E o sorriso dele, ele simplesmente fica te olhando com aquele sorriso de alguém que sente falta de algo, e esse algo está bem ali na frente. Eu a olhava quieta e percebendo o quanto ela era observadora. - Então... estou certa ou não? Engoli e revisei minha mentira. - Hã... então por que eu combinaria de sair com o amigo dele? - Acho que como você dava aulas para ele seu subconsciente te disse que se você saísse com seu amigo ele ficaria com ciúme e faria algo a respeito disso. Eram melhores amigos, claro que Henrique contou para ele sobre isso e ele foi em seu lugar. - Hm... Sim, algo interessante de discutir, mas pouco provável, você só quer que eu goste dele. - rolei os olhos. - Também, o cara tem 1,80 gostoso e com belíssimos olhos azuis apesar daqueles óculos. O que só o deixa mais sexy se quer saber. E vocês combinam. Ele alto, cabelos negros sedosos, boca sexy... você baixa cabelos loiros sedosos, boca sexy... Rolei os olhos e ri. - Sim, ele mudou muito.
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*** Arthur Donovan

Sorria ao ouvi-la falar dele. Achou interessante a conclusão da sua amiga ruiva. - Vendo o que Donovan? - disse Leonard, que era seu colega de quarto. Quando o chamou de Donovan ele lembrou que antes apenas ela o chamava assim. Perguntou-se quando se tornou tão interessado no que ela achava dele. - Estou dando o troco. As garotas que nos espionaram aquela vez. Matei a aula de estequiometria e coloquei a microcâmera que estava no nosso vestiário no delas. Com audio dessa vez. - Elas estão falando sobre mim. - ele sorriu e aumentou o audio. Leonard chegou mais perto. “Sei lá, antes ele só era mais um babaca que eu tinha que ensinar que 2+2 não é igual a 7. Mas agora ele parece diferente.” “Ouvi que ele passou com nota máxima. Acho que ele se inspirou na professora... talvez aquele dia do lago...” Jessy jogou o travesseiro onde estava deitada na cara de Hayle. Então ela havia contado para sua confidente. Era a cara dela realmente. - Que dia no lago? - perguntou Leonard. - Uma besteira aí. - rolei os olhos - acho que nós nos beijamos ou algo assim. - Pareceu bem marcante para a garota.
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“E você Hayle, bíceps parecia bem interessado em você. E você lhe deu O olhar de desprezo” Ela se avermelhou e devolveu o travesseiro para Jessy. - Eu sou bíceps? - Leo perguntou devagar. - Acho que sim. Você fica toda hora fazendo esse negócio com os bíceps, o que não é uma coisa muito bonita se você quer saber. Ele bufou. - Acho que ela se interessou... “Sim, ele parece ser legal, só aquela coisa estranha que ele faz com o bíceps. Fora isso, ele é alto, forte tem cabelos loiros e olhos castanhos...” “Sim, sim, seu sonho de consumo. - ela começou a jogar uma bolinha de tênis para cima e para baixo - há aquele tal de Jared também... - ela murmurou quietamente” Hayle riu e voltou-se para olha-la. “Pensei que você não queria se envolver com garotos até se formar.” “Sei lá, ele foi meio fofo comigo quando foi meu parceiro na aula de química aplicada. Ele tem aquele sorriso bonito...” “Sabe, você precisa se decidir. Você tá afim do Artie ou do Jared.” “Artie... eu nunca o chamei assim, eu sempre o chamei de Donovan. - bateu os dedos no lábio. - Nunca disse que estava a fim dele.” Hayle rolou os olhos e se levantou se espreguiçando. “Ok, já cansei de falar de homens. Tava pensando de nós sairmos, nós duas...” “Hm... pode ser. Onde?” “Subway?” “Ok.”
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Ela se levantou e se esticou. Ela se dirigiu para o armário. E a câmera pegava o quarto inteiro... Ela passou a se despir. - Ok, isso é o suficiente para você Leo. - coloque para gravar e fechei o computador. - Oh, que isso cara? Vai me deixar na mão agora? Olhei-o.

***

Horas mais tarde estava olhando as filmagens. Um pouco antes que Jessy descobrisse seus belos seios, Hayle descobriu a câmera e as duas saíram do quarto furiosas para ver quem estava as filmando. Claro, isso foi a duas horas atrás. Ela já veio falar comigo. Na verdade foi o primeiro lugar que Jessy veio procurar. Ela veio sozinha, Hayle foi procurar Slyzer. Ela entrou no quarto como um furacão. Leo havia acabado de sair tomar sua ducha e ela entrou como um furacão. Seus cabelos loiros despenteados e seu rosto vermelho de fúria. Seus olhos tinham lágrimas de raiva, e seus pequenos punhos estavam cerrados. - Você seu estúpido! - ela gritou e começou a bater em mim. Agarrei seus pequenos punhos e ela esperneou um momento. - Eu quase fiquei nua em frente a câmera seu IMBECIL! - ela tentou em vão bater nele novamente. - Ok, se acalme. Do que está falando? - Não banque o estúpido comigo. - ela estava se acalmando - eu sei que foi você. Você foi o primeiro a notar a câmera no quarto dos garotos, você sabia que havia sido eu e Hayle que as instalamos e
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você sempre foi um cara de vingança. Então simplesmente não banque o estúpido comigo. - seus braços estavam moles no seu aperto. Larguei-a e segurei seu queixo. Ela tentou escapar do meu agarre, mas não deixei. - Escuta Jessy. Slyzer me deu a idéia, e eu achei ótima, pois eu adoraria ver você mais de uma vez por dia. Nunca passou pela minha cabeça que isso poderia magoa-la, ou que você pudesse decidir se trocar em frente a câmera. Estava encantado com poder te ver mais para pensar nas consequências. Havia me aproximado mais dela com leveza, para que ela não fugisse. Ela piscou as lágrimas fora dos olhos e levantou os olhos para os seus. - Você é tão idiota. - murmurou e eu sorri. - aquela história de Lago foi a coisa mais estúpida que nós já inventamos na vida. Aproximei-a e a beijei de leve. - Você ainda é estúpido. - ela disse antes de eu a beijar novamente e roubar seus próximos insultos. Após uns segundos ela me empurrou longe dela. - Atá. - ela rolou os olhos - considere isso a ultima interação física comigo Donovan. Sério que você acreditou que teria uma outra chance comigo depois da ultima que eu te dei? E assim ela saiu do quarto do mesmo modo que tinha entrado. Continuava a me castigar com a besteira que eu havia feito no passado. Ela não merecia ter sido tratada daquele jeito estúpido com o que eu havia tratado-a. Pousei os dedos levemente sobre os lábios. Acho que em uma ação inconsciente ela havia raspado as unhas no meu pescoço do mesmo modo que ela fazia antes. Era o modo que ela dizia que
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gostava de mim. Isso e o rubor que seu rosto tinha me deixaram encorajado para continuar tentando tê-la. Mesmo que isso significasse ter concorrência, ela seria dele no fim. Sempre seria.

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Capitulo 4
Jessy. Tomou uma profunda respiração. Haviam passado três meses desde que tinha se permitido lembrar do pequeno incidente no quarto de Donovan. Seu rosto era tão suave como nunca, seus lábios macios nos meus como antes, ele tinha aquele jeito estranho no começo do beijo, onde ele parecia estar sorrindo de uma felicidade tão grande e tentando botar suas mãos em mim ao mesmo tempo. Ele continuou com aquela mania que tanto me irritava antes, de passar os dedos pela pequena faixa de pele que as blusas deixavam na minha cintura quando me esticava para beijalo. Hayle continuava acreditando na história do Lago e está ótimo para mim assim. Sério. Ele era estúpido, e as aulas aconteceram, eu juro. Mas ele sempre foi tão suave, tão meigo a tudo que dizia respeito a mim que nós sempre íamos para a minha casa ou para casa dele, assistir filme ou até mesmo ler alguma coisa, só para continuar perto um do outro. Nós dois concordamos que seria uma vergonha ter os outros sabendo que nós saíamos juntos. Uma noite na casa dele nós estávamos nos beijando, já havia um tempo que nós havíamos começado com as “atividades extracurriculares”, e Henrique, seu melhor amigo escalou até a janela da sala e nos viu nos beijar. Assim que nós fizemos um pacto em que tal história iria ser espalhada para que não afetasse absolutamente nenhuma das
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nossas reputações. Nós concordamos em parar de nos ver, por que não era correto. Então houve o convite para me juntar a Mishgan Academy For Girls e eu aproveitei, assim também o esqueci mais rápido. Mas agora ele estava aqui e matou inclusive o pequeno interesse que Jared havia despertado em mim. Ele se sentava conosco todo almoço agora, e eu havia aprendido a ignora-lo. Claro que eu era a única na mesa que me recusava a falar com ele. Hayle achava que era pela câmera, mas muitas coisas haviam acontecido esses meses. Slyzer havia conseguido me deixar semi-nua na frente de todos os garotos, mas não me importei pois usava o meu conjunto azul de renda, que me deixava apenas deliciosa posta nele. Claro, houve a vingança e nós colocamos fogo no armário dela inteiro, e na sua coleção de sapatos e no seu cabelo. Queimamos todas as suas roupas de baixo e também conseguimos fazer Dylan, o carinha que ela estava investindo, desistir dela rapidinho. Tudo o que ela fazia nós devolvíamos em dobro. Nós passamos a vigiar seu rabo e descobrimos que ela tinha pessoas secundárias para nos espionar, já que ela não sabia lidar muito bem com a tecnologia. Linda na nossa mesa era sua escrava, então ela descobriu que talvez Arthur Donovan poderia me afetar. Foi quando ela começou a dar em cima dele. E eu de perder minha paciência, mas eu o havia esquecido uma vez, e iria de novo. O baile da Primavera era amanhã e eu iria acompanhar Jared McKline. Minha primeira vez no baile, assim como seria a primeira vez de Hayle, que iria acompanhar ao Leonard. E Karine estava tentando ir com Donovan.
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Cheguei no quarto. Havia acabado de sair da sala de biologia aplicada. Estava aplicando o vírus da vaca louca num rato de laboratório e só havia saído depois do jantar. Entrei e encontrei o quarto vazio com um bilhete indicando que Hayle tinha saído com Leonard. Sentei-me pesadamente e segundos depois uma mão com um pano se prendeu na minha boca e no meu nariz. Clorofórmio. Eu inspirei antes de me impedir. Me deixou tonta mas eu prendi a respiração e fingi desmaiar. Fui jogada no ombro de alguém e fui arrastada silênciosamente pelo corredor. Estava zonza, porém consciente do caminho. Assim que saímos ele foi para a floresta e me arrastou até um buraco no chão, mais ou menos uns 500 metros da escola e nós entramos num calabouço. Assim um saco foi posto na minha cabeça e eu permiti a inconsciência chegar.

*** Acordei com o barulho de correntes e o saco sendo tirado da minha cabeça. Me lembrava de tudo, sem nenhum momento de confusão ou nada. - Ótimo. - murmurei com um gosto azedo na boca. - Estão finalmente acordados. - vi que a voz era masculina e falava no plural. Olhei para o lado para encontrar Donovan numa situação parecida com a minha. Olhei para o nosso raptor. - Hã... quem é você? - eu perguntei com a língua mole.
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- Assim você me machuca Jessy. Não se lembra de mim? Sou Alison. - Ah... - Seu estúpido cachorrinho. - disse Arthur com uma voz grossa. - Hã? - Ele te seguia na escola e te seguia até sua casa todos os dias. Nunca chegou a falar com você. Eu o afastei quando nós... - Ok. - interrompi-o. - Por que nos sequestrar Alison? - Você nunca me notou. Então você vai ter uma convivência forçada comigo agora! Vou detonar seu namoradinho aí... - Uou uou uou, espera, nós não somos namorados. Nunca fomos. - Casos... - murmurou sarcásticamente Artie. Não parecia estar num humor muito bom. - Você. - disse o garoto com raiva. Ele era magrelo e devia ser uns 10 cm mais baixo que Donovan. - Você a afastou de mim. - Cara, ela nunca nem te viu na vida por que você vivia nas costas dela... - Mentira! Ela me idolatrava antes de você aparecer! Ergui uma sobrancelha, porém notei o tom louco de sua voz. O garoto era realmente um psicopata e eu era inteligente, então iria lidar com a situação. - Alison. - disse interrompendo a estupidez qualquer que Donovan iria dizer. - Alison, agora eu lembro de você. - forcei-me a soltar um suspiro falso, mas que soava bastante verdadeiro. - Só fiquei com Donovan por que pensei que não gostasse de mim. Seus olhos se desviaram de mim e brilharam. - Meu querido... - improvisava as palavras rapidamente - não precisava me sequestrar. Mas eu adoraria um copo d’agua se fosse possível. - Claro! Claro minha princesa, em um segundo.
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Ele saiu e me assegurei que estava longe o suficiente para eu conseguir tirar o grampo do meu cabelo. As algemas estavam apertadas de mais para eu conseguir deslocar o punho então tive que ir na raça. Havia conseguido soltar as algemas, porém ele voltou na hora, então eu as segurei juntas. - Obrigada. - sorri-lhe. Arthur observava tudo. - Acho que terá que me dar, já que... - fiz um sinal para as algemas. Seus olhos brilharam. Ele se aproximou para me dar a água... o suficiente para que eu soltasse as algemas e o agarrasse para dar uma joelhada entre suas pernas e o derrubasse chutando-o na cara em seguida e ele caiu inconsciente. - Esperta. - disse Donovan. - Eu mereci a pontuação máxima. - voltei-me para tirar as algemas dele com o grampo e nós saímos correndo do esconderijo, mas antes eu fiz Alison inalar bastante clorofórmio e chegamos a civilização, graças a mim que não tinha inalado o bastante de clorofórmio para desmaiar. E nós o colocamos no primeiro ônibus que passou, que o levaria para bem longe. - Ufa. - disse soltando um suspiro. - Sim, cara louco. - concordou Donovan. Rolei os olhos e murmurei estúpido antes de me virar e voltar para a escola. Ele agarrou meu pulso. Nós estávamos a margem da escola, perto das árvores novamente. - Pare de me chamar de estúpido. - ele murmurou raivoso. - Se sou estúpido como poderia saber que... - ele juntou nossos corpos violentamente - que ama quando faço isso - ele deslizou a mão para a minha nuca, formando arrepios. - ou quando eu faço isso... - sua mão encontrou a base das minhas costas por baixo da blusa nos juntando mais. - e quando faço isso... - ele enterrou o
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rosto no meu pescoço e provocou-o com a língua e os dentes. Tentei afasta-lo fracamente. Um grito nos fez voar longe um do outro. - Hey Donovan! - gritou Leo correndo para nós. Arthur o olhou com ódio. - Não dormiu hoje no quarto em... - ele zombou e lhe deu um tapinha nos ombros. Voltei-me para ele e o empurrei. - Me escuta bíceps, uma pessoa ouve um sussurrar que eu estava aqui fora com Donovan e você... é uma pessoa muito muito desafortunada. Nem Hayle vai me impedir de fazer sua vida um inferno. - empurrei-o outra vez e voltei para a escola. *** Donovan.

