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MARIA JOSE RODRIGUES FARIA CORACINI (ORG) 0 JOGO DISCURSIVO NAAULA DE LEITURA Dados Internacionais de Catalogacio na Publicagio (CIP) (Cimara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Lingua Materna e Lingua Estrangeira 1. Leitura 2. Linguas ~Estudo © ens 1. Corcini, Maia Jove Rodiigus Fai I. Set cop-407 Apresentagao ... “1 Leitura: Decodificagio, Processo Discurs! ‘Maria José Rodrigues Faria Coraci 13 2) © Confio de Vozes nna Sala de Aula [Lynn Mario T. Menezes de Sout vunneonnrnesennne a 43. A Aula de Leitura: um Jogo de TlusGes "Maria José Rodrigues Faria Coracini vuinnsnonssseneRl aBanalizagio dos Conceitos no Discurso ee Maria José Rodrigues Faria Coracini 5. Diversidade e Semelhancas em Aulas de Leitura \ ‘Maria José Rodrigues Faria Coracini 6) AAula de Linguas ¢ as Formas de Silenciamento © MM Maria José Rodrigues Faria Ci 61 7 Pergunta-Resposta na aula de letura: um jogo de imagens Maria José Rodrigues Faria Coracini nea & AConcepetio de Texto e de Leitura do Aluno de ‘0 Desenvolvimento da Consciéncia Critica 2° graus e 9 Analisando as Vis6es de Leitura em LE de Alunos de 3° grau “Anna Maria G. Carmagnani 0 ae ee 10 Processos de Signfiago na Aula de Litura em Lingua Earmpcrn ‘Marisa Grigoletto 4 03 11)Do Monumento ao Documento Deusa Maria de Souza .. a2 E 0 Livro nao “Anda”, Professor? Deusa Maria de Souza .. 13 Por uma Abordagem Alternativa para o Ensino de Leitura ‘a Utilizagio do Jornal na Sala de Aula ‘Anna Maria G, Carmagnari 14 Anos depois... Pesquisador ¢ Pesquisado Maria da Gloria de Moraes : LEGENDA. fala do professor) 108 diferentes falam) ‘Axxx (alunos falam ao mesmo tempo) 1(pausa breve) 11 (pausa mais longa) [1 (Comentérios do pesquisador ou do transcritor) APRESENTACAO 3rmente o aluno, sempre estiveram no tas, pedagogos e autores de livros aula ¢ na renovagio pedagégica sguas e até mesm sala de aula era lizadas por profiss 3s, pouco comprometidos com a prti- ‘ea pedagégica propriamente dita. Quando se falava do que acontecia em aula, tomava-se como base apenas impresses, ‘comentiios genéricos. A sala de aula nao era em Hi uns dez anos aproximadamente, no exter mais ou menos no Br Yoltaram para a sala de aula, penetrando na intimidade do que acontece dentro das quatro paredes, lugar onde s6 era permitida a presenca efetiva de alunos ¢ professores (ou, por vezes, — a contragosto,diga-se de pas- ccompreender melhor a tifieamente, fa ‘endo uma etnografia (um mapeamento) da classe e/ou trazendo solugées ‘05 seus problemas relacionados com 0 ensino-aprendizagem (er tra- ‘de pesquisadores brasileiros como Moita Lopes, Cavaleanti, Klei- ee sdentre outros), ou ainda —e é caso da pesquisa que em- =, eu © uma equipe de pesquisadores, bolsistas e pés-gran- dado oa ls de sl do de fore, mas de eno, vendo Garvlgate deue ‘construcao para, na medida do pos fs ‘a realidade da sala de aula, des-const