- Sua namoradinha é brava. - murmruou zombador Leo. - Acredite, eu acabarei com a sua vida se algo sair da sua boca. Eu estou tentando reconquista-la cara, não estrague isso para mim. Sai correndo para escola e fui interrompido por Slyzer. - Artie. - ela sorriu feliz. - Não vou ao baile com você Karine, eu vou sozinho. - deixou claro num tom seco e rude e seguiu Jessy. Assim que ela chegou na porta do seu quarto a empurrou para dentro e os trancou. O quarto estava vazio. - O que você está fazendo? - ela exclamou furiosa. - Agindo desesperadamente. - agarrei-a e a beijei.
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Ela resistiu um momento e eu a soltei apenas para olha-la nos olhos. - Sabe por que eu sou estúpido? Por que você me faz assim. Você é linda, corajosa e inteligente. E eu? Sou só mais um bobo apaixonado. Sou estúpido, por que se não fosse pela minha estupidez eu não teria coragem de vir para cá, para te encontrar, para te dizer que nós não deveríamos ter nos escondido da primeira vez. Que eu quero namorar com você. Eu quero que você seja minha, e eu matarei a quem puser os olhos em você. - Ok Donovan. - ela disse ironicamente, porém seu tom era rouco. - Diga para mim que você não me ama Jessy e eu deixo Jared tê-la. Ela ficou quieta. - Você foi tão estúpido. - ela começou a chorar e eu a abracei. - Eu sei, acredite, eu estou muito arrependido. - A primeira vez que você me beijou foi por uma aposta. murmurou azeda. - e depois que nós fomos a diante você me deixa com um coração partido. Eu tinha 14 anos, eu nem sabia o que isso significava direito. - Shh, não se preocupe, eu já me sinto mais culpado por você e por mim. Eu só... te amo tanto Jessy. Ela se esticou para beijar-me. Minhas mãos se deslizaram pela sua coluna, ainda acalmando-a. Nosso beijo tinha o gosto do quanto sofreu, e suas unhas raspando no meu pescoço levemente, dizia que estava perdoado. Abracei-a mais perto e aprofundei o beijo. Deixei meus dedos deslizarem por sua pele e segurei seu rosto com carinho. Ela se afastou um momento e deu um passo longe de mim. - Não posso fazer isso. - ela murmurava repetidamente, seus dedos passavam pelos seus cabelos despenteando-os. - Acalme-se...
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- Cala boca! - ela gritou e afastou das minhas mãos. - Eu quero você longe de mim, entendeu? Não haverá uma segunda chance. Nunca deveria ter havido a primeira. Ela retirou outro grampo dos cabelos e abriu a porta, uma vez que eu tinha a chave. - Saia e devolva minha chave. - ela estendeu a mão e eu, invés de deixar a chave, eu a agarrei e pousei sobre meu coração. - Não posso me culpar. - murmurei - Não vou desistir Jessy, sabe por que? - Por que? - ela estava brava. - Você sentiu? Viu como meu coração bate mais rápido quando você está perto de mim. Quando seus lindos lábios estão apertados assim, quando você está brava... quando eles estão esticados num grande sorriso... ou até mesmo quando você fala... seus lábios roçando uns nos outros, já faz meu coração tombar. - murmurei para ela e lhe entreguei a chave antes de sair do quarto.

***

Jessy.

O baile. Estava usando um vestido pouco acima do joelho de seda cinza, verde-musgo, azul-noite e rosa claro com uma estampa meio maluca. O vestido modelava meu corpo da metade do tronco para cima, ficando colado, e caía numa cauda até um palmo acima do joelho.
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Usava saltos negros altos e só a franja presa. Usava dois brincos de brilhante nas orelhas e um anel branco na mão esquerda. Havia feito uma maquiagem leve e que me deixasse parecendo uma boneca. Hayle usava um vestido vermelho pouco mais curto que o meu e usava saltos azul-marinho quase pretos e usava uma gargantilha negra. Seus cabelos soltos e rebeldes e uma maquiagem feita para que apreciassem seu belo rosto, sem deixa-la com cara de inocente como a minha se supõe que fizesse. - A única coisa que falta agora é uma coroa. - Hayle zombou de nossos reflexos. - Realmente. - eu ri. Ouvi uma batida na porta. - Você atende. - disse Hayle enquanto terminava de passar pó no rosto. Rolei os olhos e abri. Era Jared e Leonard. Fiz uma careta para Leo, mas sorri brilhantemente para Jared. - Uau... - murmurou baixinho. Eu ri um pouco e agarrei seu braço. - Tampouco posso segurar meu fôlego. - sussurrei-lhe e nós começamos a caminhar para o salão. - Aposto que todos os garotos vão estar assim quando entrarmos. - E as garotas também. - Você está flertando comigo Jessy? - E se eu estiver? - zombei cutucando-o e ele riu. Leo e Hayle nos alcançaram. - Nem acredito que nós estamos indo a esse estúpido baile. - ela disse descrente. Eu ri dela.
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- Ei, pelo menos nós conseguimos nos equilibrar em cima desses saltos. - disse apontando umas garotas a frente que não conseguiam andar. Entramos no salão momentos antes da diretora começar a falar. - Shh, alunos. - ela disse calmamente, seu marido estava logo atrás dela, que era o nosso professor de história - Hoje se celebra o baile da primavera, e como foram informados o tema é “uma escola normal”. Vamos fingir que, por um momento, nós somos pessoas com um intelecto normal e aproveitar essa noite sem pensar nas consequências. Ela se afastou do microfone e o Dj colocou uma música que fazia as paredes tremerem. - Isso realmente machuca. - disse colocando as mãos nos ouvidos. - Provavelmente Becky montou esses. Deve ter colocado o dobro de amplificação para ter o efeito de show de rock. Ele parecia estar rindo, mas eu não podia dizer pelo barulho. - Vamos sair daqui! - eu gritei para ele e o levei para um lugar mais distante dos amplificadores. Sorte da Diretora Parklin que nosso coloégio é mais afastado das outras casas, se não essa festa iria acabar muito cedo. Jared não conseguia parar de rir, ele parecia estar eufórico, o que era completamente o contrário de mim. - Quer dançar? - ele esticou a mão formalmente para mim. - Pode ser. - dei de ombros e nós fomos para o meio da pista e começamos a nos mexer no rítimo da música, todos estavam rebolando no meio do salão. Todos se esfregavam e riam como se estivessem tendo melhor dia de suas vidas. E eu estava só tentando seguir o rítimo, de um modo que não parecesse o quão desanimada eu estava.
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Ninguém tinha percebido, apenas Hayle, que tempos depois me tirou da pista para tomar o famosos ponche batizado. - Colocaram vodka aqui? - eu gritei sobre o barulho. - Provavelmente. Talvez tenha sido Parklin, ela só quer que nós vivamos agora. - Hayle rolou os olhos e virou seu copo de ponche. - Então, me conta, o que te deixa tão desanimada assim hoje? - Não sei. Acho que não acordei muito disposta. - sorri para ela. - Aham... será que não tem nada a ver com Arthur saindo do nosso quarto de cabeça baixa ontem? Engasguei com o ponche e meus olhos encheram de lágrimas. Ela me deu alguns tapinhas nas costas. - Acho que isso responde minha pergunta. Eu parei para respirar e ela me levou até uma das mesas vazias para nós sentarmos. A música alta começava a me dar uma dor de cabeça danada e eu me sentei pesadamente. - Ok, então... o que aconteceu ontem? - Hm... - limpei a garganta. Ela percebeu minha relutância em falar. - Se você não me contar eu vou enfiar um garfo na sua mão. - ela ameaçou. Não sabia o quanto daquilo era verdade, então eu decidi fazer o máximo para esconder minha fraqueza... mentir. - Hm, ele foi pedir desculpas pelo vídeo, e eu mandei-o se catar. Ela ergueu as sobrancelhas. - Você não acha que está sendo um pouquinho exagerada? O colégio inteiro te viu de lingerie, e nós fizemos a mesma coisa com eles. - Não é isso. Ele é meu inimigo mortal, isso tem um quê a mais. Eu não me importo que o colégio inteiro tenha me visto semi-nua, mas que ele esteve próximo a me ver quase nua me incomodou.
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- Deixa de besteira garota. - Hayle rolou os olhos e agarrou minha mão entre as dela - A vida é muito curta para vivê-la com ressentimentos. Você deveria jogar tudo isso que te incomoda para o alto e viver mais. Jared é um cara legal, mas não é isso que você quer. Não se force a ser algo que você não é. - Para, assim você vai me fazer chorar. - eu ri com lágrimas se formando. - Você é a melhor amiga que eu jamais tive. - abracei-a num momento emocional. Ela deu uns tapinhas nas minhas costas. - Ok, agora sai pra lá garota, meu homem me espera e você tem que ir atrás do seu. - ela piscou para mim e deu mais um aperto na minha mão antes de ir embora. A cadeira desocupada uns instantes antes foi ocupada por Slyzer. Ergui as sobrancelhas para ela com as lágrimas secando imediatamente e um sorriso zombador tomando lugar nos meus lábios. - Ei, vejam só se não é a Slyzer, a garota herpes. Vejo que melhorou. - eu apontei para seus lábios, zombando. - Jessy, triste com algo? Talvez alguém? - ela sorriu maldosamente. - Desculpe, se supunha que eu estivesse? - meu sorriso foi doce e inocente. - Talvez com Arthur Donovan? - Oh sim, e o que tem Donovan? Seu sorriso se alargou quando ela notou a ponta bem fina de interesse que saiu dos meus lábios sem querer. - Ele não irá te esperar para sempre Jéssica. - ela apontou para algum lugar atrás de mim. Eu não me virei como uma louca enciumada, eu somente sorri para ela. - Me esperar para quê? Eu mal falo com o garoto.
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Ela rolou os olhos. - Minhas fontes disseram ter visto-o sair do seu quarto ontem. - Oh, sim? Seria Linda me espiando no corredor ontem? - Sim, a mesma que está beijando-o agora. Senti meu sorriso se petrificar. Meu coração vacilou. Era o mesmo que aconteceu no meu ultimo baile na escola. A nerd trocada pela rainha das piranhas. Não deixei meu lapso evidente no meu rosto. - Espero que ela aproveite então. - a minha voz poderia congelar Miami. - E que você Slyzer, tenha uma infeliz noite e talvez escorregue e quebre o pescoço no processo. - sorri doce e saí da mesa e do salão. Estava me dirigindo para o meu quarto, e para melhorar vi Jared beijando Elisa Vangeline. Bom, pelo menos ele estava se divertindo. Iria entrar no quarto, mas eu percebi o sutiã vermelho pendurado na maçaneta. Era meu código com Hayle de quando algo a mais poderia estar acontecendo. Suspirei. Nem para a minha cama eu poderia ir agora. Me dirigi para a saída da escola e me deitei na cama confortável e molhada que a grama oferecia e fechei os olhos. Segundos depois escutei meninas e meninos passando a risadinhas e alguns beijos. Ouvi o espaço ao meu lado ser preenchido. Senti o seu cheiro, então não precisei checar quem era. Segurei as lágrimas. Ele agarrou minha mão, e eu tentei tira-la de seu agarro, mas ele segurou firme. Ele ficou lá deitado ao meu lado sem falar uma palavra. Respirei fundo e abri os meus olhos, virando-me para olha-lo. - Então, aproveitando a noite? - minha voz foi um sussurro baixo e íntimo, que só nós dois pudéssemos ouvir. Ele riu ligeiramente. Percebi que estava meio bêbado.
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- Ouvi dizer algo sobre Linda Zigs? Ele riu novamente. - Está com ciúme? - ele soou surpreso e se apoiou no antebraço para poder olhar para o meu rosto. Me posicionei como ele e ergui minhas sobrancelhas. - Não, só estou puxando assunto. - Não há nada entre eu e Linda Zigs, meu amor. Nunca jamais olhei para aquela garota, você não tem absolutamente nada a se preocupar. - Quem disse que eu estava preocupada? - mas mesmo assim meu coração afrouxou um pouco e eu estava mais relaxada. - Sua testa enrugada e essa maravilhosa covinha ao lado da sua boca que só aparece quando você está muito chateada, muito preocupada ou muito brava. Tentei não sentir meu peito bater mais forte quando ele falava desse modo sussurrado, ou quando seus dedos desciam e subiam pelo meu braço. Seu sorriso estava torto, como quando ele estava admirando algo que ele achava simplesmente maravilhoso demais para ser verdade. Seus dedos passearam pelo meu rosto ausente. - Nesse momento você é a coisa mais bonita que eu já vi na vida. O brilho da lua batendo em você, deixa esses seus maravilhosos olhos brilhantes, faz sombra nos seus belos cílios, deixa sua boca mais rosada e seus cabelos mais brilhantes. Sua mão voltou-se para seus ombros. - Sua pele parece leite e petalas de rosa, cremoso e rosado, suas sardas parecem as estrelas, porém num céu rosado do amanhecer. - Não lembro de você ter tanta imaginação para tantas palavras bonitas. - Não é imaginação. É a verdade, meu amor.
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- Para de me chamar de meu amor. - murmurei mau-humorada. - Mas eu amo você, isso te faz o meu amor. - ele sorriu quando viu minhas bochechas corarem. - Por que você me suporta? Você é tão linda que você poderia ter qualquer cara nesse mundo, por que sou eu quem te irrita tento e que te da vontade de desperdiçar seu tempo comigo? - Por que eu sou estúpida, assim como você. - sorri para ele. Sua mão voltou a acariciar meu rosto e seu polegar acariciava meus lábios, ele se aproximou devagar. - Se eu te beijar agora eu vou apanhar? - ele murmurou roucamente. - Sim. Ele se afastou. - Então me dê a honra de beijar você. - disse trazendo seu rosto perto do meu e lhe beijando suavemente. Ele me deitou no chão e aprofundou o beijo, apesar de ainda o manter suave, ele estava se apoiando em cima de mim e me abraçava perto dele. Meus dedos brincavam com seus cabelos e nós interrompemos o beijo após um grande minuto. Estávamos ambos ofegantes e sorridentes. Sorria ligeiramente enquanto ele tinha um sorriso rasgando seu rosto. - Isso quer dizer que eu estou perdoado? - Não sei ainda, tenho que decidir. Ele riu. - Deixe-me ajudar com sua decisão. - beijou-me novamente, só que dessa vez não havia suavidade, apenas a fome que tínhamos um pelo outro. A besta estava a solta e seria muito difícil controla-la agora.

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- Acho que eu vou ter que dormir no seu quarto hoje. - eu disse de um modo inocente. - E eu digo dormir de dormir. - deixei bem claro. Ele riu novamente e se deitou trazendo-me para seu peito e acariciando meus cabelos. - Não se preocupe, do modo que demorou para eu conseguir conquistar você novamente eu não imaginei que você iria ficar fácil de repente. Mas por que meu amor? - Hayle e Leonard estão no meu quarto, se é que você me entende. - ele riu e eu senti seu peito retumbar. - Hayle tampouco é fácil ao meu ver. Leonard estava ficando desesperado para tê-la. Acho que ele nunca teve que lutar por algo. - Hm. - disse zombadora. - Você parece bem cansada meu amor. - Um pouco talvez. Ele se levantou e me levantou junto, pegando-me no colo. Soltei um gritinho. - O que você está fazendo Donovan! - Estou te levando dormir princesa. Eu ri. - Só tente não me derrubar no processo, Vodka. - zombei-o e ele começou a andar tropeçando de propósito. Nós começamos a insultar uns aos outros e a rir da situação. Vi a cara de Slyzer quando nós estávamos passando e mandei-lhe beijinhos, e Donovan parou de andar para dar-me um beijo de roubar o fôlego. Suas mãos pressionavam minhas costas, seu coração batia forte e ele me beijava como se eu fosse a única mulher do mundo para ele.
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Meu coração tropeçou e começou a bater mais rápido. Ele riu quando viu minha cara desconcertada e voltou a me carregar para seu quarto. Ele me levava como se eu não pesasse nada para ele. Assim que chegamos ele apontou sua cama. - Quer dormir comigo? Beijei-o antes de responder. - Se estiver tudo bem para você. - zombei e ele riu. - Você disse só dormir. - E o que nós estamos fazendo? - ele me colocou na cama e me beijou de leve nos lábios. - Dormindo juntos? - ele zombou. - Não nesse sentido, isso vai ter que esperar mais um pouquinho. disse com minha voz de malvada e ele grunhiu aninhando-se ao meu lado dando um ultimo longo beijo. - Te amo, sonhe com os anjos meu amor. - ele murmurou. Só me aninhei mais a ele, quase nos fundindo e me senti tão confortável que dormi na hora.

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Capitulo 5 - Nowdays
Jessy. Acordei encostada em Donovan. Tinha uma leve dor de cabeça, mas nada preocupante, além do fato que eu estava com Donovan, novamente. Espero que não seja um erro. Espreguicei-me e ele riu do som fino que saiu do meu bocejo e apertou-me contra ele. Seus lábios baixaram-se nos meus com um beijo leve de bom dia. Olhei para a cama de Leo rapidamente e a vi vazia. Beijei-o mais atrevidamente e ele riu. Suas mãos baixaram para a minha cintura e me trouxe para cima dele. Continuamos a nos beijar e ele ainda não tinha passado as mãos da minha cintura, provavelmente com medo de apanhar. Guiei as mãos dele até a minha bunda. - Sei que você está morrendo para toca-la desde o primeiro dia de aula. Ele riu. - Você quase consegue ler meus pensamentos. Ele forçou-me a relaxar da posição sentada e deitar em cima dele. Beijou-me mais apaixonadamente. A porta se abriu e Leo entrou e nos notou. Um som estranho saiu da sua boca e eu ri. Donovan também riu e eu encaixei meu rosto no seu pescoço para abafar minha risada. Não tinha idéia do que eu estava rindo, só sabia que estava feliz.
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- Não se preocupe Leonard. - eu disse depois que me acalmei. - Já estava de saída de qualquer jeito. Beijei Donovan de leve e saí de cima dele, apesar de ser seguida. - Onde você vai? - disse para ele. - Sério? Você realmente pensa que agora que eu tenho você eu vou deixa-la ir? - ele agarrou-me pela cintura e me apertou contra ele descendo os lábios nos meus. - Você não pode me seguir até o banheiro feminino. - eu disse. Sorri para ele zombadora e saí do quarto correndo e rindo. Ele me seguiu e me alcançou assim que eu estava entrando no banheiro feminino. Colocou-me contra a parede e baixou o olhar no meu. Fez três estralinhos rápidos com a língua como se estivesse me repreendendo. - Garota má. - ele disse e eu ri. - Oh sim? - ergui minhas sobrancelhas. - Sim, muito muito má. - ele baixou seus lábios nos meus de modo leve e quando eu fui beija-lo de volta ele se afastou. - Tem que ser castigada. - seus olhos brilharam divertidos com a frustração no meu rosto. Agarrei seu rosto entre minhas pequenas mãos e o trouxe mais perto de mim. Beijei-o longamente. - Bom. - ouviu-se uma voz atrás de mim - Chega de putaria. Ri, pois era Hayle. - Sim, sabe eu tive que arrumar outro lugar para dormir essa noite. - ergui minhas sobrancelhas e suas bochechas coraram. Ela riu. - Ok, ok... eu te perdoo por isso. - ela apontou nossos corpos colados na parede - pelo menos eu fiz entre quatro paredes. Donovan riu dela e me puxou junto dele.
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- Vocês dois parecem crianças que ganharam um pirulito. - ela rolou os olhos e me puxou para o banheiro. - Hora do chuveiro, trouxe roupas para você. - ela apontou a pequena pilha na sua mão e mandou Donovan ir tomar um banho também por que ele estava cheirando a excitação. Eu ri dela, porém fiz o que ela tinha pedido. *** As três semanas passadas foram boas e cor de rosa. As provas estavam chegando e eu iria gabaritar como sempre. Donovan e eu dessa vez não fizemos questão de nos esconder e todos sabiam que nós estávamos namorando. Claro isso me fez mais alguns inimigos, o que fez eu e Hayle dobrarmos nossa atenção para armadilhas. Essas garotas eram psicopatas realmente. Então quando fui chamada a diretoria essa manhã, eu sabia que algo iria fazer minhas inimizades dobrarem. - Jessy, que ótimo, você é um tanto rápida. - Parklin disse com um sorriso relaxado. - Jessy, como você é minha mais honorável aluna eu gostaria que você conhecesse Sebastian Jones. Olhei para o garoto ao lado da diretora. Ele tinha um jeito travesso na postura. Ele era alto, acho que um pouco mais alto que Donovan, seus cabelos eram loiros escuros e estavam bagunçados de um modo intencional, tinha uma mão no bolso da calça da escola e outra segurava um travesso pirulito enquanto ele sorria para mim. Seus olhos eram verdes e sua postura relaxada, seu blazer estava aberto e a camisa com alguns botões abertos. - Prazer, Jessy Bones. - estendi a mão para ele. - Sebastian Jones. - ele apertou a minha mão delicadamente.
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- Você se lembra de Sebastian, ele era senior no ano que você entrou. - Ah, sim, agora me lembro. O cara que fez a melhor pontuação antes de eu chegar. Você errou dois testes, certo? Ele sorriu, o sorriso era travesso como toda a figura. - Sim. - ele voltou a chupar o pirulito. - Sebastian adoraria conhece-la então eu decidi deixar você encarregada de apresentar a ele o nosso novo modo de ensino. Guia de uma semana, ele vai segui-la nas aulas e você poderá apresentar as pessoas, já que ele vai ser o novo conselheiro da escola. - Hm, ok. - dei de ombros - desde que ele não me siga até o banheiro está ótimo para mim. A diretora riu levemente e mandou Sebastian ir comigo. Levei-o para o corredor principal e passei a introduzir as pessoas a ele. Todas as garotas pareciam querer conhece-lo então eu falei para ele se introduzir. - Essas são Tina, Becky, Karine, Linda, Eliane, Helen, Helena, Joyce, Vicky, Karen, Ariana, Vitória... Meninas, esse é o Sebastian, novo conselheiro da escola. Elas murmuravam animadamente e o cumprimentavam. - Sebastian era aluno daqui e ele adoraria conhecer os novos alunos, então se vocês puderem fazer mais garotas darem uma passadinha no escritório dele para conhece-lo, eu aposto que ele adoraria. Todas murmuraram uma afirmativa e foram imediatamente fofocar com as outras. - Bela tática. - ele murmurou, ouvi um sorriso na sua voz. Dei de ombros.
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- A respeito de garotos elas são como um bando de formigas loucas por açúcar. - E você não? Eu sorri e toquei suavemente na porta do Sr. Jason Karovsky. - Desculpe interromper sua aula, posso falar com os alunos um momento? - Oh, sim... - ele disse ausente muito concentrado no sapo a sua frente. Nós entramos e a sala inteira murmurou. - Olá, esse é Sebastian. - apontei-o - e eu sou Jessy. Sebastian está aqui para se apresentar para vocês como o novo conselheiro da escola. - Oi. - ele acenou e sorriu, os murmúrios estavam subindo de volume rapidamente. - Então sintam-se a vontade de passar na sala dele a hora que quiserem garotos, estará com as portas abertas. - sorri para eles e arrastei Sebastian fora da sala. - Você é boa com isso. - ele riu. - Não se esqueça, a mais inteligente. - sorri. Passamos um minuto de silêncio e eu entrei na próxima sala apresentando-o e indo para a outra, e outra e outra... - Você não respondeu minha pergunta mais cedo. - ele disse quando nós tínhamos acabado o tour pelas salas. - Hm? Qual? - Se você era igual as outras garotas em relação aos meninos. - Nah. - rolei os olhos - elas são muito imaturas, se referem aos meninos como “fofos”, minha amiga Hayle tem vontade de se matar quando ouve essa palavra. - eu ri. - Falando nisso falta apresenta-la para você, ela estava na quarta sala, e logo vai bater o sinal para o almoço, ela vai adorar conhece-lo.
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- Por que você não é como as outras? - Por que nós ainda estamos nesse assunto? - eu parei e virei-me para olha-lo com as sobrancelhas erguidas. - Ainda falta a sala de educação física, se quiser me acompanhar. - Curiosidade. - ele disse quando nós voltamos a andar. - Oh, sim? - disse amargamente. - Poderia me responder? - ele parecia mortalmente curioso. - Por que eu sei o que eu quero da minha vida, e só há um garoto que me interesse o suficiente para eu ficar suspirando pelos cantos. - Hm, um namorado. - Tanto faz. - rolei os olhos e abri as portas do ginásio. Me dirigi ao professor e pedi para que chamasse a atenção dos seus alunos. Meu “namorado” em questão estava lá e eu rolei os olhos quando ele cruzou os braços no peito olhando Sebastian enciumado. - Olá garotos. Esse aqui é Sebastian o novo conselheiro da escola, então se tiverem qualquer pergunta, dúvidas, problemas ou o que for, sintam-se a vontade a entrar sem bater, pois as portas vão estar abertas. Adoraria que vocês falassem para as colegas que estão matando aula agora espiando vocês jogando pela janela, seria ótimo. - sorri para eles e agradeci o professor. O sinal bateu e Donovan veio para meu lado. - Eca, você tá suado. - eu disse quando ele me agarrou e me beijou - vai tomar um banho. Ele riu, consciente de Sebastian nos olhando. - Agora você também está suada... - ele deixou o resto da sentença aparecer no sorriso travesso nos seus lábios. - Eu tenho que leva-lo até a cafeteria, e eu adoraria que você tomasse um banho antes de ir comigo.
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- Hm... - ele avaliou Sebastian e deu-me um comprido beijo antes de se separar de mim. Rolei os olhos e me afastei, e levei um tapa na bunda. - Donovan. - olhei para ele, que sorria para mim. - se quiser perder essa mão você fará isso de novo em público. Ou melhor eu vou passar a monopolizar o meu quarto e Hayle e Leo vão ter que dormir no seu e eu não vou deixa-lo entrar. - eu ri maldosamente. - Se for ficar aí batendo pestanas eu vou te carregar para o chuveiro comigo Jessy. Ri e levei Sebastian para fora do ginásio. - Oh sim, o namorado. - ele sorriu. Eu rolei os olhos. - Você está toda corada. - ele riu de mim. Balancei a cabeça e o levei para a cafeteria, deixando-o zombar de mim. Abri as portas e encontrei Hayle sentada sozinha me esperando. Avistei Leo em outra mesa e franzi o cenho para ela. Ela rolou os olhos para mim. - Sebastian essa é Hayle, aquela amiga que eu te falei. - apontei-a quando nós chegamos na mesa. Ele sorriu para ela de um modo que seria considerado irresistível, menos para nós duas, que erguemos as sobrancelhas em uníssono. - Sim, sim, o novo conselheiro. Talvez você podia aconselhar ao meu namorado deixar de ser babaca e trazer o traseiro dele aqui. - ela falou alto o suficiente para que a cafeteria inteira ouvisse. Leonard olhou-a e ela apontou para Sebastian. Leo levantou de um salto da mesa e se aproximou de Hayle medindo Sebastian. - Meu deus, só falta eles mijarem para marcar território. - rolei os olhos e me arrastei para o lugar em frente de Hayle.
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Ela já havia pego almoço bastante para três, provavelmente pensando que eu chegaria atrasada. - Sente-se Sebastian e pegue um pouco de pizza. Ele se sentou ao meu lado. - Leonard, em? Chegou esse ano? - Sim. - os olhos de Leonard estavam fechados em frestas - Não sei bem como está funcionando o sistema agora, Jessy vai me re-acostumar a escola antes que eu possa dar conselhos mais concretos. Seria ótimo te acompanhar nas aulas da tarde. - ele disse para mim. - Por mim tudo bem. - dei de ombros e avistei Donovan chegar. Acenei para ele, que em um momento viu que Sebastian estava ao meu lado e pareceu enrijecer. Meu deus. Rolei os olhos e me levantei. - Só um instante, melhor eu ir lá antes que ele venha aqui rosnando e mijando na perna das pessoas. Sebastian riu levemente. Isso pareceu deixar Arthur mais perturbado e vi seus pulsos se fecharem. Suspirei e segui lentamente até ele e o agarrei pelo braço o tirando da cafeteria meio arrastado. Assim que nós chegamos ao corredor do meu dormitório eu o coloquei na parede e me estiquei para beija-lo. - Entenda. - eu murmurei - Eu sou sua. Isso não é uma coisa passageira, você é o meu primeiro amor, meu amor. - disse para ele. - Nunca vou esquecer você, nunca vou deixar de ama-lo e não vai ser um garoto qualquer metido a besta que vai me fazer esquece-lo. Eu te amo de mais para que isso aconteça. - Eu só não suporto como ele te come com os olhos. - Ele cantou Hayle também...
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- Não, ele não o fez. Ele apenas testou sua reação a isso, ele nunca sequer olhou para ela direito, pois seus peitos estavam perto de mais. Ergui as sobrancelhas. - Não faça essa estúpida cara. - Quem você está chamando de estúpida, seu estúpido - eu disse sorrindo para ele, e ele rolou os olhos. - Vamos almoçar no meu quarto. Abri a porta e ele me seguiu. Fechei-a depois dele. - É perigoso para você ter-me tão perto. Meus impulsos estão um pouco desenfreados pelo ciúme. - Hmm, não pude perceber... - disse como desafio. Ele me agarrou e me carregou até a cama fazendo-me rir e me debater. Ele pairou em cima de mim e me beijou ternamente, porém duramente, como estivesse marcando seu cheiro em mim. Homens são tão primitivos que me sinto na era das cavernas. O puxão da minha cintura contra a dele me devolveu ao presente com um ofego surpreso. Minhas queixas foram roubadas pela sua boca desesperada e eu senti que ele tinha medo de me perder. Fofo realmente, dado que ele tinha induzido a perda da primeira vez. Eu ri na sua boca quando ele passava os dedos devagar pelo meu estômago. Ele sorriu na minha boca. - Não sabia que tinha cóssegas, amor. - Há tanto que você não sabe. - meus lábios se partiram num sorriso secreto. - Não vejo a hora de descobrir então. - ele sorriu e seus dedos experimentaram o primeiro botão da camiseta e eu parei-o. - Espera. - saí de baixo dele rapidamente e tirei o sutiã colocandoo na porta.
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Ele ergueu uma sobrancelha. - Para Hayle saber que algo a mais pode estar acontecendo... - lhe sorri maliciosamente e aproximei-me deixando ele retirar os últimos botões da camisa. Ele abriu a camisa lentamente, meus seios rosados estavam excitados por seu olhar avaliativo. Seus dedos ásperos roçaram neles para experimentar minha reação. Ronronei um ruído de prazer. Ele terminou de tirar a minha camisa e passou a tirar a dele. - Não, permita-me. - empurrei-o na cama e ele se deixou cair. Seus olhos escuros de desejo. Sentei-me no seu colo e arrebentei os botões fora da sua camisa. Isso o fez rir e me puxar para ele para beijar-me e passar a explorar meu pescoço com os lábios habilmente tocando nos pontos sensíveis fazendo-me gemer baixinho. Ele sorriu antes de mordiscar meu pescoço para que deixasse uma marca. Eu o afastei e rolei os olhos. Suas mãos agarraram meus seios acariciando-os e beijando um caminho pela minha clavícula até onde suas mãos brincavam com meus seios. Eu já era uma massa ofegante até aí e estava tendo-o como meu apoio. Ele trocou de posições me colocando embaixo dele, com sua camisa ainda não totalmente tirada tampando meus seios nus enquanto Hayle entrava no quarto e fazia um ruído estranho. - Meu deus garota, por que não deixou o sutiã? - Eu deixei o sutiã. - rolei os olhos. Deveria estar vermelha. - Bom, fala isso para a maçaneta. - Algum babaca deve ter roubado, agora xô! - eu expulsei-a e ela fechou a porta rapidamente. - Precisamos de chaves novamente. murmurei irritada pela interrupção.
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- Alguém que deve gostar de você roubou isso. - Ah não, pelo amor de deus. - grunhi - eu estou semi-nua aqui e você pensando em quem possivelmente gosta de mim? Sério? Seus olhos já não tinham o fogo anterior. - Obrigada Hayle! - gritei frustrada e o tirei de cima de mim. Dirigi-me para o armário e peguei um sutiã branco que não ficaria tão ridículo com a calcinha azul escura. Peguei a camisa do chão, irritada além da medida e a coloquei violentamente. Arthur me observava calado, ainda perdido nos seus obscuros pensamentos. - Bom. - eu disse pensando alto apenas para irrita-lo - agora eu vou ter que passar o resto da tarde como guia para um cara que gosta de mim, e sexualmente frustrada. Talvez ele não esfrie tão rápido. Arthur levantou as sobrancelhas e se levantou, fazendo-me olhar para cima. Mesmo assim não me intimidava. - Desculpe, devo ter escutado errado. - Quer que eu repita? - Não será preciso. Ele pegou a chave que ele havia feito assim que a nossa tinha sido tirada, e trancou o quarto colocando-a no seu bolso, assim como tinha posto a minha caixa de grampos. - Ninguém sairá desse quarto sexualmente frustrada. - ele disse tirando sua danificada camisa. - Nem que eu fique uma tarde inteira aqui para satisfaze-la amor. Foi sua vez de rasgar a minha camisa e tirar meu sutiã com a rapidez de um raio. Pegou-me no colo e pôs uma perna de cada lado do seu corpo pressionando-me contra a parede.

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Não havia mais suavidade no seu toque, era o toque de um macho que teve seu ego profundamente ferido e iria repara-lo do melhor jeito que sabia. Provando o contrário. Seus lábios eram grosseiros e haviam ferido minha boca pela selvageria, suas mãos eram duras e me faziam gemer de um dolorido prazer. A saia da escola não oferecia nenhuma resistência e logo era apenas uma calcinha empapada contra as suas calças da escola. Ele fazia fricção entre nossos corpos excitando-me tanto que eu não achei ser possível. Suas grosseiras mãos se distanciaram dos meus seios para me carregar até a cama, com sua calça sendo tirada e um preservativo sendo pego no processo. Ele me colocou mais suavemente que eu pensava que iria quando me pôs na cama. Beijou-me nos lábios rudemente enquanto tirava minhas calcinhas num puxão. Sua boca desceu para meus seios sugando-os e os mordendo fazendo-me gritar e depois foi descendo devagar pelo meu ventre até que sua respiração jazia por entre minhas pernas. Fiquei desesperada para tira-lo de lá, mas ele grunhiu para mim e me segurou quieta. Seus lábios beijando-me lá, fazendo-me me retorcer e gemer de tanto prazer. Ele se demorou uns longos minutos e me deixou perto do clímax, porém se afastou e recebeu um grunhido furioso em resposta. Sua boca desceu sobre a minha e suas mãos deslizavam-se pelo meu corpo. Ele colocou um dedo dentro de mim para ver se estava pronta para ele. A surpresa fez seus olhos se arregalarem. - É virgem amor? Rolei os olhos. - Se eu dizer sim e você parar de me tocar eu juro por deus que você vai ser castrado.
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Ele riu e beijou-me mais intensamente. - Amo saber que sou eu quem terá esse presente. - Não o entregaria a ninguém mais, você sabe disso. Ele sorriu nos meus lábios. - Tentarei fazer o mais suave possível. Eu estiquei-me para beija-lo e sua mão dedicou-se a me dar mais prazer, para que assim eu ficasse tão escorregadia que não sentiria muita dor. Ele se deslizou devagar, mas eu mal podia raciocinar para saber as implicâncias. Estava tão relaxada sobre seu toque que eu não senti a mais leve dor. Quando ele estava dentro de mim a sensação de estar finalmente completa encheu meu coração e eu estupidamente comecei a chorar. - Oh meu amor, eu te machuquei? - ele abraçou-me desesperadamente e embalou a minha cabeça em seu ombro. - Não... eu que sou estúpida mesmo. - eu sorri antes de beija-lo. - Você não é estúpida. - beijou-me de volta e passou a se mover em mim. Gemi na sua boca e ele começou a entrar e sair lentamente. Meu corpo impulsionava com o dele, o calor voltando a preencher-me e os estranhos ruídos ainda saindo de meus lábios. Seguia seus movimentos nos fazendo cada vez mais rápidos, seus lábios estavam ofegantes no meu pescoço, aspirando meu cheiro. Minha cabeça estava tombada para trás e meus lábios entreabertos de prazer. Suas mãos acariciando as minhas costas enquanto minhas unhas iam ficando cada vez mais enterradas nas suas. Até nós estarmos tão perto e tão perdidos um no outro que não havia mais dois seres, e sim um só em perfeita sincrônia.

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Tão perfeita que o momento em que o clímax nos atingiu nós gritamos roucamente ao mesmo tempo, e nos liberamos violentamente. Ele se derrubou em cima de mim e eu fui esmagada por seu peso. Deixei-o respirar um momento antes que resmungasse para que ele me deixasse respirar. Repousou sobre seu peito assim que ele havia saído de cima. Demorou uns minutos para nossos corações voltassem ao normal e nossa respiração também. Eu comecei a rir e virei-me para beija-lo. - Foi maravilhoso amor. Ele começou a rir comigo e me abraçou apertado. - Meu deus, como eu te amo. Agarrei seu rosto e voltei a beija-lo feliz. Uma batida na porta fez-nos nos separarmos. - Sim? - disse com uma voz rouca e grossa. - Jessy, tire essa sua bunda redonda do meu parceiro de química. disse Hayle do outro lado da porta - acho que a escola toda acabou de ouvi-los. Eu ri. - E além disso, não queria ser estraga prazeres, você ainda tem que acompanhar Sebastian. - Oh, verdade. - disse e Arthur grunhiu. - Vamos logo Arthur. Mr. Shuester não vai esperar para sempre! Ele bufou levantou-se jogando a camisinha no lixo e me puxando para ele. - Nós já vamos Hayle. - ele disse. - antes, deixe-me ajudar a vestila. - um torto sorriso surgiu nos seus lábios. ***
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Sebastian Jones Vi ela sair do quarto com os cabelos despenteados e as roupas tortas, como se alguém tivesse resistido a tira-las quando a vestia. Ela estava corada e havia um brilho novo nos seus olhos. Ela cheirava a sexo. Vi seu namorado sair logo atrás dela com as roupas mais desarrumadas ainda, a camisa dele faltando alguns botões. Ele a agarrou e a beijou mais uma vez antes de Hayle chiar. - Meu deus, vocês façam isso entre paredes. - Bom, agente estava, você que mandou nós sairmos. - disse Jessy zombando-a. Ela rolou os olhos. - Ok, tanto faz, me dê meu parceiro de química e vá guiar Sebastian. - ela agarrou Arthur pelo braço e o arrastou para o corredor de exatas. Jessy riu e lhe deu um tapa na bunda antes de ele se afastar. Ela virou e me viu observando. A cor voltou para suas bochechas e eu lhe sorri. - Então, um agitado almoço, hum? Ela riu e foi para o corredor de humanas. Segui-a. - Bom, agora as aulas são dadas em mesas compartilhadas em todas as matérias, são usadas por dois alunos. Acharam melhor para o desenvolvimento social entre as garotas no começo. Não há mais passe para ir ao banheiro, então o aluno terá que ir no intervalo de aula, e as apostilas são fornecidas pela escola... - Não mudou muita coisa. - Não, mas agora o sistema é dividido entre meninos e meninas, agora começaram a entra mais meninos, então algumas matéria
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tiveram que ser divididas entre meninos e meninas, como a educação física. Química, como você pode perceber, ainda é a mesma coisa, meninos e meninas juntos. Mas acho que as aulas vão ter que ser divididas entre meninos e meninas logo, pois as meninas estão ficando muito dispersas na aula, algo terá que ser feito a respeito, na minha opinião. Ele riu. - Acho que elas não concordariam com você. - Talvez não, eu não estou perguntando para elas, eu estou contestando um fato. - Bom, eu pude perceber que você tem razão. Antes quando eram apenas uns poucos garotos elas já ficavam todas excitadinhas, e a maioria eram nerds feios e com problemas de pele. - Oh sim, vejo pelo passado andando ao meu lado. Ele riu. - Nem eu conseguiria me concentrar assim. - ergui as sobrancelhas para ele zombando. - Sim, sim. - ele sorriu também me zombando. - Aposto que seu namorado pensa ao contrário de você. - Hm, sim na verdade. Depois que nós discutimos ele fica com aquele olhar de cachorro sem dono. - Ah sim, ele não quer ficar longe de você e toda essa melosidade. - É. - eu ri e entrei na sala de História. - Licença professor, perdi a noção da hora. Sr. Parklin, marido da senhora Parklin mandou-nos entrar. - Marie me disse que vocês poderiam se atrasar. Acenei e fui para o meu lugar habitual com Andy, que logo foi desocupado para que Sebastian pudesse se sentar no seu lugar. Sr. Parklin retomou a explicação sobre a era das trevas que nós já tivemos dois anos atrás. Deixei-me relaxar e peguei um papel para
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explicar para Sebastian por escrito, para não atrapalhar os outros alunos. Escrevi para ele um texto explicativo e logo que o sinal bateu eu entreguei. - Fala sobre o novo sistema de aulas, e algo sobre quão loucos os alunos dessa escola são, já que você é o conselheiro acho bom te preparar. Muito vingativo o povo por aqui. Seus olhos passaram pelo papel em diversão. - É eu vejo. Jessy Bones - vadia manipuladora e super vingativa, porém muito legal pois teve paciência para escrever esse texto. Não ria. - ele riu. Rolei os olhos e sorri. - Pois é. Aula de química agora, há muito poucos homens nas aulas femininas pois acontecem muitos “acidentes” quando homens estão envolvidos. - Sim, entendi. - ele sorriu e o guiei para a nova ala de exatas experimentais, que teve que ser removida de exatas, pois houveram algumas complicações num experimento químico que interditou metade do colégio, então este foi movido para o lado de fora como química experimentais. - Essa é uma ala nova. - Sim, longa história envolvendo um tanto de enxofre e um gato. Ele riu. - Meu deus o que é isso, gás hilariante? - Não, mas é que você é fofa. - Jesus, parece uma garotinha na quarta série. Ele riu novamente e moveu um grande fio de cabelo para fora do meu rosto. Fingi que não percebi e comecei a contar várias coisas que aconteceram na escola nesses anos que estive aqui.
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Contava da minha desavença com Slyzer e seu rosto se fechou quando passou a ouvir as histórias do que ela havia feito e contei que eu e Hayle demos o troco em cada uma delas. Rolei os olhos terminando a história do pato de borracha detonador que ela havia posto no primeiro dia de aula de Hayle e me sentei. Mr. Shuester entrou e sorriu largamente para nós. - Adivinhem! Vamos explodir o laboratório hoje! Nós vibramos. - Quer dizer, só parte dele meninas... Acho melhor fazermos isso lá fora. - Ah, mas daí só vai ser um pedaço da grama Mr. Shuester! Uma voz contrariada exclamou no final da sala e nós rimos. - Sim, mil vezes um pedaço de grama do que vários cilindros de vidro. - O que vamos fazer hoje? - perguntou Becky. Dominar o mundo Pink. - murmurei sobre o fôlego e Sebastian deu uma risadinha. Escutei o ranger de cadeiras que Slyzer fazia sempre que estava nervosa com algo. Era um perigo realmente, ter aquela piromaníaca atrás de mim, mas ela havia conseguido resistir a colocar fogo em mim na aula do Mr. Shuester, pois muitas coisas podiam explodir no processo. - Vamos projetar uma bomba nuclear e fazer o seu protótipo, obviamente que ele não vai explodir um país e sim apenas uma parte da grama, como disse Anne. Murmúrios excitados e decepcionados percorreram a massa de alunos. - Ei, talvez nós consigamos vender o projeto para o governo e ganhar algum dinheiro com isso.
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A turma ficou mais animada e Mr. Shuester sorriu e passou a distribuir folhas com metragem para um desenho perfeito. - O melhor projeto vai ser escolhido como protótipo, sejam competitivos garotos e garotas. Sebastian me entregou um lápis. - Eu nunca tive que desenhar uma bomba núclear. - ele disse sorrindo. - Combina com a personalidade das garotas, somos todas loucas. É um perigo uma informação desse jeito nas nossas mãos. Mr. Shuester escreveu na lousa as instruções e eu passei a um desenho elaborado de uma bomba nuclear em formato de patinho de borracha. Sebastian riu. - O talvez o presidente gostaria de um desses na banheira dele. zombou. - Não se ele fosse explodir na sua cara e levar Washington junto. Sorri para ele. Ele olhou para a lousa e tomou o lápis da minha mão, tocando-me demoradamente no processo. Ouviu-se outro ruir de carteiras atrás de mim. E antes que Sebastian tivesse desenhado a primeira linha no projeto meus cabelos estavam em chamas. *** Hayle estava irritadíssima. As chamas haviam lambido uma pequena parte do cabelo, e haviam conseguido cortar em um modelo pouco menor que o anterior, já que eu fui rápida o suficiente jogando a solução de água salinizada que estava a poucos metros de distância. Estava dias lá e pertencia uma experiência do primeiro ano, foi nojento, mas pelo menos apagou o
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fogo mais rápido que a camiseta de Sebastian. Nunca tinha visto tanto ódio num olhar quanto no que ele havia dado para Karine Slyzer. Eles pareciam se conhecer, e se você olhasse bem eles eram bem parecidos. Ele e Slyzer eram altos e tinham olhos verdes e os lábios cheios. Não podia dizer a cor do cabelo dela, pois ela mantinha num loiro ridiculamente falso. Arthur ainda estava gritando juras de morte para ela. Se não fosse eu segurar ele, Sebastian e Hayle, a escola já teria ido a baixo. Não sei como isso foi possível, um ser tão minúsculo como eu dominar três gigantes, mas funcionou e eles ficaram perto de mim o tempo todo. - Vou matar aquela vadia. - disse Hayle pegando todas as armadilhas que um nós tínhamos prontas. - Ah isso vai servir. ela pegou uma solução bem fraca de ácido sulfúrico. - Um pouco na cara dela e eu já vou me sentir melhor. - Hayle, você vai corroer a cara dela. - rolei os olhos - eu queimei os cabelos dela também, eu não estou nem aí. - Mas eu estou. - disse ela e Arthur se juntou a ela. - Nós podíamos usar uma dessas na sua pantufa. - ele apontou para a armadilha para ratos. - e colocar um pouco desse no shampoo dela. - ele apontou para o frasco com cloro. - e o ácido no sabonete líquido. Hayle esfregou as mãos juntas. - Sim, ela mereceria isso. - Sebastian estava se contendo e se via bastante calado. Rolei os olhos para eles e suspirei. - Talvez um pouco de água do vaso masculino nas suas garrafas d’agua. - Sim... nós podíamos jogar umas larvas na comida dela também.
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- Ok. - eu gritei e eles se viraram para mim - Ninguém vai fazer nada com Slyzer. Eu vou pensar em algo não muito extremo para me vingar. Talvez uma desilusão, sabem que algo interno dói mil vezes mais que algo interno. - Vejo vocês depois. - murmurou Sebastian indo embora. Vi-o se afastar e dei de ombros. - Talvez algo externo mesmo, se eu descobrisse que você não me ama eu abriria um buraco na sua cabeça, e no meio da escola. apontei para Arthur no momento, que não riu com a brincadeira ele estava focado de mais em algum plano para se vingar. - Vamos lá gente, é só cabelo. Já sei! - estralei os dedos - Vamos raspar a cabeça dela e as sobrancelhas enquanto ela estiver dormindo. Um pouco de ervas para induzir o sono e nós nos vingamos. Hayle vibrou com a idéia e deu uma risada maléfica, até Donovan tinha uma aparência mais motivada. - Ok, agora sai Hayle, meu namorado me deixou esperando uma tarde inteira para tê-lo de novo. - enxotei-a do quarto e a tranquei do lado de fora. Ela me xingou algumas vezes e bufou. Podia imaginar que estivesse rolando os olhos e aproveitando essa oportunidade para se reunir com Leonard. Olhei para quem realmente me importava, que já estava avançando em passos lentos para mim com seus olhos escurecidos pelo desejo. - Então, da ultima vez, que eu me lembre nós estávamos colocando nossas roupas... o que há de errado nessa frase? - minha voz desceu vários descibéis. - Colocando. Vamos tirar essa palavra daí. - ele sorriu. Estralei a língua três vezes e o empurrei até a cama.
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- Eu tiro. - assim que ele deitou-se eu pus minhas pernas ao redor da sua cintura e sentei no seu regaço. - Você olha. Se tocar eu chamo os seguranças - eu zombei e ele riu colocando as mãos atrás da cabeça deixando-me fazer o que eu quisesse com ele. Tirei primeiro a minha camisa lentamente, seus botões saindo com habilidade, e deixei-a deslizar nos meus ombros. Levantei-me para tirar a saia de pregas. Desabotoei-a e deixei cair livremente, chutando-a para longe. Mantive as meias 3/4 negras, e passei a desabotoar sua camisa. Eu usava agora um conjunto meia-noite rendado, pois tive que tomar banho depois do acidente com o cabelo. Desci minha boca na sua e beijei-o como uma borboleta. Suas mãos estavam saindo de trás da cabeça para que pudesse me agarrar. - Não se esqueça, sem tocar. - eu sussurrei no seu ouvido desabotoando sua camisa rapidamente, meus dedos passavam como um sussurro na sua pele, deixando seus pelos arrepiados. Meus dedos curiosos passaram pelo seu peito liso e forte, exploraram seus mamilos antes que minha língua seguisse-os. Ele grunhiu levamente e minhas unhas desceram arranhando seu abdome liso, meus lábios se demoraram antes de seguir minhas mãos, pois seus ruídos eram bons de mais de se ouvir. Desci beijando-o até o botão das suas calças, desabotoei-a e a tirei levemente esfregando minhas pernas contra as suas deixando-o sentir a fricção das meias nas suas pernas nuas. Minhas mãos desceram pela parte interna da sua coxa, porém minha atenção estava focada em outro objetivo. Sua ereção se balançava na minha cara e ouvi-o prender a respiração quando minhas mãos a agarraram, sendo atraídas pela curiosidade. Explorei-a com a ponta dos dedos antes de agarra-la
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com a mão inteira. Passei os dedos por sua rosada cabeça percebendo o líquido. Minha língua desceu para explora-lo e pareceu demais para ele, que me puxou para cima e se colocou em cima de mim. Eu ri da reação dele, pois eu nem havia começado ainda. Ele agarrou a camisinha que estava na cômoda, olhando o tempo todo para os meus olhos brincalhões. Zombando de mim ele lambeu meus lábios antes de me beijar, levantando-me a parte traseira das costas para ele entrar mais comodamente. Porém ele não foi nenhum pouco suave, começou com estancadas que tiraram meu fôlego, deixando escapar um gemido surpreso, de quem estava gostando. Ele grunhiu feliz por minha reação, e começou a golpear mais rapidamente. Seus lábios mordendo meu pescoço, e meus lábios, enquanto roubava os gritos de mim. Minhas unhas estavam cravadas nas suas costas e o arranhava constantemente arrancando sangue. Cheguei no meu clímax duas vezes antes que ele se permitisse ao seu. Assim que ele se derrubou em cima de mim ele rapidamente trocou de posições para que eu não fosse esmagada. Beijou-me a face, e os lábios várias vezes. Eu ainda estava muito atônita para murmurar de volta suas palavras de amor, porém eu conseguia murmurar repetidamente o quão maravilhoso ele era. Realmente é de se estufar o peito, assim como ele fez. Estava pensando que, mesmo com toda selvageria, deveria ser chamado de fazer amor e não transar, pois ele me olhava intensamente o processo inteiro, medindo se estava ou não me machucando, preocupando-se comigo, agarrando-me mais perto dele e beijando-me. Permitindo-me causar alguma dor a ele, e depois de tudo ainda ficou murmurando o quanto me amava.
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Isso era realmente fazer amor, não nenhuma das outras tolices que se pode ouvir por aí. - O que você está pensando? Ele começou a acariciar meus cabelos e eu suspirei contra seu peito. Demorou um tempo para me lembrar que ele havia falado comigo e que se supõe que eu respondesse. - Uma coisa boba. - sorri ausente. - Nada que você fala é bobo para mim. - ele murmurou nos meus cabelos. - Bom, se não eu teria que dar um jeito em você. - ele riu e eu me agarrei mais apertado - Estava pensando que isso é a perfeição. Não importa em que momento do dia, ou em que rítimo nós fazemos sexo, nunca vai ser algo livre de emoções por que nós nos amamos tanto, que isso seria como convencer ao Papa se render ao celibato. Ele riu e cheirou meus cabelos. - Adoro suas comparações. - São estúpidas eu sei. - Mas é isso que as torna especial, como nós. - Sim, sim, nós também somos estúpidos - eu disse com um grande bocejo. - Quer que eu me vá? - ele disse - você parece exausta. - Se você der um passo fora dessa cama você será um homem castrado. Ele riu e me arrumou um jeito de me deixar mais cômoda e suspirou abraçando-me apertadamente.

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Capitulo 6 - Sebastian Jones
Hayle Nicols. Acordei com Leonard com a cabeça repousada no meu ventre. Pisque para a luminosidade do quarto. Não estava acostumada ao quarto dele e de Arthur, então ainda era novo todo esse sol nos olhos de manhã. - Bom dia. - ele disse roucamente e beijou entre meus seios. Acariciei seus cabelos e os enrolei entre os dedos trazendo-o mais para perto para um beijo decente. Nós éramos muito diferentes de Arthur e Jessy, nós não costumávamos falar um para o outro que nós nos amávamos com tanta frequência quanto eles, nós preferíamos demonstrar. Ele me abraçou bem junto dele enquanto nos beijávamos. Seus dedos deslizavam por minhas curvas deixando-me arrepiada. - Hoje é sábado. Nós podemos passar o dia inteiro aqui. - ele murmurou nos meus lábios. - Até seu colega de quarto querer entrar. - Aposto que ele e a sua colega de quarto estão bem ocupados nesse momento. - Nós podemos ficar algumas horas aqui, mas nós precisamos nos alimentar para ficar ainda mais horas depois. - Sexo agora ou depois? - ele passou a beijar meu pescoço. - Hm... difícil decisão. - minhas mãos deslizavam-se pelos músculos da suas costas e seu belo e forte traseiro. - O que você quer comer agora? - zombei-o e ele riu.
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- Você prefere preencher-se com comida... ou com algo a mais? ele também zombou com as palavras e eu ri. - Seria ótimo sexo antes, mas nós precisamos de camisinhas. murmurei nos seus lábios antes de beija-lo. - Melhor irmos pegar do estoque de camisinhas guardado no meu quarto por razões óbvias. Ele riu e saiu com pesar de cima de mim, ajudando-me a ficar de pé. Estiquei-me para beija-lo rapidamente antes de sair procurar nossas roupas pelo quarto. Colocava as roupas amaçadas de ontem e ele fazia o mesmo apenas para acompanhar meu visual amassado. Antes de nós sairmos ele me prendeu contra a parede e me deu um beijo que fez minha cabeça rodar. Dei-lhe um tapinha na sua magnífica bunda antes de sair do quarto sendo seguida por ele. Nós fomos para a cafeteria primeiro, suas mãos atadas na minha cintura, dificultando o andar. Eu parei em seco perto do corredor da cafeteria e ele trombou em mim rindo alto. Tampei a boca dele com a minha mão e assisti Sebastian olhar no corredor para checar se alguém estava perto e não viu ninguém, então ele voltou a falar com Karine. - Sebastian está cochichando com Slyzer. - murmurei - vou tentar chegar mais perto, fique bem quietinho. Fui pelo corredor secundário que entrava na cafeteria, que era o mais usado realmente, e parei atrás de uma das portas abertas aguçando meus ouvidos para ouvir em cima do barulho da cafeteria. - Karine... - ele soltou um suspiro. - Mereceu. - espiei-a erguer o nariz para cima com arrogância.
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- Escuta, quando a diretora me chamou para vir para cá, foi para deixa-las menos loucas e não tentar ajuda-la. - Nós não somos loucas, só mal-compreendidas. As sobrancelhas de Sebastian levantaram-se céticamente. - Querida... - ele passou os dedos pela cara dela - você é minha meia-irmã, mas você sabe que eu não sou um peão no seu jogo. Não vou ajuda-la a prejudicar Jessy ou Haley ou qualquer outra garota. - Traidor! - ela fechou a cara como uma criança mimada. - Ok, vou te ajudar em uma coisa. O plano delas pode ter mudado, mas elas estavam pensando em atingi-la por algo emocional, provavelmente algo envolvendo um garoto. Os olhos de Slyzer se fecharam em pequenas frestas, avaliando a verdade de suas palavras. - Ok... - disse ela lentamente - vou confiar em você nessa. Tente não gostar de mais daquela vadiazinha, e nunca mais toca-la, se não ela vai ficar careca de tanto fogo que eu vou pôr nos seus cabelos. - Não faça isso nunca mais. Eu vou castiga-la se você o fizer. - ele disse bem sério. Ela rolou os olhos e andou para longe dele para dentro da cafeteria. Eu estava escondida pela porta, então ela não me viu. Esperei Sebastian ir embora antes de eu sair do meu esconderijo e ir encontrar Leo com bastante comida para nós dois. Sentei-me pesadamente. - Precisamos falar com Jessy depois daqui. - O que houve? - Aqui não, muitos ouvidos. Depois eu conto só no seu, querido. sorri maliciosamente para ele e passei a comer os bacons e os ovos fritos.
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*** Jessy. Despertei devagar e demorei para chegar a consciência. Donovan havia esgotado-me ontem novamente. Ele estava abraçado as minhas costas com a cabeça nos meus cabelos. Bocejei longamente e me estiquei como um gato, ouvindo minhas juntas estralarem. Ele esfregou os olhos um momento, bocejando e me apertando contra ele. - Estou toda dolorida. - reclamei, mas a sensação não era ruim. Ele respondeu com um grunhido e beijou-me de leve. Abracei-o de frente dessa vez e nós ficamos nesse estado de extrema preguiça esparramados uns nos outros até Hayle socar a porta para eu abrila. Gemi por ter que me vestir para abrir. Pisquei meus olhos lentamente, percebendo que Donovan tinha dormido nesses pequenos minutos. Grunhi algo nada bonito de se ouvir colocando o pijama que estava no chão, e cobrindo Arthur até a cintura com o edredom Abri a porta para Hayle. - Donovan está dormindo, e está nu. Você quer mesmo entrar? murmurei meio grogue. - Sim. - ela arrastou Leonard com ela para dentro do quarto e eu voltei a me acomodar com Arthur na cama por baixo dos lençóis. - Eu estou aqui por três coisas. 1- camisinha, 2- roupas limpas, 3eu preciso fala com você sobre Sebastian. Pisquei lentamente para olha-la. - Não podia esperar até eu despertar?
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- Não. Ela reuniu uma muda de roupas limpas e pegou um punhado de camisinhas da caixa aberta no criado mudo. - Eu vi-o conversando com Slyzer hoje. Chamou-a de querida meia-irmã. Quase caí da cama, o que me fez levantar bruscamente, acordando Arthur novamente no processo. - Ele é irmão dela? - O que vocês estão fazendo aqui? - disse Arthur com o mesmo tom confuso que eu. - Quem é irmão de quem? - ele disse uns segundos depois. - Bom... - suspirei - no final acho que você estava certo de desconfiar de Sebastian. Ele é irmão de Slyzer. - E ele contou a parte dos nossos planos que ele ouviu. Ainda bem que nós mudamos. Proponho para colocarmos em prática hoje. disse Hayle batendo o punho na mão aberta para enfatizar seu argumento. - Concordo - disse Leo. - Eu concordo que vocês dois caiam fora daqui agora. - disse Donovan - Por que eu pretendo despir minha namorada agora e eu teria que mata-los se vissem algo a mais. - ele agarrou-me pela cintura e me colocou em baixo dele. - Ah, pelo amor de deus. - Hayle exclamou e Leonard riu. - Pelo menos tranquem a porta quando nós sairmos. Assim que a frase foi dita ouviu-se uma batida porta. Suspirei e afastei Arthur de mim. - Ah não. - ele murmurou. - Meu deus, vai ter bastante tempo para coisas como ontem a noite mais tarde. - eu baixei-me e lhe dei um beijo rápido nos lábios e me dirigi para a porta.
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Hayle e Leonard sentaram na cama de Hayle para esperar. Rolei os olhos para Hayle, por que ela podia muito bem ter ido atender e deixado eu e Arthur em paz, mas ela queria que parassem de fazer sexo no quarto dela. Abri a porta e olhei para cima para ver que Sebastian estava á nossa porta. Mantive a cara neutra. - Quem é Jessy? - disse Hayle Observei-o um momento antes de perguntar o que ele queria. - Hm... conversar talvez? - Não acho que isso vá acontecer. - disse Donovan e virei-me para encontra-lo só de cueca parado atrás de mim com as mãos na minha cintura. - Cara eu não quero nada além da amizade de vocês... - Então para de olhar para os peitos dela. - minha vez de erguer as sobrancelhas. Sebastian rolou os olhos. Hayle e Leonard se juntaram à nós, e ele parecia meio confuso. Só deus sabe o que ele estava pensando vendo eu e Donovan seminus e Hayle e Leonard com as roupas todas amaçadas. - Ah, antes de eu fechar a porta na sua cara. - anunciou Hayle assumindo um lugar ao meu lado - diga para aquela vadia da sua meia-irmã que a Hayle mandou um beijo. - ela sorriu e bateu a porta. Nós ficamos parados um momento e depois Donovan olhou para mim. - Ele é irmão de Slyzer? - Hm... meio-irmão de Slyzer. E eu já disse isso para você. - dei de ombros. - E por que raios a diretora mandou você mostrar a escola para ele? - Eu sou a mais inteligente...
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- Eu tive a mesma pontuação que você, amor. Eu poderia mostrar a ele o lugar. Por que ela escolheu você? - Você acha que a diretora iria querer gerar um conflito? perguntou Leonard pensativo. - Slyzer... Jones... Há algo faltando aqui. - Sim. Por que ela iria querer que Jessy, inimiga declarada de Slyzer, guiasse o meio-irmão dela? E não tem como ela não saber que eles são irmãos, ela tem todo o registro familiar e de qualquer modo Sebastian já estudou aqui antes, então ela veria o nome de um dos pais igual. Eles pausaram para coçar o queixo e pensar. - Ok. Eu sei o que está faltando. - rolei os olhos - há uns três dias atrás Sebastian disse para mim que ele era sobrinho da diretora, que era assim que ele havia conseguido trabalhar aqui antes de terminar a faculdade. Eles ficaram todos olhando para mim. - E por que ele te contaria isso? - os olhos de Donovan estavam semi-abertos. - Não lembro direito. Acho que eu deveria estar falando algo sobre minha irmã que está tentando convencer minha mãe para deixala vir para cá, e ele disse que poderia falar com a diretora por que ela era sua tia-madrinha. Algo como isso. - E você não achou isso absolutamente útil? - Bom, eu tentei falar com Donovan - eu disse para Hayle - Mas ele não me deu a oportunidade de formar palavras, se é que vocês me entendem. - E por que você não me disse depois? - Por que eu talvez não estivesse pensando em Sebastian quando nós acordamos na quarta. Talvez por que você tinha suas mãos em mim. Isso te lembra de algo Donovan?
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- Está me dizendo que isso é tudo minha culpa Jéssica? Ele virou-me para olhar nos meus olhos e me colocou contra a parede. - De um modo delicioso, mas sim. - sorri para ele com uma sobrancelha erguida. - Hm... delicioso? - ele beijou-me nos lábios levemente. - Muito... - lambi seus lábios e atraí-o mais perto para beijar-lhe, esquecendo que Hayle e Leo estavam no quarto até Hayle limpar a garganta bem alto. Mesmo assim demorou para nós nos separarmos. Assim que eu o empurrei longe o suficiente para respirar eu me voltei para Hayle que estava numa situação prestes a ficar muito similar a anterior. - Ok. Meu deus, parece que eu vivo num mundo pintado da cor do sexo, qualquer que seja essa cor. - eu reclamei - Você mantenha as mãos longe de mim, estou tentando pensar aqui. - apontei para Donovan enquanto falava. Hayle riu e empurrou Leonard longe dela. - Isso que ela falou. - ela disse colocando as mãos na cintura e fingindo estava brava. - Ok. - eu disse molhando os lábios e afastando os cabelos do rosto - Hoje, depois do jantar nós realizamos o nosso plano. Ela geralmente senta com Rachel, e eu tenho certeza que um de vocês meninos conseguem distraí-la. - Sem colocar as mãos nela. - disse Hayle apontando-os. Leo rolou os olhos e sorriu provocativamente para ela. - Pra que eu iria toca-la quando eu tenho a minha mulher me esperando em casa? - disse Donovan. Minha vez de rolar os olhos e o afastar quando ele tentou se aproximar de mim.
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- Hayle, você consegue colocar as ervas na coca dela enquanto eu a distraio? - Sim senhor. - Ótimo. Depois que terminarmos com isso, eu e Sebastian iremos ter uma conversinha. - entrecerrei os olhos com um sorriso maldoso nos lábios. *** Nós seguimos Slyzer para seu quarto. A parte inicial do plano estava cumprida com sucesso, Leonard e Donovan ainda estavam com sua colega de quarto, e Slyzer bocejava sem parar. Eu armei uma baita discussão no refeitório, e depois que eu chequei que Hayle tinha posto as ervas na sua bebida eu saí. Sabia que ela sempre tomava um bom gole de coca depois que alguém discutia com ela, pois eu já havia percebido isso. E agora ela estava quase dormindo em pé, o que a deixaria muito descuidada. Ela se esqueceu de trancar a porta quando entrou no quarto, como eu pude checar. Não que isso importasse, pois eu poderia muito bem abri-la com um grampo. Nós esperamos cinco minutos antes de entrar. Hayle entrou primeiro e checou que ela estava realmente dormindo. Entrei e tranquei a porta atrás de mim. Nós levantamos sua cabeça e colocamos o plano em ação. Nós tínhamos raspado as duas sobrancelhas e estávamos começando a cortar o cabelo para raspalo quando houve uma batida hesitante na porta. Esperamos com o coração na mão. - Karine? Era Sebastian. Eu e Hayle olhamos uma para outra. A luz do quarto ainda estava apagada nós tínhamos a fraca iluminação de
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um abajur e esperamos que isso fosse o suficiente para ele ir embora. - Eu sei que está aí Karine. Vamos, deixe de ser criança. - Clorofórmio. - murmurei para Hayle e fui procurar. Nós sempre tínhamos, então assumimos que ela também tivesse. Ela tinha, e eu embebedei a primeira camiseta que eu achei. Fiz um sinal de silêncio para Hayle e a mandei apagar a luminária. Abri a porta lentamente. - Posso entrar? Abri o suficiente para ele entrar. Ele entrou no escuro e percebeu que tinha algo errado logo antes de eu colocar o clorofórmio contra sua boca. Ele tomou uma longa respiração e parou de respirar. Eu sorri. Não era estúpida, mantive-o preso ao clorofórmio até que ele teve que respirar novamente. - Vamos aproveitar e dar mais algum desse para ela. - eu coloquei sobre a boca e o nariz de Slyzer e ela parou de se mexer. Nós continuamos o nosso trabalho. Nós no final não raspamos a cabeça dela, porém deixamos seu cabelo muito curto, o suficiente para mostrar suas orelhas estranhas e seu queixo proeminente. Sebastian acordou meia hora depois, porém nós já estávamos bem longe dali.

***

Sebastian Jones.
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Estava furioso. Andou a passos largos e duros até o quarto de Bones. Ele estava se perguntando por que de tamanha arrogância de encara-la invés de ir até sua madrinha. Mas ele sabia que isso teria que ser resolvido entre eles. Esmurrou a porta. Demorou um instante e como quando ela abriu estava totalmente vestida, assumiu que seu namorado não estava lá. Suas sobrancelhas céticas se ergueram e ela me olhou com desprezo. Não abri a boca, dei um tapa na porta para abri-la e a bati atrás de mim. Verifiquei que o quarto estava vazio. - Quem você pensa que é Jessy Bones? - disse com a raiva contida. Ela olhou para mim com um diminuto sorriso. - Quem é você Sebastian, essa é a verdadeira pergunta. - E daí que Karine é minha meia-irmã? E daí que ela queimou seu cabelo? Você raspou suas sobrancelhas e zoou todo seu cabelo, agora ela não para de chorar e não sai do quarto. Acho que a resposta da pergunta é que você não é deus Jessy, e você não tem o direito de castigar as pessoas só por que você pode fazê-lo. Você vive chamando essas garotas de loucas, mas a mais insana é você. - Eu avisei. - Quando? - quase gritou para ela. Ela sorriu e sua cabeça tombou para o lado. - Eu não sou louca Sebastian. Eu tampouco sou má. Eu sou a única controlada aqui, por isso eu tenho que fazer coisas loucas para acalmar meus amigos loucos. Eu não queria raspar a cabeça da sua irmã, eu só queria dar uma boa surra em você. Não me importo minimamente sobre meu cabelo. A questão é, eu tenho que minimizar os fatos. Hayle e Donovan queriam mata-la, e
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depois queriam quebrar seu coração. A única coisa que a machucaria menos seria isso. Tinha que ser algo absurdo, pois se não eu não iria conseguir tirar Hayle de seu objetivo. Lembra-se? Vadia manipuladora, porém na minha visão, apesar de ainda sair ruim, é muito melhor do que poderia ter sido. Ele se calou e avaliou as palavras. - De certo modo sim, eu entendo você. Mesmo assim... você é louca Jessy. Se não fosse, nunca entenderia os outros. - Ok, talvez eu seja um pouquinho, mas eu estou aqui para ajudar Sebastian, acredite em mim, se não fosse eu aqui, provavelmente Hayle já teria matado metade da escola. Pessoas muito inteligentes não sabem lidar com suas emoções, isso as torta sociopatas, ou seja, elas não conseguem conviver numa sociedade, e como esse colégio as força a isso, elas apenas explodem e deixam isso fluir como um turbilhão, de ódio ou do que for, ou não se sente nada, ou se sente de mais. Ele sorriu para ela. - Mas você é a mais inteligente daqui, como você pode ser a controlada? - Você acertou, eu sou a mais inteligente. Por que você acha que eu consegui fazer a pontuação máxima? As ultimas 10 questões não se tratam absolutamente da razão. Talvez eu não seja a mais inteligente aqui, não de acordo com a razão, porém eu sou a mais esperta de acordo com a lógica e pensar minimamente. Ele ficou observando-a. Ela parecia ser muito mais velha falando assim, apesar de ter apenas 17 anos. Ela sorria ligeiramente enquanto estava falando, suas sobrancelhas finas arqueando-se em alguns pontos do discurso. Suas mãos finas gesticulando quando queria dar ênfase em algo. Seus lábios rosados sendo molhados em cada pausa, seu nariz mexendo quando ouvia-o falar algo que ela
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discordava, e como seus cílios faziam sombra nos seus olhos cinza quando o achava ridículo. Entendeu o por que de seu namorado ter tanto ciúme dela. Ele a esconde tão bem que só tinha entendido agora por que aquela garota o atraía. Ela era baixa, porém tinha um corpo desenvolvido que mostrava que não era uma garotinha, suas mãos estavam nas suas cinturas agora, e ela tinha uma posição defensiva, esperando sua resposta. Será que ela sabia o quão linda era? Até mesmo com os cabelos queimados ela parecia deslumbrante. - Entendo agora por que minha tia pediu para que você fosse minha tutora. Não é só por que você é inteligente, e sim por que sua mentalidade é bem desenvolvida. Ela me indicou para você para que nós pudéssemos ter uma conversa num mesmo nível, não de conselheiro para aconselhado. - Hã... o que isso tem a ver com a sua irmã? - Ela queimou seus cabelos por que minha mão tocou a sua quando fui pegar a caneta. Ela precisava de alguém para controlar seus impulsos. - Sim, geralmente Rachel a controla, porém ela estava viajando aquela semana. - Hm... vou ver se consigo coloca-las em sessões separadas, ensinando uma a controlar a outra. - Bom, parece um ótimo projeto. - Jessy disse - talvez devesse fazer isso com todas as garotas, de um modo tranquilo. Coloque cartazes, converse com os professores, pegue dez minutos no ginásio e explique seu novo projeto. Chame-as de inteligentes, as elogie até seus corações quase pararem, aí elas não vão perceber o plano atrás das palavras, e assim será mais fácil para você controla-las.
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Ele sorriu para ela e afastou uma mecha de seus cabelos que caiam na sua face. Segurou-a quando ela tentou se afastar. - Você é espetacular Jessy, e sinto que só conheço-a agora, quando você não está preocupada com o que seu namorado vai pensar a seu respeito. Você o ama, eu posso vê-lo, mas tome cuidado, ele está tentando rouba-la só para si, e não compartilha-la com o mundo seria um grande desperdício. - abaixou e roçou seus lábios contra os dela antes de se afastar tranquilo.

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Capitulo 7
Jessy Bones. Sua conversa com Sebastian ficava se repetindo em sua mente, de novo e de novo. Tinha adorado a atenção que lhe dava invés de se fascinar tanto por seu corpo que a atirava logo a cama, como Donovan fazia ultimamente. Viu seus olhos a percorrerem um instante, mas não era uma coisa sexual, e sim avaliativa, conhecendo o seu oponente. Seus olhos estavam prestando atenção em tudo o que dizia, e entendeu por que as pessoas iriam gostar de se consultar com ele. Era um ótimo ouvinte. Apenas o roçar de lábios foi desnecessário, não me fez sentir absolutamente nada. Claro, estava assustada pelo movimento rápido, porém o sentiu como um beijo amigo, e deve ser para ele também, uma vez que se afastou tão rapidamente quanto havia se aproximado. Me sentia errada de estar pensando em outro homem além de Donovan, porém meu cérebro só não conseguia parar de pensar no que ele havia dito sobre Donovan tentar oprimi-la. Me sentia bem por causa do sexo a toda hora, porém meu coração precisaria de muito mais além disso. Percebeu a verdade nas palavras de Sebastian. Já não tinha tempo para pensar, para ser eu mesma e o que me torna única. Meu namorado ocupava tempo de mais para que eu pudesse sequer ter uma conversa inteligente com alguém. Falava que as outras garotas estavam se distraindo, porém eu estava muito mais distraída que elas.
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Minhas notas não caíram, ainda eram todas máximas, mas não havia o meu toque, minha essência naquilo. Eu fazia a prova rapidamente por que queria voltar a ver meu namorado o mais rápido possível, e isso estava me tornando uma sociopata. Me afastando de Hayle e a tornando ainda mais impulsiva, não repreendendo outras garotas além de Slyzer... estava deixando a escola desmoronar, e mesmo que o dever não tivesse sido dado a mim, me sentia como devesse fazê-lo. Suspirei. Vou conversar com Donovan, se ele não me entender eu vou ser obrigada a terminar, pelo meu próprio bem. Não havia o toque de Sebastian na minha decisão, ele só havia aberto uma porta trancada na minha mente. Minha personalidade. Então iria pedir algum espaço para Donovan, nós teriam a noite só para nós, porém ele não poderia ficar cercando-me e afastando qualquer pessoa por ciúme. Iria começar a tomar conta de mim, e iria conversar com quem quer que eu quisesse. Talvez até mesmo ajudar Sebastian na sua campanha, já que queria fazer Marketing de faculdade. Comerciais sempre tinham atraído-me. Bati o punho fechado na minha mão aberta, como Hayle fazia quando ela tinha tomado uma decisão. Teria que esperara até o sexto período da tarde, que era a minha única aula com Donovan. Mais duas horas e eu iria conversar com ele. Talvez no pequeno intervalo entre as aulas eu passasse falar com Sebastian e matava a aula de estequiometria. De qualquer modo, iria ter que falar com Sebastian, por que iria ajuda-lo com as garotas. Poderia não ser a preferida de muitas ali, mas todas se respeitavam mutuamente, então talvez se eu desse um empurrãozinho ele conseguisse engana-las mais facilmente. Precisaria de muitos efeitos especiais realmente, algo além de elogios para distraí-las. Elas não pensam que são loucas, então se
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alguém chegar e sugerir terapia, realmente não vão aceita-la facilmente. Iria falar com Irina, ela era a substituta de biologia apliacada e o trabalho dela era manter as meninas sobre controle. Além disso, todas as meninas ouviam a ela. Ela era razoavelmente controlada, não explodia nada nem ninguém, ela só amava abrir qualquer tipo de corpo morto que ela achasse. Até mesmo Slyzer ouviria Irina, então ela seria o perfeito objeto de campanha para Sebastian. Só tinha que convence-la a fazer isso. Cocei o queixo. *** Levava Irina para conhecer Sebastian. Foi fácil convence-la, ela era inteligente o suficiente para seguir meu raciocínio e entender que nós estávamos tentando fazer as meninas pararem de explodir umas as outras. Ela só não gostou da parte em que teriam menos bichos mortos para ela, mas ela entendeu que era para um bem maior. Sem contar o fato que ela estava louca para conhecer Sebastian, mas não tinha coragem de fazer ela mesma. Irina é bonita. Não, isso é um eufemismo. Ela é linda. Alta, corpo de supermodelo, olhos azuis e cabelos loiro-arruivados. Sabia que quando Sebastian a visse ele iria babar. Toquei na porta. Estava aberta como sempre, porém ele levantou os olhos para mim. - Oi Sebastian, essa é Irina. - apontei para a supermodelo atrás de mim. - Olá... - ele limpou a garganta. - Bom, lembra-se daquela idéia de projeto que você teve?
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- Sentem-se. - ele apontou para as cadeiras a sua frente. Nós nos sentamos. Irina estava com um leve rubor subindo pelo seu pescoço. - Bom, acho que a pessoa mais indicada para fazer campanha sobre isso seria Irina. - Por que você acha isso, Irina? - Bom. - ela começou, seus olhos dentro dos dele - Eu acho que é por que as outras garotas meio que se inspiram em mim. Não sei ao certo, mas quando eu falo, elas me escutam. - Exatamente. - eu completei - todas as garotas, Slyzer incluída, começaria a vir aqui se Irina dissesse que é o melhor a se fazer. Então se você discursar para elas com Irina te apoiando você terá seu escritório tão cheio que não terá nem tempo para almoçar. Ele sorriu brilhantemente para mim e para Irina. - Você faria isso? - ele perguntou para ela. - Mas é claro! Tudo para ajudar as minhas garotas. Irina declarou isso com paixão, e quando ambos ficaram se encarando mutuamente um tempo eu limpei a garganta. - Bom... vou deixar vocês discutindo isso. Não se esqueça de falar com a diretora. - eu disse em tom de advertência para Sebastian, que por sua vez entendeu muito bem o que eu disse. Que não era para ele se distrair muito com a sua campanhista e esquecer de colocar o projeto em prática. Saí da sala com a cabeça cheia de pensamentos. Quem diria... Irina e Sebastian... Bom, eles até combinavam, só que ela é um ano mais velha que ele, mas não acho que um ano faça muita diferença. Ela é alta e parece uma supermodelo ele é alto e lindo. Se eu visse esse casal andando na rua eu tenho certeza que eu sentiria vontade de chorar, e talvez até alguma propensão ao suicídio.
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Sorri ao pensamento de Sebastian junto com Irina. Ela é uma ótima pessoa, e ele tampouco era ruim. Sempre extrovertida, fazendo-nos rir, passa as noites de sábado a noite na sala do dormitório feminino ajudando as meninas a fazerem suas unhas, ou com seminários, o que fosse. Ela era uma amiga, não uma professora ou supervisora. Ela relaxava bem na supervisão se você avisasse-a antes, se não você iria direto para a Diretora Parklin sem um “ah”. Suspirei. Pensando sobre casais, havia um que iria entrar em colapso logo, logo. Espero que não esteja juntando um belo casal e separando outro com a discussão que iria ter com Donovan. E espero realmente que ele me ouça se não eu vou mata-lo com minhas próprias mãos. Ele estaria na ultima aula agora, e era uma aula bem desnecessária se queria saber. Eles estavam apenas revisando a matéria, então eu avisei a Supervisora Irina que eu iria estar no meu quarto essa aula, pois estava passando mal, e ela avisou a diretora Parklin. Passei em frente a sala e vi que ainda estava vazia. Vi Donovan conversando com Jared e Kyle. Fiz gestos para que ele viesse para mim. Ele veio sorridente. - Donovan, precisamos conversar. Você me acompanharia até o quarto? O sorriso morreu nos seus lábios. - Claro. Nós andamos em silêncio até o quarto, e assim que chegamos eu fechei a porta e a tranquei. Me dirigi a cama e sentei-me com as pernas em baixo de mim. Bati ao meu lado para que Donovan viesse se sentar.
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Ele se sentou ao meu lado e esperou. - Me ouça, não quero brigar com você, eu amo você, eu quero propor um acordo. - Hm? - Eu perdi muito a minha liberdade Donovan. Não posso conversar com um garoto que você já vem querendo mata-lo. E quando nós dois tentamos ter uma conversa civilizada, nós acabamos tendo sexo, não uma discussão decente. - Qual é o seu ponto? - Espaço é o meu ponto. Eu tive que reprimir a minha personalidade por sua causa. Eu não tenho mais prazer em aprender, pois minha cabeça está presa em apenas um pensamento: você. Sempre quando eu faço algo, eu penso: “o que Donovan iria pensar sobre isso”, até eu perceber que eu não ligo realmente. Eu amo você, não me entenda errado, eu faria de tudo para ficar com você, menos isso. Menos deixar de ser eu mesma. - Você está dizendo que eu estou oprimindo sua personalidade? - Não, eu estou, por que você anda muito mais explosivo do que um dia você já foi. Lembra-se de segunda passada? Eu estava conversando com Felipe, e você chegou todo machão, e quando nós tentamos ter uma conversa mais tarde aquela noite nós dois acabamos na cama. Acho que você está desequilibrado por medo de me perder, e eu estou deixando você me comandar por medo de perder você. Isso é um aviso, eu não vou mais me acomodar, você vá falar com Sebastian e dar um jeito de controlar o seu temperamento, por que eu, a partir de hoje, serei a Jessy de antes de você aparecer. Vamos ter o almoço para nós e a noite toda, mas não podemos agarrar um no outro como se nós fossemos as únicas pessoas na terra, pois não somos.
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- Não estou descontrolado, é você. Você é tão linda, agora enquanto você está falando, eu estou ouvindo, e quando eu percebo que você é minha novamente, eu tenho vontade de te agarrar e nunca mais deixar você ir. Eu sei que eu ando muito ciumento, mas eu tenho medo de não ser mais suficiente para você. Você mudou tanto... eu não oprimo sua personalidade, pois se eu tivesse fazendo-o você não teria tentado discutir comigo todas as vezes que eu faço algo errado. E meu modo de compensar o erro é com o que dará mais prazer a você, por eu sentir muito que você tivesse se machucado com algo que eu fiz ou falei. Eu não consigo mais ficar muito tempo longe de você, amor. E sobre você não parar de pensar em mim não é nada diferente do que eu com você. Tudo o que eu faço eu imagino você comigo. Tente aprender como se eu estivesse com você, é o que eu faço para ter vontade de continuar o dia. Eu fiquei quieta. Avaliei do seu ponto de vista. Talvez eu tivesse visto tudo errado. Agora ele estava com aquele seu óculos maravilhoso pendurado na ponta do seu nariz, seus olhos azuis fechados de um modo sedutor, seus lábios grossos abertos num pequeno sorriso de quem ama. Sua mão estava inconscientemente acariciando meu joelho. Seus cabelos despenteados, seu corpo forte e alto... ele era meu. Eu entendi agora. Nós estivemos longe tanto tempo... eu havia o perdido e tentado supera-lo, e agora ele estava de volta, e me amava tanto quanto eu amava a ele. Eu gostaria de compartilhar todas as horas do meu dia com ele. - Sim, eu entendo você. - sorri para ele - vou tentar o negócio de imaginar você nas aulas comigo. Porém, eu não tenho ciúme de você quando você está falando com alguma garota. Outro dia você estava cercado por um monte delas, e eu não fiz nada,
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apenas sorri para você quando você olhou para mim. Você veio até mim, e nós nunca falamos no assunto. Você fez isso uma vez. Eu estava dando uma pequena palestra para o grupo de novos estudantes na quarta e você sorriu para mim. Meus pensamentos embaralharam e eu não conseguia pensar em outra coisa a não ser você. Eu não estou ciente de outros garotos sexualmente, amor. Eu vejo amigos, não potenciais namorados. E sobre Sebastian, nada mais a que se preocupar, ele conheceu Irina e eu podia ver a baba escorrendo dos seus lábios. - Bom. - ele sorriu para mim e se aproximou - se eu beijar você agora... Eu beijei-o antes que ele terminasse a frase. - Que tal nós assistirmos a um filme hoje a noite? O salão sempre fica vazio de quinta. - Hm... isso é um encontro? - ele puxou-me para seu colo e me beijou novamente. - Sim, um em que eu vou vestida como uma garota e você como um garoto. - Ah... Roupas? - ele murmurou zombador como se estivesse decepcionado. Eu ri e beijei-o. - Infelizmente, ainda há pessoas que podem nos ver, apesar de ser vazio. - Essa é a adrenalina, amor. - ele murmurou zombador. - Claro, claro. Eu disse que eu não tinha ciúmes das outras garotas conversando com você, eu não disse nada sobre elas te verem nu. - Hm... - Não vai querer despertar minha fúria assassina. - Será? - ele mordeu meus lábios. - eu adoraria vê-la furiosa.
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- Não, você não gostaria, nem um pouquinho. - empurrei-o para a cama e me sentei em seu regaço. - Oh sim? Eu aposto que Slyzer faria o que eu estou pedindo. - Ah é? Então você é livre para ir embora e fazer o que você quiser com Slyzer. Aposto que ela deve ser muito melhor que eu nisso. bati um dedo no seu peito e ele trocou nossas posições deixando-me abaixo dele. - Você não quer provar que eu estou errado? - Vá provar você mesmo. - cruzei os braços no peito e virei a cara para ele. - Você que está querendo saber, não eu. Ele riu e agarrou minha cara entre sua mão e me beijou. - Ótimo, pois se você tocasse num fio de cabelo da Slyzer eu mataria você. - eu murmurei nos seus lábios. - Há algum momento do dia em que você não está simplesmente irresistível? - Hm, quando eu acordo. - Ah sim, verdade, seu cabelo parece um ninho de passarinhos. Ofeguei ofendia dei um tapa nele, ele riu e ficou me olhando. - Apesar do cabelo cheio de nós, você ainda é irresistível para mim de manhã. - Isso por que eu geralmente estou pelada de manhã. - rolei os olhos e ele riu. - Bom... se Hayle não está matando aula e entrar a qualquer momento no quarto, nós temos quarenta minutos só nossos... - Sim... - ele beijou-me nos lábios - mas eu quero passar algum tempo com você como antigamente. - Seu desejo é uma ordem. - seus lábios roçaram nos meus e ele me puxou para fora da cama com ele. - Se vista com algo além do uniforme da escola e nós nos encontramos de baixo da árvore em que você e Hayle estavam espionando no primeiro dia
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- Oh, você viu isso. - rolei os olhos. Ele riu e saiu do quarto. Abri meu armário. Aqui tinha uma temperatura mediana, e a escola era toda aquecida, então do lado de fora ia estar um frio do cão. Peguei calças jeans negras e uma blusa decotada vermelha com oxfords negros. Prendi o cabelo num rabo de cavalo e passei algum perfume. Saí tendo o cuidado de não ser pega por Irina. Ela ainda não estava aqui, então ela poderia estar com Sebastian ou com Parklin. Fui rapidamente para o corredor principal. A blusa vermelha era muito chamativa, e eu me senti estúpida por ter escolhido-a. Porém agora não havia mais o que fazer. Saltei na ponta dos pés e corri rapidamente para a porta lateral. Agradeci pelo tapete que abafava o som dos oxfords. Saí rapidamente e o frio me atingiu, tremi num primeiro momento, porém meu corpo foi acostumando com a temperatura aos poucos. Procurei Donovan e o encontrei com uma toalha esticada no chão e uma cesta. Franzi o cenho, como ele havia conseguido isso tão rápido nem deus sabia. Corri para o seu lado e sentei-me. - Como você fez isso? - murmurei para ele com os dentes batendo levemente. Ele tirou um cobertor grande e passou em volta dos nossos ombros me apertando contra ele. - Eles tinham uma cesta na cozinha e eu a peguei para o caso de um encontro romântico. Passei na dispensa da escola e peguei algumas coisas para nós antes de vir para cá. - Hm... meu namorado pensa em tudo... - murmurei inclinando a cabeça para beijar seu pescoço. Ele riu quando eu raspei meus dentes, pois ele morria de cóssegas no pescoço.
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- Tem Doritos e coca. - ele anunciou - e também sanduiches naturais. Eu fiz um som de aprovação e abri a cesta para pegar um sanduíche para cada um. - Espero que nós não sejamos pegos. - murmurei com a cabeça encostada no seu ombro. - Me certifiquei que Sebastian e Irina estivessem juntos e que não tivesse nenhuma supervisão nos corredores. Figgins está assistindo a um jogo de futebol americano com Sr. Parklin. - Ótimo, por que isso aqui é justamente o que nós fizemos em julho de 2008. - Oh sim, me lembro. - ele riu um pouco - mas naquela época foi algo desastroso. - Sim, acho que era o nosso primeiro encontro depois do primeiro beijo e você fez tudo bem romantizado. Algo que você tinha lido na internet. - eu ri. - É, mas pelo menos funcionou, e nosso primeiro encontro foi quase perfeito, só sua alergia por amendoim que acabou levando-nos para o hospital. - Ah, é. Sua mãe ficou desesperada. - eu ri pela lembrança - eu não sou tão alérgica assim, só tinha inchado um pouco. - Minha culpa, o meu lanche tinha pasta de amendoim. - Sua boca tinha pasta de amendoim. - lembrei-o e ele riu. - Nunca mais comi pasta de amendoim depois disso, só para poder beijar você sempre. Rolei os olhos para ele que se inclinou para me beijar rapidamente. - Quer coca? - ele perguntou servindo-se um copo. - Sim. Doritos? - eu ofereci e ele foi pegar e eu coloquei na minha boca.
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Peguei outro e coloquei uma ponta na minha boca e ofereci a outra para ele. Ele mordeu e me beijou no processo, sorrindo por isso. - Na verdade, não acho que você mudou muito. - disse para ele colocando um doritos na boca dele enquanto eu tomava um gole de coca. Ele murmurou algo com a boca cheia. - Ainda é quase uma criança. - Você me dizia isso desde os meus doze anos. - Por que é verdade. - provoquei-o. - Talvez seja. - ele me beijou rapidamente - Ou não. - ele me deitou na grama e me beijou mais longamente. Estava sem fôlego quando ele finalmente me deixou respirar. - Qual você prefere, o garoto ou o adulto? - ele murmurou no meu ouvido. - Hm, preciso provar o adulto mais uma vez para ter certeza. Ele riu ligeiramente e beijou-me novamente, seus braços ao redor da minha cintura e uma das suas mãos na minha bunda, ele se movia ligeiramente em cima de mim, deixando-me arfante e excitada. - Hm... - murmurei quando ele me largou - prefiro o adulto. - Ótimo. - ele disse e passou a beijar meu pescoço preguiçosamente. Ouviu-se um grito. Nós levantamos rapidamente. Avistei Slyzer tentando afastar Tommy Asland, ele foi expulso da escola por comportamento inapropriado, e agora ele tentava agarrar Slyzer aparentemente contra sua vontade. Corri antes que Donovan pudesse me impedir e agarrei-o pelos seus cabelos puxando-o longe dela e chutando-o no meio das
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pernas. Percebi que Slyzer estava chorando. Donovan parou ao meu lado e verificou se estava tudo bem. - Leve-o para a diretora Parklin, ela vai saber o que fazer. E chame Sebastian. Ele acenou, e sem um “ah”, levou Asland para longe de Slyzer. Ela estava encolhida como uma bola no chão e chorava. Sentei-me ao lado dela e a puxei para se deitar no meu colo. Não sabia se ela estava consciente que era eu, mas ela me abraçou com força e eu agradeci o fato do cobertor ter ficado preso no meu jeans, assim eu pude cobri-la. Embalei-a até Sebastian e Irina chegarem. Ela parou em seco com a cena, porém Sebastian seguiu até ele puxar a sua irmã para seu colo e quase chorar com ela. Percebi o quão perto ela esteve de se machucar mais gravemente e a sorte de que eu e Donovan estivéssemos lá fora e não no quarto. Quando ele voltou eu tremia violentamente e ele me agarrou nos seus braços. - Meu deus... - eu ficava murmurando no seu peito enquanto ele me abraçava. Irina chorava e abraçava a si mesma já que Sebastian tinha Slyzer em seus braços. Irina murmurava algo bem baixo e embaralhado, demorou um pouco, mas eu entendi que ela falava “é tudo minha culpa, é tudo minha culpa”. Sai dos braços de Donovan para abraçar a minha supervisora. Ela passou a chorar ainda mais forte. - É tudo minha culpa... - Shh, não é. Você não podia saber que Tommas iria vir para a escola e decidir... - mas eu não conseguia falar a palavra. - você sabe o que. - eu agarrei-a até Sebastian tira-la do meu aperto e vir abraça-la. Sua irmã parecia ter desmaiado e ele e Irina correram para o seu lado, ainda de mãos dadas.
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Vi-os e soube que sobre esse casal não haveria nada mais que pudesse separa-los.

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Capitulo Final
Jessy Via todos os seus amigos na sala principal. Todos reunidos, alguns chorando e outros apenas tentando esquecer que amanhã seria o ultimo dia de aula. Via Irina e Sebastian, Sr. e Sra. Parklin, Hayle e Leonard, Slyzer e Jared, Anne e Julie, Becky e Liam, e os garotos se divertindo no meio do salão. Eu e Donovan estávamos encostados na parede juntos e olhando a bagunça de despedida que a Sra. Parklin deu. Havia música, muitas porcarias, refrigerantes, bombas de gás com cheiro de chiclete... Sofás espalhados para os casais, a pista disponível para os solteiros... Tudo estava perfeito. Donovan e eu tínhamos nos acertado, Hayle havia perdoado meu descuido em relação a ela... O programa de Sebastian estava funcionando perfeitamente e eu já tinha um trabalho. Iria dirigir propagandas do colégio pela internet, e Irina e eu iríamos estrear nelas. Alguns outros garotos, como Sebastian e Jeremy iriam estar na propaganda também. Esperávamos abrir toda a ala sudeste e oeste ano que vem, apesar de Sebastian estar tão metido no trabalho que mal tinha tempo de sair conosco, ele ainda queria mais. Sua madrinha havia ficado muito feliz com as nossas expectativas para o futuro e nossa animação para trazer algumas almas novas para a escola. Isso requeriu uma mudança de cenários. A escola foi pintada, os móveis lixados e também pintados, os tapetes lavados, o piso trocado e encerado, os lustres renovados... as pinturas foram uma
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das únicas coisas que sobreviveram a grande reforma, continuavam as mulheres aristocráticas e os grandes homens da história pendurados. Mas dessa vez os esconderijos secretos haviam sido abertos e limpos, permitindo a cada aluno que soubesse procurar bem, uma rota de fuga. Slyzer havia sumido da escola depois do pequeno incidente com Tommas Asland, ela se mudou para uma escola na Califórnia, junto com seus avós. Rachel havia descoberto as outras meninas no momento em que Slyzer saiu da escola, e era outra garota campanha no projeto do Sebastian. Nós estávamos com um novo projeto, todas as garotas do segundo ano ajudariam as garotas do primeiro a passar por seus anos escolares, e as garotas do primeiro ajudariam as novatas, e as do terceiro as do segundo. Seria ótimo, uma pena eu já ter passado em uma boa faculdade e não ter como visita-los muito frequentemente. Meu amor havia passado em Harvard, e eu estava extremamente orgulhosa, porém já havia avisado que eu iria castra-lo se ouvisse sobre alguma biscatinha. Minha irmã havia arrumado um apartamento para mim enquanto eu estava muito ocupada com o vestibular, e era justo do lado da minha faculdade, que era apenas meia hora de distancia de Harvard, o que me permitiria ir lá visita-lo ou ele vir me visitar quando nós quiséssemos. Nós nos balançavamos levemente ao rítimo da música conversando com Hayle e Leonard. Nenhum casal dura para sempre, eles haviam terminado um mês antes, porém nunca deixaram de ser amigos, e eu desconfio que essa seja uma amizade muito colorida, já que ambos somem ao mesmo tempo várias horas no dia.
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Agora mesmo eles estavam muito perto um do outro para ser considerado um espaço social aceitável. Sorria para Hayle enquanto ela rolava os olhos com as besteiras que Leo estava falando para Donovan. Minha irmãzinha tinha conseguido convencer minha mãe a deixala entrar, e eu tive que falar uma hora seguida no telefone para ajuda-la a convence-la. Havia ouvido de Sebastian que sua prima iria se mudar para cá também, Amélia Sark. Espero que Juily ajude-a, a garota havia passado por um baita trauma, e eu não conseguia imaginar-me na sua situação sem começar a chorar como uma louca varrida. Sacudi a cabeça para afastar os pensamentos sombrios. Sebastian estava chegando com Irina, e eles nos cumprimentaram felizes. Não tinham assumido o namoro ainda, mas ninguém precisava confirmar o fato, já estava escrito na cara deles com letras grandes em néon piscando. Irina tinha aquele rubor permanente sempre que Sebastian estava perto dela, e Sebastian tinha aquele sorriso bobo. Nunca mais vi ele fazer nenhuma cara ou gesto travesso, ou que desse a entender algo mais perverso depois que ele começou a sair com Irina. Eles ficavam lindos juntos, e se eu não tivesse o meu namorado, eu sinceramente iria me cortar e ouvir músicas depressivas o dia todo. Rachel se aproximava sorridente e um pouco bêbada, trazendo Kyle junto. Kyle havia se apaixonado por Rachel no momento em que havia conhecido-a. Donovan me disse que ele veio pedir conselhos para ele e para Leo sobre pegar uma menina difícil. Até agora eles haviam se beijado algumas vezes, mas, aparentemente, ela se sente traindo Slyzer, mesmo que ela não esteja mais aqui.

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Mas a verdade é que Rachel não gosta de homens, ela já havia confessado para Slyzer, e no nosso primeiro segundo aqui no segundo ano Slyzer havia nos contado. Só algumas meninas sabiam, e Slyzer contou para nós para nos distrair o suficiente para que ela pudesse armar contra nós. Tinha dó de Kyle, ele nunca iria consegui-la. Talvez minha irmã tivesse mais sorte com isso também. Minha mãe não sabia, mas Juily gostava de meninas. Não mudava nada minha opinião sobre ela, mas talvez meus pais superprotetores tivessem um ataque se ela contasse a eles. Rachel estava no segundo esse ano, então quando Juily entrasse ela não iria poder ajudar-lhe. Mas eu vou deixar esses problemas para a minha irmã resolver, enquanto isso eu vou aproveitar o quando eu ainda tenho tempo de sobra com o meu namorado e quando ele não estiver morando numa república com um monte de piranhas. Quando as pessoas começaram a ir para seus quartos eu me virei para Donovan e lhe disse: - Só para lembrar-lhe, se eu descobrir que minha linda cabeça recebeu um par de chifres eu mato você. Ele riu e me pegou no colo, fazendo-me espernear e rir. - Você quer exclusividade? - ele perguntou zombador me levando para o quarto. - Sim. - Coloque um anel na minha mão. Eu ri quando ele disse isso, por que eu havia dito isso para ele um mês atrás. Ele me jogou na cama e me beijou. - Sua amiga está no meu quarto, bêbada de mais para se importar sobre o que ela está fazendo. - Devo tira-la de lá? - murmurei preocupada.
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- Não, ela e Leo estão naquele antigo galpão, em que Alison nos levou uma vez, nas suas horas vagas. - Como você sabe? - Ele me contou. - Donovan rolou os olhos e eu ri, beijando-o. - Será que as meninas de Harvard vão ser mais altas? - ele zombou e eu dei-lhe um tapão, que o fez recuar e quase cair da cama de tanto rir. - Não vai querer me provocar Donovan... - Eu aposto que elas são bem mais altas e mais peitudas. Passei a persegui-lo pela escola até que nós voltamos para o salão feminino e ele me jogou no sofá. - Nós precisamos de um pouco de adrenalina no nosso ultimo dia na escola. Eu ri até perder o fôlego quando ele começou a fazer cóssegas em mim, já que eu estava tentando tira-lo de cima. Ele me beijou antes das suas mãos se voltarem para uma carícia mais sensual. Abracei-o mais perto de mim. - Te amo. - ele murmurou - nem que ela seja mais alta ou mais peituda que você, ou tenha os olhos mais claros e mais juntos. Você é minha imagem de perfeição. - Ok, depois de mil insultos você fala que eu sou perfeita. - rolei os olhos - bom, se prepare, se você não for convincente o suficiente eu não garanto nada... Ele grunhiu uma risada e passou a tirar nossas roupas. Eu ri alto e histericamente. Iria sentir falta daquele sofá.

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Epilogo
Dei um tapa em Donovan. - Você quer morrer? - eu disse irritada. Ele riu e me puxou para seu colo, cruzei os braços e virei a cabeça para o outro lado. - Ah... - Eu estou de greve até que você pare de olhar para a bunda das outras meninas. - Não faça assim Jessy. Suas mãos passearam pela minha perna e ele levou outro tapa. - Ah não... - ele murmurou e fez um som de impaciência. - Jessy, não há outra menina que eu queira além de você, amor da minha vida. Como eu poderia viver sem você, oh Jessy! Sua bunda é a mais bonita que eu já vi! Não vejo as garotas como potenciais namoradas e sim como amigas... Rolei os olhos. - Eu não sou dramática. - Prove. - Ok. Levantei-me do seu colo e fui até a mesa onde a loira peituda estava olhando para ele e dei um soco na sua cara. - Se você olhar para o meu homem mais uma vez, eu juro por deus, que eu vou jogar uma bomba nuclear no seu quarto. Eu estudei em Mishgan School For Girls, e eu não respondo mais por mim! Voltei para a mesa e sentei no colo de Donovan, beijando-o longamente.
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- Viu, sem drama. Ele riu e rolou os olhos. - E saiba que você será o próximo. - Oh, cala a boca Jessy. Ele me beijou profundamente, fazendo meu pulso acelerar e minhas mãos agarrarem seus cabelos para puxa-lo para mim. Minhas unhas raspavam no seu pescoço, dizendo-lhe que eu o queria. Seus dedos estavam passeando pela pele que a minha blusa deixava a mostra, e seus dentes mordendo meus lábios, arrepiando-me. Quando nós nos soltamos houveram alguns assobios e aplausos. Ri com ele e fui carregada até o quarto. Ele tinha um nerd como colega de quarto, e dessa vez o cara seguia todas as regras da palavra. Ele deu um gritinho quando a porta foi aberta com um chute e Donovan entrou comigo enrolada na sua cintura. Logo fui colocada contra a parede e Donovan passou a beijar minha pele exposta. Eu ri quando suas mãos fizeram cóssegas nas minhas pernas. - Seu colega de quarto está aqui. - eu murmurei roucamente. - Roy, você pode dar licença para nós rapidinho? Feche a porta quando você sair. O garoto correu fora do quarto e bateu a porta assim que saiu. Nós voltamos as atividades Extracurriculares. Fui colocada na cama e tive minhas roupas arrancadas violentamente. Eram nossas ultimas horas juntos, por que eu iria ter que voltar para minha faculdade ainda hoje. Ele estava desesperado para que nossas peles nuas se encontrassem, então em segundos não havia nada entre nós.
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Ele explorou meu corpo com a língua e com as mãos, sentindo o gosto salgado da minha excitação. Ele riu quando eu fiz um ruído estrangulado e voltou para roubar os gemidos de mim. Assim que a camisinha foi posta ele entrou lentamente. - O que você está fazendo? - reclamei. - Aproveitando cada segundo. Rolei os olhos e troquei de posição com ele. - Vou te ensinar a aproveitar cada segundo. - beijei-o longamente antes que eu começasse a cavalga-lo. Ia tão rápido quando podia e ele me seguia, arrancando gritos mútuos. Tinha suas mãos apertando meus seios, fazendo-me me excitar mais. Assim que eu cheguei ao clímax ele trocou de posições, já que eu havia ficado muito mole. Virou-me de quatro e passou a investir furiosamente. Enterrei a cabeça nos travesseiros para abafar os gritos incoerentes que saiam dos meu lábios. Ele parecia apreciar os meus ruídos, já que quando eu tive que respirar ele passou a ir mais forte, mais rápido, mais exigente. Já não aguentava mais, e quando ele se liberou eu gritei junto, no meu segundo orgasmo. Ele caiu em cima de mim. Não ligava que eu estivesse sendo esmagada, eu ri como se fosse a primeira vez. Ele ria em cima de mim também. Se sentia tão bom quanto a primeira noite, se não melhor. Assim que ele saiu de cima de mim eu me estiquei em cima dele beijando-o. Sabia que amanhã eu iria estar dolorida, e talvez com algumas marcas roxas na cintura, onde ele havia segurado fortemente. Mas eu estava me sentindo ótima. - Agente tem que fazer mais disso. - murmurei nos seus lábios.
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- O que? Esmurrar alguém e depois fazer sexo? Eu ri dele, e ele sorriu. - Não, nos ver no meio da semana. - Concordo, não conseguiria esperar para vê-la. - Ótimo. - beijei-o e aconcheguei-me nos seus braços - acho que depois disso eu vou ter que tirar um cochilo. - zombei. - Hm... - ele virou para agarrar-me e beijou meu pescoço. - acho que depois de tudo o que eu pretendo fazer com você hoje, você precisará tirar um cochilo. Eu ri e ele voltou a beijar-me.

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Livro 2 - Brain Girls - Amélia Sark.

Capitulo 1 lembranças
Daren sorria para mim. Seus olhos semi-abertos por causa do sol batendo na sua cara. Seus cabelos claros ficando ainda mais bagunçados com o vento. - Aposto que está pensando em quão lindo eu sou. - Claro, por que eu perco meu tempo com isso. - zombei-o. - Amélia, você sempre me amou. - Ok, vamos abaixar a bola aqui. - eu disse e cutuquei-o no peito. Ele riu e recuou um passo, sentando-se na grama alta e me puxando com ele. - Vamos fazer um juramento. - Qual? - Quando eu morrer eu quero que você fique com isso. - ele apontou o cordão que seu pai havia deixado para ele. - Mas... - Shh... e quando eu morrer eu quero que você me de uma coisa. - O que? - Esse seu lindo cabelo brilhante. - ele passou os dedos por entre as mechas. - Mas ele vai estar velho, seco e branco. - rolei os olhos e ele sorriu.

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- Não importa, vai ser lindo mesmo assim. Quero que você me prometa mais uma coisa. - Sim? - Você nunca vai me esquecer Amélia Sark, ou eu não respondo por mim. Eu ri. - Como eu poderia te esquecer? Eu amo você, lembra? Não é você que fica esfregando isso na minha cara o tempo todo? - Talvez. - seu sorriso estava brilhando. - Ótimo, você ta muito esquisito hoje. Ele deu de ombros e me puxou para cima quando ele levantou. - Tô afim de um sorvete. - Meu deus, só pensa em comer. - sorri para ele e o abracei. Nós andamos assim, juntinhos até o cruzamento, onde ele se separou de mim. - Espera, eu atravesso antes. - ele disse, preocupado de repente. Acho melhor você ficar aqui. Ele franziu o cenho e atravessou, mas é obvio que eu não o ouvi e o segui. Segundos depois eu sou empurrada para trás e um carro passa por cima de Daren. Eu começo a gritar e corro onde ele está ligando para o 911 e contando a minha situação. - Oh meu deus! - eu coloquei a sua cabeça no meu colo e comecei a chorar. - Não faça isso comigo Daren! - Não se preocupe meu amor. - sua voz era um fio, e eu me surpreendi por ele estar acordado. - Eu vou ficar com você até seus pais chegarem. - Você sabia que isso iria acontecer, por que não me contou.

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- Não se pode mexer com o destino Amélia, e você iria fazer de tudo para que isso não acontecesse. Eu tenho que morrer, e você tem que viver. - ele sorriu ligeiramente - simples assim. - Como se supõe que eu viva? - eu chorei - por que você? Por que não eu? - Bom... minha teoria é que se você morresse, seria insensato por que eu me mataria, e como o suicídio é pecado, não acho que Deus iria querer isso. Acho que é por que você pode viver sem mim. - Não fale isso. - eu chorei mais forte. - Amélia? - ele disse depois de uns segundos, sua voz mais fraca Não se preocupe, eu vou estar com você a cada segundo. Posso pedir uma coisa? - Sim, sim! - Você pode me dar um ultimo beijo? Eu o beijei no meio das lágrimas. Tinha me surpreendido com o pedido, não pensava que ele gostava de mim dessa maneira. Abracei-o apertado e o beijei com toda a dor e frustração e amor fluindo em mim. - Eu te amo. - murmurei nos seus lábios e os senti abrir num sorriso pequeno. Ouviu-se a ambulância. - Pegue o colar. - Você não vai morrer. - disse irritada. - Eu vou. Não tem o que fazer sobre isso. Seria bom se você só aceitasse, vai doer menos. Eu senti meus olhos embaçarem novamente e eu tirei o colar do seu pescoço colocando-o no bolso. O motorista que havia o atropelado tinha sumido, e eu me sentia revoltada.
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Ele havia feito o prometido. Assim que meus pais pisaram fora do carro, ele sorriu e fechou seus olhos para sempre.

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